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Seçãodo prineipiante 2t6t2o Bancadadeserviço:Acessóriosúteisparafacilitar suasmontagens

281t2sIntroduçãoaoscircuitosdecomputadoresanalogicos

Teoria,emgeral

287t31Nãoestánoslivros!

2aarcz Comosãofabricadosos circuitosimpressos,emescala industrial 297| 41 Etapasde projetoconiamplificadoresoperacionais

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LEONARDOBELLONZ!

CONSULTORIATECNICA

GeraldoCoen Josepn E.Blumenfelcl JulianoBarsali LeonardoBellonzi

REDAÇÃO

JulianoBarsali José Robertoda S.Caetano YasuhiroSato

ARTE

Auro Costa CarlosW. Malagoli DevanirV. Ferreira JoáoAntônio Fìamos

CORFESPONDENTE EM NEWYORK

Guido Forgnoni

CORRESPONDENTE

EMMILÃO

MárioMagrone

coMPostÇÃo

J.G.Propaganda

/MPRESSÁO

Abril S.A.Culturale Industrial

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Abril S.A.Cultutale Industrial

NOVA ELETRANICÁè uma pu-

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4.4parte

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soTt51 TornandoosdispositivosCMOSmaiscompativeiscom OSTTL

3o8ts2Noticiário

SeçãoPYIPX 312t56 Código "Q"

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Engenharia

s21t6sOscircuitosimpreSsosflexiveis

s32t76 Pranchetado projetista

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33e/83 OsdispositivosCCDnoprocessamentodigital

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Todos os direilos reservados;proibe-sea reproduçãopsÍciel ou lolrl dol lerlos e iluslrações desla publicação,assim como traduçõos e adaphçõca,

sob pena das sançôeseslabelecidasem

teira responsabilidadede seus auloÍes. E vedadoo emPíegodos ciÍcualosrm caíàtêÍ induslrial ou cômercial,salvocom expressaauloÍizaçãoescrile dol E' ditores; apenasé permilida a realizaçãopara aplicaçâodilentelislicr ou dltll'

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tidadee condiçôes dos componenles,os Ediloíes não se responsebilizampc' lo não luncionamenlo ou desempenhodeliciente dos disPositivosmonltdo3 pelos leilores. Não se obriga a Reyista,nêm seus Editores,a nenhum lipo da assislêncialècnica nem comercial;os píolôlipos sáo minuciosemenlr PÍovr' dos em laboratórioprôprio antes de suas publicações. NUMEROSATRASA'

DOS:preço da última ediçãoà venda,por intermediode seu

lei. Os aíligos publicados são de in'

iornaleiro, no Dis'

lribuídor ABRTLde sua cidade.A Editelevende números slÍasados ínedianla

o acréscimo de 50% do valorda última ediçâo posls em circulação.ASSINA' TURAS:não remelemos pelo reembolso,sendo que os pedidos dererão scr t' companhados de cheque visadopagávelem S. Paulo,mais o frete regislredo de superticie ou aèreo,em nome da EDITELE- EdìtoraTócnica €t€líônicr Ltda. Temos em esloque somonlo as últlmas nove edições (velaes.páglnas In' l€Ínas).

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LPCTCMOS

Combaixoconsumoealtaimunidadea

ruidos,

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.

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Imune a interferências com nível até 45% da tensão de alimentação

Baixíssimo consumo, podendo ser utilizado até mesmo em aparelhos portáteis a bateria.

Larga faixa de alimentação, não exigindo fonte altamente regulada.

Presençado acesso Blanking InPut, que possibilita a manutenção da contagem, conservando os displays aPagados.

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iìii:r

Procurando

manter-se numa

linha,gue

Ieítor comum a aquísição de nouas inJormações e o acompsnhamento do crescente auanço da tecnologia eletrônica. o NOVÁ ELETRÔ N I CA apr esenta ag or a um nouo môdulo contador, que empregs a tecnologia CMOS, e com isso permíte uma considerâuel redução do consumo e do níuel de ruído, alêm de uma largaJaixa de alímentação. Mais do que a simples inJormação, o NE atrauês de sua equípe têcníca facilíta o ocesso o mqis esse apedeiç oam e nto tecnol ógíco, lançando um kít com a nouo contador, de especíal interesse aos que lídam com equíPamentos indusÍri-aís.

obietiua possibílítar ao

N'OVAELETRONICA259

Os contadoresCMOS-LPC

(lowpowercounter-

resde baixapotência) mostram- se superioresquando compara- dosaoscontadoresTTLcomuns. comoporexemploo já conheci- do 7490e o decodificador9368,

utilizadosnarevista12.Fazendo

uma comparaçãodo consumo destesdispositivosTTL e dos novos dispositivos CMOS, temososseguintesresultados:

contado-

Ao ligarmosos respectivos

displays,serãosomadosaosda-

dosdatabelaosvalorespor.eles

consumidos.Teremosportanto,

osvaloresdoconsumototal:

Ficamdemonstradasassim, as vantagensoferecidaspelos contadoresLPCquanto ao con- sumo.

lmunidadea ruidos

Outrofatorquetornao CMOS- LPCatraente,é seualtonivelde rejeiçãoa ruidos.Seuíndicede rejeiçãovaria de 35 a 45o/oda

tensãodealimentação.lssosig- niÍicaque

à interferênciadequalquer sinal

espúrioquenãoexcedaesseli.

mite.Essacaracterísticahabili-

ta-oa ser usadoem ambientes industriais,pois nessesambien-

tes a presença de ruídoseletro- eletrônicos,devidoa arcos de chaveamento,interferênciade RFde SCRse TRlACs,e outros

tipos comunsde

o circuitoestáimune

interÍerência,

dificultamo usodedispositivos TTL convencionais.Estes pos- suemuma pobrerejeiçãoa ruí- dos e, dessemodo,as interfe- rências misturam-seao sinal, falseandodados, disparando prematuramente ou prejudican- do o funcionamentoperfeitodo circuito. Existem familias de TTLque possuem altaimunida- de a ruido,masdevidoà veloci- dade, consumo,custo total e

disponibilidadenomercado,sua utilizaçãoprática é bastantere- duzida. Já o CMOS,com seualtoni- velde rejeiçãoa ruído,nãoapre-

-'-----"ì

comaltaimunidadea ruídos.

Consideraçõesquanto

àalimentação

Ainda comparandoo

TTL

com o CMOS,este apresenta vantagensquantoà alimentação.

OsdispositivosTTLexigemuma alimentaçãode 5V t5% (míni- ma4,75V e máxima5,25V),com umabaixaimpedância.Com os

CMOSnãoháessetipoderestri-

pois nãoexigemalimenta- fixa,emboradeladependao

limite máximode respostaem freqüênciae a imunidadea ruí- dos.Podemtrabalharnafaixade 3a 15V,comconsumoa médias velocidadesinferioraoTTL;não requeremaltaregulaçãona fon-

te, nãoproduzemgrandes varia- ções de cargae nãonecessitam grandenúmerode capacitores

de

gruposdeintegrados.

ção,

ção

desacoplamento

entre

Podemser alimentadospor

ao seu baixo

bateriasdevido

consumo,o que facilitaseuem- prego em equipamentosportá- teis. Pelascaracterísticas enu-

meradas,a fonterequeridaé de

menorcomplexidade e

portanto

maisbarata,o que tambemser-

. -.--.*,-.

-*.-l

, vepara compensaro preço mais elevadodatecnologiaCMOS.

sentaas desvantagensdo TTL, vistoque, com15V dealimenta- ção, pode rejeitarruídosde até 6,75V.Seucustonãoê elevado. e tendea cairaindamais, já que quase todos os fabricantesde TTLtambémo fabricam.Suafre- qüência de trabalhoalcançaos 15MHz,o quenãoacontecepa- ra as famíliaslógicasespeciais

RelaçãoentreÍreqüência, dissipaçãoe alimentação

Pode-senotar,observandoa

tabelaacima,que

propagação é o únicoparâmetro

em que os dispositivosTTLsu- peram osCMOS.Esteparâmetro

ganha

quando

do dispositivo em relação'à Íre-

o atrasode

especial importância,

estudamos a resposta

 

TTL

cMos

CMOS

cMos

Vcc

5V

5V

10v

15V

ìespostaem

requencra

45MHz

4 MHz

'10 MHz

15MHz

qüência.Mostramosacima, as característicastipicas da res- postaem freqüência,emfunção da tensãode alimentaçãodos TTLe CMOS. Nota-se, portanto,analisan' do os dados, queos CMOSexi' gemumatensãodealimentação maior à medida que aumenta- mos a freqüênciado sinal. O mesmo não acontêcecom os

TTL,cujaalimentaçãoé

limite máximode freqüênciaé superior.A explicação Para o au' mentodo consumodos CMOS estánofatode queaoseaumen' tara freqüênciado sinal,a tran- siçãodos estadoslógicosdos transistoresinternos(videÍigura 1) é tão rápidaque duranteal' gum tempo ambosestarãoem condução.Conseqüentemente haverâum aumentoda corrente sobreeles,devidoà diminuição da resistênciainternae assim, umamaiordissipaçãode Potên' cia.

fixae o

Podemostirarcomoconclu'

são, que os contadoresCMOS

apresentam-se

ideaisemaplicaçõesondea fre' qüêncianão sejaelevada,devi- do às suas caracteristicasde

consumo,imunidadea ruidose custo relativamentebaixo.Não recomendariamos,noentanto,o seuempregoemcircuitosdeve' locidadesmais altas, onde é necessárioum menoratrasode propagaçãoe caracteristicas

freqüência/consumo maissatis' Íatórias.

Montagem Na figura2,,temoso diagra-

praticamente

ma de

CMOS-LPC,representandosuas três partes básicas: contador,

decodificadore mostradorou display. Observe que tanto os contadorescomo os disPlaYs,

blocos do

contador

5

estãoem unidadesduplas,en-

quantoque os decodificadores

usados,sãoencapsuladossepa-

radamente.Nas figuras 3A/38

estão representadasas

de circuitoimpressodos conta- dores/decodificadorese dosdis.

placas

GURA 2

plays,mostrandoa distribuição doscomponentese as respecti- vasfacescobreadas.

Essasplacasforamelabora-

dasdemodoquea montagemfi- naldevaresultarnum uToforma- do por elas.Na placada figura

3Ao únicocomponentea serfi- xado,é o displayduploMonsan- to 6740.A facecobreadacontém pontosde conexão,reservados

_-

J

I

-l

Escala1:1

t*J

r"-1

Vcc

t

lï1

 

l.

r

I

SAIDA

I

t*l

l+r

ï2

 

I

I

I

Vsá

Dls.p

ì

ffií3

à uniãoposteriorcoma placada figura38. Atençãoparaa colo- caçãodo display,cuja pinagem você poderáverificarobservan-

doafigura4.

Montadaa primeiraplaca, passeà segunda,na qual serão colocadosos outroscomponen- tes: contadores,decodificado- rese resistores.Paraidentifica- ção dos pinos dos Cls, utilize

ASrHOgr3J:l AVOl"l

t_

f--

IìaovAELETRôntcezor

Escala1:1

aindaafigura4. A montagemdeveserefetua- dacomcuidadosespeciaispara os integradosCMOS.Evitetocá- los com aS mãos, devendoos mesmosser mantidosem suas

262NOVA ELETRONICA

mitadoresde correntedos dis. L- plays, soldando-osà placa e cor- tando-lheso excessodos termi. nais.Soldeos circuitosintegra- dos,desligandoo ferro no ins- tante da soldagempara evitar pequenas descargasprovenien- tesdarede,quepoderiam daniÍi- carosGls. Porúltimo,conecteas duas placas,soldando-assegundoo

detalhedafigura5.

Apósa montagemcompleta

domódulo,verifiquesenãohou-

ve escorrimentosde solda,que poderiamcausarcurtosou liga-

ções indesejáveis.

A figura6 apresentao esque- t- ma elétricodo módulocom to- dasas ligações.Observequete- mos indicaçõesde 7 tipos de

embalagensaté o momentode

colocá-losno circuito.lnicie a montagemsoldandoos jumpers, ou ligaçÕesde fios,noslugares

indicados.Passe,em

colocaçãodos 14 resistoresli.

seguida,à

acessoaocircuito,osquaispas-

samosadescrever:

terminalonde deve

Vcc -

ser ligadoo positivo da tensão

dealimentação.Estapoderá ser de 5 a 15 V. Lembramosque, quantomenorfor a tensãoVcc,

tantomenorseráa respostaem freqüênciado circuito.Poroutro lado,como aumentodafreqüên- cia deveaumentaro consumo, mas sem ultrapassar jamais o

valorde500mAcomosdisplays

nomáximobrilho.

Vss- Terminalde terra(0V)

daalimentação.

Ape-

nas memorizaa contagemdos

decodificadores,mantendoes-

táticaa leiturano display.E ati- vado quando conectadoà Vss (GND);quando ligadoà Vcc,per- maneceinativo.

Apa-

gaos displaysmantendo-og,po- rém,a contagemnormal.E um acessobastanteútil quando se usabateriaparaalimentação, já que os displayssão responsá. veispormaisde 90% do consu- mo de potência do circuito.Do mesmomodoque EL,é ativado quandoligadoà terra,permane- cendo inativo quando conec- tadoàVcc.

fL

Latch Enãbte-

-

Tg- AtankingInput -

Reset1 e2 -Zeram os con-

tadoresparainiciarnovaconta-

gem. Parasua atuação,devem

ïss

I I

SAi$A **

RgS;ET 1 Ê--- RËSET ?6, ENïfiÂOA

vcü **

_"

TGU{TA6

serligadosà

cessonormalde contagem,de- vem permaneceràterra.

Vcc.Duranteo Pro-

Entrada-

Acessodestinado

à injeçãodesinais.Quandoutili- zados vários contadores,deve

serconectadoà saidado conta' doranterior.

Saída- Permiteo acessoà

saídados contadores.Se usa- dosvárioscontadores,deveser ligadoàentradado Proximo.

Atravesdessesterminaisde acesso, podemosmaniPularo contadorda maneira que nos convier. Natural.mente,deixa- mos em suasmãosa tarefade procurara melhorformadeaPro' veitá-los,dentrodassuasexigên' cias particulares. RelaçãodeMateriais

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xo de 1 volt,coma conseqüente elevadaimpedânciado instru- mento,estecircuitoé de grande

ajuda,ampliandosuaspossibili-

dadesna bancada,com grande precisão.Além de ser preciso,

ele é prático,pois foi

parater o Íormatode umaponta de prova,que podeser manipu-

lada facilmente;para utilizá-lo, bastaligarseusdois plugsaos

projetado

terminaisdeentradadeseuapa-

relhode medida.E,aindapor ci- ma,tem um consumobastante baixo, podendo assim ser ali. mentadoporumapequena bate- riade9 volts,inseridanamesma caixa, juntamente com o circui-

to.

OmilivoltimetroCMOSadap-

ta-se a qualquer instrumento,

porquenãopassade umamplifi-

cadordetensão.Podeserdefini-

NovAELETRÔxtcezos

do, mais exatamente,como um

amplificadorde altaimpedância

de entrada e

duas caracteristicas que, hoie

ganho ajustável,

266NovAerrrRÔllce

em dia, podem ser facilmente obtidas com amolificadores operacionaisintegrados.

Comoo circuitovaitrabalhar com tensõesmuito reduzidas,é importanteque sua impedância de entrada seja elevada, pois, em casocontrário,as medições serão pouco precisasou total- menteincorretas.Em nossoca- so,issonãoé problema,já queo circuito eletrônicoofereceuma impedânciade 10 megohms em sua entrada;isto significa

queeleexigeumacorrentemini-

maparaseufuncionamento,não tendoquaseinfluênciasobreo circuitoondeestásendofeitaa medição. Taisniveisde impedânciade * entrada tornaram-sepossiveis

graças à introdução, recente- mente,em nossomercado,dos excelentes arnpl if icadores operacionaisBIFET. Eles for- mam uma novageração de ope-

racionaisintegrados,combinan-

do caracteristicase vantagens dos transistoresde efeito de

campo(FEn e dos transistores

bipolarescomuns(casovocêde-

seje obter maioresinformações sobre os BIFET,.recorraao ar- tigo <Venha conheceros BlFET', nas págs.215do n.o8 de Nova

Eletrônica).

O amplificador operacional

queutilizamosem nossokit é o CA3130,da RCA,e possuitran- sistores do tipo MOSFETem 'ter seu estágiode entrada.Parase uma idéiada superioridade desse componente sobre os operacionais normais, em apenasum parâmetro, bastadi-

zer que o tradicional741 apre- senta uma impedânciade so- mente6 megohms,êm sua en-

trada,contraos 1000Mn

3130.

A caracteristicado ganho

ajustávelnão é segredo,pois é obtidafacilmentecom uma rea-

do CA

limentaçãoadequadadoamplifi-

cadoroperacional(figura1).

Descriçãodo Íuncionamento Nafigura2,temoso circuito

completode nossomilivoltime-

tro

plificadorCC nãoinversor,reali-

mentadode modo a exibir um ganho igual a 10, aproximada; mente.Demodoa evitarproble- mas quepoderiamsurgir,devido à elevadasensibilidadedo cir- cuito, colocou-seo resistorde

10 megohms (R3)em paralelo

corn a entrada,reduzindoa im- pedânciaa essevalor.O resistor R4,em sériecom a entradanão inversora,limita a corrente que circularia pela mesma, caso houvesseuma sobretensãona entrada.Os capacitoresC1e C2 proporcionamuma melhoresta-

bilidadeao circuito, enquanto os resistoresR1e R2fazempar- te da malha de realimentação (que produzo ganhode 10).E R5,porfim,é um trimpot,coma funçãode providenciaro

offset",ou seja,zerovolt nasaí- "null

da, quandotivermos

CMOS. Trata-sede um am-

zero volt

Ío

na entrada;tal ajuste torna-se necessário,devido a eventuais desbalanceamentosda fonte simétricadealimentação.

Falandoda fontede alimen- tação,é ela mesmaque aparece na parteinferiorda Íigura2, Íor- madapelabateria,um transistor

e trêsresistores.R7,R8,R9e Q1

constituemum divisorde ten- são, paratransformaros + 9 V da baterianos + 4,5 V; -4,5 V necessáriosparaa alimentação do circuito;o pontode uniãoen- tre R7e o emissorde Q1 foi to- madocomo o terminalterrado circuito.

Gomo já haviamosdito,o ga- nho do circuitoé iguala 10,o que significaqué toda tensão aplicadaao mesmoseráampliÍi- cada 10 vezes. Entretanto,há uma limitaçãoquantoà tensão máximaa sermedida, queé de

+ 300milivolts,semintrodução de erro na leitura.A partir dos

! 350mVde entrada,o circuito entraem saturaçãoe apresenta

a tensãoconstantede t 3,5V

na saida.Dessaforma, lembre- se, quandofor utilizara sonda,

de nãoultrapassaressevalorde

tensãode300mV.

Observação:Esseconselho tem maiso objetivoda tidelida- dede leiturado quede proteção aocircuito.A sondanãoseráda- nificada,se suatensãode entra- daultrapassaros 300ou 350mV;

narealidade,elacontacomuma

boamargemde proteção,de até 200 volts. Assim, é necessário

umcertocuidadoao manuseara sonda,como qualqueroutroins- trumentode medida,mas ela não correrá perigosaté os 200 voltsdeentrada. Montagemdo kit A montagemdomilivoltime- tro CMOS é bastantesimples, graçasaos poucos componen- tesenvolvidos.Todoselesserão instaladossobre uma pequena placa de circuito impresso,fi- candode fora apenasa bateria. Nãoé precisose preocuparcom polaridade de componentes, também;o único componente quevaiexigirum poucomaisde atençãoé o amplificadoropera- cional, como veremos mais

adiante.

Nafigura3,pode-seobservar

a placade circuitoimpressoda sonda, em tamanho natural,e vista pelo lado dos componen- tes.

A montagem,comoregrage-

(robustos),,

ral,devesemprecomeçar pelos

componentesmais

ou seja,aquelesmais resisten-

tes ao calor,e terminarcom a

soldagemdos circuitosintegra- dos. lsto vale também para o nossocaso:iniciea montagem soldandotodosos resistoresem

seuslugares.Comoestãoincluí-

dos,nessecircuito,trêsresisto-

resde precisão(1%,metalfilm),

talvezvocêtenhaalgumadificul-

dadeem interpretaro códigode valoresimpressonos mesmos; em caso de dúvida,consultea relaçãode componentes,onde há uma equivalênciacódigo/va- lores.

A seguir,soldeos doiscapa-

citoresdo circuitoe, depois,o trimpot.Em seguida,instalee soldea chaveminiaturaliga/des- liga.

Você pode soldaro transis- tor, agora;paraidentificarseus terminais,consultea figura 4. Os terminaisde ligaçãodevem ser soldadosa todos os pontos de entradae saidada placade circuitoimpresso. Finalmente,chegoua vezdo circuitointegrado.Ao contrário da maioriados integrados que estamosacostumadosa ver, o

Cl1temencapsulamentometáli-

co e os terminaisdispostosem

círculo;nafigura4,

transistor,pode-sever a distri-

junto com o

buiçãoe a localizaçãodos pinos

deCl1.

Esseintegrado,pelo Íato de serconfeccionadopela tecnolo.

gia GMOS,é sensivela

cargas

eletrostáticas;ele possuiprote-

ção

problema, mas, de qualquer

modo,é convenientetomarcer-

interna, que resolve esse

tas

Essasprecauções se resumem em não tocar demasiadamente

nospinos do integradoe de não colocá-lo,na medidado possí-

vel, sobresuperficiesisolantes

e sim,sobresuperficiesmetáli-

cas e condutoras.Caso você queiraestarseguroda integrida-

dedeCl1enquantoo estiversol- dandoà placa,apanheum peda-

ço de fio nu, de uns 2

comprimento,e enrole-oemvol- ta de todosos terminaisdo inte- grado, próximo à carcaça do mesmo;nãoesqueça,porém,de retiraro fio,depoisde tersolda- doo integrado.

precauções ao manipulá-lo.

cm de

Uma outra precaução a ser

observadadurantea

é preferível soldar o integrado com o soldadordesligado,isto

soldagem:

é, aquecê-loo suficiente,retirar

NOVA ELETRONICA26T

vem ser feitas agora e consis- tem em:ligaçãocom o conector da bateriae ligaçõesde entrada

e saída.Elasaparecemnafigura

6:o Íio vermelhodo conectorda bateriadeveser ligadoao ponto

r * r da placa,e o fio preto,ao ponto<->i os fios conectados na entradae na saídado circui- to, devem ser passadospelos seus respectivosorificios, fei- tos na caixada sonda,antesde seremsoldadosà placa.

Uma observaçãoa respeito dos fios ligadosà entradae sai-

dadocircuito:elessãoconstitu-

AOS ÍERMINAIS

BANANA

AOSTERMINAIS

DE PROVA

terminars

tipo

banâna

(ao multímeto)

idos por um par de pontas de

prova de multímetro,uma ver- melhae umapreta,que nãosão . fornecidascom o kit;vocêdeve- râ adquirí-las separadamente. Essas pontas de prova devem sercortadas,a 10cm,aproxima- damente, da extremidadeque possui o terminalbanana(vejaa figura6);essa metadeserásol- dada à saida do circuito (para

Seu (plug" da tOmadae então, soldaroq pinosde Cl1;caso o soldador esfrie demais, antes quevocêtenhaconcluidoa ope-

ração,ligue-onovamente,espe-

re que esquente,desligue-oe

prossiga na

necessár'io, paraevitar quequal- quer pequena tensão, quase

sempre presentenaspontasdos

qoldadores,possadaniÍicaro in-

tegrado. Terminada essa operação,

nãoé precisomaisse preocupar, que os dois

com Cll, pois ele passaa ser protegidopelo circuitoda placa. Observe,na figura5, o aspecto da placa de circuito impresso

com todos os

instalados(mas semas ligações

externas).

componentes já

terminajs banana

sejam conectadosao multíme- tro,comose vê nafoto de entra- da).

soldagem. lsto é

A outrametade,a dos termi- naisde prova,seráconectadaà entradado circuito e serviiâo, depoisde prontaa sonda,como

pontasde provada mesma(visi- veis,também,nafoto deentrada). Dessaforma,depoisde cor- taras pontasde provada manei- ra descrita, introduzaas duas metades,vermelhae preta,pe-

losfurosapropriadosdacaixa,e solde-osà placa(os fios pretos nos pontos deterrae os fios ver- melhos aos pontos uA, e u8,,,

comoindicaa figura6).

Essasligaçõesexternasde-

Pausaparacalibração

Antes de concluira monta- geme fechara caixa,é conveni- ente procederà calibraçãode

seumilivoltimetroCMOS.Essa operaçãonão oferecediÍiculda- des,poistrata-seapenasde ajus-

tar o nnull ofÍsetudo

pois,como já dissemos,devido

ao fato da fonte nãoser perfeita- mentesimétrica,a sondapode-

circuito,

riaapresentaralgumatensãona

saida,sem a presençade sinal

em sua entrada;como isso po-

268I{ovAErrtnôuce

deriaintroduzirerrosnas medi. das,torna-senecessárioo ajus- te,atravésde um trimpot.Quan-

to ao ajuste de ganho, ele tor- nou-se desnecessário,graças

aoempregoderesistoresdepre-

cisão na malhade realimenta- çâo do operacional.

Para efetuar a calibração,

seguinte maneira:

proceda da

primeiramente,curto-circuite os

terminaisdo capacitorCl(com um pedaçode fio nu, por exem- plo);em seguida,ligueummultí- metro à saídado amplificador, comutadoparaa escalade3VGC, ou menos,e ponha a sondapara funcionar. Observe,agora, o

comportamentoda

instrumento(ou valor represen- tado no odisplayo, no caso de multimetrodigital);se ele apre- sentar alguma leitura, gire o trimpot R5 da sonda, até que essaleiturasejaigualazerovolt. Feito isto,a sondaestá calibra-

agulha do

da;retireo curtode Cl e,se qui- ser,fixeR5comUmpingo dece- radevela. Voltandoà montagem

Concluindo a

montagem,

restaapenasfixara placa à cai. xa,parafusando-se a chaveliga/ desligaà tampadamesma.A ba. teriadeveser inseridana caixa, também,ficandoao ladoda pla- ca,depoisde prontoo conjunto. No geral, o kit montadoficarâ como aspectodo desenhodafi-

Relaçãode componentos

gura 7.

Agora,é só Íazermediçõese

maismedições,explorandocon-

venientementea área das ten.

sões menores de 1 volt. Bom proveito.

Rl -

100ko' -

10kn -

1% (código:1003)

R2 -

1% (código:1002)

R3-10Mn

-S%-1lBW

R4-

2,2Mn

-

5% -

1/8W

R5

-

100kn -

1Mo -

trimpotminiatura,linear

1%(codigo:1004)

R6 -

R7 -

5,6kn -

5% -

1/8W

RB -

39ko -

5o/"-

1l8W

Rg -

56 krr

-

5olo-

1/8W

C1 -

10nF(0,01 uF)

1nF(0,001pF)

C2-

Q1-

B,C237

crl - cA3130

 

81 -

CHI -

bateriade9 volts chaveHHminiatura

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ganho

{d8l

+20

+to

reação, quandoé feita correção nasfreqüênciasmaisaltasocor' re um fenômenoabsolutamente

quede fatoacon'

tece é que, uma Parte do sinal

útil

indesejável.O

chega atenuadoem maior

medida queo ruidoquesedese'

o

-10

ja suprimir.

No esquema que Propomos

Processo

(vide figura 3), este

vem subdivididoem duas Par' tes.O sinalé primeiroamPlifica

do linearmenteem relaçãoà fre' qüênciae,emseguida,vemaco' plado o efeito de equalização, resultando que ambos, sinal e ruidodo primeiroestágio,estão sujeitosa esteefeito.Emconse' qüência,o ruido a freqüências "'desse elevadastambémé atenuado,e modose obtémo funcio- namento com base no assim

ChamadO

eSCUfO),,COm

conseqüentemelhoriada rela' ção sinal/ruido.

"rUidO

Funcionamento

No esquemamostradona fi-

gura3, o primeirocircuitointe-

gradoé um amplificadoropera- cional,conectadonumamonta' gemamplificadora,com respos- ta lineare ganhoprÓximoa 13.

A impedânciada cáPsula

magnéticaé baixaem relaçãoà

impedânciadeentradadoamPli-

ficador; este é o motivo Pelo qual é preferíveladotarum cir' cuito reativoem série, PróPrio paramantero ruidonomenorva- lorpossivel.

O sinaldeentradaé aplicado ao pino3 de Cl1(entradanão-in'

-20

20

50

100

200

Írequência (Hz)

500

1k

2k

RIAA'curva de gravação

decidas curvas Padrões, como por exemplo as ditadas pela

.rt*************

Ì

Ïmos

****

Asaplicaçôessãovárias;da-*

apdnasálgumassugestões: *

LTacômetros, velocimetros,indicadoresÌ

Xde niveldecombustivel, pressãodeóleof

I(.ili),

idores de

*címetro,

amperimetros, voltimetros,medi-l

resistência, potêncla,ÍreQüen-l etc.

+Substituio tradicional gaLï tvanômetro comavantagemt

Ide não possuir

*remoo' fyeis

Peças mó'Ï

q_uedesgastamcomo+

EffiI

t ffi* fi-

D

*

*

rlsicao e naescolhadascoresdosled's,o1

ïqr"

Jrias apticaçÕes quevocêimaginar.

l- alimentacãode9a 12VCC.

IpoO"

Ioastando +pacitor e umresístor'

S#-

-EGI

Permitevariaçãonadispo-1

totn" o circuitoversátilparaas vá-*

+

+

Íuncionar como temporizador,t pl1l_'."_t:_""t"scentarum ca-[

a

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,l

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't

tt*

rf ******************

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RIAA(RecordinglndustryAsso-

ciationof America).Nasfiguras 'l e 2, podemosver as curvas

RIAAdegravaçãoe reprodução.

PÉ-ampliÍicadorese Equalização

QuándousadascáPsulasde

méto'

reproduçãomagnética,o

do mais comum de se obterem os efeitos de equalização con- sisteem criar,no estágioinicial

deamplificação,umareaçãode-

pendenteda

estesistemaconsegue'seainda fazercom quea ainPlificaçâo re-

sultanteseja, como de hábito,

suficiente

sinal disponivela um valorad-

missivel. Todavia,assim como qual-

quer ruido parasita, Produzido internamente peloamPlificador, não chega comPletamente ate-

ÍreqÜência. Com

paraelevaro niveldo

nuadoà

parteonde se operaa

ganho

(oet

+20

+10

o

-10

-20

100

200

500

(Hz

1k

I

Írequência

't6

'1

c1

*lI

2'2yF

+

Vcc

(r5v-24v)

Jc2

4yÊ

R2

10krì,

T2K JL

ov

C1, sendo

qual

terminalinversor (Pino2) estão

versora),atravésde

Dartede um

circuito reativo'ao

tambèm Peitence R1. No

conectadosR3e_C2,que d."Y"T fornecera tensão necessáriaà polarizaçãoe constituem um sistemade estabilizaçãotérmi-

ca. No pino 7 do primeirointe- grado,deveseraplicadoum Po-

tencial

Positivo

continuo,

n1|1n8r0$atra$adosda]l,e,!

do

n:1ao n:13

encontram-sena:

ay,ipiranga,esquinacom a rua steefigenia

s,P

"hattca do juarE

(+ Vcd em relaçãoà terra,entre 15 e 24 volts, paraalimentação oo circuito.O mesmopotencial deveser aplicadoao pino 7 de Cl2 e os pinos 4 (de Cl1 e Gl2) devemserligadosàterra.

No pino 6 de Cl1, temosa

primeiroestágio de

saida do

ampliÍicação,a qual é aplicada

atravésde R4,ao pino 2 de Cl2,

Í (Hz)

parte de

caracteristicadinâmica varia com a Íreqüênciado sinalrece- bido.Narealidade,faz-seusode

um circuitoreativocuja

O ganho total do circuito é

tal que,nos permite dispor de um sinalna saidacom amplitu- de considerável(de65a 70 mV), utilizando-seda quase totalida. de do sinal fornecidopor uma

cápsulamagnéticamoderna:5

um circuito reativo em série, constituidopor R6,R7,Cae C4, que permite obter a curva de

compensaçãonecessáriapróxi- mV, à velocidadede 5 cm/seg,,

madacurvaRIAA.O ganhodes- te estágioé iguala 1,natreqüên-

ciade1kHz.

nafreqüênciade1kHz.

O ganho do primeiro estágio

pode porém, ser calculadode acordocom a sensibilidadedo transdutorde entrada,possibili. tandoaindaque se reduzaa lar- gura de bandaem favorde um

Nossoprá-ampllíicador GídBì

NormaRIAA

G (dB)

20k

15k

10k

8k

6k

5k

4k

3k

2k

1,5k

1,0k

800

500

400

300

200

150

100

80

60

50

40

30

20

-

-

-

-'t2,0

20,3

'17,8

13,5

-

-

-

-

-

-

9,3

8,0

6,3

5,0

2,7

1,1

0

0,6

1,8

2,4

4,0

6,1

8,1

10,8

12,3

15,0

16,1

17,4

20,0

21,5

-'lg,ô

-

-

-

17,2

13,7

11,9

-

-8,2

-

-

-

-

0

9,6

6,6

4,8

2,6

1,4

0,7

2,6

3,8

5,5

8,2

10,3

13,1

14,5

16,1

'17,0

17,8

18,6

19,3

ganho mais alto, devidoàs ca- racteristicasde compensação internafixa dos amplificadores

operacionais741.

A figura4A é um grâficoque

representaa curva tipica de

equalizaçãoem

função da fre-

qüência, do pré-amplificador, comparadacom a curva padrão RIAAque deveser usadana re- produção dosinal.A tabeladafi- gura48 contémos valoresusa- dos na construçãodo gráfico, sendo que os valores experi- mentais foram tomados sem carganasaida.Nota-sepela cur. va,que b niveldo sinalatingeo valorde 20 dB na freqüênciade 15 Hze umaatenuaçãode -20 dB nafreqüênciade 15kl-tz.

* PontodereÍerência

FIGURA

Montagemdo pré-ampliÍicador

O kit

do pré-amplificador

constitui-seapenasda placade

Âc|}rÔFT3l3 AVOl,t

ESCALA-1:1

circuito impressoe dos resPec' tivos componentes,sem qual' quer encapsulamentoou caixa que o contenha.Desse modo, você está livre para elaborara sua própriacaixaou incorporar o pré-amplificadorao equipa- mento que iá possui. A montagem, portanto,resu- me-seem soldaros componen- tes na placa,a qualpodeserob- servada pelafigura5,ondeestão superpostasas duas faces:dos componentese cobreada.

Comecesoldandoos compo- nentes menores,capacitorese resistores.Em seguida,identifi- que a pinagemdos Gls,com o auxilioda figura6. Notequeos pinosutilizadossãoapenaso 2, 3,4,6e 7.OsClsdevem,sempre que possivel,ser soldadospor último, pois são maissensiveis à elevaçãoda temperaturae po- deriam ser danificadosao se soldaros outroscomponentes.

Fixadosos componentes,o pré-amplificadorestá Pronto paraa ação. Observe que a en- tradae a saidado oircuitoestão

pinoI

indicadas respectivamenteco- mo lN e OUT.As ligaçõesexter- nasdeverãoserfeitasuti cabos blindados,sendo que blindagemdeve ser

junto

aos pontos assinal

comoterrado circuito.Oscon

dutorescentraisdos cabos,de- vemser ligadosà entrada (aque- le que provém da cápsulamag- nética)e à saida(odestinadoao estágiodeamplificação). Concluindo,o nossocircuito

apresentounos testes guintescaracteristicas:

as se-

Saida

70mV

65dB

EqualizaçãoRIAA

0,5dB

Listade componentes

R1-47kn

R2-10ko

Rg - 120kn

R4

R5 -

Rô-39ko

Rz-3k3o

R8-12ko

R9-12kn

Iodos os resrsÍores

-

3k3n

2k7n

1/t de W

sãode

C1 -

C2-4yFx25V

Ca -

G4 -

Cg-2,2yFx25Y

C6-50pFx25Vou

2,2yFx25Y

1q)nFx 1ô0V

22nFx 250V

47yFx 16V

Cfl eCf2

(ouequivalenteem encapsulamento plâstico) Diyersos.' Placadeclrc InìprNE3o59I00x 50mm

-yA741

1mdesoldatrinúcleo.

MA1003

MAIO23A

BANCADADESERVTÇO:

ACeSSOrrOSUter-S

-aataa

paratacilitar

assuas

montagens

Um dos aspectosque nãodeue sermenosprezadopor qualquer pessos

que tenta se ínícíar na eletrôníca, ê o do

conhecímentods melhorforma de utílízação

ã boa organízaçãodibancada de serúíço.

'

aos afíccíonaìlosda eletrôníca,

dos dÍuers_o-s ferramentas de trabalho, alíado

NesÍe artígo, procuraremos mostrsr

em especíalaos

príncípíantes, díuersosíntrumentos quepoderão ser

uolÍososna execuçõode trabalhos prâtícos.

T. Fukuchima, Y. Kanayama, M.A. de

Souza.F.A. Tavares.D. HilsdorÍ e P. Zo-

boli.

Em qualquerprofissãoque se pretendaseguir,mesmofre- qüentandoboasescolas,nãoé possivelque se aprendatudo

nosminimosdetalhes,principal-

menteno que se refereà parte prática.Somentecom tempoe

muitadedicaçãoé possíveldo- miná-lasatisfatoriamente.Com relaçãoà eletrônica,o problema nem sempreestá concentrado na suaextensateoria.Explican- do melhor:atravésdediagramas

esquemáticose

podemos entendê-laqualquer

quesejao campocomo quales-

tejamoslidando.A

cipal,é a transposiçãodo papel

à prática.São justamente os

obstáculos complementares que atrapalhambastantea exe-

muita leitura,

questãoprin-

cuçãoefetiva.E precisoconhe-

cer os componentes,a técnica

desoldagem,manuseiodealica-

tes,chavesdefenda,instrumen-

tosdemedição,etc.

Parafacilitarao máximoo desenvolvimentoda prática,se- ja numa montagem,conserto,

experiência,etc.,existemaces-

soriose ferramentasque ofere- cem inúmerosrecursos.Colo- cammaisordemnamesade tra- balho,alémde torná-lamaisra-

cional e

produtiva.Permitem

maior clarezanas experiências, análisese medições;mantéma (Cabeça frescao,o que resulta nummelhoraproveitamento.

Em muitos casos,tratam-se de apetrechosque devemser usados também por profissio- nais já tarimbados,vistoqueaju- dambastantenaprodutividade.

SUPORTE PARAFERRODESOLDA Emgeral,para descansodos Íerrosde solda quando fora de uso,existempezinhos, às vezes rudimentares,que não são ver- dadeiramentepráticos numase- qüência demontagem.Asindús- trias, nas linhas de produção, usamtubos bem largosparatal fim. Entretanto,existe um su- porte bem simples,adequado paraquase todasas marcasde ferrosoeaté50ou60W. Écons-

tituidodeumabasecomumcer-

to pesoparamantero equilíbrio

e uma espiralcônica,feita de arame,que serve de bainha e mantéma temperaturada ponta do ferrosempreequilibrada.Evi- ta-se desse modo, a perda de tempoemrepousaro ferro,além

do que,

rança quanto

tem-seumamaiorsegu-

a acidentespor

276NOVAE|"Ernontcn

20

ï

Y

4

queimadurase danosmateriais pordescuido.Emgeral,o supor'

te possuinapartefrontal,um re-

ceptáculoondeé colocadauma

espumade borrachaou Pano,

embebidosemáguaservem

que

paralimpezada pontado ferro

(figura1).Esteprocessorem a

vantagemde nãogastara Ponta
prematuramente(oquenãoocor-

re quandoa mesmaé limada,li-

xadaou raspada),alémde man'

tê-lasempreestanhada.

SUPORTEPARAPLACAS

DECIRCUITOIMPRESSO

OutrointeressantedisPositi-

vo,deaplicação garantida,é um

suporte

de circuitoimPresso.Podeser Dresona mesaou bancada Por meiode mordente (figura2) ou

parafusado,num modelomais

simples.Os

bema

parafixaçãode Placas

"chifres,) que

rece-

placa,têmcanaisêl'Íì <Vrr

parafacilitaro encaixeda mes-

ma,independentementeda

espessura.São

mantêma Placa firme,o quetor-

nao seumanuseioextremamen-

te fácile prático.EncontraaPli-

caçãonos consertos,exPeriên-

cias,análises,medições,etc(Íi' gura3).Possibilitao desenvolvi-

mentodeumatécnicademonta-

gem

etapas podem ser resumidas

sua

reguláveise

bastantesimPles,cuias

nasseguintes:

A

-

colocam-setodosos com'

 

ponentesnosseusresPecti-

vosfuros;

b

-

com umaesponjabemes- pessaservindodealmofada

FIGURA 4

NOVA ELETRONICA277

FIGURA 5

gira-sea placaparatrás(fi-

gura4);

c - faz-seasoldagem(figura5);

cortam-seos terminaisem excesso. FERRAMENTAS PARADESSOLDAGENS Apesarda grandeevolução tecnologicada eletrônica,está

d -

evidenteque não se chegouà perfeição; emrazãodisso,osda- nos e conseqüentesconsertos são inevitáveis.Com a progres- sivacompactaçãoe miniaturiza-

ção

tos é precisoque,paralelamen-

te, se apurema habilidadema- nuale os instrumentosde repa-

dos componentese circui-

FIGURA 6

ro, paraevitarque um defeito simplesse transformeem algo irrecuperável.

A remoçãodequalquer com- ponentesoldadoé problemáti- ca, principalmente se este for

um circuitointegradoou

parte de umcircuitodedensida-

de elevada.O cuidadomaiora

fizer

Vocêsotemqueescolher:

10ou20W depotência.

tores e caPacitores. Especificaçõestécnicas:

- Tensãode alimentação:

a 18V (2010)

5

5 a22Y (2220\

- Resoostaem Íreqüênciaì10a 30000H2

- Distorção:0,3%

-

- Ganhode tensãoem dB:

lmoedânciade entrada: '100 Kohms.

malhaaberta-

100

malhaÍechada-

30

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sertomadoé relativoaosfiletes condutoresda placaimpressa, evitandoqueelesse descolem, o queresultariaemtrabalhoadi- cional para repará-los.Outro problema,é o de imPedir quea soldaderretidase esPalhe Pro- vocando interligaçõesimPer- ceptíveise indesejáveis. Sugadoresdesolda Para auxiliarna resolução

desses problemas,existemfer- ramentas adequadas;dentre

elasestãoos sugadoresde

sol-

da a vácuo,que Podem ser ma-

nuaisouautomáticos.Os manu-

ais,cujoformatolembraumase- ringahipodérmica, Produzem vá-

cuoatravésdeumPistão aciona- do pormola,quandoestae dis- paradaporum gatilho(figura6).

o seuusoé simples:umavezar- mado,com um ferrode solda derrete-seo ponto desejadoe dispara-seo soldadorcom o bi- co sobreo ponto,fazendoassim

a sucção(figura7).Hâ diversos

tamanhosde bico

Para sugado-

res,emgeralrecambiáveis.

O sugador automático é

compostodamesmaseringasu- gadorae porum sistemade vá- cuo motorizadoou a Pistão. Ge- ralmenteé usadoem indústrias ou assistènctatécnica, que exi-

FIGUR.A9

gem maiorrapidez.

No sistemaa motor,o vácuo é contínuo,sendoa sucçãocon- trolada por um disPositivomecâ- nico. No outro,o vácuoó Produ-

zido por um Pistão acionado Por meio de uma bobina eletromag- nética (f igura8). Dessoldadores

Os

dessoldadores diferen-

ciam-sedos sugadores, Por eles

mesmosderreterema soldae fa- zerem a sucção. Existem três modelosconhecidos.Todossão constituidospor um ferrode sol- da providode um bico oco espe- cial, adequadoà sucção,e uma câmaraonde a soldaé acumula- .da.A diferençaentreos diversos modelos, está no sistema de sucção.

NOVA ELETRONICA2T9

tubode

{7trr

FIGUR.AIT

FIGURÂ

I2

O tipo manual,possui uma

O dessoldador a

pedal, temo vá-

bombinhade vácuo,localizada cuo produzidopor um êmbolo,

no cabodo ferrode solda,po- dendoestasera pistão(figura9) ou à seringade borracha(figura 10).A cadasugada,o sistema deveser rearmadomanualmen- te.Oferronessetipodesugador é geralmentede 50a 100watts.

acionadoa pedal, e quese man- tém içado por intermediode

umamola(figura 11).O

automá-

tico, possui um sistemade vá- cuoa motoroua pistão, aciona- dopor umsolenoide,idênticoao usaoo no sugadorautomático

(figura12).

Acreditamos que

o

instru-

mentalapresentado,tenha mos- trado a você boa parte de sua utilidade e potencial de aplica-

ção. Diantedisso você realmen- te não deverá mais ter duvida, em incorporá-losà sua bancada de serviço.

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DECOMPUTADORES

ANALOGICOS

EsÍom,os uiuendo numa êpoca em que praticamente qualquerproblema matemâtico pode ser resoluídopor um computador dígítal, desde a pequena calculadora de bol- so, atê o grande sístemade computadores. Apesar de os computadores dígítaís terem prouado sua eficócía nesse campo, existem muítosproblemas que podem ser solucío- nados maís facílmente com o auxílío de um computador analógíco. Veremos, ossím, este mês, como é possíuel montar um círcuítobâsícode côIculoanalôgico,efetuando diuísãoe multiplicaçõo, com apenss um amplificador ope- racíona! típo 747 e maís unspoucos componentes.

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Este circuito, logicamente. não pretende ser tão Preciso quanto uma calculadoracomer- cial de bolso, mas executa bem o seu trabalho, que é o de de- monstrar a operação de várias funçÕes importantes dos com- putadoresanalogicos.Com Pare- mos,antesde Passarmos ao clr- cuito, as vantagense desvanta- gens relativasdos comPUtado- resanalogicose digitais. Analogicox digilal Todos aquelesque iá utiliza- ram uma calculadora, portátilou não. sabem que o resultadode um calculo. no (,display,. e pre- ciso ate o ultimo digito.pelome-

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nos.Assim,a precisãotípicade taismáquinaspodevariarde8 a

16,oumais,dígitos.

Os computadoresanalogi- cos, por sua vez,não exibem, nemde longe,tal nívelde preci- são.Narealidade,o