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FACULTAD DE FILOLOGIA

UNIVERSIDAD DE VALENCIA

LA COMEDIA MEDIA GRIEGA

Tesis de Doctorado realizada por

D. Jorge L. Sanchis Llopis

Dirigida por el

Dr. D. Antonio Melero Bellido

Valencia, Junio de 1986


UMI Number: U603047

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a ,.t j i
PARENTIBUS SACRUM
I N T R O D U C C I O N
1. - Como el título de es te trabajo de do cto rado

indica, las páginas que s ig u e n constituyen un e s tu d io

de c o n ju n to s obr e la comedia griega durante los tres

p r im er o s c u a r t o s del s ig lo IV a . C.

H a s ta a h o r a contamos con un b uen número de t r a b a ­

jos dispersos que han tratado fun d a m e n ta lm e n te de los

siguientes aspectos:

a) A rtíc ulo s so bre la polémica c u e s tió n del coro

en la comedia del siglo IV, tema t r a t a d o por Maidment,

Ferrari, y más re cientem ente por Pohlm an, S if a k is y Hun-

ter.

b) Otros artículos han abordado los tipos cómicos

en e s te p e r í o d o de t r a n s i c i ó n , so bre todo desde u n a p e r s ­

pectiva s o c io ló g ic a . En es te tema h a y que d e s t a c a r , ade­

más de las obras de conjunto sobre l a comedia griega

en g e n e r a l , l a s a p o r t a c i o n e s del pr o fe s o r Gil.

c) Un tema siempre 'polémico, al que h i s t o r i a d o r e s

de l a l i t e r a t u r a l a t i n a , por u n a p a r t e , y de l a l i t e r a t u r a

griega, por otra, h a n d e d ic a d o muchas páginas es el

de los modelos g r ie g o s de l a s comedias l a t i n a s , especial­

mente de P l a u t o .

d) Un b u e n número de t r a b a j o s v e r s a n so bre a l g ú n

fragmento, motivo o nota de c r í t i c a textual, o bien son


b r e v e s e x c u r s i o n e s de c a r á c t e r g e n e r a l so bre a l g ú n cómico

concreto. Son de destacar, en es te s e n tid o , las precisas

aportaciones del pr o fe s o r Arnott sobre as p ecto s diversos

de l a C.M.

e) Algunos artículos o m o n ogra fí as que tratan

aspectos co n cr eto s de l a comedia g r i e g a en g e n e r a l , como

los trabajos de Dohm y G i a n n i n i sobre el cociner o, han

dedicado suficiente a te n c i ó n a los fra gm en tos de esta

ép o c a .

f) Otros a r t í c u l o s de c o n ju nto desde G r a u e r t (1828),

hasta Katherine Lever (1954-), son inútiles esfuer zo s por

recoger en p o cas páginas la m ultiplicidad de temas y

as p e c to s de esta etapa de la comedia g r i e g a . Muy b r e v e

es ta m b ié n el número de páginas de los manuales de

la L ite ra tu ra Griega, in c l u id o s los más r e c i e n t e s , dedican

a la C.M'., como e s a espec ie de "tierra de nadie" o de

t ú n e l o s c u ro e n t r e l a s l u c e s de A r istófanes y Menandro.

g) No es este trabajo, s in em bargo, la primera

o b r a de c o n j u n t o sobre l a C.M. Ahora b i e n , l a m onogra fí a

italiana de Fedele so bre el tema no es sino una ligera

e x c u r s i ó n p o r los cómicos mejor conocidos de es te p e r í o d o ,

s in p r o f u d i d a d y sin a b o r d a r los g r a n d e s p r o b le m a s p e n ­

d i e n t e s p a r a l a H is to r i a de l a L i t e r a t u r a G r i e g a .

Sin d u d a , l a m on o g ra fía más c ita d a so bre l a comedia


postaristofánica son los Stu dies in L a te r Greek Comedy

de Webster. E s ta obra t iene el mérito, en mi op in ió n,

de acudir a la comedia l a t i n a para tratar de reconocer

•precedentes en los fra gmen tos co n s e rv a d o s de la Mése.

Webster ha sabido, a dem ás , distinguir entre el 400 y

el 321 los distintos tipos de comedias: la comedia de

la idea dominante, l a comedia de i n t r i g a y reconocimiento

y la comedia m it ológ ic a. Sin em bargo, la estructura de

esta m o n o g r a f ía no reconoce la C.M., a la que dedica,

d i v i d i d a en dos e t a p a s 400-370 y 370-321, sólo 88 p á g i n a s .

Por otra parte, la o r ie n t a c i ó n de e s t a obra de Webster

es tem ática, y apenas dedica e s p a c io a las d i f íc i le s

cuestiones s o b re l a e s t r u c t u r a y o r g a n i z a c i ó n de l a s come­

dias, s a l v o q u i z á re sp e c to a l a s m á s c a r a s . F in a lm e n t e , sen

tiremos una especie de d es o la ció n al no ver transcrito

ningún f r a g m e n to de esta ép oca, cosa que no deja de

ser sorprendente.

En 1965 se p u b licab a la te sis de Elizabeth Cons-

tantinides sobre The C h a r a c t e r s of Greek Middle Comedy,

que destaca por su claridad, per o donde, d es p u és de

abordar el pr o b le m a de la bipartición o tripartición de

l a co m ed ia , trata t a n sólo, como b ie n i n d i c a n los e p í g r a ­

fes de l a misma, los s ig u i e n t e s tem as: las figuras políti­

cas en la comedia m it ol ógi ca , la parodia m ito lógica ,

el refinamiento de la caracterización y la a m p liació n

de la visión de la realidad. Tampoco es te trabajo, en

el que, en c o n ju n to , se subraya la universalización de


IV

los temas en la C .M ., es exhaustivo y, en modo a lg u n o ,

definitivo. Respecto a as p e c t o s concr etos de es te trabajo,

Constantinides niega de entrada que pueda asegurarse

que incluso Persa y Amphitruo de Plauto tengan como

modelos co medias del s i g lo IV, de manera que queda

im p l í c i ta m e n te eximida de utilizar esta vía subsidiaria

que las co medias p la u tin a s proporcionan p a r a la in v esti­

g a c i ó n de los temas y motivos de l a Mése.

2.- Sin duda, mi d e u d a con estos y otros i n v e s t i ­

gadores es muy notable, es p e c ia lm e n te en una obra de

s í n t e s i s como é s t a .

En efecto, el primer o b jetiv o de es te trabajo ha

sido la recopilación y v a l o r a c i ó n de to da l a b i b l i o g r a f í a

dispersa s o b re el te m a . Se p a r t e de l a s c l á s i c a s monogra­

f í a s d e l XIX y p r i n c i p i o s del XX, per o se c e n t r a l a a t e n ­

ci ó n , como es natural, en las m o n o g ra fías y artículos

de los últimos cicuenta años, a la que, principalm ente,

tenemos acces o.

El segundo objetivo, tras la crítica de ese grupo

de artículos, c a p í t u l o s de l i b r o s y m o n o g ra fías q u e, dis­

persos, tratan de algún a s p e c to conc re to, o, como hemos

visto, se p r e t e n d e n o b r a s de c o n ju n to , h a sido l a e l a b o r a ­

ción de unas conclusiones, só li dam en te fundamentadas,

en la m ed id a que ello es p o s ib le tratando un corpus

f r a g m e n t a r i o como son los a proxim a dam ente mil c u a t r o c i e n -


V

tos fra gm en tos c o n s e r v a d o s . Al t r a b a j o de síntesis sobre

lo que hasta aquí se h a dicho he añadido mis propias

con clus iones d e r i v a d a s del t r a b a j o d ir e c to con los t e x t o s .

3 . - El capítulo inicial aborda el proble m a de la

cr o n o lo g ía , l a s fu en tes y el c orpus de l a l l a m a d a Comedia

Media. Respecto a las fuentes, se t r a t a , s in duda, de

un tema merecedor de la máxima a t e n c ió n , cuando de

l i t e r a t u r a f r a g m e n t a r i a se t r a t a . Como d ir é en es te a p a r t a

do, l a s f uentes l i m i t a n l a n a t u r a l e z a y tema de los f r a g ­

mentos c o n s e r v a d o s , pe ro no h'ay que o l v i d a r que ta m b ié n

es significativo que sean esta o b ra s, y otras, l a s que

h a y a n le g a d o a l a p o s t e r i d a d los r e s t o s de este i m p o r t a n t e

naufragio.

Por otra parte, he usado, con ánimo cauteloso,

como co r p u s s u b s i d i a r i o de la Mése, l a dos ú lti m a s come­

dias de A r istó f a n e s que conservamos completas y que,

por c r o n o lo g ía y t e m á t i c a , p e r te n e c e n a e s t a e t a p a objeto

de e s tu d io : Las A s am b le ís tas y Pluto han sido y son

estudiadas, s in e m bargo, en el conjunto de l a p r o d u c c ió n

cómica de A r i s tó f a n e s .

Me he servido ig u a l m e n t e (y en ésto difiero, por

ejemplo, de C o n s t a n t i n i d e s ) de l a s comedias l a t i n a s p a r a

las cuales la communis opinio d e fie nde un modelo g r ie g o

de la C.M. Se trata de una cu e s tió n delicada y muy

debatida. Mi a c e r cam ie n to a las comedias de Plautó,


VI

sin em ba rgo , me h a p r o p o r c io n a d o luz so bre muchas c u e s ­

tione s de d e t a l l e .

Un tema siempre difícil, muy es p e c ia lm e n te para

las literaturas antiguas, es el de l a c r o n o lo g ía . Situar

los límites cronológicos de l a s e t a p a s de un género l i t e r a ­

rio e n t r a ñ a siempre un a l to m argen de c o n v e n c io n a li s m o .

En l a p a r t e de l a l i t e r a t u r a de l a que nos hemos ocu p ad o

c o n s ti t u y e un a u té n ti c o p r o b le m a , ya que algunas obras

de cómicos encuadrados en es te per íodo pertenecen, de

acuerdo con un criterio cronológico estricto, a la C .A .,

y o t r a s a l a C.N. Me b a s o , sin embar go, s a l v o en a l g u n a

rara o c a s ió n , en el volumen que la edici ón de Edmonds

d e d ic a a l a l l a m a d a Comedia Media. Por o t r a p a r t e , pocas

veces hago alusión a una c r o n o l o g ía precisa, como la

que nos h a p r o p o r c io n a d o Webster, sino que, en o c a s i o n e s ,

he p r e f e r i d o c l a s i f i c a r de m a n e r a a p r o x i m a d a a los cómi­

cos in c l u i d o s en es te per íodo en tres grandes etapas.

Con todo, el trabajo de Webster sobre la c r o n o lo g ía de

l a s comedias es u n a v a l i o s a a p o r t a c i ó n ; no a s í l a cr onolo­

gía incluida en el volumen de Edmonds, cu y o s cálculos

resultan distorsionadores por el criterio nistoricista

per m anentem ente u t i l i z a d o .

4.- Una vieja cuestió n et e r n a m e n te debatida es

si r e s u l t a p r opio d i s t i n g u i r u n a e t a p a media en l a Histo­

ria de la comedia ática y cuál es el o r ig e n de esta

tripartición discutida. En el c a p í t u l o 11 se h a r á l a h i s t o ­
VI I

ria del p r o b le m a d e s d e A r istó te le s h a s t a los c o m e n t a r i s t a s

romanos y b i z a n t i n o s . En todo c a s o , que e x i s t e u n a come­

dia ática d istin ta de l a c u l t i v a d a por A r is tófan es y otros

conte mpo rá ne os no coincidentes con él, y diferente de

la de Menandro y l a C.N., es a l g o d ifícilm ente r e f u t a b l e .

Cómicos como Eubulo y Antífanes, por ejemplo, no t a n t o

quizá Alexis, resultan d i f íc il m e n t e c o n f u n d i b le s con los

cómicos d el s ig l o V o con la comedia h e l e n í s t i c a , s eg ú n

lo que nos es p o s i b l e conocer de ello s.

5*- Los temas sobre la estructura dram ática, cu an ­

do solamente conservamos fragmentos de la s comedias,

son especialm ente d i f íc ile s de abordar, y sus conclusiones

no podrán ser nunca b r illa n t e s . Por n uestra parte, hemos

abordado sólo dos temas sobre los cu ales es posible decir

algo: el coro y el prólogo.

Sobre la prim era c u e s t ió n , hemos acudido a los

da to s que Las A s a m b le í s t a s y P l u t o , comedias que c o n s e r ­

vamos c o m p le t a s , nos proporcionan sobre la función del

coro y su p a r t i c i p a c i ó n en l a acción d r a m á t i c a , a s í como

a las noticias de la antigüedad sobre la evolución de

éste. Se h a n revisado los t í t u l o s de l a s comedias y su s

te m á t i c a s y a r g u m e n t o s más o menos s u p u e s t o s . Finalm ente

el tema y el metro de los f ragm entos c o n s e r v a d o s a p o r t a n

la última i n f o r m a c ió n a t e n e r en c u e n t a p a r a r e c o n s t r u i r

l a n a t u r a l e z a y f u n c ió n del coro en l a C.M.


VIII

Respecto a l pr ólogo, p a r t ir e m o s de los precedentes

en la C .A ., a s í como de los prólogos de la C.N. y de

las comedias de P la u t o y Terencio, y los hemos p u e s to

en relación con la siempre signiticativa i n f l u e n c i a de

Eurípides. Los fra gmen tos co n s e rv a d o s t i e n e n , por s u p u e s ­

to, u n a vez más, l a ú lti m a p a l a b r a p a r a n u e s t r a s c o n c lu ­

sione s.

6.- Salvo en contadas o c a s io n e s , los t í t u l o s de

las comedias denuncian la existencia de comedias mitoló­

gicas. Este tema d i f í c il m e n t e r e s u l t a r á separable de la

parodia de los temas de la tragedia. D i s t i n g u i r é , creo

que de manera pertinente, e n tr e p a r o d i a y t r a v e s t i m i e n t o

mitológico. F i n alm en te, d e m o st r a r é que el e s tu d i o de la

comedia mitológica en es te per íodo es inseparable de

l a evoluc ión del r e s to de los tipo s de co medias.

7 . - Una cu es tió n sobre el tema de la parodia e

im itac ión de otros géne ro s literarios es la f o rm u la ció n

te ó r ic a so bre qué entendemos por parodia y la c lasifica­

ción de los distintos ti pos de p a r o d i a s en la literatura

griega, s egún los c l á s ic o s del tema.

La p a r o d i a de l a tragedia es l a más común e n t r e

los cómicos griegos, de manera que c o n s id e ro pertinente

incluir una breve in t r o d u c c ió n t e ó r ic a sobre la misma,

a c u d ie n d o a la obra de Rau, para después aplicarla

a n u e s tr o s fra g m e n to s . La i m ita c ió n del sermo trag icu s,


IX

e s p ecialm en te de Eurípides, va a ocupar e s p e c ia lm e n t e

n u e s t r a a t e n c i ó n . Este tema nos e n c a r a a una de las

cu es tio n e s más d e b a t i d a s a p ro p ó s ito de l a comedia h e le n Í £

tica, pe ro tam b ién de gran im portancia para la C.M. ,

a saber, en qué medida la influencia de Eurípides está

en la base de la ev olución te m á t i c a y estructural de

la comedia, o si es p o s ib l e hacer derivar estos cambios

de un mero r e to r n o al modelo de la comedia cultivado

y a p o r Epicarmo.

Otra de l a s g r a n d e s c u es tio n e s t o d a v í a p e n d i e n t e s ,

y que en mi trabajo queda apenas esbozada, pues no

es es te el lugar para abordarlo p lenam ente y merecería

po r sí sola un e s tu d io es pecífi co , es la r e d u c c ió n de

las distancias t e m á ti c a s e n tr e el drama satírico y la

comedia de l siglo IV, experimentada ya en la C.A. y

f a v o r e c i d a po r l a s em e ja nza de te m as.

8 . - Las dificultades derivadas de no conservar

u n a comedia completa de este p e r ío d o se v o l v e r á n a h a c e r

e s p ecialm en te i m p o rta n te s al tratar de la comedia de

intriga y errores. Es p r e c i s a m e n t e aquí donde l a s come­

dias A m p h i tru o , Persa, Menaechmi, Pse u d o lu s y P oenulus

de P l a u t o nos p r o p o r c i o n a n u n a info rm ac ión de i n e s t i m a b l e

valor, así como las comedias que conse rvam os co m ple tas

de Men an dro. El o bjetivo de es te capítulo será concretar

en qué m ed ida l a C.M. se a d e l a n t a a l a C.N. en el d e s a ­

r r o l l o de u n a comedia de i n t r i g a o e r r o r e s .
X

9 . - La pluralidad de temas y motivos de l a Mése

es el tema del capítulo d e d ic a d o a la a p r o x im a c ió n de

é s t a a l a r e a l i d a d y su m a n e r a de ac om eter la y s u b y u g a r ­

la. Se t r a t a , pues, de uno de los temas más i m p o r t a n t e s

para poder co m ple tar la evolu ción de l a comedia griega

desde los autores más antiguos hasta los más recientes.

En es te c a p í t u l o se h ace es p e c ia lm e n te importante el e s tu d i o

filológico de los f r a g m e n t o s . Los temas y motivos se i n s e r ­

tan en el conj unto de l a comedia g r i e g a y se m a t i z a r á

el s en ti d o de l a ev olución re s p e c to a la Archaía y la

Né a, si l a h a h a b i d o . Algunos de estos motivos, s in em bar

go, pertenecerán al p a t r im o n io común de la literatura

griega e in c l u s o , como es natural, de l a l i t e r a t u r a uni­

versal.

10.- Esa visión de la realidad po r parte de los

cómicos se completa con el d e s a r r o l l o de los t i p o s , e x t r a í ­

dos de ésta, para ser manipulados cómicamente. Para

el desarrollo de l a comedia de ti po s se i n d i c a r á n c a u s a s

i n t r a d r a m á t i c a s y c a u s a s e x t r a d r a m á t i c a s , como el c o n te x ­

to sociológico. I g u a lm e n te se seguirá la ev oluci ón de

la comedia de tipos a lo l a r g o de l a C.M., y su r e l a c i ó n

con l a C .A ., la C.N. y aún el drama megarense, si l a

hubiere.

Para cada ti p o se e x p o n d r á el contexto sociológico

que h ace p o s ib le su d e s a r r o l l o , sus p r e c e d e n t e s l i t e r a r i o s

y es p e c ia lm e n te cómicos, si los hay, así como el lugar


XI

que ocu p a la Mése en la evolución del mismo. De los

tipos objeto de es tu d io se exponen sus r a s g o s c a r a c t e r í s t i ­

cos, a s í como su función d r a m á t i c a .

Los a p a r t a d o s de es te c a p í t u l o forzosamente r e s u l t a ­

rán irregulares en e x te n s ió n y c o n c lu s io n e s , de acuerdo

con el mayor o menor g r a d o de d e s a r r o l l o de c a d a t ip o ,

a partir del testimonio de los f ra g m e n to s . Justo es d e c i r

que contamos ya con m o n o g ra fías que han estudiado su­

f ic ie nte m ente el tratamiento de algún tip o a lo largo

de t o d a l a comedia g r i e g a , como es el ca so del c ocin ero,

del médico, l a h e t e r a , l a v i e j a . Cuando sea a s í , mi a p o r ­

t a c i ó n p e r s o n a l a l e s tu d io de los mismos ha de ser n e c e s a ­

r ia m e n t e r e d u c i d a .

11.- En el capítulo IX a b o r d a re m o s el tema de

la parodia fil osófi ca en l a C.M ., e n te n d ie n d o é s t a tanto

en el s e n ti d o de p a r o d i a de los as p ecto s más anecdóticos*

como las co stu mbres o la indum entaria de los miembros

de u n a e s c u e la f ilo s ó fic a , como l a p a r o d i a de i d e a s fil os ó­

f ic a s cómicamente t r a t a d a s .

Una segunda parte del capítulo está dedicada

a las tendencias m o r a l i z a n te s de la C.M., diferenciando

l a a c t i t u d p r o p ia m e n te r e l i g i o s a y l a s t e n d e n c i a s i d e o l ó g i­

c a s que pued en i n f e r i r s e de los f ra g m e n t o s .

12.- Dedicaremos i g u a lm e n te un capítulo a una


XI I

serie de c o n s id e r a c i o n e s so bre la lengua y e s ti l o de la

C.M. Consta de dos p a r t e s este c a p í t u l o .

La p r im e r a es e x c lu s iv a m e n te una a p r oxim a ción

a la lengua, en a q u e llo s as p ecto s meramente l i n g ü í s t i c o s

que llamen e s p e c ia l m e n te la atención. Mi in te n c ió n será

advertir l a ev olución del d i a l e c t o á tico en n u e s t r o s f r a g ­

mentos, p o n ié n d o la en c o m paración con las tendencias

de l a prosa ática, e s p ecialm en te de l a o r a t o r i a , de e s t a

época en r e l a c i ó n con l a Koiné. Muy p r o b a b le m e n te s o rp r e n

derá la inclusión de este tema en mi t r a b a j o , esencial­

mente l i t e r a r i o . Hay dos r azo n es p a r a i n c l u i r este es tu d i o

en el co njunto de la tesis. En p r im e r lugar, no tengo

noticia de ningún es tu d io sobre la lengua de la C.M.,

aunque és te no p r e t e n d e ser, en modo a l g u n o , d e f i it i v o .

En se gundo lugar, quisiera cotejar los resultados del

mismo con l a s co ncl usio nes de mi memoria de l i c e n c i a t u r a

sobr e otro autor co ntempor áneo, aunque cultivador de

un género l i t e r a r i o bien d i s t i n t o , el o r a d o r H ip e r id e s.

La segunda parte del capítulo se o c u p a r á , por

el contrario, de uno de los as p e c to s que más i n t e r e s a n

es p e c ia lm e n te hoy a los es tu d io s o s de l a comedia g r i e g a .

Mer e f i e r o a l a dic ción cómica, es d e c i r , l a l e n g u a a l s er

vic io de l a función cómica, con r e f e r e n c i a a l a l e n g u a mis

ma ( i n t r a l i n g ü í s t i c a ) o con r e f e r e n c i a a l mensaje ( e x t r a l i n

güística). Este apartado irá. p r e c e d i d o de una s eri e de

c o n s id e r a c i o n e s teórias previas sobre l a funció n p r i n c i p a l

de l a comedia y l a s formas p o s ib l e s de c u m p l i r l a .
XIII

1 3 . - En el c a p í t u l o XI de mi t r a b a j o t r a t a r é sobre

la m é tr ic a de los fra g m e n to s . Los fra gm en to s líricos co­

bran especial valor para nos otr os, dado que, al carecer

de u n a comedia completa de l a época , éstos p u ed en r e v e l a r

su p e r t e n e n c i a a d e t e r m i n a d a s secciones de e s t a s comedias.

El p o r c e n t a j e de v e r s o s l í r i c o s en r e l a c i ó n con los hexáme­

tros nos dará una idea del n iv e l de p e r v i v e n c i a de l a s

p a r t e s l í r i c a s en l a comedia del siglo IV.

1 4 . - Este trabajo se cerrará con una se ri e de

c onc lus io ne s extraídas de c a d a uno de los capítulos^ que

nos dan una v is ió n de co njunto de l a C.M., como h a s t a

a h o r a no me h a sido p o s ib le e n c o n t r a r .

A lo largo de todo este trabajo he intentado no

perder de vista a qué tipo de literatura nos estamos

a p r o x im a n d o , cosa que con f r e c u e n c ia da la impresión

de que o l v i d a n q u ie n e s h a b l a n por ejemplo, de l a p a r o ­

dia f il os ófi ca en l a comedia, como si e s t u v i e r a n t r a t a n d o

a filósofos y no a cómicos. Dicho de o t r a forma, todos

los elementos formales y temáticos de la comedia van

enca m in ad os a lo que llamo, s ig u i e n d o el e s t r u c t u r a l i s m o

ruso, la función p rincipal, ésto es, la consecución de

la co m ic idad. Es un pu n to de p artida que debería, en

mi modesta o p in ió n , reorientar todos n u e s tr o s trabajos

de H is to r ia de l a l i t e r a t u r a desde u n a p e r s p e c t i v a común,

a la luz de la cual poner en o r d e n muchos de n u e s tr o s

d atos con frecuencia mal interpretados, como cuando se


XIV

habla de la "id e o lo g í a conservadora" de A r istófanes u

o t r a s a s e v e r a c io n e s de i g u a l s o le m n id ad .

1 5 .- Las d ificu lta d es y la g u n a s del presente trab a­

jo de la s que soy consciente hacen referen cia , por una

p arte, a los in convenientes del carácter fragmentario del

corpus objeto de estu d io, y, por otra, a l objeto mismo

de mi trab ajo.

Trabajar co fra gm ento s comp orta , como es s a b id o ,

u n a s e r i e de d i f i c u l t a d e s añadidas a l a s que y a co n lle v a

el t r a t a m i e n t o de c u a l q u i e r te xto a n t i g u o . Los f ra gm en tos

han sido transcritos de la ed ieió n de Edmonds, para

todos los cómicos ex cepto p a r a Eubulo.

P a r a es te último cómico me he s e r v id o de l a edición

y comentario filológico de R. L. Hunter de los f ra gm en tos

de a q u é l . Este t r a b a j o vio l a lu z h ac e a p e n a s t r e s años ,

y es e j e m p l a r por l a h o n e s t i d a d de l a edició n y l a c u a n ­

t i o s a info rm ac ió n r e c o g i d a en el com en tario .

La edición de Edmonds es más aventurada en las

conjeturas. Aunque el texto base del que me he s e r v id o

es esta ed ic ió n , en ocas io nes se p r e f i é r e l a l e c t u r a de los

m anuscritos, con lo c u a l se m u e s t r a más r e sp e t u o s o Meine-

ke, a la variante i n t r o d u c i d a por Edmonds. No o b s t a n t e ,

no he entrado en p r o b le m a s de crítica textual, lo que

de por sí h u b i e r a dad o p a r a un t r a b a j o de i n v e s t i g a c i ó n
XV

in d e p e n d i e n t e de c u a l q u i e r o t r o ( * ) .

Los p roble m a s que comporta el c a r á c t e r f r a g m e n t a ­

r io de lo que nos es p o s ib le l e e r de l a C.M. son ta m b ié n

de dos tipos. Por una parte, carecemos del co ntexto en

el se in c l u y e cada f ra gm ento y muchas veces resulta

hasta inim aginable, s in considerar el b uen número de

frag m en tos que por su brevedad resultan a b s o tu l a m e n t e

in c o m p r e n s i b l e s . A los p r o b le m a s de datación, por otra

p a r t e , y a he a l u d i d o más a r r i b a .

16.- Otro tip o de l i m i ta c io n e s surgen d el mismo

o bjetivo de mi t r a b a j o . Un e s tu d i o de co njunto debe r e sp o n

der a una m u ltit u d de interrogantes, que d i fíc il m e n te

serán tratados con la misma a t e n c ió n y los resultados

de cuya investigación necesariamente presentarán una

brillantez distinta.

Cada uno de los f ragm entos tran scrito s o aludidos

(*) La edición de Austin rec og e, en uno de los dos volúme;

nes a p a r e c i d o s h a s t a l a fe c h a ( IV), los es c a s o s f r a g ­

mentos de algunos cómicos de este período. Dado

que se t r a t a de un p o r c e n t a j e muy pequeñ o del t o t a l

de fragmentos, he p r e f e r i d o , para m a n te n e r l a homoge­

neidad, seguir acudiendo a la edición de Edmonds

ta m b ié n en estos c a s o s .
XVI

m e r e c e r ía un e s tu d i o mucho más exhaustivo del aquí

r e a l i z a d o , pe ro es te t r a b a j o de d o cto rado h u b ie s e r e b a s a d o

con cr eces sus o b j e tiv o s . Por o t r a p a r t e , el e s tu d i o con­

ci enzudo de c a d a uno de los fra gm en tos es t a r e a de t r a b a ­

jos filológicos dedicados e x c lu s iv a m e n te a la edición y

co m en tar io de te x to s , como l a edición de Eubulo r e a l i z a d a

p o r Hun ter, que, por c i e r to , p r e s e n t a u n a e x i g u a , aunque

nada despreciable, in tro d u c c ió n literaria a la C.M. y

a l cómico objeto de l a ed ición.

Espero en p o s te r i o r e s trabajos profundizar en el

e s tu d i o de algunos as pec tos colaterales que han sido

d e ja d o s de la d o co ns cien temen te, a s í como em p r e n d e r e s t u ­

dios filológicos s is tem átic os so bre los f ra gm en to s de e s t a

e t a p a f u n d a m e n t a l en l a H is to ria de l a comedia g r i e g a .

Mi i n t e n c ió n , que creo haber cumplido de alguna

manera, a p e s a r de l a s li m ita c i o n e s de l a s que soy cons­

ciente, ha c o n s is ti d o en aportar una imagen de co njunto

s o b re la C. M. , habiendo abordado, aunque -como se ha

dicho- con resultados distintos, los diversos as pectos

de ésta, la más oscura y plural de las etapas de la

comedia g r i e g a .
4

I N D E X

Volumen I
página
Introducción............................... I

I.- Cronología, textos y fuentes de la Co m e ­


dia M e d i a .................................. 25

II.- ¿Qué es la Comedia Media? .............. 38

III.- Características formales de la Comedia -


M e d i a ....................................... 57
3.1 . - El c o r o .............................. 57
3.2.- El p r ó l o g o .......................... 78

IV.- La comedia m i t o l ó g i c a ..................... 110

V.- Parodia e imitación de otros géneros l i ­


te r ar io s ................................... 142
5.1.- Consideraciones g e n e r a l e s ......... 142
5.2.- La t r ag e di a......................... 144
5.3.- El drama s at ír ic o .................. 169
5.4.- El e p o s .............................. 181
5.5.- A r q u í l o c o ........................... 186
5.6.- La c o m e d i a .......................... 187
5.7.- Los o r á c u l o s ........................ 192
5.8.- Enigmas y a ce r t i j o s ................ 195
5.9.- Crítica li te ra ri a .................. 201
5 .10 .-Conclusiones........................ 203

VI.- La comedia de intriga y errores. ....... 225

VII.- La aproximación a la realidad y los t e ­


mas de la vida c ot i d i a n a ................. 277
7.1.- Consideraciones g e n e ra le s ......... 277
7.2.- Los motivos del ámbito sexual. .. 282
7.3.- Mujer y m a t r i m o n i o ................. 285
7.4.- El b a n q u e t e ......................... 292
7.5.- ’Ovouaafu xüjyyóeov................. 307
7.6.- La comedia p o l í t i c a ................ 311
5

Volumen II

VIII.- La Comedia de tipos. Personajes y socio­


logía de la Comedia M e d i a ........... 334
8.1.- Consideraciones g en er a le s .... 334
8.2.- El parásito. ...................... 341
8.3.- La h e t e r a ...................... 358
8.4.- El j o v e n ....................... 387
8.5.- El s e n e x .................. ... 395
8.6.- La u e t u l a .................. 410
8.7.- El e s c l a v o ..................... 428
8.8.- El co ci n e r o .................... 452
8.9.- El m é d i c o ......................... ... 495
8.10. -El m i l e s ............................. 508
8 .11 .-Conclusiones........................ 520

IX.- Filosofía y tendencia moralizante en la


Comedia M e d i a .............................. 552
9.1.- Consideraciones g e n er al es .... 552
9.2.- Los pi tag ór ic os ................. 557
.

9.3.- Platón y la Academia. ........... 566


9.4.- Los c ín i c o s .................... 578
9.5.- La escuela e l e á t i c a .......... 581
9.6.- Aristipo de Cirene. ........ '..... 583
9.7.- Religiosidad y tono moralizante. . 583

X.- Lengua y e s t i l o .................... 646


10.1.- Consideraciones ge n e r a l e s ........ 646
10.2.- La lengua de la c o m e d i a .......... 648
10.3.- La dicción c ó m i c a ................. 671

XI. - La métrica de la Comedia M e d i a ........... 730

XII.- Con cl usi one s ........................... 740


B I B L I O G R A F I A
7

NOTA:

La present bibliografía no pretende ser exhaus­

tiva, en el s e n tid o de que sólo se i n d i c a n b a j o el e p í g r a ­

fe "Bibliografía fundamental" aquellas obras que tratan

e x c lu s iv a m e n te y p o r e n t e r o de a l g ú n a s p e c to de l a Come­

dia Media, o bien son m o n o g ra fía s consagradas a la

comedia g r i e g a en g e n e r a l , y b a j o el e p í g r a f e " B i b l i o g r a ­

f ía secundaria" aquellas obras consultadas en alguna

de las m ú lti p le s c u e s t io n e s tratadas aquí. No se indica

to d a aquella bibliografía consultada muy esporádicamente

y p a r a as p e c to s muy de d e t a l l e .

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cc. 1377-1381.
NOTA SOBRE ABREVIATURAS

En l a cita de artículos de r e v i s t a s se s ig u e n l a s

abreviaturas de L'Année Philologique. Se a ñ a d e QF. (o

QF. HSG.) para Quaderns de Filologia, revista de l a

U n i v e r s i d a d de V al e n c ia .

En las citas de a u to r e s g r ie g o s se s ig u e n las

abreviaturas del diccionario Liddell-Scott, y en l a s de

a u t o r e s l a t i n o s l a s del Oxford L a tin D ic t io n a r y (1968-82).

Considero que h u b ie s e sido p r e f e r i b l e homogeneizar

la forma de citar a los autores de la Comedia Media

(C.M.), de manera que sus abreviaturas fueran l a s de

s us nombres en c a s t e l l a n o . No o b s t a n t e , ésto fue c o n s id e r a

do cuando ya se habían utilizado en buena parte del

tex to d e f i n it i v o las abreviaturas latinas del d ic c io n a r io

Liddell-Scott, por lo que su c o rre cc ió n no me ha sido

p o s i b l e po r motivos de tiempo.
25

I. CRONOLOGIA, TEXTOS Y FUENTES DE LA COMEDIA

MEDIA.

1.1.1.- Llamamos Comedia Media a aquella que se

desarrolla entre A ris tófan es -con q uie n llega la Comedia

Antigua a su plenitud y en qui en se dá ya el in i c io de

una inequívoca evolución interna del género^--


Menandro y
2
- e l i n i c i a d o r de u n a comedia d e f i n itiv a m e n t e " n u e v a " .

1 . 1 . 2 . - S abido es el amplio mar gen de c o n v e n c i o n a lÍ £

mo que supone todo e n c u a d r e cronológico de c u a l q u i e r gé ne­

ro o s u b g é n e r o l i t e r a r i o : c r i t e r i o s i n t r a o e x t r a l i n g ü í s t i c o s ,

aunque siem pre más o menos pertinentes en la ev olución

de las historias de l a s literaturas, sirven de h i to s para

acotar per ío d o s literarios. Además, este margen de mera

conve nción se am p lí a cuando en las literaturas antiguas

nos en f re n ta m o s con el pr oble ma , a veces d i f íc ilm e n te s olu­

b l e , de f e c h a r l a s o b r a s l i t e r a r i a s .

Pues b i e n , en el caso de l a C.M. se u s a como fecha

de in ic io el 404, haciéndola coincidir con el final de l a

g u e r r a del Peloponeso, que su puso l a r u i n a i m p e r i a l a t e n i e n

se y el p u n to de p a r t i d a de u n a n u e v a época de l a h i s t o r i a

de Grecia de im port antís im os cambios. Otros e s tu dios os

modernos no h a c e n sino r e d o n d e a r la f e c h a , h a c i e n d o s u r g i r

" o ficialm en te" el subgénero con el nuevo s ig l o . Se hace

pues coincidir estas fe chas con la historia política de

A ten as , con un m argen poco s i g n i f i c a t i v o de a l g u n o s años


26

antes o después.

1.1.3.- Dos aco ntec im ien tos, p o l í t i c o - m i l i t a r el uno

y literario el otro , pu ed en servirnos de referencia para

fijar el término final de l a C.M. La batalla de Queronea

( 338 ) i n i c i a una nueva e t a p a en. l a h i s t o r i a de los pueblos

griegos, en la que Atenas ya ha perdido definitivamente

no sólo su p rota gonis m o en l a h i s t o r i a p o l í t i c a , sino tam­

bié n su indiscutible prim acía cultural. Otros e s tu d i o s o s

prefieren la fech a del 336 , en l a que se i n i c i a el g o b ie r n o

de A le j a n d r o Magno. Me p a r e c e , sin em bar go, más a d e c u a d o

para expresar una fecha indicativa del período medio de

la co media, servirnos de un acontecimiento que no c r e a ,

por lo demás, equívocos sobre el inicio de la Comedia

Nueva, ésto es, la aparición literaria de Menandro (321—

32 0 )^.

1 . 1 . 4 . - No o b s t a n t e todo lo dicho, es b a s t a n t e i n f r u c ­

tuosa e innecesaria, en mi o p in ió n , la tarea de situar

de u n a m a n e r a cro no lógicam en te p r e c i s a l a l l a m a d a "Comedia

Media" en el c o n ju nto de l a h i s t o r i a de l a l i t e r a t u r a g r i e ­

ga. N a t u r a lm e n te cómicos c u y a pr o d u c c ió n se i n c l u y e d e n t r o

de l a C.A. r e p r e s e n t a r o n a l g u n a s de sus comedias en f ech as

tan avanzadas como el 362^. Por el otro extremo, Alexis

representó su ' Yuo 0 o Au y a t o s en el 274^, es d e c i r , no

ya en p leno desarrollo de la C .N ., sino después in c l u so

de l a muerte de su s e g u id o r Menandro.
27

Los l í m ite s , por s u p u e s to , son siempre im p rec is o s.

Pero además, como d es p u és veremos, la división tripartita

de l a comedia no obedece sólo a c r i t e r i o s cron ológicos .

1 . 2 . - De l a a b u n d a n t e p roducción de l a Mése - s e g ú n

las noticias- hemos de conf orm ar no s, s in em ba rgo , con

b i e n poco.

1.2.1.- Las dos ú ltim a s comedias que co ns ervamos

completas de A r i s tó f a n e s , Las As am ble ís tas (391) y Pluto

( 3 88 ) nos p r o p o r c i o n a n d atos im p o rta n te s sobre l a t r a n s i c i ó n

de la Antigua a la Media. Son, en sí mismas, las únicas

reliquias de comedias que conservamos de este p e r ío d o .

Por otra parte, partiendo de un criterio e x c lu s iv a m e n te

te m p o r a l, habría que incluir tam bié n en el c o r p u s de la

Mése los fra gm entos de au to r e s c o n s id e r a d o s de l a A r c h a í a ,

p ero asignados a comedia datables con posterioridad al

áOO a . C.

1.2.2- Conservamos casi mil c u a t r o c i e n t o s fra gm entos

de comedias y autores i n c lu id o s en la llamada Comedia

Media. Meineke y Edmonds co incide n en incluir en es te

p er ío d o a los s i g u i e n t e s cómicos,, relacionados por orden

a l f a b é t i c o : Alexis, A n a x á n d r i d e s , A n a x i l a s , Anfis, Antídoto,

A n t í f a n e s , Arar o, Aristofonte, Augeas - , Axiónico • C r a ti n o

el Joven, Dionisio., Dromo'i}, Efipo, E p í c r a t e s , E r í f a n e s , Erifo,

Eubúlidaa Eubulo, F ile te ro , F ilipo, F ilisco , Heraclides,

Jenarco, Menipo, Mnesímaco, N icós trato, Qfilión., Sófilo,


28

S óta des , Teófilo, Timocles, Timoteo. Nocons er va m os, sin

embargo, fra gm en tos de A u g e a s , E r íf a n e s y Menipo.

Los c r i t e r i o s de c l a s i f i c a c i ó n de los a u to r e s en uno

de los t r e s per ío d o s de l a h i s t o r i a del g énero son, princi­

p a lm ente de dos t i p o s :

a) Las n o t i c i a s a n t i g u a s sobre a u t o r e s y f r a g m e n to s ,

en los que a veces se a ñ a d e , j u n to a l nombre del cómico,

su pertenencia a la Comedia A n t ig u a , Media o Nueva. A

veces ta m b ié n l a s alusiones de los f ra gmen tos nos p er m iten

d e d u c i r a l g ú n d a t o cronológico.

b) Los tí t u l o s de l a s comedias, que per m iten a d i v i ­

nar una te m á tic a g e n e r a l a partir de la cual incluir a

los autores d e n tr o de uno de los t r e s p e r í o d o s . Se t r a t a

de un criterio mucho más s u b je t i v o , d ado que parte del

concepto que de cada uno de los t r e s pe ríodos t e n g a el

e d i t o r , pero, en o ca s i o n e s , el único p o s ib le .

Según estos mismos c r i t e r i o s , Meineke añade a los

nombres ya citados los de Her ácli to , Diodoro y Heníoco,


7
a q u ie n e s Edmonds i n c l u y e e n t r e los p o etas de l a s Archaía .

Por el c o n t r a r i o , Edmonds reconoce un Atífa ne s el Joven

y a ñ a d e a Arquédico,^ C a r i c l i d e s , Clear co , Cróbilo, Demóximo.

Dexícrates, Es téfano, Estratón, F ilo e sté f a n o , Hiparco, Mené-


9
c r a t e s , N a u s í c r a t e s y Nicon .
29

1.2.3.- F in alm en te, contamos con dos comedias de

Plauto sobre las cuales existe un consenso generalizado

en que sus modelos p roceden de l a C.M.

Los títulos son ya de por s í, p r im a facie, bien

s i g n i f i c a t i v o s . P e r s a nos r e c u e r d a el g r a n número de t í t u l o s

de comedias de es te per íodo que se r e f i e r e n a gentilicios

en singular o p l u r a l ^ . Comedia de intriga, su modelo

p e r t e n e c í a a l a ú lt im a e t a p a de l a M é s e ^ .

12
El modelo de Anp hitru o es d a t a d o por Webster

en torno a l 331 y c o r r e s p o n d e r í a a un e s t a d i o muy t a r d í o

en el d e s a r r o l l o de l a comedia m itológica. La comedia mitoló

gica esta aquí, como en g e n e r a l en la C.M., influencia

d a por l a t r a g e d i a e u r i p i d e a , y los p e r s o n a j e s son transpojr

tados desde la esfera divina al mundo cotidiano de las

i n t r i g a s do m ésticas .

Larga ha sido l a d i s c u s i ó n sobre el o r i g i n a l g r i e g o

de Poen ulus plautino, y a lg u n o s han co n clu id o que no

sólo M enandro, sino ta m bién Alexis fueron los precedentes

de esta comedia de Plauto. I g u a l m e n te pu ed e discutirse

l a p o s ib le i n f l u e n c i a de un modelo de l a Mése p a r a P s e u d o -

lu s, P oe nu lus y Menaechmi. Sobre to d a s estas comedias

nos detendremos mas a d e l a n t e 13

1 . 3 . - Si nos cen tr am os e x c lu s iv a m e n te en los fra g m e n

tos de a u t o r e s que l a communis opin io a s i g n a a la C . M . ^ ,


30

nos en co n tr am o s, como o b lig a d o pu n to de p a r t i d a , con el

pr o b le m a de l a s f u e n te s .

1 . 3 .1 * - La c u es tió n pue de s i m p l i f i c a r s e en dos c o n s i­

d e r a c i o n e s . No c ab e d u d a , en p r im e r l u g a r , que el m a t e r i a l

que poseemos está co ndic ionado por las fuentes gracias

a las cuales han ll e g a d o a n osotr os. En e s te s e n ti d o , a

Ateneo, para su obra de características s im p o s i o n a l e s ,

le interesa mucho, aunque no sólo, las largas listas de

a lim entos y los elementos de d i v e r s i ó n p ropio s de un b a n q u £

te. A Estobeo le interesaban las máximas y a Diógenes

L a ercio las noticias que la C.M. proporcionaba sobre los

filósofos y su p e n s a m ie n to , Los l e x i c ó g r a f o s , por su p a r t e ,

iban en busca de antiaticismos y, por tanto, para ellos

poco interés tenían los as pec tos literarios de la comedia

del s ig l o IV. En u n a p a l a b r a , q u i e n e s nos h a n p r o p o r c i o n a

do n o t i c i a s so bre autores, o b r a s y p a s a j e s de és ta , u t i l i z a ­

ro n el m aterial que tenían a su a lc a n c e de acu er d o con

s us pretensiones como a n t i c u a r i o s , h i s t o r i a d o r e s del p e n s a ­

miento o l e x i c ó g r a f o s .

En s egundo lugar, es obvio, s in em bargo, que si

la C.M. proporcionaba d atos a los autores que de ella

se sirvieron, ello es en sí mismo un elemento i n d i c a t i v o

de los temas que trataba y de sus características. No

obstante, podemos sim plificar l a cu e s tió n s u g e r i e n d o , por

ejemplo, q u e, si tenemos t a n a b u n d a n t e s y monótonos d a to s

s obre alim en tos en los f ra gmen tos de l a Mése, es sólo p o r


31

los intereses p a rtic u la re s de un autor como Ateneo. Por

el c o n t r a r i o , este hecho es , en sí mismo, significativo.

Como lo es el que Estobeo e x t r a j e r a para su obra muy

poco m aterial de la C .A ., al go de l a C.M. y mucho, en

fin, de la C.N. 15 . Entre estos lím ites pués, me parece

que h a y que v a l o r a r el c or pus f r a g m e n t a r i o que co nser vam os

de l a Mése en r e l a c i ó n con sus f u e n te s .

1 . 3 . 2 . - A Ateneo debemos 3/4 de n u e s tr o s f r a g m e n t o s .

El gramático y r e t ó ric o de N a u c r a t i s (Egipto) vivió entre

los s ig los II y I I I d. C.

Su obra, El b a n q u e t e de los sofistas, es de e s tilo

d ifu s o y asunto h e te r o g é n e ro . Alimentos y otros elementos

del banquete, glotonería, pedantería aparecen de manera

abigarrada y desordenada, con citas de mil dos cie ntos

autores de más de mil o b r a s y diez mil v e r s o s , valiosos,

para el conocimiento de la vida cotidiana, la f il o s o f í a ,


16
la m e d i c in a , l a s le y e s , etc. . Se inserta dentro de la

a m p l i a l i t e r a t u r a s im p o s i a l, que tiene:, en P l a t ó n , Jenofonte,

Plutarco y Lu ciano sus más preciados cultivadores; pero

si p a r a P la tó n y Jenofonte el symposium se r e d u c e a a q u e l l a

parte del tcotos o b e b i d a que s e g u í a a l a cena propia­

mente dicha, p a r a Ateneo i n c l u y e todo, de a h í que c o n s t i t u ­

ya, entre otras cosas, el p r im e r libro de co c in a que nos

es c o n o c i d o ^ .

1.3.3.- Estobeo es el autor de una recopilación


32

de textos en p o e s ía y en prosa, escrita con la p r im e r a

in te n c ió n de s e r v i r p a r a l a i l u s t r a c i ó n de su hijo Septimio .

Data del siglo V d. C. y de e l l a hizo uso Focio

en el s ig lo IX. En el l i b r o I presenta gran variedad de

tem as , que v e r s a n so bre c u e s tio n e s t a n d i v e r s a s como metafí_

sica y economía domés tica . Los libros II (E th a c á i) , III

y IV ( F lori legium o Sermones) versan, en cambio, so bre

c u es tio n e s á t i c a s , y de éstos pro ce den l a s máximas y a f o r i £

mos que c o n s ti t u y e n una significativa quinta parte de

los f ra gm en tos c o n s e r v a d o s .

1 . 3 . 4 . - De Diógenes La ercio c a s i todos los fra gm en tos

que de m a n e r a d i r e c t a hacen r e f e r e n c i a a filósofos y e s c u e ­

las fil o s ó fic a s y su p en s am ie n to . El filósofo de l a p r i m e r a

mitad del s ig l o I I I d. C. menciona unos 200 autores y

300 títulos. Pero en la Vida de los filósofos el interés

de Diógenes estriba p r im a r i a m e n t e en los filósofos y sus


18
vidas, no en su f il o s o f í a . En r e a l i d a d , s eg ú n J. Mejer ,

i n t e n t a b a que su o b r a f u e r a un sumario (cnjvaywyrí )

de la l i t e r a t u r a h e l e n í s t i c a sobre fil os ofí a y p r o p o r c i o n a r

tan sólo un resumen de algunos s is tem as filosóficos . En

este sentido, la C.M. pr opo rc io nó inform ac ión v a l i o s a p a r a

el amplio m aterial anecdotario de la obra de Diógenes

Laercio.

1.3.5.- De l a C.M. han p r o p o r c io n a d o ta m bién n o t i ­

c i a s , a u n q u e b r e v e s y de e s c a s a s i g n i f i c a c i ó n , l e x i c r ó g r a f o s
33

como Pólu x, Hesiquio y l a Suda.

P ólu x, como Ateneo, ta m bién e r a o r i g i n a r i o de N aucra

ti s y su obra data del siglo II d. C. El O nom as ticon,

que nos ha llegado a través de un epítome de Aretea s

(arzobispo de C e s a r i a en el siglo X), es , sob re todo, un

ca t á l o g o de tér m inos .

Focio, patriarca de l a C o n s t a n t i n o p l a del s ig lo IX,

es el más af am ad o de los e stu diosos bizantinos. De su s

dos o b r a s , B ibliotheca y L e xic ón, nos i n t e r e s a e s t a ú l t i m a

sólo le x i c o g r á f i c a m e n t e .

El léxico de l a Suda, siglo X, es adem ás u n a enc ielo

pedia históricay literaria. El m aterial sob re el que se

b a s a proc ed e de l a c o n s u lt a d i r e c t a de los te xtos y escolios

de Homero, Sófocles, Aristó teles y la Antología P alatina,

de l a s c o p ia s de a u t o r e s o c o m e n t a r i s t a s , y de los compen­

dios y s elecc io nes h e c h a s por. manos t a r d í a s . P a r a el co r p u s

de l a C.M. apenas es s i g n i f i c a t i v o lo que nos ha llegado

a t r a v é s de l a S uda.

Immanuel Bekker (1785-1871) dedicó su v i d a a la

edición de una cantidad enorme de textos a n t i g u o s . Cotejó

más de 400 m a n u s c r i to s de t odas las bibliotecas europeas

y p u b li c ó cerca de cien volúmenes de textos g r ie g o s a n t i ­

guos y b i z a n t i n o s , e n tr e ellos los t r e s volúmenes de la- A ^

■néc d ota ~Graeca ( 181^ 21 )'T- que ^recogen, e n tr e otros muchos


34

autores y o b ra s, fra gmen tos y n o t i c i a s de los p o e t a s cómi-


-1 9 .
eos de l a Mése

Algunos fra gm en tos han ll e g a d o a nosotros gracias

a Clemente de A l e j a n d r í a , en sus o b r a s P a e d a g o g u s y S tro -

meteis, así como a t r a v é s de escolios de autores c l á s ic o s

y de p a p i r o s .
35

NOTAS DEL CAPITULO I

1.- Cf. H. Elashar, Poética (1967), pp. 154-175.

2.- Cf. A.W. Gomme, "Menander", Enssays in Greek History


and Literature, Oxford, 1937, pp. 249-95.

3.- Norwood y Arnott prefieren el 404, mientras Koster y


Webster fechan: el inicio de la C.M. en el 400. Meineke
utiliza como referencia cronológica la Olimpiada XCVI
(392/3).

4.- Por el 338 optan Meineke y Norwood, Fedele por el 336;


mientras en el 321-320 fechan el final de la C.M. Koster
y Webster; Arnott, dejando al lado estas precisiones
tan inútiles, prefiere hablar sólo de los últimos veinte
o treinta años del siglo IV.

5.- Edraonds’ (II 643) fecha en este año la Neyea ^e


Teopompo.

6.- Según cronología de Edmonds' (II 650).

7.- : Heníoco es incluido por la Suda entre los poetas de la


C.M., sin embargo, es considerado un error por Edmmonds
(I 910 s.), que sugiere la fecha del 411 para una de sus
comedias, aunque -como afirma el mismo E.dmonds algunos
títulos pueden incluirse entre los habituales de la Mése.
Heráclito es probablemente un error de Ateneo por Heracli-
des (Ath. X 414 d; cf. Meineke distingue la comedia
’AuXriTpus , incluida por Edmmonds, de acuerdo con el
título, entre el resto de las comedias de un único Diodoro
(Meineke I 419: mediae poetis comoediae eum assignaii
propter titulum apud Boeckhium Inscr. I p. 354).

8.- Según la Suda escribió contra Demócares, primo de Demos-


36

tenes, pero, según Meineke, los títulos de sus comedias


pertenecen a la

Todos ellos son incluidos por Meineke entre los autores


de dudosa clasificación: His eorum poetarum nomina su-
biungam, mediaene an antiquae comoediae adscribendi
sint certis indiciis indagare non licuit (I 487).

10 .- Casi el 15% de los títulos conocidos de Antífanes, por


ejemplo, se refieren a nombre de pueblos griegos o bárba
r os.

11.- Cf. Webster, Studies, pp. 78-81.

1 2 .- Studies, pp. 86-97.

13.- Vid. 6.2.2., 6.4.3. y 6.5.2.

14.- De Las Asambleístas y Pluto de Aristófanes se ocupan


las monografías y estudios globales sobre la obra aristo
fánica; por otra parte, Amphitruo y el Persa son objeto
de estudio para los historiadores de la literatura lati­

na. De manera que tanto las primeras comedias como las


segundas se utilizan siempre de manera indirecta o secun
daria,- en los estudios de C.M.; es decir, constituyen
un material muy valioso para esta, pero no se integran
propiamente en el corpus de este período de la comedia
griega.

15.- Cf. K. Lever, Art. . ., p. 162.

16.- Cf. RE, s.v. "Anthenaios", cc. 2026-33.

1 7 .- Edit. C.B. Gulick, 1951, p. VIII. Cf. L. Nykod, Athe-


naeus quo consilio quisbusque usus subsidiis Deipnoso-
phistarum libros compusuerit (tes. doct.), Basilea 1941.
De El banquete de los sofistas tenemos una versión com-
37

pleta en el codex A (Marcianus gr. 447), que recoge


el texto de III 74 a a XV 702 c, y un epítome completo
de gran valor ellí donde el texto de A se ha perdido.
El manuscrito A recogería una copia del codex A más
el texto del epítome para las secciones desaparecidas
de A, y fue editado por primera vez por Marcus Musurus
en el siglo XVI. Del epítome tenemos los manuscritos
E (Laurentianus 60.2: Jacob Questenberg, final del s.
XV). Al parecer, Eustacio, que en sus Comentarios a
Homero cita muchos pasajes cómicos, usó un texto de
Ateneo más puro y completo que el que nosotros poseemos.
El stemma del El banquete de los sofistas aceptado por
la mayoría de los estudiosos es el siguiente:

(R.L. Hunter, Eubulus, pp. 30-32 Cf. J. Irigoin, "L'édi-


tion princeps d'Athénée et ses cources", REG (1967),
pp. 418-24).

18.- "Diógenes Laertius and his Hellenistic background",


Hermes Heft 40, Weisbaden 1978, p. 52.

19.- Cf. R. Pfeiffer, History of classical Scholarschip 1300-


1850, Univ. Oxford 1976, pp. 108 s.
38

II. ¿QUE ES LA COMEDIA MEDIA?.

2 . 1 . - Es el momento de p r e g u n t a r n o s s o b re l a i d e n t i ­

dad de la Comedia Media, diferenciada de la A n ti g u a y

la Nueva, c o n s c ie n te s de que ab or da mos un p r o b le m a de

d i f í c i l solució n y q u e, adem ás , no v a a i l u m i n a r d e m a s i a ­

do, en sí mismo, l a s d i f i c u l t a d e s con l a s que el h i s t o r i a d o r

de la Literatura se encuentra al estudiar un p e r ío d o de

l a comedia tan p l u r a l en i n t e r e s e s y te m a s .

2 .2 .- Fielitz'*' inicia en l a segunda m ita d del s ig lo

pasado la discusión largo tiempo mantenida h asta hoy

s obre l a p r e c i s i ó n o no de c o n s i d e r a r u n a l l a m a d a "Comedia

Media" con identidad propia, ésto es, s u fi c ie n te m e n te d if e ­

renciada de los otros dos per íodos e x tr e m o s. Para F ie lit z

l a t r i p a r t i c i ó n de l a comedia g r i e g a es t a r d í a , p ro b a b le m e n

te no a n t e r i o r a l a época de A driano. Se b a s a p a r a def en ­

d e r su t e s i s en el hecho de que a u t o r e s como Veleyo P a t é r -


2 3 L 5
culo , Q u i n t ili a n o , Dión Crisóstomo y P l u t a r c o , a n t e r i o r e s

a Adriano,ó Apuleyo,7 P ólux, Ateneo, Platonio, el Anónimo


8 9
Sobre la Comedia , el T r a c t a t u s C o i s l i n i a n u s , los escolios

de DionLsio T racio^, y la Suda, todos ellos posteriores

a l a época del em p e r a d o r romano. Sus a r g u m e n to s d e b ie r o n

de co n v e n c e r a Kock, q u i e n en su ed ición de los fra g m e n to s

de los c ó m i c o s ^ no d i s t i n g u e u n a Comedia Media.

2 .3 * - Korte h a d efendido, en cam bio, que l a t r i p l e

d i v i s i ó n de l a comedia g r i e g a p r o v ie n e . de l a época helení_s


39

12
tica y fué aceptada por autores de época imperial . Los

dat os que p e r m it e n llegar a esta co nclusió n son e s c a so s .

Ateneo 13 nos d á l a n o t i c i a de que un t a l Antíoco de Alejan ­

dría escribió nepl tó5v ¿v xrí yecr^ xcoy^Súa HCúyux5ouyevojv

tioldtcúv q u e, p a r a Korte, h a b r í a que d a t a r p r o b a b le m e n ­

te en el tiempo de la f lo r e c ie n te f il o lo g í a alejandrina.

Un escolio a A r i stó f a n e s comenta a p r o p ó sito de Ano Os

depuaaadau (P 1 . , 515): ñón t ó ei tos t o O t o t Os y é a n s

Kajyaj 6 t a s -ó 5 e l . La aceptación de esta división en

época imperial la basa Korte en el testimonio de Horacio,

que a l u d e a l cómico P lató n como r e p r e s e n t a n t e de l a Mése:

quorsum pertinuit stipare Platona Menandro, / Eup olin,

Archilochum, comités educere ta n t o s ? (S a t . II 3, 11 s . ) ^ .

W il a m o w it z ^ atribuye la división b ip artita de l a comedia

a A r is tó te l e s , q u ié n lógica m en te no pudo conocer lo que

nosos tros entendemos por Néa, y su c o n s e r v a c i ó n a l a fideli_

dad de los discípulos de aquél a su maestr o; per o j u n t o

a e s ta tradición so sti ene la existencia de una d iv i s i ó n

tripartita de la comedia a p a r t i r de l a época h e l e n í s t i c a ,

de l a que s e r í a testimonio l a c i t a de Horacio.

2. A . - Sobre el s e n ti d o de esta llam ada "Comedia

Media" ta m b ié n han divergido las o p in io n e s . En tre los

que reconocen una tripartición de la comedia griega en


16
época h e l e n í s t i c a , Wilamowitz o p i n a b a que l a c l a s i f i c a c i ó n

era en o r ig e n sólo i n t e l e c t i v a , no te m p o r a l, por el hecho

de que tanto P l a tó n como Alexis -autores c u y a p roducción

coinc ide en p a r t e con- el tiempo de d e s a r r o l l o de la A r c h a ía


40

y de l a Néa r e s p e c t i v a m e n t e - se c o n t a b a n e n t r e los poetas

de la C.M. En cambio, p a r a L e g r a n d 17 desde un p r i n c i p i o

existió la clasificación tem pora l ju n to a la intelectiva,

es decir que, ju n t o al c r i t e r i o cronológico, se tu v ie r o n

en cuenta los títulos y ar gum en tos de l a s co medias , así

como la estructura y la forma de l a s mismas; pone como

ejemplo, precisam ente, a P l a tó n , cuyos a r gum entos sólo

en p a r t e p e r t e n e c e n a l a Mése y c u y a p ro ducció n se e x t e n -

18
d í a i n c l u s o h a s t a el siglo IV

2 .5.- Para R o s ta ngni 19 l a división de la comedia,

aunque ordinariam ente única,oscilaba, es d e c i r , fue unas

vec es bipartita y otras tripartitas, de acuerdó con la

e v o l u c ió n del génerp cómico. Difiere así de l a s opiniones

tradicionales de los historiadores de la literatura, que

sostienen una doble e irreductible división, bipartita y

tripartita, basada la p r im e r a en criterios de lengua y

d e f e n d i d a por l a e s c u e l a de Pérgamo, y fun d ad a la segun­

da en criterios de conten ido y derivada de la e s cuela

de A l e j a n d r í a ^ .

El p u n to de partida para rastrear una d i v is ió n

o r i g i n a r i a m e n t e ú n i c a es, sin d u d a , l a p r e c e p t i v a aristotéli_


21
c a . A r is t ó t e le s hace u n a d i s t i n c i ó n e n t r e :

1. Comedias p r i m i t i v a s ( t S v naXaucóv ) . y

2. Comedias más r e c ie n te s (xwv x a u v C v )


41

Las comedias del p r im e r p e río do son afines a las

m a n e r a s de los y a m b ó g r a fo s (¿auSuMn C ó s a ) f ca rac teri_

zados po r el uso de l a invectivapersonal (4 ó (pos) y

de l a obscenidad ( aúcr xpoAoyua ) . F r en te a es te tipo

de comedia, l a K. xauvn se c a r a c t e r i z a por l a t e n d e n c i a

a l a rgum ento g e n e r a l ( xadoXou ioleív X'oyous xau

UÚSous ) f la alegoría ( úi i dvoua ) y la alusión irónica

(ELPül VeÚ )

Lo "nuevo" en l a comedia se c a r a c t e r i z a p a r a Aristó­

te le s por un triple proc es o: 1) racional: h a c i a el tema

de carácter universal y el desarrollo de la trama

( xado' Xov, yüdos, ti pa y y a ) ; 2) moral: el abandono

de la grosería y de la obscenidad como recurso de la

com icid ad ( eúaxyyoaúvn ) ; 3 ) l i n g ü í s t i c o : a c e r c a m ie n t o

al h ab la cotidiana y abandono de las formas p o é t ic a s


22
(XexTuxTi cppdtaLS) . E s ta ev olu ci ón se aplica ya a

Crates, pero tien e su modelo en Aristófanes, s in duda,


23
en su s comedias últimas como Plu to t a u n q u e en realidad

apunta a la comedia de Menandro, al que A ris tó te les no

conoció y, por tanto, no pudo tener en cuenta en su

clasificación.

2 . 6 . - Con A r i s tó te le s c o inciden los a u t o r e s b i z a n t i n o s

de tratados so bre la comedia al calificar la comedia de

Crates de no injuriosa. Así el Anónimo Sobre la comedia


25
u t i l i z a p a r a C r a te s los a d j e t i v o s ¿Xapo' s y itLxpo's ,

que son descriptivos de los p o eta s de la C. A. , y ju n to


42

a él se s i t ú a a F e r é c r a t e s . En el Liber Glossarum se retoma


26
el mismo a d j e t i v o a p l i c a d o a C r ates

2.1.- Teofra sto (c. 370-288/5) ya contaVa con un

d a to nuevo que no le era p o s ib le conocer a su m a e s tr o ,

la p r o ducció n cómica de Menandro (342/1-193/89). En

Menandro La communis opin io sitúa un nuevo modelo de

comedia que muy poco tienen que ver con A r is tó fanes y

presenta diferencias s u s t a n c i a l e s con lo que nos es p o s ib l e

s a b e r de l a comedia de los dos pr im er os te r c io s del s ig lo .

De m a n e r a q u e, d e n t r o de l a oposición naXauoí / ' K a u v n >

Menandro p a s ó a s e r r e p r e s e n t a n t e de lo " n uevo" , d e s p l a z a n

do a A r i stó f a n e s y E ú p o lis , los a u t o r e s p r e f e r i d o s de Aristó

t e l e s , de e s ta po sición en el con ju nto de l a comedia g r i e g a .

Los modelos de lo "nuevo" para A r is t ó te le s , en cambio,

quedaban así entre dos generaciones. H as ta aquí pues

podría mo s distinguir: 1. la C. A. , caracterizada por la

invectiva perso n al, la acusación a b ie rta y la r is a desenfre

n ada y obscena (óvoyaaTl xtúyajóeuv y aúaxPoXoyb' a ) ;

2. u n a e t a p a m ed ia, que e s t a r í a r e p r e s e n t a d a por A r i s t ó f a ­

nes y E úpolis ; 3. l a C. N. , c a r a c t e r i z a d a por t r a t a r a s u n t o s

más generales, una risa más humana y digna^ y reducir


27
l a i n v e c t i v a a los es c la v o s y e x t r a n j e r o s

2.8.- Por es te proceso llegamos a la tripartición

de la comedia, donde la llamada "m edia" no sería s in o

una es pecie o s u b d i v i c i ó n de l a C.A. Por e s t a razó n p u d o

también ocultarse y reducirse luego la tripartición a


43

28
u n a simple d i v i s i ó n b i n a r i a

Teofra sto estaba i n d u c id o por su s hábitos a una

clasificación ternaria centrada en el concepto de méson,


29
y quizá un tratado Sobre la comedia f u e r a el or ig e n

de e s t a t r i p a r t i c i ó n . Por o t r a p a r t e , en r e l a c i ó n con Menan

dr o se formó aquella concepción "nueva" de la comedia

como im it ació n de l a v i d a , de o r i g e n p e r i p a t é t i c o y especial^


30
mente t e o f r a s te o . Se trataría pue s de una división de

o r ig e n helenístico, fác ilme nte aceptada por los autores

de época i m p e r i a l , como hemos v i s t o , y que s e r í a del gus to

de l a r e t ó r i c a ^ .

2.9.- Los g r a m á t ic o s l a t i n o s y e s tu d io s o s b i z a n t i n o s

son en g r a n medida d eudo res de l a poé t ic a a r i s t o t é l i c a .

2 . 9 . 1 . - Diomedes (s. IV d. C.) d i s t i n g u e t r e s e t a p a s


32
en l a comedia g r i e g a :

1. Comedia r i d i c u l a r i s ( Tt Xs ovácouaa t tp y e Xo u u)) :

S u s a r i ó n , Mulo, Magnes.

2. Aristófanes, Eú poli s, Cratino qui es t p r in c ip u m

u i t i a s e c t a t i a c e r b i s s i m a s comoedias c o m p u s u e r u n t .

3. M enandro, Dífilo y Filemón q u i omnem a c e r b i t a t e m

comodiae m i t i g a u e r u n t a t q u e a r g u m e n t a ( i i Xc t a y a t a ) multi-
32
plicia g ratis erroribus ( r i óovñs x a p u v ) secunti sunt .
44

En esta clasificación se incluyen, pues, autores

y gén er os no á t i c o s , como los yeyapLxct a x ü j y y a i a » Y

se distingue la comedia p ro p ia m e n te Nueva, con omisión

de l a Media.

2 .9 .2 .- El erudito bizantino Tzetzes parece de u d o r

de l a misma tradición que Diomedes. Reconoce l a t r i p a r c i -

ción de l a comedia:

1. C a r a c t e r i z a d a por los axüj yyaxa cpavepíx > y

que i n c l u y e a todos los poe tas no sólo de l a comedia á t i c a

h a s t a E ú p o lis , sino tam bién de l a comedia d o r i a .

2. C a r a c t e r i z a d a por los cruuBoXuxa a x wy y a x a t

que i n c l u y e a todos los poe tas no sólo de l a comedia á t i c a

h a s t a E ú p o l i s , sino tam b ié n de l a comedia d o r i a .

3. La comedia culminada po r .3 3
Menandro y Filemón.

De e s t a c l a s i f i c a c i ó n conviene:, f i j a r n o s en el l u g a r

c l a r a m e n t e d i f e r e n c i a d o que ocu pa l a Comedia Nueva d e n t r o

del co njunto de la historia del gén er o; la identificación

del p r im e r p e ríodo con l a comedia m e g a r e n se ; y, por ú l t i ­

mo, l a a u s e n c i a de r e f e r e n c i a d i r e c t a a a u t o r e s r e p r e s e n t a ­

tivos de lo que llamamos Comedia Media, a no ser que

in cluyam os a P la tó n e n t r e el lo s.

2 .9 .3 .- El Anónimo Sobre la Comedia sí distingue


45

u n a comedia media c a r e n t e de modulación p o é tic a ( tiXá a y a T a

i t ounTLxou) y e s p e c i a l m e n t e p r e o c u p a d a por los a r g u m e n -


o/
tos . También a p a r t i r de los elementos formales d i s t i n g u e
35
P la to n io u n a yéan » como más a b a j o veremos

2 .9.4.- El escoliasta de Dionisio T racio admite t r e s

6 ua(popas en I a comedia:

1. La C.A. se c a r a t e r i z a r í a p o r u n a c r í t i c a f r a n c a

( cpavepSs) , y tendría como máximos representantes

a Eúpolis y A r i s t ó f a n e s .

2. La C.M. criticaría de manera encubierta

( a¿ vLyyaTüJÓCs ) > y t e n d r í a a P l a tó n como r e p r e s e n t a n t e .

3. La C. N. sólo atacaría a e s clavos y e x t r a n j e r o s ,

y Menandro se d e s t a c a r í a en e l l a

En esta división de la comedia, frente a la de

Tzetzes, se s i t ú a a Eú polis y A r istófanes como r e p r e s e n t a t e s

de u n a p r i m e r a e t a p a de i n v e c t i v a c l a r a , y no e n c u b i e r t a ,

y se deja de es te modo e s p a c io para la c o n s id e r a c i ó n de

la Comedia Media, como segunda etapa caracterizada por

la crítica más encubierta o menos directa. El carácter

no i n j u r i o s o de l a comedia de Menandro s ig u e c a r a c t e r i z a n ­

do u n a t e r c e r a e t a p a , c l a r a m e n t e " n u e v a " , en la comedia

griega.
46

2.9.5*- E v a n ti o , autor de un comen tario a Terencio

del s. IV, conserva, sin em bargo, la división b inaria

de l a comedia, y distingue una ápxaua g u i a nobis pro

nuper cognitis u e tu s e s t , éic * o v o y a t o g autem g u i a i n e s t

in ea u e l u t h i s t ó r i c a fides u e r a e n a r r a t i o n i s et den om inatio

ciuium (XII 2.3 K). Fren te a e l l a , reconoce u n a v e a xtüy-

yóua de a rgum ento más general para todos los hom bre s,

que aporta d e le i te al espectador, sentencias, útiles y

metro s encill o 37

2 . 9 . 6 . - El tema de l a s comedias es ta m b ié n el c r i t e ­

rio p a r a l a d i s t i n c i ó n de t r e s e t a p a s en el L i b e r G l o s s a r u m :

1. Comedia r i d i c u l a r i s .

2. Comedia so bre a s u n to s p ú b lic o s y privados, con

a t a q u e s de p a l a b r a y gesto . S u s a r i ó n s e r í a su mayor r e p r e ­

sentante.

3. Comedia c o n d ic io n a d a por la l im ita c ió n de la

l i b e r t a d de p a l a b r a y que i m i t a b a l a v i d a con h i l a r i d a d

Se distinguen pues tres v a s tí s im o s períodos, de

los cuales en el se g undo se menciona a S u s a r i ó n , a qu ie n

se a t r i b u y e la e le v a c ió n de la comedia a la dignidad

de géner o literario, y el tercero parece referirse a la

Comedia Nueva.

2.9*7.- El T r a c t a t u s C o i s l i n i a n u s d i v i d e l a comedia

en:
47

1. TtaXaoá , en l a que prevalece lo d i v e r t i d o ;

2. v ea , t e n d e n t e a lo g r a v e o seri o;

3. uecrn , como mezcla de los dos a n t e r i o r e s 39

Aquí, por tanto, la e x p r e s i ó n "media" es e n t e n d i d a

en el s e n ti d o de "mixta", según un criterio, por tanto,

i n t e l e c t i v o a n t e s que cr onológico.

M. F u h r m a n ^ propone u n a i n f l u e n c i a in d u d a b l e m e n t e

a r i s t o t é l i c a p a r a el T r a c t a r u s C o i s l i n i a n u s , pe ro ju n t a m e n t e

la niega para el capítulo referente a la tripartición de

l a comedia.

R. J an k o , s in emba rgo, en un i n t e n t o muy r e c i e n t e

por aproximarse a una r e c o n s tr u c c i ó n del libro II de la

Poética de A r i s t ó t e l e s ^ , def iende que tam bién este pasaje

del t r a t a d o debe r e m i t i r s e a Arist ót el es y no e s t á en c o n t r a

dicc ió n con Etica a


Nicómaco IV 1L. En su o p i n i ó n , l a s
/2
r a z o n e s a d u c i d a s por A. Dosi p a r a a d s c rib ir la t r i p a r t i -
43
ción de la comedia de Teofrasto sólo d e m u e s tr a n que

t a l d i v i s i ó n remite a l a i n v e s t i g a c i ó n h e l e n í s t i c a , p o s t a r i s -

t o t é l i c a , pero no que se o r ig i n e a q u í ^ .

Si no se cita a Eubulo, A naxándrides, A ntífa nes

y Alexis es señal, en opinión de Janko, de que dicha

clasificación se o r ig i n ó antes de que existiera Menandro,

por tanto, no d es p u és del 320 a . C. Al s u r g i r l a comedia

de Menandro, l a c l a s i f i c a c i ó n quedó a n t i c u a d a ; se e s p e r a r í a
48

que aquél ocupara una c u a r t a c a s i l l a en l a c l a s i f i c a c i ó n ,

pe ro el tér mino de "Comedia Nueva" e r a el a p r o p i a d o p a r a

la nueva co med ia, dejando a los poeta s de la Mése en

t i e r r a de n a d i e . De e s t a forma, t am bién A r is t ó f a n e s p a s a b a

a ocupar el lugar de la C. A. , perspectiva más adecuada

a l a época p o s t m e n a n d r e a .

2 . 9 . 8 . - Podemos pues c o n c l u i r que lo s a u t o r e s de l a s

opiniones sobre l a comedia, romanos o b i z a n t i n o s , es taba n i n s ­

p ira d o s p o r l a p r e c e p t i v a de A r i s t ó t e l e s y t i v i e r o n l a media­

ción p o s t e r i o r de T e o f r a s t o y los primeros d i s c í p u l o s de aquél.

Las d i s t i n t a s d i v i s i o n e s de la comedia g r i e g a r e c o g i ­

das aquí tienen en común: a) el reco no ce r un p e ríodo

"nuevo" claramente diferenciado, del que M enandro es

el máximo representante; b) s i t u a r a A r is tó f a n e s y sus

contem por án eo s en u n a p r i m e r a o s e g u n d a e t a p a , de a c u e r d o

con l a s d i s t i n t a s conce pc ione s so bre el c a r á c t e r p e r s o n a l i z a

do (ovoyaaiu Mooyuióe u v ) de sus i n v e c t i v a s o l a t o s q u e d a d

de su co m icidad (aiaxpoAoyú) con r e s p e c to a s u s p r e d e ­

ces o res ; c) y, por último, o s c il a n en la consideración

de una comedia media, caracterizada por la invectiva

más e n c u b i e r t a , o p o r l a mezcla de c a r a c t e r í s t i c a s propias

de l a a n t i g u a y l a n u e v a .

El carácter vacilante de estas d i v i s i o n e s de la

comedia en dos o tres períodos, es el único que d a r a z ó n

de e s t a p l u r a l i d a d de o p i n io n e s . Por o t r a p a r t e , l a presurrn
49

ble tripartición de la comedia propuesta por Aristóteles

puede justificarse, si bien el s u rg im ie n t o de la comedia

"nueva" de Menandro obligó a un replanteamiento de e s ta

división ternaria en c u a n to a la naturaleza de c a d a u n a

de e l l a s .

En d e f i n i t i v a , l a c l a s i f i c a c i ó n de l a comedia g r i e g a
¿
en tres fases proce de a A r is tó teles, que se sirvió para

ello de c r i t e r i o s d i s t i n t o s , a u n q u e fun d a m e n ta lm e n te éticos .

P osteriorm en te s ig u ió e x is tie n d o f i d e l i d a d a su c l a s i f i c a c i ó n ,

aunque l im it á n d o s e a la comedia ática de la que p o s e ía ,

eviden temen te por r azones c r o n o ló g ic a s , una visión más

completa.

2.10.1.- Situada d e f in iti v a m e n te en la historia de

la literatura l a l l a m a d a "Comedia Media" e n t r e A rist ófanes

y Menandro, es p o s ib le distinguir en é s t a una etapa de

transición.

/c
Maidment , a p a r t i r de su r e f le x i ó n so bre l a p a u l a ­

t in a debilitación y r educción de la presencia del coro,

distingue una etapa de t r a n s i c i ó n e n t r e el año 404, fecha

que deduce de sus co ncl usio nes so bre los d a to s de P la t o n i o ,

y el año 400. De estos años sólo conocemos a l g u n o s fragm en

tos de A r is tó f a n e s , Teopompo y Platón, a quien en u n a s

ocas iones se le encuadra en la C.A. y en otras en la

C.M. Otr a evoluci ón, segú n Maidment, tuvo lugar e n tr e

el 400 y el 392 .
50

A mi j u i c i o , se t r a t a , s in em bargo, de u n a d e lim i ta

ción te m p o ra l d i fíc il m e n te justificable, por la escasez de

d ato s y la brevedad de la misma. De e s t a s tres fechas

sólo la última me parece sólida y digna de mención en

el d e s a r r o l l o de l a com ed ia . Es l a fech a de l a r e p r e s e n t a ­

ción de Las A sam bleístas, que hemos te nido la suerte de

conservar completa. C u a tr o año s más t a r d e (388) se r e p r e -

sentaba la segunda versión de Pluto . Ambas comedias

constituyen un punto de partida más o menos só lid o p a r a

v i s l u m b r a r los cambios fo rm ales y de con tenido de l a come­

d i a g r i e g a , y que podemos s i n t e t i z a r a s í :

1) Cambios en la organización del ar g u m e n to y en

l a fu nci ón s o c i a l .

a) co medias menos a t e n i e n s e s y más cosm op olitas;

b) c r e c i e n t e pr eo cu p ació n , po r el p ueblo llano y

la vida cotidiana, así como por la caracteriza­

ción de los p e r s o n a j e s ;

c) cambio de a c t i t u d a n t e los p r o b le m a s y su r e s o ­

l u c ió n ;

2) Retroceso de l a s á t i r a p e r s o n a l .

a) r e t r o c e s o i r r e v e r s i b l e del coro;

b) empob re cim iento y l im i ta c ió n de p a r t e s l í r i c a s ;


47
c) r e d u c c i ó n de lo "g rotesco "

48
2.10.2.- Webster ha distinguido dos grandes

p eríodos en la Comedia Media. El p r im e r o , desarrollado


51

e n t r e el 400 y el 370 , s e r í a p r o p ia m e n te l a e t a p a de transi_

ción i n i c i a d a con Las A s a m b le ís ta s y P luto de A r is tó f a n e s .

El segundo, entre el 370 y el 321, presenta en

p l e n i t u d t r e s tipos de comedia:

- la comedia de l a i d e a d o m in a n te ;

- la comedia de i n t r i g a y reconocimiento;

- la comedia m ito ló g ic a .

2.10.3.- D u r a n te los años de transición de la

A r c h a ía a la Mése se dan una serie de r a s g o s r ecesiv o s

y otros progresivamente d o m i n a n te s , cuya síntesis pued e

darnos una prim era idea de co n ju n to de los elementos,

e s t r u c t u r a y temas de l a Comedia Media.

RECESIVOS --------------------- PROGRESIVOS

- coro ----------------------------- + prosa

- parábasis ------------------- + monólogos y prólogo

- p a r t e s l í r i c a s ------------- + l e n g u a j e c o l o q u ia l

- b u r l a p e r s o n a l ----------- + a s p e c t o s emocionales

- e n f r e n t a m i e n t o polí tic o + r i d i c u l i z a c i ó n del mito


e intelectual ( + comedia mitológica)

- personajes alegóricos + p e r s o n a j e s de l a c a l l e y
tip o s

- t r a m a simple ------------- + intriga

- o b s c e n i d a d ----------------- + i n s i n u a c i ó n y en igm as

Este cuadro sólo es válido a modo de s í n t e s i s i n i -


cial. C a d a uno de es tos elementos tie n e n a su vez i m p l i c a ­

ciones con los dem ás , en el s en tid o de s e r c a u s a o co ns e­

cuencia o elemento de alguna manera condicionante de

los o t r o s . De c a d a uno de es tos puntos, así como de sus

m u tu as im p l ic a c io n e s nos ocuparemos en los siguientes

capítulos.
53

NOTAS DEL CAPITULO II

1.- De Atticorum Comoedia Bipartita, Bonn 1866.

2.- I. 16.3.

3.- X 1.65-72.

4.- Or. XVIII 6 .

5.- Quaest. Conv. VII 8.3 (712 A).

6 .- ¿ a u x o v XI 6 .

7.- Flor. III 16.

8 .- II 2 Kaibel.

9.- X 10 K.

1 0 .- IIV'66 s. K.

11. Leipzig 1880-1888.

12. RE s.v. "Komodie", cc. 1256 s. Antes de él lo habían


hecho ya Crusius (Philologus, XLVI/606), Kaibel Hermes,
XXIV, 53 ss.) y Legrand Daos.

13.- XI 482 c.

14.- Cf. Hor. S at. I 4.1 s.: Eupulis atque Cratinus Aristo-
phanesque poetae / atque alii, quorum comoedia prisca
uiuorum est.

15.- Euripides. Herakles, Darmstadt 1959 (reimp.)j I p. 135


n. 2 1 .
54

16.- O . c., l.c.

17.- Daos, p. 5 ss.

18.- Las ediciones de Meineke y Edmonds lo incluyen en la


C.A

19.- SIEC II (1922), pp. 134-143.

20.- En esto coincide Pfeiffer, History of Classical Scho-


larschip. From the Beginnings to the End of the Helle-
nistic Age, Oxford Univ. 1968, p. 242. Para las objecio
nes a esta conclusión, v i d . Korte. RE, XI c. 1256.

21.- EN IV 14, 1128 a, 22-25; Po. V 1449 b, 6 ss.

22.- Rostagni, SIEC (1922), p. 135 s.

23.- Arist. Po. 1448 a, 27.

24.- El escolio a Los Caballeros 538 (avu-xpa ¿loóeo' Kal

exepTie xou s áxpoaxás, ypacpajv ñóéa,


ácpuaxLCoov óe t p e <pai v , apuaxov
xaiciaHeucíCwv ) se muestra dependiente
de una diferenciación entre la C.A. y la C.M. tal como
Aristóteles la presenta. El pasaje, que pertenece a
la parábasis de la comedia aristofánica, es un juicio
sobre la obra de Crates.

25.- II 7-8 K.

26.- Postea autem omissa maledicendi libértate priuatorum


hominum uitam cum hilaritate imitabantur, admonentes
quid adpetendum qqidue cauendum esset (XIII 6 K.). Es
decir, en Aristóteles y los tratados sobre la comedia
posteriores elaborados a partir de él, se considera
a Crates un anticipados de la Mése.
55

27.- Rostagni, SIFC (1922), p. 139.

28.- Rostagni, SIFC (1922), p. 136.

29.- Ath. VI 261 d.

30.- A. Barigazzi, p. 218.

31.- Cic. Or. 75.121; D.H. D. 60 ss.; Quint. XII 58 ss.

32.- IX 4 K.

33.- VI 2.24-25 K.

34.- II 12 K.

35.- Cf. 3.1.

36.- IV 66 ss. K.

37.- XII 2.6. K.

38.- XIII 4-6 K.

39.- X 10 K.

40.- Einführung in die antike Dichtungsteorie, Darstad 1973,


pp. 63-70.

41.- Aristotle on Comedy, Univ. California 1984, pp. 242 ss.

42.- "Sulle trace della Poética di Teofrasto", Rendiconti


dell*Instituto Lombardo, Classe di Lettere, Scienze
morali e storiche, 94 (1960) 599-672; pp. 621 y 631.

43.- 1) La doctrina es paripatética; 2) Atistóteles nopodía


haber tomado la C.N. en cuenta; 3) ladefinición de
Teofrasto de la comedia depende de la C.N. ; 4) se dice
que él enseñó a Menandro; 5) gustaba de las tripartí-
56

ciones ; 6) esta tripartición está conectada con el


concepto de TuXaaya en algunas versiones (Prol. V
25 Koster) y en correspondencia con el probable interés
Teofrasteo por la verosimilitud (Prol. V 25) (así como
-añade Janko- con la noción de¿<peXya •

44.- Según Janko, los puntos 1) y 5)son aplicables tanto


a Aristótelos como a .sus seguidores, y 2) es una petitio
principii en el sentido de que Aristóteles no conocía
la tripartición de la comedia, que es lo que precisamen
te se trata de demostrar.

45.- CQ (1935), 1-24.

46.- Cf. A. De Cristoforo, Su la duplice redazione del Pluto


di A r., Nápoles 1953.

47.- Maidment, CQ (1935), p. 45, etc.; Arnott, G&R (1972),


pp. 67 s. ; Schimid-Stáhlin, I 4, p. 441.Cf. Webster,
Studies, pp. 10 ss.; R. G. Ussher, Aristophanes. Eccle-
ziazusae, Oxford 1973, pp. XXVII s.; A. López Eire,
Aristófanes. Las Asambleístas, Barcelona 1977, pp.
15-78

48.- Webster, Studies, passim.


57

III.- CARACTERISTICAS DE LA COMEDIA MEDIA.

3 . 1 * - El c o r o . -

3.1.1*- Platonio, a u t o r de fec ha in c i e r ta ^ - c a r a c t e r i ­

za a la Mése por la ausencia de coregos, parábasis y

c a n c io n e s corales (como en AÚXoaúuv de A r i s t ó f a n e s ) ,

así como p o r :1 el t r a v e s t i m i e n t o mitológico y l a s co nsecuen­

cias de las limitaciones de la libertad de palabra o la

n e c e s i d a d de r e d u c c i ó n de g a s t o s t r a s l a g u e r r a del Pelopo-

neso. Une, pues, Platonio, elementos formales a sus p o s i ­

bles c a u s a s s o c io l ó g i c a s .

Horacio h a c e d e p e n d e r l a t r a n s f o r m a c i ó n de l a come­

dia de causas de o r ig e n extraliterario. Una ley, s eg ún

la Ars Poética, había r e s t r i n g i d o l a l i b e r t a d de e x p r e s i ó n

de l coro y és to s u p u s o el f i n a l de l a C. A.

s u c c e s s i t u e t u s h is comoedia, non sine multa

laute; sed in u itiu m l i b e r t a s e x c i d i t et uim

d ig n a m lege r e g i ; le x es t a c e p t a c h o r u s q u e
>
t u r p i t e r o b t i c u i t s u b la t o i u r e n o cen d i.

(281 s s . )

Por o t r a p a r t e , los testimonios a r q u e o l ó g i c o s c o n f i r ­

man la existencia de coros cuyas ejecu cion es tenían que

ver con el asunto de la obra para la C.M. Dos r e l ie v e s

de mármol encontrados en el Agora ateniense, f e c h a b le


58

en el tercer cuarto del siglo IV a. C., representando coros

cómicos. El primero de ellos representa la párodo del coro


2
y junto a este hay dos figuras, probablemente actores ,
3
mientras en el segundo el coro está dividido en dos filas .

3.1.2.- M uchos títulos conservados de las comedias

del siglo IV nos permiten suponer ya la existencia de

coro en aquéllas, cualquiera que fuera su participación

en la acción dramática. Se trata de títulos en plural refe­

ridos a grupos, masculinos o femeninos, en muchas ocasio­

nes étnicos c omo A lyútítuol, ’A t i o ó t i u o l , SeaitpoiTOL,

Q ettcxXo u , QriBoiuoL., Kauvbou, Kopbv$uo y , Anyvbab,

Mapa^tóvLO l , Aoxpbóes» Aoxpob, MbAdabOb (-ai ),

Muaou, ExúSay, Tapavxbvob • Otros títulos

tienen que ver con la presencia de los coros representando

a grupos sociales y artesanales "Ay po b x o b , Zuiypácpo b , r eajyps

<poLJALonrAeoi>aaL,’' E p L $ O L , e e a n p ü ) T O L , ,lTtitets,Ka\adncpopoL,

KuvnyETOii , A.oyna 6 n<popou , Ma'yebpob, M a v r e b s » NaúxAnpob,


'OpvlSoxóuou, n o u i i T O t , ^TEipavoitaiXtSes, TCtSctu. Otros nos

recuerdan coros de tragedia o drama satírico, o simplemen­

te relacionados con el mito, como ’A ya ves , Báxxa^» An -

yoaáxupOL, Moüaab, NnpeúÓns* Núyqmb, IlpobibóeS, Xáp-

utes. ’E n a T o X a ú , Mñves, Jlapobybab, IldAebs, T ftpat .

A p a recen personificados

En fin, otras comedias del

siglo IV p ueden h aber sido intituladas de acuerdo con

su coro y denuncian un argumento de intriga, con frecuen­

cia moralizante, como veremos m á s adelante: ’Avaaoi^oy evo u ,


59

" A o t u t o i , wAaa3TOL, ALOVuaLctCouaau, Ap a í t e t a u ^ ’ EyHXeod


p e v a u , Eú a e Be E s , "Eqj nSot , Kép xuine s ,Ku g c u t o £ , Kuipaa t a J ,
MvnaTf i pes , ' E Xé v n s Mv n a x ñ p e s , Mo u xo C , Nea v Ca x o l , lia t p l
óüxau, nXouauou, npoyovou, Euvaio^vijaxovxeg, Eu p a x o u ,
' Ycp * ' E a u x u v nXavüj pe vou, í u X a p y u p o o , ' KeuóoXijaxaL ^#

En el uso de coros que dan título a la comedia

correspondiente, l a C.M. es h e r e d e r a de l a C. A. En efecto,

en l a A r c h a í a se p r e f i e r e n los t í t u l o s en p l u r a l ^ , de mane­

ra que hay una tendencia a intitular las comedias de

acuerdo con el cor o. Pero Wilamowitz ha a f ir m a d o que

el plural de los títulos equivale con frecuencia a una

derivación, de m a n e r a q u e , ’ Oó’j a c r ñ s , ’ Ap x u Xo x o l , KXeoBo


uXuvaL, ' H ctloóol significan respectivamente comedia

de Odiseo, A r quí lo co, Cleobulina, Hesíodo . Los fra gm en tos

no nos p e r m it e n siem pre una fácil decisió n en uno u otro

s e n ti d o en cada caso, pero de los ocho t í t u l o s en p l u r a l

de las once comedias de A r istó fanes es p o s ib le extraer

las siguientes c o n c l u s io n e s : a) los t í t u l o s se c o r r e s p o n d e n

c i e r t a m e n t e con los coros de l a s comedias; b) en o c a s io n e s ,

apenas nos p e r m it e n , s in em bargo, adivinar de e l l a s más

que contornos muy generales del tratam iento, como en el

c aso de Los Acarnienses, Los C aballeros, Las N ubes ,

Las Avispas; a veces, incluso, el título pued e resultar

engañoso, como sucede con Las R a n a s , donde el coro a p a r e -


7
ce sólo en un corto ep iso d io , lo que dá p r u e b a de su

inconsistencia.

En la comedia del s ig lo IV el número de tí t u l o s


60

en plural con p o s ib l e referencia al coro d ism in u y e con

re s p e c to a l a C.A. De un a u t o r como Eubulo, c u y a p r o d u c -


' 8
ción se s i t ú a e n t r e c. 380 y c. 335 » se conocen doce t í t u ­

los e n . p l u r a l de un t o t a l de 55- Pues b i e n , e s t a d ism in u c ió n

del número de títulos en p l u r a l en l a p r i m e r a m it ad del


Q
s ig l o IV es significativa, s eg ú n Webster , de l a p é r d i d a

de i m p o r t a n c i a del coro en f a v o r de los a c t o r e s .

3 . 1 . 3 * - E p í c r a t e s r e p r e s e n t ó un Xo'pos > cuyo único

f ra gm en to conservado^ no nos perm ite d e d u c i r n a d a s ob re

el ar g u m en to de una comedia q ue, como l a nouncr us de

Alexis, b ie n p o d r í a c o n t e n e r u n a re fle x ió n so bre es te elemen

to, e n tr e o t r o s , de l a comedia de l a é p o c a ^ .

3.1.4.- En Las A s a m b le ís t a s y Pluto de A r istó f an es

se advierte u n a r e d u c c i ó n muy n o ta b le de l a p a r t i c i p a c i ó n

de l coro en l a co m edia. El d eclive del mismo es c o n s ecu en ­

cia, entre otras cosas, del i n te n to por h a c e r más e f icaces

los elementos d r a m á t i c o s , en el sen ti d o de h a c e r a v a n z a r


, 12
la acción . A e s te r e s p e c to , c u a n d o el con flicto cómico

no a l c a n z a u n a s olu ción en l a p r im e r a p a r t e de l a comedia

(como suce de en Los A c a r n i e n s e s , Las A v i s p a s , o Las P a z ),

sino que se extiende a to da ella, la parábasis pierde

una de sus principales f u n cio n es. De ahí su ausencia

en l a s dos ú l t i m a s comedias de A r istó f a n e s que conservamos

com pletas^.

En Las A s a m b le ís t a s todavía subsiste una párodo,


61

única en su forma: la p r im e r a c a n c ió n del coro (285 s s . )

se c a n t a a l s a l i r de l a o r q u e s t r a , donde h a b í a p er m an ecid o

desde el pró logo, y es a su regreso cuando se realiza

u n a can ció n de e n t r a d a (473 s s . ) ^ .

En los ver so s 729 y 876 los m a n u s c r i to s d a n a n o t a d o

Xopoü . En el p r im e r caso esperaríamos la p á r o d o 15

En l a C.N. h a y u n a t e n d e n c i a a h a c e r c o i n c i d i r , en a u s e n -
16
cia de la párodo, con un entreacto el vacío de escena

entre la salida y la re-entrada de algún personaje: ya

el papiro más antiguo de Menandro, del siglo III a. C.

que transmite las partes i m p o r t a n te s de Euxucóvuos »

m u e s tr a al final de los actos III y IV (149, 311) sendas

no ta cio nes xopou para indicar la aparición del coro.

De manera que t r a s el verso 876 tam bién se daba una

ejecución c o r a l , de l a misma m a n e r a que el coro de L i s í s -

trata (1189- 1215) coincide con el e s p a c io extraescénico del

b a n q u e t e 17

Sólo un
50 v e r s o s t o t a l de
son p r o n u n c i a d o s por
18
el coro o su jefe en el Pluto . T r a s los v e r s o s 321, 626,

770 y 958 a p a r e c e no tad o Xopoü 0 xoviuoí t l ov x o p o ü ,

y antes del 321 se a n u n c i a e x p r e s a m e n te u n a in t e r v e n c i ó n

de és te . En 958/9 no parece existir necesidad, ni por

la estructura ni por el l a p s o de tiempo, de u n a eje cu ción

coral^.

Al c o n t r a r i o de lo que sucede con el resto de l a s


62

comedias de A r i s t ó f a n e s , do nde el coro se e n f r e n t a a l héroe

cómico, al menos en la prim era parte, o se divide en

dos m itad es antagónicas, los coros de su s dos ú lt i m a s

comedias co nocidas en su integridad, Las A s am b le ís ta s

y Pluto, apoyan respectivamente a Praxágora y Crémilo.


20
P a r a C.W. D ear den , es te d a t o con firm a a ú n más el c r e c i e n

te d e s p la z a m ie n t o del é n f a s i s del coro a l a c t o r en l a p r im e ­

r a m itad del s ig lo IV.

3.1.5.- La n o ta c ió n Xopoü aparece por primera

vez en nuestro manuscritos de Las Hubes 888. Puede que

A r istófanes intentara escribir una oda anapéstica para

es te lugar, durante c u y a ejec uci ón los a c t o r e s que h a b í a n

r e p r e s e n t a d o los p a p e l e s de Sóc ra tes y E s t r p s í a d e s se d i s f r a


21
zarían de Aoyol . Pero si l a ponemos en r e l a c i ó n con

l a s e g u n d a r e p r e s e n t a c i ó n de e s t a comedia o sus r e e d ic io n e s

p o s t e r i o r e s , e s t a n o ta c ió n i n d i c a r í a y a sea que u n a c a n c ió n

ideada por el poeta no se ha e j e c u ta d o en la segunda


22
redacción , o que é s t a se h a de s estim ado en a l g u n a r e e d i -
23
ción de l a comedia d e s t i n a d a a l a l e c t u r a

Con r e s p e c t o a Las A s a m b le ís t a s y Pluto l a n otación

parece indicar -como hemos visto- la existencia de un

e s p a c i o en el que se d e j a b a a l coro i m p r o v i s a r u n a c a n c i ó n
2/
o simplemente un b a i l e , a l a m a n e r a de los éuBo' Auya

A p r o pósito de és tos interludios cantados, A ris tóteles nos

in fo r m a, con respecto a la tragedia, que estaban tan

d e s v in c u la d o s de la obra que podrían pertenecer a cual­


63

quier título, y que su práctica, p o s te r i o r a Sófocles y


25
E u r í p i d e s , se i n i c i ó con Agatón

Este uso de la n o ta c ió n x o pou está atestiguado


26
en ’ Eu LTp e i t o v x e s de Menandro , donde l a d i v i s i ó n

en yépn co in c id e con interludios corales, en alguna

ocas ió n señalados m e d ia n te aquella s o la indicación. Los

entreactos son r e c o n o c i b le s por el v a c ío de actores en

la e s cena coincidiendo, a u n q u e no siem pr e, con l a i n d i c a -


27
ción XopoO . En es te s en tid o es i m p o r t a n t e l a n o t i c i a

de Vitru bio: G r aeci queque po e ta e comici i n t e r p o n e n te s

e choro c a n t ic u m diuiserunt spatia fabularum. Ita partes

cybica ratione facientes i n t e r c a p e d i n i b u s l e u a n t auctorum


0*7Vk
pronuntiationis (De A r c h . V p r a e f . 4) . P a r a H.W. P r e s -

c ott, en reacción contra la tendencia a derivar de la

tra g ed ia las i n n o v a c i o n e s formales y de temas de l a come-


28
dia , los interludios corales satisfacen, por una parte,

l a n e c e s i d a d económica de t r a b a j a r con un número lim it a d o

de ac tores y la consideración artística, por o t r a , de u n a

solución p l a u s i b l e de lapso de tiempo, a la vez que u n a

nueva fase de la ac ción dram ática c o m en zar ía d es p u és


29
de c a d a i n t e r l u d i o

30
3 .1 .6 .- Korte y Wilamowitz han le ído ta m bién

xopou en el f ra g m e n t o del P a p i t o Be rlinés 11771 (Adesp:.


31
239 Austin) . Este f rag m en to c o n s t i t u y e un v a l i o s o testimo­

nio de la transformación gradual del coro, operada en

el sig lo IV, hasta su r e d u c c ió n a la mera ejecución de


64

éuBoXuua

32
Ha sido- a s i g n a d o a Alexis p o r Korte y Wilamowitz ,

a u n q u e su a u t o r í a no p a r e c e s e g u r a 33

La n o ta c i ó n xopoü en este p a p i r o p a r e c e i n d i c a r

lo mismo que en las últimas comedias de Aristófanes, y

en este s e n ti d o es una prueba de que l a transform ación

del coro en l a comedia fue u n a p r u e b a de que l a t r a n s f o r ­

mación del coro en la comedia fue un pr oce so gradual,

en c o n t r a s t e con l a s o p in io n e s de los a n t i g u o s , que p e n s a ­

ban que tal transform ación se había dado súbitamente


34
como r e s u l t a d o de c a u s a s e x t e r n a s

35
3 .1 .7 .- G.-M. S i f a k i s sugiere que los f ra g m e n to s

3 y 8 de Eub ulo y el 237 de Alexis son apelaciones al

coro p a r a que e je c u te su p r im e r i n t e r l u d i o .

En el fragmento 3 del ’ Ayxu Xlwv de Eubulo ,

u n a m ujeres son i n s t a d a s a b a i l a r d u r a n t e to d a l a noche.

zZzv y u v a ü x e s ’ v uv onais xriv v u x § ’ o A n v

¿v xíj óexáxfl toü TtauÓLOU x 0 P Gup e T £ '

diíao) óe vuxnTiípoov xpeos xauvuas


37
xa^L viñXa itevxE xa"l cpuXnyax’ ¿vvea.

También en el fra g m e n to 8 de Eubulo p e r t e n e c i e n t e

a l a comedia ’ AyaXds Ca , h a y u n a r e f e r e n c i a a l jue go


65

OQ OQ
á a x o Xuacry os * <lue según S if akis , se jugaba en

l a s D io n is ia s R u r a l e s .

t «al Tipos y e t o ú t o u s cxaKov e l s péaov (yeyav)

x a x c i ^ é v Te s EuaaXXEa^E x a i 7<aYXa í eTe

¿ ti l . t o l s ma xa p p e o ua i. v áno Ke Xe ú a y a x o s .

1 ( y£yc t v> a d d . Edm.

Los dos f ra g m e n to s de Eubulo, en t rí m e t r o s yámbicos,

c o n t ie n e n i m p l íc i ta m e n te u n a competición.

En el f ra g m e n to 237 de Alexis, perteneciente a

l a comedia TpocpúvLos f alguien ordena a l coro d e s n u ­

darse p ara b a i l a r d u r a n t e to d a l a noche (como en el f r a g ­

mento 3 de Eubulo), de m a n e r a que no se p a r e z c a n a los

relajados beo cios. S u g ie r e , pues, una escena de danza

seme ja nte a la que se dá en Las A vispas, Lisístrata o

Las m ujere s en las T e s m o f o ri a s , ajena al desarrollo de

la trama.

v\3v 6 ’ lva mt ] TtavTEXSüg Bolwxlol

t p a l v n a § ’ E Í v a u x o u g S u a a ú p E L V ú y a g e l S l o u e v o l s ,

ios a x L v r iT O L cppcaL m ü l B o a v x a l t i o v e u v y o 'v o v

na\ ó e u u v e Í v ETTLaxa'yevo u Ó ua x e 'X o u s x n v v u 'x & ’

Y u y v o ü d * a ú x o u g § a x x o v a x a v x s s . / o X r i v ,
66

Se t r a t a de v e r s o s e u p o l íd e o s , ritmo que toma nom­

bre del poeta de la Archaía y es usado por A r is tó fanes

en l a p a r á b i s i s de Las Nubes (518-562). A p e s a r del metro

lírico usado, no es el coro el que habla, sino alguien

que com parte con él los eu p o lí d e o s , de l a misma manera

como C a r ió n co m par te con el coro el final de la párodos

del P l u t o 41 .

Estos t r e s f ra g m e n t o s pues p e r t e n e c e r í a n a l comienzo

de l a comedia y v e n d r í a n a s er l a i n t r o d u c c i ó n a l a e je c u ­

ción de l p r im e r interludio, de manera que t e s t im o n i a n

la presencia del coro en l a , d e d i c a d o a l a e je c u ­

ción de bailes y c a n c io n e s ajenas al desarrollo de la


L2
acción dram ática . El f rag m en to 91 de A n tífa n e s es un

testimonio p o s ib le del c a n t o .del coro en los interludios,

por el ritmo a n a p é s t i c o y su p a r a l e l i s m o con los v v . 10 s s .


/o
del ’ Er coTpénovTes de Menandro

TI 0 § e V OÚHTÍTÍJÜP ñ TU S ’ I (ü V ü) V

Tpucpepayi t exovwv á $ p o s r|ÓUTca§riS

ó x Xo s (3p y n t a u .

3.1 .8 .- Parece claro que en el s ig lo IV el coro

atravesaba por un p e r ío d o de decadencia que culm inará

con l a estandarización de un g r u p o de jó v e n e s b o r r a c h o s ,

tal como invariablem ente aparecía en las comedias de la

Néa44. Se trata p ues de un r e to r n o a la fu nció n que le


67

e r a p r o p i a en s us o r í g e n e s . De es te e s t a d io de l a evoluci ón

en l a fu nci ón d r a m á t i c a del coro d a n testimonio los f ra g m e n

tos 107 de Alexis y 4 de Mnesímaco.

re
A la comedia Koopus de Alexis p e r t e n e c e el

s i g u i e n t e f ra g m e n to :

xal yap ¿i t’u x t o y o v ^áv^pc óuc j úv ó p S3

nAñdos Tipoauov ¿s tóóv xaASv te ná ya dc l i v

ev § á 6 e auvo'vTwv. pn y Év o u x o pop pov^

vúxidip ciTiavxTÍcrau xaAS s Tr s Ti pa y da Lv

5 u p uv ti e pu xov 3ct AALapdv* o ú yap av itoxe

§ o ú p d x t o v ctTievEyxaLpo pri epuaas Trxspa. (fr. 107)

1 Edm. (xnv upos^.

Se ha co m p a r a d o e s te f ra gm en to con los 71 s s. de la

nepLxeupopEvn de Menandro, que se c o r r e s p o n d e n con el

final del prim er acto, como prueba de la re d u c c ió n de l

coro a la e je c u c ió n de épBo' Aupa y a en este e s t a d i o


fC
de l a ev oluci ón del g é n e r o

ti a u ó e s * p e O ú o v x a p e u p a M u a T tpocrE p xexaL

TtapTtoAA . E nauvu ) 5 u a cp o p co s MEMxripevriv

epaa) x p d s n P a s e ¿ a ct y e l x n v p e u p a x a .

x o u x e a x i , pnx nP. ó xp o (p u p os C n T r i x e o s *

n x e u v y a p a u x o v x n v x a x d a x n -^ é v $ á 6 e

s u n a u p o v e £ v a u cpci l>v e § } oos s p o t, ó o x e u .


68

Un paralelo más claro son los ver so s del final del acto

I del AúaxoAos :

xccl yap Tt poaoóvxas x o u a ó e I l a v La x a s x u v a s

eúg xov xoicov óe\ 3p’ ú ito 3 e 6 P £ YP u g ópS,

oís un ’ v o x A e l v e u x a u p o v e í v a u you óoxe u (230 s s )

Sin duda el f ra gm ento de Alexis parece demostrar esta

ev oluci ón del coro a l tipo de xSyios > o grupo estereoti­

p a d o de j u e r g u i s t a s b o r r a c h o s .

En los v e r s o s 9-12 y 17-19 del f ra gm en to U de Mnesí_

maco, de la comedia ’ Ixxo' xpocpos , el amo o r d e n a a

su esclavo marchar a la plaza del mercado a anunciar

a los j óvenes que la fiesta está preparada y pedirles

que acudan s in r e t r a s o . Los jó v en es , con e s p í r i t u .'.fe sti­

vo» aparecen s ig u i e n d o a l e s c la v o como el coro de una


/7
comedia . E u b ú l i d e s r e p r e s e n t ó u n a comedia titulada pre­

c is a m e n te Kwyaaxaú , de l a que sólo nos es conocido


/Q
un f ra g m e n to poco s i g n i f i c a t i v o

3 . 1 . 9«- Si aceptamos la noticia de la


Suda que
/g
in c l u y e a Heníoco entre los p o e ta s de l a Mése , r e s u l t a

i n t e r e s a n t e p a r a no sostro s el frag m ento 5 de a q u é l .

... ¿ycü 6 ’ óvoyaaxl yev xad ’ ¿xaaxriv aúxúxa

Xe £ ü ) , auvctxaaau 6 ’ goxoolv slclv ai xoAets,

ai vüv ávorixauvouaL ioáuv rí6 n x p o v o v .

x á x ’ ótv xlo úitoxpoúaeuv o xl iox ’ évSdóe


69

vt3v eúaú, x v e p o ux o nap ’ éyoO xeúaexau.

Al parecer, las ciudades aparecían personificadas

en esta comedia y constituían el coro de la misma, tal

como ya sucedía en la C.A. A r istófanes representó una

comedia i n t i t u l a d a Nñaou , y de Eúpolis son II o'Ae o s

y Añyou . El coro de l a s e g u n d a de l a s comedias c i t a d a s

de Eúpolis estaba formado por representantes de varios

demos a t e n i e n s e s . En IIo Xcls ^ el p o e ta se s ir v e de

una p arad a coral p a ra i n t r o d u c i r a c a d a uno de los miem­

bros del cor o. Por el contrario, en el fragm ento citado

de Heníoco l a s ciudades son p r e s e n t a d a s po r el e n c a r g a d o

del p r ó lo g o . Este hecho pued e considerarse una dificultad

p a r a i n f e r i r de este f rag m en to e x c lu s iv a m e n te l a e x i s t e n c i a

de un coro s e m e j a n t e ^ .

El coro de ’O p e a x a u x o x A e d ó n s de Timocles pudo


estar c o n s t i t u i d o por coreutas que r e p r e s e n t a b a n a un

g r u p o de h e t e r a s c o n t e m p o r á n e a s . En el f ra gm ento 25 leemos

los nombres de once h e t e r a s fam os as en a q u e l l a époc a.

Tiepu 5 e - x ó v • itavddALOv

euóouCTL y p a e s , N c í v v l o v , nXdyYcov, Au x a ,

Fv c t ^ a u v a , ípúvri, H u d u o v L x r i , Mu p p u v r i ,

Xp u a l s j KoyaAAus , 'iepdxAeLa, AoiaÓLOv .

52
Meineke sugirió que, de igual manera que Orestes es
70

a to rm e n ta d o por la s F u ria s a causa de su p arricid io ,


53
en e s ta com edia A utoclid es lo sería p o r c o r te s a n a s . Esto

parece co n firm ad o por los v erso s 46-9 de Las Eum énides

de E s q u ilo , donde el p a r a le lis m o es c la r o .

xpocr^ev óe. x á v ó p o s xoOóe dauyacr Tos Ao'xos

e u ó e u y u v au x G3v ¿ v ^ p o v o i a i v nuevos*

outou yuvauHCtSj á AAa T o p y d v a s Ae y oo,

ouó oute ropyeuouauv eoxaau xuxoug.

Todo p a r e c e i n d i c a r , pues, que el g r u p o de h e te r a s c o n s ti­

t u í a el coro de la com edia, y si ello es a s í nos e n c o n t r a ­

mos a n te u n a r e d u c c ió n s i g n i f i c a t i v a d el número de c o re u -

tas, de los v e i n t i c u a t r o de la C.A. a once, y, por tan to ,

a n te l a c u e s tió n de la xopnyda en el sig lo IV.

Una n o t i c i a de l a P o lític a de A ristó te le s nos p erm ite

i n f e r i r que el núm ero de c o re u ta s de un coro cómico tr á g ic o

c o in c id ía n : üjcntep ye x a l x ° P o v oxe iiev xaiy lkov óxe óe

xpayuxov exepov eívau cpayev, xwv aúxóóv xoAAaxus av§

Püjxcúv dvxaiv (1 276b 4 - 6 )

La r e o r g a n i z a c ió n de la x°Pnyda tuvo lu g ar

en el 406, y la auyxopnyda d e s a p a r e c í a en to rn o a l

394-3 55 . Con e ste hecho e s ta ría n en conexión a) el p a so

de 3 a 5 d el núm ero de p o etas cómicos que p a rtic ip a b a n


56
en los f e s t i v a l e s , b) la a p a r i c ió n de la n o ta x ° P ° ú en

s u s t i t u c i ó n de l a s p a r t e s l í r i c o - c o r a l e s en Las A sam b le ístas

y P lu to .
71

La n u e v a r e o r g a n i z a c ió n de l a x°PnY^o tu v o

lu g ar pues a comiezos del s ig lo IV, y hay que p o n e r la

en re la c ió n con la re d u c c ió n de las fu n cio n es d el coro

y de su d e s p la z a m ie n to d el c e n tro , lo que supuso una


57
r e d u c c ió n de co stes . Que el número de 24 c o r e u t a s , ta l

como a p a r e c e en la C. A. , se r e d u j e r a con la d e s a p a r i c i ó n

de l a s p a r t e s l í r i c a s de l a com edia p a r e c e b a s t a n t e lóg ico .

El l a p r im e r a m ita d del s ig lo IV el coro se r e d u jo a un

máximo de q u in c e m iem bros, como r e s u l ta d o p ro b a b le m e n te

de la r e o r g a n iz a c ió n de l a x°Pny¿a y de la a l t e r a c i ó n

d el número de obras p ro d u cid as, cam bios estos fe c h a b le s


58
a comienzos del s ig lo . Que e s ta red u cció n p ro g resiv a

d el número de c o r e u ta s no se d e tu v i e r a no es im p ro b a b le ,

y ésto p e rm itiría la e x is t e n c ia de un coro de once en

u n a comedia como el ’Opear auToxAeuóns de Timocles^^.

3 .1 .1 0 .- Si aceptam os lo h a sta aquí e x p u e s to a

p ro p ó sito del fra g m e n to 25 de T im o c le s ^ , h a b r í a que d e d u ­

cir que el p a s a j e que nos o cu p a es un testim on io no sólo

de l a p r e s e n c i a d el coro, a n te el c u a l b r o m e a ría el p e r s o n a

je que r e c i t a e s t a s l í n e a s , sin o tam b ién de su p a r t ic i p a c i ó n

en el d iá lo g o .

Que el coro en el s ig lo IV no se lim itab a a la

ejecución de c a n c io n e s y b ailes en los i n te r l u d io s parece

tam b ién d e m o s tra rlo A d esp . 239 A ustin (Pa p . B erl. 11771),

si in te rp r e ta m o s que los oí vópes que a p a r e c e n en los

v v . 18 y 26 se r e f ie r e n a l coro y que el que dice arcaviss


72

n y e Ls y’ oí , xct povxcs ••• es c o ri f e o * P °r el c o n tr a

r io , G. Z u ntz, q u ie n sobre la h ip ó te s is de a s ig n a r este

frag m en to a Alexis comenta que s a tis h aec in g e n io s a , at

non exem pta d u b itatio n e, s u g ir ió la e x i s te n c ia aquí de

un coro s e c u n d a rio del tip o de los a d u o c a ti d el P oenulus

de P l a u t o ^ . En l a C.N. el v o c a tiv o avópes ■ se re fie r e

re g u la rm e n te al p ú b lic o , pero p rá c tic a m e n te en to d a s las

o casio n es en monólogos o e q u iv a le n te s a m o n ó lo g o s ^ .

Execpavo xcóX uó e s de Eubulo re c ib iría el títu lo

del coro de la com edia. Los frag m ento s 104 y 105 b ien

p o d r ía n h a b e r sido e je c u ta d o s por el coro. El ritm o d a c t i l i ­

co de ambos frag m en to s es típ ic a m e n te co ral. También

lo es la a lu s ió n a uno de los c o r e u ta s , la h etera, en

c o n s o n a n c ia con la mención por p arte del coro de a lg u n o

de sus miembros frecu en tem en te en la p á r o d o r de l a s come­

d ia s a r i s t o f á n i c a s ^ .

Aú y ú ó u o v , ai) 6 e xo'vóe tppovTÍcreus

axecpavov t i oXut i ol kl Xov ávdewv

ypuxo'xaxov, x^P^EPTa^ov, & ZeO*

t x u s yap a ú x o v e x ° ua a cpuXncreL,;t ( f r . 105)

En el frag m en to 105 A (99 HUNT.) a l g u i e n se d ir ig e

a las vendedoras de f i a r e s para co m p rar g u irn a ld a s, lo

que confirm a u n a p a r t i c ip a c i ó n a c t i v a d el coro en l a acción

de l a com edia.
73

A. a xecpavous o a 10s BoúXecrde* i r o i e p ’ ¿pt xuXXl uous

n p u p x ó v o u s ñ t £3v t óur i v$r i yévü) v;

B. t ó5v yupTuvajv BouXo'yeda xouxoüv<o>* au (<5 e )

rd ( y ’) oí XXa navxa nXr i v tSüv yupxóvüiv.

E s q u in e s , en el d is c u r s o C o ntra T im arco , fech ad o

en el 345, nos p ro p o rc io n a l a n o tic ia de que el a c to r Parme^

nonte d i r i g i ó a l coro un v e rso a n a p é s tic o en el que v e r t í a

grandes in f a m ia s ^ .

3 .1 .1 1 .- Los frag m ento s cuya m é tric a de p asajes

c o r a le s en la A rc h a ía nos p erm iten r a s t r e a r la p a r t i c i p a ­

ción d e l coro de la Mése en la acció n d r a m á t ic a .

Así, el frag m en to 12 de A n a x ila s es a trib u id o a

l a com edia Kl p x ri y es p a r o d i a de O disea X 432 s . :

x o u s ye v op e o <o> v o y o u s ú y 63v itoLTiaeu óeXcpaxas t úXuScí xous

x o u s 6e Tictv^ripas, aXXous á y p d a x a s Xú x o. u s 5

Xe o v xa s .

Edm. x o u s yev ó p e v o y o u s ( o v o u s) ú y 23v x o o n a e o / ñ óeX-

cpaxas ú Xo Ba x a g , / x o u s óe u o í v ^ n p a s , aXXous ( ó ’)

á y p a j a x a s ’Xúxous / ( n ) Xeovxas.

La m é tric a del frag m en to , d á c tilo s seg u id o s de un te tr á m e -

tro c ré tic o p u r o , es c o r a l , si lo comparam os con l a C. A.


65 .
74

El p a s a j e h a sido co m p arad o , s in em b arg o, con el fra g m e n ­

to 174 de A n tífa n e s , que es un modelo de n a r r a t i v a sim po-

s i a l 66 , como ta m b ié n lo es el frag m en to 112 de E u b u lo ,

en te trá m e tr o s c ré tic o -p e ó n ic o s e s tíq u ic o s , y el 139 del

mismo E u bu lo , ta m b ié n con a lte rn a n c ia de v e rso s la r g o s

y c o rto s, de m a n e ra que b ie n p o d r ía t r a t a r s e de u n a e je c u ­

ción m o n ó d ic a ^ .

el frag m en to 13 de A n a x ila s , de u n a com edia tam ­

b ié n in titu la d a Kiípxri , parece ig u a lm e n te coral por

el uso del metro eólico:

óeuvov uev yap £x0v ’ úog

puyxos, u> <p l A e K l v n cr £ a .

Por los versos eu polídeos p a r e c e p e r te n e c e r tam b ién


68
a l coro el frag m en to 206 de Alexis :

o ú x ^ TEv UETpbOJV ( (j v ) á A A a t w v 3 ot @ cc l. B a B a u .

Si el fra g m e n to c o n s e rv a d o de C a r ic lid e s es, como


69
s u g ie r e Edmonds , una can ció n p o p u la r in tro d u cid a en

u n a com edia, no es n e c e s a rio a t r i b u i r a l coro su e je c u c ió n .

El frag m ento 2 de A ntídoto, a pesar de su ritm o líric o ,


70
p ued e haber sido p ro n u n c ia d o por un p arásito p e d a n te

No hay ra z o n e s s u fic ie n te s p a ra a s ig n a r los frag m en to s

18 A (5 K) y 19 de-Efipo a l coro; el p a s a j e , en ritm o e s p o n -

d a ic o , que d e s c r ib e l a p r e p a r a c ió n de un p l a t o , con c l a r a
75

alu sió n a l a p o l ít i c a e x te r io r a te n ie n s e , pudo s e r r e c ita d o

por a lg ú n p erso n aje, q u iz á H eracles 71 . P u ed en p e r te n e c e r

a un c o c in e ro los v e rso s p aratrág ico s del frag m en to ¿

de A xiónico, lo que p o r su con ten id o p a re c e lo más a d e c u a -


72
do ; en todo c a s o , parece p r o b a b le que el frag m en to del

$LXoeupLTíu6riS c o n s ti tu y e r a l a p a r o d i a de u n a monodia

de E u r í p i d e s ^ .

3 . 1 . 1 2 . - C onclusiones so b re el coro en la C. M. :

1. Las n o tic ia s a ltig u a s son co n trad icto rias e n tr e

s í: a) P la to n io a firm a que la C.M. se c a r a c t e r i z a b a por


7/
la a u s e n c ia de corego s, p ará b a sis u c a n c io n e s c o r a le s ;

b) según la P o ética aristo télica el número de miembros

de un coro cómico era ig u al al de un coro t r á g ic o 75 ;

c) e r a p r á c t i c a h a b i t u a l que el a c to r se d i r i g i e r a a l coro,
76
s eg ú n el te stim o n io de uno de los d is c u r s o s de E sq u in es ;

d) A r is tó te le s , así como nu m erosas in s c r ip c io n e s , c o n trad i­

cen la s n o ticias de los g ra m á tic o s sobre la d e s a p a r ic i ó n

de coregos 77 , se g ú n a q u é l el coro, a l menos el coro trá g ic o ,

debe ser c o n s id e ra d o como uno de los a c to r e s , y ex istían

ta m b ié n , a l menos en t r a g e d i a , éyBdXbya o ejecu cio n es

c o r a le s de c a n c ió n y /o b a i l e no r e la c io n a d o s con el a r g u -
78
mentó ; e) Horacio h ace depender la tra n s f o rm a c ió n del

coro de m ed id as leg islativ as que li m it a b a n la lib e rta d

de sus i n v e c t i v a s .

2. Los num erosos títu lo s en p l u r a l , a u n q u e p ro p o rc io


76

n alm en te menos num erosos que en la A rc h a ía , sup o nen

la e x is te n c ia de coros que d ie ro n tít u l o a la s com ed ias,

pero que no nos p erm iten d e d u c ir mucho más so b re su

v in c u la c ió n con el arg um en to 79 , ni sobre su grado de

p a r t ic ip a c i ó n en el mismo.

3. Las A sam b le ístas y P luto de A ristó fa n e s son

ya ejemplos del p r o g re s iv o d e s p la z a m ie n to del coro por

el a c to r , de l a s p a r t e s l í r i c a s p o r l a acción y de l a r e d u £

ción de l a s fu n cion es d r a m á tic a s de a q u é l. En am b as come­

d ia s no hay p a rá b a sis y en P lu to fa lta la párodo. En

e s ta ú ltim a com edia, re p re se n ta d a en el 388, hay pocos

v e rso s en boca del coro, la n o ta x ° p o u a p a r e c e en seis

o casion es (dos en Las A s a m b le ís ta s ) y un d iá lo g o del

corifeo con un p e r s o n a je .

4. La a n o ta c ió n x o pou > que a p a r e c e en l a s ú l t i ­

mas com edias de A ristó fan es in d i c a l a e x is t e n c ia de i n t e r ­

lu d io s , c o n s is te n te s en can ció n y /o b a ile , con firm ado s

por los frag m ento s 3 y 8 de E ubulo, 237 de Alexis y 91

de A n tífa n e s.

5. De l a evolución del coro, que r e t e r n a a su s o r íg e ­

nes de g ru p o de j u e r g u i s t a s borrachos, ta l como a p a r e c e

en la C. N. , son testim onio los frag m en to s 107 de Alexis

y 8 de Mnesímaco.

6. La r e o rg a n iz a c ió n de la xopnyúct tu v o como
77

resu ltad o la re d u c c ió n d el número de c o r e u ta s , lo que

p a r e c e c o n f irm a r s e en Timcl. 25 y Henioch. 5.

7. T o d a v ía e n tr e los p o e ta s de l a Mése p a r e c e que

el coro s e g u ía p a rtic ip a n d o de la a c c ió n , como s u g ie r e n

Timocl. 25 A desp. 239 A u stin , Eub. 104, 105 y 105 A.

Lostestim o n io s a rq u eo ló g ico s co n firm an e s ta h ip ó te s is ,

a l menos h a s t a el t e r c e r c u a r to d el s ig lo IV.

8. El metro líric o u t i l i z a d o po r los p o e ta s de la

A rc h a ía p a r a la s secciones c o r a l e s , nos s u g ie r e l a a trib u ­

ción al coro de a lg u n o s fra g m e n to s , no muy num erosos,

por una p a r te , y sí muy d i s c u t i b l e s , por o t r a .

D if ic u lta d e s s e r i a s im piden la re c o n s tru c c ió n de

la ev o lu ció n d el coro cómico d u ran te el s ig lo IV. Las

n o tic ia s a n tig u a s y los d ato s que podemos in fe rir de los

frag m en to s de l a Mése son a veces c o n t r a d i c t o r i a s y p a r e ­

cen referirse a e tap as d ife re n te s en la evo lu ció n del coro

cómico, y , p o r t a n t o , del gén ero d ra m á tic o en su co n ju n to .

P a r tie n d o de dos d a to s i n c o n t e s ta b l e s , a) la p r e s e n c ia

d el coro en l a s com edias del s ig lo IV, y b) su p r o g re s iv o

r e tro c e s o , nos p re g u n ta m o s po r su fu n ció n d r a m á t i c a .

De lo h a s t a a q u í e x p u e s to , y a modo de c o n c lu s ió n ,

me perm ito a d e la n ta r una h ip ó te s is que p erm ite r e s o lv e r

l a c o n tr a d ic c ió n a l a que me he r e fe r id o : e n tr e l a s in n o v a ­

ciones de la s ú ltim a s com edias de A ristó fa n e s y l a r e d u c -


78

ción del coro a un xSyo s de l a Néa, p o e ta s cómicos

d el s ig lo IV o s c ila r o n e n tre una gam a de p o s i b i l i d a d e s ,

que ib an d esd e lo más a rc a iz a n te a lo más in n o v a d o r ,

es d e c i r , de l a p a r t ic ip a c i ó n a c t i v a del coro en l a acció n

a su re d u c c ió n a la ejecució n de c a n c io n e s y /o b a ile s

en los " e n tr e a c to s " . En este s e n tid o , la ev o lu ció n d el

coro en l a Mése e s t a b a c o n d ic io n a d a po r l a r e o r g a n i z a c ió n

de l a xopnyua , por una p a rte , y la s nuevas n ecesid a­

des de un g én ero en tra n s f o rm a c ió n , p o r o t r a .

3 . 2 . - El p r ó lo g o .-

3 .2 .1 .- Una n o tic ia de la R etórica de A ritó teles

m enciona el prólogo de u n a comedia de l a Mése: olov w al

$lAtíuü)V ° ú i t o x p u x n s é ti o u e u é v ■t e x íjj A v a £ a v ó p u 6 o u

T £ p o v x o y a v ua , o x e X e y o L " *P a ó a y a v - d u s x a u l i a A a y n Ór i s ,T »

xal t S xpoAoycj) xffiv EúaeS&v xo "¿yú" . . .


( 14 1 3 b 2 5 - 2 7 ) .

Por lo dem ás, la a u s e n c ia para noso tro s de una

com edia com pleta p e r te n e c ie n te a este p erío d o no nos posibi^

lita re c o n stru ir lo que fue el pró lo go cómico en l a M ése.

Nos deberem os conform ar pues con las co n clu sio n e s que

nos p ro p o rc io n e n los frag m ento s c o te ja d o s con los p rólog os

de E u r íp id e s , A ris tó fa n e s , M enandro y las com edias de

P la u to y T erencio .

3 . 2 . 2 . - Ari st ótel es def i ne el pról ogo como uépos

oáov xpayaj óuas xo upó xop°U xapo' 6ou(Po. 1452 b 19 s . ) .


79

s in duda se tra ta d el s e n tid o más am plio d el concepto

p r ó lo g o , como p a rte fija de una tra g e d ia o comedia q ue

p reced e a l a e n t r a d a o p á ro d o .

Sin em bargo , que con E u r íp id e s pró lo go ten ía tam ­

b ié n un se n tid o in tr o d u c to r io de l a acció n de l a t r a g e d i a ,

se deduce de los v e rso s que A ristó fa n e s pone en bo ca

de a q u é l d i r ig ié n d o s e a Esquilo:, xau unv é i t ’ a ú x o ú g xoúg

TtpoXdyous a o u xpe<JjouaL,J o Xa>s to tt p G3x o v x ñ s xpayü) 6úas

P e p o s [ Tipaíxuaxov a ú x o ü BaaavbüJ xou 6 e £ l o u .j ’ Aaa qprj g yap

r¡v ¿v xrj cppaoeu xcov xp a y uá xóá v. ( Ra. 1119 s s . )

El prólogo de E u ríp id e s c o n s is te en un monólogo

e x p o s itiv o de d a to s sobre el arg u m e n to , de i n te r é s p ara

el e s p e c ta d o r y que cumple:: u n a fun ció n d ife re n te según

la s c o n v e n ie n c ia s d el p o e ta : a) puede:- in fo rm a r con p r e c i ­

sión de c u a n to va a su c e d e r en l a r e p r e s e n ta c ió n t r á g i c a

H ip ó lito , A lc e s tis , H é c u b a ); b) en l a s t r a g e d i a s más melo­

d r a m á tic a s se lim ita a la e x p o sic ió n de aco n tecim ien to s

e x t r a e s c é n i c o s , d el p a s a d o p re v io a l a acción de l a t r a g e ­

d ia (H elena, E le c tr a , Las F e n i c i a s ); c) en o c asio n es se

a n ticip a el f u tu r o , pero in c o rre c ta m e n te , c o n s ig u ie n d o

una re a c c ió n de so rp resa en el p ú b lic o (P r e s t e s , I f i g e n i a

e n tr e los T auros, Ión y Las T ro y a n a s son r e c ita d o s por

d iv i n i d a d e s (Apolo, A fro d ita , Dioniso, Hermes y P o s id ó n ),

y los demás por los p r o ta g o n is t a s que dan títu l o a la

tra g ed ia (A ndróm aca^, H elena, I f ig e n i a ) o por a lg ú n o tro

p e r s o n a je im p o rta n te o s e c u n d a r io . En I f i g e n ia en A úlide
80

el prólogo a cargo de Agamenón queda e n m a rc a d o en el

i n t e r i o r d el d iá lo g o de éste con un v ie jo e s c la v o .

3 .2 .3 .- Que E u ríp id e s influv. sobre A ristó fa n e s es


82
a lg o b ie n s a b id o . Los prólogos de A ristó fa n e s c o n s is te n

en unos 200 ó 300 v e rso s que i n c lu y e n , a v e c e s , un p rólo go

en el se n tid o más e s tr i c t o , c o n s tr u id o según el modelo

de la tra g e d ia de E u r íp id e s . Los tres tip o s p o s ib le s de

prólogo que p r e s e n t a n l a s com edias c o n s e r v a d a s de A ristó ­

fa n e s son u s a d o s ta m b ié n p o r E u r íp id e s : y a se a que comien

cen con un d is c u r s o (Los A carn ien ses, Las N u b e s, Las

A s a m b le ís ta s , P l u t o ) , por un d iá lo g o se g u id o de un d i s c u r ­

so fijo , es d ecir, un prólogo d e s p la z a d o ( Los C a b a l l e r o s ,

Las A v is p a s , La P a z , Las a v e s ) , o p o r un d iá lo g o e s c l a r e -

cedo r e x c lu s iv a m e n te , sin monólogo ( L i s í s t r a t a , Las m ujeres

en l a s Tefeioforias, Las R a n a s ) .

La fu n ció n d el prólogo en A ristó fa n e s c o n s is te en:

a) in tro d u cir el tema de la obra (y a sea por medio de

un prólogo e x p o s itiv o o por el d iá lo g o y l a acció n e s c l a r e -

c e d o re s ); b) poner de b u en humor al p ú b lic o po r medio

de a lg u n o s ch istes, a veces d esco n ectad o s de la obra;

c) l l e v a r l a acció n h a s t a el p u n to r e q u e r id o p a r a l a e n t r a ­

d a del coro. En s e n tid o r e s t r i n g i d o , es d e c ir , como monólo­

go in tro d u c to r io , el prólogo co rre a c a rg o de un e s c la v o ,

que hace mención del carácter o s itu a c ió n de su amo,

en Ec[. 40-72, V. 54-73, P ax 19-37 y Pl_. 1-21; c o n s is te

en un monólogo del p e r s o n a je p rin c ip a l en Nub. 1-24,


81

Ach. 1-42, Av. 27-48 ( E v é lp id e s ) , L ys. 1-6 y E c c. 1-29;

Las m ujeres en la s Tesm oforias y Las de R an as ( d iá lo g o


Qo
e s c la v o s) carecen de monólogo o pró lo go a lo E u r íp id e s .

Sabemos ta m b ié n que en l a s s e g u n d a s M ujeres a l a s Tesmo­

f o ria s C alig en ia, sebren om b re de Deméter, es d ecir, un


84
p e r s o n a je s so b re n a tu ra l, re c ita b a el prólogo . Que en

la A rc h a ía e x i s t í a n prólogos a c a r g o de p e r s o n a je s sim bó li­

cos, lo d e m u e s tra el hecho de que D orpia (el p rim e r d ía

de la s A p atu rias) recita ra el pró log o del ' HpotMAñs de


85
F ililo . Hay una a p e la c ió n a los e s p e c ta d o re s en Las
86
Aves y en el d iá lo g o i n i c i a l de Las R anas .

En Las A v isp a s, adem ás de e s ta a p e la c ió n , tenemos

el ejemplo más c l a r o de monólogo n a r r a t i v o en A ris tó fa n e s .


87
El p ro pio J a n t i a s e x p licita la fin a lid a d de su d is c u r s o ,

c la ra m e n te in fo rm a tiv o para los e s p e c ta d o re s y roto a

m itad d el mismo por un b re v e in te rc a m b io de p a la b ra s

e n tre J a n tia s y S o sia s . Pero, ad e m á s , se t r a t a del p rim e r

ejemplo de p ró lo g o polémico, y a q u e , p o r medio del e s c la v o

que lo re c ita , A ristó fa n e s ad v ierte al p ú b lic o c o n tr a el

te d io , con una b r e v ís im a r e f e r e n c ia al tr a ta m i e n t o del


88
tema

Las dos ú ltim a s comedias conservadas, re p re s e n ta d a s ya.

en el s ig lo IV, p resen tan un monólogo in tr o d u c to r io . Sin

em bargo , P r á x a g o r a i n i c i a l a comedia con un himno p a r ó d i ­

co a la lá m p a ra y p ro p o rc io n a unos d a to s mínimos que

s ir v e n de in t r o d u c c ió n , al tem a, lejos de los monólogos


82

n a rra tiv o s de E u ríp id e s 89 . T am bién P lu to com ienza con

un monólogo, e s ta vez d el e s c la v o C arió n con u n a c l á s i c a

r e f e r e n c ia a su amo, p ero no se tra ta de un monólogo

p ro p ia m e n te n a rra tiv o . E sta forma de in ic ia r el p ró lo g o ,

por medio de un d is c u r s o , no e s , s in e m b arg o , un in d ic io

c la r o de l a ev olució n en l a e s t r u c t u r a de l a com edia a r i s -

to f á n ic a , pu es tam b ién com ienzan así Los A c a rn ie n se s y


90
Las N u b es, es d e c i r , dos de sus p r im e r a s com edias

3 .2 .4 .- Lo que d i s t in g u e los d iscursos d el prólog o

de M enandro de los de A ristó fa n e s es que no sólo a p o r t a n

inform ación del pasado e x tr a e s c é n ic o , sin o que ad e la n ta n

tam b ién lo que va a suceder en la escena, como en el

caso de HepuxeLpoi i evn 91 o de com edias ro m a n as con

modelos m en an d reo s, como veremos más ad e la n te . Por o t r a

p a r t e , no h a y ejem plos de l a com binación de d iá lo g o i n i c i a l

se g u id o del d is c u r s o de una fig u ra aleg ó rica, como en


-. 92
’ Acnrús , a n te s de M enandro, por lo c u a l parece que

se tra ta , en o p in ió n de W ebster, de una in v e n c ió n d el

máximo r e p r e s e n t a n t e de l a Nea, a d e c u a d o a l doble p ro p ó si­

to de: a) crear una atm ó sfera adecuada por medio, de

un d iálo g o de a p e r t u r a , y b) d a r in fo rm ació n a los e s p e c ta

dores a t r a v é s de un d is c r u s o 93 . Sin e m b arg o , y a en A ris­

tó fa n e s (Ec^., V ., Pax), como en la Ifig en ia en A úlide

de E u r íp id e s , se dá un prólogo d e s p la z a d o , es d ecir,

un d iá lo g o i n i c i a l p reced e al d is c u r s o de un p erso n aje,

a u n q u e no d iv in o , n i a le g ó ric o .
83

Por lo dem ás, la in f l u e n c ia de E u r íp id e s en el

p ró log o cómico es m ayor p a r a el caso de M en an dro, como

es fácil de ad v e rtir si reco rd am o s p ró log os como el del

Ión de E u ríp id es, o in c lu s o la e x p o sic ió n d el p ro y ecto

de O restes a l in ic io de l a E le c tr a de Sófocles.

El p ró lo g o de l a s com edias de M enandro son p r o n u n ­

c ia d o s por a lg u n a fig u ra so b ren atu ral se c u n d a ria o por

u n a p e r s o n i f i c a c i ó n , como en AúaxoXos (Pam ), "Jípeos,

(el H éroe), Eep 0 x e Lp0y é v n ("Ayvou-), ’Aaitus ( T ú x n ) .

El frag m en to 717 p r e s e n t a a ”EAeyx° £ en prólo go

de alg u n a co m edia. F ig u ras d esco n o cid as lo recitan en

ícterya, Zlxlüjvuos, EuvapuatSaal . Se

p uede s u p o n e r l a n e c e s id a d de un prólogo d iv in o ■iigualm en

te en EiüLtpéTi ovTEg, Eúvouxog, ’ Av ó p u a , üepuvdLa ^


94
q u iz á ta m b ié n en recopyo' s, ’ A6eA<pou 0 ’ , MLaoúuevos

En Ea yua , un p e r s o n a je humano» Mosquión, d a comienzo

a la obra p r o p o rc io n a n d o al p ú b lic o in fo rm ació n de los

ac o n tecim ien to s ex traescén ico s. En las p e r s o n if ic a c io n e s

A ristó fa n e s h ab ía ya p r e c e d id o a M enandro con p e r s o n a je s

como Hevúa ó . Así p u e s , E u r íp id e s y A ristó ­

fa n e s c o n s ti t u y e n los dos p u n to s de p a rtid a del prólo go

t a l como lo e n co n tram o s en l a s com edias de M enandro.

3 .2 .5 .- Es n e c e s a r io ta m b ié n a lu d ir, aunque s ea

b re v e m e n te , a l a com edia l a t i n a , en c u a n to que la m a y o ría

de los p ró lo g o s , al menos de P la u to , p ro ced en a l p a r e c e r

de modelos g r ie g o s 95
84

En los prólogos de l a s com edias p l a u t i n a s se resum e

el a s u n to o se a n t i c i p a el f i n a l ; se d a n in d ic a c io n e s relató^

vas al a u to r y a l tí t u l o ; y se e s ta b le c e un d iá lo g o con

el p ú b lic o , a q u ié n se d a n recom endaciones o a m o n esta cio ­

nes, o con q u ie n in c lu so se h acen a p u e sta s^ . C a r á c te r

polémico, es d e c ir , con u n a d e fe n s a d el au to r y /o de la

o b r a , tie n e n los prólogos de C a s i n a r i a y V i d u l a r i a .

Con fre c u e n c ia es a s ig n a d o a u n a d i v i n i d a d , general_

mente menor o sim plem ente a l e g ó r i c a : A m phitruo (M e rc u rio ),

A u l u la r ia ( La r F a m i l i a r i s ), C iste lla ria (A u x iliu m ) , Rudens

( Auc t u r u s ) , Trinummus (Luxuria) . P ro n u n c ia d o por un

p e r s o n a je m o rtal es el prólogo de M ercator y Miles g lo rio -

sus (el pró lo go " c la s ic o ” en boca de un personaje,, en e s te

caso un e s c la v o , P a le strió n ). Prólogos anónim os p resen tan

A sin a ria , C a s in a ria , M enaechm i, P o e n u lu s , P ^ u d o lu s , T r u c u -

le n tu s y V id u la ria . C arecen de prólogo P ersa, S tich u s,

C u r c u lio , E p i d i c u s , M o ste lla ria y B a c h id e s . E stá d e s p l a z a ­

do, tra s escenas de d iá lo g o , en Miles g lo rio s u s (79-115)

Y C i s t e l l a r i a ( 1 4 9 -2 0 2 ) ^ .

N otablem ente in n o v a d o re s con re sp e c to a P la u to


98
son los prologos de l a s com edias de T erencio . Terencio

abandona por completo el pró lo go e x p o s itiv o , así como

el c a r á c t e r de c h a n z a y fe stiv o fre c u e n te en P la u to , para

d e fe n d e rs e , en cam bio, de a lg u n o s a ta q u e s. Es d e c ir ,

el prólogo te r e n c ia n o es a n te todo polémico -como y a se

e n tre v é en Las A v isp as de A ristó fa n e s y a p a r e c e en C a s i n a -


85

ria y V i d u l a r ia de P l a u t o - , de c a r á c t e r lite ra rio , y, en

gran m e d id a , a l m argen de l a com edia p ro p ia m e n te d i c h a .

T erencio pu d o pensar que el prólog o re su lta te d io so al

esp ectad o r, y a l no a d e l a n t a r a los e s p e c ta d o re s el a r g u ­

mento de l a com edia, como h ic ie r o n M enandro y P la u to ,

su s com edias ganaron en "suspense", pero p e r d ie r o n en

i r o n í a d r a m á t ic a 99 . En Terencio el pró lo go es un p e r s o n a je

en sí mismo, con la ú n ic a m isión de s a lir al in ic io de

l a co m ed ia, s in e sc e n a de d iá lo g o p re v ia , para ser la

voz d el p o e ta en los p rim eros v e rs o s de E u n uch u s (1 -4 5 ),

A n d ria (1 -2 7 ), Heauton Timorumenos (1-52 ), Phormio (1-3 4 ),

H ecyra (dos p ró lo g o s . 1-8 y 9-57) y Adelphoe (1 -2 5).

3 .2 .6 .1 .- Para D. F e d e le ^ ^ , el paso d el p ró lo go

de la tra g e d ia a la comedia p o d r ía te n e r su o rig e n en

p a s a j e s de p a r o d i a t r á g i c a como el frag m en to 10 de E u b u lo ,

de l a com edia ’ A v i l o un :

Zñ § o v yev é X d o' v $ ’ ay v óV é s 9 tí $ ti s itsSov

o l x e l v xeX eúel* xol yap á^LOJiepous

ncoXoúaLV, <L s e o l x£ , to u s apxoug ¿ xe l *

au 6* ó^ÚTtELvos. tóv Ó£ y o u a u x a í i a xo v

5 x X elvcxs ’A^nvas ÉxitEpav ’ Aycpuova

o 3 p ^ a x ’ ¿ e 'l ir e l v So a l Kep x o t c l ó S v x o p o l

x a i T O V i E j a u p a g , ¿ X iiL Ó a s a i T o u y £ V o i .

1 mss. é XS elv , Me i n . susp. évS é v ó ’


86

La com edia de Eubulo reco rd ab a la tra g ed ia homónima

de E u ríp id es, y el fragm en to es una p aro d ia d el prólo go

e u r ip id e o de c a r á c t e r e x p o s itiv o .

T am bién el frag m en to 18 de A n tífa n e s, de l a com edia

Al o Xos , r e c u e r d a el mismo tip o de prólogo frecu en tem en te

en E u ríp id es. Tema y e s tilo co n firm an que se tra ta de

u n a p a r o d i a del tr á g ic o .

Maxapeüs epairu t2v óyoaxdpoüv yuag

rcXriYEÍ' S t¿ü>s yev ¿Tcexpdxeu xñs c r Oy c po pa g

xaxeLxe aúxov* e£xa TtapaXaB^v xoxe

oí vov cxpaxnyov, *og yovos §vpx2v a y zl

5 xnv xoXyav eús to xpda6e xris e ú B o u X u a s ,

vdxxu)p ávaaxots exuxev alv ¿SodXexo.

Ambos fra g m e n to s, sin em b argo , no son los p rim ero s

ejem plos de prólogo n a rra tiv o , aunque la d e p e n d e n c ia

de E u r íp id e s p a r e c e a q u í más e s tr e c h a que en Las A v isp as

de A r is tó f a n e s . Sin duda, la ap ro x im a c ió n de los tem as

de la com edia y de la t r a g e d i a y el c u ltiv o de l a com edia

m ito ló g ic a , con u n a im itación s e n s ib le o u n a p a r o d i a c l a r a

de E u r íp i d e s , p e rm itie ro n , y a ú n r e q u i r i e r o n , u n a c o n s tr u £

ción de prólogo n arrativ o o e x p o s itiv o más c e rc a n o a

la s tra g e d ia s e u rip id e a s.

A un prólogo e x p o s itiv o parece p e r te n e c e r tam b ién

el frag m en to 73 de A n tífa n e s, de l a comedia ravuyn^ns ,


87

recog id o po r un escolio de Las T ro y a n a s de E u r í p i d e s .

Sin d u d a , c o n s tr u id o sobre el modelo d el t r á g i c o . Se i n d i ­

can los lu g a re s de l a acció n y se m enciona a uno de

los p e r s o n a je s p rin c ip a le s: la p r im e r a de e s ta s dos c o sa s

nos recu erd a los prólogos de P la u to y la segunda e stá

a t e s t i g u a d a y a en l a s com edias de A ris tó fa n e s .

El e s tilo t r á g ic o y el tema d el fra g m e n to 105 de

A n tífa n e s , de Gdyupcis > p o d r ía n p e r te n e c e r a l p rólog o

p ero r e s u l t a b a s t a n t e in s e g u r o , p u e s b ie n p o d r ía s e r sim­

plem ente una p aro d ia de un p a sa je de la tra g e d ia de

Sófocles del mismo t í t u l o . Tampoco es s e g u ro que el f r a g ­

mento 29 de #AAxnaTLc de A n tífa n es p e r te n e z c a a l p ró lo ­

go, a p e s a r de su e s tilo tr á g ic o .

P a re c e c o n v e n ie n te , sin em b arg o , situ a r en su s

ju s to s térm ino s e s ta i n f lu e n c ia e u rip id e a . H. W. P r e s c o tt,

en su in te n to de r e d u c i r p a r a l a comedia p o s t a r i s t o f á n i c a

la d e p e n d e n c ia de E u r íp id e s , s u g ie r e la p o sib ilid a d de

que l a Comedia A n tig u a , a n te s que l a t r a g e d i a de E u r í p i­

des, o b ien la s p r o p ia s n e c e s id a d e s d r a m á tic a s de la

comedia en in trig a , c o n s ti t u y e r a n el o rig e n d el p ró lo go

e x p o s itiv o ta l como aparece en M enandro. En fa v o r de

e s ta s u g e r e n c ia e s t á el hecho de que l a e x trem a in fo r m a li­

dad, l a f r a n q u e z a en l a a p e la c ió n d i r e c t a a los e s p e c ta d o ­

r e s , la ex p o sic ió n c o n scien te d el arg u m en to son a n t i c i p a d o s

en l a comedia a r i s t o f á n i c a ; los p r o lo g u is ta s de l a com edia,

po r o tr a p a r t e , son d ioses in f e r io r e s y f i g u r a s a l e g ó r i c a s ,
88

fre n te a los dioses m ayores que a p a r e c e n en los pró lo g o s

e u r ip id e o s . F re n te a ésto, el mismo P r e s c o tt c o n s id e r a

in d iscu tib le que: a) el tr a v e s tim ie n to de t r a g e d i a s h a b ría

comprometido a la Comedia Media con el monólogo e u r i p i -

deo, y b) el pró log o e x p o s itiv o se p a ra b le d el r e s to de

l a com edia, como se d á en la C. N. , e s t á mucho más c e r c a

de la té c n ic a e u r i p id e a qu e, por ejem plo, el monólogo

de Diíeópolis a l in ic io de Los A c a r n ie n s e s ^ ^ .

El v alo r de la re fle x ió n de P r e s c o tt e s trib a ^ .. en

mi o p in ió n , en h a b e r llam ado l a a te n c ió n sobre los antece

d en tes en A ristó fan es para los pró lo go s de la Mése y

de la Néa, y en . s u g e r ir la s p r o p ia s n e c e s id a d e s d r a m á t i ­

cas de la comedia de in trig a como c o n d ic io n a n te s en el

uso del prólogo n arrativ o en la com edia h e le n ístic a . No

hay ra z ó n para que am bas co n clu sio n e s e n t r e n en c o n t r a ­

dicció n con la in f lu e n c ia e s e n c ia l de E u r íp id e s en la

e s t r u c t u r a de l a com edia.

3 . 2 . 6 . 2 . - El p rólogo n a r r a t i v o c o n te n ía fre c u e n te m e n -
102
te , ya en A ristó fa n e s , una b re v e c a ra c te riz a c ió n d el

p e r s o n a je p r i n c i p a l d el arg u m en to .

El frag m en to 25 d el Au o v ú a u o s de Eubulo p u ed e

p e r te n e c e r a este tip o de p ró lo g o s.

áXX ’ ¿atu t o u s a e y v o u s yev o t ú ^ a ó e a x e p o s

n a \ t o u s h ó Aa £ u té a a u * x o u s axaÍTixouau ó s
89

i auTOv eudpynTOs* ñyeuTotu ( óej ón

to u to u s povoug ¿X eudépous, xav óouXog íjj .

Una d e s c rip c ió n de p e r s o n a je s es lo que leemos

en A lexis 108, de l a comedia Koupds .

o yev oóv éyos ulo's , oZov úyeus ápxdcus

eCóexe, toloutos yéyovev, Ol v o h ú v tus ñ

Mdpü)v tus n KánnXos ñ x L s TuyoxXrjs'

yedúeu yct p oúóev ?¡t t o v . ó 6 ’ Ixepog - xl av

5 xuxouji’ óvoyacrag; 3wXo s , apoxpov, yayevris

ávdpajTio s .

U m ss. exepov .

107
Si el frag m en to 107 es l a in tro d u c c ió n al coro , estos

v e rso s del fra g m e n to 108 p r e c e d ie r o n , no s ig u ie r o n , a

los d el fra g m e n to 107. No o b s ta n t e , p o d r ía tra ta rse no

de u n a p r e s e n ta c ió n de p e r s o n a je s p r o p ia de un prólogo

n a rra tiv o , sino sim plem ente de l a re fle x ió n de un p e r s o n a ­

je , en este caso un padre, so b re las a c t it u d e s de su

h ijo y de un t e r c e r o , t a l como a p a r e c e a l f i n a l d el acto 1

del AúcrxoXos de M enandro:

x o u x l x'o x a x o v t C u o x ’ é a x u ; u) s o u y o u xcxvu

xo xpcíyy ’ á p e a x e u . yeLpaxuov óuaxoveo

xópi^* Tiovripov. áXXá a ’ , 5 Kvríywv, xaxov


90

h a x c¡3g a te a v x e g á n o A e a e L a v oí d e o u .

a x a x o v x p p ti v y p' v n v á cp e Y g év ¿ p n y o 91

e S g , (puÁaxriv o ú ó e y u av . ó g i p o ^ a ^ x o v ?¡v,

n o u o u y e v o g . . . (218 s s . )

En este seg u n d o caso ta m b ié n , lo s v e rso s d el frag m en to

108 p r e c e d e r ía n a la s del 107. De m an era que me p a r e c e

p la u sib le que ambos fragm entos de KoupCg de Alexis

c o n s ti t u y a n una u n id ad c o r re s p o n d ie n te , en todo c a s o ,

al d is c u r s o in m e d ia ta m e n te p re c e d e n te a una ejecu ció n

co ral.

Es p r o b a b le que el frag m en to 30 de A n a x á n d r id e s

p e r t e n e c i e r a a l prólogo de Nn p e ú g , donde p re c is a m e n te

se a lu d e al p e r s o n a je que dá tí tu l o a la com edia y se

h a b l a de él.

c TEp&xog e ú p S v te o Au t e X e g xyrixov y c y a

yÁ au H o u upo'aajuov t p u x ’ á y u y c v c g ó e y a g '

$ ú v v o u x a x ’ a XXa B p oí y a x ’ é ^ ú y p a g a X a' g

N n p e u s « a x o u E t x o 'v ó e TECivxa x p v x o i t o v .

El frag m en to 3 de Teófilo, de l a com edia ’Ei t yóaú-

pypg , tam b ién p uede p e r te n e c e r a l p rólo go .

’A x p e a x L Ó a g x o g M a v x o v s u g X o x a y o g ?iv,

avópíóv áuávxcúv TEXeuaxa S u v a 'y e v o g cpayetv

La d e s c rip c ió n en el prólogo de p e r s o n a je s s ig n i f i c a
91

tiv o s en el d e s a r r o ll o de l a tra m a cómica tie n e su continui^

dad en M enandro y en l a s com edias l a t i n a s . Así, en el

prólogo de AúaxoXos , P an h ace u n a b re v e c a r a c t e r i z a -


108
ción del m isán tro p o de l a comedia . P a l e s tr ió n d e s c rib e

a su amo en el Miles g lo rio u s u s p l a u t i n o de m a n e ra seme­

ja n te a como ya lo h a b í a n hecho o tro s e s c la v o s de la s


109
com edias de A ristó fa n e s ( Las A v i s p a s , Las P a z , P l u t o )

3 . 2 . 6 . 3 . - También un e s c la v o d e s c rib e en tono n e g a ­

tiv o a su amo en el fragm en to 168 de A n tífa n e s , p ero

en este p rólogo de l a comedia Ne o t t l s > como p r o b a ­

blem ente tam b ién en los a n te rio rm e n te c i ta d o s , se in c lu ía

tal d e s c rip c ió n en el con ju nto de la n arració n de los

sucesos del pasado e x tra e s c é n ic o . De ig u al m anera, a

una h e te r a se le atrib u y e un "c a rá c te r de oro p a r a la

v irtu d ", d e n tro de un prólogo en el que se inform a a

los e s p e c ta d o re s de los sucesos a c a e c id o s en el pasado

a n t e r i o r a l in ic io de la acción d r a m á t ic a .

El frag m en to 68 de Eubulo forma p a r t e del relato

de un n a u f r a g i o :

os v\ 3v xeiápTriv ñy e p a v B a n x e i a o

v r¡ a x l v novriPoO xeaxpeajs x p l 3^ v 3 lov .

P erte n ece a l a com edia Nauaoxáa y se r e f i e r e a l n a u ­

f r a g io de O d is e o ^ ^ . Sin d u d a , el n a u f r a g i o es un elem ento


92

p ro p ic io p a r a l a c o n s tru c c ió n de un arg u m en to de i n t r i g a .

Así ta m b ié n , el prólogo de' Rudens de P la u to in c lu y e

l a n a r r a c i ó n de un n a u f r a g i o :

nunc ambo in saxo, leño a tq u e n o sp e s, simul

sed en t e i£ ti; n a u i s c o f r a c ta e s t e is .

illa autem u irg o a tq u e a l t e r a itidem a n c i l l u l a

de n a u i tim id a e d e s u lu e r u n t in scapham .

nunc eas ab saxo flu c tu s ad te r ra m f e r u n t,

a d u illa m i l l i u s , e x u l u b i h a b i t a t senex

c u iu s d e t e r d a u i t u e n tu s tectem et t e g u l a s

(72 s s . )

El p a r a l e l o con el prólogo de P la u to , que c o rre a cargo

de A r c tu ru s , y el conocim iento que el p r o t a g o n i s t a m u e stra

de lo su c e d id o , s u g ie r e n que este pró log o de Eubulo era

r e c ita d o por u n a d i v i n i d a d ' ^ .

3 . 2 . 6 . 4 . - La d e p e n d e n c ia re sp e c to a E u r íp id e s en

la c o n s tru c c ió n d el prólogo es más e v id e n te c u a n d o é s te

es r e c ita d o por u n a d i v i n i d a d menor o po r a lg ú n p e r s o n a ­

je so b re n a tu ra l o a b s tra c to . En la A rc h a ía reconocemos

a p e n a s dos ejem plos de este tip o de p ró lo g o s , p r o n u n c ia d o s

por C a lig e n ia y D orpia, y en la Néa, así como en l a s

com edias l a t i n a s , se e x te n d ió su uso.

Comedias como ’o p ^ c t wn s E ubulo, npuct uo^ de

Je n a rc o y KovucaXos r e c ib e n el tí tu l o de d i v i n i d a d e s
93

de la fertilid ad . En este s e n tid o , sabemos que P r ía p o


112
re c ita b a el prólogo de una com edia de A franio . No

o b s ta n t e , los frag m en to s c o n s e rv a d o s de e s ta s com edias


113
no nos p erm iten c o n firm a r e s ta c o n je tu r a

W e b s te r ^ ^ s u g ie r e que, adem ás de é s to s , to d a

una s e rie de d iv in id a d e s, p e rs o n if ic a c io n e s l o c a le s , nom­

b res de s á t i r o s y m u sas, como D ioniso, C netideo, A rcad io ,

D itiram bo, H y b r i s , A n te ro s, Eco, P a n n y c h i s , Lete y P o e s ía ,

que daban títu lo a sus resp ectiv as co m edias, re c ita b a n

el prólogo de l a s m ism as. Esto, s a lv o p a r a el últim o c a s o ,

es una m era c o n je tu r a que no se ve c o n firm a d a por los

frag m en to s c o n s e rv a d o s .

En efecto, l a comedia no uñeras de A n tífa n es i n c l u í a

muy p ro b a b le m e n te un p ró lo go , a l que p e rte n e c e el frag m en

to 191, r e c ita d o por una p e r s o n if ic a c ió n relacio n ad a con

el t ít u l o . El frag m en to es tam b ién in tere san te re sp e c to

a la c u e s tió n que ahora nos o cu p a p o rq u e , a la vez,

nos recuerda los pró lo go s polémicos de A ris tó fa n e s , P la u to

y, sobre todo, T erencio. La comedia p e r s o n i f i c a d a 115 o,

lo que es lo mismo, el p o eta por medio de e l l a , se q u e ja

de sus d e s v e n ta j a s re sp e c to a la tra g e d ia , ya que e s tá

mucho más n e c e s it a d a de in v e n ta rio aq u élla que é s ta ,

y l a s p o s ib il i d a d e s té c n i c a s , en cam bio, son más v e n ta jo ­

s a s p a r a la t r a g e d i a que p a r a la com edia.


yaxápuov é a x uv ñ xpayaióia

ir p u n y a xa xa na'vx ’ , e u ye ir p ó5x o v ol Xo y o u

úi t o xSv deaxQv eualv ¿ y vcop u a y é v o u

iplv xau x uv ’ e ú ir e u v , <5 a § ’ úi rpyvñcrau yovov

6 eu xbv i t puvxnv. Oúóui t puv yap + áv yovov

(pa3,t x á XXa itávx ’ u a a a u v * ó i a x n p Aa' uos,

yn'xnp ’ loxáaxn» duyaxépes, iraTóEs x í v e s ,

xú iiECaEd* ó\5xog, xu xe npur i Hev. oí v irá Xuv

eCitfl x u S* ’ AXxyaúcova, xa l xa ir a u ó u a

irávx’ sú&us eu p n x ’ °xu yavsus áxdxxáve

xnv nnxép ' , áyavaxxwv 6 ’ "Aópaaxos eúdecog

ñ£su i ráXuv x ' á ir e u <t u (

oxav yri^ev óuvüúvx’ eutteuv e x u ,

k oy u5 x* á ir e u p n x w a u v ev xous Spáyaauv,

aupououv waxEp 6áxxuXov xnv y n x a v ^v

xau XOLS dEüi y EVOUQUV á x OXP^VXOúS £ X e i> .

ñy uv 6e xat3x* oúx éaxuv, áXXa itávxa óeu

eupeuv óv oya xa x a uv á , xau va irpáyyaxa,

xauvous Xoyous, HaiEuxau xa óuaixnydva

ipoiEpov, xa vuv itapovxa j xnv xaxaaxpocpnv ,

xnv EÚaSoXnv. áv EV x u x o u x o j v i rapaXui ri j

Xps ' yns tus n $ £ u ó 00v xuj, baupúxEXxau ‘

nnXEt óe xaux ’ é?Eax’ xau Teuxpu) itoueuv.


95

5-6 Edm. Cav á^> <pr¡ / xa y ’ aAAa. R o stagn i

^yovoy^ 9 . Edm. ’AAHViecova. 14 mss. áite: upriHÓa uv .

18 mss. óuíjJHriyevcí.

3 . 2 . 6 . 5 . - El frag m en to 237 de A lex is, de l a com edia

TpocpojvLOs ( p a re c e p e r te n e c e r a un prólogo que p r e c e ­

d ía in m ed iatam en te a la ejecu ción de un coro, al que

i n c i t a a d e s n u d a r s e p a r a el b a i l e ^ ^ .

El tono del frag m en to 5 de Heníoco c o r re s p o n d e ,

sin duda, al de un d is c u r s o e x p o s itiv o , el d el prólogo

de l a comedia JIo' Aeus: . . . ¿yo) 6 ’ ó v o y a a Tu yev ’

¿xaaxr i v otó tu xa / Ae£co d s . ) . Tam bién aquí


h ace referen cia al coro, que e sta b a presen te, ta l vez

p r e p a r a d o y a p a r a a l g u n a ejecu ció n : tú o ív ¿VTaüSoi 6p **


117
Sáauv au noXeus í (9) . En efecto, el p r o lo g u is ta p r e s e n ­

ta a c a d a u n a de l a s c iu d a d e s y su s reg ím en es p o lític o s ,

r e p r e s e n ta d o s ambos en los d is tin to s componentes del coro.

3 . 2 . 7 . - C onclusiones sobre el prólogo en l a Comedia

M ed ia:

1. La lim i t a d a e x te n sió n de los frag m en to s c o n s e r v a ­

dos no nos p erm ite r e c o n s t r u i r el prólog o - e n te n d id o como

aq u ella p arte de la r e p r e s e n ta c ió n p rev ia a la p r im e r a

ejecu ción c o ra l- de n i n g u n a comedia de este p e río d o . La


96

R etó rica de A ristó te le s m enciona el prólogo de u n a com edia

de A n a x a n d r id e s , y la e x i s te n c ia de una p r im e r a p a rte

a n te rio r al p rim e r in terlu d io en la com edia de M enandro

h ace p e n s a r que no e x is tie r o n , en este s e n tid o , v a r i a c i o n e s

en l a e stru c tu ra de l a comedia d el s ig lo IV con r e s p e c to

a sus p r e c e d e n te s .

2. La i n f lu e n c ia de E u r íp id e s en la in c lu s ió n de

un p rólog o , en el s e n tid o más lim ita d o de monólogo e x p o s i­

tiv o , se d a y a en A ris tó fa n e s , a u n q u e , s a lv o en Las A vis­

p a s , de u n a m a n e ra menos t i p i f i c a d a . La in f l u e n c ia e u r i p i -

d ea en M enandro, que p r e s e n ta a u té n tic o s monólogos expo­

s itiv o s a la m an era de aquel trá g ic o , es mucho m ay or.

La Mése fue p re c isa m e n te la etap a d el g én ero lite ra rio

que c o n f irm a r ía e s ta d e p e n d e n c ia , f a v o r e c id a , s in duda,

p or el desplazam iento;: de los tem as a la p a r o d i a o b u r l a

m ito ló g ica, con una fu e rte in f l u e n c ia de E u r íp id e s , de

q u ié n se tomó in c lu so el tema de no pocas com ed ias. No

podemos d e s c a r t a r , sin em bargo, que l a comedia de A ristó ­

fanes, al m arg en de u n a in f lu e n c ia d i r e c t a de E u r í p i d e s ,

in flu y era en el tip o de prólogo e x p o s itiv o ra tre a b le en

la comedia del s ig lo IV. No h a y tampoco que d e s e s tim a r

el f a c to r c o n d ic io n a n te qu e, s in duda, s u p u s ie r o n la s

n e c e s id a d e s d r a m á t ic a s d el nuevo tip o de com edia de i n t r i ­

ga. Los lím ites de estos dos fa c to re s son im p o sib les de

e s ta b le c e r , y, no sólo no en tran en c o n tr a d ic c ió n con

la in f lu e n c ia e s e n c ia l de E u r íp id e s , sino que in c lu s o a

veces la re fu e rz a n , d a d a la m utua i n te r a c c ió n de todos


97

esto s c o n d ic io n a n te s .

3. Conservam os frag m en to s que p e rm ite n pensar

en p rólogos d e s p la z a d o s tra s un d iá lo g o in icial, como

ya los h a b ía en l a s com edias de A ristó fa n e s y s e g u iría n

d á n d o s e en l a s de M enandro.

4. Los prólogos de l a C.M. tie n e n como fu n ció n :

a) p re se n ta r a e l/lo s p e rso n a je /s más im p o rta n te s de l a

tra m a cóm ica, y b) c o n ta r los sucesos e x tr a e s c é n ic o s del

p a s a d o h a s t a el momento mismo de l a acción e s c é n ic a .

5. Sin em bargo , no p a r e c e que a d e l a n t a r a n el a r g u ­

mento completo de l a s com ed ias, como s u c e d ía en M enandro,

p ero n u n c a en A ris tó fa n e s . Es este un a s p e c to muy lig a d o

a los tem as, argu m en to s y motivos de l a s d i s t i n t a s e t a p a s

de l a comedia g r i e g a .

6. Los prólogos de l a C.M. p o d ía n ser r e c ita d o s

p o r d i v in i d a d e s o fig u ra s sim b ó licas o a b stra c ta s, como

en a lg ú n caso, al parecer poco f r e c u e n t a b l e , de l a C.A.

Sin em b argo , p a r e c e que el é x ito de este tip o de prólogos

tu v o mucho que v e r con M enandro y su s co n tem p o rán eo s.

7. El prólogo polémico, que c o n te n ía u n a re fle x ió n

d el p o e ta , en su p ro v ech o, so b re l a comedia que se r e p r e ­

s e n ta b a o sobre el g én ero l i t e r a r i o en g e n e r a l , d éb ilm en te

rep resen tad o en A ris tó fa n e s , tie n e un in tere san te ejemplo


98

en n o Cn o b s de A n tífa n e s. De m an era que P la u to y ,

so b re todo, T erencio se in sp ira ro n en sus modelos para

este tip o de p ró lo g o s.

En mi o p in ió n , no es p o s ib le a d i v i n a r con c l a r i d a d

qué uso hizo la C.M. de este elem ento d r a m á tic o y qué

fu n ció n cum ple, po r tan to , en la ev olución d el mismo

en el c o n ju n to de l a com edia g r i e g a . En p r in c ip i o , n i n g u n a

de l a s c a ra c te rístic a s d el p rólogo que los frag m en to s nos

p erm iten d e d u c ir es a b s o lu ta m e n te . d esco n o cid a en A ris tó fa ­

nes, a u n q u e s í p a r e c e d e te c ta b le u n a evo lu ción c u a n t i t a t i ­

va. Por o t r a p a r t e , l a i n f l u e n c ia de los prólo go s de E u r í­

p id es, es d e c ir e n te n d id o s estos como monólogos e x p o s it i ­

v os, fue m ayor en la comedia d el s ig lo IV que en la

p r e c e d e n te . F in alm en te con la e la b o r a c ió n de un p rólog o

cada vez más t ip i f i c a d o tuv o mucho que v e r la evo lución

t e m á tic a , a s í como a sp e c to s de l a e s t r u c t u r a de l a com edia

como, por ejem plo, el p ro g re s iv o d e b ilita m ie n to de la s

fu n cio n es del coro.


99

NOTAS DEL CAPITULO I I I

1.- I 5 y 10-11 Kaibel.

2.- Sifakis, AJP (1971), pp. 417 ss.; Pickard-Cambridge,


2
Festivals , p. 215.

3.- Maidment, CQ (1935), p. 22; Webster, Studies, p. 60.

4.- Quedan aquí excluidos naturalmente los títulos que


se refieren a una pareja, generalmente con vínculos
de sangre, y que suponen la existencia de una trama
con confusiones de identidad, como "OyouoL de Antífa­
nes o AÚSuu o l de Anaxándrides, Alexis o Antífanes
el Joven.

5.- Los cinco títulos de comedias de Teleclides que nos


son conocidos son todos plurales, y entre los autores
más significativos se dá la siguiente proporción:
Crates 8/9, Cratino 22/28, Eúpolis 10/14, Hermipo 8/10
y Aristófanes 23/40. Korte, RE, s.v. "Komddie", cc.
1241 s.

6 .- Wilamowitz, Herakles, I1 55 n. 14 y 124.

7.- Korte, RE, s.v. "Komodie", cc. 1241 s.

8 .- Hunter, Eubulus, p. 10.

9.- Studies, p. 62.

10.- Fr. 9. (Edm. II 352 ss.).

11.- Edmonds (II 354) ha puesto en relación con esta comedia


el fragmento 11 del mismo autor, del cual Ateneo no
nos proporciona el título de la comedia a la que perte­
100

nece, y sugiere así que el coro representaba a un grupo


de estudiantes de la Academia.
4

12.- Pickard-Cambridge, Dithyramb, pp. 194 ss.

13.- C.W. Dearden, The stage of Aristophanes, Londres 1976,


pp. 102 s. El hecho de que tampoco haya parábasis en
comedias como Las Aves (411) y Las mujeres en las Tes-
moforias (411) ratifica lá. '.opinión de Dearden sobre
el origen de esta evolución ya en Aristófanes. No obs­
tante, Las Ranas (405), donde la parábasis tienen que
ver con el asunto de la comedia, es la vuelta a un
tipo más arcaico de comedia, no sólo por su estructura,
sino también por sus consejos y sátiras políticas.

14.- Pickard-Cambridge, Festivals. p. 234 n. 2.

15.- Cf. Ach. 201 ss.

16.- Cf. Men. Dis Exap. 63/4, Dysc. 232/3, 783/4, etc.
Póhlmann, WJA (1977), pp. 69 s.

17.- Hunter, ZPE (1979), pp. 28 ss. Cf. Póhlmann, WJA


(1977), p. 75.

18.- Entra en el 257 ss. con tetrámetros yámbicos; hay un


dúo paródico algo largo entre el corifeo y Carión (290-
315); dirige algunos trímetros a Crémilo (328-331);

abre con el Katakeleusmós el agón de Peni a (487 s.);


docmios (367 y 639 ss.); dirige dos trímetros a. un
viejo (962 s.), y cierra la comedia con tetrámetros
anapésticos (1208 s.).

19.- Hunter, ZPE (1979), p. 33.

20.- o. ;., pp. 104 s.


101

2 1 .- W.J. Starkie, The Clouds of Aristophanes,reimp. Amster


dam 1966, pp. 200 s., n. v. 887.

22 .- Korte RE, s.v. "Komodie", c. 1259.

23.- R.G. Ussher, Hermes (1969) en H.J. Newiger (1975), p.


393.

24.- La Vida de Aristófanes informa, a propósito del Pluto,


que con esta notación se indica la existencia de un
espacio en el que los actores podían descansar y cam­
biar sus máscaras.

25.- Arist. Po. XVIII 1456 a 25-32.

26.- V. 417.

27.- Por ejemplo, en Men. Georg. 21 la escena queda vacía


sin que siga la notación x°P°^ .Cf. G. Burckhardt,
Pie Akteinteilung in der neuen griechischen und in
der romischen Komodie, Diss. Basel 1927, pp. 5 s. y
passim.

28.- Las tragedias de Sófocles y Eurípides presentan una


acción divisible en seis o siete capítulos separados
por canciones corales, tal como son susceptibles de
ser divididas las dos últimas comedias completas de
Aristófanes.

29.- Vid. Prescott, CQ (1919), pp. 113 s. Los artículos


más recientes sobre la notación x°Pou son: E.W.
Handley, " xopoü in the Plutus", CQ n.s. 3 (1953),
pp. 55 ss.; W. Beare, " X o p o ü in the Plutus” , CQ n.s.
5 (1955), pp, 49 ss.; Pbhlmamm, WJA n.s. 3 (1977),
pp. 6-81; P. Hándel trata el tema en Formen und Dars-
tellungsweise in der aristophanischen Komodie, Heidel-
berg 1963, pp. 126-139. Á?

r “ ^
102

30.- R.E.,s.v. "Komodie", c. 1268.

31.- Publicado por primera vez por Wilamowitz-Moellendorf


en 1918 Sitzungsb. del Preuss. Akad. der Wiss., pp.
743 ss.

32.- El uso del término taXauaTpLxo's es una particula­


ridad de Alexis, de acuerdo con la noticia de Phryn.
Ecl. 242; cf. Thomas Mag. 290, 6 .

33.- G. Zuntz, Mnem. (1937), pp. 60 s.

34.- Como el decreto de Cinesias del 404 restringiendo las


invectivas violentas de la comedia (Sch. Ar. Ra. 404).
Cf. C. Ferrari, Dioniso (1948), pp. 177-184; L. Gil,
Censura en el mundo Antiguo, Madrid 1961, pp. 21-71.

35.- AJP (1971), pp. 423 s.

36.- Según Sifakis, del segundo o tercer cuarto del siglo


IV, aunque imposible la segunda posibilidad si acepta­
mos la cronología de Hunter (vid. 3.1.2.).

37.- En Pl. Com. 174.1 se aplica probablemente esta misma


expresión a un coro de mujeres, y en la C.N. el coro
está con frecuencia vinculado a festividades (Hunter,
Eubulus, p . 87).

38.- C.F. Hunter, Eubulus, p. 93.

39.- AJP (1971), p. 429. Sch. Ar. Ach. 1002 asocia el juego
con el segundo día de las Antesterias.

40.- Fechada por Sifakis entre el 360 y el 350 y, según


Maidment, en el último cuarto de siglo.

41.- ¿XX' vuv tlóv axujyydTüJV áitaA AayévTe g

fi6n / úyeus ¿u’ aXX’ etóos


103

xp e n e a S ’ . . . (316 ss.).

42.- Sifakis, AJP (1971), p. 424.

43.- Ferrari, Dioniso (1948), p. 184.

44.- Webster, Studies, pp. 58-63.

45.- Fechada por Sifakis entreel 345 y el 314.

46.- Ferrari, Dioniso (1948), p. 184Sifakis (AJP (1971),


p. 425) lo compara con la fórmula usada por Menandro
para introducir el coro al final concretamente del
acto III.

47.- De igual manera que llegarían cantando una canción,


especial o no, detrás de Carión en Pluto (Maidment,
CQ (1935), p. 22; Webster, Studies, p. 60.

48.- Edmonds II 528.

49.- Vid. 2.2.2.

50.- Frs. 231-3.

51.- Hunter, ZPE (1979), pp. 34 s.

52.- I p. 432.

53.- Autoclides era famoso por su inclinación amorosa hacia


los jovencitos (Harpocr. 40.5.15; Aeschin. I 52).

54.- Harpocratión (p. 146.3 = fr. 26) nos informa que en


esta comedia se recuerda el TtapaguaTov , lugar en
que impartían justicia los Once, ante los cuales Auto-
elides, como Orestes eran juzgados.
104

55.- Según las conclusiones a las que llega Maidment (CQ


(1935), pp. 1-4), tras el uso cuidadoso, en mi opinión,
que hace de las noticias antiguas.

56.- Vid. argumento del Pluto en comparación con las demás


comedias de Aristófanes.

57.- Maidment, CQ (1935), p. 8

58.- Maidment, CQ (1935), p. 13.

59.- Fechada en 330-327 por Webster, CQ (1952), p. 25.

60.- Hunter, (ZPE (1979), p. 34 y nn. 58 y 59) deja abierta


la cuestión sobre la posibilidad de que las heteras
nombradas constituyan el coro de la comedia y opina
que, incluso si hubieran salido a escena, no por ello
habría de seguirse laejecución por parte de ellas
de canciones corales.

61.- G. Zuntz, Papyri "De


Berol. 11771 comoedia Alexidi
3
ascripta", Mnem. V 3 (1937), p. 60.

62.- D. Bain, pp. 190 s. Por otra parte, Hunter (ZPE (1979),
p. 37) ha comparado la situación dramática que parece
deducirse en el Zlxucovols de Menandro, donde
avópes (240, 269) estaba dirigido a la multitud
reunida para seguir los debates.

63.- Cf. Ar. V. 230 ss.; Lys. 254, 321; Ecc. 293 s. Arnott,
G&R (1972) p. 6 8 .

64.- o s e u n p e A s cov ¿ Ó e D v t o q o ü t o v ó t e e x e l rffiv a ú a x p w v

coa r e rcpüjriv ¿ v J t o E s na x ’ á y p o u s A o o v u a i o i s h c o u ü j ó Gó v

o v t co v ¿ v K o A X to j, x a u ü a p y e v o v T O s T ° S « u u l m o u úito

HPLTOU CUTtOVTOS TL ItpOS TOV X ° P 0V OlVaiiaLff TOV J e v

5 ^v eívau A va s itopvoos ueyaAous T bu apxajóeos...


105

65.- Webster, Studies, p. 61.

6 6 .- Fraenkel, Quaestione, pp. 22 s.

67.- Hunter, ZPE (1976), pp. 36 y n. 65 y 38.

6 8 .- Meineke I 301.

69.- II 634.

70.- Hunter, ZPE (1979), p. 38.

71.- Webster, Studies, p. 42.

72.- Giannini, Acmé (1960), p. 163.

73.- Edmonds II 562. Cf. Antiph. 32 A.

74.- Platonio I 5 y 10-11 K.

75.- Arist. Po. 1276 b 4-6.

76.- Aeschin. I 157.

77.- Reisch, RE, s.v. "xopr)Y¿a" , c. 2416.

78.- Po. 1456 a 25-32.

79.- Cf. Ar. Las Ranas.

80.- Aunque no siempre precede a lapárodo, como en Los


Persas y Las Suplicantes de Esquilo y Las Suplicantes
de Eurípides.

81.- G. Dalmeyda, "Observationssur lesprologues d'Euripi-


de", REG (1919), 121-131;Kozukhova, MTheprologues
in the tragedies of Euripides", Vestnik Drevnej Istorii
106

108 (1968), 45-56 (• n ruso con resumen en inglés);


W. Jens. "Euripides" en Eurípides, ed. E-R. Schwinge,
Darmstad 1968, pp.» 7 ss.; H Werner Schmidt, "Die Funk-
tion des Eigangs bei Euripides", en W. Jens, Die Bau-
formen der Griechischen Tragodie, Munich 1971, 34-44;
H.D..T. Kitto, A tragédia Greca, trad. port. Coimbra
1972, II 165 ss.

82.- Aunque se ha discutido el grado de esta influencia.


Cf. Korte, s.v. "Komodie" cc. 1252 s., frente a W.
Frantz, De Comoedia Atticae prologis, tes. Estrasburgo
1891.

83.- Sobre esta clasificación ha estudiado S. Hess los pró­


logos de Aristófanes en Studien zum Prolog in der
Attischen Komodie, Heidelberg 1953, tes. mecan.

84.- Fr. 317 (=Sch. Th. 298).

B o j D A e a ^ E ó n t * ¿yoj cppctaoi t ú s etly’ ¿yú; / n xwv


85.-
itp o t evdc uv: A c p x J a x a Á o u u e v r i
(fr.8 ). Fr. Leo, Plautinische, p. 192,

8 6 .- Av. 30 y Ran 2.

87.- (pepe vDv , xaxeúflü) x cD s deaxaus xcv Xe'ycv, /


p X l' y ’ a x d ’ úueputov xpSxcv aÓTPuauv xccól , ynókv
x a p ’ nywv mpoaóoxav Xyav y e y a , / uñó ’ aÜ5 y ó X w x a
Meyapcdev xexXÉyyevev*--
v54 s s .).

8 8 .- Vv. 56-66.

89.- Cf. s. Hess, o.c., pp. 66-70.

90.- Sobre el prólogo en Aristófanes, cf. P. Hander, o.c.,


pp. 182-198.

91.- V. 46.
107

92.- Vv. 1-96 y 97-148.

93.- Webster, Menander, pp. 185 s.

94.- A.W. Gomme y F. H. Sandabach, Menander. A comentary,


Oxford 1973, pp. 20 s.

95.- M. Schanz, Geschichte der Romischen Literatur, Munich


1959, I pp. 74 s.

96.- E. Paratore, Storia dil Teatro Latino, Milán 1957,


pp. 97-101.

97.- Sobre el prólogo en la comedia de Plauto: A. Freté,


Assai sur la structure dramatique des comédies de Plau-
t e , París 1930.

98.- Hay una amplia bibliografía sobre este tema, de la


que ofrecemos la más citada: K. Dziatzko, De Prologis
Plautinis et Terentianis quaestiones selectae, Bonn
1863; Ph. Fabia, Les prologues de Térence, 1888; H.
Karsten, "Terentiani prologi quot qualesque fuerint
et quibus fabularum actionibus destinati a poeta",
Mnem. 22 (1984), pp. 175-222; R.C. Flickigen, "A study
of Terence's prologues", PQ 6 (1927), pp. 235-264;
T. Frank, "Terence1s contributions to plot-construc-
tion", AJP 49 (1928), pp. 309-322; P.W. Harsch, "A
study of dramatic technique as a means of appreciating
the originality of Terence", CW 28 (1935), pp. 161-165;
Terencio. Comedias, trad. Lisardo Rubio, Barcelona
1957, pp. XXIII ss. Manuales: Schanz-Hosius, Geschichte
der romischen Literatur bis zum Gesetzgebungswerk des
Kaiser Jústinlan., Munich 1959, I pp. 107 s. E. Bickel,
Historia de la Literatura Romana, trad. esp. Madrid
1982, pp. 515 ss.

99.- T. Frank, art. cit., pp. 312 s.


108

100.- Commedia, p. 35.

101.- CP (1919), pp. 125 ss.

102.- Eq. 40 ss., V. 87 ss., Pax 54 ss.

103.- Sch. Ar. Th. 1 3 7 : tl' s ñ xápa£us xou ( 3 l o u ; ¿ v t e u -

. S e v ^ ttiv á o x n v EugouXo s á o L r i a a r o xou A l o v u a u o u ,


Ta a v d ú o La t G v e v x r ¡ A l o v u c j l o u o l x l o i x a x a X E -
Y w '; 5 iit\ TTAerov W e v t o l
(fr. '25 A = 24 A Edm.).

104.- Cf. Pl. Poen. 823-40.

105.- Cf. Pl. Bacch. 873 s.

106.- Eubulus p. 180.

107.- Vid. 3.1.8.

108.- Kvñutüv, ómávdpooi tds t ls avSpwitos acpoópa / xal

ó u a x o X o s Ttpoj a n a v x a s , XP 0V0V / X s X a {X }

rixsv ri 6 e cü s ¿v xí p 8 l to / o u ó £ v ^ l y, u p o o riY o p ex E

n p o x e p o $ 5* o ú ó é v a / uXriv e£ ctuaYxris

itap-uwv x ’ ¿ye / x o v lia v a ...(5 - H ). Cf. A sp. 114-121.

109.- Hoc oppidum Ephesust: illest miles meus erus / qui


hinc ad forum abiit, gloriosus, inpudens, / stercoreus,
plenus periuri atque adulteri (88-90).

110.- Cf. Od. V 388-90.

111.- W. Frantz, o.c., p. 39; cit. por Hunter, Eubulus, p.


159.

112.- Macrobius, Sat. 6.5.6. = Afran. incert. fr. 11 R.

113.- El fragmento de más extensión asignado a ’O p ^ á v v n s


109

de Eubulo, en estilo ditirámbico, pudo ser pronunciado


por un cocinero o por un esclavo doméstico (Hunter,
Eubulus, p . 166).

114.- Studies, pp. 83 s.

115.- Cf. ni-iCv v. 17.

116.- Vid. 3.1.7.

117.- Vid. 3.1.9.


no

IV. LA COMEDIA MITOLOGICA.

4.1.1.- Adonis, A fro dita, Dioniso, Enopio (h ijo

de Dioniso), Hécate, Pan, Artemis y H e r a c le s, los mitos

de Alcmenón, Alc es tis , Andrómeda, Medea, lón y Edipo,

eran todos ellos propiedad común de p o e ta s trágicos y

cómicos en el t e a t r o g r i e g o del s ig lo IV.

El mito se in tr o d u c e en l a comedia, y a desde E p i -

car mo, de dos m a n e r a s d i s t i n t a s ^ -:

a) Mediante el uso de a r gum entos extraños a la

tragedia, es decir, a través de la parodia directa del

mito: ’ A y x ¿an s » ’ Ay c t X&e La , AeuxaU'uv , KépxwTies

de Eubulo; ’A v d p w u o y o v ta , ’ Acr x X títulos »

ravaú, Boúaeipus, Geoyovua, Ku x Xo o ó de A ntífanes;

A lvos, i Exl'poüv, Tpocpcovoos de Alexis; así como

comedias sob re naci m ien tos de dio se s:

’ ApxeviLÓos nal ’ A iio'XX govo s yovaí (P hilisc.), Auovuacu

yovaí ( A naxam dr. ) ' AcppoÓLrns yovaó (A n t i h . ),

A los yovau (P hilisc.), 'Epyoü yovai (P hilisc.), •

Ilavos yova£ (P hilisc.).

b) Otros mucho ar gu m en tos mitológicos son tomados

de la tragedia, es decir, constituyen el travestimiento

de d e t e r m i n a d a s t r a g e d i a s . En tre los a u t o r e s c u y a s t r a g e ­

dias proporcionan argum entos a la comedia es Eurípides,

s in duda, el que e je r c e , con mucho, l a i n f l u e n c i a mayor:


m

ACoXos (Antiph., E riph.), "AXxnaTus (A ntiph.),


A H
AAxue ovv (A m ph.), ’ Avtlo'titi (A m ph.), Auyn

(Eub.), Baxxa ^ (E u b .), 3e AXepotpovTn S (Eub.), rXauxog

(Eub., Antiph., A naxil.), 'EXévn (A naxandr., Alex.),

*Epex&eús' (A naxandr.), Qnaeús (A naxandr.),

I £ lojv ( E u b . ) , wI cuv (Eub.), MeXeotypos (Phile-

tear., A ntiph.), Mtíóclci (Eub. A ntiph.),

Olólttous (Eub.) Oilv¿yaos (Eub., A ntiph.),

’O p é a m s (Alex.), n pojt ea uXao % (A naxandr.),

^ olvlC (Eub.). El número de títulos que co in cid en

sólo con temas de Sófocles es mucho menor: ’ASdy as

( A n t i p h . , Am ph.), ActuSaAog (P hilipp., Eub.), Qay úpag

(A ntiph.), Mlvojs (Antiph., Alex.?), Nauauxda (Eub.),

npoH pus (Eub.), Tápeos (P hiletaer., A naxandr.),

T u v ó a p c ’j s ( A le x ., Soph.). Y aún menor es el que

co inci de e x c l u s iv a m e n te con ^-tragedias; de E s quilo : . * E ietoi

£Tí l eríSaLS (Amph., Alex.), :Eúpúirn (Eub.),


2
KaAAuaTüj ( Am ph .), NnPnCSes (Anaxandr.) .

4 . 1 . 2 . - Según P la t o n io , la C.M. rechazó los argu­

mentos de censura a generales y juec es y abrazó como

temas los mitos a n t i g u o s .


112

El porcentaje de títulos de comedia mitológicos,

r e s p e c to al total de los títulos c o n s e r v a d o s , en los t r e s

a u t o r e s más s i g n i f i c a t i v o s de l a C.M. es el s i g u i e n t e :

Eubulo: 50%

A n tífa nes: 20%

Alexis: 9% ^

En l a primera m itad del s ig l o IV, entre el te r c io

y la mitad de los títulos son mitológicos, mientras entre

los años 350 y 320 el p o r c e n t a j e se r educe a un décimo^.

De m a n e r a que es p o s ib le c o n c l u i r que l a Mése, que c u l t i ­

vó la comedia mitológica con f r e c u e n c ia a comienzos del

s ig lo IV fue desplazándola progresivamente de su s temas

a lo l a r g o de es te s ig l o .

4 . 1 . 3 . - Ci er tam en te la parodia y el travestimiento

mítico no c o n s t i t u y e n u n a n o v e d a d de l a C.M. Algo menos

de l a m itad de l a s comedias de Epicarmo t e n í a n a r g u m e n to

mitológico, y la comedia mitológica representó una parte

im p o r t a n t e de l a A r c h a í a . En C r a t in o el mito es u n a m ás ­

cara p ara la s á tira política, y en A r ist ó f a n e s 8 comedias

de un total de 44 títulos c o n s ti t u y e n el tratam iento de

a l g ú n mito.

Sin e m barg o, el a f ia n z a m ie n to de l a comedia mitoló­

gica está, con r e s p e c to a la C .A ., en relación inversa

con el d e b i l i t a m i e n t o de l a comedia p o l í t i c a , y su d e b i l i ­
113

tam iento en la C.N. en relación inversa al desarrollo


5
en es te p e río do de la comedia "burguesa” . La relación

de estos t r e s tipos de comedias en los t r e s per ío dos pued e

resumirse así:

C.A. C.M. C.N.

+ política - política

- mitológica + mitológica - m itológica

- cotidiana - cotidiana + cotidiana

La p r e m in e n c i a , pues, de es te tipo de comedia

se debe no t a n t o (o t a l vez no sólo) a un cambio a c c i ­

d e n t a l en los i n t e r e s e s de los p o é t a s cómicos y los g u s to s

de los e s p e c t a d o r e s , c u a n to a l d e c li v e de l a comedia p o l í ­

t i c a y el r e g r e s o , en este a s p e c t o , a los temas de E p i c a r -

mo. Por o t r a p a r t e , l a comedia i n t e r e s a d a p o r los a s u n to s

y s i t u a c i o n e s c o t i d i a n a s d e s p l a z a r á a l a comedia mitológi-

c a en Menandro, Filemón y Dífilo .

4 . 2 . 1 . - La d i s t i n c i ó n e n t r e p a r o d i a y t r a v e s t i m i e n t o
7
ha sido f i j a d a por A.W. Schlegel , y es muy p e r t i n e n t e

para la descripción del uso del mito por parte de la

comedia, en l a medida que por ambos co nceptos se e n t i e n ­

den dos formas diferentes de tratam iento cómico de lo

g ra v e y serio.

Entendemos aquí "parodia" no en el s e n ti d o sobre

el que la retórica ha c o n s tr u i d o una cierta teoría, es


114

decir, l im it a d o a las formas literarias, sino aplicado

en es te caso a los temas y situaciones. La p a r o d i a de

un mito c o n s e r v a l a forma, p ero l a e s t r u c t u r a de l a ac ción

se transfiere a otro contexto y p e r s o n a j e s , desconectada

del mundo s erio del mito e incrustada en un c ontexto

trivial. La comicidad se alcanza aquí a través de una

discrep an cia entre los p l a n o s de l a forma y l a e s t r u c t u r a

de la a c c ió n . Por ejemplo, el viaje al cie lo de Tr igeo,

montado s obr e un e s c a r a b a j o p a r a c o n s e g u i r de los diose s

la.' paz, en La P az de A r i s t ó f a n e s , es una parodia del

vu el o de Belerofonte p a r a l u c h a r c o n t r a los d io s e s .

El t r a v e s t i m i e n t o , en cambio, c a r e c e de fo rm ulación

te ó r ic a en l a a n t i g ü e d a d , a u n q u e de ello no c ab e d e d u c i r

necesariamente su desconocimiento e n t o n c e s , y se aplica

po r p r i m e r a vez a p r o p ó sito de l a p r i m e r a a d a p t a c i ó n
7
cómica de l a E n e id a . En el t r a v e s t i m i e n t o son r e s p e t a d o s

los elementos y personajes del mito, mientras su s pala­

bras, acciones, p e ns am ie n to s y s e n tim ie n to s son t r i v i a l i -

zad os en su tratam iento cómico. La de form ac ión establece

un contraste entre el primer modelo y su "degradación”

cómica. En A r istófanes c o n s ti t u y e n ejemplos de es te t r a v e s ­

tim iento mitológico el t r a t a m i e n t o de l a f i g u r a de H e r a c le s ,

glotó n y fanfarrón, y de Dioniso, locuaz, cobarde::, y

necio, en Las Ranas, a s í como l a p r e s e n t a c i ó n de Hermes

vencido por el ham bre y s o b o r n a b l e en La Paz y Pluto.

4 . 2 . 2 . - En los fra gm en tos conservados de la C.M.


115

se d i s t i n g u e n dos t r a t a m i e n t o s d i f e r e n t e s del mito:

1. A p e r s o n a j e s c o t i d i a n o s se a d j u d i c a n e x p r e s i o n e s

y s i t u a c i o n e s m itológicas.

2. Personajes mitológicos aparecen com po rtánd ose

a l a m a n e r a de a t e n i e n s e s de l a c a l l e co ntem poráneos.

Es decir, tanto la parodia como el travestimiento

mitológicos f u ero n c u l t i v a d o s en l a comedia d el s ig lo IV.

4 .2 .2 .1 .- Eubulo representó una comedia titulada

Oúóóitous • En el fragm en to 72 un p a r á s i t o m en es te ro -
9
so, que Webster i d e n t i f i c a con el p r o pio Edipo, m aldice

a l a m a n e r a de un p e r s o n a j e de S ó f o c l e s ^ .

ó Tt póóxos eúpSv T á AAo T p L c x SeuTivepv áv np

óriyOTLHOS r¡V TUS, ü)£ £ 0 U £ J TOUS T p o'7t 0 U S •

o q t l s ó ’ éuu ó g l u v o v rj cpuAo v t l v ’ ñ ^evov

* a Aé a a s e ti e l t a cruyBoAas ¿Ti páCaTO,

(puyas yévouTO yn<5 e v ou o^ ev Aagcóv.^

Es p r o b a b l e que el Edipo de Eurípides estuviera en la


12
mente de Eubulo . Sin em bargo, el mito s ig u i ó s ie ndo

popular durante el s ig lo IV, como lo d e m u e s tr a que Teo-


13
dectes representara una tragedia con el mismo título .

El motivo de l a Esfin ge y l a s adivinanzas, t a n del g u s to

de la C.M., e s tu vo muy p ro b a b le m e n te en la base del


116

tratam iento cómico del mito. Este fue t a l vez y a el tema


i/
de £<P¿yC de Epicarmo 44.

Una comedia como OpearauioxAeLÓns de Timo-

cl es sería, sin duda, una parodia m itoló gica en l a que

un personaje m ort al como Autoclides se desenvolvía en

l a efcena en s it u a c i o n e s y con a c t i t u d e s y p a l a b r a s p r o p i a s

de O r e ste s . El f ra gm ento 25 de Timocles 15 nos presenta

a un g r u p o de h e t e r a s v i e j a s , po sib le m en te el coro, r o d e a n

do a l pederasta Autoclides , sustituyendo a l a s Euménides

que, en el Areópago, rodeaban a Orestes en la tragedia

de E s q u ilo . Ya en Las Rana s de A r is t ó f a n e s , Jantias se

p r e s e n t a d i s f r a z a d o de Heracles como 'H pa jfX eu o^ av dL 'as l b ,

y C r a ti n o representó una comedia intitulada

Al o v u c o a X e £ a v 6 pos .

En el >
'A v i l o un de Eubulo, fra g m e n to 10 17 ,

hay, adem ás de la parodia verbal, una versión cómica


» / 18
del ’ Av i l o un de E u r í p i d e s , en el que Hermes ex m a c h in a

previene a Zeto y a Anfión del asesinato de Lico y les

revela los planes de Zeus para el f u tu r o 19 . Es p o s ib le

que estos versos fueran recitados por el p r o p io Hermes,

en cuyo caso su com icidad radicaría p r o b a b le m e n te en

el contexto, desconocido p a r a n o s o tr o s , en el que se i n s e r ­

ta. Si, po r el c o n t r a r i o , y como no es menos p r o b a b l e ,

otro personaje recitaba estos versos, se trataría de lo

que hornos v en id o ll a m a n d o p a r o d i a m itológica.


117

4 .2 .2 .2 .- Pero el travestimiento mitológico fué más


-20
d el g u s to de l a Mése . El.; ciclo • místico.' más p o p u l a r e

y con más f r e c u e n c ia tratado por l a comedia del siglo


21
IV - es el heracleo , de m a n e r a que las características

tradicionales de H er acle s, tales como la fuerza bruta,

l a v o r a c i d a d y l a i m p u l s i v i d a d de los i n s t i n t o s , son expío

t a d o s de u n a m a n e r a r e a l i s t a ; i g u a lm e n te e l ciclo t r o y a n o ,

y las figuras de Cíclope, Galatea y Ulises ocupan un

l u g a r d e s t a d a d o e n t r e los fra gm entos de e s t a ép o c a .

Alexis h ace a Heracles discípulo de Lino en el

fra gm ento 135, a s i g n a d o a l a comedia A l v o s , y le h ace

escoger, entre una surtida biblioteca de clásicos, un


23
l i b r o de c o c i n a . En o p inión de S c h i a s s i , el p o e ta cómico

nos p r e s e n t a un doble c o n t r a s t e : a) e n t r e u n a m o d e r n id a d ,

v i s t a en sus p r o g r e s o s y r e f i n a m i e n t o s , y la grandiosidad

de l a e d a d h e r o i c a que per man ec e en el fondo, y b) e n t r e

el a g u d o e s p í r i t u á tic o y l a g r o s e r í a del vec ino beocio.

... KPAKAHL t o u t l Xa y Bc x v u ) .

A I N OE óe l £ov t l éa x l ti p lj x o v .

HP . Ó4 >a pTua La ,

10 (3s cpncu T O U H L Y p auya.

AI. cpLloaocpós Tif

euónXov, os xape\s xoaaüxa ypáyyaxa

Xuyou x e x v r lv eXa$es.

HP. ó luyos 6 ’ ¿cf TL tus ;

AI. yaX* e úc pu n s avdpojxos* TpaywóCav


118

( 3p y rix z v u v x a l tE3v y s v u h o x p l k i í v u o X u

1 5 x p Ó T i a x o s ¿ p t l v ó c l> o u o u d s , ó o x e l

t o i s XP^vevous» tEóv 6 ’ ó ^ o n o u S v 5 ’ ú %o x p Ctti s .

BoúXuyos ¿ a $ ’ avdpcarco s .

HP. o tu B o u X e u X e y e ’

t c e lv G ycíp, e ü t o O t ’ Ccrdu. (vv. 8-18)

2 m ss. Ti poaEXdt ov yap XagE*. 6 mss. X o l p l X o s

* Oy r i pos ‘’E T t d x a p o s . 8 mss. <5pynae • 17 m s s .

é a t ’ avSpiono s .

En el f ra gm ento 7 de Eub ulo, de la comedla

’ AyáX^Eua » Heracles aparece rechazando ciertas raíces

en su dieta. Además el v er so 2 es una parodia de l a


2/
Andrómaca de E u r í p i d e s

SEpyoiepov xpaupdxepov rí ycaais e x ov

xoDx ’ é a d ’ excepto) y E Í ^ o v rf Tpodav e X e u v .

xáytb yap e v x auXo üa uv o ú 6 e auXcpda)

oúó ’ CepoauXoL^ xab l u x p a t s itapocjjdau

5 Bo X0 o l s t * éyaUTOV x ° P TC*aa)v ¿ Xd Xu § a .

a 6’ e u s t ’ e6ü)6tiv i p S x a x a l p o jyn s á x y n v

x a l u p o s ú y u E u a v , ita'via T a O x ’ é ó a i v u y n v ,

x p d a g B o e i o v e <p $ o v á a o X u x c o s y £ y a

á x p o x ió X L O V t e y E W L x o v ó i x o v ó d X q j a x o s

1 0 á X d a n a T á < T ’ Z) x p u a .
119

2 Edm. $ e p y o v yap ^•

8 mss. áaoXouov ysya.

9 mss. ¿Ttxa óeXcpaxL’ .

En raX ateta , Alexis presenta un Polifemo


25
moderno y refinado en palabras de Schiassi- , aunque

sólo superficialmente, de manera que la com icidad se

logra cuando tal r e fin a m ie n to externo constrasta con la

auténtica naturaleza grosera del Cíclope. En el f ra gm en to

36 de Alex is, S c h i a s s i ha i d e n t i f i c a d o el óeaTtoxris con

el p r o p io Polifemo, que de joven recibió ed u c a c ió n de

la escuela de A r istip o , pero e d u c a c ió n sólo en el arte

culinario, l a ú n i c a p o s ib le p a r a u n a mente t a n poco c u l t i ­

vada.

ó . ó e a i t o x r i s o ú y o s Tuepu Xo y o u s yap ti oxe

6 l ¿ tplc |;g y e L p a x u a x o s uv xa\, cpLX oaocpELv

¿itedexo. Kuprtvauos ?jv ¿vxa Ddd t u s ,

cus cpaa l ’ Ap l c t u Ttit o s j crcxpuaxns eúcpuriSs

5 y 8 XXo v 6 e Ttpiüxeywv áxctvxajv ^ x 2 v ^ x oxe

áxoXaaxuqi r e xcóv yeyovoxoov óuatpepüiv.

xoúxíjj xa Xavxov ó o u s y a d r ix n s y ú v e x a i

ó óeaitdx ris* *a l tnv x e x v n v y ev o ú itdvu

é^eyafte, xfiv 6 ’ á p x u a d a v auvrípTtaaev . (fr. 36)


120

4 mss. évxaüSa c3s cpacuv * Ap u a n - u u o s . t u s ■ 6 mss.

áxXo.aoía. 9 mss. ápxnpua\>.

26
E s ta misma idea se vé confirmada*” en el KuxAoo<J> de
27
Antífa nes , donde el Ciclope es p r e s e n t a d o como un enamo­

r a d o de g r a n c o r a z ó n , per o sim ple, no s e n ti m e n t a l y t o r p e ,

por t a n t o b u r l a d o por G a l a t e a y p a r o d i a d o p o r el p o e t a .

Si, como parece probable, Dolón pronunciaba los

versos del f ra gm ento 30 de Eu bulo, de la comedia de l

mismo nombre, éste es otro ejemplo de t r a v e s t i m i e n t o mitoló­

gico .

éyíb x e x o P Totayot u a v ó p e s , o u x a x S s ,

á A A ’ e ú y u u A n p r i s , c o a te x a u yo'X us u a v u

úu e 6 ncráutiv a t a v i a 6 p u) V ^ a s e u Ba 6 a s •

1 mss. etiam uctvx^.^

La comedia AoXcov de Eubulo r e c o g í a la historia del


28
c a n t o X de l a lliada , que pos ib lem en te fue d r a m a t i z a d a
29
ya por Epicarmo , y parece que tu vo fortuna dram ática
30
en el siglo IV, a j u z g a r p o r l a t r a g e d i a Reso. . El r e s u l ­

tado cómico se obtien e pues al presentar a un p e r s o n a j e

mitológico como Dolón en un contex to tan trivial como

el co men tario de su estado de saciedad después de una


121

o p í p a r a , cena,...frecuente.-en: l a . comedia 31

El mismo descenso del mito de la escena de lo

g r a v e o s e r io a lo c o tid i a n o s u f r e el p e r r o de c a z a m a r a -
32
v ill o s o de P r o c r i s , t r a t a d o en l a comedia como un c a c h o -

r r o mimado de p e r r o f a l d e r o 33 . Con el t í t u l o de npdxpus

representó Eubulo una comedia, a la que p e r te n e c e es te

f rag m en to :

A- ouxpuv únocfTcpeuTe yaXaxSs x u v u ;

xáxa) yev úxoBaXeLxe xffiv MuXri ayoúv

¿ P L gúv, avoa^ev 6 ’ ¿XLBaXEuxe £ u cr x l 6 a .

®• *'a t i o XX o v .

A* e íx c c x ° v 6 p o v a ú x C S eucjexe

y a' X-v a x x b x n v oy s -

B. ' H p d x Xe l s .

A. x a l x o u s i t o ó a s

á X e u ^ E X ’ a ú xot3 xcp Mey c iX X e l ^ y u p ^ .

(fr. 90)

6 mss. áX eL cJjax ’ , M ein. áX eúcjíE x” .

Es muy probable que los personajes de e s te diálogo de

la comedia fueran la propia Procris y su criada, tal


3L
como s u g ie r e Edmonds , en cuy o caso la r e d u c c ió n del

mito a lo t r i v i a l i n c lu y e a l a misma P r o c r i s , c u y a h i s t o r i a
122

Constituía un e x celen te m a t e r i a l p a r a el t r a t a m i e n t o cómi-

E1 f ra gm ento 214 de Alexis es, adem ás de su s conno

t a c io n e s eróticas, una alusión a la a f ic ió n al v ino de

Dioniso, que p r o b a b le m e n te se p r e s e n t a b a en Eu v t p e x o v t e s

como p r o to ti p o de b o r r a c h o

Xcuhos ’ Ac pp o ÓLx r i S eúy^ yocp itepiaTepos .

ó 6£ Ayovuaog o£6£ t o y £$daa l yovov*

e í, ó£ v £ov rí ti a X a u o v , oí ) HEcppdvTyxEV.

1 mss. ó Xeuxos. 2 mss. oi 6e aut oZoe p ro ¿ 5 ^

4.3.1.- Dentro de la comedia m it o ló g ic a , Pluto

de A r istó f a n e s i n c l u i r í a im pl ic aciones a l e g ó r i c a s .

Pluto es un p e r s o n a j e de l a mitolog ía d es d e h e s io -

do 37 ; s in e m barg o, en su inclusión en la comedia de

A r istó f a n e s no es p r á c t i c a m e n t e sino u n a f i g u r a de c a r á c ­

ter a le g ó r ic o , a l i g u a l que su opu es to P e n í á . Ellos, como

Hermes, que recibemen cambio, l a peor p a r t e en el t r a -


Og
v es ti m ien to mitológico , son i n t r o d u c i d o s en uns h i s t o r i a

humana y tratados como s eres hum anos. Dentro de la

C.A., tam b ié é n Arquipo representó otra comedia llamada


39
P lu to , y de C r a tin o es los Plutos, una comedia que,

al parecer, trataba de l a Ed ad de Oro, con c l a r a s im p l i -


123

.. -i * 40
ca cio n es m itológicas

En la Mése, Nicó strato representó una comedla

titulada IIXo O t o s de l a que sólo sabemos que se h a b l a b a

de p a r á s i t o s 2*'. Anfis. volverá a tomar la idea de la

c e g u e r a de Plu to que y a A r is tó f a n e s h a b í a u t i l i z a d o .

TUCpÁOS 6 IIAOUTOS £ EV ai pO L ó 0 X£ L ,

oaius ye napa taútnv yev oúx eúaepxeTau,

napa oe Euvajnij xai Au x c j xai, Na v v L( j )

¿lepaos te TooauTaoau nayoao toü Soou

5 ¿' v ó o v xádrix’ ánonXrixTOs o ú ó ’ e£epx£Tau (fr. 23)

4 mss. ¿xaúpaos*

4 . 3 . 2 . - • El travestimiento mitológico podrá.; ta m b ié n

s e r v i r de upoaxr i ya p a ra la a l u s i ó n p o l í t i c a , t a l como

y a h a b í a s ucedido en l a A r c h a ía en l a que C r a t i n o r e p r e ­

sentó una comedia de título tan significativo como

Auovucr aAé£av6pos . En es te s e n ti d o , la C.M. no fue

to ta lm ente i n n o v a d o r a , y su opos ición a l a C.A. no e s t a b a

tanto marcada por la desaparición absoluta del ataque

p o lít ic o , cuanto por la manera en que éste se d a b a . Es

decir, m i e n t r a s A r is tó f an es a t a c a b a cpavepóóg , los cómi­

cos de l a Mése lo h a r í a n : a úvuyya TwóGs . La s u t i l i d a d

o segunda in t e n c ió n ( únovoua ), de l a que h a b l a b a

Ar is tótele s a l r e f e r i r s e a l a s "comedias nuev as ", es a p l i c a ­


124

ble no sólo como oposición a l l e n g u a j e soez, sino ta m b i é n

como oposición a la invectiva descarnada a la manera

de l a comedia p o l í t i c a del siglo V.

Un f ra gm ento de Boúaebpus de Efipo p r e s e n t a

u n a vez más a Heracles cómicamente t r i v i a l i z a d o .

HPAKAHE o u x o Za%d u’ o v x a Tipos deóóv Tlpúv^lov

’ A p y c l o v , o í y e ^ u o v x e s a ¿ e l x a s u á x a g

nctaas yaxovxa u;

BOYEEIPIE? TOLyctpouv (peúyoua ’ áe l .

( f r . 2)

3 mss. á e u áeií a u t aCeu a úeú' .

Es p o s ib l e que aquí se haga velada alusión ya s ea a

la derrota inesperada de arcadios y argivos a manos

de los eleos en Olimpia, a gos to del 364, o la derrota

i n f l i g i d a por E s p a r t a a los a r g i v o s a l i a d o s de los t e b a n o s

en el otoño del 352, o a am bas co s a s a l a vez . Por o t r a

parte, Artajerjes III in t e n t ó sin é x ito invadir E g ipto,

con ayuda de l a s tropas argivas, sobr e el 351, p e r o su

invasión sólo se consumó, con a y u d a de m e r c e n a rio s g r i e ­

go s, el 343. F in a lm e n te , el 346 Argos se unió a M acedonia.


43
Con todos estos datos, con clu ye Edmonds , una comedia

con es te títulos sería representada antes el 342 que el

351.
125

Todo ésto no dejan de ser mer as conjeturas. No

obstante, alusiones como la de l f ra gm ento 2 de Efipo a

la huida de los argivos derrotados, no d e j a r í a de t e n e r

unas resonancias de i n m e d i a t a a c t u a l i d a d en los e s p e c t a ­

dores.

El carácter fragm entario de lo que cons ervam os

de l a C.M. no nos p er m it e, s in e m bargo, delim itar h asta

qué pu n to l a comedia mitológica pu do s e r v i r de i t poa xnua

o pretexto p a r a la alusión p o l í t i c a ^ .

¿.3 .3 .- Los títulos que aluden al n a cim ie nto de


/r-
alguna divinidad correspondían a un tip o especial de

"comedia de leyendas"^. Su o r ig e n se encuentra ya en

l a C.A. y nos r e c u e r d a i g u a lm e n t e t í t u l o s de d r a m a s s a t í ­

r ic os .

En tr e los p o e ta s de l a
Mése, l a m a y o r ía de e s t a s
/Q
comedias son a s i g n a d a s a Filisc o

De es te grupo de comedias sólo cons er va m os dos

fra g m e n to s . El fra gm en to 13 de A r aro , perteneciente a

llaves rovau , parece describir la m ús ica y la danza

del dios r e n a c i d o .

ávctpTtaaas vióvauXov e ú d u s S o x e l s ;

xoúcpcüs ávnXXeTo.
126

El fra g m e n t o de Filisco conservado por un papiro

del s ig lo I d. C .^ , de l a comedia Aubsrovaú , nos

presenta a Rea, Crono y Apolo im plicados en u n a situa­

ción t r i v i a l i z a d a y d i v e r t i d a .

PEA 'tu oí5v ¿you xó5v aSv y e X e u ; ' cpaun t u s av

úyíBv . ¿yaj 6 ’ ¿pó5 t o EocpoxXéous ercos

i ' ti e t o v $ a 6 e u v á ’ . tia v x a xou y é p a)v Kpovos

1 xa u a u ó ú ’ éxi t úveu xe « a l xaxeadueu,

5 é y o u ó e xoúxiüv xpoa5u6u)auv o ú 6 e ev ,

¿ X X ’ aúxos *póeu M e y a p d S * aycov

o x u 3a v xéxuj ’yoj x o u x o xcú X lóv éadueu.

6 eóo ux c yap xov xPncryov (Saxep «uva Xa y ú s *

^¿XPnae yap Kpova) ioft’ *A tüoX X u v ópayunv,

10 xdx ’ oúx á ti ¿Xa Be. xauxa órj d u y o v tivgüjv

; ¿x ¿ pa v expTiae{v o ú x ¿ x u } ó p a x y S v á £ ua v ,

; o ú axeua'pua ya xov A u ’ oúóe xPnyaxa,

¿x xñs BaauXeuas <5 ’ ¿ x x e a c u v úxo lauóúou.

x o u x ’ o 3 v 6 e 6 ux(jjs x á v x a xaxaxuveu B P e <pr) .


(fr. 1 A)

Mitos y leyendas proporcionaban ar g u m e n to s y

personajes a la comedia, con l a ventaja añadida de su

fam iliaridad para los espectadores. Este hecho parece

c o n t r a d e c i r l a q u e j a que Antífa nes expone en el fra g m e n to

191 sobre las desventajas de la comedia, a causa de

requerir mayor i n v e n c ió n , re s p e c to a la tragedia, en

noúnpys a u n q u e e s t á en c o n s o n a n c i a con l a p r e c e p t o v a

a r i s t o t é l i c a que h ace p r opio de l a comedia xa xuxovxa


127

óvóyciTa frente a los nombres usados por la trag ed ia,

g e n e r a lm e n te unidos a un mito o l e y e n d a 51 . El c a r á c t e r

polémico de es te fra gmen to de Antífanes, po sib lem ente


52
p e r t e n e c i e n t e a l prólogo , r e s u l t a s o r p r e n d e n t e si tenemos

en c e n t a que el 20% de los t í t u l o s conocidos de e s te po e ta

cómico son de c a r á c t e r mitológico.

La comedia mitológica podía llevar a escena con

f r e c u e n c i a muchos de los motivos de l a comedia de en r ed o :

amor, engaño, sustitución, rapto y reconocimiento de n i ­

ños, e tc . El Amphitruo de P l a u t o , p a r a el que se pr op one

un modelo de l a C. M. , co n s is te en un a lt o g r a d o de fusi ón

del ar g u m e n to mitológico con l a comedia de e r r o r e s 53

4 .3 .4 .- Por desgracia para nosostros, Plauto no

tuvo mucho i n t e r é s en i n d i c a r el modelo de su Amphitruo

como hizo con otros prólogos suyos. Es improbable, sin

e m bargo, que to m a r a el mito de Zeus y Alcmena d i r e c t a -


54
mente de l a tragedia , aunque, s in duda, la influencia

de Eurípides, s e g u ra m e n t e en el modelo g r i e g o , es c l a r a -
55
mente r a s t r e a b l e .

No p a r e c e que ’ Aycp l t p u í j v de Arqu ip o y

Nu£ Maxpct del Cómico P lató n f u e r a n los modelos g r i e g o s ,

pues el co n ju nto de l a comedia de P l a u t o p a r e c e b a s t a n t e

alejado del espíritu de la A rchaía. También Nú 5 de


56
Filemón ha sido propuesta como modelo , igual que el
128

’ AucpÚTpuuv de Rintón. De Dífilo conocemos tres títulos

de comedias m it ológ ic as, y la cobardía de Sosias 57 t i e n e

un paralelo en el f rag m en to 125 de aquel cómico de la

En mi o p in ió n , varios a s p e c to s del Amphitruo de

Plauto nos p er m it en c o n f i r m a r un modelo de l a Mése p a r a

e s t a comedia.

1. Dos d ato s valiosos nos porporciona Plauto a

t r a v é s del prólogo de M ercur io. En p r im e r l u g a r , se def ine

l a o b r a como u n a t r a g i c o m e d i a 59 .

emadem hanc, si uultis, fa ciam ex t r a g o e d i a

comoedia ut s it omnubus isdem o u r s i b u s . . . (54 s . )

fac iam u t commixta | t r á g i c o comoedia;

nam me p e r p e tu o f a c e r e u t s it comoedia,

r e g e s quo u e n i a n t et d i , nom p a r a r b i t r o r .

quid igitur? quoniam hic s e r u u s quoque p a r t e s h a b e t ,

f ac iam s i t , p r o i n d e ut d i x i , t r a g ic o m o e d ia .

(59 s s . ) ^ ° .

Encesta diferenciación de comedia y tragedia según la

nobleza o no de los p e r s o n a j e s h a y un eco de l a P oé tica

de Aristóteles^*: aunque la preceptiva aristotélica no

e x clu y e e x p r e s a m e n te a los es c la v o s de la tragedia, el

tono de ésta exigía que la acción fuese llevada a ca bo


62
por personajes nobles . Precisamente, el travestim iento
129

mitológico culticado por la Mése, extrae su com icidad

de l a r u p t u r a de e s t a norma, a l s a c a r a l mito, p r e f e r e n t e ­

mente a través de l a t r a g e d i a , los p e r s o n a j e s y s i t u a r l o s

en la esferea de lo c o t id ia n o y trivial. Esta inclusión

y participación de los dioses en las intrigas humanas

es lo que P l a u t o ll a m a t r a g i c o m e d i a .

2. Más adelante, el protagonista Mercurio trata

de evitar la sorpresa del público ante la presencia de

Júpiter en escena . Es verdad q u e, aunque Júpiter y

Mercurio son trasladados de la esfera divina a la de

la vida cotidiana, su dignidad es salvada al final de

la comedia, y las a c t i t u d e s h u m a n a s de ambos p e r s o n a j e s

divinos son justificadas como intencionadas y asumidas

como n e c e s a r i a s .

MERC.
... g u a n d o imago es t h u i u s in me, certum es t hominen e -

/ludere

et inim uer o quoniam forman c ep i h u i u s in med et s ta tu m ,

decet et f a c t a moresque h u i u s h a b e r e me s im ilis item.

i t a q u e me malum esse a p o r t e t , c a l l i d u m , a s tu t u m admodum,

a t q u e hunc telo suo s i b i , m a l i t i a , a f o r i b u s p e l l e r e

(265 s s . )

Esto no se opone a la po s ib le existencia de un modelo

en la Mése para esta comedia de Plauto, pues, aunque

a lg u n o s temas mitológicos tratados por la C.M. tenían

que ver i n d i r e c ta m e n t e con Zeus, no h a y i n d ic i o alguno


130

en los fra g m e n to s de que p a rtic ip a ra a c tiv a m e n te como p e r s o ­

n a je en a l g u n a de l a s co m ed ias. De e s ta m a n e ra l a s o r p r e ­

sa d el p u b lic o al ver en e s c e n a a J ú p it e r q u e d a j u s t i f i ­

cada. Con todo, no fa lta to ta lm e n te la b u rla m itológ ica

im p lic a n d o a l mismo J ú p i t e r .

MERC. nim is h is s c i t u s t s y c o p h a n t a , q u i quidem meus s it

/p a te r.

o b s e r u a to t e , quam b l a d e m u lie ri p a l p a b i t u r . (506 s .)

3. Aunque no se p u ed e h a b l a r de u n a p r e o c u p a c ió n

p o r el e s tu d io de p e r s o n a j e s , A n fitrió n resp o n d e de a l g u n a

m a n e ra a l tip o del m iles g lo rio s u s o s o ld a d o f a n f a r r ó n .

p r a e d a a tq u e a g r o a d o r i a q u e a d f e c it p o p u l a r is su os,

r e g iq u e T heb an o C reoni renum s a t a b i l i u i t suum . '

me a p o r tu p r e a m i s i t domum, u t h a e c nu ntiem u x o r i s u a e :

u t g e s s e r i t rem p u b lic a m d u c tu , im p erio a u s p ic io suo.

(193 s s . )

4. Alcmena es p resen tad a como m ujer n oble y f ie l,

y en sus l a b i o s pone el p o e ta cómico los c o m en tario s m ora­

le s más d i r e c t o s . Esto e s t á en c o n s o n a n c ia con el c a r á c t e r


fiA
m o ra liz a n te de la C.M. , aunque en verdad tam b ién

p ued e a p l i c a r s e a l a C.N.

non ego illa m n i h i dotem duco e s s e , q u a e d is d i c i t u r ,

sed p u b ic itia m et pudorem et sed atu m cu p id im en ,


131

deum metum, p a re n tu m amorem et cognatum co n co rd iam ,

t i b i m o rig e ra a tq u e ut m u n ifica sim b o n is , prcfsim p r o b is .

(839 s s . )

5. El mito y los p e r s o n a j e s , m itológicos o no, e s tá n

al s e r v ic io de l a comedia de i n t r i g a , donde d e c e p c io n e s,

e rro res y engaños se r e s u e lv e n en un f in a l f e liz . Este

tip o de comedia co rre s p o n d e a aq u ella eta p a de la C.M.

en l a que l a te m á tic a m itológica se d e s e n v u e lv e en com edia

de tip o s y errores. La d if e r e n c ia en el A m phitruo de

P la u to e s trib a en que los erro res obedecen a un p lan


65
e x p re sa m e n te id e a d o por dos d iv i n i d a d e s . Al p ú b lic o ,

s in em bargo , se le ofrece to d a la info rm ació n n ecesaria

para s e g u ir el arg u m en to de errores: tra s el prólog o


66
e x p o s itiv o y polémico de M ercurio , éste y S osias s ig u e n

in fo rm an d o in d ire c ta m e n te sobre el tem a, y el mismo Mer­

c u rio a d e l a n t a lo que v a a s e g u ir , in c lu so h a s t a el f i n a l ,

en u n a esp ecie de seg u n d o p r ó l o g o ^ .

6. De la a l u s ió n al a taq u e de l a c a b a lle ría por

el a la derecha en l a n a rra c ió n de l a b a ta lla


68 , t á c t i c a

que, al parecer, lle g ó a ser p ro m in en te en tiempo de

E p a m in o n d as, te b a n o como el l u g a r de l a g e s ta de A nfi-

t r i o»n , h a d e d u cid o Webster 69 que el modelo de e s ta com edia

de P la u to hay que d a ta rlo poco d e sp u é s d el 331. E sta

fech a -si la aceptam os como su fic ie n te m e n te ju stific a d a -

r e s u l t a p len am en te co m p atib le con el p erío d o de d e s a r r o l l o

de la C.M. Lo que, en todo caso, sí podemos a firm ar


132

es q u e , con b a s t a n t e p r o b a b i l i d a d , el modelo g r ie g o p e r t e ­

neció a un e s ta d io muy ta rd ío en el d e s a r r o l lo de la

com edia m ito ló g ica, en l a m edida en que el t r a v e s tim ie n to

m itológico se fu nd e con la com edia de c o stu m b re s, de


70
am plio d e s a r r o l lo en l a Néa .

4 .4 .- C onclusiones so bre la com edia m itoló gica

d u r a n t e el s ig lo IV:

1. La in tro d u c c ió n del mito en la com edia, que

y a tie n e a n te c e d e n te s en Epicarm o y en la C .A ., se r e a l i z a

b ie n d ire c ta m e n te , po r medio de la p aro d ia d ire cta d el

mito, o a tra v és de los num erosos tem as tra ta d o s po r

l a t r a g e d i a (e sp e c ia lm e n te por E u r í p i d e s ) .

2. Por el p o r c e n ta je de títu lo s, en los p rim ero s

años d el s ig lo IV se r e p r e s e n ta r o n m ayor número de tem as

m itológicos cómicamente t r a t a d o s , núm ero que fué r e d u c ié n ­

dose p r o g re s iv a m e n te .

✓ i
3. Su a fia n z a m ie n to e s ta en r e la c ió n in v e rsa al

d e c liv e de la comedia p o lític a y su d es v a n e c im ie n to al

d e s a r r o l l o de la com edia de co stu m b res.

4. Los frag m en to s de la C.M. nos p e rm ite n r a s t r e a r :

a) l a p a r o d i a m ito ló g ic a , h e r e d a d a de l a C .A ., p o r medio

de la c u a l se t r a n s f i e r e un p a s a j e m itológico, s in c a m b ia r

su form a, a un co ntexto triv ia l; b) el tr a v e s tim ie n to


133

m itológico, tam bién'- con ejem plos en A ris tó fa n e s , c o n s is t e n ­

te en l a d is to r s ió n cómica de los elem entos deLm ito; c) l a

com edia de ley en d as, que nos recu erd a p o r - los títu lo s

a los d ra m a s s a t í r i c o s , y cuyo d e s a r r o l lo , a u n q u e lim ita d o /

se g ú n los d a to s que poseemos, a c e r c a l a com edia m ito ló g ica

a l a com edia de i n t r i g a . De estos t r e s tip o s de t r a t a m i e n ­

to cómico d el mito, la Mése d e sarro lló e s p e c ia lm e n te el

tr a v e s tim ie n to m itológico.

5. El mito p o d ía te n e r im p lic a c io n e s a le g ó ric a s,

u tiliz a rse p a ra la a lu s ió n p o l ít i c a v elad a y, so b re todo,

p a r a l l e v a r a e sc e n a motivos de la comedia de e n re d o .

De L orenzi 71 ha se g u id o el proceso de d esarro llo

de l a C .A ., a p a r t i r de l a p a r o d i a t r á g i c a y sus p ro x im i­

dades con la m era p a ro d ia del mito y los a rg u m e n to s

de i n t r i g a , y h a d i s ti n g u i d o l a s s ig u ie n te s e t a p a s :

1. P a r o d ia de l a t r a g e d i a ( p a r a t r a g e d i a ) .

2. P a r o d ia d el mito, lo que De Lorenzi lla m a como-

d o tra g ed ia y que, en mi c a s o , p r e f ie r o llam ar

tra v e s tim ie n to m itológico.

3. Los mitos fu ero n tra n s f o rm á n d o s e en m a te r ia

de a rg u m en to s p s e u d o - b u r g u e s e s , que c o n s titu y e n

l a s p r im e r a s form as de l a C.N. (comedia " b u r g u ^

s a " de t r a n s i c i ó n ) .

Una vez más nos es p o s ib le s e g u ir la ev o lu ció n


134

de l a com edia g rie g a m ed ian te un sistem a de op osiciones

de r a s g o s d om in antes y r a s g o s r e c e s iv o s , donde el d e s p l a ­

zam iento de los segundos por p a rte de los p rim ero s dá

lu g a r a la s tra n s fo rm a c io n e s que tie n e n l u g a r en n u e s tro

g é n e ro d ra m á tic o d u r a n t e el s ig lo IV.

De m a n e ra que l a Mése h ered ó a rg u m e n to s , motivos

y p e r s o n a je s m itológicos de l a A r c h a í a , y , a l tiempo que

c o n s e r v a b a l a p a r o d i a m ito ló g ica, d e s a r r o l l a b a esp ecialm en

te el t r a v e s tim ie n to m itológico, c o n s is te n te en la p r e s e n t a ­

ción de p e r s o n a je s y elementos d el mito en co n tex to s cómi­

cam ente triv ializad o s, p a so p r e v io p a r a d e ja r ab ierto el

cam ino a la comedia de i n t r i g a , que poco a poco se i r í a

c o n v ir tie n d o en el p r i n c i p a l motivo d el g é n e ro , en p a r a l e l o

con l a ev o lu ción de l a t r a g e d i a .
135

NOTAS DEL CAPITULO IV

1.- Korte, cc. 1262 s. RE

2.- También aquí Prescott (CP (1919), p. 109 n. 2) ha inten


tado reducir, en mi opinión sin demasiada solidez,
el peso de Eurípides en la comedia helenística, en
favor de un desarrollo interno autónomo de la comedia
como género dramático, y así sintetiza esta cuestión
en las siguientes afirmaciones: 1 . la narración oral
y la épica deben haber aportado cierta unidad a la
comedia mitológica antes que la tragedia ejerciera
su influencia; 2 . la influencia de la tragedia se dió
ya desde Epicarmo; 3. es probable que la comedia mitoló
gica fuera infinitamente variada. Estoy de acuerdo
básicamente con Prescott en estos tres puntos, aunque,
en mi opinión, debe relativizarse el primero; sin embar
go, estas conclusiones no se oponen esencialmente al
hecho de la progresiva influencia de Eurípides en la
comedia.

3.- De Eubulo, Antífanes y Alexis conservamos el mayor


número de fragmentos y títulos, y su cita aquí es perti
nente en la medida en que representan tres etapas dis­
tintas de la C.M. Una estadística más completa ofrece
G. Schiassi (RIL (1955), pp. 101 s.), a partir de la
edición de Kock.

4.- Webster, Studies, p. 85.

5.- No hay ejemplos seguros de comedia mitológica en Menan-


dro, sólo tres títulos posibles en Filemón y siete
u ocho en Difilo.

6 .- Cf. Prescott, CP (1918), p. 119.

7.- Geschichte der Class. Literatur, edit. E. Lohner,


136

Stuttgart 1964, 187 ss., cf. 315 s. Citado por H. Hof-


mann, Mythos, p. 61 y n. 4

8 .- G. Lalli, Eneida travestida (1634); P. Scarron, Le


Virgile travesty en vers burlesques (1648); cf. W Hem-
pel, GRM 45 (1965) pp. 158 ss. Cit. por H. Hofmann,
Mythos, p. 61 n. 5.

9.- Studies p. 85.

10.- 0T 236 ss., 0C 2383 ss.

11.- Nauck y Nannich-Snell publican el verso 5 como un frag­


mento de tragedia (Adesp. 155).

12.- Cf. E. fr. 82 20-5Austin.

13.- Fr. 4 Snell.

14.- Hunter, Eubulus, p. 162.

15.- Vid. 3.1.9.

16.- V. 499.

17.- Vid. 3.2.6.1.

18.- Fr. 223 N.

19.- Hunter, ZPE (1981), p. 22.

20.- Al travestimiento mitológico se refiere Schiassi (RIL


(1955), p. 107) cuando afirma que el aspecto fundamen­
tal de la comedia mitológica en la Mése es la fusión
del elemento heroico con el elemento moderno.

21.- ’A v i a u o s (Antiph.), BoúaeLPUS (Crat. el Joven,


137

Ephipp. , Antiph., Mnes.)» 'HpaxXrjs (Anaxandr.),

*H a u o v n (Alex.), KépxuTces (Eub., Menipp.),


Aúvos (Alex.), ’OycpáXn (Crat. el Joven, Antiph.)

2 2 .- raXctTeLot (A le x .), r a v ú y n 'ó n s (Eub., A n tip h .) ,


Kúx XüjcJj (A n tip h .), Nauauxcta (E u b.),
’Oóuaaeúg (Anaxandr., Amph.), *06. n JIovouTau
(E u b.), ,’0 6 . ’ A n o v u C d y ev o s (A le x .),
’06. 'Ycpatvojv (A le x .).

23.- RIL (1955), p. 105.

24.- V. 3 6 9 : T o t 3 T ’ ead’ i n d a ti# yet^ov n Tpouav ¿Xeuv.

25.- RIL (1955), pp. 118 s.

26.- Schiassi, RIL (1955), pp. 116 ss.

27.- Cf. frs. 132-3.

28.- Vv. 314-464; cf. Hig. Fab. CXIII.

29.— ’O S u a a e u s AúxoyoXos ; fr. 83 s. Austin.

30.- Hunter, Eubulus, p. 123.

31.- Pl. Cure. 384-88; Most. 690-9; Ter. Ad. 763-6.

32.- Epigonoi fr. 2 Alien. Cf. Radke, RE XXIII, cc. 600-9.

33.- Sobre lo absurdo de los cuidados excesivos a un perro


faldero, cf. Thphr. Char. XXI 9, Luc. Mer. Cond. 34,
Plut. Per. I 1. Cit. por Hunter, Eubulus, p. 181.

34.- II 122.

35.- Hunter, Eubulus, p. 181, sugiere que éste era el tema


también de Filetero.
138

36.- Edmonds II 477.

37.- Th. 969 s., D.S. V 69, H. Ceb. 486.

33.- Cf. vv. 1099-1168.

39.- Cf. frs. 35-38.

40.- Cf. frs. 160-168.

41.- Edmonds II 38.

42.- EN 1128 a 22-24.

43.- II 147. Para el contexto histórico de todos estos acon­


tecimientos, vid. The Cambridge Ancient History, ed.
J.B. Bury, etc., v. VI, pp. 97-9.

44.- Convengo con Hunter, Eubulus, p. 27, en rechazar la


exceviva predisposición de Edmonds a adivinar en cada
fragmento alusiones de carácter bélico o político (p.e.
para ’A S á y a g , A ó v o g , "Ico, KuxXcjú<{>,Mríóeua, ’O ó u *
a a e ú g , ’Opcpeúg, Tlctv, etc.), útiles para datar las
comedias, pero con frecuencia muy forzadas.

45.- Vid. 4.1.1.

46.- Norwood, Comedy, p. 51.

47.- ’A d n v a g T ovaú de Hermipo, ^Aipeoog r. de


Polizelo ’AcppoóüTTiS T. de Nicofón y Policelo,
Auovúaaou T . de Polizelo,Mouaaív T. de
Polizelo.

4 8 . - ’ A p T Ó y u ó o g x a i ’A tio X A í d v o s r ov a l , ’AcppoÓLxrig

r ., ' Epyoú r . 5 liavo g r.


139

49.- Vitelli-Norsa Bull. Arch. Alex (1930) suppl. = P.S.I .


1175, Korte, Hermes 65.472, Archiv (1931) 55, Galavotti
RF (1930), 209, Platnauer New Chapters 3.165, Page
p. 230.

50.- Vid. 3.2. 6 .4., vv. 17-19 especialmente.

51.- Po. 1451 b 11 ss.

52.- Vid. 3.2. 6 .4.

53.- De Lorenzi, Precedenti, p. 38.

54.- Como sostiene Caldera, "Sulle fonti dell'Amphitruo",


RFIC 25 (1947), p. 145, cit. por Webster, Studies,
p. 8 6 .

55.- La historia de Zeus y Alcmena es contada por Apolodoro


(II 4.8 y 8.1 ss.) e Higinio (XXIX); Carón de Lampsaco
(Ath. 475 c) aporta el dato de la copa ofrecida por
Zeus a Alcmena; la llegada de las serpientes tras el
nacimiento de Heracles y la visita de Tiresias son
añadidos de Píndaro (Ném. I 35 ss.); dos vasos, uno
de Pesta y otro de Campania (B.M. F 149 y 193; CV;

IV a, pl. I y pl. 6.7), del primer cuarto del siglo IV


completan los datos del mito. Eurípides, por su parte,
representó una Alcmena (frs. 88 ss. N.) y es posible
reconocer paralelos para la comedia de Plauto en Bacc.
596 a, Phaeton fr. 781 N. , Androm. 547 s., lo 1210 s.
(cf. Webster, pp. 87 s., que postula la posibilidad
de una doble fuente trágica). La tesis de Sosias contan
do los sucesos de la batalla (186-246), impropia, por
otra parte, de un esclavo parece paratrágica, aunque
los términos y la táctica militares son, según Ernout
(Plaute. Comédie, París 1970, p. 21 n. 1), plenamente
romanos. Fránkel (QS,pp. 63-69) destacó el color trági­
co de la intervención de Bromia al final del Amphitruo,
140

comparándolo con los finales euripideos de Helena,


Ifigenia entre los Tauros y Frigis, así como la última
intervención, ahora ex machina, de Júpiter al final
de la comedia.

56.- Dietze, De Philomone comico; cit. por Webster, Studies,


p . 95.

57.- Vv. 296 ss.

58.- Webster, Studies, pp. 91 ss.

59.- Sobre este término compuesto, vid. W. Schwerig, "Die


Enststehung des Wortes 'tragicomoedia 1", IF 37 (1916),
p. 139, que lo explica como una haplología propia de
palabras de la lengua culta; y ahora 3. Seidensticker,
Palintonos Harmonia, Gottigen, 1982, pp. 27 ss.

60.- Según la edición de Ernout ya citada.

61.- 1450 a 3.

62.- Quintiliano, I .0. X 1.97: tragoediae scriptores ueterum


Accius atque Pacuuius grandissimi grauitate sententia-
rum, uerborum pondere auctoritate personarum.

63.- Vv. 88 ss.

64.- Vid. 9.

65.- Webster, Studies, p. 97.

6 6 .- Vv. 1-152.

67.- Vv. 463-498.

6 8 .- V. 244.
141

69.- Studies,pp- 90 s.

70.- W. Steidle ha estudiado recientemente los aspectos


más conflictivos del tratamiento plautino del modelo
griego ("Plautus Amphitruo und sein griechisches Ori­
ginal", RhM 122 (1979), pp. 34-4£|. Sobre el origen
de la narración de Bromia, concebida como una tesis
de mensajero usual, afirma que no hay duda de que no
fue invención de Plauto, sino tomado ya de su modelo
griego. Por otra parte, si el travestimiento de Júpiter
y el nacimiento de los gemelos no coincidían en la
obra griega, las líneas 481 s., según las cuales el
hijo de Anfitrión nació el décimo mes, y el de Júpiter
el séptimo, están fuera de contexto. Así el argumento
de la comedia griega se desarrolla siete meses antes
del nacimiento de los gemelos y sobre él se daría,
probablemente por medio de Zeus mismo, sólo un antici­
po. Concluye pues Steidle que el nacimiento de los
dos gemelos es producto de una contaminatio plautina.

71.- Precedenti, p. 27.


142

V. PARODIA E IMITACION DE OTROS GENEROS LITE­

RARIOS.

5 .1 .1 .- A p a rtir d el v a l o r de T uapd para in d ic a r

un c ie r to co n traste, Tíap-yó e l v s ig n ific a b a c a n ta r

una c a n c ió n con v ariacio n es, pasando así a c o n c r e ta r s e

con el s e n tid o de im itació n de un modelo. Q u in tilia n o

reco ge en g r a n m edida e s te s e n tid o de napoiSn

. . . quod nomen ductum a can ticis ad alio ru m sim ilitud em

m o d u la tis a b u s iu e etiam in u e rsific a tio n is ac sermonum

im ita tio n e s e r u a t u r " ( 1. 0 . IX 2 .3 5 )^ .

La d e lim ita c ió n del concepto p a ro d ia no se da

h a s t a l a a n t i g ü e d a d t a r d í a . Al m arg en de l a a p ro x im a c ió n

etim oló g ica de Q u in tilia n o , se u tiliz ó cuando se a c u d ía

a c ie rto s v e rso s conocidos de Homero, com binados de forma

c h i s t o s a , p a r a i n s e r t a r l o s en u n con tex to de s e n tid o d ife -


2
re n te . Se d e s ig n a tam bién con e s te térm ino to d a a d a p t a -

ción de lo tr á g ic o : en la comedia 3 , a l m arg en en p r i n c i ­

pio de lo r id í c u l o . De m an era que tuo tpcpórí era eq u iv a­

le n te a im ita tio , y se d ife ren ciab a ya el uso b u r le s c o ,

es d e c ir l a ctxw ti tl x 53 s íiapwóebv , de l a

pt yri aLs 4

Pero l a a n t i g ü e d a d no dio u n a d e fin ic ió n d e l conce£

to de p a r o d ia ni uniform e, ni suficien te, a u n q u e s u b ra y ó


5
siem pre a lg u n as p e c u li a r i d a d e s de é s ta . Su d e fin ic ió n
143

tie n e el doble pro blem a -como muy b ie n ha su b ray ad o


6
K le in k n e c h t- de s e r , p o r u n a p a r t e , e x cesiv am en te g e n e r a -
7
iiz a b le , y , por o tra , a b s o lu ta m e n te c o n c re ta y p r á c t i c a ­

mente r e d u c i d a a lo l i t e r a r i o .

g
5 . 1 . 2 . - P. Rau h a s in te t iz a d o l a s d i s t i n t a s p o s ib i ­

l i d a d e s de p a r o d i a r a s t r e a b l e s en l a com edia, con e s p e c ia l

r e f e r e n c ia a la p aro d ia de la tra g e d ia y a p a rtir de

cin co p u n to s de v ista d if e r e n te s : 1. el modelo (g én ero

y p ecu liarid ad ); 2 . la form a; 3 . l a a g u d e z a ; 4 . el t r a t a ­

miento de l a p e r s o n a p a r o d i a d a y 5 . l a te n d e n c ia .

De a c u e rd o con el p rim e r p u n to de v i s t a , en la s

com edias de A ristó fa n e s se en cu en tra: p aro d ia d el ep os,

p aro d ia trá g ic a , p aro d ia líric a , p aro d ia de p r o v e r b io s ,

p aro d ia de o ra c ió n ( a l mismo tiem po, con f r e c u e n c ia ,

p aro d ia lite r a r ia ) , p a r o d i a de o r á c u l o s , p a r o d i a de i n s t i ­

tu c io n e s ( p . e . , de l a a s a m b le a p o p u l a r o d el t r i b u n a l ) .

Según l a forma de l a p a r o d i a : a) c i t a de un v e rs o

t r á g ic o , p . e . , sin m odificación alg u n a; b) v a ria c ió n o

deform ación so rp re n d e n te m e n te d iv e rtid a de un modelo,

y a sea a t r a v é s de u n T ia p a y p ap u aT L ay d s , de

s u b s titu c ió n de p a la b ra s fuera de.: l u g a r , o a trav és de

triv ia lid a d e s; c) in c o n g r u e n c ia p aró d ica, es d e c i r , im ita ­

ción del sermo tra g ic u s, p r in c ip a lm e n te , s in r e m iti r a

un modelo d e te rm in a d o ; e) so lu ció n p a ró d ic a , es d ecir,

a d h e s ió n a la comedia de una form a basada sob re la


144

tra g e d ia .

Según la a g u d e z a , la p a ro d ia pu ed e b asarse más

en el ám bito in te le c tu a l, en cuyo caso se funda en el

á n p o afio hti tov , o en el ám bito e s té tic o , en cuyo

c a s o e s t r i b a más en el c o n tr a s te de e s tilo .

Según la actitu d de los que p a ro d ia n : a) p aro d ia

de im p ro n ta , b) p a r o d i a in g e n u a y c) p a r o d i a in te n c io n a d a .

Por f in , tom ando como p u n to de v i s t a l a t e n d e n c ia

d i s t i n g u e p a r o d i a p u ra m e n te cómica y p a r o d i a c r í t i c a .

A unque, en mi o p in ió n , a l g u n a s de l a s m a tiz a c io n e s

de e s ta c la s if ic a c ió n son e x cesiv am en te s u t i l e s , la a p o rta ­

ción de Rau c o n s is te a q u í p r in c ip a lm e n te en re c o g e r todos

los c aso s p o s ib le s de p a r o d i a cómica en A r is tó f a n e s , y

como t a l s e r á v á li d o p a r a n u e s tr o r a s t r e o p o r los fra g m e n ­

tos de l a Mése.

5 . 2 . - La t r a g e d i a .

5 .2 .1 .1 .- Desde l a an tig ü ed ad se d i s t i n g u e e n tr e

p a ra tra g e d ia y p a ro d ia , e n te n d ie n d o la p r im e r a como

la deform ación cómica g e n é r ic a d el e s tilo trá g ic o y la

segunda como deform ación de un d e te rm in a d o p asaje de

un d e te rm in a d o a u to r . Los e s tu d io s o s de la p a r o d i a en

A ristó fan es han sim p lific a d o , en cam bio, esta d istin ció n ,
145

- , 9
a p l i c á n d o l a s e g ú n el modelo .

P u c c i^ ha m a tiz a d o e sta o p o sició n , de a c u e rd o

con l a in te n c ió n de l a c a r i c a t u r a , u s a n d o el térm ino p a r o ­

d ia cuando ris a y c rític a aparecen claro s, así como el

p rin c ip a l motivo de l a alu sió n , y p a ra tra g e d ia para los

dem ás c a s o s .

En la p rác tic a , s in e m b arg o , A ristó fa n e s p resen ta

n u m ero sas escenas en la s que p a ro d ia , p a ra tra g e d ia y

e s tilo cómico se fu n d e n en un todo ú n ic o , y para denomi­

nar a este todo toma P u cci el térm ino a r i s t o f a n ic o

xpuyaiÓLa ^ 0 t r a g ic o m e d ia , que tie n e como ra z ó n de

ser p rin c ip a l u tiliz a r un e s tilo e le v a d o para expresar

sen tim ien to s b a jo s y b a n a l e s .

Por últim o, en la op osició n t r a g ic o m e d i a /p a r o d i a

l a p r im e r a se c a r a c t e r i z a p o r el c o n t r a s t e e n tr e l a e s t r u c ­

tu ra trá g ic a de u n a e s c e n a y el e s tilo típ ic o de l a come-


12
d ia . La p a r o d i a s ig u e l a e s t r u c t u r a m é tric a y el léx ico

de tip o trá g ic o , p ero los deform a p u n tu a lm e n te p o r medio

de s u s titu c io n e s in e sp e ra d a s o in te r p o la c io n e s cóm icas,

c re a n d o un todo e x a g e r a d o 13 . Sin em b arg o , como el mismo


elem entos de la p r im e r a pueden darse
P ucci aseg u ra r r
en l a s e g u n d a y v i c e v e r s a .

El e s tu d io de los frag m en to s de l a Mése p r e s e n t a

serias d i f i c u lt a d e s si se in ten ta a p lic a r con rig o r estos


146

c r i te r i o s de a n á lisis de l a p aro d ia de la t r a g e d i a , d ad o

la p é rd id a del contexto de l a obra donde se in serta el

p a sa je en c u e s tió n . In te n ta re m o s d istin g u ir aquí p aro d ia

de p a ra tra g e d ia , seg ú n el c r i te r i o de P u c c i, p e ro será

la c l a s if ic a c ió n d escrip tiv a de Rau la menos a m b ig u a

p a r a el e s tu d io de los fragm ento s de l a C.M.

5 .2 .1 .2 .- Rau 15 ha d is t i n g u i d o tip o s de p a ro d ia

de la tra g e d ia , s eg ú n motivos y form as, c u l ti v a d o s por

A ris tó fa n e s .

a) La c ita de un p a s a j e t r á g ic o co n creto , lite ra l

o a lg o m odificado, p a r a p r e s t a r p r e c is ió n , p a th o s o solem­

n id a d a unas c i r c u n s t a n c i a s cóm icas. La p a r o d i a de p r o ­

v e r b io s , en los que ta n ric a es la tra g e d ia , e n tra ría


.16
aquí

b) Im itació n del sermo t r a g ic u s p a r a d a r e le v a c ió n


17
a e s c e n a s de comedia

c) P a r o d ia de d e te r m in a d a s escenas trá g ic a s, que

q u e d a r í a i n c l u i d a en lo que hemos lla m a d o p a r o d i a m ito ló-

£ ic a .

d) P a r o d ia de form as m ayores trá g ic a s, p e ro de

im itació n l ib r e " ^ .

e) P a r o d ia en el uso de con vencio n es típ ic a s de


147

l a d r a m a t u r g i a y e s c e n o g ra f ía t r á g i c a s : s u p l i c a s , lla m a d a s

a e s c e n a , e s c e n a s de m en sa je ro , e c c y c le m a , e tc .

f) P a r o d ia de motivos t r á g ic o s : a p o s tro fe y q u e ja ,

s a lu d o , a n a g n o risis, ca tá stro fe , d esp ed id a, m echanem a.

5 .2 .2 .- La p a r o d i a ha s id o d esd e siem pre co n sid e ­

r a d a uno de los elem entos c a r a c t e r í s t i c o s de l a C.M. A ntío-

co de A le ja n d r ía e s c r ib ió nepi t S v év xrj v é a i j

hü)1íü)6 ü(jí xiuyyfi ouy é vaiv t u o l t it u ív » seg ú n nos inform a

Ateneo 19 . P la to n io c o n s id e r a b a como u n a de l a s d if e r e n c ia s

de la Mése re sp e c to de la A r c h a íá este d e s p la z a m ie n to

de l a c r í t i c a de g e n e r a le s y ju e c e s a l a b u r l a de p o e ta s ,

e sp e c ia lm e n te Homero y los t r á g ic o s 20

Hay un cam bio de p e r s p e c t i v a en l a polém ica e n tre

t r á g ic o s y cómicos d u r a n te el s ig lo IV, que ahora se

m overá sob re el p la n o de los v a l o r e s l i t e r a r i o s , es d e c ir ,

se d i s c u t i r á so bre el e s tilo y los co n ten id o s de l a t r a g e ­

d ia , que ib a p e rd ie n d o p arte de su g ran d io sid ad verbal


21
y l i b e r á n d o s e de l a s t r a b a s del mito

Pero la tra g ed ia in flu y ó so b re la comedia más

que n in g ú n otro g énero lite ra rio , en gran p a rte po r el


22
d e s a r r o l l o de l a comedia m itológica d u r a n t e el s ig lo IV
23
Webster ha d i s t in g u i d o tr e s e ta p a s en la p aro d ia de

l a t r a g e d i a , c o in c id e n te s con los t r e s momentos de d e s a r r o ­

llo d el g én ero d ra m á tic o cómico, sólo v á l i d a s en térm inos


148

muy g e n e r a le s :

1. C .A .: p aro d ia de v e rso s tr á g ic o s aislad o s o


24
• c u a n to m ás, de d is c u r s o s completos

2. C .M .: in tro d u c c ió n de f i g u r a s d el mundo mitoló­

gico de la tra g e d ia , es d e c ir , p ro p ia m e n te p aro d ia de

h isto ria s trá g ic a s .

3. C .N .: in s p i r a c i ó n de l a t r a g e d i a , cuyos comien­

zos p u ed en y a a d v e r t i r s e en la C.M.

5 . 2 . 3 . - En Ma y e i p o u de A n a x ila s se e s t a b le ­

ce u n a c o m p aració n cómica con E sq u ilo :

B. tujju Xeyeus

auaauxLov yéXXeus voariX e á e uv ; oaov

Las t r a g e d i a s de E sq uilo d ie ro n t í t u l o a l a s s ig u ie n

te s com edias: Alyútctlol ( A n t ip h .) , ' E tcxa £¿ T


tCU
cu

Qrí&aus (Amph. y A le x .) , Ka X X L a x a ) (Amph.) y

Neavúaxou ( A n t ip h .) .

Ya hemos v is to como ’OpeaxauToxXeuSns de

Timocles, t a l como lo con firm a el frag m en to 25, e r a p a r o -


149

d i a del t r a ta m i e n t o t r á g ic o de O restes 35 .

26
S elv ers enu m era los s ig u ie n te s v e rso s de Esquilo

p a r o d ia d o s p o r los p o e ta s de l a Mése:

- P r . 717 s . : ñCe:us 6* ' YBpuaxri v x o x a u o v oú

4>£Uóúv\jyo\>, o v y n i t e p a a i j s , oú yap e ú B a t o s n e p a v

P a r o d ia d o p o r Timocles 15. 1 V ov T ^ x ^ d p p o u v noiayov

'Ynepeúónv xepas . La c i t a es m o d ificad a levem ente

y en e s ta pequeña m odificación ctTipoaóo' xnxov de

' YuepeoSí i v en l u g a r de ' YBpt axn' v r a d i c a la

co m icid ad . Todo el fragm en to de Timocles p a r o d i a adem ás

el ----
sermo t r a s i c u s .

- A¿. 1668 o ú 6 ' é y u c p e ú y o v x a s a v ó p a s e Á x L Ó a s ü o x o u y

é v o u s xá n To v x e g es una e x p re s ió n p ro v erb ial re c o g id a

p o r E ubulo: aúpas ¿A xlóüjv ayxoúycvoL (10.7)

y A n tífa n es (123), cuyo p re c e d e n te más tem p ra n o e s tá

en Semónides de Amorgo (1 .6 . s s . ) . Sin em b arg o , l a e x p r e -

sión e s tá am p liam en te a t e s t i g u a d a tam b ién en E u ríp id e s 27

- El p r o v e rb io , a t r ib u i d o por EStobeo a E squilo


2 \ tr
( f r . 394 N ), es reco g id o p o r A lexis: oúx ávópos opxol

TtúcrTLs áAA’ opx&v á v á p ( f r . 343).

- A lexis 141. 15 s. xo yri y z v é a % a i , yev xpcí xuaxov


é a t ’ aeú é xa v y e v á x a y 6 ’ , ¿ s x d x u x ’ xeAos

Coincide con el frag m en to 401.2 s . de E sq u ilo . No o b s ta n te ,


150

como in d i c a el v e rso p re c e d e n te d el frag m en to cómico,

es p r o v e r b i a l , de m an era que l a id e a p r e c e d e n te del f r a g ­

mento cómico, es p o rv e rb ia l, de m a n e ra que la id e a se


28
e n cu en tra tam b ién en otros p o e ta s como Teognis o Sófo-

c í e s 29.

5 .2 .4 .- No parece que la in f lu e n c ia de Sófocles

en la C.M. haya sido mucho m ayor que la de E s q u ilo .

T ítulo s p ro c e d e n te s de t r a g e d i a s so fo cleas son ’ Av ó p d y e ó a

(A n t í f a n e s y Tnpeds (F ile te ro )^ .

32
Del Edipo en Colono d eb ió tom ar Sófilo la id e a

e x p r e s a d a en el frag m en to 9 A, reco g id o por Estobeo:

¿ A e u d e p a y a p y ASacra t Sj v i Aeu-^epiov

C ita s de Sófocles se en cu en tran en los s ig u ie n te s


33
frag m en to s .

- A n tip h . 1.1-5 es p a r o d i a de unos v e rso s descono-


3/
cidos de Sófocles, como l a misma l í n e a 6 e x p l í c i t a

VA‘ i - xaV- . Tt pS. xa; y e v

: aupaj Tt ode u v r j v ya?av, rí v cpepéaSuos

; Arioj ^porotal x^pua Scápeurau « puAo v *

CTt cura Tcvuxxa xaxepa yri xcí Saí v y e Ar i

5 x a i a y i T i É x o ^ T a , a a p x a v e o y e v ’

B t i A¿ y e u s ;
151

A xpayojóúav nepaovu) Eo <po n Xé o u s .

6 mss. Ar¡ynTyp e t nepaLvS.

- A n tip h . 231.3-7 es p aro d ia de los v e rs o s 712-1 U

de l a A ntígo na de Sófocles. Se t r a t a en e s te c a s o de p a r o ­

d ia de l a trg e d ia , ya que la cita trá g ic a c o n t r a s t a con

l a r e f e r e n c ia a l a b e b i d a .

opas napa peúdpouau xe^páppous oaa

óevópodv áeo xnv vxj ht cl Tía'o xyv yyepav

5 BpéxeTay9 uéye^os hcu, xaXXos oía yuvexao,

tí 6 ’ ávTLxeúvovd’ oíoveu 6 l <|>a v xl va

r| Cnpaaóav axovx ' aÓTo'npeyv’ áno'XXuxao ( Vv . 3 - 7)

7 m ss. e x ° ’

- El frag m en to 66 de A n a x á n d r id e s : oúxl napa

noXXous f| x á p u s túxcl xápov p a ro d ia el v e rs o

522 d el Ayax sofoleo: xápus xápuv yap ’ ¿axuv ñ

xLxxoua’ ¿ ei; . Carecemos de más d ato s, p ero la

e x p r e s ió n ju s ta m e n te c o n tra ria de la id ea de Sófocles

pu ed e c o n sid e ra ra se no p a ra tra g e d ia , s in o p aro d ia de

la tra g e d ia .

- Alex. 68 á e u cpuXo'yupov nav xo Eápóeoúv y e v o s


152

es p a r o d i a de l a A n tíg o n a : xo vot vxuxov yap ^av cpuXoíp-

yupov yevos (1055)* Sin contexto .

-El frag m en to 6 de J en arco cpxov 6* i ytu yo ~

vaixos e ús oEvov ypacpco es una im ita c ió n d el


- — 2 ............... x
fagm ento 742 N de Sófocles: o p x o u s éyw y u v a u x o s c í s

uówp Ypcícpco . P ro bab lem en te p r o v e r b i a l .

El p r o v e rb io reco gid o en el frag m en to 153 de Alexis

e s t á a t e s ti g u a d o en S. f r . 199 N^. ^

x au yap ’A p y e ú o u s ópffi.

El frag m en to 1A de F i l i s c o h a c e tam b ién mención de

u n a e x p re s ió n so fo clea: épfó xo EotpoxXéous en os /

' n é n o v d a S e u v d ’ (v v . 2 s.). E sta e x p r e s ió n está

a te stig u a d a en los v e rso s 595 y 892 de Edipo en Colono,

r e p r e s e n t a d a postum am ente en el 401 37

5 . 2 . 5 . - Que, e n tre los trá g ic o s, la in f l u e n c ia de

E u r íp id e s so b re la comedia p o s t a r i s t o f á n i c a , y so b re todo

h elen ística, fue l a más im p o rta n te , h a sido y a s u f i c ie n t e -


oQ
mente dem ostrado desde Leo y Wilamowitz

E n tre lo p o e ta s de l a C. M. , a q u é l d el que conocemos

más títu lo s p ro c e d e n te s de E u ríp id e s es E ub ulo , que r e p r e -


♦'
sen tó • aAvxuonr
' ij A*'
Auyn 39 , -n -V1 '
BcXXepocpovxriS 40 ,
153

Act v a r i "iaiv ^2 , Mn ' c e u a ^3 , _0 ¿ 6 u i c o u s

He AcxJ; 45 . Otros títu lo s que p erm iten su p o n e r una


6 ’
p a ro d ia de E u r í p id e s : ’Avópóyeóa ( A n tip h .) ^ ,

Boúasbpus ( A n t ip h ., C rat. Jpv*, E p h ip p ., Mnes . ) ,

‘EAévn ( A n a x a n d r . y A le x .) , ' Hpai t Ari s ( A n a x a n d r.) ,

Qri ae u' s (A n a x a n d r.), ’ Op é o t t i s ( A le x .) .

Son num erosos los v e rso s de E u r íp id e s p a ra d ia -


— 47
dos por los p o e ta s de la Mése, seg ú n -Selvers : A le.

367: P h ila ta e r. 13>3; id . 677: E p h ip p . 3 .1 .; A n d r . 369:

Eub. 7. 2; H ip p . 415: Xen. 4.21; LA. 370: Eub. 67.10;

id . 701: P h ila ta e r. 4.1.; Med. 49: Alex. 176.2; id . 476:

Eub. 26; id . 1003: A n a x il. 46; Or. 37: E ub. 64; id . 45:

Eub. 75.6; i d . 234: A n tip h . 207.5 s s .; id . 255: Alex.

3 * 1 .; p o sib lem en te T road. 44 y 652 e _Io 819: Eub. 67.1;

fr. 124.2 s. N2 : E p h ip p . 14.8 (cf. _IT 32); f r . 129 N2 :

Eub. 27; fr. 224 N2 : Eub. 10; fr. 320 N2 : Alex. 339;

f r s . 638 y 833 N2 : A n tip h . 231.1 s . ; f r . 621.1 N2 : N icostr.

28.1 ( ta m b ié n p a r o d i a d o en Ar. Reí. 1217); f r . 703 N2 :

A lex. 62.7 (cf. P h oen. 430; tam b ién p aro d iad o en Ar.

A ch. 497); fr. 752.3 N2 : q u iz á Eub. 75.6; f r . 895 N2 :

A n tip h . 242.3; fr. 908 N2 (A. f r . 401.2 s . y S. OC. 1225

ss.): A lex. 141.15 s s.; fr. 920: A n a x il. 67; fr. 1098 40

F iló x e n o ): A n tip h . 207.7. La c ita , de estos v e rs o s de E u r í­

p id e s es o b ie n l i t e r a l , con a l t e r a c i ó n de a l g u n a / s p a l a -

b r a / s a d e c u á n d o l a / s a l co n tex to , o con m odificació n cómica

d el v e rs o t r á g i c o .
154

De la p o p u la rid a d de E u r íp id e s e n tre el p ú b lic o

y los p o e ta s del s ig lo IV d a buena prueba l a e x p r e s ió n

xa xecpáAaya auyypácpüjv Eúp u 11 úfi i j en A n tífa n e s

U 3 .5 i 8 .

A xiónico r e p re s e n tó $uAeupLTCL6ris , u n a com edia

q u e, s in duda, p a ro d ia b a v e rs o s de E u r íp id e s en bo ca

de su p ro ta g o n ista , a s í como p ro b a b le m e n te recu rso s,

té c n ic a y e s tilo de a q u é l. Hemos c o n s e rv a d o dos fra g m e n ­

to s, de c ie r to i n t e r é s . El frag m en to 3 inform a de l a a fic ió n

de los i n d i v i d u o s , uno de ellos p ro b a b le m e n te el p r o ta g o n is

t a , a los c a n to s de E u r íp id e s .

outoj yap ztí l t o l s y e Ae a l r o ts Eúpltilóou

a y cpgj v o c r o ü a y v , (3 a x e x’a A A ’ aúxous 6 o me y v

eívau ye' Ari yLyypavxa xal xaxov ye'ya.

Y el fra g m e n to 4 es de tema c u l i n a r i o , p ro b a b le m e n te

en b o ca de un yáyeupos que h a b l a en e s tilo t r á g i c o -

l í r i c o ^ , q u iz á p a r o d ia n d o u n a monodia de E u r íp id e s .

5 - 2 . 6 . - El frag m en to 2 de Queremón: xu'xn xa

Svnxuív Tt pá yya x’ oúx eúBouAua parece haber ser­

vido de modelo a N icó strato 19-4: xuxn xa SvrixGv

u p á y y a d ’ , fi u p o v o u a f i e . . . . S e t r a t a a q u í de p a r a t r a

g e d ia , d a d o que p a r e c e e n c o n tr a r s e en un co n tex to sim po-

s ic l s e rio .

Eub. 151: é i t e i 6 e ariHÍljv u e p u B o A a s n y e u ^ a y e v


155

uówp te uoxaviou aSya 6 ue i e p a a a u e v pro cede


50
de un d is c u r s o de m en sa je ro y p a ro d ia a Queremón f r .

17 N2 .

Im itacio n es de p a s a j e s de t r a g e d i a s i n c i e r t a s son 51 :

- Alex. 236.2
napayaanTns 6 ¿v Bpotous aúówyevos
2
es mofa de A d esp . 20 N .

- Alex. 283 es una a p e la c ió n trá g ic a que p aro d ia

a A d esp . 21 N2 .

OUÓELS CpuAOTCOTTlS ¿ a T U v ’ctvSpWTCOS XCXXOs’

ó y^P ó y y o t Tü i p Bpoyuog ov x a ^ Peu auv&v

ávópaauv itovnpous oúó ' á^auSeuTO) Suc o.

- A n tip h . 163.6 p a r o d i a en con tex to cómico a A d esp.

32 N2 .

- Xen. 1.4 aaxuio s }xos xoúóe Buaaúxnv Seas


2
es p a r o d i a de A desp . 575 N .

5 . 2 . 7 . 1 . - La im ita c ió n d el sermo t r a g i c u s es d i f í c i l ­

mente d if e r e n c i a b le de l a p a r o d i a de e s tilo " d itirá m b ic o " ,

ya que una de su s c a ra c te rístic a s, la f r a s e o lo g ía en


52
clav e, c irc u n lo c u to r.ia , se a c e n tu ó en los d itira m b o s

de l a s e g u n d a m itad del s ig lo V y el IV y r e s u l t a : fam i­

lia r a la s p artes H ír ic a s de la s ú ltim a s tra g ed ias de

E u r íp id e s . Es p o s ib le , como a f irm a H unter 53 , q u e, en


156

últim o térm in o , en los p o e ta s cómicos del s ig lo IV e x is ­

tie ra , en estos casos, la in te n c ió n e x c lu s iv a de p a r o d i a r

el e s tilo e le v a d o y no un g én ero l i t e r a t i o d e te rm in a d o .

El e s tilo " a itirá m b ic o " se v in c u la b a , ya desde

la a n tig ü e d a d , a la C.M. Sus c a ra c te rís tic a s, adem ás

de lo y a i n d ic a d o , son en s í n t e s i s : a) r e g u l a r i d a d m étrica

en los y am b o s, b) cie rta i n d if e r e n c i a a la r e p e tic ió n


55
v erb al, c) e s tilo p a r t i c i p i a l y a p o s ic io n a l . Eubulo im ita

el e s ti l o d itirá m b ic o en el frag m en to 75.

itSaa cuyopcpog yuvn

épSaa youxa xnyctvcüv te aúvxpocpa

xpuBaXXo^Tio^ i a v o § p e n x a yeLpaxdXXua,

óyoü óe xeu ^ ls xal íaXnpixn xopri.

5- axXcÍYxvo l c uv ápvedobay cruy y e y u y y e vr i

Ttri<5?5 x ° P e Ú£L, uai Xog ¿g Ú tip ?uyot3‘

plnig 6 ’ éyeupeú cpúXaxag 'Hcpadaxou ndvag

$ e py A n p o £ d v o u a a x ti Y a v o u ti v o ‘

óayn óe itpog yuxxrjpag ripedLayevn

10 (JaaeuV yeyayyévn 6e AiíynTpog xdpn

xoúXnv (pápayya ó c t KXÚXo u nieayaxL

aúpeL xpurípoug ¿yBoXag yLyouyévrij

S eú vou Ttpofipoyov apuaxov.

4 Edm. xñ pro mol. 6 Edm. ano pro úi t o 8 Edm.

$epyri\> et itvorív. 9 Edm. ápeu et yuyouyévou


157

En l a tra g e d ia este e s tilo e s tá frecu en tem en te a s o -


56
cia d o con acto s de r i t u a l . El " r i t u a l " en el frag m en to

de Eubulo es c u lin a rio , y muy p ro b a b le m e n te el que

h a b la s ea un cocinero el yáye^pos aocpLcrxns

El mismo e s tilo d itir á m b ic o , el mismo co n tex to c u l i n a

r io y el mismo p e r s o n a je se dan en los frag m en to s 52


57
y 217 de a n t í f a n e s y en el 149 de A lexis . A la n a rra c ió n

de un b a n q u e te p e rte n e c e el frag m en to 174 de A n tífa n e s,

con im itació n del e s tilo d itirá m b ic o .

z Zx ' ¿neocr ñ y e v x ° P e ú a v P x p c t T i e ^ a v ó s u x e p a v ,

xa'l napc^riHe yéyoucrav yeyyaau lavxoóauots.

ó s 6* ¿ó e uiivncrav, a u v a ^ a u SouXoyau y&p xctv yscrcj),

xao Aoos looxñpos Z\X%z 9npúXeiov opyavov,

5 xñg xpucpepas á tí o Aeagou oeyvoyovou axotyovos

uXrípes, ácppLCov, exaaxos óeCuxepqi 6 ’ eXagev.

5 mss. o e yvoi t dvou

5 .2 .7 .2 .- Im ita c ió n del e s tilo c la r a m e n te t r á g ic o

se d a en num erosos frag m en to s de l a Mése, con f r e c u e n c ia

c o in c id ie n d o con títu lo s p ro p io s de la tra g e d ia . Así en

el frag m en to 15 de E ub ulo l a s s e r ie s l a r g a s en a s ín d e to n

y l a r e g u l a r i d a d d el ritm o (le y de P o rso n , sólo l a a u s e n ­

cia de cen su ra pentem ím era en el v e rso 1, au sen cia de

re so lu c io n e s ) se com binan con el le n g u a je g r a n d io s o y


158

trá g ic o .

tú , ¿3 it o v n P * , e a t n ka s ¿v 7túAaus~£TL,

¿XA’ oú BaSÚCcbs; touaóe yevvaútüs rcctAau

éüEGTmpaxxau Sepu'a xnvúaxuiv yeAn»

: 6 b e p pax Laxa l aeyya ó e At p a x c o v xpea,

5 xaxnXoxuatau yotcipos ev yéatp xúxAog,

| x o t x o ú p u 3xotl. nct vTa xáxpoxoóXLa,

i vevajyáXuaxal aeyvos áXXavxos royos,

itapevxexpajxxau xeu^bs ¿S&úTt xTi ue v nj

, xapExxexcnrxau taxepavLt évv e ’ n 6 e xa *

1.0 (3 a x ’ e l x l B o ú A e l x u v A eA lu u év ü jv (p a y e ú v ,

i tí e l y ’ e ti e l y £ , un o S ’ (Ls Aú x o s x a v ^ v

xau T&vó ’ ¿uaxiov u a r s p o v t a u x v S 6 p a x u ñ s + .

5 mss. xaxnXduaxau aut xaTriAoriTaL. 8 mss.

ua p £ x x £ xáit x £ l , Edm. itapeyxexaixau . 10 ms s .

(3ax(e) etc e l B o ú A e l . 12 m s s . e tia m áuápx^Sj

Edm. <J>uxoppayíjs.

Eubulo e s , s in duda, el p o e ta de l a Mése d el que

conservamos un núm ero m ayor de frag m en to s con p aro d ia

t r á g ic a , a la par que el m ayor número de títu lo s que


58
tienen que v e r con tem as m itológicos .

El frag m en to 119 de A lexis c o n s titu y e una b u rla

cel e s tilo t r á g ic o p u e s ta en boca de u n s i r v i e n t e . También


159

aq u í la s s e r ie s l a r g a s en a s ín d e to n , l a r e g u l a r i d a d m étri­

ca (sin a u s e n c ia de cen su ra pentem ím era y sin r e s u l u c i o -

nes en v e rs o a lg u n o ) , la g ra n d io sid a d d el léx ico y la

sucesió n de a d je tiv o s crean e s ta im p ro n ta de e s tilo

tr á g i c o .

OIKETHI cpauópog 6c xpa i r i p OepuxXeLog év yeaci)

e a x ri x e Xe u x o 0 vexpaxos TtaXaLyevoug

itXrípns» ácppuCcúV* ov Xagoj v ¿ytü x e v o v

x p l <Jja g 9 ti o tí a a g Xa y tüp o v , á a cpa X $á a l v

cr x tí a a g 9 cru v á (Jja g x a p i C y o u s xiaaou x Xa ó o u g

c a x c¿ct.

Hay ig u a lm e n te p a ro d ia de e s tilo t r á g ic o en E p h ip p . 14,

A n tip h . 18, 176.1-6, 237, A n a x il. 22, Alex. 89, 236, 240,
59
A xionic. 4; P h i l a t a e r . 10

La p a ro d ia de e s tilo , po r o t r a p arte , su ele ser

adem ás r e d u n d a n t e con los otros tip o s de p a r o d i a , e in c l u ­

so, a veces, d e c i s iv a p a r a reco no cer l a p a r o d i a de u n i d a ­

des m ayores como el p ró lo g o , l a r e s i s o d is c u r s o de m ensa­

je r o , e tc .

5 . 2 . 8 . 1 . - En c u a n to a l a p a r o d i a de u n i d a d e s mayo­

res, ya nos hemos o cu pad o de l a d e c is iv a in f l u e n c ia de

E u r íp id e s en la in tro d u c c ió n del prólo g o e x p o s itiv o en

l a comedia y su r e p e rc u s ió n en l a M é s e ^ .

5 .2 .8 .2 .- La comedia im itó tam b ién de l a tra g e d ia


160

la forma de los d ic u r s o s de m e n sa je ro , no t a n t o , en o p i-
, _ .. , con in te n c ió n de b u rla , c u a n to po r
m cn de F rankel r

el firm e fun dam ento de e s ta u n id ad d r a m á t ic a en la

tra g e d ia ^ .

Ya la fam osa resis de m e n sa je ro d el P r e s te s de

E u ríp id es fue im ita d a por el p o eta de la C.A. Alceo,

en una com edia de tí tu l o ta n s ig n i f i c a t i v o como

Kooy^óo xpay(j)ó ía

GTÚYxav>ov yev áypodcv vaaxoüg qpeptov

eús t riv ¿opTr i v ocjov (yovov) ELKOa L,


64.
ó p C c & ’/ a v o o ^ c v Y a p y a p ’ á v d p c ó x ü j v xu x A cj).

6S
El frag m en to 151 de E ubulo c o rre s p o n d e a la
66
ap e rtu ra de un d is c u r s o de m en sa je ro . y el mismo
C-j
Ateneo nos inform a que Queremón fue l a fu e n te de E ubu­

lo. En o tro s casos, s in em b arg o, como el frag m en to 21

de Timocles, la im ita c ió n se re d u c e al e s tilo de estos

d is c u rs o s de m e n sa je ro .

68
Frankel ha d i s ti n g u i d o tre s tip o s de n a r r a c io n e s

e n tre los frag m en to s de l a C.M .: n arracio n es s im p o s ia le s ,

de v i a j e s y de a s a m b le a s .

1. Los frag m en to s de n a r r a c i o n e s sim p o s ic a le s son

muy num erosos, g r a c i a s a l i n te r é s de Ateneo p o r e l tem a.


161

69
El Ión de E u r íp id e s tu vo g r a n f o r tu n a en l a C.M.

Los fra g m e n to s 37 y 38 de l a com edia de E ubulo d el mismo

títu lo b ie n pueden c o r re s p o n d e r a una v e r s ió n cómica

del famoso d i s c u r s o de m en sajero de l a t r a g e d i a de E u r í p i-


70
des , c o n s is t e n te en l a n a r r a c i ó n p o r p a r t e de u n e s c la v o

d el in te n to del a n c ia n o de envenenar a Juto en medio

d el b a n q u e t e .

yexcx x a ü x a d ú v v u v yayaAonAoux * é Xe u áe ti Ae u

ÚTtoyctaxp u ’ ánxóóv a u x e AuyvoauJyaxo u

BoLOJTuau {BouoüTLctg} u a p ñ a a v

xeuxA* áyxexól-1^ 011-* (fr. 37)

1 m ss. éu ae nAel! .2 P a lm e r, Hermathema 6 (1888)


. . . . . . i

..¿•uyv^ócóy otx o> , Edm. x'*■■¿^¿voat áyai x. ou ■8

M ain, et Edm. x a p íjía a v

xpuBAua 6c x a \ BaxdvLci x a \ x a x x a g L a naX

Ao x á ó u a xcu, x a x d v u a t m j x u v a x a p $ a xotut

o u 6 ’ a v Aeyoov Ae £ a u y l . ( f r . 38)

2 Edm. Aoxdóua xaV i t axávLa i ú x v ’ o a ’- á x a p BaBctu.

El fra g m e n to 168 de A lexis p e rte n e c e al in ic io de

la n a rra c ió n de un b a n q u e te , do nd e, como en Las A visp as

de A ristó fa n e s 71 , se d á u n a en u m eració n de los i n v i t a d o s .


162

A npcoxov y e v ?iv a o i KaAAuyeóojv 6 K a p a g o s ,

e ne yxa Kdpuóocr, KcüBúwv , Kupri8úa)V,

ó £xoy0poSi n Lev C5ol \ l s .

_B ’HpaxAeyscpyAe,

ayopácryax ’ , oú auyno'ayov eypnxas» yuvay.

El fra g m e n to 62, de l a com edia Ey a o y x y £ o ' y e v o s >


72
p uede c o r re s p o n d e r a un s o lilo q u io , al ig u al que los

frag m en to s 216 y 244 tam b ién de A lex is.

oú yap éyupúcexo áAa$áaxou, npayya xy

yyvoyevov á e y 3 Kpovyxov, aXXa xexxapas

lepiaxepas ácpñxev ano 3 e $ a y y é v a s

eús oúx' y - x a ú x o v , ya Aua, xri v ayéAriv yupov,

5 y 6 y qi 6 ’ éxaaxnv, nexoyevay 6 ’ aúxau xúxAc*)

eppayvov nySv $ayyáxya, xa crxpúyaxa.

’ yn you cp$ovdanx’ , dvópes * EAAn v c ü v S'xpoy

ri Aeycpdynv úoy evo s - ÚP y v<t> ydpt o ( f r . 62)

4 mss. aúxriv pro á y e A r i v . 5 mss. etiam y ó yc o pro ¿Sycj t .

8 mss. Su o y e v o s npyvw

Otros fra g m e n to s que im ita n el d is c u r s o n arrativ o

sim p o s ia l de l a t r a g e d i a son: A n tip h . 4, 145 y 174, A na-

xandr. 2, E ub. 112, Alex. 2, 8, 95, 117, 119, 168 y 270,

Timocl. 13 y 21, Dromo 2, E p ig . 1. In c lu y e n éxcppaaeys >

es d e c ir , d e s c rip c io n e s de alim en tos y r i t u a l e s s im p o s ia le s ,

los s ig u ie n te s fra g m e n to s : E p h ip p . 4, Aristopih 2, A n tip h .


163

237, A lex. 59 y 86. Con todo, hay ya p r e c e d e n te s en

l a C .A .7 3 .

2. La n arracio n es de v iajes tie n e n p r e c e d e n ts en

la tra g e d ia , como lo a t e s t i g u a n los frag m en to s 196 y 199

de E s q u i l o ^ .

No h a y d u d a que el frag m en to 53 de Eubulo im ita b a

l a form a t r á g i c a de e s t a s n a r r a c i o n e s 75

yera raura 0 tí g a s ?¡ X$ov. oÜ> t t i v vúx$’ a Xr i v

ttiv d riuepav Se L- n v o CJ a u xa' u xot i püjv e x a >-

¿ ti y xaüs § ú pa y s exactos. o y> tc X tí P e y Bpot aí

oux ecrx y y e y £ o v áyaSov* ¿s xarrixyíov

5 ya x pa v x o XXot + ó ’ é cr § y a) v ávríp,

6 ccmcüv xa xe¿Xn Tt ayye ' Xoyo' s ¿ a i ’ úóeüv.

2 m ss. xoupüjv . Edm. xottpüjv’ . 5 Edm.

6e axévoiv pro ó ’ écSyuv.

En el fra g m e n to 16 de Timocles el p o eta se s ir v e

d el recu rso de la n a rra c ió n de v iajes para rid ic u liz a r

al orador H ip e rid e s , al que in g e n io sa m e n te co m p ara con

un río en e l que f lu y e n los p eces.

xov x ’ ¿x^udppouv rco x a y o v 'YTtepeyóriv xep^s,

as <^ ¿ n; ri tt ya y s cpy>vayayv eycppovos Xo y o u

xoy ti wv i c a c pXá c wv v ti ti yo ys nuxvüíyacry


164

tu p 'og tc3 v ^ y 6 u a a s e x c l ,

a p S e u ^ ^ ir eó ua ^ x o u óeóuko'tos .

¿4 -5 E dm . itpos itcív ^ c íS u p o v x n v Q úpctv) ó ú tja j £

a p ó e u ^ 5e p o'va^ TteSua ( : a ) xoD ó e ó wx o ' t o s .

El r e c u rs o de la comedia a este tip o de d is c u r s o s


76
n a rra tiv o s e s tá ya ate stig u a d o en la A rc h a ía . En Las

Ranas de A ristó fa n e s H eracles p r e v ie n e a Dioniso de l a s

p erip e c ia s del v ia je al Hades que éste va a e m p re n d e r.

A quí el p o e ta cómico h a p r e f e r id o frag m en tar el d is c u r s o

n a rra tiv o del p rim e ro con l a i n t e r c a l a c i ó n de los com enta­

r io s p le n o s de co m icid ad del seg u n d o . El p a s a j e comienza

a sí:

HP. áXX’ o irXoQs xoXúg.

e ú d u s yotp ércu Xuyvnv ueyáXriv ñ£eL>S. ticívu

a f t ua xov . ( w . 136 S S . )

77
L u cian o rid ic u liz ó a la n arració n de v ia je s tan d el

g u s to de l a t r a g e d i a , p e ro de c l a r a s r e s o n a n c i a s y a é p i c a s .

El p a sa je de Las Ranas es una v e r s ió n cómica de la

g e o g r a f í a ó r f ic a ^ ^ ^ .

3. La pñaug de m en sa je ro de P r e s te s de E u ríp id e s

c o n s is te , en su m ayor p a rte , en la d e s c rip c ió n de la

a s a m b le a de los a r g i v o s : ¿ tce' l 6 e itXnpns é y á v e x * ’Ap -

y e l oo v ox^o s , x íl p u £ á v a a xa s £ Z ti e . . . (884 s s . ) .
165

El frag m en to 14 de Efipo, de l a comedia Nauayós ,

p e rte n e c e a la d e s c rip c ió n de una a s a m b le a , en e s tilo

y metro t r á g i c o s .

e7t eu t a vota x a s e ut oxos veavús

tSv ¿C ’Ax a S e y u a s tus úiüoitAaTuvuxos

Bp u a a ) v o d p a a u y a x e ^ o Xr i ó ^ ^ e PVictTü)

te Xn y e'i, s á y á y x g , p L^ o Xo y o y u a ^ y x e x v
5 auvúv tus, o úx a a x e te xa óu va ' ye vos Xe y e u v ,

eó y e v paxaúpqi £úax ’ ex ^ v x pbX^pet Ta»

■e3 6* ÚTtoxadLeus axoya xoj yoovos $á%r\ ,

e3 6 ’ év te e 5 l X(¿) te o ó a óede\ s 3 te o £ u p ($)

xvr í yi j y* ¿yavxtúv ¿croyexpoLS éXuyyacryv,

10 oyxy xe x ^ a v dóos e3 xe düj paxLCuevos

ax ñU’ á^uo'xpewv ¿xuxaSeYs Baxxnp^qi,

áXXdxpi,ov a3x olhelov, ¿ s ¿ Uo y ó o x e l ,

eXe£ev' '"Avópes xñs * A$ n v a LU) v x^o^os* ’

I mss. ¿ te ey xaxaaxa s • 2 m ss. 3 te o nXaxoüva xa y

3 mss. -xuv . 4 m ss. xyycpyyoyua^u » Mein.

Xn4> ^ Yo y ya$($) . 7 mss. úxoxa duE uaa 8 mss.

te o XXa x u ^ e' i s et ó ico £u p o v * 9 mss. *vnyns

I I m ss. éx x o u x u v .

Ya Las A sa m b le ísta s de A ristó fa n e s co n tien e un


78
bu en ejem plo de d e s c rip c ió n de u n a a s a m b le a , a c a rg o

de U rem es que es in te rru m p id o v a r i a s veces por B lep iro.


166

En l a C. M. , Anfis y A lexis r e p r e s e n t a r o n s e n d a s com edias

in titu la d a s ruvauoxpaTÍa » q u e , s in d u d a , t r a t a ­

ban el mismo tem a, y en las que es p r o b a b le que se

i n c l u y e r a a l g u n a n a r r a c i ó n de este tip o 79

5 .2 .8 .3 .- Como es conocido, E u r íp id e s p r e f ie r e

en o c a s io n e s l a e s tic o m itia , no sólo en u n a d is c u s ió n e n tr e

dos p erso n ajes o cuando uno p reg u n tab a a o tro con el

ánimo de in fo r m a r s e , sin o tam b ién en s u s t i t u c i ó n de todo

un d iscu rso n arra tiv o


80. Sin em b arg o , para e v ita r la

m onotonía de un la rg o p asaje estico m ítico , in te rc a la b a

a v e r e s unos v e rs o s que c o n s titu y e n un d iá lo g o p o r medio

de p r e g u n t a s y r e s p u e s t a s . Esto su ced e, e n tr e o tro s l u g a -

r e s 81 , en T
Las D
B ac an *tes 82 .

Una excep ció n a este r e c u rs o es P r e s te s 1183 s s . ,

d o n d e, después de ocho v e rso s de e s tic o m itia que se i n i ­

c i a n con l a p r e g u n t a de E le c tra ' EXévns xáTOuada

SuyaTep’ ; é s ta s ig u e con su s c o n se jo s. Pues b ie n ,

e ste p asaje parece d e m o stra r que ta l p ro ced im ie n to ya

se h a b ía c o n v e rtid o en una fó rm u la v acía y d e slig a d a

de su o rig e n ^ . En Las T raq u in ias 1191 ss., Sófocles

u tiliz a la fó rm u la e stic o m itia + r e s i s de H eracles + e s tic o ­

m itia , lo qu e p a r e c e que e s tá en c o n s o n a n c ia con l a te n ­

d e n c ia menor en este t r ág ico re sp e c to a E u r íp id e s al

uso de l a e s tic o m itia .

El fra g m e n to 9 de A n áx án d rid es, de la comedia


167

repovxoyavua , es un testim o nio de que e s te cómodo

p ro ced im ie n to p ara in iciar la n arració n fue a d o p ta d o

por la C.M. El p rim e r v e rso recoge la misma p reg u n ta


Q/
oloda t y» t r a s u n a b re v e e s tic o m itia , se em pren­

de l a n a r r a c i ó n .

A ttiv éx Kopyvdou A a u 6 ’ o Z a % a ;

K0PI N9I 0E utos yap o u ;

¡ xav^y'^ñyexepeuov.

A ?jv ¿ xclvti cpuXn

" A v t z La .

KO. «ai xot JS’ á y e x e p o v ?jv Tt aúyvuov.

A vn to v A l ’ ñv§£L t o t e Aayúaxr i j x?iv t o t e

5 x a'u S e o Xú x ti y a X ’ e úx p d a c j x o s x a u xaXrí»

I ú n é c pa üv’ é a o y é v n 6 ’ "ft xuyov Xayxpa i t a v u .

3 mss. nyércpov. 4 m s s . . X a y ú a x n *. *hv 6 e toxe. 7 mss.

Xay Ttpov .

La C.A. ya h ab ía a d o p ta d o de la tra g e d ia e s ta

fó rm u la , y e stá a te s tig u a d a en v a r io s lu g ares de la s


85
com edias de A ristó fa n e s . D e sa p a re c ió p ro g re s iv a m e n te
86 87
en M enandro , se c o n s e rv a ta n t o en T erencio , como
di ♦ 88
en P la u to

5 * 2 .9 .- A la p aro d ia en el uso de co nv encion es

típ icas de la d ram atu rg ia y e s c e n o g r a f ía t r á g ic o s p e rte -


168

nace el p o s ib le uso del d e u s ex m a c h in a en a lg u n o s p a s a ­

jes de l a C.M.

89
El frag m en to 10 de Eubulo recuerda cómicamente

e'. p a s a j e de l a tra g e d ia d el mismo t í tu l o de E u r íp id e s ,

’ lvTLOTün , en el que Hermes e n tra p a r a d e te n e r a

Zato y Anfión cu a n d o e s tá n a p u n to de m a t a r a Lico y

90
r e v e l a r los p la n e s de Zeus p a r a el f u tu r o

Un d eus ex m ach in a p u ed e haberse dado en un

poeta:, cómico, a cab allo e n tr e la C.A. y la C. M. , como


91
P lató n . En el frag m en to 105 de A n tífa n e s , de e s tilo
92
trá g ic o y posiblem ente p e r te n e c ie n te al p ró lo g o pudo

tam bién u t i l i z a r s e e ste r e c u r s o , p ero es sólo u n a c o n je tu r a

p a r a c u y a co n firm ació n carecem os de más d a to s .

Si el modelo de A m phitruo p e rte n e c e a la Mése",

la ú ltim a a p arició n de Zeux d is o lv ie n d o la s dudas de

A nfitrión p u ed e s e r v ir n o s de ejemplo del uso d el deus

ex m a c h in a en. e s ta eta p a de l a comedia 93 . No o b s ta n t e ,

el seg u n d o p ro b lem a que se p l a n t e a a q u í es si P la u to

tomó l a e s c e n a f i n a l d el modelo g r ie g o o si su d e p e n d e n c ia

de E u r íp id e s es a q u í d i r e c t a , como a lg u n o s p ro p o n e n " ^ .

El uso de a r t i l u g i o s p a r a el d e s a r r o ll o de momentos

de d i f í c i l p u e s ta en e sc e n a o l a re so lu c ió n de s itu a c io n e s

a r g u m é n ta le s co m p lejas, fue p a r o d ia d o p o r A ristó fa n e s 95 .


169

En e s te s e n tid o , no h a y ra z ó n para su p o n e r su a u s e n c ia

de l a Mése, a p e s a r de los e sc a so s testim on ios que c o n s e r­

vam os, y l a in f lu e n c ia de E u r íp id e s no d e j a r í a de s e n tir s e

a e s te n iv el. Por o tr a p a r t e , el hecho de que A ristó teles


96
d esapruebe en su p r e c e p t iv a la a p lic a c ió n del deus

ex m a c h in a es s ig n i f i c a t i v o de que en su época ta l uso

e s t a b a b ie n e x te n d id o .

El r e c u rs o a e s ta s vi exavau es c o n s id e ra d o
97
en el famoso frag m en to de l a ITounaus de A n tífanes

o t r a de l a s v e n t a j a s de l a t r a g e d i a r e sp e c to a l a comedia

para reso lv er el d e s e n la c e de los a rg u m e n to s. El d a to

que, en mi o p in ió n , pued e d e d u c ir s e de e s ta la m e n ta c ió n

de A n tífa n e s , s in e n tra r en c o n tr a d ic c ió n con lo arrib a

e x p u e s to , es que tal r e c u rs o no fue nunca p ro p io per

se de e s te g é n e ro , sino que^ en los p a sa je s cómicos en

los que a p arecía, o b ed ecía a una e v id e n te p a ro d ia de

la tra g e d ia .

5 * 3 .- El d r a m a s a t í r i c o . -

5 .3 .1 .- El d ra m a sa tíric o com p arte con l a comedia

a lg u n o s elem entos form ales:

a) el uso de d im in u tiv o s cudel l e n g u a j e f a m il i a r ;

b) los á vTuXa ga u o p a r t i c i ó n de v e rs o en más

de un in t e r l o c u t o r , f re c u e n te en Epicarm o y

la comedia á tic a ; tam b ién son p ro p io s de la


170

t r a g e d i a , a u n q u e a q u í a p a r e c e muy t a r d ía m e n te ,

c) ru p tu ra de l a ilu s ió n e s c é n ic a , po r medio de

l a alo cu ció n a l p ú b l i c o ^ .

Respecto a a rg u m en to s y m otivos, el p ro fe s o r A d ra­

dos h a s u b r a y a d o l a s s ig u ie n te s s e m e ja n z a s:

a) p r e s e n c ia de coros de a n im a le s ;

b) p a ro d ia de l a p o e s ía h e r o ic a y d el i d e a l de

heroe 99 ;

c) el motivo de l a e s c l a v i t u d de los s á t i r o s l i b e r a ­

dos p o r l a in te rv e n c ió n de un héroe p u ed e pone£

se en r e la c ió n con la búsqueda por p a r t e de

coros y héro es cómicos de una lib era ció n de

l a s co nd icio n es r e a l e s de l a v i d a ;

d) el xS u o s fin a l de l a com edia, con b o d a y

tr i u n f o se reconoce en ’Ayuuúvn y ' EAe v n s

Tdyos ;

e) el p r o t a g o n i s t a lo g r a el é x ito sin d o lo r.

El a c e rc a m ie n to d el d ra m a sa tíric o y la comedia

e n tr e s í se dió y a d esd e l a A r c h a í a ^ ^ , a u n q u e se i n t e n s i ­

ficó p o ste rio rm e n te p o r v a r i o s p ro ced im ie n to s:

a ) se c o n fia ro n al d ra m a s a tíric o co n ten id o s como

e l a t a q u e p e r s o n a l y l a mofa de l a A r c h a ía ;

b) se tom aron m a t e r ia le s p ro c e d e n te s de l a s come­

d ias.
171

c) c i e r t a i g u a l a c i ó n de l a m é tric a del d ra m a s a t í r i ­

co re sp e c to a l a A r c h a ía ;

d) v u l g a r iz a c i ó n de l a l e n g u a ^ .

5 * 3 .2 .- Es p o s ib le que y a en el tiempo de l a Mése,

la d istin ció n e n tr e comedia y d ra m a s a tíric o no fu era


102
a b s o lu ta m e n te c lara . Muy e s p e c ia lm e n te d u ra n te e ste

p e río d o los p o e ta s cómicos se h a n s e rv id o de los argu­

mentos de los d r a m a s s a t í r i c o s ^ ^ .

T res d ra m a s s a tí r i c o s de E sq u ilo p r o p o rc io n a n

o tro s ta n to s tí tu l o s a los p o e ta s de l a C.M. : Kepxuov

(Anaxandr.), Kupxn (E p h ip p . y A n a x . ) , Ao x o u p y o s

( A n a x a n d r . y T im o c l.).

El tem a de cu atro dram as sa tíric o s de Sófocles

son re c o g id o s p o r l a Mése: Aa u ó a Aa s ( Eub. y E p h ip p .)

" Ygpus (Anaxandr.), Nauaucía o n Au v x p ua o

(Eub.), ' É Ae v n s r a p o s = ' EAevr i s ¿pi t ayó ( Al e x. ) .

E u r íp id e s p ro p o rc io n a el tema de c u atro de e s ta s

com ed ias: Bouoetpus ( C r a tin . el Joven, E p h i p p .,

A n t i p h ., Mn e s . ) , KúxAoxJ; ( An t i p h . ) , Zxupcov (A lex .)

wAAxnaxbs ( A n t ip h .) '^ .

Sobre dram as s a tí r i c o s se g u ro s y dudosos de Aqueo

se dan la s com edias: ’A A x u e c o v (Mnes. y Amph. ) . Y

tre s t í t u l o s de la C.M. p ro ced en de d.s. de A r i s ti a s :


172

’Avxauos ( An t i p h . ) , ’ Ax a Xc t v Tr i ( Al e x . ) , ’ Opcpeús

(A n tip h . y P h i l e t a e r . ) * ^ .

5 . 3 . 3 . ~ El tema d el Cíclope de E u r íp id e s que p r e s e n

tab a a S ilen o , em b u stero , s e n s u a l y b o r r a c h o , y a l Cíclo­

pe, un c an íb al de b u e n a s tra g a d e ra s, e r a un b u en tema

para la C. M. , aunque tu vo y a como p r e c e d e n te s cómicos

el Cíclope de Epicarm o y Odiseo de C r a tin o .

De l a com edia Küx XüxJí , los frag m en to s 132

y 133 de A n tífa n e s reco g en , sin dud a, los menús d el Cíclo­

pe, en una a b u rrid a en u m eración de p e sc a d o s el p rim ero


107
de los fra g m e n to s y c a r n e s y queso el seg u n d o de ellos

M arón, el que dio a Odiseo el v in o con el c u a l


108
em b o rrach ó al Cíclope , es c ita d o en dos frag m en to s

como p r o to tip o de xcÍTtriXos o bodeguero^^.

5 . 3 . 4 . - En el d ra m a s a t í r i c o de E u r íp id e s se p a r o ­

d ia b a el e p o s , no sólo en los tem as, sino ta m b ié n a t r a v é s

de l a l e n g u a y l a c a r a c t e r i z a c i ó n de l a s form as é p i c a s .

En l a Mése dos títu lo s, Ku p x r i y Nauauxcta ,

110
tie n e n re so n a n c ia s é p ic a s . El frag m en to 11 de Efipo,

de l a com edia Kúpxn » nos r e c u e r d a el p a s a j e del b a n ­

q u ete que C irce ofrece a Odiseo, en el que é ste r e c h a z a

la mezcla o f r e c id a por la m aga. El p e r s o n a je A p o d r ía

s e r Odiseo y l a m u jer, que j u r a p o r l a T i e r r a , C i r c e ^ ^ .


173

oívou rctous áv áacpaXéaxcpav ti o XÓ

úóapri.

B^ ya xri v Tr ^v, áXXa t p ua xa u te x ia p a .

A outus axpaxov , ei tí é you , tc u ■g ;

3 tu cp g s ;

112
En el fra g m e n to 12 de A n a x ila s , ta m b ié n de

l a com edia Kupxn , un p e r s o n a je q u iz á E u rílo co , p r o v ie -


113
ne de l a s a r t i m a ñ a s de C irce

El tema de Ñaua uncía de Eubulo es el de l a

h isto ria de la ayuda p restad a p o r é s ta a Odiseo, t a l

como y a lo h a b í a n t r a t a d o Sófocles ( Ñ a u a l x a 'a n JIXuvTpuau),

en l a com edia s i c i l i a n a Epicarm o ( ’OSuaaeús Nauayos) y

Formis ( ’AXx l v o u s ) » y F ililio en la A rch aía^ ^ . El

frag m en to 68 de E u bulo , que p ued e p e r te n e c e r a un

p ró lo g o recitad o por una


d iv in id a , c o rre s p o n d e a la
i iig
n a r r a c i ó n del n a u f r a g i o de Odieseo

’Oóuaaeu' s es el títu lo de com edias de Anfis

y A n a x a n d r id e s . Un vaso, p ro b a b le m e n te p i n ta d o a n te s
117
d el 350 a . C. r e p r e s e n t a el in g e n io so Odiseo t r a s h a b e r

o b te n d in o el P a la d i o de Diomedes; l a fu en te de e s t a p i n t u -
118
r a t a l vez fue, en o p in ió n de Webster , l a com edia

de A n a x a n d r i d e s , d a t a b l e e n tr e el 374 y el 357. El f r a g ­

mento 33, en el que un p e s c a d o r h a b l a de l a p e s c a d e r í a

conncc el mejor l u g a r para p ro v o c a r r e la c io n e s a m o ro sa s,

no nos s u g ie r e n in g ú n motivo r e la c io n a d o con Odiseo.

Si a ésto añadim os que el frag m en to 34 tie n e n que ver


174

con l a mofa p e r s o n a l po r medio de ap o d o s, no es im p ro b a­

b le que l a com edia de A n a x a n d r id e s no t r a t a r a d e l mismo

Odiseo, sino de a lg ú n p e r s o n a ji l l o que r e c o r d a b a de a l g u ­

na m anera, po sib lem en te por su s tre ta s e in g e n io , al

héroe ép ico .

úyeug yap áXXrí Xoug áeu x^euácex’ , 0£ ó ’ áxpuSuig,

hv yev yap x cuxpenTig, ilcpov yaycv xaAeCxe ,

éav óe y ux pov TtavxeXSg áv^pcúuyov, crxaXayyov*

Xayicpos x ua eCeXríAud’ , ^ o A o Xu g o3xog ¿a x y *

5 Ay it a p o g TtepyxaxEÜ AriyoxAñg, £ a) y o g x a x a i v d y a a x a y *

Xa ype y xyg a ú x y 2v n poirGv, xovyopxog ávairdcprivev*

o x y cr § e v axoAou\>ey x d Aa £ x5, A d y 8 o gr ¿ x y x d x A r i x a y ’

xa n o XX * a ó e y x v o g i£pLiax£L, xecrxpyvog é cr x y v r¡ a x y g *

e yg xobg x a Ao u g 6 ’ av xyg 3 Ae . xa yv o g ^eaxpoioidg '

1 0 ucp e y A e x ’ apva xoyye'vog xay£wv, ’Axpeug exAií^n,

¿ a v ó e x p y o v , $ p y £ o g , a v óe XGúódpyov, ’ ld acov.

9 mss. e t i a m o x a v pro a v x y g .

El frag m en to 27 de la com edia d el mismo t ítu lo

de Anfis son u n a s b r e v e s lí n e a s so b re perfum es r e p a r t i d o s

e n tr e u n amo y su e s c la v o . Eubulo r e p r e s e n tó ’Oóuaaeug

n üavdxxay , cuyo segu nd o t í tu l o co in cid e con C ra tin o ,

y de l a que el único frag m ento c o n s e rv a d o dice a s í :

ó 6 ’ i, e p e u g teúríyopog

ev yécrpyg auxoypyv éaxcog xri v xaXr i v axeuriv


175

oZvov éCecntevó e xoxu\(^. (Fr. 71)*

Edm. E útí yppo.s .

Alexis r e p r e s e n tó un ’Oóuaaebs áTiovtcdyevos ,

de la que sólo tenemos una n o ta lex ic o g rá fic a , y un

’06ucraeüs úcpatvoov , títu lo s ambos que parecen


119
r e f e r i r s e a l aseo de Odiseo t r a s su v u e l t a a I t a c a . En

el frag m en to 155 un p e rs o n a je se q u e ja de l a i n e p t it u d

de los p escadores, tam b ién c ita d o s -como hemos d ic h o -

en el frag m en to 33 de A n a x a n d r id e s . El frag m en to 156

h ace r e f e r e n c i a de i g u a l m an era a l a s b u r l a s p e r s o n a l e s .

A puXet yap ri yaxpa auvouaú

xat xa auyTioaua xa i t o ÁAa xat xa^ ’ pyépav notéis

qxwcjjtv, ri axS5<| ; t s Ó£ Xunet nAeúov ’ n xeprcet noXií’

xoD x a x uj s Aé y e t v yap ápxn ytvex &v 6 ’ e t nij s a na £

5 e u$u s avxdxouaas ñón Aoióopeta'&ai Aetnexat.

e £xa xúrcxeadat óeóetxxac x a Y, napotvetv .

B xaüxa yap

xaxa cpuauv n e cpu x e v o u x co s j xa t xt y á v x e oo s e6et ;

Este frag m en to con tsu- e stru c tu ra en clim ax tie n e un

c la r o p r e c e d e n te en un c é le b re frag m en to de E picarm o.

éx yev d o c r ú a c ’V o u v a ,

¿x óe § o C\ ) cl£ noa t s éyevexo.- xa P¿ ^ s <2 S y ’ é y' t v (óoxeo^)

- ¿x 6e tc d a t o s yuxos, éx yojxoü 5 ’ ¿ye v e d ’ ua v t a ,


176

éx 6 ’ u a v L a s < ^ Ó L x a . . , ¿x ó u x a s óe x a i a ^ ó ú a ,

3 éx óe x a T a ó u x a g n é ó a u re xau acpaXog xcxu sauL-ct.

(fr. 148 K a i b e l )

De m a n e ra que, en mi o p in ió n , de los frag m en to s

de com edias i n t i t u l a d a s Odiseo no c a b e i n f e r i r u n a in flu e n

c ia d e c i s iv a d e ld ra m a s a tí t ic o , sino q u iz á ta n sólo u n a

m era co m p aració n de a lg u n a s itu a c ió n o p e r s o n a je con

los motivos y c a r a c t e r í s t i c a s del héroe épico.

5 .3 .5 * - Uno de los p e r s o n a je s p r e fe r id o s por el

d ra m a s a tíric o , a ju z g a r por los títu lo s, es H e racles.


120
El tem a de Bouaeúpus fue t r a t a d o en un d . s .

de E u r í p i d e s .

La a fic c ió n d el héroe a la b eb id a y a l a comida


121
es r e c o g id a p o r los fragm en tos 2 de Efipo y 65 de

A n tífa n e s , c o rre s p o n d ie n te s a se n d a s com edias in titu lad as

B o u a e ¿ p us

H eracles fu e , s eg ú n alg u n a v ersió n , discípulo de


122
Lino . La d e lic a d e z a ilu stra d a de Lino co n tra sta con

la to s q u e d a d de H e racles, en este caso h a m b rie n to , en


123
la com edia de este tít u l o de Alexis , que y a fue d ra m a

s a t í r i c o de A q u e o ^ ^ .

Otro d ra m a sa tíric o , ’ OycpaAn , fue r e p r e s e n ­

tado p o r Aqueo, y en él H eracles a p a re c ía como e s c la v o


125
de O nfale . El frag m ento 4 de C ra tin o el Joven, de
177

la comedia de este tí t u l o , a lu d e muy p ro b a b le m e n te a

H eracles y su a f i c i ó n a l a b e b id a .

# / v , „ i é 12^3
tclvclv yevovxa tov naXoag eufiauiiova

x p c S t t o v ’ yctxoí^ 6* a XX o u c r u «al nevos ycXou.

En el frag m en to 177 de A n tífa n e s, a d s c r it o a o t r a comedia

del mismo nom bre, el tr a g ó n que se ve o b lig a d o a l ay u n o

p o r su re c h a z o d el s a l a z ó n " ^ es p osib lem en te H e ra c le s.

5 .3 .6 .- Un l u g a r e s p e c ia l d e n tro de l a C.M. ocup a

Timocles, dos de cuyos títu lo s c o n s e rv a d o s son

AnyoaáTUpOL e ’ Ixa' pLou Zcítupol • Este p o e ta cómico

ha sido ob jeto de u n a c o n tr o v e rtid a d is c u s ió n en to rn o

a dos c u e s tio n e s , a sab er, 1.) si hay que acep tar la


123
e x is te n c ia o no de más un a u to r con e s te nombre ,
129
y 2 .) la n a tu ra le z a de sus com edias . S o rp ren d e en

los frag m en to s c o n s e rv a d o s de Timocles la ab u n d an cia

de a lu s io n e s a p e r s o n a s c o n c r e ta s , g e n e ra lm e n te p o lític o s ,

a s í como l a a g re siv id a d de sus a ta q u e s y c i e r t a s obsce­

n id a d e s , a s p e c to s todos ellos que nos recuerdan más a

l a C. A. que a l a C.M.

Wilamowitz c o n c lu ía que ’IxapLou e r a u n d ram a

s a tíric o y que el mismo Timocles e s c r ib ió co m ed ias, este

d.s. y ta l vez a lg u n a t r a g e d i a 131 ^


J s & C o n tra e s ta op in ió n

se m a n ife sta ro n Korte y W agner. Coppola c a lif ic ó a


132
’lxdpyou de d ra m a s a t í r i c o , a l i g u a l que Anyoadrupo u.
178

C o n s ta n tin id e s ha lle g a d o a la co n clu sió n de que

Timocles echó mano de l a comedia p o l í t i c a en c o n s o n a n c ia

con la im p o r ta n c ia de la c u e s tió n m aced ó n ica, lo que


i AA
le apro xim ó a los tem as y la form a de la A rc h a ía

Tampoco puede c o n s id e r a r s e é sto , en mi o p in ió n , como

una ru p tu ra en a b s o lu to con sus c o n tem p o rán eo s, que


134
nunca abandonaron to talm en te las a lu s io n e s p o l ít i c a s

y e n tr e los c u a le s h a b í a tendencias más o menos a r c a i z a n ­

tes o in n ovadoras en un p erío d o de tra n sic ió n para los

g é n e ro s d ra m á tic o s g rie g o s comoel s ig lo IV.

D. F. S u t t o n * ^ h a defen d id o que ’ I n a p t o i, E á x u p o t

es un d ra m a sa tíric o , próxim o por su s c a ra c te rístic a s

a A gen , Meveónuos y l a o b r a s in t í t u l o de Sosíteo,


13b
todos e llo s d ra m a s s a t í r i c o s d el s ig lo IV . Si aceptam os

que la s n o t ic ia s de Ateneo q u ie r e n d e c ir que Timocles

fue au to r tan to de com edias como de t r a g e d i a s , se p u ed e

te n e r l a p r e s u n c ió n , en o pin ió n de S u tto n , de que Timocles

fuera el in ic ia d o r de e ste nuevo d ra m a s a tíric o , en el

que la form a de e s te g én ero d r a m á tic o se combina con

l a m a te r ia de l a com edia.

De l a s co n c lu sio n e s de Sutton re s p e c to a Timocles,

me in tere sa su b ray ar aquí su im p o r ta n c ia en el p ro ceso

in n o v a d o r d el te a tro a te n ie n s e d el s ig lo IV. Este p o e ta ,

según la s d id a sc a lia e , re p re se n ta b a com edias to d a v ía


137
en el 340 . C u and o la C.M. d ejab a paso a la C. N. ,
179

p e r d ie n d o como tema c e n t r a l el hum or b a s a d o en l a a c t u a ­

lid a d , el d ra m a sa tíric o o c u p a r ía el lu g ar d e ja d o por

la com edia, re n o v á n d o se con la a b s o rc ió n de muchos de

los tem as y elem entos que h a b í a d e ja d o a q u é l l a .

De to d a esta d is c u s ió n , una cosa creo que puede

aseg u rarse, y es que, a p a rtir de la misma confusión

so b re los tít u lo s y la id e n tid a d de Timocles ; se puede

d e d u c ir la m utua d e p e n d e n c ia de los g én ero s d ra m á tic o s

en el s ig lo de l a C.M. y -en lo que me i n t e r e s a hacer

h i n c a p i é a q u í - l a ap ro x im a c ió n de comedia y d ra m a s a t í r i ­

co. ^.’l x a p L o u Z a x u p o L e r a p ro b a b le m e n te u n a comedia

in sp ira d a en alg ú n modelo, o c u a n to menos en el e s tilo

y te m a s, de d ra m a s a tí r i c o 139

P re c is a m e n te , un rasgo que co m p arten ambos g éne­

ros l i t e r a r i o s es la c a ric a tu ra de s itu a c io n e s y personas

s a tír ic a m e n te a l u d i d a s . El mismo t í t u l o A n yoaotT u p ou ya

es b a s t a n t e s ig n i f i c a t i v o a l r e s p e c t o ^ ^ . En el ún ico f r a g ­

mento c o n s e rv a d o de e s ta comedia se h ace b u r l a d el afe ­

m inado C tesip o , h ijo del g e n e r a l C a b r i a s .

oú6 * ó Xa3puoú K- r r í a ui ni o s ¿ A xpus xeúpeTon,-,

ev Tc t u s Xayupo s , ovx cv avópoio'uv. (fr. 5)

1 mss. étl pro ¿A .


180

En ’lxapuou Zaxupou, Eaxupou tie n e el mismo

v a l o r que en los títu lo s d . s . como ’ Oy c p á Xn Záxupou

de ló n , $£puaxa\ Eaxupob en H ypoth. Med. de

E u ríp id es, AuA<p6o'l Z a t u p o u de J o f ó n . " ^ Los cinco

fra g m e n to s c o n s e rv a d o s de e s ta com edia co n tien en r e f e r e n ­

c ia s a p o lític o s y personas co n o cid as de la s época. El

fra g m e n to 14 m enciona a P itio n ic e , h e te r a fam o sa, y a

su conocido am ante Anito; ya hemos v is to la a lu s ió n a


142
H ip e rid e s en el frag m en to 16 ; se hacen c h is te s del

h om osexual Autocles en 16 A; y se a lu d e a la casa de


148
Telémaco en el frag m en to 17

Los p e r s o n a je s d el d iá lo g o reco g id o en el frag m en to

16 A; y se a lu d e a l a c a s a de Telémaco en el frag m en to

Los p e r s o n a je s del d iá lo g o reco g id o en el frag m en to

16 A so n , en o p in ió n de C o p p o l a ^ ^ , Sileno y los S á tir o s ,

de a c u e r d o con s itu a c io n e s p r o p ia s del d ra m a s a t í r i c o .

A Mapaúav óe tov cpuAauAov AóxoxAea ósóapyEVov

Y uy v o v éaxdvau x a y u v ($) x p o c m e x a x x a X e u y c v o v

Tnpea x ’ ’ApucrxoyTÍÓnv.

B 6 ua xú Tnpea Xéyeus;

A ó l o x ü xripetv óeu icapovxos xovJóe xa axe u n a <p o 6 p a *

el 6e yp, Jlpoxvri YEVTÍa^i xvtüysvog xo xpa'vuov

av arco Asaij g .

B (Jj u x P o v .
181
A < i X X ' a n : p b s $ e 8 v e ' n : C a x GTe

y n ó e aup d Sn t e .

5.U.- El e p o s . -

5 .4 .1 .- Si dejam os al m arg en las com edias en l a s

c u a le s los tí t u l o s y /o los frag m ento s que tie n e n que v e r

con la é p ic a fu ero n reco gid os tam b ién por la tra g e d ia

y el d ra m a s a t í r i c o , y de los que es d e u d o r a l a com edia,

es poco lo que p uede d e c ir s e sobre el empleo de tem as

e x c lu s iv a m e n te hom éricos en l a Mése.

P a n d a r o fue un co m andante lic io d el b a n d o tro y a n o

que d e s ta c a en l a I l i a d a como a r q u e r o , y üavóapos fue



el tí t u l o de u n a comedia de A n a x a n d r id e s de l a que sólo

se c o n s e rv a un b re v e f r a g m e n t o ^ ^ .

Homero es m encionado, a p ro p ó sito de la v id a de

los h é ro e s, en el frag m en to 120 de E ubulo.

¿X^uv <5 ’ "Oyripos ¿ a ^ ú o v T ’ euprixe ioíj

xdva tóSv ’AxauaSv; xpéa óe yovov üjxxuív, érceu

e^ovxá y* oú Tterco u n x e v auxcov oúóeva,

a X X ’ o úóe yuxpov* oú ó ’ éxaúpav e Z 5 ¿ xls

5 aúxo5v, éauxous ó ’ eóecpov évuauxobs óéxa*

ULxpav a x p a x e dav ó* e d ó o v , o u x u v e s iroXuv

y d a v XaBo' vxes e u p u n p w x x d x e p o t xoXb

x f¡ s xoXeos á x e x ^ P n a a v Z\$ e d Xo \> x o x e .

1 mss. ¿x$bv óe xoO "Gyripos e a § d o v x ’ e d p r\ x e .


182

4 m ss. ¿XX’ oú6 e yúav aXXnv éxaupav. K aibel

¿ XX ’ ¿xaupav. 5 mss. oúto'js 6 ’ aut* o t ú x wv

aúious ó ’ . 8 mss. Tt óXews.

146
La d is c u s ió n de Ateneoc so bre l a v id a de los héroes

e s tá b a s a d a en u n a m o n o g ra fía h e l e n í s t i c a , x e p \ xoO

xcóv ñpcóujv ko t * "Oun P o v $uou , de a u to ría in c ie rta .

Ademas de E u b u ío , P la tó n com entaba ta m b ié n en l a R epú-


147 148
b lic a l a d i e t a de los h é ro e s . En o p in ió n de H un ter ,

lo más p ro b ab le es pensar en una fu e n te común para

Eubulo y el filó so fo , re m o n ta b le , a u n q u e no n e c e s a ria m e n ­

t e , a l s ig lo I V ^ ^ .

En el fra g m e n to 273 de A n tífa n e s se c a lific a a

Homero de ápxauos por s u s co stu m b res en los

sa c rific io s. Y en e l frag m en to 135 de A le x is, v a r i a s veces

m en cio n ad o , Lino lo in c lu y e , como era de esp erar, en

su b i b l i o te c a de g r a n d e s " c lá s ic o s " .

5 . 4 . 2 . - En e l frag m en to 1 de E s t r a tó n , p e r te n e c ie n te

a la com edia $ ouvl£ (fí $ olvltí ú 6 ti s ) un

amo v ie jo ^ ^ refiere h o r ro r iz a d o la c o n v e rs a c ió n poco

an tes con el c o c in e ro . El v iejo se la m e n ta de no h a b e r

e n te n d id o n i p a l a b r a de lo que a q u é l le h a d icho :

Icpuyy’ áppév’ j oú yaye^pov eís xfiv o¿xuav

e u X n c p ’ * á tc X S s yap oú6e ev ya xoug deous

5v av X e y 13 a u v u n i i b . ( Vv . 1- 3 )
183

El fra g m e n to p r e s e n t a un le n g u a je hom érico, ric o en im á­

g en es a n t i g u a s : yépoTies / avSpaj uou ( vv. 6, 8 y 10),

óuaxuyüSv / (11), é p u a ¿ x $ wv (19),

e u p u y e T a mo s (20), yñAa/Tipo'Baxa (21),

Aouada / Aouná (29), áio'TiAnxTe / TiepuTiAoKct's

(3 5 )151.

25 ' á y p o ux oTEp os c u y ’ , a5ad ’ dmAGs you Sua Ae You. *

Oyripov oúx o£a§ ’ a^poi^ A £ y o v x a ; ’ ~ *-TtáX* y d X a

'É^riv o B o ú A o l t ’ , 25 y a y e b p ’ j aúxí j i Aeyeuv.

' á AAc t tu upos nyas~Touxos Ti poS tfis ‘E a x ú a s ; ’

'H at’ e m e u v o v ríóri T í p ó a e x e x a l xa Aoua$a y o u . ’

30 ' ' O y n p u x S s yap óuavoEu y ’ oiTioAAuvau;’

' outoo Au A e u v .

48 xai you ó o h e u p c k |>(j>ó o t o u o u t o u t u v o s

<5o \3 A o s yeyovajs ¿h ti a u óo s áAuxnpuog ¡^ ? ^ ^^

é u e u x oc T t e x A ñ a d a u t góv ‘ Oyrí pou pnyaxcúv ^ g gQ- ^152

26 m ss. e tia m oÍ6a As yovxa . 27 m ss. ' gouAeu toj .

29 m ss. Aouna you . 3 0 mss. etiam óuavoíjj . 48-50

non Ath.

En el fra g m e n to 133 de A n tífa n e s, de l a com edia

Kuh AüxJj , los e p íte to s d a n color c la r a m e n te ép ico .

X 53V XEp t f C^ ^ V 6 ’ úyuv n £ Eu

Tiap ’ ¿you xaux u *


184

3ous áyeXauog, xpayog yAuSaxag,

a'U oúpavLa, x ppo g x o y da g ,

naicpog ¿ x x o y da g , óg oú x o y da g

ó e X <pa £ , SaauTioug, epuqpog, . . . ,

xupog x^upoS, xupos Snpóg,

xupog xoitxog, xupog £uaxdg,

xupog x y ti x o' g , xupog ti n xxog .

5 . 4 . 3 . - A veces l a im itació n d el g én ero épico q u e d a

e v i d e n c i a d a en el uso de v erso s h ex am étrico s 153

Tam bién a un contexto c u l i n a r i o p e rte n e c e el f r a g ­

mento 50, de l a comedia íotpyotxoyctvxug » de A n a x á n -

d rid e s .

á u q m p a y o v a x E v o v xe xeyojv x a l ó p d y a v o v , og ón

a e y v u v e o xo x a p u x o v óyotJ y u x ^ e b g x o p u av vcp .

2 mss. xcyvcüv , mss. etiam y u x ^ b v .

O rácu lo s en v e rso texam étrico son los frag m en to s

de C r a tin o el Joven 6 y Alexis 260, donde el térm ino

T t o X u o x p d x c¿ cp o g es tam b ién h o m é r ic o ^ ^ .

Los en igm as de los frag m en tos 194 y 196 de A n tífa -

nes son ex p u e s to s ig u a lm e n te en h e x á m e tro s, aunque en


185

el segu nd o q u ie n h a b l a es Safo. A d iv in a n z a s son ta m b ié n

los h ex ám etro s de Eubulo 107 y 108. Un ú n ico h e x á m e tro

c o n s titu y e el frag m en to 28, de la comedia Au o v ú a u o s » de


* • 155
e ste mismo comico

5 .4 .4 .- La p a r o d i a v e r b a l de los poemas hom éricos


156
ha sido e stu d ia d a por S elvers . Con lu g a re s s e g u ro s

de l a I l i a d a se c o rre s p o n d e n :

- E p h ip p . 10.2:

p l d X r) v e x a x e' p a

e5uxe x e p ct a a s £u)pdxepov 'OyriptxGs

r e c u e r d a a _1I_. I 203 ccopo'xepov óe xépaue . T am bién

p a r o d ia d o p o r A n tip h . 149-2

- E ub. 139.1 oóxoy ávxLTtxdiüoóes x^yocue -

uvaóes áepuoüxou es a d a p ta c ió n de JT . XVI 235


, , ' _ 157
únoc pí í xot L a v ltcxo i t o o es

De l a O disea h ace eco:

- S otades 1.29 évéxpuóá uaiep óaXov

eús xoXXnv xécppav p a r o d i a de Od. V 488.

- El e p íte to xa y a ^ eu\ mó e s Eub. 139-1 es

a p lic a d o a los cerd os en Od. X 243 y XVI 1 5 ^ ^ .


186

5 .-4 .5 .- Hesiodo es m encionado en la relació n de

a u to r e s que Lino ofrece a d isp o s ic ió n de H eracles en el


159
fra g m e n to 135 de Alexis

El frag m en to 35 de Timocles recoge la misma id e a

de T r a b a j o s y d í a s ^ ^ .

Tápyúpuov éativ a £ y ot x a t 4* u X ^ 3P oxoi s ‘

octtls 6e yV ’ x^u yn6 ’ ex^v ¿xPÚPa To.

o íro s liCTOt SÚVXOIV T£^Vf|>í4)S TCCpLTIOtTGU .

2 m ss. un exei ' (aut. é'xn ) xoüxo uñó*


¿ M T T I O ’C Í T O .

5 . 5 . - A r q u ílo c o .- Ya en la C. A. , C ra tin o r e p r e s e n tó

una com edia in titu la d a ’ A p x ¿ ^ ° X ° 1' » en I a 9 ue

se r e p r e s e n t a b a un agón e n tr e los g r a n d e s p o e ta s a n tig u o s

Homero, Hesiodo y Arquíloco 161

Tam bién A lexis puso en escena una obra con el

t í t u l o d el famoso y am b ó g rafo de P a r o s , ’ Apx^Aoxos • El

ú n ico frag m en to c o n s e rv a d o de e s ta comedia ex alza el

l u g a r de o r ig e n del poeta p o r sus mármoles y sus d u lc e s .

u> x n v euxuxéot v a l ai v ' na pov o A 3 l e; Xp e a 3 u ,

r| xaAAuaxa cpe p e l xú P a óúo xSv auvontaaSv,

xo'aiiov y ev yaxapecrai, Aú S o v , $ v ri x o u s 6e nAaxouvxas .

(fr. 22)
187

162
El e s tilo de este frag m ento es el de los himnos

El frag m en to 61 de E u bu lo, de la comedia


16^
Acíxüjves rí Arí6a » nos recu erd a a A rquíloco ,
y tie n e u n p r e c e d e n te en A ristó fan es:

áXXa tu yap $ou; Ttoxepov ¿ til óoúXag xuvas

ríxeiv evoyucas n yu v a t^ v oúx o ue u

Xo Xr i v éveuvau; (Lys. 463-5)"^^.

A n a x ila s 36 xa óé acpúp’ $ ó e u uaXXov r\ auxuo's

isentov pu ed e p o n erse en re la c ió n con A rquíloco xepu

cpdpov Ttaxeua, yuonTn yuvrí ( f r . 206 West).

El v e rs o 3 del fragm ento 7 de Mne-símaco, oZvov óe

ó^óas ñyyévas xaxait u'voy e v ; a s ig n a d o a la

comedia fluXuintos t puede c o m p a ra rs e con el frag m en to

2 W. de A rquíloco:

¿v Óop'u yev yol ya?a yeyayyevri, év óopu ó ’ oívcs

’ I a y a p u H o ' s * ti lvw ó ’ év óopu xexXuye'vos»

5 . 6 . - La com edia. -

5 . 6 . 1 . - La C. My e lim in a d a ( a u n q u e no p o r completo)

la alu sió n p o lític a , m oderada la sá tira y s u p rim id o s

los elem entos fan tástico s, reto rn ó de alg u n a m a n e ra al

e s p í r i t u h u m o rístico y p aró d ico de l a comedia d ó r i c o - s i c i l i a


188

Ha sid o P re sc o tt q u ie n , en c o n tr a de l a id e a de

hacer depender ex cesiv am en te la evo lu ció n de la comedia

de E u ríp id es, ha su b rayado la deuda c o n tra íd a por la

C.M. re s p e c to a E picarm o. En s í n t e s i s , la s c o in c id e n c ia s

e n tr e ambos tip o s de com edias son l a s s ig u ie n t e s :

1. Los tem as mitológicos (más de l a m itad de los

36 t í t u l o s c o n s e rv a d o s de Epicarmo) que y a se h a n o r g a n i ­

zad o en l a comedia de Epicarm o, a p a r t i r de l a te m p ra n a

tra d ic ió n p o p u lar o l ite r a r ia .

2. A u sen cia de testim onios de a ta q u e s in ju rio s o s

c o n t r a in d iv id u o s , en fu e rte c o n tr a s te con l a b u r l a s a t í r i c a

de C r a tin o , A r is tó f a n e s , e tc .

3. La a u s e n c i a de coro, que e sta ría en el o rig e n

del tip o de com edia h e le n ís tic a s in coro y en la etap a

in te rm e d ia del coro in a c tiv o , compromiso e n tr e la forma

s ic ilia n a y la forma h a b itu a l átic a . Sin em b arg o , Pres­

c o tt o lv id a que a lg u n o s títu lo s su po nen la e x is te n c ia

de coro en E picarm o.

4. El re c u e rd o de los tip o s p r o f e s io n a le s em pleados

por lafa rs a d o r ia y Epicarm o, como el c o c in e ro , el físico

y el p a rá sito , e s ta ría en l a mente de los p o e ta s cómicos

de l a Mése.
189

5. Tenemos n o ti c i a s v a g a s de u n a com edia de . c o s-


166
tu m b res ta m b ié n de Epicarm o

Que E picarm o s e g u ía siend o uno de los grandes

" c lá s ic o s " en
el s ig lo IV lo d e m u e s tra el fra g m e n to 135
167
de A lexis y a c i ta d o , en el que a p a r e c e en l a b ib lio te c a

de Lino ju n to a Orfeo, Hesiodo, lo s t r á g ic o s , Homero y

Q u érilo .

16*3
P r e c is a m e n te K aibel ha d e fe n d id o una conexión
169
general en tre A lexis y E picarm o. O liv ie ri h a e s tu d ia d o

la s s e m e ja n z a s e n tr e ambos a u to re s cómicos, que in te n to

s in te tiz a r aq u í:

1. T ítu lo s ig u ales o muy se m e ja n te s: Epicarm o:

’ ATaXávxau : A lexis ’ ATaXávxri; Zhclpwv / Zjtúpajv;

’O ó u a a e b s Aúxo' poXos / ’O ó u a a e b s Na ua yo' s ; ’Oóuaacus

’ Al t o v l C o y E v o g / ’06. útpauvuv; "AypoLHog / ’ A u t i e Xo u -

PYO s .

2. El mismo tip o de arg u m en to s seg ú n los t í t u l o s :

E p ic h . Bo ú a c u p LS : Alex. Alvos; ' Ap i t a y a u / Má v xe Ls ;

Me y a p us ' / 'EXXtivls9 Ar i yvLa9 McXnaua, e t c ; üepcraL /

E p e r p i H O s , QeaitpcoTOL, 9^ g a E o l 9 K a p x n ^ o 'v L O s, A d x p o u ,

T a p á v T L V O L , E u p a x o c L O s • • •

3. E picarm o se s ir v e de las d o c tr in a s filo s ó fic a s

para a d ap tarlas y ap lic a r, co n form id ad cóm ica, a es­


190

170
cenas de la v id a real y este empleo a trav és de l a
171
C .A ., l le g a a Alexis y a l a C.M. en g e n e r a l

4. Epicarm o d efin e la s p rin c ip a le s c a ra c te rís tic a s


172
d el p a r á s i t o , que dio nombre a u n a com edia de A lexis.

5. E x p re sio n e s sem ejan tes como ^uxnv en


Epicarm o y cjjuxnv x p é c p e u v ^12>^

7L
6. Doble se n tid o de a l g u n a s p a l a b r a s , como x o p n ,

a t e s ti g u a d o y a en Epicarm o.

7. S em ejanzas e n tr e muchos fra g m e n to s concretos

de Epicarm o y de A lexis 175 .

5 . 6 . 2 . - Tam bién F e r é c ra te s y C r a te s a p a r e c e n c e r c a ­

nos a los tem as de l a C .M ., y en g e n e r a l de la comedia

h elen ística. En F e r é c r a te s no h a y c rític a p erso n al, s a lv o

en el frag m en to 155, y sus títu lo s p e r te n e c e n a los s ig u ie n

tes g ru p o s de tem as: 1. u to p ía s o c ia l, 2. m ito log ía y


i nC
3. comedia de costum bres . T ut S vcs es un.i t í t u l o

que F e r é c r a te s com parte con C r a tin o , C r a tin o el Joven

y E ubulo.

Tam bién los frag m en to s de C ra te s e s tá n d e s p ro v is to s

d el a ta q u e in j u r i o s o . A ristó fan es s u b r a y a , p o r o t r a p a r t e ,

su s a g u d e z a s , en dos l u g a r e s 177 . D etrás de l a c a r a c t e r i z a -


191

ción de C ra te s por p arte de A ris tó fa n e s , hay que v e r ,


178
se g ú n P r e s c o tt , el p resag io de lo que va a ser la

comedia h e l e n í s t i c a .

5 .6 .3 .- Eubulo es, e n tre los a u to r e s de la Mése,

el que m u e s tra una m ayor a p ro x im a ció n a A ris tó fa n e s ,

q u izá, sim plem ente, p o rq u e cronológicam ente e s ta to d a v í a

cerca de la A rch aía. El tema de l a com edia in titu la d a

A lovucjos q u iz á sea el mismo que l a polém ica lite ra ria

de Las Ranas de A ristó fa n e s. El frag m en to 117, de la

comedia x p u a d A A a , en el que se r e s a l t a l a m a ld a d

de to d a s la s h ero ín as, excepto de A lc e stis, nos r e c u e r d a ,

sin d u d a , l a polém ica a p rop ósito de l a m iso ginia de E u r í-

p id e s en Las R anas 179

<5 Z e ü t í o A u t d y n t ^, e £ t ’ Eyu> x a x S g t o t e

épS y u votu xas; vn Al ’ á T oX oL yn v a p a ,

UaVTlDV aptCTTOV X T r| y a T tü V . EL 6 EY £ V ET O

x a x n y u v n M n <5 £ l a , üriVEAo'Tri ó e ^ y e ^

5 ys'ya TipayyV. epel t l S ¿ s KXuxaLyríaTpa xaxn'*

"AXxrio' TLV áviE^nxct x p Hc j t t i v * áXX* lpws

ía'Jópav epel xaxSg tls ' áXXa vri Ada

xpriaxn - tl S ?¡vt.y£VTOL; tus ; oCyoL ÓELXaLos,

xaxé^S Y¿ y ’ ci l xPncrra'L y u v a tx s s e t e Al t o v .

10 tóóv 6 ’ aÜ> uovnpS3v e t l A e y e lv xoXXas sx^ *

6 mss. t o t e xaxfós • 9 Edm. ys <(ó'n/>.


192

El tem a de ruvaixoxpaxúa de Anfis d ebió

ser, s in duda, el mismo de Las A s a m b le ís ta s de A ristó ­

fanes. Timocles r e p r e s e n tó una com edia cuyo títu lo ,

Auovuauácouaau , nos re c u e rd a a 6ecuocpopucí couaau

o 'ExxXeauasouaau de A ristó fa n e s. De e s ta com edia,

el frag m en to 6 s u b r a y a el v a lo r e d u c a tiv o y c o n s o la d o r

de la t r a g e d i a , que h ace s o p o rta r mejor l a s d e s g r a c i a s

p r o p ia s con l a e x p o sic ió n de l a s a je n a s
i • • ' ^ i 1 8 1

... tous yap xpay^fious n p f f i x o v ' , eC BouXeu, axo' Tt eu

¿S ó q p e Xoüc r u irá v x a s . ó yev (3v yap rcévns

10 t t t í j j xo t z p o v aÚToO xaxayaiiadujv xov Tr í Xs c pov

Ycvo'vevov ^6n xriv itevúav pcjí ov cpépeu’

o voqGj v 6e y a v x u x c o s ’ A X x ii é a) v * ¿axe^a-ro*

óc pdaXyuqí t u s , eúau $uveu6au xucpXou*

xédvrixé xcp icaís, ñ NúoBr i xexoúcpuxe*

15 x ^ ó s xua éaxuv, xov $uXoxxTÍxr|v ó p qt *

yépoov xus áxuxeu, xaxéyaSev xov Oúvea.

arcavxa yap xa y eu £ o v ’ n itércovSe t u s

á x u x T^ y a T , aXXous YEyovox ’ ¿vvoouyevos

xas aúxos aúxoO a§y<popas ?¡ttov axéveu. (vv. 8 ss.)

12 mss. ’AXxyaucüv’ .

5 . 7 . - O r á c u l o s .-

5 .7 .1 .- Además de la p aro d ia de o tro s g én ero s


193

lite ra rio s, la C.M. p aro d ia ig u a lm e n te motivos como los

o rá c u lo s o los a c e r t i jo s , en lo que se m u e s tr a , tam b ién

d e u d o r a de u n a tr a d ic ió n l i t e r a r i a .

182
Ya l a C.M. p a r o d i a b a el uso y a b u s o de o rá c u lo s .

En Los C a b a lle r o s A ristó fan es nos p r e s e n t a a un e sc la v o

le y e n d o un o rá c u lo e in terp retán d o lo a p reg u n tas d el

s a lc h ic h e r o .

01. A’ vrr'xous deous


v
X CXL TtOLXLAGúS
'
ITíaJS X 06L CT0 CDU)S TJYLYUGVOS

á XX ’ ó ti 0 t ot y ct p Supaadexos aYxuXoxáXris

YauqnArjaL opánovia xoa'Aeyov aúuaTCiiuTnv,

óe t o t e ílacpXaYOVcov uev áxo'XXuxai, ñ crxopoóaXyri.

xolXlotcoóX^cjlv óe déos y éy a x0óos ó na £ e u ,

a C xa un TiüjXeLv aXXavxots y a XXo v e Xu) v x a l .

AA . xSs o5v ti p o s ¿ye xaüx* ¿ a x d v ; ávaódóaaxe ye.


MOC
(195 s s . )x183

1Q/
A ristó fa n e s ca ric a tu riz a el uso a b u s iv o de o r á c u lo s ,
185
c ritic a a la d iv i n i d a d d é lf ic a e in c lu s o p resen ta a
■ t - 1fifi
los x P^t f ^ á ^ oYos como e m b au cad o res

5 * 7 .2 .- Es muy p r o b a b le que el uso de o rá c u lo s

en l a Mése t e n g a que v e r con el d e s a r r o l lo de l a comedia

de in trig a y errores d u r a n t e este p e río d o . Alexis in c lu y ó

un o r á c u lo en ritm o h ex am étrico , que es el h a b itu a l,

en l a com edia Hf euóoyevos

xoXaxos ó e 3 dos y u x p o v x P °*v 0 v á v d e u ’


194

o Úó c l s yctp xa dP£ ^ iroXLoxpoxacp(j) TtapaauTO). ( fr • 260) .

1 m ss. etiam xoAdxojv.

La com edia de A n tífa n es d e d ic a d a al o r á c u lo de


187
Dodona, Aojóojvus , de l a que sólo con serv am o s un

fra g m e n to , p re se n ta b a , muy p ro b a b le m e n te , un arg u m en to

de i n t r i g a o e r r o r e s .

I t o d e v O L X T U) p n TUS' ’ lüJVWV

Tpucpepayjtexdvcüv á 3Po s nóuuaSns

oxAos (SpunTau;

1 mss. zZ rug e t ñ tos.

El p a s a je e r c ita d o p o r Ateneo a p ro p ó sito de l a te n ­

d e n c ia a l lu jo a los jo n io s.

F ilis c o 1 A. 8 ss. in c lu y e un o r á c u lo tam b ién

en ritm o h e x a m é tr ic o . De l a comedia Eópuiun de E u b u l o ,

s.r: el fra g m e n to 34 pued e p e r te n e c e r ig u a lm e n te a un

o r á c u lo .

XT L C£ B o LCj ü t G v UOÁLV

i89
o c v ó p S v a p L P T o j v é a ^ o e o v 6 u * r i p e p a s
195

5 . 8 . - Enigm as o a c e r t i j o s . -

5 .8 .1 .- La Mése h ered ó de la tra d ic ió n cóm ica,

y aún lite ra ria en g e n e r a l , los e n ig m as o acertijo s. El

acertijo hizo su a p a r i c ió n en la lite ra tu ra g rie g a muy


190
p ro n to , en Teognis . En l a c o n v e rs a c ió n de El b a n q u e te

de los s o f is ta s so bre Ypucpou 191 , se dice que Simónides

p rescrib ió tous a u v to Tipoeupriiiévov updSXnua y

so b re ello se exponen d ife re n te s p o s ib i l i d a d e s de i n t e r p r e ­

t a c ió n . In c lu so un d ís c ip u lo de A ris tó te le s , C learco , e s c r i ­

bió u n a ó r b i t a itep'u ypúffltuv

Conocida es l a fre c u e n c ia de o r á c u lo s en l a t r a g e -
192
d ia . Un o rá c u lo es el p u n to de p a r t i d a de Edipo R ey,

y su d e s c ifra m ie n to c o n s titu y e el motivo c e n t r a l que reco­

r r e to d a l a t r a g e d i a , y E squ ilo e s c r i b i ó un d ra m a t i t u l a d o

tam b ién Z<puy£

A certijos o enigm as son p ro p io s d el d ra m a s a tí r i c o .

Seaford. lo h a p u e s to en r e la c ió n con el eupnya (in v e n

ción) y xépas ( m a r a v i l l a ) , motivos f re c u e n te s en este

g énero d r a m á t i c o ^ ^ .

De l a a fic ió n de los g r ie g o s por los a c e r ti j o s o

ad iv in an zas da prueba este p a sa je de Los C a b a lle r o s

de A ris tó fa n e s .

AHMOE t c xut l t C ¿ c t t l ;

IIA<í>AATftN OIKETHZ Xo' yua.


196

AH. uctVTa;

HA. ¿daúyacrag ;

na\ vri A u ’ exu yé youaxu xuB^Tog TtXea.

ATOPAKPITOZ éyo\, 6 * úitepípov na\ £uvouxLa 6 úo .

AH. cpép’ Cóo), tlvos yap eCauv oí X P ^ P 0 ^ io t e .

IIA. oúyo'u ye v e ú a l Baxuóog ...

(vv. 999 ss.)194.

Sin e m b arg o , fue la a fic ú ó n de la com edia por

los motivos sim p o s ia le s lo que h ace e s p e c ia lm e n te a lta

l a f re c u e n c ia de a c e r t ij o s en los fragmentos c o n s e rv a d o s 195

Sin d u d a es el simposium el contexto más adecuado para


196
los ju eg o s de a d i v i n a n z a s , t a l como te s tim o n ia A r is ió f a -
197
nes en Las A v isp as

5 . 8 . 2 . - El frag m en to 124 de A n tífa n es p a r e c e p u esto

en bo ca de un p a r á s i t o o de alg u ien c o n tra ta d o para

en treten er, con la e x p o sic ió n de acertijo s, al p ú b lic o

en l a p a r t e d el b a n q u e te pro p ia m e n te s im p o s ia l. Los prime^

ro s v e rs o s r e z a n a s í :

■eyo) itpdtGpov yev xobg xeAeúovxa£ Aéyeuv

yppcpous napa tio xov o'y ri\^/\n p euv cra cpS s

A é y o v x a g oúó e v ...

2 mss. tccüxov (pynv

Ya es s ig n i f i c a t iv o per se el t í t u l o de l a com edia


197

de E u bu lo Epuyyoxapúv , que v ie n e n a s ig n i f i c a r

C arió n h a c ie n d o de E s f in g e . Pues b ie n , el fragm ento 107

c o n tien e cinco a d iv in an zas en b oca p ro b a b le m e n te del

e s c la v o C a rió n , l a p rim e ra de l a s c u a le s dice a s í :

A c ar i , XaXSv a y A ma a o s , ó y ú v u y o s a p a e v u §?í Xus 9

. oÚxclüjv ávéyui v x a y ú a , 6 a a \ 5 g 9 aXXoxe Xe Co s ,

á £úv e xa £uvexouau Xé ywv, vo'yov é x v o y o u e Xx u) v *

ev 5 ’ ¿ c j t u v xa \ ti o XXa x a \ av xpráxij x l s axpwxog.

5 xú éoxi xo\3xo; xú árcopCLs;

B KaXXuaxpaxos*

A. upaixxos y^v o3v o ó x o s ^ye/* * au óe X tipeE s e'xw v *

oóxos yap aúxo's ¿axuv ayXcoxxos XaXos,

ev ovoya tio X X o l s , xpaoxos axptoxos, óaaus

Xeüos. x y BouXeu; xveyaxcov xoXXcóv púXa£.

5 m ss. etiam xls écrxu x o u x o . 9 mss. S o u X e u L v e u -

yctxcjv .

El a certijo se basa lite ra ria m e n te en el ju eg o de


198
p a la b ra s, como acabam os de ver . Por o tra p a rte , la

a í , a x P ° ^ 0,Y^a Y el a ta q u e personal y nom inal

(óvoyacxo xcuyaióeLv) nos recu erd a el e s tilo de

la A rch aía.

Muy d if e r e n te , en cam bio, es el c a r á c t e r d el f r a g ­

mento 240 de A lex is, donde con su tilid a d y e le g a n c ia


198

se p ro po ne l a a d i v i n a n z a d e l sueño .

TYNH oú S v r ir o s oú ó ’ á d a v a i o g , áXX ’ u v a

a ú y x p a a u v , (3 a r e y n 'r ’ e v ' ávSpojTto u y é p e u

u t í t ’ ¿v d eoD C ñ v , áXXa © u e a d a u t* á e u

Kauvcjs cpdúveuv Te ttiv T tapouaúav TiaXuv,.

5 á o p a r o s o<Jjuv, y v có p u y o s 6 ’ arcaauv <3 v .

KOPH a ú e l au x a ^ P E U S # 5 y u v a u , y ’ a ú v u y y a a u .

T Y . xa u y n v áu X a y e x a u aacpñs Xeyoo y a ^ e t v .

KO . r u s o í 5v TOLaurriv Tiaug e x ^ v e a r a u cpúauv;

TY. utcvos» B p o t e lü jv , 5 xop ri, rc a u a t n P n o v u v .

6 Edm. u e u p cji s • ^ mss. T o a a u rr iv aut Toc aur r i v


Taüs .

Que los acertijo s, adem ás de c a r i c a t u r i z a r costum­

bres s im p o s ia le s y actitu d es jactan cio sas y p ed an tes,

era ta m b ié n p ara la com edia un medio p a r a l a e x p re s ió n

d iv e rtid a e in g e n io s a de re a lid a d e s más im p o rta n te s ,

como la c rític a al abuso de l a o rato ria vacua, p a re c e

d e m o s tr a r los frag m en to s 194 y 196 de A n tífa n e s . En este

ú ltim o frag m en to Safo, en la comedia d el mismo nombre,

r e v e l a l a solució n de l a a d i v i n a n z a a su p a d r e .

$nXel a yev vúv éaru cpúaus étilcjtoXtí,

3 p é cpn 6 ’ ¿v aÚTÍ¡j repucpe' peu ta ypdyyara*


199

acpwva 6 ’ o v t a ^xauxa^> t o us ir o p p ü) X a X e u

oís 6o ú X e$ ’ exepos 6 ’ av t \5x t u s txX t i c j ú o v

i cttoos a v a y uy veía* o vt o s o v n áxoúaexau. (vv. 18 ss.)

18 m ss. yev o5v ¿cxtu(v) p ro ye' v vuv é a x i .

5 .8 .3 .- C ercan o a los a c e r ti j o s en la comedia es

la p aro d ia de l a ópdoeTteua o p r e c is ió n en el uso de

los n o m b re s, en lo qu e '
P rodico era m aestro 199 . Así el

f ra g m e n to de A l e x i s ^ * , o l a p r e c is ió n n e c e s a r i a y e x a s p e ­

ra n te para su i n t e r l o c u t o r , del p e r s o n a je A d el frag m en to

13 de Tim ocles.

A o j g ó ’ fivripyevn

3úou xu^n'vq, TtoXeyúa Xuyou, <puXa£

cpuXúaSj úaxpos ¿ x X ú t o u B ouX uyúas»

rpdne?a ___

B Ttepuépyoos^ye/^^Ti xov oúpavdv,

201
5 ¿£ov cppcxaau TpáueSa auvToycos.

202
5.8.2+.- I. Waern d efin e el Kenning como la

e x p r e s i ó n c o n s is t e n te en dos o más p a l a b r a s p a r a r e f e r i r s e

a una persona o c o sa q ue p o d r ía ser alu d id a por una

sim p le p a l a b r a , p e ro q u e , po r ra z o n e s de efecto, m é tric a ,

e tc ., es d e sc rita m e ta fó ric a m e n te . Su d e s a r r o l lo en la

h isto ria de la lite ra tu ra g rie g a co in cid e con el uso muy

f r e c u e n te de a c e rtijo s. La d if e r e n c ia e n tr e a certijo y
200

K enning c o n s is te , seg ú n W aern, en que el p rim e ro toma

al se g u n d o a su s e r v ic io , y s tric tly sp eak in g , th e n o n a -


203
p p o s itio n a l k e n n in g is r e a l l y a r i d d l e in nuce

El uso de k e n n in g e r es n o ta b le a p a r t i r d el s u r g i ­

miento de un nuevo e s tilo poético a m ediados y en la

se g u n d a m ita d d el s ig lo V: es un e s tilo " b a rro c o " de

K enn iger a fe c ta d o s que s ig u e el rastro de E s q u ilo , p ero

t r a t a de s u p e r a r l o ^ ^ .

205
El e s tilo es p a r o d ia d o por l a Mése. Waern cita

c u a tr o f ra g m e n to s . A n tífa n es se b u rla de Timoteo en el

frag m en to 112, de l a comedia Kotuveús , de i g u a l m ane­

r a que A n a x á n d r id e s en l a comedia Aucrxpa

áptuius ó u r i Tc t p u r i x e xau xa yev Suaxevfi

a ya xo s yepn óa ya £e x ’ '| v huplxtltíi) axe'Yíji ’

Tuyodeos eq>n itox’ , a v ó p e s , xriv x ú x p a v oíyau Xeycjv.

( A n a x a n d r . 6)

En los frag m ento s 1 y 2 de N a u s í c r a t e s , de la

comedia NotúxAnpoL , un p e r s o n a je se e n tr e tie n e en

la d e s c rip c ió n p o é tic a de d i s t in to s tip o s de pescados,

a la que re sp o n d e su in te r lo c u to r con el nombre h a b i t u a l

de é s to s . La com icidad pues red ic a ría , una vez m ás,

en el c o n t r a s t e e n tr e ?¡$os y tono.

En Ateneo leemos ’ Av a S a v ó p u ó n s óe *cpuctAas


-- ---- - - ... ..... .... AA/*
Apeos HaAeL xa Ttoxijpua xaúxa . El más in te­

r e s a n t e de los frag m en to s de este tip o es el 52 de A n tífa -


201

nes, de ’AcppoÓLcrLog , donde un p e r s o n a je u t i l i z a

un l e n g u a je h inchado, in s o p o r ta b le para su in te rlo c u to r,

que le c o n t e s ta :

B "HpoiUus, ¿TtOKTEVeLS

Spá y ' ei un YUüi púyüJ S you návu qppccaeus xpeSv xúxpav.

( v v . 5 - 6 ).

5.9.- Crítica literaria.-

En o c a s io n e s , la p aro d ia p u ed e quedar re d u c id a ,

en los o b je tiv o s d el a u t o r , a l a m era b ú s q u e d a de com ici­

dad, por medio de la c a ric a tu ra , el tema o u tilizació n

de t a l o c u a l r e c u r s o v á lid o p a r a s o lu c io n a r u n a s it u a c i ó n

com pleja en la escena. O tras v e c e s , s in em b arg o , pueden

tra slu c ir la actitu d c rític a , p o s it i v a o n e g a tiv a , del

p o eta cómico so b re a lg ú n motivo, recu rso , a u t o r o g é n e ro .

F in a lm e n te , a lg u n o s frag m en to s c o n s e rv a d o s de la

no son y a p ro p ia m e n te p a r ó d ic o s , s in o que c o n s ti ­

tu y e n a u té n tic o s ju ic io s l i t e r a r i o s , y a sea so b re un a u t o r

d e te rm in a d o o so b re p ro b le m a s l i t e r a r i o s de c a r á c t e r g e n e -

r a l 207.

T ítu lo s como AuSúpa yBos ( Anf i s ) , Au d v u a o s ( Eu-

b u lo y T im ocles), Ktoyujó o t payaió úa (A n a x a n d r i d e s ),

II o l n Q1 s (A n t i f a n e s ) , Ho l ^ t o i l (A le x is ), Zaiccpcij (E fi—

po, A n tífa n e s , Anfis y T im ocles), Eá xupoü (T im ocles),

TpuTayuvLOTTis ( A n tíf a n e s ), SuAeup-Lnúón S (Axiónico),

$uXoTpayo)6os ( A le x is ), h acen pensar en com edias

en las que se in c lu ía una c ie rta v alo ració n lite ra ria


202

de a u to r e s y g é n e ro s .

Ya hemos v is to como en el frag m en to 19 de A n a x i-


208
la s se c o m p ara la le c tu ra de E sq u ilo con la pesca,

con mucha v e n ta ja para e s ta ú ltim a . Aquí n a tu r a lm e n te

la c o m p aració n no e s tá e x e n ta de la co m icid ad su rg id a

de la relació n ab su rd a de los elem entos de l a c o m p a ra ­

ción .

Respecto a E u r íp id e s , A n tífa n es no d e ja pasar

ocasió n para alg ú n tip o de c rític a de e s te trá g ic o , y

Eubulo hará de la p aro d ia e u rip id e a su esp ecialid ad


209
cómica . M u estras de s im p a tía h a c i a E u r íp id e s se p e r c i ­

ben en N ic ó stra to 2 8 ^ ^ .

El cómico que p r e s e n t a con m ayor f r e c u e n c ia a lg ú n

tip o de ju ic io lite ra rio es A n tífa n e s. Además de la ya

re s e ñ a d o , el p o e ta l í r i c o F iló x en o, m uerto el 380, es a l a b a

do en e l fra g m e n to 209, de l a com edia TpLTaycovuaTns ,

p o r su c a p a c i d a d de s e r v i r s e de xauvot ó v o y a x a . Ya

hemos v i s t o , p o r o t r a p a r t e , como c r i t i c a el e s tilo h i n c h a -


211
do de Timoteo . Es p o s ib le reco n o cer en A n tífa n e s su

a fic c ió n a b u rla rse de co m p aracio n es y sím iles d em asia d o


212
av en tu rad o s

En mi o p in ió n , sólo en l a C. M. , con e s ta actitu d

de in tro s p e c c ió n p a r a re p la n te a rse su p r o p ia id e n t i d a d

en r e la c ió n con los demás g én ero s d ra m á tic o s y p o n er


203

en crisis los esquem as v á l id o s e x c lu s iv a m e n te para el

t e a t r o a t e n ie n s e del s ig lo V, es p o s ib le u n a com edia como

üoúr i a us de A n tífa n e s , de la que, por d e sg ra c ia ,


,, con serv am os un frag
solo - + 212b
m en to

A lexis r e p re s e n tó una com edia t i t u l a d a Auaui t os »


213
q u e, en opin ión de Edmonds , hay que situ a r d e sp u é s

de c. 320. El ún ico
frag m en to c o n s e rv a d o p e rte n e c e a
2 i/
una 'c o n v e rs a c ió n e n tr e Solón y Esopo
A I . xoycJ;dv y e t o u t ’ éaTUV i t a p ’ ú y l v , 2 Eo'Xoov,

é v x a í s ’ A d n v a u s 5 e £ u S s e o p n y ó v o v .

1 0 . t o i t o i o v ;

A I . ¿v t o l s crouirocruous o ó n u v e t e

a x pa t o v .

10. oú yocp paóuov’ i rooXoOau yap

5 é v x a i s á y a £ a u s e ó $ é oo s x £ x p a y e ' v o v ,

o ú x i v a t u x e p S a u v c j a u , t &v 6 ’ ¿ v o u y e v o ú v

u p o v o o ú y e v o u , t o o T a s x e cp a X a s ó y u e u s é x e u v

é x x p a u T r a X r is. t o u t ’ e a V , ó p ^ s , 'E X X n v u x o ' s

TTOTOSs y e x p u o u a u X P u P e,V 0U S TTOTUPOOLS

10 Xa X e u v t u xa'u X n p e i v tc p o s a ó t o o s n 6 é u) s

to y e v y a p é t e p o v Xo u t p o v é a t uv , o ó tto' t o S s

({j o xttípu Tiuveuv x a 'u x á ó o u s *

A I . l a v a r o s U ^v o 2 v .

( f r . 9 )215.

5 . 1 0 . - C o n c lu s io n e s . -

1. La p aro d ia ha sido c o n s id e r a d a desde siem pre


204

uno de los elementos c a r a c t e r í s t i c o s de l a C.M.

2. La p a r o d i a de l a t r a g e d i a se vió p o s itiv a m e n te

c o n d ic io n a d a p o r el d e s a r r o l lo de l a comedia m ito ló g ica.

a) De E sq u ilo toma l a C.M. pocos t í t u l o s , alg u n a

esc e n a de mitos y l a p a r o d i a v e r b a l de p a s a j e s c o n c re to s,

en muchos c a s o s p a r o d i a p ro p ia m e n te de p r o v e r b io s .

b) No p a r e c e que la in f l u e n c ia de Sófocles haya

sido mucho m ayor que l a de E sq u ilo .

c) La i n f l u e n c ia de E u ríp id e s e s , con mucho, la

m ayor de los tre s grandes p o e ta s t r á g ic o s : num erosos

títu lo s, siem pre de tem as m itológicos; num erosos p asajes

( c ita lite ra l, con m odificación para la sim ple a d e c u a c ió n

al c o n te x to , o con alteració n cómica del v e rso trá g ic o );

el nom bre de E u r íp id e s aparece en v a ria s o c asio n es y

Axiónico r e p r e s e n t ó u n a comedia i n t i t u l a d a í l A s ü p o tí u ó n s .

d) Hay ta m b ié n p aro d ia d el tr á g ic o Queremón y

de otros p a s a j e s de a u to r in c ie r to .

e) Desde la an tig ü ed ad el e s tilo " d itirá m b ic o "

e r a p u e s to en r e l a c i ó n con l a C.M. Es d i f í c i l d i s t i n g u i r l o

con c la rid a d del e s tilo tr á g ic o , p ero en los frag m en to s

donde se d e ja recon ocer la te m á tic a es c u lin a ria , de

a c u e rd o con su a p lic a c ió n a co ntex tos r i t u a l e s en l a t r a ­

g ed ia.

f) La im itia c ió n del sermo t r a g i c u s es muy fre c u e n te

en la C.M. Suele e s ta r v in c u la d a a t ít u l o s p ro p io s de

la tra g ed ia y de tema m itológico. El cómico que p r e s e n t a


205

más p a r o d i a de e s tilo t r á g ic o es E u b u lo .

g) P a r o d ia de u n id a d e s m ay o res: p ró lo g o s, d iscu r­

sos de m en sa je ro y n a r r a c i o n e s o d e s c rip c io n e s ( s im p o s ia -

l e s , de v i a j e s y de a s a m b le a s ) .

h) Im ita c ió n de la fó rm u la e s tic o m itia + resis al

in ic io de l a s n a r r a c i o n e s o d e s c rip c io n e s .

i) E n tre los re c u rs o s de l a t r a g e d i a , h a y p r o b a b l e ­

mente p a r o d i a del d eu x ex m a c h i n a .

3. El pro ceso de ap ro x im a c ió n del d ra m a s a tí r i c o

a la com edia se dio ya en la A r c h a ía , p r o p ic ia d o por

l a e x i s t e n c ia de elem entos comunes a ambos g é n e r o s .

a) Es p o s ib le que en el tiem po de l a Mése l a d i s t i n

ción e n tr e com edia y d ra m a sa tíric o no fu era siem pre

n í t i d a . C om parten t í t u l o s , tem as y m otivos.

b) Timocles r e p re s e n tó v a ria s com edias en cuyos

tí t u l o s e s t a b a n im p licad o s los s á t i r o s . Las p o s ib le s co n fu ­

sio nes so b re la n a t u r a l e z a de su s o b r a s y l a p o s i b i l i d a d

de v a r i o s a u to r e s con el mismo nombre d e d ic a d o s a g é n e ­

ros d ra m á tic o s d istin to s, te stim o n ia e s ta a p ro x im a c ió n

de com edia y d . s .

á. Pocos son los tem as épicos que no h a n pasado

p o r l a t r a g e d i a o el d ra m a s a t í r i c o t r a t a d o s po r l a C.M.

A veces el ritm o h ex am étrico e v id e n c ia u n a p a r o d i a é p i c a .

Hay ta m b ié n p aro d ia verbal de d ete rm in a d o s p asajes de

l a I l i a d a o l a O disea y de a lg u n o de Hesiodo.
206

5. La C.M., l i b e r a d a d e l co rsé de l a com edia p o l í t i c a ,

reto rn ab a a los tem as y a c u l tiv a d o s po r E picarm o, C ra te s

y F e récrates, a la a u s e n c ia de a taq u es p e r s o n a le s y

a los tip o s p r o f e s io n a le s .

C onviene aquí p re c isa r la m a g n itu d de l a i n f lu e n ­

c ia de E sp icarm o y ad e la n ta r a l g u n a co n clu sió n personal

s o b re el te m a . Este d a to no e n tra en c o n tr a d ic c ió n con

el de l a d e c i s i v a i n f l u e n c ia de E u r íp id e s q u e , ju n to con

el cam bio de l a s co n d icio n es e x t e r n a s , e s t a b a en l a b a s e

de los nu ev o s te m a s, motivos y form as de la com edia.

En mi o p in ió n , es la c o n flu e n c ia de todos estos fa c to re s

la gen erad o ra de ta n n o ta b le s tra n s f o r m a c io n e s . En todo

caso, como irem os v ie n d o , la in f l u e n c ia de Epicarm o no

dá resp u esta s a tis fa c to ria a muchos a s p e c to s de l a ev o lu ­

ción de los tem as y l a e s t r u c t u r a d r a m á t ic a .

6. A unque los in te r e s e s de la C.M. d if ie r e n de

los de A r is tó f a n e s , no c i t a d o p o r su nom bre n i u n a so la

v ez, es p o s ib le r a s t r e a r en a lg u n o s tí t u l o s y fra g m e n to s ,

aunque pocos, la im ita c ió n del gran cómico d el e s la b ó n

fu n d a m e n ta l en l a h i s t o r i a del g é n e ro .

7. En l a p a ro d ia de o rá c u lo s y a c e r t ij o s la Mése

es d e u d o ra de l a t r a g e d i a y l a com edia, p e ro su fre c u e n ­

cia tie n e qu e ver con el d e s a r r o l lo de la com edia de

i n t r i g a y l a a f i c i ó n p o r los tem as s im p o s ia le s .

8. La p a r o d i a de otros g én ero s l i t e r a r i o s y a u to r e s
p ued e ser m eram enta cómica o tam b ién c rític a , en cuyo

c aso habrá im p líc ito , y h a s ta e x p líc ito , un elemento de

c r í t i c a l i t e r a r i a . Además de los d a to s que podemos c o n c lu ir

de la p aro d ia , conservam os de la C.M. frag m en to s que

c o n s titu y e n una a u tén tica re fle x ió n sob re l a com edia mis­

ma, l a t r a g e d i a o l a r e la c ió n de ambos g én ero s d ra m á tic o s

e n tr e s í.
208

NOTAS DEL CAPITULO V

1.- Aquí como en el resto de este punto slguo a H. Klei-


nnecht, Pie Gebetsparodie in der Antike, Hildesheim
1937, pp. 12-17.

2.- Es a lo que Ateneo se refiere cuando dice: !’Ap uaio'££ -


t w ' i '
,vos 6 e tpncTLV* u)cnt e p tSv é £ ap é t pw ^ . tlves
¡ ¿ ti l ■t o y e X o u o v rcap^óas ! eípov-’ (XIV 638 b).

3.- Sch. Ar. A c h . 8 : ItoOto itaptjjóba 'x a X e u x a L o xl av


[ éx xpay(|)6 úas y e T e x e x ^ ? •Hrcap^Ca * ouxa) X e y e i a L

I oxav éh xpay^Suas yexex^? Xoyos eús xcoy^Suav.

4.— Cf. Eust. Hom. 0. 1.1; Hermog. Meth. 34 y Hesych.

5.- Cf. Quint. I .0. IV 3.96 ss.

6 .- Gebetsparodie, p. 14.

7.- Cf. por ejemplo la diferencia entre travestimiento


y parodia en 4.2.1.

8 .- Paratragodia, pp. 12 ss.

9.- A. Murray, On Parody and Paratragoeka in Aristophanes,


Berlín 1891; H. Taüber, De usu parodiae apud Aristopha-
nem, Berlín 1849; J. Van Leeuwen, De Aristophane Euri-
pidis censore, Amsterdam 1876; F.W. Householder,
IIAPDAIA , CP (1944), 1 ss. Citados por Pucci,
Aristofane ed Euripide: recerche metrice e stilistiche,
Roma 1961, p. 277.

10.- O . c., p. 278.


209

11.- A c h . 499 y 500.

12.- P.e., el discurso de Diceópolis al coro en A c h . 496-


555.

13.- P.e., la escena de Diceópolis y Eurípides en A c h . 410-


479.

14.- O .c., p. 286.

15.- Paratragodia, pp. 12-14.

16.- Av. 808 (A. fr. 231.4 N1'), Th. 194 (E. Ale. 691), Ra.
72 (E. fr. 565 N) , Th. 275 (E. Hipp. 612), Th. 413
(E. fr. 804.3 N * ) , Eq. 1240 (E. fr. 700 N1 ) , Ra. 192
(A. fr. 212 A. 1 N* ), etc.

17.- A c h . 418 ss., Av. 1238 ss., Ra. 470 ss., etc.

18.- Prólogo: Th. 855 ss. (E. H e l . 1 ss.); esticomitias


.(Pax .124 ss., Th. 902 ss., Ra. 1468 ss., Lys. 706 ss.);
.. resis (Av. 1706 ss.); escena de mensajero (Th. 574
s s.).

19.- XI 482 c.

2 0 . - úirO '& éaeug y e v y a p r c a A a u a s X üjyajóuas ?¡aav

a í 5 x a t ‘ t o a i p c t i n y o u s ¿ ti L T u y a v xcu, Ó L x a a x a u ' s o ú x

ó p d G s Ó L x d c o u a L j t ot ' ^ x P n y a x a a u A X c y o u a y v á ó i -

k ú s xua'u y o x ^ n p o v é i c a v i j p n y é v o L s B u o v . ri ó e

. y é a n x wy u ó l a a <p ñ x c x a s x o u a ú x a s u T c o ^ é a s u s » é tc' l

ó e . x o axajTrxeLV ¿ a x o p u a s p n & e ú a a s T t o b n x a u s ?¡A dov.

á v e u ^ u v o v y a p x o x o t o u x o v o í o v ó L a a u p e o v w0 y r j -

p o v e C it ó v x a x l <( o ú x n x o v ó e t v a x r¡ s x p a y y ó u a g

( tc • ó . x . 10 s 7 d . 5 K a i b e l ) . '/h o l t i x t í v

21.- C. Oliva, Dionsio (1968), p. 90.


210

22.- Vid. c. 4.

23.- Studies, pp. 1-9.

24.- No tienen en cuenta aquí Webster la parodia de situa­


ción o el travéstimiento mitológico (vid. 4.2.1.) en

25.- Vid. 3.1.9.

26.- Sermone,p . 25.

27.- Med. 824-34, Ph. 396, Ba. 617, fr. 826 N2 .

28.- 425 ss.

29.-. OC. 1225-8.

30.- Más probable que Eurípides y también representada por


Frínico.

31.- También representada por Filocles.

32.- W. 810 s.

33.- Selvers, Sermone, p.,25.

34.- Cf. S. fr. 687 N2 .

35.- Edmonds II 447 s.

36.- Vid. 4.3.3.

37.- Edmonds II 9.

2
38.- Wilamowitz, Heracles I 55; Leo, Hermes 43 (1908) p.
211

165; id., Plautinische Forschungen, Berlín 1912, c.


III; Fránkel, QS pp. 53-73 y passim.

39.- La influencia de esta tragedia en la comedia es espe­


cialmente clara en ’E i L T p e n o v x e s de Menandro
(cf. especialmente 1121 -6 ).

40.- También hay una tragedia de Astidamente II.

41.- También Sófocles.

42.- Igualmente pudo basarse en la tragedia de Sófocles,


posiblemente la misma que Kpeoucrct

43.- Con este título también- sabemos de una comedia de


Antífanes.

44.- También de Esquilo.

45.- Título también de Sófocles.

46.- Más probable, es que Antífanes se basara en las trage­


dias de Sófocles y Frínico.

47.- Sermone, pp. 25 ss.

48.- El fragmento 27 de Eubulo lo pone Edmonds (II p. 94),


muy dudosamente, en boca de Eurípides. Hunter (Eubulus,
p. 117 y 119 ss.) ha entendido, me parece que de manera
más convincente, que los fragmentos 26 y 27 iban segui­
dos en la comedia A u ovu cjlos y recitados por
un personaje que cita de Eurípides.

49.- Cf. Men. Dysc» 880 ss. Vid.

50.- Hunter, Eubulus, p. 232.

51.- Selvers, Sermone, p. 28.


212

52.- Cf. R. Seaford, Maia 29/30 (1977/8), pp. 88-9.

53.- Eubulus, p. 166.

54.- Cf. Sch. Ar. Pl. 515, a propósito del verso n yfig
á p Ó T p o u c p i - ^ a g x a p r c o v ApoCs $Epuaaa§au,
comenta que ri ó ti x o e n o g to v 3 t o T ñ s uécrrís

o Ce u .

55.- Hunter, Eubulus, p. 167.

56.- Cf. A. Ag. 92-6, Pers. 611-8; E. IT. 159-65; S. fr.


398, fr. 370 N* . W. Schadewalt, Monolog und Solbstges-
prach, Berlín 1926, cit. por Hunter, Eubulus, p. 167.

57.- En la C.N. Philem. 79.

58.- F r s. 10, 20, 56, 84.3, 67.4-6.

59.- Cf. Reinhart, RhM (1971), pp. 329-333.

60.- Vid. 3.2.6. y 3.2.7.

-4

61. Quaestiones, p. 7.

62.- Sobre la ppaus en general, tanto informativa como


de reflexión de la tragedia, cf. B. Mannspergen en
Pie Bauformen der griechischen Tragodie (ed. W. Jens),
Munich 1971, pp. 143 ss.

63.- Vv. E. Or. 8 6 6 : ¿ T Ú y x a v o v pev áypoSev.

65.- Vid. 5.2.6.

6 6 .- Frankel, Questiones, p. 12.

67.- II 43 c.
213

6 8 .- Quaestiones, pp. 9-53.

69.- Cf. Frankel, Quaestiones, pp. 14 ss.

70.- Vv. 1122 ss.

71.- Vv. 1301 s.

72.- Frankel, Quaestiones, p. 28, interpreta, a partir de


la comparación del v. 7 con E. Télefo fr. 703 N'*, que
la apelación sólo se dirige a los espectadores.

73.- Platón 189, Teopompo 64 y Nicocares 2.

7 4 ._ ‘ e n e u xa 6 ’ óñyov év 6 uxúxaxo v / < 3 p o x C 3 v >


áuctvTüív Kotu cpuXoS ev wx ax ov / T&{3i.ouSj ^ ^ o u t

apoxpov ouxe yaidiios / Teyveu SuHeXX {ria}ápoU-

a a v , á X X ’ a ú x o a u o p o u / y ú a u cpépouau 3 d o t o v

acpdovov $ p o x o l s ’ . . . ( f r . 196) .

75.- Fránkel, Quaestiones, pp. 36-8.

76.- Crat. 207-8, Theopomp. 17, Polyzel. 2,Demetr. 2.

77.- Trag. 221-40.

77b.- Vid. W.K.G. Guthrié-, Orfeo y la religión griega, trad.


esp. Buenos Aires, 1970, pp. 151 ss.

78.- Vv. 395 ss.

79.- Cf. Amph. 8 ; Alex. 42 y sobre todo 41.

80.- Cf. Phoen. 390 ss. y sobre todo 408.

81.- Cf. lo 936 ss. y 988, Supp. 116, IT. 517 y 812, Or.
1181.
214

82. - oú xoy tu os o ú Óe u s ’ pd ó uo v 6 ’ eincuv t d6e . / t o v

■avdeyüSón ■T y S X o v oZo$a. tüou x X iíojv; / HE. oífi’ ,

os xo Eapóeajv d a tu Tt epuSdXXeL xúxXai. / AI. év-


T e O- d e v EuyUj Auóua 5e 'you ictTpCs. / IIE. uo^ev

fié TeXexots xdafi ' a y e u s ég 'EXXaóot; (4 6 1 s s . ) .

83.- Frankel, Quaestiones, pp. 53 s.

84.- Cf. E. Ba. 462.

85.- Ach. 1069; Eq. 691; Lys. 1072, 1082; Pl. 1038.

8 6 .- P.e. Sam. 65.

87.- Phorm. 62, Eun. 327 y 562 ss.; Heautont. 180 ss.,
Adelph. 465 ss., 572 ss.

8 8 .- Aul. 170 y 405; con alguna variación Asín. 332 y Pseu-


dol. 1089. Frankel, Quaestiones, pp. 57. ss-* De., la paro­
dia de= motivos de la tragedia ■-me ocuparé en el capítulo
dedicado ar.la comedia de.: intriga o enredo.

89.- Vid. 3.2.6.1.

90.- No comparto la idea de Hunter (Eubulus, p. 97) de la


imposibilidad de que en esta comedia participara Hermes
(cf. Ar. Pl. y en el modelo griego del Amphitruo de
Plauto), así como de aquél actuara como deux ex machina.

91.- Fr. 183.

92.- Vid. 3.2.6.1.

93.- Cf. Frankel, Quaestiones, p. 6 6 .

94.- Vid. 4.3.3.

95.- Ach. 409; Eq. 1249; Th. 96, 265, 651; Pax 174; etc.
215

96.- Po. XV 1454 a 37 ss.

97.- Fr. 191.14-16.

98.- Cf. dicur.so de Sileno en ’I x v e u x a £ (S. fr. 314 R)


2
y Aqueo fr. 3 N .

99.- L.E. Rossi ("II drama satiresco attico", Dialoghi de


Archeologia, VI 2-3 (1972) pp. 248-302, a propósito
del fragmento 146 de Cratino, ha demostrado que en
el drama satírico el héroe conserva intacto su ?idos ,
a '.diferencia del travestimiento mitológico de la come­
dia.

100.- Muchos estudiosos comparten la idea de que el drama


satírico acabó sufriendo la influencia de la comedia.
Así, a propósito del Ciclope de Eurípides en relación
con ’O ó u a a e ^ S de Cratino y Las mujeres en las
Tesmoforias de Aristófanes, Ussher (E. Cyclops. Roma
1978, p. 173) y Pickard-Cambridge, Di-rfyrambo, p. 90.

101.- Cf. Hor. AP 225 ss. Guggisberg, Satyrspiel, p. 41.

102.- Webster, Production, p. 59.

103.- Aly, MSatyrspielM , RE II, cc. 235 ss.

104.- En la C.A. Aristófanes y Platón.

105.- El argumento II califica al drama de Eurípides


a a T u pu Ko ÓT epo v y, en todo caso, ocupa un lugar
especial en la producción de este trágico.

106.- P. "Guggisberg, Satyrspiel, pp. 36-44.

107.- Vid. 4.2.2.2.


215

96.- Po. XV 1454 a 37 ss.

97.- Fr. 191.14-16.

98.- Cf. dicur.so de Sileno en ’l x v e u x a ú (S. fr. 314 R)


2
y Aqueo fr. 3 N .

99.- L.E. Rossi ("II drama satiresco attico", Dialoghi de


Archeologia, VI 2-3 (1972) pp. 248-302, a propósito
del fragmento 146 de Cratino, ha demostrado que en
el drama satírico el héroe conserva intacto su ?í§os ,
a diferencia del travestimiento mitológico de la come­
dia.

1 0 0 .- Muchos estudiosos comparten la idea de que el drama


satírico acabó sufriendo la influencia de la comedia.
Así, a propósito del Ciclope de Eurípides en relación
con ’O ó u a a e ú s de Cratino y Las mujeres en las
Tesmoforias de Aristófanes, Ussher (E. Cyclops. Roma
1978, p. 173) y Pickard-Cambridge, Dityrambo, p. 90.

101.- Cf. Hor. AP 225 ss. Guggisberg, Satyrspiel, p. 41.

102 .- Webster, Production, p. 59.

103.- Aly, "Satyrspiel", RE II, cc. 235 ss.

104.- En la C.A. Aristófanes y Platón.

105.- El argumento II califica al drama de Eurípides


aa Tu pu xc úTe po v y, en todo caso, ocupa un lugar
especial en la producción de este trágico.

106.- P. 'Guggisberg, Satyrspiel, pp. 36-44.

107.- Vid. 4.2.2.2.


216

108.- Cf. Od. IX; aunque no aparece como personaje en el


drama satírico de Eurípides.

109.- Alex. 107 y Clearch. 5.

110.- Circe: Od. X 133-574, A.R. A rg. IV 576-91; Nausícaa:


Od. VI.

111.- Edmonds (II p. 151) sugiere que eldiálogo puededarse


entre dos mujeres.

112.- Vid. 3.1.11.

113.- Cf. Ov. Met. XIV 223-319.

114.- No conservamos fragmentos.

115.- Vid. 3.2. 6 .3.

116.- Cf. "Ulixes Comicus", JCP Supp. Bd. 16 (1888), pp.


375-403.

117.- Cf. Webster, CQ (1948), p. 22.

118.- CQ (1948), p. 23.

119.- Edmonds II 448 s.

120.- D.S. I 17.45; IV 18.27; Apollod. II 5.11.6; Hig. 31;


56; 157; Ovid. Met. IX 185, etc.

121.- Vid. 4.3.2.

122.- Paus. VIII 18.1; IX 29.6 s.; Hig. 161; Apollod. I 3.2.,
etc.

123.- Fr. 135; vid. 4.2.2.2.


2T7

124.- Vid. 4.2.2.2.

125.- Apollod. II 6.3.; 7.8.; D.S. IV 31; Ov. Hr. IX 55 s. ;


Hig. 32.

126.- Cf. Ar. Ach. 1071.

127.- Cf. fr. 178.

128.- La RE registra dos entradas "Timokles 3" y "Timokles


4 M pada dos autores dramáticos del siglo IV.

129.- Wilamowitz-Mollendorf, "Commentariorum Gramaticum IVM


Index Schol. Acad. Geo. A ng, Gottingen 1889-90, 23-25;
A. Korte, MZu della Commedia Greca: Timocles Ateniense
e Difilo di Sinope", RFIC 55 (n.s. 5) (1927), 453-67;
V. Bevilacqua, "Timocle", Dioniso 7 (1939)* 25-62; E.
Constantinides, "Timocles' Ikarioi Satyroi: a reconside
ration", TAPA (1969), pp. 49-61.

130.- Esta es la idea principal de Constantinides, TAPA


(1969), que antes hace en su artículo una síntesis de
las ideas de sus antecesores respecto a lo que nos
es posible conocer de este cómico.

131.- Willamowitz basa sus conclusiones en los siguientes


hechos: 1. Ateneo llama a esta obra ’l x á p u o b en
dos lugares (VIII 339 d y 342 a), pero "ixapbOL E cítu

pou una vez (IX 407 f); 2. un cierto Timocles, de


acuerdo con IG II2" 2320, obtubo el primer premio en
las Dionisa de la Ciudad de 340 por su d . s . A L X o D p y o s ;
3. cuando Ateneo menciona la obra Atí§ti f dice:
T uyoxA rjs* ó Tris xu)yt¿)óuas houtittís -? ¡v óe x a l

xpayijjÓLas (IX 407 d ) ; 4. en la Suda hay dos entradas


bajo Timocles: TuyoxAñs* ’A ^ n v a u o g xwyuxo's y

TuyoxAfíg exepog, * a l, aí)TOs xoüyuxós ; 5. al


menos dos d.s. de un período posterior parecen haber
218

tratado figuras contemporáneas: Agen y Menedemos (Cons­


tantinides, TAPA (1969), p. 51).

132.- Bevilacque llegó a la conclusión de la existencia de


un d.s.’lxdp Lo u Eáxupoi, y de una comedia ’I h c í p l o l , .

133.- TAPA (1969), pp. 60 ss.

134.- Vid. 7.7.

135.- The Greek Satyr Play, Meisenheim 1980, pp. 82 ss.

136.- Las razones de que se sirve Sutton son: 1. El posible


metro no-yámbico del fr. 17 de Timocles (cf. los eupolí
déos del Heracles), y la evidencia de la apelación
directa al público en 16.6. como en los drámas satí­
ricos del siglo V. 2. Los títulos que incluyen al adje­
tivo aaTupLxós/-n o tienen a aáxtipoL como
componente pertenecen a dramas satíricos. 3. Por el
título, la obra podía tratar, en opinión de Edmonds,
el secuestro de Dioniso mientras viajaba de Icara a
Naxos (Ps.-Apollod. III 5.3; Theoc. XXIV 33 s.) o el
nacimiento de Dioniso en la isla de Icaro, ambos temas
posibles de dramas satíricos.

137.- En opinión de Sutton es el testimonio más temprano


de una reorganización de los festivales, por lo cual
los dramas satíricos fueron separados de la tragedia
y representados independientemente.

138. Cf. Ath. VIII 339 d y 342 a, IX 407 d y 407 f; Suda.

139.- 0 quizá un drama satírico muy cercano a la comedia.

140.- La primera parte puede referirse, según Edmonds (II


p. 604), a Demóstenes o Demades, mientras para Constan­
tinides (TAPA (1969), p. 57) tiene que ver con
219

óñyos • Para este tipo de compuestos, cf.


Any o v t u v ó c í pecas (Policelo), AuovuaaXéÉiavópo s

(Cratino), AuXoauxov (Aristófanes) y EcpUYY 0 XC*P u0 v


(Eubulo).

141.- Coppola, RFIC (1927), p. 460.

142.- Vid. 5.2.8 .2.

143.- Todas estas alusiones a personas concretas y su vincu­


lación con asuntos de la época han sido estudiadas
en detalle por G. Coppola.

144.- RFIC (1927), p. 461.

145.- Fr. 37. También tenemos la noticia, y sólo ella, de


que Nicóstrato representó un návóapos , aunque,
en opinión de Edmonds (II 35), podría tratarse de un
error por IIctvópoaos

146.- Ath. I 24 f ss.

147.- III 404 B-C.

148.- Eubulus, p. 219,

149.- Cf. F. Montanari, Stud. Class. Orient. 25 (1976), pp.


325-31.

150.- En cambio, según Edmonds (II 582) un servidor encargado


de las provisiones.

151.- Giannini, Acmé (1961), p. 164 y Dohm, Mageiros, pp.


198 ss.

152.- Para este tipo de yayetpos axwitTLxos * vid. 8 .8 .


220

153.- Selvers, Sermone, p. 23.

154.- II. VI 518. Sobre estos y otros oráculos vid. 5.6.

155.- Vid. 5.7.2.

156.- Sermone, pp. 22 s.

157.- Atestiguado también en S. Tr. 1166 s. y E. fr. 367


N*.

158.- Fórmulas épicas encuentra Selvers en Antiph. 26.19,


Cratin. Jun. 8.5., Alex. 110.1 s., Anax. 30.3.

159.- V. 5. Vid. 4.2.2.2.

150. — V. 6 8 6 : X P b V aTOt Y ^ P ^PXP h e A e r a l óelAolql Spotolctu.

161.- Cf. Schmid-Stáhlin, I 4 p. 78 y nn.

162.- Construcción de participio (cf. E. Hel.1584 5 vciúv


a A a, TtoVjvue: n d a e t ó o v y Cycl. 353); oABuos típi_
camente epíteto de himno (cf. A. Supp. 526, Hym. Proel.
1.33); relativo estereotipado Kleinknecht, Gebetsparodie,
p. 125.

163.- X°Mv yap oúx exeus é<P ñnaTL fr. 234 West.

164.- Cf. D. 25.27 y Men. Perik. 379 s. Para el fragmento


de Arquíloco, West, Studies in Greek Elegy and Iambus,
Berlín-New York 1974, pp. 136 s.

165.- Fedele, Commedia, p. 19.

166.- Prescott, CP (1917), pp. 410 ss.

167.- Vid. 4.2.2.2.


221

168.- RE, s.v. "Alexis", I c. 1470.

169.- Dioniso (1939), pp. 279 ss.

170.- Fr. 152 01. 170 K; 154 01. 172-3 K.

171.- Fr. 103 01. 35

172.- Alex. frs.:27; 196 s.;199; 220 s.

173.- Epich. 154 01. 172.3 K. y Alex. 25.5

174.- Alex. 112.

175.- Epich. 175 01.148 K: Alex. 156; ’O ó u a a e ü s aÚToyoXos:


frs. 57 y 186; 263, 264 y s.: 262;53 01. 101 K: 161;
165 01. 333 K: 126(7); 239 01.K: 150; 231 01. 287 K:
265; 178 01. 149 K: 240.

176.- Prescott, CP (1917), p. 421.

177.- Eq. 538 y fr. 333.

178.- Prescott, CP (1917), pp. 418 s.

179.- 1043 s.

180.- La misoginia en la comedia es identificada con Eurípi­


des también en Tesmoforias y Adesp. 296 b Austin.

181.- Cf. Del Grande, TPATfllAIA » Nápoles 1966s , p. 129.

182.- Para una introducción a la naturaleza y tipos de orácu­


los, vid. J. Fontenrosei", The Delfic Oracle, Berkeley-
Los Angeles, 1978, pp. 11-239.

183.- Cf. Eq. 1036 ss. y 1073 ss.


222

184.- Pax 1067 ss.; V. 799 ss., Lys. 768 ss.

185.- V. 158 ss., Plut. 8 ss.

186.- Av. 960 ss.; Pax 1043 ss. Sobre oráculos también cf.
Eup. 237; Plato 3;-Ar. frs. 9 y 29.

187.- El título también puede interpretarse como La mujer


Dodona.

188.- Vid. 4.3.3.

189.- En opinión de Hunter (Eubulus, p. 125) aquí hay que


pensar más en un deux ex machina, dado que el ritmo
no es hexamétrico como cabría esperar.

190.- I 1129.

191.- Ath. X 456 c. ss.

192.- A. Frs. 116 N*', S. fr. 395 R, E. fr. 83 A, Theodect.


fr. 83 A, Theodect. fr. 18 S; Carcino 1 S, Queremón
41 S.

193.- Acertijos sobre la ira: A. Zúcrucpos (frs. 380 y 385


Pearson); sobre la invención del nombre de Hades: S.
Ivaxog (vv. 16-20 Carden); E. Cycl. 464 v. ;

’Aycpuapaos (f r - 121 Pearson), Aqueo ’OycpaXrí (f r -


33 S.).

194.- Cf. V. 15 ss.

195.- Meineke I pp. 227 s., Schulzt, RE, s.v. "Rátsel"; cc.
99-101.

196.- Cf. W. Schultz, Rátsel und Rátselpiele der alten Grie-


chen, Berlín 19122»'. Cit. por Hunter, Eubulus, pp. 200 s.
223

197.- Vv. 1216 ss.

198.- Compárese los enigmas castellanos del tipo: "Todos,


sin ser ordenada / órdenes decís que tengo;/ pero aun­
que soy entonada/ y de tanta orden cercada, dellas
ni de iglesia vengo".

199.- Pl. Cra. 384 B, Prt. 340 A, Men. 75 E, Euthd. 277 E


s., La. 197 B, Chrm. 163 A-C.

200.- Vid. 5.2. 8 .2.

201.- Cf. Antiph. 182.

202.- THZ QZTEA The kenning inPrechristian Greek


Poetry, Upsala 1951.

203.- Waern, o.c., p. 103.

204.- Waern, o.c. pp. 100 s.

205.- O.c., pp. 101 ss.

206.- Ath. XI 502 b = Anaxdr. 79.

207.- La distinción entre parodia y crítica literaria en


la C.M. ha sido hecha por C. Oliva, Dioniso (1968),
pp. 25-92.

208.- Vid. 5.2.3.

209.- Vid. 5.2.7.2.

210.- Vid. 5.2.5.

211.- Vid. 5.8.4.


2 24

212.- Frs. 1, 52, 91, 182, Oliva, Dionisio (1968), p. 30.

212b.- Vid. 2.3. 6 .5.

213.- II p. 379.

214.- M III 386. Esopo y Solón participaron, como señala Ed­


monds, en el Banquete de los Siete Sabios de Plutarco;
cf. hdt. 2.314 y D.L. I 72.

215.- D. Bain (LCM (1977) 87 s.) ha comentado las repeticio­

nes h o t o s ••• H o x ep ú o L S ••• h o t o s de l ° s


versos 9-11.- Esta repetición no es rara en comedia
(J. Jackson, Marginalia scaenica, 220 ss.); otros han
propuesto la sustitución del primer h o t o s Por t p o n o s
(Naber, Mnem. 8 (1880), 254); y Bain propone voyos »
en consonancia con el tópico de la discusión sobre el
contraste entre las costumbres bárbaras y griegas:

'EAXrivLxos voy os (E. Ale. 383 s. y X. An.


7.3.37.).
225

VI. LA COMEDIA DE INTRIGA Y ERRORES

6 .1 .1 .- El anónimo ti. úa s a firm a que los

p o e ta s de l a C.M. x a T a a x ° ^ ° ^ VTCtl-' baures rcepi- t a s

uuodéaeus ( I I 12, p p . 8 s . K a ib e l) .

E v a n tio , que no reconoce e x p líc ita m e n te u n a "come­

d ia m ed ia", com enta a p ro p ó sito de l a Néa:

... v é a v xtoy^óLav hoc et nouam comoediam,

r e p p e re p o e ta e , q u a e arg u m en to communi m agis

et g e n e r a l i t e r ad omnes homines q u i m ed io crib u s

f o r tu n is a g u n t p e r t in e r e t et m ánus a m a r i tu d in i s

s p e c t a t o r i b u s et eadem o p e ra multum d e le c ta tio n is

e f f e r r e t , c o c in n a a rg u m e n to , c o n s u e tu d in i c o n g r u a ,

u t i l i s s e n t i t i i s , g r a t a s a l i b u s , a p t a m etro.

(XII 6 , p . 64-

Con el d e sv a n e c im ie n to de la com edia p o lítica,

los tem as e in tereses se d iv e rsific a n , no sólo fre n te a

la C .A ., sin o tam b ién en o posición al e n to rn o lim ita d o

de la C .N ., y la tram a, en f in , c o n q u is ta su p u e sto

en el g én ero cómico, fre n te a l a com edia de l a id e a domi­

n an te. Es d e c ir , la comedia de erro res y la com edia

de in trig a nacen como resu ltad o de un d e s p la z a m ie n to

de l a com edia d o m in ad a por la id ea, c u y a tra m a se r e ­

su elv e con f re c u e n c ia a n te s de la p a rá b a sis, a la de

tra m a c a d a vez más co m p leja. A esto s dos tip o s de come­

d ias podemos llam ar, s ig u ie n d o una te rm in o lo g ía c l á s i c a ,


226

"com edia de e n re d o " .

E sta ev o lu ció n en los tem as de l a com edia es p o s i­

b le o b serv ar ya en la ú ltim a de la s obras con ocid as

de A r is tó f a n e s , r e p r e s e n t a d a p o r su h ijo A ra ro , K o k alo s,
2
que se g ú n P la to n io , in tro d u jo el r a p t o , el reconocim iento

y o tro s elem entos d e s a r r o l la d o s d e s p u é s p o r M enandro.

6 . 1 . 2 . - Ya veíam o s, a p ro p ó sito de la comedia

m ito lóg ica 3 , como el uso de m itos, en su m a y o ría a t r a v é s

de la p a ro d ia de la tra g e d ia , p ro p o rcio n ó in n u m e ra b le s

tem as a los cómicos. Pues b ie n , fue el t r a v e s tim ie n to

m itológico, con l a p é r d i d a de l a d i g n i d a d d i v i n a de dio ses

y h é ro e s , la p u erta a b ie rta que p o rp ic ió el d e s a r r o ll o ,

a p a rtir de la comedia m ito ló g ic a , de una comedia de

e n re d o , de n a t u r a l e z a " b u r g u e s a " .

El in teré s casi e x c lu s iv o por la tram a, q u e , en

o p in ió n de A r istó te le s^ , p r im a b a e n tr e los p o e ta s t r á g i c o s ,

fue c o m p a rtid o ta m b ié n , b a jo la in f lu e n c ia d e c is iv a de

E u r íp i d e s , p o r la com edia, en el mutuo a c e rc a m ie n to de

ambos g é n e ro s d r a m á tic o s . En o t r a s p a l a b r a s , en l a acción

re a lista lib re m e n te in v e n ta d a , la C.M. es d e u d o ra en

gran m ed id a de la tra g ed ia,


todo so b re en el motivo
5
amoroso, a je n o a l a comedia más a n t i g u a .

En e s te p a so de la com edia m ito lóg ica a l a comedia

de e n re d o ju g a r o n un papel e s p e c ia l la s com edias de


2 27

le y e n d a s que versan so b re el n acim ien to de un d io s,

que nos recu erd an los d ra m a s s a tí r i c o s y cuyo o rig e n

se e n c u e tr a ya en la C .A ., p ero cuyo c u ltiv o fue mucho

m ayor en l a C.M.^

Webster sitú a el modelo g r ie g o de Am phitruo

en el tip o de com edia de erro res. E sta com edia de

de P la u to es un b u en ejemplo de la fa c ilid a d con

que la comedia m ito lóg ica se ap ro x im a a la comedia

de co n stu m b res o in trig a . Así, los m itos, h u m a n i­

zados por los nuevos in te r e s e s de la tra g ed ia y

ca ric a tu riz a d o s por los cómicos, p r o p o rc io n a n los

m a te r ia le s de la in trig a , la con fu sió n de id e n tid a d


7
o los sen tim ien to s .

6 .1 .3 .- El b ió g ra fo p a rip a té tic o au to r de la

Vida de E u r íp id e s enu m era los a rg u m en to s de lo que

lla m a C .N .; p e ro , s in duda, id e n tific a b le con la

C .M ., y s u b r a y a su d e s u d a con el t r á g i c o ,
icpos yuvotua xaY n a x p VL upos tov} x a 'u $epa{Ttov}xu

upos ó{ecr}ndxü)v, rí xa xa xa xas n{ e p i } i c x e t a s ,

£{ua}cryous ua p§ G\ ) ui Vj u n o 3 o Xa s n a u 6 l oov ávayvürpuayous

ó t'a xe 6axxuAuü)V xa \ 6 ua Sepatuv . * xaDxa yap éaxu

ótítcou xa auvexovia xnv veooxépav xooyyóuav, a u po s

axpov riyayev Eupundóns óyripeu{ya}xos ót p ^ o t s


• •

axu'xuv ye auvxa^eojs Aexxuxñs* y a p x u p e i 6 ’ auxa) xau


228

t o ü t ’ e Ó M O T ü ig ó í u A n y c ú v é v T c t u ^ L *

EÚpLTüúóns noú { cpn} a u v , o S t o s { O S} yovos

6u{va}Tau AeyeLv.
(P a p . E x y r h , IX p . 149, f r . 3 9 .7 ) .

6 .2 .1 .- " O u o lo l ñ *0@eXi.d(popoL de E fip o, r e ­

p resen tad a en el 370 , debió c o n s ti t u i r una com edia de

erro res. Los dos ún icos frag m en to s c o n s e rv a d o s no nos

dan más in fo rm a c ió n a l re s p e c to . El fra g m e n to 15 es u n a

c o n v e r s a c ió n e n tr e un amo avaro y su despensero, a

p ro p ó s ito de la lista de l a com p ra. El fra g m e n to 16 es

u n a a l u s i ó n a un b a n q u e te .

AÚS u y c t L es, según W ebster, la ú n ic a com edia

s e g u r a de e r r o r e s a n t e r i o r a l modelo de M enaechm i. P ro d u ­

cid a en 360 / 5 0 , su t í t u lo a lte rn a tiv o s u g ie r e qu e h ab ia


g
un gemelo en el e s ta b le c im ie n to de un le ñ o .

6 .2 .2 .- Menaechmi de P la u to es la h isto ria b ie n

co n stru id a de nada menos que sie te erro res. W ebster ha

p ro p u e s to un modelo g rie g o de fin e s de l a C .M ., e s c r ito

sob re el 340, tal vez ’Aóe Ac pou de A lex is, a p a rtir


g
de los s ig u i e n t e s d a to s .

1. M enaechm i, como Am phitruo y P e r s a , p r e s e n t a

escasa c a ra c te riz a c ió n y m o ra liz a c ió n . Los p erso n ajes

están lig e r a m e n te t r a z a d o s .
229

2. La id e a de la locura aparece a lo la rg o de

to d a la com edia"^ y c u lm in a en l a e sc e n a en l a que el

gemelo seg u n d o se v u lv e loco:

u id e n tu i l l i c oculos u ir e r e ? u t u i r i d i s e o r i t u r coios

ex tem p o rib u s a tq u e fro n te ; u t s c i n t i l l a n t , u id e!

(828 s . )

E scen as de locura se e n c u e n tr a n ta m b ié n en M ercator

y C a p tiv i^ , y en ésto , s in duda, la com edia g rie g a

e r a d e u d o r a de E u r íp id e s .

En l a comedia ’ Aycdvls de A lex is, 340/30, no

f a l ta r o n p ro b a b le m e n te e s c e n a s de l o c u r a . En el fragm en to

5 a lg u ie n e s t á n a r r a n d o u n a s itu a c ió n de v io le n c ia :

VIGCJTTIV CIX p O t T O U $ f| p b X X £ b O V £(JTtCC(J£

x o b X n v ú n e p S u ú o u a a v .

Del fra g m e n to 3, el v e rso 1 es p a r o d ia de E u r íp id e s 12 :

5 yfÍTGp, LxexevJí Jw - C £ ’,',.yfi'.-r>' i r á g e L ’e. y o b


tov MbaYÓXot v‘ oú yap xb^apyóos EÍ-y’ éycó^.

E sta m ezcla de v is ió n de F u ria s y elem entos contem porá­

neos nos recuerda el fingim iento d el gémel’o seg un do en

l a comedia p l a . u t i n a ^ .

3. Los v e rso s 990 ss. c o n s ititu y e n una de las

p o cas s it u a c io n e s en l a s que un hombre r e s p e t a b l e re c ib e

una p a liz a , en un b u llic io más p ro p io de la C.M. que

de l a C.N.

En el frag m en to 107 de A lexis 15 , de la comedia


230

Koupu's > un p a rá sito expresa sus tem ores de ser

g o lp e a d o por un g ru p o de borrachos. Y los frag m en to s

119 y 120 de A n tífa n e s , de l a comedia K uSap^óog >

h a b l a n de p e l e a s .

4. Lo h a b i t u a l en l a C.N. es que l a s i d a s y v e n i­

das de p erso n ajes se a n cu b ie rta s con el fin a l de acto ,

para dar así una im p resió n de re a lid a d fre n te a las

lib e rta d e s de la s com edias de A ris tó f a n e s . En cam bio

dos irre a lid a d e s de tiempo se d e s c u b re en M enaechm i,

en los v e r s o s 736-748 y 956-990.

Por el c o n trario , P a n íc u lo e x p lic a la ra z ó n de

su r e t r a s o en los v e rso s 446 s s . :


p lu s t r i g i n t a a n n is n a tu s sum, quom i n t e r e a loci

n u m q u a n q u icq u am f a c in u s feci p e iu s ñ eq u e s c e le s tiu s

quam h o d ie , quom in contionem me imm ersi m ise r.

De i g u a l m a n e ra h ace el gemelo prim ero :

u t hos u itim u r máxime more moro

m olestoque multum a t q u e , u i t i q u iq u e s u n t

o p tu m i, maxume morem habe.t hunc!

c l i e n t e s s ib i omnes o u lu n t esse multos

(571 s s . ) .

5. El arg u m en to más fu e rte c o n tr a la p o s ib i l i d a d

de que el modelo fu era de Dífilo es -en o p inió n de

W eb ster- la fa lta de la c la ra oposición e n tr e el bien

y el m al, así como el clím ax que parece c a r a c t e r ís t i c o


231

de ese p o e ta .

No h a y , en efecto, un p la n te a m ie n to m o ra liz a n te ,

ni el com po rtam iento de p e r s o n a je a lg u n o es p r e s e n ta d o

como ejem p lar, aunque sí a lg u n a s e n te n c ia de c a rá c te r


16
m oral . Del serv id o r f ie l y el p a rá sito g ra n u ja hay

s u f ic ie n te s ejem plos en l a C . M . ^ , y E ro tia no es p r e c i s a ­

mente la h etera de buenos s e n tim ien to s que es h ab itu al


en l a C.N.

6 . C u a tro a u to re s d ife re n te s e s c r ib ie r o n se n d a s

com edias i n t i t u l a d a s Auóuyou . De la comedia de A na-

x án d rid es, la ú n ic a que tie n e en c u e n ta W ebster, sólo

nos ha ll e g a d o una p a la b ra , s in eco en M e n a e c h m i^ .

De l a com edia de Alexis d e l mismo tí tu l o sólo conservam os

u n a.rrata. le x i c o g r á f i c a y dos l i n e a s que h a b l a n de g u i r n a l —


19
d as y b eb id a . En l a com edia de J e n a rc o , los frag m en to s

2 y 3 alu d en de nuevo a la b e b id a y a la s costum bre


s im p o s i a l e s .
óS u ir o tu vuaTdtC euv y e x a ú io v á p x oy a u *

ñ t ’ ’ AyadoO <^yap^> A a ú y o v o s a u v é a e u é ye

o íxp axo s éxTco^eCaa (puáAri 7rav x eA 3)£.

ñ xoO 6 e Eüjxñpos A io s x á x u a x á ye

5 áitüjAeaev a p ó p v x a u xaxeTtdvxodaev y ’ , o p a s* ( f r . 2 ).

1 m ss. ¿s eÚTtoxu. 5 m s s . aúxriv x a u .

Hay o t r a com edia i n t i t u l a d a Auóuyou a trib u id a

a un segundo A n tífa n e s , de la que con serv am os c u a tr o


232

f ra g m e n to s . Los frag m en to s 2, 3 y 4 form an p arte de

un c o n te x to s im p o s ia l. C iertam en te no fa lta n a lu s io n e s

a la b eb id a y a la comida en la com edia de P la u to ,

p ero no es p o s ib le i r más a l l á de este d a to . Más in te r é s

me parece que tie n e aquí el frag m en to 1 de A ntífan es

el Jo ven, donde se d e s c r ib e la n a tu ra le z a d el p a rá sito ,


20
como en Menaechmi . A llí P a n íc u lo lo hace en tercera

persona y su b ray a que sólo d em an d a te n e r el estómago

llen o para c u m p lir a d e c u a d a m e n te su s s e rv ic io s ; aquí

tam b ién en tercera persona y q u iz á ig u a lm e n te en boca

de un p a r á s i t o , leemos un elogio en térm in o s s e m e ja n te s.

opoc y d p ’ ^ ó y T t a p d a u x o s , a v ó p d G s

K o u v c a v o s áycp oE v x?)^ x ú x n s xa'u t o O 3 ¿ o u .

o ú ó e ' u s T t a p á a u T o s e u x e T ’ á x u x e L v x o u s cp l X o u s ,

T o ú v a v x L O V 5 e n á v x a s e u x u x e ^ v á e l .

5 laxLV uoXuxeXris xíp x u s ‘ oú cp^oveu,

y e x é x £ ^V 6e xoúxuv euxex ’ aúx$ auyirapiúv.

xáaxuv c púXo s yevvatos áacpaXns $ ’ aya,

oú yáxtyoss oú ndpo£us, oúxV 3daxavos,

ópyriv éveyxeuv áya^ós’ av ctküjuxijs»

10 épü)xyxo/ s , yéXouos, ¿X apos xíjj xpo'iij),

TiaXuv a x p a x y c o x n s á y a d o g eús Ú tuep3 o Xt i v ,

’a v í¡¡ xo a L x d p x n y a ó g l t i v o v e ú x p e n e s .

1 mss. o p a y a p i t a p a ' a i x o s é a x ú v . 12v mss.

a u x á p x n y a a u t omit.
2 33

7. Antes que Filemón, M enandro, D ífilo, Apolodoro,

Hegesio, E u frón , Terencio (A d elp h o e) y Pomponio (A d e lp h i) ,

A lexis r e p r e s e n tó una comedia t i t u l a d a ’ AóeAcpou ,

de la que, por d esg racia, sólo conservam os un único

frag m en to .

A. ¿yo) 6 e 6 iüxa y ap tl t o h jto c ls ; eltie y ol .

B.o ú x , á A A ’ aTtéóajKOts áv e'x u p o v ó tí n o u A a$ v . ( f r . 7) •

A fa lta de fragm en tos sig n ific a tiv o s, dos tipo s

de d a to s p erm iten ap u n ta r, seg ú n W ebster, a A lexis como

modelo de l a comedia de P la u to . Por o t r a p a r t e , es menci£


21
n a d o po r Aulo Gelio ju n to a M enandro, P sid ip o y Apolo­

d o ro , y p a r e c e que p ro p o rcio n ó o r i g i n a l e s a C ecilio, T ur-

p ilo y Nevio, así como a P la u to p a r a E u g i t i u i . Por o t r a

p arte, Alexis y Menaechimi hacen uso d el stock común


22
de la C .M .: escenas de lo cu ra, in tro d u c c ió n general ,
23 2L
f r a s e o lo g ía d el cocinero , d e s c rip ic ó n de h e t e r a s

8. Algunos otros d a to s me p a r e c e o p o rtu n o a ñ a d ir

aquí po r mi p a rte . P rim ero, de la s dos j u s tif ic a c io n e s


25
de re tra so , la del gemelo p rim ero e s tá basada en l a s
26
costum b res ju d iciales reales de Roma. P en ícu lo , en

cam bio, a lu d e a su p r e s e n c ia en la a s a m b le a y a su

d e s a g r a d o p o r e llo : un tema que y a fue t r a t a d o po r A ris­

tó fa n e s y que coin cide más con l a s itu a c ió n p o l í ti c a s o c ia l

de l a A tenas d el s ig lo IV que con l a d el h elen ism o. Ade­

m ás, en esa misma j u s t if i c a c i ó n P en ícu lo in tro d u c e un


2 34

27
motivo muy f a m i l i a r a l a C .M ., e l upóóTqseúpnT ns

En seg u n d o lu g a r, la actitu d h o s til d el gemelo

de Epidammo h a c i a su m ujer y con r e sp e c to a l m atrim onio


—28
se c o rre sp o n d e con el g u sto de l a Mése .

En breve, las c o n c lu sio n e s de W ebster al situ a r

el modelo de Menaechimi al fin a l de la C.M. (340) y

a t r i b u i r l o a A lex is, me p a r e c e n só lid am en te a r g u m e n ta d a s .

En mi o p in ió n , son muchos los d a to s que h a c e n f a m il i a r

e s ta comedia de P la u to a c u a n to nos es p o s ib le conocer

de l a C.M. En este perío d o se m u ltip lic a r o n l a s com edias

con estos tí t u l o s o tem as, g u s to que tuv o su c o n tin u a c ió n

en la C.N. Por d e s g r a c i a , ni P la u to citó modelo - q u i z á

u tiliz ó los d is tin to s elem entos de un tema so b ra d a m e n te

conocido en l a com edia g r i e g a - , n i es p o s ib le a r r i e s g a r s e

en l a d e te rm in a c ió n de un t í t u l o y a u to r c o n c re to s.

6 .3 .1 .- El tema de la lu c h a por c o n s e g u ir a la

m u ch ach a am a d a p e rte n e c e ya, en su forma más s e n c i l l a ,


29
a l i n v e n t a r io d el v iejo mimo .

El motivo amoroso es o tra de la s i n f l u e n c ia s de


30
la tra g e d ia de E u r íp id e s en l a comedia . En A ristó fan es

juega un modesto p ap el: el b an q u ete, no sólo a l f in a l

de la p ie z a 31 , la s h e te r a s v i e j a s 32 , la riv a lid a d e n tre

h e te ra s * ^ 34
, la v ieja , l a v i e j a como consejera o a lcah u e-
/
235

ta de la h e t e r a 3S , e s tá n a t e s ti g u a d o s en a q u é l; pero

no el máximo r e p r e s e n t a n t e de la C.A. esto s tem as son

sólo un p r e te x to para los arg u m en to s p o lític o s de sus

co m ed ias^.

La ev olu ción d el tema h a s ta la C.M. y N. pasa

por al farsa d o r ia y su máximo r e p r e s e n t a n t e , Epicarm o,

que t r a t ó arg u m en to s e x tr a íd o s de l a v i d a . En o tro s r e p r £

s e n ta n te s de l a C.A. es p o s ib le reco n o cer el uso de estos

tem as: C r a te s y F e r é c r a t e s , que p e rm a n e c ie ro n más c e rc a

d el mimo, c o n s titu y e r o n un p u e n te e n tr e la farsa d o r ia

y l a n u e v a com edia á t i c a . Es p u e s l a d i f e r e n c ia de i n te ­

reses en tre éstos y A ristó fan es lo que p e rm ite co n tin u ar

el d e sa rro llo de estos tem as, es d e c i r , el abandono de

la CapBoxn ¿ ó e a por los tem as más g e n e r a le s

Los elem entos b á s ic o s de este tip o de arg um en tos

son: 1 . e l in te n to de un joven de a p o d e r a r a s e o a s e g u r a r

la p o se sió n de una m uchacha a t r a v é s de la fu e rz a o

la a s tu c ia ; 2. o b s tá c u lo s : el l e n o como d u eñ o , el p ro p io

padre o un riv a l, con p r e f e r e n c i a el miles g lo rio s u s o

s o ld a d o f a n f a r r ó n ; 3 . a y u d a n t e s : p r in c ip a lm e n te el e s c la v o

in trig a n te .

El r e lie v e de Axione, un mármol e n c o n tra d o en

1941» conmemora la p ro d u cció n de u n a com edia en aquel

lu g ar, p ro b a b le m e n te en el 340 , s u g ie r e una obra de


236

in trig a . La p a rte s u p e rio r d el mármol co n tien e cinco

m áscaras:

- Un v ie jo con barba (ta l vez el padre de la

m u ch ach a y /o el amo del e s c la v o ) ;

- una v ieja con c a b e llo d e s p e in a d o y n a riz la rg a

( la s i r v i e n t a de l a h e te r a o: l a a l c a h u e t a ) ;

- Un e s c la v o (in trig a n te , s in e s c rú p u lo s o fie l);

- un jov en con c e ja s l e v a n t a d a s y c a b e llo re v u e lto

(el en am o rad o t a l v e z );

- una m u ch ach a con c a b e llo corto reco g id o en

un la z o ( la h e t e r a d e s e a d a ) 39

6 .3 .2 .- En l a C.M. a lg u n o s tí t u l o s nos h a c e n p e n ­

s a r y a en un a rg u m en to amoroso ' A v te p S v (A n a x a n d r.).

’ A vt¿pu)s (E p ic r.), ’AvTGpóóaa ( A n tip h ., N ic o s tr .) ,

AuaépüiTes ( A n t ip h .) . También de g e n tilic io s femeninos

como B o lo ü tlS j AriAua, Aujóujvlsj ’ Ecpcaúci, Kopuvdua (An—

t i p h . ) , ’Axat,Cs .5 BpeTTua, K w lSlci, Aeuxaóúa, AeyvCa,

MoAncrúa, ’OAuvSúa (A lex .) s u g ie r e t a l e s a s u n to s .

W e b s t e r ^ h a d is ti n g u i d o dos tip o s de tem as amoro­

so s. El prim ero de ello s r e la c io n a d o con h e t e r a s co d ic io sa s

c o n tr a l a s c u a le s se e s t r e l l a n los a n h e lo s de los e n am o ra­

d o s. Es el tema que los frag m en to s nos p e rm ite n e n t r e v e r

p a r a com edias como ’A v t l A oils de E p íc r a te s (380-70),

Kuvayus de F ile te ro (360-50), ’l a o a T a a u o v de

A lex is, que p r e fie r o i n c l u i r d e n tro de l a s c o m e d ia s ^ tip s .


237

El o tro g én ero de a rg u m en to s amorosos tie n e que

v e r con m u c h a c h a s en p r o p ie d a d de un le ñ o , a l a m an era

de la s com edias de P la u to y , por ta n to , de sus modelos,

en su m ay or p a r t e de la Néa, s in a n te c e d e n te s c la r o s

en l a t r a g e d i a de E u r í p id e s .

6 .3 .3 .- La Suda in fo rm a que A n a x á n d r id e s fue

el p rim e ro en lle v a r a la com edia a s u n to s amorosos y

rap to s de m uchachas^. El d a to s e n su s tr i c t o no p a re c e

c o n c il i a r se con la re a lid a d . Además, o tra in fo rm ació n ,

en este caso de la V ita A risto p h an is, y tam b ién -como

hemos v isto - de P la to n io , a t r ib u y e ta l in n o v a c ió n a

KoÓMaXog , una com edia que, aunque de A ris tó fa n e s ,

se r e p r e s e n t ó y a en p len o p e río d o de l a Mése.

A2
A rn ott ha ju stific a d o e s ta inform ación de la

S u d a , en e l s e n tid o de q u e é s ta se h ace eco de l a memoria

d i s t o r l s i o n a d a de u n a t r a d i c i ó n que a s i g n a b a a A naxándri^

des la o r i g i n a l i d a d de usar tem as amorosos y de r a p to s

de m uchachas como in c id e n te s de la v id a o rd in a ria y

en a rg u m e n to s n o -m ito ló g ico s. En el mismo s e n tid o , Webs-


/o
ter r e c o n c i l i a am bas n o t i c i a s , a l su p o n e r qu e: 1. A ristó­

fa n e s in tr o d u j o el tema d esd e la tra g ed ia en l a comedia

y 2. A n a x á n d r id e s lo t r a n s f i r i ó a l a com edia de l a v id a

c o tid ian a.

A rgum entos de e s te tip o t u v ie r o n , e n tr e los títu lo s

c o n s e rv a d o s de A n a x á n d r i d e s , ’ A pupa* l S t u s , de
238

la que no nos han lle g a d o fra g m e n to s , y E ayúa ,

cuyo ú n ico frag m en to re z a a s í xo yap x o A ax eú eu v vv3v

a p e a x e u v ovoy ’ e x e i' (fr. 52). Ambos tí tu lo s r e c u e r ­

d a n o tro s como Boucaiúa de Teófilo o MuAnaLa de

A lex is.

'Avispáis es un títu l o s ig n i f ic a t i v o Auóuyou

se ría una com edia de e r r o r e s con su e sc e n a de recon o ci­

miento c o r e s p o n d ie n te . KuSapúaxpua y Aúaxpá reci­

ben su nombre de l a h e te r a en to rn o a la cual g ira b a

el a rg u m e n to . «Japyaxoyavxus s u g ie r e u n a tra m a

n o v e le s c a y el frag m en to 49 h a b l a de u n a m ujer e x tre m a ­

dam ente a d u l a d o r a ^ .
$ A P MA K. oxu eúy’ áAaíuiv t o ú t ’ ¿ Tt u x u y c j í s ; áAAa t u ;

' V ' / -V *
v u x a y a p auxri x a s x e x v a s u a a a s i o Au

y e x a ttiv x o A a x e u a v . rióe y e v y a p ó u a c p e p e u .

1-2 p ro t ú ; vuxqi mss. xuvu xau yap aut


Tjuspxsuvri aúxri.

El p r o t a g o n is t a de ’ O uA oyaxos e r a p ro b a b le m e n te u n

miles g lo rio su s, p ero n in g ú n d a to más nos p r o p o rc io n a n

los dos b re v ísim o s frag m ento s c o n s e rv a d o s .

O tra s dos com edias de A n a x á n d r id e s , Kavncpopos y

íuaAncpdpos , al ig u a l que. ’ OBeAuacpopou de


239

Efipo y KaXot$n<póp° p de E ubulo, r e c u e r d a n títu lo s

de l a C.A. ( $opyo'(popoL de Hermipo) y de M enandro

( Kavnq>óp°s y ’Apprupopos ^ Estos títu lo s a lu d e n


a ritu a le s p ro p io s de festiv ales y b ie n p o d r ía n e s ta r

r e la c io n a d o s con l a s o casio n es de e n c u e n tro de los enam ora

dos o con o tra s c irc u n sta n c ia s v in cu lad as a la tram a,

como en Eayua de M e n a n d r o ^ .

De l a com edia 'A y x ¿ a ris » el frag m en to A

s u g ie r e un arg u m en to de in trig a y reconocim iento y e s,

s in d u d a , un ejemplo tem p ra n o .

oú* e a x l óou AgoV j aj yad’ , oú óa y o u xoAus,

T úxti 6 c tccívttj y e x a c p é p e u xa aoíyaxa.

■V -V ' e. ' ~ ' *


x o A A o u o e v u v y e v e u a u v oúx ¿Aeu^epo u 9
» V '
eusaupuov óe Eo u v l g l s , e Z x ’ e l s xp úxnv

5 ayo pqí~ n é x Pn x a l * xov yap o £axa a x p £cpe u

Saúyiov éxaaxcu.

2 pro x a 'v x fl mss . xávxa.

El frag m en to 59 de A n a x á n d r id e s p e rte n e c e a la

q u e ja de alg ú n p erso n aje, t a l vez un en am o rad o , aunque

no n e c e s a ria m e n te .

2) xovrip'ot xapóuoc,

é x L X a t * P £' * a>t0V eí y ov ov xoú aúyaxos*


2 40

ÓP X? yap eúdús, av SeóoLKOTa.

3 mss. ápxfí > Mein. ópxeE

6 .3 .4 .1 .- Muchas de e s ta s com edias de in trig a ,

que in c lu ía n un motivo amoroso, d e b ía n com enzar con

el monólogo de un enam o rad o que e x p l ic a b a l a s c i r c u n s t a n

cias de su amor y ap o rtab a así los d ato s mínimos p a r a

p o n e r en m a rc h a l a a c c ió n , o b ie n de un p a r á s i t o o e s c l a ­

vo de a q u é l que h a b l a b a sobre l a s itu a c ió n de su amo.

En l a comedia $a£ópos , Alexis s a t i r i z a b a no

al d is c íp u lo de S ó c ra te s, sino al d iá lo g o p la tó n ic o del
47
mismo t í t u l o . El frag m en to 245 e s tá pleno de r e s o n a n c ia s

p la tó n ic a s, y es in te re sa n te en él l a d e s c rip c ió n de l a

f i g u r a de E ro s, en s in to n ía con los a sp e c to s más a r c á ic o s


/Q
de l a t r a d i c i ó n sob re e s ta d i v i n i d a d . Aquí nos i n t e r e s a ,

s in e m b arg o , d e te n e rn o s en l a m otivación de e s ta a lu s ió n

a la d iv in id a d d el am or. Un en am orad o, de r e g re s o d el

P ire o , como s i se t r a t a r a de un p e r s o n a je de los d iálo g o s

p la tó n ic o s , anda re fle x io n a n d o so bre la s d e sg ra c ia s de

su amor no c o r re s p o n d id o . Este monólogo de enam orado

parece p u es a p r o p ia d o para el prólog o de una comedia

de tema am oroso, donde la in trig a irá e n c a m in a d a a

r e s o lv e r felizm ente los a n h e lo s del jo v e n .


241

9 í ( * ^ ^
Ttopeuoyévo) 6 ex n e u p a u S s utio xuiv x axaiv

xa'i T ñ s ánopuag c puXoaocpe uv £ x ñ X$ e you . . .

xa'u TaOx ’ ¿ycú yá xyv ’A dyvav xai, S e o u s

o ú x o £ ó ’ otl e a x l v , á X Xa o y u) s e x £ i* Vi é x u

x o l o O x o v eYY^S x ’ euyu xoO vocníyaxos

( 1-2 y 14- 16 )49.

O tra a c t i t u d q u e jo sa de enam orad o p u ed e ad iv in a rse

en el fra g m e n to 41 de E ubulo, de l a comedia KayxuXXÚüív ,


SO
f e c h a d a p o r W ebster e n tre el 340 y el 320. El fragm en to

recoge el motivo de Eros a la d o y e s tá plen o de s u g e r e n -

cias l i t e r a r i a s S1 . Sin duda c o r re s p o n d ía a una comedia

de i n t r i g a donde no fa lta ría n un e s c la v o i n t r i g a n t e ,

u n a h e t e r a y u n a v ie j a ( t a l vez u n a a l c a h u e t a ) .

x ú s ?¡ v ó Y p cí(|;as T t p S x o s ctv d p ü jx c o v a p a

n x y p o u X a a x T Í a a s ” E p co $ ’ ú x o x x e p o v ;

¿s oúóev ij 6 £ l x Xñ v xe^^ ovas Ypácpeuv,

á XX ’ ?¡ v aueupos xü5v x p ó x u) v xuv xoü $£ou .

5 ¿ax'uv yctP o u x £ xoucpos o u x e pcjíóoos

áuaXXaYñvaL xí p cpápovxu xpv v o a o v ,

$apus 6 e x oy l 6 ij) . xS s av o í5 x £ X0 ^ x x £ pa

xououxo Ti paYyc t ; Xrjpos, e l « a l cpriau xus.

De m a n e r a sem ejan te se i n i c i a el P ersa de P la u to ,


52
donde Tóxilo u t i l i z a el mismo tópico d e l x p S x o s eúpExñs :

q u i am ans e g e n s in g r e s s u s est p r in c ip e s in Amoris v ia s

s u p e r a u i t a e ru m n is s u is a e ru m n a s H e r e c u le ( e )i
242

53
En o p in ió n de F ránkel , la p r im e r a
lín e a s de l a s dos
C/
h a de r e m itir s e a l o r i g i n a l g rie g o de l a com edia l a t i n a

Dos p a s a j e s de la tra g e d ia d el s ig lo V p a r e c e n , en este

caso, haber e s ta d o p re s e n te en la mente de Eubulo 55 ,

e sp e c ia lm e n te el frag m en to 269 N* de E u ríp id es, de la

tra g e d ia Aúyn :

"Epcoxa 6 ’ oax us un $e o v xpú v e u y e y a v

x a i x53 v á t u c x v x c ü v Sauydvoov ú u d p x a x o v

n axauos ¿axuv ñ xaXSv a n e u p o s aív

oúx o£óe t o v yéybaTov á v d púnous $ e ov .


El o tro p a s a j e t r á g i c o , d el contem poráneo de E u r íp id e s

A r is ta r c o recoge l a misma id e a y s u g ie r e l a misma situ a -

En el frag m en to 11 de A ristofo nte v u e lv e a tra ta r

el mismo motivo de Eros a la d o con c la r o s p aralelo s con

los frag m en to s que acabam os de c i t a r .

e ux ’ oú ó u x a u oú s eaT ’ ánetjjncpi'tfudvos

orco xffiv \>eS5v tSv óoúdex’ z lxo'xoú s x *y "Epai g;

¿xápaxxe xáxEÍvous yap éy$dXXoúv axaVeLS,

ox ’ ?¡ v yex ’ aúxSóv* ó s 6e Xiav ?¡ v § pa a u s

5 xa' u ao3apoSj áxoxdcjjavx'es aúxou xa irxepct,

uva yn léxíiTau ipos xov oúpavov xaXuv,

óeup* aúxov ¿(puyad eucrav ¿s nu&s xaxoú,

xas 6e nxdpuyas c¡S Nu x i j cpopeuv

eó o a a v , nepucpaves axüXov ano xcov itoXeyúv.

El en am orado para ex p o n er la causa de sus m ales de


2 43

am or, que s in d u d a s e r í a el p u n to de p a r t i d a de l a i n t r i -

ga, a cu d e de nuevo a la fig u ra de Eros 57 ; y se h ace

eco de su .po d er no sólo e n tre los hom b res, sino tam b ién

e n tr e los d io s e s . La id e a h a b í a sido y a u s a d a por E u r í-


58
p id e s en H ipólito .

6 .3 .4 .2 .- Un Tt apaxXauaudupov , o e sc e n a de

e n am o rad o qu ejoso a n te la p u e rta cerrad a de la casa

de la am ada, c o n s titu y e el frag m en to 23 de Timocles,

de l a com edia Ne a u p a » donde a q u é l l a es la h e te r a

F r in e .

á XX ’ eyuy ’ ó óucrxuxns

$púvris épacrdeus riVLx’ gtl xi yv xctunapuv

auvéXeyev ciútico x ’ e£xev oaaTtep vuv £x £u ?

i t cí yTt oXX ávaXuaxcu ¿cp * ¿ x á c r x c o xñs dupas

5 ánexXeLo' yr i v.

También Las A sa m b le ísta s de A ristó fa n e s in c lu y e esc e n a s

de este tip o :

Seüpo ótí, óeUpo 6 ri ,

cp l X o v ^ ¿ y o v ) , na\ aú you
v / 59
xaxaópayo\3aa xnv dúpav (960 s s . )

6 . 3 . 5 . “ El p e r s o n a je d el leño ocup a un lu g ar im­

p o r ta n te en l a com edia de i n t r i g a , como in d iv id u o in d e s e a ­

b le , e n tr e los tip o s de la com edia, y o b s tá c u lo , en la


24 4

fu n ció n d r a m á t ic a , para la consecución de los fin e s d el

jov en en am o rad o . Su p a r t e en l a acción de a l g u n a s come-


60
d i a s de M enandro e r a c o n s id e ra b le

La f i g u r a d el leño no a p a r e c e como p e r s o n a je a n te s

de l a s com edias Ncívvuov (350-40) y nopvogoaxos de


6i g2
E ubulo . El frag m en to 88 , de la segunda de e s ta s

co m ed ias, es una d e s c rip c ió n de este p erso n aje, ya sea

por sus e s c la v o s , como sucede en P o e n u l u s ^ , o p o r un


6Z.
p ará sito , como en B áq uid es , o q u iz á por una de sus

m uchachas^.

Que los v e rso s del fragm ento 67 de Eubulo son

r e c ita d o s por un i t opvo Bo a xos p a r e c e i n d i c a r l o la


66
co m p aració n con el frag m en to 4 de Filemón . El frag m en to

e s tá fu ertem en te in f lu e n c ia d o por E u r íp id e s , y , en op inió n


67
de H un ter , p o d r ía Eubulo haberse in sp irad o para el

tema en H ip ó lito .

octtus Xéxn Y^P oxoTua vuycpedeu Xadpau,

Tl Cs oúx't Tt e t VTOJV ¿(JTUV ádXUüJTClTOS;

¿£ov §eü )p n a a v T u upos t o v nU ov

y u y v a s écpeSñs éuV. x é p w s T e T a y y d v a S j

5 ¿v XenTo unv o us ucpeauv éaTÚcras* ouas

’ H p u ó a v o s á y v o u s ú ó a a u xriuevjeu x o p a s 9

y u x p o O Tipuacrdau x é p y a x o s ttiv ñ ó o v n V j

Mal yn X a ^ p a ú a v KÚTtpuv, a C a x d a x riv voacov

ir a cr S v , ó u oj x e uv , u 8 p e o s oú i o ^ ou x ^ p u v .
245

10 'EAAáóog £ yorye xñs xaAot LTi üJpou axevoj

ñ Kuóuav vaúapxov ÉSc i i E' i Jt Jj axo.

4 mss. ¿uuxaúpcjús . 9 mss. u Bpeüís • 10 mss.

U E P L G T E V lü .

68
El fr agmento 168 de Ant íf ane s , de la comedia

Neoxxls , parece h ab er p e r te ne cid o al prólo go de una

típica comedia de amor, se d uc ci ón y rec onocimiento. Un

personaje c u e n ta cómo, al llegar a Atenas junto con su

he r m an a, muy po si bl emente la he te r a que dá tí t u l o a

l a com edia, fue v e n d i d o como e s c l a v o a un amo us u r e r o .

El fr agmento 21 de A n a x i l a s , de l a comedia también

titulada Neoxxls , s u g i e r e que l a h e te r a a l u d i d a es

un a mucha cha a d q u i r i d a por un napvoBoaxo's

A. ¿av óe yeTpL(jJs,<^d)s^> Aé y o u a ’ , <^exouaa^> tls

to ls óeoyevoLS tlvS v u t i o u p y íj u p o s x ^ P ^ j

éx t tí s é x a u p E L a s éxaupa xouvoya

Tipoanyopeúdn ’ x a \ au vúv oúx ¿S A e y e u s

5 xopvnSs éxaupas <5 ' eCs Epüixa x u y x a v e u s

é Ati AuSffis * 5 p ’ ¿ s á An § S s Éaxuv o í v

á u Xr\ x l s ;

B áaxeLoi y'ev o5 v , v'n xov ¿ ú a .

1 mss. x us y é x p i a Aéyouau aut « a l Aeyouaa .


246
3 mss. et Mein, é x a u p ú a s .

La muchacha podía estar también en posesión de una


hetera rica, la l e n a , que se hacía con nuevas heteras j ó ­
venes, a las que introducía en el oficio, tal como atestó^
gua el fragmento 98 de Alexis, perteneciente a la comedia
*Iaoaxáabov.

... eutio pnaaxjbvnoxE,


ávéXaBov xotLvas éxatpas nptoxotieCpous xfís texvtis»
eúdus ávaTtXáxxoucrb xaúxas cóaxe ynxe xobs xpdirous
ynxe xas o4>ets óyotas SbaxeXetv oüaas ...
e t l
r 7 ¿'kGSb
(vv. 3-6)

6.4.1.- Un motivo importante en cuanto a la función


dramática de las comedias de intriga es el reconocimiento.
Aristóteles define la ávayvüípbabs ,como elemento de
la tragedia, en los siguientes términos:

ávayvwpbabs 6 ’ éaxCv, uanep xa'b xouvoya ariyabVEb, É£


áyvobas e¿s yvffiabv viExaftoXrí, ñ (pbXbav fi sx^pav,
xOv Tipos EÚxvXbav fiuaxux^oiv úpiaycvuv. xaXXbaxTi 6e
ávayvüSp bab s » oxav apa XEpbTtÉXEba yévTitab, oíov éxet
ri év xlj> 0b6bno6b (Po. 1452 a 29 SS.).

No obstante, el término ávayvcópbobs puede ser emp l ea ­


do en elsentido de reconocimiento de personas o de adivina-
69
ción de circunstancias.
Una vez más es Eurípides el trágico que en mayor medi^
70 71
da incluye escenas de reconocimiento, en Helena, Electra,
72 73
Las Bacantes e Ion. Las escenas de reconocimiento cumplen
dos fines concretos:
1. Sirven para la expresión del drama psicológico,
la efusión, el patetismo;
2. facilitan la economía de la tragedia, al pernd
tir el paso gradual de una situación a otra nueva.
En ambos sentidos tiene Aristófanes materia suficiente
247

para p aro d iar a E u r íp id e s . Respecto a lo p rim e ro , no

f a l t a n en el p o eta tr á g ic o elem entos e f e c t i s ta s y m elo d ra­

m á tic o s, como en el caso de la e stic o m itia de H e le n a ,

que t a n felizm ente p a r o d ia A ristó fa n e s en Las Tesmofo-


7/
r i a s . Una a u t é n t i c a b u r l a de l a s e s c e n a s de re c o n o c i-
75
m iento se lee en Los A c a rn ie n se s , donde se tra ta en

re a lid a d de un an g u ila. El seg u n d o de los fin e s de l a s

escenas de reconocim iento e s tá muy en r e la c ió n con el

tem a que nos ocupa. En re a lid a d A ristó fa n e s acusa a


7c
E u r íp id e s de y n x a v o tto l o s , es d e c i r , c ritic a su

g u s to por la tra m a com pleja, el en red o in g en io so y la s

escenas esp ectacu lares. La unxctvo no uc t es sólo, como

sup o ver P. P ucci 77 , u n a d e fin ic ió n cómica para a tacar

la in trig a av e n tu re ra y n o v e le sc a de l a s obras e u rip i-

deas.

6 .4 .2 .- Si- l a s escenas de reconocim iento son en

A ris tó fa n e s p aro d ia c rític a y d iv e rtid a de E u r íp id e s ,

en la Mése obedecen a los nuevos in t e r e s e s tem áticos

y e s t r u c t u r a l e s de l a com edia.

En IlaycpuAog de Eubulo a l g u i e n , p ro b a b le m e n te

un jo v en en am o rad o , aunque no n e c e s a r ia m e n te , c u e n ta

en u n a n a r r a c i ó n su b ú s q u e d a de u n a m u c h a c h a , lo s u g ie ­

re, s in duda, la e x i s t e n c ia en la com edia de alg u n a

e s c e n a de reconocim iento.

eyco oe -xau yap exuxev ov xaTavTuxpu


24 8

t ñs o ¿ a ua s a a uv o v aanriXeuov y eya -

¿vt aü$ ’ éueTTÍpouv xnv tpoq>ov x r¡ s Tcap^evou,

aepáaau aeXeúaas xov a á r c r i Xd v you xoa

¿ 8 o Xo t 3 ; n a p a d e L v a u §* ú)s yeyuaxov aávdapov. (fr» 80).

El c a rá c te r noble de la h e te r a a que se r e fie r e

el frag m en to 212 de A n tífa n e s, de l a com edia "Yópua »

tam b ién h ace pensar q u iz á en escenas de reconocm iento,

así como en la r e c u p e ra c ió n de una m u ch ach a ra p ta d a


78
en un tiempo le ja n o y l l e v a d a lejo s de su p a t r i a

El reconocim iento p u es a p a r e c e en l a com edia esp e­

c ia lm e n te l ig a d o a los a rg u m en to s de tema amoroso. Así

sucede en dos com edias de P la u to , p a r a l a s que p o s tu l a ­

mos un o rig in a l en l a C. M. : M enaechimi es u n a comedia

de e r r o r e s m ú ltip le s , uno de cuyos motivos son l a s r e l a ­

ciones del gemelo de Epidam no con la h etera E ro tia ;

en P o en u lu s el afán de A g o rásto cles por c o n s e g u ir a

la h e t e r a A d e lfa sia es el p u n to de p a r t i d a de l a acción

d r a m á tic a 79

El t í t u lo a l t e r n a t i v o de l a com edia ’ Ay ui v £ s

A lex is, ' I i t i c ua xos > h ace p e n s a r en u n a com edia que


80
i n c l u í a reconocim iento . En efecto, ¿Tinueraos » dim inu

tiv o de Ctu i r o s , es un C r a tin o el Joven el nombre


8i
de u n a tú n ica p e q u e ñ a , s e g ú n Pólux , a u n q u e Hesiquio
82
recoge b a jo e s ta voz un a d o rn o femenino p a r a la c a b e z a

De m an era que l a p r e n d a p o d ía s e r - a u n q u e n in g ú n d a to
249

con firm a e s ta c o n j e t u r a - la p r u e b a p a r a el reconocim iento

de l a A g o n is.

En el frag m en to 69 de E u bulo, de la comedia

N eo T Ú 's » nombre de u n a h e t e r a , se m enciona un objeto

que no es im p ro b a b le que re su lta ra ser la prueba de

un reconocim iento.

A yucruí Mct xucJTa ypayyciTLxbv e x Tr u y ’ áeu.

otxap cos oyouov oúyos úuos ó ) x G'r °

e X^ ^ cpLa' Xuov xai óe:.

B Tro X X a y uyv e r a r
v
oyoua.

Los objetos con in s c r ip c io n e s eran un r e c u rs o f r e -

fu e n te en la s escenas de reconocim iento. Así parecen

d e m o stra rlo p a s a j e s como e s te de Rudens de P la u to .

PALLESTRA e n s ic u lu s t a u r e o lu s primum l i t t e r a t u s .

DAEMONES dicedum ,

in eo e n s ic u lo l i t t e r a r u m q u id est?

mei nomen

PAL. /p a tris.

p ost a l t r i n s e c u s t s e c u r ic u l a a n c ip e s itid em a u r e a ,

l i t t e r a t a ; ib i m a tris nomen in s e c u r i c u l a s t .

DAE. mane.

d ic , in e n sic u lo q u id nomen e s t p a te rn u m ?

PAL. Daemo-

nes.

DAE. di im m o rtales, u b i loci s u n t spes meae?

(1156 s s . )
25 0

6 .4 .3 .- Si P oenu lu s tu v o , a l menos, s i no e x c lu s i­

v am en te, un modelo en l a C .M ., e s ta com edia de P la u to

te stim o n ia el d esarro llo de escenas de reconocim iento

en e s ta e t a p a de l a comedia g r i e g a .

para P o en u lu s no nos p r o p o r c io n a b a P la u to in fo rm a­

ción so b re el modelo g rie g o d el que se sirv ió . El hecho

de c o n s e r v a r frag m en to s d el K a p x n S o v u o s de M enandro
Qo
p erm itió a Korte a c e p t a r e s ta com edia como medelo.

84
H. L ucas se opuso a e s ta o p in ió n , m a y o r it a r i a

e n tre los e s tu d io s o s , a p a r t i r de la s dudas de Meineke


85
y Kock . Los a rg u m en to s de H. L ucas son los s ig u ie n te s :

I . El ún ico frag m en to c o n s e rv a d o del KapxnSóvuos

de A lexis, desconocido p a r a M eineke, pro cede de l a colec­

ción de p r o v e rb io s de M iller y dice sim plem ente: BctxnXos


86
eZ (fr. 100). Pues b ie n , en l a e s c e n a 5- d el últim o

acto de P o en u lu s leemos un p a sa je sin duda c o m p a ra b le

con el fra g m e n to de A lexis:

ANTA. Quor non a d h ib u isti, dum i s ta e c lo q u e re ,

tympanum? /Nam te cin aed u m esse a rb itro r

j^m agis quam

AG. Scin quam c in a e d u s sum? ite istin c ,

s e r u i , f o r a s , / e c f e r t e f u s tis ! (1317 s s . ) .

2. Como y a so stu v o , e n tr e o tro s , F. Leo, P oenulus


251

se b a s ó a l menos en dos com edias d i f e r e n t e s ^ .

3. Según inform ación de G aleno, com edias de Alexis


88
fu ero n r e f u n d i d a s po r cómicos romanos

4. La p ro c e d e n c ia de Alexis de T u rio s, mucho

más cerca de S ic i l i a , enton ces en manos de C a rta g o ,

se añade a la e s p e c ia l fa m ilia rid a d de los romanos con

l a l i t e r a t u r a del Sur de I t a l i a .

89
En 1969 A rnott ap o rtab a nuevos d a to s a p a rtir
90
de la p u b lic a c ió n de un p ap iro co n te n ie n d o 60 v erso s

d el K a p x n < 5 ó v u o s de M enandro. En l a s co nclu sio nes

de su a r t íc u l o 91 s u b r a y a la a u t o r ía de A lexis d el modelo

g rie g o de P o enu lus de P la u to y l a i n t e r r e l a c i ó n de in flu e n

c i a s e n tr e A lexis y M enandro.

1. El c a r t a g i n é s a p a r e c e en e s c e n a y es i n t e r p r e t a ­

do so bre su id en tid ad por un e s c la v o y su joven amo,

t a l como sucede en l a comedia de P la u to 92 .

2. El p u n to de d e s a c u e rd o es el hecho de que

en P la u to el c a r t a g i n é s es m eram ente c a r t a g i n é s , m ie n tra s

en M enandro parece te n e r alg ú n d erecho de ciu d a d a n ía

g rie g a . Este d e s a c u e rd o no es muy s ig n i f i c a t i v o , dado

que no h a y e v id e n c ia , en o p in ió n de A rn o tt, de que P la u ­

to c a m b ia r a los in c id e n te s de un arg u m e n to , sino de

que se li m it a b a a a ñ a d i r , c o r t a r o a m p l i a r e s c e n a s .
252

3. Dos e s c e n a s de Poenulus tie n e n e s tr e c h a s conexio

nes m enandreas: a) la del c a rta g in é s abrazando a la

que ha reconocido como h ija , hecho mal in terp retad o


93
por el s o ld a d o ; b) y el in te n to d el e s c la v o de co nven­

cer al c a rta g in é s para que f in j a s e r el padre de las

m uchachas, c irc u n sta n c ia q u e, s in em b arg o , co incide

con la re a lid a d . E s ta s sem e ja n zas se dan, no o b s ta n te ,

en o t r a s co m ed ias, a u n q u e no en el Kapxn<5dvuo s : así

l a p r im e r a tie n e p a r e le lo en Muaoúpevos y la segunda

en E lhuuS vlos

Gomme y S a n d b a c h , en su com en tario a M enandro 94

han p ro p u e s to tam b ién como modelo de P o en u lu s a la

com edia de A lex is, a n te s que la de M enandro. Del a n á l i -

s is del ú n ico frag m en to s ig n i f i c a ti v o de e s ta ú ltim a 95

in fieren que l a acció n de l a comedia m e n a n d re a se d e s a ­

r r o lló en A ten as, donde la s ley es sólo p e r m itía n a las

c i u d a d a n a s c a s a r s e con c i u d a d a n o s , no en C a lid ó n , donde

el p r o lo g u i s t a s itú a la acción de Poenulus, lu g ar en el

que las le y e s f a m ilia r e s son p resen tad as como menos

e stric ta s. Además, Gomme-Sandbach a lu d e n a u n a i n s c r i p -


.96
ción , f e c h a b le e n tr e el 336 y 338, p e río d o en el que

se r e p r e s e n t a r o n n u m ero sas com edias de A lexis y de otros

cómicos de la C.M. Este d a to p ues a p ro x im a la fecha

más a A lexis que a M enandro 97 .

O tra a lu s ió n h i s t ó r i c a , que no me c o n s ta que h a y a

sido c o n sid e ra d a , es ta l vez l a p o s ib le en los vv. 524


253

s . de P o e n u lu s :

p r a e s e r t i m in re p o lu li p l a c i d a a tq u e i n te r f e c t l s h o s tib u s

non decet t u m u l t u a r i . . .

que F ránkel no ha reco gid o en su m o n o g ra fía sobre lo

p l a u t i n o en P la u to , lo que h ace p e n s a r en su p ro c e d e n c ia

d el o r i g i n a l g r ie g o .

En mi o p in ió n , h a y o t r a s e rie de r a s g o s a i s l a d o s ,

p ero no c a r e n te s de s ig n if ic a c ió n , que d e m u e s tra n la

p r o x im id a d de P oen ulu s a l a C.M .:

1. La e sc e n a de v io le n c ia , en l a que A go rástocles
98
sacude a su e s c la v o Milfión , e s tá más p ró x im a a las

co stu m b res de l a Mése que a la m oderación de l a Néa.

2. La r e f e r e n c i a a o r á c u lo s , y en co n creto a Edipo

y l a E s fin g e , a q u ié n Eubulo dedicó u n a com edia:

si nequeo fa c e re u t a b e a s , agomet a b ie r o .

nam i s t i quidem h e rc le o r a t io n i Oedipo

o p u st c o n ie c to re , q u i S p h in g i i n t e r p r e s f u i t .
(442 s s . )

3. Las s e n te n c i a s , no a jen as a la C .N ., son,

s in e m b a rg o , muy f re c u e n te s en l a C .M .:

m alo bene fa c e re ta n tu n d e m s t p e ric u lu m

q u a n tu m bono male f a c e r e . . .

. . . m a l o si q u id bene f a c í a s , id ben edicium i n t e r i t ; •

bono si q u id m ale f a c í a s , aetatem e x p e t i t.


(633 s. y 635 s . )
25 4

4. La referen cia a los v ino s de T a so s, Lesbos

y Quíos y su uso como sím il p a r a la v e je z 99 tie n e un

p aralelo en el frag m en to 124 de Eubulo y r e c u e r d a l a s

n u m ero sas a lu s io n e s a estos v in os en l a

A Qáauov n X l o v Aagai v

n Aecr$uov yépovxa vEXTapoaTayñ.

B áxouov ye to v yev oívov euóoxuyeL V áeu

Tt otpa ta is éxaúpaus to v TiaXaüdv, av6pa 6e

5 un t o v n a X a u o v , á XXa t o v v e a Í T e p o v .

5. El tema de l a r iq u e z a y su c o n t r a r i o , a s í como

de los ric o s y la s d e s ig u a ld a d e s s o c ia le s es uno de los

p r e f e r e n t e s de l a También encontram os u n a a lu s ió n

a los r ic a c h o n e s en el P o e n u lu s :

verum i t a t s u n t i s t i n o s tr i d i u it e s :

s iq u id ben e f a c i a s , le u io r plum a e st g r a t i a ;

s iq u id p e c c a tu m s t, p lú m b eas i r a s g e r u n t .
(811 s s . )

6 .La l o c u a c id a d fem enina y la in d is c r e c ió n de

l a s m ujeres en los se c re to s :

r e c tiu s

t a c i t a s ib i r e s s is ta m quam quod d ictu m est m utae m u lie ri


(