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CONVERSOR FULL BRIDGE

Cintia Helena Flesch¹, Lucas Losinskas¹


1​
Fundação Universidade Federal do Pampa, Bagé – RS, Brasil
E-mail: cintiaflesch@gmail.com, llosinskas@gmail.com

I.INTRODUÇÃO Back, que é um dos conversores capaz de


converter uma tensão contínua de entrada em
Na disciplina de Conversão Estática II, uma ou mais tensões contínuas de saída. Esse
buscou-se os ensaios e a elaboração de conversor é amplamente utilizado em fontes
conversores, foram projetados e estudados os chaveadas de baixa potências [2].
conversores Push - Pull, Half - Bridge, Flyback O princípio de funcionamento do
e o Full Bridge, ficando cada grupo conversor Flyback é o mesmo do circuito não
responsável pela elaboração de um desses. isolado Buck, onde a energia é armazenada no
Neste artigo descreve-se o estudo e a indutor por um tempo e só depois é transferida
elaboração do conversor Full Bridge. para a carga. No caso do conversor Flyback o
indutor é substituído pelo transformador TR,
II.REFERENCIAL TEÓRICO que propicia um isolamento galvânico entre a
Conversores estáticos de energia podem entrada com a saída e permite um ajuste de
ser usados como elevadores de tensão ou tensão de entrada e saída através da relação do
rebaixadores de tensão. Podemos utilizar número de espiras do primário pelo número de
diversos conversores CC-CC bastante espiras do secundário[2]. A 2.1 apresenta o
conhecidos, como os conversores Boost, esquema elétrico do conversor Flyback.
Forward, Flyback, Half-Bridge e Push-Pull.
Eles se destacam pois são conversores isolados
entre a fonte e a bateria. [1]
Nesse relatório abordamos a construção
de um conversor CC-CC que transforme a
tensão 10 a 15V em 5V. Os conversores
isolados, além de realizarem a tarefa de Figura 2.1 - Esquema elétrico Flyback. (Fonte
conversão de energia elétrica, promovem a :SOUZA)
isolação entre o circuito de entrada e o circuito O Flyback e o Full Bridge tem em
de saída. Essa tarefa é sempre realizada através comum a isolação que há da entrada com a
de um transformador, em que que uma única saída do conversor, ou seja, em ambos a
ligação entre a entrada e a saída é o fluxo energia fica armazenada por um período no
magnético e depois desta entregando esta transformador para então ser transferida para a
energia para a saída.[1] Devido a isso é carga.
necessária a inversão de corrente já que o O transformador Tr tem três funções:
transformador só funciona se houver variação ● Propicia o isolamento entre a fonte e a
do fluxo magnético. carga;
● Faz a acumulação de energia quando o
CONVERSOR FLYBACK transistor T é fechado;
● Adapta a tensão necessária no
Um dos primeiros conversores que secundário.
serviram de base para o estudo do conversor
aplicado na prática é o conversor isolado Fly Precisamos compreender as etapas de
operação do Flyback para a melhor

1
compreensão do desenvolvimento do conversor
escolhido para a realização do projeto.
Vemos descritas abaixo em condução
descontínua as etapas de funcionamento do
conversor Flyback de acordo com Barbi.
Etapas de funcionamento:
Etapa 1: Durante o intervalo em que T se
mantém fechado, o diodo D se mantém bloqueado e
sua corrente é nula.Logo temos apenas a Figura 2.2
onde nos mostra a primeira etapa de
funcionamento, assim como vemos na figura Lp
que nesse caso é a indutância magnetizante no
primário do transformador.[2]

Figura 2.4 - Principais formas de onda do


conversor Flyback.
Figura 2.2 - Primeira etapa de funcionamento.
Uma das principais vantagens deste
conversor são:
Etapa 2: Durante o intervalo em que T
● Dispensa indutor de filtragem;
permanece aberto, a polaridade do transformador se
inverte, o diodo entra em condução de a energia ● Baixo custo;
previamente acumulada no campo magnético é ● Resposta rápida;
transferido ao capacitor de filtragem C e a carga ● Fácil de ser regulada;
RL .[2] ● Isolação entre a entrada e saída;
● Aceita grande variação de carga;
● Podemos ter mais que uma
saída.
Com esse conversor já podemos
dimensionar o núcleo do transformador que é
projetado conforme a Lei de Faraday e
aplicando a corrente que circula nas espiras do
Figura 2.3 - Segunda etapa de funcionamento. transformador. O resultado é expresso pelo
produto da área da janela do núcleo (Aw) e
Depois dessa etapa chegasse a relação área efetiva da secção transversal do núcleo
entre Vp e o Vout. (Ae), conforme a figura abaixo. Os valores Aw
e Ae são valores fornecidos pelos fabricantes.
NP
VP = NS
V out
V out = V c

Ls representa a indutância magnetizante


referida ao secundário do transformador. As
formas de onda principais do conversor estão
apresentadas na Figura 2.4. Figura 2.5 - Núcleo do transformador.

2
O equacionamento para determinação
do núcleo de ferrite do tipo E é demonstrado
em (BARBI,2007). O valor do produto AeAw
para conversor Flyback é:
4
1,1P out .10
AeAw = kp.kw.JB.f
[cm4 ] Eq1

Onde temos como as variáveis:


Ae = Área da secção transversal do Figura 2.6 - Circuito Forward.
núcleo;
Aw= Área da janela do núcleo; Etapa 1 : Durante a primeira etapa de
Pout= Potência de saída; funcionamento( T 1 ) o transistor T é
f=Frequência de chaveamento; comandado a fechar, permitindo a aplicação da
B=Variação de Campo Magnético; tensão da fonte no enrolamento primário do
J=Densidade de corrente nos
transformador. Diodo 1 entra em condução
condutores;
carregando o indutor e alimentando o capacitor
kp=Fator de utilização do primário;
de filtro e a carga RL. O diodo D2 e o de
kw= Fator de utilização da área do
desmagnetização encontram-se bloqueados.[2]
enrolamento.

CONVERSOR FORWARD

O conversor Forward deriva do


conversor não isolado Buck( BARBI,2007). O
Buck não possibilita a elevação de tensão de
Figura 2.7 - Primeira etapa de funcionamento
entrada, apenas fornece para a carga uma
tensão igual ou menor a tensão de entrada. Etapa 2: Na segunda etapa o tiristor é
Neste sentido, o conversor Forward possui um comondado a abrir, logo a energia armazenada
transformador isolador em sua estrutura, o que no indutor é descarregada no capacitor e na
dá a possibilidade de realizar tanto a elevação carga RL através da entrada em condução do
quanto a redução de tensão de saída, bem como diodo D2. Como não há mais corrente no
permite o isolamento da carga em relação a enrolamento primário a energia do enrolamento
fonte de alimentação.[1] primário precisa ser descarregada então entra
Na figura 2.6 vemos a imagem do em ação do diodo de desmagnetização.
conversor, nota-se que o transformador possui
um enrolamento a mais para evitar que o
transistor queime quando abrir, devido a
interrupção da corrente no enrolamento
primário. As etapas de funcionamento do
mesmo estão relacionadas e explicadas em
seguida. =
Figura 2.8. Segunda etapa de funcionamento

3
Formas de onda
‘ Etapas de funcionamento

Etapa 1: Nessa etapa o interruptor Tr1 é


acionado carregando, logo a tensão da fonte
superior é aplicada no enrolamento primário do
transformador, acionando assim o enrolamento
superior do secundário do transformador e
fornece energia para o diodo D3 que carrega o
indutor.

Figura 2.9 - Formas de onda Forward.

Dimensionamento do transformador Figura 2.11 - Primeira etapa de funcionamento

Como vimos na Figura 2.6 o Etapa 2: Tr1 e Tr2 estão abertos, logo os
transformador do conversor é diferente do visto diodos D3 e D4 entram em condução, a energia
na Figura 2.1 Flyback, logo a equação do para armazenada no indutor é descarregada no
dimensionar o transformador difere, sendo que capacitor e na carga Rl.
além dos quesitos levados em conta na Eq 1,
levamos em conta o rendimento(N) sendo que
a Equação 2 é descrita abaixo.

4
2P out .10
AeAw = kp.kw.JB.f .N
[cm4 ]

Figura 2.12 - Etapa 2 de funcionamento

CONVERSOR HALF BRIDGE Etapa 3: A chave Tr2 é acionada carregando


novamente o primário do transformador,
Conversor de meia ponte com acionando a parte inferior do secundário,
transformador de tap central no secundário. fazendo com que o diodo D4 entre em
condução alimentando assim novamente o
indutor.

Figura 2.10 - Conversor Half-Bridge


Figura 2.13 Etapa 3 de funcionamento.

4
Figura 2.15 - Conversor Full Bridge

A figura 2.15 nos mostra o conversor a


ser estudado, como anteriormente estudaremos
a etapa de funcionamento, entretanto como
vimos o seu funcionamento é semelhante a do
Half Bridge, o único detalhe que vemos de
diferente é que duas chaves devem entrar em
Figura 2.14 - Formas de ondas mais comum do condução na mesma hora. Logo o
conversor. dimensionamento do transformador segue os
que usamos para dimensionar o Half Bridge.
Esse conversor diferente dos outros
também possui outra metodologia de cálculo SNUBBER
para o transformador, visto que ele é de tap
central no enrolamento do secundário, logo a Os snubbers são circuitos
equação do transformador é a equação abaixo. amortecedores, formados por um resistor e um
capacitor em série cuja a finalidade é amortecer
4
AeAw =
1,5P out .10
[cm4 ] Eq3 os transientes de alta tensão que ocorrem na
kp.kw.JB.f
comutação de uma carga. Para dimensionar o
snubber precisamos seguir os seguintes passos:
1. Medir ou estimar a indutância
CONVERSOR PONTE COMPLETA
parasita;
FULL BRIDGE
2. Fixar a tensão máxima sobre o
O conversor de maior importância no interruptor;
relatório em questão é o Full Bridge, ele possui 3. Calcular o capacitor;
diversas características dos conversores acima, 4. Estimar um tempo de descarga
principalmente com o conversor Half Bridge, para o capacitor;
entretanto este conversor não precisa usar duas 5. Calcular o resistor.
fontes de entrada. A desvantagem é que são Para cálculo do capacitor, resistor e do snubber
necessários o uso de quatro chaves, o que faz temos.[4]
com que o circuito de entrada passe a ser um
pouco mais complexo do que os anteriores. 0, 5Ll I 2 pk = 0, 5C S V CE 2 Eq4

Ll.I 2 pk
Cs = V
Eq5
2
CE

5
tonmin = 3τ = 3.RS C S Eq6

tonmin = Dmin .T S Eq7

Dmin .T S
RS = 3C S
Eq8

2
P R = E .F = 0, 5Ll I pk F s Eq9
S

Figura 3.1 - Desenho do núcleo do


DRIVER transformador
Driver tem a função de propiciar
operação adequada na condução, bloqueio e
comutação, proteger o transistor contra
sobrecorrentes e curto-circuitos, garantir que o
transistor não entre em condução
espontaneamente, “minimizar” as perdas de
comutação, reduzir o atraso entre o comando e
a entrada em condução do transistor.[5]

III.PROCEDIMENTOS

No primeiro instante foram definidos os


Figura 3.2 - Desenho do núcleo indutor
parâmetros do circuito conforme a aula teórica,
sendo que estes foram os mesmos para todos os
Então, usamos a Tabela 1.1 com as
conversores que foram projetados na disciplina
especificações do projeto, para então iniciar o
de Conversão Estática II. Os parâmetros
cálculo do indutor, do capacitor e do
definidos são:
tran​sformador que devem ser usados no projeto do
● Tensão de Entrada Mínima nosso conversor .
=10V
Especificações do Projeto Valor
● Tensão de Entrada Máxima=
15V Topologia Full-Bridge
● Tensão de saída = 5V Potência de Saída (PS) 10W
● Potência na saída = 10W Tensão de Entrada 15V-10V
● Corrente de saída = 2A Tensão de Saída (VS) 5V
Potência de Saída (PS) 10W
Depois disso, procedeu-se a busca de
referenciais teóricos conforme item II do Frequência de Comutação dos
Relatório. Calcularam-se as áreas do núcleo Transistores (fS) 30kHz
ferro magnético do transformador e do indutor Ton(nas chaves) 40%
que estão representadas abaixo. Rendimento(n) 80%
Variação corrente na saída 0,21A
Tabela 1.1 Parâmetros utilizados

6
Os cálculos realizados encontram-se no
item IV do relatório. Após esse cálculos
iniciou-se o dimensionamento da placa onde
fora realizada a montagem da placa do circuito,
que fora projetada no software Eagle da
Autodesk e impressa em papel fotográfico e
corroído com ácido ferroso. Abaixo
encontram-se a planta da placa, o circuito nela
apresentado assim como a foto da mesma
pronta - sem o circuito.
Figura 3.5- Indutor montado.

Depois do dimensionamento das


estruturas básicas do circuito, escolheu-se o
driver e os mosfets, segue no anexo o datasheet
dos dois componentes. Calculou-se a partir
desses elementos o snubber necessário e os
outros componentes que se fariam necessários
para a montagem do circuito. Seguem abaixo
fotos da montagem do circuito.

Figura 3.3 Placa mergulhada em Hiper Cloreto de Ferro

Após a confecção da placa, fixaram se nela


os componentes eletrônicos necessários.
Confeccionou-se ainda o indutor e o transformador
que foram utilizados no conversor que estão
representados nas figuras abaixo. A base do cálculo
dos mes

Figura 3.6 - Solda da parte inferior da placa

Figura 3.4 - Transformador montado.

7
Figura 3.5 - Montagem placa 0,8. Usou-se como metodologia[2] ​,
calcularam-se assim, a potência de entrada:
P in = P out/η
P in = 10/0, 8
P in = 12, 5W
Logo a potência de entrada do
conversor full bridge é 12,5W. Calcularam-se a
corrente de pico mínima, a corrente eficaz
máxima, corrente de pico máximo, a corrente
eficaz mínima. Seguem as equações e o cálculo
abaixo.
I pkV inmin = P out/(n.Dmax.V inmin)
I pkV inmin = 10/(0, 8 * 0, 8 * 10)
I pkV inmin = 1, 5625A
Figura 3.6 - Circuito pronto depois de muitos testes
I ef icazmax = I pkV inm * √Dmax
I ef icazmax = 1, 5625 * √0, 8
I ef icazmax = 1, 3975A

I pkV imax = P out/(n.Dmax.V inmax)


I pkV inmax = 10/(0, 8 * 0, 8 * 15)
I pkV inmax = 1, 0416A

Figura 3.7 Esquema do conversor


I ef icazmin = I pkV inmax * √Dmax
I ef icazmin = 1, 0416 * √0, 8
I ef icazmin = 0, 9317A

A relação de transformação que deve


levar em conta todos os itens anteriores
calculados assim como também leva em conta
todas as dimensões do fio e núcleo do
Figura 3.8 Esquema conversor transformador e posteriormente do indutor.

N p/N s = Dmax. (V(Vinmin−V


mosf et)
IV.CÁLCULOS NECESSÁRIO PARA O out+V diodo)
PROJETO
Usando como parâmetros os dados dos
O primeiro parâmetro que teve que ser
datasheets dos mosfets e dos diodos, tendo
definido foi o Dmax que nos piores dos casos
como Vdiodo= 0,7 e o Vmosfet = 2,00,
poderia ter sido 1, mas como é necessário
aplicando os dados na equação, encontramos a
adotar um fator de segurança para o circuito
relação N s/N p = 0, 9558
não entrar em curto, fora usado como Dmax
A partir desse dado pegaram se as
dimensões do núcleo do transformador, as

8
dimensões do fio e as dimensões do indutor Tendo a entrada e a saída do
para calcularmos os fatores para calcularmos e transformador calcula-se o número de espiras
dimensionarmos o indutor e o transformador. de entrada e de saída.
4
3,98P out.10 z
AeAw = ( kj.Bf
)
−8
3,98P out.10
4
z N p > V inmim/(2.Ae.ΔB/tonmax.10 .Ae)
AeAw = ( 302,5 0,32 30.103 ) −5 −8
* * N p > 10/(2.3200/(1, 33.10 ).10 .0, 7776)
398000
AeAw = ( 2904000 ) N p > 10/3, 7418 = 2, 672
AeAw = 0, 137052cm2 Logo usou-se 5 espiras enroladas no
primário. Para aumentar assim o fator de
A área usada fora 0, 7776mm2 segurança do transformador, o mesmo fora
feito para o secundário também, tanto que
A quantidade de fios usados e o número difere o número de espiras conforme o cálculo,
de voltas fora calculado conforme o diâmetro vemos também abaixo o período máximo
do fio utilizado. utilizado para o cálculo do número de espiras.
Df io = 14, 4/√f
3 T onmax= 0,4.(1/30*10^3)=1,33.10^-5
Df io = 14, 4/√30.10
Df io = 0, 0831cm −5 −5
N s = 3 * 3, 33 * 10 * 5/(10 * 2 * 1, 33 * 10 )
−4 −4
Acobre = I ef icazmax/(350A/cm2 ) N s = 4, 995 * 10 /(2, 66 * 10 )
Acobre = 1, 3975/350 N s = 1, 87
−3
Acobre = 3, 99 * 10 cm2
Logo usaram-se 4 espiras no
Acobre enrolamento secundário. Entretanto outra
N condutores = Acondutores
−3 −3
característica que interferiu na confecção do
N condutores = 3, 99 * 10 /1, 2566 * 10 transformador fora o fato dele ser de tap central
N condutores = 3, 1751 que modificou o enrolamento, usamos duas
voltas e aí o tap central e então mais duas
Logo para a entrada do tranformador voltas.
usou-se 4 fios em paralelo, para compensar a
área do fio disponível para o projeto. Já para a Cálculo das indutâncias do
saída usaram-se 5 fios e paralelo, conforme transformador
vemos nos cálculos abaixo.
I saída = P out/V out Lp = AlN p2 /(109 )
I Saída = 10/5 Lp = 5500.10−9 .52 /(109 ) = 4, 95.10−14 H

I Saída = 2A Ls = 5500.10−9 .42 /(10−9 ) = 13, 73.10−14 H

Acobre = 2/(350) Onde


Acobre = 5, 71.10−3 cm2 Lp - indutância do enrolamento primário.
Ls - indutância do enrolamento secundário.
N condutores = 5, 71.10−3 /1, 2566.10−3
N condutores = 4, 544

9
Cálculo do filtro LC do transformador

Cálculo do indutor do projeto, que fora


montado com 40 espiras.
Lout = NNp.8f
sV inmax
.Δiout

Aplicando se essas constantes


chegamos ao valor de
Lout = 0, 5mH
Com a indutância do indutor e
usando-se as medidas do entreferro do núcleo
do mesmo aplicou-se a fórmula de
Figura 3.7 - Datasheet do capacitor para
dimensionamento de indutores e chegou-se ao
snubber
número de 43 espiras. Usando como B=0.3 T,
Usando-se os dados do datasheet,
J=450A/cm^2 e K=0.7, a frequência de 30KHz,
aplicando na formulação encontramos o valor
a área Ae de 76,97.10^-6m^2. Aplicando na
de 2,2nF e sua resistência pode ser calculada
fórmula do indutor.
Rs = 505Ω
N indutor = (Lout.Isaída)/(B.Ae) = 43 espiras

Cálculo do capacitor de saída


C out = (N s.V inmax)/(N p.64.f 2. Lout .ΔV out )
V.DADOS DOS COMPONENTES
UTILIZADOS
Chegando ao valor de capacitor de saída de
8,75 μ F Os componentes utilizados, que fora
necessária conhecer os dados dos datasheets
Cálculo do Rt e C t Do sg3524 para então implementá los no circuito, que
estão em anexo foram:
Pelo datasheet do sg3524 os terminais 6 e 7 cuidam da
● Driver ir2304;
oscilação do sistema impondo a frequência de
chaveamento onde foi colocado um resistor de 2k Omhs
● Mosfets ifr3205;
e pela seguinte equação disponível no datasheet: ● Diodo sb1060;
f = 1, 3/(Rt C t * 2) que pelos cálculos C t = 10nF ● SG3524

Cálculo do snubber
VI.RESULTADOS EXPERIMENTAIS
C s = 3 * C oos A confecção da placa, a montagem do
, Usando-se os dados do datasheet da Figura circuito e da placa fora simples, entretanto
3.7 quando começou-se a testar o circuito, ver se as
saídas dos componentes realmente estavam de
acordo com o calculado muitas vezes não
encontrou-se o desejado. O primeiro item que
modificamos foi a construção do indutor o qual
havíamos confeccionado com os fios em

10
paralelo mal enrolados, logo enrolou-se
novamente os fios do mesmo. Assim também
fora feito com o transformador, como o
transformador tinha menos espiras para uma
melhor confecção dos fios em paralelo,
transou-se esses. Como o transformador era de
tap central houve uma pequena alteração no
enrolamento, já que os dois do secundário
deveriam ser feitas na mesma direção.
O prazo da entrega da placa e do
relatório fora programado e o funcionamento
do circuito era inconclusivo, desativou-se a
parte de controle da placa e colocou-se essa na
protoboard, mas sem resultados esperados. O
transformador emitia um som, por estar
operando em outra frequência.
Figura 4.2 Tensão de saída
O circuito funcionou na sexta feira dia
21 de outubro, concluiu-se que o problema que A eficiência do conversor Full bridge
atrasou a finalização do mesmo fora o fora calculada em relação corrente da carga.
chaveamento. Usando a fórmula abaixo, que é a aplicação da
Lei de Ohm:
2
P = VR
P
η = Pentrada
saída

Com resistor de 2,5 Ω


P saída = 25/2, 5 = 10V
P entrada = 10 * 1, 36 = 13, 6 V
Sendo que a eficiência( η ) encontrada é:

η = (10/13, 6) * 100 = 73%

Logo a conversão de energia do


conversor em funcionamento fora de
Figura 4.1 Circuito que funcionou rendimento equivalente a 73% do esperado.

11
CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS
VII.CONCLUSÃO TECNOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE
ENGENHARIA ELÉTRICA

O dimensionamento, a construção e os
testes do conversor full bridge teve seus lados
positivos e negativos. O conversor é usado para
grandes potências e sua complexidade
comparado aos outros conversores tem que
levar em conta na hora da implantação, pois
isso implica em maior número de componentes
e projeto complexo, com o desenvolvimento do
projeto foi colocado a prática de toda a teoria
vista em aula no dimensionamento do circuito
e suas características de operação.

TRABALHOS FUTUROS
Nos testes os drivers foram queimados,
no laboratório não tinha o componentes ir2304
com isso foi usado o 2 componentes ir2112 que
por sua pinagem diferente foi colocado numa
protoboard fora da pcb onde para trabalhos
futuros o melhor seria colocar soquetes nos
CIS e melhorar os espaçamento dos pads

REFERÊNCIAS
[1] PEA-2488 Eletrônica de Potência II -
NOTAS DE AULA Conversores CC/CC Profs.
Lourenço Matakas Jr./Wilson Komatsu 2°
semestre/2015 – v 1.1
[2] LIDUÁRIO, João Marcos M. Inversor
de tensão de 12Vdc para 127Vac em 60Hz com
potência de 450W. 2011. Monografia (Trabalho de
Conclusão de Curso) – Universidade Estadual de
Londrina – UEL, Londrina, 2011.
[3] BARBI,Ivo. Eletrônica de Potência.
6.ed. Florianópolis; Universidade Federal de Santa
Catarina, 2006. 331p.
[4]Braga, Newton. Snubber -
http://www.newtoncbraga.com.br/index.php/duvida
s-dos-internautas/61​00
[5]PCE – Projeto de Conversores Estáticos
Circuitos de acionamento de MOSFETS e IGBTs
(Driver)- Prof. Yales Rômulo De Novaes,
Dr.UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA

12
ANEXO

Figura A.1 Diagrama de bloco do sg3524.

Figura A.2 Datasheet do sg3524.

13
Figura A.3 Datasheet do irf3205

.Figura A.4 Diagrama de bloco do ir2112.

14
Figura A.5 Datasheet do ir2304.

15
​ANEXO
3- DADOS OBTIDOS NO
OSCILOSCÓPIO REFERENTE AO ENSAIO

Figura 01 - Sinal de controle dos MOSFETS com a


tensão de 10V na entrada.

Figura 04 - Saída do SG3524 com a tensão de entrada de


15V.

Figura 02 - Sinal de controle dos MOSFETS com a


tensão de saída de 15V.

Figura 05 - Saída do SG3524 com a tensão de entrada de


10V.

16
Figura 06 - Tensão no transformador de baixa Figura 8 - Tensão em cima de um dos MOSFETS do
tensão(BT). circuito.

Figura 07 - Tensão no transformador em alta tensão Figura 9- Tensão em cima de um dos MOSFETS do
(AT). circuito.

17