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ESTRUTURAS: PILARES

Conhecimento
CONCEITOS INICIAIS:
 SOLICITAÇÕES NORMAIS: os pilares, quando em serviço, poderão ser
solicitados da seguinte forma:
 COMPRESSÃO SIMPLES (carga centrada): o
carregamento é aplicado no centro de
gravidade do pilar.
 FLEXÃO COMPOSTA: quando ocorre atuação conjunta da Força Normal e do
Momento Fletor sobre a peça estrutural. Há dois casos:

 FLEXÃO COMPOSTA NORMAL: quando ocorre força normal e momento


fletor em apenas uma direção.

 FLEXÃO COMPOSTA OBLÍQUA: quando ocorre força normal e momento


fletor nas duas direções.
CLASSIFICAÇÃO DOS PILARES:
1) QUANTO A ESBELTEZ:
Pilar CURTO: Possui índice de esbeltez inferior a 35. (ʎ < 35)

Pilar MEDIANAMENTE ESBELTO: Possui índice de esbeltez entre 35 e 90. (35 < ʎ < 90)

Pilar ESBELTO: Possui índice de esbeltez entre 90 e 140. (90 < ʎ < 140)

Pilar MUITO ESBELTO: Possui índice de esbeltez superior a 140. (ʎ > 140)
CLASSIFICAÇÃO DOS PILARES:
2) QUANTO A TIPOLOGIA CONSTRUTIVA:
a) PILAR CENTRAL (ou INTERNO): é o pilar que possui sua
solicitação exatamente no seu centro de carga. É o pilar que
gera a Compressão Simples.

b) PILAR de BORDA (ou EXTREMIDADE): é o pilar que


possui sua solicitação no seu centro de carga e apenas
uma de suas direções. É o pilar que gera a Flexão
Composta Normal.

c) PILAR de CANTO: é o pilar que possui sua solicitação


fora do seu centro de carga nas direções. É o pilar que gera
a Flexão Composta Oblíqua.
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
1) Dimensões Mínimas:
Para evitar um desempenho inadequado e propiciar boas condições de execução,
a NBR 6118:2007, no item 13.2.3 estabelece que a seção transversal dos pilares,
qualquer que seja sua forma, não deve apresentar dimensão inferior a 19 cm.
Porém, em alguns casos especiais pode-se admitir dimensões entre 19 e 12 cm,
desde que no dimensionamento se multipliquem as ações por um coeficiente
adicional yn, conforme expressão seguinte: yn = 1,95 – 0,05.b. Porém, NUNCA
poderá existir seção transversal inferior a 360 cm².

2) Cobrimento das Armaduras:


O Cobrimento deve ser considerado conforme previsto no item 7.4.7 e considerar
o enquadramento dentro das Classes de Agressividade Ambiental, conforme
tabela abaixo.
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
3) Armaduras Longitudinais:
As Armaduras Longitudinais colaboram para resistir a compressão, diminuindo a
seção do pilar e também resiste às tensões de tração. Além disso tem a função de
diminuir as deformações do pilar, especialmente as decorrentes de retração e
fluência.
Obs:
Fluência - é a deformação permanente dos materiais quando estes estão sujeitos a cargas ou tensões
constantes , relacionada diretamente com o tempo.
Retração – é a redução do volume pela perda de umidade de elemento de concreto, seja no estado fresco ou
endurecido

Conforme o item 18.4.2.1 da Norma em questão, as barras longitudinais não


devem possuir dimensão inferior a 10 mm e nem superior a 1/8 da menor
dimensão da seção transversal.
10 mm < Ø < 1/8.b

4) Taxas de Armadura:

Armadura Mínima: Armadura Máxima:


As mín. > 0,40 % x Ac As máx. < 8,00 % x Ac
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
7) Armaduras Transversais:
As Armaduras Transversais ou Estribos, tem a seguinte função:
a) garantir o posicionamento da armadura e impedir a flambagem das
barras longitudinais;
b) garantir a costura da emenda das barras longitudinais;
c) confinar o concreto e garantir uma peça mais ductil e resistente;
Deve ser constituída de estribos fechados ou grampos e também deverá
ser distribuída por toda altura do pilar, principalmente nos cruzamentos com lajes
e vigas. Deve ainda possuir diâmetro superior a 5,0 mm e inferior a 1/4 da barra
longitudinal isolada.

É recomendável que se coloque


de 2 a 3 estribos com espaçamento
reduzido nas extremidades, para
combater aos momentos de topo
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
8) Espaçamento Máximo dos Estribos:
O espaçamento máximo dos estribos medido na menor direção do eixo
do pilar deve ser igual ou inferior ao menor dos valores seguintes:

9) Estribos Suplementares:
A Norma prevê que sempre que houver possibilidade de flambagem da
armadura junto a superfície, deve-se evitar. Assim, no item 18.2.4 a NBR 6118
considera que os estribos protegem as barras situadas a até 20Øt do canto. Dessa
forma, quando houve trecho de armadura afastado do canto em uma medida
superior a definida, devem ser utilizados Ganchos ou Estribos Suplementares.
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:

 Flambagem as Barras:
 Estribos Retangulares:

 Estribos Curvos: deverão possuir armadura


contra flambagem para as seções com
concavidade voltadas para fora do concreto;
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
CANALIZAÇÕES EMBUTIDAS: (item 13.2.6)
São aberturas que seguem o eixo longitudinal, na superfície ou contida
no interior de um elemento.

Em geral os elementos não devem conter canalizações embutidas


quando:

 Não houver proteção para a passagem de líquidos que se afastem mais de 15º
da temperatura ambiente;

 Canalizações que suportem mais de 0,3 Mpa;

 Canalizações que não possuam aberturas de drenagem;


DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
LANÇAMENTO DO CONCRETO:
Durante o lançamento do concreto, é importante considerar o efeito da
ação da aceleração da gravidade que age sobre os corpos.

Assim, do ponto de vista estrutural, não é saudável para a peça o


lançamento do concreto de altura superior a 2,50 m. Uma vez que o agregado
graúdo cairá primeiro, formando um “ninho” de concretagem.
DISPOSIÇÕES CONSTRUTIVAS:
LANÇAMENTO DO CONCRETO:

Deve-se, portanto, atentar para duas possibilidades de execução desta


concretagem:

 Criação de uma janela na altura definida;

 Lançamento de argamassa pura ;