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 Direito Comercial 

Actividade formativa n.º 1

Introdução ao Estudo do Direito Privado

As actividades formativas que se propõem a seguir, destinam-se a apoiar o estudo do tópico 1


do programa da unidade curricular. Por isso, a sua realização apenas deverá ocorrer após o
estudo dos respectivos conteúdos no manual: pp. 27-67, 77-112 e 116-121 (2.ª edição).
Durante o período de realização das actividades formativas, terá sempre ao seu dispôr um fórum
não moderado, através do qual poderá trocar ideias e esclarecer dúvidas suscitadas pela
realização dessas actividades com as/os seus colegas de turma.
Sendo uma actividade formativa, esta não será objecto de avaliação, pois tem como finalidade
servir de instrumento aferidor da aquisição de conhecimento pela(o)s estudantes. Para o efeito,
no final do prazo para a realização da actividade serão disponibilizadas as orientações de
resposta, que deverá utilizar para proceder à sua auto-avaliação.
Deverá ter em conta que o elemento que consideramos mais importante no processo de
aprendizagem é o da efectiva realização das actividades formativas e não a mera consulta das
soluções, destinando-se estas apenas à auto-avaliação e, eventualmente, a verificar a
necessidade de corrigir o trabalho efectuado. Se este não for feito, o seu interesse será muito
diminuto.

Grupo I

Como sabe, a estrutura das normas jurídicas é constituída por dois elementos: a previsão e a
estatuição. Identifique-os nas seguintes normas:

Artigo 483.º, n.º 1 do Código Civil


«Aquele que, com dolo ou mera culpa, violar ilicitamente o direito de outrem ou qualquer
disposição legal destinada a proteger interesses alheios fica obrigado a indemnizar o lesado
pelos danos resultantes da violação.»

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Artigo 224.º, n.º 1 do Código Penal


«Quem, tendo-lhe sido confiado, por lei ou por acto jurídico, o encargo de dispor de interesses
patrimoniais alheios ou de os administrar ou fiscalizar, causar a esses interesses,
intencionalmente e com grave violação dos deveres que lhe incubem, prejuízo patrimonial
importante é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa.»

Artigo 122..º do Código Civil


«É menor quem não tiver ainda completado dezoito anos de idade.»

Artigo 1323.º, n.º 1 do Código Civil


«Aquele que encontrar animal ou outra coisa móvel perdida e souber a quem pertence deve
restituir o animal ou a coisa a seu dono, ou avisar este do achado; se não souber a quem
pertence, deve anunciar o achado pelo modo mais conveniente, atendendo ao valor da coisa e
às possibilidades locais, ou avisar as autoridades, observando os usos da terra, sempre que os
haja.»

Artigo 7.º do Código Comercial


«Toda a pessoa, nacional ou estrangeira, que for civilmente capaz de se obrigar, poderá praticar
actos de comércio, em qualquer parte destes reinos e seus domínios, nos termos e salvas as
excepções do presente Código.»

Grupo II

Tendo em conta os artigos 138.º e 139.º do Código Civil, é correcto afirmar que os interditos têm
personalidade jurídica?

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Grupo III

Imagine que -A- e -B- vivem em união de facto. Dado o seu carácter dominador, -A- entende que
deverá ser a pessoa que toma todas as decisões que digam respeito ao casal e que -B- deverá
sempre pedir-lhe autorização antes de fazer algo. -B- não se conforma com a situação,
defendendo que deverá ter os mesmos direitos que -A-. Para isso, e não encontrando
fundamento legal no regime jurídico das uniões de facto, invoca o artigo 1671.º do Código Civil.
Poderá fazê-lo?

Grupo IV

No dia 12 de Fevereiro de 2009, -C- vendeu o prédio urbano de que era proprietário a -D- por
200.000 euros. No dia 16 de Fevereiro de 2009, foi publicado no Diário da República um decreto-
lei, aprovado pela Assembleia da República, por maioria simples, o qual dispunha que os prédios
com uma tipologia idêntica à do envolvido naquele negócio, não poderiam ser vendidos por um
preço inferior a 250.000 euros.
a) Este decreto-lei foi correctamente aprovado?
b) Uma vez que o diploma legislativo não integrava nenhuma disposição quanto à sua
entrada em vigor, quando é que isso deveria ocorrer?
c) Tendo tomado conhecimento deste decreto-lei, -C- veio exigir a -D- o pagamento dos
restantes 50.000 euros. Esta pretensão deverá ser satisfeita por -D-?
d) Na realidade, -D- argumentou que não pagaria porque existe um costume contrário ao
seu pagamento. Este argumento é válido?
e) A 27 de Fevereiro de 2009, o Governo aprovou um regulamento que revogava o referido
decreto-lei, argumentado que o mesmo é contrário ao princípio da liberdade contratual.
Poderia fazê-lo?

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