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Um de Charles Dickens

Conto de
Natal
(Texto adaptado )
Ebenezer Scrooge é um homem velho,
rabugento, ganancioso e avarento, que não
gosta do Natal.
Depois da morte do seu sócio Jacob
Marley, Scrooge trabalha num escritório em
Londres com Bob Cratchit, o seu humilde mas
feliz funcionário.
Pai de quatro filhos, Bob Cratchit, tem um
carinho especia pelo filho mais novo, o frágil
Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas.
Mas, o velho Scrooge não se compadece…
Bob Cratchit trabalha horas extra e… sem
lugar a pagamento extra!
De bom coração, o funcionário acede a
todos os pedidos de Scrooge, para que possa
manter o emprego e sustentar a sua família.
Com o Natal a aproximar-se, Bob Cratchit
não tem dinheiro para comida e… ainda menos
para prendas!
Na véspera de Natal, Scrooge recebe a visita
do seu ex-sócio Jacob Marley, morto há sete
anos naquele mesmo dia. Marley diz que o seu
espÍrito não pode descansar em paz, já que
não foi bom em vida, mas que Scrooge tem
uma possibilidade de escapar a esse mesmo
destino. Assim, Scrooge verá aparecerem-lhe
três EspÍritos.
Ao bater da uma hora, um clarão iluminou o
quarto. É então que surge o Primeiro dos Três
EspÍritos: uma figura estranha – os cabelos
descem até à cintura, braços compridos e
musculados, mãos largas. Veste uma túnica e
na mão traz um ramo de azevinho. Do alto da
cabeça, um brilhante jato de luz e, a fazer de
chapéu, um apagador de velas.
É o EspÍrito do Natal passado, que leva
Scrooge a viajar ao tempo da sua infância e
adolescência, quando ainda apreciava o
Natal.
Perturbado com as recordações, Scrooge
cobre a cabeça do EspÍrito com o apagador,
apaga a luz, e o EspÍrito do Natal passado
desaparece, deixando Scrooge sozinho no seu
quarto, mergulhado num sono profundo.
O Segundo dos Três EspÍritos surge na
noite seguinte à mesma hora. É o EspÍrito do
Natal presente – está vestido com uma
túnica verde e na cabeça traz uma coroa de
azevinho salpicado de pedacinhos de gelo.
Tem um ar de liberdade na sua face satisfeita,
nos olhos brilhantes, na mão estendida aberta
e na voz alegre.
O EspÍrito do Natal presente mostra a
Scrooge as celebrações do presente,
incluindo a humilde comemoração natalÍcia da
famÍlia Cratchit – pobre, mas feliz e unida.
No fim da viagem, o espÍrito revela ainda
duas crianças de caras terrÍveis, a Ignorância
e a Miséria, e pede que Scrooge evite tanto
uma como a outra. Depois desaparece.
O Último dos Três EspÍritos chega com a
última badalada da meia-noite. Surge devagar
e silenciosamente. O comprido manto negro
oculta-lhe a cabeça, o rosto e todo o corpo,
apenas deixando ver a mão estendida.
É o EspÍrito do Natal futuro. Não fala,
apenas aponta, e conduz Scrooge para uma
visão de Morte. Uma morte solitária, sem
famÍlia, sem amigos.
Scrooge medita sobre lições dos três
EspÍritos e amanhece um homem novo: leve
como uma pena, feliz como um anjo, alegre
como um estudante em férias… Deseja Feliz
Natal a todos aqueles por quem se cruza.
O certo é que para um homem que havia
perdido o hábito, Scrooge passa a rir
admiravelmente, a adorar o Natal, a ser
generoso com os que precisam, como é o
caso de Bob Cratchit.
Aquele dia de Natal torna-se assim mais
feliz para todos.
Scrooge não voltou a falar com EspÍritos,
mas passou a viver sempre na prática de uma
verdadeira caridade cristã, a ponto de poder
afirmar-se que era o homem que melhor sabia
festejar o Natal e cumprir os deveres que ele
impõe.

Fim

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