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RELATÓRIO DE

PRÁTICA LABORATORIAL

ALUNO: Anderson Castilho Guedes RA: 1120964


PÓLO: Quirinópolis - GO
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 7
DATA: 29/08/2020 CARGA HORÁRIA: 1 hora
DISCIPLINA: Conversão de Energia.
PROFESSOR: Prof. Me. Guilherme Henrique Alves

QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA

C.H.: DATA:
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919060-1
1h 29/08/2020

INTRODUÇÃO:

Um indutor é um dispositivo essencial em equipamentos conversores de energia. É constituído


basicamente por um fio enrolado sobre um núcleo de material ferromagnético. Quando uma corrente
elétrica circula pelo enrolamento do indutor, cria-se, no núcleo, um fluxo magnético concatenado.
Pode-se afirmar que o indutor é um armazenador de energia, nessa pratica será feito a identificação da
indutância deste dispositivo.

OBJETIVOS:

Entender como se faz a estimativa do valor da indutância de um dispositivo indutor.

MATERIAL:

 Núcleo de material ferromagnético;

 Varivolt monofásico (saída: 0 a 120 V);

 Voltímetros de corrente alternada 0 a 300 V ou de 0 a 240 V;


 Amperímetros de corrente alternada 0 a 10 A;

 Retificadores monofásico 5 A.;

 Paquímetro Universal 150mm em Aço Carbono;

 Resistor de potência de 10 , 100 W;

 Cabos de ligação (banana-banana, banana-garra, banana -jacaré, garra-garra);

 Bobina 900 espiras.

METODOLOGIA:

Realizamos a montagem do circuito conforme o esquema abaixo que foi dados como modelo.

Montamos o circuito obedecendo as seguintes configurações:


Aplicamos uma tensão de 60 V, observado e anotado os valores tanto do amperímetro como do
voltímetro.

Figura 1 - Desenho esquemático para a montagem prática

Fonte: Da Silva, 2017.

RESULTADOS E DISCUSSÃO:

Os dados coletados na prática estão relacionados na tabela abaixo.


V - Tensão DC I - Corrente DC L1 - Lado 1 da seção reta L2 - Lado 2 da seção reta

(V) (A) do núcleo de ferro (m) do núcleo de ferro (m)

54.5 2,49 0,11 0,13

Tabela 1 – Tabela preenchida.

Fonte: Da Silva, 2017.

Figura 2 - Dimensionamento do núcleo de ferromagnético.

Fonte: Da Silva, 2017.

Tivemos os seguintes questionamentos solicitados pelo relatório:

a) Calcular os possíveis valores de relutância do circuito magnético.

𝑙
A equação da relutância é dada por: ℜ = 𝜇𝐴

onde
ℜ → Relutância
l → É o comprimento do elemento em metros;
𝜇 → É a permeabilidade do material em que μr é a permeabilidade relativa do
material e μ0 é a permeabilidade magnetica do vácuo;
A → área da seção transversal do circuito em metros quadrado.
b) No experimento temos que:
𝑙 = 0,081𝑚 + 0,101𝑚 ⟹ 𝑙 = 0,182𝑚
𝑊𝑏
𝜇 = μr ∗ μ0 ⟹ 𝜇 = 4000 ∗ 4𝜋 ∗ 10−7 ⟹ 𝜇 = 5,026 ∗ 10−3
𝐴𝑚
𝐴 = 0,029𝑚 ∗ 0,029𝑚 ⟹ 𝐴 = 0,000841𝑚2
𝑙 0,182
Aplicando os valores na equação: ℜ = 𝜇𝐴 ⇒ ℜ = 5,026∗10−3∗8,41∗10−4 ⇒ 43049.34 Ae/Wb

c) Calcular os possíveis valores do fluxo magnético Ø.


Igualando as equações da força magnetomotriz tem-se:
𝑁𝑖
𝐹𝑀𝑀 = 𝑁𝑖, 𝐹𝑀𝑀 = ℜ∅ ⟹ 𝑁𝑖 = ℜ∅ ⟹ ∅ = ℜ

A corrente medida foi de 2,49A


onde
ℜ → Relutância
l → É o comprimento do elemento em metros;
𝜇 → É a permeabilidade do material em que μr é a permeabilidade relativa do
material e μ0 é a permeabilidade magnetica do vácuo;
A → área da seção transversal do circuito em metros quadrado.
U → Tensão elétrica;
I → Corrente elétrica;
N → Numero de espiras.

No experimento temos que:


𝑁𝑖 900∗2,49
∅= ℜ
⟹ Ae ⟹ ∅ = 52,05 𝑚𝑊𝑏
43049,34
Wb

d) Calcular os possíveis valores para a densidade fluxo magnético B.


Para encontrar o valor da densidade de fluxo magnético basta aplicar a equação abaixo já que
os valores de fluxo magnético e área já foram encontrados.
∅ 52,05 ∗ 10^ − 3
𝐵= ⟹𝐵= ⟹ 𝐵 = 61,89𝑇
𝐴 8,41 ∗ 10−4
e) Calcular os possíveis valores para a indutância do indutor.

𝑁∅ 900 ∗ 52,05 ∗ 10^ − 3


𝐿= ⟹𝐿= ⟹ 𝐿 = 18,81 𝐻
𝑖 2,49

CONCLUSÃO:

Ao concluirmos a pratica verificamos a possibilidade, de encontrar o valor da indutância de qualquer


indutor através de cálculos básicos, observamos que o número de espiras influencia diretamente nos
valores do fluxo magnético e indutância, logo esse valor é de suma importância ser conhecido. Temos
uma grande semelhança da equação da lei de Ohms (𝑈 = 𝑅𝐼 ) com a da força magnetomotriz dada por
𝐹𝑀𝑀 = ℜ∅. Com este exercício também nos facilita pois temos a possibilidade de encontrar os valores
de densidade de fluxo magnético, corrente elétrica, e relutância. A relutância, ou resistência
magnética é de forma bem semelhante à resistência elétrica.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. ROTEIRO DE PRÁTICA LABORATORIAL Nº


919060-1. In: DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. Conversão de Energia. 2017. Roteiro
de prática (Graduação) - Uniube, [S. l.], 2017.
RELATÓRIO DE
PRÁTICA LABORATORIAL

ALUNO: Anderson Castilho Guedes RA: 1120964


PÓLO: Quirinópolis - GO
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 7
DATA: 29/08/2020 CARGA HORÁRIA: 1 hora
DISCIPLINA: Conversão de Energia.
PROFESSOR: Prof. Me. Guilherme Henrique Alves

QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA

C.H.: DATA:
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919060-2
1h 29/08/2020

INTRODUÇÃO:

Neste experimento iremos trabalhar sobre Permeabilidade Magnética que é uma grandeza magnética,
representada por µ (letra minúscula grega, lê-se “miú”), a sua unidade é H / m (henry por metro).

Se uma corrente elétrica passar numa bobine produz um campo magnético com um valor dado pela
excitação magnética ou intensidade do campo magnético H que depende da construção da bobine. Por
exemplo, numa bobine comprida (solenoide), o valor de H é dado por NI / l, em que N é o número de
espiras da bobine e l é o seu comprimento. O valor de H aumenta com N e diminui com l, para a mesma
intensidade de corrente I

OBJETIVOS:

Determinar o valor da permeabilidade relativa de material ferromagnético que compõe o núcleo de ferro
do indutor.
MATERIAL:

 Núcleo de material ferromagnético;

 Varivolt monofásico de 1 KVA/0-250V

 Voltímetros de corrente alternada 0 a 300 V ou de 0 a 240 V;

 Amperímetros de corrente alternada 0 a 10 A;

 Paquímetro Universal 150mm em Aço Carbono;

 Cabos de ligação (banana-banana, banana-garra, banana -jacaré, garra-garra);

 Bobina 900 e 600 espiras.

METODOLOGIA:

Realizaremos a montagem do circuito conforme solicitado na pratica, figura abaixo:

Figura 1 - Desenho esquemático para a montagem prática

Fonte: Da Silva, 2017.

Após a montagem do circuito iremos aplicar uma tensão de 110 V, observado e anotado os valores tanto
do amperímetro como do voltímetro. O procedimento foi feito para uma bobina de 600 e de 900 espiras.
RESULTADOS E DISCUSSÃO:

Foram nos dado algumas informações para que pudéssemos utilizar nas resoluções das práticas, tais
informações estão relacionadas na tabela abaixo.

Tabela 2 - preenchida para Bobina de 900 espiras

Fonte: Da Silva, 2017.

Tabela 3 –- preenchida para Bobina de 600 espiras

Fonte: Da Silva, 2017.

Figura 4 - Dimensionamento do núcleo de ferromagnético

Fonte: Da Silva, 2017.


___> Junto com o roteiro de pratica foi nos solicitado alguns cálculos conforme abaixo:

a) Utilizando as medições contidas nas tabelas 2 e 3, os alunos (nos mesmos grupos), devem executar os
seguintes cálculos (tanto para a bobina de 900 espiras, quanto para a bobina de 600 espiras):

___> Calcular a indutância do indutor.


𝑙
A equação da relutância é dada por: ℜ = 𝜇𝐴

___> Legenda de Dados:

ℜ → 𝑅𝑒𝑙𝑢𝑡â𝑛𝑐𝑖𝑎
l → É 𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑜 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠;
𝜇 → É 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑜 𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑒𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝜇𝑟 é 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑑𝑜
𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑒 𝜇0 é 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑚𝑎𝑔𝑛𝑒𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑜 𝑣á𝑐𝑢𝑜;
𝐴 → á𝑟𝑒𝑎 𝑑𝑎 𝑠𝑒çã𝑜 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑣𝑒𝑟𝑠𝑎𝑙 𝑑𝑜 𝑐𝑖𝑟𝑐𝑢𝑖𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜.

Cálculos:

𝑙 = 0,081𝑚 + 0,101𝑚 ⟹ 𝑙 = 0,182𝑚


𝑊𝑏
𝜇 = 𝜇𝑟 ∗ 𝜇0 ⟹ 𝜇 = 4000 ∗ 4𝜋 ∗ 10−7 ⟹ 𝜇 = 5,026 ∗ 10−3
𝐴𝑚
𝐴 = 0,029𝑚 ∗ 0,029𝑚 ⟹ 𝐴 = 0,000841𝑚2

Aplicando os valores na equação:

𝑙 0,182
ℜ = 𝜇𝐴 ℜ = 5,026∗10−3 ∗8,41∗10−4 ≫> 43049.34 𝐴𝑒/𝑊𝑏

𝑁2
A indutância pode ser expressa por 𝐿 = ℜ
⟹:
___> Para a bobina de 600 espiras:

6002
𝐿= = 8,36 𝐻
43049.34

___> Para a bobina de 900 espiras:

9002
𝐿= = 18,81 𝐻
43049.34

___> Calcular o fluxo magnético Ø.

___ > 𝐿𝑒𝑔𝑒𝑛𝑑𝑎 𝑑𝑒 𝐷𝑎𝑑𝑜𝑠:

ℜ → 𝑅𝑒𝑙𝑢𝑡â𝑛𝑐𝑖𝑎
l → É 𝑜 𝑐𝑜𝑚𝑝𝑟𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑑𝑜 𝑒𝑙𝑒𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠;
𝜇 → É 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑑𝑜 𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑒𝑚 𝑞𝑢𝑒 𝜇𝑟 é 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑙𝑎𝑡𝑖𝑣𝑎 𝑑𝑜
𝑚𝑎𝑡𝑒𝑟𝑖𝑎𝑙 𝑒 𝜇0 é 𝑎 𝑝𝑒𝑟𝑚𝑒𝑎𝑏𝑖𝑙𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑚𝑎𝑔𝑛𝑒𝑡𝑖𝑐𝑎 𝑑𝑜 𝑣á𝑐𝑢𝑜;
𝐴 → á𝑟𝑒𝑎 𝑑𝑎 𝑠𝑒çã𝑜 𝑡𝑟𝑎𝑛𝑠𝑣𝑒𝑟𝑠𝑎𝑙 𝑑𝑜 𝑐𝑖𝑟𝑐𝑢𝑖𝑡𝑜 𝑒𝑚 𝑚𝑒𝑡𝑟𝑜𝑠 𝑞𝑢𝑎𝑑𝑟𝑎𝑑𝑜.
𝑈 → 𝑇𝑒𝑛𝑠ã𝑜 𝑒𝑙é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎;
𝐼 → 𝐶𝑜𝑟𝑟𝑒𝑛𝑡𝑒 𝑒𝑙é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎;
𝑁 → 𝑁𝑢𝑚𝑒𝑟𝑜 𝑑𝑒 𝑒𝑠𝑝𝑖𝑟𝑎𝑠.

Cálculos:

𝑁∅ 𝐿∗𝑖
𝐿= ⟹∅=
𝑖 𝑁

A corrente medida foi de 132 mA para a bobina de 600 espiras, então:

𝐿∗𝑖 8,36 ∗ 132 ∗ 10−3


∅= ⟹∅= ⟹ 1,84 ∗ 10−3 𝑊𝑏
𝑁 600
A corrente medida foi de 56,5 mA para a bobina de 900 espiras, então:

𝐿∗𝑖 8,36 ∗ 56,5 ∗ 10−3


∅= ⟹∅= ⟹ 0,525 ∗ 10−3 𝑊𝑏
𝑁 900

___> Calcular a densidade de fluxo B .


Para encontrar o valor da densidade de fluxo magnético basta aplicar a equação 𝐵 = 𝐴 já que os
valores de fluxo magnético e área já foram encontrados.

Para a bobina de 600 espiras


1,84 ∗ 10−3
𝐵= = 2,19𝑇
8,41 ∗ 10−4

Para a bobina de 900 espiras


1,84 ∗ 10−3
𝐵= = 3,50𝑇
0,525 ∗ 10−3

𝜇
___> Determinar a permeabilidade relativa μr do material ferromagnético 𝜇𝑟 = 𝜇 que constitui o
0

núcleo do indutor.

4000
𝜇𝑟 = = 3,18 ∗ 109
4𝜋 ∗ 10−7
CONCLUSÃO:

Ao final desse experimento ficou evidente que a permeabilidade relativa do material ferromagnético que
constitui o núcleo do indutor. Esta permeabilidade se dá em função da relação entre a permeabilidade
relativa e a permeabilidade do vácuo, como pôde ser observado no item d do quadro de resultados e
discussões. O valor encontrado pode categorizar o tipo de material: se a permeabilidade for menor que
um (μ < 1) o material é diamagnético, se μ > 1 então o material é paramagnético, e no caso do
experimento, se a permeabilidade é muito maior que um (μ ≫ 1) o material é ferromagnético.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. ROTEIRO DE PRÁTICA LABORATORIAL Nº


919060-1. In: DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. Conversão de Energia. 2017. Roteiro de
prática (Graduação) - Uniube, [S. l.], 2017.
RELATÓRIO DE
PRÁTICA LABORATORIAL

ALUNO: Anderson Castilho Guedes RA: 1120964


PÓLO: Quirinópolis - GO
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 7
DATA: 29/08/2020 CARGA HORÁRIA: 1 hora
DISCIPLINA: Conversão de Energia.
PROFESSOR: Prof. Me. Guilherme Henrique Alves

QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA

C.H.: DATA:
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919060-4
1h 28/08/2020

INTRODUÇÃO:

Temos em nossas residências equipamentos que para funcionarem precisam de um nível de tensão
baixa, claro se compararmos com os níveis de tensão que são gerados nas UHE’s, PCH’s e ate mesmo
se compararmos com os níveis que a distribuidora coloca nas redes de distribuição. Geralmente temos
nas Geradoras e Distribuidoras níveis de tensão em quilovolts, acontece que nas nossas residências
utilizamos algo em torno de 220V/127V, então se faz necessário o uso de transformadores para
abaixar ou elevar os níveis de tensões. No entanto o transformador não será necessariamente utilizado
somente para rebaixar ou elevar níveis de tensão, pode ser utilizado para outras finalidades como
efetuar o casamento de impedância para que seja possível a máxima transferência de potência. Nessa
pratica iremos trabalhar esse componente do sistema elétrico.

OBJETIVOS:

1. Verificar a relação entre as correntes do primário e do secundário de um transformador;


2. Verificar a relação entre as tensões do primário e do secundário de um transformador.
MATERIAL:

 Núcleo de material ferromagnético;

 Varivolt monofásico de 1 KVA/0-250V

 Voltímetros de corrente alternada 0 a 300 V ou de 0 a 240 V;

 Amperímetros de corrente alternada 0 a 10 A;

 Interruptor on-off (pode ser um disjuntor maior ou igual a 10 A);

 Cabos de ligação (banana-banana, banana-garra, banana -jacaré, garra-garra);

 Bobina 900 e 600 espiras.

 Resistor de potência de 200 W e 200 

METODOLOGIA:

Para realizarmos esta prática iremos utilizar esse modelo de circuito foi dado pela nossa prática como
esquema.

Figura 1 - Desenho esquemático para a montagem prática

Fonte: Da Silva, 2017.


Para as resoluções de tensões tanto do primário como do secundário iremos utilizar a seguinte
𝐸1 𝑁1
Fórmula = =𝛼
𝐸2 𝑁2

___> Dados:

- 𝐸1 e 𝐸2 são as tensões induzidas nos enrolamentos do primário e do secundário, respectivamente.


- N1 é o número de espiras do primário
- N2 é o número de espiras do enrolamento do secundário
- a é a relação de transformação

Para as resoluções de corrente tanto do primário como do secundário iremos utilizar a seguinte
𝐼 𝑁 1
Fórmula 𝐼1 = 𝑁2 = 𝛼
2 1

___> Dados:

- I1 é a corrente que circula no enrolamento primário


- I2 é a corrente que circula no enrolamento do secundário.

𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜−𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜


Para o erro utilizar a seguinte fórmula 𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%|
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜

Para realizar o experimento, deverá ser montado um circuito conforme o esquema mostrado na figura 1.

Será utilizado como carga um resistor de 200  e 200 W. O circuito deverá ser provido de uma chave
CH2, que poderá ser aberta ou fechada. Em seguida, deverá ser aplicada uma tensão senoidal de
frequência 60 Hz no enrolamento do primário e deverá ser utilizado um varivolt para ajustar o nível
da tensão do primário em 100 V

RESULTADOS E DISCUSSÃO:

Iremos dar inicio na montagem do experimento, realizando todas as medições e cálculos que oram
solicitados pela pratica.
Figura 2 - Montagem dos componentes e equipamentos

Figura 3 - Valores da Medição

Tabela 1- Dados Transformador abaixador com a chave CH2 aberta

Tabela 2 - Dados Transformador abaixador com a chave CH2 fechada


Tabela 3 - Dados Transformador elevador com a chave CH2 aberta

Tabela 4 - Dados Transformador elevador com a chave CH2 fechada

Figura 4 - Dimensionamento do núcleo de ferromagnético

Cálculos e resoluções das atividades propostas:


__> Transformador abaixador com a chave CH2 aberta

Relação de transformação: N1 = 900, N2 = 600,

𝑁1 900
=𝑎 =𝑎 𝟏, 𝟓
𝑁2 600

𝐸1 𝑁 100
= 𝑁1 = 𝑎 ⟹ = 1,5 𝐸2 = 𝟔𝟔, 𝟔𝟕 𝐕
𝐸2 2 𝐸2

Valor medido: 62,5V (tabela1)


Calculo do erro:
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 − 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%|
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜
66,67 − 62,5
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%| ⟹ 𝐸𝑟𝑟𝑜% = 𝟔, 𝟐𝟒%
66,67

__> Transformador abaixador com a chave CH2 fechada

Relação de transformação: N1 = 900, N2 = 600,

𝑁1 900
=𝑎 =𝑎 𝟏, 𝟓
𝑁2 600

𝐼1 1 193,5 1
=𝑎⟹ = 1,5 ⟹ 𝐼2 = 290,25𝑚𝐴
𝐼2 𝐼2

Valor medido: I2 = 260mA (tabela 2)


Calculo do erro:

𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 − 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜


𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%|
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜
290,25 − 260
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%| ⟹ 𝐸𝑟𝑟𝑜% = 𝟏𝟎, 𝟒𝟐%
290,25
__> Transformador elevador com a chave CH2 aberta

Relação de transformação: N1 = 900, N2 = 600,

𝑁1 600
=𝑎 =𝑎 𝟎, 𝟔𝟔𝟕
𝑁2 900

𝐸1 𝑁 100
= 𝑁1 = 𝑎 ⟹ = 0,667 ⟹ 𝐸2 = 𝟏𝟒𝟗, 𝟗𝟑 𝐕
𝐸2 2 𝐸2

Valor medido: E2 = 142,5V (tabela 3)

Calculo do erro:
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 − 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%|
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜
149,93 − 142,5
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%| ⟹ 𝐸𝑟𝑟𝑜% = 𝟒, 𝟗𝟓%
149,93

__> Transformador elevador com a chave CH2 fechada

Relação de transformação: N1 = 900, N2 = 600,

𝑁1 600
=𝑎 =𝑎 𝟎, 𝟔𝟔𝟕
𝑁2 900

𝐼1 1 720𝑚𝐴 1
=𝑎⟹ = 0,667 ⟹ 𝐼2 = 480,24𝑚𝐴
𝐼2 𝐼2

Valor medido: I2 = 440mA (tabela 4)

Calculo do erro:
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜 − 𝑣𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑚𝑒𝑑𝑖𝑑𝑜
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%|
𝑉𝑎𝑙𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑙𝑐𝑢𝑙𝑎𝑑𝑜
480,24 − 440
𝐸𝑟𝑟𝑜% = | × 100%| ⟹ 𝐸𝑟𝑟𝑜% = 𝟖, 𝟑𝟖%
480,24
CONCLUSÃO:

A relação de transformação é uma relação entre as espiras do enrolamento primário e secundário,


pôde ser verificado que quando a relação for maior que um, trata-se de um transformador abaixador e
quando a relação foi menor que 1 tem-se um transformador elevador. No experimento ainda foi
possível encontrar o erro do valor calculado com o valor medido, a maior discrepância se deu no
segundo experimento com um erro de 10,42% para a corrente I 2, transformador abaixador. Nos
experimentos com corrente I2 = 0 a chave permaneceu aberta após a energização do circuito
deixando-o aberto com apenas diferença de potencial e sem nível de corrente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. ROTEIRO DE PRÁTICA LABORATORIAL Nº


919060-1. In: DA SILVA , Prof. Dr. Antônio Manoel Batista. Conversão de Energia. 2017. Roteiro
de prática (Graduação) - Uniube, [S. l.], 2017.
RELATÓRIO DE
PRÁTICA LABORATORIAL

ALUNO: Anderson Castilho Guedes RA: 1120964


PÓLO: Quirinópolis - GO
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 7
DATA: 12/09/2020 CARGA HORÁRIA: 1 hora
DISCIPLINA: Conversão de Energia.
PROFESSOR: Prof. Me. Guilherme Henrique Alves

QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA

C.H.: DATA:
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919060-5
1h 12/09/2020

INTRODUÇÃO:

O transformador de núcleo de ferro é um dispositivo de grande utilidade para os circuitos elétricos.


Eles são aplicados para casamento de impedância, aterramento galvânico e, principalmente, para
ajuste de tensão entre os circuitos elétricos. A relação de transformação (a), entre as tensões do
primário e do secundário, é estabelecida pela expressão 1, onde E1 e E2 são as tensões induzidas nos
enrolamentos do primário e do secundário, respectivamente, enquanto N1 é o número de espiras do
primário e N2 o número de espiras do enrolamento do secundário

OBJETIVOS:

1. Verificar o comportamento do transformador com a inserção de carga, desde a condição a


vazio até uma condição de carga e de sobrecarga.
MATERIAL:

Item Denominação, tipo e capacidades.


Quant.
1 1 Transformador monofásico ou transformador trifásico (uso de uma fase)
2 1 Varivolt monofásico de 1 KVA/0-250V
3 1 Medidor de fator de potência monofásico (cossifímetro)
4 2 Voltímetros de corrente alternada 0 a 300 V ou de 0 a 240 V
5 2 Amperímetros de corrente alternada 0 a 10 A
6 4 Lâmpadas incandescentes 150 W, 220 V
7 4 Lâmpadas incandescentes 150 W, 127 V
8 1 conj. Cabos de ligação (banana-banana, banana- garra, banana-jacaré, garra-garra).
9 1 Medidor de fator de potência - cosφ

METODOLOGIA:

Para realizarmos esta prática iremos utilizar esse modelo de circuito foi dado pela nossa prática como
esquema.

Figura 1 - Desenho esquemático para montagem do experimento

Para as resoluções de tensões tanto do primário como do secundário iremos utilizar a seguinte
𝐸 𝑁
Fórmula 𝐸1 = 𝑁1 = 𝛼
2 2
___> Dados:

- 𝐸1 e 𝐸2 são as tensões induzidas nos enrolamentos do primário e do secundário, respectivamente.


- N1 é o número de espiras do primário
- N2 é o número de espiras do enrolamento do secundário
- a é a relação de transformação

Para as resoluções de corrente tanto do primário como do secundário iremos utilizar a seguinte
𝐼 𝑁 1
Fórmula 𝐼1 = 𝑁2 = 𝛼
2 1

___> Dados:

- I1 é a corrente que circula no enrolamento primário


- I2 é a corrente que circula no enrolamento do secundário.

RESULTADOS E DISCUSSÃO:

Iremos dar inicio na montagem do experimento, realizando todas as medições e cálculos que oram
solicitados pela pratica.

Figura 2 - Equipamentos e instrumentos para pratica

Com o circuito montado, iniciamos o passo a passo do roteiro para responder todos os
questionamentos solicitados.
Preenchimento das tabelas:

Tabela 1 - Dados do Transformador

Tabela 2 - Equipamentos e Instrumentos utilizados

Figura 3 - Carga a 20% (uma lâmpada de 60W)


Figura 5 - Carga a 70% (duas lâmpadas de 100 W e uma lâmpada de 150 W)

Figura 4 - Carga a 100% (duas lâmpadas de 150 W e duas lâmpadas de 100 W)

Figura 6 - Carga a 120% (duas lâmpadas de 150 W e três lâmpadas de 100 W)


Tabela 3 - Dados medidos na pratica

___> Cálculos e Resoluções:

1. Completar a Tabela 3 com os valores de potência de entrada e de rendimento do transformador


para as condições de carga da tabela (0%, 25%, 50%, 75%, 100% e 125% da carga nominal).

____> Fórmula: 𝑃 = 𝑉 × 𝐼 − (𝑊)

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (0%) = 187 × 0 − −→ 𝑃1 (0%) = 0

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (20%) = 195 × 0,55 − −→ 𝑃1 (20%) = 107.25 𝑊

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (52%) = 212 × 1,3 − −→ 𝑃1 (52%) = 275.60 𝑊

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (70%) = 220 × 1,75 − −→ 𝑃1 (70%) = 385.00 𝑊

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (100%) = 220 × 2,35 − −→ 𝑃1 (100%) = 517.00 𝑊

𝑃1 = 𝑉1 × 𝐼1 𝑃1 (125%) = 220 × 2,35 − −→ 𝑃1 (100%) = 517.00 𝑊

𝑃2
____> Para calcularmos o fator de Rendimento: 𝜂% = × 100 − (%)
𝑃1
0
𝜂% = × 100 − (0%)
0

101.20
𝜂% = × 100 − (94,359%)
107.25

264
𝜂% = × 100 − (95,791%)
275.60

332.25
𝜂% = × 100 − (86,558%)
385

407.68
𝜂% = × 100 − (78.885%)
517

436.80
𝜂% = × 100 − (84.487%)
517

Tabela 3 Preenchida.

Valores medidos Valores calculados


Carga
𝑉1 (𝑉) 𝐼1 ( ) 𝑉2 (𝑉) 𝐼2 ( ) 𝑃2 (𝑊) 𝑃1 (𝑊) 𝜂%
0% 187 0 1 220 0 0 0 0
20% 195 0.55 1 220 0.46 101.20 107.25 94.359
52% 212 1.3 1 220 1.2 264.00 275.56 95.791
70% 220 1.75 1 215 1.55 333.25 385 86.558
100% 220 2.35 1 196 2.08 407.68 517 78.885
125% 220 2.35 1 182 2.4 436.80 517 84.487

Tabela 3 - Preenchida conforme pedido no relatório


a) Plotar um gráfico mostrando a variação do rendimento em função da carga.

120.00%

100.00%

80.00%

60.00%

40.00%

20.00%

0.00%
0.00% 20.00% 52.00% 70.00% 100.00% 125.00%
Rendimento 0.00% 94.36% 95.79% 86.56% 78.89% 84.49%

b) Plotar um gráfico mostrando a variação da tensão no secundário do transformador em função da


carga.

250.0

200.0

150.0

100.0

50.0

0.0
0,00 101.20 264.00 333.25 407.68 436.80
c) Plotar um gráfico mostrando a variação da corrente no secundário do transformador em função da
carga.

3.00

2.50

2.00

1.50

1.00

0.50

0.00
0.00 101.20 264.00 333.25 407.68 436.80

CONCLUSÃO:

Através do experimento medimos a corrente, fator de potência, tensão de entrada, potência e obteve-
se com os cálculos o rendimento. Ao variar a carga (lâmpadas de 60W, 100W e 150W) verificou-se a
oscilação das grandezas elétricas. Conclui-se então que a potência de entrada (517W), bem como a
corrente (2.35A), nesse experimento, não se alterou após atingir o valor nominal. Observou-se ainda
que outro valor que se manteve constante foi o fator de potência devido a carga utilizada ser resistiva.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CARVALHO, G. Máquinas Elétricas - Teoria e ensaios. 4. ed. São Paulo: Érica, 2011.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: PHB, 1991.
FITZGERALD, A. E. Máquinas Elétricas, 6a. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
KOSOW, I. L. Máquinas Elétricas e Transformadores. 15. ed. Rio de Janeiro: Globo, 2005.
MARTIGNONI, A. Ensaios de Máquinas Elétricas. 2. ed. São Paulo: Globo, 1979.
OLIVEIRA, J. C.; GOGO, J. R.; ABREU, J. P. G. Transformadores – Teoria e Ensaios. 2. ed. São
Paulo: Edgard Blücher, 2006.
RELATÓRIO DE
PRÁTICA LABORATORIAL

ALUNO: Anderson Castilho Guedes RA: 1120964


PÓLO: Quirinópolis - GO
CURSO: Engenharia Elétrica ETAPA: 7
DATA: 12/09/2020 CARGA HORÁRIA: 2 hora
DISCIPLINA: Conversão de Energia.
PROFESSOR: Prof. Me. Guilherme Henrique Alves

QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA

C.H.: DATA:
PRATICA LABORATORIAL Nº: 919060-6
2h 12/09/2020

INTRODUÇÃO:

Nesta ultima pratica iremos trabalhar subordinado ao tema Ensaio a vazio e de curto circuito de um
transformador monofásico. Com este ensaio obtemos dados e parâmetro para cálculos de
magnetização do transformador obtém também valores de tensão, corrente e potencia que um
transformador consome a vazio, isso em um chão de fabrica é muito importante para determinamos a
proteção do transformador, podemos calcular também a potencia aparente (S0) entre outros dados de
suma importância.

OBJETIVOS:

1. Compreender como se obtém parte dos parâmetros necessários à elaboração do circuito


equivalente de um transformador monofásico com núcleo de ferro
MATERIAL:

Item Quant. Descrição


1 1 Transformador monofásico ou transformador trifásico (uso de uma fase)
2 1 Varivolt monofásico de 1 KVA/0-250V
3 1 Watímetro monofásico 1kW/220v/5A
4 1 Voltímetros de corrente alternada 0 a 300 V ou de 0 a 240 V
5 1 Amperímetros de corrente alternada 0 a 10 A
6 1 conj. Cabos de ligação (banana-banana, banana-garra, banana -jacaré, garra-garra)
Tabela 1 - Relação de equipamentos e instrumentos

METODOLOGIA:

Para realizarmos esta prática iremos utilizar dois modelos de circuito que foi dado pela nossa prática
como esquema.

Figura 2 - Montagem para ensaio a vazio

Figura 1 - Montagem para ensaio de curto-circuito


Da mesma maneira que do ensaio a vazio, no ensaio em curto-circuito obtém-se a tensão, a corrente e
a potência consumida durante o ensaio. Com esses dados é possível calcular os demais parâmetros do
circuito equivalente, tais como: a resistência do enrolamento do primário (R1 ) e do secundário (R 2 ), e
as reatâncias de dispersão (também do primário e do secundário – X1 e X2 ).

RESULTADOS E DISCUSSÃO:

Iremos dar inicio na montagem do experimento, realizando todas as medições e cálculos que oram
solicitados pela pratica.

Tabela 3 - Dados de placa do transformador

Tabela 2 - Equipamentos e Instrumentos utilizados


Figura 3 - Montagem do ensaio a vazio - Medição de tensão

___> Cálculos:

Tabela 4 - Dados levantados na prática ensaio a vazio

a) Com as medições efetuadas no ensaio a vazio (Tab. 2), calcular a potência aparente (S0), o fator
de potência a vazio (cosφo), a corrente de perdas (Ip) e a corrente de magnetização (Imag).

𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐒𝟎 = 𝐕𝟎 × 𝐈𝟎

𝑆0 = 24 × 0,3125 𝑆0 = 7,5𝑉𝐴

𝐰𝟎
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐂𝐎𝐒𝛗𝟎 =
𝐒𝟎

7,5
𝐶𝑂𝑆𝜑0 = 𝐶𝑂𝑆𝜑0 = 1
7,5
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐈𝒑𝒆𝒓𝒅𝒂𝒔 = 𝐈𝟎 × 𝑪𝑶𝑺𝝋𝟎

𝐼𝑝𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 = 0,3125 × 1 𝐼𝑝𝑒𝑟𝑑𝑎𝑠 = 0,3125𝐴

𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐈𝒎𝒂𝒈 = 𝐈𝟎 × 𝑺𝑬𝑵𝝋𝟎

𝐼𝑚𝑎𝑔 = 0,3125 × 0 𝐼𝑚𝑎𝑔 = 0

b) Com esses valores já calculados, calcular agora os parâmetros do ramo de magnetização (RM e
XM). Inserir esses parâmetros na Tabela 4.
𝐕𝟎
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐑𝐌 = (𝛀)
𝑰𝒑𝒆𝒓𝒅𝒂𝒔

24
𝑅𝑀 = 𝑅𝑀 = 76,800Ω
0,3125

𝐕𝟎
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐗𝐌 = (𝛀)
𝑰𝒎𝒂𝒈

24
𝑋𝑀 = 𝑋𝑀 = 0Ω
0

R1 X1 R2 X2 RM XM
7.400Ω 3.750Ω 7.400Ω 3.750Ω 76.800Ω 0Ω

Tabela 5 - Valores dos parâmetros do circuito equivalente

c) Em seguida, com as medições efetuadas no ensaio de curto-circuito (Tab. 3), calcular os demais
parâmetros do circuito equivalente (𝑅1 , 𝑋1 , 𝑅2 e 𝑋2 ), inserindo esses valores na Tabela 4.
Figura 4 - Montagem de ensaio de curto-circuito

Tabela 6 - Dados levantados na pratica de curto-circuito

𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐒𝒄𝒄 = 𝐕𝒄𝒄 × 𝑰𝒄𝒄 (𝑽𝑨)

S𝑐𝑐 = 13 × 0,78 S𝑐𝑐 = 10.140 𝑉𝐴

𝐖𝒄𝒄
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐂𝐎𝐒𝝋𝒄𝒄 =
𝑺𝒄𝒄

9
COS𝜑𝑐𝑐 = COS𝜑𝑐𝑐 = 0.888
10.140

𝐕𝒄𝒄
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐙𝒄𝒄 = (𝛀)
𝑰𝒄𝒄

13
Zcc = Zcc = 16.667 Ω
0,78

𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐑 𝒄𝒄 = 𝒁𝒄𝒄 × 𝐂𝐎𝐒𝝋𝒄𝒄 (𝛀)

R cc = 16.667 × 0.888 R cc = 14.800 Ω


𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐗 𝒄𝒄 = 𝒁𝒄𝒄 × 𝐒𝐄𝐍𝝋𝒄𝒄 (𝛀)

Xcc = 16.667 × 0.45 Xcc = 7.500 Ω

𝐑 𝒄𝒄
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐑𝟏 = (𝛀)
𝟐

14.800
𝑅1 = 𝑅1 = 7.400 𝛺
2

𝑿𝒄𝒄
𝐅ó𝐫𝐦𝐮𝐥𝐚: 𝐗𝟏 = (𝛀)
𝟐

7.500
𝑋1 = 𝑋1 = 3.750 𝛺
2

𝑅1 = 𝑅2

𝑋1 = 𝑋2

CONCLUSÃO:

Como pode ser observado no quadro resultados e discussões devido a corrente de magnetização ser
zero consequentemente a reatância também é zero. No ensaio em curto circuito obtiveram-se através
dos instrumentos os dados de tensão (Vcc), corrente (Icc) e potência ativa (Vcc) foram obtidos.
Ademais nos transformadores convencionais a reatância do enrolamento do lado de alta tensão é igual
à resistência do enrolamento do lado de baixa tensão, refletida para o lado de alta bem como a
reatância.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CARVALHO, G. Máquinas Elétricas - Teoria e ensaios. 4. ed. São Paulo: Érica, 2011.
DEL TORO, V. Fundamentos de Máquinas Elétricas. Rio de Janeiro: PHB, 1991.
FITZGERALD, A. E. Máquinas Elétricas, 6a. ed. Porto Alegre: Bookman, 2006.
KOSOW, I. L. Máquinas Elétricas e Transformadores. 15. ed. Rio de Janeiro: Globo, 2005.
MARTIGNONI, A. Ensaios de Máquinas Elétricas. 2. ed. São Paulo: Globo, 1979.
OLIVEIRA, J. C.; GOGO, J. R.; ABREU, J. P. G. Transformadores – Teoria e Ensaios. 2. ed. São
Paulo: Edgard Blücher, 2006.

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