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CURSOS MINISTERIAIS CONPETE - Órgão da CONPETE – Convenção Nacional de Pastores e Teólogos

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MÓDULO 2 – TEOLOGIA PASTORAL

Introdução

A Bíblia, a Palavra de Deus, é o nosso único e perfeito manual. Nela nos inspiramos e dela aspiramos toda gama de
conhecimentos, informações, instruções e ordenanças de Deus simultaneamente reveladas com a manifestação de
Sua vontade a nosso respeito, como Igreja de Cristo e individualmente.

As Epístolas de Paulo a Timóteo e a Tito são denominadas pastorais, em virtude de abordarem especificamente
assuntos relacionados às referências ministeriais.

Entendemos bem a frase: “A liderança é uma poderosa combinação de estratégia e caráter. Mas se tiver de passar
sem um deles, que seja estratégia” para o Ministério cai como luva.

Comparando com o que o Apóstolo Paulo exortou a Timóteo: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como
obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade. (2 Timóteo 2:15)

A postura do obreiro é indispensável para o êxito no ministério Cristão.

O ministério pastoral pode ser descrito de muitas maneiras e exercê-lo significa realizar trabalhos
diversificados.

Ser pastor é uma coisa e exercer o pastorado é realizar atividades variadas. O pastor deve projetar-se para além do
marco histórico de sua chamada. Ele avança rumo à sua realização profissional e vocacional, que o coloca na
posição de o “profissional” mais solicitado da sociedade contemporânea.

Este Caderno, portanto, tem o objetivo de proporcionar informações acerca da Teologia Pastoral, com o
compromisso de orientar os profissionais da área de Teologia, para que possam desempenhar suas atividades com
eficiência e eficácia.

objetivos
» Conhecer aspectos relevantes do Ministério Pastoral.
» Identificar os aspectos do relacionamento Social Pastoral.
» Conhecer os Ofícios Ministeriais Pastorais.
» Identificar aspectos relevantes da Administração Pastoral.
» Conhecer práticas de liturgia e ordenanças.
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UNIDADE 1 MINISTÉRIO PASTORAL


Capítulo1
Chamada Ministerial
Aos presbíteros, que estão entre vós, admoesto eu, que sou também presbítero com eles, e testemunha das
aflições de Cristo, e participante da glória que se há de revelar.

Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem
por torpe ganância, mas de ânimo pronto;

Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho. E, quando aparecer o
Sumo Pastor, alcançareis a incorruptível coroa da glória.
(1 Pedro 5:1-4)

o que é Teologia Pastoral


É o estudo teológico sobre o ministério cristão abordando específica e detalhadamente o dom de pastor: sua
chamada, vida e ministério.

Teologicamente falando, poderíamos dividir a Teologia em seis perspectivas diferentes:

1. Teologia Exegética – procura estudar e interpretar os livros sagrados, como a Bíblia e o Alcorão, por meio da
exegese.
2. Teologia Histórica – descreve a história do desenvolvimento da interpretação doutrinária.
3. Teologia Dogmática – é o estudo das verdades fundamentais da fé como se nos apresentam nos credos e confissões
da Igreja.
4. Teologia Bíblica – traça o progresso da verdade por meio dos diversos livros da Bíblia. Ex.: Expiação em Levíticos,
Efésios, Hebreus, o que Cristo, Paulo e Pedro dizem a respeito etc.
5. Teologia Sistemática – estuda as doutrinas principais da Bíblia de forma ordenada, tópica e sistemática.
6. Teologia Prática – abrange os cursos de Homilética, Organização e Administração Eclesiástica, Liturgia, Educação
Cristã e Missões.

A Teologia Pastoral ou do ministério cristão seria enquadrada no ramo da Teologia Prática, apesar de podermos
abordá-la em várias perspectivas diferentes (holística), dando maior relevância a perspectiva bíblica e prática.

chamada ministerial
O chamado ao ministério tem origem no próprio Deus que chama homens para exercerem as mais distintas tarefas
em sua obra, e, como Ele é soberano em seus desígnios, então, não existe um método definido para a chamada
divina ao ministério pastoral. Existe, sim, o método divino, soberano e poderoso.

Jesus afirmou em João 15:16: “Vocês não me escolheram, mas eu os escolhi para irem e darem fruto, fruto que
permaneça, a fim de que o Pai lhes conceda o que pedirem em meu nome”.
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E em João 20:21: “Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu
vos envio a vós”.

A Bíblia registra a chamada de vários servos de Deus, e, por uma questão didática apenas, queremos abordar alguns
exemplos aqui.

A Chamada com o Método direto:


» Noé – Gn 6:13
» Abraão – Gn 12:1
» Moisés – Êxodo 3:10
» Samuel – I Sm 3:20
» Isaias – Is 6:9
» Os Apóstolos – Mc 1:17; Mt 4:18-22; Jo 1:35-42
» Paulo – At 26:19
A Chamada com o Método indireto:
» José – Gn 37:5-10 (Sonhos)
» Josué – Nm 27:18; Nm 27:15-23; Dt 1:38; 3:21; 31:7-8.
» Timóteo – At 16:21
Razão de Deus chamar ao ministério:
» Declarar que o ministério, nunca foi uma profissão no antigo Testamento.
» A garantia que a chamada divina faz o servo do Senhor superar obstáculos considerados, pelo homem comum,
insuperáveis ou além de qualquer possibilidade humana.
» A chamada é acompanhada da missão.
A chamada ao Ministério da Pregação
A pregação continua sendo uma das maiores exigências do ministério pastoral. Mas é necessário salientar que as
Igrejas não esperam que o pastor seja grande pregador, orador excelente nem expositor excepcional, mas simplesmente
pregador.

No exercício da pregação, o pastor é o profeta de Deus, aquele que representa o seu Senhor diante do povo, e o
povo diante do seu Senhor. Seu lugar no púlpito não pode ser substituído por nenhum outro pregador. Por ser o
dirigente da Igreja e aquele que conhece as necessidades do rebanho, ele mesmo deve servir o alimento que as
ovelhas necessitam.

O pastor que se descuida do ministério da pregação ou que não gosta de pregar, exercerá um ministério pastoral
mudo em sua Igreja. Todavia, o pastor não deve usar o tempo de meia hora ou mais disponível à pregação, para
ralhar com os membros ou insultá-los. Deve ter cuidado para que a proclamação do Evangelho não se converta em
uma oportunidade para ele tratar de problemas pessoais.

A pregação deve ser o bálsamo que cura os ouvintes. Portanto, deve ser terapêutica em sua recepção e aplicação. A
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finalidade divina é que ela edifique e console o povo de Deus. Os bons pregadores não ferem com o sermão. Pelo
contrário, eles curam as feridas dos ouvintes.

Mas há ocasiões em que a pregação necessita ser também um chicote usado como exortação. Porém, o pastor
jamais a deverá empregar de maneira negativa. Até o uso do chicote pode se transformar em algo positivo. O pastor
deve fazer uso da exortativa para criar consciência, corrigir, admoestar e consolar.

Mas é necessário estarmos atentos para o fato de existirem crentes «masoquistas», que se deleitam com o castigo e
a dor que os pregadores lhes podem infligir. Quanto mais rigorosamente pregar o pastor ou o pregador convidado,
mais eles gostarão da pregação. E existem também os pregadores que se sentem satisfeitos quando castigam a
congregação.

Muitos pastores são deficientes na pregação. As causas dessa deficiência são múltiplas, vejamos.

» Não leem bons livros.


» Não estudam homilética, nem estudam sermões nem de biografias de outros pregadores.
» São preguiçosos na leitura sistemática da Bíblia.
» Não têm o hábito de separar um dia da semana para preparar suas pregações. Seria recomendável que eles na
segunda-feira mesmo, começassem meditando na mensagem que pregarão no domingo, e continuassem assim
durante toda a semana.
» Não dedicam um tempo para o enriquecimento da sua cultura teológica. O ministro do Evangelho deve ser um
estudante durante toda a sua vida. Uma boa formação teológica ajuda no desenvolvimento de um ministério eficaz.
Os cursos de homilética motivam o pregador a corrigir-se e a superar-se.
» Não dão à pregação a importância que ela merece. Para eles, orar, reunir-se com os irmãos e fazer visitas
pastorais é mais importante que a pregação. O certo é que tudo isso é importante, mais a pregação é essencial. A mais
importante avaliação que uma Igreja evangélica pode fazer de um aspirante ao púlpito é ouvindo a sua pregação.
» Existemtambémaquelaspessoasquesãocontráriasatodapreparaçãohomilética. Pensam que a homilética é um
produto humano, intelectual, algo que o pregador inventa. Mas a homilética é uma ferramenta que ajuda o pregador
a organizar, preparar e entregar uma mensagem que Deus lhe deu, de maneira que o sermão alcance eficazmente o
ouvinte.
» Alguns são inimigos dos esboços anotações, isso devido a sua incapacidade homilética. Atacam o emprego dos
esboços porque não sabem preparar um esboço, ou porque necessitam da disciplina para investir algumas horas, às
vezes dias ou semanas, em colaboração com o Espírito Santo, na preparação da mensagem divina que receberam de
Deus.

Muitas ideias ou pensamentos recebidos pelo pregador podem ser sementes de sermões poderosos. Deus dá as
mensagens aos pregadores por intermédio de meios simples, normais e naturais. O pregador deve estar sempre à
espera de mensagens.
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Muitos pregadores não gostam de pregar. Na vida, existem muitas coisas desagradáveis que temos de fazer. Nenhum
pastor gosta de trabalhar no orçamento de sua Igreja. Porém, ele se vê diante da necessidade de prepará-lo em
colaboração com uma comissão de finanças. Da mesma forma, pregar é um requisito pastoral. Aquele que não
gosta de pregar, que se dedique, então, a ser um bom membro da Igreja, e não um mal pastor.

A homilética é uma arte que requer muita destreza. Fazer um esboço ou preparar notas para pregar é uma
capacidade que nem todos os pregadores possuem. Mas graças a Deus hoje em dia podem ser encontrados nas
livrarias muitos livros de esboços. Esses livros serão de muita ajuda para pregadores que, por falta de experiência
ou tempo, não podem preparar seus próprios esboços. É necessário salientar que, ao empregar um esboço preparado
por outro, o pregador deve colocar nele seu toque pessoal. Deve adaptá-lo ao seu estilo, acrescentando ou eliminando
algo. Os títulos, muitas vezes, podem ser substituídos por outros do agrado do pregador.

O fato de o pregador não dominar a arte da homilética não o desobriga de pregar com certa organização. O pastor
que não souber nem entender a técnica de preparar um esboço bíblico, ou expor por escrito a estrutura do sermão,
não deve desanimar.
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Esboço de pregação
Apresentaremos, a seguir, uma maneira simples por meio da qual ele poderá cumprir esse
importante aspecto de seu ministério.
» Escolha um tema ou um assunto sobre o qual você gostaria de pregar. Esse tema pode surgir de
sua mente iluminada pelo Espírito Santo, da leitura de um texto bíblico, da leitura de um livro
evangélico, de uma reflexão que você fez, ou de uma observação casual.
» Depois de haver lido e refletido sobre o assunto que você escolheu, ou lido textos bíblicos relativos
a esse tema, escreva no canteiro do pregador (seu espaço de ideias para os sermões) qualquer
pensamento que lhe ocorrer relacionado ao tema.
» Consulte comentários bíblicos, leia as passagens em diferentes versões bíblicas e escreva qualquer
ideia nova que você encontrar.
» Explore de novo o texto ou os textos escolhidos, fazendo-lhes as seguintes perguntas, que são de
muita utilidade na homilética. Quem? Quando? O Quê? Por Quê? Como? Qual? Onde? O
doutor Cecílio Arrastía chama a este processo de a invasão do texto, e comenta: “Já dissemos
que do choque de uma invasão dupla – do texto e do contexto – brota a luz. Esta luz produz o
terceiro passo do processo, que é a iluminação, o clímax. Nesse ponto, o pregador estará
pousando em terra firme, pois a meta foi alcançada. O pico mais alto e rebelde, o ‘Everest’ da
Bíblia, foi alcançado e conquistado, produzindo- se assim uma ampla iluminação.” (O Pregador
Cristão e a Bíblia, A Bíblia de Estudo Mundo Hispano, p. 112, 1977).
» Pense agora em uma introdução que seja curta, atrativa e interessante. É hora de você escrever a
conclusão.
» Isto que você já tem escrito é suficiente para a pregação. Agora só lhe resta orar muito e deixar
que o Espírito Santo lhe ajude. No momento da pregação e da mensagem, use muito a
imaginação e acrescente ação às notas escritas. Mas não fique muito preso as notas; mantenha-
se livre para usá-las com naturalidade. Pregue confiando que o Senhor Jesus Cristo lhe ajudará
enquanto você estiver pregando.

Nenhum pastor deve esquecer que a competição no púlpito é cada dia maior. Os pregadores do
rádio e da televisão podem tentar substituir o pregador que entrega sua mensagem ao vivo,
mas jamais poderão substituí-lo. O rebanho do Senhor sempre espera esse alimento espiritual
que cada domingo o seu pastor lhe dá.

o pastor e o seu preparo


Sendo a Igreja composta de indivíduos, é evidente que o seu êxito depende estritamente das
atitudes assumidas pelo indivíduo que o compõe. Principalmente do seu Pastor como o líder.

A melhor maneira de tratarmos os outros está no fato de dar-lhes o que exigimos


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para nós mesmos (Mt 7:12).

É preciso um claro entendimento entre as pessoas, principalmente no que se refere ao trato do


intelecto, esclarecendo-se, então, as palavras sobre o seu real significado ou ainda a
terminologia mais utilizada no grupo. Difíceis conflitos surgem entre indivíduos que, em
demoradas discussões, interpretam os significados diferentes à mesma palavra ou termo. Assim,
também a preocupação com o ponto de vista psicossocial e o ponto de vista administrativo.

Capítulo 2 – Aconselhamento Pastoral


aconselhamento e relações interpessoais
O aconselhamento pastoral vem sendo desenvolvido durante séculos nas Igrejas. Milhares de
pessoas, ao redor do planeta, têm recebido ajuda e orientação como forma de superar momentos
difíceis da vida.

Seu objetivo é dar estímulo e orientação às pessoas que estão enfrentando perdas, decisões difíceis ou
desapontamentos. Seu processo pode estimular o desenvolvimento sadio da personalidade; ajudar pessoas
a enfrentar melhor as dificuldades da vida, os conflitos interiores e os bloqueios emocionais; auxiliar os
indivíduos, famílias e casais a resolver conflitos gerados por tensões interpessoais, melhorando a
qualidade de seus relacionamentos; e finalmente ajudar as pessoas que apresentam padrões de
comportamento autodestrutivos ou depressivos a mudar de vida.1
O papel dos pastores têm sido naturalmente o de conselheiros, já que sua posição e chamado
lhes permitem estar próximos das pessoas que enfrentam dificuldades no seu dia a dia.

De acordo com Wayne E. Oates:

Independente de qual tenha sido sua formação, o pastor não tem o privilégio de escolher se vai ou não
aconselhar os membros de seu rebanho, pois é inevitável que eles levem seus problemas até ele, em busca
de orientação e de uma palavra de sabedoria.

Pastor como conselheiro


Na sociedade moderna existe muita procura de conselheiros educativos, matrimoniais, financeiros,
legais, estudantis e clínicos. Até para tomar certas decisões é necessário a orientação de alguns
conselheiros.
O aconselhamento é um amplo campo e oferece ao pastor oportunidades únicas. As razões pelas
quais muitos evangélicos procuram seus pastores em busca de conselho são:
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» Não se paga pelas consultas. Os pastores aconselham e orientam sabendo que isso faz parte do
seu ministério espiritual. Esta função não é trabalho remunerado, e sim um serviço que ele
presta.
» O pastor é um representante de Deus que inspira confiança. Ele aconselha com ética. A ele vêm
os amigos e irmãos na fé para derramar suas lágrimas.
» Entre o pastor e os membros da Igreja existem fortes laços de amizade. O pastor é o amigo de
todos; é amado e estimado pelos membros que se sentem seguros ao entrar em seu gabinete
pastoral.
» O pastor aplica seus conselhos dentro de um contexto cristão. Seu manual de aconselhamento e
terapia é a Bíblia; ele aconselha iluminado pelo Espírito Santo.

O pastor conselheiro pode oferecer seus serviços em muitas situações e de várias maneiras.
Geralmente ele é solicitado para aconselhar em situações pré- matrimoniais, matrimoniais em
casos de falecimento e em reuniões de jovens.

conselhos a um rapaz e uma moça que querem se casar


Isto é chamado de aconselhamento pré-matrimonial. Os noivos geralmente procuram o pastor
quando querem traçar seus planos para casar-se. O pastor deve orientá-los a se conhecerem
melhor antes do casamento. É importante que eles conheçam o caráter um do outro, e seus deveres,
interesses e motivações. O pastor também deve incentivá-los a ler bons livros sobre o
casamento. “O Ato Conjugal” (A beleza do amor sexual ), escrito pelo casal La Hahaye
normalmente é indicado para os noivos, se ainda não leu este livro, leia-o.

Tão logo os noivos tenham uma data para o casamento, o pastor deve marcar datas para
aconselhá-los antes do grande dia. Duas ou três reuniões seriam muito benéficas ao casal de
noivos. O aconselhamento não deve ser deixado para a véspera do casamento.

conselhos a um casal com problemas em seu relacionamento


matrimonial
Neste caso, a principal função do pastor será a de perguntar, observar, escutar e esclarecer.

O pastor nunca deve recomendar o divórcio nem a separação aos seus aconselhados. Eles
deverão tomar a decisão.

É bom, também, conversar com os cônjuges separadamente, e, finalmente, com ambos. O


conselheiro nunca deve tomar partido em favor de um dos cônjuges. Esse aconselhamento visa a
levar o casal a iniciar uma readaptação proveitosa.
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O conselheiro deve ter muito cuidado quando estiver aconselhando uma mulher separada ou
divorciada, pois há o risco da chamada transferência psicológica. Alguns conselheiros envolvem-
se tanto no problema da aconselhada, que sem querer nem percebem, mas terminam envolvendo-
se emocionalmente. Tem havido casos em que o conselheiro foi seduzido pelo problema e a
necessidade emocional da aconselhada.

conselhos aos viúvos antes e depois do funeral de algum membro


da igreja, ou de algum membro da família destes
Esse aspecto do aconselhamento muitas vezes não recebe a devida atenção. Desde o momento
em que o pastor é avisado do falecimento de algum membro da Igreja, ou membro de algum
parecido, seu dever é se colocar imediatamente em contato com os parentes da pessoa falecida e
fazer uma visita pastoral. Seus serviços e orientação serão importantes na escolha da funerária,
na resolução de outros detalhes do funeral. Nesse momento de aflição, a ajuda do pastor é
extremamente necessária.

Momento delicado e difícil é ter de identificar o cadáver de um ente querido, mas, muitas vezes,
o pastor tem de ir ao hospital ou ao necrotério com os parentes do falecido, para ajudá-los.

conselhos à juventude
Enquanto houver adolescentes e jovens na Igreja, o pastor não deixará de ter trabalho como
conselheiro. A carga de aconselhar os jovens será menor se o pastor nomear para eles um
conselheiro dos jovens. Deve ler livros sobre essa faixa etária e sobre aconselhamento de jovens, e
fazer cursos que lhe ajudem a tornar-
-se cada vez mais capaz.

Para que o pastor conselheiro tenha êxito em sua função, deve esforçar-se em conhecer a
natureza, o caráter, as atitudes e as filosofias dos jovens. Alguns aspectos sobre os quais os
jovens necessitam de conselhos são os seguintes.
» A independência social e financeira.
» O matrimônio.
» Namoro e noivado.
» O reconhecimento e o respeito.
» O futuro.
» Os relacionamentos familiares.
» As experiências dos adultos.
» As pressões do grupo.