Вы находитесь на странице: 1из 4

Porto 21 de novembro de 2018

Sumário dos assuntos dados nas aulas teóricas que penso serem relevantes da Teoria1, em
relação com o meu tema escolhido: “O pensamento estético ao longo do debate teórico da
Arquitectura Moderna Portuguesa”

Tópicos/temas abordados nas aulas teóricas que tiveram pertinência da cadeira de Teoria1:

- O que é a Arquitectura?

- Palavras e construções relacionadas com a abordagem ao conceito ARQUITECTURA.

- Habitar e linguagem – arquitectura com relação entre o homem e a cultura; O


mito da cabana – a origem da arquitectura, abrigo e sociabilidade (expressada por Vitruvio nos
seus “10 livros da arquitectura”;

- Arquitectura: Origem e significado

- Paradigmas (por uma velha arquitectura);

- Concepções do Mundo;

- A ideia da cidade; (Rykwert)

- A captura do infinito (Benévolo)

- A arquitectura é sempre mais que um prédio (do original: architecture is


always more than a building) – Ballantyne

Definição de Arquitectura:

Do Dicionário: A arte de organizar o espaço;

Do que eu entendo: É a ciência que estuda o espaço onde o homem penetra e circula.

História do conceito de “espaço”. Houve várias definições ao longo de diversas épocas: pré-
história; Grécia; Medieval; Renascimento até séc. XVIII; Séc. XIX – XX; Séc XX – XXI.

História do conceito Arquitectura: 1 a.C – Vitrúvio; séc. XV – Alberti; séc. XVIII – Boullée,
Ledoux, Durand; séc. XIX – Le Duc, Ruskin, Morris; séc. XX – Sullivan, Taut, Gropius, Le
Corbusier, Venturi;
Houve também uma certa reorientação teórica da arquitectura, pois: “Diferentemente dos dez
livros de Vitrúvio, a sua obra não é apenas uma recolha de edifícios, mas um tratado da
disciplina arquitectural, que lhe determina os fins e as regras”.

Do tratado dos dez livros surgem os princípios: “Necessitas” – necessidade; “Commoditas” –


comodidade; “Voluptas” – prazer.

A relação do tratado de Alberti com Vitrúvio é evidente tanto no formal como no conteúdo; no
particular deve-se assinalar a subdivisão em 10 livros, a incorporação de factos históricos e
detalhes técnicos, a sujeição dos princípios das ordens arquitectónicas, a adopção de tipos
arquitectónicos e a terminologia.

Entre os séc. XVII/XIX houve uma idealização/normalização da arquitectura, donde:

- No século XVII, surge: Beleza Ideal (Itália, França, etc);

- Entre os séculos XVII/XVIII, surgiram: Ordens – disposição (N. Blondel)

- Entre os séculos XVIII e XIX aparece: Discurso normativo (Academia) baseado na


historiografia e estética, etc. até à sua dissolução; criou-se uma síntese teórica com A. Laugier
(1750s); E. Boullée (1728-1799) faz surgir a “Arte/projecto intelectual e ciência/prática na
construção; Começa a ligação entre a Arctutectura vs Engenharia.

O século XVII fecha-se sobre a dupla exigência (contraditória) de cientificidade vs libertade


(estética), e daqui implode:

- Reconhecimento da Arquitectura como pertencente a Belas-Artes, onde imperava a


imaginação em vez da produção; Arquitectura vs Engenharia, e que permitiu o “… reforço da
crescente especialização da Arquitectura e da Engenharia (divisão já institucionalizada através
da École des Ponts et Chausées, de Perronet”

Etienne-Louis Boulée, dá-se a separação de arquitecto (das belas-artes) e Engenheiro (do


cálculo industrial).

Nas belas-artes: Ecletismo sem atenção técnica e novos programas.

Em finais do séc. XIX e início do séc. XX, surge o debate de teoria. Arte vsTécnica e Novo estilo,
e daqui o: debate Estrutura/revestimento, porquê o revestimento do ferro? Razão estática ou
impedir incêndios?

Mais tarde, surge: dois pólos de referência teórica: A racionalidade construtiva de Viollet Le
Duc – o betão e o príncipio do revestimento (segunda metade do séc. XIX), e a Síntese da Arte,
por Semper, conforme dois sistemas tectónico mais estereotónico.
Entre 1860-63 surge o Estilo nas artes técnicas tectónicas: ace à cultura de consumo (memória
cultural, artesaignificado, existencial, etc).

Aparece a possibilidade de um novo estilo para o século XX (embora não absoluto): o belo de
forma unitária, Teoria do estilo… concebe como produto e resultado não como uma soma ou
série (Semper, 1992, p.6)

Adolf Loos (1870-1933) protagoniza: Verdade estrutural? Verdade material (no sentido do
revestimento do edifício (reboco unificador das superfícies, etc) (casas: Steiner 1910; Scheu
1912/13; Tzara 1925/26; Muller 1928/30

Ornamento e delito – A loos, 1908

Respeito pelas propriedades dos materiais: cada matéria possui a sua própria expressão e
nenhum material pode tomar para linguagem formal de outro (Loos).

Referência em Semper: decoração parietal como memória têxtil.

Otto Wagner 1841-1918: assiste-se à manipulação plástica do reboco

Com o debate entre o Mito da origem têxtil da parede (Semper) vs a Verdade da estrutura
(Viollet le Duc) surge a introdução do ferro na construção do corrente (séc. XIX) – com novas
formalidades daí resultantes - Montaner, em “As Formas do séc XX”, um método romântico,
resulta:

- A arquitectura como Engenharia ou Arte; A falência do sistema estático/compositivo clássico.


(com o Moderno: a desornamentação, elementarismo, espaço fluído, precisão técnica,
abstracção. E surgem as vanguardas do início do séculi.

Surge a emergência do Moderno no contexto social e urbano (mudanças da sociedade


industrial); contexto tecnológico-cientifico; contexto artístico e contexto profissional(as Baeux
arts e a Academia.

Com as vanguardas começou-se a romper com o passado e reformar a sociedade; houve a


necessidade de resposta às transformações do início do século.

A teoria moderna respondeu ai: vazio existencial e de 0laneamento urbano.

No primeiro modernismo (1910-20) deu-se reformas e expressionismo.


-

Оценить