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TEORIA NUCLEAR

AS SUBSTÂNCIAS/ENERGIAS
MAGNÉTICAS

LUIZ CARLOS DE ALMEIDA


Dedico este livro,
às pessoas que buscam entender o Universo,
àquelas que admitem mudanças e, principalmente,
àquelas que eu amo.

Luiz Carlos de Almeida


2008

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INTRODUÇÃO

A ciência caminha para decifrar cada vez mais o Universo, entendendo cada vez
mais as suas particularidades, porém, conjecturas científicas baseadas em teorias que, por
ventura, estiverem equivocadas ou mal interpretadas, poderiam dar como resultado uma
compreensão do Universo ao sabor dessas conjecturas.
Ocorrendo mudanças no entendimento da composição nuclear será necessário
mudar completamente vários paradigmas estabelecidos.
Será apresentada uma compreensão nuclear diferente do entendimento do Modelo
Atômico Padrão e no desenvolver das interpretações de vários eventos será mostrado que
muitas questões tomadas como complexas passam a apresentar explicações simples sem a
necessidade de se recorrer à teorias subjetivas e estatísticas. Será mostrado, também, um
Modelo Nuclear e a partir deste novo entendimento do núcleo atômico os fenômenos
físicos passam a apresentar uma interpretação lógica em detrimento à interpretação
estatística da Física Quântica, atualmente compreendida como inerente aos acontecimentos
quânticos.
Muitos esforços científicos alcançaram êxitos, criando princípios que nos faziam
entender do átomo ao Universo, somada a esta constante busca pela verdade, a ciência
conseguia cada vez mais sucesso, chegando a se acreditar, que tudo que fosse sobre física,
já possuía uma explicação plausível.
Numerosos experimentos já tinham como presunção a influência dos elétrons, desse
modo, os elétrons foram considerados responsáveis pela maioria dos fenômenos físicos e o
núcleo atômico não foi considerado como o verdadeiro responsável por muitos desses
fenômenos.
Não foi somente o núcleo atômico que ficou meio afastado do teatro universal, pois,
o que dizer do posítron, a antimatéria, que por não aparecer muito, foi considerada
desaparecida, sucumbida pela prevalência da matéria sobre a antimatéria.
Outros atores, o neutrino e o antineutrino, pequenos notáveis neste processo
fundamental de formação do Universo, por possuírem uma relação discreta com a matéria,
não tiveram sua importância reconhecida.
Neste trabalho será apresentada uma nova visão, com explicações baseadas em um
novo Modelo Nuclear na tentativa de quantificar a importância dos atores formadores do
átomo e a partir desta nova interpretação, tentar estabelecer um novo entendimento do
Universo.

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TEORIA NUCLEAR
Luiz Carlos de Almeida

Breve histórico:
“O primeiro modelo de átomo foi apresentado por J. J. Thomson (*1856/+1940). O
modelo é conhecido como o do "pudim de ameixas". O átomo é constituído por um núcleo
positivo (o pudim) no qual se acham inscrustados os elétrons (as ameixas). J. J. Thomson é
um dos principais físicos do período de transição entre a Física Clássica do Século XIX e a
Física Moderna do Século XX. Foi o fundador da Escola Eletrônica de Cambridge e dirigiu
o Laboratório de Física dessa universidade até 1918. sendo substituído por seu assistente
Rutherford. Dividiu com Loreniz a honra de haver iniciado o estudo do elétron, um dos
capítulos da física de maior fecundidade no início do século, tendo recebido por seus
trabalhos o Prêmio Nobel em 1906. Por intermédio da utilização de campos elétricos e
magnéticos, determinou a relação entre a carga e a massa das partículas constituintes dos
raios catódicos, e identificou que eram feixes de elétrons. Robert A. Millikan. físico
americano, professor da Universidade de Chicago, trabalhou durante nove anos (1909-
1917) na determinação da carga do elétron na sua célebre experiência da gotícula de óleo.
Teve também grande importância para o desenvolvimento da física atômica, as descobertas
do raio-x e da radioatividade.
Roentgen, em 1895, descobriu um tipo de radiação que atravessava corpos opacos,
apesar de serem absorvidos em parte por eles. Esses raios têm a propriedade de excitar
substâncias fosforizantes e fluorescentes, impressionam placas fotográficas e aumentam a
condutividade elétrica do ar que atravessam. Como eram de natureza desconhecida, foram
denominados de Radiação-x ou Raios-x. H. Poincarré apresentou, em 1896, na Academia
de Ciências de Paris e na "Revue Génerale des Sciences" os resultados desses estudos.
Henri Becquerel (*1852/+1908), entusiasmado com a apresentação de Poincarré.
intensificou seus estudos sobre materiais fosforecentes e fluorescentes. Nos seus trabalhos,
Becquerel. no mesmo ano de 1896. estabeleceu que os sais de urânio emitem radiações
análogas às dos Raios-X e que impressionavam chapas fotográficas. Quase trinta anos antes
,(1867), Niepce de Saint Victor descobriu que radiações emitidas por um sal de urânio
impressionavam uma chapa fotográfica. Infelizmente, os conhecimentos científicos da
época não permitiram tirar maiores proveitos da descoberta.
Os raios de Becquerel foram estudados, também, por Kelvin, Beattle, Smoluchwski,
Elster, Geitel, Schmidt e o célebre casal Curie (Pierre Curie (*1859/+1906), e Maria
Slodowska Curie (*1867/+1934). Em 1898, Madame Curie, em Paris, descobriu, ao mesmo
tempo que Schmidt, na Alemanha, que entre os elementos conhecidos, o Tório apresentava
características radioativas do urânio. O casal Curie já explicava a radioatividade como uma
propriedade atômica. Ajudados por Bemont, separaram quimicamente vários elementos
radioativos e descobriram, em 18 de julho de 1898, o Polônio, nome que foi dado em
homenagem à pátria de Maria Slodowska Curie. O rádio foi descoberto por Madame Curie
em 1910, após longo trabalho, já que, para extrair 1 grama do elemento, teve que tratar
aproximadamente 10 toneladas de mineral
No estudo da radioatividade natural, verificou-se a existência de 3 tipos de radiação:
1. Raios ou partículas alfa — Partículas positivas são desviadas em um campo magnético
em sentido contrário dos raios catódicos. Foi Rutherford, em 1903, que determinou o

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seu desvio através de um campo elétrico ou um campo magnético, e que as partículas
alfa constituem núcleos de hélio. A interpretação da desintegração alfa foi realizada por
George Gamow em 1927 utilizando a teoria do efeito túnel.
2. Raios ou partículas beta — São mais penetrantes que as partículas alfa. São elétrons ou
posítrons, e foram estudados inicialmente por Giesel. Meyer, Schweidler. Becquerel.
Kauf mann e Bragg. O estudo da desintegração beta, um dos trabalhos mais importantes
da física nuclear, foi realizado por Fermi em 1934.
3. Raios y — São radiações eletromagnéticas emitidas pelo núcleo. Inicialmente foram
confundidas com os Raios-X, Rutherford verificou que eram radiações
eletromagnéticas, pois não sofriam desvio ao atravessar campos elétricos ou magnéticos
e não apresentavam massa de repouso.
Ernest Rutherford estabeleceu o modelo atual de átomo. Sua experiência, para a
determinação do modelo de átomo de J. J. Thomson, constituiu um dos capítulos mais
interessantes da física nuclear. Foi realizada em 1911, utilizando o espalhamento de
partículas alfa por núcleos pesados. Resultados dos desvios das trajetórias, as partículas alfa
permitiram o estabelecimento do seu modelo nuclear, que é análogo ao nosso sistema
planetário. O núcleo central é positivo; e em torno dele gravitam partículas negativas: os
elétrons.
Entre 1913 e 1915, Niels Bohr, em Copenhague, estudando o problema da
estabilidade do átomo de Rutherford, estabeleceu uma teoria na qual havia a aplicação de
hipóteses quânticas no movimento dos elétrons. Ficaram célebres, em Ciência, os
postulados de Bohr relativos às órbitas eletrônicas. O átomo de Bohr apresentou uma
perfeita aplicação ao estudo da espectroscopia atômica de núcleos hidrogenóides.
Os postulados de Bohr têm os seguintes enunciados:
1. Um sistema atômico possui um número de estados (órbitas) nos quais os elétrons não
emitem radiação. São chamados de estados estacionários do sistema, isto é, a energia
permanece constante. (Este primeiro postulado contraria as leis da eletrodinâmica
clássica);
2. Qualquer emissão ou absorção de radiação deve corresponder à uma transição entre
dois estados estacionários. A variação de energia entre dois estados estacionários é um
número inteiro de quanta.
3. O momento angular do elétron em órbita é um número inteiro de h (constante de
Planck) dividido por 211.

Quantum:
É o produto da constante de Planck pela frequência da radiação.
A idéia original da teoria de quantum é de Max Planck (1901) e foi utilizada no
estudo da radiação do corpo negro.
A idéia original de quantização da energia foi apresentada por Max Planck, em
1901. no estudo da radiação do corpo negro. A mecânica quântica ou mecânica ondulatória
começou a ser estruturada por L. de Broglie, em 1924, com o seu postulado que resolvia o
problema da dualidade onda/corpúsculo: “A toda onda está associado um corpúsculo e a
todo corpúsculo está associada uma onda.”
A mecânica ondulatória deve seu desenvolvimento a Schrõdinger (1926) e a
Heisemberg, com a mecânica das matrizes (1925). A mecânica quântica e a Teoria da
Relatividade de Albert Einstein (1905) constituem poderosas ferramentas para o
desenvolvimento da micro física, tanto no campo da física atômica como da física nuclear.

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O problema da constituição do núcleo foi um dos capítulos mais importantes e difíceis da
física nuclear. Em 1916, Prout sugeriu, como Dalton, que todos os pesos atômicos
deveriam ser números inteiros. Como o hidrogênio era o átomo mais leve, os átomos
deveriam ser constituídos de átomos de hidrogênio. Posteriormente, como na radioatividade
natural, verificou-se a saída de partículas negativas(elétrons)do núcleo, e foi estabelecida
uma hipótese da constituição do núcleo por prótons e elétrons.
A primeira desintegração artificial foi obtida por Rutherford, em 1919,
bombardeando átomos de nitrogênio com partículas alfa. Verificou Rutherford que havia a
produção de oxigênio 17 e a saída de um próton.
Determinou-se posteriormente, por razões quânticas a impossibilidade da existência
de elétrons no interior do núcleo.
Rutherford propôs existência, no núcleo, de uma partícula neutra, composta de um
próton e um elétron. à qual deu o nome de nêutron. Em virtude de problemas relacionados
as conservações de momento angular intrínseco e energia, foi proposto a existência de
novas partículas: o neutrino e o antineutrino.
Rutherford propôs:
• nêutron = próton + elétron + antineutrino.
• próton = nêutron + posítron + um neutrino.
O neutrino e o antineutrino foram evidenciados por R. Davis, em 1955,e Cowan,
Reines, Harrison, Kruse e McGuire,em 1956.
O posítron, que é uma partícula de massa igual a do elétron e de carga positiva, foi
imaginada por Dirac na resolução da sua equação relativa ao estudo do momento angular
intrínseco do elétron (SPIN). O posítron foi determinado, experimentalmente, em 1932, por
Anderson, no estudo de radiação cósmica.”

Discussões sobre a inviabilidade das emissões das radiações beta explicadas


por teorias clássicas, assumindo-se como correto o Modelo Atômico Padrão:
Um experimento matemático executado na época dos estudos para a determinação
do Modelo Atômico Padrão provou que não era possível ter elétrons no núcleo e assim foi
determinado posteriormente, a impossibilidade da existência de elétrons no interior do
núcleo por “razões quânticas”.
Não foi pensado que o elétron poderia ser parte integrante da formação do próton
ou do nêutron e sim existindo independentemente no núcleo.
Também, não foi levado em consideração que os elementos químicos existentes,
não surgiram na terra e sim em interiores de estrelas, e que a elevada força gravitacional
responsável pela formação do átomo, não se encontrava na terra.
Por essas questões, desde esta época, não foi levado em consideração a existência de
elétrons (matéria) e posítrons (antimatéria) na formação do próton e do nêutron.
Dentro do entendimento do Modelo Atômico Padrão, que possui um núcleo atômico
constituído por prótons e nêutrons e estes constituídos por Quarks, seria impossível uma
explicação clássica para o núcleo atômico emitir um elétron e um antineutrino, no caso da
desintegração beta(-) e emitir um posítron e um neutrino, no caso da desintegração beta (+).

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Um dos maiores problemas do Modelo Atômico Padrão:
Das confirmações científicas a respeito dos eventos em relação ás radiações beta,
onde, um próton emitindo um elétron e um antineutrino, se transforma em um nêutron
(radiação beta -) e um nêutron emitindo um posítron e um neutrino, se transforma em um
próton (radiação beta +), surgem os maiores problemas do Modelo Padrão:

1. Explicar a emissão de um elétron (carga negativa) de um próton (carga positiva)


e de um antineutrino - que ocorre na emissão da radiação beta (-).
2. Explicar a emissão da antimatéria (o posítron) pela matéria (o nêutron) e de um
neutrino – que ocorre na emissão da radiação beta (+).
3. Explicar porque são emitidas radiações gama (y) em conjunto com as emissões
beta.

Teorias que estabelecem interpretações forçadas das emissões radioativas para


validar o Modelo Padrão:
Devido a esta impossibilidade, criada pelo próprio Modelo Atômico Padrão, foi
formulada as Teorias de Gauge, que tentam justificar e explicar essas desintegrações por
meio de mediadores de força, os chamados bósons de calibre.
Estes bósons de calibre seriam os mediadores responsáveis pela emissão de uma
carga negativa de um núcleo positivo, pela emissão da antimatéria da matéria, como
também, pela emissão de “partículas neutras”, o neutrino e sua antimatéria, o antineutrino.
Essa Teoria foi aceita, pois, conseguia-se, assim, validar o Modelo Padrão, mas com
isto, vários eventos ficaram sem uma explicação satisfatória e foram necessárias várias
Teorias para adequar os resultados destes eventos com as predições desse Modelo, porém,
muitos eventos não possuem uma Teoria para explicá-los e passam a ser considerados
“acontecimentos quânticos”, deixando o mundo microscópico com uma realidade diferente
aparentemente do mundo macroscópico.

O Modelo Padrão e a Teoria de Variáveis Ocultas:


Segundo Albert Einstein, Boris Podolsky e Nathan Rosen (EPR):
“A natureza estatística da Mecânica Quântica é conseqüência de uma descrição
incompleta da realidade e com interpretações equivocadas.”

Paradigma atual
A opção do pensamento científico na aceitação de um Modelo Atômico que
esteja correto e com interpretações corretas:
Um número muito pequeno de físicos acreditam que o realismo local é correto e que
a mecânica quântica esteja em ultima instância incorreta. Segundo a maioria dos físicos a
teoria do universo não é uma teoria de variáveis ocultas e as partículas não têm qualquer
informação extra que não esteja presente na sua descrição feita pela mecânica quântica.
Como um resultado de desenvolvimentos teóricos e experimentais seguintes ao
trabalho original da EPR, os cientistas passaram a tratar esse trabalho original como o
Paradoxo EPR (Einstein, Podolsky e Rosen).

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A maioria dos físicos atuais concorda que esse paradoxo EPR é um exemplo de
como a mecânica quântica viola o ponto de vista esperado na física clássica, e não como
uma indicação de que a mecânica quântica seja falha e sim inaplicável ao meio.
Apesar de ter sua estrutura formal basicamente pronta desde a década de 1930, a
interpretação da Mecânica Quântica foi objeto de estudos por várias décadas. O principal é
o problema da medida em Mecânica Quântica e sua relação com a não-localidade e
causalidade. Em 1935, Einstein, Podolski e Rosen publicaram a teoria da variáveis ocultas,
mostrando uma aparente contradição entre localidade e o processo de medida em Mecânica
Quântica.
Nos anos 60, J. S. Bell publicou uma série de relações que seriam respeitadas caso a
localidade, ou pelo menos como a entendemos classicamente, ainda persistisse em sistemas
quânticos. Tais condições são chamadas desigualdades de Bell e foram testadas
experimentalmente por A. Aspect, P. Grangier, J. Dalibard em favor da Mecânica Quântica.
Esta interpretação ainda causa desconforto entre vários físicos, mas a grande parte da
comunidade aceita que estados correlacionados podem violar causalidade desta forma.

Interpretações incorretas que levaram o aparecimento da Física Atômica


Moderna e principalmente a Física Quântica:
A revisão radical do conceito de realidade foi fundamentada em explicações teóricas
para resultados experimentais que não podiam ser descritos pela teoria Clássica, que
incluem:
• Espectro de Radiação do Corpo negro, “resolvido por Max Planck com a proposição
da quantização da energia”.
• Explicação do experimento da dupla fenda, no qual elétrons produzem um padrão
de interferência condizente com o comportamento ondular.
• Explicação por Albert Einstein do efeito fotoelétrico descoberto por Heinrich
Rudolf Hertz, onde propõe que a luz também se propaga em quanta (pacotes de
energia definida), os chamados fótons;
• O Efeito Compton, no qual se propõe que os fótons podem se comportar como
partículas, quando sua energia for grande o bastante;
• A questão do calor específico de sólidos sob baixas temperaturas, cuja discrepância
foi “explicada pelas teorias de Einstein e de Debye, baseadas na equipartição de
energia segundo a interpretação quantizada de Planck”;
• A absorção ressonante e discreta de energia por gases, “provada no experimento de
Franck-Hertz” quando submetidos a certos valores de diferença de potencial
elétrico;
• A explicação da estabilidade atômica e da natureza discreta das raias espectrais,
graças ao modelo do átomo de Bohr, que postulava a quantização dos níveis de
energia do átomo.

Contraposição às interpretações teóricas dos resultados experimentais:


Ao longo deste trabalho as explicações teóricas desses resultados experimentais
serão analisadas considerando o Modelo Nuclear proposto e a partir dessas análises

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serão apresentadas interpretações que se contrapõem às interpretações aceitas e
basilares da Física Quântica.

A mudança da composição nuclear modifica as interpretações dos


acontecimentos quânticos e a Física Quântica passa a ser uma Teoria de Variáveis
Ocultas:
Conjectura atual:
O fenômeno conhecido como entrelaçamento quântico mostra que medições
realizadas em partes separadas de um sistema quântico influenciam-se mutuamente. Este
efeito é atualmente conhecido como "comportamento não local" ("estranheza quântica").
As medidas realizadas em um sistema influenciam instantaneamente outros sistemas
que estão entrelaçados com ele, e sugerem que alguma influência está se propagando
instantaneamente entre os sistemas, apesar da separação entre eles.
Mas o entrelaçamento quântico não permite a transmissão de informação a uma
velocidade superior à da velocidade da luz, porque nenhuma informação útil pode ser
transmitida desse modo.
Isto produz alguns dos aspectos teóricos e filosóficos mais perturbadores da teoria,
já que as correlações preditas pela mecânica quântica são inconsistentes com o princípio
intuitivo do realismo local, que diz que cada partícula deve ter um estado bem definido,
sem que seja necessário fazer referência a outros sistemas distantes.
Os diferentes enfoques sobre o que está acontecendo no processo do entrelaçamento
quântico dão origem ao entendimento da maioria dos cientistas que o realismo local não
acontece na mecânica quântica e que este fato não é consequência de uma descrição
incompleta da realidade ou interpretações equivocadas.

Análise do comportamento à distância considerando o magnetismo intrínseco


dos elétrons e dos posítrons em um Novo Modelo Nuclear:
Um Modelo Nuclear em que o próton e nêutron são aglomerados constituídos por
centenas de elétrons e posítrons, unidos pelas forças magnéticas de atração entre esses
elétrons e posítrons distribuídas vetorialmente entre todos os constituintes se transformando
na força de união que mantém a elevada coesão nuclear.
O nêutron possui a mesma quantidade de elétrons e posítrons. O próton possui 01
posítron a mais que o número de elétrons, por este motivo é magneticamente positivo,
atraindo 01 elétron que gira em busca de união magnética com este posítron a mais do
próton.
A ação entre elétrons e posítrons é magnética e a de elétrons com elétrons em
movimento é magnética repulsiva e também elétrica.
Tomando como exemplo, um átomo de hélio-4, que possui um núcleo com 02
prótons, dois nêutrons e dois elétrons na camada K, os dois elétrons da eletrosfera
obedecendo o princípio da exclusão de Pauli, se um está em spin (x+), o outro estará em
spin (y-) e vice versa.
Este posítron a mais de cada próton exerce uma atração magnética positiva, bastante
forte, em busca de se neutralizar magneticamente, pelo elétron com atração magnética
negativa, também bastante forte.

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O posítron a mais de cada próton está contido no núcleo, fazendo com que o
primeiro elétron correspondente gire com movimento sobre seu eixo em spin (horário) ou
sobre seu eixo em spin (anti horário), podendo assumir qualquer um desses spins e isto
determina que, o segundo só pode preencher a mesma camada com o spin possível pela
ocorrência do spin do primeiro elétron (com spin contrário ao primeiro).
Se o primeiro elétron assumir no eixo x, em spin (+ 1/2), isto determina que o outro
elétron só poderá assumir no eixo y, desta camada eletrônica, em spin (- 1/2) e vice versa.
Esta determinação de momento angular é imediata, pela força magnética do posítron em
relação ao elétron com interação dos elétrons e do campo elétrico criado a partir do
movimento dessas partículas.
Por esta interpretação, não é que, ao ser determinado o spin do primeiro elétron, esta
informação viaje a velocidade acima da velocidade da luz de uma maneira não local,
influenciando o outro elétron, mas sim uma interpretação diferente devido à mudança de
entendimento da formação do núcleo atômico, e as reais interações das forças nucleares,
tanto magnéticas quanto elétricas.
Isso mostra que a Mecânica Quântica baseia-se em resultados experimentais reais,
interpretados sob a ótica de um Modelo Atômico incorreto, sendo portanto, como predito
por Einstein, Podolsky e Rosen (EPR), uma Teoria de Variáveis Ocultas.

Proposta para um novo modelo nuclear:


Este trabalho parte da proposta para um novo Modelo Nuclear formado por prótons
e nêutrons constituídos por elétrons e posítrons, formulada por Milton Mendes Machado
(*1929/+2005), em seu trabalho intitulado: O-ÁTOMO, onde os produtos dos decaimentos
beta (+) e beta (-) foram observados e cada uma das “partículas”, que eram emitidas pelo
núcleo, foram consideradas partículas presentes na formação do núcleo atômico, quais
sejam, o elétron, o posítron , o neutrino e o antineutrino.
A partir desta proposta foram analisados vários eventos físicos e com a evolução do
entendimento está sendo apresentado este trabalho..
Considerando a proposta de nova formação do núcleo atômico, foi novamente
observado o que ocorria nos processos de desintegração nuclear, e por acreditar que, na
simplicidade das explicações científicas, que conhecemos os maiores segredos do Universo,
foi percebido que analisando o modelo nuclear proposto se conseguiria explicar tais
desintegrações e demais eventos, sem a necessidade de teorias complexas e distantes da
realidade macroscópica.
Da proposição do núcleo formado por prótons e nêutrons constituídos por elétrons e
posítrons, este trabalho parte para uma visão de interpretação de vários fenômenos, desde
aqueles que já eram considerados interpretados corretamente, até outros que ainda não
possuem explicações plausíveis.
Avançou-se no entendimento do novo Modelo Atômico proposto, adicionando
muitas variáveis, que proporcionaram interpretações que serão apresentadas no desenrolar
dos temas tratados.

Premissa inicial do novo modelo nuclear proposto:


“Os posítrons e os elétrons são as partículas formadoras dos prótons e nêutrons e os
neutrinos provavelmente entrem na formação do núcleo atômico.”

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Premissas decorrentes do avanço do entendimento inicial:
1. O elétron e o posítron são magneticamente complementares.
2. O elétron é constituídos por substâncias/energias magnéticas negativas e o posítron por
substâncias/energias magnéticas positivas.
3. As substâncias/energias magnéticas são substâncias não materiais e são energias não
consumíveis, não absorvíveis e não destrutíveis.
4. As radiações eletromagnéticas perdem energia cinética (velocidade de giro) e não as
substâncias/energias magnéticas.
5. O neutrino transforma as substâncias/energias magnéticas negativas no elétron em
matéria (melhor termo seria matéria negativa)
6. O antineutrino transforma as substâncias/energias magnéticas positivas no posítron em
antimatéria (melhor termo seria matéria positiva).
7. O neutrino e o antineutrino são as partículas responsáveis pelo aparecimento da matéria
(elétron) e da antimatéria (posítron) respectivamente.

O processo de aniquilação e a dificuldade em aceitar a união elétrons –


posítrons em uma estrutura estável nuclear:

Considerações Iniciais:
Para a existência do novo modelo nuclear formado por prótons e nêutrons
constituídos por elétrons e posítrons, um problema teria que ser superado, o processo de
aniquilação, pois, quando em contato o elétron com o posítron ocorre a “aniquilação da
matéria com a antimatéria” e torna-se difícil imaginar que a união entre elétrons e posítrons
que não se aniquilam, esteja na formação dos prótons e dos nêutrons, mais difícil ainda,
imaginar que a união do posítron e do elétron produza como resultado todas as radiações
eletromagnéticas e a matéria escura e estas radiações produzam como resultado a energia
escura.
Muito fascinante perceber que a radiação gama é produto da união entre um elétron
e um posítron e a radiação não possui massa, assim, quem daria massa ao elétron e ao
posítron teria que ser, também, produto dessa união.
Nesta linha de raciocínio podemos acreditar que existam partículas que sejam
responsáveis pelo aparecimento de massa às substâncias/energias magnéticas, tanto do
elétron, como do posítron. O resultado desta união nos leva a perceber que o neutrino e o
antineutrino são as partículas responsáveis pelo aparecimento da matéria (elétron) e da
antimatéria (posítron).
Analisando a radiação gama, da união de um elétron livre com um posítron livre,
observa-se que ocorre a emissão de 02 raios de radiação gama mais o neutrino do elétron e
mais o antineutrino do posítron. Esta emissões recebem alta impulsão (energia cinética total
que é a soma da energia cinética da velocidade linear e da velocidade de Spin).

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Emissões: Produtos da interação elétron - posítron:
1. 02 raios gama (2y): cada raio é formado pela união de uma substância/energia
magnética negativa do elétron com uma substância/energia magnética positiva
do posítron, isto nos leva a compreender que o elétron e o posítron são
partículas duais (constituídas por 02 substâncias/energias cada) em razão de que
nesta interação nada se perde e nada se cria, apenas se transforma.
2. 01 neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron: partículas que produzem
massa ás substâncias/energias magnéticas do elétron e do posítron,
respectivamente.

O processo de aniquilação, também pode ter como resultado:

1. 01 raio gama (y): formado pela união de uma substância/energia magnética


negativa do elétron com uma substância/energia magnética positiva do
posítron.
2. 01 neutrino do muon: constituído por 01 substância/energia magnética
negativa do elétron e o neutrino do elétron.
3. 01 Antineutrino do muon: constituído por 01 substância/energia magnética
positiva do posítron e o antineutrino do posítron.

Como ocorrem emissões de radiações eletromagnéticas pelo núcleo é passível


concordar com a proposta do novo Modelo Nuclear apresentado, sendo formado por
prótons e nêutrons constituídos de elétrons e posítrons (com os responsáveis pelos campos
de massa – neutrinos e antineutrinos) e que tais radiações eletromagnéticas nucleares são
provenientes de interações de elétrons e posítrons, contidos e estabilizados, formadores dos

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prótons e nêutrons, e que, à medida que se propagam interagem com a matéria perdendo
energia cinética de giro, passando por todo espectro das radiações eletromagnéticas.
Como a massa do núcleo é aproximadamente 1836 vezes maior que de um elétron e
de um posítron, então na composição de um núcleo com um só próton (núcleo do
hidrogênio) haveria aproximadamente 918 posítrons e 917 elétrons (importante é um
posítron a mais que o número de elétrons) e que este posítron a mais no próton, faz com
que este núcleo fique magneticamente positivo, atraindo um elétron (magneticamente
negativo) , que gira em movimento de rotação em torno do núcleo, e em seu próprio eixo, já
que é uma estrutura dual, não esférica e a resultante das forças que interagem neste elétron
o faz girar em seu próprio eixo. Este movimento tanto de rotação como no seu próprio eixo,
faz com que esta energia magnética produza um campo elétrico.

Porque as uniões de elétrons com posítrons, na formação do próton e do


nêutron, não resultaram no processo de aniquilação:
A formação dos átomos ocorreu em condições de elevadíssimas forças
gravitacionais, nos interiores de estrelas e essa enorme força impediu o processo de
aniquilação, e também, possibilitou a estabilização destes elétrons e posítrons pela força
magnética de união (distribuição vetorial das forças magnéticas de atração), mantendo-os
unidos, com uma força bastante grande de união magnética de contato entre eles.
Na interação de um elétron e um posítron, a aniquilação da matéria não ocorre, pois,
o que ocorre é a perda da condição de matéria pelo destacamento do neutrino do elétron e
do antineutrino do posítron, que por vezes podem ser emitidos com metade da
substância/energia magnética positiva do posítron (antineutrino do muon) e com a metade
da substância/energia magnética negativa do elétron (neutrino do muon) e que, a radiação
eletromagnética é a união de metade de um elétron com metade de um posítron, sem os
campos de massa.
A energia cinética total, tanto da radiação como do neutrino, como do antineutrino
é a energia que a teoria de Albert Einstein (E = m . c²) tenta quantificar para este evento, ou
seja, 1,022 MeV (que seria o resultado da transformação da massa do elétron mais a massa
do posítron multiplicada pela velocidade constante da luz ao quadrado).
As substâncias/energias das radiações não são absorvidas, nem aniquiladas, apenas
vão transferindo energia cinética, nas suas interações, passando por todo o espectro das
radiações eletromagnéticas, até se transformarem em energia escura, uma das formadoras
do espaço, pois, o espaço em sentido amplo é a somatória de energia escura, mais matéria
escura, mais matéria (que é matéria e antimatéria).

Magnetismo e eletricidade:
Quando Hans Christian Oersted, “provou” com um experimento que a corrente
elétrica gerava um campo magnético, ele não considerou que na corrente elétrica ocorrem
perdas de elétrons de camadas mais afastadas desequilibrando a força magnética dos
núcleos (posítrons a mais dos prótons) do material condutor e também dos elétrons em
corrente elétrica, ocorrendo a perda da neutralização magnética que existia, aparecendo o
campo magnético. Não é a corrente elétrica que cria o campo magnético.
Quem cria o campo elétrico é o movimento dos elétrons (quer seja de rotação ou de
spin ou na própria corrente elétrica), o campo magnético se forma na corrente elétrica, pela

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característica magnéticas das substâncias/energias magnéticas formadoras do elétron e do
posítron.
O campo magnético está relacionado à atração entre posítrons e elétrons, pois
quando o átomo está sem influência de uma diferença de potencial todos os posítron a mais
nos prótons terão seu campo magnético neutralizado pelo campo magnético dos elétrons.
Quando ocorre uma diferença de potencial e ocorre a corrente elétrica, a saída dos elétrons
deixam este átomo com posítrons a mais no átomo em relação ao número de elétrons,
ocorrendo a formação do campo magnético, criando linhas de força magnética entre o
núcleo (polo positivo) e estes elétrons (polo negativo).Quando os elétrons giram em torno
do núcleo ocorre formação de um campo elétrico, mas o campo magnético existe na atração
do posítron ao elétron, mas a força magnética resultante, está equilibrada pelo posítron a
mais do núcleo e o elétron da eletrosfera.

O novo modelo nuclear:


No processo de interação do posítron com o elétron (livres) há a formação de 02
raios de radiação eletromagnética e a liberação de um neutrino do elétron e de um
antineutrino do posítron. Esses produtos desse processo possuem elevadíssima energia
cinética, impulsão esta, provocada pela força magnética de atração entre o elétron e o
posítron.
Baseado neste evento chamado de “aniquilação de um posítron e um elétron”
observa-se que os 02 raios de radiação gama não possuem massa e que ocorre a liberação
do neutrino do elétron e do antineutrino do posítron, parecendo que alguma substância não
material é constitutiva do elétron e alguma substância não material é constitutiva do
posítron.
Como são dois raios de radiação gama, temos que considerar que tanto o elétron
quanto o posítron apresenta uma dualidade destas substâncias não materiais, pois um raio
seria metade da substância não material do elétron em união magnética a uma metade da
substância não material do posítron e o outro raio seria a união das partes restantes.
Ocorrendo a formação de 02 raios eletromagnéticos que não possuem massa e com alta
energia cinética produzida pela força de atração destas substâncias magnéticas não
materiais.
Como o neutrino e o antineutrino são produtos deste processo, fica evidente que o
responsável pela massa do elétron (a transformação das 02 substâncias não materiais
magnéticas do elétron) é o neutrino e o responsável pela massa do posítron (a
transformação das 02 substâncias não materiais magnéticas do posítron) é o antineutrino.
De agora em diante chamaremos as substâncias magnéticas não materiais do elétron
de substâncias/energias magnéticas negativas e as substâncias magnéticas não materiais do
posítron de substâncias/energias magnéticas positivas.
Foi observado que o elétron tem uma “leve interação” com o neutrino, ou seja, o
neutrino, pela teorização atual, apresenta uma leve interação com a matéria.
Este neutrino é o responsável em criar massa ao elétron, e o antineutrino cria
massa ao posítron.
As uniões elétrons e posítrons na formação do próton e do nêutron, teria que ter as
interações dos neutrinos e dos antineutrinos, criando massa aos elétrons e posítrons destes
aglomerados e para superar o problema da “aniquilação”, esta união teria que ocorrer por
uma força compressiva maior que a força do processo de aniquilação.

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A força que provoca esta compressão impeditiva do processo de aniquilação é a
força gravitacional estelar, fazendo com que os elétrons e posítrons permaneçam juntos sem
ocorrer o processo de aniquilação e assim inicia-se a formação do próton.
Esta forças fizeram com que a matéria e a antimatéria ficassem agrupadas, sem que
se aniquilassem, possibilitando que as forças magnéticas de atração entre os elétrons e
posítrons pudessem ser distribuídas vetorialmente na estrutura estabilizando a estrutura do
núcleo atômico, funcionando como a força de União nuclear.
Estas forças magnéticas de atração distribuídas vetorialmente é a força magnética de
união nuclear, e a partir da formação deste próton a formação de todos os elementos
químicos que conhecemos. A força magnética de atração é a mesma, mas a força magnética
de união é característica para cada elemento químico e é dependente do volume nuclear,
pois, quanto maior o volume nuclear, menor a força de união, isto porque houve uma
distribuição maior dos vetores das forças magnéticas de atração entre vários elétrons e
posítrons dos prótons com posítrons e elétrons dos nêutrons para a manutenção da coesão
destes aglomerados no núcleo atômico.
A relação volume atômico e a força magnética de união nuclear em núcleos muito
volumosos pode ser bem tênue e alguns elementos químicos emitem de tempos em tempos
radiações eletromagnéticas, pois, sendo a força magnética de união baixa, qualquer ganho
de volume (por absorção de energia térmica, por exemplo, faz com que a força magnética
de união não impeça processos de aniquilação entre elétrons e posítrons e
consequentemente vários processos de desintegração podem ocorrer, a partir dessas
aniquilações, tais como: a saída do núcleo, de elétrons, posítrons, partículas alfa, prótons,
nêutrons, neutrinos do elétron, antineutrinos do posítron, neutrinos do muón, antineutrinos
do muón, que saem do núcleo em forma de raios: gama, beta (+), beta (-), alfa, emissão de
nêutrons, emissão de prótons, emissões de neutrinos e antineutrinos, como pode ocorrer,
também, a captura de elétrons das primeiras camadas eletrônicas para iniciar o processo de
aniquilação e o desencadeamento de vários eventos de desintegração nuclear.
O processo normal do encontro do elétron com o posítron é a aniquilação, mas a
força de união nuclear é muito grande, estabilizando em união centenas de elétrons e
centenas de posítrons, formadores dos prótons e nêutrons, não permitindo que esta
característica espetacular desse encontro ocorra.

A força magnética de união nuclear é a distribuição vetorial das forças


magnéticas de atração entre elétrons e posítrons:
A força magnética de atração, entre o elétron e o posítron, é uma característica
dessas “partículas duais”, pois, o elétron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas
negativas e o posítron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas positivas.
Estas substâncias/energias magnéticas, positiva e negativa, são elementares na
formação dos elétrons (02 negativas, com campo de massa produzido pelo neutrino), dos
posítrons (02 positivas, com campo de massa produzido pelo antineutrino), dos neutrinos
do muon (01 negativa com campo de massa produzido pelo neutrino e com energia
cinética), dos antineutrinos do muon (01 positiva com campo de massa produzido pelo
antineutrino e com energia cinética), das radiações eletromagnéticas (01 positiva e 01
negativa, com energia cinética sem campo de massa), da energia escura (01 positiva e 01
negativa, sem energia cinética, sem campo de massa) e da matéria escura (neutrinos do
muón sem energia cinética).

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Por esta explicação, percebemos que a substância/energia magnética positiva, a
substância/energia magnética negativa , o neutrino do elétron e o antineutrino do posítron
são as substâncias/energias e partículas elementares.
Os aglomerados, prótons e nêutrons, são formados por elétrons e posítrons
estabilizados pela força magnética de união, e esta formação somente foi possível, pela
força gravitacional de estrelas que impediu o processo de aniquilação e assim permitiu que
as forças magnéticas de atração fossem distribuídas vetorialmente na estruturação nuclear,
agindo como força magnética de união nuclear.

Força magnética de atração entre o elétron e o posítron:


A energia cinética, a que são impulsionados os produtos desse encontro (processo
de aniquilação), é provocada pela força de atração entre o elétron e o posítron e esta força,
quando o elétron e o posítron estão livres, impulsiona as radiações á velocidade da radiação
gama (de maior velocidade) e quando ocorre no interior do núcleo a força de impulsão
depende do volume nuclear do elemento químico onde este processo de aniquilação ocorra.
A força de impulsão, produzida pela força magnética de atração total resulta na
radiação de maior velocidade e a impulsão produzida no interior nuclear depende do
volume nuclear, pois a força de união é sempre bem menor que a força magnética de
atração, pois, ela é a distribuição dessa força de atração entre todos os constituintes do
núcleo.
Quando uma radiação de alta frequência atinge um núcleo ocorre a reflexão da
radiação com a mesma frequência desta e ainda emissão de radiação com frequênica
determinada pela força de união nuclear (radiação característica).

Força magnética de união nuclear:


(A força magnética de união nuclear depende do volume nuclear).
É a distribuição vetorial das forças magnéticas de atração que mantêm os elétrons e
posítrons, constituintes dos prótons e dos nêutrons, estabilizados, além de manter os
próprios prótons e nêutrons coesos na formação do núcleo.
Um próton possui aproximadamente 1835 partículas duais (sendo 918 posítrons e
917 elétrons) unidas, em uma arquitetura espacial, em que as forças magnéticas de atração
dos elétrons e posítrons são distribuídas vetorialmente. Um nêutron possui
aproximadamente 1836 partículas duais (sendo 918 posítrons e 918 elétrons) unidas, em
uma arquitetura espacial, em que as forças magnéticas de atração dos elétrons e posítrons
são distribuídas vetorialmente.
Quando ocorre o processo de fusão nuclear de prótons do hidrogênio (4) para a
formação do hélio-4, além de aproximadamente 0,71% do número de posítrons e elétrons
deixarem a condição de matéria no processo de aniquilação, para manter a coesão destes 02
prótons e 02 nêutrons, ocorreu mais distribuição de vetores das forças magnéticas de
atração, deixando por este motivo o núcleo com menor força magnética de união nuclear e
cada elemento químico mais massivo, esta força magnética de união nuclear, será menor,
sendo portanto inversamente proporcional ao volume nuclear do elemento químico.
Por este motivo que no processo de reflexão das radiações eletromagnéticas
visíveis, que, quando é incidido uma luz no núcleo, este núcleo substitui as
substâncias/energia magnéticas (positiva em união com a negativa) e emite uma luz

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característica (substâncias/energias magnéticas do próprio núcleo). Esta radiação
característica é impulsionada por esta força magnética de união, determinante da frequência
de emissão, que é característica para cada núcleo, dependente do volume nuclear deste
corpo.
Este acontecimento demonstra por que temos essa variedade de cores, que não
depende da velocidade da radiação incidente e sim da emitida, confirmando, também, que
as radiações eletromagnéticas se diferenciam pela energia cinética de impulsão (velocidade
do movimento de spin das substâncias/energias magnéticas constituinte da radiação.
Esta força magnética de atração entre os elétrons e posítrons é de natureza
magnética elementar, no sentido da busca do elementar negativo pelo elementar positivo, e
vice versa. É uma força magnética muito grande, pois, o núcleo em relação a eletrosfera é
diminuto e mesmo com uma distância muito grande deste núcleo, a atração de 01 posítron a
mais no próton, exerce bastante força de atração em relação ao elétron (e vice versa), que
circula o núcleo atômico em busca do magnético elementar positivo internalizado no próton
e este magnetismo duplo entre posítron a mais dos prótons e elétrons da eletrosfera
provocam o giro do elétron ao redor núcleo e o giro no seu eixo, já que pelo modelo
proposto o elétron é formado por 02 substâncias/energias magnéticas negativas, dando-lhe
uma forma não esférica, mas com o giro apresenta-se circular.
Os spins dos elétrons são definidos pela interações das forças magnéticas deste
núcleo (posítrons a mais nos prótons) e suas interações magnéticas com o magnetismo dos
outros elétrons e a partir do primeiro elétron, também por interações elétricas, para o
preenchimento dos níveis e subníveis de energia.
Na formação do próton e do nêutron, a força magnética de união nuclear exerce
grande coesão entre os posítrons e elétrons no núcleo atômico. Esta força magnética de
união nuclear é característica para cada elemento químico, pois, depende do volume
nuclear. A cada aumento do volume nuclear, a partir do processo de fusão nuclear, houve
reestruturação dos vetores das forças magnéticas de atração para a coesão do(s) novo(s)
próton(s) e nêutron(s) do novo núcleo atômico.
Como a massa de um próton é de aproximadamente 1836 vezes a massa do elétron,
foi considerado um modelo que teria um próton com 1835 partículas magnéticas (918
Posítrons + 917 Elétrons).
Esse posítron a mais no próton, dá a positividade magnética a todo aglomerado
próton e a mesma quantidade de posítrons e elétrons no aglomerado nêutron, o deixa
magneticamente estabilizado.
Para este novo modelo atômico, as partículas fundamentais são: a substância/energia
magnética negativa (que formam o elétron, pois, é formado por 02 substâncias/energias
magnéticas negativas com o campo de massa produzido pelo neutrino), a substância/energia
magnética positiva (que formam o posítron, pois, é formado por 02 substâncias/energias
magnéticas positivas mais o campo de massa produzido pelo antineutrino), o neutrino do
elétron e o antineutrino do posítron.
Como demonstrado, na esquematização das substâncias fundamentais (a
substância/energia magnética positiva, a substância/energia magnética negativa, o neutrino
do elétron e o antineutrino do posítron), existe apenas um tipo de neutrino e antineutrino,
pois o neutrino do muon, é apenas o neutrino do elétron produzindo massa em 01
substância/energia magnética negativa e o antineutrinos do muon é o antineutrino do
posítron produzindo massa em 01 substância/energia magnética positiva.

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O que faz com que o neutrino e antineutrino do muon sejam considerados diferentes
do neutrino eletrônico e antineutrino positrônico, é a característica do neutrino e
antineutrino produzirem, por vibrações, campos de massa às substâncias/energias
magnéticas que circulam. Quando únicas, neutrino e antineutrino do muón, se duplas,
elétron e posítron.

Representação esquemática das substâncias/energias magnéticas (negativa e


positiva) e os produtores de massa:

Representação esquemática das formações entre as substâncias/energias


magnéticas e as partículas fundamentais:

Representação esquemática das características de dualidade estrutural do elétron e


do posítron, pois, são formados por 02 substâncias/energias magnéticas elementares, que
são intercambiáveis nos processos de interações destas “partículas” duais, tanto entre elas,
como entre elas e as radiações eletromagnéticas (também estruturalmente duais, formada
pela união de 01 substância magnética positiva com 01 negativa, sem os produtores de
massa).

Novo Modelo Nuclear:


No novo Modelo Nuclear, a força magnética de união nuclear, na formação dos
prótons e nêutrons, é resultado da distribuição vetorial das forças magnéticas de atração.
Em condições normais, ocorreria o processo de aniquilação da matéria, que é a
característica deste encontro. Ocorreu, então, a formação do próton, e a partir da formação
do próton, foram formados todos elementos químicos conhecidos.

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Outro fato a considerar, é que o número de posítrons e elétrons foram deduzidos da
massa do próton do hidrogênio em relação a massa do elétron e como esta massa é uma
aproximação (pois, tem como referência a massa do carbono – 12), por isso foi considerado
o número de 917 elétrons + 918 posítrons.
Estas quantidades de elétrons e posítrons são deduzidas da relação da massa do
elétron com a massa do próton, mas não são números tomados como absolutos.
Para o modelo nuclear proposto, o que é crucial, é que o número de posítrons no
próton seja superior em 01 em relação ao número de elétrons e que o número de posítrons e
elétrons no nêutron sejam iguais, pois, a cada elevação de massa atômica dos elementos
químicos, os prótons e os nêutrons terão em suas formações menor número de posítrons e
elétrons, devido ao processo de aniquilação (defeito de massa), para restabelecer o
equilíbrio entre o volume nuclear e a força magnética de união.
Considerando um núcleo de hidrogênio, que possui um núcleo, somente com um
próton, o modelo proposto é (esquematização linear, mas o aglomerado próton possui
estrutura espacial):

Observa-se que, o magnetismo de todos elétrons estão neutralizados pelos posítrons,


restando apenas um posítron a mais, fazendo com que o aglomerado de “partículas”,
chamado de próton, seja magneticamente positivo.
A força de atração entre o elétron e o posítron é uma força de atração magnética
recíproca , e não é uma força de atração elétrica entre os elétrons das camadas eletrônicas e
os prótons, como prediz a teoria nuclear atual, pois a eletricidade se forma quando o elétron
se movimenta.

Não ocorreu a quebra da Simetria da Paridade

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Voltando ao elemento químico hidrogênio, nota-se que, para estabilizar a
positividade magnética do posítron a mais, gira 01 elétron na eletrosfera do hidrogênio
estabilizando o átomo magneticamente.
O número de elétrons e posítrons no hidrogênio, então, seria: (elétrons = 917 + 1
da eletrosfera = 918 / posítrons = 918). Nos outros elementos químicos esta igualdade
permanece, mesmo não sendo o mesmo número de posítrons e elétrons do hidrogênio,
porque a cada fusão nuclear para produção de um outro elemento com número atômico
maior, há aniquilação de aproximadamente 0,71% desta matéria (defeito de massa). Assim
não houve a quebra da simetria da paridade (entre a matéria e a antimatéria).
No universo tudo é formado de matéria e antimatéria em quantidades exatamente
iguais, também, não houve a sucumbência da antimatéria e sim ela é 50% do que hoje
chamamos somente de matéria.

Estabilização nuclear:
Quando um núcleo atômico recebe grande quantidade de energia, característica para
cada núcleo, que provoque aumento do volume nuclear (aumento espacial característico das
substâncias/energias magnéticas - aumento do volume das substâncias/energias magnéticas
dos elétrons e posítrons constituintes dos prótons e nêutrons) ocorre o desequilíbrio entre a
força de união magnética e o volume espacial das substâncias/energias magnéticas e
dependendo da quantidade de energia recebida pode ocorrer processos de aniquilação até o
restabelecimento deste equilíbrio.
Após um certo nível de aumento do volume (aumento espacial) alguns elétrons e
posítrons conseguem vencer a força de união nuclear e realizam o processo de aniquilação.
Essas aniquilações aumentam progressivamente a força magnética de união até
restabelecer novamente este equilíbrio.
Nas estrelas, onde os elementos químicos foram formados, á medida que, estas
estrelas produziam elementos químicos com mais volume nuclear, em processos de fusão
nuclear, ocorriam processos de aniquilação entre elétrons e posítrons, para ocorrer
diminuição do número dessas partículas na estrutura dos nêutrons e prótons e a distribuição
de vetores de força magnética de atração (força magnética de união nuclear), entre os
posítrons e elétrons e entre alguns posítrons e elétrons de novos prótons e nêutrons, para
mantê-los coesos no núcleo atômico.

Uma questão espacial - O equilíbrio entre a força magnética de união nuclear e


o volume atômico nuclear:
A competição entre a matéria e a energia escura é uma competição por espaço (por
volume, já que a energia escura não é material).
O Volume nuclear está sendo considerado como uma das variáveis na manutenção
da estabilidade nuclear, sem que ocorra o processo de aniquilação, ao invés de ser a massa
nuclear, pois, quando um corpo é aquecido, a temperatura altera o seu volume, mas, não
altera a sua massa atômica. Para que esta relação de equilíbrio fosse entre força magnética
de união nuclear e a massa atômica, no aquecimento de certos núcleos, deveria ocasionar
aumento da massa nuclear, o que não ocorre, ocorrendo apenas o aumento do volume
nuclear.

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Ocorrendo o início do processo de aniquilação, por alteração do volume nuclear e
quebra do equilíbrio com a força magnética de união nuclear, começa ocorrer também a
diminuição da massa nuclear, pela perda de matéria (perda da condição de matéria de
alguns elétrons e posítrons no processo de aniquilação).
A estabilização nuclear depende do equilíbrio do volume das substâncias/energias
magnéticas, constitutivas dos elétrons e dos posítrons nucleares e da força magnética de
união nuclear.
Fazendo estas considerações, como não há relação com o aumento da massa e sim
com o aumento do volume, ocorrerá desequilíbrio entre a força magnética de união nuclear
e este maior volume nuclear, sendo uma relação de espaço com a força magnética de união
nuclear e não uma relação de massa da matéria com esta força magnética de união.
Deste modo quando um corpo é aquecido ocorre aumento do volume das
substâncias/energias magnéticas e pode ocorrer dos neutrinos e antineutrinos não
manterem através de suas vibrações estes elétrons e posítrons como matéria, ocorrendo,
assim, a perda da condição de matéria de alguns elétrons e posítrons se transformando em
energia eletromagnética em processos de aniquilação. A cada processo de aniquilação terá
que haver uma temperatura maior para que o processo se repita e ocorra posteriores
aniquilações, já que com a perda de elétrons e posítrons a força magnética de união vá aos
poucos aumentando pela diminuição do volume constitutivo do núcleo atômico, o que
realmente ocorre nos processos de aquecimento de alguns elementos.
O processo de dilatação que ocorre nos corpos não tem relação com o aumento de
suas vibrações como prediz a teoria atual e sim com o aumento do volume das
substâncias/energias magnéticas, tanto dos elétrons como dos posítrons, como também da
energia escura formadora das camadas eletrônicas. Aumentando o corpo e os espaços entre
as camadas eletrônicas, produzindo assim expansão volumétrica do corpo.
Destas afirmativas conclui-se que para ocorrer os processos de aniquilação entre
elétrons e posítrons, produzindo radiação é necessário que ocorra o aumento volumétrico de
suas substâncias/energias magnéticas, constituintes de seus núcleos atômicos. Um dos
métodos que provoca este aumento de volume e consequentemente o inicio de produção de
radiação eletromagnética é o aquecimento, mas temos que considerar que o ultra som
também pode provocar o processo de aumento de volume e ocorrer processos de
aniquilação, que é o que corre no fenômeno da sonoluminescência.
Neste processo de aniquilação há a emissão 01 radiação eletromagnética (união
magnética entre 01 substância/energia magnética positiva com 01 substância/energia
magnética negativa), e emissão do neutrino e antineutrino do muón ou há a emissão de 02
raios de radiação eletromagnética mais 01 neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron
que são impulsionados por energia cinética característica da interação do elétron e do
posítron.
O processo de aniquilação mantém o equilíbrio entre a força magnética de união e o
volume nuclear. Esta força magnética de união nuclear é de característica magnética. Estes
núcleos, quando estáveis, mantêm-se com elétrons e posítrons, por esta força magnética de
união, sem que ocorra o processo de aniquilação.
O núcleo do hidrogênio está em equilíbrio com a quantidade de elétrons e posítrons
(aproximadamente 917 elétrons e 918 posítrons). Esta relação mantém-se estabilizada pela
força magnética de união nuclear e o volume nuclear, de tal modo que não ocorre o
processo de aniquilação, assim, o hidrogênio possui o próton com o maior número de
posítrons e elétrons na sua constituição, consequentemente, com maior força magnética de

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união entre posítrons e elétrons e cada elemento químico possui cada próton e cada nêutron
com número de elétrons e posítrons maior que um elemento de volume nuclear maior.
Quando o núcleo possui mais de um próton surge a necessidade do aparecimento do
nêutron para contra balancear a repulsão magnética dos prótons, por serem magneticamente
positivos, sendo que a união destes nêutrons aos prótons se dá a nível de vários elétrons e
posítrons de um, com vários posítrons e elétrons de outro, e que estes elétrons e posítrons
têm uma distribuição de força magnética de atração, criando também uma força de união
entre os aglomerados prótons e nêutrons, porém esta força de união é bem menor que a
força de união entre posítrons e elétrons constituintes destes aglomerados.
Um acréscimo de mais volume ao núcleo como, por exemplo, no processo de fusão
nuclear da cadeia PP-I, que ocorre no Sol, pelo acréscimo de matéria ao núcleo (formação
de 01 hélio-4, a partir de 04 núcleos (prótons) do hidrogênio), tem como conseqüência um
divisão dos vetores da força magnética de união nuclear, para a ligação dos novos prótons e
nêutrons que irão formar o novo elemento químico, diminuindo a força magnética de união
que por ser baixa não impede o processo de aniquilação de vários elétrons e posítrons, em
um número tal, que essa força de união nuclear aumente, pela diminuição da distribuição
vetorial das forças de atração, voltando a impedir o processo de aniquilação, estabilizando,
dessa maneira, a relação da força magnética de união nuclear e o volume nuclear.
Ocorrendo o processo de “aniquilação de pares”, em um número tal, que o núcleo
atômico volte a ficar estável, para a nova estrutura.
Neste processo de “aniquilação” ocorre a emissão de radiação eletromagnética
(substâncias/energias magnéticas – 01 positiva em união com 01 negativa), com energia
cinética e de matérias (neutrino do muón – 01 substância/energia magnética negativa com
campo de massa produzido pelo neutrino do elétron e antineutrino do muón – 01
substância/energia magnética com campo de massa produzido pelo antineutrino do
posítron).
Esta radiação gama é, portanto, a metade do elétron (01 substância/energia
magnética negativa) com metade do posítron (01 substância/energia magnética positiva),
formando um par de substâncias/energias magnéticas positiva–negativa (polo positivo e
polo negativo), magneticamente estabilizadas e desprovida de massa. Esta
substância/energia se propaga na sua velocidade (velocidade da radiação gama), devido à
impulsão resultante da força magnética de atração entre o elétron e o posítron.
Em núcleos com massa muito elevada, quando ocorre a união entre o elétron e o
posítron, a radiação pode ser emitida do núcleo como 02 radiações gama, mais um neutrino
do elétron e 01 antineutrino do posítron (esses produtos da aniquilação também são
impulsionados pela força magnética de atração à velocidades características desse
encontro).
Essas substâncias/energias magnéticas das radiações estão em união magnética.

Detecção de matérias “estranhas”, em raios cósmicos:


Estas matérias “estranhas” que estão sendo descobertas nos eventos de raios
cósmicos são na verdade partes de matéria resultante de explosões de estrelas em processos
de fissão nuclear.
Considerando o modelo proposto, todas estas “famílias” descobertas nas últimas
décadas são partes de nêutron super massivo (possui uma quantidade extraordinariamente
elevada de posítrons e elétrons em sua estrutura),que hora se apresentam neutros (quando

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apresenta o mesmo número de posítrons e elétrons), hora se apresentam positivos (quando
apresenta 01 posítron a mais), hora se apresentam negativos (quando apresenta 01 elétron a
mais – como é o caso do muón que apresenta a massa 207 vezes a massa do elétron – seria
então 104 elétrons e 103 posítrons).
No caso de explosão de uma super nova, constituída de um único nêutron super
massivo, que possui uma imensa força de gravidade provocada pela competição energia
escura e o volume atômico propiciando a manutenção de números elevadíssimos de
posítrons e elétrons, o que justifica, elementos com massas superiores aos átomos do nosso
sistema solar, como por exemplo, o Tau, que é muito maior que um próton ou um nêutron
conhecidos, mas que são constituídos das mesmas substâncias/energias e partículas
elementares que existem no universo (substância/energia magnética positiva,
substância/energia magnética negativa, neutrino e antineutrino).
Devido, estas “matérias estranhas”, serem resultante de fissões nucleares em que a
estrutura nuclear foi produzida por elevadas forças gravitacionais, que mantinham estas
estruturas imensas, elas não possuem estabilidade fora destas forças de gravidade, e por
este motivo, quando ocorre a explosão este pedaços se desintegram rapidamente pelo
choque entre seus posítrons e elétrons, produzindo grande quantidade de radiação gama (y)
neutrinos e antineutrinos e por vezes elétrons e posítrons em altas velocidades.
Não há que se falar em estranheza, pois é, a mesma matéria que conhecemos, ou
seja, a mesma “matéria e antimatéria” em sua constituição.

Teorias de Gauge:
Os bósons de calibre (mediadores de força):
A Teoria:
“A descoberta das partículas de mediação, nomeadamente dos bósons
intermediários W+, W e Zº, em 1983, foi, sem dúvida, um acontecimento impar na história
da física, já que os mesmos tinham sido previstos pela teoria eletrofraca elaborada pelos
físicos Weinberg, Glashow e Salam, entre outros, para unificar numa única explicação duas
das quatro forças fundamentais da matéria nos seus limites.
Os bósons W e Z são pois os mediadores da força nuclear fraca ou interação fraca
responsável pela radioatividade, tal como o foton é o mediador da força electromagnética
que liga os elétrons ao núcleo e os átomos nas moléculas e que, além disso, é responsável
por todo o espectro electromagnético, desde os raios gama às ondas hertzianas de rádio,
passando pela luz, raios X, radiação ultravioleta, e infra vermelha.
As massas destas partículas são extremamente maiores que as das restantes
partículas, sendo da seguinte ordem de valores:
W+ = 140.000 x 1034 g com carga zero e 1025 segundos de vida.
W = tem a mesma massa inerte e a mesma carga e instabilidade.
Zº = 162.000 x 1028 g. e igual carga e instabilidade.
A questão que qualquer um coloca é como é que estas partículas com uma massa
inerte relativamente elevada quando comparada com a massa quase zero do foton podem
ser unidas na mesma teoria eletrofraca e produzir tanto a radioatividade como o espectro
electromagnético?
A explicação é dada pela sua instabilidade ou curta vida. Decaem rapidamente para
dar outras partículas.

23
Bósons de calibre: São bósons mediadores das interações fundamentais da
natureza. Em outras palavras partículas fundamentais, cujo comportamento é descrito por
teorias de calibre (teorias de Gauge).
No modelo padrão são preditos 04 tipos de bósons de calibre, representantes das 04
forças na natureza:
1. Fótons - mediadores da interação magnética. (Teorizados por Albert Einstein
utilizando a Teoria de Max Planck em que prediz que elétrons emitem quantias
específicas de energia) – representa a força eletromagnética;
2. Bósons W(-), W(+) e Z(°), mediadores da força nuclear fraca (teorizados por
Weinberg, Glashow e Salam, entre outros, para unificar numa única explicação,
para duas, força fraca e força magnética, (das quatro forças fundamentais da
matéria nos seus limites) – representa a força fraca;
3. Gluons, mediadores da força forte, – representa a força forte; (teorizada pela
teoria nuclear atual); e
4. Gravitons, mediadores da força gravitacional (ainda a ser “descoberto”) –
representaria a força de gravidade.”

Uma visão das quatro forças fundamentais da natureza baseadas no novo


modelo nuclear:

Força fraca nuclear:


Bósons W e Z
Com o novo modelo proposto, não há necessidade de se criar bósons, mediadores de
força, para explicar a saída do núcleo de elétrons, de posítrons ou neutrinos e antineutrinos,
pois eles realmente estão na formação dos prótons e nêutrons e a força que produz esta
força de impulsão (energia cinética) aos produtos das desintegrações beta (+) e beta (-), é a
força magnética de união nuclear.
Bóson W(-):
Pelo modelo nuclear apresentado, não é necessária a existência de um bóson vetorial
W(-), para justificar a emissão de um elétron de um nêutron.
Bóson W(+):
Mesmo comentário anterior, não é necessária a existência do bóson vetorial W(+),
para justificar a emissão de um posítron de um próton.
Bóson Z(°)
Mesmo comentário anterior, não é necessária a existência do bóson vetorial Z(°),
para justificar a emissão do neutrino e do antineutrino do núcleo atômico.

Força magnética
Fótons:
Pelo modelo apresentado, o fóton é 01 substância/energia magnética negativa de um
elétron juntamente com 01 substância/energia magnética positiva de um posítron, já que,
quando o elétron interage com o posítron, ocorre a separação das substâncias/energias do
elétron e do posítron e 01 substância/energia magnética positiva se une a 01
substância/energia magnética negativa (radiação eletromagnética - fóton) e 01
substância/energia magnética positiva é emitida com o antineutrino que produz o campo de

24
massa a esta substância/energia e 01 substância/energia magnética negativa com o
antineutrino que produz o campo de massa à esta substância/energia. Pode, também,
ocorrer nessa interação a formação de 02 raios de radiação eletromagnética e emissão de 01
neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron.
Tanto a radiação eletromagnética como os neutrinos e antineutrinos do muon saem
do núcleo impulsionados por energia cinética que é proveniente da força magnética de
união nuclear.
Nos processos de reflexão das radiações eletromagnéticas visíveis, a emissão de
radiação característica também recebe a impulsão produzida pela força magnética de união,
que é inversamente proporcional ao volume nuclear.
Nas interações da radiação eletromagnética com a matéria, a velocidade do
movimento de spin, que chamamos de frequência diminui e esta radiação passa a ser
chamada de um outro tipo de radiação em movimento eletromagnético, passando a ser
radiação X, radiação ultra violeta, chegando à luz visível, do violeta ao vermelho, e
continua perdendo velocidade para infra vermelho, micro ondas, ondas de rádio e televisão
até perderem sua velocidade e se transformarem em energia escura.
Não há a aniquilação da matéria e sim a perda da condição de matéria, pela saída do
neutrino, que cria o campo de massa ao elétron e a saída do antineutrino, que cria o campo
de massa ao posítron, sendo produto deste processo 01 radiação eletromagnética, mais um
neutrino do muón e um antineutrino do muón ou dependendo o produto pode ser 02
radiações eletromagnéticas mais um neutrino do elétron e um antineutrino do posítron.

Força forte de união nuclear:


Gluons:
Como exposto, pelo modelo nuclear apresentado, esta força forte, que fez com que
os posítrons e elétrons ficassem estabilizados estruturalmente e em união é a força
magnética de união nuclear que mantém a coesão dos constituintes do núcleo atômico e é
produto da distribuição vetorial da forças magnéticas de atração entre os elétrons e
posítrons constituintes deste núcleo atômico.
O que levou que a união desta partícula com sua anti partícula não se transformasse
em radiação, conforme acontece com estas partículas duais, quando se encontram, foi
justamente a elevadíssimas forças gravitacionais, provocada pela compressão concêntrica
da energia escura nessas estrelas, colocando os elétrons e os posítrons próximos impedindo
os processos de aniquilação e permitindo a estabilização da estrutura formada por centenas
de elétrons e centenas de posítrons, pela força magnética de união nuclear (forças
magnéticas de atração distribuídas vetorialmente entre os constituintes do núcleo).
Quanto mais massa o núcleo possuir (e consequentemente mais volume), menor
será a força magnética de união, pois, para se manter os nêutrons e prótons coesos é
necessária a distribuição das forças magnéticas de atração entre vários elétrons e posítrons
dos prótons com vários posítrons e elétrons dos nêutrons.
Assim, não existem os bósons de calibre preditos pela teoria atual, pois, foi uma
adaptação de todo entendimento atômico e suas interações para explicar o que acontecia, só
que o modelo atômico padrão e a interpretação das interações magnéticas e elétricas não
estavam bem compreendidos.
A força forte de união é apenas a força magnética de união nuclear produzida pela
distribuição vetorial das forças magnéticas de atração, na arquitetura estrutural do núcleo

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atômico, produzindo a estabilidade dos elétrons e posítrons de maneira que não se
aniquilem e se mantenham unidos na formação dos prótons e nêutrons.

Mediadores da força gravitacional:


Gravitons:
As radiações eletromagnéticas são constituídas da união de 01 substância/energia
magnética positiva com 01 substância/energia magnética negativa, impulsionada pela
energia cinética, determinada pela força de atração magnética entre o elétron e o posítron
quando estas 02 partículas se encontram no processo de aniquilação. Esta impulsão
(velocidade) vai diminuindo, progressivamente, nas suas interações de propagação e de
reflexão, passando por todo espectro das radiações eletromagnéticas até se tornar energia
escura. Esta energia escura exerce uma compressão concêntrica nos corpos, produzindo a
força de gravidade, não havendo a necessidade da existência do bóson de calibre proposto
para mediação da força gravitacional.

As Radiações eletromagnéticas e suas interações com a matéria:

Propagação da luz – Substituição do conceito de fóton:


Temos que considerar que a luz, é a união da substância/energia magnética, positiva
com a negativa, que se origina do encontro da partícula dual magnética positiva (posítron)
com a partícula dual magnética negativa (elétron), ocorrendo a liberação das partículas
responsáveis pela massa, o neutrino e o antineutrino.
Pode ocorrer, neste processo de aniquilação, a produção de 02 raios de radiações
eletromagnéticas mais 01 neutrino do elétron e 01 antineutrino do posítron, também com
impulsão da energia cinética produzida pela força de atração entre esse elétron e esse
posítron (quando livres) ou da força de união nuclear (quando de origem nuclear).
Neste novo modelo nuclear, o fóton não é mediador da interação eletromagnética, e
sim substâncias/energias magnéticas formada por 01 substância/energia magnética positiva
unida a 01 substância/energia magnética negativa em velocidade.

Neste sentido, temos que considerar as substâncias/energias magnéticas (01


substância magnética negativa com 01 substância magnética positiva – metade do elétron +
metade do posítron, em união e sem os campos de massa)e a energia cinética, sendo que, o
que é transmitido aos elétrons, nas interações durante o processo de propagação, é a energia
cinética (do movimento de spin, que é a quantidade de giros por segundo - frequência).
Pelo exposto, á medida que se propaga, estas substâncias/energias magnéticas em
união, transferem energia cinética aos elétrons, diminuindo a sua energia cinética de giro
(de spin). Com reiteradas interações, a frequência da radiação vai ficando cada vez menor,
transmitindo cada vez menos energia cinética aos elétrons no seu percurso, até não ter
energia cinética suficiente para destacar um elétron de seu orbital, como acontece na
propagação da luz visível.
Nesta propagação, esta radiação transfere menos energia cinética aos elétrons, que
mesmo recebendo esta energia, não saem de suas órbitas, ocorrendo uma propagação sem
destacamento de elétrons, apenas aumentando a energia cinética de tais elétrons.

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Então, fóton é a radiação (metade posítron – metade elétron, sem os campos de
massa produzidos pelos neutrinos e antineutrinos), que tem velocidade cinética (tanto de
movimento linear, quanto de movimento de spin) dada pela força magnética de atração
entre o elétron e o posítron (quando livres), ou pela força magnética de união (quando
provenientes do núcleo atômico)
Estas impulsões são características extraordinárias da união entre o elétron e o
posítron.
Nos processos de reflexão da luz visível, os núcleos que refletem a luz, recebem
uma radiação e emitem outra com energia cinética própria (velocidade do movimento de
spin), característica de cada núcleo, que é dependente da sua massa nuclear (mais
precisamente do volume nuclear), porque quanto mais prótons e nêutrons no núcleo maior
distribuição de vetores da força de atração entre os elétrons e posítron constituintes dos
prótons e nêutrons nucleares.
As radiações eletromagnéticas após várias interações nos processo de propagação e
reflexão, vão transferindo parte de sua energia cinética (do movimento de spin), se
transformando em outras radiações de menor frequência no espectro das radiações
eletromagnéticas.

Composição das velocidades existentes na radiação eletromagnética:

A substância/energia magnética positiva em união com a negativa é emitida da


interação elétron posítron com as seguintes velocidades independentes:
1. Velocidade do movimento linear da radiação – Velocidade da luz: constante no
vácuo e igual 299.792.458 metros por segundo.
2. Velocidade do movimento de spin (velocidade de giro) – constante no vácuo.
Ocorrendo interação com a matéria esta velocidade se altera.

Considerações sobre as velocidades das radiações eletromagnéticas:

1. Velocidade do movimento linear da radiação eletromagnética:


Chamada de velocidade da luz, esta velocidade não se altera para as radiações que já
conseguimos identificar (A velocidade linear de radiações com perda total da velocidade de
giro, ainda não foram visualizadas e mensuradas). Quando de origem nuclear é determinada
pela força de união nuclear e quando de origem de interações com o elétron e o posítron,
fora do núcleo, é determinada pela força de atração entre essas partículas.

2. Velocidade do movimento de spin (de giro) da radiação eletromagnética:


a) A radiação eletromagnética de origem nuclear apresenta velocidade de giro
determinada pela força magnética de união nuclear. Essa força de união nuclear é resultante
da distribuição das forças de atração entre os elétrons e posítrons constituintes dos prótons
e dos nêutrons nucleares, sendo, portanto, menor que a força de atração (entre 01 elétron e
01 posítron). Assim, quanto mais massa (mais volume) menor será a força de união e
consequentemente menor a força de impulsão.
b) A radiação eletromagnética de origem da interação do elétron com o posítron
(livres), possui a velocidade de giro determinada pela força de atração entre
ambos (radiação gama de mais alta frequência).

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Considerações sobre a perda de velocidade das radiações eletromagnéticas nas
interações com a matéria:
A velocidade de propagação (velocidade do movimento linear) das radiações
eletromagnéticas é constante (até os limites atualmente percebidos e medidos), mas a
velocidade do movimento de giro se altera à medida que interage com a matéria.
Nessas interações com a matéria ocorrem perdas de energia cinética do movimento
de spin conforme explicado nos processos de propagação e reflexão das radiações
comentados neste trabalho.
Resta sabermos o que acontece com a interação da radiação eletromagnética quando
perde totalmente a sua velocidade do movimento de spin (sem frequência) se ela se mantém
constante atuando como energia escura à velocidade da luz ou se perderia nessas interações,
velocidade linear após ter perdido toda velocidade de giro e a energia escura tenderia a ser
substâncias/energias sem velocidade (sem energia cinética).

Explanação dos processos de propagação das radiações baseada no novo


modelo nuclear:
Propagação da radiação gama, radiação “X” e radiação ultra violeta:
A Propagação da radiação gama, radiação “X” e radiação ultravioleta, devido a alta
velocidade do movimento de spin (alta frequência) que as substâncias/energias magnéticas
apresentam, elas interagem com o elétron e devido a transferência de muita energia
cinética, provocam o deslocamento deste elétron, desviando a radiação que diminui o seu
movimento de spin (frequência), a cada interação.
Nesta propagação de interações, com uma quantidade grande de elétrons no seu
percurso, as substâncias/energias magnéticas em união, que se propagam, se mantêm, mas
a frequência inicial vai diminuindo á cada nova interação.

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À medida que a radiação vai se transformando em outras radiações dentro do
espectro de radiações eletromagnéticas, o que muda é a velocidade do movimento de spin
(a frequência) e o nome que recebem, passando, então, de radiação gama para radiação X,
desta para ultravioleta, desta para o espectro da luz visível (do violeta até o vermelho),
desta para as radiações infra vermelhas.
Esta processo é observado quando ocorre a irradiação de metais com radiação
eletromagnética, onde se forma uma corrente de elétrons, quando a frequência (velocidade
do movimento de spin) desta radiação consegue superar a barreira de remoção dos elétrons
(com uma força capaz de superar a força de contenção do elétron na sua camada).
O que foi observado, é que com o aumento da freqüência da radiação, ocorria um
aumento da velocidade dos elétrons que saltavam do metal. O que acontece, é que quanto
maior a frequência (maior a velocidade de giro), maior a transferência de energia cinética
da radiação para os elétrons. Não ocorre apenas um choque da radiação com o elétron, pois,
ocorre troca de substâncias/energias magnéticas negativas entre a radiação e o elétron, a
cada interação.

29
Propagação da radiação visível (luz)
A propagação da luz visível, também, apresenta uma interação com o elétron
ocorrendo trocas das substâncias/energias magnéticas negativas entre a radiação e o elétron
de modo que 01 substância/energia negativa do raio seja substituída a cada interação por 01
substância/energia magnética negativa do elétron.
Outro ponto importante, é que a radiação visível, não apresenta energia cinética
suficiente para destacar o elétron do seu orbital, o mesmo apenas recebe parte desta energia,
porém a radiação visível também não muda de direção. Assim, a radiação propaga-se em
movimento retilíneo. Por causa deste tipo de propagação, que o olho humano consegue
perceber as radiações do violeta ao vermelho.

Propagação das radiações infra vermelhas:

Depois de várias interações com os elétrons orbitais, as substâncias/energias


magnéticas em união vão diminuindo de frequência até chegar a radiação infra vermelha,

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que tem baixa energia cinética do movimento de Spin e na interação com os elétrons
durante a sua propagação ocorre a interação da radiação com o elétron, só que agora, é o
raio resultante desta interação que é desviado, tendo uma propagação para várias direções,
o que torna este raios imperceptíveis para o olho humano.
PROPAGAÇÃO DA RADIAÇÃO INFRA VERMELHA:

Assim, temos 03 modos de Propagação da radiação, dependendo da velocidade do


movimento de spin (frequência) da radiação:
1. Para a radiações de velocidades maiores: radiação gama, a radiação “X” e a
radiação Ultra Violeta, na interação da radiação com o elétron, este recebe uma
transferência alta de energia cinética do movimento de spin da radiação fazendo
com que o elétron resultante salte do seu orbital e a radiação mude a direção de
propagação. Tendo uma propagação não retilínea, com o raio diminuindo sua
frequência, por estas interações, transmitindo energia cinética aos elétrons.
2. Para radiações de velocidades da luz violeta á luz vermelha, o elétron recebe o
impacto, com transferência de alguma energia cinética ao elétron, que não
destaca este elétron do seu orbital, mas ocorre troca de substâncias/energias
magnéticas negativas entre o elétron e a radiação, fazendo que a propagação seja
um movimento retilíneo com perda de frequência até à luz vermelha, que é a
última radiação do espectro eletromagnético que consegue produzir esta
interação da radiação com os elétrons, sem mudar a direção da radiação.
3. Para radiações de velocidades da luz: infravermelha, micro ondas, ondas de TV,
ondas de rádio e abaixo, o raio ao interagir com o elétron, não consegue movê-lo
e também não tem energia suficiente para desviar o elétron, mas parte da energia
cinética de movimento de spin do raio é transferida ao elétron na interação, sem
tirá-lo do seu loco.

Análise da reflexão da luz pelo novo modelo nuclear:

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A cor da luz emitida pelo corpo, na reflexão, depende da radiação incidente apenas
para provocar a emissão da radiação característica do núcleo atômico atingido por tal

radiação.
Essa cor, não depende da velocidade do movimento de spin (energia cinética) do raio
incidente, e sim da velocidade do movimento de spin (energia cinética) do raio refletido,
que depende das características do núcleo atômico que reflete esta luz. Quando um corpo
recebe um raio de luz visível este raio interage com parte do elétron e parte do posítron e
esse núcleo substitui as substâncias/energias magnéticas deste raio, com um raio formado
por substâncias/energias magnéticas do núcleo (parte do elétron e parte do posítron) com
velocidade de giro (spin) característica do próprio corpo emissor desta energia.
Quando um raio de luz visível com velocidade de spin (frequência) maior que a
velocidade de spin de emissão de um corpo atinge tal corpo (núcleo), este corpo emite um
raio de luz visível com velocidade de spin (de giro das substâncias/energias magnéticas,
positiva unida a negativa) determinada por características intrínsecas deste corpo,
dependente da força de união nuclear, determinada pelas forças de atração entre os elétrons
e posítrons constituintes dos prótons e nêutrons dos núcleos desse corpo (quando maior o
volume menor a força de união), e a diferença da energia cinética do movimento de spin do
raio incidente, com o do raio emitido, é transmitida e absorvida pelo núcleo (ao corpo),
sendo transformada de energia cinética em energia térmica.
Quando um corpo ou núcleo apresenta emissão de raios de velocidade de spin
inferior à velocidade de spin do vermelho, todos os raios que chegarem ao núcleo (corpo)
do espectro de luz visível, serão emitidos com a velocidade de spin da luz infra vermelha,

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não sendo vista pelo olho humano, sendo um corpo preto (ausência de cor, no entanto, não
há absorção das substâncias/energias magnéticas). Como a luz refletida possui uma
velocidade de spin menor que a velocidade de spin da luz vermelha, terá uma diferença
positiva, da energia cinética incidente para a energia cinética refletida, que será
transformada em energia térmica aquecendo o núcleo (corpo).
O processo de reflexão das radiações eletromagnéticas visíveis depende do raio
incidente, para que ocorra a emissão. A velocidade de spin da luz refletida, é que não
depende da velocidade de spin do raio incidente e sim de características do núcleo atômico
que emite a radiação característica (depende da força magnética de união particular do
núcleo).

Reflexão da radiação gama, radiação X e radiação ultra violeta, baseada no


novo modelo nuclear:

1- Em núcleos com elevada massa atômica (elevado volume atômico) - radiação


gama:

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Quando a radiação possui muita velocidade de spin, como a radiação gama e é
emitida em núcleos de elevado volume, onde a força magnética de união é menor devido
esse maior volume, no processo de reflexão da radiação, ocorre a formação de um elétron e
um posítron , pois, no processo de interação da radiação com o elétron e posítron nuclear,
ocorre o deslocamento conforme a representação esquemática. Há a emissão de radiação
característica neste processo. Essa radiação característica possui velocidade de giro
determinada pela força magnética de união nuclear.

2 – Em núcleos que não possuem elevado volume atômico - radiação gama, x,


ultra violeta:

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Absorção da radiação eletromagnética:
A radiação eletromagnética (metade do elétron mais metade do posítron, sem seus
campos de massa, neutrino e antineutrino) não é absorvida. A sua velocidade de spin
(frequência) é que vai diminuindo com as progressivas interações dessas
substâncias/energia com elétrons.
No processo de reflexão da luz, também esta radiação não é absorvida, pois a cada
interação com o núcleo atômico, as substâncias/energias magnéticas constituintes da
radiação permanecem, embora possam apresentar velocidades de giro diferentes.
Acreditava-se que a luz branca, ao incidir em um corpo, este corpo, refletiria uma
cor de luz e as demais cores do espectro de luz visível, seriam absorvidas pelo corpo,
transformando estas energias absorvidas, em energia térmica, mas, o que acontece é que
todas as radiações tanto do espectro de luz visível quanto não, são refletidas, não ocorrendo
nenhuma absorção dessas radiações eletromagnéticas.
Pode ocorrer absorção de parte da energia cinética do movimento de spin na
reflexão e não absorsão das substâncias/energias magnéticas constituintes da radiação
(positiva em união com a negativa).
Quem determina a cor do corpo iluminado são as características dos núcleos
externos deste corpo, então, a cor não é determinada pela luz incidente e sim pela luz
emitida, conforme explicitado no processo de reflexão da luz.

35
Quanto ao processo de aquecimento do corpo, é apenas a transformação da
diferença de energia cinética, que o núcleo recebe a mais, quando o raio incidente tem
maior velocidade de spin que o raio refletido que é transformada em energia térmica.
A variação de energia térmica do núcleo é a diferença da energia cinética de
radiações de maiores frequências, refletidas com menores frequências e a energia cinética
de radiações de menores frequências refletidas com maiores frequências por este núcleo.

Considerações sobre a luz – Analisando as cores:


Quem determina a cor de um corpo é a velocidade de spin da luz refletida pelo
corpo, após a radiação incidente ter interagido com elétrons e posítrons dos núcleos
externos deste corpo.
A determinação da cor é a capacidade, que cada núcleo possui, para receber a
radiação interagir e emitir radiação característica do próprio núcleo, Desta afirmativa,
conclui-se que:
As radiações eletromagnéticas são formadas por 01 substância/energia magnética
positiva (metade do posítron, que é dual), mais 01 substância/energia magnética negativa
(metade do elétron, que é dual). Estas substâncias/energias magnéticas não possuem massa,
não sendo matéria como conhecemos, mas sendo um tipo de substância/energia que
apresenta muitas características totalmente diferentes da matéria que conhecemos e
algumas características em comum com a matéria, pois, além da dualidade estrutural (01
substância/energia positiva + uma substância/energia negativa, sem os campos de massa
produzidos pelos neutrinos e antineutrinos), apresenta também a dualidade de ser um tipo
de energia e um tipo de matéria, pois não possui massa sendo uma espécie de energia, que
não é consumida, que não é absorvida, que não é destruída e é uma espécie de substância
que não apresenta massa (não possui massa produzidos pelos neutrinos e antineutrinos),
mas que ao chocar-se com o elétron, por exemplo, atua como se fosse uma partícula. Sendo
então ao mesmo tempo energia e partícula, e ao mesmo tempo não sendo energia e nem
matéria. Apresenta dualidade estrutural e dualidade energia/matéria. Por possuir dualidade
estrutural propaga-se em movimento ondulatório, tal qual os elétrons e os posítrons.
O corpo não reflete uma cor de luz do espectro visível e absorve as outras cores,
porque as radiações são refletidas com a velocidade de giro (frequência) determinada pelos
núcleos formadores deste corpo (na verdade recebe a radiação incidente e emite uma
radiação característica, não ocorrendo absorção, mas sim a troca das substâncias/energias
magnéticas com força de impulsão determinada pela força magnética de união nuclear e
quanto maior o volume nuclear menor é esta força de impulsão da radiação característica
emitida).
O aquecimento que ocorre nos corpos não é causado pela absorção da luz e sim
pelas diferenças de energia cinética (do movimento de spin) entre a radiação incidente e a
radiação emitida, quando a radiação incidente possui uma energia cinética maior que a
energia cinética de emissão, característica de cada núcleo, esta diferença positiva de energia
cinética se transforma em calor pela vibração dos núcleos deste corpo.
Quando a radiação incidente possui uma energia cinética (velocidade de spin)
menor que a radiação emitida esta diferença negativa faz com que o núcleo perca energia
cinética, em forma de energia térmica , que é compensado pelos ganhos de energia.
O preto é ausência de cor, mas não é ausência de reflexão de onda eletromagnética,
apenas reflete radiações abaixo do vermelho, e radiações infravermelhas não são vistas pelo
olho humano, pois não se propagam em movimento retilíneo.

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Quanto maior a massa nuclear (em consequência o volume) menor a velocidade do
movimento de spin (frequência) de reflexão da luz, pois será menor a impulsão da radiação
provocada pela força magnética de união nuclear. Ao incidir uma radiação visível ocorre
substituição de suas substâncias/energias magnéticas com a do posítron e do elétron
constituinte do próton ou nêutron atingido pela radiação (emitindo uma radiação
característica) e a energia cinética do movimento de spin (frequência) desta emissão (força
de impulsão) é determinada pela força magnética de união nuclear.
A força magnética de união nuclear mantém a coesão dos constituintes do núcleo
atômico e é produto da distribuição vetorial da forças magnéticas de atração entre os
elétrons e posítrons, para a manutenção da coesão dos prótons e nêutrons a mais e assim
essa distribuição das forças magnéticas de atração será maior tornando a força magnética de
união nuclear menor.
O branco não é a união de todas as cores, e sim uma radiação com velocidade
cinética própria, porque se fosse a união de todas as cores e como quem determina a cor é a
característica do núcleo refletir uma radiação, recebendo a radiação e emitindo com uma
velocidade própria, para cada elemento químico, devido a sua massa nuclear (volume), para
ocorrer um corpo de cor branca, teria que existir neste corpo núcleos que emitissem todas
as cores. Isto é até possível, mas como um elemento químico com um só tipo de núcleo
poderia refletir a radiação incidente em todas as velocidades se possui somente um tipo de
núcleo com mesma massa nuclear. Existem substâncias simples de coloração branca.
Temos que considerar que quando estamos falando branco, não estamos falando
incolor e se observarmos a luz ambiente não se trata da cor branca (cor leitosa) e sim que ao
nosso redor além das cores de todos os objetos não enxergamos cor alguma (é transparente)
então não podemos considerar que no meio existem todas as cores e estas cores em união
forme a cor branca, pois, não é isto que observamos.
Não é necessário que existam todas cores no ambiente para se ter esta vasta
quantidades de cores, pois, isto não é característica da luz incidente e sim da reflexão da
luz, que é dada por características intrínsecas dos núcleos dos átomos que refletem esta luz.
A decomposição da luz policromática em prismas ocorre porque as radiações
visíveis possuem diferença de velocidade do movimento de spin (frequências) e assim
apresentam graus diferentes de refração na matriz cristalina, e ocorra a saída de diversas
cores separadas.

O Efeito fotoelétrico
O efeito fotoelétrico é o nome dado á observação de que quando um metal é
iluminado com luz, uma pequena corrente elétrica flui através do metal. A luz transmite sua
energia aos elétrons, nos átomos do metal, permitindo a eles se moverem produzindo a
corrente.
Mas, nem todas as cores de luz afetam os metais dessa maneira. Não importa quão
brilhante uma luz vermelha seja, mesmo assim ela não produzirá nenhuma corrente elétrica
em um metal, mas uma luz ultra violeta, mesmo bem tênue, resultará numa corrente fluindo
no metal.

Interpretação anterior em contraposição aos resultados experimentais do


efeito fotoelétrico:

37
O problema com esse resultado intrigante é que ele não pode ser explicado se a
luz é vista do ponto de vista de uma onda.
A Física Clássica tentou explicar esse fenômeno utilizando a teoria
eletromagnética: a luz como toda onda eletromagnética, transporta energia ao se propagar.
A energia transportada aumenta com o aumento da intensidade luminosa e, também, com o
aumento da sua freqüência.
Então:
1. Aumentando-se a intensidade luminosa, os elétrons deveriam ser ejetados com
maior energia.
2. O efeito fotoelétrico deveria ocorrer com luz de qualquer freqüência, bastando
para isso aumentar a intensidade luminosa

Ondas grandes têm grandes quantidades de energias enquanto ondas pequenas têm
pouca. Portanto, se a luz tem um caráter ondulatório, seu brilho (intensidade) afeta a
quantidade de energia no sentido de que quanto mais brilhante a luz, maior a onda e mais
energia ela terá. Dessa forma, as diferentes cores da luz são definidas pela quantidade de
energia que elas possuem.
Os resultados experimentais não eram explicadas pelo eletromagnetismo da época,
do físico e matemático James Clerk Maxwell (1831*-1879+), segundo o qual, quanto mais
intensa a radiação eletromagnética incidente em um material fotoelétrico, maior seria a
velocidade do elétron arrancado. Além do mais, como essa radiação era distribuída em uma
onda, de acordo com o eletromagnetismo Maxwelliano, era necessário um tempo razoável
para que tal radiação arrancasse elétrons do material emissor.
Nessas experiências, o observado era que:
1. Os elétrons emitidos tinham velocidades iniciais finitas, independentes da
intensidade da luz incidente, porém, dependentes de sua freqüência;
2. O número total de elétrons emitidos era proporcional à intensidade da luz
incidente.
3. Os elétrons eram destacados imediatamente na aplicação de radiação
eletromagnética de alta frequência no metal.

A interpretação de Albert Einstein sobre o efeito fotoelétrico:


Albert Einstein percebeu que a única maneira de se explicar o efeito fotoelétrico
era dizer que a luz, em vez de ser uma onda, como era geralmente aceito até então, é, na
verdade, feita de muitos pacotes pequenos de energia chamados fótons que se comportam
como partículas.
Einstein utilizou-se de conceitos escritos por Planck que falava sobre a
quantizacão da energia do elétron, e também incluía a famosa formula de Planck que
indicava com certa precisão a energia de radiação do corpo negro.
Einstein criou o conceito de que a luz não só poderia ser caracterizada como onda,
mas também como partícula, e que cada quantum de energia da luz correspondia a um
fóton. Assim, quando os fótons do raio luminoso incidiam sobre a placa de metal, ele
cederia sua energia (determinada pela frequência da onda) ao elétron das últimas camadas
do metal e assim esses elétrons ganhariam energia suficiente para saltar de uma placa a
outra, criando um fluxo de elétrons no sistema, ou seja, corrente elétrica.
Einstein também propôs que cada metal, ou cada objeto tinha características
próprias, e que para cada material era necessária uma frequência certa para que os fótons da

38
luz pudessem dar energia aos elétrons do material para que esses saltassem de níveis
eletrônicos e gerassem energia no sistema.

Interpretação do efeito fotoelétrico considerando que as radiações


eletromagnéticas perdem velocidade de spin na interação com elétrons:
Conforme explicado sobre o processos de propagação das radiações
eletromagnéticas, temos que considerar que ao ocorrer as interações das
substâncias/energias magnéticas da radiação com as substâncias/energias magnéticas dos
elétrons, a energia cinética (velocidade) do movimento de giro (spin) da radiação é
preponderante para ocorrer:

1. Uma propagação sem remoção do elétron de seu orbital e sem a mudança de


direção da radiação, como ocorre no caso das radiações visíveis, ocorrendo
perda de energia cinética do movimento de giro da radiação para o elétron.

2. Uma propagação com remoção do elétron orbital com mudança de direção da


radiação, como ocorre no caso das radiações acima do violeta, ocorrendo perda
de energia cinética (velocidade do movimento de spin) da radiação para o
elétron (eletrofóton), que salta do seu orbital.

3. Uma propagação sem remoção do elétron de seu orbital e com mudança de


direção somente da radiação como no caso das radiações infravermelhas.

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Em todos os casos, a velocidade de giro das radiações se alteram.
As Radiações eletromagnéticas acima do violeta apresentam velocidade de giro
suficiente para vencer a força de contenção dos elétrons das camadas eletrônicas mais
externas de metais quando submetidos a estas radiações.
Cada metal possui uma força de contenção característica, pois depende de fatores
tais como a massa nuclear que determinará uma eletrosfera com mais elétrons e menor
força de contenção para os elétrons das últimas camadas.
Quanto mais acima do ultra violeta no espectro das radiações, mais velocidade de
giro terá a radiação e a uma maior velocidade serão emitidos os eletrofótons.
A intensidade das radiações apenas vão determinar a quantidade de elétrons
destacados, pois seriam mais radiações interagindo com mais elétrons, desde que sejam
radiações capazes de vencer a força de contenção dos elétrons periféricos (radiações com
velocidades acima do violeta).
No efeito fotoelétrico a radiação incidente não perde as substâncias/energias
magnéticas (01 positiva unida a 01 negativa) constituintes da radiação, porém, perde parte
da sua energia cinética do movimento de giro para o elétron.
O raio interage com o elétron, há a formação de um outro par substância/energia
magnética positiva e substância/energia magnética negativa (a radiação eletromagnética) e
um novo par de substância/energia magnética negativa – substância/energia magnética
negativa (que é o elétron) e este elétron é arremessado com parte da energia cinética do
movimento de giro (spin) da radiação e há mudança da direção da radiação.

O Efeito Compton:
Arthur Holly Compton (1892 – 1962), observou no ano de 1923 o Efeito
Compton. Em seus experimentos, Compton fez raios x incidir sobe um alvo de grafite. O
comprimento de onda incidente (raios x) fora medido inicialmente e era único. Após a
colisão entre raios x e o alvo, verificou-se o espalhamento dos raios x.

A interpretação do Efeito por Arthur Holly Compton:


Os raios espalhados foram analisados e Compton notou a presença de raios x com
o mesmo comprimento de onda do que fizera incidir no alvo, e também raios x com menor
comprimento de onda. Os raios emergentes que possuem o mesmo comprimento de onda
do incidente é proveniente da interação entre raios x e elétron do alvo de grafite, no qual o
elétron absorve toda a energia transportada pelos raios x e recua de orbital. Após um
intervalo de tempo, o elétron retorna ao orbital em que estava emitindo toda a energia que
fora absorvida.
Os raios emergentes possuem menor comprimento de onda que o incidente em
razão da interação entre raios x e elétron do alvo de grafite, no qual o elétron absorve
parcialmente a energia transportada pelos raios x e a energia restante estará associada aos
raios emergentes, que possuirão menor comprimento de onda que os incidentes. Esse efeito
ocorre em virtude da natureza dual da luz, que neste fenômeno comporta-se como partícula
no qual os raios x recebem a denominação de fótons.

40
A energia é transferida parcialmente ao elétron, o que não quer dizer que o fóton de raios x
fora dividido, pois o fóton é indivisível. O que acontece é transferência de momento, o que
acarreta variação em sua energia.

Interpretação do Efeito Compton baseado no novo modelo:


Os raios emergentes que possuem o mesmo comprimento de onda do incidente é
proveniente da interação entre raios x e os núcleos dos átomos de grafite, sofrendo o
processo de reflexão conforme explanado para a reflexão de radiações eletromagnéticas
(gama, X e ultra violeta), no qual a radiação ao se chocar com os núcleos provocam a
emissão por este núcleo de radiações com a mesma energia cinética do movimento de giro
da radiação incidente além de radiações características (possuem movimento de spin com
velocidade determinadas pela força de união nuclear).
Os raios emergentes que possuem menor frequência e maior comprimento de onda
que o incidente é em razão da interação entre raios x com elétron do alvo de grafite, no
qual o elétron recebe parte da energia cinética do movimento de spin transportada pelos
raios x e a energia restante estará associada aos raios emergentes. A energia que o raio x
perde é a energia cinética do movimento de spin da radiação (velocidade), transferindo
momento ao elétron.
Desta interpretação percebe-se que as radiações eletromagnéticas apresentam
variações de velocidade do movimento de giro e que as substâncias/energias magnéticas
constituintes das radiações apresentam volume (preenchem espaço), mas, não são materiais
pela ausência dos produtores de massa às substâncias/energias magnéticas (os neutrinos e
antineutrinos).

Formação de pares:
Segundo a teorização atual, a produção de pares, ou seja, de um elétron e um
posítron, ocorre somente quando fótons de 1,022 MeV de energia passam próximos a
núcleos de elevados número atômico, essa radiação interage com o núcleo e desaparece
dando origem a um par (01 elétron e 01 posítron).
Essa teorização se baseia na Teoria da Energia de Albert Einstein, pois, essa energia
(1,022 MeV) representa a massa de um elétron mais de um posítron multiplicadas pelo
quadrado da velocidade da luz. Preenchendo, assim, os requisitos para a equação E = m.c².

Formação de um elétron e um posítron a partir de radiação gama baseada no


novo modelo nuclear:
Quando a radiação de alta velocidade de giro (spin) atinge o núcleo atômico o seu
processo de reflexão ocorre de uma maneira peculiar, pois devido a alta velocidade de spin
da radiação e a baixa força magnética de união, entre os posítrons e elétrons deste núcleo,
provocada pelo elevado volume nuclear, então, ao invés de somente ocorrer interação e
reflexão da radiação, ocorre uma interação, em que o elétron e o posítron formados, nesta
interação, são destacados do núcleo atômico.
Este processo ocorre principalmente com a radiação gama em núcleos muito
massivos. Combinando alta velocidade de spin da radiação com uma baixa força de união
do núcleo muito massivo.

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A radiação não interage com o núcleo e desaparece como prediz a teoria atual. As
substâncias/energias magnéticas (positiva unida à negativa) do raio, mais as
substâncias/energias magnéticas negativas do elétron e as substâncias/energias magnéticas
positivas do posítron do núcleo, são formadoras deste elétron e deste posítron.
Este posítron, após diminuir sua velocidade de emissão, interage com outro elétron
e transforma-se novamente em uma radiação gama mais a emissão de um neutrino e um
antineutrino.
A teoria atual prediz que há a necessidade de uma radiação com 1,022 MeV. de
energia, pois, esta é a energia necessária para satisfazer a fórmula da energia de Albert
Einstein (E = m . c²) e pelo que foi explanado, esta fórmula não quantifica a transformação
de matéria em energia e vice versa, apenas, tenta quantificar a energia cinética que
impulsiona os produtos da interação do elétron com o posítron.
Esta formação de pares está baseada no modelo nuclear proposto, que discorda da
teoria da energia em relação à matéria se transformar em energia, pois considera que a
matéria perde a condição de matéria voltando a ser substância/energia magnética com alta
energia cinética (linear e de spin) e que é esta energia que a teoria de Einstein tenta
quantificar.
Também, na formação de pares, será emitida radiação característica do núcleo,
atingido por esta radiação conforme a representação esquemática.

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As velocidades das radiações eletromagnéticas e o segundo postulado de Albert
Einstein:
O Segundo postulado de Albert Einstein considera a velocidade da luz (c) constante
no vácuo e igual a (c), porém as radiações eletromagnéticas apresentam dois tipos de
velocidades: A velocidade linear (velocidade da luz – “c”) e a velocidade de giro das
substâncias/energias magnéticas constituintes da radiação ( positiva com a negativa).
A radiação gama possui a maior velocidade de giro e à medida que vai diminuindo
essa velocidade, até certos limites, vai sendo chamada de outras radiações dentro do
espectro das radiações eletromagnéticas.
Apesar de ser o mesmo fenômeno físico, em certos limites de velocidade de giro os
processos de propagação e reflexão das radiações eletromagnéticas apresentam
particularidades, justamente por causa da energia cinética da velocidade de giro, haja vista,
que as radiações eletromagnéticas gama, "x" e ultravioleta se propagam interagindo com
elétrons e estes elétrons ao receberem parte da energia cinética do movimento de giro
dessas radiações, os quais são destacados dos seus orbitais, provocando, também,
diminuição da velocidade de giro e da direção da própria radiação.
As radiações com limites de velocidade de giroda radiação visível, nessas
interações, os elétrons não são destacados de seus orbitais, recebendo parte da energia
cinética do movimento de spin da radiação e a radiação perde velocidade de spin, mas não é
desviada, propagando-se em movimento retilíneo. Com as radiações com limites de
velocidades de giro inferiores ao vermelho, os elétrons não são destacados, recebendo
pouca energia cinética, somente, que a radiação perde velocidade de giro e é desviada pela
interação com o elétron, também não se propagando em movimento retilíneo.

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Desintegrações nucleares:

Representação esquemática de alguns processos de desintegração:

Representação esquemática dos processos de desintegração nuclear, onde o número


de posítrons e elétrons estão reduzidos, somente por questões de exemplificação.
No caso real, o próton e o nêutron possuem um número bem maior de posítrons e
elétrons (este número depende de qual elemento químico, pois, quanto mais alto o número
atômico, menor a quantidade de posítrons e elétrons na formação dos nêutrons e prótons
devido aos processos de aniquilação, que ocorreram nos interiores de estrelas – “defeito de
massa” que é de aproximadamente 0,71%).
Em núcleos muito volumosos, a radiação gama (y) pode ser emitida após as
desintegrações beta (-) e beta (+), de uma só vez, descarregando uma radiação com 02 raios
gama(y) ou pode emitir a radiação em dois raios separados em forma de cascata, ou seja,
um após o outro, ou ainda um e depois de algum tempo o outro, dependendo em que nível
do núcleo ocorre o processo de desintegração.
Em núcleos menos volumosos, como ocorre no processo de fusão solar de 04
hidrogênio em 01 hélio-4, os neutrinos e os antineutrinos podem sair com as
substâncias/energias magnéticas do núcleo (substância/energia magnética negativa com o

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neutrino e substância/energia magnética positiva com o antineutrino – ambos com
velocidade).
No caso da Radiação gama (y) não ocorre mudança de elemento químico nem de
massa atômica, mas é certo que houve a perda da condição de matéria (perda muito
pequena de massa), ocorrendo a emissão de radiação e a emissão de neutrinos e
antineutrinos do muon, no processo de aniquilação, reduzindo o número de posítrons e
elétrons.
No caso da desintegração beta (-) houve a transformação de um nêutron em um
próton, ocorrendo a mudança do número atômico, e com isto, de elemento químico.
No caso da desintegração beta (+) houve a transformação de um próton em um
nêutron ocorrendo uma mudança de elemento químico, para um elemento químico de
número atômico menor.
Outra observação é que a cada formação de um novo próton ocorre o aumento de
mais 01 elétron na eletrosfera nuclear, para ocorrer a neutralização magnética do átomo e
na mudança de próton em nêutron, ocorre a diminuição de 01 elétron da eletrosfera,
também para ocorrer a neutralização do átomo magneticamente.
Nas desintegrações beta (+), do próton sai o posítron e na desintegração beta (-), do
nêutron sai o elétron e que o posítron sai com o neutrino (que dá o campo de massa ao
elétron) e o elétron sai com o antineutrino (que dá o campo de massa ao posítron),
conforme a esquematização dos processos de desintegração nuclear.
O próton e o nêutron não são estáticos em suas formações, podendo mudar hora em
um, hora em outro, de modo que, a estrutura por ser constituída de posítrons e elétrons
facilita bastante a modelação estrutural no interior de núcleos instáveis, para equilibrar a
relação força de união entre elétrons e posítrons e o volume nuclear.
Para ocorrer tais eventos, o núcleo atômico está em estado de excitação, provocado
por uma elevada massa nuclear (com elevado volume nuclear) com a diminuição da força
de união entre posítrons e elétrons ou provocado por excesso de energia cinética absorvida
pelo núcleo (que pode ocorrer pelo aquecimento deste núcleo ou pela acumulação de ondas
sonoras, como no caso do ultra som, no fenômeno da sonoluminescência) e como
conseqüência a perda da condição de matéria (processo de “aniquilação”), para a
estabilização nuclear.
A quantidade da perda da condição de matéria nas emissões de radiação para
estabilização das forças nucleares, por vezes, necessita de processos de aniquilação de
vários elétrons e posítrons ou a saída destes elétrons ou posítrons juntamente com os
neutrinos e antineutrinos , após processos de “aniquilações” anteriores nos núcleos
atômicos.
Na representação esquemática, apresentada acima, foram eliminados do núcleo, por
tais processos, 02 elétrons e 02 posítrons, mas pode ocorrer a eliminação de vários elétrons
e posítrons e diminuição da massa nuclear (e em consequência de volume nuclear)
estabilizando esse volume com a força magnética de união nuclear.

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Representação esquemática da captura do elétron:

Processo Urca de emissão de neutrinos:


O Processo Urca de emissão de neutrinos descrito por Mário Shenberg e George
Gamov, ocorre quando um núcleo captura um elétron da camada K, ou da camada L. para
logo depois sofrer uma desintegração Beta (-). Nesta captura como ocorre processo de
"aniquilação" de um posítron com um elétron no núcleo, há a liberação de radiação gama,
mas os cientistas que apresentaram o processo de captura do elétron e seus resultados,
acreditavam que o processo ocorria em um modelo nuclear com prótons e nêutrons
formados por quarks e não por elétrons e posítrons, que torna a explicação do processo
Urca de emissão de neutrinos bastante simples e de fácil demonstração.
Nesse processo, um elemento químico captura um elétron emitindo um neutrino e
depois elimina um elétron e um antineutrino, então, fica claro que quando o elétron é
capturado ele interage-se com um posítron do próton, transformando este próton em um
nêutron, pela aniquilação do posítron a mais. Depois este elemento emite um elétron deste
novo nêutron (transformando-se em próton), voltando a ser o elemento químico antes da
captura, mais um antineutrino (que é resultante do posítron do próton, aniquilado).
Para ocorrer este processo de captura a forças magnéticas de atração entre o elétron
capturado e o posítron a mais do próton, tem que ser uma força que ultrapasse a força de

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resistência da camada eletrônica, isto significa dizer que, esta força tem que ser maior que a
resistência da energia escura aglutinada ao redor deste núcleo (que impede que elétrons
sejam capturados pelas forças magnéticas de atração, na tentativa de encontrarem com os
posítrons a mais dos prótons.
O motivo desta captura provavelmente é provocado pela impulsão do eletrofóton na
interação de radiação de altas energias com os elétrons das primeiras camadas, o que leva
esse elétron vencer a força de resistência da energia escura aglutinada circundante (camada
eletrônica) levando o elétron a ser “capturado” pelo próton nuclear. O posítron a mais do
próton está contido no interior desse próton e este elétron capturado choca-se com um
posítron superficial do próton. Este próton emitirá 01 neutrino (produto do elétron
aniquilado) e também emitirá 01 elétron com 01 antineutrino (produto do posítron
aniquilado). Neste evento o núcleo perde 01 elétron emitido e 01 posítron (aniquilado
juntamente com o elétron capturado).

Emissões deste evento:


Neste processo de aniquilação serão emitidas 02 radiações eletromagnéticas
(radiação gama), 01 neutrino do elétron, 01 antineutrino do posítron e 01 elétron do núcleo
(radiação Beta (-)), sendo que o elemento químico muda para outro, com um próton a
menos e mais um nêutron e depois volta a ser o mesmo elemento químico com 01 elétron e
01 posítron a menos no seu núcleo.
Representação do evento de captura do elétron:

Onde: e- + ( Z, A ) ====> (Z – 1, A) + Vê(neutrino)

Seguida de um Decaimento B (-)

(Z – 1, A) ====> ( Z,A) + e- + Vê(antineutrino)

Deste processo de captura do elétron, descrito por Mário Shenberg e George


Gamov, tem-se como produtos:
1. Um neutrino: resultante do elétron capturado que foi aniquilado;
2. Um antineutrino: resultante do posítron do próton, que foi aniquilado com o
elétron capturado, se transformando em um nêutron e o elemento químico passa
a ter o número atômico diminuído em 01 próton (Z-1);
3. Um elétron: o elétron é emitido pelo nêutron, se transformando em um próton,
deixando o elemento químico com o número atômico(Z), anterior;
4. Radiação gama: 02 raios de radiação gama, produto da aniquilação entre o
elétron capturado e o posítron do próton;

Cadeia próton-próton na fusão nuclear solar:


Quando se unem 04 átomos de hidrogênio, na cadeia PP-I solar, no processo de
fusão nuclear provocado pela força de gravidade, resultante da compressão da energia
escura, para a formação de 01 átomo de hélio-4, ocorre uma perda de 0,71% de matéria, ou
seja, o átomo de hélio-4 possui menos massa que os 04 hidrogênios.

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Esta massa perdeu a condição de matéria no processo de aniquilação ocorrendo o
aumento da força magnética de união nuclear e, consequentemente, manteve a coesão dos
componentes nucleares.
Considerando, como o modelo propõe, que o próton do hidrogênio possua 917
elétrons + 918 posítrons, totalizando 1835 partículas, e que, 04 hidrogênios, então, tenha 4
x 1835 partículas, ou seja, 7.340 partículas.
O “defeito de massa” do elemento químico hélio-4, seria 0,71% de 7.340 partículas
duais, ou seja, 52 partículas duais. Isto quer dizer que, 52 partículas duais (26 elétrons + 26
posítrons) perderam a condição de matéria no processo de aniquilação.
Quando um elétron interage com um posítron no núcleo ocorre a emissão de um
raio de radiação gama (01 substância/energia magnética negativa unida a 01
substância/energia magnética positiva, com energia cinética), de um neutrino do muón (01
substância/energia magnética negativa com campo de massa produzido pelo neutrino, que
sai junto com esta energia – com energia cinética) mais um antineutrino do muón (01
substância/energia magnética positiva, com campo de massa produzido pelo antineutrino,
com energia cinética).
Baseado na quantificação da energia da “transformação da matéria em energia”,
encontrada pela fórmula da energia de Albert Einstein, em que, como resultado da
transformação de 01 elétron e 01 posítron teríamos a quantidade de 1,022 MeV., mas, como
a interpretação do processo de aniquilação não está correto, não ocorrendo esta
transformação, este valor da energia encontrada está sendo considerada uma quantificação
da energia cinética que impulsiona os produtos dessa aniquilação a altas velocidades (é uma
tentativa de quantificação, pois, a aniquilação não é a transformação de matéria em energia
e não se relaciona com as massas envolvidas e nem com a velocidade da luz (constante)
empregada na teoria da energia de Albert Einstein).
Assim, utilizando os valores dessa energia, como energia cinética de impulsão, cada
raio gama (radiação eletromagnética), da transformação de 04 prótons do hidrogênio em
um hélio – 4, tem uma energia cinética (pela teoria atual) de impulsão de 0,511 MeV.,
como são 26 raios, então, esta energia cinética de impulsão das radiações eletromagnéticas,
produzida pela força magnética de atração, que impulsiona a radiação (a substância/energia
magnética positiva em união com a negativa) a esta velocidade seria, então, de 13,286
MeV., ou seja, 26 raios gama emitidos da Cadeia PP-I.
Os neutrinos e antineutrinos, são impulsionados por esta energia cinética de 0,255
MeV, como são em número de 52 (neutrinos e antineutrinos), temos a quantidade de 52 X
0,255 MeV. = 13,286 MeV.(valor quantificado pela Teoria de Albert Einstein).
A energia térmica das estrelas é conseqüência da transformação de parte da energia
cinética das emissões, nos processos de reflexão das radiações que transferem energia
cinética aos núcleos que refletem tais radiações.
A energia cinética de impulsão total da Cadeia PP-I (para a fusão de 04 núcleos de
hidrogênio em 01 Hélio – 4), é de 26,572 MeV.
Esta energia cinética impulsiona as radiações e o neutrinos do muón e antineutrino
do muón ou as radiações (02 raios), os neutrinos do elétron e o antineutrinos do posítron,
ajudando a equilibrar a massa (na verdade o volume por se tratar de um equilíbrio espacial)
dos núcleos atômicos em relação á força magnética de união nuclear, mas, com esta
interpretação sobre estes eventos, esta quantificação tem que ser revista, não representando
realmente, o que se tentava representar (a transformação da matéria em energia) e também,
não representa a realidades desses eventos (a perda da condição de matéria no processo de

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aniquilação) e que, os produtos desta união são impulsionados à velocidade da luz e a
velocidade de giro bastante alta.
A liberação de massa (perda de matéria – elétrons e posítrons) total da Cadeia PP-I
(para a fusão de 04 núcleos de hidrogênio em 01 hélio – 4) é de 52 partículas (26 elétrons e
26 posítrons).

Tipos de neutrinos e antineutrinos:


Como explicado, que as matérias “estranhas”, não passam de matérias comuns, em
que apresentam partes de nêutron super massivo em vários tamanhos, então, também não
existem neutrinos e antineutrinos diferentes da partícula elementar. O que se chama na
verdade de neutrino do muón é o mesmo neutrino do elétron com 01 substância/energia
magnética negativa.
Devido o neutrino ter a capacidade de criar um campo de massa, à
substância/energia magnética, através de vibrações, então, quando o neutrino sai com 01
substância/energia magnética negativa com uma quantidade de energia cinética, esta
substância/energia recebe o campo de massa (pela ação do neutrino), dando a impressão de
se tratar de um neutrino mais massivo que o neutrino de elétron, por este motivo sendo
chamado de neutrino do muon, o mesmo acontecendo com o antineutrino do muon.
Pelo modelo apresentado, não cabe neutrino do Tau, pois o neutrino do muon com
mais 01 substância/energia magnética negativa seria um elétron, e o antineutrino do muon
com mais 01 substância/energia magnética positiva seria um posítron.

O motivo do desaparecimento dos neutrinos:

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Na fusão nuclear solar, de transformação do 04 núcleos de hidrogênio em 01 hélio-
4, são emitidos 26 neutrinos e 26 antineutrinos com 01 substância/energia magnética
negativa e positiva respectivamente, assim, de cada processo de fusão dos núcleos de
hidrogênio para a formação de 01 átomo de hélio-4 haveria a liberação de 26 “neutrinos de
muon” e 26 “antineutrinos do muon”.

A relação chegada do neutrino do muon com a chegada de neutrinos do elétron


(antineutrino do posítron) na superfície terrestre é de 2 para 1, quando medida , por
exemplo, ao meio dia.
Quando feita, a medida de neutrinos no limite do pôr do sol, a relação de
antineutrinos do posítron com os neutrinos do muon, passa a ser de 50% para 50% (ou
seja, de 1 / 1), então, é certo que alguns neutrinos do muon sofrem reflexão ao cruzarem a
atmosfera no limite do pôr do sol (viajam a mais, o raio da terra na atmosfera, do que
quando é meio dia).
A seguir será esquematizado, os caminhos dos neutrino do muon e os antineutrino
do posítron, quando a medida é feita em relação ao pôr do sol:

50
Quando a medida é feita dos que saem após atravessarem a terra, a proporção passa
a ser 3 para 2 , pois ocorrem mais reflexões dos neutrinos do muón.

Oscilação de sabores dos neutrinos e antineutrinos:


Isso explica os motivos das diferenças encontradas nas medições da quantidade de
neutrinos que chegam na superfície da Terra, em confrontação com a quantidade de
neutrinos que são medidos após atravessarem a Terra.
Quanto à teoria de “oscilação de sabores dos neutrinos”, fica claro que o
antineutrino do “muon” (por ser positivo) interage com um elétron, restando um
antineutrino do posítron, radiação gama e um neutrino do muon.
Os neutrinos e antineutrinos, que são produzidos nas fusões nucleares do
Hidrogênio no sol, são do tipo “neutrinos do muon” pois saem com 01 substância/energia
magnética negativa do elétron e com 01 substância/energia magnética positiva do posítron
respectivamente, com energia cinética e como os neutrinos e antineutrinos têm a
capacidade de criarem o campo de massa ao redor da substância/energia magnética, dando
massa à esta substância/energia, fica parecendo ser outro tipo de neutrinos e antineutrinos.
Os antineutrinos do muon, por produzirem massa em 01 substância/energia
magnética positiva, ao serem emitidos ou na coroa solar ou ao chegarem à atmosfera
terrestre, chocam-se com elétrons, sendo produto desta interação: um antineutrino do
posítron, radiação eletromagnética e um neutrino do muon, e o neutrino do muon emitido

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da fusão nuclear vem em direção à Terra. Assim chega à Terra 02 neutrinos do muon e 01
antineutrino do posítron. Não ocorrendo, portanto, a oscilação de sabores dos neutrinos.

Teoria da energia de Albert Einstein – (E = m . c²)


Tem-se que considerar 02 tipos de "energias". A energia cinética total (linear e de
giro) e as substâncias/energias magnéticas. A teoria de transformação de matéria em
energia de Albert Einstein, tem que ser considerada com restrição, pois, esta teoria não
considerava que as substância/energias magnéticas perdem a condição de matéria pela
emissão dos produtores dos campos de massa, os neutrinos e os antineutrinos e que a
energia considerada pela fórmula, não é proveniente da transformação da matéria em
energia. A energia que a teoria tenta quantificar, é a energia cinética total produzida pela
força magnética de atração do elétron e do posítron, que é traduzida pela energia cinética
total, que é a energia que impulsiona os produtos deste encontro (esta energia cinética total
é decorrente da velocidade linear da radiação e da velocidade de spin (de giro).
Observamos que, até os produtos do processo de aniquilação entre um elétron e um
posítron, se utilizarmos a fórmula, obteremos o mesmo valor da energia, porém, como
explanado neste estudo o neutrino do muon e o antineutrino do muon não se transformaram
em energia, como prediz a teoria de Albert Einstein, eles continuam sendo matéria, com
velocidade (não há a transformação de matéria em energia quantificada pela teoria). As
substâncias/energias magnéticas positiva e negativa unidas (radiação eletromagnética) não
se aniquilam, não se perdem, não são consumidas, não são absorvidas, apenas perdem a
condição de matéria pela saída dos campos de massa, deixando de ser matéria por não ter
massa, mas continuando como uma espécie de substância/energia que continua existindo,
após todas suas interações.
Quando 01 elétron interage com 01 posítron nuclear, a radiação é impulsionada pela
força magnética de união nuclear (tanto o movimento de giro como o movimento linear) e
também impulsiona o neutrino do muon e antineutrino do muon.
Esta interação nuclear também pode produzir 02 raios de radiação eletromagnética,
mais um neutrino do elétron e um antineutrino do posítron, estes produtos, também, serão
impulsionados por esta energia cinética total de origem da força magnética de união
nuclear.
Os produtos da interação elétron com posítron (quando livres), são impulsionados
pela força magnética de atração entre esse elétron e esse posítron.
Pela teoria da energia de Albert Einstein esta energia seria de 1,022 MeV.
Estes valores quantitativos da energia cinética total que, para satisfazer a fórmula da
energia, estão sendo colocados (a fórmula para a transformação de 01 elétron e 01 posítron
em energia, utilizando-se suas massas e a velocidade da luz, chega-se a um resultado de
1,022 MeV. de energia) são baseados no que afirma a própria teoria atual, o que também
deve ser revisto, pela falta de relação, massa e velocidade da luz, com esta energia cinética,
que é a força de impulsão característica produzida pela força de atração magnética entre o
elétron e o posítron. Esta quantificação pode até aproximar-se desta energia cinética total,
mas não a representa.
Por meio de medições da energia resultante do encontro do elétron com o posítron,
Einstein chegou a esta fórmula, que é uma estimativa da energia cinética total deste evento.
Pelo que foi explanado, este resultado é uma estimativa e não representa esta
energia (transformação de matéria em energia) e nem a energia cinética total que
impulsiona a radiação (velocidade linear e velocidade de giro), o neutrino do muón

52
(continua matéria, pois é 01 substância/energia magnética negativa com campo de massa
produzido pelo neutrino do elétron) e o antineutrino do muón (continua matéria, pois é 01
substância/energia magnética positiva com campo de massa produzido pelo antineutrino do
posítron)
Os neutrinos e antineutrinos são emitidos na formação dos hélio – 4, como
"neutrinos e antineutrinos do muon", que na verdade são neutrinos eletrônicos e
antineutrinos positrônicos com as substâncias/energias que restou do processo de
"aniquilação", ou seja, um neutrino com 01 substância/energia magnética elementar
negativa (com energia cinética) e o antineutrino com 01 energia magnética elementar
positiva (com energia cinética), mas que devido às vibrações dos neutrinos e antineutrinos,
recebem campos de massa e tornam-se partículas.
Quanto aos resultados recentes, que afirmam que a fórmula de Albert Einstein está
correta, em relação à energia produzida por meio do intercâmbio matéria/energia, está
sendo medida em um modelo nuclear errado, em que não está sendo considerada a enorme
quantidade de elétrons e posítrons na formação dos núcleos atômicos, e que essa é uma
fonte imensa de energia, que as partículas duais magnéticas positivas (posítrons) e as
partículas duais magnéticas negativas (elétrons) quando se encontram impulsionam os
produtos do processo de aniquilação. O neutrino do muon, também não se transformam em
energia, pois quando perdem esta energia cinética, continua como matéria escura.
O antineutrino do muon interage com o elétron produzindo 01 radiação
eletromagnética, 01 neutrino do muon e 01 antineutrinos do posítron.

A catástrofe do ultra violeta:


O Problema da emissão das radiações de um corpo negro na visão da física
quântica:
Basicamente, um corpo negro é um corpo com um orifício, por onde emitirá
radiação quando for aquecido. Aliás, muitos corpos podem emitir radiação como um corpo
negro.
Se a cavidade for aquecida, emitirá radiação através do orifício. Quanto mais
quentes as paredes da cavidade, maior a intensidade da emissão. No entanto, além do
brilho, muda a cor (freqüência) da radiação. O problema para os físicos foi prever e
explicar quantitativamente essas mudanças de intensidade e freqüência. O problema não era
a medição experimental. A dificuldade estava em encontrar uma equação que
correspondesse à curva dos dados experimentais.

A teoria:
Após várias tentativas foi derivada a equação ou lei de Rayleigh-Jeans, no entanto, a
equação não estava correta, pois, o comprimento de onda estava no denominador, o que
significa que quando a freqüência aumentasse (comprimentos de onda mais curtos), a
intensidade também aumentaria indefinidamente. Assim, quando entrássemos no espectro
do ultravioleta, a curva acabaria violando a lei da conservação da energia. Isso é chamado
de "catástrofe ultravioleta".

53
Outros cientistas tentaram resolver o problema da catástrofe do ultravioleta, mas
foram mal sucedidos. Porém, foram registrados alguns sucessos intermediários, como a lei
de Wien e a lei de Stefan-Boltzman.
Enfim, em 1900, o físico Max Planck apresentou à Sociedade Alemã de Física um
estudo teórico a respeito da emissão de radiação de um corpo negro, deduzindo a equação
que estava plenamente em acordo com os resultados experimentais.
Mas para a proposição da equação da equação do corpo negro considerou a existência, na
superfície do corpo negro, de cargas elétricas oscilantes que emitem energia radiante não de
modo contínuo, como sugere a teoria clássica, mas sim em porções descontínuas,
“partículas” que transportam, cada qual, uma quantidade de energia E bem definida. Essas
“partículas” foram denominadas “fótons”. A energia E de cada fóton é denominada
quantum (no plural quanta).
O quantum E de energia radiante de freqüência f é dado por: E = hf, em que h é
uma constante de proporcionalidade denominada constante de Planck, cujo valor é dado
por: h = 6,63 x 10−34 J.s.
A constante de Planck “h” define um limite inferior definido e finito para as
gradações da energia emitida por átomos distintos. "Segundo a física clássica, a energia
irradiada por dois átomos em equilíbrio entre si poderia ser tão pequena quanto
quiséssemos. A lei de Plank fornece o limite inferior para essa diferença.
Plank introduziu a sua hipótese das variações quantizadas. Pode-se seguir a lei
Rayleigh-Jeans e então introduzir a hipótese de Plank e assim obter a lei de Plank. Caso
contrário, acontece a catástrofe do ultravioleta.
A equação de Planck consegue acertar os resultados matemáticos com os
resultados experimentais.
A hipótese de Plank violou as leis físicas conhecidas, por isso generalizou-se o
sentimento de que era necessário rever alguma coisa nas interpretações e nos conceitos
então aceitos pela Física Clássica, que realmente se mostraram incorretos.
A interpretação de Max Planck das emissões, considerando que os resultados
obtidos eram devido a existência, na superfície do corpo negro, de cargas elétricas
oscilantes que emitem energia radiante de modo não contínuo, ou seja, de modo
quantizado, mesmo chegando á formulação matemática que quantifica as emissões

54
eletromagnéticas do aquecimento do corpo negro, introduziu um conceito errado que é
basilar para a Física Quântica.
Max Planck ao resolver a questão do corpo negro, considerando que a energia é
quantizada, influenciou toda uma geração de físicos que passou a utilizar esta interpretação
equivocada para muitos outros acontecimentos a nível atômico.

Interpretação da catástrofe do ultra violeta pelo novo modelo nuclear


proposto:
As radiações eletromagnéticas são constituídas por 01 substância/energia magnética
positiva mais uma substância/energia magnética negativa sem campo de massa e estas
substâncias/energias magnéticas não são absorvida, consumidas ou destruídas. Quando o
corpo negro é aquecido, a energia térmica provoca o aumento de volume nuclear, pela
expansão das substâncias/energias magnéticas constituintes dos elétrons e posítrons
formadores dos prótons e nêutrons nucleares, dos elétrons da eletrosfera e da energia escura
das camadas atômicas.
Este aumento de volume produz desequilíbrio entre a força magnética de união
nuclear em relação ao aumento de volume, permitindo que os elétrons e posítrons se
aniquilem devido a essa diminuição da força de união, produzindo radiação gama, que se
choca com as paredes internas do corpo negro. Tais radiações são novamente refletidas
conforme a reflexão das radiações eletromagnéticas de altas velocidades de giro.
Com emissão pelas paredes internas de radiação com a mesma energia cinética de
giro da radiação incidente (gama) e outras radiações características com velocidade de giro
produzida pela força magnética de união que com as sucessivas aniquilações vai
aumentando aos poucos a velocidade de giro da radiação emitida (frequência).
Com o progressivo aumento de temperatura aumentando os processos de
aniquilação e com isto aumentando aos poucos a força magnética de união que vai
aumentando pela diminuição progressiva da massa (volume) nuclear causada pelos
processos de aniquilação.
No processo de reflexão cada vez mais ocorrerá a emissão de radiações com a
mesma frequência da incidente e emissão de radiações características emitidas com a
velocidade de giro determinada pela força magnética de união nuclear, emitindo, assim,
cada vez mais radiações com maiores velocidades de giro e as reflexões passarão de infra
vermelho , para o vermelho, do vermelho para o amarelo, do amarelo para o branco e do
branco para o azul e daí para radiações ultra violetas.
Quanto mais vai aumentando a força de união magnética nuclear (pela diminuição
do número de elétrons e posítrons, nos processos de aniquilação, com diminuição do
volume nuclear) mais vai subindo a velocidade de giro das emissão das radiações
eletromagnéticas, fazendo com que ocorra uma curva da intensidade em relação à
temperatura, desviada para as emissões com frequências maiores (ou seja, maiores
velocidades de giro).
O fenômeno chamado de a catástrofe do ultravioleta, não ocorre como é explicado
pela Teoria Clássica (que um corpo negro absorve todas as radiações e se aquecido emitiria
todas as radiações) e nem pela Teoria de Max Planck, e utilizada por Albert Einstein
(Teoria da Física Quântica), porque os elétrons não possuem um limiar de emissão de
radiação eletromagnética, pois o fenômeno não está relacionado com a eletrosfera e sim
com processos de aniquilações provenientes do núcleo atômico e as reflexões que ocorrem

55
conforme a esquematização dos processos de reflexão de radiações de altas velocidades de
giro, com o progressivo aumento da força magnética de união e à mediada que aumenta
esta força magnética de união aumenta a velocidade de giro das radiações características
que são emitidas com força de impulsão maiores. Não é uma questão de quantização da
energia.

O erro de interpretação de Max Planck tornou-se basilar para a Física


moderna:
A catástrofe do ultra violeta, foi que experimentalmente, não houve relação entre o
que acontecia e o que a física clássica previa.
Max Planck chegou à formulação matemática das emissões do corpo negro, mas
interpretou incorretamente o evento e esta interpretação influenciou toda a geração de
físicos do século passado até os dias de hoje.
Esta interpretação transformou-se em um verdade fundamental, um paradigma sem
contestação, determinante para os conceitos físicos controversos atualmente aceitos.

A consolidação da interpretação equivocada de Planck na interpretação do calor


específico dos sólidos de Albert Einstein:
Para explicar as propriedades das radiações emitidas por um corpo negro, Max
Planck precisou introduzir a hipótese radical de que, na natureza, a luz, bem como outras
formas de radiação, são geradas e absorvidas em diminutos ‘pacotes’ de energia e não de
modo contínuo (hipótese do quantum de energia). A noção de continuidade estava
arraigada em toda a física clássica e na própria matemática utilizada para descrever os
fenômenos físicos, o cálculo infinitesimal.
A hipótese do quantum de energia foi um gesto extremo que o próprio Planck
relutou em aceitar como realidade física. No entanto, Einstein, em 1906, utiliza-a para
resolver um problema pendente e fundamental da termodinâmica, o calor específico dos
sólidos.
Einstein utilizou o conceito de quantum para explicar o comportamento térmico dos
sólidos submetidos a amplas variações de temperatura. Além de contribuir para a aceitação
da hipótese do quantum de energia, proposta pelo físico alemão Max Planck.
Para compreender o trabalho de Einstein sobre o calor específico dos sólidos, é
preciso retornar ao século 19, no qual foram travadas as primeiras batalhas para se
estabelecer e comprovar a teoria atômica da matéria. Naquele momento, dispunha-se de
uma teoria macroscópica muito bem sucedida, a termodinâmica, que permite compreender
o comportamento de gases, líquidos e sólidos em amplas faixas de temperatura e pressão.
Sólidos com a mesma massa, ao receberem igual quantidade de calor, aumentam
sua temperatura, porém esses aumentos serão diferentes, pois dependem da natureza do
sólido.
O calor específico é uma propriedade característica de um material e nos informa a
quantidade de calor que é necessária fornecer, por exemplo, a um grama desse material para
que a temperatura dele aumente de um grau celsius.
Do ponto de vista da teoria molecular da matéria, um sólido é constituído de
átomos, que podem vibrar em torno de suas posições de equilíbrio com qualquer valor da

56
energia. Ao se fornecer calor para o sólido, os átomos vibrarão mais intensamente,
aumentando a temperatura do sistema.
A teoria do calor específico, de Dulong-Petit, físicos franceses Pierre Dulong (1785-
1838) e Alexis Petit (1791-1820), afirmava que essa grandeza dependia apenas da
quantidade de átomos no material e era independente da temperatura. Ou seja, a quantidade
de calor necessária para aumentar em um grau a temperatura de um sólido de um grama é a
mesma, independentemente desse sólido estar a qualquer temperatura.
Essa teoria, entretanto, estava em desacordo com experiências que relacionavam o
calor específico de substâncias com a temperatura delas.
Em sua teoria do calor específico, Einstein trata os átomos do sólido como
osciladores independentes. Entretanto, ele generaliza a hipótese de Planck, postulando que
esses osciladores só podem oscilar com valores discretos de energia, múltiplos inteiros de
uma energia fundamental de oscilação (característica de cada material).
A teoria de Einstein prevê para os sólidos, que o calor específico tende a zero
quando a temperatura se aproxima do zero absoluto (zero kelvin (K) ou 273°C negativos).
Quanto mais baixa a temperatura de um corpo, menor é a quantidade de energia de que se
precisa para aumentar sua temperatura de um grau celsius.
Os resultados teóricos de Einstein atraíram a atenção do físico alemão Walther
Nernst (1864-1941), que, em dezembro de 1905, havia anunciado a terceira e última lei da
termodinâmica: a entropia de um corpo vai a zero quando sua temperatura se aproxima do
zero absoluto. Porém, a lei de Nernst era incompatível com a teoria clássica de Dulong-
Petit, que prevê que o calor específico se mantém finito e constante em todas as
temperaturas. Portanto, o calor específico está relacionado com a entropia, e, com base na
terceira lei da termodinâmica, deve se anular quando a temperatura também se anula, como
prevê a teoria de Einstein.
Existe apenas um parâmetro ajustável na teoria, que é a energia básica de oscilação
atômica da temperatura onde começa a valer a teoria de Dulong-Petit, que, no caso do
diamante, traduzida em temperatura, corresponde a aproximadamente 1.325 K (1.052°C).
Isto determinou o fracasso da teoria clássica de Dulong-Petit, da qual os resultados
experimentais se aproximam da realidade apenas no limite de temperaturas altas.
A teoria de Einstein, também, não estava de acordo com os resultados experimentais
em temperaturas muito baixas (abaixo de 250 K (-23°C) para o diamante). Em 1906, não
havia medidas de calor específico disponíveis nessa faixa de temperatura.
Einstein posteriormente aprimorou o modelo, sugerindo duas freqüências
características para os osciladores.
Somente em 1913, o físico holandês Peter Debye (1884-1966) propõe que os
átomos em um sólido vibram em ondas (quantizadas) e não como osciladores
independentes. Assim, Einstein introduz a quantização da energia dos osciladores em seu
modelo.

Críticas à Teoria do calor específico dos sólidos de Albert Einstein da


quantização da energia dos osciladores e à proposição de Peter Debye sobre as ondas
quantizadas:
Na determinação do calor específico dos sólidos, ainda não se sabia que as órbitas
são formadas por substâncias/energias magnéticas (energia escura), que os elétrons e
posítrons nucleares bem como os elétrons da eletrosfera, também são constituídos por estas
substâncias/energias magnéticas e que tais substâncias/energias magnéticas apresentam

57
mudanças dimensionais (espaciais) nas variações das temperaturas e mudanças físicas (uma
espécie de condensação das substâncias/energias magnéticas) para temperaturas abaixo de
certos níveis.
Quando um sólido é aquecido, a quantidade de energia necessária para a elevação
de 1 grau centígrado tem um nível de temperatura onde o calor específico fica constante,
mas abaixo deste nível de temperatura, esta quantidade de energia decresce, tendendo a ser
baixíssima (tende a zero) no zero absoluto (-273°C). As substâncias/energias magnéticas
abaixo desta temperatura limite começam a condensar em uma espécie de matriz não
material que aos poucos vai se transformando em uma substância supercondutora de calor.
A mudança física provocada por baixas temperaturas é característica das
substâncias/energias magnéticas que circundam a matéria (energia escura), nas
substâncias/energias constituintes dos elétrons da eletrosfera e nucleares e dos posítrons
nucleares.
A mudança física (condensação) torna essas substâncias/energias magnéticas em
super condutoras de calor, até um nível de temperatura deste corpo. Esta super condução é
cada vez maior até chegar o seu máximo no “zero absoluto”.
Para cada sólido, este calor específico abaixo deste limite é característica, pois tem
relação com o volume nuclear e a aglutinação da energia escura individual para cada
elemento químico.
Quanto a teoria molecular que prediz que os átomos vibram de suas posições de
equilíbrio com o aquecimento e que esta vibração mais intensa aumenta a temperatura do
sistema não reflete o que realmente ocorre.
A compreensão inicial de Albert Einstein em sua teoria do calor específico, que os
átomos do sólido agem como osciladores independentes e posteriormente generalizando a
hipótese de Planck, postulando que esses osciladores só podem oscilar com valores
discretos de energia, múltiplos inteiros de uma energia fundamental de oscilação
(característica de cada material), também foi determinada pela não inclusão das
substâncias/energias magnéticas como constituintes dos fatores envolvidos (energia escura
e matéria).
Assim, Albert Einstein acrescenta a sua teoria de calor específico dos sólidos a
interpretação incorreta de Max Planck sobre as emissões eletromagnéticas do corpo negro
tal qual Peter Debye.
As fórmulas matemáticas resolvem os problemas, porém, as interpretações dos fatos
estão equivocadas. A determinação matemática foi conseguida empiricamente através de
tentativas, até se chegar a uma formulação que coincidisse com os resultados
experimentais.

O experimento de Franck-Hertz e suas interpretação dentro de uma visão da


quantização da energia (visão atual):
O resultado da experiência de Franck-Hertz é interpretado como mais uma
confirmação da hipótese quântica que foi levantada por Einstein em 1905 para explicar o
efeito fotoelétrico: a transferência de energia em sistemas atômicos é feita exclusivamente
em quantidades discretas, e um único elétron do material absorve totalmente um fóton da
radiação incidente. Porém essa não seria a única maneira de transferir energia para os
átomos de qualquer substância. Os elétrons podem ser excitados por fótons ou por colisões.

58
Historicamente, o primeiro fenômeno a ser observado foi o da excitação por
fótons. Em 1817, Fraunhofer observou que quando a luz solar era decomposta através do
uso de um prisma, havia estreitas linhas escuras no espectro contínuo. Este fenômeno só foi
explicado em 1860, quando Kirchhoff e Bunsen propuseram que estas raias escuras
correspondiam às linhas de absorção dos elementos presentes tanto na atmosfera solar
como na atmosfera terrestre.
Quando os elétrons atravessam um vapor ou gás, eles colidem com os átomos. É
esperado que como a diferença de massas é grande, o elétron deve conservar praticamente
toda a sua energia cinética, e as colisões seriam praticamente elásticas. Mas em 1914, J.
Franck e G. Hertz realizaram uma série de experiências que não verificaram esta afirmação.
Um balão de quartzo contendo mercúrio era aquecido. Em seu interior, um
filamento aquecido emitia elétrons que eram colhidos pela grade após colidir com o
mercúrio em estado de vapor. Um galvanômetro conectado à grade media a corrente. Eles
observaram que os elétrons, ao atravessarem o vapor de mercúrio sob a ação do campo
elétrico, provocavam a emissão pelo vapor de uma linha de emissão igual a 254 nm quando
a energia do elétron era maior que 4,9 eV. Este fenômeno não ocorria quando a energia era
menor que aproximadamente 4,9 eV (veja a conexão com o efeito fotoelétrico!). Tal fato
sugere uma forte relação entre os dois fenômenos, uma vez que os fótons emitidos com um
comprimento de onda de 254 nm possuem uma energia de 4,88 eV! Isto ocorre quando os
elétrons, ao colidirem com os átomos de mercúrio (do Aparato experimental utilizado
originalmente por Franck e Hertz), provocam excitação dos elétrons do mercúrio de um
nível de energia para outro.
A condição para isto ocorrer é que a energia cinética do elétron incidente seja igual
a diferença de energia entre dois níveis do átomo de mercúrio (um ocupado, outro
desocupado, obviamente).
Uma técnica alternativa à espectroscopia para verificar as colisões inelásticas dos
elétrons com o vapor é a análise da corrente que atravessa o gás. O vapor de mercúrio é
formado através do aquecimento deste em um compartimento fechado. Um filamento
aquecido emite os elétrons, os quais são acelerados por um potencial acelerador. Antes de
atingirem a placa coletora, devem vencer um potencial de retardo criado por uma grade
posicionada antes da placa coletora. É observado que existe um declínio acentuado na
corrente da placa coletora quando os elétrons atingem a energia equivalente à primeira
excitação eletrônica. Isto acontece porque eles perdem aproximadamente 4,9 eV de sua
energia cinética através da colisão inelástica com os átomos do vapor, mas ainda precisam
vencer o pequeno potencial de retardo entre a grade e a placa coletora antes de atingirem o
ânodo. Se o potencial acelerador continuar crescendo, haverá uma segunda queda na
corrente quando o potencial acelerador for igual ao dobro do primeiro potencial de
excitação. Tal fato é observado porque os elétrons excitam um átomo a meio caminho entre
as grades e são acelerados com energia suficiente de modo a excitar novamente outro
átomo um pouco antes de atingir a grade. Tal arranjo experimental permite assim medir
sucessivamente os múltiplos do primeiro potencial de excitação correspondentes às
sucessivas quedas na corrente. Um fator importante que influencia a medida da corrente é a
densidade do vapor. No caso do mercúrio, ela é controlada pela temperatura. Quando a
densidade é alta, a corrente é baixa mas as quedas são acentuadas. Quando a densidade do
vapor é baixa, a corrente é alta mas as respectivas quedas são menos abruptas.

59
Interpretação para o Experimento de Franck-Hertz baseado no novo modelo nuclear:
1. Quando aplicado uma diferença de potencial aos elétrons livres há a formação de
corrente elétrica que pode ser acelerada aumentado-se esta diferença de potencial.
2. Quando esta diferença de potencial é inferior a aproximadamente 4,9 eV. os elétrons
acelerados da corrente elétrica chocam-se com elétrons das últimas camadas da
eletrosfera dos átomos de mercúrio mas não possuem energia cinética suficiente para
destacá-los.
3. Quando a diferença de potencial é de aproximadamente 4,9 eV. Os elétrons acelerados
têm energia cinética suficiente para destacar os elétrons da última camada dos átomos
de mercúrio, fazendo com que alguns destes elétrons que são substituídos atinjam os
núcleos de mercúrio e ocorra processos de aniquilação com posítrons externos dos
prótons nucleares, produzindo emissão de radiação com energia cinética total da
aceleração e ainda radiações características, que possuem a velocidade de giro
determinada pela força magnética de união nuclear.
4. Neste momento a corrente elétrica diminui, pois, parte dos elétrons são aniquilados com
posítrons do núcleo atômico do mercúrio.
5. Como resultado da aniquilação tem-se a formação de radiação eletromagnética com a
mesma energia cinética do elétron acelerado e formação também de radiação
eletromagnética característica para o mercúrio.
6. Quando esta diferença potencial é aproximadamente 9,8 eV. os elétrons conseguem
destacar também os elétrons da penúltima camada dos átomos de mercúrio com
aniquilações de vários elétrons com posítrons nucleares, produzindo radiações
eletromagnéticas e neste momento cai novamente a quantidade de elétrons (diminui a
corrente elétrica) devido essas aniquilações.
7. A cada aumento da diferença de potencial o processo será semelhante com picos de
diminuição de corrente elétrica para múltiplos de aproximadamente 4,9 eV.
8. As colisões que seriam elásticas e com o aumento da diferença de potencial se
tornariam inelásticas em determinados picos, com liberação de energia proveniente da
mudança de nível atômico dos elétrons não ocorre, pois, as radiações emitidas tratam-se
de interações de elétrons acelerados com posítrons nucleares e formação de radiações
eletromagnéticas em processos de aniquilação.

Porque para o destacamento do elétron orbital de cada camada eletrônica é


necessária uma força específica:
1. A força de contenção dos elétrons orbitais é determinada pela força de resistência da
energia escura compactada ao redor do núcleo e pela força de atração magnética do
posítron a mais do próton, que mantém o elétron contido no seu orbital.

60
2. Esta força de contenção é maior a cada camada eletrônica que se aproxima do núcleo
atômico, já que ao aproximar do núcleo aumenta a força de atração entre o elétron
orbital e o posítron a mais do próton e quanto mais próximo do núcleo maior
aglutinação da energia escura , aumentando a força de resistência.
3. A igualdade dessa força de atração magnética com a força de resistência da energia
escura aglutinada resulta na força de contenção do elétron na camada eletrônica.
4. Para cada camada eletrônica será necessária uma energia específica para o
destacamento dos elétrons dessa camada, crescente à medida que se aproxima do núcleo
atômico.

Consequências desta interpretação para o entendimento dos resultados do


experimento de Franck-Hertz:
1. Por estas interpretações baseadas em um novo modelo nuclear, a experiência de Franck-
Hertz não confirma a hipótese quântica levantada por Albert Einstein em 1905 para
explicar o efeito fotoelétrico em que a transferência de energia em sistemas atômicos é
feita exclusivamente em quantidades discretas, utilizando para esta hipótese a
interpretação de Max Planck sobre as emissões eletromagnéticas do corpo negro.
2. Os resultados destes eventos não se relacionam com excitação dos elétrons do mercúrio
de um nível de energia para outro.
3. Os elétrons não absorvem, nem emitem fótons quando mudam de camada eletrônica.
4. Os resultados têm que ser interpretados como provenientes de interações de elétrons
com posítrons nucleares.
5. Não ocorre a quantização da energia. A interpretação para o experimento Franck-Hertz
acabou influenciando outras interpretações físicas.

Produção de raios-x pela teoria baseada em emissão de radiações


eletromagnéticas por elétrons:
Bremsstrahlung: Frenagem de elétrons e emissões de radiações eletromagnéticas em
processos de aceleração de elétrons, em catodos metálicos – Teoria atual para o
funcionamento dos aparelhos de raios - X:
“Os elétrons interagem com o campo magnético de núcleos de massa atômica
elevada ou com a eletrosfera, reduzem a energia cinética, mudam de direção e emitem a
diferença de energia sob a forma de ondas, chamadas de frenamento ou Bremsstrahlung,
sendo contínuo seu espectro de energia. Juntamente com este bremsstrahlung são emitidos
raios X característicos referentes ao material a qual a radiação está interagindo”.

Produção de raios-x baseada no novo modelo nuclear:


Não ocorre o processo de frenagem (Bremsstrahlung) dos elétrons, eles colidem
com os posítrons do próton ocorrendo “aniquilações” dos elétrons com os posítrons,

61
resultando na formação de radiação X (que possui energia cinética total igual à do elétron
acelerado) e ocorrerá a formação de raio X característico, que é uma radiação emitida pelo
núcleo e sua velocidade é dependente da força magnética de união nuclear, pois, quanto
mais massa (volume) nuclear, menor será a força de união, pois, para manter a coesão dos
nêutrons e prótons no núcleo atômico há uma maior distribuição de vetores da força
magnética de atração e com isto núcleos mais massivos (mais volumosos) possuem menos
força magnética de união. Pela freqüência desta radiação característica (energia cinética)
pode-se saber de qual elemento químico este raio característico foi emitido.
Elétrons não são emissores de radiações eletromagnéticas.

Esquematização da teoria do bremsstrahlung:

Representação esquemática da emissão de radiação por aceleração de elétrons


em catodos, baseada no modelo nuclear proposto:

62
Interpretação de Niels Henrick David Bohr sobre a emissão de radiações
eletromagnéticas por elétrons:
Argumentação teórica:
“No fim do século XIX, os primeiros experimentos envolvendo o espectro de
radiação atômica, emitido quando descargas elétricas atravessavam gases compostos pelo
elemento hidrogênio, foram realizados. Buscava-se, com estes experimentos, responder à
indagação: qual é a estrutura interna de um átomo?
Para responder a esta questão buscavam os cientistas examinar a natureza da luz que
os átomos emitem. O átomo de hidrogênio é o mais simples átomo da natureza, constituído
por um elétron orbital e um próton localizado em seu centro de forças. Com uma estrutura
tão simples, não foi surpreendente para os cientistas que o átomo de hidrogênio
apresentasse, como resultado de experiências espectroscópicas, os mais simples dos
espectros de emissão dentre todos os elementos conhecidos.
O espectro do hidrogênio sendo então bem conhecido, representava um elemento
essencial na compreensão da estrutura atômica. Classicamente, se esperava que o espectro

63
da radiação atômica emitida fosse contínuo, i.é., que o átomo irradiasse energia de maneira
contínua.
Assim, A previsão da física clássica, no átomo de hidrogênio, em órbita em torno do
próton em uma trajetória circular de raio r, sob a ação de uma força (centrípeta) de natureza
eletrostática e que sob a ação de uma força centrípeta o elétron estaria acelerado, possuindo
um movimento orbital de uma carga elétrica em movimento acelerado e que a força
eletrostática (Força Coulombiana ou centrípeta) F, que o elétron sofre, considerando-se o
potencial de Coulomb seria então:

(1)

é dada por:

(2)

Nestas expressão, “k” é a constante de Coulomb (k=8,988x109N.m2/C2), “Ze”


representa a carga do núcleo atômico, os símbolos “e” e “m” denotam respectivamente a
carga e a massa do elétron, “v” é a sua velocidade e “r” o seu raio orbital.
Esta predição da física clássica (leis da eletrodinâmica), o elétron deveria irradiar
toda a sua energia emitindo um espectro contínuo de radiação ao espiralar para o centro do
átomo. Isto porque, de acordo com as previsões clássicas, toda carga elétrica acelerada
irradia uma onda eletromagnética cuja freqüência, f, é igual ao de um movimento periódico,
que no caso presente corresponde à freqüência de revolução:

(3)

A energia total do elétron é a soma das suas energias cinética e potencial:

(4)

A energia total do elétron, tendo em vista que:

(5)

pode ser escrita ainda na forma:

(6)

ou ainda como:

(7)

64
As predições clássicas, que o elétron perderia, em seu movimento orbital, energia
por radiação, gerando um espectro contínuo, pois a energia dependeria, nesta formulação,
de apenas uma variável contínua, “r”.

Como podemos compreender o significado desta perda de energia?


É importante salientar, em vista das equações acima apresentadas que ambos os
termos (cinético e potencial) da equação que descreve a energia total são dependentes da
mesma variável, “r” (a única variável presente nestas equações), e que há um fator ½ a
diferenciar as dependências da energia cinética e da energia potencial nesta variável. E,
portanto, a perda de energia em questão corresponde a variações do tipo:

(8)

sendo que consideramos, na obtenção desta expressão, duas orbitais distintas, r(1) e
r(2), tal que r(2) < r(1) e, portanto, E(2) > E(1). Assim, a perda de energia por radiação
implicaria em que o raio orbital se tornasse cada vez menor e a freqüência de radiação cada
vez maior, um processo que somente terminaria quando o elétron se chocasse com o núcleo
atômico. As predições da mecânica clássica indicavam ainda que o elétron levaria menos de
1 micro segundo para atingir o núcleo!
Mas os resultados experimentais não corroboravam com esta hipótese de radiação
espectral contínua.
Os resultados experimentais obtidos com o hidrogênio indicavam um espectro
discreto de emissão atômico: as várias linhas de emissão nas regiões do espectro ótico e não
ótico eram sistematicamente espaçadas em várias séries. Assim, quando excitados por um
agente externo, átomos irradiam apenas em certas freqüências bem definidas. Em caso
contrário, átomos não irradiam.

A Teoria de Bohr para explicar as discrepâncias entre as predições teóricas


clássicas e os correspondentes resultados experimentais:
Niels Henrick David Bohr introduziu três postulados fundamentais:

Postulado das Ondas ou Estados Estacionárias: os elétrons se movem em um átomo


somente em certas órbitas, sem irradiar energia.
Postulado da Freqüência: os átomos irradiam somente quando um elétron sofre uma
transição de um estado estacionário para outro, sendo a freqüência f da radiação emitida
relacionada às energias das órbitas.
Princípio da Correspondência: no limite de grandes órbitas e altas energias, os
resultados quânticos devem coincidir com os resultados clássicos.

O primeiro postulado estabelece que o átomo de hidrogênio pode existir, sem


irradiar energia, em qualquer estado de um conjunto discreto de estados estacionários, com
energias bem determinadas, isto é, energias quantizadas. O segundo postulado estabelece
que o átomo de hidrogênio pode absorver ou emitir energia somente quando passa de um
estado estacionário para outro estado igualmente estacionário. Neste caso, o elétron orbital

65
absorve ou emite um quantum de radiação, ou seja, um fóton. A energia do fóton emitido é
então, na teoria de Bohr, dada por:

hfif = Ei - Ef (10)
onde:
Ei é a energia do estado inicial orbital atômico e Ef é a energia de seu estado final.
Esta relação é conhecida como condição de freqüência de Bohr. Nestes postulados, três
conceitos importantes são considerados: a quantização da energia das orbitais, a presença
de fótons irradiados ou absorvidos e a lei de conservação de energia.
E de acordo com o Princípio da Correspondência, quando os resultados em nível
sub microscópico são estendidos ao mundo macroscópico, estes resultados devem estar de
acordo com a física clássica. Na teoria de Bohr, aplicando-se a segunda lei de Newton
(F=ma) ao elétron orbital, considerando-se uma órbita de raio r, a lei de Coulomb e a
definição de força centrípeta, obtemos, como vimos, para a energia total do elétron

(11)

Este é o limite formal da mecânica clássica para descrever o movimento de um


elétron orbital no átomo de hidrogênio. O resultado indica que a energia total E de cada
estado estacionário depende do raio da órbita, que não é, do ponto de vista clássico,
quantizado, pois r representa uma variável contínua. Portanto este formalismo carece ainda
de um critério de quantização que envolva o raio orbital. Bohr supôs, como critério (e
portanto como um meio de introduzir a constante de Planck h na teoria), a quantização do
momentum angular L do elétron orbital.
Bohr então postulou que: L = mvr = nh, onde n é um número inteiro. Obteve assim,
sucessivamente (Z=1):

(12)

(13)

(14)

(15)

(16)

66
A combinação destas expressões resulta em uma expressão quantizada para o raio
da orbital:
(17)

Elevando ao quadrado esta expressão, obtemos:

(18)

onde n=1,2,3... Desta expressão resulta:

(19)

onde:

(20)

define o raio de Bohr. Este é na realidade o raio do átomo de hidrogênio no seu


estado fundamental (com n=1), pois este é o menor valor possível para o raio atômico.
Assim, as órbitas associadas aos estados estacionários possuem raios quantizados dados por
r(n). A energia total do elétron, por sua vez, combinando as expressões:

(21)
e:
(22)

é dada por:

(23)

Esta expressão descreve as energias dos estados estacionárias do átomo de Bohr,


onde E(0)= 13,6 eV.

Modelo de Bohr e a Teoria de Louis de Broglie:


De Broglie observou que suas equações, f=E/h e λ=h/p, levam a uma interpretação
física da quantização do momento angular do elétron orbital no átomo de hidrogênio, como
postulado por Bohr. O que ele percebeu é que para uma onda estacionária ao longo de uma
circunferência, o comprimento da circunferência da órbita corresponde a um número inteiro
de comprimentos de onda 2πr=nλ. Desta expressão e das relações de Louis de Broglie
resulta, classicamente, 2πr=nλ=nh/p=nh/mv ou então mvr=L=nh/2π. Assim, Louis de

67
Broglie tornou possível explicarmos os estados discretos de energia postulados por Bohr
em termos de ondas estacionárias.”

Críticas aos Postulados de Neils Bohr para as emissões e absorções de


radiações eletromagnéticas por elétrons:
A teoria aceita atualmente afirma que, uma descarga elétrica que passa através de
uma região que contém um gás mono atômico, nesse processo, alguns átomos ficam com
energia maior que teria em seu estado normal, ou seja, o átomo é excitado, e ao voltar ao
seu estado normal o átomo emite este excesso de energia na forma de radiação
eletromagnética. Os elétrons acelerados, através de corrente elétrica, chocam-se com
elétrons da eletrosfera fazendo com que estes elétrons ou pulem para uma camada de maior
energia e seja emitido de modo que outro elétron preencha a loco do elétron da camada
inicial e com isto emita um fóton de radiação eletromagnética e que o elétron que saiu da
camada inicial por ter recebido energia na verdade absorveu um fóton, mas elétrons não
absorvem ou emitem radiação eletromagnética, apenas participam na propagação de tais
radiações.
Descargas elétricas em gases compostos pelo hidrogênio fazem com que elétrons
choquem-se com os prótons dos hidrogênios e atinjam posítrons destes núcleos ocorrendo
processos de aniquilação. Nestes processos de aniquilação são liberadas radiações
eletromagnéticas que não tem relação com emissão de radiação do elétron orbital.
As energia cinética total das radiações emitidas dependem da velocidade dos
elétrons acelerados e da força de união magnética de cada núcleo emissor que é dependente
do volume de cada próton, já que não necessariamente todo próton de hidrogênio possua a
mesma quantidade de elétrons e posítrons (podem ocorrer perdas deste elétrons e posítrons
por vários motivos)
Sendo esta a real ocorrência, não dá para explicar a energia do elétron em sua
camada eletrônica, afirmando que a medida que o elétron ganhe energia ele pule para uma
camada mais distante e que à medida que o este elétron emita radiação eletromagnética ele
perca energia, pois a emissão de radiação eletromagnética não se relaciona com elétrons e
sim com o processo de aniquilação que ocorre entre a corrente elétrica acelerada (elétrons
da corrente elétrica que se chocam com os posítrons dos prótons dos hidrogênios do gás).
Não há a necessidade de ganhos ou perdas de energias pelo elétron orbital para que
ocorra sua mudança de camada e com isto a emissão ou a absorção radiação. Também, a
matemática da física clássica utilizada está analisando as radiações emitidas pelos elétrons e
os resultados encontrados não se referem a estes elétrons, pode até aproximar, mas não
representa o processo, pois, interpreta incorretamente os eventos.
Se pensarmos que a cada raio (a cada distância da emissão e o choque se terá um
choque ocorrendo emissão de raias características e com velocidades específicas
dependentes da velocidade de choque de cada elétron e da força magnética de união que vai
mudando para um nível maior a cada choque neste próton.
O elétron que gira ao redor do próton está contido pela força de contenção que este
elétron sofre devido ao equilíbrio da força de atração magnética entre este elétron e o
posítron a mais do próton deste hidrogênio e a força de resistência da energia escura que
envolve este próton, pois a energia escura exerce uma compressão concêntrica na matéria,
numa espécie de competição com a matéria, para o preenchimento do volume ocupado
pelos elétrons e posítrons constituintes deste próton. Esta compressão produz um
aglutinamento desta energia escura e este aglutinamento produz uma barreira de resistência

68
para que o elétron da eletrosfera seja atraído mas não consiga vencer a barreira de
resistência dessa energia escura aglutinada.
A força de contenção que este elétron recebe é de uma magnitude tal, que somente
uma força determinada pode provocar sua remoção.
Força de contenção = Resultado do equilíbrio entre a força de resistência da energia
escura aglutinada e a força de atração magnética.
Existe para cada camada eletrônica uma força de contenção do elétron que é maior
na camada K, e para cada camada mais distante do núcleo esta força de contenção seja
menor, mas, isto não representa dizer que o elétron em si possua uma quantização
específica de energia, que se relacione com o raio (distância do elétron em relação ao centro
do átomo) ou com a camada eletrônica, pois esta relação representa uma interpretação
incorreta das reais forças envolvidas. Esta força de contenção é a resultante entre a atração
entre o próton e o elétron e a força de resistência da energia escura aglutinada ao redor
deste núcleo atômico, criando tal força de contenção na “camada eletrônica” possível para
este elétron.
A força de contenção não tem relação com a força centrípeta de natureza
eletrostática, pois esta força de atração entre este elétron e o posítron a mais do próton é de
natureza magnética (força de atração magnética) e o movimento orbital é consequência das
interações do campo magnético existente e do campo elétrico que se forma no movimento
do elétron (tanto em movimento de spin - devido a sua dualidade estrutural, como no
movimento de rotação – devido a força de contenção dada pela força de atração e a força de
resistência da energia escura). Este movimento é um movimento uniforme, somente
deixando de ser uniforme se receber energia cinética externa, como por exemplo, de uma
radiação eletromagnética que se choca com este elétron e transfere energia cinética a este
elétron, que pode ser uma radiação que chega ou que é emitida pelo núcleo atômico, que
pode ser causada por diversos fatores.
Sem o conhecimento da estrutura nuclear não podemos determinar pela teoria
clássica e nem pelas postulações de Niels Bohr, os reais valores das energias envolvidas
neste sistema.
O próton (do hidrogênio) é um aglomerado de centenas de elétrons e posítrons com
uma força união magnética nuclear, que é resultante da distribuição das forças magnéticas
de atração entre essas centenas de elétrons e centenas de posítrons, de maneira que
permaneçam estabilizados por esta força de união (devemos observar que esta união
somente foi possível em ambientes que permitiram o contato desses elétrons e posítrons
sem ocorrer o processo de aniquilação e esta força foi a força de gravidade produzida pela
compressão concêntrica da energia escura nestas estrelas).
Assim, a teoria clássica não conseguiria chegar a uma resposta satisfatória pois os
meios para isto estavam todos equivocados. A questão não é a teorização matemática em si,
mas a compreensão do modelo nuclear e os fatores envolvidos na questão.
Dentro da compreensão do modelo atômico padrão (SM), dos elétrons serem
emissores de radiação eletromagnética e que quando ganham energia (absorvem radiação –
emitindo a diferença deste ganho de energia) tendem preencherem camadas eletrônicas
mais afastadas do núcleo e que quando perdem energia (emitem radiação) aproximam-se do
núcleo é realmente de se esperar que este elétron perderia continuamente energia através
de emissão de radiação eletromagnética até se colabar eletricamente com o próton.
Para explicar a discrepância entre as predições teóricas clássicas e os
correspondentes resultados experimentais, Niels Bohr introduziu postulados:

69
O Postulado das ondas ou estados estacionárias: “os elétrons se movem em um
átomo somente em certas órbitas, sem irradiar energia.”
Análise crítica do primeiro Postulado de Bohr:
Este postulado estabelece que o átomo de hidrogênio pode existir, sem irradiar
energia, em qualquer estado de um conjunto discreto de estados estacionários, com energias
bem determinadas, isto é, energias quantizadas.
Mas elétrons não irradiam energia. Não há estas energia quantizadas nos elétrons.
Não são os elétrons que emitem ou absorvem fótons. O acontecimento real é que
o elétron orbital recebe o choque do elétron acelerado sendo deslocado de seu orbital e
aquele elétron desvia-se e choca-se com o núcleo atômico e atinja um posítron do próton
(este próton possui uma força de atração magnética em relação ao elétron e vice versa) e
deste encontro elétron com o posítron, ocorra o processo de aniquilação, produzindo o
fóton, que a teoria de Bohr considerou como sendo emitida pelo elétron orbital.
O preenchimento da camada do elétron que recebeu o choque e foi emitido não
tem relação com o ganho ou a perda de energia e sim com a necessidade de neutralização
magnética do átomo (neutralização do próton, isto é, do posítron a mais do próton).

O Postulado da Freqüência: “os átomos irradiam somente quando um elétron


sofre uma transição de um estado estacionário para outro, sendo a freqüência f da radiação
emitida relacionada às energias das órbitas.”
Análise crítica do segundo Postulado de Bohr :
O segundo postulado estabelece que o átomo de hidrogênio pode absorver ou emitir
energia somente quando passa de um estado estacionário para outro estado igualmente
estacionário. Neste caso, o elétron orbital absorve ou emite um quantum de radiação, ou
seja, um fóton.
Este postulado está equivocado, pois as emissões de radiações não está relacionada
com elétrons das camadas eletrônicas e sim com o choque dos elétrons acelerados da
corrente elétrica sobre os gases, que se chocam com os posítrons externos do próton,
ocorrendo o processo de aniquilação entre o elétron e posítron desencadeando mais
emissões pela desintegração do nêutron formado, no retorno à condição de próton.
As relações da força de atração magnética, força de resistência da energia escura, e
a força de contenção resultante não se relacionam com níveis de energias intrínsecas dos
elétrons, apenas elétrons mais afastados se equilibram em camadas com uma força de
contenção menor (devido uma menor força de atração, pela distância (raio) e uma menor
força de resistência e interações com os campos elétricos dos elétrons envolvidos.

Críticas à interpretação física da quantização do modelo angular do elétron


orbital no átomo de hidrogênio do Modelo de Bohr pela Teoria de Louis de Broglie:
Quanto à Teoria de Louis de Broglie em relação ao modelo de Bohr que suas
equações levariam a uma interpretação física da quantização do momento angular do
elétron orbital no átomo de hidrogênio, como postulado por Bohr e que uma onda
estacionária ao longo de uma circunferência, o comprimento da circunferência da órbita
corresponderia a um número inteiro de comprimentos de onda, tornando possível a
explicação dos estados discretos de energia postulado por Bohr em termos de ondas
estacionárias, fica sem sentido e sem base teórica tanto para Bohr como para De Broglie.

70
O momento angular orbital do elétron depende de interações do campo magnético
de atração entre o elétron e o posítron a mais do próton, que será em um sentido ou em
outro, mas que a partir da definição do primeiro elétron, os demais ocuparão órbitais
possíveis determinadas por tais forças e assim cada subnível de energia é determinado pelas
forças magnéticas e elétricas envolvidas.

Contrapondo à opinião de Neils Bohr.


Porque o elétron não sai da camada eletrônica e vai de encontro ao próton?:
O posítron a mais do próton cria a necessidade de que um elétron gire em torno
deste núcleo para que o átomo fique magneticamente estabilizado, mas qual seria a causa
deste elétron não ir de encontro a este próton na tentativa de união magnética com este
posítron a mais deste próton?
As camadas eletrônicas são barreiras formadas pela energia escura que compete
com os núcleos e se aglutina mantendo uma força de resistência que mantém equilibrada
em relação a força de atração magnética entre este elétron da eletrosfera e o posítron a mais
do próton. Na camada K, esta barreira é limítrofe em relação à força magnética de atração
entre o primeiro elétron e o posítron a mais do próton e este equilíbrio entre a força de
resistência e a força atrativa provoca no elétron uma força de contenção em seu loco de
maneira que para removê-lo, como no caso do impacto da radiação eletromagnética com
este elétron seja necessária uma radiação com velocidade capaz de produzir este
deslocamento, o que realmente ocorre no caso das radiações com maiores velocidades,
como as radiações ultra violeta, x e gama.
O segundo elétron ocupa a camada K e esta mesma ação da energia escura mantém
também este elétron contido, porém, devido ao campo elétrico formado pelo movimento do
primeiro elétron provoca que o segundo elétron preencha a mesma camada com movimento
de spin contrário ao do primeiro elétron e ainda com o momento angular orbital ortogonal
ao anterior. Por exemplo, o momento angular orbital do primeiro elétron sendo no eixo x, o
momento orbital angular do segundo elétron será no eixo y e se o primeiro elétron no eixo x
possuir spin anti horário o segundo no eixo y apresentará spin horário e vice versa.
No preenchimento da camada L, o primeiro elétron tem a força de atração puxando-
o para o núcleo e como resistência as interações magnéticas e elétricas dos elétrons da
primeira camada somadas à da energia escura, se equilibrando nesta camada com uma força
de contenção menor que os elétrons da camada K. Este processo se repete em todos elétrons
das demais camadas de maneira que a distância de cada elétron com o núcleo seja
determinada pelo equilíbrio entre a força de atração e a força de resistência que é
determinante da manutenção do elétron no seu loco específico. A cada camada mais externa
menor será esta força de contenção e este elétron será mais livre, que no caso, por exemplo,
destes elétrons se movimentarem em corrente elétrica pela aplicação de uma diferença de
potencial.
A energia escura é formada pelas substâncias/energias magnéticas (positiva em
união com a negativa) sem energia cinética, não possuindo massa mas agindo como uma
substância não material e como uma energia não consumível, não absorvível, não
destrutível, que permite ou não a movimentação da matéria dependendo de seu grau de
aglutinação ao redor do núcleo atômico. Sendo que esta energia escura age de maneira
competitiva com as substâncias/energias magnéticas materiais (pela ação do neutrino no
elétron e do antineutrino no posítron).

71
Linhas espectrais – Radiação de Rydberg
Argumentação teórica:
“Quando átomos são aquecidos ou submetidos a uma descarga elétrica, eles
absorvem energia, que em seguida é emitida como radiação. Por exemplo, se o cloreto de
sódio é aquecida na chama de Bunsen, serão produzidos átomos de sódio, que dão origem a
uma coloração amarela característica na chama, produzindo linhas espectrais descontínuas
em aparelhos específicos. Essa luz emitida pelos átomos podem ser estudadas em
espectrômetros, verificando-se que elas são contínuas por linhas com diferentes
comprimentos de onda.
O matemático Rydberg, propôs uma equação empírica relacionada às linhas
espectrais, onde tentava explicar matematicamente esta radiação, mas sua fórmula só era
válida para o Hidrogênio.”

Explicação para este fenômeno, baseado em um modelo nuclear formado por


prótons e nêutrons constituídos por posítrons e elétrons:
A explicação para estas emissões de radiações eletromagnéticas constituídas por
linhas com diferentes comprimento de ondas, é que, no aquecimento, ocorre aumento do
volume das substâncias/energias magnéticas dos elétrons e posítrons e com isto
desequilíbrio entre o volume nuclear e força magnética de união nuclear, possibilitando
que alguns elétrons e posítrons percam a condição de matéria em processos de aniquilação
entre elétrons e posítrons, produzindo radiações eletromagnéticas com impulsão da energia
cinética proveniente da força magnética de atração entre os elétrons acelerados e os
posítrons nucleares. À medida que vão ocorrendo perdas de matéria do núcleo atômico a
força de união nuclear vai aumentando e mais aquecimento irá provocar uma emissão com
maior velocidade de giro (de spin), daí se aumentar a temperatura aumenta a emissão de
radiações com maior velocidade de giro (resultando maiores frequências).
Quanto a afirmação, que esta radiação também ocorre, quando átomos são
submetidos a uma descarga elétrica, que fótons seriam absorvidos quando saltassem para
níveis eletrônicos maiores e que em seguida no retorno à condição original emitiriam fótons
de maneira quantizada, é o mesmo processo de aceleração de elétrons sobre átomos
(núcleos) que se chocam com posítrons dos prótons sendo liberada radiação
eletromagnética (com energia cinética determinada pela força magnética de união nuclear
acrescida da velocidade da aceleração) e a emissão de radiações eletromagnéticas
características, com velocidade característica para cada núcleo atômico (como explicado no
processo de aceleração de elétrons onde esta radiação característica possui energia cinética
total (de giro e linear) determinada pela força magnética de união nuclear somente).

A emissão de luz em materiais excitados em fogos de artifício:


Argumentação teórica:
“Desde muitos séculos se sabe que muitos materiais também podem emitir luz
quando excitados. Isto ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam
para níveis mais altos. Quando os elétrons voltam para os níveis mais baixos, liberam a
diferença de energia. E esta liberação pode ocorrer na forma de emissão de luz.

72
Este fenômeno é usado, por exemplo, na confecção dos fogos de artifício. Quando
os fabricantes desejam produzir fogos de artifício coloridos, misturam à pólvora compostos
de certos elementos químicos apropriados, utilizam sais de diferentes metais na mistura
explosiva (pólvora) para que, quando detonados, produzam cores diferentes. Para se obter a
cor amarela, por exemplo, adicionam sódio (Na), para conseguir o vermelho carmim,
colocam estrôncio (Sr). Quando querem o azul esverdeado, utilizam cobre (Cu). Desejando
o verde, empregam o bário (Ba), se a cor desejada for a violeta, usam o potássio (K) e para
o vermelho podem utilizar o cálcio (Ca). Na hora em que a pólvora explode, a energia
produzida excita os elétrons desses átomos, ou seja, os elétrons "saltam" de níveis de menor
energia (mais próximos do núcleo) para níveis de maior energia (mais distantes). Quando
retornam aos níveis de menor energia, liberam a energia que absorveram, na forma de luz
colorida.
As diferentes cores são observadas quando os elétrons dos íons metálicos retornam
para níveis menores de energia (mais internos), emitindo radiações com a coloração
característica de cada "salto" energético (diferentes comprimentos de onda), como
acontece, quando a água com sal do arroz escorre na panela e atinge a chama azul do fogo.
Aparece uma coloração amarela bem forte. O sal de cozinha é o cloreto de sódio, e a cor
característica do sódio é amarela.”

Explicação para este fenômeno, baseada no novo modelo nuclear:


Quando ocorre a explosão da pólvora o aquecimento da substância faz com que
posítrons e elétrons deixem a condição de matéria (aumento do volume das
substâncias/energia magnéticas constituintes dos elétrons e posítrons). O aumento da
energia térmica de tais substâncias provoca o aumento do volume e ocorre a perda da
condição de matéria de elétrons e posítrons, emitindo radiações eletromagnéticas com
velocidades (freqüências) características de cada núcleo atômico e este processo não tem
relação com a mudança de níveis de energias dos elétrons, pois, os elétrons não têm
capacidade de emissão de radiações eletromagnéticas. Esta é uma característica dos núcleos
atômicos que possuem em suas formações elétrons e posítrons e somente ocorre fora do
núcleo atômico se algum posítron for expelido por este núcleo, que se chocará com algum
elétron, produzindo radiação eletromagnética.
A velocidade de emissão de cada núcleo é característica de cada núcleo e relaciona-
se com a quantidade de massa (volume) nuclear que é inversamente proporcional ás
velocidades de giro (de spin) de emissões de radiações eletromagnéticas. Os fenômenos
ocorrem, mas a explicação que é baseada somente na eletrosfera, elegendo os elétrons
como emissores de energia eletromagnética está incorreta.

73
Análises dos diagramas de Feynman:
Diagramas de Feynman (Baseia os cálculos na teoria de campos):
Argumentação teórica:
“Os Diagramas de Feynman são um método para se fazer cálculos na Teoria
quântica de campos, criados pelo físico norte-americano Richard Feynman. Também são
conhecidos por Diagramas de Stückelberg. As linhas representam partículas interagindo e
termos matemáticos correspondem a cada linha e vértice. A probabilidade de uma
determinada interação ocorrer é calculada desenhando-se os diagramas correspondentes à
interação, e através deles se chega às expressões matemáticas corretas. Os diagramas
fornecem uma interpretação visual do fenômeno.”

Críticas aos diagramas de Feynmam (Teoria de campos da física quântica):


A matemática consegue provar muitas coisas que não são realidade, basta para isto,
serem criadas constantes, ocorrerem deduções, renormalizações, sendo que, não basta ser
real, para que alguma fórmula o torne explicável. É o que acontece com os Diagramas de
Feynman, consegue-se prová-los matematicamente, somente não se consegue provar o que
eles tentam representar.
Não é de se estranhar que houve uma explosão de fórmulas para explicar
formalismos. Os Diagramas de Feynmam, não são representativos da realidade. Analisando
todos os Diagramas de Feynmam, todos mostram-se equivocados. Será demonstrado, os
enganos do diagrama (interações elétron/posítron). Outros diagramas estão sendo
contestados pelas demais explicações, baseadas no novo modelo nuclear.
Diagrama de Feynman para a interação elétron/posítron:

A explicação da teoria quântica de campos:


“Neste diagrama de Feynman, um Elétron e um Posítron anulam-se, produzindo um
foton virtual, que se transforma num par quark-antiquark. Depois, um deles radia um
Gluon. (O tempo decorre da esquerda para a direita.)”

Críticas a este Diagrama de Feynman e à sua explicação:


Como os princípios da Teoria da Eletrodinâmica estão baseadas no modelo atômico
padrão e este modelo não é real, os diagramas correspondentes às interações que elas
representam, para se chegar a expressões matemáticas corretas, só podem chegar, também,
a conclusões equivocadas dessas interações das partículas, pois, é de se observar que a
explicação para o Diagrama de Feynman não condiz com o que ocorre na realidade.

74
Novo entendimento baseado no novo modelo nuclear:
O termo “Aniquilação” não é apropriado para este evento, pois as
substâncias/energias magnéticas elementares, tanto positiva quanto negativa, não se
aniquilam e também não se perdem, apenas perdem a condição de matéria.
Como o elétron e o posítron são “partículas” duais (cada um com 02
substâncias/energias magnéticas), ocorre uma interação em que o elétron perde 01
substância/energia magnética negativa com seu campo de massa (neutrino) e o posítron
perde 01 substância/energia magnética positiva com seu campo de massa
(antineutrino),restando 01 substância/energia magnética negativa do elétron e 01
substância/energia magnética positiva do posítron (sem seus campos de massa), que forma
a radiação eletromagnética (y) .
Quando esta radiação eletromagnética interage com o núcleo, atinge metade do
elétron e metade do posítron que estão na formação dos nêutrons e prótons do núcleo
atômico, ocorrendo o processo de reflexão das radiações eletromagnéticas de altas
velocidades de giro (de spin).
Assim, não ocorre a anulação (“aniquilação”) do elétron e do posítron, não ocorre a
formação de um fóton virtual, não ocorre a sua transformação em um quark e em um anti-
quark, e depois um deles não irradia um Gluon como prediz a explicação do Diagrama de
Feynman.

Teoria da eletrodinâmica quântica – E.Q.


“As forças eletromagnéticas entre dois elétrons surgem pela emissão de um foton
por um dos elétrons e a sua absorção por outro elétron.
Como um elétron emite um foton, isso significa a violação do princípio da
conservação das energias ou da conservação dos momentos; o mesmo vale para a absorção
de um foton. Todavia, pela a mecânica quântica, a conservação de energia não é
necessariamente válida em pequenos intervalos de tempo. O sistema pode "pedir
emprestado" alguma energia para o elétron emitir o foton; a energia é devolvida quando o
outro elétron absorve o foton. Este processo é chamado de troca virtual de um foton entre
elétrons.
Neste processo, chamado de espalhamento de elétrons, ocorre mudanças na
trajetória dos elétrons pela simples "troca de um foton". Esta é uma das idéias básicas da
eletrodinâmica quântica.
Este fenômeno é representado pelo diagrama de Feynman e explicado por
expressões matemáticas corretas, baseadas neste diagrama.”

75
Críticas à teoria da eletrodinâmica quântica (E.Q.):
As radiações eletromagnéticas não surgem por acaso, pois, surgem da união entre
um posítron e um elétron e este processo acontece em quase sua totalidade em núcleos de
átomos, e também, as radiações eletromagnéticas não são absorvidas, pois as
substância/energias magnéticas, negativa unida à positiva, durante os processos de
propagação e de reflexão não se altera, somente altera a sua velocidade de giro que as
substâncias/energia magnéticas do raio apresentam.
O elétron da eletrosfera não emite, por si só, qualquer energia eletromagnética, ele
apenas interage nos processos de propagação destas radiações, então, quando a teoria
eletrodinâmica diz que, na física quântica o princípio da conservação da energia ou da
conservação dos momentos, não é necessariamente válida, em pequenos intervalos de
tempo, e que o sistema pode pedir emprestado alguma energia para o elétron emitir o foton
e que a energia é devolvida, quando outro elétron absorve o foton, em um processo de
troca virtual de um foton entre elétrons, fica claro, que esta idéia básica da Física Quântica,
além de não ser a realidade dos fatos, como explanado neste trabalho sobre como acontece
a propagação e a reflexão das radiações eletromagnéticas, ainda, colocou como sua base
científica, uma interpretação equivocada da realidade dos acontecimentos a nível atômico,
elegendo os elétrons como emissores das radiações eletromagnéticas. O diagrama de
Feynmam, não é representativo da realidade desse evento.

Teoria da cronodinâmica quântica (C.D.Q):


“A Teoria da Cronodinâmica Quântica é parecida com a Teoria da Eletrodinâmica
Quântica em alguns aspectos (as interações se dão através da troca virtual de quanta). No
entanto, existe uma diferença fundamental: o foton, mediador da interação eletromagnética,
é eletricamente neutro; já o gluon, mediador da força nuclear forte (força colorida), é
colorido. Por isso, eles interagem entre si, o que dá origem, nas equações da C.D.Q, a
termos que não têm análogos na Eletrodinâmica Quântica. A Cronodinâmica Quântica
comporta-se, então, de forma diferente de qualquer força conhecida.
A Cronodinâmica Quântica solucionou, então, o mistério do caráter da força entre
os quarks, de uma forma que apresenta grande simplicidade, o que é fundamental para o
sucesso de uma teoria.
Durante muito tempo pensou-se que entre as partículas da lista dos férmions
fundamentais estariam o próton e o nêutron. Mas isso se revelou falso: os prótons e os
nêutrons são formados por partículas mais básicas - os quarks.
Os prótons são formados por dois quarks up e um quark down, enquanto os nêutrons
são formados por um quark up e dois quarks down. Os quarks up têm carga elétrica +2/3
enquanto os down têm carga -1/3.
Assim como a força entre os elétrons se dá através da troca virtual de fótons, os
quarks estão ligados por uma força que surge da troca de gluons. Os gluons são indiferentes
ao sabor, mais muito sensíveis à cor. Os gluons interagem com a cor assim como os fotons
interagem com o sabor. Note que existem vários tipos de gluons, um para cada situação de
cor.”

76
1 - Explicação original para este diagrama de Feynman:
Neste Diagrama, um quark vermelho se torna azul com a emissão virtual de um
gluon vermelho-azul, que é absorvido por um quark azul que se torna vermelho!!!.

2 – Explicação original para es diagrama de Feynman:


Neste Diagrama, um quark azul se torna verde com a emissão virtual de um gluon

azul-verde. Este gluon é absorvido por um quark verde, que se torna azul!!!.

Críticas à teoria da cronodinâmica quântica (C.D.Q):


Como na explanação anterior, esta troca virtual de fótons, não acontece na
realidade.
Quanto ao gluon, não existe emissão virtual de gluon, pois, a força magnética de
união (distribuição das forças de atração entre os elétrons e posítrons constituintes dos
nêutrons e prótons não dependem de mediador, já que é uma força de natureza magnética
elementar, entre as “partículas duais” magnéticas negativas e as “partículas duais”
magnéticas positivas.
Na realidade não existem quarks. Existem elétrons e posítrons em união na
formação dos prótons e nêutrons. Esta união não ocorreu sem que houvesse muita força,
para que não ocorresse o processo de “aniquilação” entre a matéria e antimatéria, e esta
força foi a força gravitacional, produzida pela compressão da energia escura, no interior de
estrelas, onde os elétrons e posítrons foram forçados a ficarem unidos e estruturalmente
estabilizados pela força magnética de união, formando prótons e a partir destes prótons, por
processos de fusão nuclear todos elementos químicos.
Como não há realidade na emissão virtual de gluons, também os quarks foram uma
criação, para explicar o que, ainda, não se tinha uma explicação, para validar o modelo
atômico padrão. A teoria da cronodinâmica é uma teoria baseada em idéias que não

77
expressam a realidade, quando busca relação entre +2/3 de carga e –1/3 de carga e em
trocas virtuais de gluons.

O momento angular dos elétrons:

Afirmações da Teoria Quântica atual, sobre momento angular dos elétrons e


análises baseadas no modelo nuclear proposto, formado por prótons e nêutrons
constituídos por elétrons e posítrons e suas interações magnéticas e elétricas:

1. "Em mecânica quântica, refere-se às possíveis orientações que partículas


subatômicas, como prótons, elétrons, nêutrons, alguns núcleos atômicos, etc.,
têm quando estão em um campo magnético. O Spin não possui uma
interpretação clássica, ou seja, é um fenômeno estritamente quântico.”
Análise crítica:
Isto não é verdade, pois, há uma explicação clássica se entendermos que o núcleo é
formado por nêutrons e prótons, que são aglomerados, formados por elétrons e posítrons e
que o nêutron possui a mesma quantidade de elétrons e posítrons, o que o deixa
magneticamente neutralizado e que, o próton possui 01 posítron a mais que o número de
elétrons, o que o deixa magneticamente positivo, necessitando que na eletrosfera 01 elétron
o neutralize.
Ocorrem interações magnéticas entre o elétron da eletrosfera e o posítron a mais no
próton, que está contido pela força magnética nuclear (força de contato entre os elétrons e
os posítrons), produzindo o movimento de rotação ao redor do núcleo e o movimento de
spin deste elétron, já que este elétron possui uma estrutura dual (não sendo circular) e o
magnetismo provoca o giro no seu próprio eixo.

2. “Embora o termo tenha surgido considerando que os elétrons "giravam" em


torno de si mesmos, produzindo um campo magnético, da mesma forma que
uma volta de fio percorrido por uma corrente também produz um campo
magnético, esta descrição não é adequada para os nêutrons, que não possuem
carga elétrica.. Assim, o termo spin é encarado como quarto número quântico,
necessário para definir uma partícula num sistema, como os níveis de energia no
átomo.”
Análise crítica:
Esta afirmação em relação à produção de campo magnético pelo giro dos elétrons
está equivocada, pois, não é o giro do elétron que produz um campo magnético e sim a
atração magnética entre o posítron a mais do próton com o elétron que produz o seu
movimento de spin, não sendo uma característica intrínseca do elétron este movimento de
spin e sim uma interação magnética que, por vezes, faz com que o elétron, quando o
primeiro da camada K, assuma o spin – 1/2 ou +1/2. O que o movimento tanto de rotação
quanto de spin produz é o campo elétrico. (a mesma explicação para uma volta de fio
percorrida por uma corrente elétrica que produz campo magnético, e sim que, no
movimento de elétrons das últimas camadas do elemento químico do fio condutor, ocorre
um desequilíbrio entre esses elétrons e o número de posítrons a mais nos prótons e também
os elétrons periféricos do metal envolvido pelo fio são direcionados para a corrente elétrica,

78
tornando este metal também um poderoso imã (magnetismo dos posítrons sem
neutralizaçao dos elétrons).
Os elétrons em corrente elétrica não possuem seu magnetismo neutralizado e aí
surge o campo magnético, devido a característica estrutural magnética dos posítrons e
elétrons.
A citação, que a descrição não é adequada para nêutrons, que não possuem carga
elétrica, mostra, também, que os elétrons e os posítrons possuem atração magnética e que
tanto elétron quanto posítron em movimento de rotação ou de spin produzem tanto
eletricidade quanto campo elétrico. Fato interessante, pois, como a antimatéria do elétron (o
posítron) é positiva (eletricamente), segundo a teoria atual, como é que em movimento ela
produziria corrente elétrica e campo elétrico?

3. “O termo spin em mecânica quântica liga-se ao vetor momento angular


intrínseco de uma partícula e às diferentes orientações (quânticas) deste no
espaço, embora o termo seja muitas vezes incorretamente atrelado ao momento
magnético intrínseco das partículas, por razões experimentais.”
Análise crítica:
Como comentado na explicação anterior o vetor momento angular não é intrínseco
de uma partícula e sim resultante de interações magnéticas entre posítrons a mais nos
prótons com os elétrons da eletrosfera e a partir do segundo elétron da eletrosfera além da
interação magnética também há interação dos campos elétricos destes elétrons com os
demais que preenchem os subníveis de energia, obedecendo o princípio de exclusão de
Pauli, que é a explicação teórica para estes eventos.
Além destas interações magnéticas e elétricas na determinação do spin dos elétrons,
são determinantes também para a orientação espacial destes elétrons, pois, quando o
primeiro elétron tem movimento no eixo x, o outro além de ter spin contrário ao primeiro,
ainda terá um momento angular no eixo y (perpendicular ao primeiro).

4. “Spin de partículas elementares: Partículas elementares, tais como os fótons,


elétrons e os quarks, são partículas que não podem ser divididas em partes
menores. Teorias e estudos experimentais tem mostrado que o spin, presente
nessas partículas, não pode ser explicado por postulações clássicas, onde
partículas menores tendem a orbitar em volta de um centro de massa."

Análise crítica:
Pelo modelo nuclear formado por elétrons e posítrons , tanto os posítrons como os
elétrons possuem estrutura dual e se dividem(o elétron é formado por 02
substâncias/energias magnéticas negativas e o posítron é formado por 02
substâncias/energias magnéticas positivas), como é percebido no processo de "aniquilação"
em que 01 posítron interage com 01 elétron, produzindo uma radiação eletromagnética
(radiação gama – que é união de metade do elétron mais a metade do posítron sem os seus
campos de massa – neutrino e antineutrino – os quais também são produtos desse processo
de "aniquilação’, que saem dessa interação como neutrino do muon (neutrino com metade
do elétron- 01 substância/energia magnética negativa) e como antineutrino do muon
(antineutrino com metade do posítron – 01 substância/energia magnética positiva), mas
como estão com os campos de massa, parecem ser neutrinos e antineutrinos mais
massivos).

79
Quanto os Spins não poderem ser explicados por postulações clássicas é
conseqüência da falta de entendimento da real formação nuclear, onde a matéria é formada
pela matéria (elétrons)e antimatéria (posítrons) e que suas interações são eletromagnéticas e
os resultados destas interações magnéticas ocorrem interações elétricas.

Spins dos elétrons determinados pela força magnética de atração, o campo


elétrico, a relação da mecânica quântica com a teoria das variáveis ocultas (paradoxo
EPR) e o entrelaçamento quântico:
Temos que considerar que a ação entre elétrons com posítrons, ou de elétrons com
elétrons à distância, não se trata de uma interação somente elétrica, mas primeiramente
magnética, Assim, o modelo atômico apresentado e pelas características das forças que
atuam neste átomo, por exemplo, um átomo de hélio-4, onde possui um núcleo com 02
prótons, dois nêutrons e dois elétrons na camada K. Considerando que estes dois elétrons,
pelo princípio da exclusão de Paul, quando um estiver com o spin no eixo x, com spin (x+),
o outro estará no eixo y, com spin (y-) ou vice versa (a partir do segundo elétron já ocorre
interação magnética e elétrica)
Compreendendo a situação acima descrita, pelo modelo nuclear apresentado, em
que um próton é um aglomerado de elétrons e posítrons, que possui na sua formação, um
posítron a mais que o número de elétrons, o que determina que este posítron a mais, exerça
uma atração magnética positiva, bastante forte, em busca de se neutralizar magneticamente,
pelo elétron, que possui uma atração magnética negativa, também bastante forte e que
como o posítron no núcleo está contido no núcleo, fazendo com que o elétron
correspondente gire no eixo x, no sentido x+ ou x-, sendo que o primeiro elétron assuma
qualquer um dos spins ( x+ ou x-) e isto determina que, o segundo só pode preencher a
mesma camada com o spin possível pela ocorrência do spin do primeiro elétron (pela
interação elétrica) e ainda com orientação espacial em um eixo perpendicular ao primeiro.
Por exemplo, se o primeiro elétron assumir no eixo x, o spin (x+), isto determina que o
outro elétron só poderá assumir no eixo y, desta camada eletrônica, o spin (y-) e vice versa.
Esta determinação de momento angular (spin) e de momento angular orbital é imediata,
pela força magnética do posítron em relação ao elétron com interação elétrica com os
demais elétrons.
Por esta interpretação, não é que, ao ser determinado o spin do primeiro elétron, esta
informação viaje a velocidade acima da velocidade da luz de uma maneira não local,
influenciando o outro elétron, mas sim uma interpretação diferente devido à mudança de
entendimento da formação do núcleo atômico, e as reais interações das forças nucleares,
tanto magnéticas quanto elétricas. Esta interpretação modifica o que pensamos sobre o
entrelaçamento de duas partículas (emaranhamento), deixando claro que a Teoria das
Variáveis Ocultas (Paradoxo EPR – Proposto por Einstein, Podolsky e Rosen em 1915) está
correta, em relação à natureza estatística da Mecânica Quântica ser conseqüência de uma
descrição incompleta da realidade e com interpretações equivocadas.

A formação de átomos e moléculas de positrônio:


“Uma equipe de físicos, da Universidade da Califórnia, em Riverside, pode ter
criado em laboratório o átomo de positrônio. Eles coletaram e comprimiram posítrons em

80
uma armadilha magnética e então dispararam pulsos super intensos de posítrons em um
filme fino de sílica "nanoporosa", um material perfurado, cheio de poros microscópicos. Os
posítrons que atingiam o filme liberavam elétrons e podiam ligar-se a eles formando
átomos de positrônio. Esses átomos vivem por um breve instante, uma minúscula nuvem de
gás aprisionada dentro dos poros do material, até que os elétrons e posítrons
inevitavelmente aniquilem um ao outro em uma explosão de raios gama. Mills e seus
colegas detectaram esses raios gama para medir a taxa de aniquilação, ou "decaimento", e
explorar a física por trás.
Depois de observar o gás de positrônio de baixa densidade, a equipe usou pulsos
comprimidos para produzir o gás de alta densidade, cujos átomos são mais propensos a
colidir uns com os outros. Eles calcularam que mais colisões deveriam levar a uma taxa de
decaimento maior. Isso porque os átomos de positrônio são criados tanto em um estado de
"spin 0", que decai rapidamente, quanto no estado de "spin 1" que dura mais (centenas de
nano segundos), dependendo em parte do alinhamento inicial dos spins do elétron e do
posítron. As colisões entre átomos de spin 1 podem transformá-los no estado de decaimento
mais rápido."

Críticas à formação de átomos e moléculas de positrônio, baseada no novo


modelo nuclear:
Quando alguma força de contenção, que consiga, que o elétron e o posítron não se
aniquilem imediatamente, não que dizer que se criou em laboratório um átomo ou uma
molécula de positrônio, composta pelo elétron e pelo posítron, pois, estas duas partículas
duais, possuem atração magnética, que pode se tornar força de união magnética (quando
alguma força de contenção seja maior que a força de aniquilação - energia cinética de
impulsão, que é uma impressionante característica da interação do elétron com o posítron),
sendo que neste caso da "formação do átomo de positrônio", esta força foi uma armadilha
magnética.
Forças magnéticas podem ser usadas para que o elétron e posítron permaneçam
unidos pela força de atração de um pelo outro em um certo grau de estabilização e quanto
maior for esta força maior será o tempo de permanência sem ocorrer o processo de
aniquilação.
Este processo de estabilização ocorre, por exemplo, em estrelas recentes onde os
elétrons e posítrons após formados (Os elétrons são formados por 02 substâncias/energias
magnéticas negativas com campo de massa produzido pelo neutrino e o posítron por 02
substâncias/energias magnéticas positivas, com campo de massa produzido pelo
antineutrino) são mantidos em contato com a impossibilidade de produzir a emissão de
radiações e seus produtos, pelo processo de aniquilação. Somente que nos interiores dessas
estrelas, esses elétrons e posítrons não se aniquilam, pela ação da elevada forças de
compressão das força de gravidade, produzida pelas energia escura aglutinada que envolve
essas estrelas, que comprime toda esta poeira estelar, fazendo com que centenas de elétrons
e centenas de posítrons fiquem unidos sem se aniquilarem.
Esta elevada força de gravidade cria condições, para que a força magnética de
atração aja como força magnética de união, estabilizando a estrutura de elétrons e posítrons,
com divisões da força de atração em vetores de união, de maneira que este conglomerado,
que se forma, mantenha esta estabilidade, inclusive fora do ambiente de compressão da
gravidade que possibilitou esta formação.

81
Este é o processo de formação do próton (hidrogênio) - com estabilidade pela força
magnética de união, possibilitada pela força de gravidade (produzida pela energia escura
aglutinada) que comprime estas partículas duais impedindo a ocorrência do processo de
aniquilação.
Esta força magnética de união (força de atração distribuída vetorialmente, entre
aproximadamente 918 posítrons a 917 elétrons) mantém essas 1835 partículas duais unidas
e que em processos de fusão desses prótons, formam elementos químicos com mais massa
nuclear e para essas formações surge a necessidade da formação do nêutron, para ocorrer
elementos químicos que possuam mais de um próton, para impedir a repulsão magnética
destes prótons magneticamente positivos (devido possuírem 01 posítron a mais que o
número de elétrons, deixando o conglomerado de elétrons e posítrons - próton,
magneticamente positivo). Sendo que esse nêutron, difere do próton, pois o próton possui
01 posítron a mais que o número de elétrons e o nêutron possui o mesmo número de
elétrons e posítrons, aproximadamente 918 elétrons unidos a 918 posítrons, pela força
magnética de união (distribuição vetorial das forças de atração), mantendo essas 1836
partículas duais estruturalmente unidas, sendo magneticamente neutro.
As forças desta interação de contato não é elétrica e sim magnética.
O campo elétrico se forma quando o elétron movimenta-se ao redor do núcleo (em
movimento ondulatório provocado pelo movimento de spin).
Assim, não ocorreu a produção de um átomo e nem ocorrerá a produção de uma
molécula. Ocorreu uma união, contida pela armadilha magnética.
Se entendermos as reais interações dos elétrons com posítrons, com certeza
chegaremos a decifrar vários enigmas, que hoje, por não se ter uma explicação clássica,
baseada no modelo atômico padrão, são explicados como: "acontecimentos quânticos".

As características das substâncias magnéticas constituintes dos posítrons,


elétrons e radiações eletromagnéticas e o paradoxo da dualidade:
Entendimento de qual dualidade:
Nas radiações não ocorre dualidade onda/partícula e sim dualidade
energia/substância.
Os elétrons e posítrons são partículas duais com movimento ondulatório.
As radiações são substâncias/energias, negativa unida à positiva, com movimento
ondulatório.
O movimento ondulatório é resultante da dualidade estrutural das radiações
eletromagnéticas, dos elétrons e dos posítrons.

Dualidade substância/energia (partícula/energia)


O elétron é de estrutura dual, formado por 02 substâncias/energias magnéticas
negativas e o posítron apresenta a mesma dualidade, sendo formado por 02
substâncias/energias magnéticas positivas e estas substâncias magnéticas somente se
transformam em matéria, como a conhecemos, com a interação do neutrino nas 02
substâncias/energias negativas do elétron e com a interação do antineutrino nas 02
substâncias/energias positivas do posítron, mas, a Teoria atual considera matéria um átomo
com um núcleo formado por prótons e nêutrons, que são formados por quarks,
determinando que ocorreu a sucumbência da antimatéria em razão da supremacia da

82
matéria em relação a essa antimatéria , não considerando que, o que chamamos de matéria,
é na realidade, constituída de 50% de matéria e 50% de antimatéria, já que os prótons e
nêutrons são aglomerados de posítrons e elétrons.
Paul Adrien Maurice Dirac, já havia observado uma espécie de nuvem ao redor do
elétron e confirmou-se ser um neutrino, vibrando junto a este elétron.
Também, é necessário entendermos que a radiação eletromagnética é formada por
01 substância/energia magnética positiva (metade de um posítron) mais 01
substância/energia magnética negativa (metade do elétron), sendo também uma estrutura
dual, tal qual o elétron e o posítron, diferindo apenas por ser a união positivo-negativo e
não possuírem nem o neutrino e nem o antineutrino produzindo campos de massa a esta
radiação eletromagnética. Analisando as afirmações anteriores, que o neutrino age, através
de vibrações, produzindo um campo de massa a estas substâncias/energias magnéticas
negativas e que o antineutrino, também produz massa ao posítron, de maneira igual , quais
seriam as características desta substâncias/energias magnéticas negativas e positivas?
Não podemos classificar estas substâncias/energias magnéticas, tanto positiva
quanto negativa, como energia, pois apesar de todas as interações elas não são consumidas,
não são absorvidas e não são destruídas. Elas estão presentes nos elétrons , nos posítrons
(na matéria –antimatéria), na radiação eletromagnética (união metade elétron com a metade
do posítrons, sem o campo de massa), no neutrino do muon (metade de um elétron com o
campo de massa produzido pelo neutrino), no antineutrino do muón (metade do posítron
com o campo de massa produzido pelo antineutrino)e estão na constituição da energia
escura (própria radiação eletromagnética sem energia cinética), na matéria escura
(neutrinos do muon sem energia cinética).
Não podemos classificá-las como matéria, pois só passam a ser matéria, quando da
ação do neutrino no elétron ou do antineutrino no posítron, ou também campo de massa
produzido pelo neutrino em 01 energia magnética negativa e de 01 antineutrino em 01
substância magnética positiva , se transformando em 01 neutrino do muón e 01 antineutrino
do muón ou quando o neutrino do muón sem energia cinética se transforma em matéria
escura (metade do elétron com o neutrino produzindo massa).
A radiação eletromagnética (metade do elétron unido à metade do posítron, sem os
produtores do campo de massa), não deixa de ser uma espécie de energia indestrutível, não
absorvível e também não deixa de ser uma espécie de partícula que consegue chocar-se
com um elétron, por exemplo, e transferir energia cinética a este elétron, parecendo ser uma
espécie de partícula sem massa.
Também percebemos que, quando a radiação eletromagnética perde sua energia
cinética (se transformando em energia escura), esta energia exerce compressão na matéria
(núcleos atômicos), produzindo uma força competitiva contra estes núcleos, de tal forma,
que quanto mais massivo este núcleo, maior será esta compressão, parecendo que esta
energia escura quer preencher o espaço da matéria sobre pressão e produzindo com isto a
força de gravidade, não se tratando, portanto de uma substância/energia que possua uma
força antigravitacional, mas justamente o contrário, sendo a energia ou a substância (ou as
duas) que produza além da expansão espacial a própria força de gravidade.
Qual seria a resposta para este paradoxo: é energia ou é uma espécie de matéria
(partícula)?
A resposta é impressionantemente dupla, pois é uma e é outra e esta dualidade não
pode ser dissociada uma da outra, temos sim que encontrar esta dualidade e percebermos
que, hoje mesmo já temos experimentos provando esta dualidade real destas substâncias

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elementares, formadoras da matéria, antimatéria, radiações eletromagnéticas, neutrinos do
muon, antineutrinos do muon, energia escura (substância/energia escura) e matéria escura.
Como a dualidade substância/energia é real e a onda é o movimento desta
substância/energia, não ocorre o colapso da onda predito atualmente, inclusive com
fórmulas matemáticas para confirmá-lo, bem como, o princípio da complementariedade não
é uma interpretação correta do que realmente acontece, pois, tanto o colapso como a
complementariedade estão baseados em um modelo nuclear estruturalmente incorreto, o
que levou a interpretações equivocadas das interações magnéticas e elétricas.
Também é impressionante, a questão dos neutrinos e antineutrinos, serem os
minúsculos criadores da matéria, da antimatéria e da matéria escura.

Princípio da complementariedade:
Pelo princípio da Complementariedade da Escola de Copenhague, existe
ambigüidade e natureza dual da matéria e da energia.
A dualidade da matéria e das radiações eletromagnéticas é real. Agora acreditar que
no experimento da fenda , que esse comportamento é alterado pelo observador é fazer uma
leitura equivocada da realidade dos fatos, pois, não está sendo considerada a existência da
substância/energia em movimento ondulatório, tais quais as dos elétrons, dos posítrons, e
das radiações eletromagnéticas.
A verdade da física quântica, que o observador altera o evento, não pode ser
considerada sem o conhecimento da realidade estrutural destas partículas duais (elétron e
posítron) e destas substâncias/energias magnéticas positiva unida à negativa sem campos de
massa (radiação eletromagnética, também de estrutura dual).
Essa dualidade não é uma questão de probabilidades e sim uma questão de
explicação real de um acontecimento físico com explicações clássicas.

Experimento da fenda dupla e a propagação do elétron:


Quando o experimento foi observado, não foi levado em consideração o espaço ser
formado pela energia escura e o elétron possuir uma estrutura dual (02 substâncias
magnéticas negativas), assim, quando se movimenta, o faz em movimento elíptico
ondulatório, horário ou anti- horário, sendo que este movimento, ocorre em lacunas pré
estabelecidas dentro da energia escura, assim quando as 02 fendas estavam abertas ocorria a
propagação dos elétrons nas duas fendas, produzindo a propagação de ondas e
interferências de uma propagação com a outra, conforme explanado, com superposição das
marcas no anteparo, e quando uma era fechada, somente ocorria propagação na fenda
aberta marcando o anteparo somente no lado aberto, sem interferência das ondas, mas isto
não significa que o elétron deixou de movimentar-se ondulatoriamente, o experimento é
que não foi suficientemente eficaz para captar este movimento.
A interpretação probabilística e do papel do observador na Física Quântica que
descrevemos aqui é conhecida como interpretação de Copenhague, e seu principal
formulador e defensor foi o físico dinamarquês Niels Bohr. Essa é a interpretação aceita
pela grande maioria dos físicos hoje em dia. Mas sempre houve físicos que discordaram
dessa interpretação, entre eles Albert Einstein. Segundo este, “a crença em um mundo
exterior independente do observador é a base de toda a ciência natural”.

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O experimento para a Luz, que é o mesmo observado para o elétron, onde, pela falta
de uma explicação pela física clássica, foi interpretado como um evento em que o
observador altera o resultado e basilar para o princípio da complementariedade, se
entendermos a dualidade real da radiação eletromagnética (é formada por 01
substância/energia magnética positiva unida a 01 substância/energia magnética negativa,
sem massa), entenderemos que o evento passa a ter uma explicação clássica e que ocorre a
dualidade estrutural e a dualidade substância/energia e que não ocorre a dualidade
onda/partícula e não ocorre colapso da onda como prediz a teoria atual.
A dualidade substância/energia é uma característica física das radiações
eletromagnéticas, A dualidade onda/partícula dependente do observador é um equívoco
provocado por um experimento que não conseguiu reproduzir a realidade dos
acontecimentos, pois o elétron e o posítron são partículas duais, que se movimentam
ondulatoriamente e a radiação eletromagnética é a união de substâncias/energias
magnéticas, positiva com a negativa, estruturalmente dual, que se movimenta
ondulatoriamente.
As substâncias/energias magnéticas permanecem intactas, não sendo absorvidas ou
consumidas, destruídas, nem mesmo nas explosões de super novas ou em super estrelas.
A energia escura possui um estado físico interessante, pois competem com a
matéria, quanto maior o núcleo atômico, maior será o grau de aglutinação destas
substâncias magnéticas

Experimento de Young para as radiações eletromagnéticas


Neste experimento, em que, parece que a radiação eletromagnética, às vezes se
comporta como onda e às vezes como partícula, suscitando uma Teoria de Onda e uma
Teoria de Partícula, que dependeria do observador, deve ser melhor acompanhado e o
observador deve encontrar como resultado tanto uma onda como uma espécie de
substância/energia, pois, esta é uma característica intrínseca das radiações, a dualidade
estrutural que provoca um movimento em onda e a dualidade de sua constituição, sendo
uma espécie de substância/energia.

Princípio da incerteza de Heisenberg:


“0 Principio da Incerteza é uma conseqüência inelutável da Mecânica Quântica.
Pode, contudo, ser compreendido em termos de certas experiências imaginárias, estudadas
em grande detalhe por Heisenberg e, posteriormente, por Bohr. Examinemos, de maneira
muito simplificada, um desses experimentos. A visualização de um elétron se dá quando
um foton emitido por este elétron é detectado (digamos, pela retina do observador). Lance-
se, por exemplo, um feixe de fotons de comprimento de onda L em direção à região onde se
encontra o elétron. O foton que com ele colidir será refletido (absorvido e reemitido) e sua
detecção nos informará sobre a posição do elétron. Naturalmente, um foton de
comprimento de onda L não pode determinar a posição do elétron com precisão maior do
que L. Seria de se pensar, portanto, que a utilização de um foton de comprimento de onda
menor fornecesse informações mais completas. Sabe-se, porém, que a quantidade de
movimento de um foton é inversamente proporcional ao seu comprimento de onda. Logo,
ao usarmos fotons de menor comprimento de onda para aprimorarmos a medida da posição
do elétron, estaremos automaticamente usando fotons de maior quantidade de movimento

85
que, ao serem refletido pelo elétron, transferirão a ele uma quantidade de movimento tanto
maior quanto menor for o comprimento de onda. Assim, ao aprimorarmos a determinação
da posição do elétron, estaremos alterando o valor de sua quantidade de movimento por um
valor que é tanto maior quanto mais precisa for a determinação da posição. Uma análise
mais detalhada mostra que o valor desta transferência de momento é incontrolável. Ora, a
trajetória de uma partícula é determinada pelo conhecimento, em um dado instante, da
posição e da velocidade da partícula. A impossibilidade desse duplo conhecimento acarreta
automaticamente a impossibilidade de determinação da trajetória. Não há trajetórias na
mecânica Quântica!
Nessa análise da observação de um elétron, o foton representa a ação do observador
sobre o objeto observado. O fato de o elétron ser visto implica a necessidade de que um
foton seja emitido por ele, com as conseqüências descritas. O princípio da incerteza é,
assim, uma manifestação da impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema
observado. É impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o
observador do "resto da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é
comparável aos próprios fenômenos que estão sendo observados. É notável que essa
"intromissão" do observador em toda descrição da Natureza seja, não o resultado de uma
convicção filosófica, mas uma conseqüência imprevista de uma teoria formulada para o
estudo quantitativo de fenômenos em escala atômica. É isso que dá a essa impossibilidade
de isolamento da Natureza em relação ao observador uma força que os muitos argumentos
apresentados durante a disputa milenar entre as concepções materialista e idealista do
Universo jamais puderam acumular.
Heisenberg descobriu esse fato, ao tentar lidar com as desafiadoras teorias da luz.
Segundo a teoria quântica de Niels Bohr, que Heisenberg preferia, a luz é emitida
descontinuamente pelos átomos, em "pacotes", quando os elétrons dão "o salto quântico".
De acordo com outros, como Erwin Schrödinger, a teoria quântica falha porque não
consegue explicar os casos nos quais a luz se comporta como uma onda.
O próprio Heisenberg ficou insatisfeito com a teoria de Bohr, já que ela se baseava
em uma idéia do átomo que nunca poderia ser provada. Mas ele achava que a idéia rival de
Schrödinger estava mais errada, e para provar isso, pôs-se a examinar mais detalhadamente
o que realmente podemos afirmar com segurança sobre os elétrons. No decorrer do
processo, investigou as medições comuns -- posição, velocidade, quantidade de movimento,
energia e tempo -- que os físicos usavam ao propor suas teorias. Por volta de 1927, ele
havia chegado a uma conclusão surpreendente: que tanto a teoria quântica como sua rival, a
teoria ondulatória, da forma como na época eram formuladas, estavam carregadas de
insuperáveis incertezas.
Heisenberg começou a pensar insistentemente sobre o próprio processo da
observação científica, que pode geralmente ser seguro quando se observa o comportamento
de objetos banais, mas fica sujeito a grandes dificuldades quando se trata de partículas
subatômicas. Seu ponto principal era esse: você não pode observar a posição de um elétron
exceto fazendo alguma coisa rebater nele - luz, por exemplo. Em outras palavras, você tem
que introduzir uma forma de radiação, a qual tem sua própria energia, e essa energia vai
perturbar o caminho do elétron em maior ou menor grau.
De fato, quanto mais precisamente você desejar localizar o elétron, mais terá que
perturbar sua velocidade (e, portanto, sua quantidade de movimento), porque você tem que
adicionar mais energia. Por outro lado, se você quer medir a quantidade de movimento do
elétron (expressa através de sua velocidade), você tem que minimizar a interferência da

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radiação. Mas fazendo isso, você torna impossível localizar precisamente a posição do
elétron.
Resumindo, radiação de alta energia dará a você dados mais precisos sobre a
posição do elétron em um dado momento, enquanto que distrai a evidência de sua
velocidade inicial. Radiação de baixa energia dará a você dados mais precisos sobre a
rapidez com que ele se move em um dado tempo, enquanto que encobre os dados sobre sua
localização. E o que é ainda mais estranho, o próprio ato de observar a posição de um
elétron vai fazer com que ele "se comporte" mais como uma partícula, enquanto que o ato
de medir sua energia fará com que ele "se comporte" mais como uma onda.
O que o princípio da incerteza diz essencialmente é que não existe meio de medir
com precisão as propriedades mais elementares do comportamento subatômico. Ou melhor,
quanto mais precisamente você mede uma propriedade, digamos, o movimento de um
elétron, menos precisamente você pode conhecer outra, nesse caso, sua posição. Mais
certeza de uma, mais incerteza de outra.
Heisenberg veio então com uma pequena e interessante fórmula para expressar esses
fatos frustrantes, dizendo basicamente que, se você multiplicar a incerteza da posição pela
incerteza da quantidade de movimento, o produto não poderá ser menor que um certo
número positivo chamado de "constante de Planck". Isto é, a incerteza nunca pode ser
reduzida a zero, e quanto melhor você medir uma quantidade mais incerta será a outra.
Não é que o nosso conhecimento sobre as partículas atômicas seja incerto porque
nossas técnicas de medição ainda não são suficientemente boas. O ponto é que técnica
alguma jamais poderá superar a incerteza fundamental do comportamento de grandezas
quânticas. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos de velocidade
precisa, mas isso nunca poderemos saber. É igualmente provável que não o façam e,
portanto, afirmações sobre ambos os efeitos são inúteis e sem sentido.
Em termos práticos, o que o princípio da incerteza sugere é que você não pode tratar
partículas quânticas como se fossem iguais aos objetos de nossa vida diária -- objetos que
podemos apontar e dizer: "Este objeto está aqui, agora, e é para lá que ele está indo". Os
aspectos essenciais de uma partícula (posição, velocidade, quantidade de movimento,
energia) nunca podem ser imediatamente observados com precisão o próprio ato da
observação, inevitável e irremediavelmente, distorce pelo menos uma dessas características.
Na melhor das hipóteses, podemos fazer medições e predições prováveis ou estatísticas.”

Críticas ao “princípio da incerteza” de Heinsenberg:


A Interpretação de transmissão das radiações eletromagnéticas estava sendo
compreendida por quantização de energia, e como, apresentado neste trabalho, não ocorre a
quantização de energia, descrita por Max Planck, que mesmo explicando o resultado, das
radiações do aquecimento do corpo negro, interpretou erroneamente os acontecimentos,
colocando os elétrons como emissores de radiações eletromagnéticas, e que, a transferência
de fotons entre elétrons, como explicado por Albert Einstein, também não ocorre como
explanado.
Os elétrons, não são emissores de radiações eletromagnéticas, somente participam,
conforme explanado, neste estudo, na propagação das radiações eletromagnéticas, que são
produtos das interações entre elétrons e posítrons, em sua maioria proveniente dos núcleos
atômicos.

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O “princípio” descrito por Heinsenberg, necessita de uma interpretação diferente, já
que a quantização de energia de Max Planck e a transferências de fotons de Albert Einstein,
não são premissas condizentes com a realidade dos acontecimentos.
A afirmação que, em uma análise mais detalhada, o valor da transferência de
momento é incontrolável é incoerente com os fatos reais, pois, sabendo-se da velocidade de
giro do raio que atinge o elétron, podemos prever o deslocamento deste elétron ou não,
dependendo da velocidade de impacto desta radiação e mais, pode-se prever a direção deste
elétron e a quantidade de energia cinética que este elétron recebeu, ou para deslocar de seu
orbital ou apenas para ganhar energia cinética, pois, não se trata de uma quebra de simetria
de momento, já que sabemos de onde sai a energia cinética e para onde ela vai.
Agora, considerar que nossos meios de medição da velocidade e da localização no
orbital ainda são ineficazes, é correto, mas este fato por si só, não é um princípio, e sim
uma conseqüência da falta de meios para esta medição (que será superado com novas
tecnologias).
O “princípio da incerteza”, que é predito como uma manifestação da
impossibilidade de se ignorar a interação observador - sistema observado e que é
impossível, na descrição do mundo atômico, separar completamente o observador do "resto
da Natureza", uma vez que o distúrbio causado pela observação é comparável aos próprios
fenômenos que estão sendo observados. Não é realística, pois os fatos são baseados em
premissas erradas e que estas conseqüências imprevistas, desta teoria formulada para o
estudo quantitativo, de fenômenos em escala atômica, está equivocada em relação à
essência da realidade dos fatos. É isso, que dá essa impressão, de impossibilidade de
isolamento da Natureza, dos fatos em relação ao observador.
O nosso conhecimento sobre as partículas atômicas está incerto porque nossas
técnicas de medição, ainda não são suficientemente boas para superar o “princípio da
incerteza”, já que não é fundamental do comportamento de grandezas subatômicas esta
característica de incerteza. O elétrons podem, de fato, comportar-se como pontos precisos
de velocidade precisa, e por vezes receberem energia cinética das radiações
eletromagnéticas, que por vezes os destacam de seus orbitais (como nas interações de
propagação das Radiações eletromagnéticas de altas velocidades de giro –gama, “X”, ultra
violeta), que por vezes não são destacados dos seus orbitais, não desviando as radiações
eletromagnéticas, permitindo que nas interações com os mesmos, se propaguem em
movimento retilíneo (como na propagação das radiações eletromagnéticas visíveis), ou por
vezes, não são destacados dos seus orbitais, mas desviando as próprias radiações
eletromagnéticas (como no caso das radiações eletromagnéticas abaixo do vermelho, do
espectro eletromagnético). Sendo que em todos estes processo, a energia cinética das
radiações eletromagnéticas (velocidade de giro), é em parte transferida aos elétrons
participantes destas interações.
Como este “princípio da incerteza” pareceu ser real, a física quântica começou a
derivar dele, outros “princípios” que necessitariam que este princípio estivesse correto para
ser base deles próprios, como é o caso do “princípio da complementariedade”, o não
entendimento do movimento ondulatório do elétron, do posítron e das radiações
eletromagnéticas, do entendimento da não dualidade onda/partícula, do entendimento da
dualidade estrutural das radiações eletromagnéticas, dos elétrons e posítrons, e da dualidade
da composição das radiações eletromagnéticas ser uma espécie de substância/energia.

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Assim, fazer medições e predições somente prováveis ou estatísticas, é perder a
oportunidade, de explicar e entender, o que ainda não foi explicado ou entendido dentro de
um Universo real em que vivemos.

Relatividade geral de Albert Einstein:


Einstein e o espaço tempo:
“Para ajudar a entender intuitivamente o conceito de curvatura do espaço tempo por
um objeto massivo é comum usar-se uma analogia com a deformação causada por uma bola
pesada numa membrana elástica.
Quanto maior for a massa do objeto, maior será a curvatura da membrana. Se
colocarmos perto da cova criada um objeto mais leve, como uma bola de ping pong, ela
cairá em direção à bola maior. Se, em vez disso, atirarmos a bola de ping pong a uma
velocidade adequada em direção ao poço, ela ficará a "orbitar" em torno da bola pesada,
desde que o atrito seja pequeno. E isto é, de algum modo, análogo ao que acontece quando
a Lua orbita em torno da Terra, por exemplo.
Na relatividade geral, os fenômenos que na mecânica clássica se considerava serem
o resultado da ação da força da gravidade , são entendidos como representando um
movimento inercial num espaço tempo curvo. A massa da Terra encurva o espaço tempo e
isso faz com que tenhamos tendência para cair em direção ao seu centro.
O ponto essencial é entender que não existe nenhuma força da gravidade atuando à
distância. Na relatividade geral, não existe ação à distância e a gravidade não é uma força
mas sim uma deformação geométrica do espaço encurvado pela presença nele de massa,
energia ou momento. E uma geodesia é o caminho mais curto entre dois pontos, numa
determinada geometria. É a trajetória que segue no espaço tempo um objeto em queda livre,
ou seja, livre da ação de forças externas. Por isso, a trajetória orbital de um planeta em volta
de uma estrela é a projeção num espaço 3D de uma geodésica da geometria 4D do espaço
tempo em torno da estrela.
Se os objetos tendem a cair em direção ao solo é apenas devido à curvatura do
espaço tempo causada pela Terra. Quando um objeto foi lançado no ar, ele sobe e depois
cai. Mas não é porque haja uma força a puxá-lo para baixo. Segundo Einstein, o objeto
segue apenas uma geodésica num espaço tempo curvo. Quando está no ar, não há nenhuma
força a agir sobre ele, exceto a da resistência do ar. Se o vemos a acelerar, é porque, quando
estamos parados em cima do solo, a nossa trajetória não segue uma linha reta (uma
geodésica), porque há uma força que age sobre nós: a força do solo a puxar-nos para cima.
Aquilo a que chamamos força da gravidade resulta apenas do fato de a superfície da Terra
nos impedir de cair em queda livre segundo a linha geodésica que a curvatura do espaço
tempo nos impõe. Aquilo a que chamamos força da gravidade é apenas o resultado de
estarmos submetidos a uma aceleração física contínua causada pela resistência mecânica da
superfície da Terra. A sensação de peso que temos resulta do fato da superfície da Terra nos
empurrar para cima.
Uma pessoa que cai de um telhado de uma casa não sente, durante a queda,
nenhuma força gravitacional. Sente-se sem peso. Se largar um objeto, ele flutuará a seu
lado, exatamente com a mesma aceleração constante (na ausência da resistência do ar).
Mas, como já se explicou, a analogia apresentada dificilmente se pode considerar
uma boa representação do que realmente acontece. O exemplo que apresentamos
anteriormente permite elucidar de um modo mais correto a curvatura do espaço tempo,

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através de efeitos sobre as linhas geodésicas. Em cada ponto do espaço disparamos ou
apenas soltamos uma pequena massa de prova e observamos a sua trajetória. De um ponto
de seu referencial inercial dispare uma massa em cada um dos seus eixos de coordenadas
espaciais e observe: obviamente, se elas continuarem indefinidamente em linha reta, você
estará em um espaço tempo plano (espaço de Minkowski). Caso contrário, as trajetórias
poderão lhe dar informações sobre a curvatura na região. Esta é a melhor maneira pela qual
podemos esperar descrever um objeto que possui 4 dimensões para seres que vivem em
apenas 3 dimensões.
A primeira solução exata para a equação de Einstein foi proposta por Karl
Schwarzschild na chamada Métrica de Schwarzschild, e é a solução para o caso de uma
massa esférica estacionária, isto é, sem rotação da massa. Esta foi também a primeira
solução que descreve um buraco negro.
Segundo Albert Einstein, o princípio da equivalência, é o responsável pela sensação
que temos quando estamos dentro de um elevador que desce em grande velocidade. Todos
sentimos como se estivéssemos sendo puxados para cima, como se fossemos ser tirados do
chão do elevador. Na verdade, se o elevador romper seus cabos e despencar em queda livre
por uma distância suficientemente longa, você irá flutuar dentro dele até se esborrachar no
poço do elevador.”

Consequência da perda de velocidade da radiação eletromagnética:


Origem da energia escura:
A radiação eletromagnética pelo que foi explanado, não perde a suas
substâncias/energias magnéticas, e sim vai perdendo velocidade de giro (energia cinética), à
medida que estas substâncias/energias se propagam. Esta velocidade de giro inicial que é a
velocidade de giro da radiação gama é dada pelas características da substância/energia
magnética negativa e a da substância/energia positiva, que ao se interagirem impulsionam-
se, pela força magnética, à velocidade da luz (velocidade linear) e à velocidade de giro (de
spin), destacando-se do neutrino e do antineutrino, tornando-se uma energia
magneticamente neutra, apresentando campo magnético, pela sua constituição e campo
elétrico pela velocidade cinética em movimento ondulatório elíptico, assim, as radiações
eletromagnéticas como os elétrons e os posítrons apresentam movimento em seu próprio
eixo (spins), por possuírem estrutura dual.
Esta Radiação vai perdendo velocidade de giro (energia cinética), pelas sucessivas
interações com elétrons na propagação, como também no processo de reflexão, quando o
núcleo emite radiação característica até estas substâncias/energias magnéticas (positiva em
união com a negativa) ir transferindo energia cinética aos elétron e aos núcleos atômicos,
passando por todo espectro das radiações eletromagnética.
Quando perde toda a velocidade de giro já a passa a ser a energia escura, mas como
não temos meios de medir pode continuar a perder a velocidade linear também nas
interações. Feitas estas considerações, a energia escura seria as substâncias/energias
magnéticas da radiação sem velocidade de giro e com velocidade linear ou seria estas
substâncias sem velocidade de giro e perdendo velocidade linear continuamente até torna-
se energia escura sem velocidade.
A energia escura preenche todo o universo, inclusive o interior dos átomos (na
eletrosfera, mas não está presente nos núcleos).

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Matéria escura:
Os neutrinos e antineutrinos, partículas elementares participantes de todo este
processo de aparecimento da matéria, que através de suas vibrações produzem o campo de
massa para a substância/energia magnética, fazendo com que o universo seja formado por
matéria (ou seja, matéria e antimatéria).
Como os elétrons existem em quantidades iguais aos posítrons seus campos de
massa, também, existem em quantidades iguais, as quais dotam de massa.
Como há a formação de grande quantidade de energia escura, estes neutrinos, que
estariam associados a estes elétrons e posítrons que se aniquilaram, fiquem livres, sem
energia cinética e como possuem massa, seu conjunto corresponda à matéria escura.
Os antineutrinos do muon, como são formados por 01 substância/energia magnética
positiva se interage com o elétron e tem como resultado, 01 neutrino do muon, um
antineutrino do posítron e uma radiação gama, assim estes neutrinos do muón, mais os
outros que saem no processo de fusão nuclear em estrelas e fissão nuclear em explosões de
estrelas de nêutrons (supernovas), quando perde sua energia cinética se transformem na
matéria escura (não reflete luz, não pulsa, pois é unitária), e estejam neste conceito de
matéria escura os neutrinos dos elétrons, livres e os antineutrinos dos posítrons, livres.

A energia escura produzindo a força de gravidade:


A questão da influência da energia escura, na concepção de ser ela, o produto das
radiações eletromagnéticas, sem velocidade de giro (e provavelmente sem velocidade
linear). entendendo que a gravidade relaciona-se com a quantidade de massa do astro, pois
é diretamente proporcional a esta massa, então temos que buscar explicações neste contexto
de quanto mais matéria mais força de gravidade.
Analisando a energia escura, que é parte do espaço ( espaço = matéria-antimatéria +
energia escura + matéria escura), então, a matéria recebe uma pressão desta energia escura
e quanto mais matéria mais pressão este corpo recebe da energia escura em todos os seus
sentidos, de forma concêntrica de modo que o centro gravitacional é o centro do astro, em
uma competição energia escura – matéria. Assim colocado, a força de gravidade é a força
que esta energia escura exerce sobre os núcleos atômicos deste corpo, já que até na
eletrosfera a energia escura se faz presente.
Primeiro, entendíamos que a força da gravidade era uma força intrínseca da matéria,
depois pela Teoria da Relatividade de Albert Einstein, que a força da gravidade era o
resultado de estarmos submetidos a uma aceleração física contínua causada pela resistência
mecânica da superfície da Terra e que a sensação de peso que temos resulta do fato da
superfície da Terra nos empurrar para cima, considerando a curva do espaço- tempo, não
considerando que não é a matéria que possui a força de gravidade e nem esta ação passiva
do espaço tempo e sim é a pressão da energia escura sobre a matéria (núcleos atômicos) e
esta força faz com que a energia escura ao redor e internamente desse corpo exerça
compressão nestes núcleos atômicos, produzindo uma energia escura circunvizinha
compactada (aglutinada, que comprime o astro concentricamente). Esta compressão
concêntrica é tanto maior quanto maior for a massa do astro (a quantidade de núcleos em
relação à energia escura) e assim tanto maior será esta força gravitacional produzida por
esta energia.
Colocado esta explanação, pode-se concluir que, não é a matéria maior que atrai a
matéria menor ou que seja a deflexão do espaço tempo (curvatura) e sim a pressão da

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energia escura sobre a matéria menor faz com que ela se movimente em direção à matéria
maior. Assim a força gravitacional não precisa de um mediador, pois, ela é reflexo da
compressão da energia escura. Percebe-se que um astro como o sol, que possui um
conjunto de energia escura comprimida concentricamente, também é uma barreira física
para o planeta que gira ao seu redor não ir ao seu encontro, e que este corpo também tem ao
seu redor uma energia escura comprimida concentricamente, de modo o astro gire ao redor
do astro maior, pela resultante desta força da energia escura sem se aproximar do maior e
que cada planeta possua uma relação energia escura circunvizinha que mantenha sua
posição em relação à energia escura aglutinada do sol e que a lua, também possua esta
energia escura aglutinada que a mantém, numa espécie de camada, executando o seu
movimento de órbita.
A força de gravidade produzida pela energia escura causa o nascimento de Estrelas
produzindo em pré estrelas compostas por elétrons e posítrons contidos, a formação dos
prótons (especificamente o hidrogênio, que possui um núcleo atômico com somente um
próton) pela união de elétrons e posítrons sem ocorrer o processo de “aniquilação” e com o
aumento desta força gravitacional, a formação de elementos químicos com mais massa
atômica pelo processo de fusão nuclear, com alguma “aniquilação” de aproximadamente
0,71% dos elétrons e posítrons constituintes dos prótons e nêutrons, com produção de
energia eletromagnética e emissão de neutrinos do muon e antineutrinos do muon (que são
matérias)
Com o passar do tempo o volume do astro irá diminuir, aumentando
progressivamente a massa dos núcleos atômicos do astro, por aumento da massa nuclear no
processo de fusão nuclear, com maior compressão da energia escura comprimida entre estes
núcleos e ao redor do astro produzindo cada vez mais força de gravidade, pois para
elementos químicos mais massivos a gravidade é maior pela maior compressão da energia
escura sobre estes núcleos do astro.
Existe, normalmente a força gravitacional da galáxia, que é resultado da compressão
da energia escura nesta galáxia e existe uma força gravitacional para cada astro, que seria
uma força gravitacional da energia escura que permeia a galáxia e que comprime tais
astros, assim, cada astro dependendo da quantidade de matéria manterá uma gravidade
própria.
As dimensões da estrela depende da quantidade de “poeira estelar” (que são os
elétrons e posítrons) circundada pela energia escura, pois tanto maior a quantidade maior as
dimensões da nova estrela.
Quando a força de gravidade provoca a fusão nuclear para formação de elementos
químicos com massa nuclear alta, que também depende da quantidade de matéria inicial,
pois, os espaços da eletrosfera vão se tornado tão comprimidos que os elétrons desta
eletrosfera são forçados pela gravidade a se juntarem aos prótons atômicos se tornando um
único nêutron com quantidades extraordinariamente altas de posítrons e elétrons na sua
constituição, tornando-se uma de estrela de nêutron (um núcleo sem energia escura ao redor
de cada núcleo e sem eletrosfera).
Sendo esta estrela de nêutron com muita massa, a força gravitacional produzida pela
energia escura será tão grande que provocará uma supernova, que é o esmagamento deste
nêutron, em um processo de fissão nuclear (explosão nuclear), fazendo com que este super
nêutron expluda emitindo além de radiações eletromagnéticas, neutrinos , antineutrinos,
partes deste super nêutrons de diversos tamanhos e com quantidades de elétrons e posítrons
variáveis.

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Essas radiações eletromagnéticas são emitidas com alta velocidade de giro e as
partes do super nêutron também apresentam grandes velocidades, mas quando atingem a
atmosfera terrestre, por não possuírem estabilidade ocorram processos de aniquilações,
desintegrando-se.
Esses raios cósmicos, se apresentam neutros quando o número de posítrons é o
mesmo do número de elétrons, positivos quando o número de posítrons é maior que o
número de elétrons ou negativos quando mais elétrons que posítrons, sendo que a massa
destes pedaços do nêutron pode variar deste muito pequena até a muito grande, pois
depende do número total dos elétrons e posítrons em suas constituições.
Não são todas as estrelas que se transformarão em supernovas, mas somente aqueles
com massa muito elevada, pois os de menor massa se tornaram estrelas de nêutron, com sua
estrutura formada somente por matéria, sem a presença de energia escura entre tais núcleo

Energia escura e a força de gravidade:


Porque a água quando é jogada no vácuo ela não se espalha para todas as direções?
Ao observarmos viagens espaciais, percebemos que mesmo sem gravidade, a água não se
espalha dentro da nave. Ela forma bolhas de água vagando dentro da nave sem a influência
da força de Gravidade.

É a tensão superficial que mantém a água coesa?


Qual a causa da tensão superficial da água?
Temos a tendência em acreditar que a matéria atrai a matéria, segundo o
pensamento de Isaac Newton.
A Teoria de Albert Einstein sobre a gravidade diz que quem aproxima uma matéria
de outra é a sua ação sobre o tempo espaço que se curva e faz com que esta curva provoque
a atração de um corpo mais massivo em outro menos massivo.

Quais forças fariam com que uma bolha constituída de água não espalhe no vácuo?
Não seria a matéria atraindo a matéria e nem a própria gravidade da matéria agindo
no espaço tempo, fazendo com que as matérias ativamente, tanto na teoria de Newton como
na de Einstein, que seriam responsáveis pela união desta bolha.

Existe uma força externa que faz com que a bolha de água não se espalhe no vácuo?
Esta energia que impede o espalhamento da água no vácuo e que cria a tensão
superficial dos líquidos é a energia escura.

A ação da energia escura na água no vácuo:


A radiação eletromagnética vai perdendo velocidade de giro (e provavelmente
linear) até se transformar em energia escura. A energia escura é formada por
substâncias/energias magnéticas formadora parte do espaço (que é formado por matéria,
energia escura e matéria escura). Essa energia magnética não é energia, como hoje
compreendemos, pois não é consumida, e não é absorvida e continua existir, e esta
substância não é matéria, pois não possui massa, mas exerce pressão sobre os átomos de
hidrogênio e do Oxigênio, como se fosse uma substância não material, fazendo-os ligarem-
se produzindo a molécula de água e pressionando as moléculas fazendo com que estas

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moléculas fiquem unidas com uma força de compressão. Esta força mantém a água sem se
espalhar.
O que chamamos de "tensão superficial" não é uma característica da água (ou dos
líquidos) e sim a ação da energia escura circundante ás matérias da água.
Esta compressão da energia escura sobre a matéria, produzindo a força de gravidade
nos leva a concluir que existe uma competição matéria - energia escura e por não ser
substância nem energia e sim substância/energia, esta compressão da energia escura será
proporcional ao volume de matéria, quanto mais volume de matéria, maior a força de
compressão, provavelmente porque esta substância energia nesta competição com a matéria
se aglutine ao redor da matéria e mais compressão resultará.
Tanto a "tensão superficial" quando a "gravidade" são acontecimentos semelhantes,.
A interpretação de que a energia escura possui uma força antigravitacional está incorreta,
pois ela é a causadora da Força de Gravidade.
Por esta perspectiva, os questionamentos sobre causa de não ocorrer o Colapso
Gravitacional do Universo perde o sentido, pois não sendo matéria atraindo matéria e nem
a deflexão do espaço tempo, o colapso também deixa de ser algum evento que aconteceria.

Exercício mental para a ação da energia escura:


Se fosse possível fazer um buraco de um lado da Terra até o outro passando pelo
centro da terra e jogássemos uma bala de canhão dentro deste buraco, o que aconteceria?
Ela cairia com a aceleração da Gravidade e à medida que ela descia a força
gravitacional permaneceria a mesma ou iria diminuindo? Permaneceria a mesma!
Ela cairia até o outro lado, caindo para cima no outro lado? Não!
Ela passaria pelo centro com a mesma aceleração, mas do centro para frente, ela até
iria por inércia, mas retornaria pela mesma aceleração da gravidade em sentido contrário,
até se equilibrar no centro da terra.
Então, conclui-se que não é a massa em si que cria o campo gravitacional e nem é a
nossa massa inercial seguindo a geodesia e que a terra nos empurra para cima, pois é lógico
que existe uma força sobre esta bola de ferro que constantemente o pressiona para o centro
da terra e esta é a pressão da energia escura comprimida ao redor da Terra e inclusive nos
espaços entre os núcleos atômicos dos elementos químicos formadores da Terra, pois, esta
compressão da energia escura mantém os átomos em constante união (pela compressão).
Isto não condiz com o que Einstein afirma, que é somente ação do espaço tempo
defletido, de maneira passiva sobre a nossa massa inercial que é a mesma massa
gravitacional. Pois percebe-se que a gravidade não tem relação com a matéria somente e
sim com a energia escura que comprime a matéria, competindo pelo espaço ocupado pela
matéria.

A causa da estabilidade das órbitas:


A energia escura que envolve a matéria exerce uma competição em relação a essa
matéria no sentido de comprimir a matéria e ao mesmo tempo a matéria comprimir esta
energia escura que a envolve. Em nível atômico esta energia escura comprimida provoca a
força de resistência que impede que o elétron vá de encontro ao núcleo (próton), na
tentativa de se encontrar com o posítron a mais deste próton, para ocorrer o processo de

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aniquilação, que uma característica impressionante deste encontro que tem como produto a
radiação eletromagnética e a emissão dos produtores dos campos de massa do elétron e do
posítron, o neutrino e o antineutrino, respectivamente. Esta força de resistência equilibra a
força de atração entre o elétron e o posítron, produzindo a força de contenção deste elétron
em camadas eletrônicas, estabilizando este elétron em seu loco, de modo que para ser
removido terá que receber uma força maior que a de contenção para ser deslocado e esta
força de contenção será menor para cada camada eletrônica mais afastada do núcleo
atômico.
Em nível macroscópico esta energia escura comprimida e a matéria comprimida por
esta energia escura, provoca dois fenômenos surpreendentes e espetaculares:

1- A força de Gravidade:
A Compressão que esta energia escura provoca sobre a matéria produz a força de
gravidade, pois, exerce uma força sobre toda a matéria concentricamente de maneira que
qualquer corpo seja "empurrado" constantemente por esta energia escura para o centro do
astro.
2- A força de contenção das órbitas:
A energia escura comprimida que envolve a Terra, por exemplo, cria uma força de
resistência em relação a Lua, (que também possui energia escura comprimida, ao seu redor,
em um grau de compressão menor por possuir menos volume), esta energia escura
comprimida da Terra e da Lua, criam uma força de resistência. A força de "atração" entre a
Terra e a Lua é a força da energia escura da galáxia que empurra a terra em direção à Lua e
a Lua em direção à Terra, mas como a massa da Terra é maior era de se esperar que a Lua
fosse "atraída pela Terra" e acabasse sendo sugada pela força de gravidade terrestre. Isto
não ocorre porque esta força de "atração" (na verdade não é de atração, pois, é uma força
provocada pela compressão da energia escura da galáxia em todos os astros, sendo mais
efetiva em corpos menores que tendem a se aproximarem dos astros maiores, devido à
quantidade de matéria). Esta força de “atração” está equilibrada pela força de resistência
das energia escuras comprimidas dos dois astros, fazendo com que a Lua permaneça com
sua órbita constante em relação à Terra (esta força de "atração" (compressão da energia
escura da galáxia) e a força de resistência das energias escuras comprimidas produzem uma
força de contenção do astro, que nem se aproxima nem se afasta, mantendo a sua órbita,
que é reflexo da resultante das forças de “atração” e de resistência, fazendo com que os
astro gire).
Ao analisarmos as lentes espaciais, em que as radiações sofrem uma convergência
em relação a astros muito massivos, parecendo que são atraídas pela força de gravidade
deste astro, devemos compreender que como a energia escura está comprimida e as
radiações percorrem caminhos dentro desta energia escura, o que na verdade encurvou foi o
caminho que a radiação vai percorrer e não uma atuação da força de gravidade sobre estas
radiações. Também nesta energia escura mais comprimida haverá uma maior dificuldade de
movimento das radiações que diminuem momentaneamente a suas velocidades.

Reintrodução da teoria do éter lumífero:


Quando Albert Einstein postulou a teoria da Relatividade geral, ele contou com a
existência do espaço tempo (alguma energia invisível que formaria este espaço), somente
não tinha uma explicação para defini-la. Foi proposto, por ele, que a gravidade era
provocada pela quantidade de matéria que fazia com que o espaço sofresse uma deflexão e

95
assim os corpos próximos a esta deflexão do espaço recebiam uma força os puxando para
próximo deste corpo mais massivo, considerando, mesmo com outro significado a
existência do “éter lumífero”, proposto desde a antiguidade.
A energia escura é o resultado das radiações eletromagnética após a perda da
energia cinética, as radiações eletromagnéticas propagam-se por esta energia escura
(substâncias magnéticas), os elétrons giram ao redor dos núcleos atômicos, por esta energia
escura, e mesmo Albert Einstein não definindo espaço tempo como sendo o “éter
lumífero”, fica evidente que se trata da mesma coisa com entendimentos pouco diferentes.
Albert Einstein afirmou que as radiações não precisavam de um meio para
propagarem-se, mas admitiu a existência de alguma forma de “energia” que sustentaria os
astros e que esta energia (espaço tempo) seria defletida pela quantidade de matéria.
Ao admitir o espaço tempo, mesmo sem dizer, disse que existe alguma coisa que
preenche este espaço. Este espaço tempo é o “éter lumífero” da antigüidade, e é hoje o que
chamamos de energia escura, porém, cada uma com uma concepção diferente, mas que não
deixa de ser a mesma coisa.

O controverso entendimento do buraco negro:


A proposta da Teoria atual, sobre como um astro deflete o espaço tempo, criando
uma curvatura de forma cônica, sugere que o corpo esteja sobre o espaço e não no interior
desde espaço, como sugere também, que este espaço é somente externo ao corpo massivo, e
que o espaço tempo tem uma ação passiva em relação ao astro.
Observando esta explicação para a formação do buraco negro, percebemos que esta
curvatura se torna um funil, que arrasta a matéria ao redor para seu interior, sugerindo que o
espaço tempo está sob o astro hiper massivo que se transformou em buraco negro, mas a
energia escura comprimida, envolve todas as matérias, não sendo possível este
afunilamento.
O que ocorre é uma compressão, em todos as sentidos neste corpo, de maneira
concêntrica, inclusive nos núcleos formadores deste corpo (pois existe energia escura,
também na eletrosfera) e ao mesmo tempo que comprime a matéria esta energia escura fica
aglutinada ao redor dos núcleos atômicos e ao redor do próprio corpo.
Assim, há competição pelo espaço entre a matéria e a energia escura, resultando
disto a força de gravidade na matéria e a aglutinação das substâncias/energias da energia
escura, portanto, uma ação ativa da energia escura, competitiva com a matéria e não uma
ação passiva do espaço tempo conforme foi teorizado por Albert Einstein.

Alguns fenômenos e a energia escura:


Efeito Casimir:
O Efeito Casimir é observado quando duas chapas de metal são colocadas bem
próximas. foi demonstrado que existe uma força invisível que atua para a aproximação
destas chapas, o que levou ao seu descobridor medir esta força e demonstrar que este efeito
realmente ocorre.
Pela explicação da Energia Escura, que ela permeia todo o universo, inclusive a
eletrosfera, e que compete com o núcleo e com os elétrons por espaço, nota-se que do lado

96
externo das chapas metálicas ela exerce uma pressão sobre tais núcleos de encontro com a
outra chapa e do lado interno esta pressão é muito menor, pois, existe menos energia escura
entre as placas que externamente a estas placas, fazendo com que elas sejam empurradas,
de encontro uma a outra, pela maior pressão da energia escura externa.

Forças de Van der Waals:


É o mesmo Efeito Casimir, somente que a Forças de Van der Waals foram
demonstradas em nível molecular. Assim, as moléculas apresentam a tendência de se
juntarem pela compressão da energia escura e esta pressão proporciona a união dos
elementos químicos, no compartilhamento de elétrons entre tais núcleos.

Flutuação quântica de vácuo (flutuação de energia ou flutuação do ponto zero):


Segundo preconizado por vários cientistas ocorre formação de pares (elétrons e
posítrons) no vácuo, principalmente em bocas de buracos negros, e que imediatamente eles
se aniquilam.
Como comentado anteriormente, a teoria atual para explicar o buraco negro não
condiz com o que acontece na compressão da energia escura sobre a matéria na formação
do buraco negro, pois, não há formação de um buraco negro cônico, possuindo uma boca de
entrada (boca do buraco negro) e nem possuindo o horizonte de eventos, por onde, “toda
informação da matéria e da radiação estaria perdida para sempre!”
As radiações eletromagnéticas emitidas não são de formação de pares, que
imediatamente se aniquilam, e sim, de explosões de núcleos em processo de fissão nuclear
e a ocorrência de radiações eletromagnéticas, por aniquilações entre elétrons e posítrons
constituintes deste núcleo (super nêutrons).

O vácuo eletromagnético:
Como o espaço é formado por matéria (matéria – antimatéria) por matéria escura e
energia escura e esta energia é eletromagnética, formada por 01 substância/energia
magnética negativa unida a 01 substância/energia magnética positiva (energia
eletromagnética – metade do elétron mais a metade do posítron, sem seus campos de massa,
sem velocidade cinética), acumulada, então o vácuo é eletromagnético e contém as mesmas
substâncias magnéticas das radiações eletromagnéticas.
No vácuo há compressão dos núcleos da matéria, quando presente, pela energia
escura, não sendo um local sem a força de gravidade, pois existe a gravidade provocada
pela energia escura que comprime este corpo em particular, como por exemplo uma nave
espacial viajando no vácuo. Esta nave recebe uma compressão da energia escura
determinada pela compressão interna da galáxia e recebe, também a compressão da energia
escura que se aglutina em seu redor, mas é evidente que apesar de não ser ausência de força
de gravidade ela é suficiente para que não ocorra o espalhamento de matérias, como por
exemplo, a água que continua apresentando uma tensão superficial, resultado da
compressão da energia escura.
No interior da galáxia existe uma força de gravidade que irá ser maior dependendo
da sua aglutinação ao redor deste corpo, que depende da densidade deste corpo e não
somente de seu tamanho, pois astros com núcleos menos massivos possuem muita energia
escura entre estes núcleos e pouca densidade de massa e essa densidade é fundamental para

97
ocorrer este processo ativo de competição entre a energia escura e a matéria determinando
uma energia escura mais aglutinada ao redor do corpo, provocando uma maior compressão
e consequentemente uma maior força gravitacional .

Sonoluminescência.
A sonoluminescência é um fenômeno pelo qual, quando se coloca um emissor de
ultra som em um bolha de ar dentro de um líquido, ocorre a liberação de radiações ultra
violetas e liberação de energia semelhante á energia liberada no processo de fusão nuclear
solar.

Explicação do fenômeno:
A energia escura que é formada, pela energia de metade do elétron e metade do
posítron, sem velocidade (energia cinética), formadora do espaço transmite qualquer
vibração a este núcleo. Quando se coloca um ultra-som nesta bolha, ocorre a transmissão
desta energia cinética aos núcleos e como o ultra som é contínuo, esta transferência também
é contínua, excitando este núcleo, aumentando a sua energia cinética progressivamente
(semelhante ao aquecimento de um corpo) e provocando o aumento volumétrico dos
elétrons e posítrons (constituintes do núcleo atômico) e em consequência, a diminuição da
força magnética de união, ocorrendo o processo de aniquilação entre alguns elétrons de
posítrons deste núcleo, com a liberação de radiação gama, neutrinos, antineutrinos. O
aquecimento é provocado pelos choques das radiações liberadas com os demais núcleos
atômicos do líquido.
Ocorrendo a liberação de radiação com a mesma energia cinética (velocidade de
giro) da radiação liberada da cadeia PPI solar. Acontecendo como no sol, a transformação
de parte desta energia cinética em energia térmica.

Os Fônons
Seguindo o mesmo raciocínio do fenômeno da sonoluminescência, em que a energia
escura transmite pelos seus túneis qualquer onda (vibração = energia cinética), então o
fônon, na realidade, é a própria Energia Escura que ao ocorrer uma vibração, a onda (a
energia cinética) desta vibração se propaga pela energia escura e chega até o núcleo do
átomo produzindo um grau de vibração neste núcleo (átomo), fazendo que a matéria escura
que envolve este núcleo, também vibre e transfira em todas as direções esta vibração
atingindo outros átomos, se propagando cada vez mais. Esta onda é uma onda de baixíssima
freqüência e onda muito grande e aos poucos ela perde energia cinética até perdê-la
totalmente.
O Tímpano do ouvido humano recebe esta vibração pela propagação aos átomos e
assim conseguimos traduzir estas vibrações em sons. Daí conclui-se que não se trata de
uma propagação originariamente mecânica (envolvendo somente átomos e “fônons”) e sim
um processo que necessita além dos átomos que participam desta propagação, da energia
escura para excitação destes átomos.
No vácuo, que é energia escura, ocorre a propagação da vibração, somente pelos
túneis que recebem tal energia cinética, porém, não há a propagação por não haver átomos
para serem excitados e replicarem esta vibração (propagação).

98
Super condutores, super isolantes e efeito Messner:
A força de união entre o elétron e posítron, no interior dos prótons e nêutron, que
neste trabalho vem sendo chamada de elementar, é uma força elementar magnética, que,
também está presente na propagação das radiações eletromagnéticas, pois, tanto o elétron
como o posítron, são substâncias/energias magnéticas que ao movimentarem-se criam
também um campo elétrico. O elétron, o posítron e a radiação eletromagnética são
substâncias/energias magnéticas, duais que ao movimentarem-se propagam-se em
movimento de spin (ondulatório – movimento dessas estruturas duais em torno do seu eixo)
A atração do posítron a mais no próton, é uma atração magnética também
perpendicular ao movimento do elétron na eletrosfera. Quando o elétron adquire
movimento, é criado o campo elétrico, pois, é justamente o campo magnético entre o
posítron a mais no próton juntamente com a correspondência do elétron que estabelece este
campo magnético e como o posítron está em repouso no interior o próton, o momento
resultante cria a velocidade de rotação do elétron e de spin, e por causa destas rotações, o
campo elétrico é criado, sendo que os dois campos são perpendiculares, já que, o campo
magnético é entre o núcleo e o elétron ou entre a metade do elétron e metade do posítron
nas radiações e o campo elétrico é na direção do movimento tanto do elétron como das
radiações.

Super condutores.
Um corpo que não possuir a influência do campo magnético entre os elétrons das
primeiras camadas da eletrosfera e os posítrons a mais nos prótons, terá capacidade de ser
um supercondutor, já que, em temperaturas que atingem um limite em que o campo
magnético desaparece parcial ou totalmente, assim se incidir uma corrente elétrica neste
corpo os elétrons das camadas eletrônicas mais periféricas, vão percorrer este corpo sem a
influência do campo magnético entre o núcleo e os elétrons, não ocorrendo, por isso,
choques destes elétrons com a massa nuclear, não ocorrendo a perda de energia elétrica em
energia térmica, com estes choques. Os elétrons se chocam com os núcleos porque o campo
magnético os atrai e como a eletrosfera é muito maior que os núcleos, a probabilidade de
ocorrer choques entre os elétrons da corrente elétrica e estes núcleos é quase nula quando
não possuir campo magnético. Este é o processo que ocorre quando os átomos são
resfriados a temperaturas próximas ao zero absoluto, porém, cada molécula possui
particularidades para o nível desta temperatura, que faz com que os posítrons a mais nos
prótons e os elétrons das camadas mais próximas ao núcleo não criem campo magnético e
assim, os elétrons não são forçados pelo momento resultante a se movimentarem ao redor
do núcleo, e quando aplicado uma diferença de potencial neste corpo ele se torna
supercondutor, pois os elétrons livres das camadas eletrônicas mais afastadas do núcleo,
não se chocarão com os núcleos na corrente elétrica, não ocorrendo a transformação de
energia cinética em calor (energia térmica).

Super isolantes.
Este mesmo fenômeno atômico pode ser percebido na criação de super isolantes,
pois quando um material fino, com poucos átomos é resfriado, a temperaturas críticas, para
ocorrer a perda do campo magnético, todos os elétrons da eletrosfera que poderiam

99
produzir a corrente elétrica estão paralisados sem movimentos, acontecendo de não ocorrer
nenhuma corrente elétrica, tornando-se assim um corpo super isolante.

Efeito Messner
Outra característica é que se for colocado um imã próximo a este corpo resfriado a
temperaturas muito baixas e específicas, como este corpo, não apresenta campo magnético
este imã levitará, pois as linhas magnéticas não terão indução magnética para os dois
campos se interagirem. Mas ocorre nas camadas mais afastadas esta interação magnética,
que vai se resfriando, deixando esta interação com um imbricamento, quando os dois
campos que se interagem são congelados, de modo que os dois campos magnéticos se
prendam em alguma camada de nível atômico (que é perceptível, quando puxamos o imã
que levita e algumas linhas de força estão, em algum grau, presas com as do supercondutor,
levantando juntamente com o imã, o próprio supercondutor), mas se aumentar a força do
campo magnético do imã ter-se-á um limite que o supercondutor passará a ser somente
condutor de eletricidade, pois este limite maior do campo externo induzirá a retomada do
magnetismo entre os posítrons a mais nos prótons e os elétrons da eletrosfera.
Algumas moléculas, após este alto resfriamento, não bloqueiam totalmente o campo
magnético entre os posítrons a mais nos prótons e os elétrons da eletrosfera, deixando que
algumas linhas magnéticas penetrarem, mas ainda assim apresentaram características de
supercondutores, pois o campo magnético da molécula exerce baixa força de rotação aos
elétrons de camadas eletrônicas mais periféricas e os mesmos terão capacidade de serem
conduzidos sem perda de energia.

100
O Modelo Atômico e o Universo:

Mudando o entendimento do átomo muda o entendimento do Universo:


Compreendendo que o elétron é constituído de substâncias/energias magnéticas
negativas com campo de massa produzido pelo neutrino do elétron e por isto passa para a
condição de matéria e que o posítron também é constituído de substâncias/energias
magnéticas positivas com campo de massa produzido pelo antineutrino do posítron e por
isto passa para a condição de matéria (que chamamos incorretamente de antimatéria) e que
da união deste elétron e este posítron, ocorra o processo de aniquilação da matéria e da
antimatéria (também chamado incorretamente de aniquilação, pois a matéria de ambos
apenas perdem a condição de matéria, pela saída do neutrino do elétron e do antineutrino do
posítron e cada substância/energia magnética negativa do elétron se una a cada substância
energia magnética positiva do posítron). Esta união produz a emissão de radiação
eletromagnética (02 raios gama) e a emissão do neutrino do elétron e do antineutrino do
posítron.
A energia de velocidade de emissão (energia cinética total que é a velocidade linear
mais a de giro) é determinada pela energia da força de atração magnética recíproca entre
este elétron e este posítron. Força que impulsiona os dois raios de radiação eletromagnética,
o neutrino e o antineutrino a velocidades elevadíssimas. Para ocorrer a formação de dois
raios de radiação eletromagnética e como esta radiação é a união de uma substância/energia
magnética positiva com uma negativa, conclui-se que, o elétron e o posítron, devem ser
duais (cada um sendo constituído por duas substâncias/energias magnéticas negativas e
positivas respectivamente).
O responsável pelo elétron possuir massa (ser matéria), é a interação do neutrino
nestas duas substâncias/energias magnéticas negativas e o responsável pelo posítron
possuir massa (ser matéria), é a interação do antineutrino nestas substâncias/energias
magnéticas positivas.
Esta dualidade estrutural da radiação, do elétron e do posítron explica os seus
movimentos ondulatórios.
A mudança do entendimento nuclear e das interações eletromagnéticas alteram o
entendimento da força de gravidade.
O núcleo atômico formado por prótons e nêutrons constituídos por elétrons e
posítrons, estes elétrons e posítrons constituídos por substâncias/energias magnéticas com
campos de massa produzido por neutrinos e antineutrinos e o entendimento que as radiação
eletromagnética é formadas por parte do elétron e parte do posítron sem o campo de massa
e que nas interações das radiações eletromagnéticas com a matéria, as radiações perdem
somente energia cinética (velocidade de giro) e não suas substâncias/energias, resultando
por fim em energia escura (provavelmente com perda de velocidade linear) e que esta
energia escura compete pelo espaço com a matéria e se aglutina ao redor de toda matéria
produzindo uma força contínua e concêntrica é necessário mudar o entendimento da Força
de Gravidade.
Contradizendo postulados (os métodos utilizados para suas proposições são falhos),
as radiações eletromagnéticas perdem energia cinética (velocidade de giro) com suas
interações com a matéria e isto explica a existência de todo espectro das radiações
eletromagnéticas, sendo a mesma radiação que perdendo energia cinética (velocidade de
giro) diminui sua frequência, aumenta o comprimento de suas ondas e no final passa a ser a
energia escura (provavelmente perdendo também sua velocidade linear).

101
O Colapso Gravitacional:
“Isaac Newton já havia percebido a possibilidade do colapso gravitacional do
Universo. Em 1717 escreveu no “Astronomical principles of religion” “que, a menos que
um Poder Miraculoso se interponha para impedi-lo", as estrelas "se aproximarão cada vez
mais do Centro comum de toda a sua Gravidade" e "em um Número suficiente de Anos,
encontrar-se-ão no mesmo Centro comum, promovendo a inteira Destruição de todo o
Universo". Talvez por horror, Newton evitou calcular o tempo para o colapso
gravitacional.
Em 1902, William Thomson (Lord Kelvin) fez o primeiro cálculo de colapso
gravitacional. Considerando um sistema esférico (por exemplo, uma nuvem de estrelas) sob
a ação do seu próprio peso, o tempo de colapso dependeria apenas da densidade do sistema
e da constante da gravitação. Se cada estrela do tipo do Sol ocupar uma esfera com 10 anos-
luz de raio, o tempo de colapso será de 90 milhões de anos.
Assim, em seu modelo cosmológico de 1917, para evitar o irresistível colapso
gravitacional e manter o seu Universo estático, Einstein introduziu a sua famosa constante
cosmológica, que representaria uma força repulsiva universal em oposição à força atrativa
da gravitação. A grande dificuldade é que seu valor teria que ser sintonizado com precisão
completa para que o Universo permanecesse estático, em perfeito balanço entre a atração
gravitacional e a repulsão devida a constante cosmológica.
Contudo, as equações cosmológicas de Einstein admitiam outras soluções além do
seu Universo estático e que evitariam o colapso. Em 1922, o matemático russo Alexander
Friedmann desenvolveu modelos cosmológicos sem constante cosmológica. Nestes
modelos, o colapso seria evitado se o Universo estivesse em expansão no momento atual.
Se a taxa de expansão fosse superior a um valor determinado pela densidade média do
Universo, ou, vice-versa, se a densidade fosse inferior a uma densidade crítica calculada
com base na taxa de expansão, o Universo seria desacelerado, porém, jamais reverteria a
sua expansão em colapso, mas continuaria a se expandir para sempre. No fim da década, o
modelo de Friedmann encontra a sua confirmação espetacular na descoberta da expansão
do Universo.
O modelo de Friedmann, elaborado em 1922, é uma aplicação da Teoria da
Relatividade Geral de Einstein (1916) .
Um modelo anterior, do holandês de Sitter (1919) indicava que um universo
hiperbólico vazio de matéria apresentava espaço em constante expansão. Porém, apesar de
em uma primeira instância isto indicar uma possibilidade de explicação do red-shift, a
introdução de matéria criava paradoxos internos ao modelo. Anteriormente, o próprio
Einstein havia concebido um espaço cheio de matéria, mas estático, o que não concordava
com a expansão cosmológica depois observada. Imagina-se que um universo em expansão,
comprovado pelo red-shift, teria tido um começo.
Em 1927, o padre e cosmólogo belga Georges Lemaître (1894-1966), derivou
independentemente as equações de Friedmann a partir das equações de Einstein e propôs
que os desvios espectrais observados em nebulosas se deviam a expansão do universo, que
por sua vez seria o resultado da "explosão" de um "átomo primordial". A teoria do Big

102
Bang, grande explosão, tornou-se a explicação da expansão do universo desde suas origens,
no tempo, (arbitrando-se o conceito de que o tempo teve uma origem).
Segundo essa teoria, o Universo surgiu há pelo menos 13,7 bilhões de anos, a partir
de um estado inicial de temperatura e densidade altamente elevadas. Embora essa
explicação tenha sido proposta na década de 1920, sua versão atual é da década de 1940 e
deve-se sobretudo ao grupo de George Gamov que deduziu que o Universo teria surgido
após uma grande explosão resultante da compressão de energia.
Foi sugerido por Gamov (1948) que este começo, chamado “Big Bang”, seria
responsável por uma radiação de fundo que, por cálculos realizados, corresponderia a
aproximadamente 3 K (270,15°C).”

A Expansão do Universo
Conjecturas científicas atuais:
“Aparentemente, o Universo está se expandindo em torno de nós, pois todos os
pontos do Universo estão se afastando relativamente uns aos outros simultaneamente . A
observação, feita em 1929 por Edwin Hubble, significa que no início do tempo espaço a
matéria estaria de tal forma compactada que os objetos estariam muito mais próximos uns
dos outros. Mais tarde, observou-se em simulações que de fato exista aparentemente a
confirmação de que entre dez a vinte bilhões de anos atrás toda a matéria estava exatamente
no mesmo lugar, portanto, a densidade do Universo seria infinita.
As observações em modelos e as conjecturas dos cientistas apontam para a direção
em que o Universo foi infinitesimalmente minúsculo, e infinitamente denso. Nessas
condições, as leis convencionais da física não podem ser aplicadas, pois quando se tem a
dimensão nula e a massa infinita, qualquer evento antes desta singularidade não pode afetar
o tempo atual, pois ao iniciar o Universo, expandindo a massa e ao mesmo tempo se
desenvolvendo em todas as direções, indica que o tempo também esteve nesta
singularidade, logo o tempo era nulo.
Segundo George Gamov, na expansão do universo a partir de seu estado inicial de
alta compressão, numa explosão repentina, o resultado foi uma violentíssima redução de
densidade e temperatura; após este ímpeto inicial, a matéria passou a predominar sobre a
antimatéria.
Ainda, segundo George Gamov, toda a matéria existente hoje no universo
encontrava-se concentrada no chamado "átomo inicial", ou "ovo cósmico", e que uma
incalculável quantidade de energia, depois de intensamente comprimida, repentinamente
explodiu, formando ao avançar do tempo gases, estrelas e planetas.”

Análise crítica às conjecturas atuais:


A observação feita por Edwin Hubble sobre o tempo espaço, que no início do
Universo, a matéria estaria de tal forma compactada e os objetos estariam muito mais
próximos e que entre dez a vinte bilhões de anos atrás, toda a matéria estava exatamente no
mesmo lugar com uma densidade infinita, somente é válida na tentativa de justificar a
ocorrência do “Big Bang”.
Essas observações e conjecturas científicas, baseadas em teorias que, por ventura,
estiverem equivocadas, poderiam dar como resultado uma compreensão do Universo à
mercê destas conjecturas. Temos como repercussão, um Universo primordial

103
infinitesimalmente minúsculo e infinitamente denso, não que isso esteja correto, mas, para
aceitar o "Big Bang", tais conjecturas têm que ser válidas.
Afirmar que essa singularidade existiu e que o tempo seria nulo é completamente
temeroso, pois está baseando no que se crê a respeito da realidade da explosão inicial e se
este início aceito estiver equivocado, esta afirmação pode passar a ser totalmente absurda.
A afirmativa de George Gamov que a expansão provocada pela explosão repentina
produziria como resultado uma violentíssima redução de densidade e temperatura, tem
como base o desvio para o vermelho (red-shift), mas se esse desvio não se relacionar com
expansão, essa explosão inicial passa a perder sua sustentação e o “Big Bang” deixa de ser
um acontecimento correto e provado.
A afirmação que após este ímpeto inicial, a matéria passou a predominar sobre a
antimatéria, cai também na mesma situação, pois, se o próton for constituído por centenas
de elétrons e posítrons e possuir 01 posítron a mais que o número de elétrons e o nêutron
for constituído por centenas de elétrons e posítrons em quantidades iguais e na eletrosfera
para cada posítron a mais de cada próton, gira um elétron correspondente para a
neutralização magnética do átomo, a questão da matéria ter predominado sobre a
antimatéria nunca aconteceu, pois, o número de elétrons (matéria) é exatamente igual o
número de posítrons (antimatéria), não tendo ocorrido a quebra da Simetria da Paridade
com a sucumbência da antimatéria.

O Desvio para o vermelho – “Red-shift”


Conjecturas atuais:
“A determinação do afastamento ou aproximação de uma galáxia é feita com a
observação de seu espectro eletromagnético, com instrumentos de difração (separação da
luz em seus comprimentos de onda) acoplados a telescópios terrestres. E não é apenas uma
galáxia que é observada, são milhões. Sabe-se da observação dessas galáxias que, exceto
pelas galáxias mais próximas da nossa, todas as outras estão se afastando de nós (isto é,
apresentam um desvio para o vermelho em seu espectro). Além disso, sabe-se também,
desde a década de 1920, que a velocidade de recessão dessas galáxias é proporcional à sua
distância em relação a nós - por isso a conclusão de que o Universo esta em expansão. Esta
é a Lei de Hubble.
As galáxias mais próximas, por outro lado, podem apresentar desvios tanto para o
vermelho como para o azul. Isto se deve ao fato de que sua velocidade de recessão é
pequena (porque sua distância é pequena - lembre-se da lei de Hubble) em comparação com
seu movimento próprio (ou movimento peculiar).
Todas as galáxias podem ter um movimento peculiar, que pode ser, em principio,
em qualquer direção. A causa deste movimento é a presença de um potencial gravitacional
gerado por todas as outras galáxias próximas da galáxia em questão. Assim, se a
componente da velocidade peculiar da galáxia na nossa direção for maior que sua
velocidade de recessão devida à expansão, o espectro da galáxia terá um desvio para o azul.
Isto não acontece com as galáxias mais distantes, pois, como foi dito, sua velocidade de
recessão é muito maior que sua velocidade peculiar.”

Interpretações críticas do desvio para o vermelho:


Um dos pilares do entendimento atual para o Universo está se expandindo é a
interpretação que o desvio para o vermelho é ocasionado pelo efeito doppler, já que na
teorização atual a velocidade da luz é constante e igual a “c” (não há a consideração que a

104
substância/energia magnética negativa com a negativa possuem 02 velocidades, a linear e a
de giro).
Mas como propõe este trabalho as radiações eletromagnéticas perdem velocidade
de giro nas suas interações com a matéria e com a matéria escura, e isto seria a causa para
esse desvio para o vermelho (Observado em estrelas muito distantes)
A luz sofre durante milhões de anos de propagação pela energia escura, interações
ou com elétrons ou com núcleos ou com a matéria escura e perde energia cinética
(velocidade de giro) resultando no desvio para o vermelho.
A explicação atual para o desvio para o vermelho, que levou ao entendimento da
expansão do Universo e consequentemente basilar para a Teoria do “Big Bang” é devido à
interpretação da luz possuir a mesma velocidade para todas as radiações eletromagnéticas e
como apresentado neste trabalho, a radiação eletromagnética é a mesma e o que faz ela ser
um tipo definido no espectro eletromagnético é justamente a energia cinética (velocidade
linear mais a velocidade de giro) que a radiação apresenta.

Radiação cósmica de fundo


Conjecturas atuais:
“A radiação cósmica de fundo é uma forma de radiação eletromagnética prevista
por George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman em 1948 e descoberta em 1965 por
Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson, do Bell Telephone Laboratories. Ela tem um
espectro térmico de corpo negro com intensidade máxima na faixa de microondas. A
radiação cósmica de fundo é, ao lado do afastamento das galáxias e da abundância de
elementos leves, uma das mais fortes evidências observacionais do modelo do Big Bang de
criação do universo.
A radiação cósmica de fundo é uma radiação eletromagnética que preenche todo o
universo, cujo espectro é o de um corpo negro a uma temperatura de 2,725 Kelvin. Ela tem
uma freqüência de pico de 160,4 GHZ, o que corresponde a um comprimento de onda de
1,9 mm. Ela é isotrópica até uma parte em 100 000: as variações de seu valor eficaz são de
somente 18 µK. O Far-Infrared Absolute Spectrophotometer (FIRAS), um instrumento no
satélite Cosmic Background Explore (COBE) da NASA, mediu cuidadosamente o espectro
da radiação cósmica de fundo, o que o tornou a medida mais precisa de um espectro de
corpo negro de todos os tempos.
A radiação cósmica de fundo é uma predição da teoria do “Big Bang”. Segundo
essa teoria, o universo inicial era composto de um plasma quente de fótons, elétrons e
bárions. Os fótons interagiam constantemente com o plasma através do Efeito Compton. À
medida que o universo se expandia, o desvio para o vermelho cosmológico fazia com que o
plasma esfriasse até que fosse possível aos elétrons combinarem-se com os núcleos
atômicos de hidrogênio e hélio para formarem átomos. Isso aconteceu por volta de 3000 K,
ou quando o universo tinha aproximadamente 380 000 anos de idade. Nesse momento, os
fótons puderam começar a viajar livremente pelo espaço. Esse processo é chamado
"recombinação".
O satélite COBE, em 1992, descobriu flutuações na radiação de fundo recebida
(anisotropias) que explicariam a formação das galáxias logo após a Grande Explosão.”

Interpretações críticas da descoberta da “radiação cósmica de fundo”:

105
As radiações eletromagnéticas (substâncias/energias magnéticas – 01 positiva em
união com 01 negativa) perdem energia cinética (velocidade de giro) nas interações com a
matéria e a passa por todo espectro das radiações eletromagnéticas e continua perdendo
energia cinética a níveis cada vez menores passando a ser energia escura
(substâncias/energias magnéticas sem velocidade de giro e provavelmente sem ou com
baixa velocidade linear), então quando Arno Penzias e Robert Woodrow Wilson
descobriram a “radiação cósmica de fundo” eles constataram que as radiações
eletromagnéticas vão perdendo energia cinética (velocidade de giro) e estas
substâncias/energias magnéticas perdem energia cinética até passarem a ser a energia
escura.
Acreditavam que esta radiação era isotrópica, mas atualmente sabe-se que esta
energia possui picos de anisotropias, o que é facilmente explicado, pois, com equipamentos
cada vez mais sensíveis, mais serão verificadas flutuações desta radiação.
Esta radiação entendida como a mais precisa medida de um espectro de corpo
negro, não se relaciona com corpo negro, como referido anteriormente neste estudo, além
de toda a teoria atual que explica as emissões de um corpo negro estarem equivocadas, em
virtude de um modelo nuclear irreal.
A existência desta radiação de baixa energia cinética, compreendida como a que
origina a energia escura, não é a “radiação cósmica de fundo” relativa à previsão feita por
George Gamov, Ralph Alpher e Robert Herman, em 1948, como também não é evidência
observacional do modelo do “Big Bang” de criação do universo.
Realmente esta “radiação cósmica de fundo” (a radiação com energia cinética em
declínio até se transformar em energia escura) preenche todo o Universo e juntamente com
a matéria (que é metade antimatéria) e a matéria escura formam o espaço.

O Colapso Gravitacional é evitado pela energia escura que é causadora da


força da gravidade: Perde-se a necessidade da constante cosmológica de Albert
Einstein:
A força de gravidade causada pela energia escura não depende de constante
cosmológica para evitar o Colapso Gravitacional:
Não sendo uma deflexão do espaço tempo provocado pela matéria, que produz a
força de Gravidade, então, não há necessidade da constante cosmológica para que não
ocorra o colapso gravitacional, pois a energia escura produz a gravidade e mantém
afastados os corpos celestes sem que os mesmos se atraiam até o “Colapso Gravitacional”,
que era previsto tanto por Isaac Newton como pelo próprio Albert Einstein quando
acrescentou a constante cosmológica em sua fórmula da Teoria Geral da Gravitação.
O colapso gravitacional somente poderia ser considerado se existisse somente a
força gravitacional, como predito tanto por Isaac Newton como por Albert Einstein, pois a
energia escura possui um papel de compressão da matéria, produzindo a força de gravidade,
bem como possui uma ação estabilizadora do espaço, não sendo necessário uma constante
cosmológica para evitar tal colapso.
A força gravitacional produzida pela Energia Escura que comprime a matéria com
uma força é proporcional à quantidade de matéria, pois quanto mais matéria mais esta
matéria abrirá espaço nesta energia escura e esta mais se aglutinará ao redor dessa matéria,
sendo um processo de competição do espaço da matéria pelo espaço da energia escura.

106
Nesta competição pelo espaço, a matéria se mantém coesa e a energia escura se aglutina ao
redor da matéria (as substâncias/energias magnéticas se comprimem também)
Não ocorre uma compressão somente ao redor da Terra, mas a energia escura
exerce esta compressão ao redor de cada núcleo atômico, ao redor de cada elétron e esta
mesma energia faz com que os núcleos dos elementos químicos recebam compressão para
que mantenha a coesão dos materiais e neste contexto a energia escura ao redor da Terra ou
de qualquer quantidade de matéria produza força de Gravidade.
Conclui-se que há força de gravidade em qualquer matéria: no elétron, no posítron,
nos núcleos, nas moléculas, nas substâncias, na matéria escura, nos corpos em geral e esta
gravidade é proporcional à quantidade de matéria por volume/espaço (densidade).

Conclusões a respeito do Universo e o “Big Bang”:


A descoberta da radiação cósmica de Fundo é a confirmação que as radiações
eletromagnéticas perdem energia cinética (velocidade de giro) nas interações com a matéria
e passa por todo espectro das radiações eletromagnéticas, continuando a perder velocidade
até ser a energia escura (que provavelmente perca toda velocidade de giro e provavelmente
perca, também velocidade linear).
O desvio para o vermelho (red-shift), das estrelas longínquas, não tem relação com
sua recessão (expansão do Universo) e sim se relaciona com a perda de energia cinética das
radiações eletromagnéticas (velocidade de giro).
O desvio para o vermelho e a “radiação cósmica de fundo” não são evidências do
Modelo do “Big Bang”. São interpretações incorretas.
Com a interpretação da perda de energia cinética das radiações eletromagnéticas e
o entendimento do que é a “radiação cósmica de fundo”, a expansão do Universo perde sua
sustentação.
A anisotropia, que a radiação cósmica de fundo apresenta, é explicável, pois com
instrumentos mais sensíveis será observado cada vez mais picos menores de temperatura da
radiação (energia cinética)
A Temperatura de 2,7 K, representa a temperatura da perda da energia da radiação
eletromagnética, isto não quer dizer que o Universo no início era denso e quente e está
resfriando e expandindo (segundo George Gamov).
A afirmação que o Universo irradia como um corpo negro perfeito, erra, porque a
radiação cósmica de fundo não tem relação com radiação de corpo negro, ela é a própria
energia escura, e no mais, o entendimento da emissão do corpo negro está incorreta, devido
o modelo nuclear está incorreto.
Universo não passou por este início (“Big Bang”) e não podemos afirmar sobre
sua idade.
A energia escura que comprime a matéria, produzindo a força de gravidade, é a
radiação eletromagnética que perdeu energia cinética (velocidade de giro e velocidade
linear).
A matéria escura são os neutrinos e antineutrinos quando perdem energia cinética.
Universo é dinâmico, todos os corpos constituintes possuem movimentos e isto
não tem relação com expansão.
No Universo, a matéria (matéria e antimatéria), a energia escura (radiação
eletromagnética com baixíssima energia cinética (refletindo na sua temperatura) e a

107
matéria escura (neutrinos e antineutrinos) mudam de uma condição para outra,
continuamente.
Não há criação e não há aniquilação, somente ocorre mudanças ente a condição de
matéria e a condição de substância/energia magnética. A matéria e a antimatéria são
constituídas pelas substâncias/energias magnéticas com massa dada pela atuação dos
neutrinos e antineutrinos respectivamente e a radiação eletromagnética é formada pela
união da substância/energia magnética positiva com a negativa, sem atuação dos campos de
massa (neutrino e antineutrino) e sua energia cinética total é proveniente da atração
magnética da substância/energia magnética positiva com a negativa.

A Teoria atual do nascimento de uma estrela:


“Uma estrela, desde que se condensa a partir de uma nuvem de gás, está sob a ação
de sua auto gravitação. A gravidade comprime o gás para o centro da estrela, obrigando-a a
produzir energia que gera a pressão suficiente para conter o colapso.
O núcleo da estrela, gigantesco reator de fusão nuclear, processa a matéria do meio
interestelar sintetizando, a partir dela, elementos químicos mais pesados. nuvens de gás e
poeira que existem em nossa galáxia e que são denominadas nuvens interestelares (muitas
outras podem ser vistas a olho nu como manchas escuras espalhadas na Via Láctea, por
entre campos ricos em estrelas).”

Questionamentos à Teoria:
Que "gás e poeira" seriam comprimidos pela força gravitacional para produzir uma
estrela? Que força gravitacional seria esta, para comprimir o "gás e poeira" para o centro da
estrela fazendo-a produzir energia que gera a pressão para conter o colapso? Que colapso
seria este?
Sendo o núcleo da estrela, um gigantesco reator de fusão nuclear processando a
matéria do meio interestelar, sintetizando a partir dela, elementos químicos mais pesados,
qual seria esta "matéria" do meio interestelar, que seria a partir dela, sintetizado elementos
químicos mais pesados? O que seria este “gás e poeira” que existem nas nebulosas?
O que seriam estas nebulosas?

Interpretando o nascimento de estrelas:


Nas estrelas há a produção elementos químicos mais massivos, o Universo está
produzindo matérias mais massivas e também radiações eletromagnéticas que resultam na
energia escura e matéria escura, então, temos que encontrar quais as circunstâncias que
fazem com que o Universo seja cíclico, isto é, produzindo núcleos mais massivos e também
produzindo matéria escura e energia escura.
Para fechar o ciclo, a matéria escura e a energia escura têm que ser transformadas
também em elétrons e posítrons, e estes, em núcleos de hidrogênio (prótons), que
sequencialmente seriam precursores dos outros elementos químicos, por fusão nuclear.
A grande questão, então: Quem produz os núcleos de hidrogênio para que este
ciclo se mantenha?

108
O que as nebulosas nos respondem?
A força gravitacional produzida pelo encontro em todos os sentidos em um ponto
determinado no universo da energia escura (radiação eletromagnética com baixíssima
energia cinética - responsável pela força de gravidade) sobre a matéria escura, fazendo que
novamente os neutrinos se unissem às substâncias/energias magnéticas negativas,
produzindo elétrons e os antineutrinos se unissem às substâncias/energias magnéticas
positivas produzindo posítrons que seriam contidos em estruturas estabilizadas pela força
de atração magnética entre o elétron e o posítron, contidos, unidos, impossibilitados por
esta força de aniquilarem-se mutuamente.
Não ocorre a auto gravitação estelar. A gravidade não é da estrela e sim da
compressão da energia escura ao redor da estrela.
A força gravitacional é causada pela competição energia escura e matéria, onde a
matéria fica com força gravitacional e a energia escura também recebe esta força em
sentido contrário o que provoca o seu aglutinamento.
Como são centenas de elétrons e posítrons em união esta força de atração mantém
esta união estrutural (distribuição vetorial da força de atração) – que é a força magnética de
união dos núcleos (“gluon”). O que a teoria atual chama de "gás e poeira" interestelar ou
nuvem interestelar correspondem: às substâncias/energias magnéticas positivas e negativas,
os neutrinos e antineutrinos, existentes na energia escura e na matéria escura, percursoras
dos elétrons e posítrons, que por sua vez são precursores dos prótons de hidrogênio e estes
precursores dos prótons dos demais elementos químicos.
Como conhecemos a estrutura atômica do hidrogênio é possível determinarmos a
quantidade de elétrons e posítrons formadores do núcleo (próton) do hidrogênio.
Determina-se, então, que o núcleo do hidrogênio (próton) é constituído por centenas de
elétrons e centenas de posítrons (sendo que este núcleo apresenta 01 posítron a mais que o
número de elétrons, que faz com que o aglomerado próton possua magnetismo positivo o
que faz com que 01 elétron circule este núcleo o estabilizando magneticamente. Este
impedimento é produzido pela força de resistência que é resultado da aglutinação da
energia escura na competição pelo espaço com o núcleo atômico.
Na proto estrela, após a formação do hidrogênio, em processos de fusão nuclear,
este imenso reator nuclear começa a fundir os prótons de hidrogênio, produzindo o hélio e
como os prótons de hidrogênio (04) possuem massa maior que o próton de hélio formado,
percebe-se que este "defeito de massa" é produzido pela perda da condição de matéria de
aproximadamente 0,71% da massa total dos 04 prótons de hidrogênio necessários para a
formação de 01 núcleo de Hélio (possui o núcleo com 02 prótons e 02 nêutrons – A
formação dos nêutrons é dada pela necessidade de estabilização magnética nuclear, pois os
02 prótons são magneticamente positivos e é preciso que sejam separados por nêutrons).
O processo de aniquilação entre alguns elétrons e posítrons no processo de fusão
dos núcleos de hidrogênio produz como resultado formação de raios de radiação
eletromagnética (radiação gama) e parte desta radiação se choca com outros núcleos
produzindo além da radiação gama, outras radiações do espectro das radiações e também
elevação da temperatura. Esta elevação da temperatura realimenta o processo de fusão, pois
a temperatura é fator que acelera o processo de aniquilação (perda da condição de matéria).
A elevação da temperatura faz com que ocorra mais processos de aniquilação nos núcleos

109
porque diminui a força de união pelo aumento volumétrico das substâncias/energias
magnéticas.

O Universo - Dinâmico e cíclico


Nas nebulosas, a partir da força gravitacional produzida pela energia escura sobre
a matéria escura, formam-se elétrons e posítrons, os prótons do hidrogênio, os prótons e
nêutrons de elementos químicos com maior número de prótons.
Os processos de aniquilação na produção de elementos mais massivos produzem
radiação eletromagnética que vai perdendo energia cinética passando por todo o espectro de
radiação até se transformar em energia escura, mais neutrinos e antineutrinos que formam a
matéria escura. O processo é contínuo e cíclico.
Um próton por ser constituído por elétrons e posítrons ao se chocar à velocidade de
aproximadamente 300.000 Km/s com outro próton faz com que os dois prótons se rompam
e os elétrons e posítrons se liberem e sucessivos processos de aniquilação, entre cada
elétron e cada posítron, ocorra, dando como resultado uma imensa quantidade de radiação
gama, que é o resultado espetacular desta união, gerando uma energia imensa.
Um próton se mantém estável pela força de união produzida pela distribuição
vetorial das forças de atração entre os elétrons e os posítrons constituintes deste próton.
Esta força de união é quebrada pelo imenso impacto de um próton com o outro a esta
altíssima velocidade (produzindo uma força maior que a força de união), fazendo com que
a arquitetura estável se rompa e se desestabilize e com o rompimento dos prótons, os
elétrons e os posítrons possam realizar as suas missões: encontrarem-se e transformarem-se
em radiação eletromagnética.
Este processo chamado de aniquilação não passa da perda da condição de matéria
dos elétrons e posítrons constitutivos dos prótons, já que ao se encontrarem ocorre a
formação de radiação eletromagnética e liberação dos produtores "dos campos" de massa às
substâncias/energias magnéticas, o neutrino do elétron e o antineutrino do posítron.
A teoria atual aceita que neste impacto ocorra o decaimento do próton resultando
em energia mais neutrinos, mais antineutrinos e mais posítrons e elétrons, mas na realidade
como cada próton é constituído por centenas de elétrons e posítrons (O próton é
magneticamente positivo por apresentar 01 posítron a mais que o número de elétrons),
sobram, então, desta colisão: centenas de neutrinos, centenas de antineutrinos, 02 posítrons
livres e centenas de raios de radiação eletromagnética.
Neste processo, pode ocorrer simultaneamente a liberação de neutrino produzindo
massa a 01 substância/energia magnética negativa (neutrino do muón) e também, a
liberação de antineutrino produzindo massa em 01 substância/energia magnética positiva
(antineutrino do muón) respectivamente. Considerando que o elétron é formado por duas
substâncias/energias magnéticas negativas com massa produzida por vibrações do neutrino
e que o posítron é formado por duas substâncias/energias magnéticas positivas com massa
produzida por vibrações do antineutrino.
É possível que devido ao impacto grandioso alguns elétrons e alguns posítrons
sejam expelidos com tanta velocidade (energia cinética) que esta energia seja superior à
força de atração entre eles e que por algum tempo continuem sem se aniquilarem
mutualmente.
O evento não prova o “Big Bang”. Não ocorreu um pequeno “Big Bang”, ocorreu
uma colisão entre dois prótons a uma velocidade tal, que faz com que eles deixem a

110
condição de matéria e passem a ser radiação eletromagnética, por centenas de processos de
aniquilação entre elétrons e posítrons.
Considerando que o núcleo atômico seja formado por prótons e nêutrons
constituídos por elétrons e posítrons (o nêutron possui o mesmo número de elétrons e
posítrons e o próton possui 01 posítron a mais que o número de elétrons), o que faz com
que o elétron que falta para esta igualdade fique girando na eletrosfera na busca eterna para
se unir ao posítron a mais de cada próton e à medida que vai aumentando o número de
prótons, vai na mesma proporção aumentando o número de elétrons em busca de sua
antimatéria. Estes elétrons se mantém em camadas eletrônicas por causa da energia escura
aglutinada ao redor do núcleo atômico que oferece uma força de resistência que se equilibra
com a força de atração entre o elétron e o posítron a mais do próton.
As interações magnéticas e elétricas fazem com que cada camada eletrônica suporte
um número definido de elétrons com spins definidos a partir do spin do primeiro elétron
(princípio da exclusão de Pauli) fazendo com que ocorra a estruturação da eletrosfera em
diversos níveis (erroneamente considerados níveis de energia – do elétron).

O magnetismo e o equilíbrio térmico terrestre:


O campo magnético da Terra está relacionado a cátions e ânions no seu interior e
estes cátions e ânions como estão em um meio de plasma não têm posições fixas no interior
da Terra durante toda a sua história, ocorrendo mudanças dos pólos magnéticos de tempos
em tempos. As radiações eletromagnéticas de alta velocidade, como a radiação gama , “X”
e ultra violeta, quando se chocam com os elétrons da atmosfera são desviadas e neste
desvios tomam o caminho orientado pelo campo magnético terrestre e parte desta radiação
penetra na Terra, no pólo magnético positivo, que se encontra próximo aos pólo sul
terrestres, somente poucas radiações eletromagnéticas de alta freqüência conseguem passar
por esta barreira atmosférica terrestre. Como conseqüência, estas radiações tanto solares
quanto cósmicas, penetram na Terra, pelo pólo sul terrestre e como estas radiações possuem
uma velocidade de giro (energia cinética) muito alta, elas atingem os elétrons das matérias
(elementos químicos) no interior terrestre, fazendo com que, estes átomos que são atingidos
na entrada das radiações adquiram a condição de cátions pela perda de elétrons que ao se
tornarem eletrofótons são arremessados em direção à matérias do outro lado, fazendo com
que estes elementos químicos se transformem em ânions, tornando-se, assim, um pólo
magnético negativo (ânion), que é externado pelo polo Norte terrestre, Produzindo a
magnetização da Terra (magnetização da energia escura aglutinada que envolve a terra,
mantendo, assim o magnetismo auto sustentável terrestre. Algumas radiações também se
chocam com os núcleos dos elementos químicos no interior da Terra, ocorrendo o processo
de reflexão destas radiações de alta freqüência (alta velocidade de giro das
substância/emnergia magnética negativa com a positiva), onde, parte desta energia cinética
transforma-se em energia térmica, fazendo com que a terra mantenha seu interior em estado
líquido, com altas temperaturas, mantendo, também, o equilíbrio térmico Terrestre (por este
motivo, a Terra, ainda, não se resfriou, como era de se esperar, mostrando que, o
aquecimento terrestre depende dessas interações eletromagnéticas com a Terra e que não se
trata da Terra possuir um núcleo superaquecido, primordialmente, que com o passar do
tempo, se resfriaria).

Teoria do dínamo:

111
Segundo esta teoria, existem correntes de convecção que agitam o núcleo externo
que é líquido e que esta movimentação seria capaz de produzir correntes elétricas e por
conseqüência um campo magnético, ou seja um ‘dínamo auto sustentável” no núcleo.

Críticas à teoria do dínamo:


A teoria do dínamo está sendo baseada nas correntes elétricas interiores, neste
núcleo externo, que seria líquido, produzindo o campo magnético.
O campo magnético não é formado por corrente elétrica e sim um campo que
aparece quando o átomo está com excesso de posítrons a mais nos prótons de um átomo em
relação ao número de elétrons, ou quando os elétrons estão livres ou até em corrente
elétrica. O magnetismo é a característica das substâncias/energias magnéticas formadoras
dos elétrons, dos posítrons e das radiações eletromagnéticas. Assim, o que melhor explica o
magnetismo sustentável terrestre são as ações das radiações eletromagnéticas sobre os
átomos no interior terrestre. Ações que acontecem com a eletrosfera atômica dos metais do
interior terrestre, criando de um lado cátions e de outro lado ânions (determinando a
positividade e negatividade magnéticas dos pólos terrestres) e ações que acontecem com os
núcleos dos elementos químicos em que ocorre o processo de reflexão destas radiações,
produzindo energia térmica auto sustentável no interior terrestre.

Reversões do campo magnético:


Ocorrendo a inversão de entrada das energias eletromagnéticas no interior terrestre
os pólos irão se alternarem, pois, passa a ser o outro pólo, que ficará positivo (cátions) e o
que era positivo passará a ser negativo (ânions). Na história terrestre este processo ocorre
em um intervalo médio de aproximadamente 250.000 anos.

A energia escura e o campo magnético:


Quando nos referimos a campo magnético, estamos nos referindo à magnetização da
energia escura próxima ao corpo magnetizado.
Como a energia escura, é uma energia que forma o espaço (não matéria) que
permeia todo o universo, que está em contato com toda matéria, então quando um corpo
está magneticamente não equilibrado, ou os posítrons a mais nos prótons, ou os elétrons
que não têm correspondência destes posítrons, criam o campo magnético, que magnetiza a
energia escura que circunda este corpo, pois esta energia escura é uma energia
eletromagnética na sua essência. Esta energia escura magnetizada é o próprio campo
magnético exteriorizado, além da matéria em si.

Texto de um novo trabalho científico, das análises das imagens do satélite


Image (Nasa):
“Cada pólo tem sua aurora. Enquanto no Norte há a boreal, o Sul tem a austral.
Apesar dos nomes distintos, há alguns anos os cientistas acreditavam que uma fosse o
reflexo da outra, como se houvesse um espelho entre elas. Novas observações feitas pela
Nasa, a agência espacial norte-americana, acabam de indicar que os fenômenos são
realmente diferentes. De acordo com os cientistas responsáveis pelo estudo, a principal
causa da diferença parece ser a interação entre a atmosfera solar e o campo magnético
terrestre. Análise feita a partir de imagens obtidas com os satélites Polar e Image mostrou
como as auroras se movem e mudam de forma, influenciadas pelo campo magnético que

112
aponta para o Sol e pelas condições dos ventos solares. Em 2002, outro estudo havia
indicado que os auroras eram reflexos uma da outra. A pesquisa também havia sido baseada
em imagens obtidas pelo Polar, que pela primeira vez mostrou, de uma única vez, as duas
auroras em movimentos sincronizados e com luminosidade semelhante. O estudo de agora
foi conduzido por cientistas da agência espacial, em parceria com pesquisadores da
Universidade de Iowa e da Universidade da Califórnia em Berkeley, e publicado na revista
Geophysical Research Letters.
Movidas pelo sol:
A porção mais externa da atmosfera solar é formada por um gás extremamente fino
e eletrificado, que é conhecido como vento solar, uma vez que “sopra” constantemente a
partir do Sol a uma velocidade de aproximadamente 400 quilômetros por segundo.
O campo magnético da Terra forma um obstáculo ao vento solar e se comprime em
uma bolha estendida conhecida como magnetosfera. É justamente essa formação que
protege o planeta do vento solar. Entretanto, algumas vezes partículas sopradas pelo Sol
conseguem penetrar nesse escudo magnético. e são justamente as colisões entre essas e as
partículas carregadas da atmosfera terrestre que emitem as luzes da aurora. No estudo
divulgado agora, os cientistas observaram a movimentação dos discos em direções opostas
em relação à orientação do campo magnético interplanetário – o campo que viaja pelo
espaço junto com o vento solar. Eles verificaram que as auroras também se moviam em
direções opostas, dependendo da variação da distância do pólo Norte magnético em direção
ao Sol. Ao seguirem as mudanças na orientação do campo magnético interplanetário, os
pesquisadores observaram que a aurora austral movia em direção ao Sol, enquanto a boreal
continuava na mesma posição. Eles acreditam que o disco se moveu porque o vento solar
foi capaz de penetrar na magnetosfera no hemisfério Sul e não no Norte. Outro ponto
surpreendente foi que as duas formações, quando observadas, estavam inclinadas em
direção ao lado do nascer do Sol. Os autores do estudo acreditam que isso possa ter sido
causado por imperfeições no campo magnético do planeta.”

Explicação das observações do novo estudo, para as imagens do satélite


IMAGE, baseado no modelo nuclear proposto:
Quando as radiações eletromagnéticas de altas velocidades chocam-se com altas
camadas da atmosfera e ao interagirem com elétrons, parte destas radiações, desviam-se e
são conduzidas pelo campo magnético terrestre para o polo sul terrestre, produzindo a
Aurora Austral, que irá penetrar no pólo, interagindo com as eletrosfera, principalmente do
Ferro e do Níquel do núcleo terrestre, produzindo de um lado do núcleo cátions e de outro
ânions, produzindo o campo magnético terrestre auto sustentável. Pelo mesmo caminho das
radiações ocorrem choques de parte destas radiações com núcleos destes minerais
ocorrendo a transformação de energia cinética das radiações em energia térmica, que é o
que mantém o interior terrestre aquecido, de modo sustentável, ao longo do tempo.
Após estas interações, as radiações saem pelo polo norte, produzindo o fenômeno da
Aurora Boreal, somente que, com velocidades diferenciadas das que penetram no polo sul
terrestre.

Excesso de radiações eletromagnéticas de altas velocidades do sol ou de


radiações eletromagnéticas cósmicas:

113
Ocorrendo ou por parte do sol, ou por parte de algum evento que emita radiações de
altas velocidades, sobre o campo magnético terrestre irá acontecer Auroras tanto Austral
como Boreal, com maior intensidade e com colorações no sentido do vermelho para o azul,
sendo que a Austral, pelo o que foi explanado, terá radiações com freqüências mais altas,
por ser o pólo sul terrestre a entrada das radiações eletromagnéticas que conseguem
penetrar na terra.

Aquecimento global:
Pelo mesmo raciocínio, estes excessos de radiações são primordiais para o
aquecimento global, já que, o interior terrestre aumentará de temperatura pela
transformação de parte desta energia cinética das radiações eletromagnéticas em energia
térmica, nas interações destas radiações com elétrons e posítrons dos núcleos atômicos, dos
elementos químicos do núcleo terrestre (principalmente, Ferro e níquel). Ocorrendo
aquecimento a mais no interior terrestre, ocorrerá aquecimento em toda a terra.

A causa do encolhimento acelerado do planeta Mercúrio e do encolhimento


lunar:
O encolhimento observado na Lua e em Mercúrio está sendo explicado como se
ambos estivessem se resfriando e com este resfriamento estariam diminuindo de tamanho e
suas superfícies formariam escarpas justamente decorrente deste resfriamento dos seus
núcleos internos, mas, se analisarmos tal evento baseado na explicação de um modelo
nuclear que possua na formação de seus prótons e nêutrons, posítrons e elétrons e que nas
interações das radiações eletromagnética de altas velocidades de giro (Radiação gama) com
estes núcleos, o que realmente está acontecendo é a perda de matéria no processo de
reflexão destas radiações.
Tanto a lua e o planeta não possuem atmosfera e todas as radiações
eletromagnéticas de alta velocidade de giro atinjam os núcleos dos elementos químicos nos
seus interiores onde são destacados elétrons e posítrons diminuindo com passar do tempo o
número de elétrons e posítrons destes núcleos atômicos e com isto a massa atômica cada
vez mais será menor por estas perdas de matéria, assim não é uma questão de resfriamento
do planeta e sim uma questão de perda de matéria e a transformação em radiação
eletromagnética (principalmente matérias do núcleo dos astros).
As radiações eletromagnéticas, tanto solares quanto cósmicas de altas velocidades
de giro (radiação gama) quando atingem núcleos atômicos com massa atômica elevada,
provocam o destaque de um elétron e um posítron e este posítron logo se choca com outro
elétron se transformando em energia eletromagnética novamente, isso significa que para
cada radiação gama que atinja núcleos atômicos massivos ocorrerá a perda de um elétron e
um posítron deste núcleo e este processo a longo prazo provocará a diminuição da matéria
do astro. Mesmo não sendo um elemento químico com massa nuclear elevada, no processo
de reflexão das radiações gama, x e ultravioleta, haverá para cada radiação incidente a
emissão de 02 radiações de mesma velocidade de giro e 01 radiação característica, nas
interações destas radiações com os posítrons e elétrons dos núcleos atômicos, ocorrendo a
diminuição de 01 elétron e de 01 posítron, também.

114
Este processo ocorre na terra em uma escala bastante inferior, já que a atmosfera
terrestre impede que tais radiações penetrem diretamente na Terra, o que ocorre é somente
pequena parte destas radiações de altas velocidades de giro (radiações gama) sejam
direcionadas para o pólo sul devido a atmosfera e o campo magnético terrestre e somente
pequena parte atravesse a terra que faz com que se preserve a quantidade de elétrons e
posítrons dos núcleos atômico de elementos químicos massivos no interior terrestre,
ocorrendo somente uma perda insignificante de matéria pela Terra.
Não se trata de resfriamento da lua e do planeta, pois do mesmo modo da terra o
aquecimento auto sustentável dos planetas não se relaciona com um núcleo planetário que é
líquido, super quente que vai com o passar do tempo resfriando, se relaciona com as
radiações eletromagnéticas que no processo de reflexão destas radiações pelos núcleos
atômicos produzam a energia no interior destes planetas, como ocorre com a terra que não
está resfriando como era de se esperar pela teoria atual.

Luiz Carlos de Almeida

115