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Transformadores para Linhas

Aéreas de Distribuição de Média


Tensão
ENERGISA/C-GTCD-NRM/Nº144/2018

Especificação
Técnica Unificada
ETU - 109
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1ª Edição
ETU-109 – Junho / 2018 Versão 1.0 Julho / 2018

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Apresentação

Este documento tem por objetivo estabelecer a padronização das


características e requisitos mínimos elétricos e mecânicos exigidos para
fornecimento de transformadores de distribuição para linhas aéreas de distribuição
nas concessionárias do Grupo Energisa S.A.

As cópias e/ou impressões parciais ou em sua íntegra deste documento não são
controladas.

João Pessoa - PB, julho de 2018.


GTD – Gerência Técnica de Distribuição

Esta norma técnica, bem como as alterações,


poderão ser acessadas através do código abaixo:

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ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

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Equipe Técnica de Redação de ETU 109 (Versão 1.0)

Antonio Soares Junior Nelson Muniz dos Santos


Energisa Tocantins Energisa Sul-Sudeste

Irlley Jose Araujo Castelo Branco Paulo Henrique Zumerle Furtado


Energisa Tocantins Energisa Mato Grosso

Júlio Cesar Moura Veloso Pedro Bittencourt Ferreira Ávila


Energisa Tocantins Grupo Energisa

Leonardo Chahim Pereira Ricardo Campos Rios


Grupo Energisa Grupo Energisa

Leonardo Soares Mara Ricardo Machado de Moraes


Energisa Sergipe Grupo Energisa

Lucas Bonfim de Souza


Energisa Sergipe

Aprovação Técnica
Ademálio de Assis Cordeiro Jairo Kennedy Soares Perez
Grupo Energisa Energisa Paraíba
Energisa Borborema
Alessandro Brum Jose Adriano Mendes Silva
Energisa Tocantins Energisa Sul-Sudeste

Amaury Antonio Damiance Juliano Ferraz de Paula


Energisa Mato Grosso Energisa Sergipe

Fernando Lima Costalonga Paulo Roberto dos Santos


Energisa Minas Gerais Energisa Mato Grosso do Sul
Energisa Nova Friburgo

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ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

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Sumário
1. OBJETIVO .................................................................... 7
2. CAMPO de APLICAÇÃO ..................................................... 7
3. DEFINIÇÕES .................................................................. 7
4. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES..................... 7
4.1.Legislação ................................................................... 7
4.2.Normas Técnicas Brasileiras ............................................. 8
4.3.Normas Técnicas Internacionais ....................................... 10
5. CONDIÇÕES GERAIS ........................................................ 11
5.1.Geral ........................................................................ 11
5.1.1. Condições do Serviço.............................................. 11
5.1.2. Requisitos: .......................................................... 11
5.2.Garantia .................................................................... 12
5.3.Linguagens e Unidades de Medida .................................... 12
5.4.Acondicionamento ....................................................... 13
5.5.Meio Ambiente ............................................................ 13
5.6.Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE .......................... 15
5.7.Numeração de Patrimônio .............................................. 15
5.8.Carregamento ............................................................. 15
5.9.Tensão de Expedição .................................................... 15
5.10.Aceitação de Transformador Particular para Incorporação ao
Patrimônio da Energisa ....................................................... 16
6. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ........................................... 16
6.1.Potências Nominais ...................................................... 16
6.1.1. Transformadores Monofásicos ................................... 16
6.1.2. Transformadores Trifásicos ...................................... 16
6.2.Níveis de Isolamento ..................................................... 17
6.3.Derivações e Elevações de Tensões .................................. 17
6.4.Frequência Nominal ..................................................... 17
6.5.Elevação de Temperatura .............................................. 17
6.6.Perdas, Correntes de Excitação e Tensão de Curto-Circuito (75º
C). 17
6.7.Polaridade e Deslocamento Angular .................................. 18
6.8.Diagramas Fasoriais dos Transformadores ........................... 18
6.9.Diagramas de Ligações Dos Transformadores ....................... 18
6.10.Tensão de Rádio Interferência (Tri)................................. 18
6.11.Capacidade de resistir a curtos-circuitos .......................... 19
6.12.Nível de Ruído ........................................................... 19
7. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ..................................... 19
7.1.Materiais Isolantes ....................................................... 19
7.2.Tanque, Tampa e Radiadores .......................................... 20
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7.3.Localização e Dimensionamento dos Componentes ............... 20
7.3.1. Buchas e Terminais: ............................................... 20
7.3.2. Alças de Suspensão ................................................ 21
7.3.3. Suportes Para Fixação No Poste ................................ 21
7.4.Juntas de Vedação ....................................................... 22
7.5.Indicação do Nível de Óleo Isolante .................................. 22
7.6.Dispositivo de Aterramento ............................................ 22
7.7.Sistema de Fixação da Tampa ......................................... 23
7.8.Numeração Dos Terminais e Derivações de Alta Tensão e Baixa
Tensão ........................................................................... 23
7.9.Fixação e Suspensão da Parte Ativa .................................. 23
7.10.Estrutura de Apoio ..................................................... 23
7.11.Acabamento.............................................................. 24
7.11.1. Acabamento Interno ............................................... 24
7.11.2. Acabamento Externo .............................................. 24
7.12.Massa do Transformador Para Instalação Em Poste .............. 25
7.13.Resistência Ao Momento de Torção ................................. 25
7.14.Dispositivo Para Fixação de Para-Raios............................. 25
8. ACESSÓRIOS................................................................. 26
8.1.Sistema de Comutação Sem Tensão .................................. 26
8.2.Placa de Identificação ................................................... 27
8.3.Dispositivo de Alívio de Pressão ....................................... 27
8.4.Fixações Externas (Ferragens)......................................... 28
9. NÚCLEO ...................................................................... 29
10. ENROLAMENTO ......................................................... 29
11. INSPEÇÃO ................................................................ 30
11.1.Geral ...................................................................... 30
11.2.Lote Para Inspeção ..................................................... 30
11.3.Condições Gerais Para Os Ensaios de Rotina, Tipo e
Especiais......................................................................... 30
11.4.Ensaios de Rotina ....................................................... 30
11.5.Ensaio de Tipo ........................................................... 30
11.6.Ensaios Especiais ........................................................ 30
11.7.Tolerância Nos Resultados Dos Ensaios Com Valor Garantido .. 31
11.8.Relatórios Dos Ensaios ................................................. 31
11.9.Aceitação e Rejeições ................................................. 31
11.9.1. Na Inspeção Geral .................................................. 31
11.9.2. Ensaios de Pintura ................................................. 32
11.9.3. Ferragem ............................................................ 32
11.9.4. Óleo Isolante ........................................................ 32

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12. APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS e APROVAÇÃO de
DESENHOS ....................................................................... 32
13. NOTAS COMPLEMENTARES ........................................... 33
14. HISTÓRICO DE VERSÕES DESTE DOCUMENTO ..................... 33
15. VIGÊNCIA................................................................. 33
16. TABELAS ................................................................. 34
17. ANEXO I .................................................................. 55
18. DESENHOS. .............................................................. 60

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1. OBJETIVO
Esta Especificação Técnica Unificada estabelece critérios e exigências técnicas
mínimas aplicáveis à fabricação e ao recebimento de transformadores para linhas
aéreas de distribuição de média tensão até classe de tensão de 36,2 kV, para
instalações em postes.

Esta norma tem origem na ABNT NBR 5440:2014 - Transformadores para Redes
Aéreas de Distribuição - Requisitos, com introdução das especificidades do sistema,
já implantado, do Grupo Energisa.

2. CAMPO de APLICAÇÃO
Aplica-se aos transformadores monofásicos e trifásicos das classes de tensão
até 36,2 kV, a serem utilizados nas linhas aéreas urbanas e rurais de distribuição de
energia elétrica do Grupo Energisa.

3. DEFINIÇÕES
Para os fins desta especificação técnica, adotam-se as definições constantes na
ABNT NBR 5356-1 e ABNT NBR 5458.

4. NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES


Na aplicação desta especificação é necessário consultar as normas e/ou
documentos abaixo, na sua última versão.

4.1. Legislação

Portaria Interministerial nº 104 de 22/03/2013 do Ministério de Minas e Energia


Portaria nº 378 de 28/09/2010 do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e Qualidade Industrial).

Portaria Interministerial nº 398 de 10/10/2017 do Ministério de Minas.

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4.2. Normas Técnicas Brasileiras

• ABNT NBR 5034 - Buchas para tensões alternadas superiores a 1 kV -


Especificação;
• ABNT NBR 5356-1 - Transformadores de potência – Parte 1: Generalidades;
• ABNT NBR 5356-2 - Transformadores de potência – Parte 2: Aquecimento;
• ABNT NBR 5356-3 - Transformadores de potência – Parte 3: Níveis de Isolamento,
ensaios dielétricos e espaçamentos externos em ar;
• ABNT NBR 5356-4 - Transformadores de potência – Parte 4: Guia para ensaio de
impulso atmosférico e de manobra para transformadores e reatores;
• ABNT NBR 5356-5 - Transformadores de potência – Parte 5: Capacidade de
resistir a curtos-circuitos;
• ABNT NBR 5370 - Conectores de cobre para condutores elétricos em sistemas de
potência;
• ABNT NBR 5435 - Bucha para transformadores sem conservador de óleo, tensão
nominal 15 kV e 25,8 kV - 160A – Dimensões;
• ABNT NBR 5437 - Bucha para transformadores sem conservador de óleo, tensão
nominal 1,3 kV, 160A, 400A e 800A – Dimensões;
• ABNT NBR 5458 - Transformadores de potência – Terminologia;
• ABNT NBR 5590 - Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos
ou galvanizados – Especificação;
• ABNT NBR 5915/1 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 1:
Requisitos;
• ABNT NBR 5915/2 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 2: Aços
para Estampagem;
• ABNT NBR 5915/3 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 3: Aços
isotrópicos e aços estruturais de extra Baixo carbono;
• ABNT NBR 5915/4 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 4: Aços
endurecíveis em estufa;
• ABNT NBR 5915/5 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 5: Aços
refosforados;
• ABNT NBR 5915/6 - Chapas e bobinas de aço laminadas a frio - Parte 1: Aços
microligados;
• ABNT NBR 6234 - Método de ensaio para determinação de tensão interfacial de
óleo água;
• ABNT NBR 6323 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido –
Especificação;
• ABNT NBR 6529 - Vernizes utilizados para isolação elétrica – Ensaios;
• ABNT NBR 6649 - Chapas finas a frio de aço-carbono para uso estrutural;

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• ABNT NBR 6650 - Chapas finas a quente de aço-carbono para uso estrutural;
• ABNT NBR 6869 - Líquidos isolantes elétricos – Determinação da rigidez
dielétrica (eletrodos de disco);
• ABNT NBR 7277 - Transformadores e reatores – Determinação do nível de ruído;
• ABNT NBR 8094 - Material metálico revestido e não revestido – Corrosão por
exposição a nevoa salina;
• ABNT NBR 9119 - Produtos laminados planos de aço para fins elétricos de grão
orientado;
• ABNT NBR 10025 - Elastômero vulcanizado – Ensaio de deformação permanente
à compressão;
• ABNT NBR 10443 - Tintas e vernizes – Determinação da espessura de película
seca sobre superfícies rugosas – Método de ensaio;
• ABNT NBR 10710 - Líquido isolante elétrico – Determinação do teor de água;
• ABNT NBR 11003 - Tintas – Determinação da aderência;
• ABNT NBR 11341 - Derivados de petróleo – Determinação dos pontos de fulgor e
de combustível em vaso aberto Cleveland;
• ABNT NBR 11407 - Elastômero vulcanizado – Determinação das alterações das
propriedades físicas, por efeito de imersão em líquidos – Método de ensaio;
• ABNT NBR 11888 - Bobinas finas e chapas finas a frio e a quente de aço carbono
e de aço de baixa liga e alta resistência - Requisitos gerais;
• ABNT NBR 12133 - Líquidos isolantes elétricos – Determinação do fator de perdas
dielétricas e da permissividade relativa (constante dielétrica – Método de
Ensaio);
• ABNT NBR 13182 - Líquidos isolantes elétricos – Determinação do teor de
bifenilas policloradas (PCB);
• ABNT NBR 14724 - Equipamento elétrico – Determinação da compatibilidade de
materiais empregados com óleo mineral isolante;
• ABNT NBR 14248 - Produtos de petróleo – Determinação do número de acidez e
de basicidade – Método do indicador;
• ABNT NBR 15121 - Isolador para alta tensão – Ensaio de medição da radio-
interferência;
• ABNT NBR 15422 - Óleo vegetal isolante para equipamentos elétricos;
• ABNT NBR IEC60811-4-1 - Métodos de ensaios comuns para materiais de isolação
e de cobertura de cabos elétricos – Parte 4 – Capítulo 1;
• ABNT NBR ISO 724 - Rosca métrica ISSO de uso geral – Dimensões básicas;
• ABNT NBR IEC60085 - Isolação elétrica - Avaliação e designação térmicas
• ABNT NBR IEC60156 - Líquidos isolantes – Determinação da rigidez dielétrica à
frequência industrial – Método de ensaio;

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4.3. Normas Técnicas Internacionais

• ASTM A900 - Standard test method for lamination factor of amorphous magnetic
strip;
• ASTM A901 - Standard specification for amorphous magnetic core alloys, semi-
processed types;
• ASTM D92 - Standard test methods for flash and fire points by Cleveland open
cup tester;
• ASTM D297 - Standard test methods for rubber products-chemical analysis;
• ASTM D412 - Standard test methods for vulcanized rubber and thermoplastic
rubber and thermoplastic elastomers –Tension;
• ASTM D471 - Standard test method for rubber property – Effect of liquids;
• ASTM D523 - Standard test for specular gloss;
• ASTM D870 - Standard practice testing water resistance of coatings using water
immersion;
• ASTM D877 - Standard test method for dielectric breakdown voltage of insulating
liquids using disk electrodes;
• ASTM D924 - Standard test method for dissipation factor (or power factor) end
relative permittivity (dielectric constant) of electrical insulating liquids;
• ASTM D971 - Standard test method for interfacial tension of oil against water by
the ring method;
• ASTM D974 - Standard test method for acid and base number by color-indicator
titration;
• ASTM D1014 - Standard practice for conducting exterior exposure tests of paints
and coatings on metal;
• ASTM D1533 - Standard test method for water in insulating liquids by
coulometric karl fischer titration;
• ASTM D1619 - Standard test method for carbon black – Sulfur contente;
• ASTM D1735 - Standard practice for testing water resistance of coatings using
water fog apparatus;
• ASTM D2240 - Standard test method for rubber property - Durometer hardness;
• ASTM D2247 - Standard practice for testing water resistance of coatings in 100%
relative humidity;
• ASTM D3349 - Standard test method for absorption coefficient of ethylene
polymer material pigmented with carbon black;
• DIN 50018 - Testing in satured atmosphere in the presence of sulfur dioxide;
• IEC 60214-1 - Tap-chargers – Part 1 – Performance requeriments and test
methods;

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• ISO 179-2 - Plastics – Determination of Charpy impact properties – Part 2:
Instrumented impact test;
• SlS-05-590 - Pictorial surface preparation standard for painting steel surfaces;

5. CONDIÇÕES GERAIS
5.1. Geral

5.1.1. Condições do Serviço

Os transformadores de distribuição tratados nesta Norma devem ser adequados


para operar nas seguintes condições:

a) Altitude limitada a 1000 m;


b) Temperatura: máxima do ar ambiente 40°C e média, em um período de 24
horas, 30°C;
c) Temperatura mínima do ar ambiente: 0°C;
d) Pressão máxima do vento: 700 Pa (70 daN/m²);
e) Umidade relativa do ar até 100%;
f) Exposição direta a chuva e poeira;
g) Nível de radiação solar: 1,1 kW/m², com alta incidência de raios ultravioleta;

5.1.1.1. Ambientes Agressivos

São considerados áreas de ambiente agressivos as áreas litorâneas de Sergipe.

5.1.2. Requisitos:

Os transformadores devem:

a) Ser fornecidos completos, com todos os acessórios necessários ao seu perfeito


funcionamento.
b) Ter todas as peças correspondentes intercambiáveis, quando de mesmas
características nominais e fornecidas pelo mesmo fabricante.
c) Ter o mesmo projeto e ser essencialmente idênticos quando fizerem parte de
um mesmo item da Ordem de Compra (OCM).
O projeto, matéria prima empregada, fabricação e acabamento devem
incorporar tanto quanto possível as mais recentes técnicas e melhoramentos.

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Os transformadores devem ser projetados de modo que as manutenções possam
ser efetuadas pelo Grupo Energisa ou em oficinas por ele qualificadas, sem o
emprego de máquinas ou ferramentas especiais.

5.2. Garantia

O período de garantia dos equipamentos, obedecido ainda o disposto no OCM,


será de 18 (dezoito) meses a partir da data de entrada em operação ou 24 (vinte e
quatro) meses a partir da entrega, prevalecendo o prazo referente ao que ocorrer
primeiro, contra qualquer defeito de fabricação, material e acondicionamento.

Caso os equipamentos apresentem qualquer tipo de defeito ou deixem de


atender aos requisitos exigidos pelas normas da Energisa, um novo período de
garantia de 12 (doze) meses de operação satisfatória, a partir da solução do defeito,
deve entrar em vigor para o lote em questão. Dentro do referido período as despesas
com mão-de-obra decorrentes da retirada e instalação de equipamentos
comprovadamente com defeito de fabricação, bem como o transporte destes entre
o almoxarifado da concessionária e o fornecedor, incidirão sobre o último.

O período de garantia deverá ser prorrogado por mais doze meses em quaisquer
das seguintes hipóteses:

 Em caso de defeito em equipamento e/ou componente que comprometa o


funcionamento de outras partes ou do conjunto; sendo a prorrogação válida
para todo equipamento, a partir da nova data de entrada em operação;
 Se o defeito for restrito a algum componente ou acessório o (s) qual (is) não
comprometam substancialmente o funcionamento das outras partes ou do
conjunto, deverá ser estendido somente o período de garantia da (s) peça (s)
afetadas, a partir da solução do problema, prosseguindo normalmente a
garantia para o restante do equipamento.

5.3. Linguagens e Unidades de Medida

O sistema métrico de unidades deve ser usado como referência nos documentos
de licitação nas descrições técnicas, especificações, desenhos e quaisquer outros

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documentos. Qualquer valor que por conveniência for mostrado em outras unidades
de medidas também deve ser expresso no sistema métrico.

Todas as instruções, desenhos, legendas, manuais técnicos, relatórios de


ensaios, placas de identificação e de advertência devem ser escritas em português.

5.4. Acondicionamento

Os transformadores devem ser acondicionados, individualmente, em


embalagens de madeira, adequadas ao transporte ferroviário e/ou rodoviário.

As bases das embalagens devem ter no mínimo as dimensões indicadas no


desenho 17 e ser construídas de forma a permitir:

a) Uso de empilhadeiras e carro hidráulico;


b) Carga e descarga, através da alça de suspensão do transformador, com o uso
de pontos rolantes;
c) Transporte e ou armazenamento superposto de dois transformadores.

A madeira empregada deve ter qualidade no mínimo igual à do pinho de


segunda, com espessura mínima de 25 mm, ser biodegradáveis, reutilizáveis ou
recicláveis.

5.5. Meio Ambiente

No caso de fornecimento nacional, os fabricantes e fornecedores devem


cumprir rigorosamente, em todas as etapas da fabricação, do transporte e do
recebimento dos transformadores, inclusive nos processos utilizados no revestimento
anticorrosivo e de acabamento de superfícies, a legislação ambiental -
especialmente os instrumentos legais listados no Capítulo 4 - e as demais legislações
federais, estaduais e municipais aplicáveis.

No caso de fornecimento internacional, os fabricantes e fornecedores


estrangeiros devem cumprir a legislação ambiental vigente nos seus países de origem
e as normas internacionais relacionadas à produção, ao manuseio e ao transporte dos
transformadores, até a entrega no local indicado pelas empresas do Grupo Energisa.
Ocorrendo transporte em território brasileiro, os fabricantes e fornecedores
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estrangeiros devem cumprir a legislação ambiental brasileira, especialmente os
instrumentos legais listados no Capítulo 4, e as demais legislações estaduais e
municipais aplicáveis.

O fornecedor é responsável pelo pagamento de multas e pelas ações


decorrentes de práticas lesivas ao meio ambiente, que possam incidir sobre a
Energisa, quando derivadas de condutas praticadas por ele ou por seus
subfornecedores.

No transporte dos transformadores, devem ser atendidas as exigências do


Ministério dos Transportes e dos órgãos ambientais competentes, especialmente as
relativas à sinalização da carga.

A Energisa poderá verificar nos órgãos oficiais de controle ambiental, a validade


das licenças de operação da unidade industrial e de transporte dos fornecedores e
subfornecedores.

Visando orientar as ações da Energisa quanto à disposição final dos


transformadores retirados do sistema, o fornecedor deve apresentar, quando
exigidas pela Energisa, as seguintes informações:

a) Materiais usados na fabricação dos componentes dos transformadores e


respectivas composições físico-químicas de cada um deles;
b) Efeitos desses componentes no ambiente, quando de sua disposição final
(descarte);
c) Orientações, em conformidade com as legislações ambientais aplicáveis,
quanto à forma mais adequada de disposição final dos transformadores, em
particular do óleo isolante contido nos equipamentos e dos componentes em
contato com o óleo;
d) Disponibilidade do proponente e as condições para receber de volta os
transformadores de sua fabricação, ou por ele fornecidas, que estejam fora
de condições de uso.

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5.6. Programa Brasileiro de Etiquetagem - PBE

De acordo com a Portaria de Nº 378/2010 do INMETRO, de 28 de setembro de


2010, a fornecedora deverá, obrigatoriamente, estar em conformidade com os
requisitos estabelecidos pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para
Transformadores de Distribuição em líquidos isolantes.

As condições acima estabelecidas serão verificadas na visita de inspeção de


homologação, pelo inspetor da Energisa.

5.7. Numeração de Patrimônio

Os transformadores devem conter a numeração sequencial de patrimônio,


fornecida pela Energisa, posicionada da maneira indicada no Desenho 18.

A inscrição deve ser indelével, feita com tinta preta, notação MUNSELL N1, e
resistir às condições de ambiente agressivo, durante a vida útil do equipamento.

O fabricante deve fornecer às empresas do Grupo Energisa, após a liberação


dos equipamentos, uma relação individualizando o número de série de fabricação de
cada transformador com o número de patrimônio correspondente.

5.8. Carregamento

Os transformadores de distribuição devem ser projetados para atender até 1,5


PU de sua potência nominal, sem limitações de nenhum componente associado
(buchas, comutadores de derivação, conexões, etc.), conforme definido nas ABNT
NBR 5440:2014.

5.9. Tensão de Expedição

Os transformadores devem ser expedidos no TAP correspondente à tensão


nominal.

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5.10. Aceitação de Transformador Particular para Incorporação ao
Patrimônio da Energisa

Somente serão aceitos transformadores de obras particulares, para


incorporação ao patrimônio da Energisa que atendam as seguintes condições:

a) Os transformadores deverão ser novos (período máximo de 12 meses da data


de fabricação), não se admitindo em hipótese nenhuma, transformador usado,
reformado ou recuperado;
b) Deverá acompanhar o transformador, a nota fiscal de origem do fabricante
bem como os relatórios de ensaios em fábrica comprovando sua aprovação nos
ensaios de rotina previstos nesta norma;
c) Somente serão aceitos transformadores provenientes de fabricantes
cadastrados/homologados pela Energisa;
d) O transformador deverá, a critério da Energisa, ser aprovado nos ensaios
realizados no laboratório próprio ou em laboratório por ela designado, para
comprovação dos resultados dos ensaios de acordo com os valores exigidos
nesta norma.

6. CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS
6.1. Potências Nominais

As potências nominais, em kVA, para transformadores de distribuição de linhas


aéreas, para uma elevação de temperatura enrolamento sobre o ambiente de 55°C
são as seguintes:

6.1.1. Transformadores Monofásicos

10, 15 e 25 kVA.

6.1.2. Transformadores Trifásicos

30, 45, 75, 112,5, 150, 225 e 300 kVA.

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6.2. Níveis de Isolamento

Os níveis de isolamento e os espaçamentos mínimos no ar devem obedecerá a


Tabela 01

6.3. Derivações e Elevações de Tensões

As derivações e relações de tensões são as constantes das Tabelas 02 e 03

A derivação principal corresponde à de tensão mais elevada. As derivações para


embarque deverão ser 11,4, 13,8, 22 e 34,5 kV, para os transformadores de tensão
máxima 15, 24,2 e 36,2 kV respectivamente.

6.4. Frequência Nominal

A frequência nominal é de 60 Hz.

6.5. Elevação de Temperatura

Os limites de elevação de temperatura acima do ambiente devem ser:

a) Média dos enrolamentos (método da variação da resistência): 55º C.


b) Ponto mais quente dos enrolamentos: 65º C.
c) Óleo isolante (medida próxima à superfície do líquido): 50º C.

6.6. Perdas, Correntes de Excitação e Tensão de Curto-Circuito (75º


C).

Os transformadores deverão possuir níveis de perdas máximas correspondentes


ao:

 Nível “E” até a data de fabricação de 31/12/2018;


 Nível “D” a partir da data de fabricação de 01/01/2019;
 Nível “C” a partir da data de fabricação de 01/01/2022.

A critério da Energisa poderão ser exigidos níveis de perdas diferentes do


estabelecido.

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Os valores individuais não devem ultrapassar os valores garantidos na proposta,
observadas as tolerâncias especificadas na ABNT NBR 5440:2014.

A tensão de curto-circuito deve corresponder aos valores prescritos nas Tabelas


04 e 05, observadas as tolerâncias especificadas na ABNT NBR 5440:2014.

Os valores da corrente de excitação e tensão de curto-circuito (75ºC) indicados


nas Tabelas 04 e 05 são referidos à derivação principal.

6.7. Polaridade e Deslocamento Angular

Os transformadores monofásicos devem ter polaridade subtrativa.

Os transformadores trifásicos devem ter deslocamento angular de 30º (fases de


baixa tensão atrasadas em relação às correspondentes fases de alta tensão).

6.8. Diagramas Fasoriais dos Transformadores

Os diagramas fasoriais e polaridade dos transformadores devem ser:

a) Monofásica – Polaridade Subtrativa, conforme Tabela 06.


b) Trifásicos - deslocamento angular 30º, conforme Tabela 07.

6.9. Diagramas de Ligações Dos Transformadores

Os diagramas de ligações dos transformadores podem ser conforme a figuras


das tabelas abaixo:

e) Tabela 06 - Transformador Monofásico de 03 Buchas.


f) Tabela 07 - Transformador Trifásico

6.10. Tensão de Rádio Interferência (Tri)

O valor máximo de tensão de rádio interferência (TRI), quando o transformador


é submetido a 1,1 vezes o valor da tensão de maior derivação, medido de acordo
com a ABNT NBR 15121 são os seguintes:

 250 µV, para a tensão máxima de 15 kV.


 650 µV, para a tensão máxima de 24,2 e 36,2 kV.
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6.11. Capacidade de resistir a curtos-circuitos

O transformador deve resistir aos esforços de curtos-circuitos, quando ensaiado


de acordo com a ABNT NBR 5356-5, limitados a corrente simétrica ao máximo de 25
vezes a corrente nominal do transformador.

6.12. Nível de Ruído

O transformador deve atender aos níveis máximos de ruído conforme Tabela


10, quando ensaiado conforme a ABNT NBR 7277.

7. CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS
Os transformadores devem ser projetados para operarem em sistemas de
distribuição com tensões nominais de:

 11,4;
 13,8;
 22 e;
 34,5 kV.

7.1. Materiais Isolantes

Os materiais isolantes dos transformadores devem ser no mínimo de classe


térmica 105 (A), conforme ABNT NBR IEC 60085:2012, Tabela 1.

O óleo isolante, antes do contato com o equipamento, deve ser conforme uma
das alternativas a seguir:

a) Óleo mineral do tipo A (base naftênica) ou do tipo B (base parafínica), de


acordo com as resoluções vigentes da ANP – Agência Nacional do Petróleo, Gás
Natural e Biocombustíveis;
b) Óleo vegetal de acordo com a ABNT NBR 15422.

O óleo isolante, após contato com o equipamento, deve possuir características


conforme Tabela 11.

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7.2. Tanque, Tampa e Radiadores

A chapa do tanque deve estar de acordo com as ABNT NBR 6649, ABNT NBR
6650 e ABNT NBR 11888.

As chapas de aço devem ter espessura mínima conforme especificado na Tabela


12.

Nos radiadores aletados e painéis corrugados devem ser utilizados chapas


conforme a ABNT NBR 5915-1, com no mínimo 1,2 mm de espessura, ou tubos
conforme a ABNT NBR 5590, com no mínimo 1,5 mm de espessura.

As soldas executadas na confecção do tanque devem ser feitas de modo


contínuo e do lado externo.

Deve ser garantida a continuidade elétrica entre a tampa e o tanque, de forma


que não impeça a retirada da tampa.

A borda do tanque do transformador deve ser adequada para permitir o correto


alojamento das juntas, de modo a evitar seu deslizamento.

Os transformadores devem suportar a pressão manométrica de 0,07 MPa (0,7


kgf/cm2) durante 1 h.

7.3. Localização e Dimensionamento dos Componentes

7.3.1. Buchas e Terminais:

As buchas e terminais devem ser de acordo com as ABNT NBR 5034, ABNT NBR
5435 e ABNT NBR 5437.

7.3.1.1. Bucha de Média Tensão

As buchas de média tensão deverão estar em conformidade com as


especificadas na ABNT NBR 5435:2015, com a utilização do terminal Tipo T1.

As buchas de média tensão devem ser localizadas conforme desenhos 01, 02 e


03. A tampa deve ser provida de ressaltos para a montagem das buchas de MT.

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Nota:
I. Para as áreas de Ambientes Agressivos, as buchas da Média Tensão deverão se
de classe 25 kV, mesmo que para operarem no sistema de 13,8 kV devido os
altos indicies de nevoa salina.

7.3.1.2. Bucha de Baixa Tensão

As buchas de baixa tensão deverão estar em conformidade com as especificadas


na ABNT NBR 5437:1984, com a utilização dos terminais Tipo T2 ou T3, conforme
as tabelas 13 e 14.

Os terminais de baixa tensão T2 e T3 devem estar em conformidade com a ABNT


NBR 5437:1984 – Figura 09 e Figura 10, respectivamente.

Os transformadores monofásicos, quando para ligação primária fase-neutro,


devem ter a derivação H2T, ligado internamente no tanque.

7.3.2. Alças de Suspensão

Os transformadores devem possuir duas alças de suspensão, conforme Desenhos


01 a 03.

As alças devem ser soldadas na parede externa do tanque, de maneira que o


cabo de aço utilizado na suspensão não atinja as bordas da tampa e tenha resistência,
dimensões e formato suficientes e adequados para permitir o içamento e a
locomoção do transformador sem lhe causar outros danos, inclusive na pintura e nas
buchas.

As alças devem ser isentas de rebarbas.

7.3.3. Suportes Para Fixação No Poste

Os suportes devem ser soldados no tanque, conforme desenhos 01, 02 e 03.


Devem ter formato e dimensões conforme desenho 04 e espessura tal que suportem
perfeitamente o peso do transformador e permitam a instalação adequada deste ao
poste, sendo que:

a) O tipo 01 deve ser utilizado para transformadores monofásicos até 25 kVA;


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b) O tipo 02 deve ser utilizado para transformadores trifásicos até 300 kVA;

As abas laterais dos suportes e eventuais reforços não devem ser coincidentes
com o eixo vertical das buchas X1 e X3, nos transformadores monofásicos, e X0 e X3,
nos transformadores trifásicos, quando as buchas de baixa tensão possuir os terminais
de ligação tipo T2 ou T3. Isto visa não prejudicar a instalação de conectores
apropriados.

Os suportes devem suportar perfeitamente o peso do transformador e permitir


sua adequada instalação em postes, duplo T ou circular por meio de parafusos ou de
cintas.

7.4. Juntas de Vedação

Os materiais de vedação dos transformadores devem ser de borracha nitrílica


com alto teor de acrilonitrila (37 % a 41 %), conforme ASTM D 297, e atender às
características da Tabela 15.

7.5. Indicação do Nível de Óleo Isolante

Os transformadores devem ter um traço demarcatório indelével indicando o


nível do líquido isolante a 25°C, pintado em cor contrastante com o acabamento
interno do tanque, do mesmo lado do suporte para fixação no poste, de maneira que
seja bem visível, retirando-se a tampa do tanque.

7.6. Dispositivo de Aterramento

Deve ter um conector próprio para ligação de condutores de cobre de diâmetro


3,2 mm a 10,5 mm, conforme desenho 07, preso por meio de um parafuso de rosca
M-12 por 1,75 mm, no furo roscado do suporte para fixação ao poste.

Os transformadores monofásicos de duas buchas, fase e neutro, devem ter


também um aterramento adicional em X2, conforme desenho 08.

Nos transformadores trifásicos, deve ser localizado no suporte superior, na


parte lateral mais próxima do X0, conforme desenho 03, e nos transformadores
monofásicos, na parte lateral mais próxima do X1, conforme desenhos 01 e 02.

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7.7. Sistema de Fixação da Tampa

A tampa deve ser fixada ao tanque por meio de dispositivo (s) adequado (s),
projetado (s) de forma que não interfiram na conexão dos cabos de baixa tensão nas
buchas secundárias.

7.8. Numeração Dos Terminais e Derivações de Alta Tensão e Baixa


Tensão

Os terminais externos devem ser marcados de forma indelével na cor preta,


padrão Munsell N1, com altura dos caracteres não inferior a 30 mm, conforme
Desenhos 01 a 03.

A numeração das derivações em cada enrolamento, para os transformadores, é


feita em progressão aritmética de razão de dois para os monofásicos e razão de três
para os trifásicos, conforme Desenhos 01 a 03.

7.9. Fixação e Suspensão da Parte Ativa

A fixação da parte ativa nas paredes internas do tanque deve ser feita por
dispositivos laterais, de maneira a facilitar sua retirada e recolocação no tanque. A
fixação deve, ainda, permitir a retirada da tampa do transformador sem que, para
tanto, seja necessário remover a parte ativa.

Os transformadores devem possuir no mínimo dois olhais para suspensão da


parte ativa, localizados na parte superior do núcleo, de modo a manter, durante a
suspensão, o conjunto na vertical.

Os dispositivos de fixação da parte ativa podem ser utilizados para suspensão


da parte ativa desde que tenham resistência sufi ciente.

7.10. Estrutura de Apoio

A parte inferior do transformador deve ter uma estrutura que assegure uma
distância mínima de 10 mm entre a chapa do fundo e o plano de apoio do
transformador. O prolongamento das paredes do tanque pode ser utilizado para este
objetivo.
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7.11. Acabamento

7.11.1. Acabamento Interno

No acabamento interno dos transformadores, devem ser observados os


seguintes requisitos:

a) As impurezas devem ser removidas por processo adequado logo após a


fabricação do tanque;
b) Deve ser aplicada uma tinta de fundo, tipo primer epóxi, com espessura
mínima de 20 µm;
c) Deve ser aplicada base antiferruginosa, branco, padrão Munsell N 9,5, que não
afete nem seja afetada pelo líquido isolante, com espessura seca mínima de
80 μm, e grau de aderência, conforme ABNT NBR 11003, método A, grau X1.

7.11.2. Acabamento Externo

No acabamento externo dos transformadores, devem ser observados os


seguintes requisitos:

a) As impurezas devem ser removidas por processo químico ou jateamento


abrasivo ao metal quase branco, padrão visual Sa 2.½ da SIS-05-5900, logo
após a fabricação do tanque;
b) Antes do início de qualquer processo de oxidação, recomenda-se que seja
aplicada tinta de fundo, tipo primer epóxi, com espessura mínima de 70 µm;
c) Em seguida, aplica-se uma de base antiferruginosa, tipo epóxi poliamida HB,
com espessura mínima de 90 µm;
d) Por fim, tinta compatível, na cor cinza-claro, padrão Munsell N 6.5,
perfazendo uma espessura seca total mínima de 40 μm.
e) A codificação a ser pintada no transformador está representada nos desenhos
22 a 24.
 Transformadores com enrolamento de alumínio deverão ser
representados pelas letras “AL”, dentro de um círculo na cor azul claro.

 A garantia do transformador deverá ser pintada na cor preta. Ex.: G –


08/2015.

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 Para transformador com corrente de excitação reduzida (TR-ER).

7.11.2.1. Ambientes Agressivos

Nos transformadores destinados às áreas de Ambientes Agressivos, as


superfícies externas deverão ser pintadas com um esquema de pintura, resistente à
intempérie, formado de acordo com o seguinte:

a) Primer anticorrosivo: aplicação de sucessivas demãos de primer bicomponente


à base de epóxi rico em zinco, com no mínimo 80% de zinco na película seca.
Espessura mínima da película seca de 80 micrometros;
b) Primer intermediário: aplicação de sucessivas demãos de primer
bicomponente, à base de epóxi de óxido de Ferro Micaceos, compatível com
o primer anticorrosivo aplicado, com espessura mínima da película seca de 80
micrometros;
c) Acabamento: aplicação de sucessivas demãos de tinta de acabamento em
poliuretano acrílico alifático de alta espessura, bicomponente e de alto sólidos
por volume. A espessura mínima da película seca é de 80 micrometros;
d) Este esquema de pintura externa deverá apresentar uma espessura mínima de
película seca de 240 micrometros. A tinta de acabamento deverá ser
semibrilhante, na cor cinza claro Munsell N6,5.

7.12. Massa do Transformador Para Instalação Em Poste

A massa total do transformador para poste não pode ultrapassar 1.500 kg.

7.13. Resistência Ao Momento de Torção

Os conectores devem suportar, sem avarias na rosca ou ruptura de qualquer


parte dos componentes, os momentos mínimos de torção indicados na Tabela 16.

7.14. Dispositivo Para Fixação de Para-Raios

Os transformadores monofásicos e trifásicos devem possuir suportes para


fixação de para-raios soldados na tampa, conforme desenhos 19 e 20.

Os suportes sejam montados suficientemente próximos da respectiva bucha


média tensão, porém devidamente afastados das partes aterradas (alças de
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suspensão, radiadores, tampa, presilhas ou de outros acessórios), visando manter as
distâncias elétricas necessárias.

Enquanto a distância mínima entre os suportes deve ser, no mínimo, igual ao


afastamento entre as buchas de alta tensão.

8. ACESSÓRIOS
8.1. Sistema de Comutação Sem Tensão

O comutador de derivações deve ser do tipo linear ou rotativo, com


acionamento rotativo, com mudança simultânea nas fases, para operações sem
tensão, com comando único de acionamento externo, e deve ser instalado de forma
a garantir a estanqueidade.

O comutador de derivações deve ser conforme IEC 60214-1, porém suportando


no mínimo 300 operações contínuas sob temperatura mínima de 75 °C, sob uma
pressão de 2 kgf/cm², no ensaio de durabilidade mecânica.

O material da parte externa do comutador, se não for metálico, deve resistir


aos raios solares e às variações climáticas conforme ISO 4892-1 (exposição) e ISO
179-2 (avaliação mecânica), com um tempo de exposição de 1.000 h. A perda da
resistência mecânica deve ser menor que 50 %.

Alternativamente, o material da parte externa do comutador deve conter um


mínimo de 2 % do teor de negro de fumo verificado conforme a ABNT NBR NM IEC
60811-4-1 e possuir coeficiente de absorção de UV de no mínimo 4 000 Abs/cm²
conforme ASTM D3349.

O comutador deve ser instalado lateralmente ao transformador, deve possuir


um sistema de travamento em qualquer posição e a indicação da derivação deve ser
visível e com caracteres com altura mínima de 7 mm.

No acionamento do comutador, deve ser indicado, de forma indelével, que o


comutador deve ser operado somente sem tensão.

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Adicionalmente, deve ser indicado, próximo ao acionamento do comutador, de
forma visível e indelével, os dizeres “OPERAR SEM TENSÃO”.

8.2. Placa de Identificação

Deve ter formato A6 (105 mm por 148 mm), sendo que os dados da placa e suas
disposições devem estar de acordo com o fixado nos desenhos 09, 10 e 11.

A placa deverá ser de alumínio anodizado, com espessura mínima de 0,8 mm,
com caracteres de altura mínima de 2 mm e estar localizada conforme desenhos 01,
02 e 03, de modo a permitir a leitura dos dados com o transformador instalado.

A placa deve ser fixada, através de rebites de material resistente à corrosão,


em um suporte com base que impeça a deformação da mesma.

Deve também ser observado um afastamento de, no mínimo, 20 mm entre o


corpo do transformador e qualquer parte da placa.

8.3. Dispositivo de Alívio de Pressão

O transformador deve ser equipado com um dispositivo de alívio de pressão


interna, com os seguintes requisitos mínimos:

a) Pressão de alívio de 69 kPa (0,70 kgf/cm2) ± 20 %;


b) Pressão de selamento mínima de 41,4 kPa (0,42 kgf/cm2);
c) Taxa de vazão de 9,91 × 105 cm³/min (35 pés cúbicos por minuto), a 103,5
kPa (1,06 kgf/cm2) e a 21 °C;
d) Taxa de admissão de ar, na faixa de 41,4 kPa (0,42 kgf/cm2) a 55,2 kPa (0,56
kgf/cm2), igual à zero;
e) Temperatura de operação de − 29 °C a + 105 °C.

Além disso, o dispositivo deve possuir também as seguintes características:

a) Orifício de admissão de 1/4 pol (6,4 mm) −18 NPT;


b) Corpo hexagonal de latão de 16 mm, dimensionado para suportar uma força
longitudinal de 45 kgf;

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c) Disco externo de vedação para impedir, de forma permanente, a entrada de
poeira, umidade e insetos. Este deve ser de material não oxidável, com
resistência mecânica sufi ciente para não sofrer deformação por manuseio;
d) Anel externo de material não oxidável, com diâmetro interno mínimo de 21
mm, para acionamento manual, dimensionado para suportar uma força
mínima de puxamento de 11 kgf, sem deformação;
e) Anéis de vedação e gaxetas internas compatíveis com a classe de temperatura
do material isolante do transformador;
f) Partes externas resistentes à umidade e à corrosão.

O dispositivo de alívio deve estar posicionado na horizontal, na parede do


tanque ou na tampa do transformador com adaptador, observada a condição de carga
máxima de emergência do transformador de 200 % e não pode, em nenhuma
hipótese, dar vazão ao óleo expandido.

O dispositivo deve ser posicionado também de forma a atender às seguintes


condições:

a) Não interferir no manuseio dos suportes de fixação em poste;


b) Não ficar exposto a danos quando dos processos de içamento, carga e descarga
do transformador;
c) Não interferir no manuseio dos suportes para fixação de para-raios;
d) Ser direcionado para o lado das buchas de baixa tensão.

Nota:
I. Excepcionalmente, para as áreas de Ambientes Agressivos, em substituição a
válvula de alívio de pressão, instalar plug metálico, resistente à umidade e
corrosão.

8.4. Fixações Externas (Ferragens)

As fixações externas em aço (porcas, arruelas, parafusos e grampos de fixação


da tampa) devem ser revestidas de zinco por imersão a quente conforme a ABNT
NBR 6323:2016.

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9. NÚCLEO
O núcleo deve ser construído de chapas de aço silício de grão orientado,
conforme a IEC 60404-8-7, ou metal amorfo, conforme as ASTM A900 e ASTM A901.

As lâminas devem ser presas por uma estrutura apropriada que sirva como meio
de centrar e firmar o conjunto núcleo-bobina ao tanque, de tal modo que esse
conjunto não tenha movimento em quaisquer direções. Esta estrutura deve propiciar
a retirada do conjunto do tanque.

O núcleo deve ser aterrado, por meio de um único ponto, à massa do


transformador.

Quando aplicável, os tirantes que atravessam as lâminas do núcleo devem ser


isolados dessas lâminas e aterrados.

Todas as porcas dos parafusos utilizados na construção do núcleo devem ser


providas de travamento mecânico ou químico.

10. ENROLAMENTO
Os enrolamentos devem ser de condutores de cobre ou alumínio e devem ser
capazes de suportar, sem danos, os efeitos térmicos e dinâmicos provenientes de
correntes de curto-circuito externos, quando o transformador for ensaiado conforme
a ABNT NBR 5356-5:2015.

a) O fio esmaltado deve ser no mínimo de classe térmica 180, de acordo com a
ABNT NBR IEC 60085:2017.
b) Não serão aceitos transformadores fabricados com enrolamentos a partir de
materiais provenientes de reciclagem.
c) A elevação máxima de temperatura dos enrolamentos (medida pelo método
da variação da resistência), do ponto mais quente dos enrolamentos e do óleo
sobre a temperatura ambiente, nas condições nominais de operação do
transformador.

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11. INSPEÇÃO
11.1. Geral

A inspeção dos transformadores compreende a execução dos ensaios de rotina


e de tipo, estes quando exigidos na OCM.

11.2. Lote Para Inspeção

Compreende todas as unidades de transformadores, fornecidas de uma só vez.

11.3. Condições Gerais Para Os Ensaios de Rotina, Tipo e Especiais.

Todos os componentes externos e acessórios que são suscetíveis de influenciar


o funcionamento do transformador durante os ensaios devem estar instalados.

Os enrolamentos devem estar conectados à sua derivação principal.

Para todas as características, os ensaios, excetuando-se as de isolamento, são


baseados em condições nominais.

11.4. Ensaios de Rotina

Deverão realizar os ensaios de rotina conforme Tabela 17.

11.5. Ensaio de Tipo

Devem ser realizados os ensaios de tipo conforme Tabela 18.

Podem-se utilizar resultados de ensaios anteriormente executados em


transformadores de mesmo projeto ou similar para evidenciar o atendimento aos
requisitos estabelecidos, conforme acordado entre comprador e fabricante.

11.6. Ensaios Especiais

Quando solicitados, os ensaios especiais devem ser realizados conforme Tabela


19.

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11.7. Tolerância Nos Resultados Dos Ensaios Com Valor Garantido

As tolerâncias aplicáveis aos valores de ensaios são apresentadas na Tabela 20.

11.8. Relatórios Dos Ensaios

O relatório de ensaios deve ser constituído no mínimo de:

a) Laudo individual dos transformadores ensaiados;


b) Resumo dos ensaios;
c) Resultados do ensaio do óleo mineral isolante.

O resumo dos ensaios deve conter no mínimo o seguinte:

a) O número da OCM e quantidade dos transformadores do lote;


b) Identificação (dados de placa) e valores garantidos pelo fabricante;
c) Resultados dos ensaios que têm valores garantidos e os respectivos valores
máximos, médios e mínimos verificados no lote;
d) Data e assinatura do fabricante e do inspetor do Grupo Energisa ou da empresa
contratada para a inspeção.

O lote só será liberado pelo inspetor do Grupo Energisa ou da empresa


contratada, devidamente embalada e marcada, após o recebimento de 02 (duas) vias
do resumo dos ensaios.

11.9. Aceitação e Rejeições

11.9.1. Na Inspeção Geral

Serão rejeitados os transformadores que apresentarem divergências em relação


a essa especificação ou evidência de materiais inadequados ou defeituosos.

Todo o lote será recusado, se os resultados dos ensaios com valor garantido não
obedecerem às tolerâncias estabelecidas na ABNT NBR 5440:2014 – Item 9.2. Os
valores garantidos são os declarados pelo fabricante na sua proposta e constantes da
OCM.

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Serão rejeitadas as unidades que apresentarem valores medidos de perdas e
corrente de excitação superior aos valores máximos especificados pela ABNT NBR
5440:2014 – Item 9.5.

11.9.2. Ensaios de Pintura

Serão rejeitados os transformadores que obtenham classificação diferente de


Gr0 ou Gr1 no ensaio de aderência e/ou espessura média da pintura inferior a 0,070
mm. Serão rejeitados também, transformadores que apresentarem pintura com
empolada (Carroçada ou inchada), tinta escorrida e cor diferente da especificada.

Nota:
I. As unidades rejeitadas devem ser pintadas e submetidas novamente aos
ensaios de pintura. O fabricante deve restaurar a pintura de todas as unidades
ensaiadas.

11.9.3. Ferragem

Ocorrendo falha de qualquer ferragem no ensaio de zincagem, devem ser


retiradas novas amostras do mesmo lote. Ocorrendo nova falha, todo o lote será
recusado.

11.9.4. Óleo Isolante

O critério para aceitação e rejeição do óleo isolante é o estabelecido na ABNT


NBR 5440:2014 – Tabela 14, para óleo após contato com o equipamento.

12. APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS e APROVAÇÃO de


DESENHOS
A proposta só será considerada quando o fabricante tiver atendido a esta
Especificação e às Condições Gerais de Compra (OCM).

O fabricante deve, sob à pena de desqualificação, indicar na proposta:

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a) Os valores garantidos (perdas no ferro, perdas totais a 75ºC – perdas
capitalizadas conforme expressões apresentadas, corrente de excitação e
tensão de curto-circuito a 75ºC).
b) Os números dos desenhos já aprovados referentes aos transformadores
ofertados, conforme item 4.2. desta especificação.
Caso haja modificação entre os desenhos anteriormente aprovados e os
equipamentos ora ofertados, o fabricante deverá enviar três cópias opacas dos
respectivos desenhos, uma das quais lhe será devolvida com aprovação para
fabricação ou com indicação das modificações necessárias.

13. NOTAS COMPLEMENTARES


Em qualquer tempo e sem necessidade de aviso prévio, esta Norma poderá
sofrer alterações, no seu todo ou em parte, por motivo de ordem técnica e/ou devido
às modificações na legislação vigente, de forma a que os interessados deverão,
periodicamente, consultar a Concessionária.

14. HISTÓRICO DE VERSÕES DESTE DOCUMENTO

Data Versão Descrição das Alterações Realizadas


Esta 1ª edição cancela e substitui a Norma de
01/07/2018 1.0 Distribuição Unificada (NDU) 008, a qual foi
tecnicamente revisada.

15. VIGÊNCIA
Esta Especificação Técnica entra em vigor na data de 15/08/2018 e revoga as
versões anteriores em 01/12/2018.

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ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

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16. TABELAS
 Tabela 01 - Níveis de Isolamento.
 Tabela 02 - Derivações e Relações de Tensões Monofásicas
 Tabela 03 - Derivações e Relações de Tensões Trifásicas
 Tabela 04 - Valores de Perdas, Correntes de Excitação e Tensões de Curto-
Circuito Para Transformadores Monofásicos.
 Tabela 05 - Valores de Perdas, Correntes de Excitação e Tensões de Curto-
Circuito Para Transformadores Trifásicos.
 Tabela 06 - Diagrama de Polaridade Dos Transformadores Monofásicos
 Tabela 07 - Diagrama de Polaridade Dos Transformadores Trifásicos.
 Tabela 08 - Transformador Monofásico
 Tabela 09 - Transformador Trifásico.
 Tabela 10 – Níveis máximos de ruído
 Tabela 11 – Características do óleo isolante após contato com equipamento
 Tabela 12 – Espessura mínima da chapa de aço
 Tabela 13 - Buchas e Terminais de Baixa Tensão de Transformador Monofásico.
 Tabela 14 - Buchas e Terminais de baixa tensão de Transformador Trifásico.
 Tabela 15 - Características dos materiais de vedação
 Tabela 16 – Momento de torção
 Tabela 17 – Ensaios de rotina
 Tabela 18 – Ensaios de tipo
 Tabela 19 – Ensaios especiais
 Tabela 20 – Tolerâncias
 Tabela 21 – Elos-Fusíveis Para Transformadores Monofásicos
 Tabela 22 – Elos-Fusíveis Para Transformadores Trifásicos

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34
Tabela 01 - Níveis de Isolamento.
Tensão Suportável Tensão Suportável Espaçamento Mínimo
Tensão Máxima Nominal À Nominal de No Ar (mm)
do Equipamento Frequência Impulso
Kveficaz (1) Industrial Durante Atmosférico kV Fase-Terra Fase-Fase
1 Min kVeficaz Crista (3)
1,2 (2) 10 30 25
15 34 95 130 140
24,2 125
50 200 230
36,2 150

Nota:
I. Para efeitos desta Norma, entende-se por “tensão máxima do equipamento”
a sua classe de tensão.
II. O nível de isolamento correspondente a 1,2 kV só é aplicável à baixa-tensão
do transformador.
III. Correspondem a valores mínimos a serem fabricados. Valores superiores
admissíveis constam na ABNT NBR 5356-3.

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35
Tabela 02 - Derivações e Relações de Tensões Monofásicas
Transformador Monofásico – 11,4 kV – 230/115 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90596 10 7.275 / 6.928
11,4/√3 = 230/115 EMG
90597 15 15 5 / 6.582 / T2 160 A
6,58 3 Buchas ENF
90598 25 6.236 / 5.889

Transformador Monofásico – 11,4 kV – 230 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90599 10 7.275 / 6.928
11,4/√3 = 230
90600 15 15 5 / 6.582 / T2 160 A ENF
6,58 2 Buchas
90601 25 6.236 / 5.889

Transformador Monofásico – 11,4 kV – 254/127 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90090 10 7.275 / 6.928
11,4/√3 = 254/127
90091 15 15 5 / 6.582 / T2 160 A ESS
6,58 3 Buchas
90092 25 6.236 / 5.889

Transformador Monofásico – 13,8 kV – 230/115 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90602 10 8.314 / 7.967
13,8/√3 = 230/115
90603 15 15 5 / 7.621 / T2 160 A ESE
7,96 3 Buchas
90604 25 7.275 / 6.928

Transformador Monofásico – 13,8 kV – 230 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90605 10 8.314 / 7.967
13,8/√3 = 230 EBO
90606 15 15 5 / 7.621 / T2 160 A
7,96 2 Buchas EPB
90607 25 7.275 / 6.928
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36
Transformador Monofásico – 13,8 kV – 254/127 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90094 10 8.314 / 7.967 EMS
13,8/√3 = 254/127
90095 15 15 5 / 7.621 / T2 160 A EMT
7,96 3 Buchas
90096 25 7.275 / 6.928 ESS

Transformador Monofásico – 13,8 kV – 440/220 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90098 10 8.314 / 7.967
13,8/√3 = 440/220
90099 15 15 5 / 7.621 / T2 160 A ETO
7,96 3 Buchas
90100 25 7.275 / 6.928

Transformador Monofásico – 22 kV– 230/115 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90608 10 13.972 / 13.337
22,4/√3 = 230/115
90609 15 24,2 5 / 12.702 / T2 160 A EMG
12,7 3 Buchas
90610 25 12.067 / 11.432

Transformador Monofásico – 34,5 kV – 254/127 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90064 10 20.900 / 20.409 EMS
34,5/√3 = 254/127
90065 15 36,2 5 / 19.919 / T2 160 A EMT
19,9 3 Buchas
90066 25 19.053 / 18.187 ESS

Transformador Monofásico – 34,5 kV – 440/220 V

Classe de Tensão Tensão


Potência Taps Terminal
Código Tensão Nominal MT Taps Nominal BT Empresa
BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90068 10 20.900 / 20.409
34,5/√3 = 440/220
90069 15 36,2 5 / 19.919 / T2 160 A ETO
19,9 3 Buchas
90070 25 19.053 / 18.187

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37
Tabela 03 - Derivações e Relações de Tensões Trifásicas
Transformador Trifásico 11,4 kV - 220/127 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90033 30,0
T2 160 A
90034 45,0
12.000 /
90035 75,0
11.400 / T2 400 A EMG
90028 112,5 15 11,4 4 220/127
10.800 / ESS
90029 150,0
10.200
90031 225,0 T3 800 A
90032 300,0

Transformador Trifásico 11,4 kV - 380/220 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90041 30,0
T2 160 A
90042 45,0
12.000 /
90043 75,0
11.400 / T2 400 A
90036 112,5 15 11,4 4 380/220 ENF
10.800 /
90037 150,0
10.200
90039 225,0 T3 800 A
90040 300,0

Transformador Trifásico 13,8 kV - 220/127 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90053 30,0
T2 160 A
90054 45,0
14.400 /
90055 75,0 EMS
13.800 / T2 400 A
90048 112,5 15 13,8 4 220/127 EMT
13.200 /
90049 150,0 ESS
12.600
90051 225,0 T3 800 A
90052 300,0

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38
Transformador Trifásico 13,8 kV - 220/127 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90611 30,0
T2 160 A
90612 45,0
14.400 /
90613 75,0
13.800 / T2 400 A
90614 112,5 15 13,8 4 220/127 ESE
13.200 /
90615 150,0
12.600
90616 225,0 T3 800 A
90617 300,0

Transformador Trifásico 13,8 kV - 380/220 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90061 30,0
T2 160 A
90062 45,0
14.400 / EBO
90063 75,0
13.800 / T2 400 A EMT
90056 112,5 15 13,8 4 380/220
13.200 / EPB
90057 150,0
12.600 ETO
90059 225,0 T3 800 A
90060 300,0

Transformador Trifásico 22 kV – 220/127 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90075 30,0
T2 160 A
90076 45,0
23.100 /
90077 75,0
22.000 / T2 400 A
90072 112,5 24,2 22 4 220/127 EMG
20.900 /
90073 150,0
19.800
90589 225,0 T3 800 A
90590 300,0

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39
Transformador Trifásico 34,5 kV - 220/127 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90081 30,0
T2 160 A
90082 45,0
36.200 /
90083 75,0 EMS
35.350 / T2 400 A
90078 112,0 36,2 34,5 4 220/127 EMT
34.500 /
90079 150,0 ESS
33.000
90591 225,0 T3 800 A
90592 300,0

Transformador Trifásico 34,5 kV - 380/220 V

Tensão Tensão
Classe de
Potência Nominal Taps Nominal Terminal
Código Tensão Taps Empresa
MT BT BT
(kVA) (kV) (kV) (V) (V)
90087 30,0
T2 160 A
90088 45,0
36.200 / EMS
90089 75,0
35.350 / T2 400 A EMT
90084 112,5 36,2 34,5 4 380/220
34.500 / ESS
90085 150,0
33.000 ETO
90593 225,0 T3 800 A
90594 300,0

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40
Tabela 04 - Valores de Perdas, Correntes de Excitação e Tensões de
Curto-Circuito Para Transformadores Monofásicos
Transformadores Monofásico - 15 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 30 160 98,66
B 35 180 98,47
10 C 40 200 98,29 2,7
D 45 225 98,08
E 50 245 97,90
A 40 215 98,80
B 45 240 98,66
15 C 50 270 98,50 2,4 2,5
D 60 300 98,29
E 65 330 98,13
A 55 310 98,98
B 65 355 98,82
25 C 70 395 98,70 2,2
D 80 435 98,55
E 90 480 98,40

Transformadores Monofásico - 24,2 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 35 175 98,50
B 40 195 98,32
10 C 45 220 98,11 3,3
D 50 240 97,92
E 55 265 97,72
A 45 235 98,68
B 55 270 98,45
15 C 60 300 98,29 3,0 2,5
D 70 335 98,06
E 75 365 97,91
A 60 335 98,89
B 70 385 98,72
25 C 80 430 98,56 2,8
D 90 475 98,41
E 100 520 98,25

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41
Transformadores Monofásico - 36,2 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 40 185 98,37
B 45 205 98,19
10 C 50 225 98,00 3,5
D 55 250 97,79
E 60 270 97,61
A 50 255 98,55
B 60 290 98,33
15 C 65 320 98,17 3,2 3,0
D 75 350 97,96
E 80 380 97,80
A 65 370 98,79
B 75 415 98,63
25 C 85 455 98,48 3,0
D 95 500 98,32
E 105 545 98,16

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ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

42
Tabela 05 - Valores de Perdas, Correntes de Excitação e Tensões de
Curto-Circuito Para Transformadores Trifásicos
Transformadores Trifásico - 15 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 75 445 98,80
B 90 495 98,63
30 C 110 560 98,41 4,0
D 130 630 98,19
E 150 695 97,97
A 100 610 98,91
B 115 670 98,79
45 C 140 760 98,59 3,2
D 170 855 98,38
E 195 945 98,19
A 150 895 99,03
B 175 990 98,91
75 C 215 1.125 98,73 2,7 3,5
D 255 1.260 98,55
E 295 1.395 98,37
A 195 1.210 99,14
B 230 1.340 99,03
112,5 C 285 1.525 98,86 2,5
D 335 1.705 98,71
E 390 1.890 98,54
A 245 1.500 99,20
B 285 1.655 99,10
150 C 350 1.880 98,95 2,3
D 420 2.110 98,79
E 485 2.335 98,65
A 330 2.100 99,26
B 380 2.315 99,17
225 C 470 2.630 99,03 2,1
D 560 2.945 98,90
E 650 3.260 98,76
4,5
A 410 2.610 99,31
B 475 2.885 99,23
300 C 585 3.275 99,10 1,9
D 700 3.670 98,97
E 810 4.060 98,84

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43
Transformadores Trifásico - 24,2 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 85 475 98,69
B 95 520 98,56
30 C 115 590 98,33 4,2
D 140 665 98,07
E 160 790 97,75
A 110 645 98,84
B 130 720 98,68
45 C 155 815 98,48 3,6
D 185 910 98,26
E 215 1.055 97,99
A 160 955 98,97
B 185 1.055 98,85
75 C 230 1.200 98,65 3,2 4,0
D 270 1.345 98,46
E 315 1.550 98,22
A 220 1.270 99,08
B 255 1.405 98,96
112,5 C 310 1.595 98,79 2,8
D 370 1.785 98,62
E 425 2.085 98,40
A 270 1.605 99,13
B 310 1.770 99,03
150 C 380 2.010 98,87 2,6
D 450 2.250 98,71
E 520 2.610 98,51
A 370 2.200 99,21
B 430 2.435 99,11
225 C 530 2.770 98,96 2,4
D 625 3.095 98,81
E 725 3.605 98,62
5,0
A 435 2.740 99,27
B 505 3.030 99,18
300 C 620 3.440 99,05 2,1
D 735 3.845 98,92
E 850 4.400 98,76

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ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

44
Transformadores Trifásico - 36,2 kV

Perdas em Rendimento Corrente de


Potência Perdas totais Tensão de
Eficiência vazio máximas mínimo C=0,5 excitação
nominal máximas PT curto-circuito
Po e FP=0,92 máxima Io
(kVA) Nível (W) (W) (%) (%) (%)
A 90 500 98,62
B 105 555 98,45
30 C 125 630 98,21 4,4
D 145 700 97,99
E 165 775 97,75
A 125 695 98,72
B 145 770 98,57
45 C 175 875 98,34 3,8
D 200 970 98,14
E 230 1.075 97,91
A 175 1.025 98,89
B 200 1.135 98,76
75 C 240 1.285 98,57 3,4 4,0
D 280 1.430 98,38
E 320 1.580 98,19
A 240 1.335 99,02
B 275 1.470 98,90
112,5 C 330 1.665 98,73 3,0
D 385 1.860 98,56
E 440 2.055 98,40
A 295 1.720 99,06
B 340 1.895 98,95
150 C 405 2.145 98,80 2,8
D 475 2.395 98,63
E 540 2.640 98,48
A 410 2.340 99,15
B 470 2.585 99,04
225 C 565 2.925 98,90 2,5
D 655 3.260 98,75
E 750 3.600 98,61
5,0
A 495 2.900 99,21
B 565 3.195 99,12
300 C 675 3.615 98,99 2,2
D 790 4.035 98,85
E 900 4.450 98,72

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45
Tabela 06 - Diagrama de Polaridade Dos Transformadores
Monofásicos
Tensão máxima do Secundário Secundário
Primário
equipamento (kV) 02 Buchas 03 Buchas

15 / √3 H1 X1 X1
Fase / Neutro 24,2 / √3 X2
36,2 / √3 H2T X2 X3

Nota:
I. Para Transformador destinado as linhas existentes, são permitidas a
polaridade aditiva.

Tabela 07 - Diagrama de Polaridade Dos Transformadores Trifásicos.

Nota:
I. Para esse tipo de ligação, o eventual fechamento do fluxo magnético não pode
se fechar por meio do tanque do transformador, em caso de falta de fase.

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46
Tabela 08 - Transformador Monofásico

Tabela 09 - Transformador Trifásico.

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47
Tabela 10 – Níveis máximos de ruído
Potência nominal do
transformador
Nível máximo de ruído
equivalente com dois
enrolamentos
(dB) (kVA)
48 1 a 50
51 51 a 100
55 101 a 300

Tabela 11 – Características do óleo isolante após contato com


equipamento
Vegetal Mineral
Características do óleo Unidade
ASTM ABNT NBR Valor ASTM ABNT NBR Valor
Não
Tensão interfacial mN/m - - D 971 6234 ≥ 40
Aplicavel
Teor de água mg/kg (1) D 1533 10710 ≤ 300 D 1533 10710 ≤ 25
Rigidez dielétrica
kV D 877 6869 ≥ 30 D 877 6869 ≥ 30
(eletrodo de disco) (2)
Rigidez dielétrica
kV - IEC 60156 ≥ 45 - IEC 60156 ≥ 45
(eletrodo de calota) (2)
Fator de perdas
dielétricas ou fator de % D 924 12133 ≤ 0,5 D 924 12133 ≤ 0,5
dissipação a 25 °C (3)
Fator de perdas
dielétricas ou fator de % D 924 12133 ≤8 D 924 12133 ≤ 0,9
dissipação a 100 °C (3)
Índice de neutralização mgKOH/g D 974 14248 ≤ 0,06 D 974 14248 ≤ 0,03
Ponto de combustão ºc D 92 11341 ≥ 300 - - -

Teor de Não Não


mg/kg (1) - 13882 - 13882
bifenilaspolicloradas (PCB) detectado detectado

Nota:
I. A unidade mg/kg equivale a ppm.
II. Qualquer um dos métodos de medição da rigidez dielétrica pode ser utilizado.
III. Qualquer um dos métodos de medição do fator de perdas dielétricas pode ser
utilizado.

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48
Tabela 12 – Espessura mínima da chapa de aço
Potência do Espessura
transformador Tampa Corpo Fundo
(kVA) (mm)
P ≤ 10 1,90
10 < P ≤ 150 2,65 3,00
150 < P ≤ 300 3,00 4,75

Nota:
I. As espessuras estão sujeitas às tolerâncias da ABNT NBR 6650.

Tabela 13 - Buchas e Terminais de Baixa Tensão de Transformador


Monofásico.
Corrente
Potência do Tensão Nominal
Nominal do Tipo de
Transformador da Bucha
Terminal Terminal
(kVA) (kV) (A)
10, 15 e 25 1,3 160 T2

Tabela 14 - Buchas e Terminais de baixa tensão de Transformador


Trifásico.
Tensão Corrente
Potência do
Nominal da Nominal do Tipo de
Transformador
Bucha Terminal (A) Terminal
(kVA) (kV) (A)
30 e 45 160
75 T2
400
112,5
1,3
150
225 800 T3
300

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49
Tabela 15 - Características dos materiais de vedação
Característica Método de ensaio Valores Nominais

Densidade ASTM D 297 1,15 g/cm³ a 1,30 g/cm³


Dureza shore A ASTM D 2240 (65 ± 5) pontos
Cinza ASTM D 297 1%a3%
Enxofre livre ASTM D 1619 Negativo
Resistência à tração ASTM D 412 (100 ± 10) kg/cm²
Deformação permanente - 70 h a 100 °C, máx. 15 % à compressão.
70 h em óleo isolante, a 100 °C, com:
ABNT NBR 11407 ou ASTM
Envelhecimento Variação de volume = 0 % a 5 %
D 471
Variação de dureza = −10 a+ 5 pontos

NOTA:
I. Recomenda-se que os líquidos utilizados no ensaio de envelhecimento
atendam aos requisitos da ANP para óleo mineral isolante e a ABNT NBR
15422 para óleo vegetal isolante.

Tabela 16 – Momento de torção


Torque Mínimo
Tipo da Rosca
Nxm kgf x m
M10 16,70 1,70
M12 28,20 2,88
M16 76,00 7,75

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50
Tabela 17 – Ensaios de rotina
Descrição Requisito Método de ensaio

Resistência dos
- ABNT NBR 5356-1
enrolamentos

Relação de transformação e
polaridade e verificação do
6.3, 6.7 e 6,8 ABNT NBR 5356-1
deslocamento angular e
sequência de fases

Impedância de curto-circuito
6.6 ABNT NBR 5356-1
e perdas em carga

Perdas em vazio e corrente


6.6 ABNT NBR 5356-1
de excitação
Tensão suportável à
6.2 ABNT NBR 5356-3
frequência industrial
Tensão induzida de curta
ABNT NBR 5356-3 ABNT NBR 5356-3
duração

Resistência de isolamento - ABNT NBR 5356-1

Estanqueidade e resistência
7.3 ABNT NBR 5356-1
à pressão a frio

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51
Tabela 18 – Ensaios de tipo
Descrição Requisito Método de ensaio

Elevação de temperatura 6.1 e 6.5 ABNT NBR 5356-2 e Anexo G

Suportabilidade a impulso
6.2 ABNT NBR 5356-4
atmosférico de alta-tensão

Ensaio de óleo isolante 7.1 7.1

Ensaio de verificação da
resistência mecânica do
7.3.3 Anexo B
suporte para fixação do
transformador

Tabela 19 – Ensaios especiais


Descrição Requisito Método de ensaio

Medição da(s) impedância(s) de


sequência zero (transformadores - ABNT NBR 5356-1
trifásicos)

Suportabilidade a impulso ABNT NBR 5356-4 e


6.2
atmosférico de baixa-tensão Anexo E
Suportabilidade a curto-circuito 6.10 ABNT NBR 5356-5
Nível de ruído audível 6.11 ABNT NBR 7277
Medição de harmônicas da corrente
- ABNT NBR 5356-1
de excitação
Medição do fator de potência do
- ABNT NBR 5356-1
isolamento (tg δ) e capacitâncias
Verificação da pintura nas partes
7.11 Anexo A
interna e externa
Tensão de rádio interferência 6.9 CISPR/TR 18-2

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52
Tabela 20 – Tolerâncias
Características especificadas Tolerância

Impedância de curto-circuito dos enrolamentos ± 7,5 %


Perdas em vazio + 10%
Perdas totais + 6%
Relação de tensão em qualquer derivação ± 0,5 %
Relação de tensão em transformadores providos de derivação. ± 1/10 da impedância
Quando a espira for superior a 0,5 % da tensão de derivação de curto-circuito
respectiva, a tolerância especificada aplica-se ao valor de tensão expressa em
correspondente à espira completa mais próxima. porcentagem
Corrente de excitação + 20 %

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53
Tabela 21 – Elos-Fusíveis Para Transformadores Monofásicos
ELO- FUSÍVEL
POTÊNCIA (KVA) 6,5 kV 7,9 kV 12,7 kV 19,9 kV
ELO ELO ELO ELO
10 1H 1H 1H 0,5 H
15 2H 2H 1H 1H
25 3H 3H 2H 2H

Tabela 22 – Elos-Fusíveis Para Transformadores Trifásicos


ELO- FUSÍVEL
POTÊNCIA
11,4 kV 13,8 kV 22 kV 34,5 kV
(7KVA)
ELO ELO ELO ELO
30 2H 1H 1H 0,5 H
45 2H 2H 1H 1H
75 3H 3H 2H 1H
112,5 5H 5H 3H 2H
150 8K 6K 5H 3H
225 12 K 10 K 5H 5H
300 15 K 12 K 8K 5 H

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54
17. ANEXO I
 Anexo A - Ensaios Para Verificação da Pintura do Tanque.
 Anexo B - Ensaio de verificação da resistência mecânica do (s) suporte (s) para
fixação do transformador

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55
Anexo A - Ensaios Para Verificação da Pintura do Tanque.
a) Névoa Salina

Com uma lâmina cortante, romper o filme até a base, conforme a ABNT NBR
8094 (com entalhe na vertical).

Deve resistir a 500 h de exposição contínua ao teste de névoa salina (solução a


5% da NaCl em água). Não deve haver empolamento e a penetração máxima sob os
cortes traçados será de 4 mm; os painéis devem ser mantidos em ângulo de 15º a 30º
conforme a ABNT NBR 8094.

b) Umidade

Os painéis são colocados em ângulo de 15º a 30º em uma câmara com umidade
relativa a 100% e temperatura ambiente de 40 ± 1ºC. Após 250 h de exposição, não
podem ocorrer empolamentos ou defeitos similares, quando ensaiados conforme
ASTM D 870.

c) Impermeabilidade

Imergir 1/3 do painel em água destilada mantida a 37,8 ± 1ºC. Após 480 horas,
não pode haver empolamentos ou defeitos similares, quando ensaiados conforme
ASTM D 870.

d) Aderência

Este ensaio deve ser executado conforme ABNT NBR 11003.

e) Brilho

O acabamento deve ter um brilho de 55 a 65 medido no Gardner Glossmeter a


60º de ângulo, quando ensaiado conforme ASTM D 523.

f) Resistência a Óleo Isolante.

Preparar os painéis somente com o esquema da pintura interna; devem resistir


a 106 horas imersas em óleo a 110 ± 2º C, em alterações, quando ensaiados conforme
ABNT NBR 6529.

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56
g) Resistência Atmosférica Úmida Saturada na Presença de SO2.

Com uma lâmina cortante, romper o filme até a base, conforme ABNT NBR
8094 (com entalhe na vertical).

Deve-se verificar a resistência a 100% de umidade relativa com duração


conforme ASTM D 2247. Deve-se verificar também a resistência ao SO2 (2,0L), em
ciclos conforme DIN 50018.

O tanque deve resistir a um ciclo de 24 horas de ensaio sem apresentar bolhas,


enchimentos, absorção de água, carregamento e não pode apresentar manchas e
corrosão.

Nota:

O ciclo de 24 horas consiste em um período igual há 8 horas a 40 ± 2ºC na presença


de SO2, após o qual se desliga o aquecimento e abre-se a tampa do aparelho,
deixando-se as peças no ar, dentro do aparelho 16 horas à temperatura ambiente.

h) Brisa Marítima.

Com uma lâmina cortante, romper o filme até a base, conforme ABNT NBR 8094
(com entalhe na vertical). Colocar os painéis em ângulo de 45º, com a face traçada
voltada para o mar, a uma distância deste de até 30 metros do limite da maré alta.

Após 6 (seis) meses de exposição, não deve haver empolamento e similares,


permitindo-se penetração na zona do corte de até 4 mm, quando ensaiados conforme
ASTM 1014.

i) Determinação de Espessura de Camada de Tinta.

Este ensaio deve ser executado conforme ABNT NBR 10443.

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57
Anexo B - Ensaio de verificação da resistência mecânica do (s) suporte
(s) para fixação do transformador
O objetivo do ensaio é verificar a resistência mecânica do (s) suporte (s) para
fixação no poste frente ao momento de torção na superfície de junção do tanque
que é resultante de uma carga definida.

Para acomodação do conjunto, fixar o transformador completo (parte ativa,


óleo isolante, buchas e tampa) ou apenas o seu tanque (neste caso, aplica-se uma
carga adicional para que o tanque esteja com o peso equivalente ao seu peso total
“P”), conforme a Figura B.1, utilizando os rasgos laterais, visando simular uma
instalação em poste, durante 5 min. Após este procedimento, marcar o ponto “A”.

O ensaio de resistência mecânica consiste em aplicar uma força “F”, conforme


a Tabela B.1, durante 5 min.

Após a retirada da carga, o ponto “A” não pode ter um deslocamento residual
maior que 2 mm no sentido de aplicação da carga e não podem ocorrer trincas ou
ruptura no (s) suporte (s) de fixação do transformador.

No caso de utilização do tanque vazio, aplicar apenas a força “F”, conforme


tabela B.1

Tabela B.1 – Força F

Peso do
Carga de Ensaio
Transformador
P ≤ 160 F = 80
P > 160 F = 0,5 x P

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58
Figura B.1 – Aplicação da força “F”

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59
18. DESENHOS.
 Desenho 01 - Transformadores Monofásicos – 02 Buchas Baixa Tensão
 Desenho 02 - Transformadores Monofásicos – 03 Buchas Baixa Tensão
 Desenho 03 - Transformadores Trifásicos
 Desenho 04 - Suporte Fixação do Transformador ao Poste
 Desenho 05 - Válvula de Alívio de Pressão
 Desenho 06 - Dispositivo de Aterramento em Transformador para Instalação
em Poste
 Desenho 07 - Dispositivo de Aterramento Adicional em X2 – Trafo 1Ø
 Desenho 08 - Diagramas de Ligação - Transformador 1Ø e 3Ø
 Desenho 09 - Placa de Identificação para Transformadores 1Ø (2 buchas)
 Desenho 10 - Placa de Identificação Para Transformadores 1Ø (3 Bucha)
 Desenho 11 - Placa de Identificação para Transformadores 3Ø
 Desenho 12 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV
 Desenho 13 - Terminal T1 da Bucha de Média Tensão
 Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV
 Desenho 15 – Terminal da Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – T2
 Desenho 16 – Terminal da Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – T3
 Desenho 17 - Embalagem
 Desenho 18 - Dispositivo da Codificação a ser Pintado no Transformador
 Desenho 19 - Dispositivo para Fixação de para Raios em Transformadores
Monofásicos
 Desenho 20 - Dispositivo para Fixação de para Raios em transformadores
Trifásicos
 Desenho 21 - Parafuso de Cabeça Sextavada – M12x40
 Desenho 22 - Identificação de Transformador com Enrolamentos de Alumínio
 Desenho 23 - Identificação de Transformador com Enrolamentos de Metal
Amorfo
 Desenho 24 - Identificação de Transformador Monofásico – Projetado com
Corrente de Excitação Reduzida

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60
 Desenho 25 - Etiqueta Nacional de Conservação de Energia de
Transformadores de Distribuição Em Líquido Isolante – Formato e Padronização

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61
Desenho 01 - Transformadores Monofásicos – 02 Buchas Baixa Tensão

24,2 ou
Tensão máxima do 15 kV
36,2 kV
Equipamento
P ≤ 25 kVA P ≤ 25 kVA
A 1.200 1.300
Cotas
C 800 800
máximas
L 900 900
Cotas
G 50 50
mínimas
Tolerâncias D 120 120
D e B (±5%) B 200 200
E ( ±10%) E 100 100

Notas:
I. Dimensões em Milímetros.
II. Figura Orientativa.
III. P= Potência em KVA.

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62
Desenho 02 - Transformadores Monofásicos – 03 Buchas Baixa Tensão

24,2 ou
Tensão máxima do 15 kV
36,2 kV
Equipamento
P ≤ 25 kVA P ≤ 25 kVA
A 1.200 1.300
Cotas
C 800 800
máximas
L 900 900
Cotas
G 50 50
mínimas
Tolerâncias D 120 120
D e B (±5%) B 200 200
E ( ±10%) E 100 100

Notas:
I. Dimensões em Milímetros.
II. Figura Orientativa.
III. P= Potência em KVA.
IV. Os transformadores Classe 15 kV fornecidos para as áreas de Ambientes
Agressivos devem possuir buchas primárias classe 25 KV.

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63
Desenho 03 - Transformadores Trifásicos

Tensão máxima do 15 kV 24,2 ou 36,2 kV


Equipamento
P ≤ 45 45 < P ≤ 150 P > 150 P ≤ 45 45 < P ≤ 150 P > 150
A 1.300 1.800 1.600 2.000
Cotas
C 1.300 1.350 1.650 1.400 1.450 1.700
máximas
L 750 950 1.150 900 950 1.200
Cotas
G 50 50 50 50
mínimas
Tolerâncias D 120 150 120 150
D e B ( ±5%) B 200 200 ou 400 400 200 200 ou 400 400
E ( ±10%) E 100 100

Notas:
I. Dimensões em Milímetros.
II. Figura Orientativa.
III. P= Potência em KVA.
IV. Os transformadores Classe 15 kV fornecidos para as áreas de Ambientes
Agressivos devem possuir buchas primárias classe 25 KV.

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64
Desenho 04 - Suporte Fixação do Transformador ao Poste

TIPO 1 - (MONOFÁSICO ATÉ 25 kVA)

TIPO 2 - (TRIFÁSICO ATÉ 300 kVA)

Notas:
I. Dimensões em Milímetros.

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65
Desenho 05 - Válvula de Alívio de Pressão

Posição Descrição Material

1 Corpo Latão
2 Disco externo de vedação
Não oxidável
3 Anel externo para acionamento manual
4 Êmbolo Latão
5 Anel interno Borracha nitrílica
6 Mola interna
Aço inoxidável
7 Guia

Nota:
I. 1. O corpo e o êmbolo devem ser em latão, o disco de vedação e o anel de
acionamento em materiais inoxidáveis, o anel interno de borracha nitrílica e
a mola e a guia em aço inoxidável.
II. Excepcionalmente, para áreas de Ambientes Agressivos, em substituição a
válvula de alívio de pressão, instalar plug metálico, resistente à umidade e
corrosão.

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66
Desenho 06 - Dispositivo de Aterramento em Transformador para
Instalação em Poste

Posição Descrição Material

1 Parafuso de cabeça sextavada Aço carbono


2 Arruela de pressão zincado
3 Conector de pressão Liga de cobre
4 Arruela lisa Aço carbono
5 Porca sextavada zincado

Notas:
I. As características mecânicas devem estar de acordo com a ABNT NBR 5370.
II. O conector deve permitir a colocação ou retirada do condutor de maior seção
sem a necessidade de desmontá-lo.

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Desenho 07 - Dispositivo de Aterramento Adicional em X2 – Trafo 1Ø

Posição Descrição

1 Abraçadeira plástica flexível com fechamento autotravante

Lâmina de Cobre estanho:


 Espessura =0,5 mm (Mínimo);
2
 Largura = 25 mm (Mínimo);
 2 furos para fixação no conector de 12 mm.

3 Porca Sextavada M8;


4 Parafuso de Latão ou aço inox M8, soldado ao tanque;
5 Arruela lisa M8
6 Arruela de pressão B8

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68
Desenho 08 - Diagramas de Ligação - Transformador 1Ø e 3Ø

TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS

02 BUCHAS 03 BUCHAS

POLARIDADE SUBTRATIVA POLARIDADE SUBTRATIVA


FASE-NEUTRO FASE-NEUTRO-FASE
NÚCLEO ENVOLVIDO NÚCLEO ENVOLVIDO

TRANSFORMADORES TRIFÁSICOS
DIAGRAMA FASORIAL Dyn1

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69
Desenho 09 - Placa de Identificação para Transformadores 1Ø (2
buchas)

Legenda:
a. Nome e demais dados do fabricante e local de fabricação;
b. Número de série de fabricação;
c. Mês (Três primeiras Letras) e ano de fabricação;
d. Potência em quilovolts-ampere;
e. Impedância de Curto – Circuito, em percentagem;
f. Tipo de óleo isolante (A, B ou Vegetal);
g. Tensões Nominais de Alta Tensão;
h. Tensões Nominais de Baixa Tensão;
i. Diagrama de Ligação Fasorial (Por Exemplo: Dyn1);
j. Diagrama de Ligação dos enrolamentos;
k. Volume total do liquido isolante do transformador em litros;
l. Massa total do Transformador, em quilogramas;
m. Número da placa de identificação;
n. Elevação de temperatura óleo/enrolamento;
o. Material dos enrolamentos AT/BT (Por Exemplo: Alumínio/Cobre);
p. Nível de Eficiência (A, B, C ou E).
q. Espaço reservado para indicar característica especifica do transformador (Ex.:
TR-ER / TR-PC / TR-NA);

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70
Desenho 10 - Placa de Identificação Para Transformadores 1Ø (3
Bucha)

Legenda:
a. Nome e demais dados do fabricante e local de fabricação;
b. Número de série de fabricação;
c. Mês (Três primeiras Letras) e ano de fabricação;
d. Potência em quilovolts-ampere;
e. Impedância de Curto – Circuito, em percentagem;
f. Tipo de óleo isolante (A, B ou Vegetal);
g. Tensões Nominais de Alta Tensão;
h. Tensões Nominais de Baixa Tensão;
i. Diagrama de Ligação Fasorial (por Exemplo: Dyn1);
j. Diagrama de Ligação dos enrolamentos;
k. Volume total do liquido isolante do transformador em litros;
l. Massa total do Transformador, em quilogramas;
m. Número da placa de identificação;
n. Elevação de temperatura óleo/enrolamento;
o. Material dos enrolamentos AT/BT (Por Exemplo: Alumínio/Cobre);
p. Nível de Eficiência (A, B, C ou E).
q. Espaço reservado para indicar característica especifica do transformador (Ex.:
TR-ER / TR-PC / TR-NA);

______________________________________________________________________________________
ETU-109 Versão 1.0 Julho / 2018

71
Desenho 11 - Placa de Identificação para Transformadores 3Ø

Legenda:
a. Nome e demais dados do fabricante e local de fabricação;
b. Número de série de fabricação;
c. Mês (Três primeiras Letras) e ano de fabricação;
d. Potência em quilovolts-ampere;
e. Impedância de Curto – Circuito, em percentagem;
f. Tipo de óleo isolante (A, B ou Vegetal);
g. Tensões Nominais de Alta Tensão;
h. Tensões Nominais de Baixa Tensão;
i. Diagrama de Ligação Fasorial (Por Exemplo: Dyn1);
j. Diagrama de Ligação dos enrolamentos;
k. Volume total do liquido isolante do transformador em litros;
l. Massa total do Transformador, em quilogramas;
m. Número da placa de identificação;
n. Elevação de temperatura óleo/enrolamento;
o. Material dos enrolamentos AT/BT (Por Exemplo: Alumínio/Cobre);
p. Espaço reservado para indicar característica especifica do transformador (Ex.:
TR-ER / TR-PC / TR-NA);
q. Símbolo do Diagrama de ligação AT (Por Exemplo: Δ);
r. Símbolo do Diagrama de ligação BT (Por Exemplo: Y);
s. Nível de Eficiência (A, B, C ou E).

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Desenho 12 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV.

Tensão (kV)
Bucha 160A Lista de peças e respectivos materiais:
15 24,2 36,2
T1 100 - 1 - Corpo isolante: cerâmica.
A
- 160
Cotas

T2 2 - Terminal: latão estanhado.


B 230 360 420 3 - Parafuso de aperto: latão estanhado.
Número de Saias 4 6 12 4 - Condutor passante: latão estanhado.
Tensão Nominal (kV) 15,0 25,8 36,2 5 - Flange de fixação: aço oxidado.
160 6 - Junta inferior: borracha sintética.
Características Elétricas

Corrente Nominal (A)


Distância de Arco Externo 155 305 346 7 - Junta superior: borracha sintética.
Distância de Escoamento (mm) 280 450 680 8 - Arruela.
Tensão aplicada em frequencia 9 - Porca sextavada M12.
industrial, 1 minuto a seco e 10 -Parafuso cabeça sextavada M6x25-8.8: aço oxidado.
34 60 70
10 segundos sob chuva 11 - Parafuso cabeça redonda com fenda M5x15: latão
(kVeficaz) estanhado.
Tensão suportável de impulso 12 - Arruela de pressão B12: aço zincado.
110 150 13 - Mola: aço oxidado.
atmosférico (kVcrista)

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Desenho 12 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV - Dimensões

Dimensões
Tensão Nº de
Tipo C D E F ØG
Saias
(kV) (mm)
15 278 32 22 99 4
T1 110
24,2 410 6
80 26 105
36,2 T2 172 464 12
+5 +10
Tolerância ±2 ± 1,5 ±3
-2 -6

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Desenho 13 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV – Listas de
Peças

Posição 2 Posição 3

Notas:
I. Material: latão forjado de condutividade mínima igual a 25% IACS a 20°C.
II. Proteção superficial: estanhado com camada mínima de 8 μm.
III. Rosca métrica conforme normas ABNT aplicáveis (ver seção 2 - Referências).
IV. Tolerâncias: conforme a ABNT-NBR 8999 e/ou DIN 7168. Em dimensões sem
indicação de tolerância, admitir ± 1%.
V. Notas válidas para posições 2, 3 e 4.
VI. O terminal deve ser capaz de acomodar cabos de seções nominais até 50 mm2,
inclusive.

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Desenho 13 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV – Listas de
Peças

Posição 4

Posição 5

Notas:
I. Material: Aço carbono conforme ABNT NBR 6649 e ABNT NBR 6650;
II. Proteção superficial: Oxidado;
III. Rosca métrica conforme normas ABNT aplicáveis.

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Desenho 13 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV – Listas de
Peças
Posição 6 e 7

Nota:
I. Material: Borracha sintética dureza 65 ± 5 Shore A.

Posição 8

Nota:
I. Material: Papelão hidráulico conforme ABNT NBR 5894.

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Desenho 13 - Bucha de Média Tensão 15, 24,2 e 36,2 kV – Listas de
Peças

Posição 13

Notas:
I. Material: Aço ABNT-1090.
II. Proteção superficial: Oxidado.
III. Número de espiras: 131.

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Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV

160 A 400 A 800 A


Bucha1,3 kV Lista de peças e respectivos materiais:
T2 T2 T3
A 96 140 216
1 - Porca sextavada T2-M10 (160), T2-M16 (400), T3-
B 79 95 130
Cotas

M24 (800): latão estanhado.


ØC 14
2 - Arruela lisa: latão estanhado.
ØD 34 49 68
3 - Arruela: papelão hidráulico.
Tensão Nominal (kV) 1,3
4 - Corpo isolante interno: cerâmica.
Corrente Nominal (A) 160 400 800
5 - Arruela: papelão hidráulico.
Distância de Arco Externo 47 60 81
6 - Junta inferior: borracha sintética.
Distância de Escoamento (mm) 50 65 87
7 - Corpo isolante externo: cerâmica.
Tensão aplicada em frequencia 8 - Condutor passante: cobre eletrolítico.
industrial, 1 minuto a seco e 10 9 - Junta superior: borracha sintética.
10 segundos sob chuva 10 - Arruela de pressão B12.
Tensão suportável de impulso 11 -Porca sextavada M12: latão estanhado.
30
atmosférico (kVcrista)

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Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – Lista de Peças

Posição 2 Posição 3
Bucha Cota Bucha Cota
(kV - A) A B C (kV - A) A B C
1,3 - 160 21,0 10,5 2,0 1,3 - 160 21,0 10,5 2,0
1,3 - 400 30,0 17,0 3,0 1,3 - 400 30,0 17,0 3,0
1,3 - 800 44,0 25,0 4,0 1,3 - 800 44,0 25,0 4,0

Tolerância ± 0,3 + 0,2 ± 0,25

Notas:
I. Material – Posição 2: Latão.
II. Material – Posição 3: Papelão hidráulico conforme ABNT NBR 5894.

Posição 4

Bucha Cota
(kV - A) A B C D E F G H
1,3 - 160 5,0 12,0 1º 51,0 38,0
29,0 41,0 12,0
1,3 - 400 18,0 74,0 56,0
10,0 3º
1,3 - 800 41,0 58,0 16,0 27,0 95,0 72,0
Tolerância
+1 Ver Nota 1

Notas:
I. Em medidas sem indicação de tolerâncias, usar conforme DIN 7168
(tolerâncias grossas).
II. Material: cerâmica não vitrificada.
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Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – Lista de Peças

Posição 5 Posição 6
Bucha Cota
(kV - A) A B C
1,3 - 160 54,0 33,0
1,3 - 400 77,0 48,0 1,6
1,3 - 800 98,0 63,0

Tolerância ± 2,0 + 0,3 ± 0,25

Notas:
I. Material – Posição 5: Papelão hidráulico conforme ABNT NBR 5894.
II. Material – Posição 6: Borracha sintética com dureza 65 ± 5 Shore A.

Posição 8

Bucha Cota
(kV - A) A B C D
1,3 - 160 140,0 45,0 10,0 10,0
1,3 - 400 175,0 60,0 15,0 16,0
1,3 - 800 235,0 90,0 20,0 24,0

Tolerância ± 2,0 ± 0,5 + 0,2 -

Notas:
I. Cobre eletrolítico mínimo de 99%.
II. Rosca métrica conforme normas ABNT aplicáveis.

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Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – Lista de Peças

Posição 9

Bucha Cota
(kV - A) A B C D
1,3 - 160 24,0 30,0 10,0
1,3 - 400 26,0 42,0 4,0 16,0
1,3 - 800 47,0 55,0 24,0

Tolerância ± 0,2 ± 0,3 ± 0,1 + 0,2

Notas:
I. Material: Borracha sintética com dureza de 65 ± 5 Shore A.

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82
Desenho 14 - Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – Lista de Peças

Posição 7
Bucha Cota
(kV - A) A B C D E F G H J L M N P Q
1,3 - 160 74 32 11 38 35 49 27 33 24 13
23 8 6 6
1,3 - 400 88 43 14 51 48 65 38 48 35 19
1,3 - 800 116 31 59 16 10 67 86 52 10 10 67 45 29 8
Ver Nota Ver Nota
Tolerância -1 Ver Nota 1 -1 -1 Ver Nota 1 -1 1
1 1

Notas:
I. Em medidas sem indicação de tolerâncias: usar conforme DIN 7168;
II. Material: cerâmica vitrificada.

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Desenho 15 – Terminal da Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – T2

Dimensões
Terminal T2
A B C D E F G H I J L M N
1,3 / 160 50,0 20,0 30,0 74,5 15,0 5,0 20,0 10,0 12,0 6,0 25,0 M10 35,0
1,3 / 400 81,0 31,0 50,0 94,5 25,0 6,0 24,0 15,0 18,0 8,0 37,0 M16 48,0

Notas:
I. Material: Latão forjado;
II. Condutividade: mínimo 25% IACS a 20ºC;
III. Proteção superficial: estanhado com camada mínima de 8 µm;
IV. Rosca métrica, conforme ABNT NBR 6161;
V. Tolerâncias: em medidas sem indicação de tolerância, admitir ±1%.

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84
Desenho 16 – Terminal da Bucha de Baixa Tensão 1,3 kV – T3

Notas:
I. Material: Latão forjado;
II. Condutividade: mínimo 25% IACS a 20ºC;
III. Proteção superficial: estanhado com camada mínima de 8 µm;
IV. Rosca métrica, conforme ABNT NBR 6161;
V. Tolerâncias: em medidas sem indicação de tolerância, admitir ±1%.

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85
Desenho 17 – Embalagem

Detalhe da base da embalagem para transformadores

Notas:
I. A espessura mínima das réguas utilizadas deve ser de 25 mm.
II. O Reforço central, para os transformadores acima de 250 kg.

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86
Desenho 17 – Embalagem (Continuação)

Detalhe da base da embalagem para transformadores até 300 kVA

Dimensões:

A = Comprimento do transformador + 50 mm
B = Largura do transformador + 50 mm
C = Altura do transformador + 25 mm
D = Distância entre a base e o centro da alça de poste inferior do transformador
e = Distâncias entre as alças de poste inferior e superior do transformador
F = Distância entre a alça de poste e o tanque + 30 mm
G = Largura da alça de poste + 200 mm

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87
Desenho 18 - Dispositivo da Codificação a ser Pintado no
Transformador

Notas:
I. O tipo de transformador será identificado da seguinte forma:
a) Transformadores com perdas capitalizadas TR-PC.
b) Transformadores com núcleo amorfo TR-NA.
c) Transformadores com corrente de excitação reduzida TR-ER.
II. O fabricante optando pelo exemplo 3, as informações da tampa e do fundo,
deve ser coincidente e, obrigatórias nos dois locais. Porém na tampa dispensa-
se a sigla concessionária. Também neste caso será gravado o tipo de
transformador informado conforme nota 01.
III. Altura da letra será compatível com o espaço disponível do fabricante. Não
podendo ser inferior a 20 mm.
IV. A identificação do número patrimonial será fornecida pela concessionaria.
V. Medidas em Milímetros.
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88
Desenho 19 - Dispositivo para Fixação de para Raios em
Transformadores Monofásicos

Notas:
I. Parafuso de cabeça abaulada, pescoço quadrado, aço carbono, classe 3.6,
proteção superficial zincagem por imersão a quente.
II. Arruelas de estrias e pressão com porcas quadradas ou sextavadas.
III. Suporte para fixação de para-raios.

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89
Desenho 20 - Dispositivo para Fixação de para Raios em
transformadores Trifásicos

Notas:
I. Parafuso de cabeça abaulada, pescoço quadrado, aço carbono, classe 3.6,
proteção superficial zincagem por imersão a quente.
II. Arruelas de estrias e pressão com porcas quadradas ou sextavadas.
III. Suporte para fixação de para-raios.

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90
Desenho 21 - Parafuso de Cabeça Sextavada – M12x40

Notas:
I. Material: Latão forjado com proteção superficial de estanho com camada de
8 µm ou aço inox.
II. Condutividade: Mínimo 25% IACC 25°C.
III. Rosca completa no pino tipo M12.
IV. Medidas em mm.

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Desenho 22 - Identificação de Transformador com Enrolamentos de
Alumínio

Desenho 23 - Identificação de Transformador com Enrolamentos de


Metal Amorfo

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Desenho 24 - Identificação de Transformador Monofásico – Projetado
com Corrente de Excitação Reduzida

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93
Desenho 25 - Etiqueta Nacional de Conservação de Energia de
Transformadores de Distribuição Em Líquido Isolante – Formato e
Padronização

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