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Chiptronic Eletrônica do Brasil

Índice

A INJEÇÃO ELETRÔNICA DIESEL 6

GRANDEZAS ELÉTRICAS 8

TENSÃO 8
RESISTÊNCIA 8
CORRENTE 8
POTÊNCIA 8

MULTÍMETRO 8

UTILIZAÇÃO DO MULTÍMETRO. 9

OSCILOSCÓPIO 10

UTILIZAÇÃO DO OSCILOSCÓPIO 10
INTERPRETANDO O OSCILOSCÓPIO 11
AJUSTANDO O OSCILOSCÓPIO 12
OFFSET 12
BASE DE TEMPO 12
ESCALA DE TENSÃO 12
TRIGGER 13

RESISTORES 14

TABELA DE CÓDIGOS DE CORES DE RESISTOR 15

RESISTORES SMD (SURFACE MOUNTING DEVICE) 15

REDE RESISTIVA 16

CAPACITORES 16

COMO TESTAR UM CAPACITOR ELETROLÍTICO? 18


CAPACITOR DE CERÂMICA 18
CAPACITORES DE TÂNTALO. 19

VARISTORES E CIRCUITOS DE PROTEÇÃO 20


Chiptronic Eletrônica do Brasil

CRISTAL PIEZOELÉTRICO 20

DIODOS 21

DIODO RETIFICADOR 21

COMO TESTAR UM DIODO? 22

DIODO ZENER 22

FUNCIONAMENTO BÁSICO 22
DIODOS SMD 23

TRANSISTORES 24

FUNCIONAMENTO DO TRANSISTOR DARLINGTON 24


COMO TESTAR UM TRANSISTOR DARLINGTON? 25
FUNCIONAMENTO DO TRANSISTOR MOSFET 25

REGULADOR DE TENSÃO 26

CIRCUITOS INTEGRADOS (C.I) 27

MEMÓRIAS 28

MASCARAS DE COMPONENTES “MOTOROLA® E BOSCH®” 29

SOLDAGEM DE COMPONENTES PTH E SMD 30

SOIC/PSOP/PLCC E DIP 30

REPARO DE CENTRAIS DIESEL 31

ESTRATÉGIA DE FUNCIONAMENTO DAS ECUS 31

ESQUEMA ELÉTRICO 34

SIMBOLOGIA DOS ESQUEMAS ELÉTRICOS 35


Chiptronic Eletrônica do Brasil

PROGRAMADOR DE EPROM 36

LEITURA DE UM ARQUIVO 36
PROGRAMAÇÃO DE UM ARQUIVO 39
O QUE É UM CHECKSUM? 41
EDIÇÃO DE ARQUIVOS EM HEXADECIMAL 42

USO DO NEW GENIUS COMO PROGRAMADOR 43

NEW TRASDATA 43

SIMULADOR PARA CENTRAIS (TRUCK TEST) 44

MAPEAMENTO DE CENTRAIS 45

MERCEDES BENZ OM904 SISTEMA PLD 46

DESCRIÇÃO DO CONECTOR DA ECU (55 VIAS) 47


DESCRIÇÃO DOS CONECTORES DA ECU (16 VIAS) 48
VISÃO GERAL DOS COMPONENTES (OM904) 49
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 50
CIRCUITO DAS UNIDADES INJETORAS (U.I) 51
CIRCUITO COMUM DAS U.IS (OM904) 52
SINAIS ELÉTRICOS INDIVIDUAL DAS U.I (OM 904) 53
SINAIS ELÉTRICOS COMUM DAS U.I (OM 904) 54
REGULADOR DE TENSÃO (PLD OM904) 55
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 56
SINAIS ELÉTRICOS CIRCUITO ROTAÇÃO E FASE 57
CIRCUITO DO DECODIFICADOR DE REDE CAN 58
SINAIS ELÉTRICOS DO DECODIFICADOR REDE CAN 59
CIRCUITO DE RELÉ DE PARTIDA 60
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO RELÉ DE PARTIDA 61

MERCEDES BENZ OM906/457 SISTEMA PLD 62

PLD OM906/457 63
DESCRIÇÃO DO CONECTOR DA ECU (55 VIAS) 63
DESCRIÇÃO DO CONECTOR ECU (16 VIAS) 64
VISÃO GERAL DOS COMPONENTES (OM906/457) 65
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 66
CIRCUITO DAS UNIDADES INJETORAS (U.I) 67
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CIRCUITO COMUM DAS U.IS (OM906) 68


SINAIS ELÉTRICOS INDIVIDUAL DAS U.I (OM 906/457) 69
SINAIS ELÉTRICOS COMUM DAS U.I (OM 906/457) 70
REGULADOR DE TENSÃO (PLD OM906/457) 71
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 72
SINAIS ELÉTRICOS CIRCUITO ROTAÇÃO E FASE 73
CIRCUITO DO DECODIFICADOR DE REDE CAN 74
SINAIS ELÉTRICOS DO DECODIFICADOR REDE CAN 75
CIRCUITO DE RELÉ DE PARTIDA 76
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO RELÉ DE PARTIDA 77

MERCEDES BENZ OM 457 SISTEMA MR 78

DESCRIÇÃO DO CONECTOR DA ECU (55 VIAS) 79


DESCRIÇÃO DO CONECTOR DE 16 VIAS 80
DESCRIÇÃO GERAL DOS COMPONENTES 81
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 82
CIRCUITO DAS UNIDADES INJETORAS (U.I) 83
CIRCUITO COMUM DAS U.IS (MR 457) 84
SINAIS ELÉTRICOS INDIVIDUAL DAS U.I (OM 906/457) 85
SINAIS ELÉTRICOS COMUM DAS U.I (OM 906/457) 86
REGULADOR DE TENSÃO (MR 906/457) 87
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 88
SINAIS ELÉTRICOS CIRCUITO ROTAÇÃO E FASE 89
CIRCUITO DO DECODIFICADOR DE REDE CAN 90
SINAIS ELÉTRICOS DO DECODIFICADOR REDE CAN 91
CIRCUITO DE RELÉ DE PARTIDA 92
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO RELÉ DE PARTIDA 93

SCANIA MS 6.2 94

DESCRIÇÃO DOS CONECTORES (A 35 VIAS E B 35 VIAS) 95


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES (MS 6.2 SCANIA) 96
DESCRIÇÃO DOS COMPONENTES (MS 6.2 SCANIA) 97
CIRCUITO DAS UNIDADES INJETORAS 98
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO DAS UNIDADES INJETORAS 99
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 100
SINAIS ELÉTRICOS DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE 101

FORD EDC 07 CUMMINS 4 E 6 CILINDROS 102

DESCRIÇÃO DO CONECTOR A (16 VIAS ) E CONECTOR C (36 VIAS) 103


DESCRIÇÃO DO CONECTOR B (89 VIAS) 104
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VISÃO GERAL DOS COMPONENTES EDC 07 (FRENTE) 105


DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES EDC 07(FRENTE) 106
VISÃO GERAL DOS COMPONENTES EDC 07 (VERSO) 107
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 108
CIRCUITO DOS INJETORES 109
SINAIS ELÉTRICOS DOS INJETORES (CRIN) 110
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 112
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO ROTAÇÃO E FASE DO MOTOR 113
CIRCUITO DE COMUNICAÇÃO PROTOCOLO J1939 DATA LINK 114
SINAIS ELÉTRICOS DA COMUNICAÇÃO J1939 115

VOLVO D12C TEA 116

DESCRIÇÃO DO CONECTOR A E B ( 36 VIAS CADA) 117


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES 118
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 119
UNIDADES INJETORAS 120
COMUM DAS UNIDADES INJETORAS 121
SINAIS ELÉTRICOS DOS CIRCUITOS UNIDADES INJETORES 122
SINAIS ELÉTRICOS COMUM DAS UNIDADES INJETORAS 123

VOLVO D12D TEA V2 124

DESCRIÇÃO DO CONECTOR A E B (36 VIAS CADA) 125


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES 126
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 127
UNIDADES INJETORAS 128
COMUM DAS UNIDADES INJETORAS 129
SINAIS ELÉTRICOS DOS CIRCUITOS UNIDADES INJETORES 130
SINAIS ELÉTRICOS COMUM DAS UNIDADES INJETORAS 131

VW EDC 16C8 SISTEMA COMMON RAIL 132

DESCRIÇÃO DO CONECTOR 94 VIAS 133


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES 134
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES 135
VISÃO GERAL DOS COMPONENTES (VERSO) 136
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES (VERSO) 137
DESCRIÇÃO DETALHADA DO CIRCUITO DOS INJETORES 138
SINAIS ELÉTRICOS DOS INJETORES (CRIN) 139
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO COMUM DOS INJETORES 140
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR 141
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO DE ROTAÇÃO 142
Chiptronic Eletrônica do Brasil

GM EDC16C9 SISTEMA COMMON RAIL 143

DESCRIÇÃO DO CONECTOR 96 VIAS 144


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES EDC 16C9 145
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES (EDC 16C9) 146
VISÃO GERAL 16C9 (VERSO) 147
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES (VERSO) 148
DESCRIÇÃO DETALHADA DO CIRCUITO DOS INJETORES 149
SINAIS ELÉTRICOS DOS INJETORES (CRIN) 150
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO COMUM DOS INJETORES 151
CIRCUITO DO SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR 152
SINAIS ELÉTRICOS DO CIRCUITO DE ROTAÇÃO 153

FORD SIEMENS SID 901 SISTEMA COMMON RAIL 154

DESCRIÇÃO DO CONECTOR A, B E C 155


VISÃO GERAL DOS COMPONENTES SID 901 (FRENTE) 156
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DO COMPONENTE SID 901 156
VISÃO GERAL DOS COMPONENTES SID 901 (VERSO) 157
DESCRIÇÃO E FUNÇÃO DOS COMPONENTES SID 901 (VERSO) 158
ROTEIRO BÁSICO DE DIAGNÓSTICO DE ECU 159

ACRÔNIMOS DA ELETRÔNICA EMBARCADA 160

ANOTAÇÕES 162

© Copyright – Todos os direitos reservados.


Este material foi produzido pelo Setor de Cursos da CHIPTRONIC, e sua reprodução, total ou parcial, é proibida sem
a autorização da empresa.
Chiptronic Eletrônica do Brasil

A INJEÇÃO ELETRÔNICA DIESEL

O Gerenciamento Eletrônico dos motores Diesel, mais conhecido como Injeção Eletrônica Diesel
de fato foi um avanço tecnológico nessa área da linha Pesada. Com características muito semelhantes a da
injeção eletrônica da linha leve, a injeção eletrônica Diesel, foi desenvolvida com o objetivo de melhorar o
desempenho, consumo e com certeza a Emissão de Poluentes dos veículos equipados com o motor ciclo
Diesel. Nesse material didático abrangeremos os diferentes sistemas de Injeção Diesel e suas respectivas
características, bem como a sua evolução no decorrer dos anos.

Eles serão apresentados desde o primeiro Sistema de Injeção Eletrônica Diesel que é denominado de
EDC (Controle Eletrônico Diesel) utilizados nos caminhões Volvo desde o ano de 1994, posteriormente o
sistema UI (Unidade Injetora) utilizados pela Volvo e Caterpillar, também observaremos o Sistema PLD
(Bomba, Tubo e Injetor) que equipa os caminhões da Mercedez Benz no final da década de 90 e finalmente o
Common Rail (Tubo distribuidor comum aos injetores) que encontramos nos caminhões Volkswagen, Ford e
caminhonetes Ford e GM.

Analisaremos também algumas particularidades dos Sistemas que serão uteis na hora de fazer a
reparação das ECUs.

Outro ponto importante nesse assunto é com respeito ao diagnóstico dos Módulos de Sistemas de Injeção
Diesel. É possível efetuar um diagnostico preciso nesses sistemas?

Abordaremos essa questão e veremos o quão simples se torna o diagnóstico de defeitos nesses sistemas e
principalmente como buscar os componentes responsáveis por cada ação dentro do Modulo através do
mapeamento. Com essa técnica torna-se possível fazer diagnósticos, e entender o tráfego dos sinais dentro
de cada módulo.

Esperamos que esse material aqui apresentado seja de ajuda a todos os que buscam o conhecimento
sobre reparo de Centrais de Sistemas de Injeção Eletrônica Diesel, e que possa auxiliar ainda mais no seu
trabalho.

Portanto o incentivo é que todos procurem tirar todas às duvidas que tenha sobre o assunto e não desistir
de trabalhar nessa mais nova área de atuação, o Reparo de Centrais Diesel.

Chiptronic Eletrônica do Brasil.


Eletrônica Básica

GRANDEZAS ELÉTRICAS
Antes de qualquer outra coisa precisamos saber exatamente o que são grandezas elétricas e suas
respectivas funções dentro de circuito eletrônico. Podemos dizer que as principais grandezas elétricas são:
Tensão, Resistência, Corrente e Potência. Veja o que cada uma significa:

Tensão Corrente
Tensão elétrica (denominada por ∆V), também A corrente elétrica é o fluxo ordenado de
conhecida como diferença de potencial (DDP) partículas portadoras de carga elétrica, ou
ou voltagem, é a diferença de potencial também, é o deslocamento de cargas dentro de um
elétrico entre dois pontos ou a diferença condutor, quando existe uma diferença de
em energia elétrica potencial por unidade de carga potencial elétrico entre as extremidades. Tal
elétrica entre dois pontos. Sua unidade de medida deslocamento procura restabelecer o equilíbrio
é o volt (em homenagem ao físico desfeito pela ação de um campo elétrico ou outros
italiano Alessandro Volta). meios (reação química, atrito, luz, etc.).

Resistência Potência
Resistência elétrica é a capacidade de um corpo Potência elétrica pode ser definida como o
qualquer se opor à passagem de corrente trabalho realizado pela corrente elétrica em um
elétrica mesmo quando existe uma diferença de determinado intervalo de tempo. A unidade de
potencial aplicada. Seu cálculo é dado pela medida de Potência é o Watt
Primeira Lei de Ohm, e, segundo o Sistema
Internacional de Unidades (SI), é medida
em ohms.

MULTÍMETRO
Com o multímetro é possível realizar as medições das grandezas elétricas e em alguns multímetros há
ainda em sua aplicação funções como: temperatura em Celsius e Fahrenheit, teste de semicondutores
(diodos), teste de continuidade de condutores e percentual de sinais Duthy Cicle.

Simbologia do Multímetro:

Resistência Elétrica: Unidade de Medida é o Ohms

Tensão de Corrente Contínua: Unidade de Medida é o Volts

Tensão de Corrente Alternada: Unidade de Medida é o Volts

Corrente Elétrica Contínua: Unidade de Medida é o Ampère

Semicondutores (Diodos) e Continuidade de Condutores

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Eletrônica Básica

Utilização do Multímetro.
Para medir Tensão de corrente contínua
devemos:

1º- Colocar o multímetro na escala de Tensão


Contínua.

2º- Colocar as pontas de prova corretamente na


fonte que desejamos medir a Tensão, lado positivo
ponta vermelha, lado negativo ponta preta.

Para medir Resistência elétrica devemos:

1º- Colocar o multímetro na escala de resistência e


retirar o Resistor da placa para não haver
interferência de outros componentes no valor do
componente.

2º- Colocar as duas pontas do multímetro nas


extremidades do componente para obteremos o
valor de resistência.

Para Medir Corrente elétrica devemos:

1º- Abrir o circuito elétrico de um consumidor

2º- Colocar a ponta vermelha na extremidade do


circuito que está aberto e a ponta preta na outra
extremidade como mostra a figura.

Obs.: Teste de Corrente deve ser feito por no


máximo Dez segundos e para uma corrente máxima
de Dez ampères.

Para medir Diodo e Continuidade de um


condutor devemos:

1º- Colocar o multímetro na escala de diodo e


continuidade (bip).

2º- No caso do diodo devemos atentar a polaridade,


ponta vermelha no lado positivo do diodo e ponta
preta no negativo.

3º- Teste de continuidade de condutor elétrico não


tem polaridade, se o condutor estiver rompido não
escutaremos o sinal sonoro (bip).

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Eletrônica Básica

OSCILOSCÓPIO
Utilização do Osciloscópio

O osciloscópio é um equipamento essencial no reparo de centrais eletrônicas, pois com ele é possível
fazer diagnósticos quanto ao tráfego de sinais elétricos no circuito elétrico.

Por exemplo; com ele podemos identificar se o processador está enviando o pulso de disparo de uma
bobina, se esse pulso está saindo do componente responsável e se está chegando até o conector do bocal da
Central.

Botões do osciloscópio:
1. Entrada do carregador
2. Porta serial.
3. Porta USB.
4. Luz do display (on/off).
5. Botão de Liga/desliga o aparelho.
6. Botão de medidas em Ampère (Multímetro).
7. Botão de medidas em Volts (Multímetro).
8. Botão de medidas de Resistência (Multímetro).
9. Botão movimento/mudança esquerdo (display).
10. Botão movimento/mudança direito (display).
11. Botão de opções (display).
12. Botão movimento/mudança p/baixo (display).
13. Botão movimento/mudança p/cima (display).
14. Botão de mudança osciloscópio/multímetro.
15. Botão de ajuste automático do OSC. (AC/DC).
16. Botão de congelamento do sinal.
17. Botão de mudança p/baixo de itens no menu.
18. Botão da barra do menu.
19. Botão de mudança p/cima de itens no menu.
20. Botões de Funções F1 a F5 do display ou menu.

. Vejamos agora como podemos utilizar o osciloscópio e quais são seus ajustes mais importantes. Com
esse entendimento será possível interpretar qualquer sinal em qualquer osciloscópio

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Eletrônica Básica

Interpretando o Osciloscópio

Antes de fazer a leitura dos parâmetros da forma de onda medida, temos de verificar qual é o valor do
ajuste da base de tempo e da escala de tensão que estão configuradas. No exemplo a seguir temos:

Base de tempo: é igual 10 ms por divisão. Significa que a varredura horizontal leva 10 ms para varrer o
espaço de uma divisão horizontal da tela.

Escala de tensão: 5 V por divisão. Significa que uma variação de 5 V no sinal de entrada corresponde a uma
divisão vertical da tela.

Então, podemos concluir que:

1. A amplitude do sinal é (2 divisões) x (5 V por divisão) = 10 V


2. A largura do pulso negativo é (1 divisão) x (10 ms por divisão) = 10 ms
3. A largura do pulso positivo é (2 divisões) x (10 ms por divisão) = 20 ms
4. O período é (3 divisões) x (10 ms por divisão) = 30 ms
Uma vez que estas informações são medidas na tela do osciloscópio, podemos calcular facilmente dados
como freqüência, ciclo de trabalho etc. Alguns osciloscópios calculam automaticamente os parâmetros mais
comuns.

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Eletrônica Básica

Ajustando o Osciloscópio
Os osciloscópios possuem basicamente 4 ajustes principais:
1. Offset
2. Base de tempo
3. Escala de tensão
4. Trigger

Offset
Com este ajuste podemos deslocar verticalmente a forma de onda na tela do osciloscópio. Assim,
podemos fazer com que o eixo X da forma de onda desenhada fique no centro da tela ou em outra posição,
de acordo com nossa conveniência.

Base de tempo
Com este ajuste podemos escolher a velocidade da varredura horizontal da tela. Veja que nas duas
medições o período da forma de onda é de 30 ms.

Escala de tensão
Com este ajuste podemos escolher qual valor da tensão do sinal de entrada que será representado por
cada divisão vertical da tela. Veja que nas duas medições o valor da amplitude da tensão é de 10 V.

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Eletrônica Básica

Trigger
O trigger (gatilho) é um recurso que sincroniza a base de tempo do osciloscópio com o sinal medido,
evitando o deslizamento horizontal do traço. Isto faz com que o desenho do traço da forma de onda medida
fique estável na tela. A figura abaixo ilustra uma medição com o trigger mal configurado e, à direita, a
mesma medição com o trigger bem configurado. Com o trigger ativo, o osciloscópio pára de desenhar a
forma de onda toda vez que a varredura chega no extremo direito da tela e só começa a desenhar o novo
traço caso o evento de trigger ocorra. Isto faz com que a forma de onda seja sempre desenhada a partir do
mesmo ponto. O evento de trigger ocorre quando a forma de onda medida atinge o valor e a direção
(crescente ou decrescente) determinados pelo usuário.

Tipos de Ondas Comuns

Com o Osciloscópio podemos observar o sinal elétrico na sua amplitude mínima e máxima, observar os
ciclos e a frequência com que ocorre o sinal, além de analisarmos a integridade desse sinal
(se não há interrupções).

Por essas características o Osciloscópio também se torna um equipamento indispensável no diagnóstico


de defeitos nas Centrais.

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Eletrônica Básica

RESISTORES
Os resistores são elementos que apresentam uma
dificuldade a passagem de eletricidade e esses elementos podem
ter uma resistência fixa ou variável. A Resistência elétrica é
medida em Ohms (Ω).

Os resistores tem uma propriedade muito peculiar: quanto


maior a seu valor, menor será a corrente elétrica que passa por
ele.

Existem muitos tipos de resistores utilizados, e na grande maioria são muitos pequenos para
carregarem em seu corpo o seu valor nominal. Desta forma, os fabricantes utilizam código de cores ou
códigos numéricos para informar seu valor.

Resistores menores ainda, que geralmente são do tipo SMD, soldados diretamente na placa nem
sempre tem seu valor nominal impresso no corpo, sendo necessário recorrer ao manual técnico do
equipamento para saber valor correto.

Simbologia do resistor

Como Fazer a Leitura de um Resistor?


Ao fazer um a leitura de um resistor de quatro faixas de cores é preciso atenção, pois há uma cor que
geralmente é mais próxima da extremidade do que a outra e esta será a primeira a ser considerada na leitura.

Após identificar a cor mais próxima da extremidade podemos associá-la ao primeiro dígito do valor do
resistor, a segunda cor é o segundo dígito do valor e terceira é multiplicador. Por exemplo

Para um resistor que tiver as faixas das cores


marrom, preto e vermelho teremos um valor
COR DAS FAIXAS NUMERO
nominal de 1000 Ω, pois o vermelho é o
Marrom 1
Preto 0 multiplicador.
Vermelho x 100Ω
Assim temos o valor dos dígitos 10 multiplicado
por 100Ω, resultando em 1000 Ω.
Dessa maneira simples poderemos calcular qualquer valor de resistores inclusive os de 5 cores, pois
também não fogem a regra, somente adiciona-se um dígito na sua verificação de cálculos. Veja o exemplo
na página seguinte.

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Eletrônica Básica

Tabela de Códigos de Cores de Resistor


Abaixo temos uma tabela descrevendo os dígitos e multiplicadores que podemos encontrar de acordo
com as cores existentes nos resistores.

RESISTORES SMD (Surface Mounting Device)


À medida que o tempo passa menores são os equipamentos eletrônicos, e consequentemente os
componentes também acompanham esse desenvolvimento.

Hoje dentro dessa filosofia encontramos facilmente resistores SMD, onde esses componentes são
pequenos, soldados na superfície da placa e possuem em seu corpo o valor nominal mais na forma de um
código numérico ao invés de cores.

Numero do resistor Dígito


1

0
x 100Ω

Um resistor SMD com o valor igual a 102 podemos associar os dois primeiro números como dígito (10)
e o número dois é o multiplicador (100Ω) totalizando 1000Ω.

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Eletrônica Básica

REDE RESISTIVA
Uma Rede Resistiva nada mais é que vários resistores interligados dentro de um único
encapsulamento, sendo um terminal comum para todos. É usado em circuitos que exigem economia de
espaço dentro da placa. Uma Rede Resistiva é comumente aplicada nas ECUs Japonesas, como Honda Civic,
Toyota, Mitsubishi e outros.

CAPACITORES
O Capacitor é um componente usado em quase todas as placas eletrônicas. Ele permite armazenar cargas
elétricas na forma de um campo eletrostático e mantê-la durante certo tempo, mesmo que a alimentação seja
retirada do circuito. Os Capacitores são usados em fontes de alimentação e em muitas placas eletrônicas
principalmente nas ECUs.

A função mais comum de um Capacitor é estabilizar a corrente elétrica evitando oscilações que podem
de certa danificar outros componentes dentro da placa.

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Eletrônica Básica

Escala de valor dos Capacitores Eletrolíticos e sua Estrutura interna.


Observamos nessa imagem que podemos
encontrar capacitores com valores que devem
ser respeitados caso troquemos por outro.

Escala de submúltiplos do capacitor

F Farad
mF mili Farad 150 uF 450 V
uF micro Farad
nF nano Farad
pF pico Farad

O capacitor eletrolítico é formado por duas placas condutoras separadas por um isolante chamado de
Dielétrico. As placas servem para armazenar cargas elétricas provenientes da fonte de alimentação.

Quando aplicada uma tensão nos terminais do capacitor eletrolítico armazena cargas elétricas negativas
em uma placa e positiva em outra.

Observe a estrutura interna dos capacitores Eletrolíticos

A capacitância é uma quantidade Isolante plástico


escalar que expressa à capacidade que um
material tem de armazenar energia Alumínio
elétrica na forma de carga elétrica
Placa Metálica
Os capacitores eletrolíticos de
alumínio geralmente vêm com a Dielétrico
indicação da polaridade, pois devido à
construção interna que utiliza um
eletrólito líquido que forma vapor, os
capacitores eletrolíticos de alumínio não
podem ser ligados com terminais de
polaridade invertidos sob o risco de Terminais
explodirem.

Além da capacitância, a especificação dos capacitores deve incluir a tensão de operação. Em geral, o
valor da tensão de trabalho dos capacitores tem uma relação inversa com a capacitância, isto é, quanto maior
a tensão de trabalho, menor o valor da capacitância e vice-versa. Isto se deve às características construtivas
dos capacitores: para obter valores elevados de capacitância, os capacitores possuem internamente uma
pequena distância entre eletrodos, fazendo com que a máxima tensão que o capacitor suporta seja limitada
pela rigidez dielétrica do material.

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Eletrônica Básica

Como testar um Capacitor Eletrolítico?

Com o Multímetro na escala de Continuidade, coloque a ponta preta no terminal negativo do Capacitor
(o lado negativo do capacitor geralmente vem com uma faixa de referência para indicá-lo) e ponta vermelha
no outro terminal. Observaremos que o multímetro irá dar um aviso sonoro (bip) e logo em seguida parar;
repita a operação invertendo agora os terminais do capacitor colocando a ponta vermelha no terminal
negativo e ponta preta no positivo e perceba que também haverá um aviso sonoro (bip) que logo cessará.

Esse procedimento nos indica que o capacitor está fazendo a função ao qual foi projetado, armazenado
cargas elétricas e descarregando as mesmas.

Capacitor de Cerâmica

O capacitor de cerâmica tem como principal característica filtrar ruídos ou picos de tensão no circuito ao
qual ele está ligado. Eles geralmente não têm polaridade, desse modo não precisamos nos preocupar caso
troquemos um capacitor de um determinado circuito.

Uma grande dificuldade que temos com respeito ao capacitor de cerâmica do modelo SMD, é que por
ser muito pequeno não possui seu valor de capacitância impresso no seu corpo, nesse caso, se constatado
defeito, podemos pegar um com o mesmo tamanho e cor e colocá-lo no lugar do capacitor avariado.

Já nos capacitores de cerâmica convencionais, é possível decifrar o seu código numérico e saber o seu
valor de capacitância. A identificação é da mesma forma que a dos resistores SMD, visto nas páginas
anteriores dessa apostila.

No caso do capacitor de cerâmica ao lado vamos


calcular da seguinte forma;
Primeiro dígito
Os números Um e Zero mantemos, pois são dígitos.
Segundo dígito
Multiplicador Já o número Quatro é o fator multiplicativo, e
Tolerância
analisando a mesma tabela de código de resistores
percebemos que o multiplicador equivale a 10.000 só
que nesse caso não são 10.000Ω, mais sim 10.000pf.

Dessa maneira o cálculo do capacitor se dá assim como


no resistor:

10 x 10.000pF = 100.000pF aplicando a regra de


Múltiplos e Submúltiplos esse valor será igual a 100nF

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Eletrônica Básica

Tolerância dos Capacitores de Cerâmica


Assim como nos resistores que tem tolerância, ou seja, uma margem de variação do seu valor nominal,
no caso dos capacitores de cerâmica também há tolerância, e esses valores geralmente são representados por
uma letra. Abaixo segue uma tabela de valores de tolerância:

Até 10 pF Acima de 10 pF

B = ± 0,10pF G = ± 2%
C = ± 0,25pF H = ± 3%
D = ± 0,50pF J = ± 5%
F = ± 1pF K = ± 10%
M = ± 20%
P = + 100% -0%
S = + 50% -20%
Z = + 80% -20%

Capacitores de Tântalo.
Este tipo de capacitor é feito à base de um composto chamando tântalo ou tantálio. Os capacitores de
tântalo possuem grandes valores de capacitância semelhante aos de óxido de alumínio (eletrolítico)

Os capacitores de tântalo são superiores ao eletrolítico no quesito temperatura e frequência de operação,


são um pouco mais caros e são muito encontrados nas Centrais de injeção e aparelhos que necessitam de alta
frequência, como os celulares.

Capacitores são classificados de acordo com o material usados como dielétrico. Os seguintes tipos de
dielétricos são usados:

Cerâmica – valores baixos até cerca de 1µF.


Poliestireno – geralmente na escala de pico Farads.
Poliéster – de aproximadamente 1 nF até 1000000 µF.
Polipropileno – baixa perda, alta tensão, resistente a avarias.
Tântalos – compacto, dispositivo de baixa tensão, de até 100 µF aproximadamente.
Eletrolítico – de alta potência, compacto, mais com muita perda, na escala de 1 µF a 1000 µF

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VARISTORES E CIRCUITOS DE PROTEÇÃO


Os Varistores são componentes eletrônicos contra picos de tensão provenientes da fonte
cujo valor de resistência elétrica é uma função de (Bateria ou Alternador). Desse modo eles são
tensão aplicada nos seus terminais. À medida que montados em paralelo ao circuito que se deseja
a tensão sobre o Varistor aumenta, a resistência proteger e por apresentarem uma característica de
elétrica interna diminui. ―limitador de tensão‖, impedem que surtos de
pequena duração cheguem ao circuito. Quando há
Os Varistores são geralmente encontrados em uma corrente muito alta, o Varistor funciona como
circuito de proteção de uma placa, pois sua única e um ―fusível‖ rompendo-se e desconectando o
exclusiva função é proteger os outros componentes circuito da fonte de alimentação
.

Simbologia do Varistor

CRISTAL PIEZOELÉTRICO
O cristal é um componente que gera um sinal de frequência invariável (clock) para o processador a fim
de mantê-lo funcionando. Esse sinal gerado pelo cristal é sempre o mesmo independente da velocidade do
veiculo, tensão da bateria ou outros fatores que podem interferir no funcionamento do veiculo.

Fazendo uma analogia bem interessante, podemos comparar o cristal a um coração, o coração do
processador, pois ele vai ficar excitando o mesmo para que não pare de funcionar. Este sinal é tão vital, que
sem ele a ECU para completamente.

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DIODOS
O diodo é um dispositivo ou componente eletrônico composto de um material semicondutor de silício
ou germânico numa película cristalina cujas faces opostas são dopadas por diferentes gases durante sua
formação (elétrons e lacunas).

Existem dois tipos de diodos o Retificador e o Zener, onde ambos possuem polaridade em sua aplicação
na placa para que façam a suas funções.

Zona de Depleção

DIODO RETIFICADOR
Diodo retificador é um componente eletrônico unidirecional, ou seja, conduz corrente elétrica em
apenas um sentido. A principal função é de retificar o sinal. É o tipo mais simples de componente eletrônico
semicondutor, usado como retificador de corrente elétrica em transformadores e outros.

Temos duas situações que podemos polarizar o diodo ―POLARIZAÇÃO DIRETA e INVERSA‖.

Diodo Polarizado Diretamente Diodo Polarizado Inversamente

Zona de depleção diminui e o diodo Zona de depleção aumenta e o diodo


conduz a corrente não conduz corrente

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Como Testar um Diodo?

Internamente o diodo tem uma barreira (zona de depleção) que


separa os dois elementos, essa barreira faz com que se tenha uma
queda de tensão quando o diodo é polarizado diretamente (como a
imagem acima), essa queda de tensão pode variar de diodo para
diodo, e também do material que é feito (silício ou germânio).
Generalizando quando formos testar o componente, a medida ideal
é que o valor fique entra 0,2v a 0,8v (utilizando o multímetro na escala de semicondutores).

Teste: coloque o multímetro na escala de semicondutores em seguida coloque a ponta vermelha do


multímetro no terminal positivo do diodo, e a ponta preta no terminal negativo. Observe que o valor no
multímetro será de 0,2v a 0,8v. Caso apareça um valor diferente o componente ou caso não apareça valor
algum o componente está avariado.

Obs.: Sempre o lado que tiver à faixa indicará o terminal negativo (Catodo).

DIODO ZENER
Os diodos zeners têm características singulares, que os tornam adequados para manter uma determinada
tensão fixa em um circuito. Sabemos que as tensões encontradas nas tomadas domésticas costumam
apresentar variações. Por outro lado os aparelhos eletrônicos precisam de tensões constantes para trabalhar
adequadamente. Para manter a tensão constante nos circuitos eletrônicos, existem alguns dispositivos, sendo
os mais comuns os diodos zeners. Em conjunto com outros componentes eles podem receber tensões que
variam e "transformá-las" em tensões constantes.

Funcionamento Básico

Quando polarizado diretamente, um diodo Zener conduz como um diodo retificador, ou seja, a partir de
aproximadamente 0,6V de tensão entre os seus terminais começa a haver a circulação de uma corrente. Nesta
situação a tensão se estabiliza em aproximadamente 0,7V. A grande diferença entre os diodos retificadores e
os diodos Zener está na região de polarização negativa. Os diodos convencionais suportam a tensão reversa
até um determinado limite. Vale lembrar que, quando polarizado inversamente, um diodo não conduz. No
entanto, quando chega ao limite de tensão reversa que o diodo suporta, o mesmo conduz de forma muito
intensa e acaba logo se queimando quando chega na região de avalanche.

O diodo Zener, quando é submetido à polarização inversa, apresenta funcionamento semelhante ao


retificador, exceto pelo fato de não queimar. Quando conduz inversamente ele ainda está distante da tensão
de ruptura. Outra característica importante é que a tensão de condução inversa (tensão Zener) pode ser
escolhida pelo fabricante, dependendo da dopagem aplicada.

Aplicações
Normalmente o diodo zener é utilizado como referência de tensão em fontes de alimentações.

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Exemplo de Aplicações de um Diodo Zener no Circuito

16v 10v 6v 6v

Zener de 10v Zener de 10v

Tensão Aplicada maior que a do Tensão Aplicada menor que a do Zener,


Zener, ele conduz e estabiliza. ele não conduz e não estabiliza.

Diodos SMD
Seguem a mesma lógica dos resistores SMD, onde, à medida que os equipamentos eletrônicos foram
ficando menores, os componentes internos também e consequentemente os diodos seguiram a mesma linha
ficando pequenos e para economizar espaço foram soldados diretamente na superfície da placa. Porém o
teste e valores são iguais aos Diodos do tipo PTH (convencionais).

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TRANSISTORES

A história do transistor — também conhecido como ―transístor‖ — começou já no tempo em que eram
utilizadas válvulas nos computadores. O foco das pesquisas da época era justamente o aperfeiçoamento e
redução do tamanho das válvulas, além do aumento de sua eficiência, pois elas consumiam muita energia.

Portanto, era necessário que as válvulas fossem substituídas por um novo componente menor e mais
barato. As pesquisas militares começavam a ficar cada vez mais complexas e demandavam que os
computadores tivessem seu tamanho reduzido e pudessem trabalhar em frequências maiores. As válvulas não
eram capazes disso, levando os cientistas a procurarem outros componentes.

Em novembro de 1947, os cientistas do laboratório da Bell Telephone descobriram o transistor, apesar


de suas pesquisas tentarem ir para outra direção. Eles verificaram que quando aplicada certa tensão a um dos
terminais do componente, o sinal que saía no outro terminal era amplificado. Sendo assim, o transistor se
tornou o responsável pela amplificação de sinal, além de servir como um controlador que interrompe ou
libera a passagem de corrente elétrica.

Seu baixo custo permitiu que se transformasse num componente quase universal para tarefas não
mecânicas. Os transistores hoje em dia têm substituído quase todos os dispositivos eletromecânicos na
maioria dos sistemas de controle, e aparecem em grandes quantidades em tudo que envolva eletrônica desde
os computadores aos carros.

Funcionamento do Transistor Darlington

Todo transistor possui três terminais, Coletor, Base e Emissor. Um dos terminais recebe a tensão elétrica
(Base), e os outros enviam o sinal amplificado (Coletor para o Emissor). O terminal ―Base‖ é o responsável
pelo controle desse processo, pois a corrente elétrica entra e sai pelos ―Coletor e Emissor‖ somente quando é
aplicada tensão elétrica no terminal ―Base‖.

Para simplificar, podemos pensar no transistor como uma torneira. O lado do cano que vem da rua é o
terminal de entrada (Coletor) e o lado de onde sai à água é o terminal de saída (Emissor). Quando você abre
ou fecha a torneira, sua mão atua como o terminal (Base). No entanto devemos lembrar que nos transistores
Darlington só há dois estágios, ou estará ligado ou desligado, comparando novamente com a torneira, ou
estará totalmente aberta ou totalmente fechada.

Base

Coletor

B Emissor
C
E

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Como Testar um Transistor Darlington?

OBS: Usar o multímetro na escala de Semicondutores.

1° teste: a ponta vermelha deve estar na BASE como referência e quando estiver medindo não deverá
ser removida, coloque a ponta preta no COLETOR a medida deverá ser de 0,3V a 0,8v. Depois coloque
a ponta preta no EMISSOR e a medida será maior que 0,7V.

2° teste coloque a ponta preta no COLETOR ou na carcaça, e a ponta vermelha na BASE e a medida
será de 0,3 a 0,8v. Depois coloque a vermelha no EMISSOR a medida também deverá ser de 0,3v a
0,8V.

Nenhum dos terminais deverá estar em curto.

Funcionamento do Transistor Mosfet

Fisicamente ele é igual ao transistor Darlington, mais internamente têm mudanças. O transistor Mosfet
faz um controle da corrente que circula entre os terminais de ―Source” e ―Dreno”, através da tensão
aplicada no terminal ―Gate”. Os códigos de aplicação dos Transistores Mosfet geralmente têm as inicias
IRF, 2SK e BUZ.

Quando é aplicada uma tensão ao terminal ―Gate‖, ele permite que a corrente elétrica circule pelos
outros terminais ―Source‖ e ―Dreno‖. A quantidade de tensão aplicada ao ―Gate‖ (ou terminal de controle)
determinará qual será a intensidade da corrente que sairá pelo terminal. Se nenhuma tensão for aplicada ao
terminal de controle, não há circulação de corrente elétrica.

Comparando novamente a uma torneira que quanto mais você abre o registro mais água tende a sair,
assim se dá com o transistor Mosfet, quanto maior a tensão aplicada no terminal Gate, maior será a corrente
elétrica que circulará do Source para o Dreno.

IRF; inicias dos transistores Mosfet

G: Gate

D: Dreno

S: Source

GDS

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Como Testar um Transistor Mosfet?


Com o multímetro na escala de semicondutor coloque a ponta vermelha no terminal de SOURCE e a
outra ponta preta coloque no terminal de DRENO a medida será de 0,3V a 0,8v.

Nenhum dos terminais deverá estar em curto.

LEMBRETE: Para identificar a função do componente, deve-se verificar através de datasheet (folha de
dados), porque fisicamente temos vários componentes iguais, que a única diferença (visual) é a numeração.

REGULADOR DE TENSÃO
Um regulador de tensão é um dispositivo, geralmente formado por semicondutores, tais como diodos
zener e circuitos integrados reguladores de tensão, que tem por finalidade a manutenção da tensão de saída
de um circuito elétrico. Sua função principal é manter a tensão produzida dentro dos limites exigidos pela
pelo sistema elétrico que está alimentando e para tanto é necessário que a tensão de entrada seja superior à
tensão de saída.

Um regulador de tensão é incapaz de agir compensando quedas de tensão ou corrente em sua entrada,
para entrega com tensão adequada. Para tanto, dele se esperaria além da regulação, as funções de um gerador
(bateria, transformador, fonte de alimentação, dínamo, alternador e afins), pois a compensação de queda de
energia só se obtém com geração de energia.

Os reguladores de tensão das placas eletrônicas de automóveis são muito parecidos com os transistores,
pois possuem o mesmo encapsulamento, porém é preciso atenção para não confundi-los. Geralmente a inicial
do código de aplicação do Regulador de Tensão é a letra „L‟ 78, que neste caso é Positivo, já os ‗L‟ 79 são
para potenciais Negativos. Outro ponto importante é que a tensão de trabalho é determinada pelos números
finais, no caso da imagem abaixo (05) é de 5 volts.

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CIRCUITOS INTEGRADOS (C.I)

A escala de integração miniaturizou os componentes eletrônicos de tal forma que os circuitos integrados
possuem o equivalente a milhares de componentes em sua constituição interna. Um circuito integrado,
também conhecido por chip, é um dispositivo microeletrônico que consiste de muitas funções. Suas
dimensões são extremamente reduzidas

A importância da integração está no baixo custo e alto desempenho, além do tamanho reduzido dos
circuitos aliado à alta confiabilidade e estabilidade de funcionamento. Uma vez que os componentes são
formados ao invés de montados, a resistência mecânica destes permitiu montagens cada vez mais robustas a
choques e impactos mecânicos, permitindo a concepção de portabilidade dos dispositivos eletrônicos.

No circuito integrado completo ficam presentes os transistores, condutores de interligação, componentes


de polarização, e as camadas e regiões isolantes ou condutoras obedecendo ao seu projeto de arquitetura.

No processo de formação do chip, é fundamental que todos os componentes sejam implantados nas
regiões apropriadas da pastilha. É necessário que a isolação seja perfeita, quando for o caso.
Isto é obtido por um processo chamado difusão, que se dá entre os componentes formados e as camadas com
o material dopado com fósforo, e separadas por um material dopado com boro, e assim por diante.

Após sucessivas interconexões, por boro e fósforo, os componentes formados ainda são interconectados
por uma camada extremamente fina de alumínio, depositada sobre a superfície e isolada por uma camada de
dióxido de silício.

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MEMÓRIAS
Sabemos que as informações como a senha do imobilizador, fica armazenada em memórias Eprons.
Memórias são componentes que armazenam dados. Existem hoje em dia vários tipos de memórias.

As memórias ROM (Read-Only Memory - Memória Somente de Leitura) recebem esse nome porque
os dados são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não podem ser apagadas ou
alteradas, apenas lidas pelo computador, somente por meio de procedimentos especiais. Outra característica
das memórias ROM é que elas são do tipo não volátil, isto é, os dados gravados não são perdidos na ausência
de energia elétrica ao dispositivo. Eis os principais tipos de memória ROM:

PROM (Programmable Read-Only Memory): esse é um dos primeiros tipos de memória ROM. A
gravação de dados neste tipo é realizada por meio de aparelhos que trabalham através de uma reação física
com elementos elétricos. Uma vez que isso ocorre, os dados gravados na memória PROM não podem ser
apagados ou alterados;
EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory): as memórias EPROM têm como principal
característica a capacidade de permitir que dados sejam apagados do dispositivo. Isso é feito com o auxílio
de um equipamento que emite luz ultravioleta. Nesse processo, os dados gravados são apagados por
completo. Somente depois disso é que uma nova gravação pode ser feita através de um programador;
EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory): este tipo de memória ROM
também permite a regravação de dados, no entanto, ao contrário do que acontece com as memórias EPROM,
os processos para apagar e gravar dados são feitos eletricamente, fazendo com que não seja necessário mover
o dispositivo de seu lugar para um aparelho especial para que a regravação ocorra;
EAROM (Electrically-Alterable Programmable Read-Only Memory): as memórias EAROM podem ser
vistas como um tipo de EEPROM. Sua principal característica é o fato de que os dados gravados podem ser
alterados aos poucos, razão pela qual esse tipo é geralmente utilizado em aplicações que exigem apenas a
reescrita parcial de informações;
Flash: as memórias Flash também podem ser vistas como um tipo de EEPROM, no entanto, o processo
de gravação (e regravação) é muito mais rápido. Além disso, memórias Flash são mais duráveis e podem
guardar um volume elevado de dados;

As memórias RAM (Random-Access Memory - Memória de Acesso Aleatório) constituem uma das
partes mais importantes dos computadores, pois são nelas que o processador armazena os dados com os quais
está lidando. Esse tipo de memória tem um processo de gravação de dados extremamente rápido, se
comparado aos vários tipos de memória ROM. No entanto, as informações gravadas se perdem quando não
há mais energia elétrica, isto é, quando o computador é desligado, sendo, portanto, um tipo de
memória volátil.
Há dois tipos de tecnologia de memória RAM que são muitos utilizados: estático e dinâmico, isto é, SRAM e
DRAM, respectivamente. Há também um tipo mais recente chamado de MRAM.

SRAM (Static Random-Access Memory - RAM Estática): esse tipo é muito mais rápido que as
memórias DRAM, porém armazena menos dado e possui preço elevado se considerar o custo por megabyte.
Memórias SRAM costumam ser utilizadas como cachê.
DRAM (Dynamic Random-Access Memory - RAM Dinâmica): memórias desse tipo possuem
capacidade alta, isto é, podem comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas
informações costuma ser mais lento que o acesso às memórias estáticas. Esse tipo também costuma ter preço
bem menor quando comparado ao tipo estático;

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Eletrônica Básica

MASCARAS DE COMPONENTES “Motorola® e


Bosch®”

É bastante comum o fabricante de eletrônicos que solicita junto ao fabricante do chip (no caso a
Motorola e Bosch) que identifique o chip de maneira exclusiva, protegendo assim o mesmo contra as
tentativas de cópia, espionagem industrial, etc. Para controle interno do fabricante do chip, ele utiliza códigos
dados como máscaras, que funciona como se fosse um Part Number simplificado, e é escrito junto ao código
do cliente. No material anexado ao CD (que acompanha este material didático) temos centenas de máscaras
relacionadas com o chip verdadeiro comercial.

Essa lista é bastante completa, numa compilação de mais de 485 Máscaras (códigos secretos) de chips
de produtos eletrônicos Motorola® presentes em equipamentos eletrônicos como centrais de injeção
eletrônica e em torno 185 Máscaras relacionados com componentes eletrônicos Bosch®.

Abaixo temos uma prévia da lista de componentes mascarados que se encontra no CD que acompanha o
material.

Máscara do Chip Código (Part Number) Comercial

1E53M XC68HC711P2

C85W XC68HC711L6

IH96P XC68HC711KS8

D61N XC68HC711KA4

C45A XC68HC711D3

D41V XC68HC705BE12

E41C PC68HC916Y1

Maiores informações sobre Máscaras de componentes Motorola e Bosch consulte a lista


anexada ao CD que acompanha o Material didático.

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Soldagem

SOLDAGEM DE COMPONENTES PTH E SMD

Dicas Importantes sobre a soldagem de componentes de uma ECU


1º- Use sempre o soldador da potência correta, por exemplo: 30W, 40W ou 60W.

2º- Quando utilizar a estação de retrabalho muito cuidado com os componentes ao redor do componente que
deseja retirar.

3º- Antes de remover o componente, marcar a referência do mesmo na placa. A referência sempre virá em
forma de bola, corte ou até mesmo com a marca do fabricante.

4º- Mantenha o soldador longe de tudo, exceto do ponto a ser soldado. O soldador é muito quente e pode
facilmente queimar o que fica em contato com ele e danificar outro componente.

5º- Certifique-se de ter às mãos uma esponja úmida para efetuar a limpeza da ponta do soldador, qualquer
contaminante pode impedir uma boa soldagem.

6º- Sempre se certifique que a ponta está estanhada quando o soldador está ligado. O estanho protege a ponta
e melhora a transferência de calor.

7º- Cuidado para não remover o revestimento protetor da ponta do soldador

8º- Não mantenha o soldador por um longo período (mais do que 10 segundos), visto que muitos
componentes eletrônicos, ou a própria placa do circuito impresso, podem ser danificados por causa do calor
prolongado e excessivo. Muito calor pode danificar as trilhas, comprometer os CIs, diodos, transistores entre
outros componentes.

Soic/Psop/Plcc e Dip

Tendo em mente esses cuidados conseguiremos soldar qualquer componente dentro de uma placa de
circuito impresso, principalmente as Soic, Psop, Plcc e Dip que são tipos de encapsulamentos para as
memórias mais conhecidas dentro das ECUs

Para aprimorar as técnicas de soldagem é preciso praticar, porém para auxiliar nessa prática, o vídeo
produzido pela Chiptronic com o Título ―Soldagem SMD‖ (material está anexado ao CD), vai ajudar nesse
sentido e mostrar passo a passo como fazer a retirada do componente da placa e a soldagem eficaz do mesmo
dentro da ECUs.

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Reparo de Centrais

REPARO DE CENTRAIS DIESEL

Estratégia de Funcionamento das ECUs

O sistema de injeção eletrônica Diesel funciona com todos os componentes ligados a um módulo,
considerado o cérebro do sistema. Com uma linguagem digital os sensores e atuadores trabalham para
aperfeiçoar ao máximo a injeção de combustível em qualquer nível de funcionamento do motor.

O sistema conta com seu principal componente denominado módulo de injeção eletrônica. Também
conhecida como MCE, módulo de controle eletrônico, este componente tem um processador de alta
velocidade que processa as informações vindas dos sensores e também comanda a ação dos atuadores.
Um pacote de informação sobre a melhor quantidade de combustível a ser injetada, nas mais diversas
condições de funcionamento do motor, está gravada em uma memória ROM Read Only Memory. Esta
memória armazena dados que foram gravados na fabricação, com pastas que simulam qualquer condição de
funcionamento do motor.

Outro componente dentro do módulo é a memória RAM, Randon Access Memory. Este componente é
uma memória volátil. Esta memória monta pastas de informação vinda de cada ―ciclo de frequência de
trabalho‖ dos sensores. O processador então compara as informações da RAM com a ROM e determina a
melhor estratégia de alimentação de combustível como tempo de injeção e avanço da centelha elétrica das
velas.

A velocidade destas informações é praticamente instantânea, por isso, cada variação sentida pelos
sensores são traduzidos em milésimos de segundos e convertidos em uma ação no motor. Um exemplo, o
sensor de pressão do ar percebe a variação do mesmo no coletor de admissão, como a frequência de trabalho
do processador do módulo é muito alta este já monta uma pasta com esta informação e determina que o
tempo de injeção deva aumentar assim o motor ganha rotação.

O Sistema de injeção eletrônica Diesel é fascinante, pela velocidade de cálculo para se determinar o
tempo de abertura dos injetores e por determinar o grau exato da injeção para cada ciclo de frequência do
motor com o objetivo de economia de combustível e redução de gases poluentes.

A maioria dos sistemas dispõe da estratégia de auto diagnose, e é auto adaptativa, o que possibilita a
correção automática (marcha - lenta e tempo de injeção).

Alguns modelos tem bloqueio da partida do motor. Através do sistema de imobilizador, que visa
proteger o veículo contra roubos.

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Reparo de Centrais

Estratégia de Funcionamento de Sistema Diesel

SENSORES ATUADORES

Os sensores são responsáveis por enviar os sinais para a ECU processesar e comandar as
ações dos atuadores de acordo com a estratégia de funcionamento adotada.

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Reparo de Centrais

Arquitetura Interna das Centrais de Injeção Eletrônica

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Esquema Elétrico

ESQUEMA ELÉTRICO
Técnica de Interpretação de Esquemas Elétricos
Para entendermos como interpretar um esquema elétrico tomemos como exemplo o esquema parcial do
Sistema de injeção Diesel EDC S6.

Interpretar um esquema é muito simples e um passo fundamental para efetuarmos um Mapeamento nas
ECU´s, por isso é importante entender muito bem esse procedimento.

O primeiro
passo é
identificar o
Esquema
Elétrico
referente à
ECU que se
tem em mãos.

Próximo passo; devemos


analisar as posições e
numeração dos pinos no
bocal, neste caso temos
uma imagem que nos
ajuda a descobrir isso.

Após esse dois primeiro passos importantes é possivel analisar os esquemas e fazer as leituras
dos sensores e atuadores

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Esquema Elétrico

Simbologia dos Esquemas Elétricos


Outro passo e não menos importante na intrepretação dos esquema elétricos sãos os símbolos que
encontramos nele.
Vejamos alguns deles:

Área dos Atuadores:


Área dos sensores: Note que como atuadores têm
Temos o sinal elétrico para as unidades injetoras com seus
respectivos fios bem como a cor
cada sensor com respectivo fio de
correspondente. Neste caso temos
ligação, mostrando inclusive a
um terminal que serve como um
legenda de cor de cada fio para
comum que liga um banco de duas
facilitar busca no Caminhão
unidades injetoras

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Programador de Eprom

PROGRAMADOR DE EPROM
Um passo importante do reparo de ECUs é a programação. Por se tratar de um microcomputador às
vezes surgem inconvenientes em relação aos arquivos armazenados dentro das memórias. Uma coisa muito
comum é fato de que os arquivos armazenados na memória podem apagar-se, em partes ou completamente,
quando isso acontece dizemos que arquivo está CORROMPIDO. Isso pode acontecer talvez por sobrecarga
de tensão ou a falta dela. Se isso acontecer o veículo não funcionará devido à falta de informações vitais que
estavam na Eprom que se corrompeu.

Porém é possível solucionar defeitos como esse através de um programador de Eprom, onde poderemos
programar um arquivo novo dentro da memória que está corrompida, porém é importante salientar que para
executar esse procedimento é necessário termos o arquivo em questão em um banco de Dados próprio, e
mais importante ainda, o arquivo deve ser correto, ou seja, deve ser coerente com a ECU que vamos executar
a programação. Nessa seção aprenderemos na prática a como executar tais procedimentos usando o
Programador de Eprom da ELNEC,o BEEPROG.

Leitura de um Arquivo
Com esse procedimento poderemos fazer a leitura de uma Eprom e principalmente salvar o conteúdo
lido em um banco de dados próprio, além de fazer uma verificação do arquivo quanto a se está apagado ou
não.

Tela inicial do Software do BeeProg.

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Programador de Eprom

Leitura do Arquivo
Nestes dois campos vamos fazer o processo
de seleção da Eprom que queremos ler o Arquivo,
para isso devemos usar a nomenclatura que vem
impressa sobre ela e escolher a correta para que o
procedimento funcione.

Nesta etapa vamos


digitar o número do
componente na barra
“Procurar”, neste caso
vamos usar como exemplo
o componente da marca
STMicroelectronics com a
nomenclatura M27C512 de
encapsulamento DIP.

Após a seleção
clicamos em “Ok” e
damos sequência ao
procedimento de leitura.

Continuaremos com o procedimento, veja como:

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Programador de Eprom

Na Barra de Tarefas superior


no software do Elnec, clique no
ícone em destaque com a função
―LER‖.

Uma nova Janela aparecerá


mostrando o progresso da leitura
do arquivo (de 0 a 100%), e se
por ventura, algum pino do
componente não der o contato
adequado com o soquete do
programador uma mensagem de
erro aparecerá e informará o
motivo pelo qual não foi possível
efetuar a leitura.

Para salvar o arquivo que


acabou de ler clique no ícone
referente.

Crie uma pasta para servir


de banco de dados e salve ali
seus arquivos devidamente
renomeados para facilitar buscas
posteriores.

Clique em ―salvar” e
pronto, o arquivo original da
Eprom está armazenado no
computador na pasta ―Banco de
Dados‖.

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Programador de Eprom

Programação de um Arquivo
O próximo passo que aprenderemos é a gravação de um arquivo dentro da memória Eprom, para isso
proceda do seguinte modo:
Na tela inicial do software
do Elnec, clique na opção
“Abrir” para ter acesso ao seu
banco de dados e abrir o arquivo
que deseja programar na
memória Eprom.

Após clicar no botão


“Abrir”, aparecerá uma nova
janela. Nela podemos escolher a
pasta que contém o arquivo que
desejo programar, nesse caso está
na pasta ―Banco de Dados‖.

Dentro dessa pasta selecione


o arquivo correto para efetuar a
programação.

Agora é só clicar na opção


“Abrir” e o arquivo selecionando
estará aberto dentro do software e
pronto para programar.

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Programador de Eprom

Agora veja como se executa a programação do arquivo:

Na barra de Tarefas
superior clique no ícone
“Programar”; uma nova janela
aparecerá com algumas opções
sobre testes do componente e
verificações do mesmo.

Se todas as opções
estiverem corretas, clique no
botão “Sim” dentro da nova
janela que apareceu.

Após clicar no botão “Sim”,


uma nova janela aparecerá. Nesta
janela será possível observarmos o
status da Programação (de 0 a
100%) e se tiver algum erro
também será possível observar e
corrigi-lo. Ao final do processo a
Eprom estará com o arquivo novo
e pronto para ser inserido na ECU.

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Checksum

O que é um Checksum?
Toda vez que fazemos a leitura de um arquivo ou abri-lo dentro do software do Elenc, um conjunto de
números e letras aparecerá numa tela no canto inferior esquerdo. Esse conjunto alfanumérico é o Checksum
do arquivo em questão. Mas o que é um CHECKSUM?

O nome Checksum vem do inglês que é a "soma de verificação", esse conjunto de caracteres é utilizado
para conferir a integridade do arquivo em questão. Podemos compara-lo como sendo a identidade do
arquivo, e cada um terá o seu próprio Checksum identificador, e através dele podemos saber se o arquivo
está ou não corrompido. O Checksum é obtido calculando a soma de todos os dados armazenados na
memória não volátil (EPROM ou FLASH) e anotando os últimos 4 caracteres hexadecimais.

Para checar se os dados de certa memória em questão estão íntegros (sem alteração), realiza-se
novamente uma leitura da memória e o software de leitura fornecerá então a soma dos dados, obtendo assim
seu novo Checksum. Então se pode compará-lo ao Checksum original da memória. Caso o Checksum seja
igual, é pouco provável que a memória tenha seu conteúdo alterado, porém caso seja diferente, a memória
com toda certeza foi corrompida, e necessita ser corrigida.

Algumas centrais possuem conferência de Checkusum por hardware, isto é, a própria central lê os
dados, e verifica se a soma está integra. Caso negativo acenderá a luz de anomalia e anotará um erro. Isto é
bastante comum de ocorrer em sistemas de injeção que tenham sido remapeados. Geralmente o
remapeamento de centrais é feito com objetivos de conversão de combustível (de gasolina para álcool ou
gás) ou mesmo aumento de potência do motor. Para estes casos, softwares de correção de Checksum são
utilizados. Esses softwares criam determinados valores em posições não usadas da memória, que quando
somados aos demais dados da memória corrigem o Checksum, isto é, fazem dar o mesmo valor do
Checksum original, enganando assim o hardware, fazendo o sistema ―pensar‖ que os dados não foram
alterados.

Para ajudar na identificação do Checksum temos uma tabela de comparação para alguns modelos de
sistemas, e com isso saberemos exatamente a integridade do arquivo. Essa tabela esta disponível no CD que
acompanha o material didático.

Checksum do arquivo de uma


memória Eprom, semelhante a
uma identidade cada arquivo terá
o seu próprio identificador e
através dele saberemos se o
arquivo está integro ou não.

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Edição de Arquivos em Hexadecimal

Edição de Arquivos em Hexadecimal


Com está opção do software do Elnec, é possível editar o arquivo que deseja, porém é preciso muito
cuidado e principalmente domínio do assunto, pois se não tiver conhecimento do que faz é provável que o
arquivo se corrompa, o Checksum se modifique e o veículo não entre em funcionamento ou fique com
dificuldades de gerenciamento eletrônico.

Veja passo a passo a execução desse procedimento.

Com o arquivo
aberto no software do
Elnec, clique no botão
“View/Edit‖ na barra de
tarefas superior no
software. Uma nova
abrirá.

Na nova janela que


aparece basta clicar no
botão “Editar”, e você
poderá mudar os caracteres
de determinado endereço.
É bom relembrar que
qualquer alteração que se
faça sem o devido
conhecimento poderá
comprometer o Checksum
e consequentemente o
funcionamento do veiculo.

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Genius

Uso do New Genius


como Programador
O New Genius é um equipamento
que proporciona fazer leituras de
arquivos de centrais da linha pesada bem
como a programação da mesma nos
caminhões através do conector de
diagnostico.

New GENIUS permite uso intuitivo,


graças ao seu painel touch-screen e um
sistema realmente user-friendly
operatório: as operações de leitura e
programação são realizadas sem qualquer ligação a um PC para oferecer a maior independência e evitar
lentidão ou o bloqueio ligado a uma eventual presença de vírus ou, em geral, o efeito da natureza do
computador multitarefa.

New GENIUS representa a ferramenta perfeita para os melhores profissionais, bem como novas
afinadores: a interface direta com o motor do veículo via E-OBDII ou tomada de diagnóstico.
CAN-BUS, K / L-line (KWP), J1850 protocolos de comunicação são suportados para cobrir todas as gamas
de automóveis, veículos comerciais leves e caminhões.

A removível 512 Mbyte CARTÃO SD (Secure Digital), expansível até 4 Gbytes, permite o
armazenamento de um número quase ilimitado de arquivos originais / sintonizado.

New GENIUS é um verdadeiro trunfo para cada sintonizador graças à impossibilidade de executar
operações erradas: instruções detalhadas aparecem na tela e conduzir o sintonizador até que o carro está
programado. Graças a sua tecnologia nova e avançada, nunca foi tão simples para atingir o resultado
satisfatório.

New Trasdata
É um equipamento versátil utilizado
para leitura e programação de centrais com
memória agregada ao processador
(semelhante ao ST10), porém ele abrange
muito mais sistemas da linha leve gasolina e
flex e é capaz de realizar esses
procedimentos em veículos diesel leves e
médios (caminhonetes).

Para mais informações


consulte o material anexado ao CD

www.chiptronic.com.br Página | 43
Truck Test

SIMULADOR PARA CENTRAIS (TRUCK TEST)

O que é um Simulador para Centrais?


Com esse equipamento podemos realizar testes mais precisos quanto a acionamento de atuadores do
sistema de injeção e também quanto à resposta da ECU ao receber sinais elétricos de determinados sensores.

Por se tratar de um equipamento eletrônico são necessários alguns cuidados importantes referentes ao
seu uso. Outro ponto importante que é preciso salientar, o Truck Test não mostrará na tela o possível
diagnóstico, pois ele não um Scanner, mais sim exigirá do Usuário raciocínio lógico para a interpretação de
determinados defeitos como, por exemplo, o não acionamento de uma Unidade Injetora.

Algo muito prático que o simulador fornece é comunicação com Scanner multimarcas, sendo somente
necessário a utilização de um cabo especifico para realizar tal procedimento.

Em laboratórios de reparo de ECU é interessante ter um simulador, primeiro para se executar um


diagnóstico mais preciso, e segundo para se avaliar a eficiência do reparo que foi exigido na ECU.

TESTA O ACIONAMENTO:

- Unidades Injetoras
- Top Break
- Conta Giros
- Relê de Partida
- Tacômetro

SIMULA OS SENSORES:

- Rotação (Digital)
- Temperatura da Água
- Temperatura do Óleo
- Pressão do Óleo
- Temperatura do Ar
- Pressão do Ar
- Temperatura Combustível
- Pedal Acelerador

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Mapeamento de Centrais

Mapeamento de
Centrais

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Mapeamento de Centrais

Mercedes Benz
OM904
Sistema PLD

www.chiptronic.com.br Página | 46
Mapeamento de Centrais

PLD OM904
Descrição do Conector da ECU (55 vias)

Sensor de Pressão do
Oleo
Comum das unidades
1/2
Sensor de Pressao do
Coletor
Motor de Partida

Comum das unidades


Interruptor de Parada
3/4
do Motor

Sensor de temperatura
Interruptor de Partida
do combustível
do Motor

Sensor de PMS

Sensor de Rotacao
(CKP)

Sensor de
Unidade Injetora 1 Temperatura do Oleo

Unidade Injetora 2 Unidade Injetora 4

Unidade Injetora 3
Sensor de
Temperatura do
Sensor de
Motor (ECT)
Temperatura do
Coletor
Sensor do Nível do
Óleo do cárter

www.chiptronic.com.br Página | 47
Mapeamento de Centrais

Descrição dos Conectores da ECU (16 Vias)

Pino 08 Pino 01

Pino 09 Pino 16

Rele de Bloqueio
de Partida LINHA 30

LINHA K LINHA 15
ATERRAMENTO

www.chiptronic.com.br Página | 48
Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes (OM904)

01

02
03

04 07

05 06

08

09
10
11

12

16

15 14 17 13 18

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente


01-Transistores e Capacitores Circuito de Proteção

02-Filtro nº B82790 Filtro de linha da Rede Can

03-Transitor 7 terminais nº 42712G Regulador de Tensão de 8v para 5v.


04-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 1.

05-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 2.

06-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 3

07-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 4

08-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 1 e 2

09-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 3 e 4

10-Transistor Principal nº N439AC Circuito Relé de Partida

11-Circuito Integrado nº 29030 Conversor A/D e Inversor de Sinal dos sensores de rotação
e fase do motor

12-Circutio Integrado nº XC9572 Gerenciador Principal da Unidades Injetoras, comanda a


ação de cada unidade do sistema PLD

13-TSOP nº AM29F400BB Memoria contém todas as informações e mapas de


funcionamento do sistema de injeção PLD

14-Processador nº SAK-C167CR-LM Responsável por genrenciar todas funções do sisema, bem


como executar calculos e operação fundamentais
15-Circuito Integrado SOIC 16 Decodificador de protocolo Can tem a função de enviar e
nº B10011S receber pacotes de dados para Rede Can
16-Componente nº MPXA4115A Sensor de pressão Atmosférica

17-XTAL – Cristal Oscilador Cristal Oscilador ou piezoelético, mantém o processador


ativo e operacional

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Circuito das Unidades Injetoras (U.I)
Nesse sistema de injeção existe uma particularidade muito importante referente às unidades injetoras
(U.I). O funcionamento elétrico das unidades se dá com a ECU fazendo o chaveamento negativo através do
transistor 46N06 de junção NPN, porém algo interessante é que esse mesmo transistor chaveia mais de uma
U.I, nesse caso as do cilindro 1 e 2 e outro transistor é responsável pelos cilindros 3 e 4, a isso damos o nome
de Banco 1 e posteriormente Banco 2. Outro fator importante é que a ECU também se responsabiliza por
enviar o sinal pulsante Positivo de 24v através dos transistores 25N06 PNP, ao qual damos o nome de
circuito individual das U.I. Segue abaixo detalhes desse circuito.

Circuito Individual das U.Is (todos são iguais)

Pino 2
Alimentação 24 volts

Pino 3 dispara para U.I pulso


positivo de 24 volts, tem ligação
Pino 1 recebe direta com conector da ECU.
sinal proveniente do
Gerenciador das U.I
devidamente tratado
pelo transistor de
Baixa potência
NPN

Gerenciador produz um sinal


pulsante digital de amplitude igual
a 5 volts para as U.I pelos
seguintes pinos :

Cilindro 1 pino 26, Cilindro 2


pino 27,Cilindro 3 pino 5 e
Cilindro 4 pino 32.

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Mapeamento de Centrais

Circuito Comum das U.Is (OM904)

Pino 2 chaveia potencial


Transistor nº negativo das U.I 1 e 2
439AG com o
Source e Gate ligado
em curto serve como
proteção contra
retorno de corrente

Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor 46N06 NPN,


recebe pulso de 10 volts que saem
de transistor de baixa potencia ,
que por sua vez recebe pulso
digital de5 volts do gerenciador
da U.Is

Gerenciador das Unidades


Injetoras produz sinais de 5
volts para o circuito comum das
unidades 1 e 2 , 3 e 4 , veja os
pinos :

Cilindro 1 e 2 pino 38 e
Cilindros 3 e 4 pinos 39

www.chiptronic.com.br Página | 52
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Individual das U.I (OM 904)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com
o osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 25N06 devem liberar pelo


pino 3 o sinal da imagem ao lado

Os pinos 26, 27 5 e 32 devem ter


esse sinal de saída.

www.chiptronic.com.br Página | 53
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Comum das U.I (OM 904)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com
o osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 46N06 devem liberar pelo


pino 2 o sinal.

Os pinos 38 e 39 devem ter esse


sinal de saída.

www.chiptronic.com.br Página | 54
Mapeamento de Centrais

Regulador de Tensão (PLD OM904)

Componente fundamental do circuito impresso pois é ele que alimenta a parte lógica do sistema. Em caso
de curto circuito esse componente está suscetível a queima, para executar o diagnóstico alimente a placa
utilizando esquema elétrico e cerifique nos seguintes pinos as alimentações.

Saída de 5 volts estabilizada


para alimentar parte lógica
(memórias , c.is, processador)

Pino 1 do Regulador 42712G,


entrada de 8 a 10 volts

Pino 4 Aterramento

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Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação e Fase do Motor

Circuito muito importante para sistema, pois se não houver a ocorrência do sinal de rotação chegando ao
processador não há funcionamento. Eventuais defeitos nesse circuito podem ser diagnosticados com o uso do
osciloscópio. Abaixo segue o circuito desses sensores.

Circuito Integrado nº HC14 faz parte do


circuito do sensor de rotação e fase. Tem a
função de inverter a polaridade do sinal que
vem do conversor A/D. Os pinos são os
seguintes:

Pino13 recebe o sinal de rotação com


polaridade positivo e pino 12 envia sinal de
rotação com polaridade negativa para o
processador

Os pinos 11 e 10 tem a mesma função


porém são para o sensor de fase do motor.

Circuito Integrado nº290301


responsável por converter o sinal
do sensor de rotação analógico
para digital, a entrada do sinal
analógico por esse C.I é pelo pino
6 e saída já convertido é pelo pino
2 do mesmo. O sensor de fase são
os mesmos pinos mais do
componente ao lado.

Processador recebe os sinais de fase


e rotação já convertidos pelo s pinos
56 e 57

www.chiptronic.com.br Página | 56
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Circuito Rotação e Fase

Uma particularidade desse circuito é a presença de diodos retificadores fazendo um papel importante no
tratamento desse sinal, bem com o a presença de c.is com funções de conversores A/D. Veja os pinos onde
os sinais elétricos se localizam:

Obteremos o sinal em Azul no


pino 6 e o sinal vermelho no
pino 2 (sinal convertido para
digital)

O sinal em vermelho é resultado do


C.I conversor (logo acima) que entra
no pino 13do C.I indicado pela seta,
este por sua vez inverte a polaridade
do sinal (amarelo) enviando o sinal
direto ao processador (pino 12 do c.i
ao pino 56 proc.)

OBS.: Sensor de fase segue as mesmas coordenadas


www.chiptronic.com.br Página | 57
Mapeamento de Centrais

Circuito do Decodificador de Rede CAN


Circuito responsável pelo protocolo de
comunicação CAN, onde consiste em
fazer com haja comunicações entre
diferentes módulos enviando e recebendo
informações importantes.

Filtro da Linha de Rede Can de


Alta e Baixa

Circuito Integrado nº B10011S


responsável pela decodificação do
sinal Can.

As entradas de saídas dos dados


são os seguintes pinos:

Pinos 12 e 11 são as respectivas


portas de comunicação

www.chiptronic.com.br Página | 58
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Decodificador Rede Can

Os sinais elétricos da Rede Can são


caracterizados por ondas digitais, podendo
ou não ser espelhadas. A perfeita
visualização do sinal bem como sua
interpretação é algo difícil, mas é possível
examinarmos a existência desse sinal nos
pinos 1 e 2 do conector de 16 vias ou no
filtro de linha. Veja agora os Sinais
característicos que obtemos.

Sinal da Rede Can ampliado no osciloscópio

www.chiptronic.com.br Página | 59
Mapeamento de Centrais

Circuito de Relé de Partida

Circuito responsável por ativar o sistema de relé de Partida enviando um sinal negativo de, nos testes
efetuados é possível observar com o osciloscópio a ocorrência desse sinal que é uma onda continua em 10
volts e quando libera sinal de partida esse sinal cai para negativo, e permanece nesse sinal por um período
que dura de 3 a 5 segundos. Esse sinal sai do processador por dois pinos, o 24 e 74 e ambos têm a amplitude
de 5 volts porém são espelhado um ao outro . Veja uma descrição desse circuito.

Pino 2 é saída de sinal


O pino 1 do Transistor N469AC de partida para o pino
NPN recebe sinal que provêm 18 do conector da ECU
do transistor PNP N469AB

Pino 3 saída de sinal positivo para


acionar transistor N469AC
Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor N469AB


recebe o sinal de entrada que
provêm do processador. O sinal é
digital com amplitude igual a 5
volts
Pino 2 Alimentação 10 volts

Os pinos 24 e 74 enviam sinal do


relé de partida

www.chiptronic.com.br Página | 60
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Relé de Partida

Sinais elétricos desse circuito são breves durações de 2 a 3 segundos, mas são fundamentais para a
liberação de partida desse sistema de injeção. Observe a base de tempo dos sinais com o osciloscópio e
verifique se os mesmos estão plausíveis.

Nos Transistores em destaque


encontramos os sinais que são do
sistema de relé de partida, nesse
caso em torno de 1,5 seg. de
duração

Esses sinais saem direto do


processador pelos pinos 24 e
74 invertidos um em relação
ao outro.

www.chiptronic.com.br Página | 61
Mapeamento de Centrais

Mercedes Benz
OM906/457
Sistema PLD

www.chiptronic.com.br Página | 62
Mapeamento de Centrais

PLD OM906/457
Descrição do conector da ECU (55 vias)

Motor de Partida Sensor de Pressao do Coletor

Interruptor de Partida do
Comum das unidades 4/5/6
Motor

Sensor de Pressao do Oleo Sensor de PMS

Comum das unidades 1/2/3

Sensor de Temperatura do Sensor de


Combustivel Rotacao (CKP)

Unidade Injetora 1

Unidade Injetora 3
Unidade Injetora 4
Sensor de Temperatura do
motor Sensor de Temperatura do
Oleo
Sensor de Nível do Óleo do
Carter
Unidade Injetora 6

Sensor de Temperatura do Unidade Injetora 5


Coletor

Unidade Injetora 2

www.chiptronic.com.br Página | 63
Mapeamento de Centrais

Descrição do Conector ECU (16 vias)

Pino 08 Pino 01

Pino 09 Pino 16

Relé de Bloqueio de Partida Linha + 30

Aterramento Linha + 15
Linha K

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes (OM906/457)

01

19
02
04
07
03
08
05
06
09

13

11

10

12

17

18 16 15 14

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente


01-Transistores e Capacitores Circuito de Proteção

02-Transistor 7 terminais nº 42712G Regulador de Tensão de 8v para 5v.

03-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 1.

04-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 2.

05-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 3

06-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 4

07-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 5

08-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 6

09-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 1, 2 e 3

10-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 3, 4 e 5

11-Transistor Principal nº N439AC Circuito Relé de Partida

12-Circutio Integrado nº XC9572 Gerenciador Principal da Unidades Injetoras, comanda a


ação de cada unidade do sistema PLD

13-Circuito Integrado nº 29030 Conversor A/D e Inversor de Sinal dos sensores de rotação
e fase do motor

14-TSOP nº AM29F400BB Memoria contém todas as informações e mapas de


funcionamento do sistema de injeção PLD

15-XTAL – Cristal Oscilador Cristal Oscilador ou piezoelético, mantém o processador


ativo e operacional

16-Processador nº SAK-C167CR-LM Responsável por genrenciar todas funções do sisema, bem


como executar calculos e operação fundamentais
17-Componente nº MPXA4115A Sensor de pressão Atmosférica

18- Circuito Integrado SOIC 16 Decodificador de protocolo Can tem a função de enviar e
nº B10011S receber pacotes de dados para Rede Can
19- Filtro nº B82790 Filtro de linha da Rede Can

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Circuito das Unidades Injetoras (U.I)
Nesse sistema de injeção existe uma particularidade muito importante referente às unidades injetoras
(U.I). O funcionamento elétrico das unidades se dá com a ECU fazendo o chaveamento negativo através do
transistor 46N06 de junção NPN, porém algo interessante é que esse mesmo transistor chaveia mais de uma
U.I, nesse caso as do cilindro 1, 2 e 3 e outro transistor é responsável pelos cilindros 4, 5 e 6, a isso damos o
nome de Banco 1 e posteriormente Banco 2. Outro fator importante é que a ECU também se responsabiliza
por enviar o sinal pulsante Positivo de 24v através dos transistores 25N06 PNP, ao qual damos o nome de
circuito individual das U.I. Segue abaixo detalhes desse circuito.

Circuito Individual das U.Is (todos são iguais)

Pino 2
Alimentação 24 volts

Pino 3 dispara para U.I pulso


positivo de 24 volts, tem ligação
Pino 1 recebe direta com conector da ECU.
sinal proveniente do
Gerenciador das U.I
devidamente tratado
pelo transistor de
Baixa potência
NPN

Gerenciador produz um sinal


pulsante digital de amplitude igual a
5 volts para as U.I pelos seguintes
pinos :

Cilindro 1 pino 26, Cilindro 2


pino 27,Cilindro 3 pino 5 , Cilindro 4
pino 32, Cilindro 5 pino 25 e
Cilindro 6 pino 33.

www.chiptronic.com.br Página | 67
Mapeamento de Centrais

Circuito Comum das U.Is (OM906)

Pino 2 chaveia potencial


Transistor nº negativo das U.I 1, 2 e
439AG com o 3
Source e Gate ligado
em curto serve como
proteção contra
retorno de corrente

Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor 46N06 NPN,


recebe pulso de 10 volts que saem
de transistor de baixa potencia ,
que por sua vez recebe pulso
digital de5 volts do gerenciador
da U.Is

Gerenciador das Unidades


Injetoras produz sinais de 5
volts para o circuito comum das
unidades 1, 2 e 3, 4, 5 e 6 , veja
os pinos :

Cilindro 1, 2 e 3 pino 38 e
Cilindros 4, 5 e 6 pinos 39

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Individual das U.I (OM 906/457)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com o
osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 25N06 devem liberar pelo


pino 3 o sinal da imagem ao lado

Os pinos 5, 25, 26, 27, 32 e 33


devem ter esse sinal de saída.

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Comum das U.I (OM 906/457)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com
o osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 46N06 devem liberar pelo


pino 2 o sinal.

Os pinos 38 e 39 devem ter esse


sinal de saída.

www.chiptronic.com.br Página | 70
Mapeamento de Centrais

Regulador de Tensão (PLD OM906/457)

Componente fundamental do circuito impresso pois é ele que alimenta a parte lógica do sistema. Em caso
de curto circuito esse componente está suscetível a queima, para executar o diagnóstico alimente a placa
utilizando esquema elétrico e cerifique nos seguintes pinos as alimentações.

Saída de 5 volts estabilizada


para alimentar parte lógica
(memórias , c.is, processador)

Pino 1 do Regulador 42712G,


entrada de 8 a 10 volts
Pino 4 Aterramento

www.chiptronic.com.br Página | 71
Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação e Fase do Motor

Circuito muito importante para sistema, pois se não houver a ocorrência do sinal de rotação chegando ao
processador não há funcionamento. Eventuais defeitos nesse circuito podem ser diagnosticados com o uso do
osciloscópio. Abaixo segue o circuito desses sensores.

Circuito Integrado nº HC14 faz parte do


circuito do sensor de rotação e fase. Tem a
função de inverter a polaridade do sinal que
vem do conversor A/D. Os pinos são os
seguintes:

Pino13 recebe o sinal de rotação com


polaridade positivo e pino 12 envia sinal de
rotação com polaridade negativa para o
processador

Os pinos 11 e 10 tem a mesma função


porém são para o sensor de fase do motor.

Circuito Integrado nº290301


responsável por converter o sinal
do sensor de rotação analógico
para digital, a entrada do sinal
analógico por esse C.I é pelo pino
6 e saída já convertido é pelo pino
2 do mesmo. O sensor de fase são
os mesmos pinos mais do
componente ao lado.

Processador recebe os sinais de fase


e rotação já convertidos pelos pinos
56 e 57

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Circuito Rotação e Fase

Uma particularidade desse circuito é a presença de diodos retificadores fazendo um papel importante no
tratamento desse sinal, bem com o a presença de c.is com funções de conversores A/D. Veja os pinos onde
os sinais elétricos se localizam:

Obteremos o sinal em Azul no


pino 6 e o sinal vermelho no
pino 2 (sinal convertido para
digital)

O sinal em vermelho é resultado do


C.I conversor (logo acima) que entra
no pino 13do C.I indicado pela seta,
este por sua vez inverte a polaridade
do sinal (amarelo) enviando o sinal
direto ao processador (pino 12 do c.i
ao pino 56 proc.)

OBS.: Sensor de fase segue as mesmas coordenadas


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Mapeamento de Centrais

Circuito do Decodificador de Rede CAN

Circuito responsável pelo protocolo de


comunicação CAN, onde consiste em
fazer com haja comunicações entre
diferentes módulos enviando e recebendo
informações importantes.

Filtro da Linha de Rede Can de


Alta e Baixa

Circuito Integrado nº B10011S


responsável pela decodificação do
sinal Can.

As entradas de saídas dos dados


são os seguintes pinos:

Pinos 12 e 11 são as respectivas


portas de comunicação

www.chiptronic.com.br Página | 74
Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Decodificador Rede Can


Os sinais elétricos da Rede Can são
caracterizados por ondas digitais, podendo
ou não ser espelhadas. A perfeita
visualização do sinal bem como sua
interpretação é algo difícil, mas é possível
examinarmos a existência desse sinal nos
pinos 1 e 2 do conector de 16 vias ou no
filtro de linha. Veja agora os Sinais
característicos que obtemos.

Sinal da Rede Can ampliado no osciloscópio

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Mapeamento de Centrais

Circuito de Relé de Partida

Circuito responsável por ativar o sistema de relé de Partida enviando um sinal negativo, nos testes
efetuados é possível observar com o osciloscópio a ocorrência desse sinal que é uma onda continua em 10
volts e quando libera sinal de partida esse valor cai para negativo (0v), e permanece nesse sinal por um
período que dura de 3 a 5 segundos. Esse sinal sai do processador por dois pinos, o 24 e 74 e ambos têm a
amplitude de 5 volts porém são espelhado um ao outro . Veja uma descrição desse circuito.

Pino 2 é saída de sinal


O pino 1 do Transistor N469AC de partida para o pino
NPN recebe sinal que provêm 18 do conector da ECU
do transistor PNP N469AB

Pino 3 saída de sinal positivo para


acionar transistor N469AC
Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor N469AB


recebe o sinal de entrada que
provêm do processador. O sinal é
digital com amplitude igual a 5
volts
Pino 2 Alimentação 10 volts

Os pinos 24 e 74 enviam sinal do


relé de partida

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Relé de Partida

Sinais elétricos desse circuito são breves durações de 2 a 3 segundos, mas são fundamentais para a
liberação de partida desse sistema de injeção. Observe a base de tempo dos sinais com o osciloscópio e
verifique se os mesmos estão plausíveis.

Nos Transistores em destaque


encontramos os sinais que são do
sistema de relé de partida, nesse
caso em torno de 1,5 seg. de
duração

Esses sinais saem direto do


processador pelos pinos 24 e
74 invertidos um em relação
ao outro.

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Mapeamento de Centrais

Mercedes Benz
OM 457
Sistema MR

*OBS: Este é um dos Hardwares mais atuais da Mercedes Benz Caminhões

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Mapeamento de Centrais

MR OM 457
Descrição do Conector da ECU (55 vias)

Motor de Partida Sensor de Pressao do Coletor

Interruptor de Partida do
Comum das unidades 4/5/6
Motor

Sensor de Pressao do Oleo Sensor de PMS

Comum das unidades 1/2/3

Sensor de Temperatura do Sensor de


Combustivel Rotacao (CKP)

Unidade Injetora 1

Unidade Injetora 3
Unidade Injetora 4
Sensor de Temperatura do
motor Sensor de Temperatura do
Oleo
Sensor de Nível do Óleo do
Carter
Unidade Injetora 6

Sensor de Temperatura do
Unidade Injetora 5
Coletor

Unidade Injetora 2

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Mapeamento de Centrais

Descrição do Conector de 16 Vias

Pino 08 Pino 01

Pino 09 Pino 16

Relé de Bloqueio de Partida Linha + 30

Aterramento Linha + 15
Linha K

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Mapeamento de Centrais

Descrição Geral dos Componentes

01

13

18
02
04
07
03
08
05
06
09

11 10

12

16

17 15 14

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente


01-Transistores e Capacitores Circuito de Proteção

02-Transistor 7 terminais nº 42712G Regulador de Tensão de 8v para 5v.

03-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 1.

04-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 2.

05-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 3

06-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 4

07-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 5

08-Transistor nº 25N06 (PNP) Individual Unidade Injetora Cilindro 6

09-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 1, 2 e 3

10-Transistor Principal nº 46N06 (NPN) Circuito Comum das Unidades Cilindros 3, 4 e 5

11-Transistor Principal nº 620TG Circuito Relé de Partida

12-Circutio Integrado nº 1120AMV Gerenciador Principal da Unidades Injetoras, comanda a


ação de cada unidade do sistema PLD

13-Circuito Integrado nº 1160D Conversor A/D e Inversor de Sinal dos sensores de rotação
e fase do motor

14-XTAL – Cristal Oscilador Cristal Oscilador ou piezoelético, mantém o processador


ativo e operacional

15-Processador nº SAK-XC2080 Responsável por genrenciar todas funções do sisema, bem


como executar calculos e operação fundamentais
16-Componente nº MPXA4115A Sensor de pressão Atmosférica

17- Circuito Integrado SOIC 16 Decodificador de protocolo Can tem a função de enviar e
nº B10011S receber pacotes de dados para Rede Can
18- Filtro nº B82790 Filtro de linha da Rede Can

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Circuito das Unidades Injetoras (U.I)
Nesse sistema de injeção existe uma particularidade muito importante referente às unidades injetoras
(U.I). O funcionamento elétrico das unidades se dá com a ECU fazendo o chaveamento negativo através do
transistor 46N06 de junção NPN, porém algo interessante é que esse mesmo transistor chaveia mais de uma
U.I, nesse caso as do cilindro 1, 2 e 3 e outro transistor é responsável pelos cilindros 4, 5 e 6, a isso damos o
nome de Banco 1 e posteriormente Banco 2. Outro fator importante é que a ECU também se responsabiliza
por enviar o sinal pulsante Positivo de 24v através dos transistores 25N06 PNP, ao qual damos o nome de
circuito individual das U.I. Segue abaixo detalhes desse circuito.

Circuito Individual das U.Is (todos são iguais)

Pino 2
Alimentação 24 volts

Pino 3 dispara para U.I pulso


positivo de 24 volts, tem ligação
Pino 1 recebe direta com conector da ECU.
sinal proveniente do
Gerenciador das U.I
devidamente tratado
pelo transistor de
Baixa potência
NPN

Gerenciador produz um sinal


pulsante digital de amplitude igual a
5 volts para as U.I pelos seguintes
pinos :

Cilindro 1 pino 26, Cilindro 2


pino 27,Cilindro 3 pino 5 , Cilindro 4
pino 32, Cilindro 5 pino 25 e
Cilindro 6 pino 33.

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Mapeamento de Centrais

Circuito Comum das U.Is (MR 457)

Transistor nº
439AG com o
Source e Gate ligado
em curto serve como
proteção contra
retorno de corrente
Pino 2 chaveia potencial
negativo das U.I 1, 2 e
3

Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor 46N06 NPN,


recebe pulso de 10 volts que saem
de transistor de baixa potencia ,
que por sua vez recebe pulso
digital de5 volts do gerenciador
da U.Is

Gerenciador das Unidades


Injetoras produz sinais de 5
volts para o circuito comum das
unidades 1, 2 e 3, 4, 5 e 6 , veja
os pinos :

Cilindro 1, 2 e 3 pino 38 e
Cilindros 4, 5 e 6 pinos 39

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Individual das U.I (OM 906/457)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com o
osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 25N06 devem liberar pelo


pino 3 o sinal da imagem ao lado

Os pinos 5, 25, 26, 27, 32 e 33


devem ter esse sinal de saída.

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Comum das U.I (OM 906/457)

Com as informações das páginas anteriores sobre a descrição dos pinos dos componentes observe com
o osciloscópio as seguintes formas de ondas abaixo:

Os fets 46N06 devem liberar pelo


pino 2 o sinal.

Os pinos 38 e 39 devem ter esse


sinal de saída.

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Mapeamento de Centrais

Regulador de Tensão (MR 906/457)

Componente fundamental do circuito impresso pois é ele que alimenta a parte lógica do sistema. Em caso
de curto circuito esse componente está suscetível a queima, para executar o diagnóstico alimente a placa
utilizando esquema elétrico e cerifique nos seguintes pinos as alimentações.

Saída de 5 volts estabilizada


para alimentar parte lógica
(memórias , c.is, processador)

Pino 1 do Regulador 42712G,


entrada de 8 a 10 volts
Pino 4 Aterramento

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Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação e Fase do Motor

Circuito muito importante para sistema, pois se não houver a ocorrência do sinal de rotação chegando ao
processador não há funcionamento. Eventuais defeitos nesse circuito podem ser diagnosticados com o uso do
osciloscópio. Abaixo segue o circuito desses sensores.

Circuito Integrado nº1160A


responsável por converter o sinal
do sensor de rotação analógico
para digital, a entrada do sinal
analógico por esse C.I é pelo pino
15 e saída já convertido é pelo
pino 12 do mesmo. O sensor de
fase são os mesmos pinos mais do
componente do outro lado.

Circuito Integrado nº HC14 faz parte do


circuito do sensor de rotação e fase. Tem a
função de inverter a polaridade do sinal que
vem do conversor A/D. Os pinos são os
seguintes:

Pino13 recebe o sinal de rotação com


polaridade positivo e pino 12 envia sinal de
rotação com polaridade negativa para o
processador

Os pinos 11 e 10 tem a mesma função


porém são para o sensor de fase do motor.

O processador recebe sinal pelos pinos 56 e


57

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Circuito Rotação e Fase

Uma particularidade desse circuito é a presença de diodos retificadores fazendo um papel importante no
tratamento desse sinal, bem com o a presença de c.is com funções de conversores A/D. Veja os pinos onde
os sinais elétricos se localizam:

Obteremos o sinal em Azul no


pino 15 e o sinal vermelho no
pino 12 (sinal convertido para
digital)

O sinal em vermelho é resultado do


C.I conversor (logo acima) que entra
no pino 13do C.I indicado pela seta,
este por sua vez inverte a polaridade
do sinal (amarelo) enviando o sinal
direto ao processador (pino 12 do c.i
ao pino 56 proc.)

OBS.: Sensor de fase segue as mesmas coordenadas

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Mapeamento de Centrais

Circuito do Decodificador de Rede CAN

Circuito responsável pelo protocolo de


comunicação CAN, onde consiste em
fazer com haja comunicações entre
diferentes módulos enviando e recebendo
informações importantes.

Filtro da Linha de Rede Can de


Alta e Baixa

Circuito Integrado nº B10011S


responsável pela decodificação do
sinal Can.

As entradas de saídas dos dados


são os seguintes pinos:

Pinos 12 e 11 são as respectivas


portas de comunicação

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Decodificador Rede Can

Os sinais elétricos da Rede Can são


caracterizados por ondas digitais, podendo
ou não ser espelhadas. A perfeita
visualização do sinal bem como sua
interpretação é algo difícil, mas é possível
examinarmos a existência desse sinal nos
pinos 1 e 2 do conector de 16 vias ou no
filtro de linha. Veja agora os Sinais
característicos que obtemos.

Sinal da Rede Can ampliado no osciloscópio

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Mapeamento de Centrais

Circuito de Relé de Partida

Circuito responsável por ativar o sistema de relé de Partida enviando um sinal negativo, nos testes
efetuados é possível observar com o osciloscópio a ocorrência desse sinal que é uma onda continua em 10
volts e quando libera sinal de partida esse valor cai para negativo (0v), e permanece nesse sinal por um
período que dura de 3 a 5 segundos. Esse sinal sai do processador por dois pinos, o 24 e 74 e ambos têm a
amplitude de 5 volts porém são espelhado um ao outro . Veja uma descrição desse circuito.

Pino 2 é saída de sinal


O pino 1 do Transistor N469AC de partida para o pino
NPN recebe sinal que provêm 18 do conector da ECU
do transistor PNP N469AB

Pino 3 saída de sinal positivo para


acionar transistor N469AC
Pino 3 Aterramento

Pino 1 do transistor N469AB


recebe o sinal de entrada que
provêm do processador. O sinal é
digital com amplitude igual a 5
volts
Pino 2 Alimentação 10 volts

Os pinos 24 e 74 enviam sinal do


relé de partida

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Relé de Partida

Sinais elétricos desse circuito são breves durações de 2 a 3 segundos, mas são fundamentais para a
liberação de partida desse sistema de injeção. Observe a base de tempo dos sinais com o osciloscópio e
verifique se os mesmos estão plausíveis.

Nos Transistores em destaque


encontramos os sinais que são do
sistema de relé de partida, nesse
caso em torno de 1,5 seg. de
duração

Esses sinais saem direto do


processador pelos pinos 24 e
74 invertidos um em relação
ao outro.

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Mapeamento de Centrais

Scania
MS 6.2

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Mapeamento de Centrais

MS 6.2 Scania
Descrição dos Conectores (A 35 vias e B 35 vias)

Sensor de pressão e Sensor de Temperatura Sensor de Sensor de Interruptor


temperatura do do Arrefecimento Rotação do Rotação do do pedal de
coletor de admissão motor 2 motor 1 freio

Injetor 5

Injetor 6

Linha + 30 Aterramento
Injetor 4
Tacógrafo
Comum 4/5/6
Injetor 1
Conector de Diagnostico

Injetor 2 Comum 1/2/3

Injetor 3

Pino 35 A Pino 1 A Pino 1 B Pino 35 B

Conector A Conector B

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes (MS 6.2 Scania)

08
07

09
06

05

10

11

04
12

13

14

15

01 02 03 01

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Mapeamento de Centrais

Descrição dos Componentes (MS 6.2 Scania)

Componente Função do Componente

1-Processador nº B58748 Comanda todas as funções de gernciamento do motor trabalhando em


conjunto com a memoria .

2-Cristal Piezoelétrico Envia um sinal (clock) para que o processador comece a operar, e
serve como um contador do processador para determinada função

3-Memoria PSOP nº AM29F400BT Contém todas as informações de gerenciamento do motor e todas as


estratégias de funcionamento.

4-Circuito de Proteção Protege todo o sistema contra possíveis picos de tensão.

5-Componente nº 30114 Regulador de Tensão de 24 volts para 5 volts


6-Transistor nº BYW29E Comum das Unidades Injetoras 1/2/3

7-Circuito Integrado nº 30296 Interface do sensor de rotação, sensor de pressão e temperatura


do ar e pressão do turbo
8-Circuito Integrado nº 30377 Pedal do acelerador, interruptor da embreagem

9-Transistor nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 4

10-Transistor nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 1

11-Componentes nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 2

12-Circuito Integrado nº Gerenciador das Unidades Injetoras

13-Transistor nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 3

14-Transistor nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 6

15-Transistor nº BUK 7595 Individual da Unidade Inejtora 5

16-Circuito Integrado nº 3043322 Decodificador de protocolo CAN, se encontra na parte de tras da


placa

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhadas dos Circuitos


Circuito das Unidades Injetoras

Seguem a mesma lógica de funcionamento que as Mercedes, tendo com a central a principal responsável
pelo acionamento. O circuito das unidades injetoras conta com um acionamento individual cilindro por
cilindro, e um chaveamento comum para as seis unidades do sistema . Veja agora algumas particularidades
do circuito

Transistor BUK9575, pino 1


recebe sinal do gerenciador das
U.I, pino 2 dispara o sinal para as
Unidades

O disparo do Gerenciador sai


pelos seguintes pinos:

Cilindro 1 pino 18, Cilindro 2 pino


20, Cilindro 3 pino 22, Cilindro 4
pino 19, Cilindro 5 pino 23 e
Cilindro 6 pino 21.

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito das Unidades Injetoras


Os sinais elétricos as U.I são todos iguais a estes apresentados abaixo, portanto no diagnóstico a ser
efetuado apegue-se a esse modelo apresentado

Sinal ao lado saída para o injetor

O sinal ao lado acontece em todas


saídas para os individuais das U.I

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Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação e fase do Motor


Neste circuito observamos a presença de diodos, resistores e de um C.I (30296) fazendo a função de
conversor de sinais analógicos para digitais, esse circuito é fundamental para o funcionamento do motor ,
portanto atente a algumas características desse circuito para posteriores diagnósticos.

O Sinal já retificado porém


analógico do sensor de rotação
entra pelo pino 23 do C.I 30296 e
sai digital pelo pino 26. Já o
sensor de fase os pinos; são
entrada de sinal retificado
analógico pelo pino 5 e saída
digital pelo pino 27, após esse
procedimento os sinais seguem em
direção ao processador (B58748)

Após ser digitalizado o sinal entra


pelos pinos 44 e 45 do processador

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Sensor de Rotação e Fase

Sinal do sensor de rotação do motor

Sinal de sensor de fase do motor

Após essa conversão os sinais em amarelo na imagem seguem


para o processador afim de funcionar o motor

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Mapeamento de Centrais

Ford
EDC 07
Cummins 4 e 6
Cilindros

*Obs. : A diferença entre os módulos 4 e 6 cilindros está somente na programação da Flash do


Micro controlador.

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Mapeamento de Centrais

EDC 07 Cummins
Descrição do Conector A (16 vias ) e Conector C (36 vias)

Unidade Injetora 1
Unidade Injetora 3

Unidade Injetora 2 Unidade Injetora 4

Unidade Injetora 6
Sensor Pressão do Turbo (Bocal A – Pino 28)
Sensor Temperatura do ar de Admissão (Bocal
A – Pino 29)
Unidade Injetora 5
Eletroválvula Reguladora de
Pressão do Rail
Comum Unidades
1/2/3

Comum Unidades
4/5/6

Sensor de posição do Sensor da Linha de


comando de válvulas Alta Pressão do
(pino 23) combustível

Sensor de Rotacão Sensor de


Indutivo Temperatura da
Agua

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Mapeamento de Centrais

Descrição do Conector B (89 vias)

Eletrovalvula do Freio
Motor

Pré Aquecedor do
Motor Interruptor de Diagnostico

Alimentação Negativa Conversor Rede Can


Pinos 34/35/52/53
Alimentação Positiva

Interruptor de
Diagnostico/Compres
sor do AC

Sensor de Posição
do Pedal
Alimentação Negativa

Linha 15

Sensor de Nível de
Agua do Radiador
Interruptor do Pedal
de Acelerador

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes EDC 07 (frente)

03
02

04 01

Bocal B

05 06

07

Banco de Capacitores 08
17
auxiliam disparo dos
Injetores

09

16 Bocal C Bocal A

14
13 12

15 10 11

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes EDC 07(frente)

Componente Função do Componente


01-Circuito Integrado nº 30616 Regulador de Tensão, estabiliza a tensão para 5 volts

02-Circuito Integrado nº 30439 Responsável pelo acionamento de lâmpada de manutenção,


advertência, lâmpada de partida de parada e relé de bloqueio de
partida, segue os pinos:
15-Lâmpada de advertência
16-Lâmpada de manutenção
20-Lâmpada de parada
21-Lampada de partida
22-Relé de bloqueio de partida

03-Circuito Integrado nº BTS721L Aciona aquecedor de combustível e aquecedor entrada de ar 1


pelos seguintes pinos;
17-Aquecedor entrada de ar 1
18-Aquecedor do combustível

04-Circuito Integrado nº BTS721L Aciona aquecedor de entrada de ar 2 e freio motor pelos pinos:
14-Aquecedor de entrada de ar 2
18-Saída de sinal para válvula de freio motor

05-Transistor nº BTS432E Interruptor de carregamento do banco de capacitores auxiliares de


disparo dos Injetores

06-Filtro de linha nº 70504 Filtro de linha do protocolo de comunicação data link J1939

07-Sensor nº B0724 Sensor de pressão atmosférica


08-Oscilador nº 716F Mantém o processador ativo com um sinal (clock) de frequência
imutável
09-Circutio Integrado nº 30296 Conversor Analógico/Digital do sinal do sensor de rotação (obs.
Uma descrição detalhada desse circuito veja página XX)
10-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 1
11-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 2
12-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 3
13-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 4
14-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 5
15-Transistor nº BUK9640 Responsável pelo disparo Individual Injetor do Cilindro 5
16-Transistor nº N713AP Responsável pelo Banco Comum dos Injetores 4, 5 e 6
17-Transistor nº N713AP Responsável pelo Banco Comum dos Injetores 1, 2 e 3

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes EDC 07 (verso)

03

04

01

02

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente

01-Micro Controlador Processa as informações e executa todas as funções de


gerenciamento do motor, contém a flash agregada ao componente

02-Circuito Integrado nº9327PD Decodificador de comunicação protocolo data link J1939

03-Circuito Integrado nº AD2097 Controle da válvula reguladora de pressão (MPROP)

Gerenciador os Injetores de Alta (CRIN), responsável pelo


acionamento dos injetores pelos seguintes pinos:

Individuais dos Injetores

25-Disparo Injetor 1
26-Disparo Injetor 3
04-Circuito Integrado nº 30421 27-Disparo Injetor 2
29-Disparo Injetor 5
30-Disparo Injetor 6
31-Disparo Injetor 4

Comum dos Injetores

35-Disparo do Comum dos Injetores 1/2/3


37-Disparo do Comum dos Injetores 4/5/6

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Circuito dos Injetores
Vemos neste circuito similaridades com os outros já estudados lembrando que para os disparos positivos
temos um para cada injetor e no caso dos chaveamentos negativos só há dois pois esse é responsável por três
injetores. Veja os circuitos:

Disparo para o Injetor é


efetuado pelo pino 2

Transistores nº BUK 9640


recebem sinal proveniente
do gerenciador pelo pino 1

Gerenciador (verso da placa)


dos Injetores já citados na
descrição e funções

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos dos Injetores (CRIN)


Observe os sinais elétricos do circuito relacionado:

Individual dos Injetores:

Esse sinal foi capturado com o


osciloscópio e dispara o Injetor

Sinal digital que provêm do


gerenciador dos Injetores

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Comum dos injetores

Sinais característicos do banco 1


dos Injetores, lembrando que cada
transistor N715AP controla um
banco especifico no caso banco 1
e2

Um detalhe importante é que na visualização dos sinais percebemos que embora diferentes na sua amplitude o
tempo dos sinais e suas características são idênticas

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Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação e Fase do Motor


Circuito importante para o funcionamento e seguem a mesma lógica de funcionamento dos outros
sistemas já observados até aqui. Note o circuito seguido dos sinais elétricos que encontramos para esses
sensores:

Circuito integrado nº 30296 recebe


sinal de rotação já retificado e por sua
vez converte o sinal analógico para
digital, veja os pinos:

2-Entrada de Sinal Analógico Rotação


4-Saída sinal digital Rotação
23-Entrada de Sinal Analógico Fase
26-Saída de sinal digital Fase

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Rotação e Fase do Motor


Os sinais elétricos observados com o osciloscópio são muito semelhantes aos de outras centrais, veja como
são esses sinais importantes.

Sinal em azul é o início do sinal ,


ou seja , o sensor de rotação gera
esse sinal. O sinal em vermelho se
trata do sinal retificado, ele entra
no pino 2 do C.I.

O sinal em amarelo é o sinal no


formato digital, ondas quadradas.
Esse vai direto ao processador.

Sinal em azul é o início do sinal ,


ou seja , o sensor de fase gera esse
sinal. O sinal em vermelho se trata
do sinal retificado, ele entra no
pino 23 do C.I.

O sinal em amarelo é o sinal no


formato digital, ondas quadradas.
Esse vai direto ao processador.

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Mapeamento de Centrais

Circuito de Comunicação Protocolo J1939 Data Link


Circuito essencial para que o sistema se comunique com scanner e outros módulos do sistema elétrico,
uma descrição detalhada será apresentada, veja:

Filtro de linha da comunicação, as


informações passam por ele para
evitar interferências e ruídos no
sinal podem atrapalhar a
plausibilidade do mesmo

Circuito Integrado responsável


pela comunicação bidirecional
do Protocolo J1939.

As informações trafegam pelos


pinos 1 e 2

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos da Comunicação J1939


Tem a característica de serem espelhado um em relação ao outro e trabalham com uma taxa de
velocidade de 1.000 kbit/s, lembrando que assim como no caso da rede can esse protocolo trabalha com o
envio e recebimento de pacotes de dados com um identificador de prioridade, indicando qual é urgência do
sinal divida em alta prioridade de trafego ou baixa prioridade, Veja agora o sinal elétrico que esse circuito
contém.

Sinais espelhados conferem ao


protocolo J1939 maior
confiabilidade na hora de trocar
informações , pois se houver
falhas em um dos sinais há
possibilidade de o outro continuar
a comunicação

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Mapeamento de Centrais

Volvo
D12C
TEA

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Mapeamento de Centrais

Volvo D12C TEA


Descrição do Conector A e B ( 36 vias cada)

Eletroválvula
Unidade Injetora 4 reguladora da Sensor de Temperatura Agua do Motor
pressão do óleo
Unidade Injetora 5 para balancins
Eletroválvula Reguladora da Pressão dos
Unidade Injetora 6 Sensor de rotacão Gases de Escape
do motor
EPG1 – B35 / EPG2 – B36
Unidade
Sensor de Pressao
Injetora 3
do Combustivel Rele de Potencia e pré –
aquecimento do motor

Comum
Tomada de Diagnose e
Unidades
Imobilizador
4/5/6

Comum
Unidades
1/2/3
Unidade
Injetora 1 Sensor de
Temperatura do
Unidade ar ambiente
Injetora 2
Pressostado
Interruptor do Pedal da indicador de
Embreagem restrição do
filtro de ar

Sensor de Fase
Interruptor do
nível liquido de
Interruptor do Pedal do
arrefecimento
Freio

Aterramento
Sensor de Pressao do Turbo

Sensor de Temperatura do Sensor de Pressão do Óleo


ar Admitido do Motor

Sensor de Temperatura do
Óleo do Motor

www.chiptronic.com.br Página | 117


Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes

11 09
10
13

14

15

08
07

16 12
06
17
05

04 03 01
02

www.chiptronic.com.br Página | 118


Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente

1-Processador nº 59101520A Comanda todas as funções de gerenciamento do motor trabalhando em


conjunto com a memoria .

2-Memoria PLCC Am29F400 Contém todas as informações de gerenciamento do motor e todas as


estratégias de funcionamento.

3-Circuito Integrado n ºHC4951A Interface de sensor de temperatura do óleo (esq.), Interface do


sensor de temperatura do ar (dir.)
4-Circuito Integrado nº G1020KF9 Gerenciador das Unidades Injetoras

5-Componente nº SPXS 4010A Sensor de pressão atmosférica

6-Circuito Integrado nº HC4051A Interface do sensor de Temperatura da Água

7-Circuito Integrado nº 77260 Interface do sensor de pressão do óleo e pressão do turbo

8-Transistor nº R038M Comum das Unidades Injetoras 4/5/6

9-Circuito de proteção Circuito de proteção contra pico de tensão

10-Transistor nº R038M Comum das Unidades Injetoras 1/2/3

11-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 3

12-Transistor nº L530S Individual da Unidade Injetora 1

13-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 2

14-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 4

15-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 6

16-Transistor nº L530S Individual da Unidade Injetora 5

17-Circuito Integrado nº A52C251 Decodificador de protocolo CAN

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Unidades Injetoras
Assim como nos outros sistemas a volvo utiliza também um circuito individualizado para as U.I de cada
cilindros e um circuito comum para chavear os bancos um e dois. Veja os detalhes.

Pino 1 do Transistor L530S recebe


sinal proveniente do gerenciador
das U.I e pino 2 envia sinal de 24
volts direto para as U.I

Os disparos para as U.I saem pelos


pinos, 25 u.i cilindro 1, 26 cilindro
2, 28 cilindro 3, 29 cilindro 4, 31
cilindro 5 e 32 cilindro 6

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Mapeamento de Centrais

Comum das Unidades Injetoras


Este circuito também se assemelha aos demais circuitos de outros sistemas de injeção diesel onde temos
um transistor chaveando três U.I por vez.

Transistor R038M recebe pelo


pino 1 o sinal de disparo das três
unidades que comanda e pelo pino
2 dispara um chaveamento
negativo para as mesmas

Gerenciador das unidades libera


disparo para os comuns pelos pino
23 unidades 1/2/3 e 22 para
unidades 4/5/6

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos dos Circuitos Unidades Injetores


Veja os possíveis sinais do Individual da U.I

O sinal ao lado é resultado do


processo de chaveamento do
transistor

Em todas as saídas do
gerenciador para as unidades
veremos esse sinal individual

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Comum das Unidades Injetoras


Como é próprio dos circuitos comum das unidades teremos sinais característicos.

Sinal em vermelho é a saída do


disparo para os injetores

Sinal amarelo é que obteremos na


saída do gerenciador para o
circuito comum das unidades

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Mapeamento de Centrais

Volvo
D12D
TEA v.2

www.chiptronic.com.br Página | 124


Mapeamento de Centrais

Volvo D12D TEA v.2


Descrição do Conector A e B (36 vias cada)

Eletroválvula
Unidade Injetora 4 reguladora da Sensor de Temperatura Agua do Motor
pressão do óleo
Unidade Injetora 5 para balancins
Eletroválvula Reguladora da Pressão dos
Unidade Injetora 6 Sensor de rotacão Gases de Escape
do motor
EPG1 – B35 / EPG2 – B36
Unidade
Sensor de Pressao
Injetora 3
do Combustivel Rele de Potencia e pré –
aquecimento do motor

Comum
Tomada de Diagnose e
Unidades
Imobilizador
4/5/6

Comum
Unidades
1/2/3
Unidade
Injetora 1 Sensor de
Temperatura do
Unidade ar ambiente
Injetora 2
Pressostado
Interruptor do Pedal da indicador de
Embreagem restrição do
filtro de ar

Sensor de Fase
Interruptor do
nível liquido de
Interruptor do Pedal do
arrefecimento
Freio

Aterramento
Sensor de Pressao do Turbo

Sensor de Temperatura do Sensor de Pressão do Óleo


ar Admitido do Motor

Sensor de Temperatura do
Óleo do Motor

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes

13 12 11
16

15

17

18

10

14 09
19
08

20
07

05
06

04 01
03
02
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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente

1-Processador nº59305837A Comanda todas as funções de gernciamento do motor trabalhando em


conjunto com a memoria .

2-Cristal Piezoelétrico Gera um sinal para processador funcionar

3-Memória PSOP AM29F400BT Contém os arquivos de gerenciamento do motor

4-Circuito Integrado nº G1020KF9 Gerenciador das Unidades Injetoras


5-Circuito Integrado nº A52C251 Decodificador de protocolo CAN
6-Componente nº SPXA6115A Sensor de pressão atmosférica

7-Circuito Integrado nº HC4066A Interface do sensor de rotação

8-Circuito Integrado nº HC4066A Interface do sensor de temperatura do óleo e temperatura do ar

9-Transistor Transistor nº LR120N Regulador Externo

10-Transistor nº L530S Individual da Unidade Injetora 4

11-Transistor nº LR120N Rele de controle do motor

12-Circuito de proteção Protege o modulo contra picos de tensão

13-Circuito Integrado nº 30443 Regulador de tensão interno de 24 volts para 5 volts

14-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 5


15-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 2

16-Transistor nº L530S Individual da Unidade Inejtora 3

17-Transistor nº L530S Individual da Unidade Injetora 1


18-Transistor nº R038M Comum das Unidade Injetrora 4/5/6

19-Transistor nº L530S Individual da Unidade Injetora 6


20-Transistor nº R038M Comum das Unidades Injetoras 1/2/3

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada dos Circuitos


Unidades Injetoras
Assim como nos outros sistemas a volvo utiliza também um circuito individualizado para as U.I de cada
cilindros e um circuito comum para chavear os bancos um e dois. Veja os detalhes.

Pino 1 do Transistor L530S recebe


sinal proveniente do gerenciador
das U.I e pino 2 envia sinal de 24
volts direto para as U.I

Os disparos para as U.I saem pelos


pinos, 25 u.i cilindro 1, 26 cilindro
2, 28 cilindro 3, 29 cilindro 4, 31
cilindro 5 e 32 cilindro 6

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Mapeamento de Centrais

Comum das Unidades Injetoras


Este circuito também se assemelha aos demais circuitos de outros sistemas de injeção diesel onde temos
um transistor chaveando três U.I por vez.

Transistor R038M recebe pelo


pino 1 o sinal de disparo das três
unidades que comanda e pelo pino
2 dispara um chaveamento
negativo para as mesmas

Gerenciador das unidades libera


disparo para os comuns pelos pino
23 unidades 1/2/3 e 22 para
unidades 4/5/6

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos dos Circuitos Unidades Injetores


Veja os possíveis sinais do Individual da U.I

O sinal ao lado é resultado do


processo de chaveamento do
transistor

Em todas as saídas do
gerenciador para as unidades
veremos esse sinal individual

www.chiptronic.com.br Página | 130


Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos Comum das Unidades Injetoras

Como é próprio dos circuitos comum das unidades teremos sinais característicos.

Sinal em vermelho é a saída do


disparo para os injetores

Sinal amarelo é que obteremos na


saída do gerenciador para o
circuito comum das unidades

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Mapeamento de Centrais

VW
EDC 16C8
Sistema
Common Rail

www.chiptronic.com.br Página | 132


Mapeamento de Centrais

EDC 16C8 Common Rail


Descrição do Conector 94 vias

Sensor de Sensor de temperatura do


temperatura do coletor
motor

Sensor de pressão do motor


Sensor Fase do
motor Sensor de Pressão do coletor

Unidade Injetora 1 Sensor Temperatura do


arrefecimento
Unidade Injetora 3

Sensor de Pressao do Rail


Unidade Injetora 2

Unidade Injetora 4
Aterramento

Comum Inj. 1/4 Tacógrafo

Comum Inj. 2/3


Interruptor Relê da
de Bomba de
Embreagem Combustível

Relê Principal

Conector de
Diagnostico

Linha 15 +
Válvula de Pressão
de Combustível da
bomba de alta Atuador de Pedal do acelerador
controle do
Sensor de Rotação turbo
(CKP)

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes

01
02

03

04

05

06

07

09 08

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes

Componente Função do Componente

1-Circuito Proteção Circuito de proteção e de responsável pelo carragamento de carga para


auxiliar acionamento dos injetores

2-Transistor nº F20UP20DN Comum dos Injetores (CRIN) cilindros 1/4

3-Transistor nº F20UP20DN Comum dos Injetores (CRIN) cilindros 2/3

4-Transistor nº BUK 9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 2

5-Transistor nº BUK 9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 3

6-Transistor nº BUK 9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 1

7-Transistor nº BUK 9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 4

8-Soic 8 pinos nº 95640 Memória imobilizador

9-Componente nº SMD284 Sensor de pressão atmosférica

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes (verso)

04 05 06

01

07
03 02

www.chiptronic.com.br Página | 136


Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes (Verso)

Componente Função do Componente

1-Processador nº MPC55LF Executa todas fuções de gerenciamento do motor

2-Eprom AM29BL802CB Contém arquivos de injeção

3-Circuito Integrado nº 30505 Gerenciador os Injetores de Alta (CRIN), responsável pelo


acionamento dos injetores pelos seguintes pinos:

Individuais dos Injetores

25-Disparo Injetor 1
26-Disparo Injetor 3
27-Disparo Injetor 2
29-Disparo Injetor 5
30-Disparo Injetor 6
31-Disparo Injetor 4

Comum dos Injetores

35-Disparo do Comum dos Injetores 1/2/3


37-Disparo do Comum dos Injetores 4/5/6

4-Circuito de resistores Circuito está relacionado com sensor de rotação do motor

5-Circuito de resistores Circuito do sensor de pressão do tubo RAIL

6-Circuito Integrado nº 30618 Atua sobre a válvula de pressão de combustível e atuador


controle do turbo

7-Circuito Integrado nº 30616 Aciona relé principal, relé da bomba alimentadora, interface de
rotação e regulador de tensão.

Sensor de rotação entrada de sinal analógico pino 2 e saída digital


pino 26.

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Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada do Circuito dos Injetores


Também observamos nesse circuito a ocorrência de um transistor especifico para o positivo e outro para
o chaveamento negativo, semelhante ao EDC 07 da Cummins, já considerado nesse material. Sem maiores
novidades segue uma descrição detalhada com sinais elétricos desse circuito.

Transistor BUK9237 responsável


pelo acionamento dos Injetores,
entrada de sinal é elo pino 1 e a
posterior saída é pelo pino 2,
onde vai direto ao injetor em
questão

Gerenciador dos Injetores envia


sinal até o pino 1 do transistor de
acordo com o sincronismo e o
tempo de injeção

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos dos Injetores (CRIN)


Sinais elétricos do s injetores do sistema common rail são semelhantes , mas é claro o que pode são suas
amplitudes, tudo vai depender do circuito de baterias montados no veículo, 12 ou 24 volts.

Sinal de saída direto para o injetor


do motor

Sinal de saída do gerenciador é


digital com amplitude igual ou
menor que 5 volts

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Comum dos Injetores

Sinal de saída direto para o injetor


do motor

Sinal de saída do gerenciador é


digital com amplitude igual ou
menor que 5 volts

www.chiptronic.com.br Página | 140


Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação do Motor


Notamos nesse circuito assim como outros a presença de resistores e diodo pois o sinal característico
desse sistema é analógico e alternado, devido a isso presente nesse circuito também há um circuito integrado
com funções próprias de conversor analógico digital.

Sinal de rotação analógico porém


retificado chega até o pino 4 desse
C.I, e convertido para digital e sai
pelo pino 26 do mesmo direto ao
processador

Detalhe importante é que o mesmo


C.I opera como regulador de
tensão alimentando os sensores
passivos bem como toda a parte
lógica do circuito com tensão
igual a 5 volts, relé principal, relé
da bomba alimentadora

www.chiptronic.com.br Página | 141


Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito de Rotação


Sem diferença com respeito ao sistema EDC 07, observe os sinais elétricos.

Sinal em azul é a entrada de


rotação no circuito, note porém
que sua amplitude e sua parte
negativa sofrem alteração (sinal
vermelho), essa alteração é normal
devido à existência de um circuito
retificador. Logo após entrar no
circuito integrado pelo pino 4, o
sinal de rotação passa por outra
transformação (sinal amarelo),
esse sinal digital que surge vai
direto ao processador de
encapsulamento BGA.

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Mapeamento de Centrais

GM
EDC16C9
Sistema
Common Rail

www.chiptronic.com.br Página | 143


Mapeamento de Centrais

GM EDC 16C9 Sistema Common Rail


Descrição do Conector 96 vias

Sensor de Sensor de temperatura do


temperatura do coletor
motor

Sensor de pressão do motor


Sensor Fase do
motor Sensor de Pressão do coletor

Unidade Injetora 1 Sensor Temperatura do


arrefecimento
Unidade Injetora 3

Sensor de Pressao do Rail


Unidade Injetora 2

Unidade Injetora 4
Aterramento

Comum Inj. 1/4 Tacógrafo

Comum Inj. 2/3


Interruptor Relê da
de Bomba de
Embreagem Combustível

Relê Principal

Conector de
Diagnostico

Linha 15 +
Válvula de Pressão
de Combustível da
bomba de alta Atuador de Pedal do acelerador
controle do
Sensor de Rotação turbo
(CKP)

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes EDC 16C9

01
02

03

04

05

06

07

08 09

www.chiptronic.com.br Página | 145


Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes (EDC 16C9)

Componente Função do Componente

1-Circuito Proteção Circuito de proteção e de responsável pelo carragamento de carga para


auxiliar acionamento dos injetores

2-Transistor nº F20UP20D Comum dos Injetores (CRIN) cilindros 1/4

3-Transistor nº F20UP20D Comum dos Injetores (CRIN) cilindros 2/3

4-Transistor nº BUK9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 2

5-Transistor nº BUK9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 3

6-Transistor nº BUK9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 1

7-Transistor nº BUK9237 Individual Injetor (CRIN) cilindro 4

8-Soic 8 pinos nº 95640 Memória do imobilizador

9-Componente nº SMD284 Sensor de pressão atmosférica

www.chiptronic.com.br Página | 146


Mapeamento de Centrais

Visão Geral 16C9 (Verso)

04 05 06

01

07
03 02

www.chiptronic.com.br Página | 147


Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes (verso)

Componente Função do Componente

1-Processador nº MPC556LF Executa todas fuções de gerenciamento do motor

2-Eprom AM29BL802CB Contém arquivos de injeção

3-Circuito Integrado nº 30505 Gerenciador os Injetores de Alta (CRIN), responsável pelo


acionamento dos injetores pelos seguintes pinos:

Individuais dos Injetores

25-Disparo Injetor 1
26-Disparo Injetor 3
27-Disparo Injetor 2
29-Disparo Injetor 5
30-Disparo Injetor 6
31-Disparo Injetor 4

Comum dos Injetores

35-Disparo do Comum dos Injetores 1/2/3


37-Disparo do Comum dos Injetores 4/5/6

4-Circuito de resistores Circuito está relacionado com sensor de rotação do motor

5-Circuito de resistores Circuito do sensor de pressão do tubo RAIL

6-Circuito Integrado nº 30618 Atua sobre a válvula de pressão de combustível e atuador


controle do turbo, relé de partida e velas de aquecimento

7-Circuito Integrado nº 30616 Aciona relé principal, relé da bomba alimentadora, interface de
rotação e regulador de tensão.

www.chiptronic.com.br Página | 148


Mapeamento de Centrais

Descrição Detalhada do Circuito dos Injetores


Também observamos nesse circuito a ocorrência de um transistor especifico para o positivo e outro para
o chaveamento negativo, semelhante ao EDC 07 da Cummins, já considerado nesse material. Sem maiores
novidades segue uma descrição detalhada com sinais elétricos desse circuito.

Transistor BUK9237 responsável


pelo acionamento dos Injetores,
entrada de sinal é elo pino 1 e a
posterior saída é pelo pino 2,
onde vai direto ao injetor em
questão

Gerenciador dos Injetores envia


sinal até o pino 1 do transistor de
acordo com o sincronismo e o
tempo de injeção

www.chiptronic.com.br Página | 149


Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos dos Injetores (CRIN)


Sinais elétricos do s injetores do sistema common rail são semelhantes , mas é claro o que pode são suas
amplitudes, tudo vai depender do circuito de baterias montados no veículo, 12 ou 24 volts.

Sinal de saída direto para o injetor


do motor

Sinal de saída do gerenciador é


digital com amplitude igual ou
menor que 5 volts

www.chiptronic.com.br Página | 150


Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito Comum dos Injetores

Sinal de saída direto para o injetor


do motor

Sinal de saída do gerenciador é


digital com amplitude igual ou
menor que 5 volts

www.chiptronic.com.br Página | 151


Mapeamento de Centrais

Circuito do Sensor de Rotação do Motor


Notamos nesse circuito assim como outros a presença de resistores e diodo pois o sinal característico
desse sistema é analógico e alternado, devido a isso presente nesse circuito também há um circuito integrado
com funções próprias de conversor analógico digital.

Sinal de rotação analógico porém


retificado chega até o pino 4 desse
C.I, e convertido para digital e sai
pelo pino 26 do mesmo direto ao
processador

Detalhe importante é que o mesmo


C.I opera como regulador de
tensão alimentando os sensores
passivos bem como toda a parte
lógica do circuito com tensão
igual a 5 volts, relé principal, relé
da bomba alimentadora

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Mapeamento de Centrais

Sinais Elétricos do Circuito de Rotação


Sem diferença com respeito ao sistema EDC 07, observe os sinais elétricos.

Sinal em azul é a entrada de


rotação no circuito, note porém
que sua amplitude e sua parte
negativa sofrem alteração (sinal
vermelho), essa alteração é normal
devido à existência de um circuito
retificador. Logo após entrar no
circuito integrado pelo pino 4, o
sinal de rotação passa por outra
transformação (sinal amarelo),
esse sinal digital que surge vai
direto ao processador de
encapsulamento BGA.

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Mapeamento de Centrais

Ford
Siemens SID
901 Sistema
Common Rail

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Mapeamento de Centrais

Ford SID 901 Sistema Common Rail


Descrição do Conector A, B e C

Sensor MAP e IAT


Sensor de
temperatura do Sensor de Pressao do
motor Combustivel
Sensor MAP e IAT
Sensor de Sensor de posição do
temperatura do comando de válvulas
Combustível (CMP)
Linha Can A
Modulo de controle
Bomba de da tracao
Linha Can B
Combustivel
Interruptor de pedal Sensor de Posição do
da Embreagem Aterramento Pedal do Acelerador

Injetor 3
Rele de Partida
Injetor 4

Injetor 2

Injetor 1

Comum das CKP Linha 30 Rele da Bomba de


unidades 1/2/3/4 Combustivel

Aterramento
Válvula de pressão
do combustivel Válvula de volume
do combustível

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes SID 901 (frente)

01

Descrição e Função do Componente SID 901


Componente Função do Componente
Gerenciador dos Piezo Injetores, veja os pinos :
1-Disparo Injetor cilindro 1
1-Circuito Integrado nº 0639NZW 2-Disparo Injetor Cilindro 4
3-Disparo Injetor Cilindro 3
4-Disparo Injetor Cilindro 2
9-Disparo Comum dos Injetores 1/2/3/4

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Mapeamento de Centrais

Visão Geral dos Componentes SID 901 (verso)

08 07
06

09

05

10

11

04

01
02
03

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Mapeamento de Centrais

Descrição e Função dos Componentes SID 901 (verso)

Componente Função do Componente

1-Processador nº SAKC167C5 Executa todas fuções de gerenciamento do motor

2-Eprom AM29BL802CB Contém arquivos de injeção

3-Circuito Integrado nº A2C3648 Regulador de Tensão

4-Circuito Integrado nºATM38 Válvula de pressão do combustível e relé principal

5-Componente nº MPXH6115A Sensor de pressão atmosférica

6-Circuito Integrado nº 62506 Conector de Diagnóstico e função de comunicação

7-Transistor nº N523AL Comum dos injetores 1/2/3/4

8-Transistor nº N523AL Individual do Injetor 3

9-Transistor nº N523AL Individual do Injetor 1

10-Transistor nº N523AL Individual do Injetor 4

11-Transistor nº N523AL Individual do Injetor 2

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Roteiro de diagnóstico

ROTEIRO BÁSICO DE DIAGNÓSTICO DE ECU


Para fazer um diagnóstico preciso nas Centrais assim como em qualquer trabalho, é importante seguir
algumas rotinas de trabalho e executá-los para ter êxito. Observaremos agora algumas rotinas de trabalho a
partir de sintomas reclamados pelos clientes e qual procedimento é importante fazer para se obter o
diagnóstico eventual reparo da ECU.

ECU NÃO FUNCIONA


1-Alimetação do Circuito (ex. linha +30, +15, +50 e aterramentos)
2- Regulador de Tensão 5 volts
3-Alimentação para parte lógica (processador, memórias, C.I)
4-Trilha rompida
5-Terminal oxidado
6-Circuito do sensor de rotação
7-Aterramento
8-Solda fria
9-Arquivo de injeção corrompido
10-Processador
11-Cristal

ECU NÃO PULSA INJETORES NEM OUTRO ATUADOR


1-Driver de disparo do atuador
2-Trilha rompida
3-Capacitador de filtro
4-Terminal Oxidado
5-Solda fria

FALHA DE SENSORES
1-Trilha rompida
2-Capacitor de filtro
3-Alimentação e massa dos sensores
4-Circuito do sensor em questão (resistores e capacitores)

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Acrônimos da Eletrônica Embarcada

Acrônimos da Eletrônica Embarcada


Sigla Significado Tradução
A/C Air Condintioning Ar-Condicionado
A/D Analogic/Digital Conversor Analógico/Digital
ACC Air Conditioner Clutch Embreagem do A/C
ACT Air Charge Temperature Sensor de Temperatura do ar
AT Automatic Transmission Transmissão Automática
AWD Tração Total Integral
BDC Bottom Dead Center Ponto Morto Inferior
Bhp Brake horse-power Potência ao Freio
BOO Break On-Off Interruptor Pedal do Freio
CAN Controller Area Network Controle de Rede de Área
CANP Canister Purge Valvle Evaporative Emission Válvula de Canister
CID Cramshaft Identification Sensor Sensor de Posição do Comando de Válvula
CKP Crankshaft Positioning Sensor de Rotação
CMP Crankshaft Positioning Sensor de Fase do Motor
CO Carbon Monóxide Monóxido de Carbono
CO² Carbon Dióxide Dióxido de Carbono
CPP Clutch Pedal Positioning Interruptor do Pedal da Embreagem
CPS Crankshaft Positioning Sensor Sensor de Rotação PMS do Motor
CPU Central de Temperature Unit Unidade Central de Processamento
CTS Coolant Temperature Sensor Sensor de Temperatura do Liquido do
Arrefecimento
Cut-Off Corte de Combustível em desaceleração
DBW Drive By Wire Controle de Aceleração Eletrônico
DIS Distribuitorless Ignition System Sistema de Ignição sem Distribuidor
DLC Data Link Conector Conector de Diagnósticos
DPFE Diferencial Pressure Feedback EGR Sensor de Pressão Diferencial para a Válvula EGR
Duty Cicle Carga Cíclica
ECM Eletronic Module Control Modulo Eletrônico de Controle
ECT Engine Coolant Temperature Sensor Sensor de Temperatura do Liquido de Arrefecimento
do Motor
ECU Eletronic Central Unit Unidade Central de Controle
EEC-IV Eletronic Engine Control-Fourth Generation Controle Eletrônico do Motor – Quarta Geração
EEC-V Eletronic Engine Control –Fifth Generation Controle Eletrônico do Motor – Quinta Geração
E-GAS Eletronisch Gas Pedal Pedal do Acelerador com Controle Eletrônico
EGR Exhaust Gas Recirculation Recirculação de Gás do Escapamento
EI Eletronic Ignition Control Module Modulo Eletrônico do Controle da Ignição
EPC Eletronic Power Control Acelerador com Controle Eletrônico
EST Eletronic Spark Timing Seleção Eletrônica de Avanço do Motor
EVAP Evaporative Emission Control Válvula de Controle dos Gases de Exaustão
EVR Ehxaust Gas Recirculation Vavle Válvula de Controle de Recirculação de Gases de
Exaustão
FAN Eletro Ventilador
FI Fuel Injection Injetor de Combustível
FP Fuel Pump Eletrobomba de Combustível
FPR Fuel Pump Relay Relé da Bomba de Combustível
HC HidroCarbons Hidrocarbonetos
HO²S Heated O² Sensor Sensor de Oxigênio Aquecido na Descarga
HSFC High Speed Fan Control Relé do Ventilador de Alta Velocidade

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Acrônimos da Eletrônica Embarcada

Acrônimos da Eletrônica Embarcada

Sigla Significado Tradução


IGN Ignition Bobina de Ignição
IMMO Immobilizer System Sistema de Imobilizador
INJ Injector Fuel Eletro Injetor de Combustível
KS Knock Sensor Sensor de Detonação
LSFC Low Speed Fan Control Rele do Eletro Ventilador de Baixa Velocidade
LTFT LONG TIME FUEL TRIM Ajuste de Combustível de Longo Prazo
MAF Mass Air Flow Medidor de Massa de Ar
MAP Manifold Absolute Pressure Sensor de Pressão Absoluta
MPFI Multipoint Fuel Injection Sistema de Injeção Eletrônica Multiponto
NOx Nitrogen Oxide Oxido de Nitrogênio
NTC Negative Temperature Coeficient Coeficiente de Temperatura Negativo
OCT Octane Adjust Conector de Ajuste de Octanagem
PAT Pressure and Air Temperature Sensor Integrado de Pressão e Temperatura do Ar
PATS Passive Anti-Thieft System Sistema Passivo Anti-Furto
PCM Powertrain Control Module Controle do Trem de Força
PIP Profile Ignition Pickup Sinal de Controle de Ignição
PWM Pulse Wave Modulation Amplitude de Pulso Modulado
PWR Power Relay Relé de Alimentação do Sistema de Injeção
RAM Random Acess Memory Memória de Acesso Aleatório
ROM Read Only Memory Memória Somente de Leitura
RSH Rollen Shepp Hebel Tucho de Válvula Roletado
SPOUT Spark Output Signal Sinal de Disparo de Ignição
STFT Short Time Fuel Trim Ajuste de Combustível a Curto Prazo
TDC Top Dead Center Ponto Morto Superior
TFI Tick Film Ignition Módulo de Controle de Ignição por Película de Filme
Top-Feed Alimentação pela Parte Superior do Eletro Injetor
TPS Throttle Position Sensor Sensor da Posição da Borboleta
TWC Three Way Catalytic Converter Conversor Catalítico de Três Vias
VAF Vane Air Flow Sensor de Fluxo de Ar
VSS Vehicle Speed Sensor Sensor de Velocidade do Veículo
WAC Wide Open Throttle Air Conditioner Relé de Corte do A/C
WOT Wide Open Throttle Borboleta totalmente Aberta

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Anotações

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Anotações

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Chiptronic Eletrônica do Brasil

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E-mail – treinamentos2@chiptronic.com.br

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