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Um estudo publicado na revista Harvard Business Review confirma a capacidade de expansão do lado direito do nosso cérebro.

De acordo com os psiquiatras e professores da Emory University Roderick Gilkey e Clint Kilts, essa é a parte exploratória da
mente, aquela que nos permite adquirir novos conhecimentos. Quando uma criança aprende uma nova língua ou um adulto
começa a pintar quadros, é o lado direito que trabalha. O novo conhecimento migra depois para o lado esquerdo, que o organiza
e o disponibiliza para o nosso dia-a-dia. Quanto mais coisas uma pessoa se dedica a aprender, mais exercita o hemisfério direito,
dizem os autores.
Todo tipo de atividade artística estimula o lado direito do cérebro
.Descobriu-se que sempre que se aprende algo ou uma nova experiência é vivenciada as células cerebrais se modificam e essa
modificação se reflete no comportamento.
Sabe-se que a observação passiva não é suficiente; é necessário que o indivíduo interaja com o ambiente. Diante disso, uma
forma de garantir o crescimento contínuo é manter a curiosidade acesa, através da estimulação adequada.
Ao utilizarmos mais o hemisfério esquerdo, considerado racional, deixamos de usufruir dos benefícios contidos no hemisfério
direito, tais como a imaginação criativa, a serenidade, a visão global, a capacidade de síntese e a facilidade de memorizar, dentre
outros.
O uso de música apropriada que diminui o ritmo cerebral, também contribui para que haja equilíbrio no uso dos hemisférios
cerebrais.
Alguns pesquisadores sugerem que se recorra à música barroca, especialmente o movimento “largo”, que causa as condições
propícias para o aprendizado.
Segundo informam, ela possui a mesma freqüência que um feto escuta e nos remete ao lado direito do cérebro, fazendo com
que as informações sejam gravadas na memória de longo prazo.
11) O estímulo pode ser intensificado através de exercícios de assimilação neural. Isto ajuda um indivíduo a melhorar suas
funções motoras e cognitivas. Quando da assimilação é fundamental para repassar as áreas afetadas e carentes de sensibilidade;

IDEIA TWITTER DOS SENTIDOS

VENDAR OS OLHOS E SER GUIADO POR OUTRO

IDENTIFICAÇÃO DE DESENHOS ABSTRATOS

SE IMAGINAR COMENDO ALGO

MISTURAR GOSTOS CHEIROS E FORMAS (suco de limão sbor tamarindo rsrsrs...)

CRIAR ALGO DIFERENTE

12) Para trabalhar com o sentido do equilíbrio torne-se criança: pule amarelinha, brinque de corda, fique de um pé só,
experimente a sensação de ficar deitado e em pé, vá para um balanço, fique em pé numa piscina que você não consiga ficar com
os pés no chão, experimente andar, ficar parado e correr fazendo variações de deslocamento do percurso, ande de tobogã,
montanha russa, trem fantasma, roda gigante, corredeiras, sensações de aceleração e desaceleração;

13) A audição pode ser trabalhada através de experimentos práticos que permitam ouvir baixas freqüências até ruídos altos
considerados não prejudiciais a saúde. Outro fator que pode ser trabalhado é a rítmica: o individuo pode fazer associações
através de movimentos corpóreos para facilitar um pouco a absorção da informação. O deficiente auditivo pode trabalhar com a
vibração e ter através do tato um referencial musical similar à audição;

14) Não projete recordações ou sensações neurais sobre a visão. O uso continuado de sensações neurais alteradas pode provocar
uma espécie de esquizofrenia. Quando perceber que sua mente começa a projetar muitas imagens na memória, pare e pense: “É
hora de relaxar os olhos.”; provoque um sono, um momento para descanso até que a mente se aquiete novamente. Como dizem
os psicólogos a pessoa está sonhando acordada. A visão demasiadamente aflorada faz o indivíduo confundir as cenas por
sobreposição de imagens e a criar personagens fictícios ao seu meio;

15) A língua é um órgão muito importante para a compreensão neural dos alimentos. Portanto cuide muito bem dela. Quando for
comer não mastigue a comida apenas, sinta profundamente todas as sensações que ela estiver te ocasionando. Valorize o doce, o
salgado, o azedo, o suave, o amargo, o picante, o agridoce, o indolor, forte, temperado, o dormente, o quente e o frio;

16) Se você já é capaz de apreciar os estímulos e sabe classifica-los não guarde o conhecimento consigo. Crie grupos de amigos
e amigas para degustarem alimentos, elaborem classificações, troque idéias entre os processos de escolha de cada um. Não tente
criar um padrão fixo, pois a multiplicidade de gosto é um fator de enriquecimento cultural;

17) Uma classificação muito elevada de um alimento ou fator de estímulo deve vir acompanhado de atributos inerentes a ele que
o tornam fundamentais/necessários ao corpo. Assim, quando um estímulo é muito bom, mas sua correspondência em relação ao
benefício do corpo não é tão visível assim, sua escala de importância deve ser diminuída para dar valor a outros componentes
mais importantes que prolonguem a vida e não causem sua diminuição;

18) Sempre que puder experimente novas frutas, não fique apenas naquelas comuns em sua região. É um favor que você faz ao
seu paladar. Seu cérebro irá se enriquecer com mais informações que o ajudarão a ter um maior discernimento sobre estímulos;
19) Evite mascarar o sabor real dos alimentos, isto gera confusão psicológica, pois o cérebro já tem armazenado conceitos de
cheiro, gosto e sabor dos alimentos. As associações ficam cruzadas e os neurônios fazem falsos cruzamentos. Porém tal prática é
muito comum na comida vegetariana que utilizam vegetais para assumirem o gosto de carne. Neste caso, sempre que possível,
deve-se explicar ao indivíduo os vegetais que estão sendo consumidos e que o sabor de sua composição transmite um leve sabor
semelhante ao da carne (assim evita as falsas conexões);

20) Crie um catálogo visual de tudo à volta, o seu senso de ordenação (Veja no link 5s) ficará mais uniforme. Gere seu próprio
padrão de organização. Mas não seja egoísta, permita que outras pessoas também compreendam seu padrão. Portanto, organizar-
se também implica em arrumar numa seqüência que os outros também entendam; Sua visão é fundamental para você se
organizar. Na falta dela utilize os outros sentidos conforme você os ajustou diante da sua necessidade;

21) Existe o tempo para assimilar estímulos e existe o tempo para arquivá-los, como também existe o tempo para utilizar os
estímulos que você arquivou em seu cérebro. Compreenda o seu momento atual. Se é hora de recordar aprenda para que você
possa viver mais. Se for hora de você arquivar estímulos: escreva, catalogue ou faça comparações entre sensações passadas e
presentes. Agora, se é hora de capturar estímulos deixe as sensações aflorarem até o ponto que você se permita sentir. Não
ultrapasse os limites do seu corpo seja consciente;

22) Evite se estimular ao extremo. Os extremos provocam a falência dos órgãos pelo excesso de uso. As substâncias químicas
que ingerimos se esgotam e sua insuficiência é a porta de entrada para muitas doenças. Portanto modere! Você como ser
humano é fundamental para a existência de toda a humanidade;

23) Evite viver somente de recordação. É interessante criar uma rotina a partir dos estímulos que um indivíduo colhe em seu
cotidiano. Porém, promover um isolamento cerebral no qual a pessoa tem apenas uma seqüência de tarefas, ações e reações a
realizar a torna escrava dos seus próprios neurônios. Permita-se possuir válvulas de escape onde de tempos em tempos novos
elementos à sua rotina são adicionados para proporcionar novas escolhas, um florescer da alma e novas rotinas que a farão
viver;

24) Não acredite em tudo o que você ouve em sua mente. Falsas associações de estímulos podem te induzir a cometer um erro.
Você pode até pensar que está certo, pois é lógico (veja no link Lógica) pensar assim para você, mas os seus neurônios fizeram
ligações erradas baseados em estímulos que você validou como verdadeiros e se tratavam de falsas conclusões. Portanto
raciocine antes de tomar uma decisão;

25) Quando tiver um estímulo contrário ao que você pense, não gere repulsa. Analise-o friamente não lhe atribuindo
importância. Deixe arquivado em sua mente aquela sensação e a utilize dentro de seus princípios e códigos morais que você
estabeleceu para si mesmo;

26) Permita sentir, não tenha medo. Canalize apenas o que for bom (ser bom é aumentar a vida). O que for ruim deixe passar
sem deixar marcas. O sentimento é uma forma de utilização neural dos sentidos pela utilização da biblioteca de sensores no
cérebro.

27) Se não está feliz com os estímulos que recebe é hora de educar seu corpo;

28) Para arquivar estímulos que insistem em vir a todo momento contra sua vontade você deve escrever, narrar uma história,
encaixar num contexto os elementos que você absorveu. Utilize quanto possível elementos da ficção: novela, filme e teatro; ou
realísticos como uma autobiografia;

29) Procure tentar entender os estímulos que você absorveu através de seus sonhos quando estiver dormindo. Eles são
importantes para definir como você reage às diversas situações da vida;

30) Seja feliz com os estímulos que possui. Aprimore se sentir vontade, mantenha se sentir vontade, o importante é você estar
bem consigo mesmo. A Lenderbook espera ter contribuído para seu desenvolvimento pessoal.

Autor: Max Diniz Cruzeiro

PROVAS COMO AS DO SILVIO SANTOS

TODA ATIVIDADE CRIATIVA DESBLOQUEIA A MENTE


TUDO QUE É DIFERENTE ESTIMULA OS SENTIDOS

As Tribos Criativas e os Sete Sentidos


Por Armando Ribeiro
Esqueça desde já aquelas frases pejorativas de Chefes e Índios, Pajés e Caciques. Não é esse tipo de tribos que irei mencionar.
Os sentidos não são aqueles que se referem às possíveis direções que podemos tomar, são sentidos biológicos, físicos, isso
mesmo: olfato, audição, tato, paladar, visão, equilíbrio e movimento.

Começo justamente trazendo uma discussão interessante e polemica: sete sentidos ao invés de cinco. Segundo recentes estudos
dos neurocientistas, publicada no site www.cerebronosso.bio.br , temos mais dois sentidos. Um é o sentido do equilíbrio e outro
o sentido do movimento. Faz sentido?

O sentido do movimento é fácil de perceber. Fique sentado em cima de uma das suas pernas até que ela fique dormente. Agora
levante e tente andar normalmente. Se você por acaso caiu, mande as suas reclamações, por favor, para o site acima. Descobriu?
Se o sentido do nosso movimento não funciona direito podemos cair, ou andar com muita dificuldade.

O outro sentido, segundo o mesmo estudo, é muito mais fácil de perceber. Lembrando aquela antiga brincadeira de criança,
responsável por muitas escoriações, feche os olhos e comece a girar lentamente para um dos lados. Rode bastante. Pare, ainda
com os olhos fechados. Abra os olhos e tente correr em linha reta (não esqueça, de olhos abertos!). Conseguiu mais um galo
para sua coleção? Você enganou o seu cérebro e ele perdeu o equilíbrio. Outro sentido muito bom!

E as tribos? Na nossa vida escolhemos muitas vezes as tribos pelos sentidos. Querem ver como isso funciona? Vamos imaginar
que você entrou na sala de uma grande empresa e lá estão todos os funcionários comentando uma notícia ou um comunicado da
Diretoria. Ouça com atenção. Algumas frases serão muito parecidas com essas:
- Isso não está cheirando coisa boa!!!
- Sinto o cheiro de coisa ruim de longe!
- Estou vendo nuvens escuras lá no horizonte!
- Estou vendo a luz no fim do túnel.
- Sinto no ar uma coisa boa.
- Não senti nenhum mal nisso.
- Ouço trovoadas ao longe!
- Coisa ruim eu não escuto.
- A notícia tem um gosto ruim!
- Só de pensar me da água na boca!

Se observarmos bem, ouvirmos com atenção, ou seja, deixarmos todos os nossos sentidos em alerta, vamos perceber que as
pessoas vão se unindo em torno desses sentidos e trocando suas experiências, compartilhando suas visões, seus paladares, etc.

As Tribos Criativas são as que vão agir diretamente sobre os sentidos. Aproveitando o que cada uma das pessoas tem naquele
momento de mais desenvolvido, o que podem perceber, sem eliminar ou descartar quaisquer coisas que estão sendo elaboradas.
Mais do que isso, procurando estimular os outros sentidos que estão sendo pouco utilizados.

A proposta das Tribos Criativas é a de envolver todas as pessoas segundo sua melhor percepção. Aproveitando, neste momento,
os dois outros sentidos – equilíbrio e movimento.

Ouso afirmar que os sentidos e as tribos fazem parte do nosso cotidiano. Vivemos, aprendemos, percebemos e evoluímos
utilizando os sentidos, alguns mais do que os outros. Procuramos aqueles que nos entendem, que conseguem pensar e perceber
como nós, dentro de uma tribo.

Desafiar essa forma de aprender e de viver é a grande questão que envolve as Tribos Criativas. Imaginem por alguns instantes se
pudéssemos reunir todos os Bons Cheiradores da Organização para elaborar algo totalmente novo usando o que eles tem de mais
apurado e desenvolvido: o olfato. Adicione ferramentas que estimulem um aprendizado dos outros sentidos pouco
desenvolvidos.

Vamos fazer a mesma coisa com os Visuais, os Gustativos, os Ouvidores, os Cinestésicos.

Você poderá perceber que as Tribos estão algo diferentes, antes o equilíbrio não existia e o movimento só levava a uma direção.
Agora, se você percebeu algo de muito diferente e não está tão espantado assim, a proposta ficará cada vez mais interessante.
O programa “As Tribos Criativas” baseadas nos sentidos, é formado a partir de uma série de exercícios que identificam os
membros de cada uma delas, desenvolvem maneiras de utilizar aquilo que é a sua melhor característica para aprender,
estimulam e aperfeiçoam a utilização dos outros sentidos, comprometem os membros de cada tribo num objetivo real e
desafiador, estimulam a criatividade aliada a sua percepção e finalmente, auxiliam na obtenção do equilíbrio e do movimento na
busca de um objetivo maior: O desenvolvimento equilibrado das pessoas e das organizações.

Partimos de uma divisão para chegarmos ao todo. Utilizando a Criatividade e ferramentas especiais, reforçamos uma idéia: Não
há nada de tão ruim sermos especialistas na visão, olfato, audição, etc, mas seremos muito melhores se soubermos utilizar todos
os sentidos, buscando equilíbrio entre eles.

No final percebemos que todos pertencemos a uma única tribo. Ela será mais criativa e produtiva se aprendermos a utilizar todos
os sentidos.

Os olhos chegam antes, percorrem o ambiente, abrindo caminhos para os outros sentidos. Por meio deles, temos a percepção da
luz, que dá vida a cores e formas, revelando sombras, contrastes, nuances.

O fascínio pelas imagens desenvolveu instrumentos que reproduzem o mecanismo da visão, como máquinas fotográficas,
microscópios e telescópios, fundamentais para entender melhor o universo.

Embora a visão seja o mais ativo dos sentidos, nem sempre realmente enxergamos o que estamos olhando.

Para que isso aconteça, é preciso contemplar, simplesmente parar e observar cada detalhe, seja de um rosto, de uma paisagem,
seja de um objeto.

Você pode começar por este site, ou qualquer outro. Tente observá-lo na totalidade e relacionar o maior número de informações
visuais...

Note as cores, as áreas com foco e desfocadas, as diferentes expressões e envolva-se através da visão com a emoção suscitada
no momento.

A pele, o maior órgão do corpo humano, responsável pela sensibilidade tátil, e especialmente as mãos expressam intenções,
acariciam, curam, confortam.

Diferentemente de todos os outros sentidos, o tato só é ativado quando tocamos o objeto. Milhares de células entram em ação
para nos informar se é algo quente ou frio, áspero ou macio, fofo, seco, úmido.

Tocar outra pessoa pode ser fonte de sensações que remetem a valores como confiança e aconchego.

Não é à toa que o mais tradicional cumprimento é o aperto de mãos.

Para desenvolver o tato, vale fazer coisas bem gostosas _ por exemplo, cafuné no namorado ou num animal. Sinta a espessura
dos fios, a temperatura da cabeça. Vale também brincar de vestir-se de olhos fechados, reconhecendo as roupas pelo toque e só
abrir os olhos na frente do espelho...

Exercícios deste tipo intensificam nossa capacidade de sentir, ampliam o nível emocional que atribuímos oferecendo e
sentimos recebendo o toque de alguém...

SINEMA 3D PARA ESTIMULAR MOVIMENTO OU EQUILIBRIO


UM TABULEIRO DE TWITER QUE SE MECHE

Tudo vibra e tem ressonância sonora...

O Universo é recheado de sons. Do estrondo do trovão à sutil respiração de uma criança, tudo vibra e tem ressonância sonora,
mesmo que as freqüências mais altas e mais baixas não possam ser distinguidas por nossos ouvidos.

As orelhas, em forma de concha, captam os sons e acionam um sofisticado mecanismo que envolve músculos, membranas e
ossos minúsculos e supersensíveis.

Por ironia da natureza, a melhor forma de aguçar a audição é fazer silêncio e tentar distinguir o máximo de sons internos e
externos. Perceba que todos os sons compõem uma música do cotidiano: a própria respiração, uma canção ao longe, o
barulhinho da colher ao mexer a xícara de café, o ronronar do gato, o sinal de que o elevador chegou, buzinas, sirenes...

MUITO BARULHO SEGUIDO DE UMA INTENSA CALMARIA

SEGUIDO DE MUSICA BARROCA

COMO SE FOSSE UMA VERSAO DE NO LIMITE OU IPERTENSAO

A capacidade de distinguir sabores está ligada ao instinto de sobrevivência e às emoções primárias.

O gosto doce é associado a boas e aconchegantes lembranças; o salgado dá ânimo e forças; o ácido remete à coragem; o
amargo corresponde aos sentimentos contidos e à tristeza.

Os pratos mais refinados conseguem o equilíbrio perfeito desses cinco sabores e vai além deles, criando contrastes de
temperatura, textura e tipos de alimento.

É possível sentir tudo isso graças às papilas gustativas. Elas formam a língua, que decodifica os sabores e nos tenta com as
delícias da gula.

Ativar o paladar exige apenas atenção.

Nas refeições, antes de tocar nos talheres, olhe o prato e perceba cor, cheiro, textura dos alimentos. Depois, feche os olhos,
leve a comida à boca, identifique os temperos e aproveite!!!

Arquitectura:«Estimularossentidos»dentrodeumacabinetelefónica
Reino Unido

Quarta, 07 Maio 2008 18:22

Instalação de Sofia Castelo é a única participação portuguesa no London Festival of Architecture

Já pensou em entrar numa cabine telefónica, daquelas boas e velhas cabines telefónicas vermelhas que marcaram durante
décadas a paisagem das cidades, e mudar de cenário entrando num outro «mundo»? Pois esse é projecto que a arquitecta
paisagista Sofia Castelo leva em Junho próximo ao London Festival of Architecture (LFA) 2008. Só que as cabines são novas e
estarão dotadas de capacidades multimédia.

O projecto Kiosk 2008 foi o único de um arquitecto português a ser


seleccionado para o Festival de Arquitectura de Londres, que decorre de 20 de Junho a 20 de Julho e que tem a pretensão de ser
o maior evento relacionado com arquitectura alguma vez realizado.
Vai estar exposto de 1 a 20 de Julho próximos no Queen's Walk, «uma localização muito privilegiada, directamente a Sul da
Tate Modern», segundo Sofia Castelo.

As cabines telefónicas (como aliás os marcos de correio britânicos) são um dos ícones do mobiliário urbano do século XX,
particularmente de Londres, de onde irradiaram para outras capitais. A primeira das Red Telephone Box inglesas (designada
Kiosk 1) é de 1920, mas oito versões (K1 a K8) foram construídas ao longo do tempo. Aquela que estabeleceu o padrão
definitivo dos modelos posteriores foi a K2, da autoria de Giles Gilbert Scott, um dos três arquitectos escolhidos para
apresentarem os seus projectos a um concurso em 1924.

A cabine telefónica tornou-se de tal modo omnipresente no meio


urbano que, como regista a apresentação do projecto da arquitecta portuguesa no sítio do Festival londrino, «Clark Kent
começou a vestir-se de Superhomem dentro de uma».

Contudo, «com a evolução das técnicas de comunicação, as cabines telefónicas perderam parte da sua função, prevendo-se que
num futuro próximo a percam por completo», diz Sofia Castelo.

«O Kiosk 2008 inspira-se na Red Telephone Box na forma e na medida em que se constitui como um equipamento urbano onde
se entra para estabelecer contacto, não com pessoas, mas com atmosferas específicas. O objectivo do Kiosk é estimular os
sentidos, usando cor, som, olfacto e temperatura na evocação de paisagens identificáveis: mar, deserto, floresta e campos de
alfazemas», acrescenta a arquitecta portuguesa.

«A instalação é uma experiência de três minutos de visão,


audição, cheiro e tacto com uma selecção arbitrária de atmosfera», sintetiza a apresentação do LFA, considerando que Kiosk
2008 «é acerca da nossa percepção do mundo e das correlações que estabelecemos. A contribuição de um elemento urbano
característico - como umaRed Telephone Box - para o carácter de uma cidade é paralela à importância de fenómenos naturais
para a identificação de uma paisagem».

«O objecto é uma cabine multimédia, sendo que estamos a desenvolver o projecto com uma jovem empresa de novas
tecnologias e robótica, a IdMind», explica Sofia Castelo que, autora do projecto, coordenou a equipa que o pôs de pé e que
inclui um outro arquitecto paisagista (João Toscano), um cenógrafo (Paulo Oliveira), um designer industrial (Rafael Marques)
para além dos especialistas de Multimédia e Robótica da Id Mind (Paulo Alvito e Carlos Marques).
Jogos sensoriais: nos quais entram em ação os órgãos do sentidos (cheirar, provar, escutar, tocar, etc)

1) coloca-se uma venda nos olhos das crianças e elas devem adivinhar o cheiro de algum tempero. Ex. pimenta do reino, alho ou
sal.

2) aqui as crianças provarão vários sabores e tentarão adivinhar do que se trata.

3) no terceiro é a vez do som: de olhos vendados, vão dizer a que se refere o barulho feito: sino, violão, porta batendo, etc. Os
jogos sensoriais devem ser feitos sempre com os olhos vendados.

DESENHO CEGO

Jogos sensoriais

Os animais

É importante realizar este jogo num espaço totalmente seguro para as crianças. Todas as crianças devem espalhar-se pelo
ginásio, vendar os olhos e colocarem-se de gatas. O coordenador do jogo deve atribuir um animal a cada criança, mas
estabelecendo pares com o mesmo animal.

O jogo consiste em encontrar a criança que tem o mesmo animal descobrindo apenas com o som que este emita. Não se pode
falar, apenas fazendo sons: latidos, gemidos, etc.

O maquinista

Define-se um grupo com três ou quatro crianças, colocando-as em fila indiana. Todos devem tapar-se a cara menos o último da
fila, que será o maquinista.

As crianças devem andar pelo espaço de jogo com as mãos nos ombros da criança que está à sua frente. E devem ir seguindo as
indicações do maquinista que indicará a direcção que devem tomar com toques nos ombros.
As instruções são: um toque à direita, virar à direita; um toque à esquerda, virar à esquerda; direita e esquerda ao mesmo tempo,
significa parar; dois toques em ambos lados, significa continuar.

Muito cuidado com o espaço a usar. Não deve existir nenhum tipo de perigo.

O desenho nas costas

Dividem-se as crianças em grupos e cada grupo se senta em fila indiana. A última criança, a que está de costas para todos os
seus companheiros, verá um desenho que lhe mostrará o organizador do jogo.

A criança que verá o desenho deverá desenhá-lo nas costas do seu companheiro. Este por sua vez passará ao da frente e assim
sucessivamente até chegar ao primeiro da fila que dirá o que acha que representa o desenho. Devemos tentar que os desenhos
sejam o mais simples possível.

ILUSAO DE OTICA