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ADRIANA PEIXOTO LIMA COELHO DA COSTA

DÉBORAH ACIOLE DE ALMEIDA


ELISANDRA OLIVEIRA LIMA
ELANINE MARTINS BARBOSA DA SILVA
MARIA DE FÁTIMA BARBOSA DE OLIVEIRA ALMEIDA
ROBERTA RAIANA NÓBREGA DE LIMA
SANDREANE CARMEN DE LIMA VENÂNCIO

PORTFÓLIO: TRABALHO E DESEMPREGO

UMA ANÁLISE SOCIAL DA PRECARIZAÇÃO DESSAS RELAÇÕES NO


BRASIL

Campina Grande
2017
ADRIANA PEIXOTO LIMA COELHO DA COSTA
DÉBORAH ACIOLE DE ALMEIDA
ELISANDRA OLIVEIRA LIMA
ELANINE MARTINS BARBOSA DA SILVA
MARIA DE FÁTIMA BARBOSA DE OLIVEIRA ALMEIDA
ROBERTA RAIANA NÓBREGA DE LIMA
SANDREANE CARMEN DE LIMA VENÂNCIO

TRABALHO E DESEMPREGO

UMA ANÁLISE SOCIAL DA PRECARIZAÇÃO DESSAS RELAÇÕES NO


BRASIL

Trabalho apresentado às disciplinas de Ética, Política e


Cidadania, Sociologia, Filosofia, Psicologia Social e
Seminário interdisciplinar II, do curso de Serviço Social
da Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como
requisito para a obtenção do conceito semestral final,
com a avaliação do portfólio em grupo, dos alunos do 1º
semestre do curso.

Professores: Maria Luiza Silva Mariano, Maria Eliza


Corrêa Pacheco, Juliana Chueire Lyra, Wilson Sanches,
José Adir Lins Machado e Altair Ferraz Neto.

Campina Grande
2017
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO....................................................................................... 03

2. DESENVOLVIMENTO......................................................................... 04
2.1 Estado Democrático de Direito no Brasil............................................. 04

2.2 As Transformações das Relações de Trabalho..................................... 06

2.3 Os Reflexos do Desemprego............................................................... 09

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS.................................................................. 10

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................... 12
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1 INTRODUÇÃO

Uma das grandes preocupações da maioria dos países, segmentos


sociais e homens, está relacionada com o futuro do trabalho num mundo globalizado,
informatizado e automatizado. As constantes transformações da sociedade têm
influenciado no modo de organização das relações de trabalho, evidenciando assim, a
necessidade de uma organização social em que seja estabelecida a igualdade
essencial de todos os seres humanos. Desse modo, surge o ideal de democracia, ou
Estado Democrático de Direito.
As relações de trabalho foram sendo modificadas ao longo dos anos,
sendo a atividade do trabalho elemento de desenvolvimento do próprio homem, este é
indispensável à sua existência. Dentro dessa perspectiva, analisaremos todos os
aspectos que envolvem a atividade laboral e suas transformações ao longo dos anos e
a precarização dessas relações.
O homem é um ser social e o trabalho é um dos fatores de grande
valorização na sociedade e exerce influência na formação da identidade do indivíduo.
Em detrimento disso, aspectos relevantes serão levantados com o objetivo de abrir a
discussão a respeito da precarização das relações de trabalho e do desemprego,
percorrendo desde a crise econômica, política e social, até os reflexos que o
desemprego trás ao trabalhador.
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2. DESENVOLVIMENTO

2.1 ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO NO BRASIL

A sociedade não é uma estrutura estática e suas constantes


transformações propiciam uma constante reconstrução da história revelando a
dinamicidade dos movimentos sociais que, através do protagonismo de seus membros,
reavaliam, reestruturam e reconstrói seus paradigmas, mas reorganizando suas
relações. É nesse desenrolar histórico onde são vivenciadas diversas crises sociais,
econômicas e políticas nos mais diversos setores.
O Estado Democrático foi uma das grandes conquistas da
humanidade. No correr de milênios as formas de convivência humana foram sendo
modificadas, em decorrência de múltiplos fatores, entre os quais a percepção da
necessidade de um governo do grupo social que definisse e implantasse formas de
organização que fossem benéficas para todos os componentes do grupo. Com o
passar do tempo e a afirmação de lideranças sociais foi ocorrendo uma degradação
dos princípios fundamentais que levaram à organização da convivência e os que
assumiram o governo da sociedade foram colocando seus interesses como prioritários.
Em decorrência, acabaram sendo definidas as classes sociais privilegiadas e,
estabelecendo a desigualdade social, as necessidades e os objetivos específicos das
pessoas e dos segmentos sociais inferiores foram sendo postos em plano secundário,
chegando-se ao extremo de seu desprezo e sua denegação quando isso fosse
considerado necessário ou conveniente para os segmentos superiores.
Ao longo dos séculos, muitas foram as tentativas de corrigir essas
distorções, uma vez que as pessoas foram percebendo e reconhecendo as injustiças,
porém sem que houvesse a possibilidade de corrigi-las. Com o passar dos anos,
devido à ocorrência de conflitos, na maioria das vezes violentos, pensadores
desenvolveram a idéia de Democracia, que, em síntese, deverá ser uma forma de
organização e governo em que seja reconhecida a igualdade essencial de todos os
seres humanos, em direitos e dignidade, assegurando-se a todos a satisfação de suas
necessidades essenciais, bem como a possibilidade de influir na tomada de decisões
sobre questões de interesse comum.
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Com a consolidação da nova ordem constitucional erigida pela
Constituição Federal de 1988 constituiu o Estado Democrático de Direito no Brasil,
consagrando em seu art. 1º, princípios fundamentais como soberania, cidadania,
dignidade a pessoa humana, valores sociais do trabalho, da iniciativa e o pluralismo
político. Denominando dessa forma o princípio democrático, ao afirmar que “todo poder
emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos
termos desta Constituição”.

O Estado Democrático de Direito, por sua vez significa não apenas a


reunião dos princípios do Estado de Direito e do Estado Democrático, mas também
a realização de um conceito que qualifica o Estado de "democrático", irradiando esse
valor sobre toda a estrutura organizacional dos entes da federação brasileira, sobre o
ordenamento jurídico e sobre tocante popular, ex vi do artigo primeiro do texto
constitucional, que proclama o Estado Democrático de Direito, fundado na soberania
popular, na cidadania, na dignidade da pessoa humana e no pluralismo político.

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (art. 23) nos trás de


forma clara, as garantias legais no âmbito do trabalho:

1.Todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre


escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de
trabalho e à proteção contra o desemprego.
2.Todo ser humano, sem qualquer distinção, tem direito a
igual remuneração por igual trabalho.
3.Todo ser humano que trabalha tem direito a uma
remuneração justa e satisfatória que lhe assegure, assim
como à sua família, uma existência compatível com a
dignidade humana e a que se acrescentarão, se necessário,
outros meios de proteção social.

A tarefa fundamental do Estado Democrático de Direito consiste em


superar as desigualdades sociais e regionais e instaurar um regime democrático que
realize a tão almejada “justiça social”. Por conseguinte, garantir toda e qualquer forma
de proteção social à que o ser humano tem por direito, respeitando também a
pluralidade do indivíduo, abrangendo as liberdades econômicas, sociais e culturais.
Porém, uma mudança fundamental consistiu, a partir da segunda metade do século
XIX, na gradual integração do Estado político com a sociedade civil, que acabou por
alterar a forma jurídica do Estado, os processos de legitimação e a estrutura da
administração
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2.2 AS TRANSFORMAÇÕES DAS RELAÇÕES DE TRABALHO

O trabalho possui o significado de uma atividade social do homem, que


visa transformar o meio em que vive com um esforço afirmado e desejado para a
realização de objetivos. Assim, Engels (1985) afirma que na medida em que o homem
coloca seu corpo, sua consciência a serviço de algum objetivo, vai travar relação com a
natureza e com outros homens. Neste sentindo, a atividade do trabalho é o elemento
de desenvolvimento do próprio homem, sendo este indispensável à sua existência. A
relação homem e natureza só existem em função do trabalho, pois este transforma a
matéria vinda da natureza em riquezas ao mesmo tempo em que transforma a si
mesmo.
A revolução industrial atingiu seu apogeu no século XIX, no século
seguinte se deparou com a primeira crise da acumulação do capital que teve seu início
nos anos de 1970, enfatizando-se na década de 1990 com os processos de
reestruturação produtiva e de ajustes estruturais. Pode-se dizer, que nas últimas
décadas as relações sociais e de trabalho sofreram profundas modificações,
principalmente no que diz respeito às privatizações, um dos motivos responsáveis pelo
alargamento do desemprego, do contrato temporário e conseqüentemente do aumento
da desigualdade e da exclusão social.
Estas transformações não refletem apenas nas relações de trabalho,
provocam modificações drásticas na vida cotidiana do trabalhador, como: nos direitos,
na educação, no lazer e na vida privada, acentuando, cada vez mais, a concentração
do capital para um número bastante reduzido e a pobreza se ampliando gerando em
larga escala as contradições sociais. Sem dúvida, o trabalho precário e o desemprego
estrutural associam-se à desestruturação das políticas sociais e mostram na atualidade
uma realidade social dramática e perversa oriunda da histórica relação entre política
social e processo de acumulação capitalista.
Partindo do conceito de Nun (1969), Aníbal Quijano (1978) contribuiu
para o debate sobre “informalidade” no trabalho, ao definir como “polo marginal” o
conjunto de ocupações ou atividades estabelecidas geralmente em torno do uso de
recursos residuais, ou desligadas da produção, de caráter disfuncional ao sistema de
acumulação capitalista.
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Nesta última década foi possível observar grande retratação do


emprego formal e a expansão do emprego informal juntamente com a criação de um
novo espaço chamado de estágio, criação esta que mais uma vez vem degradar a vida
do trabalhador. Logo, o trabalhador é impedido de usufruir os direitos legais (de férias,
13º salário, previdência social, seguro desemprego, etc.) pertencentes ao emprego
formal. O trabalhador transita por formas permanentes de exclusão, uma
vez que os direitos constitucionais são substituídos pelos direitos contratuais.
É verdade que a realidade se nos apresenta preocupante: altas taxas
de desemprego, presença do desemprego estrutural, intensificação do ritmo de
trabalho, crescimento do trabalho temporário e de tempo parcial, polarização em
termos de qualificação e para os que permanecem no emprego a chamada "síndrome
dos sobreviventes", angústia e medo, sentimentos que acompanham os não demitidos.
A revolução tecnológica na origem do capital também faz emergir uma
nova fase da história das relações de produção, conseqüentemente do trabalho. O
mercado exige conhecimentos diferentes, na medida em que novas tecnologias são
introduzidas no cotidiano do trabalho, exigem-se cada vez mais trabalhadores
qualificados para atuar no mercado.
Todas essas controvérsias manifestam as modificações drásticas que
vem atingindo as relações do trabalho, acredita-se que política neoliberal é responsável
pelo alargamento do desemprego, do contrato temporário, do setor informal, e
principalmente nos últimos anos pela tomada no mercado de trabalho dos "ditos"
estagiários, os quais perdem, em muitas empresas, o real sentido conceitual do estágio
permanecendo somente o mero emprego de baixo salário e precário. Destacam-se
mais uma vez, o processo de vulnerabilização do trabalho no capitalismo
contemporâneo e de violação de direitos historicamente conquistados.
A crise política atual vem desencadeando uma série de
problemáticas que influem em fatores como a falta de emprego, aumento da miséria e
pobreza, assim como a não confiança do cidadão em relação às situações que
competem a nossa sociedade. A multiplicidade de fatores que geram o desemprego,
bem como a diversidade dos atores sociais e das instituições em questão, faz parte da
conjuntura que perpassa as relações precárias de trabalho e desemprego.
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Deste modo, vale ressaltar, que a população brasileira aumentou a sua


atenção e a sua rejeição à questão da corrupção nos últimos anos, porém, a qualidade
do sistema político brasileiro continua afetando diversas classes, principalmente as da
base, onde, através de iniciativas da sociedade civil ou através de mudanças na
legislação, tem apresentado uma necessidade imediata, de aprimoramentos
institucionais visando à melhoria do sistema político vigente.
Durante muitos anos, por meio de tantas lutas e conflitos, a sociedade
consegue garantias legais no âmbito trabalhista. No entanto, nos deparamos
atualmente no Brasil, com uma regressão de direitos trabalhistas, outrora conquistados
num contexto de escravidão, assinalando assim o fim da mesma. As mudanças na
legislação trabalhista (ao entrar em vigor) trás aos trabalhadores, uma precarização
nas relações de trabalho, além de inúmeras perdas no que se refere à saúde, lazer,
estabilidade, formalização do trabalho, enfim.
O atual cenário político brasileiro tem propiciado uma avalanche de
transformações em todos os setores, em especial no âmbito do trabalho. Isso devido à
grande participação da classe política nas decisões mais importantes do nosso país. É
preciso pensar na reforma trabalhista, analisando os interesses particulares dessa
classe, visto que a maioria dela, são formadas de empresários detentores das ações de
grande parte das maiores empresas brasileiras. Suprimir direitos, em especial
trabalhistas, é de sobremodo, beneficiar-se em função da precarização das relações de
trabalho e da degradação do trabalhador.
Atingimos a marca de 26,3 milhões de trabalhadores desempregados
no Brasil nesse segundo semestre do ano de 2017. E com a flexibilização das relações
de trabalho que a reforma trabalhista propõe, esse número tende a aumentar, assim
como o número de trabalhadores informais. Colocar o trabalhador à mercê de leilões
de sua força de trabalho é o que propõe a reforma, pelo menor preço possível
oferecido pelo mercado, é isentar os direitos trabalhistas assegurados pela CLT
(Consolidação das Leis Trabalhistas).
Evoluímos de uma crise política sem saída para uma crise econômica,
dessa para uma crise social de grandes proporções e nos encaminhamos para uma
crise institucional de grande monta, porque se soma à recessão a desagregação do
sistema administrativo brasileiro.
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2.3 OS REFLEXOS DO DESEMPREGO

Sabemos que o homem é um ser social e o trabalho é um dos fatores


de grande valorização na sociedade e exerce influência na formação da identidade do
indivíduo. Mas nem sempre foi assim. O trabalho nem sempre teve a conotação de
valorização atual. Na Grécia Antiga, por exemplo, trabalhar não era nenhuma honra,
bem pelo contrário, "... para os gregos, como observou Nietzsche (...) tanto o trabalho
quanto a escravidão eram uma desgraça necessária, um motivo de vergonha, como se
fossem a um só tempo uma desgraça e uma necessidade" (Finley apud Carmo, 1992,
p.18), por este motivo era designado aos escravos e aos sujeitos livres, não-cidadãos.
Talvez esta razão histórica explique a origem da palavra trabalho, que nos remete ao
latim tripalium, instrumento formado por três estacas utilizadas para manter presos bois
e animais difíceis de ferrar, ou ainda, em latim vulgar "pena ou servidão do homem à
natureza" (Carmo, 1992, p.16). Nada muito digno, diríamos.
As incertezas quanto ao rumo da economia do país também deixam os
empresários receosos a investir - e não obter o retorno esperado - e os consumidores
mais conservadores na administração de seu orçamento sem saber o quanto a
inflação, persistentemente alta, corroerá seus salários e se há garantia de permanência
em seus respectivos empregos. Hoje, há uma presença cada vez mais frequente de
novas formas de organização do uso do trabalho, graças as tecnologia de informação.
Um exemplo disso é o Uber e as caronas pagas, que devem desorganizar o trabalho
dos taxistas, ou o aluguel de quartos, à margem da rede hoteleira, e o fornecimento de
refeições pagas por famílias comuns. As mudanças societárias impulsionam também, o
mundo do trabalho a experimentar novas formas de atividades laborais, em busca da
inserção no mercado de trabalho.
Além de toda essa problemática, a perda da atividade laboral para o
indivíduo acarreta desde o prejuízo na auto-estima como também, está relacionado
com os casos de suicídio. O desemprego é causa de sofrimento e doenças na medida
em que desorganiza as relações familiares, quebra os laços afetivos, gera relações
conflituosas, que, em alguns casos, culmina com separações, retorno da família à
cidade de origem e intensificação de doenças pré-existentes ou aparecimento de novas
doenças (Rocha, Carvalho & Barreto, 1999). A perda dessa atividade produtiva refletirá,
nos aspectos econômicos, sociais, físicos e psicológicos.
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Acabar com o desemprego e reorganizar as relações de trabalho não


são tarefa fácil. Porém é preciso que se tenha um olhar diferenciado em torno do
trabalho, no sentido de preservar os direitos trabalhistas já conquistados na legislação
vigente, favorecendo assim, ao trabalhador, o direito de exercer a cidadania.
Conseqüentemente refletindo de maneira positiva na sociedade, diminuindo assim, o
desemprego, a marginalização, a desintegração familiar, dentre outros aspectos.
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3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Muitos são os aspectos relacionados ao trabalho e ao desemprego, e


uma análise contemporânea das relações de trabalho e desemprego precisa levar em
conta a multiplicidade dos fatores que envolvem o mundo laboral, assim como os que
desencadeiam a problemática do desemprego.
Não é possível pensar sobre trabalho e desemprego apenas sob uma
ótica, visto que há uma diversidade de segmentos envolvidos de forma direta ou
indireta nas relações de trabalho e desemprego. E com as modificações societárias, há
uma grande contribuição para o surgimento de novas formas de organização do
trabalho, além de exercer também forte influência sobre a questão do desemprego.
Vimos que desde a antiguidade, o trabalho exerce influência sobre a
vida do indivíduo em sociedade (mesmo sendo visto de forma negativa), tinha seu grau
de importância e se fazia necessário. Com o fim da escravidão, alcançamos alguns
direitos no âmbito do trabalho e ao longo dos séculos, após guerras e conflitos, o
mundo do trabalho foi ganhando força, significado e garantias.
No Brasil, não foi diferente. Com o avanço tecnológico, o trabalho
formal foi perdendo força, devido a falta de trabalhadores com mão de obra
especializada e qualificada. Abrindo assim, espaço para o trabalho informal. As crises
econômicas e as crises no sistema político brasileiro, também são fatores que
desencadearam grandes problemas nas relações de trabalho, e por fim, gerado altas
taxas de desemprego.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

SILVA, José Afonso da. Estado Democrático de Direito. Disponível em:


<http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rda/article/viewFile/45920/44126>
Acesso em: 27/10/2017 ás 16:00

SOUZA, Davisson C.C. de. A atualidade dos conceitos de superpopulação relativa,


exército industrial de reserva e massa marginal. Disponível em:
<https://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/cemarx/article/view/1304/882>
Acesso em: 28/10/2017 às 10:15

ALVES, Rayda; ESCOREL, Sarah. Massa Marginal na América Latina.


Disponível em:
<http://www.redalyc.org/articulo.oa?id=400838236006>
Acesso em: 28/10/2017 às 18:30

SILVEIRA, Daniel; CAVALLINI, Marta. Desemprego fica em 13,7% no 1º trimestre de


2017. Disponível em:
<https://g1.globo.com/economia/noticia/desemprego-fica-em-137-no-1-trimestre-de-
2017.ghtml>
Acesso em: 29/10/2017 às 20:15

BOCK, Ana. A Psicologia no Brasil. Disponível em:


<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-98932010000500013>
Acesso em: 30/10/2017 às 13:45

Reflexos do desemprego. Disponível em:


<http://www.progresso.com.br/editorial/reflexos-do-desemprego>
Acesso em: 30/10/2017 às 15:00