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Ventilador de Transporte

e Emergência
OXYMAG - VENTILADOR DE TRANSPORTE
E EMERGÊNCIA

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Responsável Legal: Tatsuo Suzuki


4

1 Histórico de Revisões

Elaborado por: Verificado por: Aprovado por:

Antonio Santos Vagner Virches Toru Miyagi Kinjo


Data( dd/mm/aaaa) Data (dd/mm/aaaa) Data (dd/mm/aaaa)

11/07/2016 12/07/2016 21 /07/2016

REV DESCRIÇÃO (dd/mm/aa)

01 Revisão Inicial 19/12/11


Inclusão da etapa de troca do display da Pci montada e dos testes de circuito
02 09/08/12
carregador da bateria e da bateria.
03 Alteração da Especificação Técnica 11/07/16

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
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2 Índice Analítico
1 HISTÓRICO DE REVISÕES .....................................................................................................................4
2 ÍNDICE ANALÍTICO ..................................................................................................................................5
3 DESCRIÇÃO .............................................................................................................................................7
3.1 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO............................................................................................................7
3.1.1 Descrição da Eletrônica: ...............................................................................................................9
3.1.2 Descrição da Pneumática .........................................................................................................122
3.2 IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES .................................................................................................144
3.2.1 Painel Frontal ............................................................................................................................144
3.2.2 Bloco Pneumático .....................................................................................................................155
4 MANUTENÇÃO .....................................................................................................................................166
4.1 MANUTENÇÃO PREVENTIVA ..............................................................................................................166
4.1.1 Verificações ..............................................................................................................................166
4.1.2 Bateria Interna de Lítio..............................................................................................................177
4.1.3 Sensor de Concentração de O2 Interno ....................................................................................177
4.1.4 Substituição do Filtro de Ar Ambiente ......................................................................................188
4.2 SOLUCIONANDO PROBLEMAS .............................................................................................................19
4.3 MANUTENÇÃO CORRETIVA ...............................................................................................................200
4.3.1 Verificações de Recebimento do Equipamento para a Manutenção Corretiva ........................200
4.3.2 Procedimento Geral de Manutenção Corretiva ........................................................................200
4.3.3 Desmontagem do Oxymag .......................................................................................................255
4.3.4 Desmontagem do Conjunto Pneumático Oxymag ...................................................................277
4.3.5 Teste do Bloco do Conjunto Pneumático ...................................................................................29
4.3.6 Desmontagem do Painel Frontal ..............................................................................................300
4.3.7 Troca do display da pci montada completa ..............................................................................311
4.3.8 Montagem da Chave Óptica no Conjunto Painel Frontal .........................................................312
4.3.9 Troca do Sensor de Oxigênio ...................................................................................................344
4.3.10 Montagem do Conjunto Pneumático Oxymag......................................................................355
4.3.11 Procedimento de Montagem do Oxymag ...............................................................................39
4.3.12 Teste da bateria ......................................................................................................................55
4.3.13 Fechamento do Oxymag ......................................................................................................554
4.3.14 Carregar Software ................................................................................................................555
4.3.15 Procedimento de Calibração do Oxymag ...............................................................................58
4.3.16 Teste de desempenho do Oxymag ........................................................................................76
4.4 LIMPEZA, DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO..........................................................................................77

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5 ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ..................................................................................................................80


5.1 CLASSIFICAÇÃO .................................................................................................................................80
5.2 NORMAS ...........................................................................................................................................80
5.3 ESPECIFICAÇÕES...............................................................................................................................82
5.3.1 Características Elétricas .............................................................................................................82
5.3.2 Conexão à Fonte de Oxigênio ....................................................................................................82
5.3.3 Especificações Físicas e Ambientais ..........................................................................................83
5.3.4 Modalidades de Ventilação .........................................................................................................83
5.3.5 Especificações de Ajustes dos Parâmetros da Ventilação .........................................................84
5.3.6 Especificações de Monitoração dos Parâmetros da Ventilação ................................................87
5.3.7 Sistema de Alarmes e Segurança ..............................................................................................89
5.3.8 Curva de Concentração X Pressão no Circuito Respiratório .....................................................91
5.3.9 Especificações de Desempenho ................................................................................................91
5.3.10 Especificações de Manutenção e Calibração: .......................................................................92
5.3.11 Especificações de Resistência do Ramo Expiratório: ............................................................92
5.4 COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA ...............................................................................................93
6 SIMBOLOGIA ..........................................................................................................................................98
7 GARANTIA ............................................................................................................................................101

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3 Descrição
3.1 Princípio de Funcionamento
O OxyMag - Ventilador Eletrônico de Transporte e Emergência é um equipamento de suporte
ventilatório para pacientes com insuficiência respiratória, Abrangendo a faixa de pacientes desde o neonatal
ao adulto. O suporte ventilatório pode ser controlado a volume, controlado a pressão e ciclado a tempo, e
destinado ao uso em pacientes com volume corrente a partir de 2 mL.
O OxyMag possui um controle de concentração de oxigênio a ser fornecido ao paciente na faixa de
35% a 100% de O2 (dependendo dos parâmetros ajustados). A mistura de gases se dá em uma câmara
Venturi, onde o ar ambiente é aspirado e misturado ao gás Oxigênio.
O seu princípio de funcionamento pode ser explicado através do diagrama de blocos do Oxymag,
observado na Figura 1, onde o equipamento pode ser dividido em dois blocos principais que são o Bloco
Eletrônico, composto pela PCI Oxymag e Display Touch Screen, e pelo Bloco Pneumático, composto pelo
Conjunto Pneumático, Sensor de Fluxo Diferencial Interno e Válvula Expiratória.
O Bloco Eletrônico é responsável por toda Interface Homem-Máquina (IHM), onde o usuário pode
ajustar o tipo de paciente, as modalidades ventilatórias, parâmetros e alarmes através do Display Touch-
Screen e botões de ajustes. Também é responsável para controlar o Bloco Pneumático para efetivamente
estabelecer os parâmetros previamente ajustados. Todo o controle da Interface Homem-Máquina (IHM) e do
Bloco Pneumático é realizado pela Placa Eletrônica de Controle (PCI Oxymag). Sua estrutura e
funcionamento será detalhado na seção 3.1.1.

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Cilindro de O2
OxyMag
Bloco Eletrônico Bloco Pneumático

Placa Eletrônica
Display Interface Homem - Controle Bloco
Máquina (IHM)
de Controle Pneumático
Touch Screen
(PCI Oxymag)
Conjunto
Ar Ambiente
Pneumático

Fluxo Exp.
Válvula
Expiratória

Fluxo Insp.
Fluxo Exp.
Sensor de Fluxo Proximal

Fluxo Insp.
Fluxo Exp.

Paciente
Figura 1 – Diagrama de blocos do Oxymag

O Bloco Pneumático é formado pelo Conjunto Pneumático e pela Válvula Expiratória. No Conjunto
Pneumático estão incorporados as válvulas e sensores que, em conjunto com a Placa Eletrônica de Controle,
realiza todo o controle de fluxo de gases e de pressão. Os sensores de fluxo e pressão são responsáveis por
enviar as informações de fluxo e pressão presentes no Conjunto Pneumático aos transdutores da Placa
Eletrônica de Controle. De posse destas informações, a Placa Eletrônica de Controle efetua os controles
necessários nas válvulas do Conjunto Pneumático para controlar o fluxo e concentração de Oxigênio, através
das válvulas proporcionais, e a pressão do sistema e PEEP, através da Válvula Expiratória. Sua estrutura e
funcionamento será detalhado na seção 0.

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3.1.1 Descrição da Eletrônica:


A placa eletrônica tem seu funcionamento de acordo com o diagrama da figura abaixo.

LED Botões
Controle Alarme
Auto de
Falante Volume

RS232
Externo

WATCHDOG
DIPLAY
Microcontrolador 320x240
IHM
Frequência
Som
Chave
Optica

Transdutor Transdutor Transdutor


Fluxo Fluxo Pressão Vias
Paciente Interno Aéreas
UART

Ain RS232 3V3 5V 5V DC Power


Vsys Externo Analógico 3V3 Analógico
Digital 9V ~ 13V

Ain Relógio
VBat Microcontrolador + Flash
Memory
VENTILADOR
Ain DC-DC DC-DC
Pressão Solenoide 3V3 3V3
Rede Offset

Ain Gerador
FiO2 WATCHDOG de
Reset

DC-DC DC-DC
5V 5V

Válvula Válvula Válvula


Proporcional Proporcional Válvula On/Off
Solenoide Expiratória
Venturi O2 VCC das
Válvulas

Chave Liga/
Desliga

OR

Conversor Circuito Circuito de


Entrada DC ON/ Proteção da
DC-DC Carregador
12V - Externa OFF Bateria
13,5V de bateria

LED Sensor de Bateria Li-Ion


Rede Temperatura

Figura 2 – Diagrama de blocos da placa eletrônica

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A energia elétrica para a operação do OxyMag é fornecida por um conversor externo AC/DC
de 100 – 240 VAC para +12VDC . Esta tensão é aumentada para uma tensão de 13.5V, necessária para a
correta carga da bateria de Li-Ion. O led indicador de presença de rede elétrica utiliza-se do sinal de 12
VDC, antes da chave liga-desliga do OxyMag, permitindo sua indicação mesmo com o aparelho desligado.
O circuito carregador de baterias possui um CI dedicado para carregar a bateria com o perfil
de corrente otimizado e para realizar o chaveamento da alimentação entre bateria e alimentação externa.
O circuito da bateria possui, ainda, um sistema de proteção de sobredescarga, onde, na situação em
que a bateria descarrega abaixo do nivel seguro, o equipamento se desliga automaticamente,
preservando sua integridade. Neste caso, minutos antes, um alarme de alta prioridade irá deflagrar. A
temperatura da bateria é monitorada por um sensor que, quando há um aquecimento superior a 70C
durante a carga, o seu carregamento é interrompido.
Mesmo com o aparelho desligado, os circuitos descritos acima continuam sendo alimentados
pela bateria, motivo pelo qual todos os seus componentes são de alto desempenho e de baixo consumo
de corrente, permitindo a duração da bateria por longos periodos de tempo.
Após passar pela chave liga-desliga, a alimentação passa por conversores DC/DC gerando
as seguintes tensões:

 DC Power : Tensão que pode variar de 9V a 13V dependendo se está na bateria ou


não e de sua carga, alimenta toda as válvulas.
 5V Analógico: Utilizado para alimentar a parte analógica do circuito bem como todos
os transdutores.
 3v3: Utilizado para alimentar CI´s, incluindos os microcontroladores.
 5V Digital: Utlizado para alimentar CI´s.
 3v3 VREF: Utilizada como tensão de referência para os conversores A/D e D/A.

O OxyMag - Ventilador de Transporte da MAGNAMED é composto de:


 Placa Eletrônica de Controle – possui dois microprocessadores para realizar o controle do
sistema pneumático para a ventilação pulmonar e para a central de ajustes e comandos da
interface com o usuário.
o Controle do sistema pneumático:
O sistema pneumático é composto por uma válvula redutora de pressão que adequa
as pressões da entrada (cilindro de O2 ou rede de oxigênio) para as pressões de
trabalho interna.
A pressão de oxigênio reduzida é aplicada à entrada de duas válvulas solenoides
(válvulas proporcionais) para a entrega de um fluxo e concentração de oxigênio
determinados. Uma envia oxigênio puro e a outra realiza a mistura de oxigênio com o
ar ambiente através de um sistema Venturi. Conforme acionamento destas válvulas,
obtém-se uma determinada concentração de oxigênio e fluxo.
Uma terceira válvula solenóide é utilizada para o controle de sobrepressão.

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Outras duas válvulas solenóides realizam o offset do sensor de fluxo.


Os controles de todas estas válvulas solenóides são realizados por circuitos digitais de
alto desempenho que reduzem o consumo de energia elétrica, aumentando a eficiência
geral do sistema de bateria.
Há ainda três transdutores de pressão para as medições de fluxo administrado, fluxo
do paciente e a pressão no circuito respiratório.
Basicamente o microprocessador de controle recebe os comandos da central de
ajustes e comandos, traduz estas informações para tempos de acionamento e de
abertura das válvulas de demanda e expiratória para realizar o controle da ventilação
do paciente. Os sinais recebidos dos transdutores são interpretados para realizar o
controle preciso da ventilação do paciente através de correções de abertura das
válvulas proporcionais e expiratória. O sistema realiza a medição da concentração de
oxigênio na mistura de gases entregue ao circuito respiratório.

o Central de Ajustes e Comando:


Esta central é controlada por um segundo microprocessador e realiza as aquisições de
dados do teclado, da tela sensível a toque ou do botão gira e confirma para obter o
ajuste desejado pelo operador do equipamento. Os resultados dos ajustes e dados
recebidos do sistema de controle pneumáticos são apresentados no display de cristal
liquido colorido, tanto através de dados numéricos como gráficos.
Uma vez realizados os ajustes necessários estes são enviados para o sistema de
controle pneumático, que então realiza o controle da ventilação determinado pelo
operador do equipamento.
Durante o processo de ventilação o sistema de controle pneumático envia
continuamente os principais dados da ventilação do paciente, tais como pressão
instantânea, volume instantâneo, fluxo instantâneo, além dos valores de volume
corrente, pressão média, tempos inspiratório e expiratório, freqüência dentre outros. Os
dados recebidos pela central de comandos e ajustes são apresentados no display.
Outra função exercida pela central de comandos e ajustes é o de receber as
informações de situações de alarmes e colocá-los na ordem de prioridade determinada
e apresentá-las no display, além de soar o alarme audível.

Atenção
 Não Remover a bateria. Procure um serviço autorizado para a sua substituição ou reparo.
 O descarte da bateria deve obedecer à legislação local aplicável.

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3.1.2 Descrição da Pneumática


O funcionamento do Bloco Pneumático do Oxymag é apresentado na Figura 3, em diagrama de
blocos.
O Oxigênio (O2) pressurizado é conectado ao conjunto pneumático ( Pressão máxima de rede:
116PSI; Pressão mínima para funcionamento: 39PSI ). A pressão de entrada é reduzida com um sistema de
válvula reguladora ( 1 ) permitindo uma pressão mais adequada de trabalho. Neste mesmo ponto um sensor
de pressão ( 2 ) mede a pressão regulada e, caso a pressão esteja menor que 30 psi, o alarme de pressão
de rede baixa é acionado.
Após o estágio de redução de pressão de entrada, a passagem do gás é dividida para válvulas
proporcionais de baixo fluxo ( 3 ) e alto fluxo ( 5 ), onde o fluxo do gás é controlado eletrônicamente e sua
concentração é medida através de um sensor de oxigênio ( 9 ). De acordo com a concentração de Oxigênio
ajustada pelo usuário, o controle eletrônico atua na válvula de baixo fluxo e através do princípio Venturi, o ar
ambiente atravessa a válvula unidirecional ( 6 ) e é misturado ao Oxigênio na câmara Venturi ( 7 ). O fluxo
total é monitorado por um sensor diferencial de fluxo interno com defletor ( 11 ) e passa em seguida para o
conjunto cônico ( 12 ).
Para completar o circuito de ventilação, uma traqueia é conectada ao conjunto cônico e a outra
extremidade ao Y. Outra traquéia é conectada à válvula expiratória no Oxymag interligando-o também ao Y e
no outro extremo do Y é conectado o sensor de fluxo proximal ( 13 ) que faz a monitoração do fluxo de gás e
da pressão na boca do paciente. O sensor de fluxo proximal é conectado ao conjunto pneumático e interligado
às válvulas X-Valve ( 10 ), que servem para ajustar periodicamente o offset do mesmo. O ciclo expiratório do
paciente é controlado eletrônicamente pela válvula expiratória ( 14 ). Esta válvula também é responsável pelo
controle do PEEP.
Caso haja uma sobrepressão no circuito ventilatório, o alarme é acionado e a válvula solenoide de
sobrepressão (ON/OFF) (8 ) atua no circuito liberando a pressão e fechando o fluxo de oxigênio das válvulas
proporcionais de baixo e alto fluxo.

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Figura 3 – Esquema Pneumático

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3.2 Identificação dos Componentes


3.2.1 Painel Frontal
As figuras abaixo mostram o painel frontal, com seus principais componentes.

PCI Montada
Led Alarme
Completa Oxymag
Código: 2802760
Código: 2505033

Chave Óptica
Código: 2202298

Figura 4 – Painel Frontal – Pci Montada Completa

Teclas de Seleção
Código: 3900990

Display Touch screen


Código: 1405943

Botão Gira-Confirma
Código: 1404089

Figura 5 – Painel Frontal - Display

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3.2.2 Bloco Pneumático


As figuras abaixo apresentam o conjunto pneumático em explosão, com as respectivas posições de
montagem de cada componente citado no diagrama de blocos.

5
1
3
4

16

15

10 14
9

13

8 11

12

Figura 6 – Conjunto Pneumático – Vista Frontal

1 – Solenoide Sobrepressão código 3805280 11 – Cj Manifold para Offset do Sensor de Fluxo


2 – Cj Válvula Reguladora código 3801941 código 1405937
3 – Célula Medição O2 código 3902646 12 – Bico para linha sensor de pressão M4
4 – Bucha do Prolongador código 1405947 código 1405950
5 – Prolongador código 1405947 13 – Bico para linha sensor de pressão M5
6 – Válvula Proporcional Baixo Fluxo código 1404079 código 1405950
7 – Gasket código 1404079 14 – Cônico 22M código 1406282
8 – Válvula Proporcional Alto Fluxo código 1405941 15 – Cj Sensor de Fluxo Diferencial Interno
9 – Gasket código 1405941 código 3803765
10 – Válvula Unidirecional código 1404101 16 – Sensor Pressão de Rede código 1404876

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4 Manutenção

Advertência
 O Ventilador OxyMag é um equipamento de suporte à vida. A manutenção do OxyMag
(1600185) deve ser realizada somente por pessoal autorizado pela MAGNAMED.
 NÃO UTILIZAR o equipamento se não estiver funcionando de acordo com as especificações
contidas neste manual de operação.

4.1 Manutenção Preventiva

4.1.1 Verificações
Verificação Diária, ou Antes do Uso

 Limpeza do equipamento;
 Integridade do cabo de alimentação elétrica do conversor AC/DC;
 Funcionamento do sistema de alarmes, visual e sonoro;
 Filtros LIMPOS instalados;
 Display de cristal líquido;
 Bateria carregada;
 Tela sensível a toque (Touch Screen);
 Teclas do painel;
 Botão gira e confirma;
 Correta instalação do circuito respiratório (inclusive existência do diafragma da válvula expiratória).

Advertência
 A verificação diária deve ser realizada com o paciente desconectado.

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4.1.2 Bateria Interna de Lítio


Esta bateria é responsável pela manutenção do funcionamento do equipamento mesmo na ausência
de energia elétrica e sua duração em funcionamento normal é o especificado no capítulo 5.

Atenção
 A bateria deve ser substituída conforme indicado nas especificações técnicas (capítulo 5) para
que a capacidade em funcionamento normal seja de aproximadamente 300 minutos.
 A substituição da bateria interna deverá ser realizada por pessoal treinado e qualificado.
 O descarte da bateria deve seguir a legislação local.

Advertência
 Para que haja carga suficiente durante uma falta de energia elétrica é importante que o
equipamento permaneça SEMPRE conectado a uma rede de energia elétrica.

4.1.3 Sensor de Concentração de O2 Interno


O sensor de concentração de oxigênio é uma célula que gera sinal elétrico proporcional à
concentração de oxigênio na mistura gasosa administrada ao paciente e a intensidade deste sinal elétrico é
decorrente da reação química. A duração da célula, conforme especificação do fabricante original é de 10.000
horas à 100% O2, ou seja, superior a um ano de uso contínuo.

Atenção
 A célula de medição de concentração de oxigênio deve ser substituída conforme indicado nas
especificações técnicas (capítulo 5).
 A substituição da célula de medição de concentração de oxigênio deverá ser realizada por
pessoal treinado e qualificado.
 O descarte da célula de medição de concentração de oxigênio deve seguir a legislação local.

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4.1.4 Substituição do Filtro de Ar Ambiente


Para substituir o filtro de ar ambiente, utilizar o procedimento a seguir:

(1) Remover a tampa do filtro na lateral


esquerda do ventilador, item 1 da Figura 7.
(2) Remover o filtro velho, item 2 da Figura 7.
(3) Limpar a área do assento do filtro com um
algodão embebido em solução de água e
sabão.

Atenção
 Não utilizar ar comprimido para a
limpeza, pois poderá introduzir pó e
sujeira no sistema de mistura de gases.

(4) Após secar, introduzir um novo filtro


(5) Instalar a tampa do filtro e verificar se o
Figura 7 – Substituição do Filtro conjunto ficou firmemente fechado

Atenção
 Não operar o equipamento sem este filtro, pois poderá danificar o sistema de controle de
mistura ar / oxigênio.
 Utilizar somente filtros fornecidos pela Magnamed.

CRONOGRAMA PREVENTIVA OXYMAG


Período
5000 hrs 10000 hrs 15000 hrs 20000 25000
PEÇA P/N QTD
ou 12 ou 24 ou 36 hrs ou 48 hrs ou 60
meses meses meses meses meses
Realizar avaliação com testes iniciais
---- -- X X X X X
de acordo com o formulário de OS
Verificar necessidade de troca: filtro,
válvula expiratória, diafragma, ---- -- X X X X X
circuito e braço articulado
Hora técnica (mão-de-obra) ---- -- 4 5 4 5 5
Kit válvula solenóide 3805280 1 X
Kit válvula proporcional 30LPM 1404079 1 X
Kit válvula proporcional 200LPM 1405941 1 X
Kit Atuador Linear 1404085 1 X
Kit x-valve (Manifold) 1405937 1 X
Kit bateria Oxymag 1404087 1 X X
Kit válvula unidirecional 1404101 1 X
Kit válvula reguladora 3801941 1 X X
Célula O2 3902646 1 X X

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4.2 Solucionando Problemas


Neste capítulo apresentam-se os principais problemas e suas possíveis soluções. A maioria de simples
solução, que pode ser realizada pelo operador do equipamento.

Advertência
 Não utilizar o equipamento se um problema não puder ser resolvido.

Problema Causas Possíveis Soluções

Alarme de
Ventilador Falha eletrônica Contatar Assistência Técnica/ Magnamed
Inoperante
1. Localizar a desconexão e Conectar
1. Desconexão no circuito respiratório;
firmemente;

2. Verificar a existência de fluxo


2. Falta de Fluxo Inspiratório; inspiratório e aumente caso seja
necessário;

Alarme de 3. Estabeleça novos parâmetros para


3. Alteração da Mecânica Respiratória do Paciente;
Desconexão suporte ventilatório;

4. Recolocar o diafragma na posição


4. Diafragma da válvula expiratória montada
correta ou substitua o diafragma por um
incorretamente ou danificada;
novo;

5. Falha no sistema eletrônico de controle de 5. Contatar Assistência Técnica/


pressão; Magnamed

1. Estabeleça novos parâmetros para


1. Alteração da Mecânica Respiratória do Paciente;
Alarme de suporte ventilatório;
Pressão Baixa
2. Vazamento excessivo no circuito respiratório; 2. Localizar o vazamento e corrija-o;

1. Estabeleça novos parâmetros para


1. Alteração da Mecânica Respiratória do Paciente;
suporte ventilatório;

Alarme de 2. Obstrução no ramo expiratório do circuito


Pressão Alta 2. Desobstrua-o;
respiratório ou da válvula expiratória;

3. Desobstrua ou aspire a via aérea do


3. Obstrução da via aérea do paciente;
paciente;

1. Restabeleça imediatamente a conexão


1. Final de carga da bateria interna após utilização do equipamento a uma rede elétrica ou
sem rede elétrica; desligue o equipamento e providencie
Alarme de Bateria meios de suporte ventilatório ao paciente;
Fraca

2. Falha no sistema de carga da bateria interna, 2. Contatar Assistência Técnica/


mesmo com presença de energia elétrica; Magnamed;

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Problema Causas Possíveis Soluções

1. Restabeleça a conexão do
equipamento a uma rede elétrica ou
1. Desconexão do cabo de energia elétrica;
Alerta de Falta de utilizar o equipamento com a bateria
Energia Elétrica interna para transporte;

2. Falha na rede elétrica; 2. Restabeleça a rede elétrica;

4.3 Manutenção Corretiva

Advertência
 O Ventilador OxyMag é um equipamento de suporte a vida. A manutenção do OxyMag
(1600185) deve ser realizada somente por pessoal autorizado pela MAGNAMED.

4.3.1 Verificações de Recebimento do Equipamento para a Manutenção


Corretiva
 Limpeza do equipamento;
 Integridade do Lacre de Garantia.
 Integridade do cabo de alimentação elétrica e da fonte conversor AC/DC;
 Checklist de acessórios;

4.3.2 Procedimento Geral de Manutenção Corretiva


Para a detecção de possíveis falhas de funcionamento do Oxymag, foi estabelecido um procedimento
geral para a Manutenção Corretiva do equipamento. As etapas do procedimento pode ser observado através
do fluxograma apresentado na Figura 8, cujas descrições estão a seguir:

1 – Investigação do problema: São realizados testes preliminares para verificação e identificação das falhas
do equipamento enviado para a manutenção corretiva. Nesta etapa são realizados testes iniciais e testes de
eficiência do equipamento (seção 0).
2 – Desmontagem do Equipamento: Seqüência para o correto desmontar do equipamento (seção 0), afim
de separar os blocos principais do equipamento que são: 3 - Bloco Pneumático; 4 – Painel Frontal.
5 – Desmontagem do Bloco Pneumático: Seqüência para o correto desmontar do bloco pneumático.
6 – Desmontagem do Painel Frontal: Seqüência para o correto desmontar do painel frontal (seção 4.3.6).
7 – Separação para Montagem no Equipamento: Se, após os testes do Bloco Pneumático ou do Painel
Frontal, estes os resultados foram conforme, a parte deve ser separada para ser utilizada para a montagem
montagem do equipamento.

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8 – Montagem do Equipamento: Procedimento da correta montagem do equipamento (seção 4.3.111).


9 – Calibração do Oxymag: Procedimento de calibração do Oxymag (seção 4.3.14).
10 – Retorno ao Cliente: Envio do equipamento ao Cliente.

Figura 8: Diagrama de Blocos do Procedimento Geral de Manutenção Corretiva

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4.3.2.1 Investigação do Problema

4.3.2.1.1 Testes Iniciais

Tenha em mãos o Formulário de Ordem de Serviço Assistência Técnica código 1600185-NE-61-XX


fornecido pela Assistência Técnica Magnamed.
Antes de se efetuar os testes de eficiência, Verificar inicialmente se o Oxymag apresenta alguma
falha de sua funcionalidade.
Ligue o aparelho e siga a seqüência de testes a seguir:

SEQ Operação

Tela inicial do OxyMag.

Pressione o botão de Teste e a sequência de testes internos será ativada.


1
Siga as instruções apresentadas na tela.
Observe atentamente as mensagens apresentadas.

Ao entrar na tela inicial da sequência de testes deve-se ouvir uma sequência de 3 “beeps” em
conjunto com o acendimento do indicador luminoso de alarmes.

2 Se não ouvir o sinal audível ou visualizar o sinal luminoso logo acima do display de cristal
líquido pressione a tecla NÃO, caso contrário pressione SIM para prosseguir para o próximo
teste.

2.1 Ao pressionar NÃO será apresentado a tela ao lado

Siga as instruções apresentadas na tela do OxyMag

Observe que os testes são realizados secarncialmente e que após cada item há um laudo de
aprovação (mensagem OK ) ou reprovação(mensagem Falha).

Advertência
3
 Se algum teste acusar Falha , realizar o reparo necessário. Verificar o
diagnóstico de Falhas

Terminada a fase de teste das válvulas internas


Próx
Pressione para continuar

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SEQ Operação

Será solicitada a oclusão do circuito respiratório no “Y” logo após o sensor de fluxo.

Pressione ao certificar-se de que o circuito está devidamente ocluído.

4 Ao concluir os testes observe se todos os itens estão APROVADOS e Verificar se os dados de


complacência, resistência do circuito respiratório e o valor do vazamento estão adequados para
liberar o uso do ventilador.

FIM
Pressione a tecla ao concluir os testes.

Será apresentada a tela inicial do ventilador.


5
Deste ponto em diante prossiga com a inicialização normal do ventilador.

4.3.2.2. Diagnóstico de Falha


A tabela apresenta as ações que podem ser tomadas para sanar a falha indicada na sequência de
testes. Após realizar os reparos deve-se reiniciar o equipamento e realizar a sequência de testes novamente,
caso a falha persista, entre em contato com a assistência técnica.

A coluna de conseqüência indica o que poderá ocorrer se equipamento for utilizado com falha.

Advertência

 No caso de ser indicado Aparelho Inoperante deve-se seguir no procedimento geral de


manutenção corretiva, onde o equipamento deverá ser aberto para testar seus componentes
internos.

Falha Ação Consequência

Assegurar que a pressão de entrada de Falta de fluxo, uso não permitido


Fluxo O2 oxigênio está entre 39 e 116 psi (270 e Acionamento do alarme de Pressão de Rede
800 kPa) Baixa

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Falha Ação Consequência

Falha no controlhe de fluxo, uso não permitido


Sensor Abrir o equipamento para testar seus
Falha no monitoramento da Pressão, uso não
Interno componentes internos.
permitido

Assegurar que a pressão de entrada de


oxigênio está entre 39 e 116 psi (270 e Falta de fluxo, uso não permitido
Fluxo Ar
800 kPa) Erro no ajuste da concentração de O2
+ O2
Retirar obstrução no ramo inspiratório

Célula de Não há garantia na Medida de O2, uso não


Providenciar troca da célula de O2.
O2 permitido

- Será exibida a mensagem “Sensor OFF”


enquanto não identificado a conexão deste
sensor;
- Haverá uma variação de até 10% nas medidas
Sensor Verificar conexões do circuito de volume entregue;
Proximal respiratório e do sensor de fluxo
- Somente serão monitorados os parâmetros:
Pmáx, PEEP, P.plat., Pmean e o gráfico de
Pressão x tempo;
- O parâmetro trigger de fluxo estará inativo;

Válvula
Expiratória
Verificar o posicionamento da membrana Falha no monitoramento e controle da Pressão,
da Válvula Expiratória uso não permitido
Sensor de
Pressão

Após realizar a manutenção preventiva, preencher o Formulário de Ordem de Serviço Assistência


Técnica código 1600185-NE-61-XX.

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4.3.3 Desmontagem do Oxymag

1 – Retirar os parafusos de fixação da Caixa

2 – Abrir a caixa e retirar os fios que estão fixados na 3 – Retirar os tubos dos transdutores que estão fixados na
Abraçadeira RA-9, que está colada na parte inferior do lateral da caixa, como apresentado na figura.
painel frontal.

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5 – Deixar o Painel Frontal na posição horizontal e retirar todos os conectores e tubos dos transdutores para separar o
Painel Frontal da Caixa Traseira do Oximag.

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4.3.4 Desmontagem do Conjunto Pneumático Oxymag

- Ferramentas

- Chave Fixa 11/16”


- Chave Allen n.3
- Dispositivo Cônico 22

Caixa Traseira com Cj Bloco Pneumático

1 - Retirar o Prolongador Roscado 2 – Utilizar a Chave Fixa 11/16” e desrosquear no


sentido anti-horário até sua retirada

3 – Retirar o O´ring interno e guardar para a


montagem
4 – Retirar o cônico 22

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5 – Retirar Cônico. Utilizar o Dispositivo cód


4005542 e desrosquear no sentido anti-horário

7 – Retirar o parafuso da Chapa de fixação do


Conjunto Pneumático

9 – Com a ajuda da chave Allen n.3 desrosquear


o parafuso no cj. Pneumático.
8 – Desrosquear o parafuso Allen indicado na
figura

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4.3.5 Teste do Bloco do Conjunto Pneumático

Montar no bloco pneumático os seguintes


componentes:
- Dispositivo engate rápido medidor de pressão
regulada cód 4103993
- Tubo flexível em PU 6x1 10 Bar
- Manômetro de alta pressão 10Kgf

Montar um sensor de fluxo proximal na saída do bloco


pneumático e interliga-lo à um Ventmeter analisador de
ventiladores pulmonares.

Com a proporcional de 200Lpm acionada, ajustar


fluxos de 100, 70, 50, 30, 20, 15, 10 e 5Lpm (Tolerância
de ± 0,5Lpm para cada fluxo ajustado).

Para cada fluxo ajustado, verificar no manômetro se a


pressão se mantém estável (sem vibrações)

Caso tenha vibração, com uma chave 5/8 e uma Chave


Allen 5mm, solte o parafuso de ajuste da válvula
reguladora e gire-o para a esquerda ou direita até
encontrar um ponto sem vibração, respeitando o limite
de 55±5 psi no manômetro (verificar a pressão de
55±5 psi com a proporcional desacionada).

Ao término, travar novamente a porca no parafuso


de ajuste.

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4.3.6 Desmontagem do Painel Frontal

Procedimento
Utilizar a Pulseira Antiestática durante essa operação

1 – Separar o Painel Frontal e retirar os parafusos indicados pelas setas na figura, com o auxílio de uma chave
Phillips, não esquecendo de desconectar os conectores da Chave óptica e do Led de alarme.

2 – Tirar cuidadosamente o conjunto PCI Montada Completa Oxymag e Display.

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4.3.7 Troca do Display da Pci Montada Completa


Usar a pulseira antiestética para realizar a troca da PCI

- Componentes e Ferramentas

1pç – Display LCD 5.7POL (1405943)

Estação de solda e dessolda, estanho e sugador

Procedimento

1 – Utilizando o ferro de solda e o sugador à vácuo, dessoldar os pinos do display que estão soldados
na Pci

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
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2 – Tirar o display a ser trocado da Pci, limpar os contatos utilizando o ferro com sugador à vácuo se
necessário e colocar o novo.

3 – Soldar os terminais da barra de pinos do display, limpar com álcool isopropílico e um pincel a
camada de fluxo do estanho que ficou na pci.

4.3.8 Montagem da Chave Óptica no Conjunto Painel Frontal

- Componentes e Ferramentas

1pç – Chave óptica – Encoder (2202298) 1pç – Botão de Ajuste Gira e confirma
(3202295)

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Chave Canhão 2pç – parafuso Allen s/ Cab. M4x5mm


(3005157-00)
1 – chave allen 2mm

Procedimento

1 – Inserir a chave óptica no painel 2- Colocar a arruela de pressão 3 – Colocar a porca para fixar a
frontal como mostra a figura chave óptica no painel frontal

4 – Utilizando a chave canhão 5 – Verificar se a chave óptica está 6 – Encaixar o botão de ajuste gira
fazer o aperto da porca bem presa ao painel frontal e deixá- e confirma na chave óptica, de
la com o chanfro voltado para baixo forma que uma furação fique na
direção do “chato” existente no
eixo.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
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7 – Passar cola anaeróbica e inserir 8 – Verificar se o obtão gira 9 – Fim de montagem da chave
os parafusos Allen e, utilizando a livremente e se é possível óptica no painel frontal Oxymag.
chave Allen fazer o aperto, pressioná-lo e ouvir o chaveamento
prendendo o botão na chave óptica. de seleção.

4.3.9 Troca do Sensor de Oxigênio


- Componentes

1pç – Célula de Medição de Concentração de Oxigênio


(3902646-00)

- Procedimento

1 – Abrir o Oxymag e localizar a célula de oxigênio


2 – Desrosquear a célula até sua retirada (girando
manualmente em sentido anti-horário)

4 – Trocar a célula pela nova, inserir em sua posição


e rosquear no sentido horário até que esteja bem
apertada, evitando vazamento de gás pela célula.

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4.3.10 Montagem do Conjunto Pneumático Oxymag

Posicionar o conjunto pneumático no painel e com o


auxílio da chave Allen nº 3, rosquear o PARAFUSO
ALLEN M4X35 INOX CÓDIGO: 3005956 no furo de
fixação do bloco sem dar aperto final, conforme foto.

Com a Chave Phillips, rosquear o PARAF M4X8


CAB PAN PHS INOX CÓD 3005130 na furação
inferior de fixação do bloco, conforme figura. Não dar
aperto final.

Após rosquear, não apertá-lo totalmente, pois o


aperto final será dado após a montagem das
outras peças.

Posicionar o O´RING CÓD 3100023 no rebaixo do


PROLONGADOR ROSCADO CÓDIGO: 3505009 e
rosquear manualmente a BUCHA DE
ACABAMENTO PARA CONECTOR DE ENTRADA
CÓD 3504944 no prolongador, conforme figura.

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36

1
Inserir o ORING CÓD: 3100023 na entrada de
gases.
(Figura 1)

OBS: Verificar se o prolongador está com o


filtro sinterizado.

2
Montar o prolongador, juntamente com a Bucha
de acabamento para conector de entrada,
rosqueando-os manualmente. (Figura2)

O aperto final será dado posteriormente

Encaixar o CJ SENSOR DE FLUXO


DIFERENCIAL INTERNO CÓD 3803765 no
bloco e colocar a PORCA M24X1 3503361 e
ARRUELA DENTADA M24 3005088.

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37

Encaixar o Cônico no Sensor.

Atentar para a correta posição de montagem do Cj


Sensor de Fluxo Diferencial interno cód 3803765

Rosquear manualmente a porca até ela encostar-


se à arruela, conforme figura.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
38

Dar aperto na PORCA CÓD 3503361. Utilizar o


DISPOSITIVO PARA MONTAR CONICO cód
4005542. (Figura 1)

Dar o aperto final no PARAF CAB CIL SEXT INT


M4X30 INOX CÓDIGO: 3005158 de fixação do
bloco.

Dar aperto final no conjunto prolongador e Bucha


usando a CHAVE FIXA 11/16” até que os mesmos
estejam fixos.

OBS: Cuidado para não danificar a etiqueta.


Verificar se o prolongador e o cônico estão fixos.

Com uma chave Phillips, fixar a Chapa do cj 3005130


pneumático no painel, usando o PARAFUSO M4X8
CAB PAN PHS INOX cód 3005130

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4.3.11 Procedimento de Montagem do Oxymag


O procedimento de montagem do Oxymag se resume as seguintes etapas:
 Conexão e Roteamento dos cabos elétricos.
 Conexão e Roteamento dos tubos dos transdutores.
 Fechamento da caixa.
Cód. e Descrição dos Cabos Oxymag

 2805455 – Chave Liga/Desliga


 1404087 – Pack de Bateria
 1404085 – Atuador Linear
 1404079 – Válv. Prop. 30LPM
 1405941 – Válv. Prop. 200LPM
 1405937 – Cj Mini Manifold
 3902646 – Célula Medição
Concentração O2
 2802689 – Sensor SpO2 / CO2
 1404082 – Sensor de Pressão de rede
 2802393 – Cabo Serial
 2804333 – Alto-Falante
 2802394 – Sensor Temperatura da
Bateria
 2802398 – Cabo DC
 3805280 – Cj Solenoide ON-OFF

Figura 9 – Esquema de ligação dos Componentes Eletrônicos

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4.3.11.1 Conexão e Roteamento dos cabos elétricos


- Componentes

13 pç – Abraçadeira NYLON 2,5 3X100mm (3003016-00)

Procedimento de Conexão e Roteamento

Instalação dos cabos de contato

Cabo do conector serial cód: 2805195 na posição 2805195


CN2.

Cabo do auto-falante cód: 2802391 na posição


CN4.

2802391

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Cabo do sensor de temperatura da bateria cód:


2802394 na posição CN20.

2802394

Cabo entrada DC cód: 2802398 na posição CN19.


Obs.: A posição dos Cabos deve mostrar os quatro
pinos,quando visualizado pela placa PCI, com os fios
vermelhos no lado esquerdo e fios pretos no lado
direito.
2802398

Cabo liga/desliga cód: 2805455 na posição CN18

2805455

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Cabo da bateria cód: 1404087 na posição CN21


1404087

Cabo do atuador linear cód: 1404085 na posição


CN11
1404085

Cabo da válvula proporcional de 30 Lpm cód:


1404079
1404079

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Cabo da válvula proporcional de 200 Lpm


cód:1405941 na posição CN13.

1405941

Cabo da solenóide On-Off, cód: 3805280 na


posição CN16.

3805280

Cabo da célula de medição cód: 3902646 na


posição CN17.

3902646

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Passar o cabo do sensor de CO2, cód: 2802689 por


baixo da PCI, para conectá-lo na posição CN22.
2802689

Cabo do sensor de CO2, cód: 2802689 na posição


CN22.
OBS: Passar cabo por baixo da PCI montada,
conforme foto.
2802689

Passar o cabo do sensor de pressão de rede cód:


2802397 por baixo da PCI, para conectá-lona
2802397
posição CN23.

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Cabo do sensor de pressão de rede cód: 2802397


na posição CN23.
2802397
OBS: Passar cabo por baixo da PCI montada,
conforme foto.

Cabo do conjunto manifold código: 1405937 na


posição CN9.

1405937

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4.3.10.2. Conexão e Roteamento dos tubos dos Transdutores

Figura 10 – Diagrama de Ligação dos tubos dos Transdutores

Instalação dos tubos de silicone

Separar:
Qtd Código Descrição
1 3904051 Tubo de silicone
3 3905073 Y Conectorsérie 200, 3/3 2" (2 .25mm)
Cortar o tubo código 3904051 nos seguintes
comprimentos e quantidades conforme foto:
 1 Tubo de 270mm
 1 Tubo de 200mm
 6Tubos de 100mm

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Montar 2 pedaços do tubo cód: 3904051 com 100mm


de comprimento em 1 Y Conector série 200, 3/3 2"
(2 .25 mm), cód 3905073.

Encaixar a outra extremidade dos tubos cód: 3904051


de 100mm nos transdutores inferiores A e E,
conforme posição indicada na figura.

Montar mais 2 pedaços do tubo, cód: 3904051 com


100mm, de comprimento em 1 Y Conector série 200,
3/3 2" (2 .25 mm), cód 3905073

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
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Encaixar a outra extremidade dos tubos cód: 3904051


de 100mm nos transdutores superiores B e F,
conforme posição indicada na figuraI..

Montar mais 2 pedaços do tubo cód: 3904051 com


100mm de comprimento em 1 Y Conector série 200
3/3 2" cód 3905073.

Na outra extremidade do Y, montar o pedaço de tubo


de silicone com 200mm.

Encaixar a outra extremidade dos tubos cód: 3904051


de 100mm nos transdutores posição C e G, conforme
posição indicada na figura.

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49

Encaixar o tubo de silicone cód: 3904051 de 270 mm


no transdutor posição D, conforme indicado na figura..

Encaixar o tubo 3 (manifold) no Y dos tubos A e E, o tubo 4(manifold) no Y dos tubos B e F, o tubo D no
conector 1, os tubos C e G no conector 2, conforme ilustrado abaixo:

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
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Colocar a 1ª e 2ª abraçadeiras de nylon nos cabos do
sensor de temperatura da bateria cód: 2802394, auto-
falante cód: 2802391 e conector serial cód: 2802393,
passar os cabos por baixo da PCI montada e encaixar Abraçadeira
na abraçadeira Hellermann, conforme foto. Cortar o
excesso da abraçadeira com o alicate de corte.

Colocar a 3ª abraçadeira de nylon nos cabos do



Manifold e do atuador. Cortar o excesso de
abraçadeira com o alicate de corte.

Colocar a 4ª e 5ª abraçadeiras de nylon nos cabos da


solenóide sobrepressão cód: 2802395 e válvulas
proporcionais, conforme foto. Cortar o excesso da
abraçadeira com o alicate de corte. 5º

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51

Colocar a 6ª e 7ª abraçadeiras nos cabos restantes,


conforme foto


Passar os cabos pela abraçadeira Hellermann. Colocar


a 8ª abraçadeira de nylon em todo o cabo. Colocar
próximo o conjunto pneumático, conforme foto.
Abraçadeira

Roteamento dos tubos dos Transdutores

Encaixar os tubos dos transdutores na abraçadeira


Hellermann que está posicionada na lateral do painel
traseiro, conforme foto.

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52

Colocar os organizadores de fios em espiral nos


cabos e tubos de silicone, conforme fotos

4.3.12 Teste da bateria

Medidas das Tensões de Alimentação


- Medir as tensões seguintes: 13,75V ±0,2 em TP13, VSS em D19, 5VA ±0,2 no TP7, 3V3 em TP2,
3,3VA±0,1 em TP10 e 3,3VTRANS ±0,1 em TP6.

Circuito Carregador Inteligente


- Medir as tensões de: ACDET em TP14 (>1,23V), ACSET em TP15 (0,8 ±0,10V) e SRSET em TP16 (0,8
±0,10V).
- Desligue a PCI através da chave Liga/Desliga (CN18).
- Desconecte o Cabo DC (CN19).

Circuito de Proteção de Bateria com Temperatura


- Conecte a fonte variável no Conector Bateria (CN21)
e ajuste a tensão da fonte para um valor de 11V.
- Ligue a PCI através da chave Liga/Desliga (CN18).
- Diminua a tensão da fonte até que a PCI Desligue,
meça a tensão em “D19” e anote as tensões de
Desarme: valor medido em “D19” e o valor da Fonte.
Verifique se as tensões no ponto “D19” e a Fonte têm o
comportamento semelhante ao da Figura.
- Aumente a tensão da fonte até que a PCI Ligue. Ao
aumentar a tensão até um valor aproximado de 9,8V, a
tensão do “D19” deve alterar para um valor aproximado
de 0V. Tensões de Rearme: valor medido em “D19” e o
valor da Fonte.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
53

- Desligue a PCI através da chave Liga/Desliga (CN18).

- Remova a chave Liga/Desliga (CN18).

- Remova o Conector Bateria (CN21).

Teste de Carga com Temperatura

- Conecte o carregador de bateria no equipamento.


- Conecte o “Cabo sensor de temperatura” no
conector CN20.
- Medir a tensão do TP19 com um multímetro, como
mostrado na figura, esse valor deve estar próximo de
3,3v que significa que o sensor de temperatura está
permitindo que a bateria carregue. Também verifique
a temperatura da bateria pelo TP20, ccada 40mV
equivale 1ºC, por exemplo, 800Mv = 20ºc.

Circuito Controlador de Carga da Bateria

- Conecte o “Conector Bateria” (CN21).


- Ajuste a tensão da fonte para um valor de 12,4V.
- Conecte a chave Liga/Desliga (CN18) e ligue a PCI.
- Medir a tensão de BATP em TP17.
- Desligue a PCI através da chave Liga/Desliga (CN18) .

- Desconecte a chave Liga/Desliga (CN18).

Consumo de Corrente

- Ainda com o Conector Bateria (CN21) conectado na


PCI.
- Com o auxílio de um multímetro montar o setup ao lado.
- Ajustar a fonte de tensão em 12 V.
- Medir a corrente consumida pelo circuito. Este valor
deve ser inferior a 280 A.
- Ajustar a fonte em 8V, medir a corrente consumida pelo
circuito. Este valor deve ser inferior a 50 A.
- Desmontar o setup e desconectar tudo da PCI.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
54

4.3.13. Fechamento da Caixa

 6 Arruela de pressão M4 inox


código: 3005121
 6 Arruelas lisa M4 inox código:
3005409
 4 Parafusos M4X16 inox
código: 3005161
 1 Parafuso inox M4X20 código:
3005755
 1 Parafuso inox M4X12 código:
3005935

Procedimento

Fechar cuidadosamente os painéis verificando se


ocorre dobra ou interferência das mangueiras e
fios.

Cada furo de fechamento indicado por uma letra


segue a combinação de parafuso – arruela de
pressão – arruela lisa.

OBS: Retirar válvula expiratória e diafragma


antes de iniciar a fixação dos parafusos.

A – Parafuso cód: 3005161 – Arruela de pressão e


arruela lisa
B – Parafuso cód: 3005161 – Arruela de pressão e
arruela lisa
C – Parafuso cód: 3005935 – Arruela de pressão e
arruela lisa
D – Parafuso cód: 3005161 – Arruela de pressão e
arruela lisa
E – Parafuso cód: 3005755 – Arruela de pressão e
arruela lisa
F – Parafuso cód: 3005161 – Arruela de pressão e
arruela lisa

Obs: Apertar de forma cruzada.

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55

4.3.14. Carregar software

Separar:

Cabo carregador de software código 2804297

Conectar o cabo carregador de software e


imagens no ventilador.

Conectar o cabo conversor USB-Serial em um


PC/Notebook

Conectar a outra extremidade na conexão IHM do


cabo carregador

Ligar o ventilador e abrir o “software downloader”


no PC/Notebook.

Obs.: Para adquirir o software downloader, entrar


em contato com a Assistência Técnica Magnamed.

Clicar na porta COM correta para o seu


computador.

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56

Clicar na aba “Produto” e selecionar Oxymag IHM

Selecionar o arquivo BIN correspondente ao


software IHM.

Clicar em “Program” para executar o programa.


Aguardar o final do processo.

Ao final será mostrada a mensagem “Succesfully


downloaded to device. Com port closed” no rodapé
do software.

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Trocar o conector do cabo de IHM para VENT.

Abrir novamente o software downloader e dessa


vez selecionar Oxymag Vent, na aba Produto.

Selecionar o arquivo BIN correspondente ao


software VENT.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
58

Clicar em “Program” para executar o programa.


Aguardar o final do processo.

Ao final será mostrada a mensagem “Succesfully


downloaded to device. Com port closed” no rodapé
do software.

4.3.15. Procedimento de Calibração do Oxymag


Após o conserto do equipamento, é necessário realizar o procedimento de calibração do Oxymag e
realizar novos testes de eficiência para verificação da resolução da falha inicialmente ocorrida. Tenha em
mãos o Formulário 6005390-NE-58-XX, fornecido pela Assistência Técnica Magnamed.
Obs: Antes de Iniciar o Procedimento de Calibração, Manter o Oxymag Ventilador de
Transporte e o Ventmeter Padrão Ligados por um Tempo de Aproximadamente 30 Minutos.
O Pack de Bateria do Oxymag tem que estar com carga COMPLETA.

Esquema de ligação

Conectar a mangueira de rede de O2 na


entrada do aparelho.

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59

Conectar a saída da fonte DC no Oxymag a


ser testado.

Conectar o sensor ADULTO, o cotovelo 900 e


a linha do sensor de fluxo, e a outra
extremidade da linha, conectar ao Ventmeter.

Encaixar manualmente o conjunto anterior no


cônico 22 MM (saída INS) do Oxymag
conforme figura. Encaixar na saída deste
sensor o cotovelo, a linha do sensor e o sensor
do Oxymag a ser testado conforme figura.

IMPORTANTE: A SEQUÊNCIA É OXYMAG


→ SENSOR DO VENTMETER → SENSOR
DO OXYMAG A SER CALIBRADO →
ATMOSFERA

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
60

Conectar o CABO DE COMUNICAÇÃO cód:


4305636 no Ventmeter e no conector serial do
Oxymag.

Modo Engenharia

- Verificar se o Ventmeter está pronto para


utilização (30 minutos ligado) e anotar no
“Formulário 6005390-NE-58-XX”.
- Ligar o equipamento e verificar se a tela inicial
é igual a da imagem ao lado.
- Se sim, selecionar o paciente ADULTO e
anotar no “Formulário 6005390-NE-58-XX”.
- Se não, separar o produto como Não
Conforme.

Clicar na tela e selecionar o botão “CONFIG”.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
61

B
A

A- Travar a tela no botão “Lock”;

B- Segurar no canto superior esquerdo


e manter pressionado;

C- Girar o botão 3 vezes para esquerda;

D- Girar o botão 5 vezes para a direita; C D


Soltar o canto superior esquerdo.

Verificar se a “Tela de Engenharia” é


idêntica à imagem ao lado e anotar no
“Formulário 6005390-NE-58-XX”.

Conferir a Versão de Software

No campo “F”, indicado na figura, selecionar


e utilizando o botão gira e confirma alterar o
valor para “00 04”.

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62

O valor apresentado em azul no campo “F” é


a versão de Software do Ventilador.

Anotar no cabeçalho do “Formulário


6005390-NE-58-XX”.

Pressionar o botão “VENTILADOR” no


Oxymag, para que mude para “IHM”

O valor apresentado em azul no campo “F” é


a versão de Software do IHM.

Anotar no cabeçalho do “Formulário


6005390-NE-58-XX”.

Calibração fluxo INTERNO e EXTERNO

A calibração do transdutor do sensor de fluxo é necessária para o equipamento reconhecer os


valores de fluxo que serão medidos. Ex: o equipamento precisa saber quanto é “1 Lpm”, então
será colocado 1Lpm nos transdutores e salvará o valor que o transdutor gera.

A calibração do sensor de fluxo do paciente deve ser realizada separadamente para cada tipo de
sensor (Adulto, Infantil e Neonatal). A escolha do tipo de paciente é feita na tela inicial do
equipamento.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
63

Calibração fluxo inspiratório ADULTO

Selecionar modo adulto no Ventmeter.

Zerar o offset do Ventmeter e selecionar o


modo FLUXO.

No Oxymag, selecionar VENT MODE para


que troque para ENG. MODE em seguida
clicar no “ZERA OFFSET”, conforme
sinalizado na imagem.

No campo F, indicado na figura, selecionar e


utilizando o botão gira e confirma alterar o
valor para “FA 05”.
Neste momento o aparelho estará
executando automaticamente a calibração.

Aguardar enquanto o Ventmeter calibra o


Oxymag até 120L/min e finalizar.

Pressionar o botão “GRAVA TAB” no


Oxymag, para que os dados sejam
armazenados no aparelho e anotar “OK” no
“Formulário 6005390-NE-58-XX”.

Desligar e ligar o aparelho.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
64

Verificação do fluxo INSPIRATÓRIO ADULTO

Selecionar paciente Adulto, entrar em modo


engenharia (vide 5.2 e 5.3), selecionar ENG.
MODE na tela de engenharia, clicar no ZERA
OFFSET e também zerar o offset do
Ventmeter.

Em “P” pressionar o segundo quadrado e


pelo botão de gira confirma, selecionar
manualmente o valor “00 0C”. Pressionar
Enter pelo botão de gira confirma.

Selecionar o campo “F”, como indicado na


figura. Através do botão gira confirma,
incrementar o valor no campo “F” e ajustar o
fluxo inspiratório, até o valor atingir 5L/min no
Ventmeter.

Os valores apresentados em azul no campo


“F 00 00” (Externo) e no campo “P 00 0C”
(Interno) divididos por 10 são os valores de
fluxo medidos pelo sensor de fluxo externo e
interno respectivamente. Anotar esses
valores no formulário. Caso esses valores
não estejam de acordo com as tolerâncias,
refazer o item 7.

Incrementar pelo botão gira confirma o fluxo e para cada fluxo descrito no “Formulário de
calibração 6005390-NE-58-XX”, registrar os valores lidos pelo aparelho.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
65

Verificação de vazamento pelos bicos da linha do sensor de fluxo

Desligar e ligar o aparelho.

Entrar em ADU e colocar em STAND-BY.


Desconectar a linha e sensor de fluxo do
circuito;

Conectar um balão adulto no sensor pelo


lado 22M;

Obstruir o lado 15M manualmente e


pressurizar o balão conforme figura.

Ao manter pressurizado, verificar se o valor


do fluxo se mantém em zero conforme grafico
ao lado.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
66

Calibração do fluxo EXPIRATÓRIO


ADULTO

Para a tabela de fluxo Expiratório, inverter a


posição de montagem do sensor de fluxo do
Oxymag utilizando o ADAPTADOR
15M+15M.

Selecionar paciente Adulto, entrar em modo


engenharia, selecionar ENG. MODE na tela
de engenharia, clicar no ZERA OFFSET e
também zerar o offset do Ventmeter.

No campo F, indicado na figura, selecionar e


utilizando o botão gira e confirma alterar o
valor para “FA 0A” e confirme com o botão
de gira confirma.

Neste momento o aparelho estará


executando automaticamente a calibração.
Aguardar enquanto o Ventmeter calibra o
Oxymag até 120L/min e finalizar.

Pressionar o botão “GRAVA TAB” no


Oxymag, para que os dados sejam
armazenados no aparelho e anotar ok no
“Formulário 6003856-NE-58-XX

Desligar e ligar o aparelho.

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“Fazer Simples! Fazer Melhor!”
67

Verificação do fluxo EXPIRATÓRIO ADULTO

Selecionar paciente Adulto, entrar em modo


engenharia, selecionar ENG. MODE na tela
de engenharia, clicar no ZERA OFFSET e
também zerar offset do Ventmeter.

Selecionar o campo “F”, como indicado na


figura. Através do botão gira confirma,
incrementar o valor no campo “F” e ajustar o
fluxo inspiratório, até o valor atingir 5L/min no
Ventmeter.

O valor apresentado em azul no campo no


campo “F 00 00” dividido por 10 é o valor de
fluxo medido pelo sensor de fluxo externo.
Anotar esse valor no formulário. Caso esse
valor não esteja de acordo com as
tolerâncias, refazer item 10.

Incrementar pelo botão gira confirma o fluxo e para cada fluxo descrito no formulário de
calibração, registrar o valor no formulário lido no aparelho.

Após realizar todos os valores, desligar e ligar o aparelho.

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68

Calibração fluxo inspiratório INFANTIL

Substituir os sensores de fluxo adulto para


infantil e alterar o ventmeter para sensor
infantil.

Selecionar paciente INFANTIL, entrar no


modo engenharia.

No Oxymag, selecionar VENT MODE para


que troque para ENG. MODE em seguida
clicar no “ZERA OFFSET”, conforme
sinalizado na imagem.

No campo F, indicado na figura, selecionar e


utilizando o botão gira e confirma alterar o
valor para “FA 05”.

Neste momento o aparelho estará


executando automaticamente a calibração.
Aguardar enquanto o Ventmeter calibra o
Oxymag até 50L/min e finalizar.

Pressionar o botão “GRAVA TAB” no


Oxymag, para que os dados sejam
armazenados no aparelho.

Desligar e ligar o aparelho.

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69

Verificação do fluxo inspiratório


INFANTIL

Selecionar paciente INFANTIL, mudar FiO2


para 100% e entrar no modo engenharia.

No Oxymag, selecionar VENT MODE para


que troque para ENG. MODE em seguida
clicar no “ZERA OFFSET”, conforme
sinalizado na imagem.

Selecionar o campo “F”, como indicado na


figura. Através do botão gira confirma,
incrementar o valor no campo “F” e ajustar o
fluxo inspiratório, até o valor atingir 2L/min no
Ventmeter.

O valor apresentado em azul no campo no


campo “F 00 00” dividido por 10 é o valor de
fluxo medido pelo sensor de fluxo externo.
Anotar esse valor no formulário. Caso esse
valor não esteja de acordo com as
tolerâncias, refazer item 12.

Incrementar pelo botão gira confirma o fluxo e para cada fluxo descrito no formulário de
calibração, registrar o valor no formulário lido no aparelho.

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70

Calibração fluxo inspiratório NEONATAL

Substituir os sensores de fluxo adulto para


NEONATAL e alterar o ventmeter para
sensor NEONATAL.

Selecionar paciente NEONATAL, entrar no


modo engenharia.

No Oxymag, selecionar VENT MODE para


que troque para ENG. MODE em seguida
clicar no “ZERA OFFSET”, conforme
sinalizado na imagem.

No campo F, indicado na figura, selecionar


e utilizando o botão gira e confirma alterar o
valor para “FA 05”.

Neste momento o aparelho estará


executando automaticamente a calibração.
Aguardar enquanto o Ventmeter calibra o
Oxymag até 20L/min e finalizar.

Pressionar o botão “GRAVA TAB” no


Oxymag, para que os dados sejam
armazenados no aparelho.

Desligar e ligar o aparelho.

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71

Verificação do fluxo inspiratório NEONATAL

Selecionar paciente NEONATAL, entrar no


modo engenharia.

No Oxymag, selecionar VENT MODE para


que troque para ENG. MODE em seguida
clicar no “ZERA OFFSET”, conforme
sinalizado na imagem.

Selecionar o campo “F”, como indicado na


figura. Através do botão gira confirma,
incrementar o valor no campo “F” e ajustar o
fluxo inspiratório, até o valor atingir 1L/min no
Ventmeter.

O valor apresentado em azul no campo no


campo “F 00 00” dividido por 10 é o valor de
fluxo medido pelo sensor de fluxo externo.
Anotar esse valor no formulário. Caso esse
valor não esteja de acordo com as tolerâncias,
refazer item 14.

Incrementar pelo botão gira confirma o fluxo e para cada fluxo descrito no formulário de
calibração, registrar o valor no formulário lido no aparelho.

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72

Calibração de Pressão
A calibração do transdutor do sensor de pressão é necessária para o equipamento reconhecer os
valores de pressão que serão medidos. Ex: o equipamento precisa saber quanto é 50cmH2O, então
será colocado 50cmH2O nos transdutores e salvará o valor que o transdutor gerar.

Desligar e ligar o parelho.

Entrar em Neonatal e colocar o FiO2 em


100%.
Selecionar modo engenharia.

Selecionar ENG. MODE.

Conectar o sensor de fluxo neonatal na saída


INS do Oxymag, conforme configuração da
imagem.

Na saída deste sensor conectar uma traqueia


e ligar a outra extremidade da traqueia no
ramo EXP.

Zerar Offset do Ventmeter e deixar em


PRESSÃO.

No espaço a frente do campo “F” inserir o


valor “FA 0F”.

Pelo botão de gira confirma pressionar Enter.

Observar pelo Ventmeter até o valor chegar


a 10 cmH2O. A pressão estabiliza a 10
cmH2O, cai para 0, retorna novamente
estabilizando a 30 cmH2O e lentamente volta
para 0 finalizando o processo de calibração
automaticamente.

Clicar no campo GRAVA TAB.


Desligar e ligar o aparelho.

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73

Verificação da calibração da pressão

Desconectar a traquéia da Expiratória.

Selecionar paciente NEONATAL.

Colocar o FiO2 em 100%.

Entrar no modo engenharia.

Selecionar ENG. MODE.

Clicar no campo ZERA OFFSET.

Reconectar a traquéia na Expiratória.

Mudar o Ventmeter para Fluxo e incrementar


com o botão gira-confirma os valores de “F”
até que alcance o fluxo de 5Lpm no
Ventmeter.

Mudar Ventmeter para Pressão e


incrementar com o botão gira confirma os
valores de “P” até o Ventmeter indicar 10
cmH2O.

Pressionar “Enter” pelo botão de gira


confirma.

Anotar o valor lido no campo “P”, indicado


abaixo no formulário de calibração.

Repetir o procedimento para 20cmH2O. Caso


os valores não estejam de acordo com as
tolerâncias do formulário, refazer o item.

Desligar o equipamento.

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74

Autoteste
Ao se iniciar o OxyMag é possível realizar um Auto Teste que serve para verificar os componentes que são
mais utilizados por ele. Ele é dividido em três partes, a primeira é um teste de alarme sonoro e visual, o
segundo verifica alguns componentes que realizam os controles de fluxo e medida do mesmo e por fim na
terceira verifica se a curva do atuador e vazamento do circuito.

Ligar o equipamento.

Selecionar paciente “Adulto” (1) e


desligar;

Ligar novamente o equipamento, e


selecionar “Teste” (2).

Para realizar a segunda parte, montar o


circuito ao lado utilizando um sensor de
fluxo (adulto):

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75

Verificar se há alarme sonoro e audivel, se


sim selecionar “Prox.”.

Agora será realizado o teste de verificação


de fluxo, o equipamento testará as
proporcionais e a medição de fluxo para ver
se os mesmos estão corretos.

É necessária a aprovação de todos os itens.

Se OK selecionar “Prox.”

Ocluir o circuito respiratório com tampão.


Selecionar “Prox.”.

É necessária a aprovação de todos os itens.


Anotar no formulário.

O valor do Vazamento é necessário que


esteja menor ou igual a 200 ml/min.
Caso este valor esteja acima, separar o
produto como Não-Conforme para
posterior análise.

Selecionar “Fim”.

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76

4.3.16. Teste de Desempenho


Conectar o VentMeter ao PC/Notebook através do
cabo adaptador USB-serial. Executar o programa
PulmoTrend e realizar os passos a seguir:

No campo Ajuste de Testes, clicar em Arquivo e utilizar


o teste Teste de Montagem - OxyMag.tst (lembre-se de
sempre selecionar a última versão).

Ao clicar no Menu Config. Equip. aparecerá um


formulário a ser preenchido com as informações do
Equipamento de Teste e do Equipamento Testado:

Equipamento de Teste:

“Nr. Serial” – Número de Série do VentMeter Padrão.


“Data Calibr.” – Data de Validade de Calibração do
VentMeter Padrão.

Equipamento Testado:

“Nome” – Escrever o nome “OxyMag”.


“Nr. Serial” – Número de Série do OxyMag.

No Menu Comunicações, conectar a porta USB


adequada e verificar se a barra indica que a
comunicação fica ativa (barra verde menor na Figura)

Conectar a rede de ar comprimido no ventilador


utilizando a mangueira de O2.

Conectar a fonte de alimentação na tomada e a outra


ponta no ventilador.

Ligar o equipamento.

Montar circuito conforme imagem ao lado.

Selecionar “Teste” para ser realizado Autoteste.


Durante a primeira parte do autoteste não pode haver
vibração.

Observar a existência de vibração no gráfico de fluxo


pelo Pulmotrend e no manômetro.

Ao lado temos uma imagem com um exemplo de


vibração no Pulmotrend durante o autoteste.

Não havendo vibração, clicar em “Arquivo” e selecionar o arquivo tst fornecido pela Assistência Técnica
Magnamed.
Realizar os testes conforme orientações do tst.
Ao término, salvar o arquivo.

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77

4.4. Limpeza, Desinfecção e Esterilização


Os produtos antes de serem encaminhados para o serviço de reparo deverão ser limpos e
desinfetados conforme orientações contidas neste manual.

Advertência
 Ao enviar o Ventilador OxyMag para serviços de manutenção ou reparo: observar
RIGOROSAMENTE o processo de desinfecção.

Neste capítulo apresentam-se as principais formas de limpeza e esterilização do equipamento e seus


componentes.

Advertência
 Antes da primeira utilização do equipamento, este e seus componentes devem ser limpos e
esterilizados de forma apropriada.

4.4.1. Superfícies externas do ventilador


Superfícies externas do ventilador Oxymag devem ser limpas com desinfetante antimicrobiano (solução de
cloridrato de polihexametileno biguanida com concentração de 0,096% e cloreto de didecildimetilamônio com
concentração de 0,14%). O desinfetante deve ser aplicado diretamente na superfície do ventilador ou,
preferencialmente, em um pano não tecido, espalhado por toda a superfície externa do ventilador e deve-se
aguardar por 15 minutos até a superfície secar. Não há necessidade de enxague.

Atenção
 Para limpeza não utilizar produtos não compatíveis a polímeros.

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4.4.2. Tela touch screen


A tela touch screen do Oxymag deve ser limpa com um pano macio e álcool isopropílico ou limpa-vidros não
abrasivo.

Atenção
 Para a limpeza da tela touch screen evite:
o Utilizar outras substâncias que não limpa-vidros e não use soluções a base
de vinagre.
o Usar panos sujos e manuseie a tela com cuidado.

Atenção
 Limpeza
o Não molhe ou imersa o monitor em qualquer líquido
o Use com moderação a solução de limpeza. O excesso de solução pode escorrer dentro
do monitor e causar danos internos aos componentes.
o Não use soluções derivadas de petróleo ou acetonas, ou outros solventes ásperos para
limpar o oxímetro. Estas substâncias atacam os materiais do dispositivo e podem
resultar em falha do mesmo.
______________________________________________________________________________

4.4.3. Componentes que entram em contato com gases do paciente


Os circuitos e peças em silicone devem ser limpas com solução germicida apropriada. As partes externas dos
circuitos e peças em silicone devem ser limpas com um pano limpo, macio e umedecido em solução germicida.
As partes internas devem ser limpas por mergulho em solução germicida. Recomendamos a solução de
ortoftaldeído para desinfecção química por imersão, com concentração de 0,55% (recomendado no máximo
50 ciclos).
Após a limpeza, a secagem das partes externas deve ser feita com um pano limpo, macio e seco e a secagem
das partes internas deve ser feita de modo que a solução escorra por gravidade.

Atenção
 Não utilizar para limpeza ou desinfecção o fenol (>5%), cetonas, formaldeído, hipoclorito,
hidrocarbonatos clorados, hidrocarbonatos aromáticos, ácidos inorgânicos e compostos
quaternários de amônia.

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4.4.5. Esterilização
Segue indicação de esterilização dos componentes do Oxymag.
a) Os componentes que entram em contato com os gases respiratórios devem ser desmontados para
limpeza e esterilização com um pano umedecido com etanol ou álcool isopropílico;
b) Não utilizar agentes abrasivos para realizar a limpeza;
c) Não utilizar álcool para limpar as partes de plástico;
d) Não mergulhar o Oxymag em nenhum líquido;

Advertência
 Ao enviar o Ventilador Oxymag para serviços de manutenção ou reparo observar
rigorosamente o processo de desinfecção.
 Este equipamento e as partes devem passar por um processo de limpeza toda vez
que for utilizado inclusive no primeiro uso.

Atenção
 Os acessórios e componentes removíveis do Oxymag submetidos a seguidas operações
de limpeza e esterilização podem sofrer processo de degradação e devem ser substituídos
por novos.

4.4.4. Esterilização por autoclave


Realize a esterilização configurada conforme recomendação do fabricante da autoclave. Na falta disto, a
Magnamed recomenda que a esterilização seja realizada conforme as informações abaixo:

Tempos de ciclo para ciclos de esterilização a vapor por deslocamento por gravidade (gravitacional)
Metodo Tempo de exposição
Minimo Tempo
121ºC 132ºC 135ºC
1- Componente de secagem
embalado 30 minutos 15 minutos ---- 15-30 minutos
---- ---- 10 minutos 30 minutos
Tempos de ciclo para ciclos de esterilização a vapor por remoção de ar dinâmica
Método Tempo de exposição
132ºC 135ºC Minimo Tempo de secagem
2- Componente
4 minutos ---- 20-30 minutos
embalado
---- 3 minutos 16 minutos

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5. Especificação Técnica
5.1. Classificação
 NBR – IEC – 60601
Equipamento Classe II, energizado internamente, tipo BF para operação contínua. Equipamento a prova
de respingos IPX4.

 Anexo IX da Diretiva 93/42/EEC, Regra 11


Classe IIB - Todos os dispositivos ativos destinados à administração e/ou à eliminação de medicamentos,
líquidos corporais ou outras substâncias do corpo humano pertencem à classe IIa, a não ser que tal seja
efetuado de forma potencialmente perigosa, atendendo à natureza das substâncias e à parte do corpo
envolvida, bem como ao modo de aplicação, caso em que pertencem à classe IIb.

 RDC 185/01 – Regra de classificação 11


Classe III - Todos produtos médicos ativos destinados a administrar medicamentos, fluidos corporais ou
outras substâncias do organismo ou a extraí-los deste, enquadram-se na Classe II, a não ser que isto
seja realizado de forma potencialmente perigosa, considerando a natureza das substâncias, a parte do
corpo envolvida e o modo de aplicação, neste caso enquadram-se na Classe III.

5.2. Normas
 DIN EN 794-3 – Ventiladores Pulmonares – Parte 3 – Requisitos particulares para ventiladores de
emergência e transporte
 ISO 10651-3 - Lung Ventilators for Use Medical Part 3: Particular Requirements for Emergency and
Transport Ventilators
 ISO 5356-1 - Anesthetic and respiratory equipment – Conical connectors – Part1: Cones and sockets
 ABNT NBR 11906 - Conexões roscadas e de engate rápido para postos de utilização dos sistemas
centralizados de gases de uso medicinal sob baixa pressão
 ISO 5359 - Low-pressure hose assemblies for use with medical gases
 ABNT NBR IEC 60601-1-2 - Equipamento eletromédico – Parte 1-2: Prescrições gerais para
segurança – Norma colateral: Compatibilidade eletromagnética – Prescrições e ensaios
 ABNT NBR IEC60601-1 - Equipamento eletromédico – Parte 1 – Prescrições gerais para segurança

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5.3. Especificações

O ventilador pulmonar eletrônico de transporte é composto dos seguintes componentes:


 DISPLAY de cristal líquido LCD colorido de 320 x 240 pontos gráfico com tela sensível a toque;
 Placa de Controle com:
o Apresentação dos dados no display;
o Interface serial RS-232C;
o Teclas de acesso rápido para:
 HOLD;
 O2 100%;
 CONGELA;
 NEXT (Próximos parâmetros de ajustes);
 MANUAL (Disparo Manual de Ciclo Inspiratório);
 LOCK (Trava Teclas, menos esta);
o Leitura da pressão no circuito respiratório;
o Leitura de fluxo no circuito respiratório;
o Leitura de pressão regulada;
o Leitura da concentração de O2 na mistura de gás administrado;
o Carregador inteligente de bateria;
 Alto-falante para alarmes e alertas;
 LED VERMELHO de alto brilho para pronta identificação de alarmes;
 LED VERDE indicador de conexão à rede elétrica;
 Conexão para Fonte Externa AC/DC (100-240 VAC – 50 – 60 Hz  +12 VDC);
 Chave liga/desliga;
 Célula galvânica de O2 interna
 Um sensor de fluxo até 20 L.min-1;
 Um sensor de fluxo até 50 L.min-1;
 Um sensor de fluxo até 150 L.min-1.
 Circuitos respiratórios para (Neonatal, Infantil e Adulto);
 Fonte externa conversor AC/DC 100 – 240 VAC para +12 VDC
 Gabinete Plástico em ABS de alto impacto resistente a golpes.
 Maleta de Transporte com Cilindro de Oxigênio, opcional.
 Maleta de Transporte sem Cilindro de Oxigênio, opcional.
 Pedestal para Oxymag, opcional.
 Kit blender, opcional.

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5.3.1. Características Elétricas

Fonte conversor AC/DC – Externo (2402568 – FONTE ELÉTRICA 12V COM CONECTOR 4 VIAS):

Item Parâmetro Especificação Tolerância Unidade

1 Rede Elétrica (50/60Hz)* 100 a 240  10% VAC

2 Potência Consumida Máxima 50  10% W

3 Saída 12VDC – 4 vias 12  10% VDC

4 Corrente 2,5 --- A

*Conector 3 (três) pinos, NBR-14136:2002, onde o pino central é o terra

Bateria Interna de Li-Ion


Item Parâmetro Especificado Tolerância Unidade

1 Bateria Interna Li-Ion 11,8VDC 4000  15% mAh

Autonomia da Bateria Interna (com plena carga e uso


2 390  15% Min
normal)

Tempo para recarga até a carga máxima (módulo em


3 4,0  15% H
operação)(1)
(1)
A carga da bateria deverá ser feita na temperatura ambiente de 5 a 35 ºC

 Compatibilidade Eletromagnética:
o Imunidade: IEC 60601-1-2
o Emissão: CISPR11
o Aprovações: OS/IEC 60601-1
 Classe IIb – Conforme norma CE/93/42/CEE anexo IX;

 Classe de Proteção dos Acessórios de Respiração (Descartáveis ou Reutilizáveis): Tipo BF


(Body Floating).

5.3.2. Conexão à Fonte de Oxigênio


 Entrada de Oxigênio – Rosca DISS macho 9/16” 18 fios, conforme ABNT NBR 11906
o OPCIONAL – Rosca NIST
 Pressão do gás: 39 a 116 PSI (270 a 800 Kpa)
 Mangueiras e Extensões: Conforme EN ISO 5359:2008/A1:2011
 O cilindro de alumínio para oxigênio (1,7 LITROS) tem autonomia de 40 minutos com o equipamento
configurado como segue:
o Paciente adulto
o Modalidade VCV,
o Volume de 500 mL,

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o Frequência 12rpm,
o Relação 1:2,
o PEEP 5 cmH2O,
o Pausa de 30% ,
o FiO2 de 100% ,
o Onda de fluxo quadrada.

Observação
 Todos os materiais que compõem o produto são compatíveis com Oxigênio, Ar e Ar
Comprimido Medicinal.
 Para pressão < 50 psi não é garantido alcançar o fluxo máximo definido, impactando assim
em parâmetros que exigem volume e/ou pressão mais extremos e concentrações mínimas.

5.3.3. Especificações Físicas e Ambientais


Item Parâmetro Especificação Tolerância Unidade

Altura (com alça) 176 (231) 2 mm

Dimensões (unidade
1 Largura 254 2 mm
básica)
Profundidade (com alça) 134 (185) 2 mm

2 Peso 3,25  0,1 kg

Temperatura -18 a 50 --- °C

3 Operação Pressão Barométrica 600 a 1100 --- hPa

Umidade Relativa do Ar (s/condensação) 15 a 95 --- %

Temperatura -25 a 75 --- °C

4 Armazenamento Pressão Barométrica 500 a 1200 --- hPa

Umidade Relativa do Ar (s/condensação) 5 a 95 --- %

Consumo de Oxigênio do Cilindro nas condições:


 Vol Corrente = 500 mL min/LO2-
5 92  10%
 Frequência = 12 min-1 CILINDRO
 Concentração de O2 = 40%

5.3.4. Modalidades de Ventilação


Modalidade em Apneia
Modalidade(1)(2)(3) Descrição
(BACKUP)(4)

VCV Ventilação de Volume Controlado AUTO

PCV Ventilação de Pressão Controlada AUTO

Ventilação por Pressão Limitada Ciclado a Tempo para AUTO


PLV ventilador em configuração neonatal (pode ter ciclos
assistidos)

Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada de Volume IMV – Ventilação Intermitente


V-SIMV + PS
Controlado com Pressão de Suporte Mandatória de Volume Controlado

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Modalidade em Apneia
Modalidade(1)(2)(3) Descrição
(BACKUP)(4)

Ventilação Mandatória Intermitente Sincronizada de Pressão IMV – Ventilação Intermitente


P-SIMV + PS
Controlada com Pressão de Suporte Mandatória de Pressão Controlada

VCV, PCV (adulto e infantil) / PLV


Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas em dois níveis com
DualPAP(5) (neonatal), DESLIGADO.
Pressão de Suporte
Programável pelo Operador

VCV, PCV (adulto e infantil) / PLV


Ventilação de Pressão Positiva Contínua com Pressão de
CPAP/PSV (neonatal), DESLIGADO.
Suporte
Programável pelo Operador

(1)
Ventilação Não Invasiva (VNI ou NIV – Non Invasive Ventilation) por Máscara pode ser ativada em todas as modalidades ventilatórias e neste caso há
compensação de vazamentos.
(2)
Compensação automática da complacência e pequenos vazamentos no circuito respiratório.
(3)
Quando o ventilador entrar em modo Neonatal (IBW ≤ 6,0 Kg) estará disponível somente as modalidades PLV, P-SIMV, CPAP/ PSV, DualPAP
(4)
Para os modos em que o backup (resguardo) estiver determinado como “Auto”, sempre que o tempo de apneia ajustado for atingido, o ventilador inicia
um ciclo ventilatório, cuja configuração é baseada nos ajustes do modo ventilatório corrente.
(5)
A modalidade APRV (Ventilação por Alívio da Pressão nas Vias Aéreas) pode ser obtida através da modalidade DualPAP com regulagem apropriada dos tempos e
pressões.

5.3.5. Especificações de Ajustes dos Parâmetros da Ventilação


Item Parâmetro Especificação Resolução Unidade

100 a 2500:5
1 Volume Corrente 20 a 2500 mL
20 a 100:2

2 Freqüência Respiratória 0 a 150(2) 1 min-1

3 Tempo de Subida (Rise Time) 0 a 2,0 0,1 s

4 Pausa 0 a 70 10 %

5 Pressão Limite Máxima 0 a 60 1 cmH2O

6 Pressão Inspiratória 1 a 60 1 cmH2O

7 Delta de pressão de suporte (∆PS) 0 a 60 1 cmH2O

8 PEEP 0 a 40 1 cmH2O

-0,2 a -2,0:- 0,2


9 Sensibilidade Assistida (Pressão) OFF; -0,2 a -10 cmH2O
-2 a -10:- 1

10 Sensibilidade Assistida (Fluxo) OFF; 0,5 a 30,0 0,5 L.min-1

11 Fluxo Inspiratório Automático(3) 0 a 120 1 L.min-1

12 Fluxo Inspiratório (Neonatal) 4 a 20 1 L.min-1

13 Fluxo Inspiratório Máximo 180 1 L.min-1

Ciclagem por Fluxo em Pressão de


14 5 a 80 5 %
Suporte

15 Concentração de O2 35 a 100 1 %

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Item Parâmetro Especificação Resolução Unidade

0,1 a 0,7:0,01

16 Tempo Inspiratório 0,1 a 10 0,7 a 1:0,05 s

1 a 10:0,1

Quadrado,
Desacelerado,
17 Forma de Onda do Fluxo Inspiratório --- ---
Acelerado,
Senoidal

18 CPAP(4) 1 a 40 1 cmH2O

19 Pressão Superior 1 a 60 1 cmH2O

20 Pressão Inferior 0 a 40 1 cmH2O

0,20 a 0,70:0,01

21 Tempo Superior 0,20 a 59,80 0,70 a 1,00:0,05 s

1,00 a 59,80:0,10

0,20 a 0,70:0,01

22 Tempo Inferior 0,20 a 59,80 0,70 a 1,00:0,05 s

1,00 a 59,80:0,10

23 Relação 1:4 a 4:1(5) 1:0,1 -

OFF;PLV; PCV; VCV


24 Backup (6) --- -

25 Tempo para Alarme de Apneia OFF;0 a 60 1 s

26 Fluxo (fluxometro) 0 a 15 1 L.min-1

Automático, limitado
27 Compensação de Fluxo de Vazamento 1 L.min-1
a 180 (7)

0,16 a 0,52:0,01

28 Altura(8) 0,16 a 2,50 0,53 a 1,08:0,01 m

1,09 a 2,50:0,01
(1)
O Ajuste de Volume Corrente para valores menores que 20ml é feito através do ajuste da pressão, monitorando do volume corrente
no visor do ventilador. Este volume é o volume entregue na saída do ventilador, cabendo ao usuário a verificação da inexistência de
vazamentos”.
(2)
Na modalidade CPAP/PSV ajustada sem pressão de suporte e sem backup a frequência respiratória será zero.
(3)
Fluxo inspiratório obtido automaticamente através do ajuste de Volume, Frequência, Relação I:E / Tempo inspiratório e Pausa
Exemplo (1): Volume = 70 mL; Frequência = 20 min-1; Relação= 1:2; Pausa = 30%
70 x 20 x (1+1/0,5)
Fluxo Inspiratório = ----------------------------------------- = 6,00 L/min
1000 x (1-30/100)
Exemplo (2): Volume = 2000 mL; Frequência = 12 min-1; Relação 1:2; Pausa = 30%
2000 x 12 x (1+1/0,5)
Fluxo Inspiratório = -------------------------------------------------- = 102,86 L/min
1000 x (1-30/100)

Exemplo (3): Volume = 2200 mL; Frequência = 12 min-1; Relação 1:3; Pausa = 40%

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2200 x 12 x (1+1/0,333)
Fluxo Inspiratório = ------------------------------------------------- = 176,00 L/min
1000 x (1-40/100)

(4)
Na modalidade CPAP/PSV estiver desabilitada a pressão de suporte (∆PS igual a zero ou Sensibilidade de Pressão e Fluxo iguais
a zero) será ajustado o parâmetro CPAP.
(5)
Em VCV o ajuste permitido é no intervalo entre 1:4 e 4:1
(6)
Opções de backup da modalidade CPAP/PSV, para a modalidade DUALPAP as opção de backup são: PLV para neonatal, PCV
para adulto ou OFF delisgado. Configurando OFF a modalidade não entrará em backup quando atingido o tempo para alarme de apneia.
(7)
Para modalidades a volume controlado a compensação máxima é de 100% do fluxo ajustado automaticamente
(8)
Dependendo do tipo paciente ajustado na inicilização o ventilador estará configurado para operar conforme tabela seguinte:
(Pacientes menores que 0,16m ou maiores que 2,5m podem ser ventilados neste equipamentos)

Relação Modalidade x tipo de paciente


Tipo de Sensor de Fluxo(1) Modalidade Inicial Peso Ideal (IBW) Altura
Paciente [m]

NEONATAL NEO PLV 2,8Kg 0,36

PEDIATRICO INF PCV 19,8Kg 0,95

ADULTO ADU VCV 49,5Kg 1,50

O peso ideal é calculado utilizando o IMC igual a 22 e a a altura do paciente que pode ser alterada conforme o tipo de paciente
definido na inicialização conforme tabela seguinte:

Cálculo do peso ideal x altura do paciente


Tipo de Ajuste de altura [m] Peso Ideal
Paciente P [Kg]
Min. Máx.

NEONATAL 0,16 0,52 ≤ 6,0

PEDIATRICO 0,53 1,08 6,0 < P ≤ 25

ADULTO 1,09 2,5 > 25

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Atenção
 Pressão Limite Mínima: 5 hPa
 A Pressão Máxima Ajustada tem a função de limitar a pressão no circuito respiratório.
o Em VCV este será o limite de pressão, a válvula expiratória abre para o ambiente afim
de manter este máximo durante o ciclo inspiratório. Excedendo este limite em 5 hPa o
ventilador cicla para a fase expiratória (ciclagem a pressão).
o Em PCV este será o limite de controle de pressão.
 Este ventilador NÃO GERA PRESSÕES NEGATIVAS NA EXPIRAÇÃO DO PACIENTE.

5.3.6. Especificações da Monitoração dos Parâmetros da Ventilação


Item Parâmetro Faixa Resolução Tolerância Unidade

 (1 cmH2O ou 2%
1 Pressão Medida Instantânea -20 a 100 1 cmH2O(2)
da leitura)

 (1 cmH2O ou 2%
2 Pressão Inspiratória Máxima 0 a 90 1 cmH2O
da leitura)

 (1 cmH2O ou 2%
3 Pressão Média 0 a 90 1 cmH2O
da leitura)

 (1 cmH2O ou 2%
4 Pressão de Platô 0 a 90 1 cmH2O
da leitura)

PEEP  (1 cmH2O ou 2%
5 -20 a 90 1 cmH2O
- Pressão no final da expiração da leitura)

PEEP Intrínseco no final da  (1 cmH2O ou 2%


6 -20 a 90 1 cmH2O
expiração da leitura)

± (2,0L.min-1 ou 5%
7 Fluxo Medido (Sensor Adulto) -150 a 150 1 L.min-1
da leitura)

± (0,5L.min-1 ou 5%
8 Fluxo Medido (Sensor Infantil) -50 a 50 0,5 L.min-1
da leitura)

± (0,2L.min-1 ou 5%
9 Fluxo Medido (Sensor Neonatal) -20 a 20 0,2 L.min-1
da leitura)

100 a 995:5
Volume Medido  (20ml ou 5% do
10 100 a 3000 mL
(Sensor Adulto – ADU) (3) 1000 a valor medido)
3000:10

Volume Medido  (10ml ou 5% do


11 10 a 400 2 mL
(Sensor Infantil – INF)(3) valor medido)

Volume Medido  (3ml ou 5% do valor


12 1 a 100 1 mL
(Sensor Neonatal – NEO)(3) medido)

Volume Minuto  (0,18L ou 3% do


13 0,1 a 99,0 0,001 L
(Sensor Adulto – ADU) valor medido)(4)

Volume Minuto  (0,10L ou 3% do


14 0,01 a 50,0 0,001 L
(Sensor Infantil – INF) valor medido)(4)

Volume Minuto  (0,06L ou 3% do


15 0,001 a 20,0 0,001 L
(Sensor Neonatal – NEO) valor medido)(4)

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Item Parâmetro Faixa Resolução Tolerância Unidade

 ( 5% do valor
16 Volume Corrente Inspirado(3) 0,001 a 3000 0,01 a 3000:10 mL
medido)

17 Tempo Inspiratório 0,05 a 60,0 0,01  0,01s s

18 Tempo Expiratório 0,05 a 60,0 0,01  0,01s s

1:100,0 a
19 Relação I:E 1:0,1  2% ---
100,0:1

 (1min-1 ou 1% do
20 Freqüência Respiratória 0 a 200 1 min-1
valor medido)

21 Resistência das Vias Aéreas – RAW 0 a 200 1 1 cmH2O/L/s

 1 mL.cmH2O -1 ou mL.cmH2O
22 Complacência Dinâmica(C.Dyn) 0 a 200 0,1 -1
10% do valor medido

 1 mL.cmH2O -1 ou mL.cmH2O-
23 Complacência Estática (C.Stat) 0 a 200 0,1 1
10% do valor medido

±(1% em volume ou
24 FiO2 (Concentração de Oxigênio) 12 a 110 0,1 %O2
2% da leitura)

± (0,2L.min-1 ou 5%
25 Fluxo (fluxômetro) 0 a 20 0,1 L.min-1
da leitura)

26 Pressão Regulada 0-150 1  3,75 psi psi

±(1 L/min ou 10% da


27 Consumo do Oxigênio (Cos. O2) 0-160 0,1 L/min
leitura)

28 SpO2 1 a 100 1 ±2% %

29 FC 25 a 240 1 ±2% bpm

±(0,2% em volume +
0 a 15:1
2% da leitura)
30 CO2(8) 0 a 25 %vol
15 a 25: Não Não Especificado
Especificado
(1)
Quando indicado duas tolerâncias considerar a de maior valor.
(2)
1 mbar (milibar) = 1 hPa (hectoPascal) = 1,016 cmH2O (centímetro de água). Na prática estas unidades não são diferenciadas e podem ser
utilizadas como:
1 mbar = 1 hPa ≈ 1 cmH2O

(3)
Para resistências de vias aéreas superior a 150 cmH2O/L/s o volume expirado monitorado terá tolerância alterada para  10%. Nesta condição, o volume
inspirado medido não sofre alteração.
(4)
Tolerância calculada para freqüência de 12 , 20 e 30 rpm respectivamente para os sensores adulto, infantil e neonatal.A tolerância é dada em função da
incerteza do volume multiplicada pela freqüência.
(5)
700 hPa corresponde a uma altitude de 3048m
(6)
Todos os dados monitorados são considerados a ATPD (Ambient, Temperature and Pressure Dry).
(7)
O Ventilador não gera pressões negativas na fase expiratória.
(8)
CO2(mmHg)=CO2( %) x Patm(mmHg)x 0,75

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5.3.7. Sistema de Alarmes e Segurança


 Válvula Antiasfixia para proteção contra falha no fornecimento de gás;
 Válvula de Alívio de Segurança de 100 cmH2O – Norma básica de ventiladores para evitar
sobrepressão no circuito respiratório;
 Válvula de Sobrepressão ATIVA – ao detectar obstruções é ativada para reduzir a pressão no circuito
do paciente.
Padrão do Alarme¹
Item Alarme Ajuste Limite Unidade
NEO PED ADU

Alto 30 30 40
1 Pressão Máxima OFF; 0 a 80 cmH2O
Baixo OFF OFF OFF

Alto 10 15 20
2 PEEP OFF; 0 a 40 cmH2O
Baixo OFF OFF OFF

Alto 50 mL 500 mL 1.0 L


3 Volume Total OFF; 0 a 3000 mL
Baixo OFF OFF OFF

Alto 5.0 10 20
4 Volume Minuto OFF; 0 a 99 L
Baixo OFF OFF OFF

Alto 80 80 80
5 FiO2 OFF; 35 a 100 %
Baixo OFF OFF OFF

6 Tempo para Alarme de Apneia OFF; 5 a 60 Alto 10 10 15 s

Alto 60 60 60
7 Freqüência Respiratória OFF; 0 a 150 min-1
Baixo OFF OFF OFF

Alto 180 120 120


8 Frequência cardíaca² OFF;25 a 240 bpm
Baixo 80 40 40

Alto 85 85 85
9 SpO2 ² OFF; 1 a 100 %
Baixo OFF OFF OFF

Alto 45 45 45
10 EtCO2 ² OFF; 0 a 80 mmHg
Baixo OFF OFF OFF

11 CO2 inspirado ² OFF; 0 a 80 Alto 4 4 4 mmHg

12 Ajuste Automático de limites ³ OFF, 10, 20 e 30 --- OFF %

¹ Toda vez que o equipamento for inicializado ou houver uma troca do tipo de paciente ou acabar a
alimentação da bateria sem que o ventilador esteja conectado à rede elétrica, os alarmes assumirão os valores
padrões indicados para cada tipo de paciente.
2 Alarmes disponíveis somente com o uso dos sensores externos opcionais.
3Somente poderá ser aplicado para os alarmes relacionados aos parâmetros básicos de ventilação
(Pressão Máxima, PEEP, Volume Minuto e Frequência Respiratória).

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Segue descrição dos alarmes relacionados ao equipamento e a ventilação:


 Bateria Fraca
 Pressão de Rede Baixa
 Desconexão do Circuito Respiratório
 Obstrução do Circuito Respiratório
 Apnéia
 Sem Rede Elétrica

Segue descrição dos alarmes relacionados aos sensores externos:


 Sensor de Capnografia
o Atenção adaptador IRMA
o Reinicie IRMA
o Trocar IRMA
o CO2 fora de escala
o Erro de Leitura IRMA
o Calibrar IRMA

 Sensor de SpO2
o Atenção Sensor SpO2 (Sensor Fora do Dedo)
o Cheque SpO2
o Cheque Cabo
o Baixa Perfusão
o Procurando pulso
o Ativando SpO2
o SpO2 demo

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5.3.8. Curva de Concentração X Pressão no Circuito Respiratório

Figura 11 - Curva de concentração em função da pressão no circuito respiratório

5.3.9. Especificações de Desempenho


Item Parâmetro Especificação Tolerância Unidade

Fluxo Máximo em Pressão de


1 Suporte ou em ciclos de 160  10% L.min-1
pressão controlada

Ciclado a Tempo, Volume Constante


2 Princípio de Controle --- ---
e Pressão Controlada

horas
MTBF (Mean Time Between
3 5.000 --- (Ligado)
Failure)
(POH)

Tempo de Resposta das


4 10  20% ms
Válvulas T0..90

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5.3.10. Especificações de Manutenção e Calibração:


Ciclos de autoclave:
 Rápido: 4 minutos a 136°C 220kPa
 Normal: 20 minutos a 120°C 96kPa
Obs: O tempo de processamento é após estabilizar na temperatura e pressão especificada

Item Descrição Especificação Tolerância Unidade

5.000 h ou 1 ano  500 Horas

Revisão e SUBSTITUIÇÃO DO 50 ciclos de auto clave a


1 vapor gravitacional
DIAFRAGMA (3800248)
ou --- ciclos
100 ciclos de auto clave a vapor
por remoção de ar dinâmica

Revisão e SUBSTITUIÇÃO DA
2 10.000 h ou 2 anos  500 Horas
CÉLULA DE O2 (3902020)

Revisão e SUBSTITUIÇÃO DA
3 10.000 h ou 2 anos  500 Horas
BATERIA (1404087)

Válvula Expiratória (3200251)


4

Circuitos respiratórios Adulto


(1703218), Infantil (1702654),
5 50 ciclo de autoclave a vapor
Neonatal(1702655)
gravitacional
ou --- ciclos
100 ciclos de autoclave a vapor
Conector universal com linha de por remoção de ar dinâmica
6
silicone 1,3 m

Sensor de fluxo autoclavavel


7 Adulto(3201100), Infantil
(3201099), Neonantal (3201098)

8 Revisão 1  1 mês Ano

9 Calibração 2  1 mês Ano

10 Filtro de entrada de ar 500h(1)  50 Horas

(1)
Se o ambiente no qual for utilizado contiver muitas particulas em suspensão trocar filtro de ar em intervalos menores

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5.3.11. Especificações de Resistência do Ramo Expiratório:


Tabela de Resistências Expiratórias em Função do Circuito Respiratório e Acessórios Agregados
Resistência Expiratória (hPa ou cmH2O)
Circuito Fluxo Circuito +
Circuito +
Respiratório L x min-1 Circuito + Sensor de Fluxo
Circuito Sensor de Fluxo
Sensor de Fluxo + Sensor CO2 +
+ Filtro HME
Filtro HME

Neonatal 5,0 0,1 0,7

Infantil 30,0 1,3 3,8 4,5 4,5

Adulto 60,0 0,6 1,8 3,7 3,7

5.4. Compatibilidade Eletromagnética

As alterações ou modificações efetuadas neste equipamento que não tenham a aprovação expressa da
MAGNAMED podem causar problemas de EMC com este equipamento ou outro. Entrar em contato com a
MAGNAMED para receber auxílio técnico. Este equipamento foi concebido e testado para obedecer às
normas aplicáveis de EMC como descrito abaixo.

Advertência
 A utilização de telefones celulares ou outros equipamentos emissores de radiofrequência (RF)
próximo do sistema poderá causar resultados inesperados ou adversos. Monitorizar o
funcionamento se houver fontes de emissão de radiofrequência nas imediações.
 A utilização de outros equipamentos elétricos no sistema ou próximo dele poderá causar
interferência. Antes da utilização no paciente, deverá verificar se o equipamento funciona
normalmente na configuração definida.

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5.4.1. Diretrizes e declaração do fabricante - Emissões eletromagnéticas

O sistema é destinado para utilização em ambiente eletromagnético especificado abaixo. Recomenda-se que
o cliente ou usuário do sistema garanta que ele seja utilizado em tal ambiente.

Especificação do ambiente eletromagnético de uso


Testes de Emissões Compatibilidade Diretiva para Ambiente Eletromagnético

O sistema utiliza a energia de RF apenas para


suas funções internas. No entanto, suas
Emissões de RF
Grupo 1 emissões de RF são muito baixas e não é
ABNT NBR IEC CISPR 11
provável que causem qualquer interferência em
equipamentos eletrônicos próximos.

O sistema pode emitir energia eletromagnética


Emissões de RF para desempenhar suas funções destinadas.
Classe B
ABNT NBR IEC CISPR 11 Equipamentos eletrônicos próximos podem ser
afetados.

Emissões de harmônicos Classe A


IEC 61000-3-2

Emissões devido à flutuação


Conforme
de tensão/cintilação
IEC 61000-3-3

5.4.2. Diretrizes e declaração do fabricante - Imunidade eletromagnética


O sistema é destinado para uso em ambiente eletromagnético especificado abaixo. O cliente ou o usuário do
sistema deveria garantir que ele seja utilizado em tal ambiente.

Ambiente eletromagnético para o uso do sistema


Nível de Teste da IEC- Diretiva para ambiente
Teste de Imunidade Conformidade
60601-1-2 eletromagnético

Pisos deveriam ser de madeira,


IEC 61000-4-2 - Descarga ± 6 kV por contato ± 6 kV por contato concreto ou cerâmica. Se os pisos
eletrostática ± 8 kV pelo ar ± 8 kV pelo ar forem cobertos por material sintético,
(ESD) a umidade relativa deveria ser de pelo
menos 30%

IEC 61000-4-4 – ± 2 kV nas linhas de ± 2 kV nas linhas de


Qualidade de fornecimento de energia
Transitórios elétricos alimentação alimentação
deveria ser aquela de um ambiente
rápidos / Trem de pulsos
hospitalar ou comercial típico.
(“Burst”) ±1 kV nas linhas de ±1 kV nas linhas de
entrada/saída entrada/saída

± 1 kV linha(s) a
± 1 kV linha(s) a Qualidade de fornecimento de energia
linha(s)
IEC 61000-4-5 - Surtos linha(s) deveria ser aquela de um ambiente
hospitalar ou comercial típico.
±2 kV linha(s) a
±2 kV linha(s) a terra
terra

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Nível de Teste da IEC- Diretiva para ambiente


Teste de Imunidade Conformidade
60601-1-2 eletromagnético

< 5% UT (> 95% de < 5% UT (> 95% de


queda de tensão em queda de tensão
UT) por 0,5 ciclo em UT) por 0,5 ciclo

40% UT (60% de queda 40% UT (60% de


IEC 61000-4-11 – Quedas
de tensão em UT) por 5 queda de tensão
de tensão, interrupções ciclos em UT) por 5 ciclos Qualidade de fornecimento de energia
curtas e variações de deveria ser aquela de um ambiente
tensão nas linhas de 70% UT (30% de queda 70% UT (30% de hospitalar ou comercial típico.
entrada de alimentação de tensão em UT) por queda de tensão
25 ciclos em UT) por 25 ciclos

< 5% UT (> 95% de < 5% UT (> 95% de


queda de tensão em queda de tensão
UT) por 5 segundos. em UT) por 5
segundos.

Campo magnético da Campos magnéticos na frequência da


frequência de alimentação alimentação deveriam estar em níveis
3 A/m
3 A/m característicos de um local típico em
(50/60 Hz) IEC 61000-4-8
um ambiente hospitalar ou comercial
típico

Nota: UT é a tensão de alimentação c.a. antes da aplicação do nível de ensaio.

5.4.2.1. Imunidade Irradiada

Ensaio de Nível de Ensaio Ambiente eletromagnético - Diretrizes


Conformidade
Imunidade ABNT NBR IEC 60601 Distância de afastamento recomendada

Equipamentos de comunicação de RF portátil e móvel não


deveriam ser usados próximos a qualquer parte do sistema,
--- --- --- incluindo cabos, com distância de separação menor que a
recomendada, calculada à partir da equação aplicável à
frequência do transmissor.

RF conduzida 3 Vrms
1 Vrms (V1)
IEC 61000-4-6 150 kHz até 80 MHz fora D = 3.5/V1 √P
das bandas de ISM(a)

10 Vrms
1 Vrms (V2)
--- 150 kHz até 80 MHz fora D = 12/V2 √P
das bandas de ISM(a)

RF radiada 10 V/m
10 V/m (E1) D = 12/E1 √P 80 MHz até 800 MHz
IEC 61000-4-6

--- 80 MHz até 2,5 GHz --- D= 23/E1 √P 800 MHz até 2,5 GHz

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Ensaio de Nível de Ensaio Ambiente eletromagnético - Diretrizes


Conformidade
Imunidade ABNT NBR IEC 60601 Distância de afastamento recomendada

Onde P é a potência máxima nominal de saída do transmissor


em watts (W), de acordo com o fabricante do transmissor, e D
é a distância de afastamento recomendada em metros (m)(b).
A intensidade de campo estabelecida pelo transmissor de RF,
como determinada através de uma inspeção eletromagnética
no local(c), deveria ser menor que o nível de conformidade em
cada faixa de frequência(d).

5.4.3. Distâncias de separação recomendadas entre o equipamento de comunicação de RF


portátil e móvel e o sistema

O sistema é destinado para utilização em ambiente eletromagnético no qual perturbações de RF radiadas são
controladas. O cliente ou usuário do sistema pode ajudar a prevenir interferência eletromagnética mantendo
uma distância mínima entre o equipamento de comunicação de RF (transmissores) portátil e móvel e o
sistema como recomendado abaixo, de acordo com a potência máxima de saída do equipamento de
comunicação.

Distância de separação de acordo com a frequência do transmissor (m)


Potência máxima
nominal de saída 150 kHz a 80 MHz 150 kHz a 80 MHz 80 MHz a 800 MHz 800 MHz a 2,5 GHz
do transmissor Fora das bandas ISM Nas bandas ISM
(W)

 3,5   12   12   23 
D  P D  P D  P D  P
V1  V 2   E1   E1 

0,01 0,35 1,2 0,12 0,23

0,1 1,1 3,8 0,38 0,73

1 3,5 23 1,2 2,3

10 11 38 3,8 7,3

100 35 120 12 23

Para transmissores com uma potência máxima nominal de saída não listada acima, a distância de separação recomendada D em metros
(m) pode ser determinada utilizando a equação aplicável para a frequência do transmissor, onde P é a potência máxima nominal de saída
do transmissor em watts (W) de acordo com o fabricante do transmissor.

Nota 1 Em 80 MHz e 800 MHz, aplica-se a distância de separação para a faixa de frequência mais alta.

Nota 2 Nas bandas de frequência ISM (industrial, médica e científica) entre 150 kHz e 80 MHz estão 6,765 MHz até 6,795 MHz; 13,553
MHz até 13,567 MHz; 26,957 MHz até 27,283 MHz; e 40,66 MHz até 40,70 MHz.

Nota 3 Um fator adicional de 10/3 é usado no cálculo da distância de separação recomendada para transmissores nas bandas de
frequência ISM entre 150 kHz e 80 MHz e na faixa de frequência 80MHz até 2,5 GHz para reduzir a probabilidade de interferência que
os equipamentos de comunicação móvel/portátil poderiam causar se levados inadvertidamente em áreas de pacientes.

Nota 4 Essas diretrizes podem não ser aplicadas em todas as situações. A propagação eletromagnética é afetada pela absorção e
reflexão de estruturas, objetos e pessoas.

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5.4.4. Segurança Elétrica

A seguir, são apresentadas as precauções que deverão ser observadas ao se combinar estes itens
(equipamento não médico) com o sistema.

Advertência

 Os itens que não cumprem as exigências da norma IEC 60601-1 não podem ser
colocados a menos de 1,5 m do paciente.
 Todos os itens (equipamento eletromédico ou não médico) ligados ao sistema com
cabo de sinal de saída/entrada têm de receber alimentação de uma fonte de
corrente alternada que usa transformador separado (de acordo com a norma IEC
60989) ou dispor de condutor de proteção de terra adicional.
 As tomadas múltiplas portáteis com interruptor usadas nas fontes de alimentação
de corrente alternada têm de cumprir com a IEC 60601-1-1 e não poderá ser
instalado no piso. Não usar mais de uma tomada múltipla com interruptor portátil.
 Não ligar diretamente equipamento elétrico não médico à tomada de corrente
alternada na parede. Usar fonte de alimentação AC com transformador próprio. Do
contrário, a fuga de corrente aumentará acima dos níveis aceitos pela IEC 60601-1
sob condições normais e condições de uma só falha. Isto poderá causar choque
elétrico perigoso no paciente ou no operador.
 Depois de ligar qualquer equipamento nestas tomadas, submeta o sistema a um
teste completo de corrente de fuga (de acordo com a norma IEC 60601-1).
 O operador do sistema eletromédico não deverá tocar em equipamento elétrico
não médico e no paciente simultaneamente. Isto poderá causar choque elétrico
perigoso no paciente ou no operador.

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6. Simbologia

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7. Garantia

Os produtos fabricados e comercializados pela MAGNAMED TECNOLOGIA MÉDICA S/A são garantidos
contra defeitos de material e fabricação, em todo território brasileiro, conforme disposições abaixo.

O período de garantia é de 275 dias para o equipamento e o estipulado em lei para as baterias e para
os acessórios, desde que mantidas suas características originais, prazos estes contados a partir da data de
aquisição pelo primeiro comprador do produto, constante na Nota Fiscal de Venda da MAGNAMED
TECNOLOGIA MÉDICA S/A.

A responsabilidade pela garantia limita-se à troca, reparo e mão-de-obra, para as partes que
apresentem vício ou não atendam às especificações contidas no Manual de Operação do Produto.

A garantia é limitada ao produto que seja utilizado sob condições normais e para os fins a que se
destina, e cujas manutenções preventivas e substituições de peças e consertos sejam realizadas de acordo
com as instruções constantes no Manual de Operação do Produto, por pessoal autorizado pelo fabricante.

A garantia não cobre vícios causados por uso ou instalação inadequados, acidentes, esterilização
inadequada, serviço, instalação, operação ou alteração realizados por pessoal não autorizado pelo fabricante.

O rompimento ou ausência dos lacres ou selos de garantia por pessoal não autorizado resulta na
perda da garantia do produto.

Peças sujeitas a desgaste ou deterioração por uso normal, condições de uso adversas, uso indevido
ou acidentes não são cobertos pela garantia. Não estão cobertos pela garantia eventuais despesas e riscos
com o transporte do produto. Não existe qualquer garantia expressa ou implícita além das expostas acima.

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Este produto destina-se exclusivamente para uso em ventilação pulmonar


e deve ser operado somente por profissionais qualificados.

Fabricante / Assistência Técnica / Atendimento ao Consumidor

Magnamed Tecnologia Médica S/A


Rua Santa Mônica 801/831 – Capuava
CEP: 0671-865 – Cotia – SP – Brasil
Tel/Fax: +55 (11) 4616-8025
E-mail: magnamed@magnamed.com.br
Website: www.magnamed.com.br

Número do Registro na ANVISA: 80659160004

CNPJ: 01.298.443/0002-54
Inscrição Estadual: 149.579.528.111

Responsável Técnico: Tatsuo Suzuki


Inscrição no CREA-SP: 0600629049

Responsável Legal: Tatsuo Suzuki

Indústria Brasileira

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