Aula 15
Edificações p/ ITEP-RN (Perito Criminal - Engenharia Civil) Com videoaulas
Professor: Marcus Campiteli
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AULA 15: INSTALA«’ES HIDROSSANIT£RIAS
SUM£RIO
P£GINA
|
CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES |
1 |
||||
|
1. INSTALAÇÕES HIDROSSANITÁRIAS (NBR 5626) |
2 |
||||
|
2. ESGOTO SANITÁRIO (NBR 8160) |
16 |
||||
|
3. REDE COLETORA DE ESGOTO (NBR 9649) |
48 |
||||
|
4. ESTAÇÕES |
ELEVATÓRIAS |
DE |
ESGOTO |
(NBR |
|
|
12208) |
54 |
||||
|
5. QUESTÕES COMENTADAS |
60 |
||||
|
6. QUESTÕES APRESENTADAS |
96 |
||||
|
7. GABARITO |
112 |
||||
|
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS |
112 |
||||
Ol· pessoal, apresentamos para vocÍs nesta aula as
informaÁıes normativas acerca de InstalaÁıes Hidrossanit·rias: NBR
5626/98 – InstalaÁıes Hidr·ulicas Prediais; NBR 8160/99 – Sistemas
prediais de esgoto sanit·rio - Projeto e execuÁ„o; NBR 9649/86 –
Projeto de redes coletoras de esgoto sanit·rio; e NBR 12208/92 –
Projeto de estaÁıes elevatÛrias de esgoto sanit·rio.
Vale a pena focar as partes negritadas.
Caso queiram treinar antes mesmo de adentrar ‡ teoria, h· os
capÌtulos finais com as questıes apresentadas e o gabarito final.
Bons estudos !
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1) INSTALA«’ES HIDR£ULICAS (NBR 5626)
Seguem algumas definiÁıes da NBR 5626/98 – InstalaÁıes
Hidr·ulicas Prediais.
Alimentador
predial:
TubulaÁ„o
que
liga
a
fonte
de
abastecimento a um reservatÛrio de ·gua de uso domÈstico.
Barrilete: TubulaÁ„o que se origina no reservatÛrio e da qual
derivam as colunas de distribuiÁ„o, quando o tipo de abastecimento È
indireto. No caso de tipo de abastecimento direto, pode ser
considerado como a tubulaÁ„o diretamente ligada ao ramal predial ou
diretamente ligada ‡ fonte de abastecimento particular.
Camisa: DisposiÁ„o construtiva na parede ou piso de um
edifÌcio, destinada a proteger e/ou permitir livre movimentaÁ„o ‡
tubulaÁ„o que passa no seu interior.
Coluna de distribuiÁ„o: TubulaÁ„o derivada do barrilete e
destinada a alimentar ramais.
Conex„o cruzada: Qualquer ligaÁ„o fÌsica atravÈs de peÁa,
dispositivo ou outro arranjo que conecte duas tubulaÁıes das quais
uma conduz ·gua pot·vel e a outra ·gua de qualidade desconhecida
ou n„o pot·vel.
AtravÈs dessa ligaÁ„o a ·gua pode escoar de uma para outra
tubulaÁ„o, sendo o sentido de escoamento dependente do diferencial
de press„o entre as duas tubulaÁıes. A definiÁ„o tambÈm se aplica ‡
ligaÁ„o fÌsica que se estabelece entre a ·gua contida em uma
tubulaÁ„o da instalaÁ„o predial de ·gua fria e a ·gua servida contida
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em um aparelho sanit·rio ou qualquer outro recipiente que esteja
sendo utilizado.
Fonte de abastecimento: Sistema destinado a fornecer ·gua
para a instalaÁ„o predial de ·gua fria. Pode ser a rede p˙blica da
concession·ria ou qualquer sistema particular de fornecimento de
·gua. No caso da rede p˙blica, considera-se que a fonte de
abastecimento È a extremidade a jusante do ramal predial.
Galeria de serviÁos: EspaÁo fechado, semelhante a um duto,
mas de dimensıes tais que permitam o acesso de pessoas ao seu
interior atravÈs de portas ou aberturas de visita. Nele s„o instalados
tubulaÁıes, componentes em geral e outros tipos de instalaÁıes.
InstalaÁ„o elevatÛria: Sistema destinado a elevar a press„o
da ·gua em uma instalaÁ„o predial de ·gua fria, quando a press„o
disponÌvel na fonte de abastecimento for insuficiente, para
abastecimento do tipo direto, ou para suprimento do reservatÛrio
elevado no caso de abastecimento do tipo indireto. Inclui tambÈm o
caso onde um equipamento È usado para elevar a press„o em pontos
de utilizaÁ„o localizados.
NÌvel de transbordamento: NÌvel do plano horizontal que
passa pela borda do reservatÛrio, aparelho sanit·rio ou outro
componente. No caso de haver extravasor associado ao componente,
o nÌvel È aquele do plano horizontal que passa pelo nÌvel inferior
do extravasor.
Ponto de utilizaÁ„o (da ·gua): Extremidade a jusante do
sub-ramal a partir de onde a ·gua fria passa a ser considerada
·gua servida. Qualquer parte da instalaÁ„o predial de ·gua fria, a
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montante desta extremidade, deve preservar as caracterÌsticas da
·gua para o uso a que se destina.
Ramal:
TubulaÁ„o
derivada
da
coluna
destinada a alimentar os sub-ramais.
de
distribuiÁ„o
e
Ramal predial: TubulaÁ„o compreendida entre a rede p˙blica
de abastecimento de ·gua e a extremidade a montante do
alimentador predial ou de rede predial de distribuiÁ„o. O ponto onde
termina o ramal predial deve ser definido pela concession·ria.
Rede predial de distribuiÁ„o: Conjunto de tubulaÁıes
constituÌdo de barriletes, colunas de distribuiÁ„o, ramais e sub-
ramais, ou de alguns destes elementos, destinado a levar ·gua aos
pontos de utilizaÁ„o.
Refluxo de ·gua: Escoamento de ·gua ou outros lÌquidos e
subst‚ncias, proveniente de qualquer outra fonte, que n„o a fonte de
abastecimento prevista, para o interior da tubulaÁ„o destinada a
conduzir ·gua desta fonte. Incluem-se, neste caso, a
retrossifonagem, bem como outros tipos de refluxo como, por
exemplo, aquele que se estabelece atravÈs do mecanismo de vasos
comunicantes.
Registro de fechamento: Componente instalado na tubulaÁ„o
e destinado a interromper a passagem da ·gua. Deve ser usado
totalmente fechado ou totalmente aberto. Geralmente, empregam-se
registros de gaveta ou registros de esfera. Em ambos os casos, o
registro deve apresentar seÁ„o de passagem da ·gua com ·rea igual
‡ da seÁ„o interna da tubulaÁ„o onde est· instalado.
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Registro de utilizaÁ„o: Componente instalado na tubulaÁ„o e
destinado a controlar a vaz„o da ·gua utilizada. Geralmente
empregam-se registros de press„o ou v·lvula-globo em sub-
ramais.
Retrossifonagem: Refluxo de ·gua usada, proveniente de um
reservatÛrio, aparelho sanit·rio ou de qualquer outro recipiente, para
o interior de uma tubulaÁ„o, devido ‡ sua press„o ser inferior ‡
atmosfÈrica.
Sub-ramal: TubulaÁ„o que liga o ramal ao ponto de utilizaÁ„o.
Tipo de abastecimento: Forma como o abastecimento do
ponto de utilizaÁ„o È efetuado. Pode ser tanto direto, quando a ·gua
provÈm diretamente da fonte de abastecimento, como indireto,
quando a ·gua provÈm de um reservatÛrio existente no edifÌcio.
TubulaÁ„o de aviso: TubulaÁ„o destinada a alertar os
usu·rios que o nÌvel da ·gua no interior do reservatÛrio alcanÁou um
nÌvel superior ao m·ximo previsto. Deve ser dirigida para desaguar
em local habitualmente observ·vel.
TubulaÁ„o de extravas„o: TubulaÁ„o destinada a escoar o
eventual excesso de ·gua de reservatÛrios onde foi superado o nÌvel
de transbordamento.
TubulaÁ„o de limpeza: TubulaÁ„o destinada ao esvaziamento
do reservatÛrio, para permitir sua limpeza e manutenÁ„o.
1.2 - Materiais
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Adotam-se materiais met·licos (aÁo-carbono galvanizado,
cobre, chumbo (n„o deve ser utilizado nas instalaÁıes prediais de
·gua fria), ferro fundido galnavizado (conexıes), liga de cobre
(conexıes), materiais pl·sticos (poliÈster reforÁado com fibra de
vidro, polipropileno, PVC rÌgido), cimento amianto ou fibrocimento
(reservatÛrios), concreto (reservatÛrios).
1.3 - Projeto
As seguintes informaÁıes devem ser previamente levantadas
pelo projetista:
a) caracterÌsticas do consumo predial (volumes, vazıes
m·ximas e mÈdias, caracterÌsticas da ·gua, etc.);
b) caracterÌsticas da oferta de ·gua (disponibilidade de vaz„o,
faixa de variaÁ„o das pressıes, const‚ncia do abastecimento,
caracterÌsticas da ·gua, etc.);
c) necessidades de reservaÁ„o, inclusive para combate a
incÍndio;
d) no caso de captaÁ„o local de ·gua, as caracterÌsticas da
·gua, a posiÁ„o do nÌvel do lenÁol subterr‚neo e a previs„o quanto
ao risco de contaminaÁ„o.
A instalaÁ„o predial de ·gua fria abastecida com ·gua n„o
pot·vel deve ser totalmente independente daquela destinada ao uso
da ·gua pot·vel, ou seja, deve- se evitar a conex„o cruzada. A ·gua
n„o pot·vel pode ser utilizada para limpeza de bacias sanit·rias e
mictÛrios, para combate a incÍndios e para outros usos onde o
requisito de potabilidade n„o se faÁa necess·rio.
a) Alimentador predial
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No projeto do alimentador predial deve-se considerar o valor
m·ximo da press„o da ·gua proveniente da fonte de abastecimento.
O alimentador predial deve ser dotado, na sua extremidade a
jusante, de torneira de bÛia ou outro componente que cumpra a
mesma funÁ„o. Tendo em vista a facilidade de operaÁ„o do
reservatÛrio, recomenda-se que um registro de fechamento seja
instalado fora dele, para permitir sua manobra sem necessidade de
remover a tampa.
O alimentador predial pode ser aparente, enterrado, embutido
ou recoberto. No caso de ser enterrado, deve-se observar uma
dist‚ncia mÌnima horizontal de 3,0 m de qualquer fonte
potencialmente poluidora, como fossas negras, sumidouros, valas de
No caso de ser instalado na mesma vala que
tubulaÁıes enterradas de esgoto, o alimentador predial deve
apresentar sua geratriz inferior 30 cm acima da geratriz superior das
tubulaÁıes de esgoto.
Quando enterrado, recomenda-se que o alimentador predial
seja posicionado acima do nÌvel do lenÁol fre·tico para diminuir o
risco de contaminaÁ„o da instalaÁ„o predial de ·gua fria em uma
circunst‚ncia acidental de n„o estanqueidade da tubulaÁ„o e de
infiltraÁ„o, etc
press„o negativa no alimentador predial.
b) ReservatÛrios
Em princÌpio um reservatÛrio para ·gua pot·vel n„o deve ser
apoiado no solo, ou ser enterrado total ou parcialmente, tendo em
vista o risco de contaminaÁ„o proveniente do solo, face ‡
permeabilidade das paredes do reservatÛrio ou qualquer falha que
implique a perda da estanqueidade.
Nos casos em que tal exigÍncia seja impossÌvel de ser atendida,
o reservatÛrio deve ser executado dentro de compartimento prÛprio,
que permita operaÁıes de inspeÁ„o e manutenÁ„o, devendo haver
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um afastamento, mÌnimo, de 60 cm entre as faces externas do
reservatÛrio (laterais, fundo e cobertura) e as faces internas do
compartimento.
O compartimento deve ser dotado de drenagem por gravidade,
ou bombeamento, sendo que, neste caso, a bomba hidr·ulica deve
ser instalada em poÁo adequado e dotada de sistema elÈtrico que
adverte em casos de falha no funcionamento na bomba.
O volume de ·gua reservado para uso domÈstico deve ser, no
mÌnimo, o necess·rio para 24 h de consumo normal no edifÌcio, sem
considerar o volume de ·gua para combate a incÍndio. No caso de
residÍncia de pequeno tamanho, recomenda- se que a reserva
mÌnima seja de 500 L.
ReservatÛrios de maior capacidade devem ser divididos em
dois ou mais compartimentos para permitir operaÁıes de manutenÁ„o
sem que haja interrupÁ„o na distribuiÁ„o de ·gua. S„o excetuadas
desta exigÍncia as residÍncias unifamiliares isoladas.
Devem ser tomadas medidas no sentido de evitar os efeitos da
formaÁ„o do vÛrtice na entrada das tubulaÁıes. Na entrada da
tubulaÁ„o de sucÁ„o, deve ser insta- lado um dispositivo de proteÁ„o
contra ingresso de eventuais objetos (crivo simples ou v·lvula de pÈ
com crivo).
O posicionamento relativo entre entrada e saÌda de ·gua deve
evitar o risco de ocorrÍncia de zonas de estagnaÁ„o dentro do
reservatÛrio. Assim, no caso de um reservatÛrio muito comprido,
recomenda-se posicionar a entrada e a saÌda em lados opostos
relativamente ‡ dimens„o predominante. Nos reservatÛrios em que
h· reserva de ·gua para outras finalidades, como È o caso de reserva
para combate a incÍndios, deve haver especial cuidado com esta
exigÍncia.
A extremidade da tomada de ·gua no reservatÛrio deve ser
elevada em relaÁ„o ao fundo deste reservatÛrio para evitar a entrada
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de resÌduos eventualmente existentes na rede predial de distribuiÁ„o.
A altura dessa extremidade, em relaÁ„o ao fundo do reservatÛrio,
deve ser relacionada com o di‚metro da tubulaÁ„o de tomada e com
a forma de limpeza que ser· adotada ao longo da vida do
reservatÛrio. Em reservatÛrio de pequena capacidade (por exemplo:
para casas unifamiliares, pequenos edifÌcios comerciais, etc.) e de
fundo plano e liso, recomenda-se uma altura mÌnima de 2 cm. No
caso especÌfico de reservatÛrio de fibrocimento (cimento-amianto), a
NBR 5649 dispıe que a tomada de ·gua esteja 3 cm acima da
regi„o mais profunda do reservatÛrio.
Para facilitar as operaÁıes de manutenÁ„o, que exigem a
interrupÁ„o da entrada de ·gua no reservatÛrio, recomenda-se que
seja instalado na tubulaÁ„o de alimentaÁ„o, externamente ao
reservatÛrio, um registro de fechamento ou outro dispositivo ou
componente que cumpra a mesma funÁ„o.
Considerando-se as faixas de press„o previstas na tubulaÁ„o
que abastece o reservatÛrio, recomenda- se que o nÌvel m·ximo da
superfÌcie livre da ·gua, no interior do reservatÛrio, seja situado
abaixo do nÌvel da geratriz inferior da tubulaÁ„o de extravas„o ou de
aviso.
Em instalaÁıes prediais de ·gua quente, onde o aquecimento È
feito por aquecedor alimentado por tubulaÁ„o que se liga ao
reservatÛrio, independentemente das tubulaÁıes da rede predial de
distribuiÁ„o, a tomada de ·gua da tubulaÁ„o que alimenta o
aquecedor deve se posicionar em nÌvel acima das tomadas de ·gua
fria, como meio de evitar o risco de queimaduras na eventualidade de
falha no abastecimento.
Em todos os reservatÛrios devem ser instaladas tubulaÁıes que
atendam ‡s seguintes necessidades:
a) aviso aos usu·rios de que a torneira de bÛia ou dispositivo
de interrupÁ„o do abastecimento do reservatÛrio, apresenta falha,
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ocorrendo, como conseq¸Íncia, a elevaÁ„o da superfÌcie da ·gua
acima do nÌvel m·ximo previsto;
b) extravas„o do volume de ·gua em excesso do interior do
reservatÛrio, para impedir a ocorrÍncia de transbordamento ou a
inutilizaÁ„o do dispositivo de prevenÁ„o ao refluxo previsto, devido ‡
falha na torneira de bÛia ou no dispositivo de interrupÁ„o do
abastecimento;
c) limpeza do reservatÛrio, para permitir o seu esvaziamento
completo, sempre que necess·rio.
As tubulaÁıes de aviso, extravas„o e limpeza devem ser
construÌdas de material rÌgido e resistente ‡ corros„o. Tubos flexÌveis
(como mangueiras) n„o devem ser utilizados, mesmo em trechos de
tubulaÁ„o. Os trechos horizontais devem ter declividade adequada
para desempenho eficiente de sua funÁ„o e o completo escoamento
da ·gua do seu interior.
A superfÌcie do fundo do reservatÛrio deve ter uma ligeira
declividade no sentido da entrada da tubulaÁ„o de limpeza, de modo
a facilitar o escoamento da ·gua e a remoÁ„o de detritos
remanescentes. Na tubulaÁ„o de limpeza, em posiÁ„o de f·cil acesso
e operaÁ„o, deve haver um registro de fechamento. A descarga da
·gua da tubulaÁ„o de limpeza deve se dar em local que n„o provoque
transtornos ‡s atividades dos usu·rios.
Toda a tubulaÁ„o de aviso deve descarregar imediatamente
apÛs a ·gua alcanÁar o nÌvel de extravas„o no reservatÛrio. A ·gua
deve ser descarregada em local facilmente observ·vel. Em nenhum
caso a tubulaÁ„o de aviso pode ter di‚metro interno menor
que 19 mm.
Quando uma tubulaÁ„o de extravas„o for usada no
reservatÛrio, seu di‚metro interno deve ser dimensionado de forma a
escoar o volume de ·gua em excesso. Em reservatÛrio de pequena
capacidade (por exemplo: para casas unifamiliares, pequenos
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edifÌcios comerciais, etc.), recomenda-se que o di‚metro da
tubulaÁ„o de extravas„o seja maior que o da tubulaÁ„o de
alimentaÁ„o.
A tubulaÁ„o de aviso deve ser conectada ‡ tubulaÁ„o de
extravas„o em seu trecho horizontal e em ponto situado a montante
da eventual interligaÁ„o com a tubulaÁ„o de limpeza, para que o
aviso n„o possa escoar ·gua suja e com partÌculas em suspens„o
provenientes da limpeza do reservatÛrio, evitando-se, desta forma, o
entupimento da tubulaÁ„o de aviso (geralmente de di‚metro nominal
reduzido como DN 20), bem como o despejo de sujeira prejudicial
aos ambientes prÛprios para o des·g¸e de aviso.
c) InstalaÁ„o ElevatÛria
Uma instalaÁ„o elevatÛria consiste no bombeamento de ·gua
de um reservatÛrio inferior para um reservatÛrio superior ou para
um reservatÛrio hidropneum·tico.
Na definiÁ„o do tipo de instalaÁ„o elevatÛria e na localizaÁ„o
dos reservatÛrios e bombas hidr·ulicas, deve-se considerar o uso
mais eficaz da press„o disponÌvel, tendo em vista a conservaÁ„o de
energia.
As instalaÁıes elevatÛrias devem possuir no mÌnimo
duas unidades de elevaÁ„o de press„o, independentes, com
vistas a garantir o abastecimento de ·gua no caso de falha de uma
das unidades.
Nas instalaÁıes elevatÛrias por recalque de ·gua, recomenda-
se a utilizaÁ„o de comando liga/desliga autom·tico, condicionado ao
nÌvel de ·gua nos reservatÛrios. Neste caso, este comando deve
permitir tambÈm o acionamento manual para operaÁıes de
manutenÁ„o.
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d) Rede predial de distribuiÁ„o
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Recomenda-se que as tubulaÁıes horizontais sejam instaladas
com uma leve declividade, tendo em vista reduzir o risco de formaÁ„o
de bolhas de ar no seu interior. Pela mesma raz„o, elas devem ser
instaladas livres de calÁos e guias que possam provocar ondulaÁıes
localizadas.
Onde possÌvel, a tubulaÁ„o deve ser instalada com declive em
relaÁ„o ao fluxo da ·gua, com o ponto mais alto na saÌda da rede de
distribuiÁ„o do reservatÛrio elevado. Onde inevit·vel a instalaÁ„o de
trechos em aclive, em relaÁ„o ao fluxo, os pontos mais altos devem
ser, preferencialmente, nas peÁas de utilizaÁ„o ou providos de
dispositivos prÛprios para a eliminaÁ„o do ar (ventosas ou outros
meios), instalados em local apropriado.
Para possibilitar a manutenÁ„o de qualquer parte da rede
predial de distribuiÁ„o, dentro de um nÌvel de conforto previamente
estabelecido e considerados os custos de implantaÁ„o e operaÁ„o da
instalaÁ„o predial de ·gua fria, deve ser prevista a instalaÁ„o de
registros de fechamento, ou de outros componentes ou de
dispositivos que cumpram a mesma funÁ„o. Particularmente,
recomenda-se o emprego de registros de fechamento:
a) no barrilete, posicionado no trecho que alimenta o prÛprio
barrilete (no caso de tipo de abastecimento indireto posicionado em
cada trecho que se liga ao reservatÛrio);
b) na coluna de distribuiÁ„o, posicionado a montante do
primeiro ramal;
c) no ramal, posicionado a montante do primeiro sub- ramal.
e) Dimensionamento das tubulaÁıes
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A instalaÁ„o predial de ·gua fria deve ser dimensionada de
modo que a vaz„o de projeto estabelecida na tabela a seguir seja
disponÌvel no respectivo ponto de utilizaÁ„o, se apenas tal ponto
estiver em uso.
Aparelho sanit·rio
Bacia sanit·ria
PeÁa de utilizaÁ„o
Caixa de descarga
V·lvula de descarga
Vaz„o de
projeto L/s
0,15
1,70
Banheira
Misturador (·gua fria)
0,30
Bebedouro
Registro de press„o
0,10
BidÍ
Misturador (·gua fria)
0,10
Chuveiro ou ducha
Misturador (·gua fria)
0,20
Chuveiro elÈtrico
Registro de press„o
0,10
Lavadora de pratos ou de roupas
Registro de press„o
0,30
LavatÛrio
Torneira ou misturador (·gua fria)
0,15
MictÛrio cer‚mico com sif„o integrado
V·lvula de descarga
0,50
MictÛrio cer‚mico sem sif„o integrado
Caixa de descarga, registro de press„o ou v·lvula de descarga para mictÛrio
0,15
MictÛrio tipo calha
Caixa de descarga ou registro de press„o
0,15/m de
calha
Pia
Torneira ou misturador (·gua fria)
0,25
Pia
Torneira elÈtrica
0,10
Tanque
Torneira
0,25
Torneira de jardim ou lavagem em geral
Torneira
0,20
A rede predial de distribuiÁ„o deve ser dimensionada de tal
forma que, no uso simult‚neo prov·vel de dois ou mais pontos de
utilizaÁ„o, a vaz„o de projeto, estabelecida na tabela acima, seja
plenamente disponÌvel.
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Nos pontos de suprimento de reservatÛrios, a vaz„o de projeto
pode ser determinada dividindo-se a capacidade do reservatÛrio pelo
tempo de enchimento. No caso de edifÌcios com pequenos
reservatÛrios individualizados, como È o caso de residÍncias
unifamiliares, o tempo de enchimento deve ser menor do que 1 h. No
caso de grandes reservatÛrios, o tempo de enchimento pode ser de
atÈ 6 h, dependendo do tipo de edifÌcio.
As tubulaÁıes devem ser dimensionadas de modo que a
velocidade da ·gua, em qualquer trecho de tubulaÁ„o, n„o atinja
valores superiores a 3 m/s.
Em condiÁıes din‚micas (com escoamento), a press„o da ·gua
nos pontos de utilizaÁ„o deve ser estabelecida de modo a garantir a
vaz„o de projeto indicada na tabela acima e o bom funcionamento da
peÁa de utilizaÁ„o e de aparelho sanit·rio. Em qualquer caso, a
press„o n„o deve ser inferior a 10 kPa, com exceÁ„o do ponto da
caixa de descarga onde a press„o pode ser menor do que este valor,
atÈ um mÌnimo de 5 kPa, e do ponto da v·lvula de descarga para
bacia sanit·ria onde a press„o n„o deve ser inferior a 15 kPa.
Em qualquer ponto da rede predial de distribuiÁ„o, a press„o da
·gua em condiÁıes din‚micas (com escoa- mento) n„o deve ser
inferior a 5 kPa.
Em condiÁıes est·ticas (sem escoamento), a press„o da ·gua
em qualquer ponto de utilizaÁ„o da rede predial de distribuiÁ„o n„o
deve ser superior a 400 kPa.
A ocorrÍncia de sobrepressıes devidas a transientes hidr·ulicos
deve ser considerada no dimensionamento das tubulaÁıes. Tais
sobrepressıes s„o admitidas, desde que n„o superem o valor de 200
kPa.
f) Demais consideraÁıes de Projeto
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Tendo em vista resguardar a seguranÁa de fundaÁıes e outros
elementos estruturais e facilitar a manutenÁ„o das tubulaÁıes, È
recomend·vel manter um distanciamento mÌnimo de 0,5 m entre a
vala de assentamento e as referidas estruturas.
O acesso ao interior do reservatÛrio, para inspeÁ„o e limpeza,
deve ser garantido atravÈs de abertura com dimens„o mÌnima de 600
mm, em qualquer direÁ„o. No caso de reservatÛrio inferior, a
abertura deve ser dotada de rebordo com altura mÌnima de 100 mm
para evitar a entrada de ·gua de lavagem de piso e outras.
O espaÁo em torno do reservatÛrio deve ser suficiente para
permitir a realizaÁ„o das atividades de manutenÁ„o, bem como de
movimentaÁ„o segura da pessoa encarregada de execut·-las. Tais
atividades incluem: regulagem da torneira de bÛia, manobra de
registros, montagem e desmontagem de trechos de tubulaÁıes,
remoÁ„o e disposiÁ„o da tampa e outras.
Recomenda-se observar uma dist‚ncia mÌnima de 600 mm (que
pode ser reduzida atÈ 450 mm, no caso de reservatÛrio de pequena
capacidade atÈ 1 000 L):
a) entre qualquer ponto do reservatÛrio e o eixo de qualquer
tubulaÁ„o prÛxima, com exceÁ„o daquelas diretamente ligadas ao
reservatÛrio;
b) entre qualquer ponto do reservatÛrio e qualquer componente
utilizado na edificaÁ„o que possa ser considerado um obst·culo
permanente;
c) entre o eixo de qualquer tubulaÁ„o ligada ao reservatÛrio e
qualquer componente utilizado na edificaÁ„o que possa ser
considerado um obst·culo permanente.
2 - SISTEMAS PREDIAIS DE ESGOTO SANIT£RIO (NBR 8160)
2.1 - IntroduÁ„o
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O sistema de esgoto sanit·rio tem por funÁıes b·sicas coletar e
conduzir os despejos provenientes do uso adequado dos aparelhos
sanit·rios a um destino apropriado.
O sistema predial de esgoto sanit·rio deve ser separador
absoluto em relaÁ„o ao sistema predial de ·guas pluviais, ou seja,
n„o deve existir nenhuma ligaÁ„o entre os dois sistemas.
A NBR 8160 adota as seguintes definiÁıes:
Altura do fecho hÌdrico: Profundidade da camada lÌquida,
medida entre o nÌvel de saÌda e o ponto mais baixo da parede ou colo
inferior do desconector, que separa os compartimentos ou ramos de
entrada e saÌda desse dispositivo.
Barrilete de ventilaÁ„o: TubulaÁ„o horizontal com saÌda para
a atmosfera em um ponto, destinada a receber dois ou mais tubos
ventiladores.
Caixa coletora: Caixa onde se re˙nem os efluentes lÌquidos,
cuja disposiÁ„o exija elevaÁ„o mec‚nica.
Caixa de gordura: Caixa destinada a reter, na sua parte
superior, as gorduras, graxas e Ûleos contidos no esgoto, formando
camadas que devem ser removidas periodicamente, evitando que
estes componentes escoem livremente pela rede, obstruindo a
mesma.
Caixa de inspeÁ„o: Caixa destinada a permitir a inspeÁ„o,
limpeza, desobstruÁ„o, junÁ„o, mudanÁas de declividade e/ou direÁ„o
das tubulaÁıes.
Caixa de passagem: Caixa destinada a permitir a junÁ„o de
tubulaÁıes do subsistema de esgoto sanit·rio.
Caixa sifonada: Caixa provida de desconector, destinada a
receber efluentes da instalaÁ„o secund·ria de esgoto.
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Coletor predial: Trecho de tubulaÁ„o compreendido entre a
˙ltima inserÁ„o de subcoletor, ramal de esgoto ou de descarga, ou
caixa de inspeÁ„o geral e o coletor p˙blico ou sistema particular.
Coletor p˙blico: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe
contribuiÁ„o de esgoto dos coletores prediais em qualquer ponto ao
longo do seu comprimento.
Coluna de ventilaÁ„o: Tubo ventilador vertical que se
prolonga atravÈs de um ou mais andares e cuja extremidade superior
È aberta ‡ atmosfera, ou ligada a tubo ventilador prim·rio ou a
barrilete de ventilaÁ„o.
Curva de raio longo: Conex„o em forma de curva cujo raio
mÈdio de curvatura È maior ou igual a duas vezes o di‚metro interno
da peÁa.
Desconector: Dispositivo provido de fecho hÌdrico, destinado a
vedar a passagem de gases no sentido oposto ao deslocamento do
esgoto.
Di‚metro nominal (DN): Simples n˙mero que serve como
designaÁ„o para projeto e para classificar, em dimensıes, os
elementos das tubulaÁıes, e que corresponde, aproximadamente, ao
di‚metro interno da tubulaÁ„o em milÌmetros.
Dispositivo de inspeÁ„o: PeÁa ou recipiente para inspeÁ„o,
limpeza e desobstruÁ„o das tubulaÁıes.
Fator de falha: Probabilidade de que o n˙mero esperado de
aparelhos sanit·rios, em uso simult‚neo, seja ultrapassado.
Fecho hÌdrico: Camada lÌquida, de nÌvel constante, que em um
desconector veda a passagem dos gases.
InstalaÁ„o prim·ria de esgoto: Conjunto de tubulaÁıes e
dispositivos onde tÍm acesso gases provenientes do coletor p˙blico
ou dos dispositivos de tratamento.
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InstalaÁ„o secund·ria de esgoto: Conjunto de tubulaÁıes e
dispositivos onde n„o tÍm acesso os gases provenientes do coletor
p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
Ralo seco: Recipiente sem proteÁ„o hÌdrica, dotado de grelha
na parte superior, destinado a receber ·guas de lavagem de piso ou
de chuveiro.
Ralo sifonado: Recipiente dotado de desconector, com grelha
na parte superior, destinado a receber ·guas de lavagem de pisos ou
de chuveiro.
Ramal de descarga: TubulaÁ„o que recebe diretamente os
efluentes de aparelhos sanit·rios.
Ramal de esgoto: TubulaÁ„o prim·ria que recebe os efluentes
dos ramais de descarga diretamente ou a partir de um desconector.
Ramal de ventilaÁ„o: Tubo ventilador que interliga o
desconector, ou ramal de descarga, ou ramal de esgoto de um ou
mais aparelhos sanit·rios a uma coluna de ventilaÁ„o ou a um tubo
ventilador prim·rio.
Sif„o: Desconector destinado a receber efluentes do sistema
predial de esgoto sanit·rio.
Subsistema de ventilaÁ„o: Conjunto de tubulaÁıes ou
dispositivos destinados a encaminhar os gases para a atmosfera e
evitar que os mesmos se encaminhem para os ambientes sanit·rios.
Pode ser dividido em ventilaÁ„o prim·ria e secund·ria.
Subcoletor: TubulaÁ„o que recebe efluentes de um ou mais
tubos de queda ou ramais de esgoto.
Tubo de queda: TubulaÁ„o vertical que recebe efluentes de
subcoletores, ramais de esgoto e ramais de descarga.
Tubo ventilador: Tubo destinado a possibilitar o escoamento
de ar da atmosfera para o sistema de esgoto e vice-versa ou a
circulaÁ„o de ar no interior do mesmo, com a finalidade de proteger o
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fecho hÌdrico dos desconectores e encaminhar os gases para
atmosfera.
Tubo ventilador de alÌvio: Tubo ventilador ligando o tubo de
queda ou ramal de esgoto ou de descarga ‡ coluna de ventilaÁ„o.
Tubo ventilador de circuito: Tubo ventilador secund·rio
ligado a um ramal de esgoto e servindo a um grupo de aparelhos sem
ventilaÁ„o individual.
TubulaÁ„o de ventilaÁ„o prim·ria: Prolongamento do tubo
de queda acima do ramal mais alto a ele ligado e com extremidade
superior aberta ‡ atmosfera situada acima da cobertura do prÈdio.
b
TubulaÁ„o de ventilaÁ„o secund·ria: Conjunto de tubos e
conexıes com a finalidade de promover a ventilaÁ„o secund·ria do
sistema predial de esgoto sanit·rio.
Unidade de Hunter de contribuiÁ„o (UHC): Fator numÈrico
que representa a contribuiÁ„o considerada em funÁ„o da utilizaÁ„o
habitual de cada tipo de aparelho sanit·rio.
VentilaÁ„o prim·ria: VentilaÁ„o proporcionada pelo ar que
escoa pelo n˙cleo do tubo de queda, o qual È prolongado atÈ a
atmosfera, constituindo a tubulaÁ„o de ventilaÁ„o prim·ria.
VentilaÁ„o secund·ria: VentilaÁ„o proporcionada pelo ar que
escoa pelo interior de colunas, ramais ou barriletes de ventilaÁ„o,
constituindo a tubulaÁ„o de ventilaÁ„o secund·ria.
2.2 - Desconectores
Todos os aparelhos sanit·rios devem ser protegidos por
desconectores. Os desconectores podem atender a um aparelho ou a
um conjunto de aparelhos de uma mesma unidade autÙnoma.
Podem ser utilizadas caixas sifonadas para a coleta dos
despejos de conjuntos de aparelhos sanit·rios, tais como lavatÛrios,
bidÍs, banheiras e chuveiros de uma mesma unidade autÙnoma,
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assim como as ·guas pro- venientes de lavagem de pisos, devendo
as mesmas, neste caso, ser providas de grelhas.
As caixas sifonadas que coletam despejos de mictÛrios devem
ter tampas cegas e n„o podem receber contribuiÁıes de outros
aparelhos sanit·rios, mesmo providos de desconector prÛprio.
Podem ser utilizadas caixas sifonadas para coleta de ·guas
provenientes apenas de lavagem de pisos, desde que os despejos das
caixas sifonadas sejam encaminhados para rede coletora adequada ‡
natureza desses despejos.
Os despejos provenientes de m·quinas de lavar roupas ou
tanques situados
ser
descarregados em tubos de queda exclusivos, com caixa sifonada
especial instalada no seu final.
Deve ser assegurada a manutenÁ„o do fecho hÌdrico dos
desconectores mediante as solicitaÁıes impostas pelo ambiente
(evaporaÁ„o, tiragem tÈrmica e aÁ„o do vento, variaÁıes de press„o
no ambiente) e pelo uso propriamente dito (sucÁ„o e sobrepress„o).
7
em
pavimentos
sobrepostos
podem
2.3 - Ramais de descarga e de esgoto
Todos os trechos horizontais previstos no sistema de coleta e
transporte de esgoto sanit·rio devem possibilitar o escoamento dos
efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma
declividade constante.
Recomendam-se as seguintes declividades mÌnimas:
a) 2% para tubulaÁıes com di‚metro nominal igual ou inferior a
75;
b) 1% para tubulaÁıes com di‚metro nominal igual ou superior
a 100.
As mudanÁas de direÁ„o nos trechos horizontais devem ser
feitas com peÁas com ‚ngulo central igual ou inferior a 45 .
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As mudanÁas de direÁ„o (horizontal para vertical e vice-versa)
podem ser executadas com peÁas com ‚ngulo central igual ou inferior
a 90 .
… vedada a ligaÁ„o de ramal de descarga ou ramal de esgoto,
atravÈs de inspeÁ„o existente em joelho ou curva, ao ramal de
descarga de bacia sanit·ria.
Os ramais de descarga e de esgoto devem permitir f·cil acesso
para desobstruÁ„o e limpeza.
2.4 - Tubos de queda
Os tubos de queda devem, sempre que possÌvel, ser instalados
em um ˙nico alinhamento. Quando necess·rios, os desvios devem
ser feitos com peÁas formando ‚ngulo central igual ou inferior a 90 ,
de preferÍncia com curvas de raio longo ou duas curvas de 45 .
Para os edifÌcios de dois ou mais andares, nos tubos de queda
3
que recebam efluentes de aparelhos sanit·rios tais como pias,
tanques, m·quinas de lavar e outros similares, onde s„o utilizados
detergentes que provoquem a formaÁ„o de espuma, devem ser
adotadas soluÁıes no sentido de evitar o retorno de espuma para os
ambientes sanit·rios, tais como:
a) n„o efetuar ligaÁıes de tubulaÁıes de esgoto ou de
ventilaÁ„o nas regiıes de ocorrÍncia de sobrepress„o;
b) efetuar o desvio do tubo de queda para a horizontal com
dispositivos que atenuem a sobrepress„o, ou seja, curva de 90 de
raio longo ou duas curvas de 45 ; ou
c) instalar dispositivos com a finalidade de evitar o retorno de
espuma.
S„o considerados zonas de sobrepress„o (ver figura abaixo):
a) o trecho, de comprimento igual a 40 di‚metros,
imediatamente a montante do desvio para horizontal;
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b) o trecho de comprimento igual a 10 di‚metros,
imediatamente a jusante do mesmo desvio;
c) o trecho horizontal de comprimento igual a 40 di‚metros,
imediatamente a montante do prÛximo desvio;
d) o trecho de comprimento igual a 40 di‚metros,
imediatamente a montante da base do tubo de queda, e o trecho do
coletor ou subcoletor imediatamente a jusante da mesma base;
e) os trechos a montante e a jusante do primeiro desvio na
horizontal do coletor com comprimento igual a 40 di‚metros ou
subcoletor com comprimento igual a 10 di‚metros;
9
f) o trecho da coluna de ventilaÁ„o, para o caso de sistemas
com ventilaÁ„o secund·ria, com comprimento igual a 40 di‚metros, a
partir da ligaÁ„o da base da coluna com o tubo de queda ou ramal de
esgoto.
Devem ser previstos tubos de queda especiais para pias de
cozinha e m·quinas de lavar louÁas, providos de ventilaÁ„o prim·ria,
os quais devem descarregar em uma caixa de gordura coletiva.
2.5 - Subcoletores e coletor predial
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O coletor predial e os subcoletores devem ser de preferÍncia
retilÌneos. Quando necess·rio, os desvios devem ser feitos com peÁas
com ‚ngulo central igual ou inferior a 45 , acompanhados de
elementos que permitam a inspeÁ„o.
Todos os trechos horizontais devem possibilitar o escoamento
dos efluentes por gravidade, devendo, para isso, apresentar uma
declividade constante, respeitando-se os valores mÌnimos previstos
na NBR 8160.
A declividade m·xima a ser considerada È de 5%.
No coletor predial n„o devem existir inserÁıes de quaisquer
f
dispositivos ou embaraÁos ao natural escoamento de despejos, tais
como desconectores, fundo de caixas de inspeÁ„o de cota inferior ‡
do perfil do coletor predial ou subcoletor, bolsas de tubulaÁıes dentro
de caixas de inspeÁ„o, sendo permitida a inserÁ„o de v·lvula de
retenÁ„o de esgoto.
As variaÁıes de di‚metro dos subcoletores e coletor predial
devem ser feitas mediante o emprego de dispositivos de inspeÁ„o ou
de peÁas especiais de ampliaÁ„o.
Quando as tubulaÁıes forem aparentes, as interligaÁıes de
ramais de descarga, ramais de esgoto e subcoletores devem ser
feitas atravÈs de junÁıes a 45 , com dispositivos de inspeÁ„o nos
trechos adjacentes; quando as tubulaÁıes forem enterradas, devem
ser feitas atravÈs de caixa de inspeÁ„o ou poÁo de visita.
2.6 - Dispositivos complementares
As caixas de gordura, poÁos de visita e caixas de inspeÁ„o
devem ser perfeitamente impermeabilizados, providos de dispositivos
adequados para inspeÁ„o, possuir tampa de fecho hermÈtico, ser
devidamente ventilados e constituÌdos de materiais n„o atac·veis
pelo esgoto.
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a) Caixas de gordura
… recomendado o uso de caixas de gordura quando os efluentes
contiverem resÌduos gordurosos.
As pias de cozinha ou m·quinas de lavar louÁas instaladas em
v·rios pavimentos sobrepostos devem descarregar em tubos de
queda exclusivos que conduzam o esgoto para caixas de gordura
coletivas, sendo vedado o uso de caixas de gordura individuais nos
andares.
b) Caixas e dispositivos de inspeÁ„o
O interior das tubulaÁıes, embutidas ou n„o, deve ser acessÌvel
por intermÈdio de dispositivos de inspeÁ„o.
Para garantir a acessibilidade aos elementos do sistema, devem
ser respeitadas no mÌnimo as seguintes condiÁıes:
a) a dist‚ncia entre dois dispositivos de inspeÁ„o n„o
deve ser superior a 25,00 m;
b) a dist‚ncia entre a ligaÁ„o do coletor predial com o
p˙blico e o dispositivo de inspeÁ„o mais prÛximo n„o deve ser
superior a 15,00 m; e
c) os comprimentos dos trechos dos ramais de descarga
e de esgoto de bacias sanit·rias, caixas de gordura e caixas
sifonadas, medidos entre os mesmos e os dispositivos de
inspeÁ„o, n„o devem ser superiores a 10,00 m.
Os desvios, as mudanÁas de declividade e a junÁ„o de
tubulaÁıes enterradas devem ser feitos mediante o emprego de
caixas de inspeÁ„o ou poÁos de visita.
Em prÈdios com mais de dois pavimentos, as caixas de
inspeÁ„o n„o devem ser instaladas a menos de 2,00 m de
dist‚ncia dos tubos de queda que contribuem para elas.
N„o devem ser colocadas caixas de inspeÁ„o ou poÁos de visita
em ambientes pertencentes a uma unidade autÙnoma, quando os
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mesmos recebem a contribuiÁ„o de despejos de outras unidades
autÙnomas.
As caixas de inspeÁ„o podem ser usadas para receber efluentes
fecais.
Os dispositivos de inspeÁ„o devem ser instalados junto ‡s
curvas dos tubos de queda, de preferÍncia ‡ montante das mesmas,
sempre que elas forem inatingÌveis por dispositivos de limpeza
introduzidos pelas caixas de inspeÁ„o ou pelos demais pontos de
acesso.
Os dispositivos de inspeÁ„o devem ter as seguintes
caracterÌsticas:
a) abertura suficiente para permitir as desobstruÁıes com a
utilizaÁ„o de equipamentos mec‚nicos de limpeza;
b) tampa hermÈtica removÌvel; e
c) quando embutidos em paredes no interior de residÍncias,
escritÛrios, ·reas p˙blicas, etc., n„o devem ser instalados com as
tampas salientes.
2.7 - InstalaÁ„o de recalque
Os efluentes de aparelhos sanit·rios e de dispositivos instalados
em nÌvel inferior ao do logradouro devem ser descarregados em uma
ou mais caixas de inspeÁ„o, as quais devem ser ligadas a uma caixa
coletora, disposta de modo a receber o esgoto por gravidade. A partir
da caixa coletora, por meio de bombas, devem ser recalcados para
uma caixa de inspeÁ„o (ou poÁo de visita), ramal de esgoto ligado
por gravidade ao coletor predial, ou diretamente ao mesmo, ou ao
sistema de tratamento de esgoto.
No caso de esgoto proveniente unicamente da lavagem de pisos
ou de automÛveis, dispensa-se o uso de caixas de inspeÁ„o, devendo
os efluentes ser encaminhados, neste caso, a uma caixa sifonada de
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di‚metro mÌnimo igual a 0,40 m, a qual pode ser ligada diretamente
a uma caixa coletora.
A caixa coletora deve ser perfeitamente impermeabilizada,
provida de dispositivos adequados para inspeÁ„o, limpeza e
ventilaÁ„o; de tampa hermÈtica e ser constituÌda de materiais n„o
atac·veis pelo esgoto.
As caixas de gordura ligadas ‡s caixas coletoras devem atender
‡s exigÍncias indicadas na tabela a seguir, ou ser providas de
tubulaÁ„o de ventilaÁ„o.
As bombas devem ser de construÁ„o especial, ‡ prova de
obstruÁıes por ·guas servidas, massas e lÌquidos viscosos.
O funcionamento das bombas deve ser autom·tico e alternado,
comandado por chaves magnÈticas conjugadas com chaves de bÛia,
devendo essa instalaÁ„o ser equipada com dispositivo de alarme para
sinalizar a ocorrÍncia de falhas mec‚nicas.
A tubulaÁ„o de recalque deve ser ligada ‡ rede de esgoto
(coletor ou caixa de inspeÁ„o) de tal forma que seja impossÌvel o
refluxo do esgoto sanit·rio ‡ caixa coletora.
2.8 - Componentes do subsistema de ventilaÁ„o
O subsistema de ventilaÁ„o pode ser previsto de duas formas:
a) ventilaÁ„o prim·ria e secund·ria; ou
b) somente ventilaÁ„o prim·ria.
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Caso a somente ventilaÁ„o prim·ria n„o seja suficiente, podem
ser adotadas as seguintes medidas:
a) alterar as caracterÌsticas geomÈtricas do subsistema de
coleta e transporte, devendo-se, em seguida, verificar novamente a
suficiÍncia da ventilaÁ„o prim·ria; ou
b) prover ventilaÁ„o secund·ria.
A ventilaÁ„o secund·ria consiste, basicamente, em ramais e
colunas de ventilaÁ„o que interligam os ramais de descarga ou de
esgoto ‡ ventilaÁ„o prim·ria ou que s„o prolongados acima da co-
bertura; ou ent„o pela utilizaÁ„o de dispositivos de admiss„o de ar
(VAA) devidamente posicionados no sistema. Na figura a seguir, a
tÌtulo de ilustraÁ„o, apresentam-se estes tipos de ventilaÁ„o
secund·ria.
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A extremidade aberta do tubo ventilador prim·rio ou coluna de
ventilaÁ„o deve estar situada acima da cobertura do edifÌcio a uma
dist‚ncia mÌnima que impossibilite o encaminhamento ‡ mesma das
·guas pluviais provenientes do telhado ou laje impermeabilizada.
A extremidade aberta de um tubo ventilador prim·rio ou coluna
de ventilaÁ„o, conforme mostrado na figura abaixo:
a) n„o deve estar situada a menos de 4,00 m de qualquer
janela, porta ou v„o de ventilaÁ„o, salvo se elevada pelo menos 1,00
m das vergas dos respectivos v„os;
b) deve situar-se a uma altura mÌnima igual a 2,00 m acima da
cobertura, no caso de laje utilizada para outros fins alÈm de
cobertura; caso contr·rio, esta altura deve ser no mÌnimo igual a
0,30 m;
c) deve ser devidamente protegida nos trechos aparentes
contra choques ou acidentes que possam danific·-la;
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d) deve ser provida de terminal tipo chaminÈ, tÍ ou outro
dispositivo que impeÁa a entrada das ·guas pluviais diretamente ao
tubo de ventilaÁ„o.
O projeto do subsistema de ventilaÁ„o deve ser feito de modo a
impedir o acesso de esgoto sanit·rio ao interior do mesmo.
O tubo ventilador prim·rio e a coluna de ventilaÁ„o devem ser
verticais e, sempre que possÌvel, instalados em uma ˙nica prumada;
quando necess·rias, as mudanÁas de direÁ„o devem ser feitas
mediante curvas de ‚ngulo central n„o superior a 90 , e com um
aclive mÌnimo de 1%.
Nos desvios de tubo de queda que formem um ‚ngulo maior
que 45 com a vertical, deve ser prevista ventilaÁ„o de acordo com
uma das seguintes alternativas:
a) considerar o tubo de queda como dois tubos independentes,
um acima e outro abaixo do desvio; ou
b) fazer com que a coluna de ventilaÁ„o acompanhe o desvio do
tubo de queda, conectando o tubo de queda ‡ coluna de ventilaÁ„o,
atravÈs de tubos ventiladores de alÌvio, acima e abaixo do desvio.
Em prÈdios de um sÛ pavimento, deve existir pelo menos um
tubo ventilador, ligado diretamente a uma caixa de inspeÁ„o ou em
junÁ„o ao coletor predial, subcoletor ou ramal de descarga de uma
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bacia sanit·ria e prolongado atÈ acima da cobertura desse prÈdio,
devendo-se prever a ligaÁ„o de todos os desconectores a um ele-
mento ventilado, respeitando-se as dist‚ncias m·ximas indicadas na
tabela a seguir:
Nos prÈdios cujo sistema predial de esgoto sanit·rio j· possua
pelo menos um tubo ventilador prim·rio de DN 100, fica dispensado o
prolongamento dos demais tubos de queda atÈ a cobertura, desde
que estejam preenchidas as seguintes condiÁıes:
a) o comprimento n„o exceda 1/4 da altura total do prÈdio,
medida na vertical do referido tubo;
b) n„o receba mais de 36 unidades de Hunter de contribuiÁ„o;
c) tenha a coluna de ventilaÁ„o prolongada atÈ acima da
cobertura ou em conex„o com outra existente.
Toda tubulaÁ„o de ventilaÁ„o deve ser instalada com
aclive mÌnimo de 1%, de modo que qualquer lÌquido que
porventura nela venha a ingressar possa escoar totalmente por
gravidade para dentro do ramal de descarga ou de esgoto em que o
ventilador tenha origem.
Toda coluna de ventilaÁ„o deve ter:
a) di‚metro uniforme;
b) a extremidade inferior ligada a um subcoletor ou a um tubo
de queda, em ponto situado abaixo da ligaÁ„o do primeiro ramal de
esgoto ou de descarga, ou neste ramal de esgoto ou de descarga;
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c) a extremidade superior situada acima da cobertura do
edifÌcio, ou ligada a um tubo ventilador prim·rio a 0,15 m, ou mais,
acima do nÌvel de transbordamento da ·gua do mais elevado
aparelho sanit·rio por ele servido.
Quando n„o for conveniente o prolongamento de cada tubo
ventilador atÈ acima da cobertura, pode ser usado um barrilete de
ventilaÁ„o, a ser executado com aclive mÌnimo de 1% atÈ o trecho
prolongado.
As ligaÁıes da coluna de ventilaÁ„o aos demais componentes do
sistema de ventilaÁ„o ou do sistema de esgoto sanit·rio devem ser
feitas com conexıes apropriadas, como a seguir:
a) quando feita em uma tubulaÁ„o vertical, a ligaÁ„o deve ser
executada por meio de junÁ„o a 45 ; ou
b) quando feita em uma tubulaÁ„o horizontal, deve ser
executada acima do eixo da tubulaÁ„o, elevando- se o tubo ventilador
de uma dist‚ncia de atÈ 0,15 m, ou mais, acima do nÌvel de
transbordamento da ·gua do mais elevado dos aparelhos sanit·rios
por ele ventilados, antes de ligar-se a outro tubo ventilador,
respeitando-se o que segue:
- a ligaÁ„o ao tubo horizontal deve ser feita por meio de
tÍ 90 ou junÁ„o 45 com a derivaÁ„o instalada em ‚ngulo, de
preferÍncia, entre 45 e 90 em relaÁ„o ao tubo de esgoto,
conforme indicado na figura a seguir;
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- quando n„o houver espaÁo vertical para a soluÁ„o
apresentada acima, podem ser adotados ‚ngulos menores, com
o tubo ventilador ligado somente por junÁ„o 45 ao respectivo
ramal de esgoto e com seu trecho inicial instalado em aclive
mÌnimo de 2%;
- a dist‚ncia entre o ponto de inserÁ„o do ramal de
ventilaÁ„o ao tubo de esgoto e a conex„o de mudanÁa do
trecho horizontal para a vertical deve ser a mais curta possÌvel;
- a dist‚ncia entre a saÌda do aparelho sanit·rio e a
inserÁ„o do ramal de ventilaÁ„o deve ser igual a no mÌnimo
duas vezes o di‚metro do ramal de descarga.
Quando n„o for possÌvel ventilar o ramal de descarga da bacia
sanit·ria ligada diretamente ao tubo de queda (para a dist‚ncia
m·xima, conforme a tabela acima, o tubo de queda deve ser
ventilado imediatamente abaixo da ligaÁ„o do ramal da bacia
sanit·ria, conforme a figura a seguir.
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… dispensada a ventilaÁ„o do ramal de descarga de uma
bacia sanit·ria ligada atravÈs de ramal exclusivo a um tubo de
queda a uma dist‚ncia m·xima de 2,40 m, desde que esse tubo
de queda receba, do mesmo pavimento, imediatamente abaixo,
outros ramais de esgoto ou de descarga devidamente ventilados,
conforme mostrado na figura a seguir.
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Bacias sanit·rias instaladas em bateria, devem ser ventiladas
por um tubo ventilador de circuito ligando a coluna de ventilaÁ„o
ao ramal de esgoto na regi„o entre a ˙ltima e a pen˙ltima bacias
sanit·rias, conforme indicado na figura seguinte.
Deve ser previsto um tubo ventilador suplementar a cada
grupo de no m·ximo oito bacias sanit·rias, contadas a partir da
mais prÛxima ao tubo de queda.
Quando o ramal de esgoto servir a mais de trÍs bacias
sanit·rias e houver aparelhos em andares superiores descarregando
no tubo de queda, È necess·ria a instalaÁ„o de tubo ventilador
suplementar, ligando o tubo ventilador de circuito ao ramal de esgoto
na regi„o entre o tubo de queda e a primeira bacia sanit·ria.
2.9 - Dimensionamento
a) Desconectores
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Todo desconector deve satisfazer ‡s seguintes condiÁıes:
a) ter fecho hÌdrico com altura mÌnima de 0,05 m;
b) apresentar orifÌcio de saÌda com di‚metro igual ou superior
ao do ramal de descarga a ele conectado.
As caixas sifonadas devem ter as seguintes caracterÌsticas
mÌnimas:
a) ser de DN 100, quando receberem efluentes de aparelhos
sanit·rios atÈ o limite de 6 UHC;
b) ser de DN 125, quando receberem efluentes de aparelhos
sanit·rios atÈ o limite de 10 UHC;
c) ser de DN 150, quando receberem efluentes de aparelhos
sanit·rios atÈ o limite de 15 UHC.
O ramal de esgoto da caixa sifonada deve ser dimensionado
conforme indicado na tabela a seguir.
As caixas sifonadas especiais devem ter as seguintes
caracterÌsticas mÌnimas:
a) fecho hÌdrico com altura de 0,20 m;
b) quando cilÌndricas, devem ter o di‚metro interno de 0,30 m
e, quando prism·ticas de base poligonal, devem permitir na base a
inscriÁ„o de um cÌrculo de di‚metro de 0,30 m;
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c) devem ser fechadas hermeticamente com tampa facilmente
removÌvel;
d) devem ter orifÌcio de saÌda com o di‚metro nominal DN 75.
b) Ramais de descarga e de esgoto
Para os ramais de descarga, devem ser adotados no mÌnimo os
di‚metros apresentados na tabela a seguir.
Para os aparelhos n„o relacionados na tabela acima, devem ser
estimadas as UHC correspondentes e o dimensionamento deve ser
feito com os valores indicados na tabela a seguir.
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Para os ramais de esgoto, deve ser utilizada a tabela a seguir.
c) Tubos de queda
Os tubos de queda podem ser dimensionados pela somatÛria
das UHC, conforme valores indicados na tabela a seguir.
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Quando apresentarem desvios da vertical, os tubos de queda
devem ser dimensionados da seguinte forma:
a) quando o desvio formar ‚ngulo igual ou inferior a 45 com a
vertical, o tubo de queda È dimensionado com os valores indicados na
tabela acima;
b) quando o desvio formar ‚ngulo superior a 45 com a
vertical, deve-se dimensionar:
- a parte do tubo de queda acima do desvio como um
tubo de queda independente, com base no n˙mero de unidades
de Hunter de contribuiÁ„o dos aparelhos acima do desvio, de
acordo com os valores da tabela acima;
- a parte horizontal do desvio de acordo com os valores
da tabela a seguir;
- a parte do tubo de queda abaixo do desvio, com base no
n˙mero de unidades de Hunter de contribuiÁ„o de todos os
aparelhos que descarregam neste tubo de queda, de acordo
com os valores da tabela acima, n„o podendo o di‚metro
nominal adotado, neste caso, ser menor do que o da parte
horizontal.
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d) Coletor predial e subcoletores
O coletor predial e os subcoletores podem ser dimensionados
pela somatÛria das UHC conforme os valores da tabela acima. O
coletor predial deve ter di‚metro nominal mÌnimo DN 100.
No dimensionamento do coletor predial e dos subcoletores em
prÈdios residenciais, deve ser considerado apenas o aparelho de
maior descarga de cada banheiro para a somatÛria do n˙mero de
unidades de Hunter de contribuiÁ„o.
Nos demais casos, devem ser considerados todos os aparelhos
contribuintes para o c·lculo do n˙mero de UHC.
e) Caixas de gordura
As caixas de gordura devem ser dimensionadas levando-se em
conta o que segue:
a) para a coleta de apenas uma cozinha, pode ser usada a caixa
de gordura pequena ou a caixa de gordura simples;
b) para a coleta de duas cozinhas, pode ser usada a caixa de
gordura simples ou a caixa de gordura dupla;
c) para a coleta de trÍs atÈ 12 cozinhas, deve ser usada a caixa
de gordura dupla;
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d) para a coleta de mais de 12 cozinhas, ou ainda, para
cozinhas de restaurantes, escolas, hospitais, quartÈis, etc., devem
ser previstas caixas de gordura especiais.
As caixas de gordura devem ser divididas em duas c‚maras,
uma receptora e outra vertedoura, separadas por um septo n„o
removÌvel.
As caixas de gordura podem ser dos seguintes tipos:
a) pequena (CGP), cilÌndrica, com as seguintes dimensıes
mÌnimas:
- di‚metro interno: 0,30 m;
- parte submersa do septo: 0,20 m;
- capacidade de retenÁ„o: 18 L;
- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 75;
b) simples (CGS), cilÌndrica, com as seguintes dimensıes
mÌnimas:
- di‚metro interno: 0,40 m;
- parte submersa do septo: 0,20 m;
- capacidade de retenÁ„o: 31 L;
- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 75;
c) dupla
mÌnimas:
(CGD),
cilÌndrica,
com
as
seguintes
dimensıes
- di‚metro interno: 0,60 m;
- parte submersa do septo: 0,35 m
- capacidade de retenÁ„o: 120 L;
- di‚metro nominal da tubulaÁ„o de saÌda: DN 100;
d) especial (CGE), prism·tica de base retangular, com as
seguintes caracterÌsticas:
- dist‚ncia mÌnima entre o septo e a saÌda: 0,20 m;
- volume da c‚mara de retenÁ„o de gordura obtido pela
fÛrmula: V = 2 N + 20, onde: N È o n˙mero de pessoas servidas
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pelas cozinhas que contribuem para a caixa de gordura no turno em
que existe maior afluxo; V È o volume, em litros;
- altura molhada: 0,60 m;
- parte submersa do septo: 0,40 m;
- di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de saÌda: DN
100.
f) Caixas de passagem
As caixas de passagem devem ter as seguintes caracterÌsticas:
- quando cilÌndricas, ter di‚metro mÌnimo igual a 0,15 m e,
quando prism·ticas de base poligonal, permitir na base a inscriÁ„o de
um cÌrculo de di‚metro mÌnimo igual a 0,15 m;
- ser providas de tampa cega, quando previstas em instalaÁıes
de esgoto prim·rio;
- ter altura mÌnima igual a 0,10 m;
- ter tubulaÁ„o de saÌda dimensionada pela tabela de
dimensionamento de ramais de esgoto, sendo o di‚metro mÌnimo
igual a DN 50.
g) Dispositivos de inspeÁ„o
As caixas de inspeÁ„o devem ter:
- profundidade m·xima de 1,00 m;
- forma prism·tica, de base quadrada ou retangular, de lado
interno mÌnimo de 0,60 m, ou cilÌndrica com di‚metro mÌnimo igual a
0,60 m;
- tampa facilmente removÌvel, permitindo perfeita vedaÁ„o;
- fundo construÌdo de modo a assegurar r·pido escoamento e
evitar formaÁ„o de depÛsitos.
Os poÁos de visita devem ter:
- profundidade maior que 1,00 m;
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- forma prism·tica de base quadrada ou retangular, com
dimens„o mÌnima de 1,10 m, ou cilÌndrica com um di‚metro interno
mÌnimo de 1,10 m;
- degraus que permitam o acesso ao seu interior;
- tampa removÌvel que garanta perfeita vedaÁ„o;
- fundo constituÌdo de modo a assegurar r·pido escoamento e
evitar formaÁ„o de sedimentos;
- duas partes, quando a profundidade total for igual ou inferior
a 1,80 m, sendo a parte inferior formada pela c‚mara de trabalho
(bal„o) de altura mÌnima de 1,50 m, e a parte superior formada pela
c‚mara de acesso, ou chaminÈ de acesso, com di‚metro interno
mÌnimo de 0,60 m.
h) InstalaÁ„o de recalque
O dimensionamento da instalaÁ„o de recalque deve ser feito
considerando-se, basicamente, os seguintes aspectos:
- a capacidade da bomba, que deve atender ‡ vaz„o m·xima
prov·vel de contribuiÁ„o dos aparelhos e dos dispositivos instalados
que possam estar em funcionamento simult‚neo;
|
- |
o tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa; |
|
- |
o intervalo de tempo entre duas partidas consecutivas do |
|
motor. |
|
A caixa coletora deve ter a sua capacidade calculada de modo a
evitar a freq¸Íncia exagerada de partidas e paradas das bombas por
um volume insuficiente, bem como a ocorrÍncia de estado sÈptico por
um volume exagerado.
No caso de recebimento de efluentes de bacias sanit·rias, deve
ser considerado o atendimento aos seguintes aspectos:
- a caixa coletora deve possuir uma profundidade mÌnima igual
a 0,90 m, a contar do nÌvel da geratriz inferior da tubulaÁ„o afluente
mais baixa; o fundo deve ser suficientemente inclinado, para impedir
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a deposiÁ„o de materiais sÛlidos quando caixa for esvaziada
completamente;
- a caixa coletora deve ser ventilada por um tubo ventilador,
preferencialmente independente de qualquer outra ventilaÁ„o
utilizada no edifÌcio;
- devem ser instalados pelo menos dois grupos motobomba,
para funcionamento alternado.
Estas bombas devem permitir a passagem de esferas com
di‚metro de 0,06 m e o di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de
recalque deve ser DN 75.
Caso a caixa coletora n„o receba efluentes de bacias sanit·rias,
devem ser considerados os seguintes aspectos:
- a profundidade mÌnima deve ser igual a 0,60 m;
- as bombas a serem utilizadas devem permitir a passagem de
esferas de 0,018 m e o di‚metro nominal mÌnimo da tubulaÁ„o de
recalque deve ser DN 40.
As tubulaÁıes de sucÁ„o devem ser previstas de modo a se ter
uma para cada bomba e possuir di‚metro nominal uniforme e nunca
inferior ao das tubulaÁıes de recalque.
As tubulaÁıes de recalque devem atingir um nÌvel superior ao
do logradouro, de maneira que impossibilite o refluxo do esgoto,
devendo ser providas de dispositivos para este fim.
O volume ˙til da caixa coletora pode ser determinado atravÈs
da seguinte express„o:
onde:
V u È o volume compreendido entre o nÌvel m·ximo e o nÌvel
mÌnimo de operaÁ„o da caixa (faixa de operaÁ„o da bomba), em m 3 ;
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Q È a capacidade da bomba determinada em funÁ„o da vaz„o
afluente de esgoto ‡ caixa coletora, em m 3 /min;
t È o intervalo de tempo entre duas partidas consecutivas do
motor, em minutos.
Recomenda-se que o intervalo entre duas partidas consecutivas
do motor n„o seja inferior a 10 min, no sentido de se preservar os
equipamentos eletromec‚nicos de freq¸entes esforÁos de partida.
Recomenda-se que a capacidade da bomba seja considerada
como sendo, no mÌnimo, igual a duas vezes a vaz„o afluente de
esgoto sanit·rio.
O volume total È obtido pelo volume ˙til somado ‡queles
ocupados pelas bombas (se forem do tipo submersÌvel), tubulaÁıes e
acessÛrios da instalaÁ„o que se encontrem no interior da caixa
coletora
O tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa coletora pode ser
determinado a partir da seguinte equaÁ„o:
d = V t /q
onde:
d È o tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa coletora, em
minutos;
V t È o volume total da caixa coletora, em m 3 ;
|
q |
È a vaz„o mÈdia de esgoto afluente, em m 3 /min. |
|
O |
tempo de detenÁ„o do esgoto na caixa n„o deve ultrapassar |
30 min, para que n„o haja comprometimento das condiÁıes de
aerobiose do esgoto.
i) Componentes do subsistema de ventilaÁ„o
Se as tubulaÁıes do subsistema de coleta e transporte de
esgoto sanit·rio foram dimensionadas pelo mÈtodo hidr·ulico
constante no anexo B da NBR 8160, as tubulaÁıes do subsistema de
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ventilaÁ„o devem ser dimensionadas pelo mÈtodo apresentado no
anexo D da mesma norma.
Caso contr·rio, as tubulaÁıes do subsistema de ventilaÁ„o,
devem ser dimensionadas a partir da metodologia apresentada a
seguir.
Devem ser adotados os seguintes critÈrios para o
dimensionamento do sistema de ventilaÁ„o secund·ria:
- ramal de ventilaÁ„o: di‚metro nominal n„o inferior aos limites
determinados na tabela a seguir:
- tubo ventilador de circuito: di‚metro nominal n„o inferior aos
limites determinados na tabela 2 da NBR 8160;
- tubo ventilador complementar: di‚metro nominal n„o inferior
‡ metade do di‚metro do ramal de esgoto a que estiver ligado;
- coluna de ventilaÁ„o: di‚metro nominal de acordo com as
indicaÁıes da tabela 2 da NBR 8160. Inclui-se no comprimento da
coluna de ventilaÁ„o, o trecho do tubo ventilador prim·rio entre o
ponto de inserÁ„o da coluna e a extremidade aberta do tubo
ventilador;
- barrilete de ventilaÁ„o: di‚metro nominal de cada trecho de
acordo com a tabela 2 da NBR 8160, sendo que o n˙mero de UHC de
cada trecho È a soma das unidades de todos os tubos de queda
servidos pelo trecho, e o comprimento a considerar È o mais extenso,
da base da coluna de ventilaÁ„o mais distante da extremidade aberta
do barrilete, atÈ essa extremidade;
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- tubo ventilador de alÌvio: di‚metro nominal igual ao di‚metro
nominal da coluna de ventilaÁ„o a que estiver ligado.
3 - Projeto da Rede Coletora de Esgoto (NBR 9649)
A NBR 9649 adota as seguintes definiÁıes:
LigaÁ„o predial: Trecho do coletor predial (ver NBR 8160)
compreendido entre o limite do terreno e o coletor de esgoto.
Coletor de esgoto: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe
contribuiÁ„o de esgoto dos coletores prediais em qualquer ponto ao
longo de seu comprimento.
Coletor principal: Coletor de esgoto de maior extens„o dentro
de uma mesma bacia.
Coletor tronco: TubulaÁ„o da rede coletora que recebe apenas
contribuiÁ„o de esgoto de outros coletores.
Emiss·rio: TubulaÁ„o que recebe esgoto exclusivamente na
extremidade de montante.
Rede coletora: Conjunto constituÌdo por ligaÁıes prediais,
coletores de esgoto, e seus Ûrg„os acessÛrios.
Trecho: Segmento de coletor, coletor tronco, interceptor ou
emiss·rio, compreendido entre singularidades sucessivas; entende-se
por singularidade qualquer Ûrg„o acessÛrio, mudanÁa de direÁ„o e
variaÁıes de seÁ„o, de declividade e de vaz„o quando significativa.
PoÁo de visita (PV): C‚mara visit·vel atravÈs de abertura
existente em sua parte superior, destinada ‡ execuÁ„o de trabalhos
de manutenÁ„o.
Tubo de inspeÁ„o e limpeza (TIL): Dispositivo n„o visit·vel
que permite inspeÁ„o e introduÁ„o de equipamentos de limpeza.
Terminal de limpeza (TL): Dispositivo que permite
introduÁ„o de equipamentos de limpeza, localizado na cabeceira de
qualquer coletor.
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Caixa de passagem (CP): C‚mara sem acesso localizada em
pontos singulares por necessidade construtiva.
Sif„o invertido: Trecho rebaixado com escoamento sob
press„o, cuja finalidade È transpor obst·culos, depressıes do terreno
ou cursos d‟água.
Passagem forÁada: Trecho com escoamento sob press„o, sem
rebaixamento.
Profundidade: DiferenÁa de nÌvel entre a superfÌcie do terreno
e
Recobrimento: DiferenÁa de nÌvel entre a superfÌcie do terreno
e
Tubo de queda: Dispositivo instalado no poÁo de visita (PV),
ligando um coletor afluente ao fundo do poÁo.
Coeficiente de retorno: RelaÁ„o mÈdia entre os volumes de
esgoto produzido e de ·gua efetivamente consumida.
a geratriz inferior interna do coletor.
==b739f==
a geratriz superior externa do coletor.
3.1 - Requisitos do Projeto
O levantamento planialtimÈtrico da ·rea de projeto e de
suas zonas de expans„o deve ser apresentado em escala mÌnima de
1:2000, com curvas de nÌvel de metro em metro e pontos cotados
onde necess·rios.
A planta deve ser apresentada com escala mÌnima de
1:10000, onde estejam representadas em conjunto as ·reas das
bacias de esgotamento de interesse para o projeto.
Dave haver o levantamento de obst·culos superficiais e
subterr‚neos nos logradouros onde, provavelmente, deve ser traÁada
a rede coletora, assim como o levantamento cadastral da rede
existente.
Deve-se realizar sondagens de reconhecimento para
determinaÁ„o da natureza do terreno e dos nÌveis do lenÁol fre·tico.
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3.2 - Atividades para elaboraÁ„o do Projeto
a) DelimitaÁ„o das bacias e sub-bacias de esgotamento cujas
contribuiÁıes podem influir no dimensionamento da rede, inclusive as
zonas de expans„o previstas, desconsiderando os limites polÌticos
administrativos.
b) DelimitaÁ„o da ·rea do projeto.
c) FixaÁ„o do inÌcio de operaÁ„o da rede e determinaÁ„o do
alcance do projeto e respectivas etapas de implantaÁ„o para as
diversas bacias de esgotamento.
d) C·lculo das taxas de contribuiÁ„o inicial e final, definidas no
Anexo.
e) TraÁado da rede, interligaÁıes com a rede existente, se
prevista sua utilizaÁ„o, e posiÁ„o dos outros componentes do sistema
em relaÁ„o ‡ rede.
f) VerificaÁ„o da capacidade da rede existente, se prevista sua
utilizaÁ„o.
Ûrg„os
acessÛrios.
h) Desenho da rede coletora e de seus Ûrg„os acessÛrios.
Devem ser localizadas em planta as contribuiÁıes industriais e outras
contribuiÁıes singulares.
g)
Dimensionamento
hidr·ulico
da
rede
e
seus
i) RelatÛrio de apresentaÁ„o do projeto contendo no mÌnimo:
|
- |
apreciaÁ„o comparativa em relaÁ„o ‡s diretrizes da concepÁ„o |
|
b·sica; |
|
|
- |
c·lculo hidr·ulico; |
|
- |
aspectos construtivos; |
|
- |
definiÁ„o dos tubos, materiais e respectivas quantidades; |
|
- |
especificaÁıes de serviÁos; |
|
- |
orÁamentos; |
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- aspectos de operaÁ„o e manutenÁ„o;
- desenhos.
3.3 - Dimensionamento hidr·ulico
Para todos os trechos da rede devem ser estimadas as vazıes
inicial e final (Q i e Q f ).
Inexistindo dados pesquisados e comprovados, com validade
estatÌstica, recomenda-se como o menor valor de vaz„o 1,5 L/s
em qualquer trecho.
Os di‚metros a empregar devem ser os previstos nas normas e
especificaÁıes brasileiras relativas aos diversos materiais, o menor
n„o sendo inferior a DN 100.
A declividade de cada trecho da rede coletora n„o deve ser
inferior ‡ mÌnima admissÌvel e nem superior ‡ m·xima calculada
segundo o critÈrio dos par·grafos seguintes.
Cada trecho deve ser verificado pelo critÈrio de tens„o trativa
média de valor mínimo j t = 1,0 Pa, calculada para vaz„o inicial (Q i ),
para coeficiente de Manning n = 0,013. A declividade mÌnima que
satisfaz essa condiÁ„o pode ser determinada pela express„o
aproximada: I o mÌn. = 0,0055.Q i - 0,47, sendo I o mÌn. em m/m e Q i
em L/s.
Para coeficiente de Manning diferente de 0,013, os valores de
tens„o trativa mÈdia e declividade mÌnima a adotar devem ser
justificados.
A m·xima declividade admissÌvel È aquela para a qual se
tenha velocidade final = 5 m/s.
Quando a velocidade final È superior ‡ velocidade crÌtica, a
maior l‚mina admissÌvel deve ser 50% do di‚metro do coletor,
assegurando-se a ventilaÁ„o do trecho; a velocidade crÌtica È definida
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por: v c = 6 (g.R H ) 1/2 ,onde g = aceleraÁ„o da gravidade e R H = raio
hidr·ulico.
As lâminas d’água devem ser sempre calculadas
admitindo o escoamento em regime uniforme e permanente,
sendo o seu valor m·ximo, para vaz„o final (Q f ), ≤ a 75% do
di‚metro do coletor.
Sempre que a cota do nível d‟água na saÌda de qualquer PV ou
TIL está acima de qualquer das cotas dos níveis d‟água de entrada,
deve ser verificada a influÍncia do remanso no trecho de montante.
3.4 - DisposiÁıes construtivas
Devem ser construÌdos poÁos de visita (PV) em todos os pontos
singulares da rede coletora, tais como no inÌcio de coletores, nas
mudanÁas de direÁ„o, de declividade, de di‚metro e de material, na
reuni„o de coletores e onde h· degraus.
Garantidas as condiÁıes de acesso de equipamento para
limpeza do trecho a jusante, pode ser usada caixa de passagem (CP)
em substituiÁ„o a poÁo de visita (PV), nas mudanÁas de direÁ„o,
declividade, material e di‚metro, quando possÌvel a supress„o de
degrau.
As caixas de passagem (CP) podem ser substituÌdas por
conexıes nas mudanÁas de direÁ„o e declividade, quando as
deflexıes coincidem com as dessas peÁas.
As posiÁıes das caixas de passagem (CP) e das conexıes
utilizadas devem ser obrigatoriamente cadastradas.
Terminal de limpeza (TL) pode ser usado em substituiÁ„o a
poÁo de visita (PV) no inÌcio de coletores.
Tubo de inspeÁ„o e limpeza (TIL) pode ser usado em
substituiÁ„o a poÁo de visita (PV), nos casos previstos acima e nos
seguintes casos:
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a) na reuni„o de atÈ dois trechos ao coletor (trÍs entradas e
uma saÌda);
b) nos pontos com degrau de altura inferior a 0,50 m;
c) a jusante de ligaÁıes prediais cujas contribuiÁıes podem
acarretar problema de manutenÁ„o.
O PoÁo de Visita (PV) deve ser obrigatoriamente usado nos
seguintes casos:
a) na reuni„o de mais de dois trechos ao coletor;
b) na reuni„o que exige colocaÁ„o de tubo de queda;
c) nas extremidades de sifıes invertidos e passagens forÁadas;
d) nos casos previstos anteriormente quando a profundidade
for maior ou igual a 3,00 m.
O Tubo de Queda deve ser colocado quando o coletor afluente
apresentar degrau com altura maior ou igual a 0,50 m.
As dimensıes dos poÁos de visita (PV) devem se ater aos
seguintes limites:
a) tamp„o: di‚metro mÌnimo de 0,60m;
b) c‚mara: dimens„o mÌnima em planta de 0,80 m.
A dist‚ncia entre PV, TIL ou TL consecutivos deve ser limitada
pelo alcance dos equipamentos de desobstruÁ„o.
O fundo de PV, TIL e CP deve ser constituÌdo de calhas
destinadas a guiar os fluxos afluentes em direÁ„o ‡ saÌda.
Lateralmente, as calhas devem ter altura coincidindo com a geratriz
superior do tubo de saÌda.
O recobrimento n„o deve ser inferior a 0,90 m para coletor
assentado no leito da via de tr·fego, ou a 0,65 m para coletor
assentado no passeio. Recobrimento menor deve ser justificado.
A rede coletora n„o deve ser aprofundada para atendimento de
economia com cota de soleira abaixo do nÌvel da rua. Nos casos de
atendimento considerado necess·rio, devem ser feitas an·lises da
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conveniÍncia do aprofundamento, considerados seus efeitos nos
trechos subseq¸entes e comparando-se com outras soluÁıes.
4 - Projeto de estaÁıes elevatÛrias de esgoto sanit·rio (NBR
12208)
4.1 - IntroduÁ„o
A estaÁ„o elevatÛria de esgoto sanit·rio È a instalaÁ„o que se
destina ao transporte do esgoto do nÌvel do poÁo de sucÁ„o das
bombas ao nÌvel de descarga na saÌda do recalque, acompanhando
aproximadamente as variaÁıes da vaz„o afluente.
A NBR 12208 adota as seguintes definiÁıes:
Volume ˙til do poÁo de sucÁ„o: Volume compreendido entre
os nÌveis m·ximo e mÌnimo de operaÁ„o das bombas.
Volume efetivo do poÁo de sucÁ„o: Volume compreendido
entre o fundo do poÁo e o nÌvel mÈdio de operaÁ„o das bombas.
Tempo de detenÁ„o mÈdia: RelaÁ„o entre o volume efetivo e
a vaz„o mÈdia de inÌcio de plano afluente ao poÁo de sucÁ„o.
Vaz„o mÈdia de inÌcio de plano: Vaz„o afluente inicial (Q i ),
avaliada conforme critÈrio da NBR 9649 ou NBR 12207, conforme o
caso, desprezada a variabilidade hor·ria do fluxo (k2).
Faixa de operaÁ„o do poÁo de sucÁ„o: Dist‚ncia vertical
entre os nÌveis m·ximo e mÌnimo de operaÁ„o das bombas.
Curva caracterÌstica: Lugar geomÈtrico dos pontos de
correspondÍncia biunÌvoca entre altura manomÈtrica e vaz„o.
Ponto de operaÁ„o: IntersecÁ„o das curvas caracterÌsticas da
bomba e do sistema.
Altura manomÈtrica: DiferenÁa de press„o do lÌquido entre a
entrada e a saÌda da bomba.
4.2 - Dimensionamento do PoÁo de SucÁ„o
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O volume ˙til deve ser calculado considerando a vaz„o da
maior bomba a instalar (quando operada isoladamente) e o menor
intervalo de tempo entre partidas consecutivas do seu motor de
acionamento, conforme recomendado pelo fabricante.
devem ser
determinadas a partir do volume ˙til calculado, respeitados os
seguintes critÈrios:
As dimensıes e
a
forma do
poÁo
de
sucÁ„o
a) n„o permitir a formaÁ„o de vÛrtice;
b) n„o permitir descarga livre na entrada nem velocidade de
aproximaÁ„o superior a 0,60 m/s;
c) n„o permitir circulaÁ„o que favoreÁa a tomada por uma ou
mais bombas em prejuÌzo de outras;
d) n„o permitir depÛsitos no fundo ou nos cantos, adotando-se
paramentos inclinados no sentido das tomadas das bombas;
e) facilitar a instalaÁ„o de tubulaÁıes e conjuntos elevatÛrios,
bem como as condiÁıes de operaÁ„o, conforme recomendado pelo
fabricante.
O tempo de detenÁ„o mÈdia deve ser o menor possÌvel e,
portanto, eventuais folgas nas dimensıes do poÁo de sucÁ„o devem
ser eliminadas. O maior valor recomendado È de 30 min.
4.3 - Dimensionamento dos condutos
S„o recomendados os seguintes limites de velocidade:
a) na sucÁ„o: entre 0,60 e 1,50 m/s;
b) no recalque: entre 0,60 e 3,00 m/s.
4.4 - SeleÁ„o dos conjuntos motor-bomba
S„o determinantes as seguintes caracterÌsticas hidr·ulicas:
a) vaz„o de recalque;
b) altura manomÈtrica;
c) NPSH disponÌvel.
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a) Vaz„o de recalque
A seleÁ„o das bombas deve considerar as variaÁıes da vaz„o
afluente, combinando-as adequadamente com o esquema de entrada
em operaÁ„o das bombas.
b) Altura manomÈtrica
O c·lculo da altura manomÈtrica deve levar em consideraÁ„o:
- o envelhecimento dos tubos ao longo do alcance do projeto;
- a variaÁ„o combinada dos nÌveis no poÁo de sucÁ„o e na saÌda
do recalque;
- a aderÍncia de material ‡s paredes dos tubos (tubulaÁ„o
suja), quando houver chaminÈ de equilÌbrio no conduto de recalque.
c) NPSH disponÌvel
Deve superar o NPSH requerido pelas bombas em todos os
pontos de operaÁ„o, nas diversas situaÁıes possÌveis.
d) N˙mero de unidades
Devem ser previstos pelo menos dois conjuntos motor- bomba,
cada um com capacidade para recalcar a vaz„o m·xima, sendo um
deles reserva; no caso de mais de dois conjuntos, o reserva instalado
deve ter capacidade igual ‡ do conjunto de maior vaz„o; quando s„o
adotadas bombas de rotaÁ„o constante, recomenda-se que os
conjuntos motor-bomba sejam iguais.
4.5 - CaracterÌsticas operacionais dos conjuntos motor-bomba
O limite superior da rotaÁ„o recomendado È de 1.800
rpm.
As bombas selecionadas devem dispor de curvas caracterÌsticas
est·veis, cuja composiÁ„o com as curvas caracterÌsticas extremas do
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sistema resulte em funcionamento adequado em todos os pontos de
operaÁ„o, conforme a associaÁ„o de bombas adotada. As curvas
caracterÌsticas extremas do sistema s„o as determinadas pelas
alturas geomÈtricas m·xima e mÌnima.
A potÍncia do motor de acionamento deve ser calculada de
modo a atender, com folga, a qualquer ponto de operaÁ„o da bomba
respectiva.
4.6 - Canal afluente
O canal afluente pode ser previsto, a montante do poÁo de
sucÁ„o, para as seguintes finalidades:
|
- |
reuni„o de contribuiÁıes; |
||
|
- |
regularizaÁ„o do fluxo; |
||
|
- |
instalação de extravasor ou canal de desvio (“by-pass”); |
||
|
- |
instalação de comportas ou “stop logs”; |
||
|
- |
instalaÁ„o |
de |
equipamentos para remoÁ„o de sÛlidos |
grosseiros;
|
- |
instalaÁ„o de dispositivos para mediÁ„o; |
||||||
|
- |
inspeÁ„o e manutenÁ„o. |
||||||
|
O |
canal |
afluente |
deve |
ser |
dimensionado, |
considerando |
a |
velocidade mÌnima de 0,40 m/s para vaz„o afluente inicial.
4.7 - RemoÁ„o de sÛlidos grosseiros
A seleÁ„o e dimensionamento dos dispositivos ou equipa-
mentos dependem das caracterÌsticas das bombas ou equipamentos
que devem ser protegidos, das caracterÌsticas e quantidade prevista
do material a ser retido, bem como das dificuldades e necessidades
operacionais da instalaÁ„o. S„o admitidos os seguintes:
- grade de barras, de limpeza manual ou mec‚nica;
- cesto;
- triturador;
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- peneira.
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a) Grade de barras
Deve ser de limpeza mecanizada quando a vaz„o afluente final
È igual ou superior a 250 L/s ou quando o volume de material a ser
retido diariamente justificar este equipamento, levando-se em conta
tambÈm as dificuldades de operaÁ„o relativas ‡ localizaÁ„o da
elevatÛria e ‡ profundidade do canal afluente. Quando a limpeza for
mecanizada, recomenda-se a instalaÁ„o de pelo menos duas
unidades; quando n„o existir esta possibilidade, deve ser construÌdo
canal de desvio (“by-pass”), protegido por grade de limpeza manual
de mesmo espaÁamento entre barras. Quando houver risco de danos
ao equipamento de remoÁ„o, deve ser instalada a montante grade
grossa de limpeza manual.
As grades de barras, de acordo com o espaÁamento entre
barras, podem ser:
- grade grossa: 40 mm a 100 mm;
- grade mÈdia: 20 mm a 40 mm;
- grade fina: 10 mm a 20 mm.
No dimensionamento das grades de barras, os critÈrios a
observar s„o:
- velocidade atravÈs da grade m·xima de 1,20 m/s para vaz„o
afluente final;
- inclinaÁ„o em relaÁ„o ‡ horizontal:
- limpeza manual - de 45 a 60 ;
- limpeza mec‚nica - de 60 a 90 ;
- perda de carga mÌnima a ser considerada no c·lculo:
- limpeza manual = 0,15 m;
- limpeza mec‚nica = 0,10 mm;
- no caso de limpeza manual, a perda de carga deve ser
calculada para 50% de obstruÁ„o da grade.
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4.8 - Demais consideraÁıes
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Na previs„o da extravaz„o, as condiÁıes a observar s„o:
a) vaz„o m·xima igual ‡ vaz„o afluente final de esgoto com o
acrÈscimo da contribuiÁ„o pluvial parasit·ria, quando for o caso;
b) cota da soleira pelo menos 0,15 m acima do nÌvel m·ximo de
operaÁ„o das bombas;
c) quando o nÌvel m·ximo de extravas„o n„o evita remanso no
conduto afluente, deve ser verificada a sua influÍncia a montante;
d) nÌvel m·ximo de extravas„o tal que n„o permita inundaÁ„o
de esgoto no local da elevatÛria.
Para a mediÁ„o de vaz„o, recomenda-se a previs„o de
facilidades para instalaÁ„o de medidor da vaz„o afluente, localizando-
se o ponto de mediÁ„o a jusante da grade de barras, quando
esta for empregada.
Os registros, v·lvulas e comportas devem ser instalados em
locais acessÌveis ‡ operaÁ„o, com indicaÁ„o clara de posiÁ„o aberta
ou fechada e de modo a possibilitar a montagem e desmontagem. No
caso de acionamento manual, o esforÁo tangencial a ser
aplicado ao volante ou acionador deve ser inferior ou igual a
200 N; quando esta condiÁ„o n„o pode ser atendida, deve ser
previsto acionamento motorizado, hidropneum·tico ou redutor
mec‚nico. N„o devem ser usadas v·lvulas borboleta e v·lvula de
retenção do tipo “dupla portinhola” no fluxo de esgoto. Os
componentes sujeitos a desgaste devem ser de bronze ou aÁo
inoxid·vel. As pressıes de serviÁo devem ser compatÌveis com as
m·ximas pressıes previstas.
Quando È necess·ria a instalaÁ„o de dispositivo de seguranÁa
na elevatÛria, de controle e alarme, este deve indicar a condiÁ„o
potencial de perigo atravÈs de sinal sonoro e visual, bem como
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interromper o funcionamento dos conjuntos antes da ocorrÍncia de
danos.
As escadas e os acessos necess·rios ao pessoal de operaÁ„o
devem ser cÙmodos e seguros, protegidos com guarda-corpo,
corrim„o e piso antiderrapante de material resistente ‡ corros„o; n„o
deve ser admitida escada tipo “marinheiro”.
O edifÌcio da elevatÛria deve ser ventilado por meio de janelas,
portas, exaustores ou outros meios. Devem ser previstos condiÁıes
ou dispositivos de seguranÁa de modo a evitar a concentraÁ„o de
gases que possam causar explos„o, intoxicaÁ„o ou desconforto.
O piso do poÁo seco da elavatÛria deve ter declividade em
direÁ„o a canaletas que devem concentrar as ·guas de lavagem, ou
de eventual vazamento, em poÁo de drenagem equipado com bomba
de esgotamento que pode ser acionada automaticamente por sensor
de nÌvel. Estas ·guas podem ser encaminhadas ao poÁo de sucÁ„o,
com a saÌda pelo menos 0,15 m acima do nÌvel m·ximo de
extravas„o do canal afluente.
Para a reposiÁ„o de ·gua em dispositivos de proteÁ„o contra
transientes hidr·ulicos, lubrificaÁ„o de gaxetas ou selos hidr·ulicos,
deve ser previsto sistema de ·gua de serviÁo, n„o se recomendando
a utilizaÁ„o de esgoto.
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5 – QUEST’ES COMENTADAS
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1) (67 – MPU/2004 – ESAF) O conhecimento dos elementos
e procedimentos b·sicos para a execuÁ„o de instalaÁıes È
necess·rio a todo engenheiro civil. Com relaÁ„o aos materiais
e procedimentos para instalaÁıes de ·gua fria, assinalar a
opÁ„o incorreta.
a) Os tubos de PVC para instalaÁıes de ·gua fria s„o, de
acordo com o tipo de junta, classificados como sold·veis e
rosc·veis. Certo, porÈm ainda existem outros tipos de junÁıes de
tubulaÁıes de PVC rÌgido: junta soldada (ponta e bolsa se encaixam e
s„o coladas com adesivo prÛprio); junta el·stica (utiliza-se um anel
de borracha para vedar o tubo padr„o ponta e bolsa, o encaixe È feito
sem adesivo, somente com o anel de borracha); junta rosqueada, a
rosca pode ser de PVC ou met·lica (nos pontos de utilizaÁ„o
recomendam-se as roscas met·licas); junta sanit·ria (È um misto da
junta el·stica com a junta soldada) uni„o das vantagens da duas;
junta flangeada (utilizada na junÁ„o de tubulaÁ„o de PVC com a
tubulaÁ„o met·lica); colar de tomada (È uma peÁa que permite a
junção de forma transversal ao tubo, como uma tomada d‟ água, sem
a utilizaÁ„o de T).
b) O sistema de junta rosc·vel permite a montagem e a
desmontagem das ligaÁıes, sendo que neste caso haver· um
reaproveitamento do material. Certo, È possÌvel soltar desfazer a
junÁ„o facilmente.
c) NÌpel È a conex„o que permite a uni„o de dois tubos ou
peÁas de mesmo di‚metro com rosca interna. Certo, veja figura.
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Niple PVC
d) As conexıes tÍm a finalidade de possibilitar a uni„o de
tubos de di‚metros iguais ou diferentes, sendo as mais
utilizadas: adaptador, reduÁ„o, cap, cruzeta, curva, joelho,
junÁ„o, luva, nÌpel, plugue e tÍ. Certa, com ressalva! Todas as
conexıes citadas permitem a uni„o de tubos exceto as duas
mostradas na figura que n„o unem tubos, mas unem se a eles e s„o
conexıes tambÈm, para esclarecer a figura acima mostra um CAP e
um plugue. Pegadinha da banca, porÈm, em provas do estilo ESAF e
FCC, È necess·rio buscar sempre a mais errada para marcar a
alternativa incorreta ou a mais certa para marcar a alternativa
correta.
CAP e Plugue, respectivamente
e) O sistema de junta sold·vel tem como vantagem a maior
rapidez na instalaÁ„o, necessitando apenas da morsa para a
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sua execuÁ„o. Errada: Essa È a mais errada. As instalaÁıes de PVC
de ·gua fria e CPVC de ·gua quente dispensam o uso de morsa, para
executar a junta sold·vel exige-se apenas de adesivo quÌmico.
Gabarito: E
2) (27 – TCE-RN/2000 – ESAF) A ABNT - NBR 5626/1998 e
7198/93 – prescreve o(s) seguinte(s) valor(es) m·ximo(s) da
velocidade da ·gua para projeto e execuÁ„o de instalaÁıes
prediais de ·gua fria e ·gua quente:
a) 3,0 m/s para ·gua fria e ·gua quente
b) 2,5 m/s para ·gua fria e ·gua quente
c) 3,0 m/s para ·gua fria e 2,5 m/s para ·gua quente
d) 2,5 m/s para ·gua fria e 3,0 m/s para ·gua quente
e) 1,0 m/s para ·gua fria e ·gua quente
Resposta: As velocidades m·ximas nas tubulaÁıes n„o devem
ultrapassar 3,00 m/s, nem os valores da fÛrmula seguinte V=14 D.
Independentemente se ·gua fria ou quente. Onde, D È o di‚metro do
tubo.
Gabarito: A
3) (29 – MPOG/2006 – ESAF) Os serviÁos referentes ‡s
instalaÁıes hidrossanit·rias devem ser executados por
profissionais habilitados e as ferramentas utilizadas devem
ser apropriadas aos serviÁos, sendo incorreto afirmar que:
a) as tubulaÁıes devem ser montadas dentro dos rasgos ou
cavidades das alvenarias, de forma que o eixo dos registros
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fique com comprimento adequado ‡ colocaÁ„o da canopla e do
volante. Certo os fabricantes de registros indicam qual deve ser a
dist‚ncia mÌnima e m·xima para o posicionamento da canopla na
parede acabada.
b) as tubulaÁıes dever„o ter suas extremidades vedadas com
bujıes, a serem removidos na ligaÁ„o final dos aparelhos
sanit·rios. Certo, a medida visa evitar danos aos bocais de conex„o
durante a fase de acabamento da obra, alÈm de permitir a realizaÁ„o
de testes.
c) as buchas, bainhas e caixas necess·rias ‡ passagem da
tubulaÁ„o atravÈs de elementos estruturais dever„o ser
executadas e colocadas antes da concretagem, desde que
permitido expressamente no projeto estrutural. Certo: Devem
ser instalados tais dispositivos para impedir danos ‡s tubulaÁıes
quando os elementos estruturais trabalharem, movimentarem-se.
d) as tubulaÁıes devem guardar certa dist‚ncia das
fundaÁıes, a fim de prevenir a aÁ„o de eventuais recalques.
Certo: Essa medida visa evitar que algum vazamento nessa tubulaÁ„o
prÛxima a fundaÁ„o possa saturar o solo da fundaÁ„o, alterando suas
caracterÌsticas de resistÍncia e acarretando em racalques.
e) para constituiÁ„o de ventilador prim·rio, os tubos de queda
devem ser prolongados verticalmente atÈ o nÌvel da cobertura.
Errado: o tubo ventilador prim·rio È um prolongamento do tubo de
queda acima do ramal mais alto a ele ligado e com a extremidade
superior aberta ‡ atmosfera situada acima da cobertura do prÈdio.
Vejam È acima da cobertura e n„o no nÌvel, caso fosse ao nÌvel da
cobertura ficaria mau cheiro nesse nÌvel.
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Gabarito: E
4) (30 – MPOG/2006 – ESAF) De acordo com a figura abaixo
s„o,
respectivamente,
os di‚metros mÌnimos dos sub-ramais 1
e
2
a) 32 mm e 20 mm.
b) 15 mm e 20 mm.
c) 20 mm e 32 mm.
d) 15 mm e 32 mm.
e) 25 mm e 32 mm.
Resposta: a tabela seguinte mostra os di‚metros mÌnimos dos Sub-
ramais.
Di‚metro
mm e pol
15 , (1/2)
15 , (1/2)
|
PeÁas de utilizaÁ„o |
Di‚metro |
PeÁa de utilizaÁ„o |
|
mm e pol |
||
|
Aquecedor |
baixa |
20 |
, (3/4) |
Chuveiro |
|
press„o |
||||
|
Aquecedor |
alta |
15 |
, (1/2) |
Filtro de press„o |
|
press„o |
||||
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Bacia sanit·ria com
caixa de descarga
15 , (1/2)
LavatÛrio
15 , (1/2)
15 , (1/2)
descarga
descontÌnua
Bacia sanit·ria com
v·lvula de descarga
Banheira
Bebedouro
|
32 |
, |
(1 |
M·quina de lavar |
20 |
, (3/4) |
|
|
1/14) |
pratos ou roupa |
|||||
|
15 |
, (1/2) |
MictÛrio |
auto- |
25 |
, (1) |
|
|
aspirante |
||||||
|
15 |
, (1/2) |
MictÛrio |
de |
|||
|
BidÍ |
15 |
, (1/2) |
Pia de despejo |
20 |
, (3/4) |
|
Tanque de lavar roupa |
20 |
, (3/4) |
Pia de cozinha |
15 |
, (1/2) |
Tabela – Di‚metros mÌnimos
Gabarito: D
5) (26 – TCE-RN/2000 – ESAF) Indique a opÁ„o correta
quanto ‡ definiÁ„o de tubulaÁ„o prim·ria de esgotos
sanit·rios.
a) TubulaÁ„o protegida por um desconector contra o acesso de
gases do coletor p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
b) TubulaÁ„o protegida por um desconector e que recebe
diretamente efluentes dos aparelhos sanit·rios.
c) TubulaÁ„o ‡ qual tÍm acesso gases provenientes do coletor
p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
d) TubulaÁ„o protegida por um desconector e que recebe
diretamente efluentes de pias de cozinha escoando-os numa
caixa de gordura para tratamento prim·rio.
e) TubulaÁ„o protegida por um desconector prim·rio contra o
refluxo de espuma dos efluentes de m·quinas de lavar roupa.
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Resposta: a tubulaÁ„o prim·ria È aquela que tem acesso aos gases
provenientes do coletor p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
Seguindo, a tubulaÁ„o secund·ria È protegida por desconector (sif„o
= fecho hÌdrico), contra o acesso de gases da tubulaÁ„o prim·ria.
Obs.: Fecho hÌdrico È uma camada lÌquida que, em um desconector,
veda a passagem de gases, ex. vaso sanit·rio. Portanto a resposta È
a C.
Gabarito: C
6) (52 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) No projeto de
instalaÁ„o predial de ·gua fria, o sistema de abastecimento de
·gua em que a rede de distribuiÁ„o È alimentada pelo
abastecimento p˙blico que assegure a continuidade no
fornecimento da ·gua È:
(A) direto. Certo, os ramais s„o alimentados direto pela rede p˙blica
de abastecimento.
(B) indireto. Errado, nesse sistema a rede p˙blica abastece os
reservatÛrios do prÈdio ou residÍncia e a partir do reservatÛrio
elevado, superior, a ·gua fria È distribuÌda nos ramais das peÁas de
utilizaÁ„o.
(C) misto. Errado, n„o exige maiores explicaÁıes parte dos ramais
s„o abastecidos diretamente pela rede p˙blica, mas existe o
reservatÛrio de ·gua para garantir os momentos de interrupÁ„o de
abastecimento.
(D) hidropneum·tico. Errado, o abastecimento p˙blico abastece
um reservatÛrio inferior pressurizado e a partir desse reservatÛrio os
ramais s„o abastecidos.
(E) pneum·tico. Errado, o termo tÈcnico È hidropneum·tico.
Gabarito: A
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7) (56 – TRF2/2012 – FCC) Tendo em vista a funÁ„o a que
se destina, a tubulaÁ„o de uma instalaÁ„o predial de
abastecimento de ·gua fria recebe nomes distintos ao longo
do trajeto da ·gua: subramais, ramais, barriletes e colunas de
distribuiÁ„o.Barrilete È
|
(A) |
a ligaÁ„o entre a coluna de distribuiÁ„o e os ramais. |
|
(B) |
a ligaÁ„o final com a peÁa de utilizaÁ„o. |
|
(C) |
o distribuidor para os ramais. |
(D) a tubulaÁ„o que se origina nos reservatÛrios. Certa, por
definiÁ„o isso È o Barrilete, n„o h· o que comentar.
(E) o coletor final do sistema.
Gabarito: D
8) (57 – Defensoria-SP/2013 - FCC) O dimensionamento
das tubulaÁıes de ·gua fria deve garantir que a vaz„o de
projeto estabelecida esteja disponÌvel nos pontos de
utilizaÁ„o. A NBR 5626 estabelece, para o dimensionamento,
que a velocidade da ·gua, em m/s, em qualquer trecho da
tubulaÁ„o de ·gua fria N O atinja valores superiores a
|
(A) |
1,5. |
|
(B) |
2. |
|
(C) |
1. |
|
(D) |
3. |
|
(E) |
5. |
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De acordo com o subitem 5.3.4 da NBR 5626, as tubulaÁıes
devem ser dimensionadas de modo que a velocidade da ·gua, em
qualquer trecho de tubulaÁ„o, n„o atinja valores superiores a 3
m/s.
Gabarito: D
9) (36 – SEGAS/2013 – FCC) Uma rede predial de
distribuiÁ„o de ·gua fria deve ser dimensionada de tal forma
que, no uso simult‚neo de dois ou mais pontos de utilizaÁ„o, a
vaz„o de projeto plenamente disponÌvel para bacia sanit·ria
com v·lvula de descarga seja, em L/s, igual a
|
(A) |
0,50. |
|
(B) |
1,70. |
|
(C) |
1,50. |
|
(D) |
0,90. |
|
(E) |
0,25. |
De acordo com a NBR 8160, a instalaÁ„o predial de ·gua fria
deve ser dimensionada de modo que a vaz„o de projeto estabelecida
na tabela a seguir seja disponÌvel no respectivo ponto de utilizaÁ„o,
se apenas tal ponto estiver em uso.
Aparelho sanit·rio
PeÁa de utilizaÁ„o
Vaz„o de
projeto L/s
Bacia sanit·ria
Caixa de descarga
V·lvula de descarga
0,15
1,70
|
Banheira |
Misturador (·gua fria) |
0,30 |
|
Bebedouro |
Registro de press„o |
0,10 |
|
BidÍ |
Misturador (·gua fria) |
0,10 |
|
Chuveiro ou ducha |
Misturador (·gua fria) |
0,20 |
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Chuveiro elÈtrico
Lavadora de pratos ou de roupas
LavatÛrio
|
Registro de press„o |
0,10 |
|
Registro de press„o |
0,30 |
|
Torneira ou misturador (·gua fria) |
0,15 |
Pia
Pia
Tanque
Torneira de jardim ou lavagem em geral
0,15
0,15/m de
|
calha |
|
|
Torneira ou misturador (·gua fria) |
0,25 |
|
Torneira elÈtrica |
0,10 |
|
Torneira |
0,25 |
|
Torneira |
0,20 |
MictÛrio cer‚mico com sif„o integrado
V·lvula de descarga
0,50
MictÛrio cer‚mico sem sif„o integrado
Caixa de descarga, registro de press„o ou v·lvula de descarga para mictÛrio
MictÛrio tipo calha
Caixa de descarga ou registro de press„o
A rede predial de distribuiÁ„o deve ser dimensionada de tal
forma que, no uso simult‚neo prov·vel de dois ou mais pontos de
utilizaÁ„o, a vaz„o de projeto, estabelecida na tabela acima, seja
plenamente disponÌvel.
Gabarito: B
10) (50 – Analista Legislativo SP/2010 – FCC) Um edifÌcio
cujo sistema de recalque envia água para a caixa d’água
superior possui uma bomba com 8 CV de potÍncia e
rendimento de 80%. Se a altura manomÈtrica È 40 m, a vaz„o
de ·gua, em litros por segundos, È
(A)
(B)
8
10
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|
(C) |
12 |
|
(D) |
16 |
|
(E) |
24 |
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Essa quest„o È complicada, pois È necess·rio saber a fÛrmula
Pb= (栖.Q . H) / (75 .┝),
Onde P È em Cavalo-Vapor (CV);
Q È em m 3 /s;
栖 È o peso especÌfico do lÌquido, em kgf/m 3 ;
H È altura manomÈtrica em m;
Nessa fÛrmula o 75 È o fator de convrs„o Kgm/s para cavalo vapor,
logo se na quest„o a unidade de PotÍncia for Kgm/s deve-se retirar o
75 da fÛrmula;
┝ é o rendimento do conjunto motor-bomba;
Gabarito C, pois Q = 8 x 75 x 0,8 / 1000.40, Q = 0,012 m 3 /s = 12
L/s.
Gabarito: C
11) (85 – TCE-AM/2012 – FCC) O sistema elevatÛrio de ·gua
de um edifÌcio È composto por duas bombas centrÌfugas
iguais, ligadas em paralelo, com capacidade de 10 litros por
segundo e 35 metros de altura manomÈtrica. A vaz„o, em
litros por segundo, e a altura manomÈtrica, em metros, das
duas bombas funcionamento em conjunto s„o,
respectivamente,
|
(A) |
10 e 35 |
|
(B) |
10 e 70 |
|
(C) |
20 e 35 |
|
(D) |
20 e 70 |
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(E) 40 e 70
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Primeiro, aproveitando a quest„o vamos a alguns conceitos.
Altura geomÈtrica È aquela que se pretende vencer, por exemplo, a
diferenÁa entre o nÌvel do reservatÛrio inferior e do superior È 60 m,
logo a altura geomÈtrica È 60 m.
As perdas de carga s„o resultado do atrito entre o fluÌdo e a
tubulaÁ„o e entre o fluÌdo e as peÁas como v·lvulas, reduÁıes, curvas
e etc. A perda de carga È inversamente proporcional ao di‚metro e
diretamente proporcional a rugosidade do material e a vaz„o.
A altura manomÈtrica È dada pela soma da altura geomÈtrica
acrescida da perda de carga do sistema. Assim para o exemplo dado
a altura geomÈtrica de 60 m, digamos que, hipoteticamente, a soma
das perdas de carga distribuÌdas (ao longo da tubulaÁ„o) e das
localizadas (devido a cada peÁa da instalada na tubulaÁ„o, como
v·lvulas e curava) seja igual a 10 m, logo a altura manomÈtrica
requerida pela bomba È 70 m para uma dada vaz„o fixa.
Perceba o seguinte para um dada bomba ao aumentar a vaz„o a
altura manomÈtrica decresce, esse conjunto de pontos Altura
manomÈtrica (Hm) x Vaz„o (Q) formam a curva caracterÌstica da
bomba (CCB). Por outro lado a instalaÁ„o (tubulaÁıes, v·lvulas
curvas) ao aumentar a vaz„o a altura manomÈtrica aumenta, esse
conjunto de pontos formam a CCI, curva caracterÌstica da instalaÁ„o.
O confronto entre a CCI e CCB fornecem para o projetista o ponto de
operaÁ„o do sistema.
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Figura 10 – CCI x CCB
As bombas ligadas em paralelo (uma ao lado da outra) recalcam a
mesma altura manomÈtrica e as vazıes s„o somadas. J· as bombas
ligadas em sÈrie (uma apÛs a outra) as alturas manomÈtricas s„o
somadas.
Aprofundando um pouco mais a quest„o, verifica-se que a banca
falou apenas de altura manomÈtrica, no entanto quando se associam
as bombas as perdas de cargas aumentam e logo a altura geomÈtrica
disponibilizada pelas bombas associadas varia, fica claro para bombas
em paralelo, duplica-se a vaz„o para a mesma tubulaÁ„o o que
acarreta mais perdas de carga.
Gabarito: C
12) (79- TCE-SE/2011 – FCC). Para instalaÁ„o do sistema de
recalque de ·gua de um edifÌcio foram adquiridas duas
bombas centrÌfugas iguais, com capacidade de 60 litros por
segundo e 50 m de altura manomÈtrica. Se as duas bombas
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forem instaladas em sÈrie, a vaz„o de ·gua a ser recalcada,
em litros por segundo, e a altura manomÈtrica, em metros,
ser„o, respectivamente,
|
(A) |
120 e 100. |
|
(B) |
120 e 50. |
|
(C) |
60 e 100. |
|
(D) |
60 e 50. |
|
(E) |
30 e 25. |
Como j· explicado na quest„o anterior, sÛ que agora as bombas
est„o em sÈrie!
Gabarito: C
13) (66 - TCE-SE/2011 – FCC) O sistema de recalque de ·gua
de um edifÌcio È composto por dois reservatÛrios, bomba
hidr·ulica e tubulaÁıes, como representado na figura abaixo.
Sabendo-se que as dist‚ncias L1 e L2 s„o, respectivamente, 5
m e 80 m e a perda de carga entre os pontos (A) e (C) È 3 m e
entre os pontos (C) e (H) È 7 m, a altura manomÈtrica, em
metros, a ser considerada no projeto de dimensionamento da
potÍncia da bomba È
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|
(A) |
65 |
|
(B) |
75 |
|
(C) |
85 |
|
(D) |
95 |
|
(E) |
105 |
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Quest„o interessante de bombas. A altura geomÈtrica È dada pela
diferenÁa L2-L1 = 80 -5 =75 m. As perdas de carga hidr·ulica s„o 3m
(entre A-C) e 7 m (entre C-H), perfazendo 10 m A altura
manomÈtrica È a soma da altura geomÈtrica Hg e das Perdas de
Carga, logo Hm = 75 + 10 = 85 m. Gabarito,letra C
Gabarito: C
14) (57 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) Um estudo prevÍ
que um edifÌcio com 64 apartamentos ser· habitado por 320
pessoas. A ·gua de abastecimento ser· recalcada do
reservatÛrio inferior para o superior por meio de conjuntos
elevatÛrios. Sabendo que o consumo di·rio estimado È igual a
200 L/ hab e que as bombas ter„o a capacidade para recalcar
o volume total di·rio a ser consumido em apenas 8 horas de
funcionamento, a vaz„o mÌnima das bombas È igual a
|
(A) |
2,22 L/s |
|
(B) |
0,74 L/s |
|
(C) |
0,67 L/s |
|
(D) |
0,42 L/s |
|
(E) |
0,45 L/s |
… sÛ fazer continhas multiplicar, dividir, somar
Vamos l· vaz„o È o volume de ·gua por unidade de tempo (L/s).
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O cosumo di·rio no prÈdio È 320 (pessoas) x 200 (L/pessoa) o que d·
64000 L por dia.
Ah, atenÁ„o as unidades, os itens est„o com unidades em L/s, logo
transformando as 8h para segundos, temos que 1h = 60 minutos
=60 x 60 s = 3600 s, 3600 s x 8h resultam em 28800,
aproximadamente 30000 s
Lembre-se vaz„o volume de ·gua dividido pelo tempo, assim
64.000 L /30000 = 2,
uma conta aproximada È suficiente para matar a quest„o e seguir
para prÛxima, note que os demais itens est„o todos com menos de 1
.logo o gabarito È a letra A. As vezes fazer
L/s. Portanto a dica nas questıes de calcular veja as alternativas
primeiro e veja o que d· para eliminar com contas r·pidas,
aumentando suas chances de acertar. AlÈm disso, atenÁ„o ‡s
unidades, as vezes, s„o necess·rias algumas conversıes de
unidades.
Gabarito: A
15) (81 – TCE-AM/2012 – FCC) Uma caixa d’água com
capacidade de armazenamento de 12600 litros È alimentada
por um tubo de PVC com ·rea interna da seÁ„o transversal de
7 cm2. Considerando que a velocidade m·xima da ·gua na
tubulaÁ„o seja de 3 m/s, o tempo mÌnimo para atingir a
capacidade total de armazenamento da caixa d’água é
|
(A) |
90 minutos. |
|
(B) |
100 minutos. |
|
(C) |
2100 minutos. |
|
(D) |
12 horas. |
|
(E) |
21 horas. |
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SÛ fazer conta, de novo! Vejamos 12 600 l = 12, 6 m (1000 l = 1
m ) e 7 cm = 7/10000 = 0,0007 m (1 cm = 0,0001 m ). A vaz„o
È dada pelo produto da ·rea x velocidade (Q(m /s) = v (m/s) x a
(m ), assim Q = 3 x 7/10000 = 21/10000 m /s.
O tempo È dado pelo Volume do reservatÛrio / Vaz„o Q, T = 12,6 /
21/10000 =126000/21 = 6000 s. Os 6000 s = 100 minutos.
Exige umas continhas chatas para se fazer em uma prova, mas as
vezes a FCC cobra coisas do tipo. Reparem que a velocidade 3 m/s È
m·xima admitida pela norma atual, portanto a banca poderia ter
perguntado somente qual È o tempo mÌnimo para encher o
reservatÛrio superior, considerando os requisitos da norma e omitido
o valor 3 m/s.
|
Gabarito: B |
|||
|
16) (55 |
– |
Analista |
Legislativo SP/2010 – FCC). |
Considerando-se as condiÁıes de press„o m·xima e mÌnima
previstas na norma NBR 5626/1992, È correto o que consta
em:
(A) Em condiÁıes est·ticas (sem escoamento), a press„o da
·gua em qualquer ponto de utilizaÁ„o da rede predial de
distribuiÁ„o n„o deve ser superior a 200 kPa. Errado, a 400 KPa,
memorize!
(B) Em qualquer ponto da rede predial de distribuiÁ„o, a
press„o da ·gua em condiÁıes din‚micas (com escoamento)
deve estar entre 3 e 5 kPa. Errado, È permitido 5 KPa somente
para caixas de descarga, para demais peÁas o mÌnimo È 10 KPa.
(C) Em condiÁıes din‚micas (com escoamento), a press„o da
·gua nos pontos de utilizaÁ„o deve garantir a vaz„o de projeto
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e o bom funcionamento das instalaÁıes sanit·rias, onde a
press„o mÌnima deve ser de 10 kPa. No ponto da caixa de
descarga e no ponto da v·lvula de descarga para bacia
sanit·ria admite-se, respectivamente, press„o mÌnima 5 e 15
kPa. Correta, portanto quem n„o memorizou, perdeu a quest„o.
(D) A ocorrÍncia de sobrepressıes devidas a transientes
hidr·ulicos deve ser considerada no dimensionamento das
tubulaÁıes. Tais sobrepressıes s„o admitidas, desde que n„o
superem o valor de 300 kPa. Errado 200 KPa, portanto memorize.
(E) Recomenda-se
instaladas em nÌvel, tendo em vista reduzir o risco de
formaÁ„o de bolhas de ar no seu interior e a garantir o
alinhamento da rede, fator assegurado pela colocaÁ„o de
calÁos e guias. Errado, item para ser eliminado logo de inÌcio, pois
n„o h· exigÍncias hidr·ulicas para instalar as tubulaÁıes em nÌvel,
sejam
que
as
tubulaÁıes
horizontais
nenhum encanador verifica o nÌvel, ou prumo das tubulaÁıes. E mais
a ausÍncia de bolhas de ar esta assegurada pela press„o mÌnima
admitida na tubulaÁ„o)
Sobre instalaÁıes hidr·ulicas, digamos que essa quest„o È das mais
cobradas, ainda mais em uma banca que costuma exigir amplos e
profundos conhecimentos formais, enfim decore alguns detalhes.
A norma estabelece (itens 5.3.4 e 5.3.5) que, a velocidade m·xima
admitida em tubulaÁıes hidr·ulicas È 3 m/s, em qualquer trecho da
tubulaÁ„o (cuidado, significa que n„o h· exceÁıes).
A press„o mÌnima em condiÁıes din‚micas, ou seja, com
escoamento, deve ser 10 KPA = 1 mca (metros de coluna d‟ água),
no entato, h· exceÁ„o, para as caixas de descarga admite-se o
mínimo de 5 KPa, ou 0,5 m de coluna d‟água. Acrescento ainda que
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para v·lvulas de descarga a press„o din‚mica mÌnima admitida È 15
KPa, menos que isso a v·lvula n„o funciona bem.
Em condiÁıes est·ticas (sem escoamento) a press„o m·xima
admissÌvel nas tubulaÁıes È de 400 KPa = 40 mca, logo em prÈdios
com altura superior a 40 metros ( 13 andares) È necess·rio a
utilização de válvulas de alivio (quebra) de pressão ou caixa d‟ água
intermedi·rias. Mas, nesse caso, a press„o m·xima est·tica pode
superar os 40 KPa, logo a exceÁ„o È a ocorrÍncia de transientes
hidr·ulicos (um exemplo È o golpe de arÌete) em que a sobrepress„o
deve ser limitada a 200 KPa.
Assim vejamos um esboÁo de quest„o: Verificou-se a ocorrÍncia de
press„o de 600 KPa em determinado ponto da tubulaÁ„o, logo foi
infringiu-se a regra da press„o est·tica m·xima de 400 KPa. Errado,
pois nesse momento deve ter ocorrido um caso excepcional de
sobrepress„o de 200 KPa, logo n„o houve descumprimento da
norma.
Gabarito: C
17) (34 – MetrÙ-SP/2010 – FCC) Em instalaÁıes hidr·ulicas
de ·gua fria observa-se a ocorrência de “ronco” durante a
operaÁ„o de fechamento de torneiras de boia em reservatÛrios
de ·gua. Tal fenÙmeno deve-se
(A) ao escoamento em velocidades muito abaixo das
velocidades de projeto. Errado, o escoamento em velocidades
baixas n„o gera ruÌdos.
(B) ao escoamento de ·gua continuado a partir de tubulaÁ„o
de extravas„o de reservatÛrio superior, desaguando sobre o
sistema de coleta de ·guas pluviais. Errado, o fechamento da
v·lvula de boia atua contra essa extravass„o de ·gua do reservatÛrio
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superior, logo o fechamento da v·lvula de boia n„o vai causar esse
ruÌdo.
(C) ‡ manifestaÁ„o na forma de uso deficiente de aparelhos
sanit·rios por insuficiÍncia de pressıes e vazıes. Errado, a
v·lvula de boia do reservatÛrio superior n„o se comunica em nada
com o uso de aparelhos sanit·rios.
(D) a incompatibilidades entre os materiais das tubulaÁıes
hidr·ulicas e componentes hidr·ulicos utilizados, por conta de
erros de execuÁ„o. Errado, essa causa normalmente justifica a
maioria dos ruÌdos das instalaÁıes hidr·ulicas, porÈm para o caso
especÌfico das v·lvulas de boia em reservatÛrios superiores a causa È
outra.
(E) ‡ resson‚ncia, pela formaÁ„o de ondulaÁıes na superfÌcie
lÌquida. Certa, a causa desse barulho quem explicou foi um
especialista em projetos de instalaÁıes hidr·ulicas. Certo.
Segue o trecho da entrevista, em que ele cita outras causas de
ruÌdos.
AECweb – Quais as outras fontes de ruÌdos?
Knipper - H· os ruÌdos provenientes do escoamento livre (esgoto e
·guas pluviais) em tubos pl·sticos de parede estreita mau fixados, ou
seja, com suportaÁ„o deficiente, particularmente a partir de conexıes
de mudança de direção. É comum o „ronco‟ durante a operação de
fechamento de torneiras de bÛia em reservatÛrios de ·gua,
decorrentes do fenÙmeno de resson‚ncia pela formaÁ„o de
ondulaÁıes na superfÌcie lÌquida. E, tambÈm, os ruÌdos na forma de
silvos agudos durante a operaÁ„o de fechamento de torneiras de bÛia
em reservatÛrios de ·gua de bacias sanit·rias com caixas de
descarga acopladas. A transmiss„o de vibraÁ„o de bombas pela
correspondente tubulaÁ„o de recalque se deve, geralmente, ‡ fixaÁ„o
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deficiente e ausÍncia de dispositivos antivibratÛrios. Esses s„o alguns
exemplos.
Acho que essa quest„o foi fruto de uma cabeÁa pouco inspirada,
pesquisei e sÛ encontrei referÍncia a esse ruÌdo nessa entrevista.
Creio que a banca colou da entrevista.
Gabarito: E
18) (35 – MetrÙ-SP/2010 – FCC) As patologias em sistemas
hidr·ulicos podem ter suas causas decorrentes do
armazenamento dos materiais. S„o cuidados a serem
observados no armazenamento de tubos de pl·sticos rÌgidos:
(A) n„o devem ter contato com o solo; devem ser segregados
por tipo de linha de instalaÁ„o; devem ser armazenados em
·reas de manobras e circulaÁ„o de veÌculos. Errado, os veÌculos
podem danificar os tubos ao realizar manobras.
(B) obedecer a uma inclinaÁ„o de aproximadamente 5%;
quando possÌvel apoiados sobre estrado met·lico, na posiÁ„o
vertical; diretamente no solo, se este estiver sido aplainado.
Errado. A posiÁ„o de armazenagem È horizontal.
(C) posiÁ„o horizontal sobre bancada de madeira; a altura das
pilhas n„o devem ultrapassar 1,80 m; colocar os tubos com as
bolsas alternadamente de cada lado. Correto
(D) em locais abertos, as pilhas devem ficar soltas e
desimpedidas para facilitar a utilizaÁ„o; os tubos das
diferentes camadas devem ficar em contato direto, diminuindo
assim a altura da pilha. Errado È em local fechado e os tubos
devem ser separados por bitolas facilitando a seleÁ„o para uso.
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(E) devem ser armazenados cruzados e alinhando ponta e luva
distintamente; na falta de espaÁo admite-se pilhas com altura
m·xima de 2,50 m; o local destinado ao armazenamento deve
ser coberto, mesmo que apresente ondulaÁıes e
desnivelamento. Errado, armazenar os tubos de forma cruzada
presumo que exige uma ·rea maior, alÈm de dificultar o manuseio, e
o local n„o precisa ser necessariamente coberto, pode-se utilizar um
material resistente aos raios solares sobre os tubos.
Essa quest„o envolve a organizaÁ„o do canteiro de obras, os tubos de
PVC devem ser escorados lateralmente e as pilhas n„o podem
ultrapassar 1,8 m de altura. TambÈm podem ser acomodados em
ganchos fixados nas paredes, devem ser separados por di‚metros. O
local deve ser abrigado da luz solar, pois o PVC È degradado por raios
ultravioletas, o espaÁo requerido È de cerca de 2 x 7 m, tendo em
vista o comprimento usual dos tubos ser de 6 m. Dica: veja o site
http://construcaocivilpet.wordpress.com/2011/09/01/estoques-sob-
controle/, acesso em 16/4/2013, nele h· v·rias figuras e dicas de
armazenagem de insumos de construÁ„o civil, alÈm de regras de
organizaÁ„o do canteiro de obras.
Gabarito: C
19) (48 – MetrÙ-SP/2012 – FCC) Na fase de projeto dos
sistemas prediais, os vÌcios podem ocorrer por falhas de
concepÁ„o sistÍmica, erros de dimensionamento, ausÍncia ou
incorreÁıes de especificaÁıes de materiais e de serviÁos,
insuficiÍncia ou inexistÍncia de detalhes construtivos, dentre
outros. … caracterÌstica prÛpria dos sistemas hidr·ulicos
prediais a sua complexidade funcional e a inter-relaÁ„o
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din‚mica entre os seus diversos subsistemas, alÈm da enorme
variedade de materiais, componentes e equipamentos
constituintes. Tampas de acesso ‡s c‚maras do reservatÛrio
elevado executadas e instaladas de modo incorreto, com
possibilidade de admiss„o de ·gua contaminada em seu
interior, È a causa de falha frequente em sistemas de
(A) ·gua fria. Certo, pois possui reservatÛrio superior, as vezes de
concreto armado e quando o projeto n„o apresenta o detalhamento
correto a vedaÁ„o do reservatÛrio fica comprometida, deve-se
executar a tampa em um nÌvel elevado em relaÁ„o a laje do
reservatÛrio.
(B) ·gua quente. Errado, pois o reservatÛrio de ·gua quente È
possui isolamento tÈrmico, portanto os requisitos s„o mais rigorosos,
eliminando-se eventuais falhas de vedaÁ„o.
(C) esgoto sanit·rio. Errado n„o existem reservatÛrios elevados
para esgotos sanit·rios.
(D) combate a incÍndio. Errado, normalmente os reservatÛrios
elevados possuem uma reserva tÈcnica de incÍndio, cerca de 20% do
volume do reservatÛrio, portanto È apenas uma parte do reservatÛrio
de ·gua fria.
(E) ·guas pluviais. Errado, quando existentes ficam prÛximos ao
solo, alÈm do que as ·guas pluviais costumam ser os maiores
contaminantes da ·gua pot·vel armazenada em reservatÛrios
elevados.
Gabarito: A
20) (82 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto e execuÁ„o de
instalaÁıes prediais de ·gua quente, o dispositivo antirretorno
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(A) destina-se a impedir o retorno de fluidos para a rede de
distribuiÁ„o. Correto.!
(B) È geralmente do tipo gaveta e deve ser instalado em uma
tubulaÁ„o para interromper a passagem da ·gua. Errado,
definitivamente ela n„o È uma simples v·lvula de gaveta, muito mais
complexa, chama-se v·lvula anti-retorno.
(C) destina-se a permitir a saÌda de ar e/ou vapor de uma
instalaÁ„o predial de ·gua quente. Errado, isso È o famoso
respiro.
(D) permite o escoamento da ·gua em um ˙nico sentido.
Errado, essa peÁa chama-se v·lvula de retenÁ„o.
(E) destina-se a evitar que a press„o ultrapasse determinado
valor. Errado, isso È v·lvula de seguranÁa de press„o.
Sem d˙vida È o item 3.7 da NBR 7198/93 – Projeto de InstalaÁıes
Prediais de ·gua quente. Veja algumas definiÁıes que o item traz.
3.7 Dispositivo anti-retorno: Dispositivo destinado a impedir o retorno
de fluidos para a rede de distribuiÁ„o.
AlÈm desse dispositivo È importante mencionar os seguintes para as
instalaÁıes de ·gua quente
3.18 Respiro: Dispositivo destinado a permitir a saÌda de ar e/ou
vapor de uma instalaÁ„o.
3.30 Dispositivo de recirculaÁ„o: Dispositivo destinado a manter a
·gua quente em circulaÁ„o, a fim de equalizar sua temperatura.
(evita aquela demora quando se liga o registro de ·gua quente atÈ
que comece a sair realmente a ·gua quente).
3.23 V·lvula de seguranÁa de press„o: Dispositivo destinado a evitar
que a press„o ultrapasse determinado valor.
3.24 V·lvula de seguranÁa de temperatura: Dispositivo destinado a
evitar que a temperatura da ·gua quente ultrapasse determinado
valor.
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Gabarito: A
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21) (49 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) Segundo a NBR
8160, a instalaÁ„o predial de esgotos sanit·rios deve ser
projetada e construÌda de modo a
I. permitir r·pido escoamento da ·gua utilizada e dos
despejos. Certo.
II. n„o permitir a contaminaÁ„o da ·gua de consumo. Certo.
III. facilitar a liberaÁ„o dos gases produzidos no sistema na
tubulaÁ„o sifonada. Errado, n„o seria agrad·vel aos usu·rios se os
gases do sistema de esgoto fossem liberados na tubulaÁ„o sifonada,
como o item diz. Os gases do sistema s„o liberados pela colunas de
ventilaÁ„o integrantes do sistema de esgoto predial sanit·rio.
IV. facilitar a inspeÁ„o dos componentes do sistema. Certo.
Est· correto o que consta APENAS em
|
(A) |
I e II. |
|
(B) |
II e III. |
|
(C) |
I, II e IV. |
|
(D) |
I e IV. |
|
(E) |
II, III e IV. |
Gabarito: C
22) (83 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto das instalaÁıes
prediais de esgoto sanit·rio, todos os trechos horizontais das
tubulaÁıes devem possibilitar o escoamento dos efluentes por
gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade
constante. AlÈm disso, a profundidade m·xima, das caixas de
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inspeÁ„o e a dist‚ncia m·xima, entre dois dispositivos de
inspeÁ„o, s„o, em metros, respectivamente,
|
(A) |
1,5 e 35 |
|
(B) |
1,8 e 40 |
|
(C) |
1,0 e 25 |
|
(D) |
1,2 e 28 |
|
(E) |
1,6 e 30 |
Reparem que bastava saber uma das informaÁıes para ganhar a
quest„o.
Vamos l· retirei os dados da NBR 8160, resumindo-os. As caixas de
inspeÁ„o (CI) devem ter profundidade m·xima de 1 m. e dimensıes
quadradas, retrangulares ou cilÌndricas de, no mÌnimo, 60 cm de lado
ou di‚metro, alÈm de serem executadas de forma a permitir o
escoamento r·pido dos dejetos PÛrem considerando que a declividade
mÌnima È de 1% para tubulaÁıes de di‚metro de 100 m em um
trecho de 100 m de tubulaÁ„o ultrapassa-se os 1 m m·ximo
permitido para as caixas de inspeÁ„o. Assim, surge a necessidade de
utilizar-se dos poÁos de visita. Esses devem garantir os seguintes
requisitos:
a) profundidade maior que 1,00 m;
b) forma prism·tica de base quadrada ou retangular, com
dimens„o mÌnima de 1,10 m, ou cilÌndrica com um di‚metro interno
mÌnimo de 1,10 m;
c) degraus que permitam o acesso ao seu interior;
d) tampa removÌvel que garanta perfeita vedaÁ„o;
e) fundo constituÌdo de modo a assegurar r·pido escoamento e
evitar formaÁ„o de sedimentos;
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Ent„o a diferenÁa b·sica entre as CI e os PV È que nos PVs devem
permitir que a equipe de manutenÁ„o entre dentro dele e nas CIs
n„o. O limite de norma entre um e outro È a profundidade de 1 m.
A dist‚ncia m·xima entre dois dispositivos de inspeÁ„o È 25 m. A
dist‚ncia entre o coletor predial com o p˙blico e o dispositivo de
inspeÁ„o mais prÛximo n„o deve ser superior a 15,00 m. Em prÈdios
com mais de dois pavimentos a cada tubo de queda deve ser
instalado uma caixa de inspeÁ„o a 2 m do TQ. E os comprimentos dos
trechos dos ramais de descarga e de esgoto de bacias sanit·rias,
caixas de gordura e caixas sifonadas, medidos entre os mesmos e os
dispositivos de inspeÁ„o, n„o devem ser superiores a 10,00 m.
Gabarito: C
23) (34 – MPE-AM/2013 – FCC) Nos projetos de instalaÁıes
prediais de esgoto, a extremidade aberta de um tubo
ventilador prim·rio ou coluna de ventilaÁ„o deve situar-se a
uma altura mÌnima acima de uma laje utilizada para outros
fins alÈm de cobertura, em cm, de
|
(A) |
500. |
|
(B) |
300. |
|
(C) |
200. |
|
(D) |
100. |
(E) 30.
De acordo com a NBR 8160, a extremidade aberta do tubo
ventilador prim·rio ou coluna de ventilaÁ„o deve estar situada acima
da cobertura do edifÌcio a uma dist‚ncia mÌnima que impossibilite o
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encaminhamento ‡ mesma das ·guas pluviais provenientes do
telhado ou laje impermeabilizada.
A extremidade aberta de um tubo ventilador prim·rio ou coluna
de ventilaÁ„o, conforme mostrado na figura 3:
a) n„o deve estar situada a menos de 4,00 m de qualquer
janela, porta ou v„o de ventilaÁ„o, salvo se elevada pelo menos 1,00
m das vergas dos respectivos v„os;
b) deve situar-se a uma altura mÌnima igual a 2,00 m
acima da cobertura, no caso de laje utilizada para outros fins alÈm
de cobertura; caso contr·rio, esta altura deve ser no mÌnimo igual a
|
0,30 m; |
|
|
c) |
deve ser devidamente protegida nos trechos aparentes |
contra choques ou acidentes que possam danific·-la;
d) deve ser provida de terminal tipo chaminÈ, tÍ ou outro
dispositivo que impeÁa a entrada das ·guas pluviais diretamente ao
tubo de ventilaÁ„o.
Gabarito: C
24) (46 – TRT-15/2013 – FCC) Em instalaÁıes prediais de
esgoto sanit·rio, os desconectores devem apresentar orifÌcio
de saÌda com di‚metro igual ou superior ao do ramal de
descarga a ele conectado, e ter fecho hÌdrico com altura
mÌnima, em mm, de
|
(A) |
20. |
|
(B) |
50. |
|
(C) |
30. |
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(D) 10.
(E) 40.
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De acordo com Macintyre, È obrigatÛria a colocaÁ„o de
dispositivos desconectores, destinados ‡ proteÁ„o do ambiente
interno contra a aÁ„o de gases emanados das canalizaÁıes. Fazem
parte dos esgotos prim·rios.
S„o usados trÍs tipos de desconectores:
- sifıes: fecho hÌdrico de 50 mm, no mÌnimo;
- ralos sifonados: fecho hÌdrico > 50 mm;
- caixas sifonadas grandes (concreto ou alvenaria, circulares ou
retangulares): fecho hÌdrico mÌnimo de 200 mm.
De acordo com a NBR 8160, todo desconector deve satisfazer
‡s seguintes condiÁıes:
a) ter fecho hÌdrico com altura mÌnima de 0,05 m;
b) apresentar orifÌcio de saÌda com di‚metro igual ou superior
ao do ramal de descarga a ele conectado.
Gabarito: B
25) (35 – SEGAS/2013 – FCC) O sistema de coleta e
transporte de esgoto sanit·rio deve possibilitar o escoamento
dos efluentes por gravidade. Para tubulaÁıes de trechos
horizontais com di‚metro nominal igual ou superior a 100 mm,
È recomend·vel uma declividade mÌnima, em %, igual a
(A) 1,5.
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|
(B) |
2,0. |
|
(C) |
3,0. |
|
(D) |
0,5. |
|
(E) |
1,0. |
A norma NBR 8160 traz a seguinte tabela:
Verifica-se que a declividade mÌnima prevista È de 1% para
di‚metros superiores a 100 mm.
Gabarito: E
26) (58 – Defensoria-SP/2013 – FCC) Segundo a NBR 8160,
as caixas sifonadas podem ser utilizadas para a coleta de
despejos de aparelhos sanit·rios. A simbologia utilizada para
a representaÁ„o gr·fica de uma caixa sifonada corresponde a
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A NBR 8160 prevÍ a seguinte simbologia:
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Portanto, p sÌmbolo da letra A representa a caixa sifonada.
Gabarito: A
27) (84 – TCE-AM/2012 – FCC) Para as instalaÁıes prediais
de ·guas pluviais, a inclinaÁ„o das calhas de beiral e
platibanda deve ser uniforme e o di‚metro interno mÌnimo, em
mm, dos condutores verticais de seÁ„o circular È
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|
(A) |
25 |
|
(B) |
40 |
|
(C) |
50 |
|
(D) |
70 |
|
(E) |
100 |
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Primeiro, ·guas pluviais n„o devem receber nunca efluentes de
esgotos sanit·rios. O di‚metro interno mÌnimo dos condutores
verticais de seÁ„o circular È 70 mm. Os condutores horizontais devem
ser projetados com declividade uniforme de no mÌnimo 0,5%. Bem
como as lajes de coberura, calhas e platibandas, sempre declividade
mÌnima de 0,5 %.
Deve ser prevista caixas de areia ou peÁas de inspeÁ„o a cada 20m, a
cada mudanÁa de direÁ„o e na interligaÁ„o com outros condutores. A
norma que trata do assunto È a NBR 10844/1989 - InstalaÁıes
prediais de ·guas pluviais
Gabarito: D
28) (32 – TCE-RN/2000 – ESAF) Segundo a ABNT - NBR
13714/1996 - a reserva de incÍndio nas edificaÁıes deve ser
prevista para permitir:
a) o combate, durante todo o tempo de duraÁ„o do incÍndio;
b) o combate, atravÈs de 5 hidrantes, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
c) o combate, atravÈs de 3 hidrantes, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
d) o combate e ainda o reabastecimento dos caminhıes-
tanque do Corpo de Bombeiros, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
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e) o primeiro combate, durante determinado tempo.
Resposta: Essa È cÛpia da norma: a reserva de incÍndio deve ser
prevista para permitir o primeiro combate, durante determinado
tempo. ApÛs este tempo considera-se que o Corpo de Bombeiros
mais prÛximo atuar· no combate, utilizando a rede p˙blica,
caminhıes-tanque ou fontes naturais.
Segundo a norma, a reserva deve ter volume suficiente para
utilizaÁ„o dos sistemas de hidrantes e mangotinhos, durante o tempo
mÌnimo de 30 minutos a 1 hora dependendo do tipo de sistema
instalado no prÈdio.
Gabarito: E
29) (86 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto das saÌdas de
emergÍncias em edifÌcios, as antec‚maras para ingressos nas
escadas enclausuradas devem ser dotadas de porta corta-fogo
na entrada e de porta estanque ‡ fumaÁa na comunicaÁ„o com
a caixa da escada, bem como ter comprimento e pÈ-direito
mÌnimos, em metros, respectivamente, de
|
(A) |
2,20 e 3,10 |
|
(B) |
2,00 e 2,80 |
|
(C) |
1,90 e 2,60 |
|
(D) |
1,80 e 2,50 |
|
(E) |
1,60 e 2,20 |
Abaixo o desenho do que vem a ser uma antec‚mera de acesso as
escadas enclausuradas, as dimensıes mÌnimas dessas antec‚meras
(NBR 9077/01 – SaÌdas de emergÍncia em edifÌcios) È 1,80 m de
comprimento e o pÈ direito È de 2,50 m (dimensıes mÌnimas de
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norma). AlÈm disso essa c‚mara deve ter dutos de entrada de ar
junto ao piso ou no m·ximo 15 cm acima do piso com 0,84 m e duto
de saÌda de ar junto ao teto ou no m·ximo 15 cm abaixo do teto
tambÈm com 0,84 m, os dutos de entrada e saÌda de ar devem ser
afastados com nÛ mÌnimo 2 m de eixo a eixo. E claro deve conter
portas corta fogo. Com isso o gabarito È a D.
Gabarito: D
30)
de emergÍncia a ser instalado em edificaÁıes para prevenÁ„o
a incÍndio,
(75- TCE-SE/2011 – FCC) Em um sistema de iluminaÁ„o
(A) os pontos de iluminaÁ„o de sinalizaÁ„o devem ser
dispostos de forma que, na direÁ„o de saÌda de cada ponto,
seja possÌvel visualizar o ponto seguinte, a uma dist‚ncia
m·xima de 25 m. Errado, dist‚ncia m·xima de 15 m.
(B) cada circuito de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o poder·
alimentar mais de 15 lumin·rias. Errado, permite-se atÈ 25
lumin·rias.
(C) a proteÁ„o dos cabos ramais dos circuitos de iluminaÁ„o
de emergÍncia, alÈm de proteÁ„o contra curtocircuito, deve
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resistir 15 minutos em caso de incÍndio. Errado deve resistir atÈ
30 minutos
(D) o sistema de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o poder· ter
uma autonomia menor que 30 minutos de funcionamento, com
uma perda maior que 10% de sua luminosidade inicial. Errado,
O sistema n„o poder· ter uma autonomia menor que 1 h de
funcionamento, com uma perda maior que 10% de sua luminosidade
inicial.
(E) a corrente por circuito de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o
poder· ser maior que 12 A por fiaÁ„o. Correto, Segundo a NBR
10898/99 item 4.8.10 A corrente por circuito de iluminaÁ„o de
emergÍncia n„o poder· ser maior que 12 A por fiaÁ„o. Cada circuito
n„o poder· alimentar mais de 25 lumin·rias. A corrente m·xima n„o
pode superar 4 A por mm2 de seÁ„o do condutor. O aquecimento dos
condutores elÈtricos n„o pode superar 10 C em relaÁ„o ‡
temperatura ambiente, nos locais onde estejam instalados.
A NBR 10898/99 traz muitos requisitos tÈcnicos, seria enfadonho
numer·-los aqui, ainda mais por ser um tema muito especÌfico, no
entanto os coment·rios j· englobam alguns requisitos importantes.
Gabarito: E
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6 – QUEST’ES APRESENTADAS
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1) (67 – MPU/2004 – ESAF) O conhecimento dos elementos
e procedimentos b·sicos para a execuÁ„o de instalaÁıes È
necess·rio a todo engenheiro civil. Com relaÁ„o aos materiais
e procedimentos para instalaÁıes de ·gua fria, assinalar a
opÁ„o incorreta.
a) Os tubos de PVC para instalaÁıes de ·gua fria s„o, de
acordo com o tipo de junta, classificados como sold·veis e
rosc·veis.
b) O sistema de junta rosc·vel permite a montagem e a
desmontagem das ligaÁıes, sendo que neste caso haver· um
reaproveitamento do material.
c) NÌpel È a conex„o que permite a uni„o de dois tubos ou
peÁas de mesmo di‚metro com rosca interna.
d) As conexıes tÍm a finalidade de possibilitar a uni„o de
tubos de di‚metros iguais ou diferentes, sendo as mais
utilizadas: adaptador, reduÁ„o, cap, cruzeta, curva, joelho,
junÁ„o, luva, nÌpel, plugue e tÍ.
e) O sistema de junta sold·vel tem como vantagem a maior
rapidez na instalaÁ„o, necessitando apenas da morsa para a
sua execuÁ„o.
2) (27 – TCE-RN/2000 – ESAF) A ABNT - NBR 5626/1998 e
7198/93 – prescreve o(s) seguinte(s) valor(es) m·ximo(s) da
velocidade da ·gua para projeto e execuÁ„o de instalaÁıes
prediais de ·gua fria e ·gua quente:
a) 3,0 m/s para ·gua fria e ·gua quente
b) 2,5 m/s para ·gua fria e ·gua quente
c) 3,0 m/s para ·gua fria e 2,5 m/s para ·gua quente
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d) 2,5 m/s para ·gua fria e 3,0 m/s para ·gua quente
e) 1,0 m/s para ·gua fria e ·gua quente
3) (29 – MPOG/2006 – ESAF) Os serviÁos referentes ‡s
instalaÁıes hidrossanit·rias devem ser executados por
profissionais habilitados e as ferramentas utilizadas devem
ser apropriadas aos serviÁos, sendo incorreto afirmar que:
a) as tubulaÁıes devem ser montadas dentro dos rasgos ou
cavidades das alvenarias, de forma que o eixo dos registros
fique com comprimento adequado ‡ colocaÁ„o da canopla e do
volante.
b) as tubulaÁıes dever„o ter suas extremidades vedadas com
bujıes, a serem removidos na ligaÁ„o final dos aparelhos
sanit·rios.
c) as buchas, bainhas e caixas necess·rias ‡ passagem da
tubulaÁ„o atravÈs de elementos estruturais dever„o ser
executadas e colocadas antes da concretagem, desde que
permitido expressamente no projeto estrutural.
d) as tubulaÁıes devem guardar certa dist‚ncia das
fundaÁıes, a fim de prevenir a aÁ„o de eventuais recalques.
e) para constituiÁ„o de ventilador prim·rio, os tubos de queda
devem ser prolongados verticalmente atÈ o nÌvel da cobertura.
4) (30 – MPOG/2006 – ESAF) De acordo com a figura abaixo
s„o,
respectivamente,
os di‚metros mÌnimos dos sub-ramais 1
e
2
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a) 32 mm e 20 mm.
b) 15 mm e 20 mm.
c) 20 mm e 32 mm.
d) 15 mm e 32 mm.
e) 25 mm e 32 mm.
5) (26 – TCE-RN/2000 – ESAF) Indique a opÁ„o correta
quanto ‡ definiÁ„o de tubulaÁ„o prim·ria de esgotos
sanit·rios.
a) TubulaÁ„o protegida por um desconector contra o acesso de
gases do coletor p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
b) TubulaÁ„o protegida por um desconector e que recebe
diretamente efluentes dos aparelhos sanit·rios.
c) TubulaÁ„o ‡ qual tÍm acesso gases provenientes do coletor
p˙blico ou dos dispositivos de tratamento.
d) TubulaÁ„o protegida por um desconector e que recebe
diretamente efluentes de pias de cozinha escoando-os numa
caixa de gordura para tratamento prim·rio.
e) TubulaÁ„o protegida por um desconector prim·rio contra o
refluxo de espuma dos efluentes de m·quinas de lavar roupa.
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6) (52 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) No projeto de
instalaÁ„o predial de ·gua fria, o sistema de abastecimento de
·gua em que a rede de distribuiÁ„o È alimentada pelo
abastecimento p˙blico que assegure a continuidade no
fornecimento da ·gua È:
|
(A) |
direto. |
|
(B) |
indireto. |
|
(C) |
misto. |
|
(D) |
hidropneum·tico. |
|
(E) |
pneum·tico. |
7) (56 – TRF2/2012 – FCC) Tendo em vista a funÁ„o a que
se destina, a tubulaÁ„o de uma instalaÁ„o predial de
abastecimento de ·gua fria recebe nomes distintos ao longo
do trajeto da ·gua: subramais, ramais, barriletes e colunas de
distribuiÁ„o.Barrilete È
|
(A) |
a ligaÁ„o entre a coluna de distribuiÁ„o e os ramais. |
|
(B) |
a ligaÁ„o final com a peÁa de utilizaÁ„o. |
|
(C) |
o distribuidor para os ramais. |
|
(D) |
a tubulaÁ„o que se origina nos reservatÛrios. |
|
(E) |
o coletor final do sistema. |
8) (57 – Defensoria-SP/2013 - FCC) O dimensionamento
das tubulaÁıes de ·gua fria deve garantir que a vaz„o de
projeto estabelecida esteja disponÌvel nos pontos de
utilizaÁ„o. A NBR 5626 estabelece, para o dimensionamento,
que a velocidade da ·gua, em m/s, em qualquer trecho da
tubulaÁ„o de ·gua fria N O atinja valores superiores a
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|
(A) |
1,5. |
|
(B) |
2. |
|
(C) |
1. |
|
(D) |
3. |
|
(E) |
5. |
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9) (36 – SEGAS/2013 – FCC) Uma rede predial de
distribuiÁ„o de ·gua fria deve ser dimensionada de tal forma
que, no uso simult‚neo de dois ou mais pontos de utilizaÁ„o, a
vaz„o de projeto plenamente disponÌvel para bacia sanit·ria
com v·lvula de descarga seja, em L/s, igual a
|
(A) |
0,50. |
|
(B) |
1,70. |
|
(C) |
1,50. |
|
(D) |
0,90. |
(E) 0,25.
10) (50 – Analista Legislativo SP/2010 – FCC) Um edifÌcio
cujo sistema de recalque envia água para a caixa d’água
superior possui uma bomba com 8 CV de potÍncia e
rendimento de 80%. Se a altura manomÈtrica È 40 m, a vaz„o
de ·gua, em litros por segundos, È
|
(A) |
8 |
|
(B) |
10 |
|
(C) |
12 |
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(D) 16
(E) 24
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11) (85 – TCE-AM/2012 – FCC) O sistema elevatÛrio de ·gua
de um edifÌcio È composto por duas bombas centrÌfugas
iguais, ligadas em paralelo, com capacidade de 10 litros por
segundo e 35 metros de altura manomÈtrica. A vaz„o, em
litros por segundo, e a altura manomÈtrica, em metros, das
duas bombas funcionamento em conjunto s„o,
respectivamente,
|
(A) |
10 e 35 |
|
(B) |
10 e 70 |
|
(C) |
20 e 35 |
|
(D) |
20 e 70 |
|
(E) |
40 e 70 |
12) (79- TCE-SE/2011 – FCC). Para instalaÁ„o do sistema de
recalque de ·gua de um edifÌcio foram adquiridas duas
bombas centrÌfugas iguais, com capacidade de 60 litros por
segundo e 50 m de altura manomÈtrica. Se as duas bombas
forem instaladas em sÈrie, a vaz„o de ·gua a ser recalcada,
em litros por segundo, e a altura manomÈtrica, em metros,
ser„o, respectivamente,
|
(A) |
120 e 100. |
|
(B) |
120 e 50. |
|
(C) |
60 e 100. |
|
(D) |
60 e 50. |
|
(E) |
30 e 25. |
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13) (66 - TCE-SE/2011 – FCC) O sistema de recalque de ·gua
de um edifÌcio È composto por dois reservatÛrios, bomba
hidr·ulica e tubulaÁıes, como representado na figura abaixo.
Sabendo-se que as dist‚ncias L1 e L2 s„o, respectivamente, 5
m e 80 m e a perda de carga entre os pontos (A) e (C) È 3 m e
entre os pontos (C) e (H) È 7 m, a altura manomÈtrica, em
metros, a ser considerada no projeto de dimensionamento da
potÍncia da bomba È
|
(A) |
65 |
|
(B) |
75 |
|
(C) |
85 |
|
(D) |
95 |
|
(E) |
105 |
14) (57 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) Um estudo prevÍ
que um edifÌcio com 64 apartamentos ser· habitado por 320
pessoas. A ·gua de abastecimento ser· recalcada do
reservatÛrio inferior para o superior por meio de conjuntos
elevatÛrios. Sabendo que o consumo di·rio estimado È igual a
200 L/ hab e que as bombas ter„o a capacidade para recalcar
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o volume total di·rio a ser consumido em apenas 8 horas de
funcionamento, a vaz„o mÌnima das bombas È igual a
|
(A) |
2,22 L/s |
|
(B) |
0,74 L/s |
|
(C) |
0,67 L/s |
|
(D) |
0,42 L/s |
|
(E) |
0,45 L/s |
15) (81 – TCE-AM/2012 – FCC) Uma caixa d’água com
capacidade de armazenamento de 12600 litros È alimentada
por um tubo de PVC com ·rea interna da seÁ„o transversal de
7 cm2. Considerando que a velocidade m·xima da ·gua na
tubulaÁ„o seja de 3 m/s, o tempo mÌnimo para atingir a
capacidade total de armazenamento da caixa d’água é
|
(A) |
90 minutos. |
|
(B) |
100 minutos. |
|
(C) |
2100 minutos. |
|
(D) |
12 horas. |
|
(E) |
21 horas. |
16)
Considerando-se as condiÁıes de press„o m·xima e mÌnima
Legislativo SP/2010 – FCC).
(55
–
Analista
previstas na norma NBR 5626/1992, È correto o que consta
em:
(A) Em condiÁıes est·ticas (sem escoamento), a press„o da
·gua em qualquer ponto de utilizaÁ„o da rede predial de
distribuiÁ„o n„o deve ser superior a 200 kPa.
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(B) Em qualquer ponto da rede predial de distribuiÁ„o, a
press„o da ·gua em condiÁıes din‚micas (com escoamento)
deve estar entre 3 e 5 kPa.
(C) Em condiÁıes din‚micas (com escoamento), a press„o da
·gua nos pontos de utilizaÁ„o deve garantir a vaz„o de projeto
e o bom funcionamento das instalaÁıes sanit·rias, onde a
press„o mÌnima deve ser de 10 kPa. No ponto da caixa de
descarga e no ponto da v·lvula de descarga para bacia
sanit·ria admite-se, respectivamente, press„o mÌnima 5 e 15
|
kPa. |
|
|
(D) |
A ocorrÍncia de sobrepressıes devidas a transientes |
hidr·ulicos deve ser considerada no dimensionamento das
tubulaÁıes. Tais sobrepressıes s„o admitidas, desde que n„o
superem o valor de 300 kPa.
(E) Recomenda-se
instaladas em nÌvel, tendo em vista reduzir o risco de
formaÁ„o de bolhas de ar no seu interior e a garantir o
alinhamento da rede, fator assegurado pela colocaÁ„o de
calÁos e guias.
sejam
que
as
tubulaÁıes
horizontais
17) (34 – MetrÙ-SP/2010 – FCC) Em instalaÁıes hidr·ulicas
de ·gua fria observa-se a ocorrência de “ronco” durante a
operaÁ„o de fechamento de torneiras de boia em reservatÛrios
de ·gua. Tal fenÙmeno deve-se
(A) ao escoamento em velocidades muito abaixo das
velocidades de projeto.
(B) ao escoamento de ·gua continuado a partir de tubulaÁ„o
de extravas„o de reservatÛrio superior, desaguando sobre o
sistema de coleta de ·guas pluviais.
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(C) ‡ manifestaÁ„o na forma de uso deficiente de aparelhos
sanit·rios por insuficiÍncia de pressıes e vazıes.
(D) a incompatibilidades entre os materiais das tubulaÁıes
hidr·ulicas e componentes hidr·ulicos utilizados, por conta de
erros de execuÁ„o.
(E) ‡ resson‚ncia, pela formaÁ„o de ondulaÁıes na superfÌcie
lÌquida. Certa, a causa desse barulho quem explicou foi um
especialista em projetos de instalaÁıes hidr·ulicas.
18) (35 – MetrÙ-SP/2010 – FCC) As patologias em sistemas
hidr·ulicos podem ter suas causas decorrentes do
armazenamento dos materiais. S„o cuidados a serem
observados no armazenamento de tubos de pl·sticos rÌgidos:
(A) n„o devem ter contato com o solo; devem ser segregados
por tipo de linha de instalaÁ„o; devem ser armazenados em
·reas de manobras e circulaÁ„o de veÌculos.
(B) obedecer a uma inclinaÁ„o de aproximadamente 5%;
quando possÌvel apoiados sobre estrado met·lico, na posiÁ„o
vertical; diretamente no solo, se este estiver sido aplainado.
(C) posiÁ„o horizontal sobre bancada de madeira; a altura das
pilhas n„o devem ultrapassar 1,80 m; colocar os tubos com as
bolsas alternadamente de cada lado.
(D) em locais abertos, as pilhas devem ficar soltas e
desimpedidas para facilitar a utilizaÁ„o; os tubos das
diferentes camadas devem ficar em contato direto, diminuindo
assim a altura da pilha.
(E) devem ser armazenados cruzados e alinhando ponta e luva
distintamente; na falta de espaÁo admite-se pilhas com altura
m·xima de 2,50 m; o local destinado ao armazenamento deve
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ser
desnivelamento.
coberto,
mesmo
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que
apresente
ondulaÁıes
e
19) (48 – MetrÙ-SP/2012 – FCC) Na fase de projeto dos
sistemas prediais, os vÌcios podem ocorrer por falhas de
concepÁ„o sistÍmica, erros de dimensionamento, ausÍncia ou
incorreÁıes de especificaÁıes de materiais e de serviÁos,
insuficiÍncia ou inexistÍncia de detalhes construtivos, dentre
outros. … caracterÌstica prÛpria dos sistemas hidr·ulicos
prediais a sua complexidade funcional e a inter-relaÁ„o
din‚mica entre os seus diversos subsistemas, alÈm da enorme
variedade de materiais, componentes e equipamentos
constituintes. Tampas de acesso ‡s c‚maras do reservatÛrio
elevado executadas e instaladas de modo incorreto, com
possibilidade de admiss„o de ·gua contaminada em seu
interior, È a causa de falha frequente em sistemas de
|
(A) |
·gua fria. |
|
(B) |
·gua quente. |
|
(C) |
esgoto sanit·rio. |
|
(D) |
combate a incÍndio. |
|
(E) |
·guas pluviais. |
20) (82 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto e execuÁ„o de
instalaÁıes prediais de ·gua quente, o dispositivo antirretorno
(A) destina-se a impedir o retorno de fluidos para a rede de
distribuiÁ„o.
(B) È geralmente do tipo gaveta e deve ser instalado em uma
tubulaÁ„o para interromper a passagem da ·gua.
(C) destina-se a permitir a saÌda de ar e/ou vapor de uma
instalaÁ„o predial de ·gua quente.
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|
(D) |
permite o escoamento da ·gua em um ˙nico sentido. |
|
(E) |
destina-se a evitar que a press„o ultrapasse determinado |
valor.
21) (49 – Sabesp Geotecnia/2012 – FCC) Segundo a NBR
8160, a instalaÁ„o predial de esgotos sanit·rios deve ser
projetada e construÌda de modo a
I. permitir r·pido escoamento da ·gua utilizada e dos
despejos.
II. n„o permitir a contaminaÁ„o da ·gua de consumo.
III. facilitar a liberaÁ„o dos gases produzidos no sistema na
tubulaÁ„o sifonada.
IV. facilitar a inspeÁ„o dos componentes do sistema.
Est· correto o que consta APENAS em
|
(A) |
I e II. |
|
(B) |
II e III. |
|
(C) |
I, II e IV. |
|
(D) |
I e IV. |
|
(E) |
II, III e IV. |
22) (83 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto das instalaÁıes
prediais de esgoto sanit·rio, todos os trechos horizontais das
tubulaÁıes devem possibilitar o escoamento dos efluentes por
gravidade, devendo, para isso, apresentar uma declividade
constante. AlÈm disso, a profundidade m·xima, das caixas de
inspeÁ„o e a dist‚ncia m·xima, entre dois dispositivos de
inspeÁ„o, s„o, em metros, respectivamente,
|
(A) |
1,5 e 35 |
|
(B) |
1,8 e 40 |
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|
(C) |
1,0 e 25 |
|
(D) |
1,2 e 28 |
|
(E) |
1,6 e 30 |
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23) (34 – MPE-AM/2013 – FCC) Nos projetos de instalaÁıes
prediais de esgoto, a extremidade aberta de um tubo
ventilador prim·rio ou coluna de ventilaÁ„o deve situar-se a
uma altura mÌnima acima de uma laje utilizada para outros
fins alÈm de cobertura, em cm, de
|
(A) |
500. |
|
(B) |
300. |
|
(C) |
200. |
|
(D) |
100. |
(E) 30.
24) (46 – TRT-15/2013 – FCC) Em instalaÁıes prediais de
esgoto sanit·rio, os desconectores devem apresentar orifÌcio
de saÌda com di‚metro igual ou superior ao do ramal de
descarga a ele conectado, e ter fecho hÌdrico com altura
mÌnima, em mm, de
(A)
(B)
(C)
(D)
(E)
20.
50.
30.
10.
40.
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25) (35 – SEGAS/2013 – FCC) O sistema de coleta e
transporte de esgoto sanit·rio deve possibilitar o escoamento
dos efluentes por gravidade. Para tubulaÁıes de trechos
horizontais com di‚metro nominal igual ou superior a 100 mm,
È recomend·vel uma declividade mÌnima, em %, igual a
|
(A) |
1,5. |
|
(B) |
2,0. |
|
(C) |
3,0. |
|
(D) |
0,5. |
|
(E) |
1,0. |
26) (58 – Defensoria-SP/2013 – FCC) Segundo a NBR 8160,
as caixas sifonadas podem ser utilizadas para a coleta de
despejos de aparelhos sanit·rios. A simbologia utilizada para
a representaÁ„o gr·fica de uma caixa sifonada corresponde a
27) (84 – TCE-AM/2012 – FCC) Para as instalaÁıes prediais
de ·guas pluviais, a inclinaÁ„o das calhas de beiral e
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platibanda deve ser uniforme e o di‚metro interno mÌnimo, em
mm, dos condutores verticais de seÁ„o circular È
|
(A) |
25 |
|
(B) |
40 |
|
(C) |
50 |
|
(D) |
70 |
|
(E) |
100 |
28) (32 – TCE-RN/2000 – ESAF) Segundo a ABNT - NBR
13714/1996 - a reserva de incÍndio nas edificaÁıes deve ser
prevista para permitir:
a) o combate, durante todo o tempo de duraÁ„o do incÍndio;
b) o combate, atravÈs de 5 hidrantes, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
c) o combate, atravÈs de 3 hidrantes, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
d) o combate e ainda o reabastecimento dos caminhıes-
tanque do Corpo de Bombeiros, durante todo o tempo de
duraÁ„o do incÍndio;
e) o primeiro combate, durante determinado tempo.
29) (86 – TCE-AM/2012 – FCC) No projeto das saÌdas de
emergÍncias em edifÌcios, as antec‚maras para ingressos nas
escadas enclausuradas devem ser dotadas de porta corta-fogo
na entrada e de porta estanque ‡ fumaÁa na comunicaÁ„o com
a caixa da escada, bem como ter comprimento e pÈ-direito
mÌnimos, em metros, respectivamente, de
|
(A) |
2,20 e 3,10 |
|
(B) |
2,00 e 2,80 |
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|
(C) |
1,90 e 2,60 |
|
(D) |
1,80 e 2,50 |
|
(E) |
1,60 e 2,20 |
|
30) |
(75- TCE-SE/2011 – FCC) Em um sistema de iluminaÁ„o |
de emergÍncia a ser instalado em edificaÁıes para prevenÁ„o
a incÍndio,
(A) os pontos de iluminaÁ„o de sinalizaÁ„o devem ser
dispostos de forma que, na direÁ„o de saÌda de cada ponto,
seja possÌvel visualizar o ponto seguinte, a uma dist‚ncia
m·xima de 25 m.
(B) cada circuito de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o poder·
alimentar mais de 15 lumin·rias.
(C) a proteÁ„o dos cabos ramais dos circuitos de iluminaÁ„o
de emergÍncia, alÈm de proteÁ„o contra curtocircuito, deve
resistir 15 minutos em caso de incÍndio.
(D) o sistema de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o poder· ter
uma autonomia menor que 30 minutos de funcionamento, com
uma perda maior que 10% de sua luminosidade inicial.
(E) a corrente por circuito de iluminaÁ„o de emergÍncia n„o
poder· ser maior que 12 A por fiaÁ„o.
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7 – GABARITO
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|
1) E |
9) B |
|
2) A |
10) C |
17) E
18) C
25) E
26) A
19) A
20) A
21) C
22) C
23) C
24) B
27) D
28) E
29) D
30) E
|
3) E |
11) C |
|
4) D |
12) C |
|
5) C |
13) C |
|
6) A |
14) A |
|
7) D |
15) B |
|
8) D |
16) C |
BIBLIOGRAFIA
- Creder, HÈlio. InstalaÁıes Hidr·ulicas e Sanit·rias. Editora LTC.
Rio de Janeiro: 1999.
- Macintyre, Archibald Joseph. Manual de InstalaÁıes Hidr·ulicas
e Sanit·rias. Editora LTC. Rio de Janeiro: 1996.
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