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EE301 – Laboratório dos Fundamentos Físicos para Engenharia Elétrica

FEEC/UNICAMP – Professor Responsável: Braga

Eduardo Sakai RA: 031938 Turma: M


Lucas Vieira RA: 071589

Experiência V: Efeito Fotoelétrico

1- Objetivo

Observação da emissão de elétrons por uma superfície metálica iluminada com luz visível.

2- Procedimento Experimental

Na montagem experimental, o material utilizado foi:


• Fonte de Tensão
• Célula fotoelétrica
• Lâmpada Halógena
• Monocromador
• Microvoltímetro
• Picoamperímetro
• Variac

O efeito fotoelétrico consiste na emissão de elétrons por superfícies metálicas


quando incidimos sobre ela um feixe de luz. Neste experimento foi utilizada uma célula
fotoelétrica alimentada por uma fonte de tensão e iluminada com luz visível
monocromática, proveniente de uma lâmpada halógena através de um monocromador.
Um variac controlou a intensidade da luz, e as tensões e correntes envolvidas foram
medidas por um microvoltímetro e por um picoamperímetro respectivamente.
Segue a montagem do experimento:

1
Coletor (anodo)
Emissor (catodo)
Filtro

μA Potenciômetro

Fonte de
Luz Tensão c.c

V
Chave
conversora

Inicialmente, mediu-se a característica I x V da célula no escuro, variando a tensão


aplicada de –10V a 20V, aproximadamente. Com isto, o efeito do campo elétrico causado
pela fonte - utilizada para facilitar ou dificultar a formação da corrente a partir da célula
fotoelétrica - poderá ser ignorado posteriormente, apenas subtraindo-se este resultado das
medições.
Em seguida, medimos a ralação corrente de saturação x tensão para três
comprimentos de onda: 440, 500 e 540 nm. E através desses dados obtivemos o valor de h.

3- Resultados

Abaixo seguem os dados da característica I x V da célula no escuro:

Corrente de escuro

I (nA) V (V)
0,0982 20
0,0735 15
0,0525 10,01
0,028 5
0,001 -0,006
-0,0169 -5
-0,0337 -10,1

2
Gráfico I x V da célula no escuro

Características I x V dos comprimentos de onda selecionados:

λ = 440 nm

I (nA) V (V)
102 20
98,5 15
92 10
87 8
83 7
79,5 6
75,5 5
71,3 4
68,25 3,5
65,5 3
58,8 2
54,2 1,5
44,8 1
39,3 0,75
32,4 0,5
24,65 0,25
16,99 0,005
13,25 -0,125
10 -0,25
4,7 -0,5
1,8 -0,7
0,52 -0,9
0,23 -1

3
0 -1,5
-0,01 -3
-0,01 -5

Característica I x V para 440nm

λ = 500 nm

I (nA) V (V)
101 20
92 10
78 5
70 3,5
61 2
50 1,25
47,3 1
41,8 0,775

4
35,5 0,55
29 0,35
24 0,2
16 0
10,5 -0,17
5 -0,37
0 -1
-0,005 -3
-0,01 -5

Característica I x V para 500nm

λ = 540 nm

I (nA) V (V)
102 20
93,5 10
80 5
70,5 3
60,5 1,6
50,5 1
44,5 0,75
40 0,6
35 0,45
29 0,3
25 0,2

5
16,2 0
10 -0,15
5 -0,32
0 -0,79
-0,006 -3
-0,01 -5

Característica I x V para 540 nm

Corrente fotoelétrica de saturação para comprimentos de onda entre 420nm e 650nm:


Corrente de saturação

I (nA) λ (nm) f (10^14 Hz)


71 420 7,14
92,5 440 6,82
66,25 460 6,52
90 480 6,25
116,5 500 6,00
123,5 520 5,77
104 540 5,56
77 560 5,36
54,5 580 5,17
26,5 600 5,00
11 620 4,84
4 650 4,62

6
Gráfico I x f para corrente de saturação

4- Análise dos Resultados

A seguir, com o uso das tabelas e gráficos das características I x V da seção


anterior, temos a tabela das tensões de freamento V0 para os comprimentos de onda
utilizados:

λ (nm) 440 500 540


Freqüência (1014 Hz) 6,81 6 5,55
Tensão (V) -1,5 -1 -0,79

A seguir temos o gráfico V0 x f dessa tabela:

7
Gráfico V0 x f

Pelo roteiro do experimento temos que a tensão de freiamento Vo obedece a relação


linear com a freqüência f:

V0 = (h/e) f - Φ A

Onde V0 é a tensão de freiamento (ponto onde a corrente é nula), “h” é a constante


de Planck, “e” é a carga elementar do elétron. Com o método dos mínimos quadrados
conseguimos obter (h/e) (coeficiente angular) e Φ A (coeficiente linear):

(h/e)= -5,7x10-15 ± 3,1x10-16 J.s/C


Φ A = 2,39 ± 0,2 J

Como e=-1,60217653(14)×10−19 C, temos que h = 9,13240622×10−34 ± 1,7x10−34 J.s


Da literatura temos que
Observa-se que o h teórico é bem diferente do h experimental encontrado.

5- Conclusão

Neste experimento analisamos a natureza corpuscular da luz, um conceito físico


muito importante no estudo das propriedades elétricas. Comprovamos experimentalmente a
existência de emissão de elétrons por metais quando sobre estes incide luz. Pudemos
comprovar ainda a dependência da corrente fotoelétrica com o comprimento de onda e com
a intensidade da radiação luminosa incidente
O valor de h encontrado no entanto não foi o esperado. Isso deve-se provavelmente
aos erros contidos nos dados que coletamos com muitas imprecisões. A sensibilidade do
aparelho a luzes externas tambem foi um fator que deve ter atrapalhado o desenvolvimento
da experiência. O método utilizado para os cálculos, no entanto foi válido.

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6- Referências

Halliday, Resnick e Walker; David, Robert e Jearl – Fundamentos da Física – Volume 4 –


Óptica e Física Moderna - 6° Edição – 2002

7- Anexos

Não constam anexos neste experimento.