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HCJB - Joelma

Nosso caminho, o caminho, não é uma trilha escolhida ao acaso. Nosso caminho
começa a partir da compreensão coerente.É um caminho que tem por objetivo
preservar o conhecimento de quem somos, o conhecimento do melhor
relacionamento entre as pessoas, entre todas as pessoas, entre nós e outros povos o
relacionamento de tudo o que nos rodeia.Se nossa vida tem um objetivo válido, esse
objetivo deve ser inseparável do caminho. ...Nosso caminho é reciprocidade.O
caminho é o todo.
Ayi Kwei Armah

Dia 27 e 28.07.2009

Ritos Corporais entre os Nacirema

03.08.2009

Sobre a História do Direito: seus métodos e tarefas - José Reinaldo de Lima


Lopes

• Olhar para o passado à busca de restauração e/ou busca do futuro


• Formas de apreensão de mudanças
o Rejeição: idade do ouro a ser restaurada, tradicionalismo e
fundamentalismo
o Aceitação: buscar seus sentidos, ressignificar
• Formas de mudança
o Infraestrutural: papel do Estado
o Superestrutural: mentalidades, novos atores sociais, urbanização,
relações de gênero e geração dinâmica e organização familiar
• Papéis da História
o Legitimador do status quo
o Restaurador, reacionário ou legitimador de um novo regime
o Papel crítico
• Nova História
o Historia dos eventos e das estruturas, do cotidiano, do imaginário, das
mentalidades, da vida material, como se vive a vida cotidiana, seus
instrumentos, utensílios, valores, sentidos  estranheza  polissemia
e reserva de sentido do discurso  é tudo que é dito e também tudo o
que não é dito.
• Suspeitas do historiador contemporâneo.
o relações de poder (o poder é exercício) - se enraízam no nexo social
o romantismo (idéia do espírito do povo – tradição do povo; nacionalista;
magistral e antidemocrática – como o povo não sabe, cabe aos
intelectuais conduzir a massa ignorante)
o a história é descontinuidade (de práticas e sentidos). Ex. escravidão,
família, propriedade privada, infância. O signo é gregário (Roland
Barthes). A palavra é a mesma, mas o significado, o sentido, a prática
se altera ao longo da história
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o progresso e evolução (progresso = acumulação, 1º. Nível de leitura =
utensílios – material, cultural, científico.etc., 2º. Nível de leitura =
acontecimentos, concretude.
• Níveis de tempo
o Nível das Aumento
civilizações da
o Nível das velocidade
sociedades das
o Nível do mudanças
cotidiano

Anacronismo: olhar para o passado e julgar que as pessoas tiveram um


entendimento de mundo idêntico ao que temos hoje

Coroa, a Cruz e a Espada, A - Coleção Terra Brasilis

DIREITO
1. é ordenamento = fontes privilegiadas: leis ou costumes?
2. é uma cultura = variável entre os operadores do direito
3. é um conjunto de instituições = saberes, práticas, objetos.
O estudo histórico permite desmistificar o eterno e compreender as relações
humanas.

Dia 18.08 – Filme sobre Legado do Império Romano

GRUPO
Tema 9 Entrega trabalho 09.11.2009
Apresentação 17.11.2009
“O ensino do direito no Brasil contemporâneo – perspectivas” (pesquisa em jornais e
revistas dedicadas aos juristas, OAB, SindJus)

Texto de Leitura complementar


“Direito(s)” – Direito Temático do Ocidente Medieval – Jacques Lae Gaff e Jean
Jacques Schmidt

DIVISÃO DO DIREITO ROMANO


1. Período Arcaico ou Pré-Clássico: fundação de Roma até Séc. II a.C: rigidez,
ritualidade e formalismo. Família como epicentro das normas jurídicas.
Documento mais relevante: Lei das XII Tábuas.
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2. Período Clássico – séc. II a.C. até II d.C: o poder do Estado não está mais na
família, mas sim nos jurisconsultos (fazem as leis e as interpretam) e pretores
(magistrados encarregados de aplicar a lei, urbanos e peregrinos)
3. Período Tardio ou Pós-Clássico – séc. III a VI d.C.: declínio do Império
Romano, com a divisão (4 imperadores). O Direito praticado foi codificado em
diversos diplomas legais de grande importância para o Direito no Ocidente:
Corpus Iuris Civilis  Codex, Digesto (define o Direito como viver
honestamento, não lesar ninguém e dar a cada um o que é seu), Institutas
(livro didático para os juristas, de uso obrigatório), Novelas (leis de Justiniano
– regras do dia-a-dia aplicados ao Império Romano do Oriente)

A IDADE MÉDIA – José Reinaldo de Lima Lopes


o Séc. VI a X – Alta Idade Média  inexistência de uma cultura jurídica relacionada
à tradição ocidental
o Séc. XI ao XV – Baixa Idade Média  criação das universidades: espaço para a
elaboração da cultura jurídica

OS BÁRBAROS
1. Barbarização do cotidiano – adoção de costumes e práticas de povos de
além do Império
2. Período de regressões: no cristianismo, na demografia, na vida material.
Tempo de violência. Crescimento do Islamismo
3. Direito romano é abandonado com o abandono da vida material e das
instituições políticas romanas
4. Pessoalidade das leis – lei aplicada de acordo com a etnia, posterior
estendida a todo o território com um rei cristão – Pluralismo Jurídico.

DIA 28.09 – PROVA

FILMES
O exército de Brancaloene
Perfume

EXPLOSÃO DOS JURISTAS E DO DIREITO


Séc. XII – todos aprendem Direito nas escolas, depois nas universidades, que se
desenvolvem rapidamento ao longo do séc. XIII. Todos sonham em elaborar um Corpo
do Direito, como aquele de Justiniano. p.344
O mais admirável no seu trabalho teórico e prático, é compreender os métodos, os
processos, os modos de reflexão do direito romano, confrontando-os escolasticamente
com as exigências da teologia e dogma cristão, dando uma nova e notável eficácia.
Os juristas fazem ampla promoção da lei e do poder legislativo natural dos papas e
príncipes. E estes últimos se apóiam na lei para afirmar seu poder. O príncipe é
senhor, mas também servidor da lei.
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Séc. XIII – O Príncipe, o Estado e o Direito. Conciliação entre o direito comum (ius
comune), originário do encontro entre direito romano e canônico, e o direito próprio
(ius propium), direito consuetudinário de cada região  emerge o sistema normativo
no fim da Idade Média e início da Moderna. Confissão  elemento civilizacional

PORTUGAL

O DIREITO INGLÊS
O Common law foi criado para impor a todo o reino um direito comum (em oposição à
variedade dos costumes). Possui um caráter centralizador = o rei faz a justiça.
A Magna Carta 1215 representa uma tentativa de limitar o poder real  precedentes
Até o séc. XX o Direito é um saber técnico.

01.09.2009
1. Identifique e explique os três elementos combatidos por Gregório VII
o Práticas de heresia, conseqüência da investidura leiga e da infiltração dos
costumes pagãos dos bárbaros em meio aos dos cristãos romanos (simonia –
compra de cargos ecleciásticos, em função da privatização e feudalização da
Igreja; nicolaísmo – concubinato dos padres católicos), pregando, com isso, a
moralização da Igreja;
o Fuga dos princípios que originaram a Igreja, postulando, com isso, o retorno às
origens do cristianismo;
o Subserviência do clero ao poder temporal (feudal), pregando, com isso, a
sobreviência do poder papel, um marco no início da teocracia papal,
considerando que o Papa estava acima de todos os homens e ninguém, exceto
Deus, poderia julga-lo; subsdiariamente, cria a idéia da infalibilidade da Igreja
(não comete erros).

2. O que foi a Reforma Gregoriana, qual sua importância e objetivos


o Trata-se de um amplo conjunto de reformas que procurava retornar a Igreja aos
tempos de sua criação e, por outro lado, pela afirmação do poder papal sobre o
poder feudal. A reforma gregoriana é tida como a primeira grande revolução
européia, realizada de forma continuada e consolidada pelos Eclesiásticos
originários da Abadia de Cluny. Iniciada pelo Papa São Gregório Magno I, teve no
Papa Gregório VII seu principal empreendedor. Alterou de forma decisiva a
organização e estrutura da Igreja que passou a servir de modelo para os
nascentes Estados Nacionais. Também representou a definitiva separação, no
mundo ocidental, entre o poder espiritual e político.
o Apenas o papa poderia legislar, criar novas leis e interpretar as normas antigas.
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3. Episódios Inglês e Português
o Episódio Inglês: Henrique II, rei da Inglaterra, proclama a Constituição de
Clarendon, na qual coloca a Igreja sob sua tutela. Thomas Beckett, arcebispo de
Cantuária, se contrapõe e, em seguida, é assassinado. Henrique II, suspeito do
assassinato, sofre grande pressão e revoga a Const. de Clarendon, voltando-se
ao status anterior.
o Episódio português: beneplácito régio (D. Afonso IV), determinação de que as leis
do papa (Direito Canônico) só poderia ser aplicada com a concordância do rei.

DIREITO CANÔNICO
Importância
o Esfera das instituições: processo e conceito de jurisdição  reorganização da
vida jurídica européia
o Esfera da cultura jurídica: os canonistas racionalizaram e formalizaram o direito
o O Direito, como disciplina de vida, dissemina-se capilarmente na sociedade
o A burocracia da Igreja serve de modelo para os Estados Nacionais que surgem ao
final da Idade Média e início da Idade Moderna: burocracia, racionalidade,
legalidade e formalismo
o Dictatus Papae