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Universidade Federal de Pernambuco

Fundamentos de Sociologia
1° Período - Administração - Manhã

Economia e Trabalho

Discentes​:
José Henrique Douglas Brandão das Chagas;
Lucca Oliveira Meireles;
Maria Eduarda Pancrácio;
Vinícius Maciel;
Yasmin Sabino.
A Promessa e a História do Trabalho

Salvação ou Danação?

​Com a informatização dos escritórios, esses locais de trabalhos mudaram


completamente sua composição.
A socióloga Shoshana Zuboff, para produzir um experimento, visitou alguns
escritórios após a chegada dessas tecnologias, e constatou que a grande maioria
dos funcionários, ficaram mais infelizes com a maior automação do processo.
Por outro lado, existem pessoas que acreditam que a tecnologia facilitou nossa
vida profissional. Bill Gates argumenta que, além de diminuir a carga horária de
trabalho, tornam os serviços e os bens mais baratos.
Com essas duas opiniões distintas, entra a questão: O trabalho é a salvação ou
danação?

Três Revoluções:

​A economia normalmente é dividida em três setores: O setor primário, setor


secundário, setor terciário. Três revoluções aconteceram em cada um dos setores.
Com o invento do arado, e com o emparelhamento com animais, as áreas a serem
cultivadas aumentaram abundantemente.
Com a Revolução Industrial, máquinas a vapor, estradas de ferro, entre outras
inovações, transformaram o mundo da época muito rápido, e aumentaram a
capacidade de abastecimento dos mercados.
Com a industrialização, e com o rápido crescimento de novas tecnologias, os
computadores chegaram para revolucionar o último setor com a automatização das
indústrias e das relações humanas.
Essas revoluções intensificaram cada vez mais a divisão do trabalho, alterando
as relações entre o trabalhador e o trabalho, e entre os próprios trabalhadores,
aumentando também a hierarquização e burocratização.
Bons ‘’Versus’’ maus empregos

Do Chão da fábrica ao escritório:

No Contexto de “Bons” Versus “maus” empregos o texto inicial demonstra a maneira


como John Lie, desenvolveu sua perspectiva de trabalho com base em 2
experiências, sendo a primeira um caso frustrante em uma fábrica de alimentos, que
não chegou a trabalhar e a segunda como vendedor de uma loja de livros em
condições um pouco diferentes, e a partir dali conta sua história de crescimento ao
ser contratado como consultor de uma grande empresa. Onde pode desenvolver
uma série de artigos sobre interesses pessoais.

A partir desse contexto, John entende mau emprego como sendo um trabalho que
não exige uma qualificação profissional grande, mas exige uma supervisão estrita
quanto aos processos repetitivos, além de não pagarem muito, são trabalhos nos
quais facilmente Pode haver demissões e existe pouca ou nenhuma possibilidade
de ascensão profissional. Já os bons empregos, possuem todas as características
citadas de forma contrária, sendo mais focados em pagar melhor, encorajar o
funcionário a ser mais criativo, bem como desenvolver as características individuais
de cada um. Diante disso levantam-se questionamentos a respeito de como as
empresas brasileiras encontram-se diante disso e como esse cenário pode ser
respondido pela sociologia.

A Tese da Desqualificação:

No contexto da “Tese da desqualificação”, Harry Braverman desenvolveu um


pensamento que afirma que os capitalistas de sua época, 1974, pensavam em
maximizar os lucros e cortar os custos, fazendo isso por meio de divisão de tarefas
mais repetitivas e específicas e que exigiam pouca qualificação. Foi com esse
argumento que ele se baseou na proposta de “desqualificação”. Exemplificando
essa idéia, o texto traz o modelo Fordista, produzido por Henry Ford, com as
divisões setoriais e a produção em massa, com extrema divisão do trabalho com
ritmos determinados e também traz a ideia do Taylorismo, produzido por W. Taylor,
que propunha uma melhora na eficiência no trabalho por meio da retirada de ações
desnecessárias e o loteamento dos produtos.
Várias Críticas foram feitas a tese da desqualificação proposta por Braverman,
principalmente, pelo fato de que os operários nas fábricas não representavam uma
grande proporção. Algumas afirmações foram feitas a respeito do trabalho nas
fábricas porém a grande crítica a teoria de Braverman, não é a de saber se os
trabalhos tem piorado nas indústrias, mas sim nos ramos de serviço, que
empregavam a grande parte dos Estados Unidos e do Brasil. A partir dessa visão,
analistas da época tentavam identificar se bons empregos no setor a indústria,
estava sendo substituídos por maus empregos no setor de serviços.

Existe um grande temor no que diz respeito a substituição do trabalho formal, por
trabalhos limitados, parciais e informais, e com isso a degradação do trabalho.
Porém, Entende-se também que o problema não está diretamente ligado a
formação de trabalho parcial, mas sim a maneira pela qual o empregadores têm
lidado com esses tipos de indivíduos que se submetem a esses trabalhos, fazendo
com que esses tipos de empregos se encaixem na categoria de maus empregos
com pouca remuneração e nenhuma regulação. A noção de trabalho informal, foi se
estabelecendo de maneira mais sólida, a partir do momento em que trabalhadores
deixam de optar por mão e obra assalariada e passam a ser “empresários de si
mesmo”, e com isso passam a ser mais autônomos. Essa visão fez com que, tanto
trabalhadores qualificados, quanto trabalhadores desqualificados, passassem a ter
oportunidade, tanto em países desenvolvidos ricos, quanto em países em
desenvolvimento. Entende-se, portanto, que a tecnologia e os costume
internacionais passaram a afetar a forma de contrato de trabalho de uma maneira
significativa. Com esse desenvolvimento do trabalho informal e do trabalho em
tempo parcial, os seguidores de Braverman, afirmam que essa situação é uma
prova da tendência de degradação o trabalho sob o capitalismo.

Crítica a tese da desqualificação:

A Respeito da tese da desqualificação, entende-se que a teoria a desqualificação


acaba por ser bastante Geral e pouco específica, ou seja, ela aborda a base da
hierarquia, porém não possibilita uma visão específica de como o topo da estrutura
se estabelece quanto ao seu desenvolvimento e se esse topo realmente retrata os
“Bons empregos”, citados por Zuboff.

O que se afirma é que a Generalização feita por Zuboff, quanto aos maus empregos
não podem ser fielmente utilizadas em todas as partes do setor de serviços e em
todos os lugares. A exemplo dos Estados Unidos, uma agência americana de
estatística do trabalho demonstrou, em vários aspectos, o quão beneficente é o
setor de serviços em seu contexto de aplicação no ambiente de trabalho e como ele
acaba, inclusive, possuindo melhores indicadores positivos do que o próprio setor
industrial.

O texto Afirma que Braverman e Zuboff, acabam exagerando a degradação do


trabalho e o crescimento da informalidade, na mesma medida em que subestimam a
mão-de-obra qualificada na economia e suas contribuições. Se por um lado a
tecnologia e os bens de serviço, extinguem uma parte de trabalhadores, por outro
lado ela passa a ser essencial para o desenvolvimento econômico do país num
cenário mundial, criando novos empregos e que fazem com que novos hábitos e
novas estruturas passem a fazer parte do cenário laboral de um país ou de uma
determinada região, a exemplo o vale do silício, que hoje é o principal polo
tecnológico do mundo e que anteriormente abrigava uma terra de produção de
ameixas.

A Segmentação dos Trabalhos:

A Polarização do trabalho deve ser levada em conta a partir do momento que Novos
“Bons trabalhos” vem se desenvolvendo no topo da hierarquia trabalhista, a medida
em que “maus trabalhos” vem se estabilizando na base da hierarquia, fazendo com
que poucos “bons” e “maus’’ trabalhos sejam parte da porção intermediária da
pirâmide. Porém, no vale do silício, como citado, observa-se que, mesmo com a
polarização dos trabalhos, os empregadores ou até mesmo proprietários da
indústria de tecnologia da vale, estabelece maneiras dignas, respeitosas e co
fundamentos para a manutenção dos trabalhadores da fábrica, fazendo com que as
demais acabam por estar em desvantagem, quanto ao seu funcionamento.

O desenvolvimento do mercado de trabalho, feito por David Gordom, é


caracterizado por 3 estágios de polarização. Sendo o primeiro estágio responsável
pela substituição dos trabalhadores da manufatura por trabalhadores da indústria. A
segunda tem a ver com a homogeneização do trabalho e a consequente
mecanização extensiva e a desqualificação e a terceira e última fala sobre a
segmentação do mercado de trabalho. A respeito da segmentação do mercado de
trabalho, podemos dividir em 2, sendo a primeira o “mercado de trabalho primário”,
controlado por homens brancos, com altos salários e um alto grau de conhecimento
e em grandes corporações e o mercado de “trabalho secundário” composto
basicamente por mulheres e grupos minoritários que ficam submetidos a trabalhos
exploratórios, com baixos salários e que requerem pouca qualificação.
Com isso, os defensores da segmentação de mercado afirma que existem algumas
características importantes sobre a teoria de mercado de trabalho. Eles afirmam que
existem formas diferentes de se conseguir um emprego nos 2 tipos de mercados.
Afirmam também que existem algumas barreiras quanto a mobilidade de um
mercado para outro. isso faz com que os trabalhadores passem a não só trabalhar,
mas também a defender o seu posto de trabalho como forma de segurança pessoal
e garantia de seus benefícios​.

Resistência dos Trabalhadores e a resposta da gerência:

Uma crítica feita a análise de Braverman sobre o trabalho nas fábricas é a de que
ele retrata os trabalhadores como vítimas passivas do controle por parte da
gerência. Na verdade frequentemente os trabalhadores resistiam a imposição da
mecanização fazendo greves, mudando de emprego, faltando ao trabalho, etc. A
resistência fez com que os planos organizacionais fossem alterados. Empresários
como Henry Ford, por exemplo, teve que dobrar os salários dos funcionários para
lhes convencer a aceitar a monotonia, o estresse e a falta de autonomia na linha de
produção. A partir dos anos de 1920 os patrões passaram a ver seus empregados
mais como seres humanos. Nos anos seguintes (1930 – 2000), empresários teriam
que fazer mais concessões aos trabalhadores para manter uma força de trabalho
produtiva e fiel. A participação dos trabalhadores também está ligada à possibilidade
de se introduzir algumas inovações decisórias. Consideremos dois tipos de
inovações implementares (1970): 1. Reformas que dão mais autoridade aos
trabalhadores no chão de fábrica. 2. Reformas que permitem aos trabalhadores
formular estratégias gerais de negócio. Os trabalhadores foram responsáveis na
contribuição da separação dos mercados de trabalho primário e secundário.
Internacionalmente, os sindicatos têm desempenhado um papel central no aumento
da participação dos trabalhadores nas decisões industriais desde os anos 1920 e,
em especial a partir dos anos de 1970. Em graus variáveis, proprietários e gerentes
de grandes corporações têm delegado aos trabalhadores com o intuito de criar uma
força de trabalho mais estável, leal e produtiva. Compreensivelmente, trabalhadores
que detêm maior autoridade o trabalho sejam eles sindicalizados ou não, tentaram
proteger seus ganhos.
Sindicatos e organizações profissionais:

Organizações feitas por trabalhadores são chamadas de sindicatos, essas


organizações tem o objetivo de defender os direitos dos seus participantes. Por
meio dos sindicatos os trabalhadores ganharam os direitos básicos, melhoria de
salário, etc. Um sindicato pode ser tanto entre pessoa física como pessoa jurídica.
Ajudam seus associados a terem melhoria na qualidade de vida, melhorando as
condições de trabalho como saúde e segurança. Os sindicatos criaram um tipo de
recrutamento junto aos empregadores de forma com que diminuíssem as greves,
esse sistema foi chamado de mercado de trabalho interno que visou diminuir a
competição entre trabalhadores, dentro ou fora de uma empresa, foi controlado
também o nível salarial dos empregados. Visando também dar segurança ao
trabalhador mais antigo dentro de uma empresa para com que ele recebesse mais
promoções do que um empregado que acabasse de ser contratado, ou também
que em caso de múltiplas demissões os trabalhadores mais antigos não fossem
despejados de seus trabalhos. Não são só os trabalhadores de fábricas que
possuem sindicatos, profissionais como médicos, advogados ou engenheiros
também possuem sindicatos mesmo sendo mais autônomos.

Barreiras entre o mercado primário e secundário:


Os trabalhadores do mercado de trabalho secundário não usufruem de benefícios como os
trabalhadores do mercado de trabalho primário.Além de terem dificuldades em sair dos
“guetos de emprego” do mercado de trabalho secundário, dentre os motivos está a falta de
oportunidades de trabalho no mercado de trabalho primário para iniciantes sobretudo em
períodos de recessão econômica em que ocorre fechamento de fábricas e demissões em
massa.
Outro impasse é a falta de redes de informações e Contatos que informem as vagas de
emprego, pois dependendo da sua rede de convívio social e étnico fica mais fácil ou mais
difícil conseguir oportunidades. Somado a isso, a desqualificação faz com que as pessoas
do mercado de trabalho secundário não estejam “aptas” a suprir o que exige o mercado de
trabalho primário.

A compreensão do tempo e seus efeitos:

Um problema que atinge não só os trabalhadores do mercado de trabalho primário, que tem
uma melhor qualidade de vida geralmente, mas também os trabalhadores do mercado de
trabalho secundário é o desgaste e o excesso de tempo gasto com o trabalho e a falta de
lazer. Gerando nos trabalhadores estresse em massa, depressão, ansiedade, angústia
entre outros problemas.
Prova disso é que de acordo com estudos da OMS( Organização Mundial de Saúde), a
depressão severa é a segunda maior causa da “carga de doença “( anos vividos com a
doença) nos países industrializados ricos.
Dentre os motivos desse excesso de trabalho, cabe citar o consumismo em que “quanto
mais melhor” e para comprar é necessário ter dinheiro sendo assim as pessoas trabalham
mais para ter mais.Alem de que no Brasil, assim como em outros países, o peso dos
salários na renda nacional foi reduzido levando muitas pessoas a trabalhar horas extras
para pagar suas contas no fim do mês

O Problema dos mercados:

O mercado de trabalho secundário é relativamente livre, ou seja a oferta e demanda


por trabalho é o que regula seus salários e seus benefícios. Se a oferta é baixa e a
demanda é alta os salários aumentam e virse-versa. Já o mercado de trabalho
primário é mais regulado, ou seja, não é apenas a oferta e demanda que vai ditar os
salários mas também o poder dos trabalhadores.
Quanto mais livre um mercado é, consequentemente ele é mais desigual. Em
mercados livres muitas vezes as pessoas não ganham nem o necessário para sua
sobrevivência, por essa razão o mercado não pode ser completamente livre. Na
época em que chegou mais perto disso, na Inglaterra no séc XVIII, a fome era tão
grande assim como a instabilidade social que o governo se viu obrigado a criar as
chamadas residências pobres em que ofereciam o mínimo de abrigo e alimento às
pessoas necessitadas.
Existem muitos debates entre sociólogos, economistas, políticos sobre esse tema.
Na verdade, a questão é quanto de regulamentação é necessária e não se essa
deve existir. Outro ponto é que o mercado pode ser regulado por diferentes pessoas
de diversos níveis de poder, normas e valores.Dessa forma, os custos e benefícios
da regulamentação podem ser distribuídos de muitas maneiras.Só a análise
sociológica pode analisar os custos e benefícios dos diferentes níveis de
regulamentação do mercado entre as diferentes categorias da população.
Conclui-se então que a estrutura do mercado varia em decorrer do período histórico
e da cultura de certa sociedade, fazendo com que os diferentes níveis de
regulamentação dependa de como o poder, as normas e os valores são distribuídos
entres os diversos grupos sociais.
O estudo da sociologia econômica para o estudo do mercado é diferente da escola
neoclássica. Para os neoclássicos os mercados livres maximizam o crescimento
econômico. Uma clara crítica a esse sistema é que as camadas que ficaram mais
desprivilegiadas lutaram contra o declínio do trabalho gerando instabilidade social e
uma economia repleta de greves e sabotagens não é favorável ao crescimento
econômico. Os mercados são livres na medida em que as pessoas toleram menores
níveis de regulamentação e isto varia conforme a cultura e os costumes entre as
diferentes sociedades.
Pensando nessa questão que o governo brasileiro em 1947 criou o salário mínimo
para que ninguém ganhasse abaixo do necessário para sua sobrevivência. Outro
caso que aconteceu no Brasil foi durante a presidência de Lula em que o
desemprego entre os jovens estava crescendo sobretudo devido ao impasse em
que a falta de experiência os impedia de conseguir vagas de emprego e ocorria
esse ciclo de que sem emprego não há experiência.
Foi criado então o programa Primeiro Emprego em 2003 com o objetivo de inserir
os jovens no mercado de trabalho e trazer as empresas que iriam aderir vantagens
como isenção fiscal, porém com a condição de continuar com o mesmo número de
funcionários. Sua meta era acabar com o desemprego juvenil, gerando defensores
que alegaram que se não houver ajuda do governo, os empregos informais farão
com que o jovem não consiga provar experiência, além de os deixar sujeitos a
criminalidade. Enquanto os que não apoiavam o programa afirmaram que as
empresas não iriam arriscar entrar senão poderiam demitir seus funcionários além
do que seria necessária políticas diferenciadas para os diferentes tipos de jovens
brasileiros uma vez que, existem aqueles que não estudam, não estão procurando
emprego e não trabalham. Enquanto outros estudam e procuram emprego, podendo
entrar em um estágio. Além dos que não estudam mais procuram emprego podendo
fazer uma capacitação profissional.

Capitalismo:
O sistema econômico dominante no mundo hoje é o capitalismo. As economias
capitalistas têm duas características distintivas:

-​ Propriedade privada dos meios de produção:​ No capitalismo o indivíduo possui


todo o meio de produção de bens e serviços. Terra, recursos naturais, locais, e
quase tudo que o ser humano produz e pode enxergar. Além dos próprios
indivíduos, existem as organizações, também conhecidas como pessoas jurídicas,
que podem também possuir propriedades. Essas organizações possuem vantagens
sobre os indivíduos como pagar menos impostos e os administradores de topo
dessas empresas não possuem a responsabilidade caso a empresa cometa algum
erro que prejudique os clientes ou leve a falência da mesma. A própria organização
é responsável legal pelos seus atos.

-​ Competição visando o lucro:​ Aqueles que produzem, competem entre si para


“ganhar” os consumidores, para gerar o máximo de lucro possível.
​ governo não interfere
No capitalismo puro, mais conhecido como ​laissez-faire, o
na economia, e permite que os produtores e consumidores façam o que bem
entenderem.
Adam Smith (1723-1790), economista escocês, foi o primeiro a pensar na questão
do capitalismo ideal. De acordo com ele, todo mundo ganharia no capitalismo puro.
Os mais eficientes produziriam mais e os consumidores teriam melhores preços e a
economia iria “realizar o bem para o maior número de pessoas”.

Sabemos que na realidade o Estado há de interferir na economia, podendo assim


criar mercados mantendo uma infra estrutura econômica, como portos, estaleiros e
estradas, para que seja possível haver comércio.
O estado cria também leis para proteger os trabalhadores e os consumidores
contra a mentalidade ultra lucrativa das empresas (Salário mínimo, foco no
ambientalismo)
E caso as grandes corporações tiverem problemas financeiros, o estado intervêm
com ajudas, com a desculpa que a falência de certas empresas poderia afetar a
economia.
O governo também desempenha um papel importante na instalação de grandes
indústrias no país, diminuindo impostos e taxas, construindo novas malhas
ferroviárias entre outros.
Com esses exemplos de interferência, podemos ver que o estilo ​laissez-faire, ​fica
apenas como modelo ideal. No mundo real os mercados são livres em vários graus,
mas nunca totalmente livre. O Instituto Internacional para o Desenvolvimento
Gerencial, publica um índice anual de competitividade dos países capitalistas que se
baseia em algumas variáveis como o número de indústrias estatais.
Comunismo:

Nome dado por Karl Marx deu para a sociedade sem classes. comunismo é um
sistema socioeconômico com as seguintes características distintivas:

- abolição da propriedade privada


- abolição da sociedade de classes
- abolição da divisão do trabalho

A sociedade comunista seria aquela onde o indivíduo contribui de acordo com sua
capacidade e dela retira de acordo com suas necessidades.

O Socialismo foi o nome dado ao período de transição do capitalismo para o


Comunismo, porém não existe países totalmente comunistas no sentido puro do
termo.

Uma sociedade socialista possui as seguintes características:

-Propriedade pública dos meios de produção visando manter a igualdade de


riquezas e de acesso a bens e serviços.

-Planos estatais que estabelecem parâmetros na produção como :


quantidade,preços, oferta e demanda. Há um controle rígido o que não permite
políticas democráticas interferirem. Para isto existe apenas um partido político, o
Partido Comunista. Apenas ele se candidata.

Até recentemente países da Europa central e do leste eram sociedades socialistas,


o maior deles, Rússia com suas 14 repúblicas de partido único socialista. Porém no
fim dos anos 1980 e início dos anos 1990 os países começaram a introduzir o
capitalismo e exigir eleições partidárias. O colapso do Socialismo na Europa Central
e do Leste deve-se a fatores como a insatisfação da população por não gozarem de
direitos plenos além da grande diferença do padrão de vida quando se comparado
ao Ocidente. Com o início da Guerra Fria, buscando se equiparar aos americanos,
os russos realizaram fortes investimentos bélicos o que permitiu um descaso para
questões sociais agravando as condições da sociedade que eram também
influenciadas pelas ondas de rádio e TV que mostravam o padrão de vida no
Ocidente. O Governo vendo que não conseguiria governar eficientemente implantou
novas medidas.

Alguns países socialistas conseguiram êxito para melhorar o padrão de vida na


sociedade com a implementação de medidas capitalistas que foram: a propriedade
privada e a competição pelo lucro. A russos implementaram a propriedade privada
porém sem estabelecer muita competição, apenas permitiu que o preço subisse ao
nível de mercado. O resultado foi uma grande desigualdade social e formação de
oligopólios.

Social democracia:

Diversos países industrializados e prósperos são sociedades social democráticas. A


socialdemocracia tem duas características distintas:

-Propriedade pública de certas indústrias básicas: Em países social democratas, o


Estado detém certa parte das indústrias básicas. Exemplos são: telecomunicações,
eletricidade, companhias de trens e aviação. Portanto a proporção de propriedade
estatal não é muito alta a grande parte é privada e a busca pelo lucro e o motor da
economia.

-Intervenção estatal no mercado: Nos países social democráticos eleições ocorrem


regularmente entretanto os grupos políticos são apoiados por fortes movimentos
sindicais. Cerca de 90% dos trabalhadores são sindicalizados nesses países. Os
governos que estes sindicatos apoiam intervém nas ações de mercado a fim de
beneficiar os trabalhadores, são impostos altos porém com serviços mais
generosos. Por isso, o fosso entre ricos e pobres é menor e trabalhadores ganham
mais, trabalham menos e gozam de mais férias.

Desde 1980 países social democráticos se aproximam do capitalismo pois


privatizam muitas indústrias e serviços estatais. Por ter uma abordagem distintiva de
governo e mercado, às vezes é visto como um “meio termo” entre o capitalismo e o
comunismo.

Corporação:

Fugindo do conceito de oligopólio estabelecido, a legislação brasileira, sendo


parcialmente eficaz, busca formas de evitar a formação desses tipos de
conglomerados, através de órgãos que trabalhem para proteger os consumidores de
preços excessivos e ao mesmo tempo elevem a eficiência econômica do país,
fazendo isso por meio de obrigações empresariais de fornecimento de informações
sobre fusões e aquisições como forma de controlar o crescimento das
concentrações de grandes empresas fazendo com que a entrada de novos
concorrentes seja facilitada. Esses tipos de ações antitruste servem também para
incentivar empresas grandes a entrarem em mercados diversificados, fazendo com
que a tática de controle, por parte do governo seja menor, e a taxa de diversificação
e expansão do mercado seja maior, através dos chamados “conglomerados”.

Globalização:
Futuro do trabalho:

É entendido que os parâmetros para o desenvolvimento de uma empresa,


atualmente, ainda encontram-se baseados nos pilares de: Maior lucro e Menor
custo. A introdução de novas tecnologias e a organização de forma eficiente, tem
movido de maneira significativa esse processo. Percebe-se também que a
tecnologia tem sido utilizada, de forma objetiva, para fomentar o processo de
capacitação dos funcionários e ao mesmo tempo em que substituem o trabalho
“qualificado”, dos homens, por mulheres que passam a ser vista como mão de obra
barata e fácil. Com esse tipo de percepção, nota-se que a polarização da força de
trabalho continuará fortemente, num futuro próximo e que os bons empregos no
setor primário e os maus empregos no setor secundário ainda se farão presente,
principalmente na da revolução 4.0, onde as tecnologias tem movido o andamento e
funcionamento das empresas.