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APLICAÇÃO DE TELEMETRIA EM

EQUIPAMENTOS FOR A DE ESTRADA

1
1. Unidade do Salobo Metais

gend
2. Introdução e Aplicação de Telemetria
 Diagrama de Comunicação
 Interfaces
 Equipamentos Monitorados
 Downloads Automáticos/Manuais
 Softwares para análise dos dados
• MINECARE
• MEMS

3. Produtos da Telemetria na Unidade do Salobo Metais


 Perfil dos Alarmes de Telemetria
 Payload Médio / Eficiência de Balança
 Consumo Médio de Combustível
 Eventos Operacionais

4. Casos Exemplos

5. Ganhos e Desafios

2
UNIDADE DO SALOBO
METAIS

3
Mina do Salobo
Novembro de 2016
Marabá, Pará, Brasil

4
Salobo – Linha do tempo
Mina

2006 – Licença de implantação para o Salobo I

2007 – Início da construção Salobo I


Pilha de Minério Britado

2010 – Início da construção Salobo II

2012 – Início de produção Salobo I

Usina 2014 – Início de produção Salobo II

5
Salobo – Visão geral

• Maior depósito de cobre do Brasil com


mais de 49 anos de vida útil da mina

• Depósito de minério de cobre sulfetado

• Depósito de classe mundial:


 Alto teor de cobre: 0,7%
 Alto teor de ouro: 0,6 g/t

• Alta qualidade do concentrado: 38%Cu e


20 g/t Au

6
Salobo – Fatos sobre os projetos Salobo I e II

Salobo I
Salobo II

• Valor do investimento: US$ 4,1 bilhões


• Início de operação: 04/2012 (Salobo I) e
06/2014 (Salobo II)
• Capacidade de processamento de minério:
24 milhões de toneladas por ano
• Capacidade nominal de produção:
200 mil toneladas de concentrado por ano
• Contratos de longo prazo para venda de toda
produção

7
Salobo – Recursos e reservas

Reservas: 1,16 Mt com


0,67% Cu & 0,35 g/t Au

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Fluxograma do Processo

9
Salobo Logística – da mina até o terminal portuário

1 4
Usina Transporte Ferroviário
Parauapebas - São Luis

Transporte rodoviário Terminal Portuário

2 Salobo - Parauapebas

5 Porto de Itaqui – São Luís

3 6
Terminal ferroviário Exportação
(Parauapebas)
Transporte Marítimo

10
10
Cadeia de Valor

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Supervisão de Preditiva de Mina
DAVISON

TRANSPORTE ESCAVAÇÃO/CA LABORATÓRIO


TELEMETRIA INFRA RREGAMENTO/ DE ANALISE APOIO
CAT/KOMATSU PERFURAÇÃO ÓLEO

WEBERTH (T.B) ERALDO ROCHA PAULO


LUIZ FERNANDO JUCELINO ALESSANDRA
ANALISTA
TEC ESPEC. TEC ESPEC. II TEC ESPEC TEC ESPEC II PCD
SENIOR

FAGNER (T.A) DALES MARTINS JOSE LUIZ OZIEL SILVA RUTHLENE ALAIZA
TEC II TEC ESPEC II TEC II TEC ESPEC TEC I PCD

MARCELO
DJAILTON (T.C) SAMUEL JULIO CEZAR ANA LAURA
MENESES
TEC II TEC I TEC II TEC I
TEC II

DIOGO (T.D) ISAAC LOPES JADIEL ELIZEU SILVA


TEC II TEC I TEC I TEC I

WEMERSON
LUZIANE ERILTON LIMA
JOVEM
TEC I TEC I
APRENDIZ

CASSIO GODIM
12
AUX MANUT
INTRODUÇÃO E
APLICAÇÃO DA
TELEMETRIA

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INTRODUÇÃO A TELEMETRIA
Devido aos altos valores de aquisição e reparo dos subconjuntos, a telemetria é uma
realidade para todos os equipamentos de mina de grande porte, que possuem cada
vez mais eletrônica inteligente embarcada para o monitoramento das suas diversas
variáveis;

A implantação do monitoramento por telemetria passa pela análise dos seguintes pré-
requisitos:
· Equipamento ou sistema deve permitir e merecer este tipo de ação em função dos
custos envolvidos;
· Informações técnicas atualizadas e confiáveis;
· Sensores de qualidade e corretamente instalados;
· Conhecimento dos parâmetros, limites e unidades (normais e anormais);
· As falhas devem ser oriundas de causas que possam ser monitoradas e ter a
progressão acompanhadas;
· Acompanhamento, análise e diagnóstico sistematizado.

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INTERFACES DE COMUNICAÇÃO

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COMUNICAÇÃO DE DADOS DE TELEMETRIA

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EQUIPAMENTOS MONITORADOS

TRANSPORTE

1) CAMINHÕES 797F – 400 TON – 17 CAMINHÕES

2) CAMINHÕES 793D – 240 TON – 13 CAMINHÕES

3) CAMINHÕES 830E – 240 TON – 19 CAMINHÕES

CARREGAMENTO

1) PÁ CARREGADEIRA LETOURNEAU L1850 – 03 PÁS

ESCAVADEIRA

1) ESCAVADEIRA PC5500 – 02 ESCAVADEIRA

2) ESCAVADEIRA 7495HD/HR – 05 ESCAVADEIRAS

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EQUIPAMENTOS MONITORADOS
INFRA

1) TRATOR DE ESTEIRA – D11T/D10T/D9T/D61/D375/D475 – 16 TRATORES

2) TRATOR DE PNEU – 854K/WD600 – 07 CAMINHÕES

3) PA CARREGADEIRA DE PEQUENO PORTE – 988H – 02 PÁS

4) ESCAVADEIRA DE PEQUENO PORTE – PC450/349D/374 – 10 ESCAVADEIRAS

5) MOTO NIVELADORES – 16M/24M – 5 MOTONIVELADORAS

6) CAMINHÕES PIPAS – 785D/HD785 – 3 CAMINHÕES

7) CAMINHÕES RODOVIÁRIOS – SCANIA G440

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FORMAS DE OBTENÇÃO DE DADOS
ELETRONICOS
DOWNLOAD MANUAL

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SOFTWARES DE ANÁLISE
MINECARE

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ANÁLISE DOS DADOS

21
21
SOFTWARES DE ANÁLISE
MEMS

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PRODUTOS DA
TELEMETRIA

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SAP LUMIRA
Qual a sensação de manipular grande massas de Dados para transformar em
informação?
Quanto tempo vou gastar para fazer este relatório para reunião?

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25
SAP LUMIRA

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RELATÓRIOS DESENVOLVIDOS

 Relatório de Perfil de perdas Manutenção

 Relatório de eventos Operacionais

 Relatório de consumo de combustível

 Relatório de Carga

 Relatório de Eficiência de balança

 Relatório Top 10 Operadores

 Relatório por Turno

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SAP LUMIRA

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PAINEL CONSUMO COMBUSTÍVEL
TRANSPORTE

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CONSUMO DE COMBUSTÍVEL POR FROTA

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PAYLOAD MÉDIO

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HISTOGRAMA DE CARGAS

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HISTOGRAMA DE CARGAS

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HISTOGRAMA DE CARGAS

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PRESSÃO DA SUSPENSÃO

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RELATÓRIO DE EFICIENCIA DE BALANÇA

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RELATÓRIO DE EFICIENCIA DE BALANÇA

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UTILIZAÇÃO POR FROTA TRANSPORTE

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UTILIZAÇÃO POR FROTA TRANSPORTE

39
UTILIZAÇÃO POR FROTA TRANSPORTE

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EVENTOS OPERACIONAIS POR TURNO

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Quantidade de Eventos Operacionais Out a Fev

Rampa Principal acesso a Mina

Exemplo de Equipamento com problema de balança CA05

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EVENTOS OPERACIONAIS FROTA 793D

43
Quantidade de Eventos Manutenção de Out a Fev

É Notável que os alarmes estão


diminuindo na linha do tempo.

44
Eventos de aquecimento de freio 797F

R4

Dreno 220
Exemplo de Equipamento com problema de balança CA05
Curva CA01

R4 Nivel 250
Rampa Sul

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Eventos de sobre velocidade 793D

Rampa Principal acesso a Mina

Exemplo de Equipamento com problema de balança CA05

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Torção de Chassi – Evento de RAC

RACK – É a torção do chassi do caminhão devido a forças dinâmicas


irregulares. Pode ocorrer uma condição de “Grande Torção” quando um
caminhão está trafegando em um acesso muito irregular. Forças
dinâmicas elevadas podem ser transmitidas ao chassi, aos pneus e a
outros componentes principais, reduzindo a vida útil de subconjuntos.

Condição que é gerado evento RACK caracterizando torção de chassi:

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Acesso Irregular – Evento de PITCH

PITCH – Esta é a força de balanço no caminhão. Evento gerado devido à


diferença pressão entre o eixo dianteiro e traseiro, ocasionada da frente
para traseira do caminhão, “forças longitudinais’’. Ocorrem em situações
com acentuados desníveis nos acessos que exigem grandes esforços das
suspensões:

Exemplos:
•Frenagens bruscas;
•Trocas de machas desnecessárias;

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Descentralizada – Evento de BIAS
BIAS – São forças transversais no caminhão. Evento gerado devido
condições de cargas irregulares “descentralizadas” e abaulamentos
exagerados nos acessos. BIAS ocorre quando é excedido o limite de
diferencial de forças transversais entre os pares laterais de cilindros
de suspenções dos caminhões.
Esse tipo de evento é caracterizado por duas situações principais:

Exemplos:
Carga descentraliza;
Acesso com abaulamento irregular.

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MONITORAMENTO DE VIAS - RAC

50
MONITORAMENTO DE VIAS - PITCH

51
Monitoramento de Pneus

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FERRAMENTAS DE ANÁLISE

53
MONITORAMENTO DE ESCAVADEIRAS

54
MONITORAMENTO DE ESCAVADEIRAS

55
MONITORAMENTO DE ESCAVADEIRAS

56
MONITORAMENTO DE ESCAVADEIRAS

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CASOS EXEMPLOS

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1º Caso: Temperatura de Exaustão do Motor Diesel

Motor apresentando alta temperatura de exaustão no 5° Cilindro Lado Esquerdo e Baixa


temperatura
59 do 1° Cilindro lada esquerdo.
2º Caso: Motor Diesel Caminhão de 240ton
Apresentando Funcionamento Irregular

5° Cilindro Lado
esquerdo com alta
temperatura

1° Cilindro Lado
esquerdo com Baixa
Temperatura

Motor apresentando alta temperatura de exaustão no 5° Cilindro Lado Esquerdo e Baixa


temperatura
60 do 1° Cilindro lada esquerdo.
2º Caso: Monitoramento Sistema de Combustível
Caminhão de 400ton

Foi Realizado intervenção

A válvula de controle de combustível aumento % de abertura para compensa a


perca de pressão no sistema de alta de combustível, após a troca da bomba de
alta
61 a tendência de abertura da válvula normalizou.
3º Caso: Alta Temperatura do Freio Dianteiro do
Caminhão de 400Ton

Temperatura freio Dianteiro Direito


Maior que Esquerdo
Substituido o Ajustadore do Freio

Foi
62
trocado ajustado de aplicação dos freios dianteiro , e corrigido a
diferença de pressão de atuação que ocasionou a diferença de temperatura.
4º Caso: Tempo de Troca de Marchas Transmissão
Caminhão de 400ton

A mudança de marchas de 4° para 3° apresenta um tempo de mudança superior as demais


trocas
63 de marchas.
5º Caso: Calibragem Suspensão X Maior Produtividade
Caminhão 400 ton

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GANHOS e Desafios

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GANHOS
 Aumento da segurança Operacional

 Priorização de Equipamentos para preventiva ou corretiva


planejada *(Definido semanalmente em reuniões)

 Aumento na qualidade de operação dos equipamentos

 Aumento na Produtividade

 Aumento na Disponibilidade dos Equipamentos

 Diminuição dos Custos no reparo dos subconjuntos e de


substituição de Pneus.

 Meritocracia baseado nos eventos operacionais

 Agilidade na Tomada de decisão


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RESULTADOS ALCANÇADOS

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DESAFIOS

 Telemetria: Fazer a transição entre Correção dos Eventos e


Prevenção dos Eventos.

 Avançar nas Fases: (Projeto Análise Avançada)


 Análise
 Conhecimento
 Aprendizado
 Ação

 Quantificar Custos x Perdas

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Análise de vibração aplicada a motores diesel
de carregadeiras de grande porte.

Davison Fagundes Portes


Eraldo Cavalcanti da Rocha Junho/2017

69
gend
1. Introdução
2. Casos Exemplos
3. Conclusão

70
Introdução

71
Conhecendo a máquina onde ocorre o estudo de caso:

72
Ciclo Diesel – Funcionamento de um motor Diesel em 4 tempos

½ Rotação (180º) 1 Rotação (360º) 1 ½ Rotação (360º) 2 Rotações (360º)

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Detroit Diesel Engine –MTU 16V Série 4000

 Quatro tempos.
 Injeção direta.
 Refrigerado a água
 4 turbos de estágio único
 Sistema de injeção Cammon Rail
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 Comandos eletrônicos
Frequências Determinísticas

PONTO ONDE É REALIZADA A COLETA DE VIBRAÇÃO

FREQUÊNCIAS DETERMINÍSTICAS DO GERADOR:


 1x/2x Frequência de rotação e harmônicos: 32,78Hz; 65,56Hz e múltiplos.
 Frequências de falha Rolamento:
 Frequência de alimentação da rede 1x/2x: 65,56Hz e 131,12Hz.

FREQUÊNCIAS RELACIONADAS AO MOTOR DIESEL:


 1x/3x Frequência de Injeção e harmônicos: 16,39Hz; 49,17Hz e múltiplos.

75
Casos Exemplos

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Estudo de caso I Espectros de vibração:

Frequência de Injeção

Frequência de Rotação

2xRpm

1xRpm
Inj Inj
Inj 5xRpm

Inj
Inj
Inj 3xRpm Inj
4xRpm

77
Resultados: Espectros Antes e depois da Intervenção

Espectro Antes

Espectro Após Intervenção

Realizado substituição de
chicotes de alimentação de
Injetores e Injetores.

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Registros da Telemetria indicando vários alarmes de Injetores

79
Resultados laboratoriais SOS – Sotreq : Análise de óleo do Motor

Em 14/08/2016 o resultado da análise de


óleo indicou 7,16% de diluição de
combustível no óleo lubrificante do motor.

80
Estudo de caso II Espectros de vibração:

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Resultados: Espectros Antes e depois da Intervenção

Espectro Antes

Espectro Após Intervenção

Identificado dois Injetores com falha. A camisa


do injetor A3, apresentou falhas no exame
endoscópio e o motor precisou ser substituído.

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Imagens do endoscópio da camisa do injetor A3

OBS.: NO CASO DE ESTUDO II NÃO TIVEMOS INDICAÇÕES DE ALARME DA TELEMETRIA E NÃO HOUVE INDICAÇÃO DE DILUIÇÃO POR
COMBUSTÍVEL OU DESGASTE NA ANÁLISE DE ÓLEO.

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Estudo de caso III Espectros de vibração:

Espectro da carregadeira PC03 com motor em


boas condições operacionais.

Espectro da carregadeira PC03 com falha no


sistema de injeção de combustível.

84
Laudo da manutenção preditiva para carregadeira PC03:

85
Laudo da manutenção preditiva para carregadeira PC03:

86
Conclusão

87
Conclusão

Concluímos com este trabalho, através das evidencias apresentadas,


que a é uma técnica muito importante nos
diagnósticos em sistema de injeção de combustível de motores diesel.

Lembrando que nenhuma técnica de preditiva de forma isolada pode nos


fornecer a maioria dos problemas em uma máquina rotativa.
A associação com outras técnicas como a análise de óleo e a telemetria são
de fundamental importância como foi apresentado nos estudos de caso.

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