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Retorno e Risco

de Carteiras

Investimentos Financeiros
2019/2020

Carina Maria Lomelino nunes


Carvalho
Nº Mec: 92900
O objetivo nesta questão era calcular as taxas de retornos diárias das empresas
escolhidas e do mercado. Este cálculo é obtido através do coeficiente da diferença dos
cash-flows gerados pela cotação de fecho anterior, já as taxas de retorno mensais
foram obtidas através da fórmula do excel “média” pelas taxas de retorno diárias,
tendo em conta a data de pagamento de dividendos de cada empresa, caso tal se
verificasse.
Através dos cálculos efetuados, verifico que nenhuma empresa estudada tem taxas de
retorno anuais positivas, podendo ter sido consequência de um baixo crescimento ano
após ano, de baixos dividendos e emissão recente de novas ações.

Para calcular, tanto o Desvio Padrão do índice como das ações, usei a função
“desvpad.s” do excel., um indicativo da volatilidade de uma açã o. Com isto, foi
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possível verificar que, as empresas que possuem uma maior taxa de retorno,
normalmente são as que contêm desvios padrões maiores. Um ativo sem risco tem um
desvio padrão igual a zero, sendo o ideal para um investidor. Portanto, quanto menor
o risco, maior a probabilidade de haver retorno.
No primeiro ano (2018), a PSI20 foi a quem apresentou uma maior taxa de risco,
seguindo-se da PHAROL, CORTICEIRA_AMORIM e SONAE CAPITAL.
No segundo ano (2019) , foi a SONAE CAPITAL quem apresentou um maior risco.

A covariância e a correlação medem a intensidade com a qual duas variáveis estão


associadas.
A covariância mostra o risco de um título, podendo ser positiva, negativa ou nula.
Se for nula, as variá veis sã o independentes, ou seja, acontece quando uma variá vel
está acima ou abaixo da média e nã o se sabe o comportamento da taxa de retorno
da outra variá vel.
Dadas as variâncias dos retornos dos dois títulos, uma relação ou covariância positiva
entre e os retornos dos dois títulos aumenta a variância de toda a carteira. Uma
relação ou covariância negativa entre os retornos de dois títulos reduz a variância da

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carteira. Esse resultado importante parece ser confirmado pelo senso comum. Se um
dos títulos tende a valorizar-se quando o outro desvaloriza, ou vice-versa, os
desempenhos dos seus dois títulos estão compensando um outro. Entretanto, se
ambos os títulos se valorizarem ou desvalorizarem em conjunto, não estará havendo
essa redução de risco.
Relativamente ao coeficiente de correlaçã o permite identificar qual é a
intensidade da relaçã o entre as variá veis, variando de -1 a +1.
Se for igual a +1: as variá veis têm uma correlaçã o positiva perfeita, acontece
quando as taxas de retorno de duas açõ es se movimentam no mesmo sentido. Esta
nã o é considerada como a ideal, porque podem subir as duas ou descer as duas, ou
seja, podem ganhar muito num ano como podem perder muito no outro.
Se for -1: as variá veis possuem uma correlaçã o negativa perfeita,
significando que as taxas de retorno tendem a movimentar-se em sentidos
inversos, porém nas mesmas proporçõ es. Muitos investidores consideram-na
como a ideal, porque as perdas das açõ es sã o compensadas pelos ganhos de outra
açã o.
Se for igual a 0: a correlaçã o é inexistente. Quando mais pró xima de 0 for,
mais fraca é a relaçã o entre as duas variá veis.
Analisando os dados acima, podemos verificar que relativamente à covariância,
em ambos os anos, para cada par, foi positiva significando que estão positivamente
relacionadas. Se a taxa de retorno de uma das variáveis aumenta/diminui, a outra
também irá aumentar/diminuir.
Em relação ao coeficiente de correlação, também podemos verificar que em
ambos os anos, todos os pares apresentam um coeficiente entre o 0 e o +1.
Como todos o pares se situam entre 0 e o+1, significa que o
aumento/diminuição de uma taxa de retorno de uma determinada ação, não é
compensado pelo aumento/diminuição, respetivamente, da taxa de retorno da outra
ação, dado que ambas as taxas de retorno possuem o mesmo comportamento.

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Uma carteira com iguais investimentos em cada uma das três ações, significa
investir 1/3 em cada ação, ou seja, 33,33% de ações da empresa SONAE CAPITAL,
33,33% de ações da empresa CORTICEIRA AMORIM e 33,33% de ações da empresa
PHAROL.
Para o cálculo da taxa de retorno da carteira, foi usada a fórmula seguinte
( rct= ra.wa+rb.wb+rc.wc) e os dados calculados na quetão 1, referentes às taxas de
retorno médias mensais de cada ano. Com estas foi possível determinar as taxas de
retorno médias para cada ano e, posteriormente com os dados obtidos e com as
percentagens a investir em cada empresa, calculei o retorno da carteira. Com as taxas
de retorno da carteira, consegui determinar o desvio padrão da carteira, através da
função “desvpad.s” do excel.
O retorno da carteira é negativo nos dois anos, sendo o 1º ano mais alto. Já o
desvio padrão é superior no segundo ano quando comparado ao primeiro ano.
Geralmente, um resultado negativo significa que os gastos superaram os ganhos, de
modo que o investimento não se mostrou lucrativo em nenhum dos anos, sendo
considerado como um investimento perdido.

Embora se verifique que os retornos das carteiras são negativos em ambos os


anos, estes são inferiores ao retorno de mercado, portanto o risco de mercado deveria
ser inferior.

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Em regra, BETA o risco da carteira tende a ser inferior ao risco de
mercado devido à PHAROL diversificação da carteira, como não acontece, o
risco do mercado 0,68697054 pode ser explicado pela dispersão de possíveis
resultados.
O objetivo de o investidor ter investido 1/3 em cada açã o, de forma a constituir
uma carteira, foi a de reduzir o risco e obter o maior retorno possível. Uma forma
da reduçã o do risco é optar pela diversificaçã o e avaliaçã o do risco, normalmente
serve de ligaçã o entre vá rios aforradores e tomadores de fundos, e assim
conseguem uma capacidade técnica de avaliaçã o do risco das operaçõ es,
minimizando a probabilidade de incumprimento.

BETA BETA
SONAE BETA
X CORTICEIRA
MERCADO
QUESTÃO
X 6 CAPITAL AMORIM
0,98235035
1,43908536 0,82099515

QUESTÃO 7
A contribuiçã o de um título ao risco da carteira é medida mais corretamente
por seu beta, pois este é um indicador que avalia o grau de sensibilidade do ativo ao
retorno do mercado estando proporcionalmente relacionados, uma vez que quanto
maior o beta, maior o risco.
A empresa que apresenta maior beta, é a SONAE CAPITAL (1.43908536), sendo
por isso a mais sensível às variações do mercado, e a mais propensa a sofrer maiores
alterações de preços quando comparado com outros. Em seguida, com maior beta,
temos a CORTICEIRA AMORIM (0.82099515) e a PHAROL (0.68697054),
respetivamente. Estas são menos sensíveis às modificações do mercado.

Um dos mais importantes indicativos no mercado financeiro é o Beta, pois é


através dele que é possível avaliar como o preço de uma açã o se movimenta em
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relaçã o ao mercado. Mede também a inclinaçã o da reta da regressã o, sendo que
quanto maior for o beta maior será o desvio padrã o da açã o.
Para os investidores ao utilizarem o Beta, vã o ajudá -los a escolher os ativos de
acordo com o seu perfil.
Deste modo, é importante saber como o Beta se classifica:
I. Açõ es com Beta maior que 1 é agressivo, ou seja, possuem mais volatilidade que o
mercado, logo, o risco é maior;
II. Açõ es com Beta menor que 1 é defensivo, possuem menor volatilidade que o
mercado, logo o risco é menor;
III. Açõ es com Beta igual a 1 é neutro, isto é, os preços sofrem as mesmas oscilaçõ es
que o mercado em geral;
Além das açõ es com Beta menor que 1 serem menos arriscadas, o retorno
também vai ser menor. Normalmente os fundos com esta classificaçã o de Beta sã o
os mais indicados para os investidores conservadores, enquanto que os fundos
com índice superior a 1, serã o mais adequados para perfis mais arrojados. Em
suma, utiliza-se o índice Beta para mediçã o do risco de qualquer açã o, e através
disso faz-se uma aná lise comparativa e aprofundada.
Devemos utilizar este índice no momento da compra de açõ es, por exemplo
quando uma açã o apresentar o Beta zero, significa que possui rentabilidade,
independentemente do mercado, contrariamente quando o Beta é positivo está
relacionado com o mercado, ou seja, se o mercado está em alta, entã o é bem
possível que as açõ es também estejam em alta. No entanto, quando o Beta for
negativo, significa que estamos perante uma açã o defensiva, mesmo que um
mercado esteja em queda, pode haver retornos positivos.
A principal funçã o deste índice é auxiliar na diferenciaçã o entre os ativos
agressivos e os defensivos, para ajudar a analisar as estatísticas do desempenho do
mercado.
Os investidores podem aplicar o índice Beta principalmente na tomada de
decisã o a curto prazo, onde, nesse momento, as variaçõ es dos preços representam
um papel importante sendo que essas oscilaçõ es podem indicar uma tendência de
alta ou de queda.

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Um dos seus grandes benefícios é que ao construir uma carteira de açõ es, o
investidor vai poder escolher qual delas tem menos volatilidade, isto é, qual é que
apresenta menor risco.
Fazer uma estimativa a partir de dados passados possibilita verificar o
comportamento do preço de uma açã o no futuro, por isso é que é tã o importante
avaliá -lo sempre antes de investir.