Вы находитесь на странице: 1из 16

Marcos Desan Scopinho

Projeto de Pesquisa

A CULTURA LETRADA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA UMA


CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO

Piracicaba, 19 de novembro de 2010


2

Marcos Desan Scopinho

Projeto de Pesquisa

A CULTURA LETRADA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA UMA


CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO

Projeto de Pesquisa visando


o ingresso no Programa de
Doutorado em Educação –
Ano 2011 –, da Faculdade
de Ciências Humanas, da
Universidade Metodista de
Piracicaba.

Piracicaba, 19 de novembro de 2010


3

1. Justificativa do interesse do candidato em empreender estudos em nível de


doutorado em educação

Meu interesse em empreender os estudos em nível de doutorado


em educação passam por vários fatores. Inicialmente destaco a própria
motivação pessoal adquirida com os estudos durante o mestrado desenvolvido na
Unimep. Sou um educador e exerço minha profissão a 25 (vinte e cinco) anos e a
decisão de retornar para a universidade como estudante e como pesquisador foi
fundamental e de grande relevância para meu crescimento pessoal e profissional.
Posso dizer que readquiri o prazer pelo estudo motivado pela qualidade das aulas
ministradas por competentes professores do programa de pós-graduação da
Unimep. Levar para a sala de aula, situações vividas no cotidiano da escola e
refletir sobre elas foi uma experiência enriquecedora e muito significativa para a
minha formação como educador. Destaco, no entanto, que nada se compara ao
interesse que adquiri pela pesquisa. Realizar a dissertação do mestrado tornou-se
um trabalho instigante e significativo. Somado a isto, devo dizer que neste 2.º
semestre de 2010 iniciei um trabalho como professor no curso de Pedagogia na
Faculdade Claretiana de Rio Claro. A experiência e o ambiente universitário
contribuíram ainda mais para que eu continuasse um trabalho de pesquisador,
em especial, na Educação.
Endendi, portanto, que continuar pesquisando, agora no
doutorado, além de me trazer uma satisfação pessoal e profissional, poderia
significar uma contribuição para um período da educação em que muito pouco
tem sido feito, ou seja, o período colonial. Em diálogo com meu orientador do
mestrado, Professor Doutor José Maria de Paiva, profundo conhecedor do
período que desejo pesquisar no doutorado, percebemos a relevância do tema a
ser desenvolvido e considerando o excelente relacionamento que desenvolvemos
durante o mestrado, me sinto motivado e ansioso para iniciar os estudos nessa
instituição.
4

2. Justificativa do interesse do candidato em empreender estudos em nível de


doutorado em educação.

Quanto à escolha do Núcleo de História e Filosofia da


Educação muito se deve ao fato de ter realizado meu mestrado neste núcleo de
pesquisa contando com o apoio e a orientação do Professor Doutor José Maria
de Paiva. Seu incentivo para a continuidade das pesquisas foi fundamental na
decisão de fazer o doutorado neste núcleo de estudos, pois, no decorrer do
mestrado, nos deparamos com alguns temas relevantes para a história da
educação e que poderiam ser abordados com originalidade numa pesquisa de
doutorado. Considerando que o Professor Doutor José Maria de Paiva é um
especialista no período e no tema que desejo desenvolver e que meu objeto de
estudo passa por uma análise história e filosófica, já que pretendo aprofundar o
período do renascimento europeu, bem como uma análise filosófica que
fundamenta a cultura letrada, é que entendo que núcleo escolhido possibilitará as
plenas condições para o desenvolvimento do doutorado.
5

3. Projeto

Título: A Cultura Letrada e sua contribuição para uma concepção de Educação.

Linha de Pesquisa: História e Filosofia da Educação.

Introdução: Deseja-se com este projeto desenvolver um estudo que visa


compreender de maneira mais aprofundada o significado daquilo que se denomina
de cultura letrada e que caracterizou a cultura portuguesa e brasileira, em especial,
nos séculos XVI e XVII.
Considerando que esta cultura está assentada sobre dois grandes pilares,
o sagrado, fundamentado na leitura teológica cristã e o humanismo, resultante do
desenvolvimento mercantil, propõe-se neste estudo uma análise desses dois
aspectos.
Com relação à teologia cristã, realizar-se-á um estudo visando conhecer
as raízes deste pensamento, que se encontram desde a metafísica clássica na Grécia
antiga, passando pelo período medieval e se faz presente na cultura moderna
renascentista, através das letras, tendo como grande propagador desta cultura, os
colégios, em especial, os colégios jesuítas espalhados pelo mundo.
Lembra-se, ainda, no decorrer do projeto, que as letras expressam uma
compreensão que os portugueses tinham da realidade. Portanto, entende-se ser
importante compreender a própria sociedade portuguesa no seu conviver social, ou
seja, como as pessoas viviam e se afirmavam no seu cotidiano naquele período.
No entanto, ao se expor esta trajetória histórico-cultural, percebe-se ser
necessária uma melhor explicitação de como esta trajetória vai se dando num
contexto complexo causado em grande medida pelo surgimento de uma economia
mercantil que vem se desenvolvendo desde o século XI. A interferência desta
economia mercantil trará mudanças significativas nos campos políticos,
econômicos, sociais e culturais e que serão fundamentais para uma melhor
compreensão desta cultura letrada nos séculos XVI e XVII.
Estudaremos ainda, como os portugueses e, em especial os Jesuítas,
como portadores das letras através dos seus colégios, irão responder ao longo do
tempo, a esta nova maneira de compreender a realidade.
6

Encerrando, realizar-se-á uma conclusão através de uma análise


destacando como ocorreu o contato desta cultura letrada, tida como portadora da
verdadeira cultura pelos portugueses, com uma nova cultura no contexto colonial.
Como reagirão os portugueses frente a esta cultura sem letras? Como reagirão os
Jesuítas, portadores da cultura letrada, sagrada e humanística?

Justificativa: Inicialmente entende-se ser importante destacar a pertinência e a


relevância deste trabalho, já que se acredita que um estudo mais aprofundado da
cultura letrada no período que se deseja, ou seja, entre os séculos XVI e XVII, seria
de grande contribuição para a História da Educação, já que é sabido que referente a
este período, muito pouco tem sido feito.
Para empreender este trabalho, que se entende ser significativo para
uma compreensão mais ampla da Educação no período colonial, visto que nos
séculos XVI e XVII a cultura portuguesa/brasileira estava assentada sobre o que as
letras significavam, pretende-se no decorrer deste estudo aprofundar na
compreensão do que se entende por letras. Com este propósito, deseja-se
inicialmente distinguir duas compreensões mais significativas da cultura letrada. A
dimensão do sagrado, entendida aqui a partir de uma mentalidade cristã, e a
dimensão humanista, que reproduz no contexto do renascimento, o
desenvolvimento mercantil evidenciado na racionalidade e na individualidade como
expressões do humano.
Neste sentido, propõe-se como condição básica inicial conhecer como
os portugueses que chegaram à América entendiam seu próprio viver em sociedade.
Para tanto, propõe-se uma análise da compreensão que os portugueses tinham da
sua realidade que se fundamentava sobre um referencial teológico cristão,
originário desde muitos séculos anteriores e que justificava no renascimento, a
ordem social e o poder político, manifestados através de cada ação da vida social.
Portanto, faz-se necessário explicitar qual era essa teologia cristã que fundamentava
toda a vida das pessoas e que as letras irão traduzir, já que a realidade naquele
período era compreendida religiosamente, tendo Deus participando de maneira
onipresente na vida de cada um.
Neste momento do trabalho, torna-se importante observar a presença do
colégio jesuítico por ser ele o lugar da formação dos letrados. Num contexto de
grandes descobertas e, por conseqüência, de grandes questionamentos à ordem
7

estabelecida, os colégios terão lugar privilegiado como uma instituição reconhecida


pela população da época, como sendo um lugar de formação e preparação dos
letrados para dirimir as dúvidas que naturalmente seriam suscitadas decorrentes das
grandes transformações econômicas, políticas e sociais. Cabe lembrar neste
momento que a cultura letrada satisfazia as pessoas daquela época.
Como uma confirmação de que as letras eram uma representação de
uma sociedade que se entendia como corpo social, propõe-se uma análise das cartas
e dos ofícios das autoridades da época. O Rei, o Governador, o Capitão e outros,
escrevem nos termos que todos entendiam naquele período. Seus documentos são
regimentos oficiais, mas poderiam passar como documentos da Igreja, já que a
religiosidade cristã era a forma de ser da sociedade portuguesa e isto fica atestado
nos documentos oficiais das autoridades portuguesas.
Contudo, embora se perceba que a cultura letrada representada pelos
colégios esteja carregada ainda de uma mentalidade social conservadora, destaca-se
que a presença de uma economia mercantil que foi ganhando corpo a partir do
século XI, vai contribuir para trazer elementos novos que estarão presentes no
movimento social e que serão explorados neste trabalho. A própria cultura
humanista, característica presente nas letras, carrega no seu bojo, elementos de uma
economia mercantil que provocarão transformações culturais significativas.
O mercantil vai transformando o pensamento, valorizando seu caráter
instrumental, já que o conhecimento torna-se a partir deste momento um grande
aliado para uma conquista do êxito comercial na busca constante do lucro. Através
da observação, deseja-se o conhecimento das coisas como elas são, para que se
possa em seguida, dominá-las. Não é mais conhecer a essência das coisas, como se
propunha na metafísica clássica, mas sim, o seu funcionamento.
O lento, mas progressivo desenvolvimento do comércio redundará em
profundas mudanças no plano filosófico provocando uma retomada do pensamento
realista aristotélico, através da reflexão filosófica de Santo Tomás de Aquino. No
plano político, a burguesia mercantil aliada ao Rei, contribui para uma nova
concepção política marcada por um Estado centralizado e também por uma nova
fundamentação jurídica, bem como, uma nova concepção de homem e de mundo,
baseada no conhecimento científico.
Nestes termos, embora ainda preservando uma mentalidade de ordem
social, a realidade mercantil impõe ao homem da modernidade uma compreensão
de mundo marcada pela experiência comercial. Surge a necessidade do
8

planejamento e do cálculo para que se tenha êxito nas relações comerciais. A


racionalidade ganha força e o indivíduo é realçado.
Nasce a necessidade do contrato entre os homens, característica esta
também marcante na vida política moderna. O Rei conservará seu lugar social, mas
sua legitimidade se assentará no contrato social concedida pela maioria dos
homens.
É neste contexto, marcado pelo conflito e pelas tensões que se deseja
aprofundar a cultura letrada, tendo como porta voz desta cultura, os colégios
jesuíticos. Diferente de outras ordens tradicionais, os jesuítas terão como marca
uma preocupação para a ação, mais do que para a contemplação. Assimilando o
entendimento mercantil, a exemplo dos comerciantes que se lançam em busca de
novos mercados, também os jesuítas se lançam como mercadores em busca da
salvação das almas.
Finalmente como último aspecto a ser desenvolvido neste trabalho
propõe-se discutir como a sociedade portuguesa, marcada pela cultura letrada,
reagiu diante de um novo mundo, o mundo da colônia. Os portugueses, bem como
os jesuítas, portadores da cultura letrada, depararam-se na colônia com uma cultura
marcada pela ausência das letras. Outra cultura, que aos olhos dos portugueses
aparece como uma negação da própria cultura, já que a cultura portuguesa era a
única expressão plena da realidade. Diante desta nova cultura qual deveria ser o
papel das letras?
9

Objetivos:

a) Geral:
• Um estudo sobre a cultura portuguesa/brasileira, assentada sobre as letras
expressando uma mentalidade da época renascentista, bem como, suas
contradições e interesses.

b) Específicos:
• Analisar a cultura letrada portuguesa/brasileira na sua dimensão sagrada cristã e
na sua dimensão humanista.

• Explicitar que era a concepção teológica-cristã que fundamentou toda a vida das
pessoas na sociedade portuguesa.

• Compreender como a presença de uma economia mercantil vai tomando corpo e


provocando transformações culturais significativas.

• Uma análise do encontro da mentalidade européia portuguesa letrada com a


cultura colonial.

Metodologia: Utilização do método de pesquisa histórico-cultural buscando uma


abordagem mais fecunda que possa auxiliar para uma compreensão da vivência das
pessoas estudadas no período em questão. Pretende-se desenvolver a pesquisa
respeitando-se os seguintes critérios:
1. Estudo dos textos e livros referentes ao assunto da pesquisa, assim como
levantamento de dados que comprovem os objetivos propostos.
2. Estudo mais aprofundado sobre a sociedade portuguesa e do Brasil colônia.
3. Análise detalhada do método jesuítico aplicado nos colégios jesuíticos do período
colonial.
4. Estudo das cartas e ofícios dos governantes, como por exemplo: o Rei,
Governador, Capitão, Câmara, e outros.
10

Bibliografia:

ANCHIETA, José de. Cartas: informações, fragmentos históricos e sermões.


Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1988.

ARANHA, M. L de A. História da Educação e da Pedagogia: geral e Brasil. 3.ª


ed. São Paulo: Editora Moderna, 2006.

ASSUNÇÃO, Paulo. Negócios jesuíticos: o cotidiano da administração dos bens


divinos. São Paulo: Edusp, 2004.

______. PAIVA, J. M. de; BITTAR M. Educação, História e Cultura no Brasil


Colônia. ASSUNÇÃO, P. de; PAIVA, J. M. de; BITTAR M. (orgs). São Paulo:
Arké, 2007.

ATAS DA CAMARA da Villa de São Paulo. Archivo Municipal de S. Paulo. São


Paulo: Duprat, 1914 (t.I) e 1915 (t.II).

AZZI, R. História da Teologia na América-Latina. São Paulo: Editora Paulinas,


1981, V.V.A.A., capítulo II, Teologia no Brasil.

BOEHNER, P.; GILSON, E. História da Filosofia Cristã. Desde as Origens até


Nicolau de Cusa. Tradução de Raimundo Vier. 2.ª ed. Petrópolis: Vozes, 1982.

CARTAS JESUÍTICAS. (1549-1594) Belo Horizonte: Itatiaia/São Paulo: Edusp,


1988, 3.º Vol. [vol. I: Nóbrega, Cartas do Brasil; vol. II: Azpielcueta Navarro et
11

al. Cartas Avulsas; vol. III: Anchieta, Cartas, Informações, Fragmentos


históricos e Sermões.
CASPISTRANO DE ABREU. Capítulos de História Colonial: 1500-1800. Belo
Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp, 1988. Anotações e Prefácio de José Onório
Rodrigues.

CHARTIER, Roger, REVEL, Jacques. A Nova História. Coimbra: Almedina,


1978.

DELUMEAU, J. A Civilização do Renascimento. Tradução de Manuel Ruas.


Lisboa: Estampa, 1994. v. I.

______. Nascimento e afirmação da Reforma. Tradução de João Pedro Mendes.


São Paulo: Pioneira, 1989.

DUBY, G. A Europa na Idade Média. Tradução de Antonio de Pádua Danesi. São


Paulo: Martins Fontes, 1988.

EISENBERG, José. As Missões Jesuíticas e o Pensamento Político Moderno.


Belo Horizonte: Editora UFMG, 2000.

EQUIPE DE ITAICI. Os jesuítas. São Paulo: Edições Loyola, 1978.

FRANCA, Leonel. O Método Pedagógico dos Jesuítas. O “Ratio Studiorum”. Rio


de Janeiro: Agir, 1952.
12

GILSON, E. A Filosofia na Idade Média. Tradução de Eduardo Brandão. São


Paulo: Martins Fontes, 1998.

LE GOFF, J. A Civilização do Ocidente Medieval. Tradução de Manuel Ruas. 2.ª


ed. Lisboa: Estampa, 1995. v. I.

______. A bolsa e a Vida: A usura na Idade Média. São Paulo: Ed. Brasiliense,
1989.

______. Tempo della Chiesa e tempo del mercante. Torino: Giulio Einaudi, 1977

______. História e memória. Campinas: Unicamp, 1966.

______. Mercadores e Banqueiros da Idade Média. Tradução de Orlando


Cardoso. Lisboa: Gradiva.

LEITE, Serafim. Cartas dos Primeiros Jesuítas do Brasil. São Paulo: Comissão
do IV Centenário, 1954.

______. História da Companhia de Jesus no Brasil. Lisboa: Portugalia; Rio de


Janeiro: Civilização Brasileira, 1938, t. I e t. II.

______. História da Companhia de Jesus no Brasil, Rio de Janeiro: Instituto


Nacional do Livro, 1938-1943. Tomo I, II e IV.

LIBÂNIO, J. B. A volta à grande disciplina. São Paulo: Ed. Loyola, 1984.


13

MAGALHÃES Gandavo, Pero. Tratado da Terra do Brasil e História da


Província da Santa Cruz. Belo Horizonte: Itatiaia/São Paulo: Edusp, 1980.
MAQUIAVEL, N. O Príncipe. Tradução de Lívio Xavier. São Paulo: Editora
Abril Cultural, 1983 – Coleção Os Pensadores.

MARÍAS, Julián. A estrutura social – Teoria e Método. São Paulo: Duas Cidades,
1955.

MILLER, R.F. Os jesuítas e o segredo de seu poder. Porto Alegre: Livraria do


Globo, 1935.

NÓBREGA, Manuel da. Cartas do Brasil e mais escritos. Coimbra: Universidade,


1995.

______. Cartas do Brasil, 1549-1560. Belo Horizonte: Itatiaia; São Paulo: Edusp,
1988. Cartas Jesuíticas 1.

PAIVA, José M. de. Para entender a Sociedade Portuguesa do Século XVI. Texto
extraído do Relatório Final de Pesquisa (Religiosidade e Cultura: Brasil, século
XVI) enviado à FAPESP.

______. Colonização e Catequese. São Paulo: Arké, 2006.

______. Raízes da Educação Brasileira. Comunicações. Ano 11 n.º 01, junho de


2004, pg. 45-57.
14

______. Igreja e Educação no Brasil Colonial. In: STAPHANOU, Maria &


BASTOS, Maria Helena Camara. Histórias e Memórias da Educação no Brasil.
Vol. I – Séculos XVI-XVIII. Petrópolis: Vozes, 2004, pp. 79-92.
______. Educação Jesuítica no Brasil Colonial. In: LOPES, M.E.T., FARIA Filho
& VEIGA, C.G. 500 Anos de Educação no Brasil. Belo Horizonte: Autêntica,
2000, pp. 43-59.

______. História da Educação Colonial. UNIMEP.

______. O método pedagógico jesuítico. Uma análise do Ratio Studiorum.


Viçosa: Imprensa Universitária da Universidade Federal de Viçosa, 1981.

______. Como ler a História da Educação Colonial. (mimeo), [s.d.].

PRADO JR., Caio. Formação do Brasil Contemporâneo – Colônia. São Paulo:


Brasiliense, 1969, 9.ª Ed.

REALE, G.; ANTISERI, D. HISTÓRIA DA FILOSOFIA – Do Romantismo até


nossos dias. Tradução de Álvaro Cunha. São Paulo: Paulinas, 1991, v. III.

______. HISTÓRIA DA FILOSOFIA – Antigüidade e Idade Média. 2.ª ed. São


Paulo: Paulinas, 1990, v. I.

______. HISTÓRIA DA FILOSOFIA – Do Humanismo até Kant. São Paulo:


Paulinas, 1990, v. II.
15

REGIMENTO de Tomé de Souza (1548) Apud DIAS, Carlos Malheiros. História


da Colonização Portuguesa do Brasil. Porto: Litografia Nacional, 1924.

REGISTRO GERAL da Câmara Municipal de São Paulo. Archivo Municipal de


S. Paulo. São Paulo, 1917 (t. I e II).

ROSA, Henrique. Os jesuítas: De sua origem aos nossos dias. Rio de Janeiro:
Editora Vozes, 1954.

SEBE, José Carlos. Os jesuítas. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982.

SEVCENKO, N. O Renascimento. 6.ª ed. Campinas: Editora da Universidade


Estadual de Campinas, 1988.

VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). Rio de Janeiro:


Objetiva, 2000.

XAVIER, Ângela Barreto & HESPANHA, António Manuel. Paradigmas


políticos e tradições literárias. In: MATTOSO, José. História de Portugal. O
Antigo Regime, 1620-1807. Lisboa: Estampa, 1993, t. IV.

WOORTMANN, K. Religião e Ciência no Renascimento. Brasília: Editora


Universidade de Brasília, 1997.
16

4. Disponibilidade de Horário

• Segunda-feira à tarde;
• Quarta-feira manhã e tarde
• Quinta-feira manha e tarde
• Sexta-feira tarde e noite