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Joinville/SC – 26 à 29 de Setembro de 2017

UDESC/UNISOCIESC
“Inovação no Ensino/Aprendizagem em Engenharia”

ESTAÇÃO METEOROLÓGICA AUTOMÁTICA (EMA) PARCIAL


COMO ESTUDO DE CASO DA APLICAÇÃO DA ABP EM
DISCIPLINA DE ENGENHARIA ELÉTRICA

Dennis Andrade de Oliveira – andeniss@gmail.com


Diego Fernandes Barbosa – diego.ee@outlook.com
Ademar Gonçalves da Costa Junior – ademar.costa@ifpb.edu.br
Laboratório de Instrumentação, Sistemas de Controle e Automação (LINSCA)
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba (IFPB)
João Pessoa (PB), Brasil
Alexandre Magnus Fernandes Guimarães – alexandremagnus@ect.ufrn.br
Escola de Ciências e Tecnologia (ECT)
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Natal (RN), Brasil

Resumo: Uma estação meteorológica é uma instalação, tanto terrestre como marítima,
com instrumentos e equipamentos para medir condições atmosféricas para fornecer
informações sobre previsões meteorológicas e para estudar tempo e clima. As estações
meteorológicas geralmente envolvem um console digital que fornece leituras dos dados
que estão sendo coletados. Esses consoles podem se conectar a um computador pessoal
onde os dados podem ser exibidos, armazenados e carregados em sites ou sistemas de
gestão / distribuição de dados. Contudo, a maioria dos equipamentos disponíveis para
coleta e tratamento desses tipos de dados exige recursos financeiros consideráveis para
muitos grupos de pesquisa. O presente trabalho trata do desenvolvimento de um
sistema de coleta de dados ambientais de baixo custo baseado em um protótipo
embarcado. São coletados dados através de sensores acoplados a um microcontrolador
Atmel presente na plataforma Arduino. Foi utilizado o software LabVIEW para a
exibição das informações ao usuário de uma forma amigável. Todas os dados também
são disponibilizados na nuvem como forma de acesso remoto.

Palavras-chave: monitoramento ambiental, Arduino, estação meteorológica


automática, sensor de pressão atmosférica, estudo climático.

1. INTRODUÇÃO
Com a necessidade humana de se adaptar a diversos tipos de ambientes na natureza
para a sua sobrevivência e prosperidade, sua capacidade de prever, monitorar e analisar
o clima de determinadas regiões serão sempre objeto de estudo. O estudo climático é
contemplado pelo uso de sensores capazes de fornecer dados de variáveis climáticas,
tais como temperatura, pressão e umidade do ar, que podem formar uma estação
meteorológica. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET, 2011), uma
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estação meteorológica automática (EMA) coleta, de minuto a minuto, as informações


meteorológicas (temperatura, umidade, pressão atmosférica, radiação solar, precipitação
da chuva e direção e velocidade dos ventos) representativas da área em que está
localizada.
Ainda segundo o INMET, a cada hora, esses dados são integralizados e
disponibilizados para serem transmitidos, para a sua sede em Brasília, Brasil, onde o
conjunto de dados recebidos é validado, por meio de um controle de qualidade e
armazenado em um banco de dados, sendo disponibilizados gratuitamente, em tempo
real, na Internet para a elaboração de previsão do tempo e dos produtos meteorológicos
para uma vasta gama de aplicações em áreas como meteorologia, hidrologia e
oceanografia. Para a implantação de uma EMA, trabalhos recentes apresentam
diferentes tipos de arquiteturas baseadas em comunicações sem fio e sistemas
embarcados (POPA & IAPA, 2011; FOURATI et al, 2014; KANAGARAJ et al, 2015;
SAVIC & RADONJIC, 2015)
Utilizando o conceito da Abordagem Baseada em Problemas – ABP (RIBEIRO,
2005) como metodologia ativa de ensino na disciplina de Instrumentação Eletrônica, do
curso de Engenharia Elétrica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Paraíba (IFPB) campus João Pessoa, foi desenvolvido durante um semestre, o projeto de
desenvolvimento de uma mini EMA parcial, com o objetivo de fixar os conceitos
envolvidos na disciplina, tais como a análise estatística de dados experimentais, o uso
de sensores e do condicionamento de sinais, além do desenvolvimento de uma interface
homem-máquina (IHM) básica.
O uso da ABP nessa disciplina de Instrumentação Eletrônica vem sendo utilizado
há alguns anos (DOURADO et al, 2014; EVANGELISTA et al, 2016; NASCIMENTO
et al, 2016) onde os alunos apresentam um projeto ao final do semestre, porém com o
desenvolvimento iniciado no início do mesmo. Incluindo etapas durante o semestre,
utilizando por base conceitos de gerenciamento de projetos, os alunos têm apresentado
resultados interessantes por meio da divulgação dos trabalhos, incluindo os seus
depoimentos ao final da disciplina, colhidos por meio de questionário avaliativo da
disciplina, onde não são identificados.
Dessa forma, o presente artigo demonstra um estudo de caso de implementação de
uma estação meteorológica parcial utilizando como sistema de aquisição de dados, a
plataforma de prototipagem eletrônica Arduino, incluindo o monitoramento das
variáveis de temperatura do ar, umidade absoluta, pressão atmosférica e altitude, e uma
IHM desenvolvida em LabVIEW®, com os dados disponibilizados na Internet,
utilizando o conceito da Internet of Things (IoT). Essa EMA foi desenvolvida durante a
mencionada disciplina no semestre de 2016.1, utilizando a metodologia de ensino ABP.
Dessa forma, o artigo está organizado da seguinte maneira: na seção 2 é a
fundamentação dos conceitos utilizados no projeto da estação meteorológica automática
(EMA); na seção 3 é apresentado o protótipo desenvolvido e os resultados preliminares
obtidos, e por fim, na seção 4, as considerações finais do artigo.

2. FUNDAMENTAÇÃO DOS CONCEITOS UTILIZADOS NO PROJETO


Nesta seção são apresentados os fundamentos básicos utilizados no projeto deste
artigo.
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2.1. Abordagem Baseada em Problemas (ABP)


A metodologia de aprendizagem ativa denominada de Aprendizagem Baseada em
Problemas (ABP) surgiu no Canadá na década de 60 do século passado, sugerida e
implantada pela Universidade de MacMaster, sendo adotada posteriormente por
diversas universidades no mundo.
Na ABP, os papéis dos alunos e docentes em sala de aula, diferem da abordagem
convencional, esta centrada no professor (RIBEIRO, 2005), onde algumas limitações
dessa abordagem são listadas por Ruben (1999). Na ABP, o papel central passa ser do
aluno, que por meio de trabalhos em equipe, os mesmos possam desenvolver projetos
para a resolução de um determinado problema, inclusive, sendo o mesmo
multidisciplinar, quebrando o paradigma de um personagem passivo no aprendizado
para uma figura ativa (RIBEIRO & MIZUKAMI, 2004; RIBEIRO, 2005; YEO, 2005;
ECHAVARRIA, 2010; CARDOSO & LIMA, 2012).
Segundo Woods apud Ribeiro (2005), assumir responsabilidade pela própria
aprendizagem em uma abordagem ABP significa que os alunos cumpram as seguintes
tarefas:
 Exploração do problema, levantamento de hipóteses, identificação de questões
de aprendizagem e elaboração das mesmas;
 Tentativa de solução do problema com o que sabem, observando a pertinência
de seu conhecimento atual;
 Identificação do que não sabem e do que precisam saber para solucionar o
problema;
 Planejamento e delegação de responsabilidades para o estudo autônomo da
equipe;
 Aplicação do conhecimento na solução do problema;
 Avaliação do novo conhecimento, da solução do problema e da eficácia do
processo utilizado e reflexão sobre o processo.

Na ABP, a premissa é que o aluno possa construir o seu próprio conhecimento a


partir do desenvolvimento de um problema proposto por um professor, por exemplo, ou
sugerido pelo aluno. Esse problema é estudado na forma de um projeto prático, no qual,
é desenvolvido em função dos conteúdos da disciplina, buscando a
interdisciplinaridade, o que faz com que o problema seja compreendido, fundamentado
e analisado, podendo ser executado tal como uma metodologia de gerenciamento de
projetos.
No IFPB, em específico, na disciplina de Instrumentação Eletrônica do curso de
Engenharia Elétrica, essa metodologia vem sendo utilizada, baseada na informação de
que o engenheiro moderno não precisa do conhecimento memorizado, “decorado” e
acumulado, mas sim, do conhecimento necessário para a resolução de problemas
baseado na construção do conhecimento.
Na disciplina foi adotada a proposta elaborada por Hadgraft e Prpic apud Ribeiro
(2005), no formato 4-2-3-1-3. A escolha do formato auxilia o professor na identificação
de qual abordagem será melhor adotada nas disciplinas, guiando-o para a adoção e
aplicabilidade do formato PBL ideal (4-4-4-4-4).
Desse modo, o aluno desenvolve um projeto em equipe, utilizando os diversos itens
contidos na ementa da disciplina de Instrumentação Eletrônica. Os temas são fornecidos
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no início de cada semestre, onde são definidos pela equipe no primeiro mês do
semestre, que conta com no máximo três alunos. Além dos conceitos que são
aprendidos durante o semestre, a equipe utiliza os conhecimentos adquiridos em
disciplinas anteriores, e conceitos que não são explorados em nenhuma disciplina do
projeto pedagógico do curso de Engenharia Elétrica, já que os protótipos elaborados
para solucionar o problema podem necessitar de temáticas transversais da Engenharia
Elétrica.
A supervisão do projeto é realizada pelo professor da disciplina, com possibilidade
de co-supervisão de outro professor, especialista na área do projeto a ser desenvolvido,
com reuniões acontecendo a cada duas/três semanas e o acompanhamento por correio
eletrônico e/ou softwares de comunicação. Ao final do semestre, os projetos
apresentados pelos alunos, na forma de um protótipo e um trabalho escrito são avaliados
por uma banca de professores convidados.

2.2. Estação meteorológica automática


Uma estação meteorológica é um equipamento utilizado para monitorar as
condições meteorológicas de uma determinada região na qual está inserida, podendo
auxiliar a tomada de decisões em áreas como, por exemplo, a agricultura e a prevenção
de desastres (BRAGA et al, 2011; SILVA et al, 2016). Geralmente, a estação
meteorológica possui um conjunto de sensores que recolhem dados para análise de
variáveis meteorológicas, tais como, a temperatura do ar, velocidade e direção do vento,
umidade do ar, quantidade de chuva, pressão atmosférica, entre outras variáveis. Essas
estações podem ser divididas em estações convencionais, que exige a presença diária de
uma pessoa para a coleta de dados, e estações automáticas, que realizam a coleta de
dados de forma automática, foco desse trabalho.
Segundo Sugawara (2003), a utilização de uma Estação Meteorológica Automática
(EMA) reduz o problema da ocorrência de erros decorrentes da calibração dos sensores
utilizados, bem como possíveis erros de leitura de observadores necessários em uma
estação meteorológica convencional.
Em uma EMA podem ser inclusos os subsistemas de (INMET, 2011): coleta de
dados (realizada por meio de sensores para medição de parâmetros meteorológicos a
serem observados); controle e armazenamento (composto por uma unidade de
processamento da informação, que realiza o registro dos valores observados em uma
unidade de memória); energia (torna a estação independente de energia elétrica
externa); e comunicação (realiza a transmissão dos dados coletados que estão
armazenados na memória).
No Brasil, o INMET gerencia uma rede no padrão da Organização Meteorológica
Mundial (OMM), onde no estado da Paraíba existem oito EMAs, segundo dados de
2017 (INMET, 2017).

3. ESTAÇÃO METEOROLÓGICA AUTOMÁTICA DESENVOLVIDA


Para o projeto da estação meteorológica desenvolvida no projeto da disciplina de
Instrumentação Eletrônica do curso de Engenharia Elétrica, foram escolhidas as
variáveis, temperatura do ar, umidade absoluta, pressão atmosférica e altitude. Os
sensores foram utilizados de acordo com a disponibilidade no IFPB, onde não houve a
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preocupação em adquirir sensores mais adequados com a realidade aplicada às Estações


Meteorológicas Automatizadas (EMAs).
Os sensores utilizados para o desenvolvimento da EMA nesse projeto foram:
a) Sensor de temperatura e umidade DHT11: fornece medidas de temperatura e
umidade, onde o elemento que realiza medições de temperatura é um termistor NTC,
enquanto que o elemento que realiza as medições de umidade é HR202. Os dados são
transmitidos de forma serial, sendo divididos em oito bits de umidade, temperatura (em
forma fracional) e de paridade, cada;
b) Sensor de pressão e de temperatura BMP085: consiste de um sensor
piezoelétrico, um conversor AD, uma unidade de controle com E2PROM e uma
interface serial I2C. Sendo um sensor digital são reservados entre 16 a 19 bits, além da
possibilidade de realizar a medição de temperatura utilizando 16 bits. Além disso, o
BMP085 pode estimar o valor da altitude, utilizando a Equação (1):
1
𝑝 5,255
𝑎𝑙𝑡𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒 = 44330 ∗ (1 − ( ) ) (1)
𝑝0

onde: 𝑝 é o valor da pressão medida e compensada pelo sensor, e 𝑝0 é o valor da


pressão atmosférica no nível do mar. O detalhe de funcionamento do sensor BMP085
pode ser encontrado na folha de dados (BOSCH, 2016).
O gerenciamento da aquisição de dados na EMA é realizado pela plataforma de
prototipagem eletrônica Arduino, onde se utiliza o barramento I2C. O protocolo ZigBee
foi escolhido para o envio das informações do dispositivo final na rede para o
dispositivo coordenador, que está conectado a um computador pela porta USB. Uma
Interface Homem Máquina (IHM) desenvolvida em LabVIEW® monitora o
comportamento dinâmico das variáveis e envia os dados para acesso na Internet,
utilizando o conceito de IoT (Internet of Things). A arquitetura do sistema é ilustrada na
Figura 1 e a IHM do projeto, desenvolvida em LabVIEW®, é ilustrada na Figura 2.

Figura 1 – Arquitetura da EMA desenvolvida.


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Figura 2 – IHM da EMA desenvolvida.

Com a taxa de amostragem para a aquisição de dados de 500 ms, o tratamento


estatístico dos dados é realizado, com o uso do critério de Chauvenet para a retirada de
outliers, com nível de confiabilidade de 95%. Dessa forma, os resultados obtidos estão
ilustrados na Tabela 1.

Tabela 1 – Tratamento estatístico das variáveis obtidas dos sensores da estação


climática utilizando uma confiabilidade de 95%.
Temperatura – Umidade do Temperatura – Altitude Pressão do
Parâmetro
DHT11 (oC) ar (%) BMP085 (oC) (m) ar (mmHg)
Média 22,27 39,48 23,58 17,22 1011,193
Desvio padrão 0,97 1,15 0,05 0,49 0,058

Realizando uma comparação com os dados obtidos e os dados da estação


meteorológica de João Pessoa, indicadas no site do CPTEC-INPE (Centro de Previsão
de Tempo e Estudos Climáticos), no dia 01 de setembro de 2016, para a mesma hora
que foram adquiridas, os dados são comparados na Tabela 2, onde o maior erro é para a
umidade do ar.
Os alunos participantes desse projeto destacam que “apesar da necessidade da
dedicação maior de tempo ao projeto, para que possa ser finalizado, colocamos na
prática o que aprendemos em sala de aula, além de um maior conhecimento sobre o
tema a ser desenvolvido, onde tivemos que buscar fora da sala de aula, e termos
proatividade, organização das tarefas e do tempo”.
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Tabela 2 – Comparativo entre as medições obtidas da estação meteorológica


desenvolvida e os dados disponibilizados pelo CPTEC-INPE (2016).
Temp. Pressão Umidade
Temp. Temp. Pressão Umidade
Data/Hora CPTEC- CPTEC- CPTEC-
DHT-11 BMP085 BMP-085 DHT-11
INPE INPE INPE
01/09/2016 1011,19 1015
21,00ºC 23,6ºC 24,00ºC 38,00 % 50,00 %
20:51:51 hPa hPa
01/09/2016 1011,15 1015
23,00ºC 23,5ºC 24,00ºC 41,00 % 50,00 %
20:51:53 hPa hPa

4. CONSIDERAÇÕES FINAIS
O uso da metodologia ABP possibilita que as instituições de ensino possam ofertar
disciplinas que se aproximem das atividades de um engenheiro, além de desenvolver a
criatividade, o trabalho em equipe, o gerenciamento do tempo e do projeto. Esse tipo de
metodologia de ensino ativo também é uma forma de que o aluno possa absorver os
diversos assuntos das disciplinas, fazendo com que possam conectar o conhecimento
adquirido com disciplinas que já tenham sido cursadas.
Em relação à EMA desenvolvida nesse projeto, ela apresentou um desempenho
satisfatório, porém há a necessidade de aprimoramentos em relação ao uso de um sensor
de umidade que aprimore a medição dessa variável, pois ao longo das medições
realizadas apresentou um valor distante do que era fornecido pela estação do INPE,
além do acréscimo de outros sensores para o monitoramento de variáveis que não foram
agregadas nesse primeiro momento.

Agradecimentos
Os autores agradecem ao Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da
Paraíba - IFPB pelo suporte neste projeto e no envio do artigo ao COBENGE 2017.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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setembro de 2016.

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EVANGELISTA, T. S. et al. Protótipo de um dinamômetro usando Arduino e material
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AUTOMATIC WHEATHER STATION (AWS) PARTIAL AS A


CASE STUDY OF THE APPLICATION OF THE PBL IN
ELECTRICAL ENGINEERING UNDERGRADUATE COURSE

Abstract: A weather station is a land and sea facility with instruments and equipment to
measure atmospheric conditions to provide information on weather forecasts and to
study weather and climate. Weather stations usually involve a digital console that
provides readings of the data being collected. These consoles can connect to a personal
computer where data can be displayed, stored and uploaded to websites or data
management / distribution systems. However, most of the equipment available for
collecting and processing these types of data requires considerable financial resources
for many research groups. The present work deals with the development of a low cost
environmental data collection system based on an embedded prototype. Data are
collected through sensors coupled to an Atmel microcontroller present on the Arduino
platform. LabVIEW software was used to display information to the user in a user-
friendly manner. All data is also available in the cloud as a form of remote access.

Key-words: Environmental monitoring, Arduino, automatic weather station,


atmospheric pressure sensor, climate study