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LIGAÇÕES QUÍMICAS

LIGAÇÕES QUÍMICAS 1
Programa da Unidade: Ligação iônica, energia de ligação, ligação metálica, ligação covalente, orbitais

Programa da Unidade: Ligação iônica, energia de ligação, ligação metálica, ligação covalente, orbitais moleculares, geometria molecular,

hibridização, momento dipolar.

ligação metálica, ligação covalente, orbitais moleculares, geometria molecular, hibridização, momento dipolar.
metálica, ligação covalente, orbitais moleculares, geometria molecular, hibridização, momento dipolar. 2
metálica, ligação covalente, orbitais moleculares, geometria molecular, hibridização, momento dipolar. 2

LIGAÇÕES IÔNICAS

LIGAÇÕES IÔNICAS 3
LIGAÇÕES IÔNICAS 3
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SÓLIDO IÔNICO 5

SÓLIDO IÔNICO

SÓLIDO IÔNICO 5
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LIGAÇÕES QUÍMICAS

Valência: É o número de ligações que o átomo forma em um composto. Elétrons de valência; aqueles que participam de qualquer tipo de ligação localizados na camada de valência (camada eletrônica mais externa = geralmente é igual ao número do grupo n para elementos representativos). Para os elementos de transição, freqüentemente os elétrons da camada mais baixa (n-1) também participam da ligação e podem ser considerados de valência.

Símbolo de Lewis: mostra os elétrons de valência ao redor do átomo e suas possibilidades de ligação.

A regra do octeto: postula que os átomos tendem a ganhar, perder ou compartilhar elétrons de modo que a camada de valência possua quatro pares de elétrons ( octeto

Ligação Metálica: Elétrons com alta mobilidade. Consiste na atração entre uma rede de íons metálicos positivamente carregados e um mar de elétrons periféricos. Esta atração eletrostática dos elétrons livres de alta mobilidade é característica de metais puros e da maioria das ligas metálicas.

Ligações Iônicas: Resulta da transferência de elétrons de uma espécie para outra, sendo formados um íon positivo e outro negativo.

Subseqüente atração eletrostática ligação iônica (ex. NaCl, MgCl 2 )

Compostos com carga total neutra

LIGAÇÕES COVALENTES: Resultam do compartilhamento de pares de eletrônicos. Tendem a ocorrer entre átomos que não ganham ou perdem elétrons facilmente, por ex., com valores de eletronegatividade semelhantes.

principal objetivo do compartilhamento: configuração eletrônica mais estável (teoria do octeto para cada átomo).

1. Ligações Covalentes Simples: Dois elétrons com spins emparelhados formam uma região de maior densidade eletrônica entre dois núcleos atômicos.

maior densidade eletrônica entre dois núcleos atômicos. 2. Ligações Covalentes Múltiplas : Quando mais que dois
maior densidade eletrônica entre dois núcleos atômicos. 2. Ligações Covalentes Múltiplas : Quando mais que dois
maior densidade eletrônica entre dois núcleos atômicos. 2. Ligações Covalentes Múltiplas : Quando mais que dois

2. Ligações Covalentes Múltiplas: Quando mais que dois pares eletrônicos são compartilhados almejando a estrutura do octeto.

DUPLAS

são compartilhados almejando a estrutura do octeto. DUPLAS TRIPLAS Ordem de ligação: número de pares eletrônicos

TRIPLAS

almejando a estrutura do octeto. DUPLAS TRIPLAS Ordem de ligação: número de pares eletrônicos

Ordem de ligação: número de pares eletrônicos compartilhados entre os dois átomos ligados. É possível que um átomo tenha diferentes ordens de ligação em moléculas diferentes:

diferentes ordens de ligação em moléculas diferentes: 3. Ligações Covalentes Coordenadas : Um átomo pode doar

3. Ligações Covalentes Coordenadas: Um átomo pode doar dois de seus elétrons para formar um par eletrônico a ser compartilhado entre ele próprio e o átomo “aceptor”.

Fórmulas de Lewis: Geradas a partir da associação de símbolos atômicos de Lewis. Regras para

Fórmulas de Lewis: Geradas a partir da associação de símbolos atômicos de Lewis.

Regras para montagem de uma fórmula de Lewis:

exHCN

1. Posicione os símbolos de Lewis conforme a geometria esperada para o composto;

de Lewis conforme a geometria esperada para o composto; 2. Comece com ligações simples. Posicione os

2. Comece com ligações simples. Posicione os elétrons de modo a formar uma ligação covalente simples entre cada par de átomos.

3. Usando a regra do octeto, distribua os elétrons remanescentes para que cada grupo principal

3. Usando a regra do octeto, distribua os elétrons remanescentes para que cada grupo principal de elementos tenha ou compartilhe oito elétrons e cada hidrogênio compartilhe dois. Se não houver elétrons suficientes para a formação do octeto mova elétrons não compartilhados e pares terminais para formar duplas e triplas ligações.

e pares terminais para formar duplas e triplas ligações. 4. Se o composto for carregado, adicione

4. Se o composto for carregado, adicione um elétron para cada unidade de carga negativa ou subtraia um elétron para cada unidade de carga positiva. Coloque colchetes em torno de toda a estrutura, indicando a carga fora dos mesmos.

de toda a estrutura, indicando a carga fora dos mesmos. Exemplo: Desenhe as estruturas de Lewis

Exemplo: Desenhe as estruturas de Lewis e de “ ligação de valência” para H 2 , HBr, Br 2 , O 2 e CO.

Exemplo: Desenhe as estruturas de Lewis e de “ ligação de valência” para HOH, OCO

Exemplo: Desenhe as estruturas de Lewis e de “ ligação de valência” para HOH, OCO e OH - .

Exemplo: Desenhe as estruturas de Lewis e de “ ligação de valência” para HOH, OCO e

Exceções à regra do octeto: (três grupos)

1. Moléculas cujos átomos centrais possuem menos que oito elétrons.

Este grupo consiste de moléculas contendo átomos centrais dos grupos IIA e

IIIA

moléculas contendo átomos centrais dos grupos IIA e IIIA 2. Moléculas cujo átomo central possue mais

2. Moléculas cujo átomo central possue mais de oito elétrons. (átomos dos

períodos 3 ,4 ,5 ,6 ou acima)

oito elétrons. (átomos dos períodos 3 ,4 ,5 ,6 ou acima) 3. Moléculas contendo um número

3. Moléculas contendo um número pouco usual de elétrons. Moléculas

estáveis com esta distribuição são raras mas existem.

contendo um número pouco usual de elétrons. Moléculas estáveis com esta distribuição são raras mas existem.

Carga Formal (estruturas em ressonância):

permite estimar qual a

contribuição para o híbrido de ressonância. Quanto menor a carga formal da estrutura, maior será a contribuição do híbrido.

Carga Formal = V ½.S L,

Onde V é o número de elétrons de valência no átomo livre, S é o número de elétrons compartilhados e L é o número de elétrons em pares isolados.

Ex.: Quais das seguintes fórmulas de Lewis é a mais estável:

Quais das seguintes fórmulas de Lewis é a mais estável: Calculando as cargas formais: Como a

Calculando as cargas formais:

de Lewis é a mais estável: Calculando as cargas formais: Como a estrutura “c” possui a

Como a estrutura “c” possui a menor carga formal, ela é a mais estável.

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Ressonância: Para algumas moléculas certo número de estruturas de

Lewis igualmente aceitáveis equilíbrio

Para algumas moléculas  certo número de estruturas de Lewis igualmente aceitáveis  equilíbrio 15

Corrigindo o modelo Covalente eletronegatividade

- diferença de eletronegatividade: cargas parciais >=> caráter iônico

cargas parciais >=> caráter iônico - ligação covalente polar  dipolo elétrico - momento

- ligação covalente polar dipolo elétrico

caráter iônico - ligação covalente polar  dipolo elétrico - momento de dipolo elétrico (magnitude) 16

- momento de dipolo elétrico (magnitude)

caráter iônico - ligação covalente polar  dipolo elétrico - momento de dipolo elétrico (magnitude) 16

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ELETRONEGATIVIDADE

ELETRONEGATIVIDADE 17

Forças de Van der Waals

Dipolo-dipolo (permanentes)

Dipolo-dipolo induzido

Forças de Van der Waals Dipolo-dipolo (permanentes) Dipolo-dipolo induzido 18

Dipolo induzido-dipolo induzido (London) força de dispersão

Dipolo induzido-dipolo induzido (London) força de dispersão 19

Corrigindo o modelo Iônico polarizabilidade

Todas as ligações iônicas têm algum caráter covalente:

as cargas positivas do cátion atraem os elétrons do ânion => a nuvem eletrônica do ânion distorce-se na direção do cátion => tendência do par de elétrons mover-se entre núcleos => comportamento covalente

do cátion =>  tendência do par de elétrons mover-se entre núcleos =>  comportamento covalente

FORÇA DE LIGAÇÃO Medida por sua energia de dissociação (D), requerida para separar dois átomos. Quanto maior (D) tanto maior a força de ligação.

energia de dissociação (D), requerida para separar dois átomos. Quanto maior (D) tanto maior a força
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COMPRIMENTO DE LIGAÇÃO Distância entre os centros de dois átomos

COMPRIMENTO DE LIGAÇÃO Distância entre os centros de dois átomos 24
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HIBRIDIZAÇÃO

TEORIA DA LIGAÇÃO DE VALÊNCIA

- Primeira descrição de ligação covalente desenvolvida em termos de orbitais atômicos (TLV)

OS ORBITAIS SIGMA

Sobreposição final-final de orbitais atômicos

desenvolvida em termos de orbitais atômicos (TLV) OS ORBITAIS SIGMA Sobreposição final-final de orbitais atômicos 27
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OS ORBITAIS PI

Sobreposição lateral de orbitais

OS ORBITAIS PI Sobreposição lateral de orbitais 30

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espectroscopia infravermelho 33

espectroscopia infravermelho

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Teoria de Repulsão dos Pares Eletrônicos da Camada de Valência

Elétrons ligantes e pares isolados, para reduzir a repulsão, se posicionam tão longe quanto possível.

 Elétrons ligantes e pares isolados, para reduzir a repulsão, se posicionam tão longe quanto possível.

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Teoria do Orbital Molecular

Teoria do Orbital Molecular 38
Teoria do Orbital Molecular 38
Teoria do Orbital Molecular 38
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