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Pré-vestibular – Ensino Médio

MOGI MIRIM Ensino Fundamental 1


Educação Infantil

Trabalho de Recuperação Final de Gramática 2ª Série EM


Valor:
1º Trimestre 2011
Profª: Rosa
Nome: Nº:
1) Nem toda oração apresenta sujeito. Muitas vezes o sujeito é inexistente. Examine atentamente os períodos a
seguir. Formule perguntas usando quem ou que antes dos verbos sublinhados para encontrar o sujeito. Se houver
sujeito determinado, sublinhe-o e classifique-o.
a) “Onde existe amor, há vida.” (Mahatma Gandhi)
b) “Era inverno na certa no alto sertão.” (José Lins de Rego)
c) “Começou a chover grosso...” (Domingos Pellegrini)
d) “Não pode haver acordo, nem compromisso, nem debate com a intolerância e o ódio.” (Jacques Chirac)

2) a) Classifique o sujeito do verbo destacado e justifique sua resposta.


“Havia cinco semanas que ali morava...” (Machado de Assis)
b) Na frase acima, substitua o verbo haver por fazer.

3) a) Substitua o verbo destacado por existir.


“Há coisas que melhor se dizem calando...” (Machado Assis)
b) Reescreva as duas frases (a do enunciado e a da resposta), empregando o verbo dever como auxiliar dos
verbos haver e existir.

Texto para a questão 4.

Este Inferno de Amar (Almeida Garrett)

Este inferno de amar - como eu amo!


Quem mo pôs aqui na alma...quem foi?
Esta chama que alenta e consome,
que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio atear,
Quando - ai quando se há-de ela apagar?

4) Indique duas características do texto acima que permitem afirmar que nele predomina a função poética da
linguagem.

5) Qual a função predominante na tirinha e no texto abaixo? Justifique sua resposta.

- E você? O que acha do movimento de liberação feminina?


- Olha, no meu ponto de vista, sabe, a mulher tipo liberada, sabe, é... bem... como eu estava dizendo, a mulher
liberada, fala, isto é, discute, sabe como é, né? Entendeu? Bem, no final das contas, você percebe, né, acho que
esse tipo de mulher é isso aí.
Examine os verbos sublinhados no seguinte fragmento poético:

CONFIDÊNCIA DO ITABIRANO
Alguns anos vivi em Itabira.
Principalmente nasci em Itabira.
Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro.
(...)
2

Tive ouro, tive gado, tive fazendas.


Hoje sou funcionário público.
Itabira é apenas uma fotografia na parede.
Mas como dói!
(Carlos Drummond de Andrade)

6) No poema, há verbos que indicam uma ação do sujeito, são chamados verbos nocionais, ou seja, verbos que
indicam atividade ou ocorrência. Transcreva-os.

7) Quando o predicado indica ação, seu núcleo é um verbo nocional, como os verbos da resposta anterior. Como
se chama o predicado que contém esses verbos?

8) No poema, verifique se há um ou mais verbos que apenas indicam estado, isto é, que apenas unem ao sujeito
uma qualidade, situação ou característica. Se houver, transcreva-os.

9) Quando o predicado indica uma propriedade (qualidade, estado) do sujeito, seu núcleo é um nome (substantivo
ou adjetivo) e nesse caso os verbos são de ligação, como o verbo ser. Como se chama o predicado que contém
esses verbos?

10) Transcreva do poema os adjetivos ou substantivos, junto aos verbos de ligação, que atribuem uma
propriedade, qualidade ou situação ao sujeito.

11) Com base nas explicações anteriores, destaque o predicativo do sujeito dos trechos.
a) “- Seremos felizes.” (Machado de Assis)
b) “Nunca estou em solidão. Os rios, as matas e os índios são minha eterna companhia.” (Orlando Villas-Boas)
c) “Quando íamos a Andaraí e víamos a filha de Escobar e Sancha (...) ficávamos cheios de inveja. A pequena era
graciosa e gorducha, faladeira e curiosa. (...) As invejas morreram, as esperanças nasceram, e não tardou que
viesse ao mundo o fruto delas. Não era escasso nem feio, como eu já pedia, mas um rapagão robusto e lindo.”
(Machado de Assis, Dom Casmurro)

12) Algumas vezes, os verbos listados como de ligação não têm predicativo, vêm seguidos apenas de
circunstancia de lugar, tempo ou outras. Nesse caso, eles não são verbos de ligação, mas verbos nocionais
intransitivos (que não pedem complementos). Analise as frases abaixo.
a) “Não permaneceria ali muito tempo.” (Graciliano Ramos)
b) “- Ora essa! Então o senhor D. Jacinto está em Tormes?” (Eça de Queirós)

COMUNICAÇÃO
É importante saber o nome das coisas. Ou, pelo menos, saber comunicar o que você quer. Imagine-se entrando
numa loja para comprar um... um... como é mesmo o nome?
"Posso ajudá-lo, cavalheiro?"
"Pode. Eu quero um daqueles, daqueles..."
"Pois não?"
"Um... como é mesmo o nome?"
"Sim?"
"Pomba! Um... um... Que cabeça a minha. A palavra me escapou por completo. É uma coisa simples,
conhecidíssima."
"Sim senhor."
"O senhor vai dar risada quando souber."
"Sim senhor."
"Olha, é pontuda, certo?"
"O quê, cavalheiro?"
"Isso que eu quero. Tem uma ponta assim, entende? Depois vem assim, assim, faz uma volta, aí vem reto de
novo, e na outra ponta tem uma espécie de encaixe, entende? Na ponta tem outra volta, só que está e mais
fechada. E tem um, um... Uma espécie de, como é que se diz? De sulco. Um sulco onde encaixa a outra ponta, a
pontuda, de sorte que o, a, o negócio, entende, fica fechado. É isso. Uma coisa pontuda que fecha. Entende?"
"Infelizmente, cavalheiro..."
"Ora, você sabe do que eu estou falando."
"Estou me esforçando, mas..."
"Escuta. Acho que não podia ser mais claro. Pontudo numa ponta, certo?"
"Se o senhor diz, cavalheiro."
"Como, se eu digo? Isso já é má vontade. Eu sei que é pontudo numa ponta. Posso não saber o nome da coisa,
isso é um detalhe. Mas sei exatamente o que eu quero."
"Sim senhor. Pontudo numa ponta."
"Isso. Eu sabia que você compreenderia. Tem?"
"Bom, eu preciso saber mais sobre o, a, essa coisa. Tente descrevê-la outra vez. Quem sabe o senhor desenha
para nós?"
3

"Não. Eu não sei desenhar nem casinha com fumaça saindo da chaminé. Sou uma negação em desenho."
"Sinto muito."
"Não precisa sentir. Sou técnico em contabilidade, estou muito bem de vida. Não sou um débil mental. Não sei
desenhar, só isso. E hoje, por acaso, me esqueci do nome desse raio. Mas fora isso, tudo bem. O desenho não

me faz falta. Lido com números. Tenho algum problema com os números mais complicados, claro. O oito, por
exemplo. Tenho que fazer um rascunho antes. Mas não sou um débil mental, como você está pensando."
"Eu não estou pensando nada, cavalheiro."
"Chame o gerente."
"Não será preciso, cavalheiro. Tenho certeza de que chegaremos a um acordo. Essa coisa que o senhor quer, é
feito do quê?"
"É de, sei lá. De metal."
"Muito bem. De metal. Ela se move?"
"Bem... É mais ou menos assim. Presta atenção nas minhas mãos. É assim, assim, dobra aqui e encaixa na
ponta, assim."
"Tem mais de uma peça? Já vem montado?"
"É inteiriço. Tenho quase certeza de que é inteiriço."
"Francamente..."
"Mas é simples! Uma coisa simples. Olha: assim, assim, uma volta aqui, vem vindo, vem vindo, outra volta e
clique, encaixa."
"Ah, tem clique. É elétrico."
"Não! Clique, que eu digo, é o barulho de encaixar."
"Já sei!"
"Ótimo!"
"O senhor quer uma antena externa de televisão."
"Não! Escuta aqui. Vamos tentar de novo..."
"Tentemos por outro lado. Para o que serve?"
"Serve assim para prender. Entende? Uma coisa pontuda que prende. Você enfia a ponta pontuda por aqui,
encaixa a ponta no sulco e prende as duas partes de uma coisa."
"Certo. Esse instrumentos que o senhor procura funciona mais ou menos como um gigantesco alfinete de
segurança e..."
"Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!"
"Mas do jeito que o senhor descrevia parecia uma coisa enorme, cavalheiro!"
"É que eu sou meio expansivo. Me vê aí um... um... Como é mesmo o nome?"
(VERISSIMO, Luis Fernando. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1982. v. 7.)
13) Qual das funções da linguagem predomina no texto? Explique.

14) Algumas das falas do vendedor – “Pois não”, “Sim?”, “Sim senhor” (onde caberia virgula depois de “sim”) –têm
apenas a função de fazer que o interlocutor continue falando. Nesse caso, de que função da linguagem se trata?
Por quê?

15) Há também no texto a função conotativa. Identifique as passagens em que ela ocorre. Justifique sua resposta

16) No texto, quando o narrador reproduz, em discurso direto, as palavras dos dois personagens, não aparecem
verbos declarativos ou de elocução, tais como, disse, perguntou, respondeu.
a) Por que meio fica o leitor sabendo que se estabelece um dialogo entre os personagens?
b) Com a omissão dos verbos declarativos ou de elocução, que efeito estaria buscando o escritor?

17) Por que o título do texto é “Comunicação”? a narrativa corresponde ao título?

18) Passe para o discurso indireto:


a) “Posso ajudá-lo, cavalheiro?”
Comece com: O vendedor perguntou...
b) “Mas é isso! É isso! Um alfinete de segurança!”
Comece com: O comprador exclamou...

19) Considerando-se o processo de comunicação, em que elemento está centrado o diálogo entre os
personagens? Por quê?
4

ISMÁLIA

Quando Ismália enlouqueceu,


Pôs-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra lua no mar.

No sonho em que se perdeu,


Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...

E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...

E como um anjo pendeu


As asas para voar...
Queria a lua do céu,
Queria a lua do mar...

As asas que Deus lhe deu


Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu,
Seu corpo desceu ao mar...

(Alphonsus de Guimarães)

20) No primeiro e no segundo versos do poema, os verbos enlouqueceu e sonhar não têm complementos verbais.
Classifique esses verbos quanto à predicação.

21) Classifique os verbos dos versos: “Estava perto do céu, / Estava longe do mar...”

22) Analise o seguinte verso do poema: “As asas.../ Ruflaram de par em par...”

A velha contrabandista
Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta,
com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega – tudo malandro velho – começou a desconfiar da
velhinha. Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A
velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:
– Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva
nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e
respondeu:
– É areia!
Aí quem riu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar
o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e lá só tinha areia. Muito
encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia
atrás.
Mas o fiscal ficou desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba,
dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta
com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que
era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal
interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.
Diz que foi aí que o fiscal se chateou:
– Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra
burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.
– Mas no saco só tem areia! – insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:
– Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém,
mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando
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por aqui todos os dias?


– O senhor promete que não “espáia”? – quis saber a velhinha.
– Juro – respondeu o fiscal.

– É lambreta.
(Primo Altamirando e Elas.)

23) (UNESP) Muito próxima do texto oral, a crônica é um gênero que aproveita alguns recursos típicos da fala,
como a repetição, para estabelecer a coesão textual. No primeiro parágrafo, por exemplo, a palavra “velhinha”
repete-se duas vezes; “lambreta”, três vezes. Pensando ainda nos modos de relacionar as palavras, na frase,
especifique outra forma de manter a coesão, empregada também no primeiro parágrafo do texto. Em seguida,
explique a diferença de função entre o termo “aí”, ocorrente no terceiro parágrafo, e o mesmo vocábulo, no sexto
parágrafo.

24) (UNESP) O texto explora bastante um estilo coloquial, informal, marcado por um uso deliberado de gíria e
expressões distensas (tudo malandro velho, muamba, manjo, pra burro, diz que era, pra
ela, chateou). Entretanto, em certas passagens, o enunciador emprega um vocabulário mais formal, imprevisível e
em contraste com as características gerais do texto. Admitindo essas premissas, identifique um substantivo, usado
no texto, que representa essa quebra de expectativa, em virtude de seu caráter mais formal e tenso. Além disso,
comente por que o tempo pretérito mais-que-perfeito do verbo “adquirir” também reflete um emprego inusitado,
quando considerado o todo textual.

25) (UNESP) Entre outras características, a assimilação da “contribuição milionária de todos os erros” aplica se já
ao ideário renovador do Modernismo, no início do século passado. Tendo em vista
que o texto de Stanislaw Ponte Preta se constrói com apoio em variedades linguísticas populares, aponte uma
palavra, usada no texto, que pode significar o aproveitamento dos “erros” percebidos na fala popular. Na
sequência, comente o caráter inesperado do uso desse “erro”, examinando o contexto em que ele está inserido.

26) (UNESP) Ainda que o discurso direto ocupe boa parte de A velha contrabandista, o discurso indireto também
pode ser encontrado, algumas vezes. Examinando com cuidado o texto, transcreva um segmento em que se
utiliza, na mesma oração, o discurso indireto mesclado com o direto – o chamado discurso indireto livre. Explicite,
ainda, o efeito de sentido que essa mistura provoca, nessa passagem.

Transforme os pares de orações seguintes, que apresentam predicado verbal e predicado nominal, em uma única
oração com predicado verbo-nominal. Grife e classifique o predicado.

27) Tu pisavas nos astros. Tu estavas distraída.

28) Começamos um novo ano. Estamos mais confiantes e esperançosos.

29) O guarda-florestal encontrou os adolescentes. Os adolescentes estavam desorientados.


Verão excessivo
Eu sei que uma andorinha não faz verão, filosofou a andorinha-de-barriga-branca. Está certo, mas agora nós
somos tantas, no beiral, que faz um calor terrível, e eu não aguento mais!
(Carlos Drummond de Andrade – Contos plausíveis)
30) a) Com base na queixa da andorinha-de-barriga- branca, reformule o provérbio “Uma andorinha não faz
verão”.
b) Está adequado o emprego do verbo “filosofou”, tendo em vista que ele se refere ao provérbio citado no texto?
Justifique sucintamente sua resposta.

31) a) Identifique o recurso expressivo de natureza semântica presente na expressão “ruínas


novas”.
b) Que prática brasileira é criticada no trecho “país juncado (=coberto) de ruínas novas”?

(AFA) Leia atentamente essa tira de Hagar.


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32) Transcreva da tirinha os termos ou expressões que funcionam como aposto.

Leia o trecho a seguir e responda:


— Vovô, eu quero ver um cometa!
Ele me levava até a janela. E me fazia voltar os olhos para o alto, onde o sol reinava sobre a Saracena.
— Não há nenhum visível no momento. Mas você há de ver um deles, o mais conhecido, que, muito tempo atrás,
passou no céu da Itália.
Muito tempo atrás... atrás de onde? Atrás de minha memória daquele tempo.
E vovô Leone continuava:
— Um dia, você há de estar mocinha, e eu já estarei morando junto das estrelas. E você há de ver a volta do
grande cometa, lá pelo ano de 2010...
Eu me agarrava à cauda daquele tempo que meu avô astrônomo me mostrava com os olhos do futuro e saía de
sua casa. Na rua, com a cabeça nas nuvens, meus olhos brilhavam como estrelas errantes. Só baixavam à terra
quando chegava à casa de vovô Vincenzo, o camponês.
(Ilke Brunhilde Laurito, A menina que fez a América. São Paulo: FTD, 1999, p. 16.)
Leia o último parágrafo e responda às questões.

33) (UNICAMP) – Explique as relações que as expressões ‘cauda daquele tempo’, ‘olho do futuro’ e ‘cabeça nas
nuvens’ estabelecem entre si.

34) (UNICAMP) – No mesmo trecho, explique a relação do aposto com o movimento dos olhos do personagem.

.
Leia o texto abaixo para responder às questões 35 e 36.
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu, que da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança,
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...

(Castro Alves)
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35) Reescreva o quinto e o sexto versos, colocando os termos em ordem direta.

36) Justifique o uso do pronome pessoal “tu”, levando em conta seus referentes.

37) Considerando as falas da tirinha, quem expulsou Adão e Eva do Paraíso?

38) Complete a primeira fala de Adão, incluindo a resposta da pergunta anterior.

39) Qual é o sujeito da frase que você completou? Esse sujeito pratica ou sofre a ação expressa pela forma verbal
“fui...humilhado”?

40) Quem é o agente da ação verbal? Qual a função sintática que ele exerce?

41) Qual é a voz verbal que apresenta a seguinte formação sujeito paciente + verbo ser + verbo no particípio +
agente da passiva?

42) É possível transformar a fala de Adão de forma que “eles” passe a ser o sujeito da oração? Faça a
transformação e dê a função sintática de “eu” na oração transformada.

43) Em que voz verbal está a frase em que “eles” é o sujeito agente?

44) Transcreva da tirinha a oração que está na voz passiva analítica.

45) O que falta na frase apontada no exercício anterior?


(FUVEST)
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança...
Tu, que da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança,
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!...