Вы находитесь на странице: 1из 50

www.mecanicaavancada.com.

br

INJEÇÃO
ELETRÔNICA MIX
CG TITAN 150 FLEX
3............................................INTRODUÇÃO

4...........................................SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA PGM-FI

5...........................................ABREVIAÇÕES

7...........................................PARTIDA A FRIO

9...........................................ACELERAÇÃO

10..........................................AUTOADAPTAÇÃO

11..........................................AUTODIAGÓSTICO

12..........................................SISTEMA MIX FLEX

13..........................................LÂMPADA DE INJEÇÃO (MIL)

15..........................................LENDO CODIGO DE PISCADAS

16..........................................APAGANDO CODIGOS DE FALHAS

17..........................................CODIGOS DE FALHAS

18..........................................ECM (MODULO DE CONTROLE ELETRÔNICAO

21..........................................UNIDADE DE SENSORES

22..........................................SENSOR MAP

23..........................................SENSOR TP

25...........................................SENSOR IAT

26..........................................SENSOR CKP

28..........................................SENSOR EOT

29..........................................SENSOR DE OXIGÊNIO

33..........................................SENSOR DE INCILNAÇÃO

35..........................................ATUADOR IACV

37..........................................BICO INJETOR

40...........................................BOMBA DE COMBUSTIVEL

45...........................................CORPO DO ACELERADOR

47..........................................PROCEDIMENTO PARA AJUSTAR CORPO

49.........................................DIAGRAMA ELÉTRICO TITAN 150 GASOLINA

50.........................................DIAGRAMA ELÉTRICO TITAN 150 MIX

 2
INTRODUÇÃO

ESTE MATERIAL FOI DESEMVOLVIDO PARA AUXILIAR O MECÂNICO A FAZER


REPAROS NA MOTO CG TITAN MIX 150. SISTEMA ESSE TOTALMENTE INOVADOR COM
METODOS DE REPAROS DIFERENTES DO SISTEMA DE ALIMENTAÇÃO COM
CARBURADOR.

A INJEÇÃO ELETRÔNICA DE MOTOS ESTA SENDO APLICADA, PRINCIPALMENTE


PARA O CONTROLE DE NIVEL DE POLUIÇÃO QUE E EXPELIDO PELO ESCAPAMENTO,
ALÉM DE DEIXAR O MOTOR COM UM FUNCIONAMENTO EXCELENTE.

NUM FUTURO BEM PROXIMO TODAS AS MOTOCICLETAS ESTARÃO COM


INJEÇÃO ELETRÔNICA, COMO ACONTECEU NOS VEICULOS AUTOMOTORES E TAMBEM
NOS VEICULOS DIESEL.

PARA UM MELHOR APROVEITAMENTO DESTE MATERIAL, E NECESSARIO


ALGUMAS NOÇÕES DE ELETRICIDADE BÁSICA, PARA MELHOR ENTENDIMENTO NO
MOMENTO DE FAZER UM TESTE EM COMPONENTES OU PARA LER ALGUM DIAGRAMA
ELÉTRICO.

NOSSA EMPRESA CONTA TAMBEM COM CURSOS EM NOSSA SEDE NA CIDADE


DE MARINGÁ, CASO FIQUE ALGUMA DUVIDA NO ENTENDIMENTO.

 3
SISTEMA DE INJEÇÃO ELETRÔNICA PGM-FI (DENSO)

O SISTEMA PGM-FI, E UM SISTEMA QUE E UTILIZADO DESDE A DECADA DE


1990, EM VEICULOS DA PRÓPRIA HONDA.

O SISTEMA TRABALHA A PARTIR DE SINAIS DE SENSORES QUE SÃO ENVIADOS


PARA A ECU (UNIDADE DE COMANDO ELETRÔNICA), ONDE SÃO CALCULADOS PELAS
MEMORIAS PROGRAMADAS, E SÃO ENVIADOS SINAIS PARA OS ATUADORES PARA QUE
PERMITAM UM BOM FUNCIONAMETO DO MOTOR.

 4
SISTEMA DE INJEÇÃO PGM-FI

A ECU RECEBE OS DADOS DE ROTAÇÃO DO MOTOR, DEPRESSÃO DE OXIGÊNIO


(QUANTIDADE DE AR QUE ESTA SENDO ADMITIDO PELO MOTOR), ÂNGULO DE
ABERTURA DO ACELERADOR, TEMPERATURA DO AR ADMITIDO E TEMPERATURA DO
MOTOR.

A PARTIR DESSAS INFORMAÇÕES A ECU CONTROLA A QUANTIDADE DE


COMBUSTIVEL QUE SERA INJETADA NO MOTOR ATRAVES DO BICO INJETOR,
MANTENDO SEMPRE UMA CONSTANTE DE PRESSÃO DE COMBUSTÍVEL ATRAVÉS DO
REGULADOR DE PRESSÃO QUE VAI ENCORPORADO A BOMBA DE COMBUSTIVEL
DENTRO DO TANQUE. A ECU CONTROLA TAMBEM O AVANÇO DE IGNIÇÃO.

ENCORPORADO A ESTE SISTEMA TEMOS O ATUADOR DE MARCHA LENTA IACV,


QUE TEM A FUNÇÃO DE MANTER O MOTOR SEMPRE EM UMA MARCHA LENTA IDEAL,
EM TORNO DE 1400 RPM. SE O MOTOR ESTIVER FRIO ESTA ROTAÇÃO PODERA SER
MAIS ALTA ATE QUE O MOTOR SE AQUEÇA NA TEMPERATURA DE FUNCIONAMENTO.

POSSUI AINDA UM SISTEMA DE AUTODIAGNOSTICO, QUE QUANDO OCORRER


UMA AVARIA NO SISTEMA ASCENDERÁ UMA LAMPADA, DE INJEÇÃO DENOMINADA
MIL, ALERTANDO DE UMA FALHA, ESTA LAMPADA PODERÁ FICAR PISCANDO.

ABREVIAÇÕES

 5
SINAIS DE ENTRADA CÁLCULO SINAIS DE SAIDA

 6
PARTIDA A FRIO
QUANDO SE TEM UM SISTEMA COM CARBURADOR, PARA PARTIDAS A FRIO E
NECESSARIO O AUXILIO DE UM SISTEMA DE AFOGADOR PARA QUE O MESMO
ENRIQUEÇA A MISTURA E MANTENHA UM POUCO ACELERADA.

COM INJEÇÃO ELETRONICA JÁ NÃO E MAIS NECESSARIO O AUXILIO DE UMA


BORBOLETA FECHANDO A ENTRADA DE AR, POIS O SISTEMA E INTELIGENTE E FAIZ
ESSE PAPEL COM A PROPRIA VÁLVULA DE ACELERAÇÃO. NESTA CITUAÇÃO O
CONDUTOR NÃO PODERA ACELERAR PARA QUE O MOTOR ENTRE EM
FUNCIONAMENTO, POIS SE ACELERAR ABRIRÁ A BORBOLETA E COM ISSO NÃO FARA O
PAPEL DO AFOGADOR E DIFICULTARÁ A PARTIDA.

PARA O CASO DA MIX TEMOS UMA LAMPADA MIX E UMA LAMPADA ALC.

MIX – QUANDO O COMBUSTIVEL ESTIVER MISTURADO COMO SE DEVE SER,


COM 20% DE GASOLINA E 80% DE ALCOOL, NESTE CASO NÃO TEREMOS DIFICULDADES
PARA PARTIDAS A FRIO.

ALC – SIGNIFICA QUE O MOTOR ESTA COM 100% DE ALCOOL E NECESSITA QUE
O CONDUTOR ABASTEÇA COM OS 20% DE GASOLINA NECESSARIO PARA SEU PERFEITO
FUNCIONAMENTO.

SE AS DUAS LAMPADAS ESTIVEREM APAGADAS SIGNIFICA QUE O MOTOR ESTA


COM GASOLINA, ENTÃO NESSE CASO NÃO TEREMOS DIFICULDADES DE PARTIDAS A
FRIO, LEMBRANDO QUE AS DIFICULDADES AUMENTAM QUANDO A TEMPERATURA
AMBIENTE CAI.

 7
PARTIDA A FRIO
A ECU OBSERVA QUE VAI EXISTIR UMA PARTIDA A FRIO ATRAVES DO SENSOR
DE TEMPERATURA DO MOTOR NESSE MOMENTO ELA AUMENTA O TEMPO DE
INJEÇÃO (QUANTIDADE DE COMBUSTVEL INJETADA PEO BICO INJETOR), PARA QUE
OCORRA A QUEIMA, POIS QUANDO TEMOS TEMPERATURAS BAIXAS O COMBUSTIVEL
DEMORA MAIS PARA CONDENSAR, DIFICULTANDO O FUNCIONAMENTO.

O IACV TAMBEM AUMENTA SUA ABERTURA PARA QUE ENTRE MAIS OXIGENIO
NO MOTOR, E ELE FIQUE UM POUCO ACELERADO

OBSERVAÇÃO
 E NORMAL O MOTOR OSCILAR A MARCHA LENTA POR ALGUNS
MINUTOS ATE A TEMPERATURA CHEGAR AO SEU PONTO DE FUNCIONAMENTO
IDEAL, PRINCIPALMENTE SE ESTIVER ABASTECIDO COM ALCOOL.
 QUANDO O CONDUTOR TROCA O COMBUSTIVEL OU MISTURA EM
PROPORÇÕES DIFERENTES, A ECU PRECISA DE UM TEMPO PARA CONSEGUIR
INTERPRETAR ESTA MUDANÇA E ACENDER A LAMPADA CORRESPONDENTE OU
DEIXAR AS DUAS APAGADAS.

 8
ACELERAÇÃO
QUANDO O CONDUTOR ACELERA A MOTO, A ECU RECEBE SINAL DO SENSOR DE
ÂNGULO DA BORBOLETA O TP, OBSERVA TAMBEM QUE EXISTIU UMA FALTA DE
DEPRESSÃO PELO SENSOR MAP, NESTE MOMENTO ELA ENRIQUEÇE A MISTURA
ATRAVES DO TEMPO DE INJEÇÃO PELO BICO INJETOR, E AUMENTA O AVANÇO DE
IGNIÇÃO PARA QUE O MOTOR NÃO TENHA FALTA DE COMBUSTIVEL, E ACELERE SEM
MAIORES PROBLEMAS.

DESACELERAÇÃO / FREIO MOTOR


NO MOMENTO EM QUE O CONDUTOR ESTA COM A MOTO EM MOVIMENTO
EM UMA DESCIDA E REPENTINAMENTE ELE DESACELERA O MOTOR, ENTRA EM AÇÃO
A ESTRATEGIA DE DESACELERAÇÃO, A ECU RECEBE INFORMAÇÃO DO SENSOR TP QUE
O CONDUTOR SOLTOU O ACELERADOR ATE O REPOUSO, OBSERVA TAMBEM QUE O
SENSOR MAP PAROU DE ENVIAR INFORMAÇÃO DE DEPRESSÃO DE OXIGENIO E O
SENSOR CKP AINDA ESTA EM MOVIMENTO, OU SEJA, A MOTO ESTA EM MOVIMENTO.
COM ESSAS INFORMAÇÕES A ECU CORTA O SINAL DO BICO INJETOR, FAZENDO COM
QUE ELE NÃO INJETE NADA DE COMBUSTIVEL, CONSEQUENTEMENTE A MOTOCICLETA
FICARA MAIS ECONÔMICA POR ISSO NÃO E INTERESSANTE DEIXAR A MOTO EM
MARCHA LENTA EM DESCIDAS, POIS CONSUMIRA COMBUSTIVEL.

 9
AUTOADAPTAÇÃO

O SISTEMA POSSUI EM SUA ECU UMA ESTRÁTEGIA DE AUTOADAPTAÇÃO EM


QUE QUANDO O MOTOR VAI FICANDO COM MAIS KILOMETRAGEM O CONDUTOR
NÃO PERCEBA OS DESGASTES NATURAIS DO MOTOR, POSSIBILITANDO UM
FUNCIONAMENTO PERFEITO. ENTRETANTO A MANUTENÇÃO DO SISTEMA TEM QUE
SER VISTA COM MAIS RIGOR, POIS PODE OCORRER UM PROBLEMA MAIS O SISTEMA
MASCARA A FALHA POR ISSO E NECESSARIA A MANUTENÇÃO.

 10
AUTODIAGNOSTICO
O SISTEMA POSSUI A ESTRATÉGIA DE AUTODIAGNOSTICO QUE QUANDO
OCORRER ALGUM PROBLEMA NO SENSOR EOT, TP, MAP, SONDA LAMBDA E IAT, ALEM
DE ASCENDER A LAMPADA MIL OU DEIXA-LA PISCANDO A ECU ADOTARÁ UMA
CONFIGURAÇÃO PARA QUE O MOTOR CONTINUE EM FUNCIONAMENTO, MAIS O
CONDUTOR DEVERA PROCURAR UM EMPRESA CAPACITADA PARA FAZER O
DIAGNOSTICO NO SISTEMA. O SENSOR CKP, BOMBA DE COMBUSTIVEL, BOBINA DE
IGNIÇÃO E INJETOR PARAR DE FUNCIONAR, MOTOR NÃO ENTRARA EM
FUNCIONAMENTO.

 11
SISTEMA MIX (FLEX)
A ECU ATRAVES DOS SINAIS DA SONDA LAMBDA CONSEGUE OBSERVAR POR
AMOSTRAGEM QUAL COMBUSTIVEL ESTA SENDO UTILIZADO, CONSEQUENTEMENTE
AJUSTA O TEMPO DE INJEÇÃO E O AVANÇO DA IGNIÇÃO PARA QUE O MOTOR
FUNCIONE COM AMBOS OS COMBUSTIVEIS.

O SISTEMA LEVA ALGUNS MINUTOS PARA IDENTIFICAR SE O COMBUSTIVEL FOI


MODIFICADO, EM TORNO DE 5 MINUTOS COM A MOTO EM MOVIMENTO, SO DEPOIS
ELA SE ADAPTA NO MELHOR PARAMETRO DE FUNCIONAMENTO.

ESSA MOTOCICLETA PODE SER ATE 25% MAIS ECONÔMICA DO QUE A VERSÃO
A GASOLINA, PEO MOTIVO DE FUNCIONAR COM ALCOOL.

O SISTEMA TEM COMO REFERÊNCIA PARA FAZER O CÁLCULO SE ESTA COM


ALCOOL OU GASOLINA O SENSOR DE OXIGENIO OU SONDA LAMBDA,

A SONDA LAMBDA PODE TRABALHAR EM OPEN LOOP (MALHA ABERTA) E


CLOSED LOOP (MALHA FECHADA), NA SITUAÇÃO DE MARCHA LENTA OU ACELERAÇÃO
A ECU TRABALHA COM A SONDA EM CLOSED LOOP, USANDO O SINAL DA SONDA PARA
O BOM DESEMPENHO DO MOTOR E IDENTIFICANDO SE EXISTIU ALGUMA MISTURA
DIFERENTE DO QUE ESTAVA SENDO OBSERVADO, A PARTIR DESSAS INFORMAÇÕES A
ECU ATRAVES DE SEU SOFTWARE CONFIGURA UM MAPA DE FUNCIONAMENTO PARA
ESSA MISTURA E CORRIGE O TEMPO DE INJEÇÃO E AVANÇO DE IGNIÇÃO, TAMBEM
ASCENDE A LAMPADA RESPECTIVA A MISTURA. NA SITUAÇÃO DE DESACELERAÇÃO A
ECU TRABALHA EM OPEN LOOP, DESCARTANDO AS INFORMAÇÕES DA SONDA
LAMBDA, POIS NESSA SITUAÇÃO O INJETOR NÃO ESTARA ALIMENTANDO O MOTOR.

 12
LÂMPADA DE INJEÇÃO (MIL)

O SISTEMA POSSUI UMA LÂMPADA QUE PERMANECE ASCESA OU FICA


PISCANDO NO CASO DE AVARIA EM SEUS COMPONENTES. EM SEU ESTADO NORMAL
QUANDO SE LIGA A CHAVE DA MOTOCILCLETA ELA SE ASCENDE NESTE MOMENTO A
ECU OBSERVA SE EXISTE ALGUMA ANOMALIA NO SISTEMA, ESTANDO TUDO OK ELA SE
APAGA.

PODE OCORRER DA LAMPADA SE ASCENDER COM A MOTO EM


FUNCIONAMENTO E DEPOIS SE APAGAR, NESTE CASO TEMOS UM DEFEITO
INTERMITENTE QUE PODE SER ALGUM COMPONENTE AVARIADO QUE EM ALGUM
MOMENTO PARA DE FUNCIONAR OU O QUE E MAIS NORMAL UM MAU CONTATO NA
PARTE DE CONEXÃO DOS TERMINAIS TANTO DO CHICOTE DA MOTOCICLETA QUANTO
DOS PROPRIOS SENSORES.

PODE OCORRER TAMBEM UM DEFEITO NO MOMENTO DE DIRIGIBILIDADE,


MAIS A LAMPADA NÃO ASCENDER, NESSA SITUAÇÃO DEVEMOS EXAMINAR O CODIGO
DE FALHAS.

PARA EXAMINAR O CODIGO REMOVEMOS A LATERAL TRASEIRA ESQUERDA A


TE CHEGARMOS NO CONECTOR DE DIAGNOSTICO DENOMINADO DLC.

 13
PARA VERIFICAR O CODIGO DE PISCADA, FAÇA O SEGUINTE PROCEDIMENTO:

 DESLIGUE A IGNIÇÃO
 FAÇA UM JUMP NOS FIOS AZUL – VERDE/PRETO DO CONECTOR
 LIGUE A IGNIÇÃO E VERIFIQUE AS PISCADAS DA MIL

 14
LENDO OS CODIGOS DE PISCADAS

A LAMPADA PODERÁ PISCAR EM DUAS VELOCIDADES DEPENDENDO DO


CODIGO.
SE O CODIGO FOR POR EXEMPLO 7, A LAMPADA VAI PISCAR 7 VEZES EM
UMA VELOCIDADE DE 1,3 SEGUNDOS CADA PISCADA, ELA DA UMA PAUSA DE
TREIS SEGUNDOS E NOVAMENTE VOLTA A REPETIR O CODIGO.

EXEMPLO:

Pisca 1,3s pisca 1,3s pisca 1,3 s pisca 1,3 s pisca 1,3s pisca 1,3s pisca 1,3.
Pausa de três segundos e volta a piscar

AGORA COM O CODIGO 29:

Pisca 1,3s pisca 1,3s.pisca 0,5s pisca 0,5 s pisca


0,5 s pisca 0,5s pisca 0,5 s pisca 0,5s pisca 0,5s pisca 0,5s pisca 0,5s

 15
OBSERVAÇÃO

SE ACASO OCORRER MAIS DE UMA FALHA, OS CODIGOS SERÃO MOSTRADOS EM


ORDEM CRESCENTE.
QUANDO FOR UM DEFEITO PRESENTE NÃO SERÁ NECESSARIO FAZER O JUMP
NO CONECTOR DE DIAGNOSTICO, POIS QUANDOO MOTOR ESTIVER EM MARCHA
LENTA A ECU VAI PISCAR A LAMPADA JÁ COM O CODIGO AI E SO LER COMO NO
EXEMPLO ACIMA.

APAGANDO A MEMORIA DE AVARIAS (CODIGOS DE FALHAS)


AO EXECUTAR O REPARO NA MOTOCICLETA, FICARA GRAVADO UM DEFEITO
INTERMITENTE EM ALGUNS MOMENTOS, PARA ESSA SITUAÇÃO DEVEREMOS APAGAR
O CODIGO DE FALHAS CO O SEGUINTE PROCEDIMENTO:

 REMOVA A TAMPA LATERAL TRASEIRA ESQUERDA


 REMOVA A TAMPA DO CONECTOR
 DESLIGUE A IGNIÇÃO
 FAÇA UM JUMP ENTRE OS TERMINAIS AZUL – VERDE/PRETO
 LIGUE A IGNIÇÃO
 REMOVA O JUMP
 A MIL ASCENDERA POR 5S
 ENQUANTO ELA ESTIVER ACESA COLOQUE O JUMP NOVAMENTE
 SE A MIL APAGAR E COMEÇAR A PISCAR A MEMORIA FOI APAGADA
COM SUCESSO

LEITURA DOS CODIGOS DE FALHAS ATRAVES DO EQUIPAMENTO


TEMOS TAMBEM A OPÇÃO DE UTILIZAR O MOTO DIAG, COM ESTE SCANNER
FICA MAIS FACIL DE CONSULTAR A MEMORIA DE AVARIAS.

PROCEDIMENTO

 REMOVA A TAMPA LATERAL TRASEIRA


 CONECTE O FIO BRANCO DO MOTODIAG NO FIO AZUL DO CONECTOR
DLC
 CONECTE O FIO VERDE DO MOTODIAG NO TERMINAL 18 DA ECU FIO
COR BRANCO /AZUL.

 LIGUE O MOTODIAG A BATERIA


 SELECIONE A MONTADORA COM O MOTODIAG
 SELECIONE A MOTOCICLETA
 ENTRE NA OPÇÃO LER CODIGOS DE FALHAS
 LIGUE A CHAVE

 16
CODIGOS DE FALHAS DA MIL

 17
ECM (MODULO DE CONTROLE DO MOTOR)
A ECM TEM A FUNÇÃO DE RECEBER AS INFORMAÇÕES DOS SENSORES
PROCESSAR ESSES SINAIS CÁLCULAR O TEMPO DE INJEÇÃO E AVANÇO DE IGNIÇÃO E
ENVIAR PARA OS ATUADORES.

IMPORTANTE.

QUANDO LIGA A CHAVE DE IGNIÇÃO ASCENDE A LAMPADA MIL E LOGO SE


APAGA, SE ACASO ELA NEM ASCENDER, O MOTOR NÃO ENTRARA EM
FUNCIONAMENTO, NESTE CASO E NECESSARIO CONFERIR A ALIMENTAÇÃO E O
ATERRAMENTO DA ECM.

ALIMENTAÇÃO 12VOLTS DA ECM


LIGUE A CHAVE DE IGNIÇÃO E VERIFIQUE SE TEM ALIMENTAÇÃO + NO PINO 1
DA ECM.

 18
OBS: CHAVE LIGADA COM A CANETA DE POLARIDADE FAZER O TESTE E
VERIFICAR SE ASCENDE A LAMPADA VERMELHA SIGNIFICANDO +.

 19
ATERRAMENTO

PARA ENCONTRAR A ALIMENTAÇÃO NEGATIVA OU TERRA EXAMIR OS PINOS 2,


9 E 10 DA ECM.

COM A CANETA DE POLARIDADE EXAMINAR SE A LAMPADA VERDE VAI


ASCENDER.

 20
UNIDADE DE SENSORES
FOI DESEMVOLVIDO UM COMPONENTE ONDE SE LOCALIZA TREIS SENSORES,
SENSOR MAP, TEMPERATURA DO AR IAT E SENSOR DE ÂNGULO TP.

ESTA UNIDADE TEM UMA ALIMENTAÇÃO PARA OS TREIS SENSORES, ENTÃO SE


FALTAR ESTA ALIMENTAÇÃO O SISTEMA IRA INDICAR DEFEITO NO TREIS SENSORES,
POIS IDENTIFICARÁ A AUSENCIA DE SUAS INFORMAÇÕES.

VERIFICAR ALIMENTAÇÃO DE 5 VOLTS NO TERMINAL 2 DA UNIDADE DE


SENSORES OU PINO 6 DA ECM FIO COR AMARELO E VERMELHO.

 21
VERIFICAR NEGATIVO NO PINO 3 DA UNIDADE DE SENSORES OU PINO 4 DA
ECM FIO VERDE E BRANCO

SE O TESTE NAUM DER O RESULTADO ESPERADO CONSULTAR ESQUEMA


ELETRICO E VERIFICAR POSSIVEL PROBLEMA NA FIAÇÃO OU ECM.

SENSOR MAP
O SENSOR MAP E RESPONSAVEL EM ENVIAR SINAL PARA O ECM DE
DEPRESSÃO NO COLETOR. POSSUI UM DISPOSITIVO SENSÍVEL A PRESSÃO EM SEU
CORPO (diafragma) QUE QUANDO A DEPRESSÃO E APLICADA ESTE VARIA A TENSÃO.

O SENSOR MAP ENCONTRA-SE NA UNIDADE DE SENSORES

 22
PARA TESTAR SE O SENSOR MAP ESTA ENVIANDO SINAL PARA O ECM
COLOCAR O MULTIMETRO NO PINO 5 DO CONECTOR DO SENSOR OU 27 DA ECM. O
RESULTADO E EM TORNO DE 1,8 VOLTS A 2,8 VOLTS COM O MOTOR EM MARCHA
LENTA

SE O RESULTADO NÃO ESTIVER OK SUBSTITUIR UNIDADE DE SENSORES

SENSOR TP
O SENSOR TP OBSERVA QUAL O ÂNGULO DA VÁLVULA DE ACELERAÇÃO
ATRAVES DE UM RESISTOR VARIAVEL (POTENCIOMETRO) IGUAL O DE VOLUME DE
RADIO.COM ESSE SINAL A ECM SABE QUANTO A VALVULA DE ACELERAÇÃO ESTA
ABERTA E PODE AUMENTAR O TEMPO DE INJEÇÃO PERMITINDO QUE O MOTOR
ALTERE O GIRO.

 23
PARA VERIFICAR SE O SENSOR ESTA FUNCIONANDO COLOCAR O MULTIMETRO
NO PINO 4 DO CONECTOR OU 5 DA ECM. O RESULTADO E:

EM REPOUSO DE 0,29 VOLTS A 0,71 VOLTS

 24
EM ACELERAÇÃO TOTAL DE 4,13 VOLTS A 4,76 VOLTS

ESTA OSCILAÇÃO DEVE SER GRADATIVA SEM GRANDES SALTOS OU PERCA DE


SINAL.

SENSOR IAT TEMPERATURA DO AR


O SENSOR VERIFICA A TEMPERATURA DO AR ADMITIDO PARA O MOTOR, ESTA
INFORMAÇÃO E IMPORTANTE PARA O ECM CALCULAR A CORRETA RELAÇÃO
AR/COMBUSTIVEL QUE SERA UTILIZADA NA QUEIMA.

 25
PARA TESTAR SE O SENSOR ESTA ENVIANDO UM SINAL CORRETO PARA O ECM
VERIFICAR O PINO 1 DO CONECTOR OU 14 DA ECM. O VALOR ENCONTRADO DEVE SER
DE 2,4 VOLTS A 3,2 VOLTS

OBS: CASO NÃO ESTIVER DANDO ESTE RESULTADO SUBSTITUIR UNIDADE.

SENSOR CKP (SENSOR DE RPM)


O SENSOR CKP TEM A FUNÇÃO DE ENVIAR A ECM:

* A ROTAÇÃO DO MOTOR

* O PONTO PARA SER INJETADO O COMBUSTIVEL

* O PONTO DE IGNIÇÃO.

E UM SENSOR INDUTIVO (IMÃ PERMANENTE) QUE QUANDO E EXCITADO


PELOS RESSALTOS EXISTENTES NO ROTOR DO ALTERNADOR, GERA UM TENSÃO
ALTERNADA PARA O ECM.

 26
NA AUSENCIA DO SINAL DO SENSOR CKP O MOTOR NÃO ENTRARA EM
FUNCIONAMENTO.

PARA O TESTE DO SENSOR DEVEMOS VERIFICAR SUA RESISTÊNCIA, COM ELE


DESCONECTADO. FIO AZUL/AMARELO E BRANCO/AMARELO.

O VALOR E DE 265 OHMS

 27
VERIFICANDO SE O SENSOR ESTA GERANDO SINAL

DESCONECTAR A ECM DO CONECTOR E VERIFICAR NO PINO 12 E 23 DO


CONECTOR VAI GERAR SINAL DANDO A PARTIDA NO MOTOR.

SINAL DE NO MINIMO 0,4 VOLTS TENSÃO ALTERNADA V~

SINAL DE NO MAXIMO 1,5 VOLTS TENSÃO ALTERNADA V~

POR MOTIVO DE A ECM ESTAR DESCONECTADA O MOTOR NÃO ENTRARA EM


FUNCIONAMENTO, SE ESTE VALOR MINIMO NÃO FOR ENCONTRADO, VERIFICAR SE O
SENSOR SE ENCONTRA INSTALADO DE MANEIRA CORRETA, POIS SE A DISTÂNCIA DO
SENSOR ATE OS RESALTOS FOR MAIOR QUE 1 mm ELE NÃO VAI GERAR A TENSÃO
MINIMA, CASO A DISTANCIA ESTIVER CERTA SUBSTITUIR SENSOR CKP.

SENSOR DE TEMPERATURA DO MOTOR (EOT)


A FUNÇÃO DO SENSOR EOT E ENVIAR PARA ECM QUAL A TEMPERATURA DO
MOTOR ATRAVES DO ÓLEO. ELE E DO TIPO NTC (COEFICIENTE DE TEMPERATURA
NEGATIVO), QUANTO MAIOR FOR A RESITÊNCIA MENOR SERÁ A TENSÃO DE
RESPOSTA.

ATRAVÉS DESTE A ECM DETERMINA O TEMPO DE INJEÇÃO DO BICO INJETOR.

 28
PRIMEIRO VAMOS TESTAR A RESISTENCIA DO SENSOR DEVE SER DE:

2000Ω A UMA TEMPERATURA DE 20 ºC

SE O RESULTADO FOR DIFERENTE DO ESPERADO SUBSITUIR O SENSOR

TESTE DE ALIMENTAÇÃO DO SENSOR EOT

DESCONECTAR O SENSOR EOT E VERIFICAR NO CONECTOR DO SENSOR PINO 1


OU ECM PINO 24 SE VAI EXISTIR 5 VOLTS

 29
VERIFICAR SE NO PINO 2 DO CONECTOR DO SENSOR OU PINO 4 DA ECM VAI
EXISTIR NEGATIVO -

SE ACASO NÃO FOR ENCONTRADO O RESULTADO ESPERADO SUBSTITUIR A


ECM.

SENSOR DE OXIGÊNIO (SONDA LAMBDA)


A FUNÇÃO DA SONDA LAMBDA E INFORMAR PARA A ECM A QUANTIDADE DE
OXIGENIO QUE ESTA PASSANDO PELO ESCAPAMENTO. POSSUI FORMA CILINDRICA
CONTENDO UM ELEMENTO DE ZIRCONIO REVESTIDO DE OURO BRANCO. QUANDO A
TEMPERATURA ATINGE UM DETERMINADO VALOR O ELEMENTO DE ZIRCÔNIO
PRODUZ ELETRICIDADE A PARTIR DA CONCENTRAÇÃO DE OXIGENIO NOS GASES DO
ESCAPAMENTO COM O DA ATMOSFERA. PARA QUE A SONDA SE AQUESA MAIS
RAPIDO TEMOS UMA RESISTENCIA DE AQUECIMENTO, ECONTRADA SOMENTE NA
MOTO MIX. O SENSOR FICA INFORMANDO A TODO INSTANTE A CONCENTRAÇÃO DE
OXIGENIO NO ESCAPAMENTO E A ECM A PARTIR DESTE SINAL CONTROLA O TEMPO DE
INJEÇÃO, MARCHA LENTA, DESEMPENHO DO MOTOR E ECONOMIA DE COMBUSTIVEL.

A ELETRICIDADE QUE A SONDA PRODUZ VARIA DE 100mV a 900mV


DEPENDENDO DA MISTURA. MISTURA POBRE DE 100mV a 400mV

MISTURA RICA DE 500mV a 900mV

 30
TESTE DA SONDA LAMBDA

A SONDA POSSUI 4 FIOS SENDO

2 FIOS BRANCOS RESISTÊNCIA DE AQUECIMENTO

1 FIO CINZA NEGATIVO DO ELEMENTO

1 FIO PRETO SINAL

A RESISTENCIA DE AQUECIMENTO DEVE SER EM TORNO DE 8Ω A 20ºC

O RESULTADO PODE VARIAR EM TORNO DE 20% E SE NÃO FOR O ESPERADO


SUBSITUIR A SONDA.

 31
COM O MOTOR EM FUNCIONAMENTO NESSES FIOS BRANCOS DEVE CHEGAR
UMA ALIMENTAÇÃO NEGATIVA E UMA ALIMENTAÇÃO POSITIVA COM O MOTOR EM
FUNCIONAMENTO.

SE NÃO FOR ENCONTRADO O RESULTADO VERIFICAR FIAÇÃO E ATERRAMENTO


DO CHICOTE

NO FIO CINZA DEVE CHEGAR UMA ALIMENTAÇÃO NEGATIVA

SE NÃO FOR ENCONTRADO O RESULTADO ESPERADO EXAMINAR CHICOTE.

NO FIO PRETO E A RESPOSTA DO SENSOR QUE DEVE VARIAR DE 100mV a


900mV COM O MOTOR A 2000 RPM

 32
SE NÃ FOR ENCONTRADO O VALOR ESPERADO SUBSTITUIR O SENSOR, MAIS SE
O SINAL ESTIVER TRAVADO EM MISTURA RICA OU POBRE EXAMINAR COMPONENTES
DO SISTEMA.

SENSOR DE INCLINAÇÃO DO CHASSI


POR MOTIVO DE SEGURANÇA, QUANDO A MOTOCICLETA SOFRE UMA QUEDA
O SENSOR DE INCLINAÇÃO ENVIA UM SINAL PARA O ECM QUE INTERROMPA O
FUNCIONAMENTO DO MOTOR. A INCLINAÇÃO MAXIMA QUE A MOTOCICLETA PODE
SOFRER E DE 55+/- 5 GRAUS APÓS ISSO O MOTOR SE DESLIGA.

O SENSOR E CONSTITUIDO DE UM SENSOR HALL QUE NO MOMENTO EM QUE


ESTA NA POSIÇÃO VERTICAL, ELE ESTA GERANDO UM RETORNO PARA O ECM,
QUANDO PASSA DO SEU ÂNGULO MAXIMO ELE MANDA UM SINAL DIFERENTE PARA O
ECM INTENDER QUE A MOTO SOFREU UMA QUEDA.

 33
PARA TESTAR SEU FUNCIONAMENTO DEVEMOS VERIFICAR:

 TESTE A ALIMENTAÇÃO NO PINO 6 DA ECM, DEVERA ENCONTRAR


5VOLTS

CASO O RESULTADO NÃO FOR O ESPERADO EXAMINAR FIAÇÃO OU SUBSTITUIR


ECM

 TESTE SE NO PINO 8 DA ECM VAI ENCONTRAR NEGATIVO –

CASO O RESULTADO NÃO FOR O ESPERADO EXAMINAR FIAÇÃO OU SUBSTITUIR


ECM

 34
 O PINO 30 E O SINAL DO SENSOR, NA POSIÇÃO VERTICAL ELE VAI
INFORMAR 4VOLTS, QUANDO INCLINAR A MOTOCICLETA ESSE SINAL VAI PARA
1.2VOLTS.

CASO O RESULTADO NÃO FOR O ESPERADO SUBSTITUIR O SENSOR.

CONTROLE DE MARCHA LENTA (ATUADOR IACV)


O CONTROLOE DE MARCHA LENTA E FEITO ATRAVES DE UMA PASSAGEM DE AR
ADICIONAL DENOMINADA BY PASS, ONDE O MOTOR DE PASSO (IACV), FICA
AUMENTANDO E DIMINUINDO A QUANTIDADE DE AR QUE PASSA POR ESSE CANAL.

 35
QUANDO A IGNIÇÃO E LIGADA A ECM ANALISA A TEMPERATURA DO ÓLEO E
MANDA UM SINAL PARA O IACV SE POSICIONAR DE UMA MANEIRA QUE QUANDO O
MOTOR ENTRE EM FUNCIONAMENTO ELE PEGUE UM POUCO ACELERADO E APÓS O
MOTOR ESQUENTAR ALGUNS GRAUS ELE CAIA NA MARCHA LENTA QUE EM TORNO DE
1400RPM E POSSIBILITE UM BOM FUNCIONAMENTO A FRIO E A QUENTE.

TESTE DO IACV
PRIMEIRO VAMOS VERIFICAR A RESISTENCIA DAS BOBINAS DO IACV.

DEVE SER EM TORNO DE 110 A 125 OHMS A UMA TEMPERATURA DE 25 GRAUS


CELSIUS COM UMA TOLERANCIA DE 10%

SE O VALOR ENCONTRADO NÃO FOI O ESPERADO SUBSTITUIR O IACV

 36
TESTE DA ALIMENTAÇÃO DO IACV
FUNCIONE O MOTOR, COM UMA CANETA DE POLARIDADE OBSERVE SE NOS
QUETRO FIOS DO IACV VC VAI ENCONTRAR UM SINAL PULSANTE, OU SEJA, ORA
LAMPADA VERDE ORA LAMPADA VERMELHA.

SE NÃO FOR ENCONTRADO O ESPERADO EXAMINAR DIRETAMENTE NA ECM


ATRAVES DOS PINOS 20, 21, 31 E 32.

SE O RESULTADO ESPERADO NÃO FOI ENCONTRADO FAZER O TESTE DE


CONTINUIDADE DE FIAÇÃO.

SE A FIAÇÃO ESTIVER OK SUBSTITUIR A ECM.

INJETOR DE COMBUSTIVEL (BICO INJETOR)


SUA FUNÇÃO E ALIMENTAR O MOTOR COM O COMBUSTIVEL QUE ESTA
PRESSURIZADO EM SUA LINHA DE ALIMENTAÇÃO.

O INJETOR E UM SOLENOIDE QUE TEM DUAS POSIÇÕES OU ESTA FECHADO OU


ESTA ABERTO NÃO TENDO MEIO TERMO. A QUANTIDADE DE COMBUSTIVEL QUE ELE
INJETA NO MOTOR E DEFINIDO PELO TEMPO DE INJEÇÃO QUE A ECM ENVIA PARA O
SOLENOIDE. O TEMPO DE INJEÇÃO E O TEMPO QUE O SOLENOIDE FICA ABERTO
ENTÃO SE O BICO FICAR ENERGIZADO POR UM TEMPO MAIOR ELE INJETARÁ MAIS
COMBUSTIVEL NO CASO QUANDO EXISTE UM ACELERAÇÃO, CONFORME O RPM VAI
ESTBILIZANDO A ECM COMEÇA A DIMINUIR O TEMPO DE INJEÇÃO.

 37
TESTE DO INJETOR
TESTE DA RESISTENCIA DO INJETOR, OVALOR ENCONTRADO DE VE SER. DE 9Ω A
12Ω COM UMA TOLERANCIA DE 10%, COM TEMPERATURA DE 20ºC

 38
SE O VALOR ESPERADO FOR DIFERENTE SUBSTITUIR O INJETOR

TESTE DE ALIMENTAÇÃO E SINAL DO BICO INJETOR

CONECTE A CANETA DE POLARIDADE NO FIO PRETO E AZUL DO INJETOR.

DEVE ENCOTRAR 12VOLTS E A LAMPADA VERMELHA IRA SE ASCENDER

SE O VALOR NÃO FOR ENCONTRADO EXAMINAR FUSIVEL PRINCIPAL E


COMUTADOR DE IGNIÇÃO.

CONECTE A CANETA DE POLARIDADE NO FIO ROSA E BRANCO DO INJETOR E DE


A PARTIDA.

DEVE ENCONTRAR UM SINAL PULSANTE COM A CANETA DE POLARIDADE.

SE NÃO ESTIVER PULSANDO POSSIVEIS CAUSAS

 SENSOR CKP
 ALIMENTAÇÃO DA ECM
 ECM DANIFICADA

 39
BOMBA DE COMBUSTIVEL
A FUNÇÃO DA BOMBA DE COMBUSTIVEL E ALIMENTAR O INJETOR.

ELA VAI INSTALADA DENTRO DO TANQUE DE COMBUSTIVEL EM UMA CARCAÇA


DE PLASTICO ONDE FICA INSTALADO O SENSOR DE NIVEL (BOIA DO TANQUE), O PRE-
FILTRO, E O REGULADOR DE COMBUSTIVEL QUE MANTEM A PRESSÃO EM 3,0 Kgf/cm,
(3.0 BAR) OU 43 PSI.

A BOMBA TRABALHA COM UMA TENSÃO NOMINAL DE 12VOLTS, E COM UMA


VAZÃO DE COMBUSTIVEL DE 120 cm/3 DURANTE 10 SEGUNDOS.

QUANDO SE LIGA A IGNIÇÃO A BOMBA DE COMBUSTIVEL E ACIONADA PELA


ECM DURANTE DOIS SEGUNDOS PARA PRESSURIZAR O COMBUSTIVEL NA LINHA, E
PERMITIR UMA PARTIDA MAIS TRANQUILA.

TESTE DE ALIMENTAÇÃO ELETRICA DA BOMBA


CONECTADO A BOMBA TEMOS UM CONECTOR DE 5 VIAS ONDE EXISTEM 4
FIOS, SENDO 2 DO SENSOR DE NIVEL E 2 DA BOMBA.

 40
NO FIO PRETO E AZUL QUANDO LIGA A CHAVE DEVE CHEGAR POSITIVO 12
VOLTS (+)

SE NÃO DER O RESULTADO ESPERADO EXAMINAR

 FUSIVEL PRINCIPAL
 INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO

NO FIO MARROM QUANDO LIGA A CHAVE POR 2 SEGUNDOS DEVE


CHEGAR NEGATIVO (-).
QUANDO DA À PARTIDA ESSE NEGATIVO PASSA A SER CONSTANTE.

 41
SE NÃO TIVER O RESULTADO ESPERADO, CONFERIR A FIAÇÃO SE ESTIVER
TUDO OK SUBSTITUIR A ECU.

TESTE DE PRESSÃO DA BOMBA

PARA ESSE TESTE TEMOS QUE TOMAR ALGUMAS PRECAUÇÕES:


 DESLIGAR O CONECTOR DA BOMBA DE COMBUSTIVEL E DAR A PARTIDA
NO MOTOR E DEIXAR FUNCIONANDO ATE QUE ELE PARE POR FALTA DE
COMBUSTIVEL, NESTE MOMENTO O SISTEMA ESTA DESPRESSURIZADO EVITANDO
QUE QUANDO REMOVER O ENGATE RAPIDO DAS MANGUEIRAS O COMBUSTIVEL
SAIA COM PRESSÃO.

 MESMO ASSIM QUANDO RETIRAR O INGATE RAPIDO VAI VAZAR


COMBUSTIVEL, IMEDIATAMENTE LIMPE O LOCAL QUE ESCORREU.

 42
INSTALE O MANÔMETRO

DÊ A PARTIDA NA MOTO E VERIFIQUE SE A PRESSÃO E DE 3.0 BAR COM


TOLERANCIA DE 10%.

 43
PARA O TESTE DE VAZÃO SIGA OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS

 REMOVA A ECM
 FAÇA UM JUMP NO PINO 8 DO CONECTOR DA ECM, COM
ATERRAMENTO OU MASSA (-)
 LIGUE A MANGUEIRA DA BOMBA EM UM RECEPIENTE GRADUADO
 LIGUE A CHAVE POR 10 SEGUNDOS
 O VALOR TEM QUE SER DE NO MINIMO 120 ml DE COMBUSTIVEL

REMOVA A ECM DA MOTOCICLETA E FAÇA UM JUMPER NO PINO 8 COM


MASSA OU ATERRAMENTO

SE O VALOR NÃO FOR ENCONTRADO, A MOTOCICLETA EM ALTAS


ROTAÇÕES PODERÁ DAR FALTA DE COMBUSTIVEL. POSSIVEIS CAUSAS
 PRE- FILTRO DE COMBUSTIVEL
 BOMBA DE COMBUSTIVEL

 44
CORPO DO ACELERADOR

PARA A LIMPEZA DO CORPO DE ACELERADOR TEM QUE SE TOMAR


ALGUNS CUIDADOS NA DESMONTAGEM.

 45
COM O CORPO JÁ DESMONTADO PARA LIMPEZA DOS ORIFICIOS USAR
SOMENTE AR COMPRIMIDO E NÃO ARAMES, POIS ELES PODERÃO ENLARGUECER
OS ORIFIOS E PREJUDICAR O FUNCIONAMENTO DO MOTOR

MONTAGEM

 46
PROCEDIMENTO DE REAJUSTE DA POSIÇÃO TOTALMENTE
FECHADA DA VÁLVULA DE ACELERAÇÃO

SE A UNIDADE DE SENSORES FOI REMOVIDA AJUSTE A POSIÇÃO DA


VÁLVULA DE ACELERAÇÃO DA SEGUINTE MANEIRA

 REMOVA A LATERAL TRASEIRA ESQUERDA


 APAGUE OS CODIGOS DE FALHAS
 DESLIGUE A IGNIÇÃO
 REMOVA O CONECTOR DLC
 LIGUE DIRETAMENTE OS TERMINAIS DO DLC, USANDO UM JUMPER.

 DESCONECTE O SENSOR EOT


 FAÇA UM JUMPER EM SEU CONECTOR

 47

 LIGUE O INTERRUPTOR DE IGNIÇÃO


 DESCONECTE O JUMPER DO SENSOR EOT ENQUANTO A LAMPADA
ESTIVER PISCANDO (DENTRO DE DEIZ SEGUNDOS)

 A LAMPADA COMEÇARA A PISCAR RAPIDAMENTE


 O CORPO ESTA AJUSTADO
 SE A LAMPADA NÃO PISCAR RAPIDAMENTE SIGNIFICA QUE NÃO FOI
PROGRAMADO, REFAÇA O PROCEDIMENTO

 48
 49
 50