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Representação Geométrica

Todo número complexo z = a + bi pode ser associado


a um ponto P ( a ; b ) do plano cartesiano.
Denomina-se número complexo z toda expressão da for-
2
ma z = a + bi, onde “a” e “b” são números reais e i = – 1. Im

Obs.: i é denominada unidade imaginária. P(a,b)


b

Forma Algébrica ρ

a = Re( z ) ∈ IR θ
z = a + bi a
b = Im( z ) ∈ IR O Re

Em que: “a” é a parte real de “z” e “b” é a parte imaginária O ponto “P” é denominado afixo ou imagem de “z”.
de “z”. A distância “ρ” de “P” até a origem “O” é denominada
módulo de “z” e indicamos: z = a + bi = ρ = a2 + b2
Igualdade Denomina-se argumento do complexo “z” a medida do
ângulo “θ”, formado pelo semi-eixo real positivo Ox com OP,
a=c medido no sentido anti-horário, conforme indicado na figu-
z1 = z 2 a + bi = c + di ra: θ = arg( z )
b=d

Forma Trigonométrica ou Polar


Adição
z = ρ ⋅ (cos θ + i ⋅ sen θ)
(a + bi) + (c + di) = (a + c ) + (b + d)i
onde “ρ” é o módulo e “θ” é o argumento de “z”.

Multiplicação
Multiplicação
(a + bi) ⋅ (c + di) = (ac − bd) + (ad + bc )i
z1 ⋅ z2 = ρ1 ⋅ ρ2 ⋅ [cos( θ1 + θ2 ) + i ⋅ sen( θ1 + θ2 )]

Conjugado
Divisão
Sendo z = a + bi um número complexo, define-se como
complexo conjugado de “z” o complexo z = a − bi . z1 ρ1
= ⋅ [cos( θ1 − θ2 ) + i ⋅ sen( θ1 − θ2 )]
z 2 ρ2

Divisão
Potenciação
z1 z1 ⋅ z2
=
z2 z2 ⋅ z2 zn = ρn ⋅ [cos(nθ) + i ⋅ sen(nθ)]

Potências de “i” Radiciação

Para n ∈ IN, temos: n θ + 2kπ θ + 2kπ


z = n ρ ⋅ cos + i ⋅ sen
4n
n n
i =1
i
4n+1
=i As raízes n-ésimas de “z” têm módulo igual a n ρ e
4n+2
i =–1 θ + 2kπ
i
4n+3
=–i seus argumentos são obtidos da expressão , substitu-
n
indo k por números inteiros de 0 até n – 1 .

–1–
7. ( FAFI-BH ) Sendo z1 = 2 + 3i e z2 = 5 + 8i, então o valor
de z1.z2 é:
1. ( UFSM-RS ) Para que o número z = ( x – 2i ).( 2 + xi ) seja
real, devemos ter ( x ∈ IR ) tal que: a) 10 + 24i
b) 10 + 31i
a) x=0 c) – 14 + 31i x
b) x = ± 1/2 d) – 14 + 24i
c) x=±2 x e) 7 + 11i
d) x=±4
e) n.d.a.
8. ( FCC-BA ) O número complexo 1 – i é raiz da equação
2
x + kx + t = 0 ( k, t ∈ IR ) se e somente se:
2. ( UFPA ) Qual é o menor valor de m, real, para que o pro-
duto ( 2 + mi ).( 3 + i ) seja um imaginário puro? a) k=t=–2
b) k=t=2
a) 5 c) k=–2et=2 x
b) 6 x d) k=2et=–2
c) 7 e) k+t=1
d) 8 1 1 1
e) 10 9. ( Santa Casa-SP ) O determinante i − 1 1 , onde i é
i2 i3 − i
3. ( PUC-SP ) Se f(z) = z2 – z + 1, então f(1 – i) é igual a: a unidade imaginária, é igual a:

a) i a) – 2 – 2i
b) –i+1 b) – 2 + 2i x
c) i–1 c) 2 + 2i
d) i+1 d) – 2i
e) –i x e) –2

1− i
10. ( PUC-RS ) é igual a:
4. ( UCMG ) O número complexo z, tal que 5z + z = 12 + 16i, 1− i
é igual a:
a) 2i
a) – 2 + 2i b) 4i
b) 2 – 3i c) 3i
c) 1 + 2i d) i x
d) 2 + 4i x e) – 2i
e) 3+i

11. ( Santa Casa-SP ) Dado o número complexo z = 1 – i, tem-


5. ( Mack-SP ) Para i = − 1 , os valores reais de a e b tais 1
se que é igual a:
a−i i z2
que = 3 + bi são, respectivamente:
i3 i26
a) 2i
b) i
a) 0 e 3/2 c) i/2 x
b) –4e1 x
d) –i
c) 3/2 e 0
e) – 2i
d) 3/2 e 2
e) –6e2
5 + 5i
12. ( UFSM-RS ) A soma dos números complexos e
6. ( Unimep-SP ) O valor de ( 1 + i )10 , onde i é a unidade 1+ i
imaginária, é: 20
é:
1− i
a) 64i
b) 128i 25 + 5i
c) 32i x a) c) – 10 – 10i e) 30 + 20i
2
d) – 32i
e) n.d.a. b) 10 + 10i d) 15 + 10i x

–2–
13. ( UFAL ) É dado um número complexo z = (x – 2) + (x + 3)i, 19. ( FGV-SP ) Sendo i a unidade imaginária, o valor de
4
onde x é um número real positivo. Se z = 5, então: 1+ i
é:
1− i
a) z é um número imaginário puro; x
b) z é um número real positivo; a) 1 x
c) o ponto de imagem de z é ( – 1 , 2 ); b) i
d) o conjugado de z é – 1 + 2i; c) –1
o
e) o argumento principal de z é 180 . d) –i
e) 2i
2−i
14. ( Mack-SP ) O conjugado de vale:
i
a) 1 – 2i 20. ( Mack-SP ) Sendo i a unidade imaginária e dada a matriz
b) 1 + 2i (1 + i)−1 y
c) 1 + 3i A= com det A = 3i, então o valor de x + y
d) – 1 + 2i x i−2 − 2x
e) 2–i é igual a:

a) 3
15. ( Mack-SP ) Sendo i a unidade imaginária, o valor de b) 7
i + i2 + i3 + ... + i502 c) 12
y= é: d) 9 x
i + i2 + ... + i203 e) 5
a) i
b) –i 3 − 2ai
c) 1 21. ( UFPR ) O valor de a que torna real o quociente
d) –1 4 − 3i
e) 1–i x é:

a) – 3/2
16. ( ITA-SP ) O número natural n tal que b) – 9/8
n 2n
(2i) + (1 + i) = – 16i, onde i é a unidade imaginária do c) zero
conjunto dos números complexos, vale: d) 2/3
e) 9/8 x
a) n=6
b) n=3 x
c) n=7 z z −1
22. ( Med. Santos-SP ) Sendo – = 2i ( i é a unidade
d) n=4 1+ i i
e) não existe n nestas condições. imaginária ), o módulo complexo x será:

( 2 + i)101.( 2 − i)50 a) 2 6
17. ( Mack-SP ) Simplificando , obtém-se:
( −2 − i)100 (i − 2)49 b) 3 2 x
a) 1 f) 9
b) 2+i
c) 2–i g) 3
d) 5 h) n.r.a.
e) –5 x

23. ( Fac. Objetivo-SP ) O conjunto solução da equação


18. ( Mack-SP ) O valor de (1 + i)12 – (1 – i)12, onde i2 = – 1, é z
2
+ z − 2z = 3 + 3i é:
igual a:

a) – 128i a) {1+i;2+i}
b) – 128 b) { –1 + i ; 2 + i } x
c) 128 c) {1+i;–2+i}
d) 128i d) {1–i;2+i}
e) 0 x e) {1–i;2–i}

–3–
24. ( PUC-RJ ) Considere os números complexos z = 2 – i e 29. ( Santa Casa-SP ) Seja o número complexo z = 1 + 2xi,
5 onde x ∈ IR+. Se o módulo de z é igual a 7, então x per-
w= . Então, se w indica o complexo conjugado de w: tence ao intervalo:
2+i

a) z=–w a) ]–∞;1[
b) [1;3]
b) z= w c) ]3;5[ x
c) z=– w d) [5;8]
d) z = 1/w e) ]8;+∞[
e) z=w x

30. ( Fuvest ) Se z é um número complexo tal que z . z = 24 ,


1− i 1980 então o módulo de z é:
25. ( Mack-SP ) Seja o número complexo z = . Então z
1+ i
vale: a) 2 3
a) 1 x b) 2 6 x
b) –1 c) 5
c) i c) 12
d) –i d) 24
e) – 2i

31. ( Mack-SP ) O produto de todos os números complexos


26. ( PUC-SP ) O número complexo z que verifica a equação com representação geométrica na reta y = x e módulo 8
iz + 2 z + 1 – i = 0 é: é igual a:
a) – 1 + 2i a) 8
b) –1+i
c) 1–i b) 8
d) 1+i c) – 8i x
e) –1–i x d) 8i
e) 8 + 8i
27. ( Mack-SP ) Se u = 3 + 2i e v = 1 + i, então u + v é:

a) 5 x 32. ( Mack-SP ) A solução da equação z + z = 2 + i é um


b) 26 número complexo de módulo:

c) 29 a) 5/4 x
d) 7 b) 5
e) 15 c) 1
d) 5 /2
28. ( UFPR ) Dados os complexos z1 = 4+ 3 i e z2 = 1 + 3i, e) 5/2
z1
efetuando , obtemos:
z2 33. ( ITA-SP ) Resolvendo a equação z2 = 2 + z no conjunto
dos números complexo, conclui-se sobre suas soluções
8 3 2 que:
a) – + i
7 7
a) nenhuma delas é um número inteiro;
b) 5+ 3i b) a soma delas é 2;
2+ 3 7− 3 c) estas são em número de 2 e são distintas; x
c) − i d) estas são em número de 4 e são duas a duas distintas;
5 5 e) uma delas é da forma z = bi com b real não-nulo.
4 − 3 3 12 + 3 Nota: Por a denotamos o conjugado do número complexo
d) + i x
10 10 a.
3 5 3
e) + i
8 8

–4–
34. ( Mack-SP ) Se os números complexos z1 = 2 – i e 40. ( AMAN-RJ ) Uma forma trigonométrica do complexo
2
z2 = x + i, x real e positivo, são tais que z1z2 = 10, en- z = 3 − 3i é:
tão x é igual a:
o o
a) – 2 3 ( cos 60 + i sen 60 )
a) 5 b)
o
cos 45 + i sen 45
o

b) 4 o o
c) 3 c) 2 3 ( cos 300 + i sen 300 ) x
d) 2 o o
d) 2 3 ( cos 30 + i sen 30 )
e) 1 x
2 2
35. O conjugado de z = ii + 2i é: 41. ( Med. Jundiaí-SP ) Na figura abaixo, o ponto P é o afixo de
um número complexo z no plano de Argand-Gauss. A for-
a) 1 + 2i ma trigonométrica de z é: Im(z)
b) 1/2 + i
o o
c) 1 – 2i a) 4( cos 300 + i sen 300 ) x 2
o o
d) 1/2 – i x b) 4( cos 60 + i sen 60 ) Re(z)
o o
e) 1–i c) 16( cos 330 + i sen 330 )
o o
d) 2( cos 300 + i sen 300 )
o o –2 3 P
e) cos ( – 60 ) + i sen ( – 60 )
36. Calculando − 15 − 8i obtemos:
1+ i
42. ( UFPA ) A forma trigonométrica do número é:
a) 2 – 2i e 2 + 2i i
b) 1 – 4i e – 1 + 4i x 2 π π
c) 1 + 4i e 4 – i a) cos + i sen
d) – 2 + 2i e – 2 – 2i 2 4 4
5π 5π
2
b) 2 cos + i sen
z 4 4
37. ( Mack-SP ) Se u = cos x + i sen x e = 32, então
u 7π 7π
c) 2 cos + i sen x
z vale: 4 4
π π
d) 2 cos + i sen
a) 4 2 x 4 4

b) 3 2 3π 3π
e) 2 cos + i sen
4 4
c) 2 2
d) 2
43. ( Med. Jundiaí-SP ) Seja o número complexo
e) 2
3 1
z=− − i . O argumento principal do conjugado de z é:
2 2
38. ( Med. Jundiaí-SP ) No plano de Gauss, o afixo do número
4 o
complexo z = ( 1 + i ) é um ponto do: a) 30
o
b) 45
o
a) eixo real x c) 60
o
b) eixo imaginário d) 120
o o
f) 1 quadrante e) 150 x
o
g) 3 quadrante
o
h) 4 quadrante
44. ( EEAr ) Seja z um número complexo, cujo módulo é 2 e
π
39. ( Med. Jundiaí-SP ) Seja o número complexo z = a + bi, cujo argumento é . A forma algébrica do conjugado de z
2 3
3
onde a, b ∈ IR. Se ( 2 + ai ).( 2 + bi ) = 8 – 4i , o afixo de é:
z é um ponto de Gauss pertencente ao:

a) eixo das abscissas a) 1 − 3 i x


b) eixo das ordenadas b) 3 −i
o
c) 4 quadrante x
d) 3o quadrante c) 3 +i
o
e) 2 quadrante d) 1 + 3 i

–5–
45. ( Fuvest ) Seja “z” o produto dos números complexos 49. ( PUCCamp-SP ) O módulo e o argumento do complexo
3+1 e
3
2
( )
1 + 3 i . Então o módulo e o argumento de (
8
3 + i ) são, respectivamente:

“z” são, respectivamente: a)


4
4 e 4π/3 x
8
o
b) 2 e 8π/3
a) 4 e 30 c)
8
4 e 8π/9
o
b) 12 e 80 d)
8
3 e 5π/4
o
c) 6 e 90 e) n.r.a.
o
d) 6 e 90 x

π π 8
50. ( Mack-SP ) Se z = 2 cos + i sen , então z vale:
46. ( Santa Casa-SP ) Se os números complexos z1 e z2 são 4 4
o o
tais que z1 = 2 ( cos 135 + i sen 135 ) e z2 = z1 – 2, então
o módulo de z2 é igual a:
a) – 16i
b) – 16
a) 2 2 c) 8i
b) 2 3 d) 16 x
e) 16i
c) 2 3 2
d) 4+2 2
51. ( Mack-SP ) Seja z = 3 + i, onde i = − 1 . Um dos valo-
n
e) 2 2+ 2 x res de n tal que z seja real é:

2 a) 2
a b π π b) 6 x
47. ( UFAL ) Seja a igualdade − i = cos + i sen , onde
2 4 3 3 c) 10
i é a unidade imaginária. Se a e b são números reais, d) 3
então o produto a.b é igual a: e) 11

a) –3
3 52. ( Med. Jundiaí-SP ) O módulo do número complexo
b) −
4 z=
(2 + 2i)8 é igual a:
3
(4 − 4i)4
c)
6
3 a) 2
d)
2 b) 2 2
e) 2 3 x c) 4 x
d) 4 2
e) 8
π π
48. ( Fuvest ) Dado o número complexo z = cos + i sen ,
16 16
o valor de z
12
é:
53. ( Cesgranrio ) O menor valor n > 0, de modo que
n
3 1
+ i seja real positivo, é:
2 2 2 2
a) − +i x
2 2
2 2 a) 2
b) − −i b) 3
2 2
c) 4
c) – 2+i d) 8
d) –1+i 2 e) 12 x
e) – 2 +i 2

–6–
54. ( ITA-SP ) Seja z um número complexo satisfazendo 59. ( UFMG ) O conjunto de todas as raízes complexas da e-
3
2 2
Re(z) > 0 e ( z + i ) + z + i = 6. Se n é o menor natu- quação x = – 1 é:
n
ral para o qual z é um imaginário puro, então n é igual a:
a) {–1}
a) 1 b) {1;–1}
b) 2 x 3 i 3 1
c) 3 c) − 1; + ;− +
2 2 2 2
d) 4
e) 5 π π 5π 5π
d) − 1; cos + isen ; cos + isen x
3 3 3 3

55. ( FGV-SP ) As raízes quadradas do número 3 + 4i, onde i π π


e) − 1; cos + isen
representa a unidade imaginária, são: 3 3

a) {2+i;–2–i} x
b) {1+i;–1–i} 60. Calculando o valor de n ( n ∈ IN ) na igualdade na igual-
c) {3+i;–3–i} n n
dade ( 2i ) + ( 1 + i ) = – 16i obtemos:
d) {4+i;–4–i}
e) n.r.a. a) 2
b) 3 x
c) 4
120
d) 5
56. Calculando in obtemos: e) 6
n=10

a) 1 4x − i
b) i 61. ( UFF ) Sendo i a unidade imaginária, para que z = ,
4 − xi
c) –1 x ∈ IR seja um número real, é necessário que x seja igual
d) –i x a:
e) 0
a) ± 1/4
b) ±1 x
100
57. Calculando ( n ⋅ in ) obtemos: c) ± 2
n=1 d) ±4
e) ±3 2
a) 50.( 1 – i ) x
b) 50.( 1 + i )
c) 25.( 1 – i )
d) 25.( 1 + i ) 62. ( AFA ) A solução da equação 3z – 8 = z – 2i, onde z é
e) 100.( 1 – i ) um número complexo, z é o seu conjugado e i, a unidade
imaginária, é dada por:

58. ( Santo André-SP ) Os números complexos z tais que z2 = i a) z=–4+


1
i
são: 2
1
b) z=–4– i
2 2 2 2 2
a) – – i e + i x 1
2 2 2 2 c) z=4+ i
2
2 2 2 2
b) – + i e – i 1
2 2 2 2 d) z=4– i x
2
2 2 2 2
c) + i e – i
2 2 2 2 63. ( AFA ) Simplificando-se a expressão (1+i95)–1(1+i201) (1+i)2,
2 2 2 2 sendo i a unidade imaginária, obtém-se:
d) + i e – + i
2 2 2 2
a) –2 x
2 2 2 2 b) –1
e) – – i e – i
2 2 2 2 c) 1
d) 2

–7–
Teorema do Resto

O resto da divisão de um polinômio P(x) pelo binômio x – a,


Define-se função polinomial ou polinômio toda função
é igual a P(a).
definida pela relação:
Obs.: Note que “a” é a raiz do binômio x – a.
P( x ) = a n x n + a n−1x n−1 + a n−2 x n−2 + + a 2 x 2 + a 1x + a 0
Teorema de D’Alembert
Onde:
O polinômio P(x) é divisível por ( x – a ) se, e somente se,
( an ; an – 1 ; an – 2 ; ... ; a2 ; a1 ; a0 ) são números reais o número a for raiz do polinômio P(x), ou seja, P(a) = 0.
chamados coeficientes.
a0 é o termo independente de x.
x ∈ C é a variável Dispositivo de Briot-Ruffini
n ∈ IN indica o grau do polinômio.
É um dispositivo que permite determinar o quociente e o
Obs.: resto da divisão de um polinômio P(x) por um binômio na forma
x– .
Se an 0, o expoente máximo n é dito grau do
polinômio e é indicado por gr(P) = n. a0 a1 a2 ... an – 1 an
Se P(x) = 0, não se define o grau do polinômio. q0 q1 ... qn – 2 qn – 1
P(a) é denominado valor numérico de P(x) para x = a. a0 a1 + q0 a2+ q1 an – 1 + qn – 2 an + qn – 1
Se P(a) = 0, o número a é denominado raiz ou zero do ...
polinômio P(x). q0 q1 q2 ... qn – 1 Resto
P(0) é igual ao termo independente de x.
P(1) é igual à soma dos coeficientes do polinômio.

Polinômios Idênticos

Dois polinômios A(x) e B(x) são idênticos quando ocorre


A( ) = B( ), para todo número complexo .
A condição necessária e suficiente para que dois
polinômios reduzidos e ordenados sejam idênticos é que seus
coeficientes sejam ordenadamente iguais.

Polinômio Identicamente Nulo

Denomina-se polinômio identicamente nulo o polinômio


que tem todos os seus coeficientes nulos.
De modo geral, é indicado por P(x) 0. ( lemos: P(x) é i-
dêntico a zero ).

Divisão de Polinômios

Efetuar a divisão de um polinômio P(x) por um polinômio


D(x), não nulo, é determinar um par de polinômios Q(x) e R(x),
tais que:

P(x) D(x)
P(x) D(x).Q(x) + R(x)
R(x) Q(x)
0 ≤ gr(R) < gr(D) ou R(x) 0
P(x) dividendo
D(x) divisor
Q(x) quociente
R(x) resto

Obs.: Se R(x) é nulo, então P(x) é divisível por D(x).

–8–
Exercícios 70. ( Cescea ) Seja P(x) um polinômio do 2o grau tal que:

64. ( Cescem-SP ) Dado o polinômio P(x) = x2 – 2x, o valor de P(0) = – 20


P( 1 + i ) será: P(1) + P(2) = – 18
P(1) – 3P(2) = 6
a) P(1) + P(i)
b) –2 x Então, o conjunto de todos os x para os quais P(x) < 0 é:
c) 0
d) – 1 + 2i a) ( x ∈ IR / x < – 2 ou x > 10 )
e) n.r.a. b) ( x ∈ IR / x < 4 ou x > 5 ) x
c) ( x ∈ IR / 4 < x < 5 )
d) ( x ∈ IR / – 2 < x < 10 )
65. ( PUC-SP ) O número de raízes reais do polinômio e) ( x ∈ IR / x < – 20 ou x > 1 )
P(x) = ( x2 + 1 )( x – 1 )( x + 1 ) é:

a) 0 71. ( FGV-SP ) Num polinômio P(x) do 3o grau, o coeficiente de


b) 1 3
x é 1. Sabendo que P(1) = 0, P(2) = 0 e P(3) = 30, calcule
c) 2 x o valor de P(– 1).
d) 3
e) 4 a) 56
b) 32
c) –3
66. ( ESAN-SP ) Sendo P(x) = Q(x) + x2 + x + 1 e sabendo que d) 66 x
2 é raiz de P(x) e 1 é raiz de Q(x), então P(1) – Q(2) vale: e) n.r.a.

a) 0
b) 2 72. ( Fuvest ) Um polinômio P(x) = x3 +ax2 + bx + c satisfaz as
c) 3 seguintes condições: P(1) = 0, P(– x) + P(x) = 0, qualquer
d) 6 que seja x real. O valor de P(2) é:
e) 10 x
a) 2
b) 3
67. ( Unirio ) O grau do polinômio c) 4
2 4 6 8 18
( x + 2 ) ( x – 4 ) ( x + 6 ) ( x – 8 ) ... ( x + 18 ) é: d) 5
e) 6 x
a) 2.9!
b) 90 x
9
c) 2 .9! 73. ( Med. Jundiaí ) Dado o polinômio P = x3 – 2x2 + mx – 1,
d) 180 m ∈ IR, seja P(a) o valor de P para x = a. Se P(2) = 3.P(0),
e) 18! então P(m) é igual a:

a) –5
68. ( UFRGS ) Se P(x) é um polinômio de grau 5, então o grau b) –3 x
3 2
de [ P(x) ] + [ P(x) ] + 2P(x) é: c) –1
d) 1
a) 3 e) 14
b) 8
c) 15 x
d) 20 74. ( UFMG ) Os polinômios P(x) = px2 + qx – 4 e
e) 30 2
Q(x) = x + px + q são tais que P(x + 1) = Q(2x) para todo
x real. Os valores de p e q são:
69. ( Mack-SP ) O polinômio P(x) = (m – 4)x3 + (m2 – 16)x2 + a) p=1eq=–4
(m + 4)x + 4 é de grau 2: b) p=2eq=4
c) p=4eq=–4
a) se e somente se m = 4 ou m = – 4 d) p=4eq=0 x
b) se e somente se m ≠ 4 e) p=–4eq=0
c) se e somente se m ≠ – 4
d) se e somente se m ≠ 4 e m ≠ – 4
e) para nenhum valor de m x

–9–
75. ( UFMG ) Para que os polinômios 81. ( UFPR ) Determine m e n de modo que o resto da divi-
2 2 3 2 2 5 3 3 2
P(x) = (a + b – 109)x + 7x + cx e Q(x) = (a – b)x + 9x são do polinômio y – my + n por y + 3y seja 5.
sejam idênticos, o produto abc deve ser igual a:
a) m=+9,n=–5
a) – 540 b) m=+9,n=+5 x
b) – 270 c) m=–4,n=–5
c) 9 109 d) m=+4,n=+5
e) m=–9,n=–5
d) 270 x
e) 540
82. ( UFSCar-SP ) A divisão de ( x3 – 6x – 1 ) por
2
( mx + nx + p ) apresenta como quociente ( x – 3 ) e como
76. ( FGV-SP ) Se “p” e “q” são tais que o polinômio resto ( x + 5 ). Os valores de m, n e p são, respectivamente:
3 2 2 2
(pq – 2)x + (p +q – 5x)x + (p + q – 3)x + 2p – 5q + 1 é
3 3
identicamente nulo, então p + q vale:
a) (3;2;1)
b) (2;1;3)
a) 8
c) (1;3;2) x
b) 54
d) (2;3;1)
c) 72
e) (1;2;3)
d) 9 x
e) n.r.a.
83. ( UFSM ) Dividindo-se o polinômio P(x) = x3 + x2 + x + 1 pe-
4 A B
77. Dado que 2 = + , para todo x ± 1, então o lo polinômio Q(x) obtém-se o quociente S(x) = 1 + x e o res-
x −1 x +1 x −1 to B(x) = x + 1. Pode-se afirmar que:
A
valor de B é:
a) Q(2) = 0
a) 4 b) Q(1) ≠ 0 x
b) –4 c) Q(0) ≠ 0
c) 1/4 x d) Q(3) = 0
d) – 1/4 e) Q(1) ≠ 1

78. ( UFF-RJ ) O polinômio P(x) = x4 – 5x3 + 9x2 – 7x + 2 tam- 84. ( FAFI-BH ) O resto da divisão de
n
bém pode ser escrito como P(x) = (x – 1) (x – p). Assim, o 5 4 3 2
P(x) = x – 3x + 2x – x + x – 1 por Q(x) = x – 3 é:
valor de “p” é:
a) um múltiplo de 7
a) 2 x b) um número primo x
b) 1 c) um múltiplo de 12
c) 0 d) um divisor de 100
d) –1 e) maior que 50
e) –2

85. ( Unirio ) O resto da divisão de P(x) = x3 – x + 1 pelo poli-


79. ( Fameca ) O polinômio x3 – 4x2 + mx + n admite 1 e – 1 2
nômio D(x) = x + x + 1 é igual a:
como raízes. Tomando-se, então, a função f(x) = mx + n, os
valores reais de x que satisfazem f(x) ≥ – 3 são: a) 0
b) x+2
a) x≤–6 c) x–2
b) x≥6 d) –x+2 x
c) x≤7 x e) –x–2
d) x≥–7
e) x≥–1
86. ( Mack-SP ) Dividindo-se o polinômio P(x) por 2x – 1, ob-
2
têm-se quociente x – x e resto “m”. Se P(– 1) = 0, então
5
80. ( UEPG ) Seja Q(x) o quociente da divisão de P(x) = x – 1 o valor de “m” é:
por x – 1. Então:
a) 0
a) Q(0) = 0 b) 1
b) Q(– 1) = – 1 c) 2
c) Q(1) = 1 d) 4
d) Q(– 2) = 10 e) 6 x
e) n.r.a. x

– 10 –
87. ( FGV-RJ ) Dividindo-se o polinômio P(x) = xn – 1 por x – 1, 92. ( FGV-SP ) Para que o polinômio x3 + 4x2 – px + 6 seja di-
obtém-se: visível por x + 2 é necessário que “p” seja igual a:

a) resto igual a – 1 a) 7
b) resto igual a – 2 b) 15
n–1 n–2
c) quociente Q(x) = x +x + ... + x + 1 x c) – 15
n–1 n–2
d) quociente Q(x) = x –x + ... – x + 1 d) –7 x
n–1
e) quociente Q(x) = x +1 e) n.r.a.

88. ( UFBA ) Na divisão de um polinômio P(x) pelo binômio 93. ( FAFI-BH ) O resto da divisão de
4 3 2
(x + a), usou-se o dispositivo prático de Briot-Ruffini e en- P(x) = x + x – 3x + 2x – 1 por Q(x) = x – 2 é:
controu-se:
a) 14
–2 1 p –3 4 –5 b) 15 x
q –4 5 r 7 c) 16
d) 17
Os valores de a, q, p e r são, respectivamente e) 18

a) – 2, 1, – 6 e 6
b) 2, 1, – 2 e – 6 94. ( FEI-SP ) O polinômio P(x) = 2x3 – ax2 – 4x + 3 é divisível
2
c) 2, – 2, – 2 e – 6 por (x – 1) . O coeficiente a é:
d) 2, 1, – 4 e 4
e) 2, – 2, 1 e – 6 a) 0
b) 1 x
c) 2
89. ( UFGO ) Na divisão do polinômio d) –1
3 2 2
P(x) = ax + bx + cx + d pelo polinômio D(x) = x + 1 en- e) 3
contra-se para quociente o polinômio Q(x) = 2x – 1 e para
resto o polinômio R(x) = – x + 1. Então P(x) é o polinômio:
95. ( PUC-RS ) O resto da divisão de f(x) = xn + an por
3 2
a) x –x +x+1 g(x) = x + a, onde n é par, é:
3 2
b) 2x – x + 1
3 2
c) 2x – x – x + 1 a) 0
d) 2x – x2 + x
3
x b)
n
a /2
n
c) a
n
d) 2a x
n
90. ( FGV ) O resto da divisão do polinômio e) 4a
10 9 8 7 6 5 4 3 2
x +x +x +x +x -x -x -x -x -x+1
pelo binômio x + 1 é:
96. ( UFES ) Se f é um polinômio tal que a soma dos seus
a) 0 coeficientes é zero, então:
b) 1
c) –1 a) f(0) = 0
d) 3 b) f é divisível por x – 1 x
e) 2 c) f é divisível por x – 2
d) f é identicamente nulo
e) f não possui raízes reais
91. ( MACK-SP ) O polinômio P(x) = 2x3 – ax2 + bx + 2 é divi-
sível por 2x2 + 5x – 2. Então a + b é igual a:
97. ( FGV-SP ) Dividindo-se P(x) por 3x – 2 obtêm-se quocien-
2
a) –7 te x – 2x + 5 e resto “m”. Se P(2) = 20, então “m” vale:
b) –3
c) 0 a) 0 x
d) 7 b) 20
e) – 10 x c) 4
d) 5
e) n.r.a.

– 11 –
98. ( Santa Casa-SP ) Dividindo-se um polinômio f por 103. ( PUC-SP ) O valor de k para que o polinômio
2 5 4 3 2
x – 3x + 1 obtêm-se quociente x + 1 e resto 2x + 1. P(x) = 6x + 11x + 4x + kx + 2x + 8 é divisível por
O resto da divisão de f por x + 1 é: Q(x) = 3x + 4 é:

a) –2 a) –3 x
b) –1 x b) –2
c) 3 c) –1
d) 2x – 1 d) 2
e) 2x + 1 e) 3

2n 2n+1
99. ( Santa Casa-SP ) Na divisão do polinômio 104. ( FGV-SP ) O resto da divisão de 5x – 4x –2(né
m = x5 – 3x3 + 18 por n = x – 2 obtêm-se natural ) por x + 1 é igual a:
4 3 2
q = ax + bx + cx + dx + e e resto r = f. É falso que:
a) 7 x
a) a=c b) 8
b) b=d c) –7
c) d=e x d) 9
d) f = 5e + 3d e) –9
e) e = 2d + b – 2c

3
105. ( FGV-SP ) Para que o polinômio x – 8x + mx – n se-
100. ( PUC-SP ) Para que valor de “m” o resto da divisão ja divisível por (x + 1)(x – 2) o produto m.n deve ser igual:
3 2 2
de P1(x) = 4x – 3x + mx + 1 por P2(x) = 2x – x + 1 inde-
pende de “x” ? a) –8
b) 10 x
a) m = 2/5 c) – 10
b) m = 1/5 d) 8
c) m = 3/5 e) –6
d) m = 5/2 x
e) n.r.a.
2
106. ( ITA-SP ) A divisão de um polinômio P(x) por x – x
2
resulta no quociente 6x + 5x + 3 e resto – 7x. O resto da
5x − 2 a b divisão de P(x) por 2x + 1 é igual a:
101. ( UFPA ) Sendo a e b tais que = + é
x2 − 4 x − 2 x + 2
uma identidade, a expressão b – 2a vale: a) 1
b) 2
a) –3 c) 3
b) –2 d) 4
c) –1 x e) 5 x
d) 0
e) 1

102. ( ITA-SP ) Os valores de α, β e γ que tornam o polinô-


5 4 3 2
mio P(x) = 4x + 2x – 2x + αx + βx + γ divisível por
3 2
Q(x) = 2x + x – 2x + 1 satisfazem as desigualdades:

a) α>β>γ
b) α>γ>β x
c) β>α>γ
d) β>γ>α
e) γ>α>β

– 12 –
Teorema Fundamental da Álgebra
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Define-se equação algébrica ( ou equação polinomial ) p
Se a fração racional irredutível é uma raiz racional da
de grau n toda equação do tipo: q
equação algébrica de coeficientes inteiros:
P(x) = an x n + an - 1x n - 1 + an - 2 x n - 2 + ... + a1x + a 0 = 0 n n–1 n–2
P(x) = anx + an–1x + an–2x + ... + a1x + a0 = 0
Onde:
então p é divisor de a0 e q é divisor de an.
( an ; an – 1 ; an – 2 ; ... ; a2 ; a1 ; a0 ) são números
complexos chamados coeficientes.
Relações de Girard
a0 0 é o termo independente de x.
x ∈ C é a variável Dada a equação algébrica:
n ∈ IN indica o grau do polinômio.
n n–1 n–2
P(x) = anx + an–1x + an–2x + ... + a1x + a0 = 0
Obs.: O número complexo α é raiz da equação P(x) = 0
se, e somente se, P(α) = 0. de raízes α1, α2, ..., αn. As relações entre os coeficientes da
equação e suas raízes são:

Teorema Fundamental da Álgebra a n −1


α1 + α2 + ... + αn = − .
an
Toda equação algébrica P(x) = 0, de grau n (n ≥ 1) possui
pelo menos uma raiz complexa. an − 2
α1 . α2 + α1 . α3 + ... + αn–1 . αn = .
an
an − 3
Representação Fatorada α1 . α2 . α3 + α1 . α3 . α4 + ... + αn–2 . αn–1 . αn = −
an
Toda equação algébrica
a0
α1 . α2 . α3 . ... . αn–1 . αn = (− 1)
n n–1 n–2 n
anx + an–1x + an–2x + ... + a1x + a0 = 0 .
an
de grau n pode ser decomposta em n fatores da forma ( x – α ),
em que α é uma raiz da equação:
Anotações
an ⋅ (x − α1 ) ⋅ (x − α1 ) ⋅ ⋅ (x − α n ) = 0

Conclui-se então que, toda equação algébrica, de grau n


( n ≥ 1 ) tem exatamente n raízes, que podem ser nú-
meros imaginários ou reais.

Multiplicidade de Uma Raiz

Dizemos que α é uma raiz de multiplicidade m ( m ≥ 1 )


da equação polinomial P(x) = 0 se, fatorando o polinômio P(x),
encontramos m fatores (x – α).

Raízes Complexas

Se o número complexo a + bi é raiz da equação P(x) = 0,


de coeficientes reais, então seu conjugado a – bi também é ra-
iz dessa mesma equação.
Conseqüências:
toda equação algébrica de grau ímpar admite pelo
menos uma raiz real;
se z = a + bi é uma raiz com multiplicidade m de uma
equação algébrica P(x) = 0, então seu conjugado z = a – bi
também é raiz com multiplicidade m.

– 13 –
3 2
Exercícios 113. ( Cescem-SP ) A equação 2x – 5x – x + 6 = 0 admi-
te uma raiz igual a 2. Então, as duas outras raízes são:
107. ( Unicruz-RS ) Uma equação algébrica possui como
raízes os valores 4, 3 e 2. Esta equação é: a) – 3/2 e 1
b) –2 e 1
3 2
a) 2x – 3x + 4x – 4 = 0 c) 3 e –1
3 2
b) x – x + 2x – 8 = 0 d) 3/2 e – 1 x
3 2
c) x – 2x – x + 2 = 0 e) 3/2 e 2
3 2
d) x – 9x + 26x – 24 = 0 x
3 2
e) 4x + 3x + 2x = 0
114. ( CEFET-RJ ) O número complexo 1 + i é uma das ra-
4
ízes da equação z + k = 0, onde k é uma constante real
4 3 2
108. ( FGV-SP ) Na equação: x + px + px + px + p = 0, e positiva. A soma das outras três raízes da equação vale:
sabendo-se que 1 é raiz, então:
a) 0
a) p = – 1/4 x b) –1–i x
b) p = 0 ou p = 1 c) 2 + 2i
c) p = 0 ou p = – 1 d) –3+i
d) p = 1 ou p = – 1 e) 4
e) p = 1/3

115. ( Cescea-SP ) Sabendo-se que – 2 é uma raiz dupla


3 2
109. ( PUC ) Qual é o único real x que satisfaz a equação: do polinômio P(x) = x + 3x – 4, então o conjunto de todos
1
a) 0 x os números reais x para os quais a expressão
1− x 2 0 P( x )
b) –2 0 1− x 3 = 0?
c) –1 está definida é:
d) 1 −1 −1 3−x
e) 2 a) { x ∈ IR / x ≠ – 2 }
b) { x ∈ IR / x > – 1 }
c) { x ∈ IR / x > 1 } x
110. ( PUC-SP ) O número de raízes reais do polinômio d) { x ∈ IR / x ≠ – 2 e x ≠ 1 }
P(x) = ( x2 + 1 )( x – 1 )( x + 1 ) é:

a) 0 116. ( UFSM-RS ) Uma solução da equação


3 2
b) 1 ax + 9x + 9x + 5 = 1 995 é x = 10. Para que a equação
4 3 2
c) 2 x ax + 5x + bx + 3x + 2 = 15 432 tenha também x = 10
d) 3 como uma das soluções, o valor de b é:
e) 4
a) –4
b) –2
111. ( PUC-SP ) A multiplicidade da raiz x0 = 1 da equação c) 0
4 3 2
x – x – 3x + 5x – 2 = 0 é: d) 2
e) 4 x
a) 1
b) 2
c) 3 x 117. ( PUCCamp-SP ) Uma das raízes do polinômio
4 3 2
d) 4 2x + 3x + 3x + 3x + 1 é o número complexo i. Somando-
e) 5 se os quadrados de todas as raízes desse polinômio, o re-
sultado é:

112. ( Med.Jundiaí-SP ) O número 2 é uma das raízes do a) – 3/4 x


3
polinômio x + 4x – 16. As outras duas raízes: b) –1/16
c) 0
a) são iguais; d) 1
b) são opostas; e) 3
c) são recíprocas;
d) são inteiras;
e) não são reais. x

– 14 –
118. ( PUCCamp-SP ) Um dos fatores do polinômio 124. ( UFSE ) Sabe-se que a média aritmética de duas das
4 3 2 2 3 2
P(x) = x + 2x – 2x + 2x – 3 é o polinômio x + 1. Em raízes da equação x – x – 10x + k = 0 é igual a 1. Nestas
conseqüência, as raízes da equação P(x) = 0 são: condições, o valor de k é:

a) –3;–1;1;3 a) – 10
b) –i;i;–3.1 b) –8
c) –i;i;–3;3 c) 4
d) –1;1;2;3 d) 6
e) –i;i;2;3 e) 8

3
119. ( Unirio ) Sabendo-se que o número 3 é raiz dupla da 125. ( Fuvest ) As três raízes de 9x – 31x – 10 = 0 são p,
3 2 2
equação ax + bx + 18 = 0, os valores de a e b são, res- q e 2. O valor de p + q é:
pectivamente:
a) 5/9
a) 1/3 e – 9 b) 10/9
b) 1/3 e 9 c) 20/9
c) – 1/3 e – 9 d) 26/9
d) – 1/3 e 9 e) 31/9
e) 1 e –3
4 3 2
126. ( Unesp ) A equação x + ax + bx + cx + d = 0, de
120. ( UnB-DF ) P(x) é um polinômio que possui unicamente coeficientes reais, admite as raízes 2 – i e 3 + 2i. Então d é:
as raízes 2/3 ( com multiplicidade 2 ) e 1/2 ( com multi-
plicidade 3 ) .Então P(x) poderá ser: a) 75
b) 65 x
6 4 2
a) 5x – 8x + 7x + 4 c) 25
6 4 3 2
b) x + x – 7x + 8x + 9x + 2 d) 15
2 3 2
c) ( 9x – 12x + 4 )( 8x – 12x + 6x – 1 ) x e) 10
3 2
d) ( 3x – 2 ) ( 2x – 1 )

127. ( PUC-SP ) Os números complexos 1 e 2 + i são ra-


3 2 18 3 2
121. ( Mack-SP ) Na equação ( x – x + x – 1 ) = 0, a ízes do polinômio x + ax + bx + c, onde a, b e c são
multiplicidade da raiz x = 1 é: números reais. O valor de c é:

a) 1 a) –5 x
b) 9 b) –3
c) 18 x c) 3
d) 36 d) 5
e) 54 e) 9

122. ( Osec-SP ) O grau de uma equação polinomial 128. ( Unificado-RJ ) Se a, b e c são as raízes da equa-
3 2
P(x) = 0 cujas raízes são 3, 2 e 4 com multiplicidade 5, 6 ção x – 10x – 2x + 20 = 0, então o valor da expressão
2 2 2
e 10, respectivamente, é: a bc + ab c + abc é igual a:

a) 9 a) 400
b) 300 b) 200
c) menor que 20 c) – 100
d) 21/9 d) – 200 x
e) 21 x e) – 400

4 3 2
123. ( Mack-SP ) A equação 2x – 3x – 13x + 37x – 15 = 0 129. ( PUCCamp-SP ) Se v e w são as raízes da equação
2
tem uma raiz igual a 2+i. As outras raízes da equação são: x + ax + b = 0, onde a e b são coeficientes reais, então
2 2
v + w é igual a:
a) 2 – i ; – 3 ; 1/2 x
2
b) – 2 + i ; 3 ; – 1/2 a) a – 2b
2
c) 3 – i ; – 3 ; 1/2 b) a + 2b
2 2
d) 3 + i ; – 1 ; – 3/2 c) a – 2b
2 2
e) 2 – i ; 1 ; 3/2 d) a + 2b
2 2
e) a –b

– 15 –
130. ( FGV-SP ) A soma de duas raízes da equação 136. ( UFF-RJ ) Considere três números reais, m, n e p, tais
3
x – 10 x + m = 0 é 4. O valor de m é, então, igual a: que:
1
a) 6 m+n+p= −
5
b) 12
2
c) 18 mn + np + mp =
d) 24 x 3
e) 30 3
mnp = −
5
Pode afirmar que m, n e p são raízes do polinômio:
131. ( Santa Casa-SP ) A soma dos inversos das raízes da
3 2 3 2
equação 2x – 5x + 4x + 6 = 0 é: a) Q(x) = 10x + 8x + 3x + 15
3 2
b) Q(x) = 8x + 10x + 15x + 3
3 2
a) 3/2 c) Q(x) = 3x + 15x + 10x + 8
3 2
b) 2/3 d) Q(x) = 8x + 15x + 3x + 10
3 2
c) 1/3 e) Q(x) = 15x + 3x + 10x + 9 x
d) – 2/3 x
e) – 3/2
137. ( FGV-SP ) A soma das raízes da equação
2
x + bx + c = 0 é 10 e o produto das raízes é – 2. Logo:
132. ( Cescea-SP ) A soma das raízes da equação
a) 3 x a) b+c=8
b) 2 b) b=c=–8
c) 1 c) b + c = – 12 x
d) –2 d) bc = 12
e) –5 e) bc = – 12

133. ( PUC-SP ) Se as raízes da equação 138. ( FEI-SP ) Sendo a, b e c as raízes da equação


2 3 2
x + bx + 12 = 0 são, cada uma, 7 unidades maiores do x – 4x + 5x + 3 = 0, então o valor da expressão
2
que as raízes de x + βx + 12 = 0, então: a b c
+ + é:
bc ac ab
a) β = – 5;
b) β = 5; a) –3
c) β = – 7; b) 4/5
d) β = 7; x c) – 16/3
e) faltam dados para determinar β. d) –2 x
e) n.r.a.

134. ( UNIF ) Resolvendo-se a equação


3 2
x – x + 14x + m = 0 encontramos as raízes x1, x2 e x3, 139. ( Vunesp ) Um valor de m para o qual uma das raízes
2
1 1 1 7 da equação x – 3mx + 5m = 0 é o dobro da outra é:
distintas e não nulas. Se + + = , m é igual a:
x1 x 2 x 3 12
a) – 5/2
a) –1 b) 2
b) –7 c) –2
c) – 12 d) –5
d) –14 e) 5/2 x
e) – 24 x
3 2
140. ( Santa Casa ) Seja a equação x + x + kx + t = 0, on-
135. 3 2
( FGV-SP ) A equação x + x – 10x + 8 = 0 admite 1 de k e t são coeficientes reais. Se o complexo 1 – 2i é uma
como raiz. Sejam b e c as outras raízes. Então, pode-se da raízes dessa equação, o produto das três raízes é:
afirmar que:
a) – 15 x
a) b+c=–2 x b) – 12
b) b.c=8 c) –9
c) b=3 d) 9
d) c=–2 e) 15
e) n.r.a.

– 16 –
3 2
141. ( Med. Jundiaí ) O polinômio P = 2x + ax – ax + b, de 146. ( Fuvest-SP ) Sabe-se que o produto de duas raízes da
3 2
coeficiente s reais, é divisível por x + 1. Se o resto da divi- equação algébrica 2x – x + kx + 4 = 0 é igual a 1. Então,
são de P por x – 1 é – 2, então a soma e o produto das o valor de k é:
raízes da equação P = 0 são, respectivamente:
a) –8 x
3 b) –4
a) − e 2 x
2 c) 0
3 d) 4
b) e –2 e) 8
2
c) –3 e 4
d) 3 e –4
e) –2 e 3 147. ( Mack-SP ) O número de soluções reais da equação
2
2x − 8 x
= x é:
3 2
x 2 − 4x
142. ( Fuvest-SP ) A equação x – 8px + x – q = 0 admite
a raiz 1 com multiplicidade 2. Então p vale: a) 0;
b) 1; x
a) 1/2 c) 2;
b) 1/3 d) 3;
c) 1/4 x e) não sei.
d) 1/5
e) 1/6
148. ( PUC-SP ) As raízes da equação
3 2
3x – 13x + 13x – 3 = 0 são:
143. ( ITA-SP ) A soma dos quadrados das raízes da equa-
3 2
ção 2x – 8x – 60x + k = 0 ( k constante ) é: a) 7 ; 6 ; 1/7
2
b) 6 ; 5 ; 1/6
a) 76 + k c) 5 ; 7 ; 1/5
b) ( 34 + k )2 d) 1 ; 3 ; 1/3 x
c) 66 e) 2 ; 4 ; 1/2
d) 76 x
e) n.r.a.
149. ( EEAr ) Uma das raízes da equação
3 2
2x + x – 7x – 6 = 0 é x1 = 2. Pode-se afirmar que:
144. ( FEI-SP ) Sendo a, b e c as raízes da equação
2x3 – 3x2 + 5x + 1 = 0, o valor da expressão a) as outras raízes são números imaginários puros.
2 2 2 2 2 2
a b + b c + c a é: b) as outras raízes são – 3 e – 2.
c) só uma das outras raízes é real.
a) 19 d) as outras raízes estão entre – 2 e 0. x
b) 31
c) 19/4
d) 31/4 x 150. ( ITA-SP ) Se a, b, c são raízes da equação
e) n.r.a. 3
x – rx + 20 = 0, onde r é um número real, podemos
3 3 3
afirmar que o valor de a + b + c é;

145. ( FGV-SP ) Considere a matriz a) – 60 x


b) 62 + r
( x + 1) 2 3 4 c) 62 + r
2
3
1 ( x + 2) 3 4 d) 62 + r
A= e) 62 – r
1 2 (x + 3) 4
1 2 3 ( x + 4)
3
151. ( FGV-SP ) Dada a equação x – 7x + p = 0, determine
As raízes da equação det A = 0 têm por soma o número: p de modo que uma das raízes seja o dobro da outra.
a) 0 a) p=±6 x
b) 10
b) p=±3
c) – 10 x
c) p=±5
d) 20
d) p = 10
e) n.r.a.
e) n.r.a.

– 17 –
o
152. ( FGV-SP ) O valor de m para que as raízes da e- 158. ( EEAr ) Uma equação de 3 grau cujas raízes são
3 2
quação x + 3x – 6x + m = 0 estejam em P.A. é: – 1, – 2 e 3 é :
3 2
a) –8 x a) x + 6x – 9x + 6 = 0
3 2
b) –6 b) x – 6x – 6 = 0
3
c) –3 c) x – 7x – 6 = 0 x
3 2
d) 2 d) x + 6x + 9x = 0
e) n.r.a.
2
159. ( EEAr ) Se a equação 4x – 3(p – 1)x + p = 0, na vari-
153. ( UnB-DF ) P(x) = x3 + Ax + 6 750 é um polinômio do ável x, tem raízes reais e simétricas, então o valor de p é:
o
3 grau com uma raiz dupla e uma simples. Qual o valor
absoluto da raiz simples? a) –9
b) –1
a) 10 c) 9
b) 20 d) 1
c) 30 x
d) 5
e) 0 160. ( EEAr ) A soma dos cubos das raízes da equação
2x + 1 2
− 2 = 1 é:
3 2 x−3 x −9
154. ( FEI-SP ) A equação x – 2x – x + 2 = 0 apresenta
duas raízes simétricas. O produto das duas raízes é: a) – 343
b) – 133
a) –1 c) –7
b) 0 d) –3
c) 2 x
d) 3
e) 4
161. ( EEAr ) Considere as afirmações:
3 2
I. Qualquer raiz racional da equação x + 3x – 3x + 9 = 0 é
155. ( Mack-SP ) As raízes x1, x2 e x3 da equação inteira.
3 2
x – 3x + cx + d = 0 formam uma P.A. de razão 3. Então, o II. O menor grau da equação polinomial de coeficientes re-
valor de x1.x2.x3 é: ais, que admite as raízes 3, 2 + i e – i, é 5.
4 3 2
III. Toda equação polinomial da forma ax + bx + cx + dx
a) –8 x
+ c = 0, de coeficientes reais e a ≠ 0, necessariamente possui
b) – 12
uma raiz real.
c) 3
d) 9
São verdadeiras as afirmações:
e) 12
a) I, II e III
b) I e II
156. ( Cescea-SP ) Sendo c a maior das três raízes a, b c) II e III
3 2
e c da equação x + 6x + 11x + 6 = 0, e sabendo-se que d) I e III
uma delas é média aritmética das outras duas, calcule a +
b + 4c.

a) –9 x
b) – 12
c) – 10
d) – 11
e) –7

157. ( EEAr ) Considere a equação


3 2
x + 6x + 13x + 10 = 0 em que – 2 é uma das raízes. As
demais raízes são:

a) –2+i e –2–i x
b) –1 e –5
c) 2–i e 2+i
d) – 2 + 2i e – 2 – 2i

– 18 –