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Podemos referir-nos a diversos sentidos, a saber:

a)- Direito Subjectivo

O direito é perspectivado de acordo com os interesses das pessoas, dos sujeitos,


significando poder ou faculdade (conferida pelo direito objectivo)

Assim, alguém pode morar na casa que arrendou, tem o direito de morar nessa casa.
Neste caso, o direito objectivo reconhece-lhe o direito de lá morar, ao mesmo tempo que
proíbe os outros de o impedirem que exerça esse direito.

Consequentemente, podemos referir que o direito subjectivo se traduz numa situação de


vantagem, estando os outros proibidos de estorvar ou impedir que o titular deste ou
daquele direito subjectivo o goze.

b)- Direitos aduaneiros, Direitos Reais, Ciência do Direito; Doutrina e Jurisprudência

O termo “direito” também se utiliza para definir institutos jurídicos:

direitos aduaneiros – direitos pagos pelas mercadorias nas fronteiras ou aduanas;


direitos reais – direitos das coisas ou sobre as coisas; direitos sucessórios – reguladores
das sucessões e/ou heranças;

==
O Direito e a Justiça. O problema da lei injusta. == Na prevenção ou resolução dos
conflitos de interesses, emergente na vida social, o Direito deve nortear-se pelo valor da
Justiça, a vontade perpétua de dar a cada um o que é seu, fixando os critérios de
repartição dos bens sociais.

Mas o Direito prossegue outros valores que não só o da Justiça, mormente, o valor da
paz social, da segurança e da certeza jurídica, o que pode gerar leis injustas em função
do valor único da justiça.

Por exemplo:

- o valor da paz social pode determinar a declaração de estado de sítio, derrogando


várias liberdades (de trânsito, de associação) - o valor da segurança jurídica gerou leis
sobre a prescrição de direitos – os comerciantes devem reclamar o preço das coisa que
vendem dentro de determinado tempo – 6 meses – sob pena de os seus direitos
prescreverem, e se eternizarem situações de dívida, com a dúvidas e incertezas a elas
inerentes. Neste caso, podem ter que tolerar-se certas injustiças (quanto aos
comerciantes) para evitar injustiças maiores (J. Rawls).

Direito, Estado e sociedade. As modernas teorias sobre a intervenção do Estado na


sociedade.
Porque ubi societas ibi ius, existirão tantos direitos objectivos quantas forem as
sociedades.

A forma de sociedade mais importante é o Estado: sociedade politicamente organizada,


fixada em certo território privativo, com soberania e independência.

Cada Estado tem o seu direito.

Sendo o Estado a forma de sociedade mais importante, o direito estadual é a forma de


direito mais importante, mas não a única.

Com efeito, dentro dos Estados existem outras sociedades, como por exemplo a Ordem
dos Advogados, os clubes desportivos, os partidos políticos, que se regem por leis
próprias, os estatutos, mas conformes às leis gerais dos respectivos países.

Outras sociedades não se inserem neste ou naquele Estado, regendo-se por ordens
jurídicas autónomas: a Igreja rege-se pelo Direito Canónico e a sociedade internacional
pelo Direito Internacional Público.

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