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SIMULADO 3º ANO – FILOSOFIA E TRABALHO

ROTEIRO:

Capitalismo

Analise marxista do trabalho e capital

Trabalho, mais-valia e mercado.

1) O capitalismo vê a força de trabalho como mercadoria, mas é claro que não se


trata de uma mercadoria qualquer. Ela é capaz de gerar valor. [...] O operário é o
indivíduo que, nada possuindo, é obrigado a sobreviver da sua força de trabalho”

(COSTA, 2005).

Segundo Karl Marx, a força de trabalho é alugada ou comprada por meio

a) da Mais-valia.

b) do Lucro.

c) do Salário.

d) da Alienação.

e) das Relações políticas.

2) Leia o trecho e veja a imagem a seguir:

“… Um operário desenrola o arame, o outro o endireita, um terceiro corta, um quarto o afia nas
pontas para a colocação da cabeça do alfinete; para fazer a cabeça do alfinete requerem-se 3 ou
4 operações diferentes; …”

(SMITH, Adam. A Riqueza das Nações. Investigação sobre a sua Natureza e suas Causas. Vol.
I. São Paulo: Nova Cultural, 1985).
A respeito do texto e do quadrinho são feitas as seguintes afirmações:

I. Ambos retratam a intensa divisão do trabalho, à qual são submetidos os perários.

II. O texto refere-se à produção informatizada e o quadrinho, à produção artesanal.

III. Ambos contêm a idéia de que o produto da atividade industrial não depende do
conhecimento de todo o processo por parte do operário.

Dentre essas afirmações, apenas

a) I está correta.

b) II está correta.

c) III está correta.

d) I e II estão corretas.

e) I e III estão corretas.

3) Sobre o conceito de mais-valia relativa, marque a afirmação correta:

a) Mais-valia relativa configura-se quando o dono do capital consegue aumentar a capitação de


excedente de produção mediante o avanço tecnológico.
b) Mais-valia relativa é um conceito que faz referência à condição precária do trabalhador
industrial.

c) Mais-valia relativa configura-se quando o dono dos meios de produção recolhe o excedente
de produção.

d) Mais-valia relativa configura-se quando o capitalista aumenta o recolhimento dos excedentes


produzidos por meio do aumento da jornada de trabalho.

e) todas as alternativas estão corretas.

4) Atualmente experimentamos profundas transformações, em todas as dimensões da


sociedade, que levaram a uma reestruturação radical do setor produtivo. É uma
das CONSEQUÊNCIAS desse processo:

a) Promove-se a organização da classe trabalhadora e fortalecem-se os sindicatos, uma vez que


agora estes possuem um poder de pressão maior sobre os empresários.   
b) As empresas que passaram por um processo de reestruturação produtiva conseguiram obter
vantagens comerciais porque, ao fazerem um intenso investimento em tecnologia, reduziram
consideravelmente o desemprego tecnológico, ao mesmo tempo em que criaram mais postos de
trabalho.   
c) A fragmentação do mundo do trabalho e a prática empresarial da terceirização tendem a criar
uma rede complexa e diversificada na qual surgem novos estatutos precários de emprego e
salário.   
d) Conquistam-se novos benefícios sociais e garantem-se benefícios já conquistados, na medida
em que as empresas contratantes, ao livrarem-se dos encargos sociais e legais impostos pelo
Estado, acrescentam os valores correspondentes nos salários dos trabalhadores, a título de
incentivo.   
e) Existe uma espécie de degradação do trabalho na maioria dos setores da economia, que é
determinada, em grande medida, pelo pouco interesse que os jovens possuem em relação à sua
própria qualificação; o que nada tem a ver com os processos decorrentes da lógica do
capitalismo. 

5) Relembre o conceito de Mais-Valia e leia a música à seguir:

Tá vendo aquele edifício, moço, ajudei a levantar.


Foi um tempo de aflição, eram quatro condução,
Duas pra ir, duas pra voltar.
Hoje depois dele pronto, olho pra cima e fico tonto,
Mas chega um cidadão e me diz desconfiado:
Tu tá aí admirado, ou tá querendo roubar.
Meu domingo tá perdido, vou pra casa entristecido,
Dá vontade de beber E pra aumentar o meu tédio, eu nem posso olhar pro prédio,
Que eu ajudei a fazer.
Tá vendo aquele colégio, moço, eu também trabalhei lá.
Lá eu quase me arrebento, pus massa, fiz cimento,
Ajudei a rebocar.
Minha filha, inocente, vem pra mim toda contente
Pai quero estudar.
Mas me diz um cidadão:
Criança de pé no chão aqui não pode estudar.
Esta dor doeu mais forte.
Porque eu deixei o Norte, eu me pus a me dizer.
Lá a seca castigava, mas o pouco que eu plantava,
Tinha direito de comer.
Tá vendo aquela Igreja, moço, onde o padre diz amém.
Pus o sino e o badalo, enchi minha mão de calo,
Lá eu trabalhei também.
Lá sim, valeu a pena, tem quermesse, tem novena,
E o padre me deixa entrar.
Foi lá que Cristo me disse:
Rapaz, deixe de tolice, não se deixe amedrontar.
Fui eu que criei a terra, enchi os rios, fiz a serra, não deixei nada faltar.
Hoje o homem criou asas, e na maioria das casas,
Eu também não posso entrar”.
(Música “Cidadão”, escrita por Zé Geraldo em 1981.)

Sobre a Mais-Valia, conceito de Karl Marx, o que é correto afirmar?

a) Karl Marx não tematizou a mais-valia e, sim, afirmou que ela era própria do período
medieval, quando as pessoas viviam nos feudos medievais.
b) A mais-valia é o lucro que o burguês tem no final do mês, diferença entre receitas e despesas.
c) A mais-valia depende da capacidade administrativa de um proletário, que administra as
rendas obtidas através da exploração do seu empregado burguês.
d) Karl Marx nunca falou em mais-valia e, sim, os marxistas que, equivocadamente, atribuem a
Marx o termo.
e) É a diferença entre o valor da força de trabalho e o valor do produto do trabalho, sem a qual
não existiria o capitalismo.

6) Para Karl Marx, com a mecanização e o surgimento da fábrica, concretiza-se o


processo de trabalho propriamente capitalista, designado por maquinofatura. É
aqui que aparece o fenômeno da passagem da destreza manual para a máquina.
Aquilo que se fazia com as mãos e as ferramentas passa a ser feito gradativamente
por máquinas.
Considerando essa reflexão, é incorreto afirmar:

a) O desenvolvimento da maquinofatura chegou na atualidade à fase da automação, em que as


máquinas têm grande autonomia, pois incorporam, na sua programação, mão de obra altamente
especializada.

b) No processo produtivo capitalista, o trabalho transforma-se em mercadoria, em que o


trabalhador tem apenas a sua força de trabalho para vender, submetendo-se a um processo de
relações sociais que gera profundas desigualdades.

c) A independência do trabalhador, nas relações capitalistas de trabalho, torna-se evidente


quando se verifica como acontece a divisão do trabalho em trabalho manual e intelectual, em
quem executa e quem pensa, em quem é dominado e quem domina.

d) Nesse momento, o trabalhador não necessita mais saber fazer um produto, ele precisa saber
operar uma máquina que tem um motor e um conjunto de mecanismos, que impõe o ritmo de
trabalho.

e) Todas as alternativas estão incorretas.

7) Uma das condições imprescindíveis, em Karl Marx, para que a mercadoria como
força de trabalho possa ser vendida e comprada no mercado é:

a) A separação entre os meios de produção e o produtor direto.

b) A unidade entre o meio de produção e o produtor direto.

c) A relação entre a produção, consumo e distribuição.

d) O intercâmbio entre homem e natureza.

e) A separação entre campo e cidade.

8) De acordo com as análises de Karl Marx, a divisão social do trabalho revela duas
classes que se contrapõem. Na produção capitalista, as duas classes antagônicas
são as indicadas em

a) senhor e escravo.

b) clero e burguesia.

c) servos e senhores.

d) nobreza e burguesia.

e) burguesia e proletariado.
9) A expansão da produção capitalista, nos três primeiros quartos do século XX,
esteve assentada principalmente no modelo de organização fordista. A partir dos
anos 1970, esse modelo sofreu significativas alterações, decorrentes da dificuldade
em enfrentar, através de ganhos de produtividade, a crise que atingiu o sistema
capitalista. Impôs-se ao universo da produção a necessidade de profunda
reestruturação econômica, expressa pela introdução de novas tecnologias,
flexibilidade dos processos de trabalho, dos mercados de trabalho, dos produtos e
dos padrões de consumo. Tais mudanças foram vistas por alguns como ruptura e,
por outros, como continuidade do modelo fordista. De qualquer maneira, o mundo
do trabalho real do século XXI já não é mais o mesmo.

Sobre os impactos concretos que afetaram a produção e o trabalho no Brasil, no quadro das
transformações comentadas no texto, é correto afirmar que houve:

a) consolidação do assalariamento regulamentado, através da expansão do emprego com carteira


registrada para a totalidade dos trabalhadores.

b) fortalecimento do poder de negociação dos sindicatos e elevação contínua da renda dos


trabalhadores.

c) extinção por inteiro das formas antigas de divisão do trabalho baseada na separação entre
concepção e execução, em decorrência da alta qualificação intelectual dos trabalhadores.

d) expansão de formas alternativas de organização do trabalho (trabalho informal, doméstico,


temporário, por hora e subcontratação) em detrimento do assalariamento tradicional.

e) redução drástica das jornadas de trabalho e ampliação do tempo de lazer desfrutado pelos
trabalhadores.

10) Advém nas ocasiões e circunstâncias em que há empecilhos a uma atividade


econômica contínua, gerados pela escassez de recursos produtivos:

a) o trabalho informal.

b) o desemprego.

c) o subemprego.

d) o desemprego oculto pelo desalento.

e) um período de recessão na economia.

GABARITO:

1) C
2) E
3) A
4) C
5) E
6) C
7) A
8) E
9) C
10) D