Вы находитесь на странице: 1из 14

v005 - vigência 17/06/2019

CADERNO GIHAB BRASÍLIA

CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA ACEITAÇÃO DOS IMÓVEIS COMO GARANTIA

Este caderno foi elaborado pela Gerência Executiva de Habitação de Brasília com base nos normativos vigentes e tem por objetivo esclarecer e complementar o COT – FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO – PF, no que se refere à atividade de Avaliação de Imóveis. As informações deste documento poderão ser alteradas a qualquer tempo.

ENQUADRAMENTO

O enquadramento da categoria do imóvel como Novo ou Usado é de responsabilidade da unidade demandante, e deverá ser verificado pela empresa credenciada no Código do Imóvel do SIOPI vinculado à OS (campo Dados do Imóvel), previamente à conferência da documentação.

Caso haja divergência entre o enquadramento e o verificado in loco, a empresa credenciada deverá formalizar à unidade demandante através do Laudo de Avaliação, considerando o que segue:

ENQUADRAMENTO: IMÓVEL USADO | VERIFICAÇÃO IN LOCO: APARÊNCIA DE IMÓVEL NOVO Avaliação realizada normalmente com atribuição de valor, levando em consideração as condições mínimas para imóvel usado, devendo ser informado no campo “Informações Complementares” do Laudo: Imóvel avaliado como Usado por enquadramento da unidade demandante, apesar de ter se verificado in loco que se trata de Imóvel com aparência de Novo.

ENQUADRAMENTO: IMÓVEL NOVO | VERIFICAÇÃO IN LOCO: APARÊNCIA DE IMÓVEL USADO Imóvel não aceito como garantia. A empresa credenciada deve realizar avaliação com atribuição de valor, informando no campo “Informações Complementares” do Laudo: Imóvel não aceito como garantia por ter sido enquadrado como Novo, sendo que foi verificado in loco que se trata de Imóvel com aparência de Usado.

Em hipótese nenhuma a empresa credenciada deverá apontar pendências documentais ou físicas que não sigam o enquadramento original da unidade demandante.

CONVENÇÕES

Foram utilizadas neste documento as seguintes convenções:

IMÓVEL HABITACIONAL NOVO IMÓVEL HABITACIONAL USADO IMÓVEL COMERCIAL NOVO IMÓVEL COMERCIAL USADO LOTE URBANIZADO

EXCLUSIVO PARA MUNICÍPIOS DA RIDE/DF LC 163/2018 EXCLUSIVO PARA MUNICÍPIOS GOIANOS

EXCLUSIVO PARA CCFGTS, PMCMV E PRÓ-COTISTA EXCLUSIVO PARA SBPE

As condições obrigatórias a serem observadas para cada tipo de imóvel foram organizadas em itens e subitens numerados ao lado direito do documento, tendo sido associadas às convenções acima, as quais foram posicionadas ao lado esquerdo do documento.

v005 - vigência 17/06/2019

 

1.

DOCUMENTAÇÃO

1.1.

Os documentos necessários para IMÓVEL NOVO são:

HN
HN
CN
CN

a) Certidão individualizada e atualizada de inteiro teor da matrícula do imóvel objeto do financiamento (emitida em até 180 dias da data de abertura da OS);

HN HN HN
HN
HN
HN
CN CN CN
CN
CN
CN
 

b) ART/RRT do projeto legal aprovado pelos órgãos competentes;

c) ART/RRT de execução de obra;

d) ART/RRT de projeto e execução de sistema de tratamento de esgoto doméstico e disposição final de efluentes – para os casos previstos no item 4.16.6 deste Caderno;

HN
HN
CN
CN

e) ART/RRT de projeto e execução de solução de destinação final das águas pluviais – para os casos previstos no item 4.17.4 deste Caderno;

HN
HN

f) ART/RRT de projeto e execução de muros de arrimo e/ou taludes – para os casos previstos no item 4.20.2 deste Caderno;

j) Autorização da Prefeitura Municipal para instalação do sistema fossa-

HN
HN
RD
RD

g) ART/RRT de projeto e execução de fundações, estrutura, instalações

HN
HN

hidrossanitárias e elétricas – somente para imóveis habitacionais novos localizados em municípios da RIDE. No caso da RRT de fundações, o documento deverá prever responsabilização do profissional por atividade do grupo 1.2. Projeto de Sistemas Construtivos e Estruturais e atividade do grupo 2.2. Execução de Sistemas Construtivos e Estruturais (de acordo com o caso), e inclusão no campo "Descrição" de informações complementares referentes às fundações, com descrição de suas características (tipo, material, etc); h) Declaração de execução de elementos construtivos – somente quando o imóvel for CASA;

HN
HN
CN
CN
GO
GO

i) Declaração de Capacidade de Atendimento da Ligação Individual emitida

HN
HN
CN
CN

pela SANEAGO – para imóveis localizados nos municípios goianos de abrangência da GIHAB Brasília;

sumidouro em área pública – item 4.16.5 deste Caderno.

 

1.2.

Os documentos necessários para IMÓVEL USADO são:

 
HU
HU
CU
CU

a) Certidão individualizada e atualizada de inteiro teor da matrícula do imóvel objeto do financiamento (emitida em até 180 dias da data de abertura da OS);

O documento necessário para LOTE URBANIZADO é:

HU
HU
CU
CU
GO
GO

b) Declaração de Capacidade de Atendimento da Ligação Individual emitida

 

1.3.

pela SANEAGO – para imóveis localizados nos municípios goianos de abrangência da GIHAB Brasília.

LU
LU

a) Certidão individualizada e atualizada de inteiro teor da matrícula do imóvel objeto do financiamento (emitida em até 180 dias da data de abertura da OS).

v005 - vigência 17/06/2019

 

2.

INFRAESTRUTURA BÁSICA

2.1.

Pavimentação

HN

HU

CN

CU

LU

 

2.1.1.

Existência de via de acesso ao lote. Para imóveis localizados nos municípios da RIDE/DF a via de acesso deverá ser pavimentada. Via de acesso pavimentada consiste em tratamento permanente da superfície para regularização do piso e conservação da base, feito com asfalto, concreto, paralelepípedo, peças intertravadas de concreto, e/ou outros elementos que configurem uma solução adequada para tráfego e sejam as práticas adotadas pelo município em suas vias públicas.

HN

HU

CN

CU

LU

RD

2.1.2.

 

HN

HU

CN

CU

LU

RD

2.1.3.

 

HN

HU

CN

CU

LU

RD

2.1.4.

Pelo menos uma das vias de acesso ao imóvel precisa ser pavimentada, sem descontinuidades em relação ao centro urbano mais próximo, e se estendendo, no mínimo, 10m após a testada do lote.

 

HN

HU

CN

CU

LU

RD

2.1.5.

Será acatada pavimentação asfáltica (CBUQ, TSD, PMF), bloquete intertravado, paralelepípedo e concreto. Não será acatado solo compactado aparente, cascalho, brita e apenas imprimação asfáltica.

 
HN
HN
CN
CN
RD
RD

2.1.6.

A verificação do estado da pavimentação ocorrerá especificamente na rua em frente ao imóvel, no trecho delimitado pela quadra onde o mesmo se encontra localizado (verificação da existência de buracos, declividade para escoamento das águas, deformações, desagregação e outras patologias visíveis), no limite de 10m após a testada do lote (figuras 1a e 1b).

HN
HN
CN
CN
RD
RD

2.1.7.

Em caso de recuperação da pavimentação deverá ser utilizado o mesmo material da via.

deverá ser utilizado o mesmo material da via. HN HU CN CU LU HN HU CN
HN HU CN CU LU HN HU CN CU LU HN HU CN CU LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
CN

Figura 1a

Figura 1b

2.2.

Drenagem de Águas Pluviais

2.2.1.

No caso de vias pavimentadas deve ser observada a existência de equipamentos urbanos de escoamento de águas pluviais (guias, sarjetas, caixa ralo, boca de lobo e rede de águas pluviais).

2.2.2.

Poderá ser acatada solução de escoamento superficial com áreas lindeiras às vias nos locais onde seja esta a prática adotada pelo município em suas vias públicas.

2.2.3.

Para os casos de vias pavimentadas onde haja indício de concentração de águas de chuva e erosões, será necessária drenagem profunda (bueiros, bocas de lobo, canalizações).

2.2.4.

Existência de guias e sarjetas na rua em frente ao imóvel, em ambos os lados, no trecho delimitado pela quadra onde o mesmo se encontra localizado, até o limite de 10m após a testada do lote (figuras 2a e 2b).

2.2.5.

Caso o caimento das águas ocorra para um único lado da via, poderá haver sarjeta somente nesse lado da via, devendo haver, contudo, guias em ambos os lados.

2.2.6.

A verificação do estado das guias e sarjetas (assentamento, estabilidade,

v005 - vigência 17/06/2019

alinhamento, desagregação e outras patologias visíveis) ocorrerá especificamente na rua em frente ao imóvel, no trecho delimitado pela quadra onde o mesmo se encontra localizado, no limite de 10m após a testada do lote.

HN HU CN CU
HN
HU
CN
CU
LU HN HU CN CU GO HN HU CN CU LU HN HU CN CU
LU
HN
HU
CN
CU
GO
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN HU CN CU LU HN HU CN CU HN HU CN CU HN HU
HN
HU
CN
CU
LU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
LU
Exemplo 1: Exemplo 1: Exemplo 1: Centro Urbano Centro Urbano Centro Urbano 10 10 10
Exemplo 1:
Exemplo 1:
Exemplo 1:
Centro Urbano
Centro Urbano
Centro Urbano
10
10
10
m
m
m
Legenda:
Legenda:
Legenda:
Quadras
Quadras
Quadras
Via pavimentada
Via pavimentada
Via pavimentada
Via examinada
Via examinada
Via examinada
Lote do imóvel avaliando
Lote do imóvel avaliando
Lote do imóvel avaliando
Via não necessariamente
Via não necessariamente
Via não necessariamente
Guias e sarjetas
Guias e sarjetas
pavimentada
pavimentada
pavimentada
examinadas
examinadas

Figura 2a

pavimentada pavimentada examinadas examinadas Figura 2a Figura 2b 2.3. Abastecimento de Água 2.3.1.

Figura 2b

2.3.

Abastecimento de Água

2.3.1.

Existência de ligação domiciliar à rede pública de água potável,

2.3.2.

proveniente de sistema operado necessariamente pela Concessionária Local ou por Sistema Autônomo Municipal de Água e Esgoto. Para lotes urbanizados deverá ser verificada a existência de

2.3.3.

abastecimento de água potável pela Concessionária Local ou por Sistema Autônomo Municipal de Água e Esgoto na rua de acesso ao imóvel. Para imóveis localizados nos municípios goianos de abrangência da GIHAB

2.3.4.

Brasília deverá ser apresentada Declaração de Capacidade de Atendimento da Ligação Individual emitida pela SANEAGO, informando que o imóvel é beneficiado com rede de distribuição de água tratada. A Declaração deverá estar assinada pelos gerentes dos Distritos da concessionária e um dos supervisores quando da existência destes. Para todos os casos deverão ser observados os impedimentos previstos nos itens 5.1.5 e 5.1.6 deste Caderno.

2.4.

Esgotamento Sanitário

2.4.1.

Existência de ligação domiciliar à rede pública de coleta e tratamento de esgotos ou, em sua ausência, solução aceita pela Prefeitura ou Concessionária Local.

2.4.2.

Quando a solução de esgotamento sanitário for realizada por fossa, é necessária também a existência de sumidouro. Neste caso, devem ser observadas as condições específicas para o sistema de tratamento de esgoto elencadas no item 4.16 deste Caderno.

2.5.

Fornecimento de Energia Elétrica

2.5.1.

Existência de fornecimento de Energia Elétrica pela Concessionária Local.

2.5.2.

Será acatada energia elétrica definitiva devidamente instalada e que possibilite teste no ato da vistoria (luzes acesas), exceto DF.

2.5.3.

Não será acatada energia elétrica a instalar ou energia elétrica provisória.

2.6.

Iluminação

2.6.1.

Existência de iluminação em qualquer um dos lados da via de acesso ao lote, no mínimo até a testada deste. O poste com luminária mais próximo deverá estar localizado a, no máximo, 30m do ponto médio da testada do

HN HU CN CU LU
HN
HU
CN
CU
LU
HN HU CN CU LU
HN
HU
CN
CU
LU

lote.

v005 - vigência 17/06/2019

2.6.2.

Para condomínios é necessária a iluminação de toda a via interna. No caso de condomínios nos quais o prédio se localize nos fundos do lote e o estacionamento na parte frontal deverá ser garantida a iluminação da via interna do lote e/ou das vagas de garagem.

3.

IMÓVEL CONTAMINADO

3.1.

Seja no presente ou passado, constituem indícios de contaminação no imóvel quaisquer das seguintes ocorrências:

a)

Descarte de efluentes no solo ou esgoto a céu aberto;

b) Respiros, bocais de enchimento, tubulações saindo do solo ou poços de

 

monitoramento;

c) Produtos químicos armazenados em recipientes de 20 litros ou mais (bombonas, tambores ou sacos);

d) Manchas no solo, odores de substâncias químicas, alterações na vegetação, ocorrência de animais mortos, gosto ou cheiro estranho na água;

e) Explosão ou incêndio, vazamento ou derramamento de substâncias químicas, odor de gás e/ou combustível;

f) Indústrias;

g) Mineradora, infraestrutura ferroviária ou portuária;

h) Posto de gasolina, abastecimento de veículos ou tanque de combustível;

i) Oficina mecânica, troca de óleo, garagens de ônibus ou caminhões, galvanoplastia, lavanderia, tinturaria, gráfica;

j) Bota-fora, armazenamento de entulho, lixão, aterro sanitário, ferro-velho ou cemitério;

k) Armazenamento de baterias automotivas ou industriais usadas, derivados de petróleo (combustíveis), pesticidas, herbicidas e outros biocidas, tintas, vernizes, solventes ou detecção de substâncias tóxicas.

3.2.

Os aspectos listados acima também serão verificados no entorno de até 100m, principalmente se localizados a montante do imóvel.

3.3.

A verificação do entorno do imóvel está dispensada no caso de o imóvel avaliando ser unidade em prédio (apartamentos residenciais ou salas comerciais).

3.4.

Caso sejam identificados indícios de contaminação durante a vistoria do imóvel e seu entorno, este fato deverá ser relatado de forma detalhada no Laudo de Avaliação, e o imóvel não poderá ser aceito como garantia da operação.

4.

ASPECTOS CONSTRUTIVOS

4.1.

Unidade Habitacional

4.1.1.

A unidade habitacional deve contar com ambientes adequados para a realização de atividades essenciais, ou seja, cocção, asseio (banheiro e área de serviço), descanso, alimentação, convivência e lazer, dispondo de mobiliário correspondente e áreas de circulação suficientes para as suas funções.

4.2.

Imóveis Geminados

4.2.1.

As coberturas (estrutura e telhamento) deverão ser independentes para

v005 - vigência 17/06/2019

casas térreas e sobrados geminados (unidades habitacionais unifamiliares), devendo ser garantida a estanqueidade das mesmas com a utilização de rufos (em metal, concreto ou manta) e/ou calhas (figura 3a).

HN HU HN HU HN HU CN CU HN HU CN CU HN HU CN
HN
HU
HN
HU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
FGTS
HN
HU
HN
HU
CN
RD
HN HU CN CU HN HU CN CU FGTS HN HU HN HU CN RD Figura

Figura 3a Exemplo de solução aceitável Parede de geminação passando do telhado com instalação de rufo pingadeira (chapim) e rufo externo (ver detalhe figuras 7a e 7b)

(chapim) e rufo externo (ver detalhe figuras 7a e 7b) Figura 3b Exemplo de solução não

Figura 3b Exemplo de solução não aceitável Parede de geminação sob o telhado com cobertura única para as casas

4.2.2.

Em loteamentos ou condomínios de casas térreas e sobrados, as paredes

4.2.3.

de geminação terão largura mínima de 19cm e serão estendidas até o telhado, com fechamento do “oitão”. No caso de paredes duplas não construídas de modo simultâneo, aquela que for executada primeiro deverá possuir revestimento na face externa voltada para a divisa.

4.3.

Fundação e Estrutura

4.3.1.

Inexistência de solapamento visível dos alicerces ou das fundações, bem como de trincas e fissuras que indiquem comprometimento da solidez estrutural do imóvel.

4.4.

Revestimento de Paredes

4.4.1.

Existência de revestimento de paredes internas e externas.

4.4.2.

Todas as paredes externas e internas serão revestidas, inclusive a de geminação.

4.4.3.

Existência de revestimento interno e externo para muros de divisa que integrem áreas cobertas da unidade.

4.4.4.

Revestimento interno, externo e pintura, com barra impermeável no boxe do banheiro, com altura mínima de 1,50m, e barra impermeável sobre o lavatório, a pia da cozinha e o tanque.

4.4.5.

Fechamento dos beirais de forma a evitar a entrada de insetos e pequenos animais sob o telhado (figura 4).

Fechamento dos beirais de forma a evitar a entrada de insetos e pequenos animais sob o

Figura 4

HN HU CN CU HN HU CN CU HN
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
 
HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

FGTS

HN

HU

 
 

HN

HU

CN

CU

HN

HU

CN

CU

v005 - vigência 17/06/2019

4.4.6.

Inexistência de indícios de umidade nas paredes (observar principalmente

4.4.7.

próximo ao piso, às esquadrias e ao teto). Inexistência de trincas ou rachaduras que comprometam a estabilidade ou solidez do imóvel.

4.4.8.

Não deverá ser aceito imóveis com revestimento em gesso cola em paredes do pavimento térreo.

4.4.9.

A ausência de revestimento nos muros não impede a aceitação do imóvel como garantia.

4.5.

Revestimento de Pisos

4.5.1.

Existência de revestimento com piso impermeável nas áreas molhadas.

4.5.2.

Inexistência de indícios de umidade nos pisos.

4.5.3.

Inexistência de trincas ou rachaduras que comprometam a estabilidade ou solidez do imóvel.

4.6.

Esquadrias

4.6.1.

Existência de portas ou janelas em todas as aberturas de quartos, banheiros e vãos externos. É vetado o uso de cobogó ou elementos vazados de concreto ou cerâmica, exceto com finalidade decorativa.

4.6.2.

É admitida ventilação de banheiros para fachadas, prismas de aeração e dutos com ventilação forçada.

4.6.3.

Ambientes de permanência prolongada (salas e dormitórios) devem apresentar janelas nas fachadas das habitações, de forma a permitir a iluminação e a ventilação destes ambientes.

4.6.4.

Entendem-se como fachadas as vedações verticais externas da unidade habitacional (figura 5), ainda que estas sejam contíguas a ambientes externos cobertos (garagem, área de serviço e/ou varanda).

externos cobertos (garagem, área de serviço e/ou varanda).   Figura 5 4.6.5. No caso de imóveis
 

Figura 5

4.6.5.

No caso de imóveis novos estes ambientes externos cobertos (garagem,

área de serviço e/ou varanda) devem ser dotados de abertura que permita

a

iluminação e a ventilação de forma permanente.

4.6.6.

Para apartamentos os quartos de empregados não serão considerados ambientes de permanência prolongada.

4.6.7.

admitida solução integrada de porta e janela (postigo), desde que sejam garantidas as condições de iluminação, ventilação e anti-intrusão simultaneamente. É admitido a utilização de portas para quartos virados

É

HN HU HN HU HN HU CN HN HU CN CU
HN
HU
HN
HU
HN
HU
CN
HN
HU
CN
CU

v005 - vigência 17/06/2019

 

4.6.8.

para varandas privativas desde que atenda as condições de iluminação e ventilação simultaneamente. É admitida janela única nos casos em que a sala e a cozinha sejam

4.6.9.

integradas, desde que a mesma permita a iluminação e a ventilação dos dois ambientes, de forma plena e sem impedimentos. Para edificações de até 2 pavimentos é admitida a abertura de janelas de

4.6.10.

ambientes de permanência prolongada (salas e dormitórios) para prismas de aeração e iluminação abertos na parte superior (exemplo: jardim de inverno), desde que estes possuam dimensões mínimas correspondentes ao diâmetro de um círculo inscrito de 1,50m. Inexistência de indícios de cupim em todo tipo de madeira aplicada nas esquadrias (folhas, caixilhos, marcos, contra-marcos e alisares).

4.7.

Solução que evite manchas de escorrimento de água abaixo do vão das janelas

RD
RD

4.7.1.

Exigência aplicável para habitacionais (novos e usados) e comerciais novos localizados em municípios da RIDE/DF.

RD
RD

4.7.2.

Nos casos de instalação de peitoris com pingadeira, os mesmos poderão ser confeccionados em mármore, granito, ardósia, placa de concreto ou outros materiais com desempenho equivalente.

RD
RD

4.7.3.

O assentamento de peitoris nos materiais acima exemplificados deve observar detalhes executivos da boa prática da construção, como a previsão de uma inclinação para o lado externo da edificação e a adoção de pingadeiras de no mínimo 2,5cm (avançando da face da fachada), com sulco ou friso na face inferior, visando evitar o escorrimento de água ao longo da fachada (figura 6).

RD
RD

4.7.4.

Não há necessidade de pingadeira na parte superior das janelas.

 
 

Figura 6

 

4.8.

Tetos

4.8.1.

Existência de laje ou forro em todos cômodos internos.

4.8.2.

Para imóveis habitacionais (novos e usados) localizados FORA DOS MUNICÍPIOS DA RIDE/DF a existência de laje é aconselhável, sendo que a ausência desta deve impactar negativamente no cálculo do valor de avaliação.

RD
RD

4.8.3.

Para imóveis habitacionais (novos e usados) e comerciais novos

4.8.4.

localizados EM MUNICÍPIOS DA RIDE/DF é exigida laje em todos os cômodos internos. Inexistência de indícios de umidade nas lajes e nos forros.

4.9.

Cobertura

v005 - vigência 17/06/2019

HN HU HN HU CN CU HN HU CN CU HN HN HU
HN
HU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
HN
HU

4.9.1. Existência de cobertura em telhas cerâmica, de concreto ou material com desempenho equivalente. 4.9.2. Para imóveis habitacionais usados é admitida a utilização de telhas de fibrocimento (com espessura igual ou superior a 6mm), aço, plásticas, isotérmicas e similares. 4.9.3. O telhado não deve desaguar sobre fração ideal/terreno vizinho e/ou muro de divisa.

4.9.4. Deverá ser garantida a estanqueidade das coberturas em todos os casos.

4.9.5. No caso de utilização de beirais os mesmos deverão ter largura mínima de

50cm.

4.9.6. No caso de não utilização de beirais deverá ser garantida a estanqueidade da cobertura por meio da utilização de rufos (em metal, concreto ou manta) e/ou calhas (figuras 7a e 7b).

(em metal, concreto ou manta) e/ou calhas (figuras 7a e 7b). Figura 7a Exemplo de solução

Figura 7a Exemplo de solução aceitável

(figuras 7a e 7b). Figura 7a Exemplo de solução aceitável Figura 7b Exemplo de solução aceitável

Figura 7b Exemplo de solução aceitável

SBPE HN HU CN CU 4.9.7. HN 4.9.8. 4.9.9. RD
SBPE
HN
HU
CN
CU
4.9.7.
HN
4.9.8.
4.9.9.
RD

4.9.10.SBPE HN HU CN CU 4.9.7. HN 4.9.8. 4.9.9. RD Para imóveis financiados com recursos do

Para imóveis financiados com recursos do SBPE, é admitido o uso de cobertura com laje impermeabilizada, desde que garantidas as condições mínimas de salubridade, segurança, conforto e estanqueidade das partes construtivas da cobertura. Para casas novas localizadas fora dos municípios da RIDE/DF e para prédios novos (em qualquer localidade atendida pela GIHAB Brasília) é admitida a utilização de telhas de fibrocimento (com espessura igual ou superior a 6mm), aço, plásticas, isotérmicas e similares, desde que sobre laje e associadas à utilização de platibandas em todo o perímetro da edificação. Para casas novas localizadas nos municípios da RIDE/DF e financiadas com recursos do CCFGTS e/ou PMCMV somente são aceitas coberturas com telhas cerâmicas ou telhas de concreto. Caso a área de serviço seja externa em imóveis novos financiados com recursos do CCFGTS e/ou PMCMV, a mesma deverá ser protegida por telhado no mesmo padrão da construção principal, o qual deve ter largura de, pelo menos, 60cm além do tanque.

4.10.

Estrutura do Telhado

HN HU CN CU HN HU CN CU HN HU CN CU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU
HN
HU
CN
CU

4.10.1.

4.10.2.

4.10.3.

A estrutura do telhado deverá ser independente, não podendo ser acatado apoio da estrutura em elementos que não estejam totalmente contidos nos limites do terreno/fração ideal, tais como muros de divisa compartilhados.

Inexistência de abaulamento da cobertura e danos visíveis na sua estrutura (madeira podre/trincada e aço enferrujado).

Inexistência de indícios de cupim em todo tipo de madeira aplicada na estrutura da cobertura.

HN HU CN HN HU CN
HN
HU
CN
HN
HU
CN

v005 - vigência 17/06/2019

 

4.11.

Amarração de Telhas

RD
RD

4.11.1.

As telhas componentes das duas primeiras fiadas do beiral que funcionam como canal serão fixadas individualmente por meio mecânico (fios de arame ou parafusos, ambos galvanizados), e as telhas que funcionam como capas deverão ser fixadas por emboçamento (figuras 8a e 8b).

RD
RD

4.11.2.

A amarração das fiadas de telhas de extremidade inclui os beirais laterais.

fiadas de telhas de extremidade inclui os beirais laterais. Figura 8a Figura 8b HN HU CN

Figura 8a

telhas de extremidade inclui os beirais laterais. Figura 8a Figura 8b HN HU CN CU 4.12.

Figura 8b

HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

4.12.

4.12.1.

Instalações Elétricas

Existência de medição individualizada de energia elétrica. A UH deverá ser dotada de medidor individual de consumo de energia no padrão da concessionária local.

HN
HN

4.12.2.

Existência de medidor individual das áreas comuns para imóveis novos situados em condomínios.

HN
HN

4.12.3.

Para imóveis habitacionais novos o quadro geral deverá possuir disjuntor geral e, no mínimo, quatro circuitos, sendo que um circuito e um disjuntor devem ser exclusivos para o chuveiro.

HN
HN

4.12.4.

Para imóveis habitacionais novos deverá ser observada ainda a existência de dispositivo DR (não substitui o disjuntor geral), bem como de condutores e disjuntores padrão IEC.

HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

4.13.

4.13.1.

Instalações Hidráulicas

Existência de medição individualizada de água, sempre que constar da legislação local e das práticas da distribuidora local.

HN
HN
CN
CN

4.13.2.

Para imóveis novos a unidade deverá ser dotada de hidrômetro individual no padrão da concessionária local, sendo que no DF e em Minas Gerais é permitido que a medição do consumo de água seja efetuada por meio de rateio condominial.

HU
HU
CU
CU

4.13.3.

Para imóveis usados em condomínios é admitida medição do consumo de água efetuada por meio de rateio, mesmo que não haja hidrômetro individual.

HN
HN
HU
HU

4.13.4.

HN
HN
HU
HU
CN
CN
RD
RD

4.13.5.

Existência de reservatório de água potável com capacidade mínima de 500 litros.

Para imóveis comerciais novos e habitacionais (novos e usados) localizados em municípios da RIDE/DF é exigido reservatório de água potável com capacidade mínima de 1000 litros, o qual deverá contar com extravasor (ladrão).

HN
HN
RD
RD

4.13.6.

Para apartamentos novos em municípios da RIDE, é aceita disponibilidade em reservatório d’água centralizado (ou conjunto de reservatórios), com capacidade total mínima de 1000 litros por UH, incluindo no cálculo desta capacidade o volume alocado para combate a incêndios.

v005 - vigência 17/06/2019

4.14.

Registros, Louças e Metais

 
HN
HN
CN
CN

4.14.1.

Existência de pelo menos um registro de gaveta (registro geral) dentro da

Instalações de Gás

HN
HN
CN
CN

4.14.2.

unidade, em local visível e acessível. Todos os metais e as louças devem estar instalados e funcionando

4.15.

adequadamente, sendo vedada a apresentação de “kit” a instalar posteriormente.

HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

4.15.1.

Existência

legislação local).

de

medição

individualizada

de

gás

(quando

exigível

pela

HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU
HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU
HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU
HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

4.16.

4.16.1.

4.16.2.

4.16.3.

4.16.4.

Sistema de Tratamento de Esgoto

Quando a solução de esgotamento sanitário for realizada por fossa, é necessária também a existência de sumidouro.

Imóveis localizados em condomínios com solução coletiva de tratamento de esgoto e disposição final de efluentes só deverão ser aceitos como garantia quando o sistema estiver localizado na área comum, seja esta de divisão proporcional (vagas rotativas e outras áreas comuns de condomínio), ou de divisão não proporcional (vagas vinculadas a unidades).

Não poderão ser acatados sistemas fossa-sumidouro coletivos para prédios com mais de 3 pavimentos, não incluído o pilotis (livre de unidade habitacional e/ou comercial).

Imóveis com sistema de tratamento e disposição final de efluentes localizados na sua área privativa poderão ser aceitos, desde que o mesmo seja exclusivo da unidade.

HN
HN
CN
CN

4.16.5.

Para imóveis novos em que o sistema fossa-sumidouro encontre-se localizado, no todo ou em parte, em área pública deverá ser apresentada autorização da Prefeitura Municipal.

HN
HN
CN
CN

4.16.6.

Para imóveis novos sem ligação domiciliar à rede pública de coleta e

tratamento de esgotos deverá ser apresentada:

a) ART com indicação expressa no campo “Atividade Técnica” de responsabilidade por projeto e execução de sistema de tratamento de esgoto doméstico e disposição final de efluentes, e descrição dos seus elementos (tanque séptico, sumidouro, vala de infiltração, etc.); ou b) RRT com responsabilização do profissional pelas atividades 1.5.1. Projeto de instalações hidrossanitárias prediais e 2.5.1. Execução de instalações hidrossanitárias prediais, e inclusão no campo "DESCRIÇÃO" de informações complementares referentes ao sistema de tratamento de esgoto doméstico e disposição final de efluentes, com descrição dos seus elementos.

 

4.17.

Drenagem no Lote

HN

 

CN

 

LU

 

4.17.1.

Existência de solução de drenagem no lote.

HN

HU

CN

CU

 

RD

4.17.2.

Para imóveis habitacionais e comerciais localizados em municípios da RIDE/DF é exigida também a captação no fundo do lote (figura 9 - casos 1 e 2), bem como a destinação final adequada das águas pluviais.

 
HN
HN
HU
HU
CN
CN
CU
CU

4.17.3.

A rede de águas pluviais do imóvel avaliando poderá passar por terrenos vizinhos, desde que haja averbação de faixa de servidão na Certidão de inteiro teor da matrícula do imóvel vizinho (figura 9 - caso 2).

v005 - vigência 17/06/2019

v005 - vigência 17/06/2019 Figura 9 4.17.4. Caso a solução da destinação final das águas pluviais

Figura 9

4.17.4. Caso a solução da destinação final das águas pluviais não seja os

equipamentos urbanos de escoamento das águas pluviais, deverá ser apresentada:

a) ART com indicação expressa no campo “Atividade Técnica” de responsabilidade por projeto e execução da solução adotada, e descrição de seus elementos; ou

b) RRT com responsabilização do profissional pelas atividades 1.5.2. Projeto de instalações prediais de águas pluviais e 2.5.2. Execução de instalações prediais de águas pluviais, e inclusão no campo "Descrição" de informações complementares referentes à solução adotada, com descrição dos seus elementos.

4.17.5.

Cota de soleira das portas externas em nível que impeça a entrada de água por escoamento superficial, independente do nível do greide da rua.

4.18.

Calçadas

4.18.1.

Existência de calçada de proteção no perímetro da edificação com inclinação em direção contrária às suas paredes e largura mínima de 50cm, somente para casas.

4.18.2.

Se a área de serviço for externa, a mesma deverá ser protegida por calçada, a qual deve ter largura de, pelo menos, 60cm além do tanque.

4.19.

Aberturas e Afastamentos

4.19.1.

Os imóveis não podem ter abertura de janelas, eirados, terraços, varandas e áreas de serviço externas em paredes paralelas à divisa do terreno, a menos 1,50m da linha divisória que delimita as propriedades contíguas, tanto em loteamentos quanto em condomínios (figura 10).

4.19.2.

Em condomínios, quando não existir divisa física ou demarcada, a regra acima se aplica à divisa virtual a ser verificada no local.

HN HU CN CU
HN
HU
CN
CU

4.19.3.

HN HU CN 4.19.4. HN HU CN CU 4.19.5. HU CU 4.19.6.
HN
HU
CN
4.19.4.
HN
HU
CN
CU
4.19.5.
HU
CU
4.19.6.

v005 - vigência 17/06/2019

CN CU 4.19.5. HU CU 4.19.6. v005 - vigência 17/06/2019 Figura 10 As janelas cuja visão

Figura 10

As janelas cuja visão não incida diretamente sobre a linha divisória, como as perpendiculares, não serão abertas a menos de 75cm desta divisa (figura 11).

serão abertas a menos de 75cm desta divisa (figura 11). Figura 11 A medição da distância

Figura 11

A medição da distância de afastamento às divisas, no caso de janelas perpendiculares, deve considerar o vão aberto na alvenaria, independentemente da existência de eventuais folhas fixas na esquadria.

O afastamento perpendicular à divisa poderá ser inferior a 75cm quando for abertura para varanda, garagem ou ambiente aberto desde que protegido por elemento antidevassa, com altura igual ou superior ao pé- direito e profundidade mínima de 75cm.

Para imóveis usados com Carta de Habite-se emitidas há mais de 1 ano não se aplicam as exigências quanto a afastamentos.

4.20.

Muros e Proteções

HN HU CN CU LU 4.20.1. HN 4.20.2.
HN
HU
CN
CU
LU
4.20.1.
HN
4.20.2.

Proteção de talude ou muro de arrimo, para desníveis acentuados entre os lotes, em todas as divisas.

Para imóveis novos com muros de arrimo e/ou taludes em desníveis

superiores a 1,00m deverá ser apresentada:

a) ART com indicação expressa no campo “Atividade Técnica” de responsabilidade por projeto e execução dos muros de arrimo e/ou taludes, e descrição dos seus elementos (muro de arrimo em blocos estruturais de concreto, ou em pedra marroada, ou em gabião, com dreno, solo grampeado, talude estabilizado com vegetação, entre outros); ou b) RRT com responsabilização do profissional por atividade do grupo 1.2.

v005 - vigência 17/06/2019

Projeto de Sistemas Construtivos e Estruturais e atividade do grupo 2.2. Execução de Sistemas Construtivos e Estruturais (de acordo com o caso), e inclusão no campo "Descrição" de informações complementares referentes aos muros de arrimo, com descrição de suas características; ou

 

c)

RRT com responsabilização do profissional pelas atividades 1.9.1. Projeto de movimentação de terra, drenagem e pavimentação e 2.8.1. Execução de terraplenagem, drenagem e pavimentação, e inclusão no campo "Descrição" de informações complementares referentes aos taludes, com

descrição de suas características.

 
HN
HN
HU
HU

4.20.3.

 

Para taludes em aterro a inclinação deve ser de até 45°, e para taludes em corte a inclinação deve ser de até 60° (figura 12).

em aterro a inclinação deve ser de até 45°, e para taludes em corte a inclinação
 

Figura 12

 
HN
HN
HU
HU

4.20.4.

Não

serão

acatados

muros

de

arrimo

executados

com

blocos

não

 

estruturais.

 

4.21.

Responsabilidade Ambiental (ITENS NÃO OBRIGATÓRIOS)

 
FGTS HN
FGTS
HN

4.21.1.

Para imóveis financiados com recursos do CCFGTS e/ou PMCMV é desejável a instalação dos seguintes elementos nas unidades habitacionais, considerados de responsabilidade ambiental:

 

a)

Arejador em torneiras de banheiros e lavabos;

 

b)

Bacia sanitária com dispositivo de duplo fluxo.

FGTS HN
FGTS
HN

4.21.2.

A ausência dos itens acima não é impeditiva para aceitação do imóvel como garantia, contudo deve ser indicada no campo de Observações do Laudo de Avaliação.

5.

IMPEDIMENTOS

 

5.1.

Estão vedadas avaliações individuais de imóveis localizados nos empreendimentos e regiões listados abaixo, devendo ser solicitado o cancelamento da OS em caso de recebimento de novas demandas:

5.1.1.

Residencial Ouro Verde (Padre Bernardo)

 

5.1.2.

Parque Estrela D’Alva IV (Luziânia)

 

5.1.3.

Residencial Palissander (Valparaíso)

 

5.1.4.

Residencial City Life II (Águas Lindas de Goiás)

 

5.1.5.

Imóveis nunca antes financiados pela CAIXA localizados em regiões atendidas pela ITEBRA

5.1.6.

Imóveis nunca antes financiados pela CAIXA localizados em regiões atendidas pela ANGLA