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Plano de manutenção preventiva:

7 passos para executar

Uma das maiores dúvidas de qualquer gestor técnico é como montar


um plano de manutenção preventiva.
A necessidade de elaborar um plano desse tipo é saber que,
eventualmente, as máquinas e equipamentos sofrerão com a
deterioração, mas com a ação preventiva é possível manter os
equipamentos funcionando por mais tempo, próximo da performance
original.

Vamos mostrar, em 6 passos, como estruturar um plano de manutenção


preventiva.

1. Passo: Levantamento de informações

O primeiro passo é fazer um levantamento de todas as máquinas


funcionando, histórico de troca de peças e a quantidade de atividades
que já foram feitas.
Isso traz um parâmetro do estado de cada equipamento, além de ajudar a
definir inicialmente as prioridades dos chamados técnicos e onde avaliar

os possíveis problemas.
As informações dos últimos 12 meses é essencial para definir quais
máquinas receberão os primeiros atendimentos.

2. Passo: Criação do Checklist de Manutenção

O objetivo do checklist de manutenção é criar um procedimento de


verificação do estado de cada equipamento após a intervenção, seja
ela preventiva ou corretiva.
Isso mostra que todos os passos foram dados para que as informações
fiquem armazenadas de maneira segura e que os procedimentos foram
feitos para garantir a qualidade.
Os checklists mais comuns são os de: Mecânica, Lubrificação, Elétrica e
Segurança.
Checklist Mecânico
Normalmente é feita uma avaliação minuciosa de cada item mecânico do
equipamento, como a verificação de cabos, correias, mangueiras etc.
Checklist da Lubrificação
Em geral, é analisado se todos os itens foram devidamente lubrificados e
os produtos armazenados nos recipientes corretos.
Checklist Elétrico
Acompanhamento de toda a parte elétrica do aparelho. Nos painéis, fontes
e cabos de energia são feitas vistorias para verificar se tudo está em
ordem.
Checklist de Segurança
Observa-se se todas as normas de segurança foram devidamente
cumpridas, se não ficou nenhum tipo de material que ofereça risco ao
equipamento ou as pessoas.
Obs: Ressalto que cada item do checklist deve ser confirmado com foto e
legenda.
3. Passo: Verificação dos custos

Na terceira etapa é feita o orçamento do plano. Ele precisa contemplar


todos os gastos que serão necessários para execução do projeto.
Inicialmente, a estrutura de custos de uma equipe de manutenção
preventiva é feita seguindo uma ordem:
– Equipe necessária para execução das intervenções
– Materiais necessários para reparo de eventuais máquinas
– Encargos trabalhistas
– Softwares usados no controle do projeto
Ressalto a importância de manter a rentabilidade do projeto para que o
processo seja lucrativo e eficiente.
Um dos principais pontos de custo são os colaboradores.
Essas pessoas precisam estar treinadas e comprometidas para que a
operação seja saudável.
Uma ferramenta de controle de chamados, localização e checklist é

essencial para a administração de um bom plano de manutenção


preventiva.

4. Passo Definição de um cronograma

Defina a frequência de visitas em cada equipamento e divida isso pelo


número de colaboradores que você vai alocar.
Um bom plano de manutenção preventiva tem as visitas pré agendadas
com pelo menos 90 dias de antecedência.
O motivo disso é que muitas empresas utilizam os mesmos técnicos para
efetuar atendimentos corretivos.
Com um prazo curto você tem pouco tempo para se planejar para
eventuais problemas e até com a rotatividade de colaboradores.
Lembre-se de aumentar a quantidade de visitas para os equipamentos com
maior volume de uso e com maior idade.
5. Passo Acompanhamento de cada atividade

Controlar cada atividade no campo é fundamental para que a execução


seja feita de forma correta.
Defina um padrão de relatório com cada checklist, fotos, horários de
chegada e de saída do local e estabeleça um nível mínimo de qualidade.

6. Estruture as KPI’s de produtividade

Indicadores chaves de performance são fundamentais na execução do


plano de manutenção. São esses dados que vão te mostrar se o projeto
está no caminho certo ou se são necessários ajustes.
Os principais indicadores para a manutenção preventiva são:
Tempo médio do atendimento
Sabendo o tempo médio de atendimento, você consegue estimar quantas
pessoas são necessárias na equipe, qual o grau de precisão do técnico e
consegue aumentar a qualidade do trabalho, a partir de treinamentos.
Intervalo entre reparos
Medindo a quantidade de reparos que são feitos em um determinado tempo
na máquina você consegue estimar a quantidade de peças e materiais
serão gastos nos próximos períodos.
Isso te ajuda a ter um orçamento mais conciso e real.
Rentabilidade por máquina
Se você possui contratos de manutenção e fornecimento de equipamento,
essa KPI te ajuda a medir o faturamento por máquina, eliminando os
custos de manutenção.
Fique sempre muito atento a isso!
Cumprimento do cronograma
Cumprir o cronograma é fundamental para que o processo seja feito com
qualidade.
Verifique a quantidade de vezes que o cronograma foi alterado e a
capacidade de acompanhamento dele. Isso te ajuda a ter um plano mais
robusto.
Considerações Finais
Com um processo estruturado, você precisa de ferramentas para
monitoramento e controle da qualidade. Um software de gestão de
equipes é fundamental para garantir que as KPI’s sejam acompanhadas,

que o cronograma seja cumprido e que os checklists sejam efetuados.


Um plano de manutenção preventiva é fundamental. Por isso, esperamos

ter ajudado você a ter um caminho para elaborar o seu!

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