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As tendências empíricas, ou seja, as práticas possíveis, a serem adotadas nas instituições

sociais, apresentam um contexto de inconformismo com a sua impotência, na medida


em que se percebe que os indicadores sociais não correspondem com resultados
positivos, decorrentes dos esforços engendrados.

As mazelas sociais apresentam-se em expansão, mesmo com uma economia em situação


de estabilidade e de baixa inflação. No sistema capitalista, sob o qual estamos
organizados, a distribuição de renda apresenta-se entre as piores do mundo. É lugar
comum, noticiários cotidianos quanto a falta de prisões no sistema carcerário.

O índice de consumo de drogas aumenta a cada dia e parcela significativa da população


não encontra perspectivas de trabalho, principalmente entre os jovens e adultos na faixa
etária compreendida entre 35 a 55 anos de idade.

Os informativos jornalísticos e televisivos, apresentam diariamente informações, muito


superficiais com caráter sensacionalista, apenas efeitos decorrentes da incompetência do
setor público e dos setores sociais, em apresentar ações efetivas com base nas causas
certificadas desses efeitos.

O foco das ações dirigidas aos efeitos decorrentes das causas não destacadas, leva a
todos ao desperdício de recursos de toda natureza, pois que, apenas contribuem para que
as causas, continuem presentes e em expansão.

A tendência que podemos observar é que, a sociedade consciente, dessa situação,


começa a se organizar juridicamente, agora não apenas para obter os recursos
necessários para a sua continuidade, como também, para gerar os seus recursos
próprios, como forma de acelerar e implementar ações, dirigidas com mais eficácia, no
combate às causas, que resultam nos efeitos nefastos, que sabemos, nos deparamos.

Enquanto, como uma sociedade do espetáculo, centrarmos nossas atenções e dispêndio


de recursos, apenas nos efeitos, sem a correta identificação das causas, estaremos
estagnados e, consequentemente sem a devida bússola que assegure uma sociedade mais
justa e perfeita” (ROCHA, 2004).

Terceiro setor, redes e espaço geográfico

Nas últimas décadas do século XX ocorreu no Brasil e no mundo uma explosão de


organizações sem fins lucrativos de variadas formas, ações e agentes envolvidos.

O chamado Terceiro Setor, enquanto representante dos inúmeros anseios e necessidades


da sociedade civil, passou a se organizar de forma cada vez mais estratégica e funcional,
aumentando sua capacidade de intervenção e criação de políticas públicas, conquistando
visibilidade mundial ao mesmo tempo em que consolidando sua intervenção sobre
inúmeras regiões ao redor do mundo.
No Brasil, as redes atuantes no Terceiro Setor têm suas raízes nos movimentos e ações
dos setores ligados a uma esquerda política, e às ações e movimentos da sociedade civil,
ligados às reivindicações de direitos não adquiridos ao longo da formação histórica de
nosso modelo sócio – econômico, de natureza excludente e sectário.

A crise das democracias nos estados – nação, derivados da Guerra Fria, dos modelos
políticos e econômicos totalitaristas (entre estes o comunismo russo ou o agressivo
capitalismo norte – americano), gerou o ambiente ideal para a eclosão da organização de
setores da sociedade civil, cujas principais características é a proposição de alternativas
aos sistemas produtivos (como cooperativas de trabalhadores), aos sistemas de
seguridade social, educação, moradia e etc.

As ações de inúmeros movimentos caracterizam-se por uma heterogeneidade nas


atividades espaço-temporais, do qual alguns movimentos se manifestam pontualmente
em locais do território (como uma associação que defende os moradores de uma favela),
enquanto outros compõem-se de organizações que agrupam movimentos de várias
regiões do país, organizadas por vezes de forma hierárquica e em redes de maior porte e
operacionalidade.

Por vezes, a articulação entre as ações e os movimentos se manifestam de maneira


rudimentar ou arcaica, como também pode se dar através do uso de ICT-Informações e
Conhecimentos Tecnológicos na Internet. Sendo assim, as ações da sociedade civil
possuem características multifacetadas em seus aspectos espaço – temporais e na forma
de constituírem e articularem redes por sobre os territórios.

O presente texto se propõe a discutir os desafios na composição de redes e circuitos no


chamado terceiro setor, diante da diversidade de movimentos, ações, espaços e uso de
técnicas, caracterizando a organização da sociedade como um fenômeno complexo, do
qual o território, suas redes, malhas e tessituras, suas configurações espaciais (forma) e
sua composição histórica e política (conteúdo) tornam-se ferramentas eficientes de
compreensão.

Realidades e irrealidades na organização das redes no Terceiro Setor

As redes informacionais e organizacionais potencializaram e consolidaram a ação de


empresas com fins lucrativos, durante todo o século XX, alavancadas pela ampliação da
oferta e disponibilidade de tecnologias que passaram a acelerar a comunicação física e
virtual entre os territórios ao redor do mundo.

Castells

Conforme Castells (1994, p. 89) afirmou, "a lógica do funcionamento de redes, cujo
símbolo é a Internet, tornou-se aplicável a todos os tipos de atividades, a todos os
contextos e a todos os locais que pudessem ser conectados eletronicamente". Diante
dessa afirmação, podemos dizer que o terceiro setor passou a se utilizar de tal ampliação
das possibilidades de comunicação em rede, possibilitadas pela absorção e seu uso,
ainda que parcial, das tecnologias da informação.

Porém, as ações diversificadas da sociedade civil não apresentam um quadro de


homogeneidade quanto a um estabelecimento pleno de redes de ação funcionais, devido
à complexidade das formas, conteúdos e especificidades espaciais e temporais nas quais
se apresenta a população brasileira neste inicio de século XXI.

Raffestin

Inicialmente para compreendermos o conceito de redes e de ação do terceiro setor é


necessário a compreensão das relações de poder que tais agentes imprimem por sobre o
território, pois conforme observa Raffestin (1993, p. 143-144): " O território, nesta
perspectiva, é um espaço onde se projetou um trabalho, seja energia e informação, e
que, por conseqüência, revela relações marcadas pelo poder. O espaço é a 'prisão
original', o território é a prisão original que os homens constroem para si."

Se propormos uma compreensão do funcionamento da fluidez das redes no terceiro


setor enquanto um fenômeno linear e natural, sem rugosidades ou entraves ao seu
funcionamento, podemos tornar opaca a noção de que ao atuar sobre um determinado
território os movimentos da sociedades civil tecem malhas, onde relações de poder e a
estruturação de sistemas sêmicos (RAFFESTIN, 1980, p. 144), atribuem novos
conteúdos ao espaço, tornando a própria ampliação dos movimentos sociais sujeito a
processos políticos, por vezes detentores de autoritarismos e ações unilaterais, que
contradizem a visão fluida e democrática das próprias redes.

Negri

Com relação à própria noção de democracia e soberania na governança e no


desenvolvimento de um dado território, Negri (2005, p. 416) sustenta que "(...) A
soberania também exige o consentimento dos governados. Além da força, o poder
soberano deve exercer soberania sobre os seus súditos, provocando neles não só o
medo, mas também reverência, dedicação e obediência, através de uma forma de poder
branda e flexível. O poder soberano deve ser permanentemente capaz de negociar a
relação com os governados." Sendo assim podemos afirmar que diversas redes nos
movimentos da sociedade civil funcionam sobre um certo poder soberano e
centralizador, que estabelece suas ações através da constituição de uma malha sobre o
território, através do estabelecimento de nós de rede que reproduzem ações e ordens
provenientes do centro. Podemos exemplificar tais movimentos como os movimentos
dos sem terra (principalmente em suas vertentes mais totalitaristas), nos movimentos e
redes de filantropia (que reproduzem tecnologias sociais de suas matrizes), nas redes
informais, porém poderosas, do crime organizado (onde estar na rede, significa
obediência irrestrita às ordens provenientes do alto comando da hierarquia das cadeias).

Redes funcionais e redes incompletas

Há redes funcionais e redes incompletas, que dependem direta ou indiretamente dos


atores componentes da mesma, da flexibilidade de circulação ou não pelo território, das
tessituras na qual se revestem o território por onde atuam.

Os movimentos sociais traçam ao longo de sua trajetória determinadas redes, nós e


tessituras, mediante o seu conhecimento e níveis de intervenção por sobre o espaço onde
estão agindo. Diante desse contexto, as redes sociais constituídas, abrangem somente
uma parte do espaço, tornando-se incompletas e incorrendo no risco de não abordarem e
atingirem parte da sociedade a qual se dispõem transformar.
Conforme observa Raffestin (1980, p. 147) "(...) Não se trata pois do 'espaço', mas de
um espaço construído pelo ator, que comunica suas intenções e a realidade material por
intermédio de um sistema sêmico. Portanto, o espaço representado não é mais o espaço,
mas a imagem do espaço, ou melhor, do território visto e/ou vivido."

A fluidez das ações em rede passa a depender da configuração dos territórios, da


tipologia e compreensão sêmica contida nos atores sociais locais, sua comunicação com
outros atores e o uso do território, por vezes determinado pela tessitura constituída por
outros agentes como o estado ou os agentes capitalistas privados, ou pelo próprio grau
de compreensão sêmica do território pelos atores que atuam sobre o mesmo.

As redes são constituídas a partir da apropriação da imagem projetada do território onde


atuam os movimentos sociais. Diante dessa apropriação é que podem ser construídas as
malhas, redes e nós das ações sociais.

Outro dilema na compreensão do funcionamento das redes sociais é compreender a


combinação de suas ações nas escalas micro e macro – territoriais, conforme assinala
Scherer - Warren (2005, p. 31), ou compreender a relação entre o individual e o todo
(das ações individuais às ações coletivas). Esta preocupação foi também lançada por
Santos (1999, p. 251) quando se propôs a buscar o entendimento e a dialética entre o
indivíduo e o global, intermediada pelo lugar: "Os lugares, desse ponto de vista, podem
ser vistos como um intermédio entre o Mundo e o Indivíduo", lembra-nos Z. Mlinar
(1990, p. 57), "para quem a lógica do desenvolvimento dos sistemas sociais se
manifesta pela unidade das tendências opostas à individualidade e à globalidade."

Os movimentos sociais ao traçarem suas redes de ações constroem ou reproduzem


movimentos que podem fazer com que o local passe a interagir com o mundial (ou vice
– versa), da mesma forma que o movimento neo – zapatista no México pretende recriar
o regionalismo zapatista do passado utilizando instrumentos de comunicação e
estratégias advindas da modernidade global do presente, enquanto que o MST busca um
resgate e retorno do homem à terra utilizando conhecimentos, técnicas e ações
estruturadas em redes internacionais de empoderamento na capacitação de seus quadros.

A circulação e os movimentos ligados a uma rede mais ampla, utilizam-se de


instrumentos de comunicação para construírem modelos de ação ligados a redes
maiores. De outro lado, as redes de movimentos sociais consolidam as identidades das
redes menores, estabelecendo intercâmbios e negociações, bem como estabelecendo
campos de conflito e de resistência, definindo, assim, os adversários.

Autor: RAFFESTIN, Claude.

Multimídia
Acesse os endereços e saiba mais.

5º SEtoR-Academia da Arte do Trabalho-


A importância das ações no trabalho, em contribuição às instituições
Públicas, Privadas e Sociais, A importância da Liderança do Serviço-
Liderança do Século XXI na atualidade, Palestras e Cursos gratuitos
sobre ações com Tecnologia Social- Pessoas e Processos para
Resultados e Lucro.

www.5osetor.blogspot.com, www.e-p2p.org,
www.erpmesarapsogima.blogspot.com
www.bovespa.org.br
www.gife.org.br

INSTITUTO ETHOS de Empresas e Responsabilidade Social.


Indicadores Ethos de Responsabilidade Social. São Paulo: Instituto
Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, 2000;www.ethos.org.br
ISEA – Institute of Social and Ethical Accountability ( Londres) – uma
ONG que tem como missão promover e dar suporte às organizações
empresariais na implementação de sistemas de gestão éticos(
www.accountability.org.uk);

IBASE – www.ibase.org.br

FIDES- Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social-


www.fides.org.br

Princípios da norma SA 8000 ( Social Accountability International) que


constitui-se do primeiro padrão global de certificação social que busca
garantir os direitos do trabalhador defendidos pela OIT
Princípios da Sustentabilidade humana do planeta defendidos pelo
Global Compact, organizado pela ONU no Fórum Econômico Mundial
e inspirado pela Declaração dos Direitos Humanos , pelos fundamentos
da Organização Internacional do Trabalho e pelo princípios da
Sustentabilidade da Rio 92( www.unglobalcompact.org).
Portfólio
Vamos elaborar um exercício de comparação entre os seguintes indicadores brasileiros
de RSC:
a) Ethos (em http://www.ethos.org.br/docs/conceitos_praticas/indicadores/default.asp),
b) Balanço Social (em http://www.balancosocial.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm)
c) NBR 16001 (em http://www.iadb.org/ETICA/Documentos/abn_norma-p.doc).
Elabore uma síntese comparativa de temas/indicadores abordados nas três propostas,
tomando como referência o modelo Ethos. Para facilitar a execução da atividade,
fornecemos um exemplo.

Caso você identifique tema/indicador que aparece em um modelo e não em outro, liste-
os separadamente e elabore justificativas para as diferenças encontradas. Para esse fim,
leia os objetivos de cada instrumento.
Considerando o fato de haver sete temas nos Indicadores Ethos, apresentamos o quadro
com sete linhas. Todavia, é provável que você necessite detalhar variáveis contidas em
um ou outro indicador visando à identificação de similaridades. Nesse caso, o número
de linhas aumentará.
Quadro 4 – Sintese Comparativa de Indicadores Brasileiros de RSC

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Tópico 03 - Tendências Empíricas