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AGÊNCIA NACIONAL DE ÁGUAS

BRASIL-PERU

“Herramientas
metodológicas para el
pronóstico de
eventos hidrológicos
extremos”

Lima, 29 de novembro de 2012


1
Missão da ANA

Implementar a Política Nacional de


Recursos Hídricos e Coordenar o
Sistema Nacional de Gerenciamento
de Recursos Hídricos
Política Nacional de Recursos Hídricos
• Departamento Nacional de Obras Contra las
Sequías – DNOCS (1909);
• Departamento Nacional de Aguas y Energía
Eléctrica - DNAEE (1968);
• Modelos de gestión de las aguas: : i) el
modelo burocrático; ii) el modelo económico-
financiero; y iii) el modelo sistémico de
integración participativa;
• Ley Federal nº 9.433/1997, que instituyó la
Política Nacional de Recursos Hídricos -
PNRH;
Instrumentos Legales (Ley 9.433/97)
• Planes de Cuencas Hidrográficas pretenden fundamentar y orientar la
implementación de la Política de Recursos Hídricos y su gestión, se
elaboran para cada cuenca hidrográfica, para cada Estado y para todo el
país.
• Concesión del derecho de uso de los recursos hídricos, que es el acto
administrativo mediante el que el poder público otorgante faculta al
concesionario para el uso de un recurso hídrico, por un plazo determinado,
en los términos y condiciones expresadas en dicho acto.
• Encuadramiento de los cuerpos de agua en clases, que persigue el
aseguramiento de una calidad de las aguas compatible con los usos más
exigentes.
• Cobro por el uso de recursos hídricos, destacándose como instrumento
económico-financiero, pretende: i) el reconocimiento del agua como bien
económico; ii) la obtención de recursos financieros para el financiamiento
de los programas e intervenciones contemplados en los planes.
• Sistema de Informaciones sobre Recursos Hídricos es un sistema de
recogida, tratamiento, almacenamiento y recuperación de informaciones
sobre recursos hídricos y factores que intervienen en su gestión.
BACIAS HIDROGRÁFICAS
Disponibilidade hídrica do mundo : 41.997,73 km³/ano 6
80,7% 4,6% 1,4%
2,1%
1,1% 0,3%
1,4% 4,4% 0,7%
1,7% 1,6%
BRASIL
Norte : maior disponibilidade
de água.

Nordeste : Região do
Brasil mais pobre e mais
seca.

Sul e Sudeste :
poluição industrial e
urbana.

Centro Oeste: nova fronteira agricola.


SEMIÁRIDO

RIO SOLIMÕES
Em Manacapuru-AM

1987 FOZ DO IGUAÇÚ 2000 2007


BRASIL
DOMINIALIDADE DOS RIOS

De acuerdo con la
Constitución de 1988 el
agua es un bien público
and cuyo dominio puede
ser de los estados y el
gobierno federal

Rios de domínio dos Estados


Rios de domínio da União

Brasil (esc. 1.000.000):


Estadual = 1.526.825 km
União = 105.810 km
Precipitação
Rainfall(mm)
(mm)
550
PRECIPITAÇÃO 650
MÉDIA ANUAL 750
850
950
1050
1150
1250
1350
1450
Região P (mm) 1550
Amazônica 2.239 1650
Tocantins 1.837 1750
Atl. NE Ocidental 1.790 1850
1950
Parnaíba 1.117
2050
Atl. NE Oriental 1.218 2150
São Francisco 1.037 2250
Atl. Leste 1.058 2350
2450
Atl. Sudeste 1.349
2550
Atl. Sul 1.568 2650
Uruguai 1.785 2750
Paraná 1.511 2850
Paraguai 1.398
Brasil 1.797
VAZÃO ESPECÍFICA

Legenda
Vazão específica (l/s/km²)
0-2
2-4
4 - 10
10 - 20
20 - 40 BRASIL – 21,0 l/s/km²
40 - 75
BALANÇO HÍDRICO
Disponibilidade Hídrica

14
15
Disponibilidade Hídrica

16
17
USOS MULTIPLES
ABASTECIMENTO HUMANO HIDROELETRICIDADE

NAVEGAÇÃO ABASTECIMENTO INDUSTRIAL CONTROLE DE CHEIA

IRRIGAÇÃO RECREAÇÃO E TURISMO PESCA E AQUICULTURA


Sistema Interligado
Nacional - SIN
Principais
Hidrovias
CONFLITO
Geração de Energia x Irrigação

3,22 MWmed
Perda de
2,79 MWmed energia
garantida em
2,54 MWmed função da
retirada de
2,08 MWmed 1 m3/s para
uso
1,06 MWmed consuntivo
0 MWmed
Ley 9.984/2000
Compete a la ANA:
“Definir y fiscalizar las condiciones de
operación de los embalses por parte de
agentes públicos y privados, con el objetivo
de garantizar el uso multiple de los recursos
hídricos, según lo estabelecido en los
planos de recursos hídricos de las
respectivas cuencas hidrográficas”

(En los casos de embalses de generación de energia


hidreléctrica, esa definición sera realizada en articulación
con el Operador Nacional del Sistema Electrico - ONS)
Ley 9.984/2000

Compete a la ANA:

“Planear y organizar acciones com el


objetivo de prevenir o minimizar los efectos
de sequías e inundaciones, dentro el
Sistema Nacional de Gestíon de Recursos
Hídricos, em articulação com la entidad
central del Sistema Nacional de Defensa
Civil, em apoyo a los estados y las
municipalidades”
Río São Francisco

SOBRADINHO – Restricciones Operativas

Qmax = 8.000 m3/s


Qmin = 1.300 m3/s
Controle de Cheias
nível máximo operativo

Volume
de
Espera
nível normal operativo
Embalse de Sobradinho
Cuenca del Río Parana
CONTROLE DE CHEIAS
Operação Integrada

Interdependência de Usinas em Cascata


Controle de Cheias

Alocação de Volumes de Espera – Bacia do rio Paraná

Os volumes de espera
são alocados de forma
distribuída nos
sistemas de
reservatórios.
UHE Jupiá – Cheia de 2007
SALA DE
SITUAÇÃO

- Sala de Situação da ANA tem como principal objetivo acompanhar as


tendências hidrológicas em todo o território nacional, com a análise da
evolução das chuvas, dos níveis e das vazões dos rios e reservatórios, da
previsão do tempo e do clima, bem como a realização de simulações
matemáticas que auxiliam na prevenção de eventos extremos.
- Atualmente, o foco da Sala de Situação é o monitoramento de bacias
hidrográficas consideradas prioritárias, sistemas de reservatórios, sistemas
de alerta hidrológicos já implantados no País e decretações de Situação de
Emergência ou Estado de Calamidade Pública. Novos produtos/serviços
estão em fase de desenvolvimento.
BANCO DE DADOS –HIDRO / ESTATÍSTICA

Nº de estações inventariadas : 26.780


Nº de estações em operação no país (ANA + ENTIDADES):
- estações pluviométricas : 8.605
- estações fluviométricas : 5.869
- estações sedimentométricas : 749
- estações de qualidade de água : 3.351
- estações evaporimétricas : 298
- estações climatológicas : 869
TOTAL : 23.109
EQUIPAMENTOS:
- estações pluviográficas : 1.338
- estações linigráficas : 532
- estações telemétricas : 1.149
TOTAL: 3.019 fevereiro 2011
REDE HIDROMETEOROLÓGICA BÁSICA NACIONAL
TIPOS DE ESTAÇÕES POR REGIÃO HIDROGRÁFICA - 2010
ESTAÇÕES DA ANA + ENTIDADES DENTRO DO TERRITÓRIO NACIONAL
TIPOS DE ESTAÇÕES EQUIPAMENTOS
REGIÕES HIDROGRÁFICAS
P E P+E F FD F+FD P+E+F+FD S Q PR FR T
AMAZÔNICA 618 42 660 139 308 447 1.107 95 164 118 27 198
DO TOCANTINS 263 26 289 59 155 214 503 48 78 43 4 68
DO ATLÂNTICO NORDESTE OCIDENTAL 159 10 169 2 66 68 237 12 52 35 2 13
DO PARNAIBA 128 1 129 15 65 80 209 13 56 15 4 4
DO ATLÂNTICO NORDESTE ORIENTAL 1.193 21 1.214 275 213 488 1.702 19 258 75 22 15
DO SÃO FRANCISCO 836 36 872 276 308 584 1.456 92 269 217 95 60
DO ATLÂNTICO LESTE 704 49 753 196 224 420 1.173 80 214 177 38 14
DO ATLÂNTICO SUDESTE 624 13 637 218 331 549 1.186 46 220 126 85 131
DO PARANÁ 2.543 73 2.616 621 930 1.551 4.167 160 697 382 160 263
DO PARAGUAI 145 7 152 108 161 269 421 77 182 13 5 34
DO URUGUAI 273 22 295 37 165 202 497 54 46 54 9 64
DO ATLÂNTICO SUL 671 30 701 188 287 475 1.176 67 91 80 49 95
TOTAL 8.157 330 8.487 2.134 3.213 5.347 13.834 763 2.327 1.335 500 959
Fonte: HIDRO. Agência Nacional de Águas - ANA. Abril. 2008. Estações Hidrometeorológicas
A NA
0,68% SUDERSHA
4,19% FCTH/DA EE-SP
2,0% 0,04%
IGA M
4,4% FURNA S

P - Pluviométrica 4,0% EP A GRI


ELETRONORTE
1,1%
F - Fluviométrica sem medição de descarga 1,0%
COHIDRO
ITA IP U
31% A ESA
FD - Fluviométrica com medição de descarga 6,2%
CA ESB -DF
CEEE
E - Evaporimétrica 1,6%
CEM IG
CESP
2,2%
S - Sedimentométrica 2,1%
CETESB
COGERH

Q - Qualidade d´água 1,0%


COP A SA
COP EL

PR - Pluviógrafo 2,6%
CRA
DNOCS
7,6%
FR - Fluviógrafo 1,6% ELETROP A ULO
EM A TER
2,4%
T - Telemétrica 1,4% 3,6%
11,8% FUNCEM E
INM ET 34
0,8% SRH-B A HIA
1,0% SUDENE
1,4%
2,0% OUTRA S
0,02% 1,2% P A ÍSES ESTRA NGEIROS
0,6%
REDE HIDROMETEOROLÓGICA BÁSICA NACIONAL
ESTAÇÃO POR ESTADO
RECURSOS NECESSÁRIOS À OPERAÇÃO DA REDE DA ANA
TIPOS DE ESTAÇÕES EQUIPAMENTOS CUSTO PARA CUSTO COM
ESTADO A ANA CONTRAPARTIDA
P E P+E F FD F+FD P+E+F+FD S Q PR FR T (R$ x10³) (R$ x10³)
RONDÔNIA 42 0 42 3 28 31 73 11 12 6 0 15 678 1.211
ACRE 28 0 28 1 22 23 51 6 6 4 0 18 515 936
AMAZONAS 172 1 173 35 74 109 282 31 34 20 0 62 2.477 4.503
RORAIMA 40 0 40 2 20 22 62 5 9 10 1 12 278 505
PARÁ 163 4 167 24 48 72 239 19 30 14 5 24 1.812 3.294
AMAPÁ 22 0 22 1 12 13 35 6 6 5 1 8 276 502
TOCANTINS 71 1 72 4 36 40 112 19 19 7 0 7 388 705
MARANHÃO 91 0 91 0 69 69 160 14 64 14 3 10 374 680
PIAUÍ 28 0 28 0 34 34 62 10 33 1 3 1 176 320
CEARÁ 42 0 42 0 58 58 100 4 7 0 1 0 242 440
R. GRANDE DO NORTE 23 0 23 5 33 38 61 4 4 0 1 0 196 356
PARAÍBA 8 0 8 1 27 28 36 3 3 1 2 0 95 173
PERNAMBUCO 40 0 40 6 63 69 109 7 8 2 9 0 325 591
ALAGOAS 19 0 19 2 21 23 42 5 5 2 2 2 151 275
SERGIPE 7 1 8 1 11 12 20 3 3 1 1 1 62 113
BAHIA 219 3 222 5 157 162 384 34 35 26 24 9 1.243 2.260
MINAS GERAIS 484 6 490 4 321 325 815 74 78 114 48 15 2.834 5.152
ESPÍRITO SANTO 84 0 84 3 46 49 133 12 12 11 4 1 333 605
RIO DE JANEIRO 87 0 87 1 49 50 137 7 12 10 11 3 454 825
SÃO PAULO 132 1 133 0 56 56 189 18 20 13 6 6 742 1.349
MATO GROSSO 173 3 176 6 79 85 261 32 41 13 1 32 846 1.538
GOIÁS 127 2 129 0 75 75 204 25 24 14 4 4 363 727
DISTRITO FEDERAL 9 0 9 0 9 9 18 0 0 4 4 0 37 69
MATO GROSSO DO SUL 119 2 121 5 55 60 181 25 26 5 1 8 868 1.578
PARANÁ 123 21 144 7 162 169 313 84 142 14 7 10 0 1.142
SANTA CATARINA 151 3 154 0 96 96 250 33 34 32 2 12 1.066 1.938
R. GRANDE DO SUL 201 7 208 21 88 109 317 42 42 35 15 12 1.255 2.282
TOTAL 2.705 55 2.760 137 1.749 1.886 4.646 533 709 378 156 272 18.086 0 34.069
REDE ANA
1.887
FLUVIOMÉTRICAS

Estações
Total em
Operação no
país
5.347

Estações
REDE ANA
2762
PLUVIOMÉTRICAS

Estações
Total em
Operação no
país
8.487(P+E)
Estações
Parâmetros de Qualidade
Monitorados em algumas
estações da ANA
Parâmetros Básicos
- pH
- Turbidez
- Condutividade Elétrica
- DBO
- Oxigênio dissolvido
Outros Parâmetros
- Sólidos totais
- Detergentes
- Fosfato total
- Nitrogênio total

REDE ANA - Nitratos

887 - Cádmio
- Chumbo
Estações
- Cobre
Total em - Mercúrio
Operação - Zinco
- Índice de fenóis
no país - Coliformes fecais
- Óleos e graxas
2.327
- Cromo total
Estações
- Temperatura
REDE ANA
534
SEDIMENTOMÉTRICAS

Estações

Total em
Operação
no país
763
Estações
REDE ANA
274
TELEMÉTRICAS

Estações

Total em
Operação no
país

959
Estações
41
Roteiros
de
Operação
2011
6.694 estações (TIPOS –ANA)
3.418 pontos de operação
87 equipes de hidrometrias
183 roteiros de operação
1.620.000 km percorridos por ano
equivalente 44 voltas ao redor do
globo terrestre
320 horas de táxi-aéreo
16.300 horas de barco
37 bases de operação
4.200 pessoas envolvidas
Custo ANA: R$ 18.086.000,00/ano
Custo total: R$ 34.069.000,00/ano
(com contrapartida)
ROTEIRO DE OPERAÇÃO
JAGUARI FUNIL
PARAIBUNA SANTA BRANCA

TOCOS
SANTA CECÍLIA
VIGÁRIO

SANTANA
LAJES

ILHA DOS POMBOS

PONTE COBERTA
PEREIRA PASSOS
EXPERIÊNCIA BRASILEIRA
Operação de Reservatórios na Bacia do Rio Paraíba do Sul

BARRA DO PIRAÍ
RI

r.Paraibuna
na A
ibu
ara A GU S

V.REDONDA
r.P UN JA BO

B.MANSA
B A A
AI

JACAREÍ
ST NCA ST ÍLIA M
R L PO
PA A NI C I .
BR r. Paratoi FU CE r.Paraíba
do Sul

ANTA
TRÊS RIOS
RESENDE
TAUBATÉ

r.Piabanha
GUARAREMA

C.PAULISTA
GUARÁ
S.JOSÉ

LORENA
PINDA

r.Piraí
SCI ILH
ga
itin
ara
r.P

r.Piraí
TOCOS SANTANA
Us. de Recalque VIG
Us. Geradora r.da Vargem

Us. Reversível
Reservatório VIGÁRIO

Túnel
Canal Rosário LAJES
FTN/FTV NLP
Fluxo de água
Cidades Calha
PEREIRA
CEDAE
PASSOS
PPS
ARMAZENAMENTO (% VU)

0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
60,0
70,0
80,0
90,0
100,0
01/01/1993
01/05/1993

63,6
29/08/1993
27/12/1993

33,8
26/04/1994

49,4
24/08/1994

25,3
22/12/1994
21/04/1995

64,2
19/08/1995

46,2
17/12/1995

15/04/1996
98,7

13/08/1996
83,5

11/12/1996
90,1

10/04/1997
08/08/1997
53,2

06/12/1997
05/04/1998
76,5

03/08/1998
01/12/1998
45,2

31/03/1999
Curva Limite da Portaria DNAEE 022
79,6

29/07/1999

26/11/1999
37,9

25/03/2000
63,7

23/07/2000
20/11/2000
29,2

20/03/2001
51,1

18/07/2001
Evolução do Armazenamento Equivalente

28/10/2002
17,5

15/11/2001
15/03/2002
45,5

13/7/2002
14,7

10/11/2002
36,0

10/3/2003
Operação de Reservatórios na Bacia do Rio Paraíba do Sul
EXPERIÊNCIA BRASILEIRA
EXPERIÊNCIA BRASILEIRA
Operação de Reservatórios na Bacia do Rio Paraíba do Sul
Reservatório Paraibuna Reservatório Santa Branca

100.0 100.0

80.0 80.0
2000 2000
%Volume Útil

%Volume Útil
60.0 2001 60.0 2001
2002 2002
40.0 2003 40.0 2003
2004 20.0 2004
20.0

0.0 0.0
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

meses meses

Reservatório Jaguari Reservatório Funil

100.0 100.0

80.0 2000 80.0 2000


%Volume Útil

%Volume Útil
60.0 2001 60.0 2001
2002 2002
40.0 2003 40.0 2003
20.0 2004 20.0 2004

0.0 0.0
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez

meses meses
SISTEMAS DE
ALERTA
HIDROLÓGICO
NO BRASIL

49
SISTEMAS DE
ALERTA
HIDROLÓGICO
Plano
Rios de Fronteira
Estratégico –
e
Tocantins /
Transfronteiriços
Araguaia

Eventos Transposição
Extremos do rio São
Francisco

Operação de
Reservatórios e
Condicionantes
de Outorgas
PROJETO DE
MODERNIZAÇÃO DA
REDE
HIDROMETEOROLÓGICA
2009-2015
Fluxo da Informação Telemetrizada – ANA / INPE / SIPAM

Satélite - SCD1 SCD2 e CBERS

INPE-CMCD
Cach. Paulista
Alcântara
SIVAM
Manaus

ANA - SIH

Internet
www.ana.gov.br

Sociedade
PCD Antena INPE - Cuiabá
Antena SIVAM - Manaus
ESTAÇÕES HIDROMETEOROLÓGICAS
CONVENCIONAIS E AUTOMÁTICAS

Estação Porto Walter –


TARACUÁ - 14280001 00872001Foto or: Alessandro
Silva
Estações linigráficas (automáticas)

thalimedes

Linígrafo de pressão
(borbulhamento) – LNG16
Linígrafo de pressão
(borbulhamento) –
orphimedes

Linígrafo de pressão orphimedes


(transdutor eletrônico) encoder
PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE HIDROMETRIA
59
Rede de Monitoramento da Bacia do Paraíba do Sul
Telefonia Celular

Chuva acumulada;
Nível dos rios;
Qualidade da Água. Observadore
s
Central
Receptora

Dados Em caso de
Formato ocorrência de
HIDRO anormalidades,
alerta para a ANA e
demais parceiros
PROJETO DE INTEGRAÇÃO A Rede de
monitoramento
DO RIO SÃO FRANCISCO - PISF localiza-se nas Sub-
bacias hidrográficas dos
rios Salgado, Apodí,
Piranhas-Açu, Paraíba,
Moxotó e São Pedro,
nos Estados do Ceará,
Rio Grande do Norte,
Paraíba e Pernambuco.

- 28 pontos escolhidos
para representar o
fluxo (escoamento) nos
rios principais.

- 13 pontos de
monitoramento nos
açudes.
61
MODERNIZAÇÃO DA REDE HIDROMETEOROLÓGICA - PISF
Tipo Estação Tipo Estação
Localização das estações nos açudes
UF N.Código
UF Código Nome da Estação
Nome da Estação
Roteiro Roteiro Instalada Instalada
Executado Executado
Telemétrica Telemétrica
CE 1 CE
Açude Açude Açude Atalho Açude Atalho 1A 1A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM SIM
PB 2 PB
Açude Açude Açude Boqueirão
Açude Boqueirão1A 1A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM SIM
PB 3 PB
Açude Açude Açude PoçõesAçude Poções 1A 1A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM SIM
PE 4 PE
Açude Açude Açude Chapéu Açude Chapéu 1A 1A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM SIM
PE 5 PE
Açude Açude Açude Entre Montes
Açude Entre Montes
1A 1A
PFQ PFQ
NÃO NÃO NÃO NÃO
PE 6 PE
Açude Açude Açude Poço da
Açude
Cruz Poço da Cruz
1A 1A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM SIM

Tipo Estação Tipo Estação


N. UF
Código Código Nome da Estação
Nome da Estação Roteiro Roteiro Instalada Instalada
Executado Executado
Telemétrica Telemétrica
1
Açude CE Açude Açude Castanhão2A
Açude Castanhão 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM
2
Açude PB Açude Açude Eng. Ávidos2A
Açude Eng. Ávidos 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM
3
Açude PB Açude
Açude Lagoa doAçude
ArrozLagoa do Arroz
2A 2A
PFQ PFQ
NÃO NÃO NÃO
4
Açude PB Açude Açude São Gonçalo
Açude São Gonçalo 2A 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM
5
Açude RN Açude Açude ARG Açude ARG 2A 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM
6
Açude RN Açude
Açude Pau dos Açude
FerrosPau dos Ferros
2A 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM
7
Açude RN Açude
Açude Sta. CruzAçude Sta. Cruz do Apodí
do Apodí 2A 2A
PFQ PFQ
SIM SIM SIM

62
Estrutura de captação – Açude Engenheiro Ávidos (PB)
REVITALIZAÇÃO DO SÃO FRANCISCO / PARNAÍBA - 2009

EQUIPAMENTOS:
- Informática
- Hidrometria Convencional
- Embarcações/Motores Veículos
- Hidrometria Automática
- Material de Qualidade da Água Sensores
- Medidores Acústicos

INVESTIMENTOS:
R$ R$ 10.092.000,00

63
64
Canal da tomada d´água na barragem de Itaparica.
Açude Epitácio Pessoa (Boqueirão) - PB

65
Açude Armando Ribeiro - RN

66
Estação Peixe Gordo - CE

67
Estação Sitio Vassouras - PB

68
Número de estações adquiridas pela ANA em 2009, e
operacionalizadas em 2010, em pontos de monitoramento da
ANA e dos estados – Licitação(SGH/SAF/PGE).
AÇÃO ORÇAMENTÁRIA/ANA

69
RIOS FRONTEIRIÇOS
E
TRANSFRONTEIRIÇOS

SUPERINTENDÊNCIA DE GESTÃO
DA REDE HIDROMETEOROLÓGICA
Rios Fronteiríços e Transfronteiríços com o Brasil
Uail Maú ou Ireng Oiapoque
Tocandirá Macacuni
Ig. Ianá
Ig. Macapá
Negro

Içana Tacutu

Surubi

Uaupés
Queriniutu
Papuri Igarapé Amauá

Inambú
Igarapé Cunha Igarapé Tatá
Tiquié
Puretê ou Puratá
Rio Puruí
Igarapé S. Jerônimo
Traira
Japurá
Igarapé de Belém
Apaporis

Içá
Igarapé Tacana
Solimões
Envira

Rio Riohosio
Igarapé Santa Rosa
Riozinho
Chandless
Javari Igarapé Imbuia Purus

Ig. Ramón
Ig. Chambira Nº de Rios Transfronteiriços
Ig. Vítor
Madeira
Brasil - Guiana Francesa 2
Brasil - Guiana 3
Amônia Acre
Brasil - Venezuela - Colômbia 1
Juruá
Brasil - Colômbia 22

Breu Chambuíco Yaco Brasil - Colômbia - Peru 1


Brasil - Peru 19
Xipamanu Abunã Tambaqui Mamoré Guaporé
Rios Fronteiríços e Transfronteiríços com o Brasil
de La Fortuna
Verde

Turvo
Córr. Reinado

Bahia Grande

Rio Santa Rita Corixu Grande

De Los Patos Apa


Lagoa Mandioré
Cusis

Nº de Rios Transfronteiriços
Aquidabã
Brasil - Guiana Francesa 2

Brasil - Guiana 3
Jordan Soruco
Brasil - Venezuela - Colômbia 1
Iguaçu
Paraguai
Estrela Brasil - Colômbia 22

Brasil - Colômbia - Peru 1


Paraná
Brasil - Peru 19
Santo Antônio
Brasil - Bolívia 17

Brasil - Bolívia - Paraguai 1


Uruguai
Brasil - Paraguai 3
Peperi-guaçu
Brasil - Argentina - Paraguai 1
Arroio Invernada
Brasil - Argentina 4
Jaguarão Chico
Quaraí
Brasil - Argentina - Uruguai 1
Jaguarão
Arroio São Luiz
Brasil - Uruguai 8
Arroio Pelotas
Total 83
Arroio Piraí Negro Arroio Chuí
ACT/ABC
- BRASIL-PERU
- BRASIL- COLÔMBIA
Rede Hidrográfica Brasileira em Rios Compartilhados
Rio Traíra Fluviométrica
Vila Bittencourt
Rio Caquetá Pluviométrica
Colômbia Cód. 12845000
Vila Bitencourt
Rio Aupa Qmlp 13598 m3/s

Ig. Cunha
Colômbia / Brasil
(Rios Fronteiriços e
Transfronteiriços) Rio Puré
1. Igarapé Cunha
2. Igarapé Jarauaetê
3. Igarapé Macapá
4. Q. Aupa
Ipiranga Novo
5. Rio Apaporis Rio Putumayo
6. Rio Caquetá Cód.
7. Rio Cuiari Rio Puratê 11444500
8. Rio Icana Ipiranga
9. Rio Iça (Putumayo) Novo
10. Rio Inhambú Qmlp 7018
11. Rio Japurá (Caquetá) Ig. S.Jerônimo
12.
13.
Rio Papury
Rio Purata (Purutê)
m3/s
Brasil
14.
15.
16.
Rio Purui (Purue)
Rio Tocandirá
Rio Traira (Taraina)
Ig.de Belém (Amazonas)
17. Rio Tiquié
18. Rio Uaupés (Vaupés)
Rio Solimões Tabatinga
Cód. 1070000
Rio Javari Tabatinga
Peru Qmlp 46585 m3/s

Estirão do Repouso
Brasil registra novo recorde na
medição de vazão do rio
Amazonas

CANAL NORTE

CANAL SUL

CANAL DE BREVES

A maior vazão medida no rio


Amazonas, Canal SUL, 380.000 metros
cúbicos por segundo, de 4 de junho de
2008.
Vazão efetiva: 250.140 m³/s
DADOS DISPONIBILIZADOS PELO
INA-Argentina
(Acordo de Cooperação da Bacia do Prata)
MEDIÇÕES CONJUNTAS NO RIO URUGUAI – BRASIL / ARGENTINA
82
DISPONIBILIDADE HÍDRICA

Produção Hídrica
com Bacias Totais
258.750 m³/s

Produção Hídrica
Brasileira
182.170 m³/s
AS SECAS E OS RECURSOS HÍDRICOS

 Previsão de Secas (a longo prazo);


 Gerenciamento dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos;
 Monitoramento de poços e açudes;
 Monitoramento de secas e de cheias (migração, perda agrícola,
inundações);
 Análise dos impactos (sociais, econômicos e ambientais);
 Ações mitigadores visando reduzir os impactos de eventos
extremos.

A Previsão de Secas e a Gestão dos Recursos Hídricos em


Regiões Semiáridas
Precipitação média mensal em anos tipicamente seco e úmido,
comparados à média de longo prazo para o posto Mombaça (Ceará)
TOMADA DE DECISÕES & CONSEQUÊNCIAS
.... o dilema da operação

OK
Usar
água ?
déficit 
vertimento
Economizar
água ?

OK
Anomalia da temperatura da superfície do mar
(SST) na ocorrência do fenômeno do El Nino;
Fonte: http://www.cpc.ncep.noaa.gov/

Posição da ZCIT em janeiro.


Circulação WALKER em anos normais;
Fonte: http://www.cpc.ncep.noaa.gov/

Circulação WALKER em anos ENSO;


Fonte: http://www.cpc.ncep.noaa.gov/
Índice de Oscilação Sul
(Southern Oscillation
Index - SOI)

http://www.pmel.noaa.gov/toga-tao/realtime.html
El Niño (Dezembro 1997) e La Niña
(Setembro 2000)

Fonte: http://www.elnino.noaa.gov/lanina.html
ENSO - El Niño - Southern
Oscillation
ENSO - ÍNDICE

http://www.cdc.noaa.gov/~kew/MEI/
ENSO´s Extremos desde 1950

Fonte: http://www.cdc.noaa.gov/~kew/MEI/
Influência do Atlântico no Regime de Chuva
no Nordeste de Brasil
Sistema de Gestión de Sequías
Definición y
clasificación de
(SIGES)
sequías

Previsión
de
sequías

Monitoreo
de
sequías

Análisis
de los
efectos

Plan de mitigación
de los efectos
Definições para o fenômeno da seca, citadas na literatura:

i) uma seca é um déficit de umidade, que acarreta influências desfavoráveis às plantas, animais e
às pessoas de uma determinada região (Warrick, 1975);
ii) um período de seca é um período de um ou mais anos com vazões abaixo da média de longo
termo (Rossi et al., 1992).

A seguir, são elencadas diversas definições quantitativas para o fenômeno da seca, recolhidas da
literatura e organizadas por Li & Makarau (1994):

i) um ano, no qual a lâmina de precipitação permanece menor do que 75% do valor médio de
longo termo;
ii) um período de pelo menos 15 dias consecutivos onde não ocorreram precipitações maiores
do que 0,3 mm;
iii) um período de três ou mais meses consecutivos em uma região com precipitação menor do
que a média de longo termo;
iv) um período de 14 dias com uma lâmina de precipitação menor ou igual a 1,0 mm;
v) um período de três ou mais meses com precipitação menor do que 60% da média de longo
termo;
vi) um período de dois anos consecutivos com déficit de precipitação menor do que 60% da
média de longo termo em mais do que 50% da superfície da região;
vii) um período de três meses consecutivos com precipitação média menor do que 30 mm por
mês.
Eventos de Secas Hidrológicas.

Distribuição espacial das principais


secas históricas do Estado do Ceará
(1911-84).
Definición de Sequías
media de X

media de X DV
X
S 22

S 21
S 12
S 11
c = g(t)

disponibilidades totais curva de demanda

Tempo t P1 P2
Imágenes
de satélites

Base de datos Análisis de Análisis gráfico


hidroclimatológicos sequía regional y estadístico

Sequías Sequías Sequías


meteorológicas hidrológicas agrícolas

Análisis de los
efectos (diferentes
escenarios)

Aplicación
de medidas de
mitigación

Análisis
“ex-post”
Datos: SST,
presión, etc.

Modelo de
Métodos Redes
previsón del
estadísticos neuronales
ENSO
y lógica borrosa

Previsión de Modelo de
sequías circulación
meteorológicas global

Comparación con
las condiciones
actuales

Medidas de
mitigación

Figura. Concepción esquemática del subcomponente de


Sistema de Gestión de Sequías (SIGES) responsable del
análisis de sequías meteorológicas.
Análisis Regional de Sequías

La Figura presenta una alternancia en periodos húmedos y secos, entre 1911 y


1988, para el Estado de Ceará (NE-Brasil) y los años ENSO (El Niño Southern
Oscillation), según Rasmusson & Carpenter (1983). El índice de precipitaciones
utilizado fue el LRDI (Lamb Rainfall Departure Index), que expresa en términos
regionales, la desviación de las precipitaciones respecto a la media, como
desviación estándar (Lamb et al., 1986).
Previsión de
Sequías

JJA (-1) Frio Normal Quente


SST SST SST

DJF (14 Eventos) (47 Eventos) (13 Eventos)

Período 42 % 36 % 8%
Úmido

Período 29 % 34 % 38 %
Normal

Período 29 % 30 % 54 %
Seco

Anos de ENSO : 1911, 1914, 1918, 1923, 1925, 1930, 1932, 1939, 1941, 1951, 1953, 1957, 1965, 1969, 1971, 1976, 1982 (Rasmusson &
Carpenter, 1983)
Modelagem usando RNA
Um Simulador de Redes Neurais Artificiais

O Simulador SNNS ( Stuttgart Neural Network Simulator )


Previsión de Sequías – Redes Neurales

Figura. Precipitação mensal normalizada na estação Ipaguassu usando o


algorítmo BPTT (sem processo adaptativo).

Fonte: Freitas, M. A. S. (2010). Que Venha a Seca: modelos de gestão de recursos hídricos
em regiões semiáridas. Ed. CBJE, RJ, 420p. ISBN 978-85-7810-660-7
Monitoreo de Sequías

5
4
3
2
Mombaca
1
S. Cariri
0
Granja
-1
-2
-3
-4
1912

1913

1914

1915

1916

1917

1918

1919

1920

1921

1922

1923
RAI - Rainfall Anomaly Index
Monitoreo e Plan de Mitigación de los
Efectos de Sequías

Bhalme & Mooley Drought Index (BMDI)


Análisis de los Efectos
LRDI vs. Produção de Arroz
Período: 1975-1984
1,5 6000
0
L 1,0 4000 D
R 0 e
D 0,5 2000 s
I 0 v
i
0,0 0
o

-0,5 -
20000
-1,0 -
40000
-1,5 -
1975 1976 1977 1978 1979 1980 1981 1982 1983 1984 60000
Ano
LRDI Desvio (ton)

Como ejemplo de método de evaluación directa, Freitas & Barros (1999)


demostraron la influencia de la reducción de las precipitaciones, por medio del
índice LRDI - Lamb Rainfall Departure Index, en la producción de los 17 principales
cultivos permanentes y los 17 principales cultivos de temporada, en el Estado de
Ceará, en el período de 1975 a 1984. La Figura 15.11 presenta, a título de ejemplo,
la relación entre el índice LRDI y la producción de arroz de secano, expresada
como la desviación en relación a la media total, en el Estado de Ceará.
Datos: caudal,
precipitación,etc

Modelo água Modelo lluvia-


subterránea caudal

Modelo de
generación
Análisis de
sintética sequías

Operación de Restricciones
reservorios legales
y ambientales

Monitoreo de la Escenarios de
superficie de mediano y largo
reservorios plazo

Medidas de
mitigación

Figura. Concepción esquemática del subcomponente de Sistema de Gestión de


Sequías (SIGES) responsable del análisis sequías hidrológicas.
Modelo Chuva-Vazão CN3S
• O modelo CN-3S (Curve Number 3 Step),
desenvolvido inicialmente para aplicação na
região semi-árida do Nordeste do Brasil baseia-
se nas relações desenvolvidas pelo U. S.
Conservation Service das curvas CN (Curve
Number) e é composto de seis parâmetros de
calibragem. Trata-se de um modelo conceitual
para a geração de deflúvios que foi
desenvolvido por Taborga & Freitas (1987).
Modelo CN3S
Para a avaliação do valor dessa lâmina empregou-se as equações de escoamento
real com o escoamento potencial, conforme as equações do U. S. Conservation Service:

(P  I m )  Q Q

S (P  I m )
(4-10)

onde:
P – altura de chuva (mm);
Q – lâmina de escoamento direto (mm);
S – diferença máxima de potencial entre P e Q;
Im – intercepção, infiltração e armazenamento superficial.

Tirando o valor de Q na expressão anterior, com I m = ALFA * S, resulta em:

( P  ALFA * S ) 2
Q
P  (1  ALFA) * S
(4-11)

Os técnicos do U. S. Conservation Service adotam ALFA igual 0.2, ou seja, 20%


da capacidade de armazenamento do solo. Para o modelo CN-3S, entretanto, ALFA é um
parâmetro de calibragem. Nos diversos casos analisados (Freitas & Porto, 1990), a
calibração adotando-se o valor de ALFA igual a 0.2, mostrou-se satisfatória, o que reduz
para cinco o número de parâmetros a serem ajustados.
SAGE (Stochastische
AbflussGEnerieungsmodelle)
- Modelo PAR(Thomas/Fiering) com
modificação de CLARKE(1973)
- Modelo PAR (Thomas/Fiering) com
transformação de MATALAS(1967)
- Modelo Two-tier (PAR(1)/AR(1) com
distribuição log-gama
- Modelo Two-tier (PAR(1)/AR(1) com
distribuição log-normal
- Modelo Two-tier - PAR(1)/GAR(1)
- Métodos dos Fragmentos / AR(1)
com distribuição log-gama
- Métodos dos Fragmentos / AR(1)
com distribuição log-normal
- Métodos dos Fragmentos / GAR(1)
- Modelo de Desagregação /AR(1) de
VALENCIA & SCHAAKE(1973)
- Alternating Reward Renewal Model /
Métodos dos Fragmentos
Déficit Anual Médio

300
250
Déficit (m3/s)

200
Histórico
150 Tendência
100
50
0
1 2 3 4 5 6 7 8 9
Duração da Seca (anos)

Valor esperado para o déficit médio em função da duração (Posto Faz. Cajazeiras
Modelo GAR(1)
Um modelo Gama-Autorregressivo de 1ª ordem pode ser descrito por meio de um
processo aditivo da seguinte forma:
Qi  Qi 1   i (5.2)

onde
Qi = vazão no intervalo de tempo i;

 = coeficiente de autocorrelação;
 i = variável aleatória independente.
Para a geração de número aleatório com distribuição gama, utiliza-se o esquema
seguinte:
   (1   )   (5.3)
sendo
  0  M  0


M
   Y j ( ) j  M  0
U

 j 1

com
M = variável aleatória com distribuição Poisson e média igual a   ln( )
U j = variável aleatória uniforme (0,1)

Y j = variável aleatória com distribuição exponencial de média igual a 1 /  .


Modelo GAR(1)
• Um modelo Gama-Autorregressivo de 1ª ordem pode ser descrito
por meio de um processo aditivo da seguinte forma:

Qi  Qi 1   i
• onde
• = vazão no intervalo de tempo i;
• Qi = coeficiente de autocorrelação;
•  = variável aleatória independente.
• i
• Para a geração de número aleatório com distribuição gama, utiliza-
se o esquema seguinte:
•    (1   )  
• sendo
•   0  M  0

 M
    M 0
Uj
 Y j ( )
 j 1
Modelo de Desagregação
O modelo de desagregação proposto por Valencia & Shaake (1973) faz uso de um modelo
de geração de vazão anual, para em seguida desagregar esses valores anuais em vazões
mensais, semanais ou diárias. O modelo baseia-se na Equação 5.10, apresentada a seguir:

Qi  AM i  BVi (5.10)

onde
Qi = matriz de vazões

A = vetor de parâmetros [12x1]


M i = matriz coluna de vazão no ano i subtraída de  , estimado por
12

M  1
12 Q
j 1
j

B = matriz de parâmetros [12x12]


V j = vetor de componentes aleatórios

O vetor A é estimado por A  E (Qi M i ) E 1 (M i M i ) , onde E( ) é o valor esperado e

E-1( ) a matriz inversa do valor esperado. A matriz de parâmetro B é por sua vez
determinada a partir da expressão a seguir, que pode ser obtida por decomposição
espectral ou análise de componentes principais:
BBT  E (QiQT i )  E 1( M i M i ) E (Qi M i ) E T (Qi M i ) (5.11)
Posto Rio Área da Vazão
Nr. bacia média Período
(km2) anual
(m3/s)
1 Faz. Cajazeiras Acaraú 1550 7.45 1963-82
2 Sítio Poço Bastiões 3700 3.88 1968-81
Dantas
3 Sítio Novos São 410 3.05 1963-75
Gonçalo
4 Limeira Capibaribe 5695 6.55 1957-75

Para a análise do desempenho de modelos de geração de vazão no semiárido, três critérios básicos são necessários,
quais sejam:

i) análise dos parâmetros estatísticos das séries geradas;


ii) análise do resultado da simulação da operação do reservatório e
iii) análise das características (duração, severidade e magnitude) dos períodos de cheias e secas gerados (Freitas,
1995).
Vazão Média Desvio Padrão
His His
60 Clarke 70 Clarke
Matalas 60 Matalas
50
Twotier1 50 Twotier1
40
Twotier2
(m³/s)

Twotier2

(m³/s)
40
30 Twotier3 30 Twotier3
20 Frag1 Frag1
20
10 Frag2 10 Frag2
0 Frag3 0 Frag3
J F M A M J J A S O N D Disag Disag
J F M A M J J A S O N D
mês mês

Coeficiente de Correlação
His
1 Clarke
0,8 Matalas
0,6
Twotier1 Posto Faz. Cajazeiras, no rio Acaraú
Twotier2
0,4 Twotier3
0,2 Frag1
0 Frag2
-0,2 Frag3
Disag
J F M A M J J A S O N D
mês
Algumas Aplicações na ANA e no

Brasil
Simulação da Operação do Sistema do Paraíba do Sul;
• Proposta de Alocação de Água para a bacia do São Francisco (PDRHSF);
• Simulação do Sistema Cantareira (São Paulo), usando Curva de Aversão
ao Risco;
• Simulação do PISF – Projeto de Integração do São Francisco;
• Análises Multicriteriais na bacia do Rio Guaribas (Estado do Piauí);
• Análises Multicriteriais na bacia do Rio Curu (Estado do Ceará);
• Modelagem Chuva-Vazão (modelo CN3S) aplicado às bacias dos
reservatórios de Dardanelos, Belo Monte, Colíder, Bocaina, sistema de
reservatórios da bacia do Poti-Longá, Petrônio Portela, etc.;
• Modelo de Redes Neurais para Previsão de Cheia na bacia Amazônica;
• Aplicação dos Índices de Secas aos postos do INMET;
• Operação de Reservatórios de Situação de Escassez (Bacia do rio Verde
Grande);
• Simulação do Sistema de Reservatórios do SIN para a determinação da
Disponibilidade Hídrica do país para o Plano Nacional de Recursos
Hídricos;
• Etc.
Rainfall Anomaly Index

para anomalias positivas

para anomalias negativas

sendo:

N = precipitação mensal atual;


N = precipitação média mensal da série histórica;
M = média das dez maiores precipitações mensais da séria histórica;
X = média das dez menores precipitações mensais da séria histórica.
Rainfall Anomaly Index
Bhalme & Mooley Drought Index
Lamb Rainfall Departure Index
Optimización de la Operación de
Reservorios em Situaciones de Escassez
Reservatório Armando Ribeiro
Curva de Aversão a Risco
Reservatório Armando Ribeiro Gonçalves
100.0
97.5
95.0
Q = 5,4 m³/s
92.5
90.0 Q = 7,2 m³/s
87.5
85.0
82.5 Q = 9,0 m³/s
80.0
77.5
75.0
Q = 10,8 m³/s
72.5
70.0 Q = 12,6 m³/s
67.5
65.0 Q = 14,4 m³/s
% Volume Útil

62.5
60.0
57.5
55.0
Q = 16,2 m³/s
52.5
50.0 Q = 18,0 m³/s
47.5
45.0
42.5
40.0
37.5
35.0
32.5
30.0
27.5
25.0
22.5
20.0
17.5
15.0
12.5
10.0
7.5
5.0
2.5
0.0
1-jan

1-fev

1-mar

1-abr

1-mai

1-jun

1-jul

1-ago

1-set

1-out

1-nov

1-dez

1-jan

1-fev

1-mar

1-abr

1-mai

1-jun

1-jul

1-ago

1-set

1-out

1-nov

1-dez
Reservatório Armando Ribeiro
Época recomendada para a RESERVATÓRIO ARMANDO RIBEIRO GONÇALVES
Alocação Negociada de Águas CURVAS DE AVERSÃO AO RISCO

100 2006
2004
90

80
1999 1998
70 2005
2002
60
VOLUME ÚTIL (%)

2003
2001
50

40

30 Q = 5,4 m³/s Q = 7,2 m³/s


Q = 9,0 m³/s Q = 10,8 m³/s
20
Q = 12,6 m³/s Q = 14,4 m³/s

10 Q = 16,2 m³/s Q = 18,0 m³/s

0
1/1/ano 1

1/2/ano 1

1/3/ano 1

1/4/ano 1

1/5/ano 1

1/6/ano 1

1/7/ano 1

1/8/ano 1

1/9/ano 1

1/10ano 1

1/11/ano 1

1/12/ano 1

1/1/ano 2

1/2/ano 2

1/3/ano 2

1/4/ano 2

1/5/ano 2

1/6/ano 2

1/7/ano 2

1/8/ano 2

1/9/ano 2

1/10ano 2

1/11/ano 2

1/12/ano 2
O SEMI-ÁRIDO

ÁREA: 974.752 km2


11,4% do Território Nacional
POPULAÇÃO: 19.167.189 hab

POPULAÇÃO URBANA : 10.855.286 hab

POPULAÇÃO RURAL : 8.311.903 hab

Fontes: Censo Demográfico 2000 IBGE


2.200.000
DOMICÍLIOS RURAIS
DO NORDESTE NÃO
DISPÕEM DE ÁGUA
DE BOA QUALIDADE

Deslocamento e tempo gasto na obtenção de água

FONTES 3 km média
DE ÁGUA
(mulheres e crianças)

1 HORA / DIA
RAIN WATER
HARVESTING
CISTERNAS
RURAIS
RAIN HARVESTING
The rural cistern is a concrete tank used for storing rain
water from house roofs

•Average roof area for collection = 40 m2


•Average rainfall = 400 mm / year
•Average radius of the cistern = 2.40 m
•Average height = 1.30 m
•Average yearly storage = 16 m3

•Average demand :
- person = 9 liters / day = 3.24 m3 / year
- family = 45 liters / day = 16.2 m3 / year
CISTERNA DE PLACA -MUNICIPIOS DE CASA NOVA E JUAZEIRO –BA 2002
CISTERNA DE PLACA FAMILIA DO MUNICIPIO DE RUSSAS CE 2002
Ocorrência da Água Subterrânea

Rochas Cristalinas Rochas Sedimentares


DESSALINIZAÇÃO
DE ÁGUAS
SISTEMAS SIMPLIFICADOS DE
ABASTECIMENTO DE ÁGUA
BARRAGENS SUBTERRÂNEAS
UNDERGROUND
DAMS
PROJETO DE
INTEGRAÇÃO DO
RIO SÃO
FRANCISCO COM
BACIAS
HIDROGRÁFICAS
DO NORDESTE
SETENTRIONAL
Subsistemas Propostos
– Inteligência Geográfica
– Inteligência Hídrica
– Inteligência Documental
– Quali-Quantitativos
– Planejamento e Gestão
– Regulação de Usos
Gracias!
Marcos Airton de Sousa Freitas
Superintendência de Usos Múltiplos e Eventos Críticos
masfreitas@ana.gov.br | (+55) (61) 2109 –5367

www.ana.gov.br

www.twitter.com/anagovbr www.youtube.com/anagovbr
Herramientas metodológicas
para el pronóstico de eventos
hidrológicos extremos (las
crescidas)

Marcos Airton de Sousa Freitas


29 de novembro de 2012
Desastres ocorrem em todo o mundo

3,3 milhões de mortos desde 1970


BRASIL SÃO PAULO

• Área: ANO
1970
POPULAÇÃO
17,8
% POP. URBANA
80,3

– 8,57 milhões Km²


1980 25,0 88,6
1991 31,6 92,8
2000 37,0 93,4
• População: 2010 41,3 95,9

– 192 milhões (2010)


POPULAÇÃO % POP
ANO
(MI HAB) URBANA

1970 93,1 55,9


1980 118,0 67,6
1991 146,8 75,6
2000 169,0 81,2
2010 190,7 84,4
Complexidade institucional
• República Federativa:
– 1 Constituição Federal
– 1 Política Nacional das Águas
• 26 Estados + Distrito Federal:
– 27 Constituições Estaduais
– 27 Políticas Estaduais das
Águas
• 5.565 Municípios:
– 5.565 Leis de Uso e Ocupação Federal Rivers ……… 105.810 km
do Solo State Rivers ……… 1.526.825 km
RAINFALL

Eventos críticos no Brasil


• Distribuição das
chuvas
– Diversidade climática
• Demanda por
monitoramento
contínuo
Eventos críticos no Brasil
• Maior número de eventos: estiagens
• Maiores danos devido às chuvas:
– movimentos de massa
– enxurradas
– inundações

Afetados por desastres entre 1991 e 2010: 96.494.755 hab.

Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, Defesa Civil Nacional


OCORRÊNCIA DE INUNDAÇÕES NO BRASIL NO PERÍODO DE 1998 E
1999
Alagamento:
Acúmulo momentâneo de águas em uma dada área decorrente da deficiência
do sistema de drenagem

Fonte: Ministério das Cidades


Enxurrada:

Escoamento superficial concentrado e com alta energia de


transporte
Fonte: Ministério das Cidades
Barreiros/PE
Junho de 2010

Inundações graduais
Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, Defesa Civil Nacional
Atlas Brasileiro de Desastres Naturais, Defesa Civil Nacional
Seca - Amazonas/2005

Inundação - Amazonas/2012
Enfrentamento x convivência
• Resistência permanente

Vicksburg, Mississipi, EUA.


• Resistência permanente
– Caminho tradicional:
• Barragens
• Diques
• Retificação de canais...
– Problemas:
• Transfere o problema para jusante
• Proteção até certo limite (custos, erros de projeto,
limitações construtivas...)
CONTROLE DE INUNDAÇÕES
MEDIDAS ESTRUTURAIS :

(O HOMEM MODIFICA O RIO)


DIQUES BARRAGENS

CANALIZAÇÕES
Enfrentamento x convivência
• Resiliência
– Ações planejadas para que, mesmo que as inundações
ocorram sempre, os seus efeitos sejam minimizados
• Limitar os impactos
• Remoção de alvos vulneráveis

Não há uma única solução: a proteção efetiva requer ações


integradas
CONTROLE DE INUNDAÇÕES
MEDIDAS ESTRUTURAIS :

(O HOMEM MODIFICA O RIO)


DIQUES BARRAGENS

CANALIZAÇÕES
CONTROLE DE INUNDAÇÕES

MEDIDAS NÃO ESTRUTURAIS :


O HOMEM CONVIVE COM O RIO
MONITORAMENTO
GESTÃO
ZONEAMENTO DE ÁREAS DE INUNDAÇÃO
SISTEMA DE ALERTA
SEGUROS
Sistemas de Alerta

Sistema de Alerta é uma medida não-estrutural adotada na minimização de prejuízos


causados por cheias nas bacias hidrográficas.

O objetivo é prever, com relativa precisão, eventos de chuva ou aumento do nível de


águas de um rio, para avisar às populações, com antecedência, que desocupem áreas
sujeitas a inundações.
SISTEMAS DE
ALERTA
HIDROLÓGICO
Agência Nacional de Águas

Programas, ações e projetos


para a prevenção de eventos
críticos
Plano de prevenção
Agência Nacional de Águas
• Agência reguladora federal
• Responsável por implementar a Política Nacional
de Águas:
– Água é um bem público
– A bacia hidrográfica é a unidade de gestão
– A gestão de recursos hídricos deve priorizar os múltiplos
usos •Consumo humano e animal
•Irrigação
•Indústria
•Controle de cheias
Agência Nacional de Águas
• Atribuição legal de “planejar e promover ações
destinadas a prevenir ou minimizar os efeitos de
secas e inundações, no âmbito do Sistema
Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos,
em articulação com o órgão central do Sistema
Nacional de Defesa Civil, em apoio aos Estados e
Municípios”
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações
• Elaboração de mapas de vulnerabilidade à
ocorrência de inundações graduais em todos
os trechos de rios brasileiros, na escala ao
milionésimo.
BACIA DO RIO
PARAÍBA DO SUL
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações
• Objetivos:
– Elaboração do diagnóstico da vulnerabilidade às
inundações nos principais rios brasileiros:
• Identificação dos trechos inundáveis dos rios;
• Avaliação qualitativa da freqüência, magnitude e
impactos;
• Estimativa da vulnerabilidade dos trechos
inundáveis.
– Seleção das áreas críticas para a prevenção, adaptação e
controle de inundações.
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações

Trechos inundáveis
(esboço - Semar/PI)
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações
• Trechos inundáveis:
– Ocorrência de inundações em n anos
• Alta: ocorrem cheias a cada 5 anos;
• Média: ocorrem cheias a cada 10 anos;
• Baixa: somente ocorrem cheias em intervalos superiores
a 10 anos.
≤ 5 anos
entre 5 e 10
Ocorrências

anos

alta > 10 anos


média
baixa

Tempo
Ocorrência das inundações em Pernambuco (esboço)

Ocorrência das
inundações
Alta
Média
Baixa
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações
• Trechos inundáveis:
– Estimativa dos impactos sociais e econômicos
decorrentes das inundações:
• Danos à vida ou à propriedade e interrupção dos
serviços públicos
• Alto risco de dano à vida humana e danos
Alto significativos a os essenciais, instalações e obras de
infraestrutura públicas e residências

• Danos razoáveis a serviços essenciais, instalações e


Médio obras de infraestrutura públicas e residências

Baixo • Danos localizados


Impactos das inundações em Pernambuco (esboço)

Impactos sociais e
econômicos
Altos
Médios
Baixos
Atlas de Vulnerabilidade a Inundações
Esboço

Vulnerabilidade
alta
média
baixa Atualização permanente
Mapeamento de risco –
Trechos de rios
vulneráveis a inundações

• 26 estados brasileiros até 2013

Alta vulnerabilidade
Média vulnerabilidade
Baixa Vulnerabilidade
Rede hidrometeorológica nacional

• Dados de níveis, vazão


e chuva
• Acesso público
universal
www.ana.gov.br/telemetria
Supervisão
de grandes
reservatórios
Plano de controle de
cheias 2011-2012
INTERVENÇÕES PARA PREVENÇÃO E
MITIGAÇÃO DAS INUNDAÇÕES NA
BACIA DO RIO PARAÍBA DO SUL
ÁREA TERRITORIAL DE 55.000 KM²

Minas Gerais
Espírito Santo
(20.700 km²) Rio de Janeiro
(20.900 km²)
Minas Gerais
Bacia do
Muriaé/Pomba

Bacia do
São Paulo Paraibuna
(13.900 km²)
Bacia do Baixo
Paraíba do Sul

Rio de Janeiro
Bacia do Alto
Paraíba do Sul
Oceano Atlântico
DO PLANO À INTERVENÇÃO

Modelo de Previsão,
Rede
Modelagem das Estudo dos Arranjos de Pré-viabilidade e
Hidrometeorológica,
Inundações Intervenções Seleção
Sistema de Alerta,
Vazões de Referência...

Licenciamento Outorga de Direito de


Projeto Básico Processo Administrativo
Ambiental Uso da Água

Execução Operação e Manutenção


DO PLANO À INTERVENÇÃO
Competência da Agência Estabelecimento de Base Metodológica

Modelo de Previsão,
Rede
Modelagem das Estudo dos Arranjos de Pré-viabilidade e
Hidrometeorológica,
Inundações Intervenções Seleção
Sistema de Alerta,
Vazões de Referência...

Licenciamento Outorga de Direito de


Projeto Básico Processo Administrativo
Ambiental Uso da Água

Execução Operação e Manutenção


GÊNESE DAS INUNDAÇÕES E IMPACTOS
LEVANTAMENTOS DE DADOS E SERVIÇOS DE CAMPO
575

570

565
Seção 129 (SJC)
560

555

550

545

• Uso e ocupação 540


0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400

• Características
físicas
• Hidrologia
• Topografia
• Pontos críticos
• Barragens

354 seções transversais


PONTOS CRÍTICOS

LEVANTAMENTOS DE DADOS E SERVIÇOS


ControleDE CAMPO
geológico
Confluência
Travessia em pontes
Estrangulamento
da calha

• Uso e ocupação
• Características
físicas
• Hidrologia
• Topografia
• Interferências locais
• Barragens
MODELAGEM
Mapeamento: orientação dos eixos populacionais

Tr: 10 anos
Tr: 50 anos
Arranjos de intervenções
Arranjos de não estruturais
intervenções

Não estruturais Estruturais

Rede de Sistema de
monitoramento de previsão de
alerta inundações

Adequação da
Níveis de alerta
rede existente

Sistema de
previsão de vazões
de curto prazo
Arranjos de intervenções
Arranjos de
intervenções
estruturais

Não estruturais Estruturais

Arranjos de
obras
hidráulicas

Seleção de Análise dos Análise de Análise de pré-


modelos benefícios custos viabilidade

Armazenamento e Diminuição dos Custos x


detenção de cheias impactos benefícios

Intervenções e
Seleção do
melhoramentos nas
arranjo
calhas dos canais

Desvios parciais das


vazões de cheias
MUNICÍPIOS BENEFICIADOS E INTERVENÇÕES ESTUDADAS
Barragem Barragem Barragem 9 Barragem 12 Barragem 14
Município Desvios e
Rio 1 (MG) 6 (MG) (MG) (MG) (MG)
beneficiado melhorias
Rio Xopotó Rio Muriaé Rio Preto Rio Carangola
Carangola/MG Carangola X X
Tombos/MG Carangola X X X
Porciúncula/RJ Carangola X X X
Natividade/RJ Carangola X X X
Miraí/MG Fubá X
Muriaé/MG Muriaé X X X
Laje do
Muriaé X X X
Muriaé/RJ
Itaperuna/RJ Muriaé X X X X X
Italva/RJ Muriaé X X X X X
Cardoso
Muriaé X X X X X
Moreira/RJ
Cataguases/MG Pomba X X
Santo Antonio de
Pomba X X
Pádua/RJ
SUBSISTEMA 1 – BARRAGENS SELECIONADAS
Atenuação de
Atenuação de cheias Atenuação de cheias Atenuação de cheias
cheias obtida com
Cidade do obtida com as obtida com as obtida com as
as barragens
SIEMEC barragens previstas barragens previstas barragens previstas
previstas
TR 25 anos (%) TR 50 anos (%) TR 100 anos (%)
TR 2 anos (%)
Cataguases 18% 20% 21% 21%
Sto. Antônio
15% 17% 17% 18%
de Pádua
Carangola 60% 43% 30% 21%
Tombos 72% 79% 80% 82%
Porciúncula 74% 77% 78% 78%
Natividade 65% 68% 68% 55%
Muriaé 67% 65% 61% 58%
Laje do
35% 30% 27% 26%
Muriaé
Itaperuna 39% 36% 36% 36%
Italva 35% 30% 31% 23%
Cardoso
35% 31% 31% 24%
Moreira
Mirai - - - -
Apoio a sistemas de alerta
Sensibilização das comunidades

Cheia de 10
anos de
recorrência
Sala de Situação
Boletins/Relatórios/Mapas

situação
normal

INFORMAÇÃO
SALA DE SITUAÇÃO REDE DE
METEOROLÓGICA
(Monitoramento, MONITORAMENTO
Sistema próprio,
análise e difusão) HIDROLÓGICO
Inpe/CPTEC, Inmet

alerta

TOMADA DE
DECISÃO

Governo

web Defesa Civil


Órgão Gestor de
Recursos Hídricos
do Estado
Salas de Situação
Estaduais
• Foco regional
• ANA fornece
equipamentos, estações
automáticas, software e
capacitação
• Estados provêm espaço
físico e pessoal
especializado
Fornecimento de Dados
INMET , INPE, CPRM ANA
MI, MCid e IBGE
DECEA/MD e CENTROS Análise de Risco e Mapeamento Informações
ESTADUAIS hidrológicas
CEMADEN Informações meteorológicas
Vulnerabilidade a Desastres geológico-geotécnico

Monitoramento
e Alerta

MS, GSI, MT, FORÇAS ARMADAS


CENAD

Alarme e DEFESA
Articulação CIVIL

Mobilização e
Resposta
Salas de Situação
Estaduais

ANA

Cenad

Cemaden
PREVISION
DE CRECIDAS EN LA
CUENCA AMAZÔNICA
- Ano 2005 -
Cotas no Porto de Manaus (cm): 1902-2005
1918
3000 1921
1922
2800
1944
2600 1953
1975
2400
1976
2200 1982
2000
1989
1993
1800 1994
1600 1996
1997
1400
1999
1200 2000
1/1

1/2

1/3

1/4

1/5

1/6

1/7

1/8

1/9

1/10

1/11

1/12
2002
2005
Modelagem usando RNA
Calibração do modelo RNA 3-3-1 (1903-1977)

0.3000

0.2800

0.2600

0.2400

0.2200

0.2000
1
5
9
13
17
21
25
29
33
37
41
45
49
53
57
61
65
69
73
Obs_15/6/2005 Calc._modelo rna
Previsão do modelo RNA 3-3-1(1978-2003)

0.3000

0.2800

0.2600

0.2400

0.2200

0.2000
1

11

13

15

17

19

21

23

25
Obs_15/6/2005 Calc._modelo rna

Previsão para 15 de junho de 2005: Cota 28.60 m


31 de março: 26.01 m; 15 de abril: 26.45 m; 30 de abril: 27.16 m
76
77
78
Gracias!
Marcos Airton de Sousa Freitas
Superintendência de Usos Múltiplos e Eventos Críticos
masfreitas@ana.gov.br | (+55) (61) 2109 –5367

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