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FACULDADE NOVOS HORIZONTES

FACULDADE NOVOS HORIZONTES PLANO DE NEGÓCIO: A importância das informações contábeis na elaboração de um Plano

PLANO DE NEGÓCIO:

A importância das informações contábeis na elaboração de um Plano de Negócio

Adeli Mateus Campos Lima

Edvaldo de Assis Antunes Elaine Alves de Almeida Julita Pontel dos Santos Pinheiro Márcio Antônio Corrêa Senna Wanessa Benvinda Coelho

Belo Horizonte Outubro - 2007

Adeli Mateus Campos Lima

Edvaldo de Assis Antunes Elaine Alves de Almeida Julita Pontel dos Santos Pinheiro Márcio Antônio Corrêa Senna Wanessa Benvinda Coelho

PLANO DE NEGÓCIO:

A importância das informações contábeis na elaboração de um plano de negócio.

Orientador: Prof. Carlos Magno

Projeto

Interdisciplinar

apresentado

ao

Departamento

de

Ciências

Contábeis

da

Faculdade

Novos

Horizontes,

como requisito

parcial

para

aprovação

nas

disciplinas

do

Período.

1 - INTRODUÇÃO

1.1 - Apresentação

A todo instante temos empresas e negócios sendo criados no Brasil. Das mais diversas

atividades, esses negócios nascem quase sempre sem a estrutura ideal para no mínimo garantir

uma duradoura permanência no mercado, cada vez mais competitivo e exigente.

A Globalização e toda a evolução que estamos obrigados a viver nos fizeram ser mais

exigentes, mais criteriosos para adquirir produtos e serviços das mais diversas espécies.

As empresas estão se vendo em apuros para se manterem no mercado devido principalmente à falta de um planejamento de negócios. Os investimentos cada vez mais obrigatórios não são feitos e a cada dia estamos vendo muitas dessas empresas fecharem suas portas e com isso desempregando funcionários e afetando a vida de muitos de nós.

Tudo isso vem solidificar a importância do empreendedor e do empresário de se amparar mais na Contabilidade para a tomada de decisões. O contador é a única pessoa capaz de mostrar possibilidades de investimentos e onde é preciso investir.

A importância dessas informações contábeis pode levar uma empresa ao sucesso ou ao

fracasso e não podemos ignorar esse amparo profissional.

Nesse trabalho vamos mostrar o quanto é necessário essas informações para um projeto de negócio ser implementado ou modificado em busca de melhorias e de maiores perspectivas de faturamento.

Queremos deixar evidenciados que o Contador sempre será a pessoa de apoio para melhor indicar onde, quanto e quando se deve investir.

1.2

- Justificativa

O intuito principal desse trabalho vem de encontro à necessidade que temos visto da sociedade de modo geral, principalmente daqueles que pretendem investir em seu próprio negócio da importância de consultar um Contador e tirar dele toda informação possível capaz de garantir um investimento certo.

Muitos perdem quantias imensas em negócios furados e isso decorre da falta de informação de apoio de um profissional competente e o Contador não pode ser excluído disso.

Como

podemos

evitar

tanta

perda

de

dinheiro

em

negócios

mal

projetados?

Esperamos responder ao longo do nosso trabalho essa e outras perguntas que sempre ficam no ar quando vemos empresas e mais empresas sendo criadas todos os dias.

1.3 - ObjETIVOS

1.3.1 - Objetivo Geral

Demonstrar detalhadamente o empreendedorismo, possibilitando uma visão de um gestor na área contábil a partir da criação de uma organização.

1.3.2 - Objetivo Específico

Apresentar todos os procedimentos para a abertura de uma organização com fins lucrativos, passando por todas as etapas de sua criação, abordando custos de produção, tributários, de recursos humanos entre outros.

1.4 - Problema

Quais procedimentos devem ser seguidos, para que seja alcançado o resultado de um plano de negócios, incluindo riscos, desafios e incertezas que poderão ocorrer?

1.5 – Metodologia

A metodologia utilizada neste Projeto Interdisciplinar, envolveu estudos e pesquisas bibliográficas. Nesta pesquisa bibliográfica, serão levantadas informações em publicações especializadas, tais como: livros, relatórios, artigos de periódicos científicos e jornais.

2 - REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 - O Plano De Negócio

Segundo DORNELAS (2003), o Plano de Negócios, é um documento que serve de planejamento. O seu objetivo é estruturar as principais idéias e objetivos que se deseja atingir para um negócio. Ele define os passos necessários que para que os objetivos sejam alcançados

e diminui os riscos e incertezas. É também utilizado para a solicitação de empréstimos e financiamentos junto a instituições bancárias. Com o plano de negócios o empreendedor poderá analisar o mercado, comparar os negócios

já existentes, quais produtos serão oferecidos, quais os gastos e investimentos que deverão ser

feitos a curto, médio e longo prazo, qual a expectativa de retorno do investimento e outras variáveis envolvidas em um empreendimento. De acordo com DORNELAS (2003),

“ O plano de negócios ganhou força na década de 90 com o advento das empresas “.com”, porque na época a Internet era tratada com algo muito arriscado e insólito de se investir, daí a necessidade de se planejar bem um negócio, sonhando sim, mas sempre voltado para o lado racional e com os pés no chão.

Conforme HASHIMOTO (2007), assim é o Plano de Negócios para o empreendedor, uma forma de testar uma idéia de negócio no papel, um guia para garantir que o empreendedor não tenha se esquecido de questões importantes e estratégicas que farão a diferença no seu negócio.

2.2 - Objetivos Do Plano De Negócio

Segundo DORNELAS (2003), o plano de negócios tem algumas funções bem definidas como:

- Avaliar o novo empreendimento do ponto de vista mercadológico, técnico, financeiro, jurídico e organizacional;

- Avaliar a evolução do empreendimento ao longo de sua implantação: para cada um dos

aspectos definidos no plano de negócio, o empreendedor poderá comparar o previsto com o

realizado;

- Facilitar, ao empreendedor, a obtenção de capital de terceiros quando o seu capital próprio não é suficiente para cobrir os investimentos iniciais. Para muitos empreendedores a elaboração de um plano de negócios é para apresentar o projeto a possíveis parceiros comerciais. Porém, muito mais que isso, ele induz a realização de um planejamento de forma organizada, forçando o empreendedor à reflexão.

De acordo com DORNELAS (2003), na visão do empreendedorismo corporativo, o plano de negócios serve para conduzir uma empresa já estabelecida se um novo produto será bem aceito, se a empresa pode partir para outros ramos de negócios diferentes, como a empresa se encontra no mercado, mostra se o projeto colaborará para o sucesso da organização ou situação futura. Segundo DORNELAS (2007) o plano de negócios não deve estar apenas focado no aspecto financeiro, mas também em várias outras variáveis que vão determinar o sucesso do empreendimento.

2.3 - Destino Do Plano De Negócio

Conforme Dornelas 2003, o plano de negócios contém uma diversidade bem ampla de público-alvo, podendo variar conforme a atividade a ser desempenhada. Entre eles podemos citar alguns:

Diretores, gerentes de negócios da organização.

Áreas e setores internos da organização.

Parceiros, Bancos, Fornecedores e Clientes.

Sociedade em geral.

2.4 - Estrutura Do Plano De Negócio

De acordo com Dornelas 2003, não há um modelo padrão que defina a estrutura específica do plano de negócios, pois cada atividade possui as suas particularidades. Porém, um plano de negócios deve conter seções mínimas, para que o projeto empresarial seja atendido em sua plenitude.

Estas seções são organizadas de forma lógica, permitindo um entendimento complexo da empresa: organização, objetivos, mercado de atuação, estratégica de marketing e financeira.

Segundo Dornelas 2003, a Estrutura para confecção do plano de negócios deve seguir o seguinte roteiro:

Capa – E de fundamental importância em um plano de negócios, pois o inicio do negócio deve conter informações claras e necessárias para a localização dos responsáveis pelo projeto.

Sumário Contém respectivas páginas.

o título

de cada

seção do plano de negócios

e

a

Sumário Executivo nele contém a síntese das principais informações do plano de negócios, deve ser dirigido ao público alvo e ser explicito no que refere-se ao objetivo do plano de negócios. O sumário executivo e sempre a última parte a ser escrita, pois depende das outras seções para ser preenchido.

e

desenvolvimento do plano de negócios, apresentando os objetivos da organização e como será inserida no contexto, para isso e necessário um estudo do ambiente externo contendo todas as variáveis possíveis.

Análise

Estratégica

esta

face

e

voltada

para

a

implantação

Descrição do Projeto/negócio esta face deve conter todo o histórico da organização, perspectivas de lucro, sendo importante observar a adequação do negócio perante a oportunidade. Produtos/Serviços – esta parte do plano se volta para a atividade desenvolvida, pois efetua todo o levantamento dos produtos/serviços a serem fornecidos evidenciando o custo de cada um deles, objetivando também a satisfação dos clientes (feedback).

Plano Operacional esta face contém as informações sobre o processo produtivo, rotatividade do produto, prazo de entrega.

principais

executivos envolvidas no projeto suas complementações e as áreas da empresa as quais estão ligados, observando os aspectos como planos de desenvolvimentos, treinamento de pessoal, metas de treinamento, controle voltado para parte operacional da organização.

Equipe

do

Projeto

esta

face

consta

à

apresentação

dos

Análise de Mercado esta face tem como foco fundamental a oportunidade de mercado a ser perseguida. Deve conter conhecimentos sobre o mercado consumidor, como está segmentado, as características do consumidor, qual a sua localização e como agir diante aos obstáculos deste mercado competitivo.

Estratégia de Marketing Mostra as estratégias de vendas e as perspectivas para se conquistar clientes, aumentando cada vez mais o interesse dos mesmos pelo produto/serviço oferecido.

Plano Financeiro Esta face contém as informações em números do resultado do projeto, evidenciando os investimentos realizados e a necessidade de novos, suas disponibilidades, deve conter todas as informações financeiras através de demonstrações aplicadas ao plano de negócios.

Anexos – neste item são anexados todas as informações julgadas relevantes ao entendimento do plano de negócios.

2.5 - O Tamanho Do Plano De Negócio

do plano de negócios. 2.5 - O Tamanho Do Plano De Negócio Conforme, Dornelas (2003), o

Conforme, Dornelas (2003), o Plano de Negócios não tem um tamanho padrão com um numero definido de páginas, o tamanho dependerá das informações com as quais se quer alcançar o público-alvo. No entanto, o tamanho do plano de negócios, deverá ser o mais objetivo e completo possível, de forma a não comprometer seu entendimento levando ao

público-alvo as informações necessárias para implementação do mesmo. Como sugestão Dornelas apresenta alguns tipos de tamanho de Plano de Negócios:

Plano de negócios completo: é utilizado quando se pretende implementar um negócio totalmente novo, que será originado de algum projeto de sucesso da empresa. Dessa forma se faz necessário apresentar uma visão completa e detalhada do novo negócio. Pode variar de 20 a 40 páginas, mais material anexo.

Plano de negócios resumido: é utilizado quando se necessita apresentar algumas informações resumidas aos superiores/diretoria corporativa, por exemplo, com o objetivo de chamar sua atenção para que requisitem um plano de negócios completo. Deve mostrar os objetivos macros do projeto, a oportunidade, investimentos necessários, mercado-alvo e retorno sobre o investimento, e deverá focar as informações especificas requisitadas. Geralmente varia de 10 a 15 páginas.

Plano de Negócios Operacional: é muito importante para ser utilizado internamente pelos envolvidos diretamente com o projeto/ngócio. É excelente para alinhar os esforços internos em direção aos objetivos estratégicos da organização. Seu tamanho pode ser variável e depende das necessidades especificas de cada projeto e da empresa, em termos de divulgação junto aos funcionários.

Conforme, Dornelas (2003), o tamanho do plano de negócios também pode ser definido pelo seu formato e recursos utilizados como software que agilizam sua elaboração. O uso de planos padrões facilita o trabalho do empreendedor, tendo apenas que preencher planilhas, no entanto limitam seu trabalho aos padrões existente no programa, sem possibilidade de adaptá- lo ao plano desejado. A conveniência de se utilizar um plano padrão fica por conta do empreendedor, porém a melhor forma de apresentar um plano é através de um editor de textos, planilha eletrônica e softwares, auxiliando na apresentação do plano. Independentemente da forma de apresentação ela deverá ser bastante objetiva e clara, passo a passo de sua realização, tornando interessante ao público-alvo a quem direciona a apresentação. O Tempo necessário para sua apresentação de ser entre 10 a 20 minutos, levantando no final os tópicos de mais relevância para o público-alvo.

2.6 - O Plano De Negócio Como Ferramenta De Venda

Segundo, Dornelas (2003), o plano de negócios é uma importante ferramenta que o empreendedor utiliza para a venda interna e externa de suas idéias, ou seja, conseguir adeptos de seu projeto. Por isso sua apresentação deverá ser objetiva e oportuna. O empreendedor deverá enviar um sumário de seu plano a pessoas chave na empresa para analise do mesmo e

autorização. Após aprovação o empreendedor apresentará o plano todo, elaborando um Elevador Speed, que nada mais que a “Sua Venda do Peixe” exigindo habilidade e pratica do apresentador. A credibilidade da apresentação do projeto dependerá da interpretação do público-alvo, por isso o empreendedor deverá levantar pontos relevantes como riscos, retorno de capital e outros fatores, para isso deve ser feito um bom elevador speech como sugerido a seguir por Dornelas:

Desenvolvendo o elevador Speed

Passo

1:

Descreva

a oportunidade que deseja perseguir

problema a ser resolvido

ou

o

Qual o problema- chave ou a oportunidade que o projeto focará?

Que fatores motivaram sua decisão de lançar esse projeto?

Qual o tempo necessário para o desenvolvimento do projeto?

Passo 2: Defina a solução para o problema ou a abordagem que será dada à oportunidade

Quais as atividades-chave que q equipe deverá desenvolver para completar o projeto e quando deverão ser feitas?

Quando os principais mileston es (marcos, referências) devem ser atingidos?

Quais os principais resultados que deverão ser obtidos?

Passo 3: Os benefícios

Que grupos dentro e/ou fora da empresa se beneficiarão com o projeto?

Quando os benefícios serão sentidos/obtidos?

Exemplos de benefícios:

Redução de custos ou evitar gastos

Otimização de processos ou melhoria de performance (ex.:

redução de número de passos; redução de número de passos do processo; simplificação de tarefas; diminuição de tempo para tomada de decisão)

Melhoria da performance organizacional (ex: melhoria da qualidade; diminuição de tempo para colocação do produto no mercado; otimização da implementação de novas idéias e iniciativas)

Melhorar a performance para o consumidor

Melhor uso da informação e do conhecimento (ex.: otimizar a comunicação, melhorar o uso dos ativos intelectuais, patentes etc.)

Benefícios para a sociedade (ex.: diminuição do desemprego/violência/fome; melhoria do ensino: qualidade de vida etc.)

Passo 4: Que recursos serão necessários?

Quais os custos envolvidos e a fonte dos recursos (funding)?

Quem são as pessoas-chave (o time) do desenvolvimento do projeto e o perfil de cada uma?

Quais recursos adicionais, pessoas, habilidade, expertise, tecnologia deverão ser usados e quando/como estarão disponíveis?

Passo 5: O projeto tem spensors que darão suporte?

Quem são os principais spensors?

Por que e que tipo de suporte eles darão ao projeto?

Que oposições você/sua equipe poderá ter e como pretende superá-las?

2.7 - O Plano De Negócio Como Ferramenta De Gerenciamento

De acordo com Dornelas (2003), as informações contidas no plano de negócio devem ser divulgadas internamente sendo esta uma das ferramentas mais importantes para a eficácia da gestão empresarial. Dornelas afirma que:

Boas informações trancadas em uma gaveta ou perdidas em uma montanha de papéis na mesa de um executivo mão são propriamente utilizáveis e acabam totalmente por cair no esquecimento.”

Ainda conforme Dornelas (2003), uma boa gestão empresarial deve conhecer o objetivo da empresa, metas devem ser traçadas. Análises internas e externas deverão ser feitas, podendo assim saber em qual cenário a empresa está atualmente e em qual quer se enquadrar. Indicadores de resultados devem ser criados, a melhor maneira de estar ciente se um projeto tem dado retorno esperado, é quantificando os valores, e avaliando periodicamente os processos. Esses indicadores devem ser explícitos. Os colaboradores devem estar cientes dos resultados alcançados. E importante que haja sinergia entre empresa e colaboradores, pois os objetivos de ambos tornam-se semelhantes, na busca de resultados. Vislumbrado por este ângulo, o plano de negócios tendencia estrategicamente para a gestão empresarial. Ele irá auxiliar o empreendedor na conquista do sucesso esperado, caso o empreendimento não seja viável, haverá constatação em tempo hábil evitando-se no futuro um cenário pessimista.

2.8 - Dicas Na Elaboração Do Plano De Negócio

2.8 - Dicas Na Elaboração Do Plano De Negócio Conforme Dornelas (2003) considera-se normais empreendedores que

Conforme Dornelas (2003) considera-se normais empreendedores que não têem conhecimento de como, quando e nem onde iniciar seus projetos de negócios. Em síntese, não com regras a serem seguidas, geralmente pessoas mais experientes se destacam em tempo ágil, enquanto o iniciante terá que buscar conhecimentos específicos. O que fará a diferença no alcance do resultado esperado será aceitação do mercado e a implementação da idéia, que deverá ser composta de um bom plano de negócio. O plano de Negócios é apresentado a partir dos modelos Linear e modelo interativo.

de um bom plano de negócio. O plano de Negócios é apresentado a partir dos modelos

2.9 - Cronograma

Apresentação do Projeto Floricultura Ceres Flor & Arte

O projeto Dividiu-se em 2 partes:

1)

Apresentação da Idéia Proposta

Disposição técnica:

Tópicos

- Nome da Empresa: Floricultura Ceres Flor & Arte

- Tipo de negócio: Comércio de Flores e afins;

- Produto: Flores, plantas em geral, vasos, xaxim, terra, húmus, sementes, acessórios de jardinagem, arranjos, coroas, cestas de café, entre outros.

Disposições Gerais (Viabilidade da Escolha):

- Dados regionais: Localização e infra-estrutura da região do empreendimento;

- Mercado em potencial: População e pessoas economicamente ativas que possam ser consumidores do produto; e ajudará na definição do público alvo;

- Concorrência: Levantamento de empresas concorrentes, tentando identificar seus pontos fortes e fracos, canais de distribuição, custos e preços de venda praticados, políticas de credito e formas de divulgação;

Obs: Ressaltamos que em um negócio é importante se conhecer a sazonalidade do produto, tanto para o fornecimento, como para o consumo.

 

Finalidade

Responsáveis

 

Descrição da Finalidade

Resolução e Conclusões

   

Chamada Explosão de idéias , onde

Foram definidos questões com relação a parte 1) da apresentação e definir o cronograma, bem como as responsabilidades a serem cumpridas para os componentes do grupo

busca-se

Definição da

o

que ser o projeto, como fazer, pontos

Projeto

 

Grupo

relevantes, etc

   

Buscar cursos de qualificação pessoal

 

Competência

no ramo, como cursos em floricultura e

Concluído

para

 

arranjos florais para aprender

o

Negocio

Grupo

a

parte prática do negocio.

Localização,

 

Fazer uma análise de diversos pontos potenciais existentes para ser instalada a empresa, levando em conta alguns fatores, como área comercial movimentada, área para vitrines e ampliação, bom acesso rodoviário, concorrente mais próximo, facilidade de entrada e saída, bem como estacionamentos, etc.

 

Implantação e

Grupo

Concluído

Layout.

 
   

Identificar, contactar e visitar possíveis fornecedores, considerando a localização da empresa, preço, forma e prazos para pagamentos, disponibilidade de fornecimento, etc Efetuar o levantamento de associações de produtores e empresas que estejam ligadas direta ou indiretamente ao

Concluído

Fornecedores

ramo, que possam ser parceiros do

e

Parcerias

Grupo

negocio.

 

Grupo

Elaborar estratégias de comunicação

Concluído

Divulgação

e

que serão utilizadas na divulgação do

Marketing

negocio

Legislação

   

Verificar providencias legais

Concluído

especifica

necessárias para· a abertura da

e

jurídica

Grupo

empresa

   

Elaborar um esboço onde contenha

 

Investimento

todas os dados do investimento com

do capital,

 

relação à parte financeira: forma, prazo

alocação

e

valor do retorno do investimento,

e

uso de

rentabilidade e projeções financeiras e de vendas, levantamento de necessidades de financiamento.

Concluído

recursos

 

Grupo

captados.

Finalização

     

Concluído

Projeto

Grupo

Montagem e conclusão do projeto

Floricultura Ceres

Flor & Arte

Floricultura Ceres Flor & Arte - Nome da Empresa : Floricultura Ceres Flor & Arte -

- Nome da Empresa: Floricultura Ceres Flor & Arte

- Tipo de negócio: Comércio de Flores e afins;

- Produto: Flores, plantas em geral, vasos, xaxim, terra, húmus, sementes, acessórios de jardinagem, arranjos, coroas, cestas de café, entre outros.

A empresa está localizada na cidade de Belo Horizonte na região do Barreiro que tem limites com os seguintes bairros:

Norte: Novo das Indústrias, Bairro das Indústrias, Santa Margarida, Camargos, Santa Maria, Água Branca.

Sul: Santa Helena, Vila Castanheiras, Conj. Teixeira Dias, Diamante, Miramar, Vila Pinho, Brasil Industrial,

Leste: Milionários e Buritis

Oeste: Lindéia, Durval de Barros e Regina.

De acordo com o IBGE, Censo demográfico 2000, a região do Barreiro, em Belo Horizonte, apresenta um total de 258.753 habitantes, sendo 51,27% deste constituído por mulheres.

habitantes, sendo 51,27% deste constituído por mulheres. A faixa etária predominante no Barreiro é de 19

A faixa etária predominante no Barreiro é de 19 a 44 anos que equivale a 45,35% .

Homens - 48,71%

Mulheres – 51,29%

A população masculina economicamente ativa pode ser assim dividida: 23,40% ganham entre 03 a 05

A população masculina economicamente ativa pode ser assim dividida: 23,40% ganham entre 03 a 05 salários mínimos e 19,73% ganham entre 05 a 10 salários mínimos. O que quer dizer que a população masculina, economicamente ativa pertence às classes C e D.

a 10 salários mínimos. O que quer dizer que a população masculina, economicamente ativa pertence às

A população feminina economicamente ativa pode ser assim dividida: 27,05% ganham entre 01 a 02 salários mínimos e 26,34% ganham entre 05 a 10 salários mínimos. Assim, a maior parte desta população pertence à classe E.

Assim, a maior parte desta população pertence à classe E. De Olho na concorrência • Floricultura

De Olho na concorrência

• Floricultura Bom tempo

• Floricultura Roda Dágua

De olho no mercado

A loja está localizada próxima a um velório e em uma região onde o poder aquisitivo da população foi considerado favorável. Mas sabemos que localização por si só não é fator de sucesso e é importante usar a criatividade para atrair os clientes. É preciso ter um diferencial com relação à concorrência. O que pretendemos oferecer de diferencial é:

Boa exposição dos produtos, comodidade e beleza, bom atendimento, inovação, crédito e facilidade de pagamento, produto personalizado, higiene, garantia de bons serviços.

Cursos de Aperfeiçoamento e Reciclagem

IBRAP- Instituto Brasileiro de Paisagismo e Escola Paulista de Paisagismo

Escola Floral Alfredo Tillí de arranjos Florais – Holambra/SP

Eventos Importantes do Setor

ENFLOR e ESPOFLORA que são realizados na cidade de Holambra/SP

Publicação literária no ramo de floricultura

Revista Natureza (Publicação Mensal).

Assuntos ligados ao setor de floricultura

INVESTIMENTO INICIAL

INVESTIMENTO INICIAL - Antes da inauguração

 

DETALHAMENTO

DESEMBOLSO NO 1º MÊS

DESEMBOLSO NO 2º MÊS

DESEMBOLSO NO 3º MÊS

TOTAL

Investimento em instalações

33%

22%

49%

100%

Investimento em equipamento

39%

30%

31%

100%

Investimento em Veículos

0%

0%

0%

0%

Serviço de terceiros

60%

20%

20%

100%

Mat. de consumo e Utensílios

0%

0%

100%

100%

Gastos com a abertura da empresa e inauguração

0%

0%

100%

100%

Reserva para gastos não previstos

100%

0%

0%

100%

Estoques

100%

0%

0%

100%

subtotal

54%

16%

30%

100%

Reserva para capital de giro

0%

0%

100%

100%

Total

45%

13%

42%

100%

COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDA

COMPOSIÇÃO DO PREÇO DE VENDA ORÇADO X REALIZADO 1º Semestre / 2008 2008 JAN FEV MAR

ORÇADO X REALIZADO

1º Semestre / 2008

2008

JAN

FEV

MAR

ABR

MAI

JUN

ACUMULADO

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Realizado

 

Vendas

30%

43%

49%

55%

61%

73%

311%

 

Receitas

Totais

30%

43%

49%

55%

61%

73%

311%

0%

 

Financ.Bancário

5%

7%

10%

15%

   

37%

 

Compra

               

Veículos

25%

10%

5%

40%

Matéria Prima

5%

5%

5%

5%

30%

40%

90%

 

Custos /

Salário

5%

5%

5%

5%

5%

5%

30%

 

Despesas

Aluguel

4%

4%

4%

4%

4%

4%

24%

 

Serv. Terceiros

5%

5%

5%

5%

5%

5%

30%

 

Outros

1%

1%

1%

1%

1%

1%

6%

 

Totais

25%

27%

30%

60%

55%

60%

257%

0%

 

Saldos

5%

16%

19%

-5%

6%

13%

55%

0%

2º Semestre / 2008

2008

JUL

AGO

SET

OUT

NOV

DEZ

ACUMULADO

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Orçado

Realizado

 

Vendas

67%

50%

88%

82%

94%

96%

477%

 

Receitas

Totais

67%

50%

88%

82%

94%

96%

477%

0%

 

Financ.Bancário

           

0%

 

Compra

               

Veículos

10%

10%

20%

15%

55%

Matéria Prima

5%

5%

30%

5%

40%

40%

125%

 

Custos /

Salário

5%

5%

5%

5%

5%

10%

35%

 

Despesas

Aluguel

4%

4%

4%

4%

4%

4%

24%

 

Serv. Terceiros

5%

5%

5%

5%

5%

5%

30%

 

Outros

1%

1%

1%

1%

1%

1%

6%

 

Totais

30%

30%

65%

35%

55%

60%

275%

0%

 

Saldos

37%

20%

23%

47%

39%

36%

202%

0%

2.10 – Entrevista De Campo

1 Quais os aspectos foram considerados na escolha do ponto para abertura da empresa?

Consideramos o Restaurante Celeiro de Minas que em tese recebe um público relativamente maduro com o poder aquisitivo razoável, e público maduro consome flores. A escola particular onde mães levam os filhos, e assim podem conhecer a loja. Mais a academia que também gera um bom fluxo feminino, vaidosas, e então consumidores em potencial de “coisas” que embelezam. Mais o velório municipal por razões diferentes. Mais a vizinhança de classe média com casas e apartamentos com verde.

2 O que você fará para despertar a atenção e o interesse dos clientes?

Oferecer um atendimento mais personalizado possível, com o máximo de elucidações possíveis em relação a duvidas com o cultivo, escolha e manuseio das plantas. Em relação

a arranjos florais, pouco duráveis e prontos para o “consumo” tem o toque pessoal de

quem os compra traduzindo: Arranjos perenes, onde o cliente escolhe as plantas e os montamos o arranjo com peça única tendo raízes e troncos, sendo impossível de fazer outro igual.

3 Quais serão seus artifícios para atrair clientes na quantidade certa para o seu negócio? Como tenho um razoável conhecimento de jardinagem, paisagismo e botânica ofereço

o máximo de meus conhecimentos ajudando a esclarecer dúvidas. Outro fator é sempre ter novidades para atrair a curiosidade e assim reter o cliente para um contato “corpo a corpo”.

4 Como será o processo para ocupação do espaço no mercado, com cliente, concorrentes e fornecedores? O acima mais a possibilidade do cliente se sentir a vontade mesmo sendo um leigo no assunto, deixá-lo como se estivesse tendo um aprendizado, sem o constrangimento, natural das dúvidas.

5 Qual a perspectiva de tempo para retorno do capital investido?

Aproximadamente seis meses para o negocio não mais depender de investimentos, e um ano para iniciar ganhos sustentáveis, com possibilidade de uma programação feita a partir do negócio, sem a intervenção da pessoa física, formando fundos.

6 Qual seu plano de marketing para divulgação da sua empresa no mercado? Deixar produtos diferenciados, como um arranjo em pontos estratégicos. Oferecer trabalho de jardinagem e acompanhamento. Tudo com a marca em panfletos, cartões, folder e tudo mais que for possível. Nos arranjos fazer algo novo decorando os espaços, e levando assim a cortesia da loja e no mais, o usual como placas, cartões e o “corpo a corpo” que já foram citados.

7 Qual o perfil do seu público alvo? Pessoas com mais de 30 anos principalmente mulheres, que são mais sensíveis consumindo plantas que possam guardar e cuidar. O instinto maternal pede algo mais duradouro e carente de cuidados, então consomem mais plantas. Homens para lotes o imediatismos do “recado” e depois dos trinta as palavras sempre pedem um gesto que marque a insegurança de ter o momento esquecido. Um jovem sempre se julga curto e suficiente, portanto o conceito de marcar o momento difere, não são grandes consumidores de flores.

8 Qual seu plano estratégico a curto, médio e longo prazo? Curto prazo, criar uma espécie de consultório onde se tem confiança de buscar ajuda para as plantas já existes na casa. Médio prazo, uma reciclagem ou uma ampliação dos jardins, gerando coragem de aplicar os conhecimentos adquiridos assim o consumo se torna habito e prazer. Longo prazo, “o boca a boca” difunde a confiança e o aval, tornando cada cliente um out door em potencial, assim possibilitando expandir os ”tentáculos” do negocio de onde seu nome seja conhecido.

9 Você conhece a legislação a qual sua empresa esta sujeita?

Pouco, não sabia, por exemplo, que deveria ter licença do I.E.F. pretendemos ter um viveiro para suporte logístico e existem alguns quesitos a serem cumpridos no I.E.F., IBAMA e outros. Ainda estamos indo por dedução lógico. Quanto à prefeitura não há muitas duvidas.

10 Com relação aos concorrentes como será processo para ocupação do mercado?

Como já colocado antes, tentaremos nos diferenciar. Temos como referencial a capacidade da criatividade. Quanto às regras comuns de mercado, oferecemos preço e qualidade de forma competitiva. Acompanhar a demanda e suprir possíveis carências com um direcionamento de produtos cabíveis a cada necessidade dos clientes e seus espaços físicos. Saindo o máximo possível da relação “vendedor e comprador”, mas “consultor e pesquisador”.

11 Qual o tipo de parceria que foi estabelecido com seus fornecedores?

Nada em especial, o nosso consumo é baixo para obtemos algo alem do “comprou, levou”. Não há consignações diante do nosso fluxo de vendas. Existem planos, mas nada acenado por hora.

12 Qual o processo será processo usado na recuperação de perdas dos produtos?

Bom esse processo já existe. No caso de flores a reciclagem e praticamente impossível. Não vendeu é perda total, salvo raras exceções como kalanchoe e orquídeas que florescem um ano depois. No caso de plantas mesmo as que são comercializadas apenas floridas a recuperação e quase 100%. Em muitos casos fazemos podas, e assim produzimos mudas para dois anos depois, termos nova planta. Daí a nova necessidade de um viveiro de espero com produção. Existem planos para uma produção que nos leve a auto-suficiência em plantas e suportes para uma segunda loja que será independente, uma espécie de cliente a mais.

13 Qual o método usado junto ao seu fornecedor para reposição de estoque?

Ainda é o básico, duas vezes por semana faço uma lista do que falta. Considero produtos em comercialização e compramos no caso de flores de dois fornecedores, nos buscamos. Plantas são quatro, mas compramos mais para estoque e matrizes. Fazemos visitas e aproveitamos a oportunidade como em leilões e olhamos preço, plantas recuperáveis a baixo custo. Plantas recusadas em projetos de jardinagem colocadas a

disposição para venda. Fazemos estoques considerando disponibilidade financeira, pois não haverá giro um “passivo” com a possibilidade de gerar um ativo em médio prazo. O mesmo principio de agencias que compram carros danificados em leilões para recuperação e lucro posteriores. Ainda não foi possível estabelecer um percentual de gastos para esse “passivo”. Mais de formas gerais não ultrapassaram 25% do faturamento.

2.11 - Análise De Dados

Foi realizada uma entrevista de campo com um empreendedor, o Srº Ataneri Miranda, proprietário da Floricultura Ceres, situada à Avenida: Sinfrônio Brochado, 1211 – Barreiro de Baixo – Belo Horizonte – MG. Empreendimento pelo qual optamos desenvolver nosso Projeto Interdisciplinar referente ao 4º período do Curso de Ciências Contábeis – Plano de Negócio.

De acordo com a entrevista realizada, o ponto para a abertura da empresa, é de fundamental importância, pois foi escolhido um local, onde houvesse movimento, isto é, onde houvesse um fluxo de pessoas com um poder aquisitivo relativamente razoável, pois o local é

rodeado de escolas particulares, bares, academias, lojas de modo geral, padarias, pizzarias e até mesmo velório, isso significa que o local escolhido foi bem visado antes da

abertura

da

empresa.

Além de o local ser bem escolhido e bem localizado, o Srº Ataneri Miranda, fará o possível para oferecer aos clientes um atendimento personalizado com o máximo de elucidações. Sendo ele um conhecedor na área de jardinagem, paisagismo e botânica, utilizará seus conhecimentos para ajudar a esclarecer dúvidas de seus clientes.

O Srº Ataneri Miranda, fez um investimento neste ramo de negócio e espera um retorno de seis meses do negócio para não depender mais de investimentos e um 1 ano para iniciar

sustentáveis.

ganhos

Como é uma empresa nova e pouco conhecida no local de abertura, o Srº Ataneri Miranda, fará uma divulgação corpo a corpo com seus clientes, para lhes oferecer seu trabalho, pois ele acredita que dessa forma terá um contato maior com sua clientela e que os resultados serão mais satisfatórios possibilitando dessa forma expandir mais ainda seu trabalho.

De acordo com as pesquisas desenvolvidas pelo Sr º Ataneri Miranda, todo negócio visa perdas, no caso da floricultura, existe grandes possibilidades delas acontecerem, pois estamos tratando de plantas, que correm riscos de não haver possibilidades de se recuperar. Para as

plantas comercializadas floridas, a recuperação e quase 100%. Em muitos casos, são feitos podas para produzirem mudas e em algum tempo ter novamente novas plantas.

O contato do empreendedor com seus fornecedores é de forma simplificada. Duas vezes por semana ele descreve os produtos que lhe falta, e faz os contatos devidos. Para a diminuição dos custos, ele aproveita as oportunidades e participa de leilões de plantas recusadas em projetos de paisagismo. A compra é feita à vista, as plantas ficam em estoque com

possibilidade

de

gerar

ativo

em

médio

prazo.

O Sr Ataneri Miranda, ainda não conseguiu estabelecer um percentual de gastos no passivo, mas de forma geral não ultrapassa 25% de seu faturamento bruto.

2.12 - Cronograma A Ser Seguido Para Se Fazer A Abertura De Uma Empresa:

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA SE ABRIR UMA EMPRESA

· Fotocópia do IPTU do imóvel;

. Contrato de locação registrado no Registro de Títulos e Documentos (se o imóvel for alugado);

.

Fotocópia autenticada do RG dos sócios;

.

Fotocópia autenticada do CPF dos sócios;

.

Contrato Social (se for sociedade);

.

Fotocópia autenticada do comprovante de endereço dos sócios;

.

Comprovante de entrega das cinco últimas Declarações do IRPF dos sócios;

. Declaração de desimpedimento para o exercício de administração de sociedade empresária redigida pelo sócio e entregue na junta comercial;

. Se a atividade envolver prestação de serviços cuja profissão seja regulamentada, verifique as exigências e formalidades do Conselho Regional quanto à elaboração do Contrato Social, formação societária e responsabilidades técnicas.

Além disso, o interessado deverá preencher e apresentar os formulários exigidos pelos órgãos de registro público, conforme consta em seus respectivos sites:

Junta Comercial do Estado de Minas Gerais

PASSO A PASSO

- Escolher um local adequado para exploração do negócio

- Verificar junto aos órgãos Estadual e Municipal do Meio Ambiente as possibilidades de se estabelecer no imóvel;

- Verificar as exigências do Corpo de Bombeiros;

- Se o imóvel for alugado, negociar as cláusulas do contrato. Não deixe de consultar um advogado

- Contratar um bom contabilista com experiência em abertura de empresa.

- FAZER UMA PESQUISA DO NOME DA EMPRESA JUNTO A JUCEMG

- Elaborar o contrato social

- Enviar o contrato social para registro na junta Comercial

- Se inscrever na junta comercial através do site www.receita.fazenda.gov.br e se inscrever para liberação do CNPJ (Cadastro Nacional de pessoa Jurídica)

- Se inscrever junto a secretaria da fazenda por se contribuinte do ICMS. Pra este registro é necessário que indique o nº do CRC (registro nacional no Conselho Regional de Contabilidade) do contabilista responsável.

- Inscrição Municipal

Consultar a prefeitura local para obter informação sobre a inscrição.

Após liberação da inscrição estadual, requerer junto a prefeitura local o alvará de funcionamento.

3 - CONCLUSÃO

Procuramos nesse trabalho enfocar a importância de se planejar e se preparar para implantar uma idéia e colocar em atividade um negócio.

Sabemos que são diversos os motivos que levam um negócio a não se prosperar e dentre eles, certamente, vamos ver com maior ênfase, o que diz respeito ao não planejamento e a não assessoria de um profissional competente.

O Contador nesse momento torna-se fundamental para essa ajuda, pois, além de preparar junto com o empreendedor suas melhores estratégias para o negócio, pode indicar profissionais de outras áreas com condições de prever melhores caminhos a serem seguidos nesse empreendimento.

As diversas análises propostas e mostradas em nosso trabalho nos deram uma visão ampla da importância de todo um processo de planejamento antes da execução do projeto final.

4 - BIBLIOGRAFIA

BRITO, Flávio Lúcio. Como elaborar um plano de negócios. 1ª ed. Belo Horizonte:

SEBRAE/MG, 2004, 98 p.

DORNELAS, J.C.A. Empreendedorismo Corporativo. 1º ed. Rio de Janeiro: Editora Elsevier, 2003, 300 p.

HASHIMOTO, Marcos. Saiba como usar um plano de negócios. Disponível em:

Acesso em 01 set. 2007.

DORNELAS, J.C.A. PLANO DE NEGÓCIOS: o segredo do sucesso do empreendedor. Mito ou Realidade? Disponível em: http://www.planodenegocios.com.br/dinamica_artigo.asp?tipo tabela=artigo&id=20 Acesso em 01 set. 2007.

Plano de Negócios Sebrae Minas disponível em www.sebraeminas.com.br