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O uso da informação através dos tempos - um breve histórico

do BI
Por: Débora Oliveira Chagas

Desde a antigüidade, povos como os Egípcios, Fenícios, Persas e Incas se utilizavam de


dados coletados nos eventos da natureza para gerar informações capazes de fundamentar
decisões para a melhor época de plantio e colheita.
Desde então, a humanidade vem atravessando fases distintas (quanto à obtenção,
tratamento e uso de informações) passando pelas eras: feudal, industrial e da informação.
Na era feudal o mundo ocidental parou em um processo de ausência e total repressão de
informações. Nada era mais importante do que estar em comunhão com o “Cosmos” (através da
representação direta da Igreja) e viver o dia sem se preocupar com o futuro –Carpe Diem.
Foram estes, denominados pelos historiadores, os quinhentos anos de trevas, por não
haver alusão nem acesso ao conhecimento e invenções. Porém o tempo foi passando e as
transformações foram acontecendo. O conhecimento estava sendo alcançado gradativamente e,
como a água, ia desviando das barreiras até alcançar os seus objetivos. Estava-se vivendo a era
da luz, da produção, absorção e transformação do conhecimento. Era o momento do Iluminismo
que desencadeou uma série de invenções, com base teórica aplicada até os dias de hoje.
Foi com o Iluminismo que surgiu a Máquina à Vapor e –consequentemente – o Ocidente
passou a viver a Era Industrial, onde a informação não era mais importante do que a produção e a
competitividade não era maior do que as novidades produzidas.
Porém com o passar do tempo, houve um crescimento nas indústrias e os produtos, em
geral, passaram a ter opções de substituição e complemento. Isso fez com que a concorrência
aumentasse tornando as indústrias competidoras em um único mercado.
Houve então a necessidade de se estudar esse mercado dividindo-o em grupos
segmentados, de acordo com os comportamentos de compras de cada grupo consumidor, levando
cada empresa a um processo de reestruturação para conhecer melhor o seu negócio ou Core
Business e adequá-lo a segmentação de mercado que ela atende ou possa vir a atender.
Esse foi o início precursor da Era da Informação (que se estende aos dias atuais) onde o
valor de uma empresa está na sua capacidade de gerar conhecimento, detendo e utilizando esse
conhecimento na geração de oportunidades através de estratégias que lhe permitam angariar os
segmentos mais significativos do mercado e elevar o valor da sua marca.
Assim, é importante mencionar que a base da Era da Informação está na Gestão do
Conhecimento que é “como” cada empresa gera e armazena os seus conhecimentos e “quanto”
desse conhecimento é aplicado no seu Core Business utilizando suas informações de maneira
inteligente.
Foi dentro desse contexto que surgiu o Business Inteligence, que tem por finalidade criar
ambientes capazes de gerir conhecimento para utilizá-lo de forma estratégica nas tomadas de
decisão, a partir das informações existentes nas bases de dados das empresas, elevando o
diferencial competitivo na disputa do mesmo mercado.