Вы находитесь на странице: 1из 2

PRO2315. Ergonomia Profa. Uiara Montedo Design FAU-USP Daniel Preto Felipe Itai Mariana Izukawa Raquel Forma Klafke

Atividade realizada no dia 13.09.2010.

Para a realização dos exercícios propostos, organizamo-nos de maneira a perguntar seu estado físico e psicológico em três situações pontuais por tipo de atividade: no começo da contagem de batimentos cardíacos(aos 30s), ao seu final (60s) e após o término do ciclo vigente (90s). Anotações adicionais foram feitas no decorrer dos exercícios, completando um mapeamento das condições do aluno. É interessante ressaltar que o discente em questão realiza práticas esportivas com regularidade, melhorando seu condicionamento físico e alterando comparativamente os números em relação a uma pessoa sedentária.

Na série de exercícios do primeiro ciclo (sentado, sem pesos), não houve grande mudança na frequência cardíaca do aluno. Ela se manteve próxima da medição feita antes do início dos exercícios, em estado de repouso. Durante as três primeiras tarefas, não houveram alterações de postura nem queixa de membros doendo, sequer sudorese mais intensa. Na última tarefa, com aproximadamente 60 segundos decorridos, a transpiração do aluno ficou mais visível ele e demonstrou um pouco de cansaço. Ao final da atividade foi constatado que os braços doíam.

As duas primeiras atividades da segunda série de exercícios (em pé, sem pesos) foram realizadas sem reclamações de dor ou demonstrações de cansaço. A partir da terceira o aluno começou a demonstrar sinais de esforço e fadiga. Com mais ou menos metade do tempo de atividade transcorrido, a coluna começou a curvar-se levemente para a frente e houve uma expressão de cansaço. Ao final da atividade o aluno disse estar com os braços doendo e suava ainda mais. Na quarta, logo que começou a realizar o exercício, ele diminuiu o ritmo do movimento de abrir e fechar as mãos. Com um pouco mais de 60 segundos, foi constatado que o antebraço entrava em estado de fadiga, pois o aluno reclamou de dor. No final, a frequência cardíaca elevou-se em relação às demais medições.

Terminado o ciclo sem pesos, o discente afirmou que poderia realizar as próximas atividades com o mesmo rendimento. Porém alguns sinais - como o encurvamento da coluna, início de sudorese mais intensa e demonstrações de desconforto - levou-nos a concluir que o ritmo dos exercícios foi comprometido e que isto se repetiria nos seguintes. Um fato que surpreendeu o grupo foi o baixo aumento da frequência cardíaca, abaixo das expectativas. A frequência constatada era ainda muito próxima à constatada em estado de repouso, antes do início dos exercícios.

Realizamos a pausa de dez minutos entre os ciclos - em que o aluno se demonstrava cansado - e começamos as atividades do segundo ciclo (com pesos de 1 kg). Nos dois primeiros exercícios da primeira série (sentado, com pesos), não houve alterações no ritmo do discente ou reclamações de dor ou fadiga. Um fato a ser observado é que, mesmo com a pausa, a sudorese persistia, o que poderia ser causado pela temperatura do dia em que o experimento foi realizado. Na terceira atividade, com cerca de 40 segundos, os braços do aluno começaram a tremer. No fim, houve reclamações de dor nesses membros e o aluno começou a alongar as costas e braços enquanto as anotações eram feitas. Na última atividade, com 60 segundos, o aluno reclamou de dor nos braços, que estavam tremendo.

Na segunda série (em pé, com pesos), as demonstrações de fadiga começaram a surgir logo no primeiro exercício. Aos 90 segundos o aluno estava levemente curvado para trás. No segundo exercício, após aproximadamente 50 segundos, a sudorese do aluno aumentou mais ainda e dez segundos depois ele reclamou dos pesos estarem um pouco escorregadios, o que pode ter sido causado por sudorese nas mãos. No mesmo instante houve reclamações de dor intensa nos braços. Com 80 segundos os braços do aluno tremiam e dez segundos depois houve mais uma reclamação de dor intensa. Ao início da última atividade as roupas já se encontravam bem mais úmidas, e aos 30 segundos houve reclamações de dor nos ombros. Aos 55 segundos constatamos que os braços do aluno tremiam mais.

Ao final do segundo ciclo, o aluno reclamou de dores nos ombros e principalmente nos braços. Mais uma vez, o aumento da frequência cardíaca foi abaixo do esperado pelo grupo. Apesar disso, ainda foi significativo em relação ao início do primeiro ciclo. Observamos nesse último que a utilização prolongada dos pesos diminuiu o tempo que o aluno conseguia ficar confortável durante as atividades. Eles eram considerados leves no início, mas depois o peso aparente aumentou e exigia maior esforço para que a atividade fosse completa.

Antebraço a 90°

Braços esticados acima da cabeça em abdução de aprox. 45°

Braços esticados altura do coração em abdução de aprox. 45°

Repouso

quantidade de batimentos multiplicados por 2 (Δt = 30 s)

120

115

110

105

100

95

90

85

80

por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em
por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em
por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em
por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em
por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em
por 2 (Δt = 30 s) 120 115 110 105 100 95 90 85 80 Em

Em pé segurando peso de 1kg

Sentado segurando peso de 1kg

Em pé

Sentado

Todos os dados se encontram no mesmo grá co para ns de melhor comparação.

pé Sentado Todos os dados se encontram no mesmo grá co para ns de melhor comparação.

posição da atividade