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BOOTH, W. C; COLOMB, G.G.; WILLIAMS, J. M. The Craft of research ed. The University of
Chicago Press, Chicago, 1995 p.167-171

O material que se segue é fruto de uma tradução livre de parte do capítulo 11 que trata da execução da primeira versão de um
trabalho científico. Foi efetuada, em 2003, pelo professor Roberto Bastos Guimarães, Eng. M.Sc. D. Sc. do Programa de
Pós-Graduação em Engenharia Ambiental Urbana (MEAU) da UFBA

11.5.1 Definição de plágio

Há plágio quando, intencionalmente ou não, se usam palavras ou idéias e se falha ao serem dados os
devidos créditos àquela pessoa. Você faz plágio quando você dá os créditos ao autor, mas usa as palavras
exatas sem usar aspas, colchetes, indentações dos blocos de palavras ou outros sinais indicativos típicos de
citação. Você efetua plágio também quando você usa palavras tão semelhantes da sua fonte que se o seu
trabalho fosse colocado lado a lado com a sua fonte VOCE veria que não poderia escrever aquilo sem ter a
fonte como seu guia. Quando acusados de plágio, alguns escritores afirmam: “eu devo ter memorizado a
passagem. Quando eu escrevi, eu certamente pensei que fosse minha”. Esta desculpa convence a muito
poucos.

11.5.2

Quando você quiser usar as palavras exatas que você encontrou na fonte, pare e pense. Então:

Coloque uma marca de referência antes e após ou crie um bloco de citação.


Anote as palavras exatamente como estão grafadas na fonte (se você efetuar alguma modificação - de
qualquer coisa - use colchete para indicar as mudanças).
Cite a fonte.

Esses são os primeiros 03 princípios ao usar palavras de outros:

1. Indique sem ambigüidade onde as palavras de sua fonte começam e terminam,


2. Seja fiel às palavras (ou indique as mudanças) e,
3. Cite a fonte.

Se você omitir o primeiro ou terceiro princípio, intencionalmente ou não, você estará plagiando.

11.5.3 Crescimento do plágio das idéias1

Você também efetua plágio quando usa as idéias de alguém e não dá os créditos a aquela pessoa.

Você estaria plagiando, por exemplo, se você escrevesse acerca de problemas, usando conceitos do capítulo
4 (sobre problematização) [“dos questionamentos aos problemas”] e não nos fornecesse os créditos, mesmo
que alterasse as nossas palavras, trocando “Condições” [conditions] por estado [predicoment] e “despesas”
[costs] por “reparações” [damages].

Se você usa algumas idéias, forneça os créditos antes. Se você escreve várias páginas, baseado nas idéias de
outros não adie o fato até chegar a uma nota de pé de página no final.

Uma situação engraçada aparece quando você tem uma idéia própria e posteriormente descobre que alguém

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pensou nela primeiro ou próximo disso.

No mundo da pesquisa, a prioridade não conta para qualquer coisa, mas para muitas [coisas]. [Priority counts
not for everything but for a lot].

Se você não citar a fonte anterior você corre o risco de haver pessoas [que pensem] que você o plagiou ainda
que, de fato, você não tenha feito isto.

Já uma situação cômica surge quando você usa idéias que são amplamente conhecidas no seu campo de
trabalho. Algumas idéias são tão familiares que qualquer um conhece os créditos e pareceria primitivo você
efetuar a situação. Você pode, por exemplo, mencionar Crick e Watson quando você discorrer sobre a
estrutura helicoidal do DNA, mas você, provavelmente, não citaria o artigo em que eles publicaram a
descoberta. Em outras ocasiões, entretanto, a idéia parece ser um conhecimento comum, fazendo parte do
“background” do seu campo de conhecimento, e você não sabe quem primeiro a publicou. Uma vez que você
não rastreia cada coisa que você diz na sua obra estes são os casos em que mesmo o mais escrupuloso
estudante pode tropeçar [misstep]. Tudo o que nós podemos dizer é: “Quando em dúvida, pergunte ao seu
professor e forneça os créditos que puder.”

11.5.4 Plágio indireto de palavras.

É muito sutil estabelecer o plágio quando você resume e parafraseia. Não é o mesmo, mas eles se misturam,
sem vestígios, de modo que você pode não estar consciente [aware] quando, transformando o resumo,
parafraseando-o, estiver atravessando a linha do plágio [divisória entre a condensação e estágio].
Independente da sua intenção, a paráfrase próxima do original pode ser considerada como plágio “mesmo que
você cite a fonte”.

Outra complicação é que diferentes campos [do conhecimento] delimitam [o plágio de citação] de diferentes
maneiras. Nas ciências jurídicas espera-se que as paráfrases dos estatutos e decisões da corte sejam bem
próximas.

Nas ciências, os escritores geralmente efetuam citações e parafraseiam bem próximos [da fonte] os
principais pontos de um artigo, mas não as outras partes. Entretanto, em áreas de conhecimento como
história e idiomas, as paráfrases muito próximas [do original] são um risco.

Por exemplo, o seguinte parágrafo nesta secção porque a paráfrase é muito próxima [do original].

“É duro descrever o plágio quando resumo e paráfrase são aplicados, porque enquanto eles diferem, suas
fronteiras esvanecem e o escritor pode não saber que atravessou a fronteira do resumo para a paráfrase, e da
paráfrase para o plágio. A despeito da intenção, uma paráfrase muito próxima do original é plágio, mesmo
quando é citada. Este parágrafo, por exemplo, pode ser considerado como plágio do parágrafo um.” (Booth,
Colomb e Williams,169).

O parágrafo seguinte situa-se no limite do plágio:

“Por causa da dificuldade em distinguir a fronteira entre o resumo e a paráfrase, o escritor pode se lançar
perigosamente próximo ao plágio sem saber mesmo quando o próprio escritor cita a fonte e nunca pensou em
plagiar. Muitas pessoas podem considerar este parágrafo como tendo transposto o limite.” (Booth, Colomb e
Williams).

As palavras em ambas as versões seguem o original tão proximamente que qualquer leitor poderia reconhecer
que o escritor poderia escrevê-los somente quando fazem uma leitura simultânea com o original. A seguir
apresenta-se um resumo do parágrafo dentro do limite seguro:

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“De acordo com Booth, Colomb e Williams, os escritores as vezes cometem plágios inconscientes porque eles
pensam que estão resumindo quando estão resumindo e, de fato, estão parafraseando e tal ato é considerado
um plágio mesmo quando efetuado sem intenção e as fontes citadas (169)”

11.5.5 Torna-se consciente quando você estiver efetuando um plágio:

Há um teste simples para [detectar] o plágio inadvertido: Esteja consciente de onde seus olhos estão quando
você lança palavras no papel ou na tela.

Se os seus olhos estão na fonte, ao mesmo tempo em que os seus dedos voam pelo teclado você corre o risco
de fazer algo que semanas, meses ou mesmo anos mais tarde podem resultar em sua humilhação pública.
Quando você usar extensivamente uma fonte, compare suas páginas [escritas] com o original. Se você penar
que alguém poderia passar os dedos ao longo de suas próprias sentenças e achar sinônimos ou mesmo frases
de igual significado às do original, grosso modo, na mesma seqüência, tente novamente.

Você estará menos susceptível a cometer plágios, inadvertidos se quando escrever, você mantiver seus olhos
não na sua fonte, mas na tela [do computador] ou no próprio papel [que você está escrevendo] e você vai
perceber o que sua fonte tem a dizer “após aquelas palavras terem sido filtradas” através de seu próprio
entendimento delas [do seu significado].

11.5 Os últimos passos

Se você escreve e trabalha sentença por sentença, quando chegar ao fim você está pronto para o último
estágio. Mas se você faz a escrita de uma maneira rápida, você vai ter que fazer alguma “limpeza” quando
chegar ao final.

Talvez a maior diferença entre um escritor experiente e o iniciante sejam suas atitudes frente à primeira
versão de um trabalho. O autor experiente toma a obra como um desafio: Eu fiz o esboço, agora vem a parte
dura e gratificante de descobrir como posso transformar isso. O autor inexperiente toma o rascunho como
um triunfo: Pronto! Vou mudar uma palavra ou outra, colocar algumas vírgulas, pontuar melhor, passar
num verificador de texto e <imprima-se>! A primeira versão de um trabalho é, sem dúvida, uma vitória, mas
resista a um trabalho fácil.

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