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“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no

reino de Deus.”

A Mãe Cananéia

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Jesus partiu dali e retirou-se para os


arredores de Tiro e Sidônia.
E eis que uma cananéia, originária daquela
terra, gritava: Senhor, filho de Davi, tem
piedade de mim! Minha filha está
cruelmente atormentada por um demônio.
Jesus não lhe respondeu palavra alguma.

Seus discípulos vieram a ele e lhe disseram


com insistência: Despede-a, ela nos
persegue com seus gritos.
Jesus respondeu-lhes: Não fui enviado
senão às ovelhas perdidas da casa de Israel.
Mas aquela mulher veio prostrar-se diante
dele, dizendo: Senhor, ajuda-me!
Jesus respondeu-lhe: Não convém jogar aos
cachorrinhos o pão dos filhos.

Certamente, Senhor, replicou-lhe ela; mas


os cachorrinhos ao menos comem as
migalhas que caem da mesa de seus donos...
Disse-lhe, então, Jesus: Ó mulher, grande é
tua fé! Seja-te feito como desejas. E na
mesma hora sua filha ficou curada.

Mateus 15:21-28 Versão Jerusalém.


“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Outro milagre de nosso Senhor está


registrado nestes versículos.
As circustâncias que o cercam são
peculiarmente interessantes, e vamos
examiná-las em ordem. Cada palavra,
nesta narrativa, reveste-se de ricas
instruções.

Primeiramente, vemos que a verdadeira fé


pode ás vezes ser encontrada onde menos
poderia ser esperada. Uma mulher
cananéia clama a nosso Senhor,
pedindo ajuda em favor de sua filha.
“Senhor, Filho de Davi, tem
compaixão de mim!” Se essa mulher
vivesse em Betânia ou Jerusalém,
uma tal petição já teria demonstrado
grande fé.
Mas, quando descobrimos que ela
vinha dos “lados de Tiro e Sidom”,
uma oração assim bem pode encher-
nos de surpresa. “Isso nos deveria
ensinar que é a Graça de Deus e
não o local que faz uma pessoa tornar-se
crente”.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Podemos viver na familía de um profeta,


como sucedeu com Geazi, servo de
Eliseu, e ainda continuar incrédulos e
enamorados do mundo. Podemos residir
em meio á supertição e obscura idolatria,
como a menina escrava na casa de
Naamã, e ainda sermos testemunhas fiéis
de Deus e de seu Cristo. Não nos
desesperemos em relação á alma de
alguém, somente porque se encontra em
uma situação desfavorável.

É possível viver na costa de Tiro e Sidom


e, ainda assim, ter um lugar no reino de
Deus.
“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Em segundo lugar, vemos que a aflição


ás
vezes demonstra ser uma bênção para a
alma de uma pessoa. Aquela mãe
cananéia sem dúvida tinha sido
severamente provada. Ela via sua filha
querida ser afligida por um demônio, sem
poder ajudá-la. Mas essa tribulação serviu
para conduzi-la a Jesus Cristo e ensiná-la
a orar. Não fosse essa aflição. Ela poderia
ter vivido e morrido em ignorância
despreocupada, sem jamais ter visto a
Jesus. Certamente, foi bom para ela o ter
sido afligida (Sl 119.71).

Sublinhemos cuidadosamente esta


verdade. Nada existe que demonstre
tanto a nossa impaciência na tribulação.
Esquecemos-nos de que cada cruz no
caminho é uma mensagem de Deus,
designada para que, no fim, sejamos
beneficiados. As provações são
destinadas a nos fazer meditar, a desligar-
nos deste mundo, a conduzir-nos á Bíblia,
a colocar-nos de joelhos diante de Deus.

“A saúde é algo bom, mas e enfernidade é


melhor, se nos aproxima de Deus.
“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

A prosperidade é uma grande misericórdia


divina, mas a adversidade manifesta maior
misericórdia, se nos leva até Cristo”.

Qualquer coisa é melhor do que viver


despreocupadamente e morrer em
pecado.

Mil vezes melhor é sermos afligidos e


fugirmos para Cristo, tal como aquela mãe
cananéia, do que viver tranquilamente e
por fim morrer sem Cristo e sem
esperança, como o “louco” homem rico
(Lc 12.20).

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Em terceiro lugar, notamos que


o povo de
Cristo com frequência mostra-se menos
misericordioso e compassivo do que
Cristo.
A mulher acerca de quem estamos lendo
não foi bem recebida pelos discípulos.
Talvez eles considerassem que uma
habitante da costa de Tiro e Sidom fosse
indigna de receber ajuda da parte do
Mestre. Seja como for, o que disseram foi:
“Despede-a”.

“Existe demais dessa atitude entre os que


se professam crentes. Muitos tendem por
desencorajar os que estão buscando a
Cristo, ao invés de os ajudarem a
prosseguir.

Estão dispostos a duvidar da realidade da


Graça na vida de um principiante, por
essa Graça ainda pequena, e prontos a
tratá-lo como Saulo de Tarso, quando
chegou a Jerusalém pela primeira vez,
após sua conversão, “não acreditando que
ele fosse discípulo” (At 9.26).

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Cuidemos para nunca darmos lugar a essa


atitude. Procuremos ter mais daquele
mesmo sentimento que houve em Cristo
Jesus (Fp 2.5). Assim como Ele, que nós
sejamos gentis, bondosos e
encorajadores no modo de agir com
aqueles que estão buscando a salvação.
Mas, acima de tudo, digamos
continuamente aos homens que eles não
deveriam julgar a Cristo com base nos
cristãos”.

Deixemos bem claro que existe muito


mais no gracioso Mestre do que nos
melhores dentre os seus servos.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

“Pedro, Tiago e João podem dizer a


alguma alma aflita: “Despede-a”, mas tal
palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.

“Ele pode, ás vezes, deixar-nos esperando


por um longo tempo, conforme fez com
aquela mulher. Porém, jamais nos
despedirá vazios”.

Em último lugar, vemos quanto


encorajamento existe para perseverarmos
em oração, por nós mesmos e por outras
pessoas.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

É difícil conceber uma ilustração mais


apropriada dessa verdade do que esta que
se nos depara nesta passagem.
A princípio, a oração dessa mãe aflita
parecia inteiramente despercebida.
Jesus “não lhe respondeu palavra”, mas
ela continuou rogando. A declaração que
finalmente saiu dos lábios de Jesus tinha
um tom desencorajador: “Não fui enviado
senão ás ovelhas perdidas da casa de
Israel”.
Mesmo assim ela insistiu na oração:
“Senhor, socorre-me!” A segunda
declaração foi ainda menos encorajadora
do que a primeira: “Não é bom tomar o pão
dos filhos e lançá-los aos cachorrinhos”.
Mesmo apesar de ver adiada a sua
esperança (Pv 13.12), ela não permitiu
adoecer o seu coração.

Nem mesmo depois disso a mulher


silenciou.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Mesmo assim, ela faz um apelo para que


algumas migalhas de misericórdia lhe
sejam concedidas. A sua importunação
finalmente obtém uma recompensa
graciosa: “Ó mulher, grande é a tua fé!
Faça-se contigo como queres”. A
promessa nunca falhou : “Buscai, e
achareis” (Mt 7.7).
Recordemo-nos dessa narrativa quando
estivermos orando por nós mesmos.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Algumas vezes somos tentados a pensar


que não obtemos qualquer proveito de
nossas orações, e que seria melhor
desistir totalmente. “Resistamos á
tentação, ela vem do diabo”.

Que nós confiemos e continuemos


orando! Contra os nossos pecados
repetitivos, contra o espírito mundano e
contra as ciladas do diabo, que nós
continuemos orando , sem desanimar.
Prossigamos em oração, pedindo forças
para cumprir nossos deveres, a Graça
para enfrentar as provações, e o consolo
em cada situação difícil.
Estejamos bem certos de que nenhum
outro tempo é melhor empregado
diariamente do que o tempo que
passamos em oração.

Jesus nos ouve e, no tempo determinado


por Ele, haverá de dar-nos a resposta.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Questão Histórica e Cultural:

Misericórdia aos Canaanitas


Texto Mt 15.21-28.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Tiro e Sidom eram tradicionalmente


territórios pagãos. Sidom era a casa de
Jezabel (1 Rs 16.31).

Mas na mesma geração uma mulher da


região recebera milagrosamente do
profeta Elias alimento e cura para seu
filho, tornando-se então uma perfeita
seguidora do Deus de Israel (2 Rs 17.8-
24).

Na época de Jesus, o viajante precisava


atravessar o território da Siro-fenícia,
como aqui, para ir da Galiléia e a Cesaréia
de Felipe. Contudo, muitos judeus ainda
vivem lá.

Mt 15.22. Os canaanitas, dos quais muitos


sobreviventes foram encaminhados para a
Fenícia durante a conquista israelita,
eram, normalmente, os mais desprezados
dos inimigos de Israel no Antigo
Testamento. A caracterização feita por
Mateus desta mulher teria deixado os
leitores judeus nervosos se eles tivessem
ainda algumas tendências racistas.
“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Mas por reconhecimento de Jesus como


"Filho de Davi" - o Messias ela também
conhece o direito do reino de Davi (que
tinha também colocado muitos não-judeus
como aliados) sobre a Terra.

Como podia um judeu sustentar um


preconceito contra uma mulher cananéia
como esta?

Mt 15.23, 24. A declaração de Jesus, no


versículo 24, não impede uma missão
posterior para os gentios.

O servo de Isaías 53.6-8 sofre ao lado da


ovelha perdida de Israel (Is 40.11; 56.11),
“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

mas a missão do servo era, no final das


contas, reconciliar todas as nações com
Deus (42.6; 49.6, 7).
Mt 15.25-28. “Certas pessoas no Antigo
Testamento, notadamente a mulher sidônia com
quem Elias veio ter (1 Rs 17.18,19), e a Sunamita
que se encontrou com Eliseu (2 Rs 4.28),
colocaram suas necessidades ante um profeta e
não receberam um não como resposta”.

Deus respondeu às suas orações com um


sim (alguns mestres judeus, próximos à
época de Jesus, confessaram exercer o
mesmo tipo de chutzpah em suas orações
pedindo chuva etc.).
Mesmo os que viviam na intimidade de
Deus, dele só se aproximavam com o
maior respeito, dirigindo-lhe prece
insistente e fervorosa (Gn 18.22-32).

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Mas também eles não se deixaram


intimidar.

“Tiro e Sidônia” – Cidades de gentios da região


da Fenícia, ao norte da Palestina. De acordo com
a tabela das nações, em (Gn 10), Sídon foi o
primeiro filho de Canaã (Gn 10.15) e, por isso, a
mulher é uma “cananéia” (Mt 15.22). O evangelista
Marcos se refere a ela como sendo de origem siro-
fenícia (Mc 7.26).
“Pão dos Filhos” - Isto é, Israel e o direito que
fora herdado de receber as Graças de Deus. Como
em Mt 8. 5-13, Jesus cura uma gentia fiel mesmo
tendo a intenção de primeiro exercer seu
ministério aos israelitas (Mt 15.24, Mt 10.6, Rm
1.16).
“Moralmente” a mulher cananéia representa a
alma arrependida. Incapaz de se vangloriar, o
pecado contrito inclina-se totalmente á
misericórdia divina, reconhece-se extremamente
fraco perante Deus e pode apenas suplicar por
suas bençãos, incapaz até de pedir ao seu Senhor
os dons que Ele confere livremente. Apenas aos
humildes e fiéis são recompensados com a cura
do espírito.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Conclusão:

Lembremo-nos deste relato, quando


estivermos intercedendo por outras
pessoas. Temos filhos que desejamos ver
convertidos? Temos parentes e amigos
que ansiamos ver salvos? Sigamos, então,
o exemplo desta mulher cananéia e
apresentemos essas pessoas diante dEle
noite e dia, e não descansemos enquanto
não obtivermos uma resposta.

Pode ser que tenhamos de esperar por


longos anos. “Pode parecer que estamos
orando em vão, e intercedendo sem
qualquer proveito. Todavia, jamais devemos
desistir. Confiemos que Jesus não muda”.

Ele, que atendeu áquela mãe cananéia e


lhe concedeu o que pedia, também nos
ouvirá, e um dia nos dará uma resposta
satisfatória e de paz.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”
“É possível viver na costa de Tiro e Sidom e, ainda assim, ter um lugar no
reino de Deus.”

Presbítero - William de Souza


• Casado com Núbia Oliveira de Souza – Formada em aperfeiçoamento de Professores de
E.B.D - Teologia Basíca - Ass. Missão SJC.

• Filhas : Dâmaris Vitória E Júlia Gabrielle.

• Servo de Jesus,

• Formação: Em BACHAREL em Teologia pelo – IBAD

• Bombeiro Civil e Instrutor de Formação de Bombeiros Civis e Primeiros Socorros e Combate


ao Inçêndio e Brigadas Fire Protection – Credenciado pelo Bombeiro Militar e Policia
Federal de S.J.C. e Especializações em Segurança Privada.

• Formação de aperfeiçoamento de Professores de E.B.D pelo – IBAD

• Formação de aperfeiçoamento de Professores de E.B.D - Teologia Basíca - Ass. Missão SJC.

• Formação em Capelania Cristã, podendo atuar no setor Prisional e Hospitalar e Militar –


Faculdade FAITE.

• Professor de Escola Biblíca Dominical há 11 anos

• Professor de Teologia Nível Médio e Bacharel.

• Aplicamos – Palestras Biblícas, Conferência, Estudos Biblícos, Ministro do Evangelho,


Pregador do Evangelho, servo de Deus.

• Congrega na Assembléia de Deus Missão SJC. Bairro – Jd do lago Putim Email :


willim.souza@Hotmail.com Tel e Whatsapp (12) 98801-1697.

Fontes Bibliográficas :

Meditações do Evangelho de Mateus – J. C . Ryle – FIEL.

Bíblia Jerusalém - Paulus

O Evangelho de São Mateus – Cadernos Bíblicos – Scott Hahn e Curtis Mitch - Ecclesiae.

Comentário Bíblico Histórico e Cultural – Novo Testamento – Craig S. Keener – Atos.

“Pedro, Tiago e João podem dizer a alguma alma aflita: “Despede-a”, mas
tal palavra jamais saiu dos lábios de Cristo.”