Вы находитесь на странице: 1из 112

. . ...

,
NOS
Um guia prático para realizar passo-a-passo mais de 100 nós diferentes

GORDON PERRY

lis:ma
EDiÇÃO PUBLICADA ,
Copyright © 2004 Quantum Publishing Ltd., Londres INDICE
Copyright da edição portuguesa:
© 2005 LlSMA - Edição e Distribuição de Livros, Lda.
Introdução 8 Ferramentas usadas
Lisboa Estrutura dos Cabos 10 com Nós em Cordame 15
Edição impressa em 2005 Escolha de Cabos 11 A escolha dos Nós 16

Todos os direitos reservados.


Materiais usados Termos usados na Feitura de Nós em Cordame 17
Este livro está protegido por direitos de autor. Nenhuma parte dele em Cordame 12 Como utilizar este livro 17
pode ser reproduzida, armazenada por qualquer sistema ou transmitida
por qualquer forma ou meio, sem a prévia autorização escrita do Editor, Cuidados e Manutenção 14
nem pode circular por qualquer forma de junção ou encadernação, que não seja
aquela em que foi publicado e sem uma condição idêntica, prevendo-se NÓS FI XO O U D E L, O a U E I o 18 3 9
que esta condição possa ser imposta ao editor subsequente.
Nó Simples 20 Pinha de Retenida 30
Nó de Correr 21 Pinha de Balde 32
Design de: Peter Laws Nó Simples Dobrado 22 Cu de Porco 33
Fotografia: Celia Peterson, Gordon Perry Nó de Ostreiro 24 Pinha de Colhedor 34
Ilustração: Peter Owen, Heike Lõwenstein, Heather McCarry
Nó de Estivador 25 Pinha de Anel Fixo 36
Tradução: Ana Maria Pires, Cascais
Nó de Oito 26 Pinha de Boça 38
Revisão técnica: Mestre José António Cardoso (Instituto de Tecnologias Náuticas)
Nó de Linha de Guia 28
ISBN: 972-8819-62-5
t
O~
EMENDAS OU NÓS DE UNIÃO 40 69

Nota do Editor
Emenda de Meias Voltas 42 Nó de Arnês 58
O propósito deste livro é servir de introdução à arte de fazer nós.
Recomendamos insistentemente aos leitores que procurem Nó de Escota 44 Emenda de Empatadura
aconselhamento técnico de profissionais qualificados antes
de usar nós especificamente para escalada, resgates ou actividades Nó de Escota Singelo 46 (de anzol) 60
pe rigosas que possam causar danos ao equipamento ou danos pessoais.
Nó de Pescador Singelo 47 Emenda de Empatadura 62
Nó de Pescador Duplo 48 Nó de Voltas Falidas 64
Nó Cego 50 Falcaça de Chicotes
Nó de Brandais 52 Mordidos (com agulha) 66
Nó Ashley 54 Emenda Portuguesa 68
Nó de Rigger 56 Emenda de lais de Guia·69
' ~ {J

.: l .~
" _-c~-

. ~ ,
í N o I C E í N o I C E

NÓS DE LIGAÇÃO 70-97 LAÇOS 142-185

Nó Direito 72 Portuguesa 86 Nó de Azelha 144 Tensão 162


Nó de Cirurgião 74 Peito de Morte 88 Nó de Azelha Dobrado 145 lais de Guia pelo Seio 164
Volta de Fiel Mordida 76 Falcaça de Chicotes Nó de Barca 146 lais de Guia de Correr 166
Volta de Tomadouro 78 Mordidos 90 Alça Inglesa 148 lais de Guia Espanhol 168
Volta de Prancha 80 Falcaça de Nós Direitos 91 Alça de Pescador 150 lais de Guia Dobrado
Botão Cruzado 82 Falcaça de Nós Simples 92 Nó Cego Derivado do Nó de Oito 152 pelo Chicote 170
Nó de Empacotador 83 Falcaça de Agulha 94 Nó de Trempe Dobrado Nó Borboleta 172
Amarra Quadrada 84 Botão Redondo 96 (pelo chicote) 154 Nó de Estralho 174
Alça Swami 155 Pinha de Saco 176
VOLTAS E AMARRAS 98-141 lais de Guia Singelo 156 Nó Honda 178
lais de Guia de Volta Dupla 158 Nó de Encapeladura 180
Meia Volta 100 Voltas Redondas para lais de Guia (de alpinista) 160 Catau de Encapeladura 182
Volta da Ribeira 101 Atracagem 122 lais de Guia com o Cabo sob Nó de Botija 184
Boca de lobo Singela 102 Volta de Linga Deitada 124
NÓS VARIADOS DECORATIVOS 186-215
Volta de Cotovia 104 Nó Bachmann 126
Boca de lobo Dobrada 105 Nó Prusik 128 Cadeia de Impunidoro 188 Gacheta de Cus de Porco
Volta de Fiel 106 Nó Italiano 130 Costura Redonda 190 208
Volta de Fiel (Cabeço) 108 Volta de Linga Emenda com Costura Gacheta Quadrada 210
Volta de Fiel (Argola) 109 em Pé 132 Redonda 192
Duas Meias Voltas Nó de Camionista 134 Falcaça à Inglesa 194 Cochim de Nozinhos 212
e Dois Cotes 110 Empatadura de Nó de Catau 196 Gacheta de Rabo
Voltá de Anete 112 Anzol com Voltas Rosca de Cabo 197 de Raposa 214
Nó de Porco Dobrado 114 e Empatadura de Encapeladura de Três 200 Glossário 216
Nó lcicle 116 Anzol de Voltas 136 Nó Fiador 202 índice Remissivo
Amarra de Halter 118 Falidas 138 Escada de Corda sem Alfabético 220
Boca de lobo Singela Nó Turle 140 Madeira 204 Agradecimentos 224
Pronta a: Disparar 120 Aparelho Poldo 206
NTRODU' ÇÃO I NT ROOUç Ã O

.1 NTRODUÇAO
o uso de fio, cordel, linhas e cordas na nossa vida menos conhecidos, e com os quais se
quotidiana e em actividades ao ar livre torna-se pretende fazer voar a imaginação e ajudar a
mais fácil e mais seguro se tivermos algumas passar aqueles momentos em que se está
noções sobre cordame e sobre a forma de fazer abrigado de um temporal.
nós em cabos. A s cordas são feitas a partir de Além dis so, explica-se a construção de
fibras naturais ou sintéticas dispostas em cordas e materiais usados em cordame, e
tranças ou filaças. Todo o cordame fica, dão-se muitos conselhos úteis sobre nós.
até certo ponto, mais enfraquecido se nele Todos os nós apresentados neste livro
fizermos nós. podem ser feitos se m a utilização de
Os nós, dividem-se nos seguintes ferramentas especiais, razão pela qual o
grupos: nós de união (para unir pontas); empalme (emenda por costura de mão) se
emendas ou nós de uniãó (para ligação a limita a cabos de três filaças (deixando os
um objecto); nós fixos ou de bloqueio cabos entrançados e torcidos múltiplos para
(para impedir a passagem através de um publicações mais especializadas).
orifício ou que o cabo se descoche; nós de ligação (para fiXar) e de laço (laço fiXo Pelo facto de os nomes que designam os
ou de correr). D epois de aprender como fazer alguns nós, disponha de mais nós variarem muito segundo o âmbito geográfico, cultural e laboral em qu e os
algum tempo para saber algo mais sobre os mesmos. Treine a execução do nó mesmos são usados, foram incluídos alguns nomes
em diferentes materiais e diâmetros; exerça tracção em cada nó para determinar alternativos, com a intenção de facilitar a sua
até que ponto ele é seguro e para testar a possibilidade do mesmo se desfazer identificação. Qyer seja em casa ou no jardim,
acidentalmente. Mostre os nós feitos por si a a bordo de iates, barcos ou canoas, em
outras pessoas - é surpreendente o que se pode acampamentos, à beira de água, em locais
aprender ao ensinar alguém. remotos, em quintas ou estábulos, este
Existem no mercado muitos livros de nós, livro será um companheiro inestimável
o mesmo acontecendo com os manuais de para todos os que desejam aprender a fazer
primeiros socorros. Mas cada um deles oferece nós ou refrescar os seus conhecimentos
sempre alguma coisa de diferente - novas nesta matéria.
descobertas, métodos alternativos, etc. Tal Alguns nós deste livro podem ser
como acontece com os primeiros socorros, um utilizados para salvar a vida -
conhecimento básico de nós e a forma de os particularmente aqueles que são usados para
fazer pode também salvar vidas. escalada e descida (rappel). Aprenda como
N este livro, o autor destaca uma selecção fazer estes nós usando este livro, mas não os
de nós de utilidade em situações práticas, bem aplique na prática sem supervisão ou
como alguns outros nós, que são decorativos e ensinamento por instrutores qualificados.

- -------- .
NT R O O Uç Ã O I NT R OOUç Ã O

Qyando a alma existe isoladamente, designa-se geralmente por


ESTRUTURA DOS CABOS "trançado oco". Uma alma e a sua camisa exterior designam-se por
"duplo trançado". São também utilizadas designações específicas
.~.

como "corda torcida de 3 filamentos e dezasseis cordões entrançados"


Cabos entrançados ou nomes comerciais dos fabricantes, como "Marlowbraid". O
Os cabos de cordas formam-se utilizando fibras naturais ou filamentos número de combinações possíveis é demasiado vasto para ser aqui
sintéticos de materiais, qu e foram torcidos em conjunto sob a forma de fios . enumerado, mas caso se pretenda saber mais sobre as mesmas, a
Os fios são torcidos em conjunto dando lugar a filaças, que por sua vez são Internet e os catálogos dos fabrican tes de cabos e cordas constituem
torcidas, dando lugar a cordas ou cabos. boas fonte s de informação. D evido à exigência cada vez maior em
Qyando olhamos para um pedaço de cabo de três fil aças, veremos que a termos de qualidade, está a tornar-se popular entre os fabricantes, a
torção das mesmas pode ser para direita ou em Z (independentemente da combinação de mais do que um material na confecção de cabos,
posição em que colocamos as fJaças, estas parecem sempre enrolar no especialmente no que se refere a cabos entrançados utilizados para Cabos
sentido ascendente e para a direita) ou pode ser para esquerda ou em S escalada e vela de co mpetição. entrançados
(acima)
(as filaças enrolam em espiral no .sen tido ascendente e para a esquerda) . No
caso das cordas em Z, o primeiro grupo de fibras é torcido para a direita,
formand,? uma filaça para direita. Duas ou mais filaças - dependendo da
dimensão do cabo - formam uma trança com as filaças torcidas para a
esquerda, sendo as filaças depois enroladas entre si para a direita, a fim de
ESCOLHA DE CABOS
formar um cabo torcido para a direita ou em Z (Z- torcido).
Numa situação ideal, a escolha de cabos deverá ser feita com base na experiência, aconse-
No sentido de torção lhamento técnico, regulamentação existente e custo . Contudo, por vezes é necessário
I Filaça o cabo l-torcido
forma uma espiral utilizar aquilo que está disponível, devendo neste caso ser prioritário o critério da segurança.
ascendente para Ao comprar cabos, especialmente quando deles depende a segurança de vidas
a direita (acima)
humanas, deve- se sempre procurar o aconselhamento de profissionais e "comprar o

, Fio o cabo S-torcido melhor que estiver ao nosso alcance". Obtenha e mantenha um registo dos dados do
forma uma espiral fabricante sobre cada cabo, incluindo: nome do fabricante; data de fabrico; material
ascendente para
Fibras a esquerda
(encontra-se por vezes num a fita encastrada, como se fosse uma fibra, numa das filaças);
(à esquerda) resistência à ruptura ou carga média de ruptura; carga de segurança (aproximadamente 10
por cento da resistência); peso e capacidade de estiramento. Para além disso, os
Cabo de cordões múltiplos fabricantes disponibilizam, quando pedida, uma enorme quantidade
Este cabo consiste em quatro (ou seis) pares de filaças . Dois (ou de outros dados técnicos e químicos. É importante ter em conta que
três) pares são Z-torcidos e os outros dois são S-torcidos. As filaças toda esta informação se aplica apenas a cabos novo s. D everá dar-se
são então entrançadas mediante torção a fim de formar um cabo. um desconto sempre que se tratem de cabos já usados e verificar
cuidadosamente se existem quaisquer sinais de danos ou deterioração.
Cabos entrançados Em situações em que um cabo possa ser submetido a carga
Estes cabos são formados de várias formas com fibras ou filamentos dinâmica, como por exemplo amarras para atracagem, cabos de
de diferentes materiais. No centro do cabo existe uma alma ou reboque e cabos de segurança, escolha um material dinâmico, como o
núcleo, que pode ser simples, torcida ou entrançada. Sobre a alma nylon e o poliéster. Para cabos estáticos, como adriças, tirantes, cabos
existe uma camisa, geralmente formada por uma trama constituída transversais ou linhas que não devam distender- se, utilize Polietileno
por oito a dezasseis cordões entrançados. Uma cobertura ou manga de Alto Módulo (HMPE) de baixa capacidade de estiramento ou um
protectora adicional, normalmente para facilidade de cabo pré-estirado.
Cabo de cordões manuseamento, é por vezes acrescentada, utilizando também uma
múltiplos (acima) trama constituída por oito a dezasseis cordões entrançados. A Marlow fabrica grande variedade de cordame moderno (à direita)
N T R O O U' ç Ã O I NT R O O U ç Ã O

MATERIAIS USADOS EM CORDAME com o polipropileno para o fabrico de


cabos de fibras mistas e no revestimento
de cabos, onde a sua resistência ao atrito é
Fibras naturais necessária para protecção dos materiais
Estas não têm grande importância nos dias de hoje, mais delicados que constituem a sua alma.
mas existem ainda muitas no mercado, especialmente
2 O polipropileno (PP) é principalmente ,
o sisal e o algodão. Os cabos de fibras naturais são
3 utilizado para fazer reproduções de fibras 4 .::~~~~~ ;,\.gg~~/f'ft§l[!1f1;
feitos utilizando as fibras do líber de plantas, como o naturais e corda comum de baixo custo
4
algodão, o cânhamo (cannabis sativa), a juta, o coco para diversos fins. É confeccionado em
(cairo) ou fibras das folhas de um cacto designado por filamentos simples chamados monofila-
agave (sisal) e o abacá ou a bananeira selvagem 5 mentos, que conferem um acabamento
(cânhamo de Manila). liso, com um toque semelhante a cera, aos
6 cabos torcidos. O polipropileno também
Fibras sintéticas pode ser laminado e tingido de forma a 8
O s materi ~is sintéticos mais abundantes utilizados assemelhar-se às fibras naturais e pos-
7
actualmente na confecção de cabos são as poliamidas, teriormente transformado em corda, que 9 . ~~~, ' ,,7 ; -'ti'l'it!tjfm#j:trf./tm'f/I:r:r;tttfijI~'l)
o poliéster, o polipropileno e o polietileno. se parece com o cânhamo ou corda alca- "'-
As poliamidas, mais vulgarmente conhecidas como 8 troada. Por vezes são utilizados filamentos
10 :~""'~~
nylon ou perlon, são constituídas por uma fibra de fibras de lã e algodão cortadas em peda- 11
branca muito fina. O nylon é o material mais cinhos' o que produz na corda um acaba-
resistente para cabos quando seco, perdendo no mento com pelos, o que lhe confere uma 12
entanto alguma resistência quando molhado. Possui boa Cabos de fibras naturais boa aderência. A confecção utilizando
elasticidade e não flutua, o que o torna ideal para 1 Algodão Manila fibras divididas é frequentemente usada
utilização em cabos de amarração para atracagem, cabos 2 Cânhamo 6 Sisal 13
nas cordas mais baratas. Todas as cordas
3 Juta macia S·torcido
de reboque e cabos de âncora e linhas que possam ser (torção frouxa) 7 Sisal de polipropileno flutuam e a maior parte
14
submetidas a carga dinâmica. 4 Juta Z· torcido delas são em cores vivas, o que as torna
Os materiais de poliéster (PES, PET) incluindo o entrançada 8 Cairo ou
5 Cânhamo de piassava
ideais para uso como cabos salva-vidas. Cabos entrançados de fibras sintéticas
dacron, o terylene e o vectran, são também constituídos Os cabos de polietileno são 1 Trançado oco de polipropileno
2 Trançado oco de nylon
por finas fibras brancas. Geralmente utilizado em cabos entrançados e em cabos torcidos, constituídos por fibras ásperas brancas ou 3 Alma entrançada de nyfon, cobertura em pOliéster
o poliéster é quase tão forte como o nylon, mantendo a sua resistência, quer esteja seco ou coloridas. Os mesmos flutuam, são 4 Duplo trançado em poliéster
molhado. É leve e durável, com cerca de metade da capacidade de estiramento observada 5 Alma com fios de baixa torção em poliéster, cobertura
flexíveis e populares na indústria da pesca em poliéster opaco
no nylon - até mesmo inferior caso contenha um Polímero de Cristal Líquido (LCP) ou marítima. Os avanços na tecnologia do 6 Multifilamentos de poliéster, cobertura em poliéster
tenha sido "pré-estirado" pelo fabricante. O poliéster é geralmente utilizado em conjunto polietileno deram lugar também a uma opaco
7 Alma com fios de baixa torção em poliéster, cobertura
família de fibras finas extremamente fortes em poliéster
2 3 4 5 6 7 8 9 Cabos de condutores designadas colectivamente por Poli etileno 8 Alma de três fios de pOliéster torcidos, cobertura em
de fibra multifilares poliéster
p ,., de Alto Módulo (HMPE). Os cabos

,
~~
í!: 1 Corda de nylon entrançada 9 Alma em fibra Dyneema, cobertura em poliéster

tJ~

I
1:: incluídos neste grupo podem ser tão fortes
~
10 Almá em fibra Spectra/Dyneema, cobertura em malha
~
de oito filaças

~
como cabos de aço de igual diâmetro. aberta, bainha exterior em tecido
I.j ~,
2 Algodão
11 Alma entrançada em fibra Dyneema, cobertura em
V. A sua leveza, propriedades de baixo
V, 3 Fibras descontínuas
~ ~ de polipropileno torcidas
poliéster
~
~
estiramento e resistência total à água 12 Alma entrançada em fibra Dyneema, cobertura em
4 Corda em polipropi leno
~ fazem deles os cabos ideais para uso em tecido, bainha exterior em pOliéster opaco

~~
~
5 Monofilamento de polipropileno 13 Monofilamento de polipropileno, cobertura acrílica,
~ pequenas embarcações à vela e iates de

I
~
6 Fibras divididas de polipropileno bainha exterior em poliéster opaco
f)
alta performance. 14 Corda em borracha multifilar, cobertura em poliéster
~
~ 7 Poliéster
%' ~
8 Nylon
~ ~
9 Poliéster
~ ~~
~
Í'Í
r%
NT R O O Uç Ã O INTRODU Ç o

CUIDADOS EMANUTENÇÃO FERRAMENTAS USADAS COM NÓS EM CORDAME


Para além do facto de as cordas serem bastante dispendiosas, a nossa vida - ou a de outros - Uma faca é O in strumento mais básico
pode ser posta em risco se as mesmas não forem devidamente cuidadas. De igual forma, o nosso utilizado para cortar cabos; ou tros métodos de
equipamento, quer se trate de um caro iate ou da mosca na extremidade de uma linha de pesca - corte incluem tesouras, pequenas tesouras e
pode danificar-se ou perder-se. Passamos a indicar uma lista de O QUE D EVE FAZER bem uma lâmina aquecida, ou arame (para fibras
sintéticas). Um alicate poderá ser útil para
como O QUE NÃO DEVE FAZER, com vista à manutenção do bom estado das cordas.
realizar operações para as quai s os dedos não
possuem força suficiente ou poderiam sofrer
O QUE DEVE FAZER o QUE NÃO DEVE FAZER
cortes. A s pinças podem ser usadas em
• Inspeccionar as cordas e ve rifica r se não estão • Subme te r as cordas a fri cção excess iva - a abrasão
trabalhos delicados e complexos.
danifi cadas antes da sua utilização; danifica qualque r ti po de fibras;
E specificamente destinados a cordas, os
· O1lalque r que s.eja o seu tipo, mantê-las limp as; · A rrastar as co rdas através de are ia, de tri tos, óleo punções são usados para separar e empalmar as
• Lavar a corda com sabão não de tergen te; ou so bre superfícies irregulares; filaças que formam as cordas, a fim de efectuar
· Lavar a corda que tenha estado (.;111 co ntacto com • Ap licar carga numa corda em que se tenham junções ou emendas. São geralmente feitos de
úgua do mar, o maior número ele vezes possível formado do bras vincaclas; lnadeira de textura muito densa - COIUO é o

com úgua doce e sempre <lntcs elc a armaze nar; caso da madeira guaiaco (lignum vitoe) - ou de
· Pi sar as cordas - bem corno limpa r neJas detritos
aço, com um pequeno punho protector em
· Enrolar a corda de forma ad equada para evitar que se tenham agarmd o :\ so la do calçado , poclerú
madeira - como é o caso do rep resentado na
que fique com cocas; daniticar as fibra s;
foto ao lado (A). A ferramenta designada ansa
• D esatar os nós que não esti ve rem a ser util izados; · Ap licar carga ou es tiramento excessivos numa
metálica (H) é geralmente feita pelos atadores
• Lu brificar (a sali va é o melho r) os cabos corda ou cabo de bungce - além de ser perigoso, de nós e é utilizada para puxar a extremidade
rnonofi lares antes de os limpa r de nós - isto provocarú de fo rm ação o que fad co m que acabc de trabalho (chicote) d as cordas através de
evitará dan os resu lta ntes de abrasão; por romper, ou provoque um e nfraquec im ento trabalho de cOl·doaria complexo.
• Ql<llquer que seja o s~u ti po, guardar o cordame pennanentementc; O fio encerado o u falcaça (f) é utilizado
enrolado sem apertar e suspenso, afastado do so lo.
para fazer falcaças, fa!caças temporárias e
• Deixar as cordas expos tas ao sol desnecessariamente.
emendas; podendo também servir para coser.
A fita adesiva proporciona também uma
excelente falcaça provisória, especialmente
quando a corda é cortada, podendo também
ser usada com a finalidade de servir de
identificação. Para selar os chicotes de cordas
de fibra sintética poder-se-á utilizar um
isqueiro de gás butano, um isqueiro de cigarros
J ou fósforos (falcaça térmica). Ferramentas usadas na feitura de nós
e em cordame
As ferramentas usadas por especialistas A Punção de aço G Punção de madeira
incluem: o abre- manilhas (Ponta de Merlim) B Abre-manilhas H Ansa metálica
para emenda de cabos; punções ocos e (Ponta de Merlim) I Fita adesiva
C Alicate j Fio encerado
instrumentos com olhal (ansa) para emenda de O Abre-manilhas K Cabo reparador de velas
Cabo arranjado para
cordas entrançadas; e o repuxo e agulha do E Punção de aço L Isqueiro de gás butano
exposição como pequeno
veleiro. M Pinças
peça de museu F Abre-manilhas N Navalha para cabos

- . -- ------
N T R O O U ç ÃO I N T R ·0 O U ç i O
,
AESCOLHA DOS NÓS TERMOS USADOS NA FEITURA DE NOS EM CORDAME
No início de cada capítulo deste livro são referidos os Alguns dos termos mais comuns utilizados na feitura de nós e em cordame são aqui referidos - alça,
usos que vulgarmente se dão aos nós nele incluídos. laçada (ou seio), laço (ou volta), dobra em forma de U, parte passiva (ou abandonada) do cabo ou
Contudo, a escolha do nó ideal para a tarefa em vista corda, chicote (ou extremidade de trabalho), falcaça e emenda. Outros termos incluem disposição
depende de um número de factores adicionais . no sentido de torção (pág. 10); linha dura (pág. 217); linha macia (pág. 219); cabo Z-torcido ou
torcido para a direita (pág. 219) e cabo S-torcido ou torcido para a esquerda (pág. 219). O termo
Segurança cordame é usado para englobar qualquer fio, cordel, cordão, linha corda ou cabo adequados.

• Irá o nó resistir no material usado, sem se desmanchar? Termos que se


aplicam ao trabalho
• As extremidades de trabalho (chicotes) necessitam dar mais em corda
voltas ou deverão as mesmas ser deixadas soltas ou presas? A Alça (ou Mãozinha)
B Emenda de Botão
• O diâmetro da corda é um factor a ter em conta (alguns C Laçada
nós desmancham-se quando feitos com cabos rígidos ou O Laço (ou volta)
E Parte passiva (ou
muito grossos)?
abandonada) da corda
F Seio
A Volta de Prancha - um nó seguro e estável para suporte de uma G Falcaça
tábua de madeira (à esquerda) H Chicote (ou extremi-
dade de trabalho)

Estabilidade COMO UTI LIZAR ESTE LIVRO


• Irá o nó ceder, "deslizar" ou "voltar-se" quando sob
tensão, caso se enganche noutro objecto ou quando A sequência de desenhos que acompanha as descrições Aplicações gerais
não estiver a suportar nenhuma carga? da execução dos nós pretende, por si só, ser
suficientemente elucidativa, dispensando palavras. As

Resistência
• Até que ponto o nó feito na corda irá enfraquecê-la?
setas indicam a dirccção na qual as extremidades de
trabalho ou as laçadas devem ser pLL'{adas, enfiadas ou M- - \l.
1 •
t__ ;
Campismo

Na maior parte dos casos, as linhas enfraquecidas


pelos nós irão partir-se no ponto em que a parte passiva
seguradas, enquanto que a linhas tracejadas indicam
posições intermédias ou a trajectória que um chicote
(extremidade de trabalho) deverá seguir para chegar ao
W Escalada e espeleologia

passo seguin te.


do cabo ou corda entra no nó. O s nós vulgarmente usa-
dos podem'enfraquecer a corda em 30 a 60 por cento da
D eve ser sempre seguida a ordem indicada e ve-
rificada a correcta sequência em cima!em baixo de um
~ Navegação de recreio e vela
sua resistência normal sem nós, enquanto que a emen- nó antes de o apertar. Cada nó existente neste livro é
da conserva a maior parte, senão a totalidade, da resis-
tência da mesma.
acompanhado por um símbolo, que dá a conhecer de
forma rápida os diferentes propósitos a que o uso desse
d Pesca
nó se destina. O s mesmos incluem aplicações gerais ,
Uma Costura Redonda irá conservar a maior parte, senão a
totalidade, da resistência do cabo em que foi feita.
campismo, escalada e espeleologia, navegação de
recreio e vela, pesca e equitação.
IJ Equitação
,
NOS FIXOS OU DE BLOQUEIO
O s nós fIxos ou de bloqueio são usados, quer na extremidade de um cabo ou
corda para evitar a sua destorção ou o seu desgaste, quer como pega ou
decoração. O s mesmos podem também ser feitos em cabos que tenham
sido descochados, nos quais, uma vez feito o nó, a corda é de novo
entrançada, normalmente para servir como pega ou estribo,
mas muitas vezes apenas com fIns decorativos.

As utilizações que os nós fixos ou de bloqueio podem ter incluem:

Impedir que a extremidade de um fio Fazer um porta-chaves de bolso em


de coser passe através da trama do fo rma de bola -
tecido - Pinha de Retenida (pág. 30)
Nó Simples (pág. 20)
Nó de Correr (pág. 21) Começar a entrelaçar ou entrançar
corda por cima -
Decorar a extremidade de uma corda Pinha de Balde (pág. 32)
ou como cordão para candeeiro -
Nó Simples Dobrado (pág. 22) Começar uma junção das extremida-
Nó de Linha de Guia (pág. 28) des ou um entrelaçado ou entrança-
do da corda por baixo -
Fazer uma pega ou estribo na Cu de Porco (pág. 33)
extrem idade de uma corda -
Nó de Ostreiro (pág. 24) Fazer um nó decorativo em espiral
Nó de Estivador (pág. 25) com duas ou mais cordas -
Pinha de Colhedor (pág. 34)
Impedir que a extremidade de uma
adriça passe através de uma roldana - Formar uma pega ou estribo na parte
Nó de Oito (pág. 26) passiva de uma corda entrançada -
Pinha de Colhedor (pág. 34)
Tornar pesada a extremidade de uma Pinha de Anel Fixo (pág. 36)
corda que se pretende lançar -
Nó de Linha de Guia (pág. 28) Decorar a extremidade de uma corda
Pinha de Retenida (pág. 30) di! escadas ou de barreira -
Pinha de Baça (pág. 38)
FIXOS OU DE BLOQUEIO ó FIXOS OU DE
, ,
.NOSIMPlES NO DE CORRER
• Também conhecido como: Laçada

Este nó tem tendência para se formar nas No caso de ser necessário um grande nó de
cordas e é aqui mostrado na sua forma bloqueio, pode ser usado o Nó de Correr. Este nó
mais simples, feito na ponta de um cordão é usado frequentemente na extremidade de
como um nó de bloqueio. Pode ser usado trabalho (chicote) de fio de algodão, quando com
na extremidade de uma corda pouco gros- ele se cose à mão. A vantagem deste nó sobre o
sa, cordel ou mesmo linha de coser, sim- Nó Simples (pág. 20) é a de que este se pode
ples ou duplo, como um pequeno nó de desfazer facilmente PlL-xando o chicote.
bloqueio ou para impedir que as extremi- O Nó de Correr é um outro nó básico que
dades se descochem. Aperte o nó puxando aconselhamos o leitor a praticar, visto que o
a parte passiva, ao mesmo tempo que se- mesmo o irá ajudar a fazer muitos dos outros nós
gura o seio na outra mão. referidos neste livro. Há que não confundir este
A Laçada, que constitui a primeira parte nó com o Nó Simples de Correr em que o Nó
do Nó Direito (pág. 72), a qual usamos nos Simples é feito na extremidade de trabalho da O Nó de Correr é a base para muitos

atacadores dos sapatos, é também aparen- corda (chicote), em torno da parte passiva. outros nós

tada com este nó. O Nó Direito é feito


utilizando dois chicotes e, por tal razão, é
o Nó Simples é o mais simples dos nós de classificado como um nó de ligação.
bloqueio

-~
_'::n/ Faça pass~
os fios para
r ~~
Aprenda a • ....J
coser à mão ~
fazer este z
por uma o
nó tanto j',:i U
barra de
com a mão
cera de
direita como
abelhas,
com a mão
antes de
esquerda
os utilizar
em telas

" I pesadas.
Chicote
Um Nó Simples Dobrado como extremidade decorativa de um cordão

o Nó Simples Dobrado tem um passo mais em relação ao Nó Simples (pág. 20).


~ando puxado seguindo o mesmo método do Nó Simples, irá formar um nó de
bloqueio com duas voltas em torno da parte passiva da corda. Por se ter adicionado
mais voltas, o mesmo passa a ser designado por Nó Simples Dobrado, aqui mostrado
com três laçadas, sendo possível fazê-lo com um número de laçadas superior. O efeito
da utilização de mais do que duas laçadas permite ~bter um nó mais decorativo, não
melhorando, no entanto, o seu desempenho como nó de bloqueio. Aprenda a fazer
Faça a laçada suficientemente grande, que permita que cada volta vá ficando perfeita- este nó utilizando
mente ao lado da volta que a antecede antes de começar a puxar as extremidades, ao uma corda sinté-
mesmo tempo que torce ligeiramente a parte passiva da corda e a extremidade de traba- tica que deslize
lho (chicote). Verifique cuidadosamente como os nós se formam, pois quando se trata bem, monofi-
de material que não desliza com facilidade, é necessário controlar cuidadosamente cada lamento ou até
volta, para que fique na devida posição à medida que o nó é puxado. Este nó é bonito e mesmo fio com
ficará bem na extremidade do cordão de atar à cintura de um vestido ou roupão. revestimento
plástico.
ÓS FI X OSOU DE BLOQUEIO NÓ FI X OS OU DE BLOQUEIO
, ,

11 NO DE OSTREIRO NO DE ESTIVADOR
l?\
~ Clifford Ashley deu a este nó o nome de Nó de O streiro no seu livro - The o Nó de E stivador forma um
~ Ashley Book of Knots - após o ter descoberto a bordo de um barco de apanha
de ostras. Um modo simples de o fazer é formar um Nó Simples de Correr,
bom nó de bloqueio temporário,
tão fácil de atar (e desatar) como
o fazer passar o chicote por dentro do seio, e puxar, fazendo uso da parte passiva. o Nó de O streiro (pág. 24),
cc::
I.LI
Este nó possui uma base larga plana e é provavelmente o melhor nó de embora um pouco mais
cc::
.--
..,.., bloqueio para esticar os cabos de toldos e cabos semelhantes . volumoso. Para o fazer, forme o
o nó numa das mãos e puxe a
I.LI
o parte passiva. Este nó faz um
-o bom nó de bloq ueio para colares
::z:
de contas e fiadas semelhantes.
É mais fácil de executar se a
extremidade de trabalho der a
volta em torno da parte passiva
(em vez de torcer o seio) antes
de ser passada através do seio.

a Nó de Estivador é ideal para ser usado num cabo fino

,
Parte passiva

a Nó de astreira é ideal para esticar


os cabos de toldos (à direita)
1I[[_ _ _ ._._.!1...!~_.~
F ....!.1 X o SOU D E B L O QUE [ O ás FIXOS OU DE BLOQUEIO
,

• .T~m~m~~eg,lc!m9
o
Nó de Trempe ou Volta de Fiador
Chicote lo-
O

V
LU
O
Se tIvesse
" , este sena
que ensmar a uma pessoa apenas um no, . o que eu escolh ena.
' Na sua
'o
Wt forma mais simples, o Nó de Oito é provavelmente o mais usado de todos os nós fIxos
ou de bloqueio. O mesmo pode ser confIgurado de forma a proporcionar uma grande
::z:

~ quantidade de emendas, amarras e laços práticos e seguros. Como nó fIxo, é mais volu-
moso do que o Nó Simples (pág. 20) ~mais fácil de desatar, sendo esta provavelmente a
razão pela qual ele é amplamente utilizado na vela, para impedir que as extremidades dos
cabos passem através das roldanas. Aperte o nó puxando apenas a parte passiva e segure
as laçadas na mão colocada em forma de concha, de forma que o nó se forme como
indicado (à direita). Se puxar-
mos a parte passiva e a extre-
Chicote
midade de trabalho (chicote),
forma-se um nó decorativo.
Qtando sujeito a sacudidas de
forma excessiva, especialmente
numa escota deixada solta, este
nó pode mesmo desatar-se.

Este nó é ideal para


ser utilizado sob um
assento de balouço. Parte passiva Formação do Oito
Determine o centro de
um pedaço de corda e
faça dois Nós de Oito
(feitos como nós de
bloqueio) de forma a
obter uma
sustentação em
quadrado.

o Nó de Oito é utilizado para


impedir que as extremidades
dos cabos passem através das
roldanas
FIXOS OU D
,
BLOQUEIO NÓS FIXOS OU DE BLOQUEI
----,----
NO DE liNHA DE GUIA
. Também conhecido como: Nó de Franciscano ou Nó de Monge

Um método rápido e fácil para tornar mais pesada a extremidade de uma corda que se
pretende lançar. Normalmente utilizado na extremidade de uma linha de guia, conforme
o nom e sugere. A extremidade da corda onde foram feitos os nós pode ser atirada a partir
de um barco para o cais ou sobre um muro, em redor de um ramo de árvore, etc., e a
outra extremidade enrolada em torno de um outro cabo de atracagem mais pesado ou
corda de escalada. Usado na ponta de um cordão decorativo, forma uma cuidada
disposição de círculos em torno de uma parte passiva, de forma que a corda penda com
elegância. Para apertar o nó,
segure nas voltas e puxe a í
\
parte passiva. \
\
\
\
\

Um maior número de voltas irá aumentar o peso do Nó de Linha de Guia

Chicote

Parte passiva

~
--'

Prenda sempre a ponta passiva de ~


uma corda que se pretende atirar à ~
distância a um cabo de atracagem ou ... ~
amarra, a um corrimão de protecção .Ri3
ou a outro objecto estático, antes de
lançar a ponta lastrada.
Chicote
.
FIXOS OU DE BLOQUEIO NÓ FIXOS OU DE BLOQUEI

PINHA DE RETENIDA
-.:l.,- - - - Chicote

T,---__ Voltas

Parte passiva f

A Pinha de Retenida a servir de lastro na ponta de uma linha de guia

A Pinha de Retenida foi concebida para formar um peso na extremidade de uma linha de
guia. No entanto, o desenho simétrico formado por este nó tornou-o popular também
como nó decorativo para porta-chaves e outros artigos igualmente funcionais. Ao fazer o
nó, deve-se deixar uma porção de corda suficiente para fazer cada uma das dobras finais.
A extremidade de trabalho (chicote) pode ser entrançada ou falcaçada
juntamente com a parte passiva, ou introduzida no interior do nó. h'!-""""'I----::~;,. Dobras finais

Uma pedra Para enfiar dentro do nó, forme um nó fixo na ponta e urda a Pinha de
grande Retenida sobre o mesmo, retrocedendo até à parte passiva da corda.
coberta por Puxe para esticar um pouco de vez em quando, caso contrário o nó terá'
uma Pinha tendência para perder a sua forma. No caso de o nó estar a ser usado
de Retenida como peso numa linha de guia, nunca coloque qualquer coisa pesada
resulta num ou dura no interior do nó. Oltando a sua finalidade for decorativa,
bonito calço qualquer objecto esférico pode ser usado no centro do nó - berlindes,
de porta. bolas de golfe, etc. - mas poderá ser necessário realizar maior número
de voltas de forma a cobrir o objecto. A ponta do cordão ou corda pode
ser metida dentro do nó, de forma que não seja visível.
FIXOS OU DE BLOQUEIO NÓ FIXOS OU DE BLO

a. PINHA DE BALDE
A Pinha de Balde é raramente utilizada
por si só, mas vale a pena aprender a fazê-
CU DE PORCO
Tal como o nó anterior, a Pinha de
Balde (pág. 32), o Cu de Porco é
raramente usado isoladamente . Pode

-la porque ela serve de base para a
formação de muitos outros nós. A Pinha ser usado com mais frequência para
de Balde, com um Cu de Porco (pág. 33) formar a fundação de uma Falcaça à
em cima, constitui uma atraente Inglesa (pág. 194), ou para formar
alternativa ao nó Cabeça de Turco, Gachetas (pág. 208-211).
podendo ter duas ou três camadas, A formação de um Cu de Porco com
de forma a tornar-se mais volumosa. três filaças é descri ta à direi ta, mas é
possívd usar mais filaças (em baixo). Falcaça provisória
O revestimento contínuo com "camadas"
pode ser utilizado para revestir objectos
cilíndricos.

Uma Pinha de Balde formada por quatro filaças

./'

Use falcaças provisórias ou f~


.ta .~
Use uma Volta de Fiel adesiva para manter as filaças ~
Mordida (pág. 76) para formar em posição e para impedir as • ~
CF)

uma falcaça provisória em pontas das fi laças de se desco- '~


Fji' u
torno de uma corda de três charem; isso também facilitará
filaças e na ponta de cada a passagem das mesmas sob
filaça, antes de descochar os as filaças de outro cabo
fios para formar este nó. o Cu de Porco pode ser formado com três ou mais fílaças enquanto faz o entrançamento.
FIXOS OU DE BLOQUEIO ó FIXOS OU DE BLOQU _E_ _ __ -..._ ........

• PINHA DE COLHEDOR

CD Ligadura provisória

As filaças emergem
do centro

Filaças
restabelecidas

A Pinha de Colhedor forma um decorativo nó fixo na extremidade ou perto da extremidade de um cabo

Esta Pinha de Colhedor é um elegante nó fIxo que pode ser


Aprenda a fazer inserido em qualquer corda entrançada, a qual voltará a ser
este nó com entrançada na sua forma inicial; infelizmente muitas cordas
três filaças, sintéticas não podem voltar a restabelecer-se. Qgando se destina
aumente depois a fIns decorativos, este nó pode ser realizado em cabos com
para cinco, seis praticamente qualquer número de fliaças - que tenham sido
ou mais, à entrelaçadas entre si - para se obter um atractivo nó em espiral. ®
medida que a Ao fazer tracção, tente visualizar a forma final do nó, seja
sua destreza paciente, e trabalhe cada fllaça cuidadosamente.
aumentar.
os OU DE BLOQUEIO N Ó F I X O S OU DE BLOQ

• PINHA DE ANEL FIXO .?\


O
><
.......
-.I
u..I
::z:
c:::t:
u..I
C
c:::t:
::I:
::z:
t::I-

CD
provisória

o Nó Diamante - um exemplo do Cu de Porco e da Pinha de Balde usados em conjunto

--'
>- Puxe gradual- A Pinha de Anel FL'{o é um atraente nó fL'{O ou de bloqueio para
' :::l
o ~ente o nó, ser utilizado mais na parte passiva de um cabo do que na ponta
3w - do mesmo. D eve ser feita no cabo uma falcaça temporária e as
(/)
tendo sempre
z suas fi laças devem ser descochadas e falcaçadas antes de se fazer
o presente o nó
u
acabado, de o nó. As filaças que emergem do centro do nó retomam em
forma a man- seguida o sentido de torção. A Pinha de Anel Fixo é um
ter a sua for- exemplo do Cu de Porco (pág. 33) e da Pinha de Balde (pág. 32)
ma correcta. usados em conjunto.
NÓS IXOS OU DE BLOQ
'--__ ._I.......;~~_;....
FIXOS OU DE BLOQUEIO

Pinha de Balde Pinha de Balde

• PINHA DE BOÇA e Cu de Porco

Falcaça provisória ou Falcaç


de Chicotes Mordidos

Dobra-se o cabo
frI
seguindo a filaça
original

A Pinha de Baça - como "Primeiro uma Pinha de Balde, depois um Cu de Porco,


um terminal decorativo de dobra-se o cabo e enfiam-se as pontas para dentro." Este
uma corda de barreira - é
uma amostra das "Artes elegante acabamento para a ponta de um cabo de três ou
dos Marinheiros" quatro fJaças é ao mesmo tempo prático e decorativo. Pode ser Enfiar o chicote por baixo
usado numa corda baloiçante, como pega ou estribo, ou para
Para realçar o evitar que um colhedor de vela escorregue da mão. Antes de
aspecto decorativo, descochar as fllaças, meça pelo menos 20 vezes o diâmetro da
cubra cada filaça corda a partir da extremidade de trabalho e acrescente uma
com lona ou falcaça provisória - uma Volta de Fiel Mordida (pág. 76) ou
material colorido e uma Falcaça de C hicotes Mordidos (pág. 90) - envolva em
coloque uma argola fita adesiva ou ate uma falcaça em torno das pontas de cada
em pele por detrás fllaça. Comece com uma Pinha de Balde (pág. 32), continue
do nó, como mostra com um Cu de Porco (pág. 33). Uma vez que o nó esteja
a fotografia. firmemente apertado, as pontas podem ser entrelaçadas no ® ®
interior da parte passiva usando um remate gradual, que pode
então ser coberto com uma Falcaça de Chicotes Mordidos.
,
EMENDAS OU NOS DE UNIAO
Como o seu nome indica, este tipo de nós serve para unir os chicotes
de dois cabos distintos, normalmente com carácter provisório.

As utilizações que as emendas ou nós


de união podem ter incluem:

Unir duas secções do tippet Unir linhas pequenas e costuras -


(terminal) ou do líder- Nó de Guarnição (pág. 58)
Emenda de Meias Voltas (pág. 42)
Unir monofilamento e linhas de nylon
Unir duas linhas de diferentes de pequeno diâmetro -
calibres - Emenda de Empatadura de anzol (pág.
Nó de Escota (pág. 44) 60)

Unir um mensageiro ao cabo para Unir linhas de nylon e monofilamento


rodear um obstáculo- de diferentes diâmetros -
Nó de Escota Singelo (pág. 46) Emenda de Empatadura (pág. 62)
Unir duas linhas ou cabos - Unir a linha móvel para pesca à linha
Nó de Pescador Singelo (pág. 47) de suporte-
Nó Cego (pág. 50) Nó de Voltas Falidas (pág. 64)

Unir duas linhas de monofilamento ou Unir uma linha móvel para pesca à
material escorregadio - linha de união -
Nó de Pescador Duplo (pág. 48) Falcaça de Chicotes Mordidos (com
agulha) (pág. 66)
Unir duas linhas pesadas ou de
grande diâmetro - Unir uma linha de guia/mensageiro a
Nó de Brandais (pág. 52) um grande cabo de amarração -
Emenda Portuguesa (pág. 68)
Unir linhas de material diverso e
cordas para o salto bungee - Unir duas cordas grandes do mesmo
Nó Ashley (pág. 54) diâmetro ou de diâmetros diferentes -
Nó de Rigger (pág. 56) Emenda de Lais de Guia (pág. 69)
I MENDAS oU NÓS oE UNI Ã O EMENDAS oU NÓS DE UNI Ã O I
EMENDA DE MEIAS VOLTAS
. Também conhecido como: Nó Paragum

Este nó é na realidade constituído por dois Nós Únicos atados


lado a lado como uma forma eficaz de unir duas secções do tip-
pet (terminal) ou um líder. Disponha as duas linhas paralela-
mente e ate a primeira Emenda de Meias Voltas . Soca-se o nó
com uma pinça ou alicate antes de atar a segunda Emenda de Duas linhas linhas
Meias Voltas. Para completar, puxe ambas as partes passivas de monofilamento,
firmemente unidas por
para unir os nós. Corte as pontas de trabalho para obter um meio de uma Emenda
trabalho mais perfeito. de Meias Voltas

®
I M E N DAS
,
o U NÓS D E UNI Ã O EMENDAS o U NÓS DE UNI Ã O I
NO DE ESCOlA
Também conhecido como: Nó de Escota Pronto a Disparar

Formar uma
alça com a
corda mais
grossa

Embora as origens deste nó estejam enraizadas na história o Nó de Escota é


usado para unir duas
remota da navegação à vela, quando ele era usado para atar as
linhas de grossuras
escotas ao ponto de escota numa vela, o Nó de Escota pode ser diferentes. Forma-se um Nó

usado para unir duas linhas de diferentes grossuras, desde que a Chicote de Escota de Correr
(acima) com um seio
diferença não seja grande, sendo que neste caso a Emenda Portu- entre o laço da corda
mais grossa e a parte
guesa (pág. 68) é mais adequada. O Nó de Escota pode também
passiva da corda
ser usado para fIxar uma corda a qualquer objecto que tenha um mais fina. O nó
orifício circular, através do qual a linha possa ser passada, sendo o Parte de correr pode ser
desatado com mais
chicote preso sob a parte passiva - por exemplo com as argolas passiva facilidade quando
das redes de deitar. Pode também ser usado na ponta inferior do a corda está sob
tensão.
cabo de amuras de uma bandeira para a prender na adriça. Um
outro uso comum é para fazer redes ou para a sua reparação.
I MEND A S oU NÓ DE U NI Ã O
,
EM E N D A S O U NÓS DE U N I ÃO I
NO DE PESCADOR SINGELO
o Nó de Escota Singelo é o Nó de Pescador Singelo - não deve ser
usado quando cordas unidas confundido com a Volta de Anete ou ~ ll
precisam de ser puxadas sobre Volta de Fateixa (pág. 112) - é formado ~
arestas ou obstáculos. Comece com dois Nós Simples (pág. 20), que são IA
o
--J por formar um Nó de Escota puxados em conjunto de forma que os
~
L.U

d
(.!j
(pág. 44). Pegue depois no chicotes curtos de cada um deles fiquem
:z:
......, chicote do cabo de reboque, orientados em direcções opostas. É a
~
O
......,
\......I
passe pela frente da sua parte
passiva e no sentido ascenden-
forma mais segura de juntar duas linhas ou
pequenas cordas de diâmetro idêntico.
I]
L.U te através do seu próprio seio. Contudo, tal como todos os nós, ele irá
L.U
O Por este método, ambas as enfraquecer as linhas nas quais é atado. 9L.U
'O pontas de trabalho (chicotes) (.!j
:z: :z:
ficam dispostas ao longo da
o Nó de Escota Singelo pode ser puxado sobre uma aresta ou corda a ser arrastada, havendo o Nó de Pescador Singelo é uma forma segura de
obstáculo sem ficar presa. por isso menor tendência para unir duas linhas.

se esbarrar num obstáculo.


1, M E N DA S oU N ÓS DE UNI Ã O EMENDAS O U N Ó D E UNI Ã O
I
NÓ DE PESCADOR DUPLO O
--'
O-
Também conhecido como: Emenda de Cotovia ~
C
!.:A-~ cc:::
V:
.- j .
O
C
<C
..,.,
I...)

u..J
O-
u..J
Chicote C
Parte passiva 'O
:z:

Faça rodar

Primeiro Nó Simples Duplo


Chicote

o Nó de Pescador Duplo é seguro, mesmo quando feito em linha de monofilamento.


® Segundo Nó Simples Duplo
Não é mais complicado de fazer do que
o Nó de Pescador Singelo (pág. 47),
com a excepção de que os Nós Simples
(pág. 20) são dobrados de forma a ob-
Prenda os chicotes com fita adesiva ter-se um nó mais estável, especialmen-
à parte passiva para um melhor te em linha de monoftlamento. O s nós
acabamento ou para evitar que os simples podem também ser triplos ou
quádruplos para maior segurança. Aperte juntos ambos os nós
mesmos esbarrem em obstáculos.
I MENDAS
,
OU NÓ DE UN ÃO EMENDAS OU NÓ DE UNI Ã O
I
NO CEGO (DERIVADO DO NÓ DE TREMPE) ..-..
L..L.I
Q..
::::E:
L..L.I
C<:::
o Nó Cego é uma das emendas mais fortes e estáveis usadas actualmente em cordão I--
L..L.I
ou corda. É fácil de executar e mesmo depois de ter sido sujeito a uma tensãó c::l
'O
considerável, é possível desfazê-lo com alguma insistência. :z::
Ate um Nó de Oito (pág. 26) de forma frouxa com a Linha A (primeiro passo). O
c::l
Enfie a extremidade de trabalho (chicote) da Linha B no nó, paralelamente à O
c::l
extremidade de trabalho da Linha A (segundo passo). Continue a seguir o curso em <C
torno do nó, de maneira que a extremidade de trabalho da Linha B sUlja ao lado da >-
C<:::
L..L.I
parte passiva da Linha A (terceiro passo). As extremidades de trabalho podem ser c::l
'-'
presas com fita adesiva às partes passivas, caso necessário.
O
I:...!:'
L..L.I
~

'O
:z::

'1
. Ch;'•• (U"h. AI
Parte passiva
(linha A)

o Nó Cego é possível ser desfeito mesmo depois de ter sido sujeito a uma tensão considerável.

Chicote (linha B)

------ Chicote (Linha B)


Parte passiva
(Linha A)
Parte passiva (linha A)
I M E N DAS
,
oU NÓ DE UNI Ã O EMENDAS O U óS D E UNI Ã O
I
• NO DE BRANDAIS .\
...... - - ----~
----------- ........
"
7'
/5
~ .... ,
\
\
\
I
J
I
/

Chicote / /

Pa rte passiva

Ligue cordas de grande diâmetro com o Nó de Brandais

o Nó de Brandais é principalmente usado para união de duas cordas ou cabos de grande Este nó atraente (à
diâmetro. A sua inclusão neste livro é feita para informação mais completa. Pode ser direita), é executado
da mesma forma que
usado para junção de duas cordas de diâmetros ligeiramente diferentes, e deve ser o Nó de Brandais,
apertado puxando pelas partes passivas dos cabos. Qyando for necessário, por exemplo, mas usando chicotes
dobrados
passar através de argolas grandes, guias de cabo ou em torno de um cabrestante, as
extremidades de trabalho devem ser presas às partes passivas. Note que as extremidades de
trabalho emergem do nó de lados diferentes. Feito com as extremidades de trabalho a
emergir do mesmo lado do nó, o que permite que a sua forma, depois de puxado, seja
plana, o Nó de Brandais transforma-se num nó decorativo, muito frequente em projectos
em macramé ou nos galões de uniformes. Nesta forma é conhecido como o Nó Josefina.
I MENDAS
,
OU NÓ DE UNIÃO

I:]
MENDAS O U N Ó S DE UNI Ã O
I
NO ASHlEY >-
LU
---I

' -"-
V
, "
::J::
.."
c::::c
I 'O
Nó Simples
:z:
~
~

~
I: CD

o centro de amarração de quatro vias de um cabo para o salto bungee formado por um Nó Ashley.
Foi muito recentemente que este nó passou a ser conhecido como Nó Ashley; no seu Parte passiva
livro, T he Ashley Book of Knots, Clifford Ashley apresenta-o como sendo original,
mas sem lhe dar um nome. Este nó tem muitas aplicações - pode ser usado para junção
de cordas, em ráfia, algas marinhas e ainda materiais tão diversos como cordas de mo-
Parte passiva
nofliamento e para o salto bungee (choque). Aceita tracção em qualquer direcção, em
qualquer das quatro extremidades. Uma aplicação particularmente apropriada desta
característica é o seu emprego no centro de uma amarração de quatro vias (acima).
Trata-se de um dos poucos nós de união que é 100 por cento estáveL Para além de se
manter firme, é também fácil de desfazer após ter sido submetido a tensão. Para o fazer,
forme um Nó Simples (pág. 20) com um dos cabos, passe depois o segundo cabo
através do anterior (primeiro e segundo passos) . Puxe delicadamente os quatro
terminais, e em seguida as duas partes passivas, de forma a apertar o nó.
II MENDAS
,
oU ó DE UNI Ã O EMENDAS o U NÓS DE UNI Ã O I
NO DE RIGGER Primeiro Nó Simples

• 'Também conhecido como: Emenda de Hunter


1/\
V
L _ .. 1

Chicotes

~\
\ \
\ \ Segundo Nó Simples
\ \
\

Parte passiva

o Nó de Rigger pode ser usado com segurança numa grande variedade de materiais. -
Pensa-se que o Nó de Rigger terá sido pela primeira vez publicado nos Estados
Unidos por Phil Smith em 1950. Contudo, o jornal The Times no Reino Unido
publicou um artigo em 1978 afirmando que o Dr. E. Hunter tinha descoberto um
novo nó, ao qual tinha chamado Emenda Hunter. Alguns entusiastas ávidos por nós
reconheceram, que estes dois nós eram, de facto, idênticos. A sua correspondência
levou à fundação da Associação Internacional de Atadores de Nós em 1982. O Nó de
Rigger é um nó estável, que é fácil de desfazer. É formado por dois Nós Simples Parte passiva
(pág. 20) entrelaçados e pode ser feito com uma vasta gama de materiais, incluindo o
cabo para o salto bungee. Para apertar o nó puxa-se por ambas as partes passivas.
I MENDAS
,
OU NÓ
"-
DE UNIÃO EMENDAS O U N Ó DE U N I O
I.......,
NO DE ARNES • I
<L.LJ
:z:
et::.
Também conhecido como: Emenda de Empacotador <t:
L.LJ
c::l
Um nó prático, particular-

\I
'O

~
mente adequado para peque- :z:
Parte Passiva
nas cordas de atar embalagens
ou para prender um atilho
CD 0
partido sem ter que desman- [)
char todo o atado. Para atar,
pegue no cabo sob tensão te;)
(caso ele exista) e faça um
seio, conforme se ilustra no
primeiro passo. Passe a extre-
midade de trabalho (chicote)
da segunda corda através do
seio e feche o mesmo . Passe
agora uma Meia Volta (pág. Alça
100) em torno da parte passi-
va e plL'Ce-a para baixo na di -
recção do seio.

Parte Passiva
Pratique este nó Meia Volta
com um cabo sob I I
tensão
ascendente e
descendente -
pode ser usado Use the Harness
em qualquer dos Bend to make
sentidos. temporary
repairs to broken
tack straps

o Nó de Arnês tem diversas


utilizações práticas
I M E N DA S O U Ó DE U N I Ã O E M E N DA S OU N Ó DE U NI ÃO
I
EMENDADEEMPATADURA (DE ANZOL) .-..
--I
O
r-.I
. Também conhecida como: Nó de Sangue :z::
<C
u..J

--
O

<C
a:::::
:::::>
\ linha de nylon O
<C
!:;;:
a....
::E
u..J
u..J
O
<C
,\
O
:z::
u..J
::E
u..J

@ Chicote /~

A Emenda de Empatadura (de anzol) feita em linhas monofilamentares de espessuras idênticas.

*i=.
A Emenda de Empatadura de anzol é possivelmente a
emenda mais popular usada pelos pescadores para unir dois
Antes de segmentos de linha. É particularmente útil para unir nylon ou
fazer este nó, linhas monofilamentares, em que a parte passiva é longa ou ""11",,. b,m ",em'" ============
molhe a linha inacessível, por exemplo, quando em dois carretos.
de nylon para Faça a Emenda de Empatadura de anzol com pelo menos três
a tornar mais voltas: um m aior número de voltas aumentará a resistência do @
flexível. nó. Contudo, uma vez bem apertado, é virtualmente
impossível desfazer este nó.
I M E N DA S OU ÓS DE U N IÃO EMENDA S OU N Ó DE U N I ÃO I
d EMENDA DE EMPATADURA c:::(
c.::::
:::::>
.Também conhecido como: Nó de Água Cl
c:::(

~
Q...
::E
U-I
U-I
Cl
c:::(
Cl
:z:
U-I
::E
U-I

Linha mais
curta
Laçada

A Emenda de Empatadura feita com duas linhas de espessura idêntica.

Apesar de ser um nó muito antigo, tem sobrevivido à prova do


tempo com muitos materiais para linhas diferentes, conti-
Lembre-se de nuando a sua popularidade no mundo da pesca. Uma
que os líderes vantagem da E menda de Empatadura é a de que a mesma em espiral
em nylon ou pode ser fei ta com linhas de diferentes espessuras.
fluorocarbono Para a fazer, disponha as duas extremidades de trabalho
de grande paralelamente uma à outra (primeiro passo) . Pegue na linha
resistência não mais curta - ou na linha que ainda es tá num carreto - e passe-
devem ser a por dentro da laçada (segundo passo), assegurando-se de que

'P""d'~
atados a linhas a laçada é suficientemente grande, para que a parte passiva,
convencionais que está do lado direito, passe através dela. Forme quatro
de nylon. voltas em espiral (terceiro passo) e puxe da mesma forma que
Volt"
o Nó Simples Dobrado (pág. 22) .
,
DAS ou NÓS D E UNI Ã O EMENDAS O U NÓ DE UNI Ã O
I
d-· NO DE VOLTAS FALIDAS
."
laçada c::c
Linha móvel C
--l
c::c
""'-
."
c::c
!::::i
O
::-
u.J
CD linha de suporte
C
'o
:z:
Chicote longo ~-

Chicote longo

Deixe pontas Voltas laçada


Este método de atar uma linha de mosca à linha de reserva
compridas quando
backing é ainda preferido por muitos - apesar da alternativa fizer o Nó de Voltas
de uma manga com supercola - porque permite a substituição Falidas

rápida e fácil das linhas de mosca, usando a mesma linha


backing e carreto. Faça o Nó de Voltas Falidas com uma
porção generosa de linha, tanto por razões de segurança, como
por maior facilidade de execução. Certifique-se de que o
chicote da linha de suporte fica bem preso dentro do seio.
Puxe as voltas para cima, no sentido do seio.
I MENDAS oU ó DE UNI Ã O EMENDAS OU NÓ DE UNI Ã O
I
d .FAlCAÇA DE CHICOTES'MORDIDOS .--..
c::x::
::t:

------~ ~--­
......J
(COM AGULHA)
0
:=l
(,,!)
A Falcaça de Chicotes Mordidos (com agulha) é usada c::x::

~ ~~
r---- :::E:
para criar uma união suave entre a linha de mosca e a extre- O

~ N ----
(.....)

-:_ '~: _~_ ~J midade da parte grossa do líder (butt). Este é não só um
método extremamente forte de prender o monofilamento à
linha móvel, como é também improvável que o nó fique
Linha móvel Monofilamento
........
O
Cl
Cl
co:::::
preso numa saliência quando a linha apanha um peixe.
O
:::E:
........
U-I
I--
O
(.....)

::t:
(.....)
U-I
Cl
c::x::
(.....)'l
c::x::
(.....)
-------------~~~ ......J
c::x::
L..I-

A Falcaça de Chicotes Mordidos (com agulha) forma uma união entre a linha móvel e o terminal do
líder sem irregularidades
I M E N DAS o U NÓ DE U NI ÃO
EMENDAS OU NÓ DE UNI Ã O
I
EMENDA PORTUGUESA EMENDA DE LAIS DE GUIA
M
i I k.
~ Mais segura que o Nó de Escota (pág.
44), a Emenda Portuguesa é usada para
atar uma corda com pequeno diâmetro,
que se pretende atirar a alguma distância,
a um grande cabo de amarração, porque é
necessário não só prender a corda mas
também puxar e manter em posição o seio
formado na extremidade do cabo. Use
pelo menos quatro voltas e ap'erte bem A Emenda de Lais de Guia une dois cabos, independentemente da sua dimensão relativa ou material
cada volta realizada, antes de dar a volta
Criado como uma alternativa ao Nó de Brandais (pág. 52) para cabos de amarração, a
seguinte. Note que a Emenda Portuguesa
Emenda de Lais de Guia é usada para unir cordas de quase qualquer diâmetro,
é finalizada com uma M eia Volta (pág.
sabendo que o lais de guia é forte e que pode desfazer-se, mesmo que tenha sido
100) em torno da parte passiva do cabo de
submetido a tensão. Se necessário, o cotovelo form ado pelos dois laços pode ser
amarração.
afrouxado, enfiando o segundo cabo para formar um nó direito (pág. 72) na união
A Emenda Portuguesa prende uma linha de antes de meter o segundo lais de guia.
guia a um cabo de amarração

G)
,
NOS DE llGAÇAO
Os nós de ligação empregam geralmente ambos os chicotes do
mesmo cabo ou linha para atar, envolver ou segurar outros objectos.

As utilizações que os nós de ligação podem ter incluem:

Segurar as extremidades de uma faixa Atar um nó corrediço em torno de um


ou ligadura triangular; segurar os rizes pacote -
das velas; atar as portas e paredes das Nó de Empacotador (pág. 83)
tendas de campismo com fitas -
Nó Direito (pág. 72) Amarrar duas varas no ângulo ade-
quado -
Atar um cabo ou linha escorregadios Chicote Quadrado (pág. 84)
em torno de um fardo ou objecto -
Nó de Cirurgião (pág. 74) Amarrar canas de bambu de pequeno
diâmetro, etc. no ângulo adequado -
Agarrar, reter ou falcaçar provisoria- Portuguesa (pág. 86)
mente o chicote de um cabo -
Volta de Fie/ Mordida (pág. 76) Atar uma amarração diagonal em
armações e vigamento -
Amarrar um fardo; amarrar uma vela a Peito de Morte (pág. 88)
um mastro ou retranca-
Volta de Tomadouro (pág. 78) Falcaçar os chicotes de cabos ou malha
entrançados ou cordas com pelos -
Amarrar a prancha de um andaime; Fa/caça de Chicotes Mordidos (pág. 90)
amarrar num feixe varas, paus ou Fa/caça de Nós Direitos (pág. 91)
tábuas -
Volta de Prancha (pág. 80) Falcaçar ou atar qualquer segmento de
um cabo -
Amarrar canas de bambu de pequeno Fa/caça de Nós Simples (pág. 92)
diâmetro, etc. no ângulo adequado -
Botão Cruzado (pág. 82) Falcaçar a extremidade de cabos
torcidos de fibras naturais ou
sintéticas -
Falcaça de Agulha (pág. 94)
LIGAÇÃO NÓS DE LIG
,
NO DIREITO [ / Primeiro chicote "\
• "Também conhecido como: Nó de Rizes

"O Nó Direito está pensado para emendar duas linhas de igual diâmetro". Esta
afirmação perpetuou o uso erróneo deste nó por muitos de nós no passado. Embora seja
certo que está concebido para atar os chicotes de um cabo e que o seu aspecto elegante o
\
torna muito atraente, só é útil quando se emprega para o fim adequado . As faixas \
\
triangulares ou em tira apresentam duas extremidades que podem ser bem atadas por \
.-' \
\
meio de um nó de aspecto plano e cómodo; muitos outros materiais macios podem ser \ \
\ \
amarrados por meio deste nó, feito com os dois chicotes de um cabo. Segundo chicote \ ">
\'v/
Este nó não deve ser usado como uma emenda. É pouco seguro e caso a parte de
cima se volte, ele transformar-se-á numa Boca de Lobo Singela (pág. 102) em torno de
um único cabo, o qual pode deslizar e libertar-se facilmente. O Nó Direito é muito
usado em macramé, onde tem o nome de Nó Direito.

( /

Segundo chicote

onó acabado é simétrico

Um Nó Direito, feito com os chicotes de um cabo, ata um rolo de material macio.


DE LIGAÇÃO Ó DE L I G A ç Ã
,
NO DE CIRURGIAO O
1<C
~
cc::
=:::l
cc::
U sado para amarrar os chicotes de \-)

material escorregadio, este nó é LU


O
usado pelos cirurgiões para
'o
es trangular vasos sanguíneos, 0 :z:
se ndo igualmente eficaz com
nylo n, monofilamentos e outros
materiais escorregadios. Pode ser
usado como um nó de ligação,
com o mesmo número de voltas
por cima e por baL'{o (à direita) ou
como nó de união, que se faz
melhor com duas voltas primárias
e outra secundária (página
Primeiro chicote Segundo chicote
seguinte) . PLL'{a-se as partes
passivas para apertar o nó.
O Nó de Cirurgião, feito em linha de
monofilamento, de modo a ficar plano .

.-'
I' Segundo Primeiro chicote
chicote

onó acabado é simétrico

\ \
\ \
\ \
\ \
Primeira parte passiva \
\
\
\
\ \
\ \
\ :>
\/
DE LIGAÇÃO ó D E L I G
-'''----_._-

VOLTA DE FIEL MORDIDA


'Também conhecido como: Nó Constritor ou Nó Feixe de Lenha

Parte passiva

Volta inferior

Volta superior

A Volta de Fiel Mordida aplicada como uma falcaça ou ligadura provisória no chicote de uma corda.

Certifique-se de que a
Mais uma ferramenta do que simplesmente um nó, a Volta de Fiel Mordida tem mais
utilizações do que qualquer outro nó e deve merecer uma posição destacada na lista de
volta superior se cruza
aprendizagem de nós, independentemente das suas preferências. Alguns usos deste nó são: com o Nó Simples
a falcaça provisória do chicote de um cabo ou no rebordo de uma união; uma braçadeira em formado pela volta
torno de um feixe de linhas ou cabos; uma ligadura para manter juntos objectos que se inferior (segundo
pretendem colar e o uso geral de uma terceira mão. passo) Caso assente
O nó é feito da mesma forma que a Volta de Fiel pelo Chicote (pág. 106), mas o chicote entre o Nó Simples,
dá a volta por debaixo da volta inferior para formar um Nó Simples (pág. 20), o qual se não ficará agarrada.
segura com firmeza ao ajustar o nó. O nó mantém-se firme e abraça os cabos com força, de
forma que, na maior parte dos casos, é impossível de desfazer. Por essa razão, caso se use
para atar objectos, como a boca de um saco, será prudente que a volta final seja corrediça.
S DE LIGAÇÃO ás DE LI
- --''---- -- -

VOLTA DE TOMADOURO
Parte passiva

Tronco, barrote ou fardo

A Volta de A Volta de Tomadouro é realmente uma amarra "intermédia".


Tomadouro tem
Só pode ser feita num cabo que tenha sido preso a um objecto
muitos e variados
usos, incluindo com outro nó - a Volta da Ribeira (pág. 101) - ou através de
amarrar uma cama uma Costura Redonda (pág. 190), devendo ser amarrado na ex-
de rede ou arrastar
tremidade com uma Volta de Fiel pelo Chicote (pág. 106) ou
um tronco ou barrote.
uma Meia Volta (pág. 100).
A vantagem da Volta de Tomadouro sobre a Meia Volta é a
de que, como o chicote passa primeiro por cima e depois por
baixo da parte passiva, ela fica mais firme. Ao formar o nó, pu-
xando o cabo para baixo e no sentido para mais afastado de si,
trazendo-o de novo a uma posição central (mais de uma vez, se
necessário) quando bem apertado, ele manter-se-á enquanto se
faz a volta seguinte. Use este nó para amarrar uma cama de rede,
para prender fardos compridos ou com uma Volta da Ribeira,
para arrastar um tronco ou barrote, com o chicote para diante.
LIGAÇÃO NÓS OE

VOLTA DE PRANCHA
• Também conhecido como: Nó de Andaime
1~.
M
!,

VISTO POR CIMA

A Volta de Prancha
usada para
suspender uma
prancha de andaime.

Como sugere o nome alternativo pelo qual é conhecido, a Volta de


Use este nó para Prancha pode ser usada para muitas aplicações, como amarrar por
manter unidos ambas as extremidades a prancha de um andaime. Ao atar-se, levam-
objectos, enquan- -se as extremidades da corda até cima e ata -se o chicote à parte passiva
to decorre a sua com um Lais de Guia (pág. 156), como se mostra acima. Para ser
colagem ou usado como amarração em torno de varas, mastros, imobilização de
fracturas com talas, etc., deve-se puxar as extremidades, de forma a
fixação,
apertar bem, rematando com um Nó Direito (pág. 72).
IGA Ç ÃO N ÓS D E
,

!(1
BOTA0 CRUZADO
Semelhante à Volta de Fiel Mor-
dida (pág. 76), o Botão Cruzado
proporciona uma amarra que
NO DE EMPACOTADOR
o Nó de Empacotador é útil para
manter um cabo esticado e atar um
objecto, apertando-o enquanto se dá a
•cr::::
O
O
~
O
I....,)

aguenta bem e que pode ser difícil volta seguinte ou se prende o mesmo t:i:
:E
ou impossível de desfazer. Útil com uma Meia Volta (pág. 100). L.U
L.U
como uma amarra quadrada pro- Qlando atado em torno de um objecto, O
visória, a união pode tornar-se puxe a parte passiva e o nó aperta e fica 'o
::;;z
mais resistente fazendo o mesmo assente; puxe a ponta que sobra do nó e
nó por detrás das canas cruzadas, a parte passiva solta-se. Esta aplicação
nas costas do primeiro nó. É ge- prática do Nó de Oito (pág. 26) é

o Botão Cruzado constitui uma forma segura de amarrar


ralmente usado para fIXar as canas vulgarmente usada para atar pacotes,
canas para jardinagem. em jardinagem, para prender lata- fardos e a boca de sacos que devem ser
das ou caramanchões. Tal como a abertos e fechados com frequência .
Volta de Fiel Mordida, as pontas Pode fazer-se um nó fIXo no chicote do

M, que sobram do Botão Cruzado


podem ser cortadas rente ao nó
Nó de O ito para maior segurança.
\
\
I
\
o Nó de Empacotador é habitualmente usado para
\ \ para um melhor acabamento. atar pacotes.
\ \
\ "
"", ""

Chicote

Nófixo ou de bloqueio

/
Nó de Oito
~
LIGAÇÃO ",,---->---"'" N ÓS DE l I

<C
C
<C
a:::::
@ C
<C
::;)
A Amarra ~adrada é usada para prender <::)'
dois paus na perpendicular, formando ân-

~
<C

(
a:::::
gulos rectos, normalmente como parte de a:::::
<C
uma estrutura do tipo de andaimes ou ar- ::E
mações quadradas. Começa por se fazer <C
uma Volta de Fiel pelo Chicote (pág. 106)
em torno do pau colocado na vertical,
torcendo em redor do cabo a ponta que Voltas
sobra do nó (primeiro passo). Certifique-
se de que cada volta da espiral fica bem
?I Chicote
apertada (use uma alavanca se possível) ",,---->---"'"
antes de dar a volta seguinte. Deverá ser
"""'--L----"
suficiente dar três ou quatro voltas.
Finalize com uma Volta de Fiel, aplicando
a primeira meia-volta com a entrada o
mais perto possível das voltas de esgano à /
® Volta s de esga no
volta dos paus.

A Amarra Quadrada une em ângulo recto dois


paus que fazem parte de uma armação.
~ ( ~

Ao construir uma
armação, consegue-
se uma estrutura
provisória com o
Botão Cruzado (pág.
82) para manter as
travessas unidas.

Volta de Fiel
NÓS DE
LIGAÇÃO

PORTUGUESA
A Portuguesa pode ser usada para criar
um a união no topo de dois paus, com a \
\
finalidade de as du as pernas se abrirem
em cruz, ou para atar dois tubos
[) \
colocados paralelamente, a fim de --- ........
'- .
"-
aumentar o seu comprimento. "-
\
O número de voltas necessárias de- /' \
I _--~--, -I
pende da grossura dos tubos. Regra geral,
a largura da am arra não deve ser inferior ------ __ ---r-~ -/

,/

à largura combinada dos dois tubos.


Ao dar as voltas, estas devem ficar bem
assentes lado a lado, mas não demas iado
apertadas, deixando uma pequena o chicote
distância entre os tubos, para que se Volta de Fiel
possa adicionar pelo menos duas voltas
de esgano entre os mesmos. Finalize a
/
amarra com um a' Volta de Fiel pelo
C hi cote (pág. 106) assegurando-se de
Termina com
que a primeira meia-volta tenha a sua
uma Volta
entrada o mais perto possível do esgano.
Para impedir que as pernas dos tubos se de Fiel
abram durante o seu uso, adiciona-se um
ç:;;;;;
(
~
7
reforço entre as duas pernas à distância
aproximada de 30 em do fundo,
,
A Portuguesa unindo dois barrotes que se abrem
recorrendo para isso a uma Volta d e Fiel
em cruz.
para segurar cada extremidade às pernas.

Quando se pretende
aumentar o comprimento
- ~~
de duas varas, devem
usar-se Amarras Paralelas
sem vo l tas de esgano.
Soca-se cada volta o mais
possível, introduzindo em
~ Pernas -----..
seguida cunhas entre os Vo Itas de es gano
tubos pa ra apertar a separadas
ama rra .
IG AÇÃO ó oE l I


M
PEITO DE MORTE
'Também conhecido como: Amarra Diagonal

o Peito de Morte foi pensado para


manter unidos em cruz dois tubos
ou barrotes, Comece por uma
VISTA
LATERAL

Volta da Ribeira (pág. 101) através Voltas de fixação


do seio maior, continuando com
três ou quatro voltas de fixação em
cada sentido, esticando-as ao
máximo antes de dar a seguinte.
Arremata-se com uma Volta de
Fiel pelo Chicote (pág. 106),
aplicando a primeira volta com a
sua entrada o mais perto possível
Voltas de fixação
do esgano.

o Peito de Morte unindo varas em cruz,

®
\,\ ~
...J
CD / / \,\
Pode utilizar-se o
cabo de um martelo,
um machado ou um @)
maço como alavanca Volta da Ribeira
Voltas de esgano Volta de Fiel
para apertar
fortemente as voltas
da espiral.

~ fJ
~ (./
II
11111-_ _ . . .:......::....::....::..-0 E l I GA ç ÃO NÓSOE llG ~...:;..-_..-

,
• FALCAÇA DE CHICOTES MORDIDOS
A Falcaça de Chicotes Mordidos é fácil
e rápida de aplicar. É mais eficaz se a
praticar com fio de vela encerado e a
FAlCAÇA DE NOS DIREITOS
A Falcaça de Nós D ireitos di-
fere da Falcaça de Chicotes
Mordidos, na medida em que é

M
uma distância curta da extremidade do constituída por uma série de
cabo. A falçaca deve estar es ticada ao Meias Voltas (pág. 100), o que
m eL'Cimo e ter uma extensão equivalente resulta num atraente desenho .......
O
a diâmetro e meio do cabo. Emprega-se em espiral. T al como aco ntece I-
LU
com cabos de fibra natural ou cabos com a Falcaça de Chicotes ex:::
sintéticos entrançados, m as ,wenas Mordidos (pág. 90), a Falcaça O
.......
como falcaça provisória em cabos de de Nós Direitos deve ter um a 'O
A Fa lcaça de Nós Direitos é fe ita com uma série de Meias ::z:
nylon ou polipropileno torcidos, porque extensão equivalente a diâmetro Voltas LU
O
se desfaz com facilidade. e meio do cabo e a sua eficácia é
A Fa lcaça de Chicotes Mordidos, com fio de <C
I.,..)'l
vela encerado sobre um ca bo de fibra natural.
maior com cordas de fibras <C
I"...)
naturais e sintéticas --I
<C
entrançadas. '"'-

CD
CD

~----/ Utiliza-se esf


urdidura como
a l
~
~
revestimento • ~
decorativo no .1;3
punho de ferra- U

~-.-~
mentas ou em
asas e pegas me-
tálicas (como
uma luva).
I~~----I------~--
D' E L I G A ç ÃO
,
ÓS DE LIGA ""'-__1_.__
.....1

.FAlCAÇA DE NOS SI MPlES Primeiro Nó Simples

A Falcaça de Nós Simples


consiste na ligadura de uma
sucessão de Nós Simples (pág.
20) em cada um dos lados da
corda. Tal como acontece com
outras falcaças, é mais eficaz
quando feita com fio de vela
encerado , a uma curta distância
do chicote do cabo. Contudo, Cabo principal
devido à forma como é atada,
esta falcaça, é útil em qualquer
parte de um cabo .
Deve ter de comprimento o
equivalente ao diâmetro ou
diâmetro e meio do cabo.
Fazem-se Nós Simples o mais
apertados que for possível,
terminando com um Nó Direi-
to (pág. 72). Aplica-se esta fal-
caça com fibras naturais e sin-
téticas entrançadas, mas apenas Segundo Nó Simples
como falcaça provisória em feito no lado oposto
cabos de nylon ou polipropile-
no entrançados, porque se
desfaz com facilidade.

A Falcaça de Nós Simples com fio de Nó Direito


vela encerado, a uma curta distância
do chicote de um cabo.
LIGAÇÃO ÓS DE LI

. FALCAÇA DE AGULHA
~ A Falcaça de Agulll a é provavelmente
a melhor falcaça permanente para oseio é passado sobre
unir as pontas de qualquer cabo en- a extremidade da filaça
trançado. Tal como acontece com as
outras falcaças, é mais eficaz quando
feita com fio de vela encerado, a uma
curta distância do chicote. A falcaça
deve ser es ticada o mais possível e ter
de comprimento o equivalente ao
diâmetro ou diâmetro e meio do cabo,
sendo rematada por um Nó Direito
(pág. 72) entre as fllaças. Aplique esta
falcaça com cabos de fibras naturais e
Nó Direito
sintéticas entrançadas.

A Falcaça de Agulha feita em cabo


entrançado

oNó Direito assenta entre


as extremidades das filaças

Ao terminar,
soca-se bem
para que o Nó
Direito assente
com firmeza
entre as
extremidades
das filaças.
torno de uma
filaça
®
IGAÇÃO ó S oE
--~----~--_."I--~

BOTA0 REDONDO oQ
::z:
o
Q
LU
c.::::
o
1<C
I--
o
00

Primeira volta
de esgano

Botão Redondo Plano - usado para unir duas partes de um mesmo cabo

Qyando dois cabos ou dois bocados de um mesmo cabo são


Segunda volta de esgano, com uma meia-
unidos e depois atados um ao outro, isso designa-se por Botão
volta para prender a emenda de botão
As voltas devem Redondo. O Botão Redondo Plano (acima e na página
ser esticadas de seguinte) inicia-se com o chicote do cabo, que se faz deslizar
modo aficarem através de uma mãozinha. Isto permite juntar os dois cabos
juntas e antes de se efectuar a urdidura; basta uma Volta da Ribeira
regulares, para (pág. 101) no caso de o material não se poder descochar. O Corte rente a ponta
aumentar a comprimento do Botão Redondo depende da sua aplicação, do fio de vela
segurança do nó mas não deve ser inferior à largura combinada dos dois cabos .
final.
VOLTAS EAMARRAS
As voltas e amarras servem para unir uma corda ou cabo a um varão,
barrote, estai, corrimão, argola, punho de ferramenta, pilar, poste de
amarração, anzol, gancho, mosquetão ou outra corda ou cabo.

As utilizações que as voltas e amarras podem ter incluem:


Para acrescentar mais segurança aos Para atar uma linha a qualquer
nós - objecto cilíndrico para o içar ou
Meia Volta (pág 100) rebocar -
Nó Icicle (pág 116)
Para unir o início de uma amarra ou
um nó a um tronco ou a um barrote Para atar um animal a uma argola ou
pilar -
Volta da Ribeira (pág 101) Amarra de Halter (pág 118)
Boca de Lobo Singela Pronta a Disparar
Para unir uma corda a uma estaca - (pág 120)
Boca de Lobo Singela (pág 102)
Para atar um cabo de amarração de
Para atar um laço a uma argola - uma embarcação pequena a um
Volta de Cotovia (pág 104) poste de amarração, pilar ou cabeço

Para atar um cabo de suspensão de Voltas Redondas para Atracagem (pág 122)
carga a um gancho de elevação -
Boca de Lobo Dobrada (pág 105) Para içar ou baixar um bidão ou
barril selado -
Para atar um cabo a um barrote Volta do Barril (pág 124)
horizontal ou outro cabo -
Volta de Fiel (pág 106) Para amarrar um estropo
verticalmente ajustável e mosquetão
Para segurar um cabo a uma argola a um cabo-
ou a um pilar - Nó Bachmann (pág 126)
Duas Meias Voltas e Dois Cotes (pág 110)
Para amarrar um estropo a um cabo
Para segurar um cabo de reboque a vertical ou horizontal -
um tronco ou barrote - Nó Prusik (pág 128)
Nó de Porco Dobrado (pág 114)
Para largar uma corda sob controlo -
Nó Italiano (pág 130)
IP-____ .~__:;.._=_T A S E AMARRAS
v O L TAS

VOLTA DA RIBEIRA
Embora seja um nó per se, poucas vezes se A Volta da Ribeira faz-se com rapidez, nunca
emprega sozinha. Atada em redor de um bloqueia e desata-se com facilidade, o que a torna
barrote ou argola, só se aguentará com conveniente para amarrar um cabo a um objecto
êxito quando a corda não for escorregadia. cilíndrico, sobretudo quando a extremidade deve
A maior parte das vezes, a Meia Volta fIxar-se, de forma a aguentar outro nó ou amarra.
emprega-se com um papel de sustentação, Usado em conjunto com uma ou duas Meias
<C
!::i por exemplo, para manter no sítio a meia Voltas (pág. 100), a Volta da Ribeira ata uma
O volta das Duas Meias Voltas e Dois Cotes
::> corda, que pode ser usada para içar um objecto
<C (pág. 110). A combinação de duas Meias cilíndrico, arrastá-lo pelo solo ou rebocá-lo por
LU
Voltas resulta em nós como a Boca de
::E: água. Procure fazer este nó correctamente. Passe
Lobo Singela (pág. 102) e a Volta de Fiel
em redor do objecto um chicote que seja bastante
(pág. 106). É utilizada uma série de Meias
comprido, rodeie a parte passiva, enrolando o
Voltas para formar uma F alcaça de Nós
Direitos (pág. 91) na extremidade de um chicote sobre si mesmo (no sentido de torção da
Uma Volta da Ribeira segura uma corda
cabo, ou a formosa Gacheta de Rabo de corda, caso seja entrançada) com pelo menos 3 em torno de um tronco, que assim pode
Raposa (pág. 214), que é usada como pega voltas - ou mais, caso a circunferência do obj ecto ser arrastado

e cobertura decorativa de varões e argolas. Uma volta única retida por uma Meia Volta o permita.

CD
Uma Meia Volta

Duas Meias Voltas


VOLTAS AMARRAS
oL TAS AMARRAS

11 BOCA DE LOBO SINGELA


~ Este nó versátil adopta a forma de duas meias-voltas opostas sobre a parte passiva de
/
outra estrutura em corda, através de uma argola ou em torno de um varão ou pilar.
É amplamente usado para iniciar trabalhos de macramé e também é útil para
pendurar objectos com alças de suspensão em ganchos, argolas ou linhas. Pode ser
feito usando quatro métodos.
No primeiro método, rodeia-se o objecto com o chicote e estica-se o cabo antes de
praticar o segundo nó. Como a carga se exerce apenas na parte passiva, o chicote
CD Cabeço
poderá necessitar de ser seguro, por meio
de uma Meia Volta (pág. 100) ou um --------------------------~----~~'-------~-------------
Botão Redondo (pág. 96), em redor da
parte passiva. Como alternativa, o chicote
pode ser passado entre o seio e o objecto, /
para formar uma variação da Boca de
Lobo Singela (à esquerda).
Chicote comprido
Para atar a Boca de Lobo Singela usando o
segundo método, enfia-se o seio através do
objecto - como por exemplo um canivete
ou uma Pinha de Saco - e passam-se
ambas as extremidades através do seio.
No caso do terceiro método, passa-se o
seio de um laço fechado - como a etiqueta
na asa de uma mala de viagem - através
de uma argola, passando em seguida o --------------------------~----~~'------~-------------
objecto preso ao laço através do seio.
O quarto método consiste em passar a
extremidade de uma tira ou correia de
/
couro através de uma argola, para fazer a
primeira meia-volta. Passa-se depois a
segunda meia-volta, para que a
extremidade fique por cima da parte
passiva e seja puxada, de maneira a
assemelhar-se a uma gravata
Aparte passiva
Vemos à esquerda uma variação da Boca de assume a carga
Lobo Singela. Com o chicote faz-se uma meia-
volta por baixo do seio para maior segurança .
--------------------------~--~~'-------~------------
vo L TAS AMARRA _ _1_ __ _ _.... 1
o L TAS A M ARRAS

• VOLTA DE COTOVIA BOCA DE LOBO DOBRADA


V A Volta de Cotovia é usada para Esta é a melhor form a de prender um estropo ou laço
a um gancho, visto que a tensão é repartida de igual
prender uma argola a um olhaI, a uma
forma entre ambos os lados. Qtando um estropo
Pinha de Saco (pág. 176) ou um seio.
carregado é passado sobre a ponta de um gancho, a
Usa-se mais vulgarmente quando a carga segura de trabalho do cabo é consideravelmente
argola ou o cabo se podem enfiar para reduzida. Isso deve-se ao facto de, a tracção sobre as
formar o que são essencialmente duas fibras do cabo que ficam mais próximas do gancho, se
Meias Voltas (pág. 100) numa argola. produzir em ângulo agudo, descarregando a maior
A Volta de Cotovia pode também ser parte da carga sobre as fibras externas. A vantagem
de usar a Boca de Lobo D obrada consiste em que, na
feita passando o chicote de ,uma linha
eventualidade de uma das partes se quebrar, a outra
através de uma argola (abaixo).
aguentará o tempo suficiente para se descer a carga
com segurança.
Os seios de suspensão de uma rede de
deitar presos numa argola com Voltas de
Cotovia (à esquerda)

, I
o L TAS AMARRAS vo L TAS AMARRAS I
VOLTA DE FIEL (PELO CHICOTE)
~ Também conhecida como, Nó de Porco
. Este nó tão comum, útil e fácil de fazer, constitui um bom nó de ligação. No entanto,

~
como amarra, deve ser usado com precaução, porque pode desfazer-se, caso o objecto em
torno do qual está atado rode ou caso não seja mantida uma pressão constante numa ou

~ em ambas as extremidades da corda. Isto aplica-se sobretudo a cabos escorregadios, fei-


tos de fibras sintéticas, como os de propileno. Em termos práticos, existem dois métodos Chicote
la'
~J
de fazer a Volta de Fiel: o primeiro método é mostrado na página seguinte; o segundo,
na página 108.
A Volta de Fiel Deslizante é um meio adequado de atar provisoriamente as rédeas de um
animal, o chicote de uma linha de guia a um corrimão, ou para atar a boca de um saco.

Um chicote deslizante
numa Volta de Fiel
permite desfazer o nó
com rapidez quando o
A Volta de Fiel é usada para prender um cabo a cabo está sob tensão
um objecto cilíndrico (acima) (acima)
L. TAS A M ARRAS VOLTAS A M ARRAS

11 .VOLTA DE FIEL (PELO SEIO) - (CABEÇO) VOLTA DE FI EL (PELO CHICOTE) - (ARGOLA)


11
;O {2yando se dispõe de um pilar, varão ou A Volta de Fiel pode ser também usada
{V
~
.
i.
<.
.
cabeço, a Volta de Fiel pode ser feita
usando duas Meias Voltas (pág. 100).
Estas podem ser feitas previamente e
para atar um cabo a uma argola. É fácil
de ajustar quando o cabo não suporta
carga alguma, razão pela qual é particu-
it
L '

li enfiadas na extremidade do poste (em


baixo) ou, especialmente se o cabo
larmente útil se houver necessidade de
regular o comprimento do cabo. Deixe
..-
c:::C
---I
O
(.!?
..- necessita de ser esticado, feitas em torno cc::
---
O um chicote comprido de forma que não
l...J'l c:::C
u...I
do poste, primeiro uma e depois a outra. se escape através do nó. Como alterna-
cc
tiva, prende-se o chicote ou faz-se uma ..-
---
c:::C A Volta de Fiel feita com duas Meias Voltas
I..-)
e enfiada num poste de amarração u...I
falcaça no mesmo com fita adesiva ou I--
remata-se com uma Meia Volta (pág. O
I..-)
..-
O 100) à parte passiva do cabo . ::I::
I..-)
..,..,
u...I
A Volta de Fiel usada para prender um cabo O
---I
O u...I

---
---I a uma argola
u...I a....

---
a....
---I
u...I
/
/
/
, ,,
\ ü3
........
........ u...I
u...I \ \ P-
o ie(
c:::C :!=i
!=i O
::>
O \~
::>

I I
LnJ
V
CD
v O L TAS A M ARRAS
o L TAS AM ARR AS

~ Pm~~~nh~i~ !~~ ~i~O~!e~~ D~bra9,0 ISCOTES


I' ..,.,
u.J
I--
O
I.....,)
..,.,
O
Com o a Volta de A nete (pág. 112), este O
nó é forte, fiável e é usado para prender u.J
..,.,
um cabo a uma argola, a um poste ou <C
corrimão. F ácil de aprender e de atar, é
!::i
Avolta O
::>
provavelmente um dos nós m ais úteis que
suporta
..,.,
<C
se utilizam hoje em dia.
a carga u.J
U m a volta com o cabo em torno de ::::E
..,.,
um objecto fixo permite suportar uma <C
::;:)
carga considerável, desde que o chicote O
fique preso na mão ou, co mo é o caso
Parte passiva
neste nó , seja seguro com dois cotes (duas
meias-voltas). Se a carga não se aguentar
G) @
com facilidade, dá-se mais uma ou duas =]
voltas antes de se fazerem os cotes.
As múltiplas utilizações deste nó
incluem: atar a corda de um balouço a
uma pernada de árvore; amarrar a boça de
uma pequena embarcação a uma argola
de amarração ou corrimão; am arrar um a
corda de reboque a um veículo. Para
maior segurança, d eve-se fazer uma
falcaça com fita adesiva no chicote ou
( /
am arrar o chicote à parte passiva, depois
de se ter apertado o nó com firmeza. Meia Volta

Meia Volta

As Duas Meias Voltas e Dois Cotes são um nó


muito usado e com múltiplas utilizações
VOLTA S AMARRAS
..-1
1 -_._ --.---:.....;0;,.. L TAS A M A R R A S

~ .Y2E~h.~~co~oNv~~~Fateixa / /
/' " " " ,.

Esta amarra é estável e fIável para ser utilizada


~ em quase todos os tipos e diâmetros de cabos,
t!'-r cordas de fibra de piteira ou linhas. A mesma
~ pode ser utilizada para prender um cabo a
uma âncora, para amarrar um cabo a uma
rr=Il- argola, unir uma linha de m onofilamento a
~U um destorcedor ou unir uma arreata a uma
argola. Para maior segurança, ate uma Meia
Volta (pág. 100) em torno da parte passiva do
cabo ou linha. Para que o nó fique mais
resistente, amarra -se o chicote à parte passiva.

Chicote

Parte passiva r

CD
Volta de Anete com
uma Meia Volta
acrescentada

A Volta de Anele com uma


Meia Volta acrescentada
VOLTAS
,
AMARRAS V o L TAS A MA R R AS I
NO DE PORCO DOBRADO Meia Volta
o
Cl
«co::::
Também conhecido como: Volta de Fiel Dobrada

C2.!0lando se requer a tracção longi-


/' -- ---- \ CO
O
Cl
O
tudinal de um tubo ou de um cabo I...-)
co::::
estático, este fiel veterano sai por O
o....
vezes derrotado. Ao longo dos u...I
Cl
anos foram concebidas três formas
de fazer este nó.
c) Direcção da carga 'O
:z:
ou tracção
A primeira, para ser utilizada à
volta de mastros, começa por se
dar duas voltas com o cabo à volta
de um mastro, que se cruzam com
o chicote e à quais que se
acrescenta uma Meia Volta (pág.
100) no lado oposto à linha de
f
tracção (página seguinte).
O segundo método usa-se para
prender um cabo ligeiro a uma
corda ou cabo. D á-se a volta em
torno do mastro, acrescenta-se
uma volta cruzada e completa-se
com uma Meia Volta, tal como no
primeiro método.
O terceiro método pode ser
feito com o chicote a emergir da
Meia Volta final, em paralelo com
a parte passiva (extremo direito).

Deixar um
chicote
o Nó de Porco Dobrado com voltas
comprido
cruzadas é normalmente usado com A Volta de Fiel Dobrada (a cima)
cabos ou cordas compridas
vOL TAS A M A R R A S VOLTAS A M ARRAS
,
NO ICICLE L.U

) --I
~

'o
:z:

Passa-se o seio sobre


a extremidade da viga

o Nó lcicle é uma al ternativa mais segura ao Nó de Porco Dobrado e à Volta da Ribeira

H á ocasiões em que o Nó de Porco D obrado (pág. 114), a Volta da Ribeira (pág. 101)
ou a M eia Volta (página 100) não se agarram bem, especialmente em superfícies lisas;
salvo em circunstâncias pouco habituais, em que não exista fricção, o Nó Icicle fá-Io-á.
John Smith revelou este nó num encontro da Associação Internacional de Atadores de
Nós (T he International Guild of Knot T yers- IGKT) onde suspendeu o seu peso de
um cabo - no qual atou o Nó Icicle - atado em redor de um punção liso de madeira,
com a ponta virada para baixo. Muito valorizado na minha lista de nós práticos e úteis,
o Nó !cicle pode ser utilizado para puxar mangueiras de plástico, cabos eléctricos ou
escovilhões através de condutas e tubagens ou içar objectos cilíndricos, como tubos de Chicote
andaimes ou mastros. N ão se deve tentar usar M eias Voltas de sustentação antes do
Nó Icicle, porque este necessita de tracção directa.

As volta s cruzadas
I I
Submete-se o con seguem
nó a pressão o efeito de apreensão
total e deixa-
se que agarre
bem antes de
o usar.

I I
V O L TAS A M ARRAS VOLTAS AMARRAS
I
AMARRA DE HAlTER a:::.
L.L.J
!::::i

~
<C

A Amarra de Halter é um ( :::c:


L.L.J
C
<C
tipo de laço com um Nó a:::.
a:::.
Simples de Correr. Isto <C
torna-o útil como nó de
amarração, especialmente
CD ::E:
<C

para prender animais,


porque
independentemente da +-___ Chicote
tensão aplicada na arreata
ou rédeas, o Nó de Correr
(pág. 21) poderá mesmo
Parte passiva
assim ser desatado. Para
impedir que o animal
desfaça o nó, enfia-se o
chicote pelo laço de correr Nó de Correr
(passo 2). Puxa-se em
seguida pela parte passiva
para apertar o nó.

Chicote
Este nó pode
fazer -se com
rédeas,
b=-----( , I

~ I.. ...JJ
usando o seio Mantenha as cordas ~
como chicote. - t - - - Parte passiva limpas e livres de ~
sujidade ou restos de ~
comida lavando-as com ~
"'.. <.l
A Amarra de Halter frouxa é um sabão não
suficiente para prender um detergente e passando-
animal doméstico e é mais
fácil de desatar. as por água doce.
I I
VOLTAS AMARRAS v O L TAS AMARRAS

BOCA DE LOBO SINGELA PRONTA ADISPARAR


Esta amarração é útil para prender um cabo a um corrimão ou A Boca de Lobo
barra, especialmente se há necessidade de se retirar a corda de Singela Pronta a
Disparar atada numa
um ponto que está fora do nosso alcance ou soltá-la com rapi- barra (página
dez. A parte passiva do nó suporta a carga e faz-se deslizar o seguinte)
chicote de forma que, quando o mesmo for puxado, a corda se
liberte. Utiliza-se a Boca de Lobo Singela Pronta a Disparar
como uma amarração provisória para uma embarcação pequena
ou para prender um animal, embora se deva ter em mente que
o nó pode ser desfeito acidentalmente ou que algum animal
pode roer as extremidades da corda.
A Boca de Lobo Singela Pronta a Disparar não é considerada
segura para utilização na descida de pessoas.

Primeiro seio

Segundo
seio
Terceiro seio

Segundo seio
I Corrimão
ou barra
Aplicar
carga

1
Puxar pela parte
passiva para

CD Chicote comprido 0 0 apertar o nó


0
VO L TAS AMARRAS V O L TAS AMARRAS

VOLTAS REDONDAS PARA ATRACAGEM

Primeira Meia Volta

Segunda Meia Volta

Existe uma imensidão de Voltas para Atracagem e esta não é Voltas Redondas para
Atracagem seguras
mais do que uma variação usada para amarrar um barco a um com uma Meia Volta
cabeça de amarração. A
característica importante deste
método é que ele utiliza duas
ou mais voltas para suster a
carga e por isso, requer apenas Podem utilizar-se
uma força mínima para que as Meias Voltas
voltas aguentem e para adicionais para
impedir que deslizem. aumentar a
Rápido e fácil de fazer segurança,
por uma pessoa, é fácil sobretudo quando
soltá-lo ou aliviá-lo o barco amarrado
pouco a pouco, se vai ser deixado
----------~---------~~--~----------------------~
necessário, num canal sem acompa-
de m aré. nhamento
II~
I,
IIInl--.,..
AMARRAS v O L TAS AMARRAS

• VOLTA DE LINGA DEITADA


Estropo

P. Este método de suspender


um barril ou bidão selados
recorre a um nó já feito ou a
uma linga ou estropo com
cintas. Como alternativa
pode fazer-se um estropo
unindo os chicotes de um
Suspender do
pedaço curto de cabo com
um Nó de Pescador Singelo gancho para içar

(pág. 47). Assegure-se de


que o estropo está bem =
afastado, de forma a
abranger a parte de baixo do
barril, eliminando a
frouxidão e ajustando-o
antes de o içar ou arriar.

Para maior
segurança,
Passar o
pratica-se uma
estropo em torno
Boca de lobo
Dobrada (pág. do barril

105) no estropo
antes de o
suspender do
gancho

A Volta de Linga Deitada é usada


oestropo é bem afastado,
para içar e arriar uma carga. de modo a permitir o apoio máximo
VOLTAS AMARRAS VOLTAS AMARRAS
,
}tO NO BACHMANN
Utilizado sobretudo por alpinis-
tas e espeleólogos, o Nó Bach- Mosquetão
mann é concebido como um
estropo na vertical ajustável, que
se utiliza para suportar uma pes-
soa ou equipamento em carga.
- 1 - - - - - - Estropo provisório
Começa por se fazer um es-
tropa provisório, cujo cabo não
deve ter mais do que metade do
diâmetro da corda que pende na
vertical e que se vai unir com um
Nó de Pescador Singelo (pág.
47). Prende-se o estropo ao mos-
quetão e dão-se mais duas ou três
voltas em torno do cabo vertical,
mantendo .qualquer união exis-
tente no estropo afastada das
voltas.
A carga é suportada pelo es-
tropa unido à corda vertical;
quando a carga é soltada, o estro-
po pode ser movido utilizando o
mosquetão como pega.
Não se deve utilizar este nó para
sustentar uma pessoa sem a su-
pervisão ou instrução adequadas
por um especialista em escalada,
espeleologia ou instrutor de des-
Nó de Pescador Singelo
cida por cordas (rappel).

o Nó Bachmann, atado com um


estropo provisório e unido com um Nó
de Pescador Singelo (pág. 47).
VOLTAS AMARRAS V o L TAS A MA R R A S
1 ' , 8I~-I----·_·-
,
NO PRUSIK
Também conhecido como: Boca de Lobo Reforçada

Este método é utilizado para atar um estropo de suspensão a uma corda na posição Estropo
horizontal ou verticaL O cabo empregue para formar o estropo não deve ter mais do
que metade do diâmetro da corda principal.
Forma-se uma Volta da Cotovia com o seio do estropo, dando-se em seguida pelo
menos duas voltas com o seio exterior. Com mais voltas melhora-se o efeito de apreen-
são do nó, mas apenas se as voltas cingirem a corda principal, sem voltas sobrepostas.
, Qyando se exerce peso no estropo, as voltas apertam a corda principal. O aliviar da carga
permite movimentar o nó para cima ou para baixo, ou fazê-lo deslizar ao longo da corda.
II
o Nó Prusik pode ser
I a tado em cordas na
posição horizontal ou
vertical Corda principal

Com voltas
adicionais
melhora-se a As voltas bem
capacidade de cingidas à corda
Com oNó de apreensão do nó principal
Pescador Singelo
faz-se uma
laçada, devendo-
-se no entanto
assegurar que a
união se encontra
afastada do Nó
VOLTAS
,
AMARRAS
VOLTAS A M A R R A S
I
NO ITALIANO
M
I k'
i
~

Laço

"

o Nó Italiano invertido mediante a mudança da função de cada uma das linhas


o N ó Italiano é essencialmente um nó para escalada, pensado
Este nó é para permitir que uma corda que suporta uma carga possa ser
facilmente atado desenrolada, com o controlo de um chicote, que é usado como
travão, Qyando, no caso de não estar a suportar o peso de uma
de forma incor-
carga, o chicote é puxado de forma que o nó fique no outro lado
recta; não deve
do mosquetão, a função da parte passiva e do chicote inverte-se, Parte passiva
ser utilizado para Formam- se dois laços, pondo para a frente os bordos
rappel ou escala- exteriores que se unem (passo um), Certifique-se de fazer uma
da sem prepa- Meia Volta e uma volta no cabo antes de introduzir os dois
ração ou seios no mosquetão. Aplica-se a carga na parte passiva, e 0 /
supervisão por utiliza-se o chicote para controlar a corda, à medida que a
profissionais. mesma é libertada.
v o L TAS A M ARRAS VOLTAS A M ARRAS
,
VOLTA DE LINGA EM PE
A Volta de Linga em Pé
permite içar na vertical um barril
ou bidão aberto. Faz-se deslizar
a corda por debaixo do barril,
levam-se ambas as extremidades
até cima e faz-se um Nó
Simples (pág. 20). Afastam-se
os seios de cada lado do barril
para formar duas Meias Voltas.
Unem-se as duas extremidades
com um Nó de Pescador
Singelo (pág. 47). Antes de içar
o barril, elimina-se qualquer Colocam-se lado
Nó de Pescador Singelo a lado e atam-
possível frouxidão e ajusta-se o
estropo para que o barril fique se as duas
extremidades do
centrado sobre o seio inferior. estropo, entre o
Assegure-se de que os seios, que gancho e o
barril, com um
rodeiam o perímetro do barril, o Estropo _ _-+ Nó de Pescador
cingem acima do seu centro de Singelo (pág.
gravidade (embora não muito 47).
próximo da parte superior).

A Volta de Linga em Pé - o
perímetro do estropo cinge o barril
acima do seu centro de gravidade

Nunca se
® coloque
Nó Simples debaixo de
uma carga
que esteja a
ser içada ou
Seio inferior arriada
VOLTAS
,
AMARRAS vOL TAS AMARRAS
I
NO DE CAM ION ISTA Parte passiva

Para atar firmemente cargas


de transporte, o Nó de
Camionista não tem rival.
Uma vez que se domine, as
suas aplicações são múltiplas
e é fácil de perceber porque
razão este nó é tão popular.
Além de ser utilizado para
atar cargas em carrinhos e
camiões, pode também ser
usado como aparelho tensor ,~ . .' -.
de emergência (com .fd
cuidado) e é ideal como :/t,í
cabo de retenida sem
ajus tadores.
Puxa -se o chicote para baixo
para apertar o nó e prende-
se com uma ou duas Meias
Voltas (pág. 100). Tal como
o Nó de Catau (pág. 196), o
Nó de Camionista só é
seguro quando suporta uma
"~ I .
tensão constante.

Quando usar um
cabo escorregadio,
aplique um Nó de
Correr (pág. 21)
em vez de um laço
na parte superior
Gancho
da amarração

o Nó de Camionista utilizado para


manter fechada a tampa de um baú
v o L TAS AMARRAS VOLTAS AMARRAS

EMPATADURA DE ANZOL COM VOLTAS


ECHICOTE MORDIDO

CD

A Empa tadura de Anzol com Voltas e Chicote Mordido usada em anzóis ou des torcedores

A Empatadura de Anzol com Voltas e Chicote M ordido é


usada pelos pescadores para unir uma linha de pesca a um
...J anzol ou des torcedor com argola. É fácil e rápida de fazer e
f-
•=> Humedeça aguenta bem com fios de monofilamento .
o com saliva as A ntes de fazer o nó, use um pedaço de cortiça ou material
3-
....
Cf)
linhas de semelhante, para cobrir a ponta do anzol, para maior
z

~========================.
o pesca de nylon segurança. Comece por enfi ar a linha na argola do anzol e dê
u
para evitar qu atro voltas com o chicote em volta da parte passiva. Em
danos e seguida passe- o de novo através da abertura formada entre a
aumentar a argola e as voltas, para formar um seio. Enfie o chicote pelo @
flexibilidade seio e puxe p ela parte passiva para apertar o nó.
I VOLTAS A M ARRAS V O L TAS AMARRAS

EMPATADURA DE ANZOL DE VOLTAS FALIDAS

Argola

Laçada de argola

Voltas ou espiral

c~~~~~
Este nó tão usado e fiável é vulgarmente usado para amarrar as linhas a A Empatadura de \ Parte passiva
destorcedores, terminais ou anzóis. Antes de dar início, use um pedaço Anzol de Voltas
Fa lidas usa-se para Humedeça a
de cortiça ou material semelhante, para cobrir a ponta do anzol, para
amarrar linhas de
maior segurança; isto irá também melhorar a sua capacidade de pesca a anzóis, a linha de pesca de
apreensão do anzol ao puxar para apertar o nó. Em seguida enfie a destorcedores, ou a nylon antes de
linha através da argola e faça um retorno, dobrando-a para formar terminais
dar o nó para
uma laçada de argola (primeiro passo) . D ê quatro voltas completas
(segundo passo) e puxe a parte passiva para apertar o nó. Elimine a aumentar a sua
linha que sobra do chicote e que exceda 3-5 mm a partir do nó. flexibilidade
v o L TAS AMARRAS VOLTAS AMARRAS
,

Di ~~m~o~~~~omo Empaladura de Anzol de Nó Direff,

Parte passiva

Fácil de fazer, este Nó Turle é usado para empatar anzóis em que


a argola é curvada em ângulo ou "moscas artificiais" ao tippet
o Nó Turle, ao qual
foi dado o nome do
seu criador, o Major
Laçada de argo~
(terminal). Faça passar a linha através da argola, posicionando o Turle
anzol afastado do chicote da linha (primeiro passo). Faça um Anzol
Laço com Nó de Correr (segundo passo) e passe o anzol através
da laçad a de argola (terceiro passo). Exerça tensão para no nó e
aperte, para conseguir uma ligação segura e perfeita.

cc ttCh;"'O
-'
I-
' :::l Use este Chicote
o nó para
prender
moscas
artificiais a G) @
um líder
lAÇOS
Os laços empregam-se para formar alças fIxas ou de correr, simples ou
duplas, ou alças múltiplas, na extremidade de um cabo ou num seio.

As utilizações que os laços podem ter incluem:


Fazer um laço rápido na extremidade Prender um cabo, que está em carga,
ou no seio de um cabo ligeiro - com um laço fixo -
Nó de Azelha (pág. 144) Lais de Guia com o Cabo sob Tensão
(pág. 162))
Fazer um laço na extremidade de um
cabo (especialmente de fibra Fazer um laço que corre livre -
sintética) - Lais de Guia de Correr (pág. 166)
Nó de Azelha Dobrado (pág. 145)
Alça de Pescador (pág. 150) Fazer laços gémeos cujo diâmetro se
possa ajustar -
Fazer laços armadilha; um nó Lais de Guia Dobrado pelo Chicote
corrediço que se irá fechar e se (pág. 170)
mantém apertado -
Nó de Barca (pág. 146) Fazer um estribo ou uma pega com
um laço fixo; prender o seio de um
Fazer um laço fixo e seguro para unir cabo a um mosquetão -
o chicote ou seio de um cabo - Nó Borboleta (pág. 172)
Nó de Trempe Dobrado (pág. 152)
Fazer um laço numa barqueira
Fazer um laço fixo numa argola - (paternoster) para montar droppers
Nó de Trempe Dobrado (pelo chicote) (suspensões de linhas com anzóis) -
(pág. 154) Nó de Estralho (pág. 174)
Alça Swami (pág. 155)
Formar um laço fixo num canivete ou
Fazer um laço seguro no extremo de cordão de apito -
um cabo- Pinha de Saco (pág. 176)
Lais de Guia (pág. 156)
Fazer um laço fixo num cabo que Fazer um laço de vaqueiro ou um
poderá ser submerso em água - laço fixo na extremidade da corda de
Lais de Guia de Volta Dupla (pág. 158) um arco-
Nó Honda (pág. 178)
l A ç O S l A ç O S
,
NO DE AZElHA NÓ DE AZElHA DOBRADO
o Nó de Azelha é uma forma Este nó forma um laço fixo seguro na
extremam ente útil, rápida e fácil de extremidade de cabos longos, linhas líder
formar um laço na extremidade de um ou fio para empatar anzóis e usa-se com
cabo. Também se pode usar para formm' vários laços fixos. Pode ser usado com
um nó de amarração numa argola quase todos os materiais, como fio metálico
fazendo um Nó Simples (pág. 20) e fino, e também se ata bem em fio s de pesca
enfiando o chicote através da argola para de nylon. Q!1ando se usam fios de pesca de
formar uma alça. Segue-se a trajectória nylon mais grossos e com mais elasticidade,
do Nó Simples no sentido inverso, para deve-se atar o nó em torno do dedo
que o chicote fique lado a lado com a indicador para que o fio e a primeira laçada
pm-te passiva. de argola possam ser agarrados pelo
O Nó de A zelha não é muito estável polegar enquanto se ata o nó.
o Nó de Aze/ha Dobrado forma uma alça segura
com fios de pesca de ny/on.
em cabos sintéticos e é diBcil d e desatar
após ter sido submetido a carga,
especialmente em cabos de bitola
pequena ou de fibra natural.
A ç O S L A ço S
,

•M
~
(-
NO DE BARCA
Vale a pena aprender a fazer este laço
versátil e útil. O N ó de Barca, que se trata
na realidade de um N ó de Correr, pode
ser feito em quase qualquer material,
I/k ll

~ desde um monofIlamento a um cabo


pequeno (incluindo em cordas para o

tdJ salto bungee) Forma um laço corrediço


atraente, cujas capacidades de

ti
deslizamento se ajustam mediante o
esticamento do nó.
Uma outra característica do Nó de
Barca é que aguenta bem com quase
todos os materiais quando apertado em
carga, razão pela qual é um bom laço para
armadilhas para os caçadores n lrtivos. Se
inserirmos uma alça de cabo de nylon ou
metal no laço corrediço, pode também
utilizar-se para formar um estropo
provisório.
Forma-se um seio, em seguida um N ó
Simples Dobrado (pág. 22) com o
método grapevine (primeiro passo). Puxa-
se nó, ajustando-o para que deslize Nó Simples Dobrado
adequadamente. Em seguida puxa-se a
parte passiva para apertar o laço corrediço.
Laço corrediço

Uma ou duas
voltas adicionais
irão aumentar a
fricção do nó,
além de o tornar
mais decorativo Parte passiva

o Nó de Barca ou Nó Simples Dobrado, atado


com o método grapevine
A ç O S
L Aç oS

dí AlÇA INGLESA
Nó de Correr

Este laço remonta aos tempos em que se usava corda de tripa para pescar e, com e;'Ccepção
do nylon escorregadio, também se aguenta bem com a maior parte dos materiais moder-
nos. Para formar este nó, ata-se um Nó de Correr (pág. 21) no chicote de um cabo.
Forma-se em seguida um Nó Simples (pág. 20) no chicote e em torno da parte passiva,
que actua como um nó de bloqueio e determina o tamanho máximo do laço. Puxa-se o
laço para que os nós deslizem e fiquem juntos, ficando a Alça Inglesa completa.

A Alça Inglesa pode


ser utilizada para
atar uma laçada de
argola ajustável na
maior parte dos
materiais

Nó Simples

Parte passiva

...J
..... Deixam-se chi-
.=>
cotes compri-
dos num nó de
bloqueio utili-
zado para im-
pedir que este
nó se desate
0
inadvertida-
mente. /
Aç OS l Aç OS I
• ALÇA DE PESCADOR
M A Alça de Pescador é um
i. /l
.·· . laço fIxo útil e com múlti-
~ pIos usos, estável quando
se faz em cabos ou linhas
de pequena bitola.
Aprende-se a fazer e exe-
cuta-se com muita rapidez
e deriva do Nó de Correr
(pág. 21). Uma vez sub-
metido a carga, este nó é
difícil de desfazer, pelo
que, a menos que se
pretenda fazer um laço
permanente ou se esteja
preparado para cortar a
linha, dever-se-á ponderar
se este será o melhor nó
para a tarefa em vista .
...J
I-
,~ Com este nó
o fazem-se laços
na extremidade
de cordas de
bungee.
Certifique-se
de que o nó
fica bem
apertado antes
de o usar

A Alça de Pescador faz-se


com rapidez e facilidade.
A ç O S l • ç os-I ·
NÓ CEGO DERIVADO DO NÓ DE OITO . o
t--
"Também conhecido como: Nó de Trempe Dobrado O
L.L.I
O
-O
:z:
O
O
O
O
c:::(
>-
~
L.L.I
O
O
l.!:)
L.L.I
~

-O
:z:

I 1

o Nó de Trempe Dobrado é um nó fácil de fazer e de recordar

o Nó de Trempe Dobrado pode ser feito no seio de um cabo se as duas extremidades


não forem acessíveis, ou no chicote de um cabo que tenha sido dobrado para formar um oNó de
seio. Em qualquer dos casos, ele constitui um laço fIxo fIável, fácil de fazer e de recordar. Trempe
A sua popularidade entre alpinistas, que o preferem ao Lais de Guia (pág. 156), deve-se Dobrado é
ao facto de ser mais fácil confIrmar que o Nó de Trempe D obrado está feito de forma muito usado
correcta. por alpinistas
Qyando se ata, passa-se o seio em torno da parte ou partes passiva(s) - não se deve Partes passivas
para prender
tentar torcê-lo para que adopte a sua forma - puxa-se em seguida o nó para que fIque um cabo a um
apertado, de forma que as voltas assentem bem alinhadas e em paralelo uma junto à mosquetão
outra. Este nó também se pode fazer com o método "pelo chicote" (pág. 154).
A ç
,
O
,
LAÇOS 1__."
NO CEGO DERIVADO DO NO DE TREMPE ALÇA SWAMI
Também conhecido como: Nó de Trempe Dobrado (pelo chicote)

40 Use este método se o Nó Cego D esde monofilamentos a cordas de

M precisar de ser preso a uma argola ou a


outro orifício . Faça um Nó de Oito
escalada, este laço é tão ú til a
pescadores como a alpinistas . É fácil de
!
~ I" (pág. 26) na parte passiva do cabo,
passe o chicote através da argola ou
fazer e seguro, podendo também ser
utilizado como laço de correr.
L.L.J orifício e volte a passá-lo através do nó O tamanho máxi mo do laço é
a....
::::E: até o chicote ficar lado a lado com a determinado pelo Nó Simples D obrado
L.L.J
c::x::: parte passiva. Pode fazer-se uma Meia (pág. 22) que assenta e cinge o Nó de
t--
L.L.J Volta (pág. 100) em torno da parte Correr (pág. 21). A Alça Swami pode
o
passiva para torn ar o nó mais seguro . ser utilizada em substituição do Nó de
'o
:z:: o Nó Cego atado a uma argola Oito (pág. 26) nos arneses de escalada.
o A Alça Swami com o Nó de Correr assente
o e a cingir o Nó de Correr
o
o
c:::t:
>-
c::x:::
L.L.J
o
o
(..!:l
L.L.J
I....J
'o
:z::

o
A ç O S L A ç O S

lAIS DE GUIA SINGELO


Os nós cujo nome contém "lais de guia" são suficientemente numerosos para justificar
serem tratados em separado. N este livro apenas foi incluído um pequeno número
destes nós e das várias formas de os fazer. O Lais de Guia é o nó mais correntemente
usado, geralmente para formar um laço fixo na extremidade de um cabo. Utilizado
durante séculos, este nó é fiável, forte e estável e pode fazer-se segundo vários
métodos, o que o torna adequado para todo o tipo de actividades. Diz-se que conserva
cerca de 60% da força de carga do cabo em que é atado e o Lais
I I de Guia Singelo pode ser utilizado para uma variedade de
tarefas, nas quais se inclui formar um laço provisório num cabo
de atracagem, prender a corda a um arnês ou argola, como pega

CD na extremidade de um cabo e em nós como a Volta de


Prancha (pág. 80) ou para unir o chicote de um
cabo com a parte passiva do mesmo.
o Lais de Guia Singelo
é um nó simples, forte I I
e estável

Para desfazer
o Lais de Guia Singelo
quando mordido, puxe Se o Lais de Guia Singelo é atado
de forma demasiado frouxa, pode
o seio em torno da transformar-se num nó corrediço.
parte passiva para a Deve-se terminar sempre o
mesmo com um nó fixo, para
frente e para baixo, na maior segurança (acima)
direcção do laço.
Aç O S L A ç oS

LAIS DE GUIA DE VOLTA DUPLA t


Chicote

CD
-t-+-- - Volta

-++-- - Volta

Parte pa ssiva

o Lais de Guia de Volta Dupla é um nó fiável, que pode ser desfeito, mesmo depois de suportar carga
quando molhado

A volta adicional dada na parte passiva deste Lais de Guia


confere uma firmeza extra ao chicote quando o nó suporta Parte pa ssiva
-' uma carga, Isto resulta num nó ligeiramente mais seguro, que
I-
, ::;) Utilize este suportará ser manipulado com maior rudeza. Além disso, o
o nó para seio em torno da parte passiva não fica tão tensionado, porque
amarrar um a carga é suportada principalmente pela volta inferior.
cabo Portanto, especialmente quando é molhado, o Lais de Guia
de Volta Dupla é mais fácil de desfazer do que o Lais de Guia
provisoriame
Singelo (pág. 156).
nte a uma Laço
D á-se du as voltas na parte passiva. Passa -se o chicote através
bóia e
das duas voltas, por detrás da parte passiva e descendo através
chumbada das duas voltas. Ajusta-se o laço no tamanho requerido. Soca-
se o nó puxando pela parte passiva e pelo laço .
A ç O S L Aç

lAIS DE GUIA (DE ALPINISTA) I I

o Lais de Guia com uma Meia Volta no chicote, para maior segurança

Este método para fazer o Lais de Guia foi inventado por alpinistas e
é idêntico ao Lais de Guia Singelo (pág. 156) quando tensionado.
Ao aprender a fazer este Lais de Guia usando este método irá
descobrir que se trata de um laço com Nó de Correr, no qual o
chicote do laço se enfia através do nó, o qual é então é voltado,
puxando pela parte passiva, para dar lugar ao Lais de Guia. Este nó pode
Q]Jando dominar este método, experimente ser instável se
passar o chicote em redor de um objecto antes de for feito numa
atar o nó, mas antes de o voltar, puxe o chicote de corda de
forma que o nó se aproxime do objecto. Disponha escarpa, tipo
de algum tempo para o aperfeiçoamento desta Kernmantel
técnica e para conhecer as vantagens da utilização (núcleo +
deste método - vale a pena. revestimento
exterior
protector)
I Aç OS L A ç O S


"- , ,,
lAIS DE GUIA, COM OCABO SOB TENSAO
',,- ,
O
l~
"'"
:z:
r?\
V
L.LJ
I--
,---- Este método de fazer o Lais de Guia só funciona se o cabo for suficientemente Chicote a:::.
O
~ grande para que o Nó Simples (pág. 20) seja voltado para formar um laço -
~ "'"
O
especialmente se a carga é constante. Poucas pessoas sabem fazer um Lais de a:::.

141 Guia para dentro e por isso, quando surge a ocasião de o tentarem fazer,
parecem contorcionistas involuntários. Deve praticar-se este método para evitar
~
1......1
O
:::E
situações embaraçosas e melhorar as suas capacidades como atador de nós. O
1......1
~

I
I
G) 0 :::::>
l.!:)
I
I L.LJ
\ \ O
" '.J\
\
I
"'"
::;;:
......I
I
I Çs'
I
I
I / / --
,
"-
,, '"" /
/
/
-- " ..~
I
I
I
I I
I I
L_-1

Aparte pa ssiva

I
perma nece tensa
o Lais de Guia, embora feito com a corda submetida a tensão, é idêntico ao Lais de Guia Singelo
A ç O S L Aç OS

• lAIS DE GUIA PELO SEIO


I I I

Este método é utilizado para fazer um


I I I o Lais de Guia pelo
Seio pode ser
laço no meio de um cabo, quando as duas utilizado como balsa
de marinheiro
extremidades são inacessíveis ou para criar
dois laços na ponta de um cabo. Uma vez
que os dois laços são, na realidade, um
laço dobrado, o tamanho de cada um
deles pode ser ajustado antes de se apertar
o nó. Este nó utiliza-se como linga ou
como assento de uma pessoa consciente e
válida, numa situação de resgate de
emergência. Pode também ser utilizado
como balso de marinheiro - os dois laços
dão maior comodidade do que um único
o Lais de Guia pelo Seio
forma dois laços. Embora
laço. O peso pode ser sustentado por sejam sobrepostos, os laços
podem ser abertos e usados
qualquer das partes passivas ou por
separadamente (acima)
ambas.
Aç OS L Aç O S

• LAIS DE GUIA DE CORRER , ,

~ CD
W

o Lais de Guia de Correr constitui um nó de correr simples.


o Lais de Guia de Correr é provavelmente o mais popular dos laços de correr.
Consiste no laço de um Lais de Guia elaborado sobre a sua própria parte passiva e
pode ser feito com quase todos os tipos de materiais. Pode ser utilizado para fins tão
diversos como, laços para armadilhas ou para içar uma carga maleável inanimada,
como um saco de cereais. Com um cabo ligeiro de controlo atado ao chicote do Lais
de Guia, o laço de correr pode ser deslizado por uma fenda ou ser metido na água
para recuperar objectos perdidos. O peso do objecto, combinado com a tracção
exercida na parte passiva, cria a tensão necessária para que o nó aperte. Isto significa
que o nó apenas é seguro quando suporta uma carga constante.
l A ç O

lAIS DE GUIA ESPANHOL


Também conhecido como: Nó de Cadeira

Tal como o Lais de Guia pelo Seio (pág.


164), o Lais de Guia Espanhol permite fazer
dois laços no troço médio de um cabo ou um
seio na extremidade do mesmo. Os dois laços
são independentes e aguentam quando
submetidos a tensão, se bem que, devido a
estarem ligados entre si através do centro do
nó, o seu tamanho pode ser ajustado antes de
se aplicar a carga. É um nó útil para lingar e
para resgates de pouco peso.

I I

o Lais de Guia Espanhol proporciona dois


laços úteis para lingar e para resgates de
pouco peso ®
I I

o Lais de Guia Espanhol


I I é um nó versátil, que
pode ser utilizado para
içar objectos na posição
horizontal.

I I
A ç O S LA ç os

lAIS DE GUIA DOBRADO PELO CHICOTE


\\
• Também conhecido como: Lals de GUIa Português / ChiCOle

~
~

Primeira volla Parte passiva volla

o Lais de Guia Dobrado pelo Chicote cria dois laços de fácil ajuste

Este nó pode ser útil, se os laços necessitarem de se manter


....I equilibrados ou de ser ajustados de forma adequada a uma
I-
.::J Não utilize determinada carga. Recorde-se que os dois laços são na realidade
o apenas um laço dobrado, pelo que, uma carga desigualmente
nunca este nó
distribuída pode fazer com que um dos laços se estenda e que o
em torno do outro se encolha. Ajustam-se os laços à medida da tarefa, antes
corpo de uma de apertar o nó. Pode formar-se um laço quádruplo, se o
pessoa como atarmos pelo seio. Se usarmos o seio como um chicote,
um arnês de deveremos fazer como é mostrado na página seguinte, mas
resgate deverá passar-se o seio da mesma forma como se faria com um
Lais de Guia pelo Seio (pág. 165).
A ç O S
,
NO BORBOLETA
Este laço versátil e elegante pode ser feito ao meio de uma corda, quer se / -..J-....\---+-+--J---J---- Enfiar o seio
tenha ou não acesso às duas extremidades da mesma. A sua vantagem através do centro
principal sobre outros laços é que suportará uma carga em qualquer das do laço
três direcções, independentemente ou em todas ao mesmo
tempo. O que aqui mostramos é apenas uma das
muitas formas de fazer este nó; caso encontre
outras formas de o fazer, deve escolher a forma
que mais lhe agrada.
As muitas utilizações do Nó Borboleta são, G) I I
entre outras: formar uma escada de corda I I

provisória (ou estribo); atar a parte do meio


de uma corda a um mosquetão, empregar-se
como arnês torácico provisório para um
resgate e para içar ou arriar equip amento,
quando se dispõe de ambos os chico tes da
corda para manter a carga afastada de uma
parede, penhasco ou obstáculo.

o Nó Borboleta suportará uma carga em qualquer


das três direcçóes, independentemente ou
simultaneamente
Torcer o seio antes
de puxar as duas
extremidades

Três ou quatro Nós


Borboleta feitos em cabo
leve podem ser usados
em torno da cintura,
como cinto provisório
para ferramentas, quando
·se trabalha acima do solo
A ç O S
,
NO DE ESTRALHO
Ta'mbém conhecido como: Dropper Loop

:=

o Nó de Estralho é também conhecido por Dropper Loop

Este laço é feito numa barqueira (paternoster), a linha com chumbadas ao longo da qual
são suspensos vários anzóis. Cada linha de anzol é conhecida por dropper (pendente), daí
um dos nomes dados a este nó. É normalmente usado em linha de pesca de nylon,
formando um laço adequado em ângulo recto em relação à barqueira, ao qual podem ser Este nó é
atados os droppers. O Nó de Estralho pode ser utilizado noutros tipos de linhas para fácil de fazer
criar laços convenientes nos quais se possam pendurar objectos. se antes
Começa-se o nó com um Nó Simples (pág. 20) e com um laço grande. humedecer a
Seguidamente dão-se quatro voltas em torno da parte passiva com ambas as linha
extremidades, antes de enfiar o seio do laço através do centro e apertar bem o nó.
A ç O S LAç OS

PINHA DE SACO
+-___ Chicote

Seio

' 1-
A Pinha de Saco Existem várias formas de usar este atraente laço. Em cordões Laço
forma um laço
atraente na
atados ao pescoço ou à cintura, serve de laço permanente para
extremidade de uma pre11der objectos mediante uma Volta de Cotovia (pág. 104);
navalha ou no cordão pode também enfiar-se o chicote por uma argola ou asa em
de um apito
forma de D para formar o laço antes de se fazer o nó. A Pinha
de Saco pode também ser usada como colar, no qual os dois
chicotes pendentes são decorados com Nós Simples Múltiplos
Faz-se um
(pág. 22). A s extremidades da corda ou cabo podem ser
botão atraente desmanchadas e nelas fazer-se uma franja ou borla.
puxando o laço Forma-se um Nó de Brandais (pág. 52) no seio da corda,
no sentido do nó com os 2 chicotes A e B a emergir por lados opostos do nó
e prendendo-o (primeiro passo). Com o chicote A rodeia-se o laço, primeiro
com um ponto
de costura
por cima e depois por baixo, através do centro do nó (segundo
passo). Repete-se a operação com o chicote B. Puxa-se
®
suavemente e dá-se forma ao nó.
A ç O S l A ç O S
,
NO HONDA
Diferente do Nó de Correr (pág. 21) que forma um laço oval, o Nó Honda cria um laço
circular na extremidade de um cabo. É também o preferido para formar laços de
vaqueiro (geralmente conhecidos por laços de correr) e como o tamanho do laço pode ser Chicote
ajustado por meio do nó simples flXo, o Nó Honda é também adequado para utilização
na extremidade da corda de um arco.
Para alterar o tamanho do laço, puxa-se bem até conseguir o tamanho requerido,
marca-se o cabo com um sinal e desloca-se o nó simples até esse sinal. Para fazer um laço
de vaqueiro, faz-se passar um seio pelo laço flXo (terceiro passo). E ste nó de correr fecha-
se instantaneamente em redor do objecto.

Nó Simples

Laço de correr

Parte passiva

o Nó Honda forma um laço circular na extrem idade de um cabo ou corda


L A ç o _S......_,~........_
,
NO DE ENCAPELADURA Seio esquerdo <C
cc::
:::;)
Também conhecido como: Encapeladura de Dois o
Seio direito <C
--I
u.J
o-
<C
1.....1
:z:
u.J
u.J
o
'O
:z:

Seio direito

o Nó de
Além da sua utilização óbvia - atar uma pessoa de pés e mãos -
Encape/adura
antes de ser o Nó de Encapeladura pode ser usado como peia (para
apertado
restringir os movimentos de um animal), ajustando os laços ao
tamanho requerido e prendendo os chicotes com um Nó
Simples (pág. 20) ou um Nó Direito (pág. 72). O Nó de
~hicotes Encapeladura pode também ser usado como nó decorativo para
~ podem ser pendurar em um ou dois ganchos na parede e é a base para o
~ decorados com Catau de Encapeladura (pág. 182). \
um Nó de Correr Formam-se dois laços, como se estivéssemos a fazer uma
e desmancha- Volta de Fiel (pág. 108); em seguida passa-se o seio esquerdo
dos para neles através do seio direito, de trás para a frente, e o seio direito
se fazer uma através do esquerdo, da frente para trás (primeiro passo). Puxa-
Nó Simples
franja ou borla se os dois laços para apertar o nó e puxa -se o chicote para
ajustar o tamanho dos laços (segundo passo). Conclui-se com
um Nó Simples ou Nó Direito (terceiro passo).
A ç O S l A ç O S

CATAU DE ENCAPElADURA <C


o::::
~
c:::.
!?\ G) <C
--'
V L.L.I
o-
Nó de <C

M Encapeladura
\...J
::z::
L.L.I
L.L.I
c:::.
~
<C
I--
<C
\...J

Meia Volta

\ , ,

o Catau de Encapeladura feito no seio de uma corda ligeira de resgate

Caso não se disponha de um arnês, o Catau de Encapeladura


pode ser utilizado para se proceder a um resgate de pouco
Utilize apenas peso. Começa por se fazer um Nó de Encapelad ura (pág. 180)
este nó numa no seio próximo do centro da corda. Ajusta-se em seguida os
emergência e laços ao tamanho requerido para suportar as pernas (abaixo
caso não se dos joelhos) e o tronco (debaixo dos braços) da pessoa que se
disponha de l aço de sustentação
deseja resgatar. T ermina-se co m uma Meia Volta (pág. 100)
um arnês em torno de cada seio; soca-se bem cada Meia Volta contra o
torácico nó central. Usa-se uma extremidade para arriar a pessoa e a
outra (a partir de baixo) para estabilizar e evitar obstruções .
A ç O S L A ç O S
,
NO DE BOTIJA
lambém conhecido como: Nó de Espada
Cabo dobrado

Originalmente parte de um ca-


bresto tipo Hackamore para cava-
los ou cabeçada de emergência,
este nó está a cair em desuso no
mundo da equitação. No entanto,
é um nó bonito que deve ser pre-
selvado, visto que tem muitas utili-
zações práticas e pode também ser
usado em trabalhos decorativos.
Para utilizar este nó como
uma cinta para decoração de gar-
rafas ou jarros, faça-o com um em Chicote dobrado
vez de dois cabos. Enfia-se o gar-
galo da garrafa no centro do nó,
aperta-se bem e atam-se as duas
extremidades através do laço para
formar uma pega.
Estreitamente relacionado
com o Nó de Botija encontramos
o Nó Fiador (pág. 202) .

...J
I-
,~
São
o necessários
:5lLI - cerca de dois
U)
Z metros de
o
u corda ou fio
para fazer este

o Nó de Botija, um nó atraente
e prático
,
NOS VARIADOS
EDECORATIVOS
Esta secção apre senta aqueles nós que não se encaL'Cam
perfeitamente nas categorias anteriores. Podem usar-se para
encurtar e fazer cos turas, emendas provisórias, embelezar
vestuário e utensílios, criar objectos úteis ou decorativos para
enfeitar uma casa, barco, escritório, atelier ou jardim.

As utilizações que os nós variados


e decorativos podem ter incluem:
Encurtar um cabo ou fazer um Fazer uma união com um estai ou
entrançado decorativo com uma verga para um mastro provisório -
só filaça- Encapeladura de Três (pág. 200)
Cadeia de Impunidoro (pág. 188)
Fazer uma escada de corda
Fazer uma alça fixa e permanente provisória -
na extremidade de um cabo - Escada de Corda sem Madeira (pág. 204)
Costura Redonda (pág. 190)
Fazer um aparelho tensor de cabo -
Fazer uma união em cabos Aparelho Poldo (pág. 206)
entrançados idênticos -
Emenda com Costura Redonda (pág. 192) Decorar um cabo -
Gacheta de Cus de Porco (pág. 208)
Impedir que se descoche o chicote
de um cabo- Decorar um entrançado quadrado -
Falcaça à Inglesa (pág. 194) Gacheta Quadrada (pág. 210)

Encurtar temporariamente ou retirar Fazer uma esteira ou tapete -


tensão da parte danificada de um Cochim de Nozinhos (pág. 212)
cabo-
Ná de Catau (pág. 196) Revestir argolas, varões ou postes
com uma lombada contínua -
Fazer uma argola ou guarnição de Gacheta de Rabo de Raposa
ilhó com um cabo - (pág. 214)
Rosca de Cabo (pág. 197)
NÓ VARIADO S DECORATIVO NÓ VARIADO S DECORATIVOS I
CADEIA DE IMPUNIDORO t
Nó de Correr

A Cadeia de Impunidoro é prática e


decorativa, como os seus muitos
nomes sugerem. Para encurtar um
cabo sem o cortar, a Cadeia dc
Impunidoro constitui um nó seguro,
que pode facilmente ser desfeito.
CD
Como nó decorativo, co nstitui parte
frequentemente dos cordões
pendentes nos tambores militares,
onde o seu comprimento pode ser
ajustado à altura do tocador dc Laço
tambor.
Começa-se a Cadeia de Impuni- \
doro com um Nó de Correr (pág. I I
21). Passa-se um seio pelo laço (pri- I I
meiro passo) e soca-se bem o Nó
Simples. Continua-se passando um \ ~ '--~0
seio através da laçada antcrior e aper-
tando o nó anterior (segundo passo).
Para que a gacheta fiqu e co m um
aspecto equilibrado, certifique-se de
que os laços assentam sempre na
mesma direcção. Remata-se fazendo
passar o chicote através do último
laço.

Emprega-se esta gacheta com As cordas


molhadas ou
cabos ou linhas que não se enro- difíceis de enrolar
lam facilmente ou que necessitam podem ser
dobradas em
ser puxados com rapidez, sem se quatro e atadas
embaraçarem. Dobra-se o cabo com uma Cadeia
de Impunidoro
em quatro e forma -se uma gache·· frouxa, e
ta frouxa, começando na extremi- penduradas a Chicote
seca r ou desta
dade com dois seios.
forma arrumadas
A Cadeia de Impunidoro bem ajustada para (à esquerda)
formar um resistente cordão de tambor
I ó VARIADOS DECORATIVOS NÓ VARIADOS DECORATIVOS
I
COSTURA REDONDA Filaça
---1.---- Parte passiva

Filaça direita

Filaça
esquerda
1------- Falcaça
provisória

Laço
Uma Costura Redonda flexível num cabo de reboque

Esta Costura Redonda pode apenas fazer-se com um cabo entrançado, sendo o mais
comum o de três ou quatro filaças. A costura forma uma alça, que pode ser flexível ou
ter nela inserido um olhaI de cabo em metal ou nylon, para formar uma alça rígida.
Liga-se com fita adesiva a cerca de 20cm de distância do chicote, descocham-se as
filaças até essa falcaça provisória, e envolvem -se as extremidades de cada uma delas
em fita adesiva para tornar mais fácil enfiá-las. Forma-se um laço com a dimensão da
alça que se pretende; em seguida, começando com a filaça central, enfia-se a mesma
por baixo de uma das filaças da parte passiva (primeiro passo). Depois disso, pega-se
na filaça esquerda e enfia-se a mesma por baixo da filaça da parte passiva à esquerda
da filaça central (segundo passo). Vira-se o trabalho e enfia-se a filaça restante por
baixo da desocupada da parte passiva (terceiro passo). Continua-se a passar cada
filaça por cima e por baixo, tantas vezes quantas as necessárias. VISTA DE FRENTE VISTA DE TRÁS
A vantagem de usar uma costura em vez de um nó de laçada é que a costura permite
fazer uma alça permanente mais bonita e o cabo conserva a maior parte, senão a
totalidade, da sua força.
óS VARIADOS DECORATIVOS óS VARIADOS DECORATIVOS
I
EMENDA COM COSTURA REDONDA
A Emenda com Costura
Falcaça provi sória
Redonda é usada com cabos
de três ou quatro filaças para
un ir dois cabos idênticos, nos
quais o aumento de diâmetro
não tem qualquer
co nsequência. Em relação às
emendas ou nós de união, a
CD
diferença é que as costuras
co nservam a maior parte da
força do cabo. Coloca-se um a Chicote da filaça Chicote da filaça
falcaça provisória à distân cia
de cerca de 30cm de cada -----r--/
chicote do cabo que se
pretende unir. D escocham-se
as filaças e entrecruzam-se os
chicotes (primeiro passo).
D á-se a volta a cada ftlaça por
bai.'(o, por cima e por baixo
das ftlaças do cabo oposto.
Repete-se com ambas as
Pontas enfiadas
extremidades, dando pelo
menos três voltas; remata-se
em seguida com uma falcaça
nos chicotes das filaças ou
queimam-se as pontas.

Dão-se pelo menos três


voltas, para cada lado, Chicotes selados com falcaça tradicional ou térmica
a partir do centro.
Faz-se uma falcaça
tradicional ou térmica
e ligam-se os chicotes
com fita adesiva.
Reparação de um cabo com
uma Emenda com Costura
NÓS . VARIADOS
,
DECORATIVOS N Ó VARIADOS DECORATIVOS I
• ~AL(AÇA AINGLESA c:x::
"""""
U..i
---I
~
::z:
'C:X::
c:x::
\,...)'I
c:x::
~
Cu de Porco ---I
c:x::
.......
Falcaça

Extremidad
e de filaça
descochada

A Falcaça à Inglesa impede que o chicote de um cabo se destrance

A Falcaça à Inglesa é usada na extremidade de um cabo entrançado para impedir as


filaças de se descocharem, sobretudo quando são usados constantemente. Faz-se
uma falcaça ou ligadura provisória no cabo, no ponto em que se inicia o desentrançar
das filaças (primeiro passo). Descocha-se o cabo e forma-se um Cu de Porco com 4
Filaças (pág. 33) acima da falcaça provisória, antes de se voltar a entrançar as filaças Pontas

na parte passiva do cabo. Dão-se pelo menos 3 voltas com as fJ aças, reduzindo-as ao enfiadas

diâmetro do cabo através da eliminação de pelo menos um terço de cada filaça. Parte passiva
Fazem-se mais duas voltas e em seguida, caso necessário, faz-se uma falcaça térmica
nos chicotes ou dobra-se metade de cada filaça restante com metade da filaça
adjacente.777
N' Ó
,
VARIADOS DECORATIVOS ó VARIADOS DECORAT I VOS I
• NO DE CATAU
Também conhecido como: Catau de Espia

o Nó de C atau na sua forma mais básica, que é a que


mos tramos aqui, foi concebido para encurtar um cabo sem ter
que o cortar. Uma outra aplicação consiste em deixar
ROSCA DE CABO
Uma Rosca de Cabo pode ser feita com cabos entrançados, sempre
que as filaças mantenham a sua forma uma vez descochadas;
infelizmente, muitos cabos de fibras sintéticas são entrançados de
forma tão frouxa qu e, uma vez descochados, não podem voltar a
inutilizada uma parte danificada de um cabo, posicionando a ser entrançados. Inicia-se o nó cortando um co mprimento de cabo,
referida secção danificada no centro do laço. É importante que tenha de comprimento pelo menos três vezes e meia a Uma Rosca de
Cabo impeca -
entender que este nó só é eficaz quando suporta uma carga circunferência da rosca acabada. Envolva em fi ta adesiva os velmente en-
constante. chicotes de cada filaça, para em seguida, desenrolar uma delas com trançada cons -
cuidado, para qu e não perca a sua forma. Forma-se um laço com a titui um aro de
filaça (primeiro passo), interligando outra filaça numa sequência jogo da malha
ideal
espiral e acompanhando o laço em toda a sua extensão.

o Nó de Cata u serve
para encurtar cabos
compridos

Se ambos os chico-
0
tes do cabo estive-
rem acessíveis,
passam-se os
mesmos através
dos laços para im-
pedir que o nó se
desmanche quando f,;\
não está sujeito 0
a carga
NÓ VARIADOS DECORAT I VO S NÓ VARIADOS DECORATIVOS
I
ROSCA DE CABO (CONTINUAÇÃO)
Em seguida, interliga-se em espiral a outra filaça em torno do laço, na direcção
contrária. Uma ligeira torção ajudará a que o chicote da filaça assente com firmeza na
urdidura do cabo, para conseguir uma Rosca de Cabo perfeita, que se assemelhe ao
cabo original. Dividem-se ao meio os dois chicotes das filaças e faz-se um Nó
Simples (pág. 20) utilizando metade de cada chicote (quarto passo). Certifique-se de
que este nó é apertado ao máximo possível, para que assente com firm eza na urdidura
(a melhor forma de o fazer é em torno de um punção ou vara). D escocham-se
as filaças do cabo e dá-se a volta com elas, de forma que
fiquem o mais achatadas que for possível, por cima e
por baixo das filaças da Rosca de Cabo, como se
estivéssemos a fazer uma Costura (pág. 190 -
195). Corta-se as pontas das filaças para
um bom acabamento.
Tradicionalmente, as Roscas de Cabo
são utilizadas para formar os anéis dos
ilhoses cosidos ou os es tropos de cabo,
mas também se pode fazer com elas
atraentes pulseiras, aros de jogo da
malha ou discos de hóquei.

Se a Rosca de Cabo for


estirada em torno de um .....
f-
punção cónico até Para aplicação como ::::l
o
determinado ponto do aro de jogo da malha . ...
:I:

mesmo, marcado antes ou disco de hóquei, UI


(J)
Z
de se fazer o Nó Simples, cobre-se a Rosca de o
u
poder-se-á fazer um Cabo com fita
conjunto de Roscas de isolante colorida ou
Cabo de tamanhos fita veda nte
idênticos resistente.
NÓ VARIADOS DECORATIVO

"
NÓ VARIADOS DECORATIVOS
I
ENCAPELADURA DE TRES .......
( u..J
c:x:::
.-
u..J
O
<C
c:x:::
=::::>
O
<C
--I
u..J
o-
<C
~
::z:
u..J

A Encapeladura de Três é adequada para três ou quatro cabos de retenida

Este nó é um ponto ideal para prender três ou quatro cabos de retenida ou estais a
VISTA Mastro
um mastro provisório. O nó apenas proporciona pontos de fixação a cabos de
PANORÂMICA
retenida e não tem capacidade para se agarrar ao mastro. Por essa razão, deve ser
Este nó é usado
atado no mastro acima de um ponto flXO já existente - como uma verga horizontal
com quatro laços,
(ou cruzeta), um Botão Cruzado atado ao mastro ou um sulco entalhado no mastro
para carregar
- de forma que não escorregue pelo mastro abaixo durante a sua utilização. O s cabos
pedras grandes e
de retenida ou os estais podem ser atados aos laços com um Nó de Escota (pág. 44).
pesadas,
Caso seja necessário um quarto estai ou cabo de retenida, faz- se outro laço atando os
distribuindo a
chicotes com um Nó de Pescador Singelo (pág. 47).
carga entre duas
ou quatro pessoas.
NÓS VARIADOS DECORATIVOS Ó VARIADOS DECORATIVOS
,


V\
?V
W
NO FIADOR
Durante muitos anos este nó tem sido utili-
zado com o N ó de Botija (pág. 184), mas tão
poucas pessoas o sabiam fazer, que talvez seja
o
a:::.
C>
O
<C

ttl esta a causa do fim daquele que muitos con-


sideram ser a melhor cabeçada para dirigir
um cavalo com as rédeas. Apresentamos aqui
um método de realizar o nó, por gentileza de
Charlie Smith, de E ssex, que até um princi-
piante poderia fazer. Além da sua utilização
juntamente com o N ó Buçal e o N ó de
Botija num cabresto tipo Hackamore, o Nó
Fiador é um laço atraente, que pode usar- se
no acampamento, no local onde se guardam
as ferramentas ou mesm o no carrinho de
bebé, para suspender objectos, com uma
Volta de Cotovia (pág. 104).

o Nó Fiador não é tão difícil como muitos crêem

Repare-se
no ponto de
cruzamento

®
NÓS VARIADOS DECORATIVOS Ó VARIADOS DECORATIVOS

ESCADA DE CORDA SEM MADEIRA


4\)
L. A Escada de Corda sem Ma-

~
deira pode ser utilizada com se-
gurança para construir uma es-

lLl\
~
cada provisória; a corda pode
depois ser recuperada para ou-
tros usos. Com este nó também
se forma uma escada que se sus-
pende da amurada de um barco
(quebra -costas) ou de uma casa
construída numa árvore ou em
parques inL·1l1tis. Utiliza-se um
cabo de 12-25 mm de diâmetro,
deixando-se aproximadamente
2 m de cabo para cada degrau.
O s degraus devem ter 12- 15 cm
de largura e ter uma distância
entre si de 24-30 cm.

...J
....
,=> Quando suspensa da Os degraus - --+'+-+
o amurada de um barco, têm 12-15 cm
a Escada de Corda de largura
sem Madeira é uma
boa ajuda para a
"I subida de nadadores Os degraus _ _+
distam entre si
24-30 em

As escadas flexíveis como esta,


quando suspensas sem nenhum
suporte de retaguarda, sobem-se
e descem-se melhor se o fizermos
pelo flanco, com uma mão e um
pé de cada lado
NÓ VARIADOS DECORATIVOS N Ó S VARIADOS DECORATIVOS

• APARELHO POLDO
{Ç>
M
~

Parte passiva

o Aparelho Poldo Este nó, na realidade um mecanismo "improvisado", é usado


proporciona um
instrumento ajustável
para exercer e aliviar tensão num cabo (vai-vem), qualquer que
para tensionar cabos seja o objecto a que este es teja atado - para tensionar barreiras
ou relingas de velas. Alinhar os postes de uma vedação e
tensionar os cabos da âncoras, são apenas algumas das suas
muitas aplicações. O Aparelho Poldo pode também ser usado
para ajustar a altura, ou para içar ou arriar cargas ligeiras numa
Lembre-se que distância curta, por exemplo, suspender e põr a salvo a comida
os dois nós e as no acampamento, suspender e inclinar um recipiente ou lata
curvas em para chuveiro improvisado.
ângulo apertado Faz-se um Lais de G uia (pág. 156) co m um laço pequeno
no cabo reduzem numa extremidade do cabo. Rodeia-se um ponto estático com a
parte passiva e retrocede-se através do laço do Lais de Guia
a sua resistência
(primeiro passo). Passa-se com a parte passiva em torno do
~
à ru ptura; não o segundo objecto, formando em seguida outro Lais de Guia com
Puxar paralensionar o aparelho
sobrecarregue o seu laço em volta da parte passiva (segundo passo). Puxa-se a
parte passiva para aliviar a tensão e puxa-se ambos os Lais de
Guia para apertar bem o aparelho.
NÓ S VARIADO S DECORATIVO S N Ó VARIADOS DECORATIVOS

GACHETA DE CUS DE PORCO O


I....J
cc::
Com um trabalho continuado de gacheta de três ou mais filaças consegue-se um cabo O
O-
decorativo. N a maioria dos materiais, consegue-se bastante firmeza no máximo com seis L.L.J
O
fJaças; acima desse número, será necessário que o entrançado seja feito em torno de uma
alma. O segredo para se conseguir um acabamento perfeito é certific ar-se de que todas as
G) "'"
::::l
I....J
filaças são tensionadas por igual. Para executar um pequeno cordão para ferramentas de L.L.J
bolso ou para pendurar do cinturão (para mais fácil manejo em condições de frio ou O
humidade), passam-se duas filaç as através da argola da ferrame nta, de forma que o seu ~
L.L.J
número duplique; ata-se uma falcaça temporária ou fita ades iva em volta destas quatro fJ aças ::::c
no comprimento desejado, formando-se uma coroa com os quatro chicotes na direcção da
ferramenta, utilizando como nLlcleo a filaça que fica abaixo da falcaça temporária. Tece-se a
0 I....J
<C
<..!:'
gacheta para a esquerd a (co mo na foto) ou para a direita, assegurando-se no entanto de
seguir apenas uma direcção. Finalmente, enfiam-se as extremidades para dentro da coroa, até
qu e saiam lateralmente e cortam-se rentes os pedaços qu e sobram .

A Gacheta de Cus de
Porco confere um
atra ctivo especial a
cordas e cabos de
.Q
ferramen tas

Finalize com
uma fita
isoladora ou
Para um remate com
bonito remate uma Pinha de
em espiral, Balde e em
experimente seguida outro
utilizar Cu de Porco
filaças de antes de enfiar
diferentes os chicotes
cores. através do
centro da
gacheta
NÓ VARIADOS DECORATIVOS NÓ VARIADOS DECORATIVOS

11 GACHETA QUADRADA
K) A Gacheta Qtadrada pode

M entrançar-se com quatro


cordões singelos, quatro

~
pares de cordões ou no caso
dos mais ousados, com
quatro cordões triplos.
Forma-se a gacheta,
fazend o em primeiro lugar
um Cu de Porco (p:íg. 33)
para o lado esquerdo e em
seguida um Cu de P orco
para a direita sobre o 8
anterior. Continua-se a
fazer Nós Cu de Porco
alternadamente para a
esquerda e para a direita,
ap ertando cada um deles
para que a trama fiqu e o
mais regular possível.

Faça este nó com


cordões dobrados
para obter um
acabamento mais
encorpado. Neste
nó combinam bem
cordões de cores
diferentes.

A Gacheta Quadrada cons titui


um bonito entrançado muito I
decorativo

"
NÓS VARIADOS DECORATIVOS NÓ VARIADOS DECORATIVOS

• COCHIM DE NOZINHOS
k1

-.
Cochim de Nozinhos
Os cabos desgastados ou velhos podem ter um final prático em
usado como capacho
esteiras como estas. Começa por se formar um seio a um terço da
distância do chicote de um cabo e por se atar um nó frouxo
(primeiro passo). Qyando a urdidura da base está completa, as
....I

I- voltas duplas ou triplas que rodeiam o nó entrecruzam-se em


.~ Este atraente
o ambas as direcções usando o resto do cabo. Para terminar, faz-se
trabalho tam-
3UJ - uma falcaça nos chicotes do cabo, que se cosem na face inferior
VI
bém pode ser
Z da esteira com fio de vela ou de tapetes.
o usado para de-
u
Precaução: a quantidade de corda usada em esteiras como esta
corar uma me-
pode ser enganosa. Por exemplo, esta esteira (acima) mede
sa, para capa-
cho ou para 38 x 20 cm e requer cerca de 12 m de corda de 10 mm

pendurar na de diâmetro.

parede
N Ó VARIADOS E DECORATIVO S NÓ VARIADOS DECORATIVOS

• GACHETA DE RABO DE RAPOSA .....:c


...-"\
oQ..
.....:c
~
cc::
L.U
Cl

M oco
.....:c
cc::
~ L.U
Cl
.....:c
c t--
L.U
A :::I::
~

B .....:c
(,!:'
I C
B

Cockscombing - a
practical, yet
decora tive protection

Originalmente usada para proteger cabos que passavam


através de cavilhas de olhai, esta amarra decorativa tornou -se
popular para revestir argolas, corrimãos, asas de jarros, etc. Proteja as suas
Ao cobrir-se uma A Gacheta de Rabo de Raposa de três fi.laças (à direita) é a mãos do calor
mais habitual, embora também se usem combinações co m conduzido,
argola ou olhai,
pares e um número superior de filaças . Se não for possível
deve-se formar a entrançando a
cobrir os chicotes das filaças, prendem-se os mesmos com
espinha da Gacheta de Rabo
fita isolante contra o objecto que estamos a decorar, para
Gacheta de Rabo de Raposa nas
que permaneçam debaixo do nó concluído.
de Raposa sobre C29ando a Gacheta de Rabo de Raposa está completa, pegas das
a parte externa enfiam-se os chicotes finais por debaixo do nó até saírem panelas,
da circunferência pela parte de trás. Puxam-se e cortam-se os chicotes, de frigideiras e jarros
forma que estes recolham para o interior do nó. de metal
GLOSSÁRIO GLOS S Á RI O
,
GLOSSARIO duas orelhas, utilizada para dar volta a
cabos. Geralmente usada para prender
adriças de bandeiras e velas ou prender
Abre-manilhas (Ponta de Merlim) - geralmente entrançados, que se prende ao cabos de amarração ou escotas no convés.
instrumento de ferro pontiagudo, que freio e que faz parte dos arreios. Desbolinar - acção de desfazer
serve para separar as filaças de uma cord a Butt - parte grossa do líder, cuja outra emaranhados em cordas.
ou cabo (especialmente de aço), quando se extremidade foi unida à linha de mosca. Descochar - separar as filaças ou fIOs de
pretende fazer junções ou emendas. O butt é geralmente constituído por um uma corda.
Alça ou olhai - um círculo na extremidade monofilam ento com um alongamento de Dropper - uma curta porção de
de um pedaço de corda feito por meio d e ruptura de 9 - 10 kg , embora por vezes se monofilamento ao qual se prende a mosca
um nó, falcaça ou junção (pág. 17). Pode utilize linha entrançada. afogada e a linha de mosca. Alguns líderes
ser também um orifício num anzol, olho Cabo - Uma corda ou corrente grande ou existem no mercado já com os droppers
de cabo ou agulha, através do qual se pode uma corda de âncora. montados; em alternativa a estes, os
passar uma linha. Cabo de cordões múltiplos - cabo forte droppers podem ser atados a um líder
Alma ou núcleo - parte interior de um mas flexível que não form a dobras singelo por meio de uma Emenda de
cabo ou gacheta de mais de três fIO s ou vincadas e que é constituído por quatro ou Empatadura de Anzol (pág. 60)
filaças e existente na maioria das linhas seis pares de filaças, metade das quais são Corda - termo ge nérico usado para Emendar - descreve a acção de atar duas
entrançadas. A alma é constituída por uma torcidas para a direita e a outra metade cordame com um diâmetro superior a 10 cordas ou cabos um ao outro, pelas suas
filaça torcida frouxamente ou por um feixe para a esqu erda. mm. Também utilizado para indicar uma extremidades.
de fio s paralelos ou filaças entrançadas em Cabos de estai - cabos em corda ou corda, como a corda do sino, cabo de estai Engate - um nó que prende um cabo a um
toda a extensão da corda ou cabo. Pode metálicos que servem para suster um e tralha. poste, argola, cabeça, etc., ou a outro cabo.
servir de material de enchimento ou mastro, estacas, tendas, etc. Coca - parte da corda qu e não está Enrascada - aplica-se a um a corda que não
constituir o principal suporte de resistência Carga de Segurança - carga estimada que tensionada. corre porque está emaranhada ou presa.
em cabos entrançados. pod e ser suportada por uma corda ou cabo Cabo S-torcido - cabo torcido no sentido Esfiapar - descreve o desmanchar de um
Alongamento de Ruptura ou Resistência à sem que o mesmo se rompa, tendo em de torção para a esquerda. pedaço de corda, especialmente das suas
Ruptura - cálculo feito pelo fabricante da conta a sua idade, estado, nós utilizados e Cabo Z-torcido - cabo torcido no sentido extremidades.
carga média que fará com que uma corda qualquer carga dinâmica. Nota: a carga de de torção para a direita. Esgano - voltas adicionais feitas sobre as
não usada se rompa (veja Carga de segurança pode ser tão baixa quanto seis Cordame - designação colectiva de cordas, voltas de chicote ou de falcaç a, usadas para
Segurança, que pode ser tão baixa quanto por cento da Resistência à Ruptura cabos, cordões e linh as apertar as camadas de voltas anteriores.
seis por cento da Resistêricia à Ruptura) estimad a pelo fabricante. Cordão - nome dado a diversos fios ou Estropo ou Linga - uma tira contínua de
Amarra - cabo ou corda de grande Chicote - a parte do cabo que é usada para filaças for temente torcidos ou entrançados, corda ou de cinta, usada como suporte ou
diâmetro destinado à amarração efou formar o nó. que formam uma linha com um diâmetro ajuda para levantamento de cargas. Podem
reboque de navios. Colhedor - corda curta, geralmente de três inferior a 10 mm. ser feitas especifi camente com essa
Boça - pequeno cabo ou corrente preso fJaças e frequentemente entrançada ou Costura - descreve a junção dos chicotes finalidade ou através da união de duas
numa das extremidades. Usado para ornamentada, usada para prender objectos de um cabo ou de um chicote com uma extremidades de uma corda ou fita por
imobilizar outro cabo ou para impedir o ou cordame, ou como terminal de seguran- parte passiva, por entrelaçamento das meio de uma emenda adequada.
seu deslizamento. ça em ferramentas e equipamento, quando filaças do mesmo. Extremidade de Trabalho - geralmente a
Buçal - peça feita com cordões ou couro, se realizam trabalhos acima do solo. Cunho - peça de madeira ou ferro com extremidade de um pedaço de corda ou
G L O S S Á R I O

cabo utilizada para fazer um nó (ver Linha - nome genérico para cordame sem Linha de mosca -linha de pesca à pluma
GLOS S

Repuxo - Tira geralmente de couro, com


R I O I
Chicote e Parte Passiva). fm alidade específica, embora se possa Linha dobrada - semelhante a uma laçada, um dedal, usada na palma da mão para
Falcaça - junção feita por meio de referir também as cordas com uma mas na qual ambas as partes da linha são coser velas .
pequenas voltas, que prendem juntas duas utilização definida, como a linha para usadas em co njunto, em vez de Resistência à Ruptura - ver Alongamento
partes da mesma corda ou cabo (pág. 17) pesca ou a corda para pendurar roupa. funcionarem como uma laçada. d e Ruptura
ou duas cordas postas em paralelo. Linha Backing - monofilamento ou linha Linha dura - corda rígida, que pode ser Rosca de cabo - uma argola de corda en-
Falcaça temporária - uma atadura ou entrançada de poliéster, com um pouco flexível e difícil de fazer nós ou de tran çada, form ada pela passagem de uma
falcaça utilizadas provisoriamente para alongamento de ruptura de 7 - 9 kg, usada enrolar. das suas filaças três vezes em redor da
impedir uma co rda de se descochar. entre o carreto e a linha de mosca na pesca Linha macia - corda flexível, entrançada mesma.
Falcaçar - acto de amarrar firm emente à pluma. Impede que a linha de mosca se de forma frouxa. Seio ou laçada - qualqu er parte de uma
cordel fino em volta do chicote de um torça e form e espirais. Mordida - pressão de aperto num nó, qu e co rda ou cabo, qu e se encontra entre os
pedaço de corda ou cabo, para evitar que o Linha de Guia - uma linha ligeira, normal- evita que o mesmo deslize. dois chico tes, especialmente quando
mesmo se destorça e esfiape. mente com 8 mm de diâm etro e cerca de Mosca - mosca presa à pluma frouxa c qu e se obtém quando a corda é
Filaça ou Fio - algumas fibra s torcidas 30 m de comprimento, com uma Pinha de Mosquetão - anel metálico com um fecho dobrada sobre si mesma, de modo a
co njuntam ente. Guia ou um Nó de Linha de Guia na ex- de segurança - utilizado principalmente fo rmar um laço (pág. 17). Um nó feito
Fio - ver Filaça tremidade como peso. A linha é enrolada e em cordas industriais, para escalada e "pelo seio" não necessita dos ch icotes para
Gacheta - cordas entrelaçadas segundo a extremidade que tem o peso é lançada espeleologia. ser formado.
fo rmatos planos, redondos ou quadrados, por um movimento do braço levantado Nó de correr - um laço formado pelo Sentido de torção - direcção em que são
utilizando três ou mais filaças. acima do ombro. Uma linha de Guia é chicote atado em torno da parte passiva de torcidas as filaças que constituem a corda.
Gornir - descreve a acção de passar o utilizad a para içar um a corda mais pes ada, uma corda ou cabo, de tal fo rma que, Pode se r para a esqu erda ou para a direita.
chicote através de um gome, argola ou normalmente a partir do barco para terra. quando se puxa pela parte passiva ou se Tippet- parte terminal, mais Ena do líder,
cunho. plDW pelo laço, afastando-o da parte na qual é atada a mosca. Tem normal-
Hackamore - tipo de cabresto sem freio passiva, o mesmo se aperta. mente 30 - 45 cm de comprimento.
usado para domar cavalos. Núcleo - ver alma. Volta - um traj ecto de 360 graus feito
Kernmantel - método de fabrico de corda Olhai - ver alça com uma corda em torno de um objecto
que consiste num núcleo de filamentos Parte Passiva - a parte da corda ou cabo ou enrolada em bobines (pág. 17). "Dar
sobre o qual se ajusta um revestimento que es tá Exa ou sob tensão (pág. 17), ao uma volta" signiflca fazer uma volta
externo compacto, constituído por fibras contrário da extremidade que está livre (a completa com a corda em torno de um
entrançadas. extremidade de trabalho ou chicote) com a objecto, como um cunho, um a verga ou
Laçada - ver Seio qual se forma o nó. um cabeça de amarração.
Laço - parte de uma corda dobrada de Paternoster - barqueira, aparelho de Voltar-se - descreve a mudança de forma
forma que as suas partes se venham a unir muitos estralhos e anzóis presos a um ou do nó. E sta pode ocorrer acidentalmente
(pág.17). mais suportes Enos ftxado s - quando é aplicada tensão num nó frouxo
Laço de vaqueiro - corda com um laço de perpendicularmente à linha (droppers) ou o mesmo é feito de maneira incorrecta,
correr na extremidade, usada para laçar Peia - corda ou Eta adesiva usada para fazendo com que fiqu e pouco seguro, ou
animais quando se monta a cavalo. prender uma pata ou mais patas de um deliberadamente - quando são aplicadas
Líder - porção de fio de nylon que forma a animal doméstico. forças a partes do nó, que fazem com que
junção entre a linha de mosca e a mosca. Punção - um pino cónico de madeira, usado o mesmo.
Linga - ver Estropo para descochar os Elamentos de uma corda.
N o I C E .DlCEI
Volta de Fiel (pelo
M
Nó de Cadeira 168
Nó de Camionista 134
41,64
Nó Direito 20, 69, 70,
143, 176
poliamidas 12
R chicote) 76, 78, 84, 86,
Resistência à Ruptura 88, 99, 100, 106
manga 10 Nó de Catau 134, 187, 72, 92, 180 poliéster 12
216 Volta de Fiel (pelo seio) -
Manila 12 196 Nó de Empacotador 70, duplo trançado 13
Rosca de Cabo 197, 217 (cabeço) 108
Marlowbraid 11 Nó de Cirurgião 70, 74 83 cobertura 13
seio 216 Volta de Fiel Dobrada
Meia Volta e Cote 100 Nó de Correr Nó Feixe de Lenha 76 alma com fios de baixa
sentido de torção 218 114
Meia volta 58, 68, 78, 83, 20, 21,118,148,150, Nó Fiador 184, 202 torção 13 sintéticos, fibras 12 Volta de Fiel Mordida
84, 88, 91, 99,100, 101, 155,178,188, 189 Nó Honda 143, 178 multifilamentos 13
sintéticos, filamento 32, 38, 70, 76, 82
103, 104, 108, 109, 112, Nó de Encapeladura Nó Icicle 99, 116 alma de três filaças
10 Volta de Linga D eitada
114, 116, 122, 130, 134 180, 182 Nó Italiano 99, 130 torcidas 13
sisal12 99, 124
Merlim, ponta de 15, 218 Nó de Escota Pronto a Nó Paragum 42 Polietileno de Alto
monofilamento de Disparar 44 Nó Prusik 99, 128 Módulo (HMP) 11, Volta de Linga em Pé
132
propileno 12, 13
monofilamento 14,23,
Nó de Escota Singelo
41,46
Nó Simples 19, 20, 21,
22,26,47,48,54,56,76,
13
polietileno 12, 13
T Volta de Prancha 16, 70,
terminal 219 80, 156
42, 60, 66, 74, 136 Nó de Escota 41, 44, 46, 77, 92, 11 8, 132, 144, Polímero de Cristal
\ tesouras 15 Volta de Tomadouro
mordida 218 68,200 148,162,174,180, 198 Líquido (LCP) 12
tippet 219 70, 78
mosquetão 153, 172, 217 Nó de E spada 184 Nó Simples Dobrado polipropileno 12, 13
trançado duplo 11 volta 219
Nó de Estivador 20, 25 20,22,62,176 trançado oco 13
trançado oco 11 voltar-se 216
Nó de E stralho 143, 174 Nó Turle 140 monoftlamentos 12,
N Nó de Linha de Guia núcleo 216 13 Voltas Redondas para
navalha para cabos 15 20,28 nylon 12 fibras descontínuas Atracagem 99, 122
Nó Ashley 41,54 Nó de Oito 20, 26, 50, alma entrançada 13 torcidas 12 V
Nó Bachmann 99, 126 83, 154, 155 fibras divididas 12 vectran 12
trançado oco 13
Nó Borboleta 143, 172 Nó de O streiro 20, 24, 25 Portuguesa 70, 86 Volta da Ribeira 78, 88,
corda entrançada de
Nó Cego (derivado do Nó de Pescador Duplo punção 15, 217 96, 99,101, 116
oito filaças 12
Nó de Trempe) 41, 50 41 , 48 Volta de Anete 47,110,
olhai 217 oco 15
Nó Cego Derivado do Nó de Pescador Singelo aço 15 112
peia 213
Nó de Oito 143, 152 Volta de Cotovia 99, 102,
41,47,48, 124,126,128, madeira 15
Nó Cego Derivado do 132,133,200 repuxo 15 104,176, 202
Nó de Trempe 143, 154 Nó de Porco D obrado P Volta de Fiador 26
Volta de Fiel (pelo
Nó Constritor 76 99,114,116 Peito de Morte 70, 88
nó corr~diço 218 Nó de Porco 106 chicote - Argola) 109
perlon 12
Nó de Agua 62 Nó de Rigger 41 , 56 Pinha de Anel Fixo 20,
Nó de Andaime 80 Nó de Rizes 72 36
,
Nó de Arnês 41, 58
Nó de Azelha Dobrado
Nó de·Sangue 60
Nó de Trempe 26
Pinha de Balde 20, 32,
33,36,38,209 CREDITOS IlUSTRAÇOES
143, 145 Nó de Trempe Dobrado Pinha de Boça 20, 38
Nó de Barca 143, 146 (pelo chicote) 154 Pinha de Colhedor 20, Todas as Artes Finais e Fotografias © Qyantum Publishing.
Nó de Botija 184, 202 Nó de Trempe Dobrado 34
Nó de Brandais 41, 52, 152 Pinha de Retenida 20, 30
69,176 Nó de Voltas Falidas Pinha de Saco 102, 104,

r- =i ~I.··
Inclui mais de 100 nós comprovadamente dignos de confian ça,
seguros e eficientes quando feitos e usados correctamente

Apresenta instruções fáceis de seguir
passo-a -passo para atar cada nó

Apresentação numa ordem lógica e acessível,
usando símbolos de utilização que facilitam a con sulta

Inclui nós fixos ou de bloqueio, laços, em endas,
voltas e amarras, nós de ligação e decorat ivos

ISBN 972·8819·62· 5

9 7 89728 8 1 9620