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Matemática
Matemática

Matemática I

Aritmética em N

3

Conjunto dos Números Racionais

8

Conjunto dos Números Reais

13

Unidades de Medida

16

Cálculo Algébrico

18

Matemática Comercial

23

Função 32

Função do 1º grau

41

Função do 2º grau

46

Função Modular

51

Matemática II

Geometria Plana

Ângulo

56

Polígonos

61

Triângulo

63

Quadriláteros 67

Circunferência e Círculo Teorema de Thales Semelhança de Triângulos Relações Métricas no Triângulo Retângulo

74

70

75

78

Relações Métricas no Triângulo Retângulo 74 70 75 78 Relações Métricas num Triângulo Qualquer 80 Relações

Relações Métricas num Triângulo Qualquer 80 Relações Métricas na Circunferência 82

Área das Figuras Planas

84

num Triângulo Qualquer 80 Relações Métricas na Circunferência 82 Área das Figuras Planas 84 JOSÉ AUGUSTO

JOSÉ AUGUSTO DE MELO

Anotações

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ARITMÉTICA EM N

1- SISTEMA DE NUMERAÇÃO

Desde o momento em que o homem necessitou contar quantos elementos uma certa coleção possuía, ele se preocupou em registrar de algum modo essa contagem.

Inicialmente usou pedras, cordas, até mesmo pedaços de madeira para fazer esses registros.

Com o passar do tempo, percebeu que o uso de símbolos tornava essa tarefa mais fácil.

Foram os Hindus os criadores da representação

2- SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL

Como o nome diz, é o sistema de base 10. Utiliza os

algarismos

Baseia-se na propriedade a seguir:

“Se um algarismo está escrito à esquerda de outro, seu valor é 10 vezes mais que esse outro.”

0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9.

mais útil de todas. Usando dez símbolos, hoje representados por 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9 e algumas regras, inventaram um modo prático e eficiente de representar os números, que usamos até hoje.

, 9 são chamados algarismos.

Os símbolos 0, 1, 2,

Chamamos de sistema de numeração a todo conjunto de símbolos e regras que nos possibilita escrever qualquer número. A quantidade de símbolos usados

no sistema determina a base do sistema.

Desse modo, no número 352, o algarismo 2 vale 2 unidades, pois não está escrito à esquerda de nenhum outro, o algarismo 5 vale 50 unidades e o 3 vale 300 unidades. Como o valor do algarismo depende da posição que ele ocupa no numeral, dizemos que esse é um sistema posicional.

3- SISTEMAS DE NUMERAÇÃO EM OUTRAS BASES

A base de um sistema de numeração não precisa ser necessariamente 10. O fato de usarmos o sistema decimal é uma “fatalidade” anatômica: temos 10 dedos nas mãos. Mas nada impede de usarmos outras bases.

Assim, por exemplo, no sistema binário, ou seja, de base 2, usaríamos apenas os algarismos 0 e 1, e a propriedade:

”Se um algarismo está escrito à esquerda de outro,

seu valor é 2 vezes mais que esse outro.”

Portanto, no sistema binário, no número (111) 2 , o primeiro 1 representa 1 unidade, o segundo 1 x 2 ou seja 2 unidades e o terceiro 1 representa 1 x 2 x 2 = 4 unidades, representando portanto no sistema decimal o valor 7. De um modo geral, se b é a base do sistema e pqr representa um número desse sistema, temos:

(pqr) b = r + q . b + p . b 2

4- MUDANÇA DE BASE 4.1- Passar um número da base 10, para uma base qualquer

Regra: Para escrever um número que está no sistema decimal, num outro sistema de base b, efetuamos sucessivas divisões do número dado e dos quocientes obtidos por b, até que se encontre um quociente menor que b.

Exemplos:

a) Escreva o número 13 na base 2.

b) Escreva o número 75 na base 6.

Solução:

13 2 1 6 2 032 1 1
13
2
1
6
2
032
1
1

Solução:

75 6 3 12 6 0 2
75
6
3
12
6
0
2

Resp.: 13 = (1101) 2

Resp.: 75 = (203) 6

Observe que:

- Para formar o número, usamos os restos e o último quociente obtido.

- A leitura é feita da direita para a esquerda.

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4.2- Passar um número do sistema de base b, para o sistema decimal

Regra: Basta decompor o número dado em seus valores relativos.

Exemplos:

a) Passe para a base 10, o número (1011) 2 .

Solução:

(1011) 2 = 1 + 1 . 2 + 0 . 2 2 + 1 . 2 3 = 1 + 2 + 0 + 8 = 11

5- DIVISÃO EUCLIDEANA

b) Escreva na base 10 o número (314) 5 .

Solução:

(314) 5 = 4 + 1 . 5 + 3 . 5 2 = 4 + 5 + 75 = 84

Sejam a e b números naturais com b 0. Então, existe um único par de números naturais (q, r) tal que:

a) a = b . q + r

b) r < b

Representamos a divisão por:

a

b
b

r

q

O número a chama-se dividendo, b é o divisor, q o quociente e r é o resto. Se r = 0, dizemos que a divisão é

exata e teremos a = b . q. Nesse caso, diz-se também que a é múltiplo de b, ou a é divisível por b ou ainda b

é divisor de a.

6- NÚMEROS PRIMOS E COMPOSTOS

Definição 1: Um número natural n é primo, se ele tiver apenas dois divisores.

Definição 2: Um número natural n é composto, se n 0 e possuir mais de dois divisores.

Observe que de acordo com essa definição, os números 0 e 1 não são primos nem compostos.

Os números primos formam a sucessão

2, 3, 5, 7, 11, 13, 17, 19, 23,

que o matemático Euclides, que viveu no século III A.C., provou ter infinitos elementos.

7- TEOREMA FUNDAMENTAL DA ARITMÉTICA

Todo número composto é igual a um produto de números primos.

Quando escrevemos um número composto como um produto de números primos, nós dizemos que o número dado foi decomposto em seus fatores primos ou, ainda, que o número foi fatorado.

Exemplo: Decompor em fatores primos os números 72, 540 e 1800.

Solução:

Regra: Coloque à direita do traço vertical o menor número primo que divide o número dado. Continue procedendo do mesmo modo com os quocientes obtidos, até encontrar o quociente 1.

Veja:

72

2

36

2

18

2

93

33

1

Logo: 72 = 2 3 x 3 2

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Quando um número termina em zeros, podemos cancelá-los e substituí-los pelo produto 2 n x 5 n , onde n é a quantidade de zeros cortados. Observe:

540 2 . 5 54 2 27 3 9 3 3 3 1 1800 2
540
2 . 5
54
2
27
3
9
3
3
3
1
1800
2 2 . 5 2
18
2
9
3
3
3
1

Resp.: 540 = 2 2 . 3 3 . 5

Resp.: 1800 = 2 3 . 3 2 . 5 2

8- COMO ACHAR OS DIVISORES DE UM NÚMERO

Regra:

a) Decomponha o número em seus fatores primos.

b) Coloque à direita e acima do primeiro fator primo o número 1.

c) Multiplique os fatores primos obtidos por todos os números à direita e acima deles (valores repetidos não precisam ser colocados).

Exemplo.: Ache os divisores do número 72.

Solução:

 

1

72

2

2

36

2

4

18

2

8

9

3

3,

6, 12, 24

3

3

9, 18, 36, 72

1

9- QUANTIDADE DE DIVISORES DE UM NÚMERO

Regra:

a) Decomponha o número dado em fatores primos.

b) Acrescente uma unidade aos expoentes.

c) Multiplique as somas obtidas em b.

Exemplo.: Determine quantos divisores tem o número 60.

Solução:

60

30

2

2

3

55

1

15

Resp.: 12 divisores. 360 = 2 2 . 3 . 5. Logo o nº de divisores de 60 é n = (2 + 1) . (1 + 1) . (1 + 1) = 12

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10- REGRA GERAL DE DIVISIBILIDADE

Sejam a e b dois números, decompostos em seus fatores primos. O número a será divisível por b se ele contiver todos os fatores primos de b, com expoentes maiores ou iguais.

Exemplo.:

a) O número 2 3 . 3 2 . 7 é divisível por 3 . 7.

b) O número 3 4 . 5 2 . 7 é divisível por 3 2 . 5 2

c) O número 2 5 . 3 2 . 5 não é divisível por 2 3 . 3 5 .

d) O número 3 2 . 5 . 7 3 não é divisível por 2 . 3 . 7 2 .

11- MÁXIMO DIVISOR COMUM

Definição

Se a e b são dois números naturais, tal que um deles pelo menos é diferente de zero, chama-se maior divisor comum de a e b, e representa-se por m.d.c. (a, b), ao maior número que divide simultaneamente a e b.

Exemplo.: Se D(n) representa o conjunto dos divisores do número n, teremos:

D(8) = {1, 2, 4, 8}

D(12) = {1, 2, 3, 4, 6, 12}

Daí temos que: D(8)

2, 4, 8} D(12) = {1, 2, 3, 4, 6, 12} Daí temos que: D(8) D(12)

D(12) = {1, 2, 4}, e então m.d.c. (8, 12) = 4.

É importante observar que:

a) Se um dos números é divisível pelo outro, o menor deles será o m.d.c.

Exemplo: 36 é divisível por 12; então m.d.c. (36, 12) = 12.

b) Pode acontecer do m.d.c. (a, b) = 1. Nesse caso dizemos que a e b são primos entre si.

Exemplo: m.d.c. (4, 9) = 1, logo 4 e 9 são primos entre si.

c) Os divisores comuns a dois números são divisores do seu m.d.c.

Exemplo: O m.d.c. (54, 72) = 18. Logo os divisores comuns a 54 e 72, são os divisores de 18 ou seja, 1, 2, 3, 6, 9 e 18.

12- CÁLCULO DO M.D.C. PELA DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS

Regra:

a) Fatore os números.

b) Forme o produto com os fatores comuns aos números, tomados com o menor expoente.

Exemplo: Calcule o m.d.c. (72, 90).

Solução:

Fatorando os números, teremos:

72 = 2 3 . 3 2

90 = 2 . 3 2 . 5

Logo: m.d.c. (72, 90) = 2 . 3 2 = 18

13- CÁLCULO DO M.D.C. PELO ALGORITMO DE EUCLIDES

Daremos um exemplo. Seu professor explicará como o cálculo é feito. Seja calcular m.d.c. (228, 180).

Solução:

     

1313

 

228

180

48

36

12

48

36

12

0

 

Resp.: m.d.c. (228, 180) = 12

Tecnologia ITAPECURSOS 14- MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM
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14- MÍNIMO MÚLTIPLO COMUM

Definição

Sejam a e b dois números naturais não nulos. Chama-se mínimo múltiplo comum de a e b e representa-se por m.m.c. (a, b), ao menor dos múltiplos, não nulos, comuns aos números a e b.

Exemplo: Se M(n) representa o conjunto dos múltiplos do número natural n, então:

M(4) = {0, 4, 8, 12, 16, 20, 24, 28, 32, 36, 40,

M(6) = M(4)
M(6) =
M(4)

{0, 6, 12, 18, 24, 30, 36, 42

M(6) =

{0, 12, 24, 36,

}

}

Portanto m.m.c. (a, b) = 12

}

Observe que:

a) Se um dos números for divisível pelo outro, o maior deles será o m.m.c.

Exemplo: 18 é divisível por 6. Logo m.m.c. (18, 6) = 18

b) Se dois números são primos entre si, o m.m.c. entre eles é igual ao seu produto.

Exemplo: 4 e 9 são primos entre si; então m.m.c. (4, 9) = 36

c) m.m.c. (ap, bp) = p. m.m.c. (a, b)

d) m.d.c. (a, b) x m.m.c.(a, b) = a.b

Exemplo: m.d.c. (4, 6) = 2 e m.m.c. (4, 6) = 12 Observe que m.d.c. (4, 6) x m.m.c. (4, 6) = 4.6

e) Os múltiplos comuns a dois números a e b, são múltiplos do seu m.m.c.

Exemplo: Como vimos, m.m.c. (4, 6) = 12. Logo os múltiplos comuns a 4 e 6 são os múltiplos de 12 ou 12,

24, 36, 48,

(múltiplos positivos)

15- CÁLCULO DO M.M.C. PELA DECOMPOSIÇÃO EM FATORES PRIMOS

Regra:

a) Fatore os números.

b) Forme o produto com os fatores comuns e não comuns aos números, tomados com o maior expoente.

Exemplo: Calcule o m.m.c. (12, 15)

Solução:

Fatorando os números, obtemos:

12

15

Logo, aplicando a regra, achamos:

m.m.c. (12, 15) = 2 2 . 3 . 5 = 60

= 2 2 . 3 = 3 . 5

16- CÁLCULO DO M.M.C. PELA DECOMPOSIÇÃO SIMULTÂNEA

Veja o exemplo: m.m.c. (9, 12, 15).

Solução:

9,

12,

15

2

9,

6,

15

2

9,

3,

15

3

3,

1,

5

3

1,

1,

5

5

1,

1,

1

 

Resp.: m.m.c. (9, 12, 15) = 2 2 . 3 2 . 5 = 180

Matemática - M1 77777
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1, 5 5 1, 1, 1   Resp .: m.m.c. (9, 12, 15) = 2 2
1, 5 5 1, 1, 1   Resp .: m.m.c. (9, 12, 15) = 2 2
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CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS

1- O QUE É UMA FRAÇÃO?

Definição: Chama-se fração todo número representado pelo símbolo com b 0.

Exemplos:

3

4 ; 10

7

; 5 5 ; 3

2

etc.

a b , onde a e b são números inteiros,

Geralmente, a fração representa partes de um inteiro. Na representação

numerador da fração e b é o denominador.

O denominador indica em quantas partes o inteiro foi dividido, e o numerador, quantas dessas partes foram

tomadas.

a , o número a é chamado de
b

2- O CONJUNTO DOS NÚMEROS RACIONAIS

Seja Z = {

e representa-se por Q, o conjunto definido por:

Q =

,

-2, -1, 0, 1, 2,

Z e b

Z *

}

o conjunto dos números inteiros. Chama-se conjunto dos números racionais,

Observe que N Z Q.

a

b

/ a

3- TIPOS DE FRAÇÃO

A) Fração própria

É aquela cujo numerador é menor que o denominador

Exemplos:

3

2

1

5

,

,

7 4

B) Fração imprópria

É aquela cujo numerador é maior que o denominador.

Exemplos:

Obs.: Se o numerador é múltiplo do denominador, dizemos que a fração é aparente. Observe que uma fração aparente é, na verdade, um número inteiro.

7 3 4 10

5

,

,

2 3

,

5

Exemplos:

um número inteiro. 7 3 4 10 5 , , 2 3 , 5 Exemplos :

4- IGUALDADE DE FRAÇÕES

Definição: Sejam Exemplo:
Definição: Sejam
Exemplo:

a duas frações. Então:
b

pois 3 . 10 = 5 . 6

c

e

d

a duas frações. Então: b pois 3 . 10 = 5 . 6 c e d

Como conseqüência dessa definição, pode-se concluir que:

Ao multiplicar ou dividir os termos de uma fração por um mesmo número (não nulo), encontra-se uma fração igual à fração dada.

Com isso, pode-se simplificar uma fração, ou seja, podemos achar uma fração igual à fração dada, e cujos termos sejam primos entre si. Uma tal fração se diz na forma irredutível, e para obtê-la basta dividir os termos da fração pelo m.d.c. deles.

Tecnologia ITAPECURSOS 5- OPERAÇÕES COM FRAÇÕES
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5- OPERAÇÕES COM FRAÇÕES

Recordaremos, sucintamente, as principais operações com frações.

A) Adição e Subtração

Caso os denominadores sejam iguais, conservamos o denominador e somamos ou subtraímos os numeradores.

Se os denominadores forem diferentes, nós reduzimos as frações ao menor denominador comum e procedemos como no primeiro caso.

Exemplos: a)
Exemplos:
a)

B) Multiplicação

b)

como no primeiro caso. Exemplos: a) B) Multiplicação b) Na multiplicação de duas ou mais frações,

Na multiplicação de duas ou mais frações, o produto é encontrado multiplicando-se os numeradores e os denominadores. Sempre que possível, devemos utilizar o cancelamento, visto que com isso os cálculos se simplificarão.

Exemplos: a)
Exemplos:
a)

C) Divisão

b)

os cálculos se simplificarão. Exemplos: a) C) Divisão b) Para dividir duas frações, nós repetimos a

Para dividir duas frações, nós repetimos a primeira e a multiplicamos pelo inverso da segunda.

Exemplos: a)
Exemplos:
a)

b)

c)e a multiplicamos pelo inverso da segunda. Exemplos: a) b) D) Potenciação Se a é uma

D) Potenciação

Se

a é uma fração e n é um número natural, teremos:
b

Se a é uma fração e n é um número natural, teremos: b 6- FRAÇÃO DECIMAL

6- FRAÇÃO DECIMAL

e n é um número natural, teremos: b 6- FRAÇÃO DECIMAL Se o denominador de uma

Se o denominador de uma fração é uma potência de 10, ela se diz uma fração decimal. Assim, as frações

etcde 10, ela se diz uma fração decimal. Assim, as frações são frações decimais. Uma simples

são frações decimais.

Uma simples extensão do sistema de numeração decimal nos permite representar uma fração decimal numa outra forma, que chamaremos de número decimal.

Desse modo, teremos:

que chamaremos de número decimal. Desse modo, teremos: De modo geral, para converter uma fração decimal

De modo geral, para converter uma fração decimal em número decimal, nós:

- escrevemos o numerador da fração.

- colocamos a vírgula de modo que o número de casas decimais coincida com a quantidade de zeros do denominador.

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Já para passarmos um número decimal para fração decimal, nós:

- eliminamos a vírgula e escrevemos o número obtido no numerador.

- colocamos no denominador uma potência de 10, com tantos zeros quantas forem as casas decimais.

Exemplos:

com tantos zeros quantas forem as casas decimais. Exemplos : 7- OPERAÇÕES COM NÚMEROS DECIMAIS A)

7- OPERAÇÕES COM NÚMEROS DECIMAIS

A) Adição e Subtração

Coloca-se a vírgula debaixo de vírgula e opera-se como se fossem inteiros.

Exemplos:

13,72 + 8,493

3,48 - 2,374

Solução:

Solução:

13,72

3,480

+ 8,493

-2,374

22,213 1,106 B) Multiplicação Ignoram-se as vírgulas. Ao produto damos um número de casas decimais
22,213
1,106
B)
Multiplicação
Ignoram-se as vírgulas. Ao produto damos um número de casas decimais igual à soma das casas decimais
dos fatores.
Exemplos: 2,3 x 0,04
Solução:
2,3
0,04
0,092
C)
Divisão
Igualamos as casas decimais do dividendo e do divisor e efetuamos a divisão.
Exemplo: 31,05 : 9
9,54 : 1,8
Solução:
Solução:
3105 900
954
180
4050
3,45
540
5,3
4500
0
0

8- SURGEM AS DÍZIMAS PERIÓDICAS

3,45 540 5,3 4500 0 0 8- SURGEM AS DÍZIMAS PERIÓDICAS Como vimos, toda fração decimal

Como vimos, toda fração decimal pode ser representada na forma decimal. Frações como e não são

decimais, porém são equivalentes a uma fração decimal. Logo, podem também ser representadas como número decimal. Veja:

= 0,6podem também ser representadas como número decimal. Veja: = 0,90 1 0 1 0 1 0

também ser representadas como número decimal. Veja: = 0,6 = 0,90 1 0 1 0 1

= 0,90

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Observe que obteremos a mesma representação se fizermos a divisão do numerador pelo denominador.

Assim:

30

5

 

0

0,6

De modo geral, se o denominador da fração, fatorado, só contiver os fatores 2 e 5, a fração será equivalente a uma fração decimal, podendo ser representada como número decimal. Já uma fração

como , por exemplo, jamais será equivalente a

como , por exemplo, jamais será equivalente a

uma fração decimal, pois seu denominador contém outro fator além do 2 ou 5. Logo, se quisermos representar essa fração na forma decimal, teremos

que admitir que essa fração representa uma divisão. Obteremos então:

50

6

20

0,8333

Resumindo:

- Toda fração decimal ou equivalente a uma fração decimal é representada por um número decimal exato.

- Se uma fração não for equivalente a uma fração

decimal, sua representação decimal será uma dízima

periódica.

A fração que “gerou” a dízima periódica será

chamada de fração geratriz.

Na dízima periódica, a parte que se repete é

chamada de período. Assim, em 0,2525

o período

é 25. É usual representar essa dízima na forma

o período é 25. É usual representar essa dízima na forma , onde um traço é

, onde um traço é colocado sobre o período.

Se entre o período e a vírgula não existir nenhum outro algarismo, a dízima é simples. Caso exista entre o período e a vírgula algum outro algarismo, a dízima é composta.

20

Exemplo:

20

0,1616

dízima simples

2

3,444

dízima simples

Surgem assim as dízimas periódicas.

0,54242

dízima composta

9 - CÁLCULO DA FRAÇÃO GERATRIZ

A) A Dízima Periódica é Simples

A geratriz tem como numerador o período e como denominador um número formado por tantos noves quantos

forem os algarismos do período.

Exemplo:

Calcule a fração geratriz das dízimas:

a) 0,121212 b) 1,333 Solução: a)
a) 0,121212
b) 1,333
Solução:
a)

b)

das dízimas: a) 0,121212 b) 1,333 Solução: a) b) B) A Dízima Periódica é Composta A

B) A Dízima Periódica é Composta

A geratriz terá para numerador a parte não periódica, seguida do período menos a parte não periódica, e

para denominador um número formado de tantos noves quantos são os algarismos do período, seguidos de

tantos zeros quantos são os algarismos da parte não periódica.

Exemplo: Ache a fração geratriz das dízimas

a) 0,5333 b) 0,42666 Solução: Solução: a) b) Matemática - M1 1111111111
a) 0,5333
b) 0,42666
Solução:
Solução:
a)
b)
Matemática - M1
1111111111
Tecnologia ITAPECURSOS 10 - PRINCIPAIS MÉDIAS
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10 - PRINCIPAIS MÉDIAS

Chamaremos de média ao valor para o qual devem “tender” os valores de um conjunto numérico. Assim, quando dizemos que o salário médio dos empregados da indústria X é R$ 650,00, isto significa que os salários reais giram em torno desse valor. É importante observar que a média de um conjunto numérico pode sofrer uma influência muito forte de valores ou muito altos ou muito baixos. Por isso, temos vários tipos de médias. Veremos as três mais usadas.

A) Média Aritmética Simples

Definição: Sejam x 1 , x 2 ,

m.a.s. =

Simples Definição : Sejam x 1 , x 2 , m.a.s. = , x n ,

, x n , n números. Chama-se média aritmética simples entre eles ao número

Exemplo: Cinco pessoas, pesando 70 kg, 80 kg, 30 kg, 20 kg e 120 kg estão num elevador. Qual o peso médio dessas pessoas?

Solução:

m.a. =

Resp.: 64 kg.

dessas pessoas? Solução : m.a. = Resp. : 64 kg. B) Média Aritmética Ponderada Suponha que

B) Média Aritmética Ponderada

Suponha que você vai fazer um concurso para ingressar no Banco do Brasil, e que para isso, precise fazer provas de Português, Conhecimentos Gerais e Técnicas Bancárias. Pode acontecer que à prova de Técnicas Bancárias seja dada uma maior relevância. Isso é feito atribuindo-se “pesos” às notas obtidas em cada prova. Desse modo temos a seguinte:

p n

Definição: Sejam x 1 , x 2 ,

, respectivamente. Então sua média, chamada de média aritmética ponderada é:

x n um conjunto de valores aos quais foram atribuídos os pesos p 1 , p 2 ,

,

m.a.p. =

foram atribuídos os pesos p 1 , p 2 , , m.a.p. = Observe que a
foram atribuídos os pesos p 1 , p 2 , , m.a.p. = Observe que a

Observe que a média aritmética simples é um caso particular da média ponderada

(p 1 = p 2 =

= p n = 1).

C) Média Geométrica

Definição: Se x 1 , x 2 ,

m.g. =

Geométrica Definição : Se x 1 , x 2 , m.g. = , x n são

, x n são números, sua média geométrica é:

Exemplo:

Ache a m.g. entre 4 e 9.

Solução:

m.g. =

Solução : m.g. =
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CONJUNTO DOS NÚMEROS REAIS

1 - A NECESSIDADE DE NOVOS NÚMEROS

À medida que um conjunto numérico mostrava alguma deficiência, novos conjuntos numéricos iam surgindo. A

resolução de equações semelhante a x 2 = 2 levou ao aparecimento dos números reais, pois pode-se provar que não existe nenhum número racional cujo quadrado seja 2. A solução de x 2 = 2, que representa-se por

seja 2. A solução de x 2 = 2, que representa-se por ou - , não

ou - , não é então um número racional, ou seja, não pode ser colocada na forma a/b, com a e b inteiros

e b 0. Um tal número será chamado daqui para frente de número irracional. Os irracionais podem também ser

representados na forma decimal. Nesse caso o número terá infinitas casas decimais e não apresentará parte periódica. A união dos números racionais e irracionais forma o conjunto dos números reais, simbolizado por R.

forma o conjunto dos números reais, simbolizado por R. 2) VALOR ABSOLUTO OU MÓDULO DE UM

2) VALOR ABSOLUTO OU MÓDULO DE UM NÚMERO REAL

Seja x um número real. Chama-se valor absoluto ou módulo de x ao número representado por |x| e definido por:

Exemplos:

a) |5| = 5

b |-3| = -(3) = 3

c) |0| = 0

por: Exemplos : a) |5| = 5 b |-3| = -(3) = 3 c) |0| =

Se a e b são números reais, temos:

a) |-a| = |a|

b) |ab| = |a| . |b|

c) |a/b| = |a|/|b| para b 0

d) |a + b| |a| + |b| (desigualdade triangular)

3) DESIGUALDADES EM R

a) Se a > b e c > 0 então a.c > b.c

b) Se a > b e c < 0 então a.c < b.c

c) Se a > b e c R então a + c > b + c

Propriedades do anulamento

Se a.b = 0 então a = 0 ou b = 0

Tecnologia ITAPECURSOS 4) POTENCIAÇÃO EM R
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4) POTENCIAÇÃO EM R

Seja a um número real não nulo e n um número natural. Então:

a 0 = 1

a 1 = a

e n um número natural. Então: a 0 = 1 a 1 = a Propriedades a)

Propriedades

a)

d)natural. Então: a 0 = 1 a 1 = a Propriedades a) b) e) c) f)

b)

e)Então: a 0 = 1 a 1 = a Propriedades a) d) b) c) f) 5)

c)

f)Então: a 0 = 1 a 1 = a Propriedades a) d) b) e) c) 5)

5) RAÍZES

= 1 a 1 = a Propriedades a) d) b) e) c) f) 5) RAÍZES Atenção:
= 1 a 1 = a Propriedades a) d) b) e) c) f) 5) RAÍZES Atenção:
= 1 a 1 = a Propriedades a) d) b) e) c) f) 5) RAÍZES Atenção:

Atenção:

a) (-3) 2 = (-3).(-3) = 9

b)

-3 2 = -1.3 2 = -1.9 = 9
-3 2
= -1.3 2 = -1.9 = 9

Definição: Seja a um número real e n um inteiro positivo. Chama-se raiz n-ésima de a, se existir, ao número real b, para o qual temos b n = a.

Em símbolos

real b , para o qual temos b n = a . Em símbolos Exemplos :

Exemplos:

a)

a)

b)

b)  
 

c)

c) não existe em

não existe em

c) não existe em

Observe que:

- Se a < 0 e n é par, não existe a raiz em

que: - Se a < 0 e n é par, não existe a raiz em .

.

- Se a > 0 e n é par o símbolo

não existe a raiz em . - Se a > 0 e n é par o

representará a raiz positiva e -

Assim: = 3 e - = -3. - Se
Assim:
= 3 e -
= -3.
- Se
a raiz positiva e - Assim: = 3 e - = -3. - Se , a

, a raiz negativa.

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As principais propriedades da radiciação são:

a)

a) se n for par. d)

se n for par.

d)

b)

b) e)

e)

c)

c) f)

f)

a) se n for par. d) b) e) c) f)
a) se n for par. d) b) e) c) f)
a) se n for par. d) b) e) c) f)

Observação:

É óbvio que as propriedades anteriores somente são válidas supondo a existência das raízes envolvidas.

Podemos agora definir potência de expoente racional.

Definição:

Se a > 0, m e n são inteiros com n 0, temos:

Exemplos: a) b)
Exemplos:
a)
b)
e n são inteiros com n ≠ 0, temos: Exemplos: a) b) 6- RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES

6- RACIONALIZAÇÃO DE DENOMINADORES

Racionalizar o denominador de uma expressão é achar uma expressão igual à expressão dada, cujo denominador não tenha radicais. Vamos nos ocupar com a racionalização de três tipos de expressões:

1º Tipo: Expressões da forma

.
.

Para racionalizar uma expressão dessa forma, multiplicamos os termos da fração por

.
.

Exemplo: Racionalize o denominador de

Solução:

.
.
por . Exemplo : Racionalize o denominador de Solução : . 2 º Tipo : Expressões

2º Tipo: Expressões da forma

de Solução : . 2 º Tipo : Expressões da forma A racionalização nesse caso é

A racionalização nesse caso é feita multiplicando-

se os termos da fração por

.
.

Exemplo: Racionalize

Solução:

termos da fração por . Exemplo : Racionalize Solução : 3 º Tipo : Expressões da
termos da fração por . Exemplo : Racionalize Solução : 3 º Tipo : Expressões da

3º Tipo: Expressões da forma

: Racionalize Solução : 3 º Tipo : Expressões da forma ou Nesse caso, multiplicamos os
: Racionalize Solução : 3 º Tipo : Expressões da forma ou Nesse caso, multiplicamos os

ou

Nesse caso, multiplicamos os termos da fração pelo conjugado do denominador (expressão obtida trocando-se o sinal do 2º termo do denominador).

Exemplo: Racionalize

trocando-se o sinal do 2 º termo do denominador). Exemplo : Racionalize Solução: Matemática - M1
Solução:
Solução:
trocando-se o sinal do 2 º termo do denominador). Exemplo : Racionalize Solução: Matemática - M1
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UNIDADES DE MEDIDA

1- O QUE É MEDIR?

Medir uma grandeza é compará-la com outra da mesma espécie, chamada unidade.

Desta comparação, resulta um número que é a medida da grandeza considerada nessa unidade.

Exemplo:

Suponhamos que um palito de fósforo “coube” exatamente 5 vezes numa caneta. Isso significa que o comprimento da caneta na unidade palito de fósforo é 5. No que se segue, veremos as unidades usadas para medir as principais grandezas do nosso dia-a-dia.

2- MEDIDAS DE COMPRIMENTO

 

Múltiplos

Unidade

Sub-múltiplos

Km

hm

dam

m

dm

cm

mm

Para passar de uma unidade para outra, usamos o quadro acima, fazendo a vírgula deslocar-se para a direita ou para a esquerda. Por exemplo: para passar de hm para dm, o quadro nos mostra que devemos deslocar a vírgula 3 casas para a direita.

Para passar de cm para m, deslocamos a vírgula 2 casas para a esquerda.

Exemplos:

2,35 m = 23,5 dm

0,045 Km = 45 m

147 cm = 0,147 dam

13,4 Km = 13400 m

3- MEDIDAS DE SUPERFÍCIE

Unidade: é o metro quadrado (m 2 )

Múltiplos

Submúltiplos

quilômetro quadrado: Km 2

decímetro quadrado: dm 2

hectômetro quadrado: hm 2

centímetro quadrado: cm 2

decâmetro quadrado: dam 2

milímetro quadrado: mm 2

Km 2

hm 2

dam 2

m

2

dm 2

cm

2

mm

2

- Para passar de uma unidade para outra imediatamente inferior, desloca-se a vírgula duas casas para a direita.

- Para passar de uma unidade para outra imediatamente superior, desloca-se a vírgula duas casas para a esquerda.

Exemplos:

3, 42 Km 2 = 342 hm 2

7810 mm 2 = 78,1 cm 2

2,1 m 2 = 21000 cm 2

5000 m 2 = 0,5 hm 2 .

Medidas Agrárias (medidas de terras)

Nome hectare are centiare Símbolo ha a ca Valor 10000m 2 100 m 2 1
Nome
hectare
are
centiare
Símbolo
ha
a
ca
Valor
10000m 2
100 m 2
1 m 2
1616161616
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4- MEDIDAS DE VOLUME

Unidade: metro cúbico: m 3 .

Múltiplos Submúltiplos

quilômetro cúbico: Km 3 hectômetro cúbico: hm 3 decâmetro cúbico: dam 3

decímetro cúbico: dm 3 centímetro cúbico: cm 3 milímetro cúbico: mm 3

Km 3

hm 3

dam 3

m

3

dm 3

cm

3

mm

3

As transformações são feitas deslocando-se a vírgula de 3 em 3 casas decimais.

Exemplos:

1 dm 3 = 1000 cm 3

2000 m 3 = 2 dam 3

Medida de Capacidade:

2,45 m 3 = 2450 dm 3 1470 cm 3 = 1,47 dm 3

Unidade: é o litro: L. Temos que 1 L = 1 dm 3 .

Múltiplos

Submúltiplos

Kilolitro (KL)

decilitro (dL)

hectolitro (hL)

centilitro (cL)

decalitro (daL)

mililitro (mL)

Cada unidade de capacidade é dez vezes maior que a unidade imediatamente inferior.

Exemplo:

1 hL = 10 daL

2 L = 2000 mL

600 mL = 0, 6 L

5- MEDIDAS DE MASSA

Unidade: é o quilograma ( Kg )

O quilograma tem como múltiplo a tonelada, que vale 1000 Kg.

Os submúltiplos do quilograma usam como base o grama (g) que equivale a um milésimo do quilograma.

1 g = 0,001 Kg

ou

1 Kg = 1000 g

Os submúltiplos do Kg são:

hectograma: 1 hg = 100 g decagrama: 1 dag = 10 g decigrama: 1 dg = 0,1 g centigrama: 1 cg = 0,01 g miligrama: 1 mg = 0,001 g Veja que as transformações entre as unidades vão se reduzir a multiplicações e divisões por potências de 10.

Observações:

a) Peso bruto: representa o peso da mercadoria mais o recipiente que a contém.

Peso líquido: é o peso apenas da mercadoria. Tara: representa o peso do recipiente.

b) Unidade de medida de massa de metais preciosos. É o quilate. Vale 2 decigramas.

1 quilate = 2 dg.

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CÁLCULO ALGÉBRICO

1 - EXPRESSÃO ALGÉBRICA - VALOR NUMÉRICO

Uma expressão se diz algébrica ou literal se é formada por números e letras ou somente letras.

Assim, são algébricas as expressões:

ou somente letras. Assim, são algébricas as expressões: As letras que aparecem nas expressões chamam-se variáveis

As letras que aparecem nas expressões chamam-se variáveis e representam, geralmente, um número real, sendo então chamadas de variável real.

Se a expressão algébrica não tem variável no denominador, ela se diz inteira. Se tiver variável no denominador, ela se diz fracionária.

O valor obtido ao substituirmos as variáveis de uma expressão algébrica por números dados e efetuarmos os cálculos indicados é chamado valor numérico da expressão.

Exemplo: Ache o valor numérico da expressão

expressão. Exemplo : Ache o valor numérico da expressão Solução : Substituindo x por -3 e

Solução:

Substituindo x por -3 e y por 5, teremos:

V.N =

Solução : Substituindo x por -3 e y por 5, teremos: V.N = ; V.N =

; V.N =

: Substituindo x por -3 e y por 5, teremos: V.N = ; V.N = ;

; V.N =

; V.N =
; V.N =

para x = -3 e y = 5.

Chamaremos de domínio de uma expressão algébrica ao conjunto formado pelos números que podem ser colocados no lugar das variáveis da expressão.

Assim, o domínio da expressão

variáveis da expressão. Assim, o domínio da expressão é pois x = -3 a expressão não

é

variáveis da expressão. Assim, o domínio da expressão é pois x = -3 a expressão não

pois x = -3 a expressão não representa número real.

Uma expressão algébrica racional inteira, formada por um único termo, será chamada de monômio e uma adição algébrica de monômios será chamada de polinômio.

Exemplos de monômios:

a)

b)

será chamada de polinômio . Exemplos de monômios: a) b) Obs .: Dois monômios com a
será chamada de polinômio . Exemplos de monômios: a) b) Obs .: Dois monômios com a

Obs.: Dois monômios com a mesma parte literal são ditos monômios semelhantes.

Exemplo:

parte literal são ditos monômios semelhantes. Exemplo : e Exemplos de polinômios: são semelhantes. a) b)

e

parte literal são ditos monômios semelhantes. Exemplo : e Exemplos de polinômios: são semelhantes. a) b)

Exemplos de polinômios:

são semelhantes.

a)

b) 2a + b é um binômio (polinômio de dois termos).

a) b) 2a + b é um binômio (polinômio de dois termos). é um polinômio de

é um polinômio de três termos, que chamaremos de trinômio (pois tem 3 termos).

Tecnologia ITAPECURSOS 2 - PRODUTOS NOTÁVEIS
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2 - PRODUTOS NOTÁVEIS

Alguns produtos aparecem com muita freqüência e são muito úteis, por isso são chamados de produtos notáveis. Veremos os principais.

a)

(x + y) 2 = x 2 + 2xy + y 2

f) (x - y) 3 = x 3 - 3x 2 y + 3xy 2 - y 3

b)

(x

- y) 2 = x 2 - 2xy + y 2

g) (x + y + z) 2 = x 2 + y 2 + z 2 + 2xy + 2xz + 2yz

c)

(x +y)(x - y) =

x 2 - y 2

h) (x + y)(x 2 - xy + y 2 ) = x 3 + y 3

d)

(x + a)(x + b) =

x 2 + (a + b)x + ab

i) (x - y)(x 2 + xy + y 2 ) = x 3 - y 3

e)

(x + y) 3 = x 3 + 3x 2 y + 3xy 2 + y 3

Exemplos: Efetue, pelos produtos notáveis:

a) (3x + 5) 2 = (3x) 2 + 2 . 3x . 5 + 5 2 = 9x 2 + 30x + 25

b) (a 3 - 4) 2 = (a 3 ) 2 - 2 . a 3 . 4 + 4 2 = a 6 - 8a 3 + 16

c) (3x + 2)(3x - 2) = (3x) 2 - 2 2 = 9x 2 - 4

d) (x + 5)(x - 3) = x 2 + (5 - 3)x + 5 . (-3) = x 2 + 2x - 15 - 2)(2a - 3) = (2a) 2 + (-2 -3) . 2a + (-2) (-3) = 4a 2 - 10a + 6

(2a

e) (x + 2) 3 = x 3 + 3x 2 . 2 + 3 . x . 2 2 + 2 3 = x 3 + 6x 2 + 12x + 8

f) (2a - 1) 3 = (2a) 3 - 3 . (2a) 2 . 1 + 3 . 2a . 1 2 - 1 3 .

= 8a 3 - 12a 2 + 6a - 1

g) (3x + y + 5) 2 = (3x) 2 + y 2 + 5 2 + 2 . 3x . y + 2 . 3x . 5 + 2 . y . 5

= 9x 2 + y 2 + 25 + 6xy + 30x + 10y

(a - 2b - 1) 2 = a 2 + (-2b) 2 + (-1) 2 + 2 . a . (-2b) + 2 . a . (-1) + 2 . (-2b) . (-1) = a 2 + 4b 2 + 1 - 4ab - 2a + 4b

3 - FATORAÇÃO

Fatorar uma expressão algébrica é escrevê-la na forma de um produto. Para isso é útil você se lembrar da propriedade distributiva e dos produtos notáveis vistos anteriormente, pois vários casos de fatoração são conseqüência desses produtos.

A dificuldade mais comum, quando se estuda fatoração, está na identificação do caso a ser aplicado à expressão dada. No entanto, com atenção às características de cada caso e muito treinamento, isso não será problema. Vamos aos casos mais comuns.

3.1 - Fator Comum

Característica: um ou mais fatores aparecem em todos os termos.

Como fatorar: coloque esses fatores comuns em evidência, usando a propriedade distributiva.

Exemplos: Fatore

a) ax + bx = x . (a + b)

b) 20x 3 y - 8x 2 + 12xy 2 = 4x . (5x 2 y - 2x + 3y)

c) (x + 1) b - (x + 1) c = (x + 1) (b - c)

3.2 - Agrupamento

Característica: é usado em expressões com no mínimo 4 termos.

Como fatorar: aplique o caso anterior sucessivas vezes.

Exemplos: Fatore

a) x 2 + xy + 2x + 2y = (x 2 + xy) + (2x + 2y)

= x . (x + y) + 2 (x + y)

= (x + y) (x + 2)

b) a 2 + a - ab - b

= (a 2 + a) + (-ab - b)

= a(a + 1) - b(a + 1)

= (a + 1) (a - b)

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3.3 - Diferença de Quadrados

Característica: a expressão dada pode ser reduzida à forma x 2 - y 2.

Como fatorar: use o inverso do produto notável.

(x + y)(x - y) = x 2 - y 2 , e então teremos:

x 2 - y 2 = (x + y)(x - y)

Exemplos: Fatore

a) 16 - x 2 = (4 + x)(4 - x)

4 x
4 x

3.4 - Trinômio Quadrado Perfeito

b) (x + 1) 2 - y 2 = (x + 1 + y)(x + 1 - y)

x + 1

y

Característica: a expressão dada é um trinômio redutível à forma x 2 ± 2xy + y 2

Como fatorar: lembre-se de que x 2 ± 2xy + y 2 = (x ± y) 2

Importante: para verificar se o trinômio dado é quadrado perfeito, ordene-o. Depois tire a raiz quadrada do 1º e do 3º termo e multiplique esses resultados. Se o dobro desse produto coincidir com o segundo termo, o trinômio é quadrado perfeito. Caso contrário, o trinômio não pode ser fatorado usando esse caso, e sim um outro método que aprenderemos ao estudar as equações do 2º grau.

Exemplos: Fatore

a) 4x 2 + 12xy + 9y 2 = (2x + 3y) 2 b) x
a) 4x 2
+
12xy + 9y 2 = (2x + 3y) 2
b) x 2 - 6x + 9 = (x - 3) 2
=
=
2x → 2 . 2x.3y ← 3y
x
-
2 . x . 3
3

3.5 - Trinômio do 2º grau

Característica: usa-se quando o trinômio dado não for quadrado perfeito

Como fatorar: emprega-se a fórmula ax 2 + bx + c = a(x - x’)(x - x”), onde x’ e x” são as raízes do trinômio dado.

Exemplo: Fatore: 2x 2 + 5x - 3

Solução:

Resp.: 2x 2 + 5x - 3

= 2(x - )(x + 3) = (2x - 1)(x + 3)
= 2(x -
)(x + 3)
= (2x - 1)(x + 3)

Cálculo das raízes

A = 25 + 24 = 49 x = ; x’ =
A = 25 + 24 = 49
x =
; x’ =

e x” = -3

3.6 - Soma de Cubos

Característica: a expressão é redutível à forma a 3 + b 3 .

Como fatorar: use a fórmula:

a 3 + b 3 = (a + b)(a 2 - ab + b 2 )

3.7 - Diferença de Cubos

Exemplos: Fatore

a) x 3 + 8 = x 3 + 2 3 = (x + 2)(x 2 - 2x + 4) b) 27a 3 + 1 = (3a) 3 + 1 3 = (3a + 1)(9a 2 - 3a + 1)

Característica: a expressão é redutível à forma a 3 - b 3 . Exemplos: Fatore
Característica: a expressão é redutível à forma a 3 - b 3 .
Exemplos: Fatore
Como fatorar: Use a fórmula
a) x 3 - 1 = x 3 - 1 3 = (x - 1)(x 2 + x + 1)
a 3 - b 3 = (a - b)(a 2 + ab + b 2 )
b) a 6 - 8 = (a 2 ) 3 - 2 3 = (a 2 - 2)(a 4 + 2a 2 + 4)
2020202020
Matemática - M1
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4 - FRAÇÕES ALGÉBRICAS

Assim denominamos as frações que representam o quociente de dois polinômios, sendo o denominador um polinômio não nulo. No que se segue, as operações só são válidas no domínio da fração algébrica estudada.

4.1 - Simplificação de Frações Algébricas

Regra:

- Fatore os termos da fração. - Cancele os fatores comuns ao numerador e denominador.

Exemplos: Simplifique:

a)

ao numerador e denominador. Exemplos : Simplifique: a) b) = E Solução : = Solução :
b) = E
b)
= E

Solução:

=
=

Solução:

E =

E =

Solução : E = E = E = pois (y + x)(y - x) = y
E =
E
=

pois (y + x)(y - x) = y 2 - x 2

E =
E
=

4.2 - Adição e Subtração de Frações Algébricas

Regra: - Reduzimos as frações ao mesmo denominador

- Efetuamos as operações indicadas nos numeradores

- Simplificamos, se possível.

Atenção: Para reduzir as frações ao mesmo denominador, você deve fatorar esses denominadores e formar o produto com os fatores comuns e não comuns com maior expoente.

Exemplo: Efetue a)
Exemplo: Efetue
a)
b) Solução:
b)
Solução:

Solução:

comuns e não comuns com maior expoente. Exemplo: Efetue a) b) Solução: Solução : = Matemática
= Matemática - M1 2121212121
=
Matemática - M1
2121212121
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4.3 - Multiplicação de Frações Algébricas

Regra:

- Fatore os termos das frações envolvidas.

- Cancele os fatores comuns aos numeradores e denominadores.

- Efetue os produtos entre os numeradores e os denominadores.

Exemplos: Efetue:

a) Solução:
a)
Solução:
P = P = b) Solução: P = pois (x + 3)(x - 3) =
P
=
P
=
b)
Solução:
P
=
pois (x + 3)(x - 3) = x 2 - 9 e x . 5x = 5x 2
4.4
- Divisão de Frações Algébricas
Regra: Repetimos a primeira fração e a multiplicamos pelo inverso da segunda fração.
Exemplo: Efetue:
Solução:
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MATEMÁTICA COMERCIAL

1- RAZÃO

Definição

Sejam a e b números reais, com b 0. Chama-se razão entre a e b, ao quociente indicado entre eles.

Notação: Observações:
Notação:
Observações:

a) O fato de usarmos a mesma notação das frações para indicar a razão entre a e b, se deve ao fato de ambos os conceitos, do ponto de vista operacional, terem comportamento idêntico.

b) A razão geralmente indica uma comparação. Assim, se num grupo de 10 pessoas, 7 são moças, dizemos que as moças estão presentes na razão de 7 para 10.

c) Se duas grandezas são homogêneas (de mesma espécie), razão entre elas é a razão entre os números que exprimem suas medidas numa mesma unidade. Se as grandezas não forem homogêneas, a razão entre elas é simplesmente a razão entre suas medidas, em unidades convenientes.

d) Algumas razões recebem nome especial. Por exemplo:

Porcentagem: é a razão do tipo

Assim

Por exemplo: Porcentagem : é a razão do tipo Assim = 20%. . Também se representa

= 20%.

Por exemplo: Porcentagem : é a razão do tipo Assim = 20%. . Também se representa

. Também se representa pelo símbolo %.

Escala: razão muito usada em mapas e plantas. Quando se diz que um mapa está na escala

isso significa que cada cm no mapa representa, no real, 1.000.000 cm ou 10 km.

Densidade: razão entre a massa e o volume de um corpo.

Velocidade: razão entre a distância percorrida por um corpo e o tempo gasto para isso.

e) Propriedade fundamental das razões

gasto para isso. e) Propriedade fundamental das razões (para b ≠ 0 e m ≠ 0)

(para b 0 e m 0)

2- PROPORÇÃO

,
,

Definição: Chama-se proporção à igualdade entre duas razões.

Notação:

(b ≠ 0, d ≠ 0) 0, d 0)

Observe que uma proporção equivale a uma igualdade de frações, e portanto temos como consequência a

Propriedade fundamental das proporções:

como consequência a Propriedade fundamental das proporções : (b ≠ 0, d ≠ 0) Matemática -

(b 0, d 0)

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As proporções obedecem, ainda, às seguintes propriedades:

I)

ou

ou

ou

Obs.: essa propriedade também vale para a subtração

II)

III)

.: essa propriedade também vale para a subtração II) III) 1) Calcule x, y e z
.: essa propriedade também vale para a subtração II) III) 1) Calcule x, y e z
1) Calcule x, y e z se e x + y + z = 84
1) Calcule x, y e z se
e
x + y + z = 84

Solução:

1º modo: Usando as propriedades das proporções, temos:

1 º modo : Usando as propriedades das proporções, temos: Como x + y + z

Como x + y + z = 84, vem:

das proporções, temos: Como x + y + z = 84, vem: e daí vem x

e daí vem x = 35, y = 21 e z = 28

2º modo: Faça

vem: e daí vem x = 35, y = 21 e z = 28 2 º

. Daí vem:

x = 5K, y = 3K e z = 4K. Substituindo em x + y + z = 84 5K + 3K + 4K = 84 12K = 84 K = 7. Logo

x = 5 . 7: x = 35

y = 3 . 7; y = 21

z = 4 . 7; z = 28

3 - PROPORÇÃO DIRETA E INVERSA

Definição:

Duas grandezas são diretamente proporcionais se aumentando (ou diminuindo) a primeira, a segunda aumenta (ou diminui) na mesma razão.

Definição:

Duas grandezas são inversamente proporcionais se aumentando (ou diminuindo) a primeira, a segunda diminui (ou aumenta) na mesma razão.

Exemplo 1: Uma equipe de futebol se hospeda num hotel cinco estrelas. Observe a tabela onde se relaciona

o número de dias que a equipe ficará hospedada com a despesa do time.

Nº de dias

 

123456

       

Despesa (em dólar)

1000

2000

3000

4000

5000

6000

Observe que se dobrarmos o número de dias, a despesa dobra, triplicando o número de dias a despesa triplica

e assim por diante. Dizemos por isso que as grandezas em questão são diretamente proporcionais.
e assim por diante. Dizemos por isso que as grandezas em questão são diretamente proporcionais.
2424242424
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Exemplo 2: Um grupo de operários é capaz de construir uma casa em um tempo dado de acordo com a tabela a seguir:

Nº de operários

10

20

30

40

Tempo (dias)

12

6

4

3

Observe que dobrando o número de operários, o tempo cai à metade, triplicando o número de operários o tempo cai à terça parte e assim por diante. Por isso dizemos que essas grandezas são inversamente proporcionais:

Observações:

a) No exemplo 1, a razão entre os valores correspondentes das duas grandezas é constante.

os valores correspondentes das duas grandezas é constante. = K K = coeficiente de proporcionalidade b)

= K

K = coeficiente de proporcionalidade

b) No exemplo 2, o produto dos valores correspondentes das duas grandezas é constante:

10 x 12 = 20 x 6 = 30 x 4 = 40 x 3 = K K = coeficiente de proporcionalidade.

c) De a e b conclui-se que se x e y são variáveis, ou grandezas, temos:

Se

que se x e y são variáveis, ou grandezas, temos: Se = K ou x =

= K ou x = Ky implica x e y são diretamente proporcionais.

Se xy = K ou

x e y são diretamente proporcionais. Se xy = K ou , x e y são

, x e y são inversamente proporcionais.

Assim, se

K ou , x e y são inversamente proporcionais. Assim, se , x é diretamente proporcional

, x é diretamente proporcional a y, r e s e inversamente proporcional a t.

d) Muito cuidado ao classificar duas grandezas. Não basta, por exemplo, que as duas grandezas aumentem (ou diminuam). Isso deve acontecer na mesma razão. Assim, se você gasta 2h para varrer um quarto circular de 5m de raio, não é verdade que você gastará 4h para varrer outro quarto circular de 10m de raio, pois quando se dobra o raio, a área quadruplica (pois A = r 2 ).

4- DIVISÃO EM PARTES PROPORCIONAIS

A) Divisão em Partes Diretamente Proporcionais

Dividir um número N em partes diretamente proporcionais a outros é achar partes de N, diretamente proporcionais a esses outros números, e cuja soma seja N.

Exemplo: Seja dividir o número 220 em partes diretamente proporcionais a 5, 2 e 4.

Solução:

Sejam x, y, z as partes procuradas. Então:

: Sejam x , y , z as partes procuradas. Então: e x + y +

e x + y + z = 220

Resolvendo, utilizando as propriedades das proporções, encontra-se:

x = 100; y = 40 e z = 80

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B) Divisão em Partes Inversamente Proporcionais

Dividir um número N em partes inversamente proporcionais a outros é achar partes de N, diretamente proporcionais aos inversos desses números e cuja soma seja N.

Exemplo: Dividir o número 45 em partes inversamente proporcionais a 3, 4 e 6.

Solução:

Sendo x, y e z as partes, teremos

4 e 6. Solução : Sendo x , y e z as partes, teremos e x

e x = y + z = 45

Resolvendo pelas propriedades das proporções acha-se:

x = 20; y = 15 e z = 10

C) Divisão Proporcional Composta

Em alguns casos, pode ser necessário dividir um número em partes diretamente proporcionais a dois ou mais conjuntos de números ou, ainda, diretamente proporcional a um conjunto de números e inversamente proporcional a um outro conjunto. Nesses casos, é só lembrar que:

- se x é inversamente proporcional a y, é diretamente proporcional a

.
.

- se x é diretamente proporcional a y e z, x é diretamente proporcional a y . z.

Exempo 1:

Dividir o número 98 em partes diretamente proporcionais a 2 e 3 e também diretamente proporcionais a 1 e 4.

Solução:

Sejam x e y as partes procuradas. Temos:

x é d.p. a 2 e 1 x é d.p. a 2 . 1 = 2

y é d.p. a 3 e 4 y é d.p. a 3 . 4 = 12

Logo:

e x + y = 9, que resolvido dá: x = 14, e y =
e x + y = 9, que resolvido dá:
x = 14,
e
y = 84

Exemplo 2:

Dividir o número 410 em partes d.p. a 3, 2 e 5 e i.p. a 4, 2 e 3.

Solução:

Sejam x, y e z as partes.

x é d.p. a 3 e i.p. a 4 x é d.p. a

y é d.p. a 2 e i.p. a 2 y é d.p. a

z é d.p. a 5 e i.p. a 3 z é d.p. a

a 2 y é d.p. a z é d.p. a 5 e i.p. a 3 z
a 2 y é d.p. a z é d.p. a 5 e i.p. a 3 z
Portanto: e x + y + z = 410 que resolvido dá x = 90,
Portanto:
e x + y + z = 410
que
resolvido dá
x = 90,
y = 120
e
z = 200
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5- REGRA DE SOCIEDADE

Quando usamos a divisão em partes proporcionais, na divisão de lucro (ou prejuízo) de uma sociedade, dizemos ter uma regra de sociedade.

Exemplo 1: Dois sócios montaram uma sorveteria. O primeiro entra com R$ 7.500,00 e o segundo com R$ 4.500,00. Ao final de um ano, a firma deu um lucro de R$ 24.000,00. Qual a parte de cada um?

Solução:

Quem aplicou um capital maior, deve receber uma parte maior do lucro. Logo trata-se de uma divisão em partes diretamente proporcionais, e então:

. .
.
.

e x + y = 24.000

que resolvido dá: x = 15.000 e y = 9.000

Exemplo 2: Uma sociedade deu um lucro de R$ 340.000,00. O primeiro sócio entrou com R$ 25.000,00, durante 4 meses e o segundo entrou com R$ 35.000,00 durante 2 meses. Quanto deve receber cada um?

Solução:

É claro que a divisão deve ser em partes d.p ao capital aplicado e também d.p ao tempo. Logo:

partes d.p ao capital aplicado e também d.p ao tempo. Logo: e x + y =

e x + y = 340.000

o que dá x = 200.000 e y = 140.000

6 - REGRA DE TRÊS

Conceito: A regra de três é uma das aplicações das proporções. Ela vai nos permitir resolver problemas que envolvem grandezas diretamente proporcionais ou inversamente proporcionais. Classifica-se em simples ou composta.

A) Regra de Três Simples

É a regra de três que envolve apenas duas grandezas. Caso essas grandezas sejam diretamente proporcionais,

a regra de três se diz simples e direta. Se as grandezas envolvidas forem inversamente proporcionais, a regra

de três é simples e inversa.

A

resolução de uma regra de três consiste em calcular, em uma proporção em que três termos são conhecidos,

o

quarto termo. Veja alguns exemplos.

Exemplo 1: Moendo 100 kg de milho, obtemos 84 kg de fubá. Quantos quilos de milho devo moer para obter 21 kg de fubá?

Solução:

Inicialmente, dê “nomes” às grandezas envolvidas. Em seguida, coloque os valores dados nas respectivas colunas. Verifique então se as grandezas são direta ou inversamente proporcionais. Se forem diretamente proporcionais, lembre-se de que a razão entre os valores da primeira é igual à razão entre os valores correspondentes da segunda. Se as grandezas forem inversamente proporcionais, a razão entre os valores da primeira é igual ao inverso da razão entre os valores da segunda grandeza. Depois é só calcular o termo desconhecido.

Veja

Milho (kg)

Fubá (kg)

100

84

x

21

Como as grandezas são d.p, temos:

100 84 x 21 Como as grandezas são d.p, temos: e daí vem x = 25

e daí vem x = 25 kg

Resp.: 25 kg

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Exemplo 2:

Se 36 operários gastam 25 dias para fazer certo serviço, em quantos dias 30 operários, do mesmo gabarito, poderão fazer o mesmo serviço?

Solução:

Operários

Dias

36

25

30

x

As grandezas são i.p, pois diminuindo o número de operários aumenta o número de dias para terminar a obra. Logo:

(note a inversão na 2ª razão) e daí, x = 30 dias. ª razão) e daí, x = 30 dias.

B) Regra de Três Composta

Assim denominamos a regra de três que envolve mais de duas grandezas. Para resolver uma regra de três composta, nós dispomos os valores dados nas respectivas colunas. Em seguida, classificamos as grandezas conhecidas em relação à grandeza que contém o valor desconhecido. Após isso, igualamos a razão entre os valores da grandeza que contém a variável com o produto das razões das outras grandezas, lembrando que se uma grandeza for i.p, devemos inverter a ordem de seus valores. Veja exemplos:

Exemplo 1:

Numa fábrica, 10 máquinas trabalhando 20 dias produzem 2.000 peças. Quantas máquinas serão necessárias para produzir 1.680 peças em 6 dias?

Solução:

Máquinas

Dias

Nº de peças

10

20

2.000

x

6

1.680

i.p

d.p

Classificando as grandezas Dias e Nº de peças em relação à grandeza Máquina, verifica-se que a primeira é inversamente proporcional e a segunda é diretamente proporcional. Portanto:

e daí x = 28 máquinase a segunda é diretamente proporcional. Portanto: Observação : Ao classificar uma grandeza, considere as

Observação:

Ao classificar uma grandeza, considere as demais como constantes.

Exemplo 2:

Trabalhando 6 horas por dia durante 10 dias, 10 engenheiros executam projetos de 5 pontes. Quantos engenheiros seriam necessários para projetar 8 pontes, trabalhando 8 horas por dia, durante 15 dias?

Solução:

horas/dia

dias

nº engenheiros

projetos

6

10

10

5

8

15

x

8

i.p

i.p

d.p

Logo:

e daí

e daí

x = 8

Resp.: 8 engenheiros 2828282828 Matemática - M1
Resp.: 8 engenheiros
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7- PORCENTAGEM

Uma razão especial

Como já vimos, a porcentagem é uma razão da forma

Assim

Como já vimos, a porcentagem é uma razão da forma Assim = 20%; = 3% e

= 20%;

já vimos, a porcentagem é uma razão da forma Assim = 20%; = 3% e assim

= 3% e assim por diante.

é uma razão da forma Assim = 20%; = 3% e assim por diante. , que

, que também pode ser escrita como a%.

Como a razão exprime uma comparação, na porcentagem essa comparação é feita sempre em relação a um grupo de 100. Desse modo, quando dizemos que o salário teve um aumento esse mês de 25%, isso significa que para cada R$ 100,00, tivemos um acréscimo de R$ 25,00.

8- COMPARANDO NÚMEROS ATRAVÉS DA PORCENTAGEM

Suponha que o preço de uma mercadoria sofreu um acréscimo de R$ 80,00. Esse aumento é grande ou pequeno? Para responder a essa pergunta, é preciso que saibamos qual o preço da mercadoria para compará-lo com o aumento dado. Isso pode ser feito de uma maneira muito simples. Basta efetuar a divisão entre esses números. Se, além disso, exprimirmos o resultado obtido como uma razão de conseqüente 100, obteremos a porcentagem do aumento, que indica em 100, qual foi o aumento dado. Suponhamos, por exemplo, que o preço original da mercadoria fosse R$ 200,00. Então a porcentagem do aumento seria:

fosse R$ 200,00. Então a porcentagem do aumento seria: Ou seja, o aumento é de 40%,

Ou seja, o aumento é de 40%, significando isso que para cada 100 reais no preço, houve um aumento de 40 reais.

Esse exemplo mostra que toda porcentagem pode ser colocada na forma de número decimal e vice-versa. Veja alguns exemplos:

a)

b)

c)

d)

decimal e vice-versa. Veja alguns exemplos: a) b) c) d) 1) Comprei um objeto por R$
decimal e vice-versa. Veja alguns exemplos: a) b) c) d) 1) Comprei um objeto por R$

1) Comprei um objeto por R$ 20,00 e o revendi por R$ 25,00. Qual a minha porcentagem de lucro?

Solução:

1º modo:

Observe que o meu lucro foi de 5,00. Logo:

20

100

e daí,

5

x

2º modo:

: Observe que o meu lucro foi de 5,00. Logo: 20 100 e daí, 5 x
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2) Uma mistura foi feita com 12 litros de água e 8 litros de álcool. Determine a porcentagem de álcool na mistura.

Solução:

Só usaremos o 2º modo

de álcool na mistura. Solução : Só usaremos o 2 º modo 3) A média de

3) A média de reprovação em concursos públicos é de 82%. Quantas pessoas serão aprovadas num concurso com 6.500 inscritos?

Solução:

Se 82% são reprovados, então 100 - 82 = 18% são aprovados.

1º modo:

6500

100

;

x

18

2º modo:

1 º modo : 6500 100 ; x 18 2 º modo : 18% = 0,18.

18% = 0,18. Logo, 18% de 6500 é 0,18 . 6500 = 1170

4) Meu salário é hoje de R$ 810,00. Se eu tiver um aumento de 32%, qual será meu novo salário?

Solução:

O salário novo será 100% do salário antigo mais 32% do salário antigo, ou seja 132% do salário antigo.

32% do salário antigo, ou seja 132% do salário antigo. Logo: (lembre-se 132% = salário novo

Logo: (lembre-se 132% =

salário novo = 1,32 . 810,00 = 1,069,20

Resp.: R$ 1.069,20

= 1,32).

5) Em um certo país, as taxas de inflação em um trimestre foram: 1º mês = 10%, 2º mês = 15% e 3º mês = 17%. Qual foi a inflação nesse país no trimestre em questão?

Solução:

Seja x o preço de uma mercadoria qualquer nesse país. Após o primeiro mês, o novo preço dessa mercadoria deveria ser, caso sofresse correção automática da inflação, de 1,10 . x. Após o 2º mês, 1,15 . (1,10 x). E após o 3º mês, 1,17 . 1,15 . (1,10 x) ou seja, 1,48 x. Logo, a inflação é de 48% no trimestre.

6) Uma certa mercadoria custa R$ 350,00. Se eu pagar essa mercadoria à vista, obtenho um desconto de 12%. Por quanto ela me sairá à vista?

Solução:

Se tenho 12% de desconto, pagarei (100 - 12), 88% do preço. Logo, o preço à vista será 0,88 . 350,00 = 308,00. Resp.: R$ 308,00

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7) Por quanto devo vender um objeto que comprei

8) Calcule o preço de venda de uma mercadoria que

por R$ 4.000,00, se quero ganhar 20% sobre o preço

comprei por R$ 8.000,00, tendo perdido 25% do preço

de

venda?

de venda.

Solução:

Solução:

Considerando que o preço de venda é 100%, é fácil ver que o preço da compra equivale então a 80%.

Logo:

4.000 -

80

x

- 100

Outro modo:

, o que dá x = 5000

Sendo o preço de venda 100%, o preço de compra representará nesse caso 125%. Então:

8000

x = 6400

Outro modo:

preço compra = (1 + 0,25) . preço venda.

125

100

x

preço compra = (1 - 0,20) . preço venda.

Logo:

Logo: preço venda =

Logo: preço venda = = 5000 preço venda = = 6400

= 5000

preço venda =

Logo: preço venda = = 5000 preço venda = = 6400

= 6400

9- JUROS

Suponha que você empreste a alguém R$ 1000,00. Ao fazer essa transação, você combina com essa pessoa:

a) o prazo após o qual esse valor deverá ser devolvido a você.

b) um valor, que você acha justo, essa pessoa deverá pagar-lhe findo o prazo do empréstimo, como uma “remuneração” pelo seu dinheiro que ficou disponível nas mãos dessa pessoa.

Esse acréscimo ao capital emprestado é que chamamos de juro. O juro é calculado sempre após um determinado período e combinado no ato da transação. Para simplificar o cálculo, é comum expressá-lo através de uma taxa, a taxa de juros. Assim, por exemplo, numa certa transação podemos combinar uma taxa de 5% ao mês. Isso significa que para cada R$ 100,00, o tomador deve pagar, após o período de um mês, R$ 5,00.

O juro é simples se tiver taxa fixa e for calculado sempre sobre a quantia inicial. Por exemplo, se você

emprestar R$ 100,00, a 5% ao mês, receberá ao fim do 1º mês R$ 5,00 de juro. Ao fim do 2º mês, mais R$ 5,00 de juro e assim por diante.

Normalmente, o que ocorre é o juro ser acrescido ao capital, após o 2º mês a taxa de juro incide sobre esse montante e assim por diante. Nesse caso, temos o juro composto.

10- CÁLCULO DO JURO SIMPLES

caso, temos o juro composto. 10- CÁLCULO DO JURO SIMPLES 11- CÁLCULO DO JURO COMPOSTO M

11- CÁLCULO DO JURO COMPOSTO

M = C . (1 + i) t

M

montante (capital + juros)

C

capital

i

taxa (deve ser expressa na forma decimal)

t

tempo

Obs.: i e t devem estar na mesma unidade

Obs.: Normalmente alguns problemas de juros compostos podem ser resolvidos usando porcentagem.

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1 – RELAÇÃO BINÁRIA

Sejam A e B dois conjuntos não vazios. Chama-se produto cartesiano de A por B ao conjunto A x B tal que:

A x B = {(x,y) : x A e y B}

Obs.: Se A ou B for vazio, A x B =

Assim, se A = {1,3,5} e B = {2,4,6} então:

A x B = {(1,2), (1,4), (1,6), (3,2), (3,4), (3,6), (5,2), (5,4), (5,6)}

Um subconjunto qualquer de A x B é chamado de relação binária de A em B. Logo, os subconjuntos de A x B, a seguir, são relações de A em B.

R 1 = {(1,2), (3,4), (5,2)}

R 2 = {(3,2), (5,4)}

R 3 = {(1,2), (3,4), (3,6), (5,2)}

2 – FUNÇÃO: UMA RELAÇÃO ESPECIAL

Definição

Sejam, A e B dois conjuntos. Uma relação f de A em B é função se para todo x A, existe um único y B, tal que (x, y) f.

De acordo com essa definição, das três relações dadas no item anterior, somente R 1 é função. R 2 não é função, pois o número 1 de A não aparece como abscissa de R 2 , ou seja, 1 não corresponde com nenhum elemento de B.

Já R 3 ,não é função porque 3 aparece duas vezes como abscissa dos pares de R 3 , ou seja, 3 corresponde mais de uma vez.

Uma relação pode também ser representada através de um diagrama. Veja os exemplos:

a)

A B 1. .4 2. .5 3. .6
A
B
1. .4
2. .5
3. .6

É função, pois todo x A tem um único y B, tal que (x, y) pertence à relação.

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b)

A B 1. .4 2. .5 3. .6
A
B
1. .4
2. .5
3. .6

Não é função, pois para 2 A, não existe y B, tal que (2, y) pertença à relação.

c)

A B 1. .4 2. .5 3. .6
A
B
1. .4
2. .5
3. .6

Não é função, pois para 2 A, existem dois valores y B, tal que (2, y) pertence à relação.

3 – NOTAÇÃO PARA AS FUNÇÕES

Dada uma função f, se (x, y) f, diremos que y é a imagem de x pela função, ou y é o valor de f em x, e indicaremos isso por: y = f(x)

Veja um exemplo:

Seja A = {-1, 0, 1} e f uma relação de A em A dada por f = {(-1, 0), (0, -1), (1, 1)}. Então:

f

(-1) = 0, lê-se f de menos um é igual a zero.

f

(0) = -1

f

(1) = 1

Para indicar que uma relação f de A em B é uma função, usamos a notação:

f:

A B

x y = f (x)

Os conjuntos A e B entre os quais se define uma função podem ser de qualquer natureza. Porém, geral- mente A e B serão subconjuntos de R. Quando isso acontece, dizemos que f é uma função real de variável real. Para essas funções é comum dar-se apenas a fórmula que relaciona os elementos ou simplesmente condições às quais a função obedece.

4 – FUNÇÕES DADAS POR FÓRMULAS

Exemplo 1: Seja f: R R definida por f (x) = 2x – 1. Calcule:

a) f (3)

b) f ( ½ )

c) f (x –1)

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Solução:

a) Para calcular f (3) basta substituir, na fórmula de f, a variável x pelo número 3 e efetuar as operações.

Assim: f (3) = 2 . 3 – 1

b) f ( ½ ) =

as operações. Assim: f (3) = 2 . 3 – 1 b) f ( ½ )

;

f (3) = 6 – 1 = 5

Obs.: Se f ( a ) = 0, dizemos que a é raiz da função

Logo,

Se f ( a ) = 0, dizemos que a é raiz da função Logo, é

é raiz de f ( x ) = 2x – 1, pois f ( ½ ) = 0

c) f (x – 1) = 2 . (x – 1 ) – 1 ; f ( x – 1 ) = 2x – 2 – 1

f ( x – 1 ) = 2x – 3

Exemplo 2: Seja a função f definida por

Calcule f ( 0 ) – 3 f ( 2 )

Solução:

f definida por Calcule f ( 0 ) – 3 f ( 2 ) Solução: Como

Como 0 < 1,

f ( 0 ) = 2 . 0 + 1 = 1

Como 2 > 1,