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MAC0317/5920 - Introdução ao

Processamento de Sinais Digitais


Lista 2
Marcelo de Sousa, no USP: 4897669, pós-graduação
April 21, 2020

Exercı́cio 1.24 (1.25e2).


N
P
a) Afim de mostrar que dk vk wk é produto interno, se faz necessário
k=1
mostrar que as propriedades da definição 1.3 são atendidas, assim temos:

1. (simetria)

N
X
< v, w >d = dk vk wk
k=1
N
X
= dk w k v k
k=1

= < w, v >d

2. (linearidade no primeiro argumento)

Considerando u = (u1 , u2 , ..., un ) ∈ Rn e ∀ α, β ∈ R, temos que:

1
N
X
< αv + βu, w >d = dk (αvk + βuk )wk
k=1
N
X
= dk (αvk wk + βuk wk )
k=1
N
X
= (αdk vk wk + βdk uk wk )
k=1
N
X N
X
= α dk vk wk + β dk uk wk
k=1 k=1

= α < v, w >d +β < u, w >d

3. (positividade)

Como < v, v >d ≥ 0, e < v, v >d = 0 se e somente se v = 0. Por


definição dk > 0 para todo 1 ≤ k ≤ n e vk2 ≥ 0 para todo 1 ≤ k ≤ n, implica
N
P
que dk vk vk = 0, se e somente se vk = 0.
k=1

Portanto < v, w >d é produto interno.

Utilizando a relação 1.28 do livro, para a norma de v temos que:


||v||d = ( < v, v >d )

N
1
X
= (dk vk vk ) 2
k=1
N p
X
= dk ||vk ||
k=1

Para a norma de w temos que:

2

||w||d = ( < w, w >d )

N
1
X
= (dk wk wk ) 2
k=1
N p
X
= dk ||wk ||
k=1

b) Utilizando o produto interno canônico em S, temos que:


2
X
< v1 , v2 > = v1i v2i
i=1
= 2.5 + 1(−2)
= 8

Assim S não é ortogonal ao produto interno canônico, pois diferente de


zero.
Para o produto interno < v1 , v2 >d , temos que:
2
X
< v1 , v2 >d = di v1i v2i
i=1
= 1.2.5 + 5.1(−2)
= 0

Portanto ortogonal ao produto interno definido.

c) Pela definição da norma do produto interno não canônico < v, w >d


do item (a), para a norma de v1 e v2 , temos que:
2 √
P √ √ √
||v1 || = di ||v1i || = 1.2 + 5.1 = 2 + 5
i=1
P2 √ √ √ √
||v2 || = di ||v2i || = 1.5 + 5.2 = 5 + 2 5
i=1

3
Com relação a norma euclidiana,
2
P
||v1 || = k|v1i || = 2 + 1 = 3
i=1
P2
||v2 || = k|v2i || = 5 + 2 = 7
i=1

Assim a norma do produto interno euclidiano é menor com relação ao


produto interno < v, w >d .

e) v1 + v2 = w implica que existe α e β ∈ R, tais que α(2, 1) + β(5, −2) =


(−2, 5), resolvendo o sistema:
(
2α + 5β = −2
α − 2β = 5

7 4
Com α = eβ=− .
3 3
7 4
Assim, w é combinação linear de S, com solução ( , − )
3 3

Exercı́cio 1.29 (1.31e2).


n
P
v é definido como, v = ak vk , com 1 ≤ k ≤ n assim a identidade de
k=1
Parseval para base ortogonal em Rn , é:

||v||2 = < v, v >


Xn n
X
= < ak v k , ak v k >
k=1 k=1
n
X
= ak ak (vk , vk )
k=1
n
X
= |ak |2 ||vk ||2
k=1

4
Exercı́cio 1.31 (1.33e2).
ki lj
(Ek,l )i,j = e2πi( m + n ) , com Ek,l ∈ Mm,n (C), assim,

m−1 n−1
kr ls pr qs
XX
(Ek,l , Ep,q ) = e2πi( m + n ) e2πi( m + n )
r=0 s=0
m−1 n−1
XX kr ls pr qs
= e2πi( m + n ) e−2πi( m + n )
r=0 s=0
m−1 n−1
XX kr ls pr qs
= e2πi( m + n − m − n )
r=0 s=0
m−1 n−1
r s
XX
= e2πi[ m (k−p)+ n (l−q)]
r=0 s=0

m−1 n−1
XX (k−p) (l−q)
(Ek,l , Ep,q ) = (e2πi m )r (e2πi n )s (1)
r=0 s=0

Considerando a identidade algébrica:


1 − zN
1 + z + z 2 + ... + z N −1 = , (2)
1−z
se z 6= 1.

Para estabelecer as relação entre as formas básicas de onda, é necessário


testar as quatro condições para determinar quais são ortogonais.

1. k 6= p e l 6= q.

Tomando,
(k−p)
x = (e2πi m ) (3)
(l−q)
2πi n
y = (e ) (4)

5
Pela relação (2),

1 − xm 1 − yn
  
(Ek,l , Ep,q ) =
1−x 1−y
(k−p) (l−q)
1 − (e2πi m )m 1 − (e2πi n )n
  
= (k−p) (l−q)
1 − e2πi m 1 − e2πi n
1 − e2πi(k−p) 1 − e2πi(l−q) )
  
= (k−p) (l−q)
1 − e2πi m 1 − e2πi n
= 0

Já que (k − p), (l − q) ∈ Z, consequentemente e2πi(k−p) , e2πi(l−q) são iguais a


1. Assim, k 6= p e l 6= q é ortogonal.

2. k = p e l = q.
Utilizando equação (1), temos que:
m−1
XX n−1
(Ek,l , Ep,q ) = e0 e0
r=0 s=0

= mn

Portanto não é ortogonal.

3. k 6= p e l = q.
Utilizando equação (1), temos que:
m−1 n−1
XX (k−p)
(Ek,l , Ep,q ) = (e2πi m )r e0
r=0 s=0

6
Tomando a equação (2) e (3),

1 − xm
 
(Ek,l , Ep,q ) = n
1−x
(k−p)
1 − (e2πi )m
 
m
= (k−p)
n
1 − e2πi m

1 − e2πi(k−p)
 
= (k−p)
n
1 − e2πi m

= 0

Pois (k − p) ∈ Z, consequentemente e2πi(k−p) = 1. Assim, k 6= p e l = q é


ortogonal.

4. k = p e l 6= q.
Utilizando equação (1), temos que:
m−1 n−1
XX (l−q)
(Ek,l , Ep,q ) = e0 (e2πi n )s
r=0 s=0

Tomando a equação (2) e (4),

1 − yn
 
(Ek,l , Ep,q ) = m
1−y
(l−q)
1 − (e2πi n )n
 
= m (l−q)
1 − e2πi n
1 − e2πi(l−q) )
 
= m (l−q)
1 − e2πi n
= 0

Pois (l − q) ∈ Z, consequentemente e2πi(l−q) = 1. Assim, k = p e l 6= q é


ortogonal.

7
Para a norma ao quadrado de Ek,l , temos:

||Ek,l ||2 = (Ek,l , Ek,l )


m−1 n−1
kr ls
XX kr ls
= e2πi( m + n ) e2πi( m + n )
r=0 s=0
m−1 n−1
kr ls kr ls
XX
= e2πi( m + n ) e−2πi( m + n )
r=0 s=0
m−1 n−1
kr ls kr ls
XX
= e2πi( m + n − m − n )
r=0 s=0
m−1
XX n−1
= e0
r=0 s=0

= mn ∀ k, l ∈ Z

Exercı́cio 2.2/3(2.3/4e2).

Na sua forma matricial a DTF é definida como:


−1
NP
X = (x, Ek ) = xn e−i2πkn/N = Ek∗ x = F x,
k=0

para k entre 0 ≤ k ≤ n, onde F é a matriz transposta, conjugada associada


das formas básica de onda, que tem as linhas são indexadas por k e as colunas
indexadas por n. Calculando a matriz F, para N = 4, k = 4, temos:

 0 1 2 3

e−i2π0 4 e−i2π0 4 e−i2π0 4 e−i2π0 4
 
1 1 1 1
0 1 2 3
e−i2π1 4 e−i2π1 4 e−i2π1 4 e−i2π1 4   1 −i −1 i 
  
F = =
 
0 1 2 3
 e−i2π2 4 e−i2π2 4 e−i2π2 4 e−i2π2 4  1 −1 1 −1 
0 1 2 3
e−i2π3 4 e−i2π3 4 e−i2π3 4 e−i2π3 4 1 i −1 −i

Assim, para o vetor y = [1, 2, 0, −1], X é igual a:

8
  
1 1 1 1 1
 1 −i −1 i   2 
X= 
 1 −1 1 −1   0


1 i −1 −i −1


2
 1 − 3i 
X=
 0 

1 + 3i

A matriz F ∈ C4x4 e y ∈ C4 , portanto X ∈ C4 .

Para o cálculo da IDFT, também de forma matricial, tem-se:


−1
NP
x = (Xk , Ek ) = Xk Ek = F̃ X
k=0
1 ∗
onde F̃ = F −1 = F , com * representando a matriz hermitiniana (trans-
N
posta e conjugada de F).

 0 0 0 0

ei2π0 4 ei2π1 4 ei2π2 4 ei2π3 4
 
1 1 1 1
1 1 1 1
1 ei2π0 4 ei2π1 4 ei2π2 4 ei2π3 4
 1
1 −i −1 i 
F = = 
  
2 2 2 2
4 ei2π0 4 ei2π1 4 ei2π2 4 ei2π3 4  4 1 −1 1 −1 
 
3 3 3 3
ei2π0 4 ei2π1 4 ei2π2 4 ei2π3 4 1 i −1 −i

Assim, para o vetor W = (3, 1 + i, 1, 1 − i), x é igual a:


  
1 1 1 1 3
1  1 i −1 −i   1 + i 
 
x= 
4  1 −1 1 −1   1 
1 −i −1 i 1−i



1.5
 0 
x= 
 0.5 
1

9
A matriz F* ∈ C4x4 e W ∈ C4 , portanto x ∈ C4 .

Exercı́cio 2.4(2.6e2).

j
Definindo z = e−2πi/N , então e−2πik N = z kj , utilizando a relação matricial
X = Fk,j x = FN ej , para ∀j, com 0 ≤ j ≤ N − 1, com ej ∈ CN , com isso
temos que:

  
1 1 1 ··· z 0j ··· 1 0

 1 z z2 ··· z 1j ··· z N −1 
 0 

 1 z2 z4 ··· z 2j ··· z 2(N −1)  0 

1 z3 z9 ··· z 3j ··· z 3(N −1)
 .. 
X= .
  
 

 1 z4 z 16 ··· z 4j ··· z 4(N −1) 
 1


 .. .. .. .. .. .. ..  .. 
 . . . . . . .  . 
1 z N −1 z 2(N −1) · · · z (N −1)j · · · z (N −1)(N −1) 0
 
1

 zj 


 z 2j 

X=
 z 3j 


 z 4j 

 .. 
 . 
z (N −1)j

Assim, X = DF T (ej ), com X ∈ CN , corresponde a uma das colunas da


matriz F, com Fk,j = e−i2πkj/N .

Os coeficientes da DFT são dados por, Xk = (x, Ek ), com 0 ≤ k ≤ N − 1


utilizando a notação matricial para x = ej , temos em relação a sua magni-
tude,

10
||X|| = (1, |z j |, |z 2j |, |z 3j |, ..., |z (N −1)j |)
j
com |Xk | = |z kj | = |e−2πik N |.

Como a DF T (ej ) é uma das coluna da matriz F, e essa é definida como


F = E*, ou seja, a matriz transposta conjugada das formas de onda, e além
disso observando a simetria de F, temos então que DF T (ej ) = EkT , com o
ı́ndice da coluna j correspondendo ao ı́ndice da linha k.

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