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ANÁLISE TÉCNICA

E OS 3 MELHORES
INDICADORES PARA
DAY TRADE

TRADERHUB | W W W . T R A D E R H U B . C O M . B R
Riqueza não é o objetivo da vida,
mas apenas um instrumento
Frase de Heny Ward

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reprodução, total ou parcial, de qualquer elemento de identidade, sem expressa autorização.
A violação de qualquer direito mencionado implicará na responsabilização cível e criminal nos
termos da Lei.
Finalidade

Podemos definir a análise técnica como um conjunto de técnicas que


buscam antecipar o movimento do mercado, apoiadas em gráficos e
indicadores que representam o movimento histórico dessas cotações
(sendo, por isso, também conhecida como análise gráfica) e em técnicas
analíticas de previsão das oscilações bolsistas, baseadas em modelos
matemáticos, estatísticos e econométricos. Para a escola técnica, os
gráficos traduzem o comportamento do mercado e avalia a participação
de massas de investidores que influenciam a formação dos preços, por
isso, para os puristas da análise técnica, toda a informação capaz de
afetar a percepção dos investidores quanto ao preço e ao valor do ativo,
está espelhada nos gráficos.

A origem da análise ténica

O tão conhecido e atual índice de referência Dow Jones pode


transportar-nos ao início da Análise Técnica, quando, em 1900, Charles
Henry Dow elaborou os primeiros trabalhos estatísticos acerca da
existência de ciclos no mercado de capitais. Em 1879, Charles Dow entrou
para a imprensa noticiosa Kiernan News Agency, uma agência
direcionada para bancos e corretoras, onde conheceu Edward D. Jones,
que também acabara de ser admitido naquela agência. Três anos mais
tarde, em 1882, Charles Dow e Edward Jones criaram a firma Dow Jones &
Company, na Wall Street. Distribuíam uma newsletter diária, de duas
páginas, sobre o mercado de capitais, intitulada “Customer’s Afternoon
Letter”, por toda a Wall Street. Em 1889, Dow era o editor da primeira edição
do “The Wall Street Journal”, impulsionado pela antiga newsletter acima
referida. Publicava vários artigos sobre o mercado de capitais, seguidos
com atenção por toda a comunidade financeira e a partir dos quais
desenvolveu a Dow Theory (Teoria de Dow). Em 1897, Charles Dow, com 46
anos, co-fundador da Dow Jones & Company, Inc., criou
os atualmente conhecidos Dow Jones Industrial
Average e Dow Jones Transportation Average.
Originalmente, na Teoria de Dow, a tendência
desses índices, constituídos por um determinado
número de ações de referência, serviam como
barômetro para o resto do mercado. A Teoria de
Dow foi a mãe da Análise Técnica, enquanto
resultado de inúmeras experiências e observações
das cotações históricas. Se, inicialmente, a intenção
não era prever os preços das ações, rapidamente,
num trabalho subsequente, a teoria foi aproveitada
para esse fim, resultando no que conhecemos
hoje como Análise Técnica.
Porque os preços se movimentam, segundo a análise técnica.

O preço de mercado representa um consenso, no qual se dá o equilíbrio


entre a oferta e a procura. É o preço a que um investidor aceita vender e
outro aceita comprar, dentro das suas expectativas futuras. As
expectativas dos investidores relativas a determinado valor são
espelhadas na cotação de uma ação, commodities, moeda etc. Para os
analistas técnicos, o comportamento dos investidores já é suficiente para
uma tomada de decisão, não importando os motivos que levam os
investidores a esse comportamento. Ou seja, o analista técnico acredita
que toda a informação necessária está contida no preço (e algumas vezes
no volume negociado) e que todos os fenômenos podem ser explicados
pelo movimento dos preços. O preço está para o analista técnico como a
rocha para o geólogo: para a maior parte das pessoas, uma rocha não
passa de uma rocha, para um geólogo, uma rocha pode ser a chave do
conhecimento da origem da Terra e pode responder e prever inúmeros
acontecimentos da geologia. Sendo assim, os preços para o analista
técnico, podem ser a chave para o conhecimento da origem de
determinado movimento e podem prever a evolução futura. Os fatos
reproduzem-se nos preços e identificam o ritmo dessas reproduções,
permitindo antecipá-los. Para um purista da análise técnica, se o preço é
baseado nas expectativas dos investidores, então o conhecimento sobre o
que se deve comprar ou vender torna-se irrelevante, na medida em que se
sabe o que outros investidores estão à espera para vender. Isso quer dizer
que, se conhecermos o prêmio ou o desconto que os investidores esperam
face ao “valor justo” da ação, saberemos qual o futuro movimento dessa
ação.
Teoria de Elliot

Atualmente, tanto para quem utiliza a Análise Fundamentalista quanto a


Análise Técnica, é praticamente lugar comum falar que o mercado se
movimenta em ciclos de alta e de baixa. Porém, foi Ralph Nelson Elliott o
gênio que, entre as décadas de 30 e 40 do século XX, conseguiu
demonstrar e provar graficamente que os movimentos dos preços se
comportavam de formas cíclicas formando padrões geométricos, os quais
eram gerados pelo comportamento do emocional de massa no mercado
financeiro.

REPRESENTAÇÃO REAL DE UM CICLO DA TEORIA DAS


ONDAS DE ELLIOTT DÓLAR FUTURO - GRÁFICO 60 MIN

Sua base de raciocínio é a de que a emoção surge primeiro que a razão.


Por isso, a representação gráfica de uma série histórica de cotações de um
ativo nada mais é do que a oscilação de humor do coletivo numa tentativa
desesperada de encontrar sua precificação. Segundo Elliott, o público age
de forma emocional, subjetiva e impulsiva, tomando decisões em
condições de ignorância e incerteza, e, na maioria das vezes, assumindo a
chamada “atitude manada”. Com o propósito de quantificar a psicologia
humana associada às oscilações dos preços, Elliott catalogou diversos
desses padrões gráficos criando específicas regras, originando assim o
Princípio das Ondas de Elliott ou, simplesmente, Teoria de Elliott. Logo
abaixo, de forma resumida, segue o padrão geométrico de um ciclo que
Ralph Elliott identificou. Note que a representação gráfica é mais que um
simples padrão, é uma forma de se mapear a evolução do preço até o
momento presente, a fim de vislumbrar cenários futuros.
REPRESENTAÇÃO TEÓRICA

Ond
ONDA DE IMPULSO

On
5
ONDA DE ORREÇÃO

B
aA
da

da

da
NOVA TENDÊNCIA

On

On

C
2
Ond
da
On

a4
Ond
1
LINHA PREÇO

da

a2
On

LINHA TEMPO

COMPORTAMENTO EMOCINAL GERADO PELO MERCADO

ÁPICE DA
EUFORIA
A

EUFORIA
B
C
5

EUFORIA
3

ÁPICE DO
MEDO
EUFORIA
LINHA PREÇO

2
1

EUFORIA

LINHA TEMPO

A identificação dos padrões gráficos permitiu que Elliott conseguisse


encontrar as “formas” existentes no mercado de capitais, porém faltava
uma ferramenta que lhe auxiliasse medir essas mesmas formas. Então
Elliott recorreu à matemática e lá encontrou uma importante proporção
chamada de Número de Ouro (1,618) que foi extraída da sequência de
números de Fibonacci, a qual possui fortes correlações com o seu princípio.
Para este estudioso, os ciclos têm características definidas e a
compreensão de sua teoria permite que o investidor possa antecipar com
certa precisão grandes reversões de tendência tanto de índices, ações,
derivativos, commodities ou moedas, e, assim, aproveitar os bons
movimentos de alta ou de baixa do mercado. Veremos como funciona na
teoria e prática mais a frente.
TOPOS E FUNDOS

Como pudemos constatar já nas teorias, o mercado não se move de uma


forma linear, ele é composto por altos e baixos (topos e fundos) em função
da oferta e procura que, pela sua direção, compõem uma tendência maior.
Estas mesmas “ondas” se subdividem em oscilações de ainda menor prazo
e amplitude. Quando um preço sobe chegando a um determinado patamar
e começa a retornar, chamamos aquela região mais alta de topo. Quando
isso acontece na ponta de baixo, chamamos de fundo. Topos e fundos são
facilmente identificados uma vez que se destacam do restante do gráfico.

DÓLAR FUTURO - GRÁFICO 60 MIN

SUPORTES E RESISTÊNCIAS

Suporte em análise técnica define uma área do mercado abaixo do nível


em que o mercado está negociando no presente momento na qual a
pressão compradora supera a pressão vendedora. Como resultado disto a
queda é interrompida e os preços voltam a subir. Resistência é o oposto de
suporte, ou seja, é uma região do gráfico acima do nível em que o mercado
está negociando no presente momento na qual a pressão vendedora supera
a pressão compradora, ou, em termos mais técnicos, a pressão da oferta
supera a pressão da demanda. O modo de identificação de um suporte ou
resistência passa em grande parte pela identificação de antigos fundos ou
topos. Um dos aspectos interessantes dos suportes e resistências é a sua
mudança de um para o outro no caso de sua quebra. Um suporte, após ser
quebrado pelo fechamento transforma-se em resistência e vice-versa. Esta
reversão, no entanto, tem uma força menor e deve ser encarado mais para
o curto prazo. Deve ser enfatizado, aliás, o aspecto de psicologia de
mercado que leva a sua configuração. Suportes e resistências existem pela
lembrança que o mercado tem destes pontos significativos (memória do
mercado) embora, é óbvio, exista também o aspecto de real aumento de
demanda e oferta em certos níveis de preços.
DÓLAR FUTURO BOVESPA - GRÁFICO DIÁRIO

LT - LINHA DE TENDÊNCIA

Todos nós aprendemos na escola que para se traçar uma reta infinita basta
termos 2 (dois) pontos como referência. Essa técnica aprendida há muito
tempo é exaustivamente utilizada em análises técnica. Partindo desse
princípio fica muito fácil entender graficamente o que são as linhas de
tendência. .........................................................................................................................................................................
Linha de tendência nada mais é do que uma reta formada pela união de 2
(dois) ou mais pontos de fundo (LTA - linha de tendência de alta) ou pela
união de 2 (dois) ou mais pontos de topo (LTB - linha de tendência de baixa).
Em uma tendência de alta os topos e fundos de uma determinada ação,
índice, paridade etc., são ascendentes. Já numa tendência de baixa, essa
configuração é invertida de modo que seus topos e fundos são cada vez
mais baixos (descendentes).......................................................................................................................

LT
B
-L
TA IN
AL HA
DE DE
IA
ÊNC TE
ND ND
E ÊN
DET CI
A A
LINH DE
- BA
A IX
LT A
LTA - DÓLAR FUTURO (15M)

LTB - DÓLAR FUTURO (60M)


OPERAÇÕES EM LINHAS DE TENDÊNCIA

Como você pode perceber as linhas de tendência oferecem ótimos avisos.


Em uma tendência de alta, a linha de suporte formada pode sugerir boas
oportunidades de compra. De maneira semelhante, ao se aproximar da
linha de resistência esteja preparado para sinais de venda. Outras
características importantes são:
Assim como suportes e resistências, quanto mais a linha for testada e
resistir dando início a novas reações do mercado na direção contrária,
mais forte ela é.

TRIÂNGULOS

Triângulos são classificados como padrões de continuação de tendência,


eles se formam quando a flutuação dos preços começa a atingir
amplitudes cada vez menores conforme o tempo passa. Existem três tipos
básicos de triângulos: ascendentes, descendentes e simétricos. No começo
de sua formação o triângulo está em seu ponto mais largo, à medida que
o tempo passa os preços passam a oscilar entre duas linhas: a inferior de
suporte e a superior de resistência. Não existe verdade absoluta, mas a
tendência é a continuação do movimento atual após o rompimento, em
especial no que se refere a triângulos ascendentes e descendentes.

TRIÂNGULO ASCENDENTE

Triângulo ascendente possui o lado superior horizontal e o inferior apoiado


em uma LTA. O rompimento normalmente indica a continuação da
tendência. Uma das técnicas para utilizar o triângulo ascendente como
instrumento de operação é aguardar pelo rompimento da linha horizontal
com alto volume, nessa situação os analistas esperam por uma alta de
pelo menos a altura do lado mais largo do triângulo.

TRIÂNGULO DESCENTENDE

O triângulo descendente é o inverso, tende a ser um sinal de queda. A linha


horizontal fica na parte inferior enquanto que uma linha de tendência
inclinada para baixo se forma. Como no caso ascendente, espera-se que
os preços percorram uma distância equivalente ao tamanho do lado mais
largo da formação
TRIÂNGULO ASCENDENTE - DÓLAR FUTURO (60M)

TRIÂNGULO SIMÉTRICO - DÓLAR FUTURO (30M)


TRIÂNGULO SIMÉTRICO

No triângulo simétrico os preços máximos e mínimos das flutuações


atingem amplitudes cada vez menores. É uma formação típica de
indecisão e a sua tendência está mais relacionada com a continuação da
tendência corrente do que com reversão.

EXERCÍCIOS

Utilizando os conhecimentos adquiridos anteriormente, identifique nos


gráficos os seguintes pontos:
Topos e fundos;
Suportes e resistências;
Linha de tendência de alta;
Linha de tendência de baixa;
Triangulo Ascendente;
Triangulo Descendente;
Triangulo Simétrico;
Topo duplo – M;
Fundo duplo - W
CANDLE E SUA ORIGEM

No século XVIII os japoneses desenvolveram um método de análise técnica


para analisar os preços de contratos futuros de arroz. O arroz era a riqueza
e os fazendeiros de todo o Japão podiam mandar sacas de arroz que eram
mantidas em armazéns, em troca, recebiam um cupom representativo do
valor, o qual poderia ser vendido a qualquer momento. Apenas na bolsa
Dojima operavam cerca de 1300 traders de arroz. Candlestick é o nome de
uma técnica de análise gráfica de mercado, criada no Japão em meados
do século XVIII, nas antigas bolsas de arroz de Osaka. É o nome
ocidentalizado (em inglês), pelo qual esta técnica se tornou conhecida no
mundo inteiro, foi trazida ao ocidente pelo americano Steve Nison,
investidor de Wall Street. O termo Candlestick (candelabro em inglês) se
deve ao fato dos elementos gráficos utilizados na representação dos
preços praticados pelo mercado lembrarem velas, distribuídas sobre a
área do gráfico. A análise se faz através da identificação de "figuras"
formadas pelos "candles" (velas) em determinado ponto da tendência de
mercado. Atribui-se a Munehisa Honma o maior desenvolvimento desta
técnica de análise. Ele não via a necessidade de se fazer presente em
Osaka, comunicava as intruções de compra e venda por mensageiros. Diz
a lenda que conseguiu 100 trades consecutivos vitoriosos. De suas teorias
evoluíram as técnicas de candlestick que hoje são utilizadas e pesquisadas
em todo o mundo. Os padrões de candles são úteis para um alarme
antecipado de futuros movimentos dos preços, além de sevirem também
como sinalizadores de suportes e resistências. Também são úteis para
sinalizar mercado sobrevendido / sobrecomprado. Existem operadores que
utilizam somente estes padrões para seus trades, porém recomenda-se
seu uso em complemento a outros indicadores técnicos. Por convenção as
cores preto e branco são usadas para os candles. Preto candle de baixa e
branco para candle de alta, porém, isso é facilmente alterado em qualquer
plataforma de negociação.

CANDLESTICK - COMO LER ?


O candlestick representa graficamente a variação de preços de um
determinado ativo, commodities, paridade etc., em uma unidade de tempo,
nele estão representados:
Preço de abertura - é o preço pelo qual foi fechado o primeiro negócio do
intervalo.
Preço de fechamento - é o preço pelo qual foi fechado o último negócio do
intervalo.
Preço máximo - é o maior preço negociado no intervalo.
Preço mínimo - é o menor preço negociado no intervalo.
Identificamos um candle de alta quando o fechamento é maior que a
abertura. Já em um candle de baixa o fechamento é menor que a abertura.
O candlestick é dividido basicamente em 2 partes:
Corpo – onde podemos identificar a abertura e o fechamento
Sombra (ou pavio) – onde podemos identificar o preço mínimo e máximo

PIVÔS

Segundo a teoria DOW, o mercado move-se em ciclos e tendências, subindo


e descendo conforme padrões definidos no passado. Isso significa que o
mercado sempre está dentro de uma tendência, que pode ser de alta, de
baixa ou estar andando de lado - tendência indefinida - e dentro de uma
tendência normalmente ocorrem movimentos menores, tendências menores,
por isso existem tendências primárias, secundarias e terciárias. Partindo
desta premissa e com a observação mais detalhada do ativo em análise,
podemos verificar para onde a tendência atual está levando os preços
PIVÔ DE ALTA

Em uma tendência de alta, por exemplo, percebemos que o mercado


move-se em forma de “escada” onde os degraus são ascendentes. Com
isso os topos e fundos são cada vez maiores. Um pivô de alta pode ser
definido como um degrau (de três pontos) dessa suposta “escada” sendo
que o ponto 1 é menor que o ponto 2 que por sua vez é maior que o ponto 3.
Esse pivô só será validado caso o preço em questão volte ultrapasse a linha
de confirmação, que era o topo deixado no ponto 2. Observe:

PASSO A PASSO DO MOVIMENTO

1 - 2 - movimento de alta depois de um fundo deixado pelo mercado;


2 - 3 - realização natural e saudável após encontrar uma resistência na
região do ponto 2, sendo que o fundo deixado em 3 é superior ao fundo
deixado anteriormente (1). A partir desse ponto, podemos identificar uma
possível formação de um pivô de alta;..........................................................................................
3 - 4 - movimento essencial para a confirmação do pivô sendo que seu topo
(4) deve necessariamente ficar acima do topo anterior (2);..............................
4 - 5 - Pullback. Após o rompimento da região do topo 2 (que podemos
chamar de resistência) e o topo deixado no ponto 4, o mercado volta para
essa região 2 afim de testá-la como suporte.............................................................
Essa sequência pode se repetir enumeras vezes, sendo que o “sinal de
alerta acende” quando um topo for inferior ao último topo deixado. Nesse
caso o mercado poderá ter iniciado um pivô de baixa.
PIVÔ DE BAIXA

PASSO A PASSO DO MOVIMENTO

1 - 2 - movimento de baixa depois de um topo deixado pelo mercado;


2 - 3 - repique natural e saudável após encontrar um suporte na região do
ponto 2, sendo que o topo deixado em 3 é inferior ao topo deixado
anteriormente (1). A partir desse ponto, podemos identificar uma possível
formação de um pivô de baixa;...............................................................................................................
3 - 4 - movimento essencial para a confirmação do pivô sendo que seu
fundo (4) deve necessariamente ficar abaixo do fundo anterior (2);
4 - 5 – Correção. Após o rompimento da região do fundo 2 (que podemos
chamar de suporte) e o fundo deixado no ponto 4, o mercado volta para
essa região 2 afim de testá-la, agora, como resistência......................................
Essa sequência pode se repetir inúmeras vezes, sendo que o “sinal de alerta
acende” quando um fundo for superior ao último fundo deixado. Nesse caso
o mercado poderá ter iniciado um novo pivô de alta.
PRINCIPAIS FIGURAS DE IMPULSÃO

As figuras de impulsão também conhecidas como padrão de impulsão, são


desenhos que o mercado faz em um determinado período que nos permite
projetar um movimento de preço a partir de um ponto de rompimento
(determinado também por essa figura). Existem vários padrões de impulsão
conhecidos, contudo estudaremos as figuras mais reconhecidas e aquelas
que tendem se formar do ativo dólar futuro.

W OU FUNDO DUPLO

O “W” é um padrão de alta configurado por um movimento de descida e


como temos 2 fundos, praticamente no mesmo lugar, este padrão também
é chamado de fundo duplo

W – FUNDO DUPLO - DÓLAR FUTURO (500T)


M OU TOPO DUPLO

O “M” tem o mesmo princípio de formação que o “W”, porém, de forma


invertida. É um padrão de baixa configurado por um movimento de subida
e como temos 2 topos, praticamente no mesmo lugar, este padrão também
é chamado de topo duplo.

M – TOPO DUPLO - DÓLAR FUTURO (500T)


FIBONACCI

A primeira pessoa a utilizar este conceito no mercado financeiro foi o


grande R. N. Elliott em seus estudos sobre ondas onde aplicava os números
de Fibonacci. Deste estudo surgiu o conceito conhecido hoje como: “Ondas
de Elliot”, assunto já estudado ano inicio do e-book, para entendermos essa
ferramenta poderosa, a Fibonacci.

ORIGEM E IDEALIZADOR DA TEORIA

Leonardo Fibonacci, também conhecido como Leonardo Pisano ou ainda


Leonardo Bigollo, (1170 —1250) mas, na maioria das vezes, simplesmente
como Fibonacci foi um matemático italiano, tido como o primeiro grande
matemático europeu do Medievo. É considerado por alguns como o mais
talentoso matemático ocidental da Idade Média. Ficou conhecido pela
descoberta da sequência de Fibonacci e pelo seu papel na introdução dos
algarismos arábicos na Europa.

Um dos cientistas mais ilustre do seu tempo.


Ele desenvolveu a série de números de Fibonacci ou regra de ouro.

Em que consiste a regra de ouro ?


"1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55, 89, 144,..."
Qualquer número nesta série é a soma dos dois anteriores.
Tende a uma relação constante:

Se cada número da série for dividido pelo anterior (ex:13 / 8), o resultado é
uma relação que oscila em volta do número irracional 1.61803398875....
Sendo que o resultado será maior uma vez e menor outra, se aproximando
cada vez mais deste número que denominado algebricamente pela letra
grega phi.
Como este número é indefinido, utiliza-se 1.618 para os cálculos. Dividindo
qualquer número da série pelo seguinte cria uma relação semelhante à de
cima, se aproximando agora do número 0.618... Que é simplesmente a
recíproca de 1.618 (1 / 1.618).
O quadrado de qualquer número de Fibonacci é igual ao número anterior
na série, vezes o número seguinte na série, somado ou diminuído de 1. (5 ao
quadrado = 3X8 +1; 8 ao quadrado = 5 X 13 -1; etc).
Não se preocupe tanto com os cálculos pois, ficará mais claro e você
entenderá a dinâmica da ferramenta Fibonacci logo a frente!

SIMETRIAS, CORREÇÕES E RETRAÇÕES.

Simetria: Os mercados em geral, se movem sempre observando


movimentos simétricos, ou seja, se subir 10 pontos ao recuar tenderá
primeiro voltar 5 pontos, ou 50% do valor que subiu para somente
depois, persistindo a queda recuar os 10 pontos da alta anterior, ou
100%. Se cair 10 pontos ao subir encontrará resistência quando
atingir 5 pontos ou 50% da queda precedente.
Correções e Retrações: Como o mercado se move em ondas, toda
vez que ocorrer uma tendência de alta ou de baixa, logo em seguida,
provavelmente, deverá ocorrer uma correção deste período
precedente.Assim, após um período de alta é esperado um
movimento de retração e após um período de queda será esperado
um movimento inverso de correção. O cálculo para identificá-los é
muito simples. Basta pegar o movimento anterior e utilizar as
projeções de Fibonacci. Chega de teoria e vamos verificar como
aplicaremos na prática. Para isso seguiremos alguns passos para
facilitar nosso entendimento na aplicação:

COMO UTILIZAR NA PRÁTICA

PASSO A PASSO - 01
Quero que você tenha em mente os seguintes números: 0%, 100%,
61%,38%, 50% e 161% e 261%, mas não precisa ficar ansioso em
decorá-los ou gravá-los
PASSO A PASSO - 02
Lembra que aprendemos com a Teoria de Eliott que o mercado se
move em ondas? Pois é, será nesses movimentos que iremos aplicar
a ferramenta, ou seja, toda vez que ocorrer uma tendência de alta ou
de baixa, logo em seguida, provavelmente, deverá ocorrer uma
correção.
PASSO A PASSO - 03
Identifique se o mercado está fazendo topos e fundos descendentes
ou ascendentes.
PASSO A PASSO - 04
A partir do momento em que houver topos ou fundos renovados,
provavelmente, teremos uma correção, também conhecida como
pullback.

Agora vamos ver na prática como o preço se


comporta aliando a Fibonacci.
Exemplo de onda com topos e fundos ascendentes.

PASSO A PASSO DO MOVIMENTO:

1. O mercado rompeu o topo formado anteriormente;


2. Acumulou encontrando resistência (100%);
Observação: Esse é um start para que possamos traçar a Fibonacci
e observar o movimento de correção/pullback/retração dentro dos
níveis de 61,8%, 50,0% e 38,2%;
3. Observe que nesse caso, o mercado respeitou o nível de 50%, mas
poderia ter corrigido em 61,8% ou até mesmo 38,2%, e em seguida
buscou todos os níveis da nossa ferramenta.
Neste tipo de correção, entendemos que o mercado está armando
um pivô de alta, para seguir a tendência, e consequentemente, aqui
temos um excelente sinal de compra.
Dica: Iremos sempre trabalhar aguardando o mercado obedecer aos
níveis de correção 61,8%, 50,0% e 38,2%.
Exemplo de onda com topos descendentes

PASSO A PASSO DO MOVIMENTO:

1. O mercado rompeu o fundo formado anteriormente;


2. Acumulou encontrando suporte (100%);
Observação: Esse é um start para que possamos traçar a Fibonacci
e observar o movimento de correção/pullback/retração dentro dos
níveis de 61,8%, 50,0% e 38,2%;
3. Observe que nesse caso, o mercado respeitou o nível de 61,8%%,
mas poderia ter corrigido em 50,0% ou até mesmo 38,2%, e em
seguida buscou todos os níveis da nossa ferramenta.
Neste tipo de correção, entendemos que o mercado está armando
um pivô de baixa, para seguir a tendência, e consequentemente,
aqui temos um excelente sinal de venda.
Como conclusão e fixação do entendimento, no mercado financeiro
existe uma gíria de que, movimentos de alta do mercado, ou seja,
tendência compradora, dizemos que os bulls, touro em português,
estão no controle do mercado. E quando o movimento é contrário,
de venda, dizemos que os bears, urso em português estão no controle.
Sendo assim, observe a figura abaixo e veja como faz sentido quando
aplicamos a retração/correção/pullback com a ferramenta Fibonacci,
seja em nas projeções de compra ou de venda
BÔNUS
Como forma de gratidão pelo seu esforço até aqui, deixarei os 3
melhores indicadores para Day trade, os quais foram testados e são
usados diariamente nas nossas operações. Então, vamos lá!!!

OS 3 MELHORES INDICADORES PARA DAY TRADE


A simplicidade sempre resolve, ACREDITE!
Existem muitos e muitos indicadores, mas já se perguntou se existe
algum indicador que te dá alguma vantagem sobre os demais
participantes do mercado?
É muito comum, principalmente para quem está iniciando no day
trade, buscar de forma incessante por indicadores técnicos que lhes
deem a tão desejada confiança, segurança e certeza. Claro! Fomos
moldados para isso. Crescemos com estas crenças. Posso dizer com
certeza: "Você está perdendo tempo."
Fazendo uma analogia, imagine que você é um jogador de futebol e
está posicionado para bater um pênalti. Você sabe que de acordo
com o modo que você bater na bola, ela será direcionada para
algum lado. Agora imagine que você ao chutar a bola, a partir
daquele exato momento, a bola que "decide" a direção que vai tomar.
Ou seja, mesmo com a sua habilidade em direcionar a bola na hora
do chute, a bola quando é chutada assume o controle e vai para
qualquer direção. No mercado, as coisas funcionam assim.
A sua análise e os próprios indicadores não têm consequência
alguma na movimentação do preço. Entender a natureza do mercado
é a parte essencial para que você consiga tornar o seu operacional
mais simples e objetivo.
Indicadores servem como referência sob a perspectiva individual de
cada um. Então tenha em mente que somente você está olhando e
tirando as suas conclusões.

INFORMAÇÕES OCULTAS

É muito comum utilizarmos indicadores técnicos e não extrairmos o


máximo de informações que eles podem nos passar. Um exemplo
clássico é o indicador de Volume na Vertical. Uma coisa é a
informação numérica que o indicador nos mostra, outra coisa são
as informações ocultas que somente um trader com experiência e
estudo consegue extrair.
Olhe a figura abaixo:

Imagine que você vai operar o rompimento


desta região na venda. Agora observe o
volume de contratos negociados no
indicador abaixo dos candles. Será que
somente o rompimento do preço pode ser
considerada uma boa oportunidade? A
principal caraterística de um rompimento
verdadeiro é o volume alto. Será que faria
sentido apostar num rompimento na venda
com este volume bem abaixo do esperado?
Agora observe o rompimento verdadeiro
deste range. Note como o volume aumenta
e nos indica uma probabilidade que
realmente este nível está sendo rompido.
Isto é um simples indicador de volume,
mas que pode nos mostrar o
comportamento dos participantes do
mercado naquele exato momento.
Comportamento de aceitação e apetite
por se vender mais barato que estes
níveis.

VOLUME NA VERTICAL

Velho e conhecido, porém, extremamente


importante. O volume na vertical é muito
utilizado pra identificar tanto reversões
de tendência quanto continuidade do
movimento.

IDENTIFICANDO MOMENTUM

Imagine que uma empresa triplicou o seu lucro conforme último


balanço divulgado. Com base nas boas perspectivas para o papel,
um grande fundo de investimentos resolve colocar esta ação em sua
carteira. Como estamos falando de milhões de ações, é natural que
esta ordem seja executada ao longo de vários dias. Dentro deste
contexto investidores, reagem a esta notícia e começam a comprar
este papel. Dentro deste cenário, qual a principal característica deste
papel para os próximos dias ou meses? Um aumento relevante de
volume.
Quer um exemplo?
Vejamos o caso de
AMAR3 no gráfico
Observe como o alto
volume em relação
aos dias anteriores
e também o
rompimento de uma
região importante
de preço indicou o
início de um
movimento mais
longo.
FRAQUEZA E BAIXA ATIVIDADE

Assim como o alto volume está relacionado ao posicionamento de


investidores e traders e o possível início de momentum, o baixo
volume pode sinalizar a perda de momentum indicando uma correção
ou até mesmo uma reversão.

Note no exemplo ao lado no gráfico de


CSNA3 no período semanal. Observe a
diminuição de volume seguido do
movimento de rotação do mercado, e
após aumento de volume.
Normalmente o baixo volume é
presenciado em mercados laterais e
consolidados, e também em retrações
corrigindo a tendência primária.

EXAUSTÃO E O VOLUME

Em um mercado em tendência ou tendência momentânea, podemos


ver movimentos de exaustão e reversão. Estes momentos são
caracterizados por movimentos voláteis de preço e aumento
significativo de volume indicando muitas vezes o fim de uma tendência.
Observe os dois gráficos a seguir do Índice Futuro no período de 5
minutos. Geralmente reversões de mercado são caracterizadas pelo
alto volume e um movimento volátil, seguida de uma diminuição de
volume e após aumento de volume novamente na direção contrária.
ROMPIMENTOS E FALSOS ROMPIMENTOS

De grande utilidade, o indicador de Volume é crucial para


identificarmos rompimentos verdadeiros e falsos. Rompimentos
verdadeiros são caracterizados por um alto volume, indicando apetite
por parte dos participantes em se negociar acima do range na qual o
mercado se encontrava consolidado. Observe o gráfico abaixo do Mini
Índice no período de 5 minutos.

O mercado se encontra consolidado em um range definido. Observe


que o rompimento deste nível de preço na venda se deu com um
aumento de volume significativo e também um aumento de
volatilidade. No segundo rompimento da mínima também podemos
presenciar estas mesmas características e comportamento. Agora
vamos ver um exemplo de falso rompimento seguido de um
rompimento verdadeiro. Observe no gráfico abaixo que o mercado se
encontra consolidado em um range. Note que a primeira tentativa de
rompimento se deu com um volume baixo e com pouca volatilidade.
Agora observe mais adiante o rompimento verdadeiro. Observe que
houve um deslocamento de preço rápido, com aceleração, volatilidade
alta e um volume alto. Neste gráfico abaixo você consegue observar
nitidamente a diferença entre um rompimento verdadeiro e um falso
rompimento.
VOLUME PROFILE

O Volume Profile ou em português


Perfil de Volume, mostra o volume
de contratos ou ações negociadas
em cada nível de preço. Ao
contrário do volume na vertical,
este volume é mostrado no
horizontal resultando exatamente
em um perfil.
Através dessa ferramenta
conseguimos identificar regiões de
maior atividade e regiões de
rejeição (vantagem).

Este indicador em conjunto com o Volume na Vertical, nos dá uma visão


profunda do comportamento dos participantes do mercado mostrando
através do Perfil de Volume as melhores regiões de Trade Location, e o
interesse de negociação em determinados níveis de preço.
TRADE LOCATION
Trade Location é nada mais nada menos que a localização onde o
trader executa seus trades. O Volume Profile é uma das ferramentas
mais poderosas para definirmos os melhores pontos para day trade.
Com esta ferramenta conseguimos visualizar de forma clara regiões
de suporte e resistência e pontos que oferecem uma probabilidade
maior e um melhor risco x retorno. Observe na figura abaixo como os
extremos deste Perfil de Volume, nos mostra as Regiões de Vantagem.
Agora colocando alguns conceitos em conjunto, observe como este dia
está lateral, com reversões em máxima e mínima, VWAP flat e sempre
próximo do POC (Point of Control). Agora observe o alto volume no
rompimento da mínima, com a sombra do candle indicando uma
rejeição com o aparecimento de compradores agressivos (região de
vantagem).
Logo após isso uma diminuição de volume e o preço não retornando
mais para aquela região. Resumindo, ficou nítido que a região de
consenso em se negociar está bem definida neste dia. O que fizemos
neste exemplo foi determinar a melhor localização para realizamos
nosso trade através do Volume Profile, e com a leitura correta do
Volume na Vertical junto com Price Action (Análise Técnica), definimos
que a compra, próximo a mínima poderia ser uma boa oportunidade
para fazermos nosso trade.

VWAP

VWAP significa em inglês Volume Weighted Average Price, ou seja, é o


Preço Médio Ponderado Ponderado por Volume. Nada mais é que uma
média dos preços negociados em um determinado período ponderada
pelo volume negociado.
Para saber mais sobre VWAP e sua utilização no day trade, abaixo tem
uma aula especial sobre este indicador.
Clique aqui: https://www.youtube.com/watch?time_continue=5&v=Dje2Ur38kas

Os traders de varejo utilizam o VWAP mais como uma ferramenta de


confirmação de tendências, semelhante a uma média móvel, e também
como termômetro para definir se entram em posições compradas ou
vendidas. Basicamente, traders utilizam o VWAP buscando comprar
abaixo ou vender acima desta média, ou visam comprar/vender após
o rompimento desta região. O VWAP por ser uma média de preços
ponderada por volume, serve como uma região de suporte e resistência,
pois é uma faixa que devido a maior quantidade de negócios
(interessados) oferece uma resistência ao avanço do preço natural.
Podemos considerar o VWAP como sendo um suporte/resistência
dinâmico.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Você deve ter percebido como poucos indicadores se utilizados da


forma correta, se tornam uma arma poderosa para realizarmos nossas
operações de day trade. Estes são os melhores indicadores que eu utilizo
no day trade. Obviamente que existem diversas variações destes
indicadores. Com isso, unindo os principais conceitos de análise técnica,
mais os 3 melhores indicadores para day trade, e que executando o
simples, o "menos", se bem utilizado, tem mais impacto na sua
performance do que diversos indicadores mau utilizados.
Cabe ao trader escolher os indicadores que fazem mais sentido para o
seu operacional, porém, devem ser utilizados com embasamento teórico,
entendimento da precificação dos ativos e o processo de negociação
pelo lado humano e psicológico.
Por fim, espero que este ebook tenha contribuído no seu aprendizado e
agregado mais valor na sua caminhada como Trader.

Conte sempre conosco para que possamos evoluir juntos

PLATAFORMAS E SITES UTILIZADOS

ProfitChart Pro
Meta Trader 5
Trading View
Tryd Pro

ONDE ENONTRAR CADA UM

Profit Chart Pro:


https://www.nelogica.com.br/produtos/profitchart-pro
Meta Trader 5:
https://www.metatrader5.com/pt/download
Trading View:
https://br.tradingview.com/
Tryd:
https://www.tryd.com.br/

OBSERVAÇÕES

Para acesso e roteamento de ordens em qualquer uma das plataformas


listadas acima, é necessário que o usuário possua cadastro e conta em
uma corretora de valores. Assim, será possível enviar o capital e liberar a
margem que será destinada para as operações. Somente o Trading View,
possui a opção de criar uma conta sem a necessidade de já possuir
cadastro em alguma corretora, nela é possível fazer os estudos práticos
e análises ensinados neste material.
IG: @TRADER_HUB TWT: TRADERHUB FB: TRADERHUB

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