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PONTÍFICIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO

CURSO DE DESENHO TÉCNICO USANDO O AUTOCAD 14

CAPÍTULO 4

PRIMEIRO PERÍODO

AUTORES: Osíris Canciglieri Junior


Tiago Francesconi
SUMÁRIO

CAPÍTULO 4 ................................................................................................................................................................ 104


4.1 NORMAS E CONVENÇÕES........................................................................................................... 104
4.1.1 FORMATO DO PAPEL .......................................................................................................................... 104
4.1.2 LEGENDA .............................................................................................................................................. 105
4.1.3 LINHAS................................................................................................................................................... 105
4.1.4 ESCALA .................................................................................................................................................. 107
4.1.5 VISTAS.................................................................................................................................................... 108
4.1.6 CORTES E SEÇÕES ............................................................................................................................... 111
4.1.7 COTAS .................................................................................................................................................... 118
4.1.8 ENGRENAGENS..................................................................................................................................... 120
4.1.9 ESTADOS DE SUPERFÍCIES ................................................................................................................ 121
4.2 COMANDO BLOCK......................................................................................................................... 123
4.1.2 CRIAÇÃO DE UM BLOCO .................................................................................................................... 124
4.3 COMANDO INSERT........................................................................................................................ 125
4.4 COMANDO WBLOCK ..................................................................................................................... 127
4.5 COMANDO DIVIDE ......................................................................................................................... 127
4.6 COMANDO OFFSET....................................................................................................................... 128
4.7 COMANDO EXPLODE .................................................................................................................... 129
4.8 COMANDO CHANGE...................................................................................................................... 130
4.9 COMANDO LAYER ......................................................................................................................... 130
4.10 COMANDO LINETYPE.................................................................................................................... 135
4.11 COMANDO TEXT............................................................................................................................ 136
4.12 COMANDO HATCH......................................................................................................................... 143
4.13 DIMENSION .................................................................................................................................... 145
4.14 COMANDO DDIM............................................................................................................................ 149
4.15 EXERCÍCIO ..................................................................................................................................... 151
4.15.1 EXERCÍCIO 1.............................................................................................................................................. 151
4.15.2 EXERCÍCIO 2.............................................................................................................................................. 151

I
CAPÍTULO 4

4.1 NORMAS E CONVENÇÕES

4.1.1 FORMATO DO PAPEL

Segundo as normas NBR 8402 (Execução de caracteres para escrita em desenhos


técnicos Procedimento) e NBR 8403 (Aplicação de linhas em desenhos - Tipos de linhas -
Larguras das linhas – Procedimento) o original deve ser executado em menor formato possível,
desde que não prejudique a sua clareza. A escolha do formato no tamanho original e sua
reprodução são feitas nas series mostradas abaixo:

DESIGNAÇÃO DIMENSÕES A B M N

A0 841 X 1189 1189 841 10 25

A1 594 X 841 841 594 10 25

A2 420 X 594 594 420 10 25

A3 297 X 420 420 297 10 25

A4 210 X 297 210 297 5 25

As folhas de desenho podem ser utilizadas tanto na posição horizontal com na vertical.
Abaixo estão as cotas da folha, os respectivos valores desta cotas estão na tabela acima.

N M

Figura 4. 1 Exemplificação das linhas internas da folha

104
Sendo necessário formato fora dos padrões estabelecidos acima, recomenda-se a
escolha dos formatos de tal forma que a largura ou o comprimento corresponda ao múltiplo ou
submúltiplo do formato padrão.

4.1.2 LEGENDA

A disposição da legenda deve estar dentro do quadro para o desenho de tal forma que
para efeitos didáticos contenha o nome da instituição, nome do aluno, nome do desenho,
escala, unidade e data e outras informações complementares. Deve estar sempre situada no
canto inferior direito tanto nas folhas posicionadas horizontalmente como verticalmente.

Figura 4. 2 Legenda conforme padrão ISO

Cotas e tamanhos:

Figura 4. 3 Cotas e fontes da legenda

4.1.3 LINHAS

O objetivo desta norma é fixar os tipos e o escalonamento de larguras de linhas para


uso em desenho técnico e documentos semelhantes.

105
LINHAS DENOMINAÇÕES APLICAÇÕES

A Contínua larga A1 contornos visíveis

A2 arestas visíveis

B Continua estreita B1 linha de interseção imaginaria

B2 linhas de cotas

B3 linhas auxiliares

B4 linhas de chamadas

B5 hachuras

B6 contornos de seções rebatidas


na própria vista

B7 linhas de centro curtas

C Contínua estreita a C1 limites de vistas ou corte


mão livre parciais ou interrompidas se o
limite não coincidir com linhas
D traço e ponto
Contínua estreita em
D1 esta linha destina-se a
ziguezague
desenhos confeccionados por
máquinas

E Tracejada larga E1 contornos não visíveis

E2 arestas não visíveis

F Tracejada estreita F1 contornos não visíveis

F2 arestas não visíveis

G Traço e ponto estreita G1 linhas de centro

G2 linhas de simetrias

G3 trajetória

H Traço e ponto estreita , H1 planos de cortes


larga nas extremidades
e na mudança de
direção

106
J Traço e ponto larga J1 indicação das linhas ou
superfícies com indicação
especial

K Traço dois pontos K1 contornos de peças


estreita adjacentes

K2 posição limite de peças


móveis

K3 linhas de centro de gravidade

K4 cantos antes da conformação

K5 detalhes situados antes do


plano de corte

4.1.4 ESCALA

Segundo a norma NBR 8196 as escalas têm como objetivo fixar as condições exigíveis
para o emprego das mesmas e suas designações em desenhos técnicos. A escala do desenho
deve, obrigatoriamente, ser indicada na legenda. Constatando na mesma folha desenhos em
escalas diferentes, estas devem ser indicadas tanto na legenda como junto aos desenhos a
que correspondem. A designação completa de uma escala deve consistir na palavra escala,
seguido da indicação da relação. Exemplo:

• Escala 1:1, para escala natural;

• Escala x: 1, para escala de ampliação (x > 1)

• Escala 1: x, para escala de redução (x < 1)


A escala a ser escolhida para um desenho depende da complexidade do objeto ou
elemento a ser representado e da finalidade da representação. Em todos os casos, a
escala selecionada deve ser suficiente para permitir uma interpretação fácil e clara do
desenho representado.

ESCALAS PARA ESCALAS PARA


REDUÇÃO AMPLIAÇÃO

1:2 2:1

1:5 5:1

107
1:10 10:1

4.1.5 VISTAS

O objetivo das normas NBR 8402 (Execução de caracteres para escrita em desenho),
NBR 8403 (Aplicação de linhas em desenho em desenho técnico) e NBR 12298
(Representação de área de corte por meio de uma hachura em desenho técnico) é fixar os
princípios gerais de representação a serem aplicados em todos os desenhos técnicos no
método de projeção ortográfica.

Figura 4. 4 Perspectivas da três principais vistas terceiro diedro

Fixando a vista frontal A, as posições relativas das outras vistas são:

B vista superior

C vista esquerda

D vista direita

E vista inferior

108
F vista posterior

As vistas estão representadas abaixo:

D A C F

Figura 4. 5 Vistas do primeiro diedro

4.1.5.1 ESCOLHA DAS VISTAS

A vista mais importante de um objeto deve ser utilizada como vista frontal ou principal.
Geralmente, esta vista representa o objeto na posição de utilização. Os objetos, onde esta
posição não é caracterizada, são representados na posição de fabricação ou de montagem.

Quando outras vistas forem necessárias, inclusive cortes ou seções, elas devem ser
selecionadas conforme os seguintes critérios

• limitar ao máximo o número de vistas;

• evitar repetição de detalhes;

• evitar linhas tracejadas desnecessárias

109
4.1.5.2 VISTAS ESPECIAIS

Se a direção de observação do objeto a ser desenhado não permite aplicar o método


descrito acima, deve-se utilizar setas de referência. Exemplo:

A (5:1)

Figura 4. 6 Vistas especiais

4.1.5.3 VISTAS PARCIAIS

São utilizadas quando não há necessidade de vista completa.

A vista parcial deve ser delimitada pela linha continua estreita traçada a mão livre (tipo
C) ou em ziguezague como mostra a figura acima.

110
4.1.5.4 VISTAS LOCALIZADAS

São utilizadas quando se necessita realçar somente um detalhe do objeto. São


desenhadas no 3° diedro (vista frontal, superior e lateral direita). As vistas localizadas devem
ser desenhadas como linhas continuas larga (tipo A) e são unidas à vista principal ou frontal
pela linha traço e ponto (tipo G). Exemplo:

Figura 4. 7 Vistas localizadas

4.1.6 CORTES E SEÇÕES

4.1.6.1 HACHURAS

As hachuras servem para evidenciar as áreas de cortes. Conforme a norma NBR


12298 e NBR 8403 são utilizados traços estreitos inclinados a 45° em relação às linhas
principais do contorno ou eixos de simetria. Exemplos:

Figura 4. 8 Hachuras

111
O detalhe desenhado separadamente de sua vista deve ser hachurado na mesma
direção. Nos desenhos de conjunto, as peças adjacentes devem ser hachuradas em direções
ou espaçamentos diferentes. Exemplo:

Figura 4. 8 Hachuras

O espaçamento entre as linhas das hachuras será determinado em função do tamanho


da superfície a ser hachurada. Sendo a área da hachura muito grande, pode-se limitar o
hachurado a vizinhança do contorno, deixando a parte central em branco.

As hachuras podem ser utilizadas para indicar o tipo de material. O significado dessas
hachuras é definido em normas específicas.

Tipos de hachuras:

Hachuras Material

Elastómeros, vidros cerâmicos e rochas;

Concreto;

Liquido;

Madeira

112
Terra

4.1.6.2 GENERALIDADES SOBRE CORTES

A disposição dos cortes segue a mesma disposição das vistas. Quando a localização
de um plano de corte for simples e clara, não há necessidade de indicar sua posição ou
identificação.

Quando a localização não for clara, ou quando for necessário distinguir entre vários
planos de corte, a posição do plano de corte deve ser indicada por meio de linha estreita traço
ponto, larga nas extremidades e na mudança de direção. O plano de corte deve ser identificado
por letra maiúscula e o sentido de observação por meio de setas.

Geralmente a designação do corte é feita próxima do mesmo. Nos cortes no sentido


longitudinal, não são hachurados:

• Dentes de engrenagens;

• Parafusos;

• Porcas;

• Eixos;

• Raios de roda;

• Nervuras;

• Pinos;

• Arruelas;

• Contrapinos;

• Rebites;

• Chavetas;

• Volantes;

• Manípulos.

Exemplos:

113
Corte AA

A A

Figura 4. 9 Exemplos de corte

A designação do corte é feita logo abaixo do corte, da seguinte maneira: Corte AA,
Corte BB , etc. Nervuras, dentes de engrenagem, parafusos,rebites, eixos, raios de rodas, etc
não são representados como cortados em sentido longitudinal e, portanto, não são hachurados

4.1.6.3 PLANOS DE CORTE

O objeto é cortado em toda sua extensão por um ou mais planos de corte dependendo
de sua forma particular.

• Corte em dois planos paralelos:

114
A
A

Corte AA
Figura 4. 10 Exemplo de corte por dois planos paralelos

• Corte por três planos sucessivos

Corte AA

A
Figura 4. 11 Exemplo de corte por três planos sucessivos

• Corte por dois planos concorrentes

115
A

Corte AA

Figura 4. 12 Exemplo de corte por dois planos concorrentes

4.1.6.4 MEIO CORTE

Apenas a metade do objeto é cortada, permanecendo a outra metade em vista externa.


Este tipo de corte é peculiar aos objetos simétricos. Nos meios-cortes onde a linha de simetria
é horizontal, o corte é representado na parte inferior. Exemplos:

Figura 4. 13 Exemplos de meio corte

4.1.6.5 CORTES PARCIAIS

Apenas uma parte do objeto é cortada para focalizar um detalhe , delimitando-se por
uma linha continua estreita à mão livre (tipo C) ou por uma linha estreita ziguezague (tipo D).

116
Figura 4. 14 Exemplos de corte parcial

4.1.6.6 SECÕES SUCESSIVAS

Seções sucessivas podem ser representadas como nos exemplos mostrados abaixo:

B
C D
A

A D Seção AA Seção DD
C Seção CC
B Seção BB

Figura 4. 15 Exemplo de seções sucessivas

117
4.1.7 COTAS

Segundo as normas NBR 8402, NBR 8403 e NBR 10067 (Princípios gerais de
representação em desenho técnico – Vistas e cortes) objetivo desta é fixar os princípios gerais
de cotagem a serem aplicados em todos os desenhos técnicos.

Cotagem é a representação gráfica no desenho da característica do elemento, através


de linhas, símbolos, notas e valores numéricos numa unidade de medida.

Tipos de cotas:

• Funcional Essencial para a função do desenho;

• Não funcional Não essencial para o funcionamento do objeto;

• Auxiliar Dada somente para informação;

• Elemento Informa uma das partes qualquer de uma objeto, tal como superfícies
planas, superfície cilíndrica, um ressalto etc.

Aplicações:

1. Toda cotagem necessária para descrever uma peça ou componente , clara e


completamente, deve ser representada diretamente no desenho;

2. A cotagem deve ser localizada na vista ou corte que represente mais claramente o
elemento;

3. Desenhos de detalhes devem usar a mesma unidade para todas as cotas;

4. Cotar somente o necessário para descrever o objeto ou o produto acabado. Nenhum


elemento do objeto ou produto acabado deve ser definido por mais de uma
cota.Exceções podem ser feitas:

• Onde for necessário a cotagem de um estagio intermediário da produção como


por exemplo tamanho do elemento antes do acabamento;

• Onde a adição de uma cota auxiliar (tipo de cota dada somente para
informações) for vantajosa.

5. A cotagem funcional (cotagem numérica) deve ser escrita diretamente do desenho

4.1.7.1 MÉTODOS DE EXECUÇÃO

4.1.7.1.1 ELEMENTOS DE COTAGEM

Incluem a linha auxiliar, linha de cota, limite da linha e a cota. Os vários elementos da
cotagem são mostrados nas figuras abaixo:

118
Linha auxiliar

Cotas
Linhas de cota
Limite da linha de cota

Figura 4. 16 Elementos de cotagem

4.1.7.1.2 LINHAS AUXILIARES E COTAS

As linhas auxiliares devem ser estreitas continuas e prolongadas ligeiramente além da


respectiva linha de cota. Um pequeno espaço deve ser deixado entre a linha de contorno e a
linha auxiliar. As linhas auxiliares sempre devem ser perpendiculares ao elemento
dimensionado, porem se necessário pode obliquamente em um angulo de 60 graus. Sempre
que possível as linhas auxiliares nunca devem cruzar com outras linhas, caso isto ocorra, as
não devem ser interrompidas no ponto de cruzamento A linha de cota nunca deve ser
interrompida, mesmo que o elemento o seja.

4.1.7.1.3 APRESENTAÇÃO DA COTAGEM

As cotas devem ser apresentadas em desenho em caracteres com tamanho suficiente


para garantir completa legibilidade. As cotas devem ser localizadas de tal modo que elas não
sejam cortadas ou separadas por qualquer outra linha (conforme NBR 8402).

4.1.7.2 DISPOSIÇAÕ E REPRESENTAÇÃO DA COTAGEM

A disposição da cota no desenho deve indicar claramente a finalidade do uso.


Freqüentemente é resultado da combinação de varias finalidades.

4.1.7.2.1 COTAGEM EM CADEIA

119
Deve ser utilizada somente quando o possível acúmulo de tolerâncias não
comprometer a necessidade funcional da partes. Exemplo:

Figura 4. 17 Cotagem em cadeia

4.1.7.2.2 COTAGEM POR ELEMENTO DE REFERÊNCIA

Este método de cotagem é usado onde o número de cotas de mesma direção se


relaciona a um elemento de referência. Exemplo:

Figura 4. 18 Cotagem por elemento de referência

4.1.8 ENGRENAGENS

O objetivo das normas NBR6174 (Definições gerais de engrenagens –Terminologia) e


NBR 8403 (Aplicação de linhas em desenhos -Tipos de linha - Largura das linhas –

120
Procedimento), são fixar condições exigíveis para representação gráfica de engrenagem em
desenho técnico.
Como principio fundamental uma engrenagem é representada como uma peça sólida
sem dentes indicando-se apenas o diâmetro primitivo como uma linha traço e pontos estreitos
conforme a norma NBR 8403.

Figura 4. 19 Representação de engrenagens

4.1.9 ESTADOS DE SUPERFÍCIES

Segundo as normas NBR 6405 (Rugosidade das superfícies) e NBR 8402 os objetivos
desta é fixar os símbolos e indicações complementares para a identificação do estado de
superfície em desenho técnico.

O símbolo básico é constituído por duas linhas de comprimento desigual, e inclinadas


60 graus com relação ao traço que representa a superfície considerada como o eixo x. Este
símbolo não tem significado isoladamente.

Figura 4. 20 Símbolo básico 1

Quando a remoção de material é exigida, adiciona-se ao símbolo básico um traço.

Figura 4. 21 Remoção de material permitida

121
Quando a remoção de material não é permitida, adiciona-se ao símbolo básico um
circulo.

Figura 4. 22 Remoção de material não permitida

Se for necessária a indicação de características especiais do estado de superfície, à


linha mais comprida do símbolo básico deve ser acrescentado um traço horizontal na
extremidade superior.

Figura 4. 23 Indicações das características especiais do estado de superfície

4.1.9.1 DISPOSIÇÃO DAS INDICAÇÕES DO ESTADO DE SUPERFÍCIES NO SÍMBOLO

Cada uma das indicações do estado de superfícies dispõe-se em relação ao símbolo.

b
a c(f)
e d

Figura 4. 24 Indicação do estado de superfície no símbolo

Onde:

• a Valor da rugosidade Ra, em µm, ou classe de rugosidade com valores


tabelados;

• b Método de fabricação, tratamento ou revestimento;

• c Comprimento de amostra, em mm;

• d Direção de estrias

• e Sobremetal para usinagem, em mm;

122
• f Outros parâmetros de rugosidade.

4.1.9.2 INDICAÇÃO DO SÍMBOLO NO DESENHO

Os símbolos e inscrições devem estar orientados de maneira que possam ser lidos
tanto com o desenho na posição normal como pelo lado direito. Exemplo:

6.3
6.3

Figura 4. 25 Indicação do símbolo no desenho

Se necessário o símbolo pode ser interligado com a superfície por meio de uma linha
de indicação. A linha de indicação deve ser provida com uma seta na extremidade junto a
superfície. Os vértices do símbolo ou da seta devem tocar pelo lado externo, o contorno da
peça ou uma linha de extensão como prolongamento do contorno.

6.3

10

6.3

Figura 4. 26 Indicação de símbolo interligado no desenho

4.2 COMANDO BLOCK

O comando Block pode ser usado para a construção de uma biblioteca de símbolos
(objetos). Com este comando figuras ou pedaços de figuras podem ser arquivadas como
blocos, e depois podem ser inseridas em outras figuras.

123
4.1.2 CRIAÇÃO DE UM BLOCO

Desenhe uma figura qualquer e então digite block ou selecione o ícone

Exemplos:

Command : [Block] <enter>


Block name (or ?): [Ex1] “De um nome ao bloco” <enter>
Insertion basepoint : [P1] “Escolha um ponto de referência do bloco”
Select objects: [W] <Selecione os objetos a entrar no bloco>
Select objects :

Para fazer o objeto reaparecer é só dar o comando oops.

A Figura criada esta agora gravada na memória, e pode ser reincidida em outro lugar.

P2

P1
P3
A figura esta sendo insirida no bloco.

Selecionando o ícone , uma nova janela será habilitada, esta janela também
permite a criação de um bloco.

124
Figura 4. 27 Interação com o comando block

4.3 COMANDO INSERT

O comando insert permite a inserção de blocos já definidos no desenho, gerando uma


cópia do bloco.

Exemplos:

Digite o comando insert na linha de comando:

Command : [Insert] <enter>


Block name (or ?) : [Ex1] “Digite o nome do bloco já criado” <enter>
Insertion point : [P1] <Escolha a posição de inserção do bloco>

Agora vai ser pedido a escala em X e Y, isto e, se o usuário quiser diminuir ou não o
tamanho da figura do bloco. Escala "1" mantém o tamanho original.

X scale factor / Corner / XYZ : [0.5] <enter>


Y scale factor: [0.5] <enter>

Agora vai ser solicitado o ângulo de giro no sentido horário da figura do bloco.

Rotation Angle: [45] <enter>

125
Figura insirida com metade de seu
tamanho original a um angulo de 45
graus

Ponto de base

Figura 4. 28 Interação com o comando insert

Selecione o ícone

Figura 4. 29 Interação com o comando insert

126
4.4 COMANDO WBLOCK

Este comando permite a transformação de um bloco em um arquivo de desenho. A


interação com este comando é:

Command : [Wblock] <enter>


File name: “Digite o nome do arquivo” <enter>
Block name: “Digite o nome do bloco que será transformado em arquivo” <enter>
Command:

4.5 COMANDO DIVIDE

Este comando permite a divisão de entidades tais como: linhas, arcos, círculos e
polylines em segmentos eqüidistantes. A identificação é feita com pontos ou blocos. Um
segmento pode ser dividido de 2 a 32767 partes.

Exemplo:

Desenhe primeiro uma linha qualquer.


Desenhe uma figura para ser inserida como bloco (no exemplo é o circulo).

Command: [divide] <enter>


Select object to divide: <Selecione objeto a ser dividido P1>
<Number of segments>/Block: [B] “Digite “B” para ter acesso aos blocos” <enter>
Block name to insert: [bola] “Digite o nome do bloco” <enter>
Align block with object? <Y> [Y] “Digite “Y” para aliar o bloco ao objeto” <enter>
Number of segments: [5] “Digite a quantidade de segmentos de reta” <enter>
Command:

Bloco criado

Antes Depois
Figura 4. 30 Interação com o comando divide

127
4.6 COMANDO OFFSET

O comando Offset permite a geração de cópias paralelas a entidades existentes, com


uma distância pré-estabelecida.

Exemplos:

Desenhe uma elipse qualquer

Command : [Offset] <enter>


Offset distance or through: [T] “Valor da distância obtido pelo mouse”
Select object to offset: [P1] “clique com o mouse”
Through point: [P2] “clique com o mouse”
Command:

P2

P1 P1

Antes Depois

Figura 4. 31 Interação com o comando offset

O ponto P2 foi achado com o mouse, mas à distância entre as duas elipses poderia ter
sido digitada. Isto é feito digitando-se à distância em vez de optar pelo THROUGH (T).

Command: [offset] <enter>


Offset distance or Through <35.0000>: [35.0] “Digite a distância da paralela” <enter>
Select object to offset: <Selecione o ponto P1>
Side to offset? <Escolha o lado da paralela>

Command:

128
P1 P1

Antes Depois

Figura 4. 32 Interação com o comando offset

4.7 COMANDO EXPLODE

É um comando utilizado para separar uma entidade em várias partes constituintes. O


comando Explode (explodir / separar) do AutoCAD é utilizado com esse propósito. O nome do
comando é enganoso - os componentes não ficam separados ou explodidos no sentido usual
da palavra (como num desenho explodido muito utilizado em equipamentos mecânicos). Na
verdade, após ser dado um comando Explode, aparentemente não ocorrem mudanças. Em vez
disso, o comando Explode transforma as várias partes de uma entidade, em várias entidades
separadas.

Para aplicar o comando Explode, vamos pegar um desenho já transformado em uma só


entidade pelo comando Block. Digite o comando "List", mova o quadro de seleção para
qualquer aresta do desenho (com uma só entidade) e pressione o botão de seleção. O
desenho inteiro se torna pontilhado, para mostrar que se trata apenas de uma entidade.

Antes do explode Depois do explode

Na verdade como dito anteriormente, não acontece qualquer mudança aparente, mas
acabamos de explodir (segmentar) o desenho mostrado acima. Isso significa que o desenho foi
convertido em várias entidades. Para melhor verificação, forneça o comando "List” e selecione
qualquer parte do desenho. Como se pode perceber haverá somente uma única parte que se
torna pontilhada.

129
4.8 COMANDO CHANGE

O comando Change atua sobre entidades e ou suas propriedades. Este comando pode
ser acessado através do menu "Edit”. A interação com este comando é:

Command: [change] <enter>


Select objects: “Selecione o desenho”
Properties < change point >: [P] <enter>
Command:

Se for selecionado "Properties" ou simplesmente "P", surge a seguinte pergunta:

Change what property (Color/Elev/LAyer/LType/ltScale/Thickness) ?

No qual cada uma é explicada a seguir:

Color: Modifica a cor dos elementos selecionados.

Layer: Muda o nível de trabalho de entidades para outro nível.

ItScale: Muda a escala do objeto selecionado.

Ltype: Muda o tipo de linha das entidades selecionadas.

Thickness: Muda a espessura de entidades selecionadas.

Quando a resposta ao comando Change for change point, este produzirá uma série
de efeitos sobre a entidade escolhida. Ter-se-á sobre cada uma, um efeito diferente, conforme
descrito a seguir :

Linhas : O ponto final da linha é modificado até o novo ponto.

Círculos : Modifica o raio do círculo até o ponto especificado pelo usuário.

Textos : Pode-se alterar textos com o comando change.

4.9 COMANDO LAYER

Os níveis de trabalho são camadas transparentes e superiores e superpostas de um


desenho. Para uma melhor compreensão do significado de níveis de trabalho, faremos a
seguinte analogia :

130
Um desenho qualquer, traçado em papel transparente de forma que sua execução seja
dividida em partes e que cada parte seja executada numa folha separada. Para melhor
entendimento observe as figuras abaixo, onde se verifica a execução de um desenho em
partes, ou seja, em vários níveis.

Figura 4. 33 Interação com o comando layer, apenas o layer Cotas ativo

Figura 4. 34 Interação com o comando layer, apenas o layer Desenho ativo

131
Figura 4. 35 Interação com o comando layer, apenas o layer folha ativo

Após completar todas as folhas e sobrepô-las, teremos o desenho completo. Para


melhor entendimento observe a figura abaixo, onde se une os três níveis em um só, formando
assim o desenho completo.

Figura 4. 36 Interação com o comando layer, todos os layers ativos

132
Os níveis de trabalho do AUTOCAD são cada uma das folhas que compõem o
desenho. Os níveis de trabalho são gerenciados através do comando Layer.

Não existem limites para o número de níveis de trabalho. Todas as variáveis e


propriedades que atuam sobre um desenho, agem sobre todos os níveis da mesma forma.

Um nível de trabalho possui as seguintes propriedades :

- Nome;

- Visibilidade;

- Cores e tipos de linha;

- Nível ativo;

- Condições iniciais.

Nome: a todo o nível é associado um nome, que pode ser composto de até 31 caracteres
alfanuméricos.

Visibilidade: um nível de trabalho pode ser visível ou invisível. Só serão impressos os níveis
visíveis.

Cores e tipos de linhas: quando um nível de trabalho é gerado, é associada a ele a cor
branca e linha contínua, que são os padrões do AutoCAD. Pode-se associar a um nível de
trabalho linhas e cores diferentes. A identificação de cada uma das cores é feita por um número
inteiro de 1 a 255. As cores numeradas de 1 a 7 também podem ser identificadas por nomes,
como mostra a seguir :

1. Red

2. Yellow

3. Green

4. Cyan

5. Blue

6. Magenta

7. White

n. ...

133
Nível ativo: quando uma entidade é criada, necessariamente irá pertencer a um determinado
nível de trabalho. Nível de trabalho é aquele sobre o qual os novos elementos são desenhados.
O nome do nível ativo aparece na região superior esquerda da área gráfica do monitor.

Condições iniciais: quando um desenho novo é criado, necessariamente vai existir o nível de
trabalho "0”. O nível "0” assume a cor branca e linha contínua. Este nível não pode ter seu
nome alterado, nem pode ser apagado.

O comando Layer permite a criação de novos níveis de trabalho, mudança do nível


ativo, seleção de cores e tipos de linhas para os níveis, e possui o seguinte formato:

Command : [layer] <enter>

Figura 4. 37 Interação com o comando layer

134
A Nome do layer;

B ON/OFF Permite mudar a visibilidade dos níveis, tornando-o visíveis ou


invisíveis. A função “ON” torna-os visíveis e quando ativada e a função OFF torna-os invisíveis
quando ativada;

C FREEZE Congela os layer para que se tornem invisíveis e sejam ignorados


durante uma regeneração;

D LOCK Não permite a edição de entidades pertencentes ao layer escolhido;

E DELETE Apaga um layer;

F NEW Cria um novo layer;

G COLOR Permite mudar as cores dos layer;

H CURRENT Torna corrente o tipo de linha especificado.

4.10 COMANDO LINETYPE

Este comando permite criar , carregar e tornar corrente vários tipos de linha. Pode ser

acessado pela linha de comando digitando-se linetype ou pelo ícone

Figura 4. 38 Interação com o comando linetype

135
A CURRENT Torna corrente o tipo de linha escolhido;

B Tipos de linhas já carregados;

C LOAD Ao clicar neste botão uma nova janela será aberta, nesta janela será
possível carregar novas linhas:

D DELETE Apaga um tipo de linha.

4.11 COMANDO TEXT

O comando Text permite a colocação de textos num desenho. Este comando é ativado
digitando-se text na linha de comando :

Enxerir texto tendo como referência um ponto qualquer obtido pelo mouse:

Command: [text] <enter>


Justify/Style/<Start point>: “Escolha um ponto qualquer com o mouse”
Height <2.5000>: “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <0>: [30] “Defina o angulo de rotação das letras” <enter>
Text: [test] “Escreva o texto” <enter>
Command:

136
Enxerir texto tendo como referência um ponto inicial e final que indicaram a altura:

Command: [text] <enter>


Justify/Style/<Start point>: [J] <enter>
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [A] “Gera o texto a partir de
um ponto inicial e um ponto final, adequando a altura entre os pontos” <enter>
First text line point: “Ponto inicial P1”
Second text line point: “Ponto final P2”
Text: test “Digite o texto” <enter>
Command:

P2

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto inicial e final que indicaram a largura:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [F] “Gera um texto a partir da
indicação de um ponto inicial e final, ajustando a largura” <enter>
First text line point: “Ponto inicial P1”
Second text line point: “Ponto final P2”
Height <2.5000>: [2.5] “Define o tamanho da letra” <enter>

137
Text: [test] “Digite o texto” <enter>
Command:

P1 P2
Enxerir texto tendo como referência um ponto central:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [C] “Gera um texto centrado
em um ponto” <enter>
Center point: “Ponto central P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>
Command:

P1
Enxerir texto tendo como referência um ponto médio:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [M] “Gera um texto pelo
ponto médio em relação ao ponto indicado” <enter>
Middle point: “Ponto médio P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>
Command:

138
P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto à direita:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR:[R] “Gera um texto a partir de
um ponto à direita” <enter>
End point: “Ponto central P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

Command:

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto superior à esquerda:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [TL] “Gera um texto a partir
de um ponto superior à esquerda” <enter>
Top/Left point: “Ponto superior à direita P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

Command:

139
P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto central superior:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [TC] “Gera um texto a partir
de um ponto superior central” <enter>
Top/Center point: “Ponto superior central P1” <enter>
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

Command:

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto superior à direita:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: justify
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [TR] “Gera um texto a partir
de um ponto superior à direita” <enter>
Top/Right point: “Ponto superior à direita P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

140
Command:

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto médio à esquerda:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR:[ML] “Gera um texto pelo
ponto médio a partir de um ponto à direita indicado”<enter>
Middle/Left point: “Ponto médio à direita P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

Command:

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto médio central:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR:[MC] “Gera um texto pelo
ponto médio a partir de um ponto à central indicado” <enter>
Middle/Center point: “Ponto médio P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

141
Command:

P1

Enxerir texto tendo como referência um ponto médio à esquerda:

Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]
Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR: [MR] “Gera um texto pelo
ponto médio a partir de um ponto à esquerda indicado” <enter>
Middle/Left point: “Ponto médio à esquerda P1”
Height <2.5000>: [2.5] “Defina o tamanho da letra” <enter>
Rotation angle <180>: [0] “Defina angulo de rotação” <enter>
Text: [test] “Digite o texto” <enter>

Command:

P1

Obs: Outras opções:


Command: [text]<enter>
Justify/Style/<Start point>: [J]

Align/Fit/Center/Middle/Right/TL/TC/TR/ML/MC/MR/BL/BC/BR:

Com relação ao BL,BC e BR, suas linhas de comando são muito semelhantes ao
TL,TC e TR, já que um tem o ponto de referência superior e o outro inferior.

BL Bottom Left Inferior a esquerda

BC Bottom Center Inferior central

142
BR Bottom Right Inferior a direita

4.12 COMANDO HATCH

Este comando desenha hachuras através do preenchimento de uma região selecionada.

Este comando pode ativado selecionando o ícone ou digitando-se hatch na linha de


comando.

Figura 4. 39 Interação com o comando hatch

Selecionando o botão pattern, surgira uma nova tela que permite escolher e visualizar
os tipos de hachuras.

Figura 4. 40 Tipos de hachuras

143
Selecionando o botão advanced, surgira uma nova tela que permite alterar os estilos
da hachura.

Figura 4. 41 Interação com o comando hatch selecionando o botão advanced

Estilos:

Normal Hachura as entidades alternadas a partir da área ais externa.

Figura 4. 42 Exemplo de hachuras normal

Outer Hachuras a área mais externa de um grupo de entidades.

144
Figura 4. 43 Exemplo de hachura outer

Ignore Hachura todo o grupo de entidades selecionadas ignorando os limites internos.

Figura 4. 44 Exemplo de hachura ignore

4.13 DIMENSION

Permite o acesso ao sistema de cotagem do CAD.

Ø Linear Dimension

Gera cotas horizontais e verticais. Seleciona-se o ícone e os pontos finais da reta


que deseja-se cotar.

145
P1 P2 P1

P2
Figura 4. 45 Interação com o comando dimension por linear dimension

Ø Aligned

Gera cotas alinhadas. Seleciona-se o ícone e os pontos finais da reta que deseja-
se cotar.

P1

P2
Figura 4. 46 Interação com o comando dimension por aligned

Ø Baseline

Gera cotas sucessivas tendo como referencia um ponto. Após a confecção da cota de

maior distancia do lado que esta sendo cotado, seleciona-se o ícone e os pontos que
deseja-se cotar.

146
PR P1 P2

Figura 4. 47 Interação com o comando dimension por baseline

Ø Continue

Gera cotas continuas tendo como referência o ponto anterior. Após a confecção da

menor cota do lado que esta sendo cotado, seleciona-se o ícone e os pontos que deseja-
se cotar.

PR P1 P2

Figura 4. 48 Interação com o comando dimension por continuos

Ø Diameter

Gera cotas de diâmetro em círculos e arcos. Seleciona-se o ícone e o circulo que


deseja-se cotar.

Figura 4. 49 Interação com o comando dimension por diameter

147
Ø Radius

Gera cotas de raios em círculos e arcos. Seleciona-se o ícone e o circulo que


deseja-se cotar.

Figura 4. 50 Interação com o comando dimension por radius

Ø Center mark

Marca o centro de círculos e arcos. Seleciona-se o ícone e os círculos que deseja-


se marcar o centro.

Figura 4. 51 Interação com o comando dimension por center mark

Ø Angular

Gera cotas angulares. Seleciona-se o ícone e as retas que deseja-se saber o


ângulo.

Figura 4. 52 Interação com o comando dimension por angular

148
Ø Leader

Permite desenhar linhas livres, para cotas ou observações. Selecione-se o ícone e


o ponto onde deseja-se inserir uma observação ou uma cota.

Linha qualquer

Figura 4. 53 Interação com o comando dimension por leader

4.14 COMANDO DDIM

Este comando permite criar estilos de cotas, pode-se alterar tamanho de letras, formas
de cotas, tamanhos e distancias da estrutura de cota. O comando ddim pode ser acessado

selecionando o ícone ou digitando-se ddim na linha de comando.

Figura 4. 54 Interação com o comando ddim

149
Selecionando-se o botão geometry:

Figura 4. 55 Interação com o comando ddim por geometry

Selecionando o botão format

Figura 4. 56 Interação com o comando ddim por format

Selecionando-se o botão annotation:

150
Figura 4. 57 Interação com o comando ddim por annotation

4.15 EXERCÍCIO

4.15.1 EXERCÍCIO 1

Desenhe todas as folhas da serie A e a legenda, transformando-as em arquivos com a


utilização dos comandos block e wblock.

4.15.2 EXERCÍCIO 2

Represente figuras abaixo, nas três principais vista (vista frontal,superior,lateral). É


necessário que utilize para desenhar toda matéria de desenho técnicos estudada nesta
apostila, inclusive os tipos folhas e a legenda.

151
152
153
154
155
156