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Ação direta de inconstitucionalidade

Exmo Sr. Ministro Presidente do Supremo Tribunal Federal.

O PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA vem, perante a Egrégia Corte, com


fundamento no art.102, I, "a" da Constituição Federal e na Lei n°4337, de 01.06.1964,
argüir a inconstitucionalidade do art. (xxx) da Lei n° (xxx), de (xx/xx/xxxx), sancionada
pelo Sr. Governador do Estado de (xxx), pelos fundamentos que a seguir aduz:

1. A citada Lei estadual, ao regular a instalação de usinas de (xxx), viola, no art. (xxx),
dispositivo constitucional, o art. 225, §1°, inciso IV, que, exige estudo prévio de
impacto ambiental para instalação de obra ou atividade "potencialmente causadora de
significativa degradação do meio ambiente".

2. Com efeito, o artigo impugnado se restringe a exigir simples parecer de um


funcionário da Secretaria de Agricultura.

3. O legislador estadual parece alheio aos problemas do meio ambiente, no momento em


que o Brasil, através da Conferência da ONU, assenta normas e planos de defesa da vida
no planeta terrestre. A redação do art. (xxx) não deixa dúvida sobre a grave omissão da
lei e a inconstitucionalidade do apontado dispositivo, verbis

"Art. (xxx). A construção de usinas ..." (transcrever)

Diante o exposto, REQUER:

A notificação das autoridades responsáveis para prestarem informações no prazo de


vinte dias;

A suspensão do ato impugnado, a fim de evitar problemas administrativos com as


benesses da malfadada lei;

Procedido na forma dos arts. 107 a 110 do Regimento Interno, seja declarada a
inconstitucionalidade e comunicada a decisão aos órgãos interessados, para os fins de
direito.

(Local, data e ano).

(Nome e assinatura do Procurador-Geral).


Ação popular

Modelo gentilmente cedido por Marlete Ferreira Martins

EXCELENTÍSSIMO SENHOR JUIZ DA VARA ÚNICA DA COMARCA DE


SÃO JOÃO DO CÉU AZUL

(10 espaços)

FULANO DE TAL, brasileiro, casado, vereador,


residente e domiciliado nesta cidade, à Rua que sobe desce, nº5, em pleno gozo de seus
direitos políticos, por seu advogado infra assinado, conforme procuração anexa (doc.
01), aonde informa o endereço que recebe citações, intimações e demais documentos de
praxe, vêm perante Vossa Excelência amparado no art. 5º, LXXIII, CF, combinado com
o Artigo 1º da Lei 4.717/65, propor

AÇÃO POPULAR COM PEDIDO DE LIMINAR INAUDITA ALTERA PARTE

Contra o Município de São João do Céu Azul, entidade


civil, de direito público, situada à Av Principal, s/nº, Centro; representado pelo Prefeito
Municipal, Fulano Gosto de Comprar e Siltrano de Tal Silva, Presidente da
Comissão Permanente de Licitação do Município, que poderão ser encontrados no
prédio sede da Prefeitura, no Gabinete do Prefeito, na sala 2, no andar térreo, e na sala 3
também do andar térreo respectivamente, e a empresa VENDO TUDO, na pessoa do
seu representante legal, sediada à Rua Da Luz, 09, Centro, mediante as razões de fato e
de direito que passa a expor.

1. CABIMENTO DA AÇÃO

1.1. Da Legitimidade Ativa

O autor, brasileiro, casado, vereador, regular com a


Justiça Eleitoral (doc.02), com amparo no Art. 5º, LXXIII da Carta Magna, tem direito
ao ajuizamento de AÇÃO POPULAR, que se substancia num instituto legal de
Democracia.

É direito próprio do cidadão participar da vida política do


Estado fiscalizando a gestão do Patrimônio Público, a fim de que esteja conforme com
os Princípios da Moralidade e da Legalidade.

1.2. Da Legitimidade Passiva

A Lei nº 4.717/65 – LAP – Lei da Ação Popular, em seu


Art. 6º, estabelece um espectro abrangente de modo a empolgar no pólo passivo o
causador ou produtor do ato lesivo, como também todos aqueles que para ele
contribuíram por ação ou omissão.
A par disto, respondem passivamente os suplicados nesta
sede processual na condição de pessoas públicas, autoridades e administradores.

1.3. Do Cabimento do Procedimento

É a AÇÃO POPULAR o remédio constitucional que


aciona o Poder Judiciário, dentro da visão democrática participativa dos jurisdicionados
pátrios, fiscalizando e atacando os atos lesivos ao Patrimônio Público com a condenação
dos agentes responsáveis, assim garante o Art. 5º, LXXIII da CFB.

Aqui constituídos todos os pressupostos da Ação Popular,


quais sejam, condição de eleitor, ilegalidade e lesividade, o que impugna para que seja
cabível a propositura da Ação Popular, por conter ato ilegal e lesivo ao patrimônio
público, em conformidade com a Lei 4.717/65.

2. DOS FATOS

Em 22 de abril do corrente ano, foi publicado o Edital de


nº 07/06 da Prefeitura Municipal de São João do Céu Azul, assinado pelo Presidente da
Comissão Permanente de Licitação Beltrano da Silva (doc.03).

Conforme pode verificar, para compra de móveis e


equipamentos para escritório e informando que os demais documentos e a planilha
encontravam-se à disposição na Comissão Permanente de Licitação, aonde me dirigi e
após muita dificuldade consegui a planilha o Edital completo com a planilha (doc.4).

Para espanto de todos, os itens a serem comprados


indicavam ser obrigatoriamente da marca BELLO, marca esta de exclusividade da
fábrica que leva o mesmo nome e tem apenas um representante, amigo pessoal do
Prefeito, que se orgulha de dizer aos quatro ventos que ajudou a elegê-lo, e o valor total
estimado de R$ 240.000,00 sendo que na condição de pagamento anteciparia 50% no
ato do pedido e seria realizada 72 horas depois, no caso depois de amanhã, 25 de abril .

Inconformado, o vereador visitou a empresa BELLO e


constatou em conversa com o Sr. Farofeiro da Silva, representante da BELLO e
proprietário da Empresa VENDO TUDO, que o Edital só o beneficiaria uma vez que
estava definida a marca dos móveis e somente ele poderia participar, e mais me disse,
uma mão lava a outra. Essa carta é marcada e é minha.

3. DO DIREITO

Foi publicado em 22 de abril próximo passado o Edital


07/06, para compra de móveis e equipamentos para escritório, deforma irregular e
fraudulenta, assim vejamos:

A Lei 8.666/93 em seu art. 3º é clara.

”A licitação destina-se a garantir a


observância do princípio constitucional da isonomia e a selecionar a proposta mais
vantajosa para a Administração e será processada e julgada em estrita conformidade
com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da
igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento
convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos”.

No referido Edital 07/06, se verifica claramente as


condições que comprometem inequivocamente o caráter competitivo, o que vedado
conforme § 1º da mesma Lei, a seguir:

§ 1º - É vedado aos agentes


públicos;

I. admitir, prever, incluir ou tolerar,


nos atos de convocação, cláusulas ou condições que comprometam, restrinjam ou
frustrem o seu caráter competitivo e estabeleçam preferências ou distinções em razão
da naturalidade, da sede, ou domicilio dos licitantes ou de qualquer outra
circunstância impertinente ou irrelevante para o específico objeto do contrato;

........................................................................................

Ora Excelência, já se vê de imediato a ilegalidade


do ato, quando o Edital 07/06 frustra o caráter competitivo, estabelecendo preferência
de sede, uma vez que a EMPRESA VENDE TUDO é a única empresa local de venda de
móveis e equipamentos recentemente criada no Município, o que nos faz parecer que
para esse propósito de fraudar a licitação uma vez que a publicidade do Edital não foi
ampla, apenas colocada no quadro de avisos dentro da sala da Comissão de Licitação.

Ademais, inescrupulosamente vem citando que os


móveis e equipamentos a serem adquiridos devem ser obrigatoriamente da marca
BELLO.

Assim rege o art. 7º da mesma Lei:

“Nas compras deverão ser observadas ainda”;

I- a especificação completa do bem a ser adquirido sem


indicação de marca;

3.1. DO PRINCÍPIO DA IGUALDADE

O favorecimento que a Comissão direcionou a empresa VENDO TUDO, ficou


cristalino em todo direcionamento do Edital 07/06.

Destarte, colocar que o principio da igualdade impõem à


Administração, elaborar regras claras que assegurem aos participantes da licitação,
equivalência durante a disputa, sendo intolerável o favorecimento.

Como ensina CELSO RIBEIRO BASTOS, “Na verdade,


sua função é de um verdadeiro princípio a informar e a condicionar todo o restante do
direito... A igualdade não assegura nenhuma situação jurídica específica, mas garante o
indivíduo contra toda má utilização que possa ser feita da ordem jurídica. A igualdade
é ,portanto, o mais vasto dos princípios constitucionais, não se vendo recanto onde ela
não seja impositiva”. (Comentários à Constituição do Brasil, 2º vol. pág. 13 Ed.
Saraiva)

3.2. DO PRINCÍPIO DA PUBLICIDADE

Há de se verificar, ainda, que não houve publicidade,


sendo esta restringida a colocação num quadro de avisos dentro da sala da Comissão.

O princípio da publicidade exige que a Administração


anuncie com antecedência e pelos meios previstos na lei, além de outros que ampliem a
sua divulgação, que realizará a licitação e que todos os atos a ela pertinentes sejam
acessíveis aos interessados.

Ferindo o princípio da publicidade também verificamos


que não houve nenhuma divulgação na radio local, nem no matutino local ou da capital,
apenas no quadro de aviso dentro da sala da Comissão como já dito, que tem acesso
restrito e em horário irregular, portanto, não houve acesso a concorrentes interessados.

Há de se comungar com Jessé Torres Pereira Junior


quando diz:

“Licitação sem competição é fraude ou não- licitação”.

Outro não foi o motivo que levou a Lei 4.717/65 a cominar


a sanção de nulidade a ser declarada em Ação Popular, quando o Edital for processado
em condições que impliquem na limitação das possibilidades normais de competição.
(Lei 4.717/65, art. 4º, II,a,b,c).

É o que mostra a forma que foi feito o Edital, melhor


dizendo, como foi fraudado o referido Edital 07/06.

3.3. DO DESVIO DE FINALIDADE E DE PODER

Óbvio está o desvio de finalidade, quando explicitamente


se percebe o favorecimento para amigos ou uma forma de pagar favores de campanhas
políticas, o que é inaceitável, caracterizando também desvio de poder.

Também a síntese de Maria Sylvia Zanella Di Pietro é


precisa e suficiente:

“Seja infringida a finalidade legal do ato (em sentido estrito), seja desatendido o seu
fim de interesse público (sentido amplo), o ato será ilegal, por desvio de poder”.

Outrossim, a Lei da Ação Popular já consignou o desvio


de finalidade como vício nulificador do ato administrativo lesivo do patrimônio
público e o considera caracterizado quando o agente pratica ato visando fim diverso do
previsto, explicita ou implicitamente.
Ainda expor o quê Excelência, diante de tão cristalina
fraude no Edital, buscando com desvio de finalidade contemplar amigos, obviamente
fazendo com superfaturamento, uma forma para quiçá, pagar dívidas políticas, o que
não podemos admitir pelo princípio da moralidade, que nos faz lembra uma frase
lapidar do Professor Hely Lopes Meirelles:

– “O povo é o titular subjetivo ao governo honesto” –

Observa também o Professor Raul Arnaldo Mendes:

“O governo honesto é exercido pelo administrador probo”,


dizendo respeito ao desempenho do administrador com honestidade, honra e retidão.
Tudo o que não vemos no ato ora demandado no Município de São João do Céu
Azul.

A Lei de Licitações, trazidas no seio constitucional,


elencou os diversos princípios administrativos aplicáveis à Licitação, sejam os básicos,
ou mesmo os correlatos.

Alguns julgados relacionados e analisados à luz da melhor


doutrina e jurisprudência nacional citamos abaixo:

“EMENTA: PROCESSO CIVIL. AÇÃO POPULAR. LIMITES DO JULGAMENTO.


O exame judicial dos atos administrativos se dá sob o ponto de vista da respectiva
legalidade e de sua eventual lesividade ao patrimônio público (Lei nº 4.717, de 1997,
art. 2º), ou simplesmente da legalidade nos casos em que o prejuízo ao patrimônio
público é presumido (Lei nº 4.717, de 1965, art. 4º); o julgamento sob o ângulo da
conveniência do ato administrativo usurpa competência da Administração. Recurso
Especial conhecido e provido.” (STJ, REsp nº 100.237/RS, 2ª T., Rel. Min. Ari
Pargendler, DJU 26.05.1997

“ADMINISTRATIVO. PROCEDIMENTO LICITATÓRIO. ATESTADO TÉCNICO.


COMPROVAÇÃO. AUTORIA. EMPRESA. LEGALIDADE.

Quando em procedimento licitatório, exige-se comprovação, em nome da empresa, não


está sendo violado o art. 30, § 1º, II, caput, da Lei 8.666/93.
É de vital importância, no trato da coisa pública, a permanente perseguição ao binômio
qualidade eficiência, objetivando, não só garantir a segurança jurídica do contrato, mas
também a consideração de certos fatores que integram a finalidade das licitações,
máxime em se tratando daquelas de grande complexidade e de vulto financeiro tamanho
que imponha ao administrador a elaboração de dispositivos, sempre em atenção à pedra
de toque do ato administrativo – a lei - , mas com dispositivos que busquem
resguardar a administração de aventureiros ou de licitantes de competência
estrutural, administrativa e organizacional duvidosa.Recurso provido. ”(STJ, Rec.
Esp. nº 144.750/SP, 1ª T., Rel. Min. Francisco Falcão, DJU 25.09.2000)

LICITAÇÃO – EDITAL – CLÁUSULA RESTRITIVA...

A exigência editalícia que restringe a participação de concorrentes, constitui critério


discriminatório desprovido de interesse público, desfigurando a discricionariedade por
consubstanciar agir abusivo, afetando o princípio da igualdade. ( Rec. Especial
nº43.856-0-RS, Rel.Min. Milton Luiz Pereira. DOU de 01/09/95, pág.27.804).

4. DOS PEDIDOS

4. 1. PEDIDO DE LIMINAR INAUDITA ALTERA


PARTE

Atento a finalidade preventiva no processo, a lei


instrumental civil, por seu art.804 permite através de cognição sumária dos seus
pressupostos à luz de elementos a própria Petição Inicial, o deferimento initio lide de
medida cautelar inaudita altera parte, exercitada quando inegável urgência de medida e
as circunstâncias de fato evidenciarem que a citação dos réus e a instrução do processo
poderá tornar ineficaz a pretensão judicial, como ensina o Ilustríssimo Professor Dr.
HUMBERTO THEODORO JUNIOR em Curso de Direito Processual Civil, ed.
Forense, vol. II, 1ª edição, pág. 1160.

A Lei 4.717/65 reguladora da Ação Popular vislumbra o


periculum in mora da prestação jurisdicional e em boa oportunidade no comando do
seu art. 5º § 4º preconiza “na defesa do patrimônio público caberá a suspensão
liminar do ato lesivo impugnado”.

Na espécie, visualiza-se a prima facie LESIVIDADE AO


PATRIMÔNIO PÚBLICO E ILEGALIDADE DO ATO que justifica in extremis a
concessão de liminar para que estanque a sangria dos recursos com pagamentos fora das
previsões legais e dos princípios administrativos e de direito.

Destarte, presentes os requisitos do fumus bonis júris e do


periculum in mora, o autor requer seja CONCEDIDA A LIMINAR, determinando a
Prefeitura Municipal de São João do Céu Azul a nulidade incontinenti da Licitação
referente ao Edital 07/06 e de todos os atos advindos da mesma.

4.2. PROCEDÊNCIA DA AÇÃO

Ex positis o autor requer:

a)- seja JULGADA PROCEDENTE A AÇÃO, acolhendo os pedidos do


suplicante para determinar definitivamente a nulidade da Licitação referente ao Edital
07/06 e conseqüentemente todos os atos advindos da mesma, evitando assim grave lesão
ao Patrimônio Público, corrigindo a ilegalidade do ato;

b)- sejam os réus condenados a pagarem as custas e demais despesas judiciais e


extrajudiciais, bem como o ônus da sucumbência;

d)- sejam citados os réus, para querendo, contestarem, no prazo legal,


assistidos se quiserem pela Procuradoria do Município;

e)- a produção de provas documental, testemunhal, pericial, e, especialmente, o


depoimento pessoal dos demandados por quem de direito;
f)- o indispensável parecer do Ministério Público.

Dá-se à causa o valor de R$ 240.000,00 (Duzentos e Quarenta


Mil Reais).

Pede Deferimento

São João do Céu Azul, 23 de abril de 2006


Agravo de instrumento (Decisão em Exceção de pré-executidade)

Gentilmente enviado por Leonardo José Oliveira de Azevedo


Advogado e consultor jurídico estabelecido no Rio de Janeiro, militante e atuante na
área de Direito Civil, Direito do Consumidor e Direito do Trabalho, prestando, ainda,
como consultor, pareceres jurídicos para segmentos da aviação comercial internacional.

EXMO. SR. DR. DESEMBARGADOR 1º VICE-PRESIDENTE DO EGRÉGIO


TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO.

(Nome do Agravante), brasileira, divorciada, ………, portadora da carteira de


identidade número …………., emitida pelo ……., e inscrita no CPF sob o número
…………, residente e domiciliada na Rua …………………………………….., Rio de
Janeiro, RJ, por seu advogado, com endereço profissional na Av.
………………………………………… Cep: 22640-102, onde irá receber intimações,
para efeitos do art. 39, I do CPC, data venia, inconformado com a r. decisão de fl.
……., da lavra da eminente Dra. Juíza de Direito da ….. Vara Cível Regional da
…………… -RJ, proferida nos autos da AÇÃO DE EXECUÇÃO POR TÍTULO
EXTRA-JUDICIAL, de nº ……………, que lhe move (nome do Agravado), com
fundamento no art. 522 e seguintes do CPC, dela interpor, tempestivamente, o presente

AGRAVO DE INSTRUMENTO COM EFEITO SUSPENSIVO ATIVO

a fim de ver reformada a decisão, pelas anexas razões, requerendo a V. Exa. se digne em
recebê-lo e processá-lo, distribuindo o presente a uma das Colendas Câmaras deste
Egrégio Tribunal.

Outrossim, de acordo com o que dispõe o art. 525 do CPC, anexa os


documentos abaixo relacionados, para a devida formação do instrumento:
*Cópia da decisão agravada;
*Cópia da certidão da intimação da decisão agravada;
*Cópia da procuração outorgada aos advogados da Agravante;
*Cópia da procuração outorgada aos advogados do Agravado;
*Cópia da petição inicial e dos documentos que acompanham-na;
*Cópias da exceção de pré-executividade e dos documentos que acompanham-na;
*Cópia da manifestação do exeqüente acerca da Exceção de Pré-executividade.

Indica para intimações na forma da Lei Processual Civil o Dr.XXXXXX, inscrito, na


OAB-RJ sob os n 000000, com escritório na Rua XXXXXX, RJ.

Termos em que,

confia deferimento.

Rio de Janeiro, …….. de …….. de …………...

Leonardo José Oliveira de Azevedo


OAB-RJ 118.548
---- quebra de página -----

RAZÕES DE AGRAVO DE INSTRUMENTO

Processo nº ………………………….
Ação de ……………………………….
Agravante: …………………………………….
Agravado: ………………………………………

Egrégio Tribunal,
Colenda Câmara

I- DOS FATOS

Trata-se de Exceção de Pré-executividade, visando declarar nula ou inexistente


a dívida cobrada a título de aluguéis e encargos decorrentes de contrato de locação
residencial, proposta pela Agravante, perante o Juízo da ………. Vara Cível …
………………….. - RJ, onde o juízo a quo, através da decisão de fl. …. (documento em
anexo), inadmitiu a presente Exceção de Pré-executividade, com fundamento no
argumento de que tal instrumento dependeria de cognição, o qual seria incabível nesta
fase processual.

Contudo, merece reforma a r. decisão atacada, posto que, data máxima vênia, a Exceção
de Pré-executividade, instrumento amplamente admitido pela jurisprudência e doutrina
nacional, é decorrente do Princípio do Contraditório, assegurado constitucionalmente,
fundamentalmente utilizado para garantir que o executado não seja alvo de uma
cobrança ilegítima ou, ainda, excessiva.

Desta forma, a r. decisão agravada insiste em desafiar jurisprudência já pacificada no


âmbito deste Egrégio Tribunal, bem como do Superior Tribunal de Justiça, como é
demonstrado abaixo:

“Processual Civil. Agravo de Instrumento. Processo de Execução. Embargos do


Devedor. Nulidade. Vício fundamental. Argüição nos próprios autos da execução.
Cabimento. Artigos 267, § 3o ; 585, II; 586; 618, I do CPC.

I - Não se revestindo o título de liquidez, certeza e exigibilidade, condições basilares


no processo de execução, constitui-se em nulidade, como vício fundamental, podendo a
parte argüi-la independentemente de embargos do devedor, assim como pode e cumpre
ao juiz declarar, de ofício, a inexistência desses pressupostos formais contemplados na
lei processual civil.

II - Recurso conhecido e provido.”

(STJ – 3ª Turma - Resp. n.º 13.060-SP – Acórdão unânime – Ministro Relator Aldemar
Zveiter – publicado no DJU em 03/02/92)
Ademais, como reza a CRFB/88, artigo 5º, LV, o Princípio do Contraditório
não foi observado, visto que a Agravante não possui o valor exorbitantemente cobrado
pelo Agravado na execução, a fim de embargar a presente, motivo pelo qual a mesma
não se utilizou dos Embargos à Execução, restando apenas a Exceção de Pré-
executividade como meio legítimo de defesa.

Desta forma, a Agravante vê-se lesada, posto que continua a ser cobrada por
uma dívida inexistente.

II- DA INCERTEZA DO TÍTULO

No caso em tela, o Agravado diz-se possuidor de título executivo extrajudicial, em


função do qual cobrava, em sua exordial, da Agravante a vultuosa quantia de R$ …….
(……). Ocorre que a comprovação do débito apresentada pelo Agravado é totalmente
descabida e equivocada, não refletindo a realidade.

De modo contrário, do que alega o Agravado, a Agravante não é devedora da referida


quantia, visto que, a mesma já efetuou o pagamento dos alugueres e seus encargos
de todos os meses pleiteados pelo Exeqüente, ora através de depósitos bancários,
ora diretamente na administradora do imóvel, conforme apontam os documentos:
01- outubro de 2000 (R$...............), 02-novembro de 2000 (R$..............), 03 -
dezembro de 2000 (R$..............), 04 -janeiro de 2001(R$...........), 05 - fevereiro de
2001 (R$..............) e 06 - março de 2001 (R$...............), ora juntados, seja não
restando, portanto qualquer débito por parte da Agravante.

Ademais, o próprio Agravado em sede de manifestação sobre a Exceção de Pré-


executividade interposta pela agravante, reconhece a inexistência e, portanto, a
inexigibilidade de parte da dívida, objeto da presente demanda, conforme a fl. ….. e
………. (em anexo):

“Aqui efetivamente, em razão da prova do pagamento efetuada pela executada,


deve se excluir a quantia de R$ ………...”

“Comprovado como está, que o débito reclamado nesta, constante da planilha


acostado à inicial, subsiste, do qual, apenas, deve ser excluída a quantia de R$
…………. que fora depositada pela executada”

Assim, evidenciada e reconhecida pelo próprio Agravado a inexigibilidade e iliquidez


do título, deve o juiz com base nos requisitos básicos do Processo de Execução julgar
ou declarar extinta a presente.

Ainda, quando existem e se constatam erros flagrantes ou diferenças evidentes,


revelados com base em documentos fornecidos pelas próprias partes, bem como
através da própria confissão do Exeqüente (como é o caso em tela) não se deve
aceitar que o montante comumente absurdo cobrado seja tido apenas como uma
"quantia superior à do título", com o que se daria a incidência do artigo 743, I, do
CPC, de modo a ensejar o reconhecimento do excesso de execução, como matéria a ser
objeto dos Embargos do Devedor (art. 741, I).
Conclui-se que mesmo que se possa ter como certa a obrigação contida no instrumento
negocial anexado à petição inicial da Execução, restaria configurada a iliquidez e a
inexigibilidade quanto à prestação; isto é,: o montante da obrigação objeto da cobrança,
por não ser precisamente o que o próprio Credor reconhece ser o devido, conduz à
indeterminação e, por via de conseqüência, à inexigibilidade do título.

Assim, como na presente demanda, existe a utilização de um título inexigível, o uso da


objeção de pré-executividade, é imprescindível para que se faça o reconhecimento dos
vícios demonstrados e sirva para modificar a força operante do título, acarretando a
decretação da nulidade da ação e a conseqüente extinção do feito.

III - DO PEDIDO

Face ao exposto, e convocando os lúcidos suplementos jurídicos dos Exmos. Srs.


Desembargadores integrantes deste Egrégio Tribunal, a Agravante interpõe o presente
recurso, a fim de que seja conhecido e provido, para o fim de invalidar a decisão ora
agravada, nos moldes do art. 527, V, do CPC, pela inexigibilidade do título, face a
incerteza que o mesmo revela, devendo a presente Exceção de Pré-executividade ser
normalmente admitida no processo em exame, para que seja devidamente apreciada
pelo Juízo a quo. Culminando na extinção da presente execução sem julgamento do
mérito, em relação à Agravante, na forma do artigo 267, IV, do CPC.

Requer, outrossim, a Agravante, que seja recebido o presente recurso no seu Efeito
Suspensivo Ativo, para que seja sobrestada a Execução, seus efeitos e fases como
penhora de bens e etc., até que seja definitivamente julgada a Exceção de Pré-
executividade.

Termos em que,

confia deferimento.

Rio de Janeiro, ………de ………..de ………...

Leonardo José Oliveira de Azevedo


OAB-RJ 118.548
Alimentos

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA DE FAMÍLIA E SUCESSÕES


DA COMARCA DE CAMPO GRANDE - MS.

RAIMUNDO DE LIMA, menor impúbere, representado por sua genitora RAIMUNDA


DE LIMA, brasileira, do lar, portadora da cédula de identidade RG n___________ e do
CPF ______________, residente e domiciliada à rua ______________________, nesta
capital, neste ato representada por seu advogado infra-assinado, conforme procuração
em anexo, vem com o devido respeito e acatamento perante V. Exa., propor:

AÇÃO DE ALIMENTOS

em face de _________________, brasileiro, solteiro, mecânico, portador da cédula de


identidade RG nº ___________ SSP/MS, residente e domiciliado na rua
_____________________________, nesta capital, pelos fatos e motivos que passa a
expor:

DA GRATUIDADE DE JUSTIÇA:

Inicialmente, requerem a V. Exª. sejam deferidos os benefícios da Gratuidade de Justiça,


com fulcro na lei 1060/50, com as alterações introduzidas pela Lei 7.510/86, por não
terem condições de arcar com as custas processuais e honorários advocatícios sem
prejuízo do próprio sustento e de suas famílias, conforme atestado de pobreza que
instrui a exordial.

DOS FATOS

1. O Requerente RAIMUNDO DE LIMA, nascido em 08 de maio de 1995, atualmente


com 02 (dois) anos de idade, é filho do Requerido, conforme faz prova certidão de
nascimento em anexo.
2. O Requerido desde o nascimento do Requerente nunca ajudou com nada para o
sustento do mesmo, sendo este única e exclusivamente sustentado por sua genitora.

3. Tornou-se difícil o sustento da mãe do requerente, bem como também manter e


sustentar seu filho menor, sendo que atualmente encontra-se desempregada.

4. O Requerido é mecânico, auferindo uma renda aproximada de R$ 600,00 (seiscentos


reais) mensais.

DO DIREITO

A Lei nº 5478/68, em seu artigo 2º, embasa a sua pretensão.


Artigo 2º- "O credor, pessoalmente, ou por intermédio de advogado, dirigir-se-à ao juiz
competente, qualificando-se , e exporá suas necessidades, provando, apenas o
parentesco ou a obrigação de alimentar do devedor, indicando seu nome e sobrenome,
residência ou local de trabalho, profissão e naturalidade, quanto ganha
aproximadamente ou os recursos de que dispõe."

Com base no artigo 400 do Código Civil Brasileiro, a obrigação de alimentar estabelece
parâmetro nas necessidades do Requerente.

Artigo 400 - "Os alimentos devem ser fixados na proporção das necessidades do
Reclamante e dos recursos da pessoa obrigada."

Da mesma forma, o fato do Requerido não participar com a manutenção necessária do


Requerente, comete o crime de abandono material previsto no artigo 244 do Código
Penal.

Artigo 244- "Deixar, sem justa causa, de prover à subsistência do cônjuge, ou do filho
menor de 18 (dezoito) anos ou inapto para o trabalho, ou de ascendente inválido ou
valentudinário, não lhes proporcionando os recursos necessários ou faltando ao
pagamento de pensão alimentícia judicialmente acordada, fixada ou majorada; deixar,
sem justa causa, de socorrer descendente, gravemente enfermo."

ISTO POSTO, REQUER

A fixação de alimentos provisórios no valor de 1,5 (um e meio) salário mínimo, com
base no disposto no art. 4º da Lei 5478 de 25 de julho de 1978, que deverá ser
depositado em C/C a ser aberta em nome da Representante legal do Requerente
RAIMUNDA DE LIMA.

A citação do Requerido no endereço supra-mencionado, para responder aos fatos e


pedidos apresentados nesta ação, sob pena de revelia (Lei de Alimentos, art. 7º) além de
confissão sob a matéria de fato segundo procedimento da Lei nº 5478/78.

A condenação do Requerido ao pagamento definitivo da pensão alimentícia ao seu filho


menor, no valor de 1,5 salário mínimo.

A condenação do requerido também ao pagamento das custas processuais, bem como


honorários advocatícios, pelo princípio da sucumbência.
A intervenção do Ministério Público.

Todos os fatos levantados sejam provados através de todos os tipos de provas em


Direito admitidas, especialmente testemunhal e documentais, requerendo-se desde já o
depoimento pessoal do Requerido.

Atribui-se a causa o valor de R$ 2.160,00 (dois mil cento e sessenta reais) de acordo
com o art. 259 incido VI do CPC, para efeitos fiscais.

Nestes Termos.
Pede Deferimento.

Cidade, Data.

NOME DO ADVOGADO
Nº OAB E SEÇÃO
Busca e apreensão (Dec. 911/69)

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da ____ Vara Cível da Comarca de (xxx)
Autos Nº:

NOME DO BANCO (ou Autor, Demandante, Suplicante, Requerente), com sede nesta
cidade à Rua (xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), Cep. (xxx), no Estado de
(xxx), por seu procurador, instrumento d mandato em anexo (doc. 01), vem à presença
de V. Exa, nos termos do art. 66 da Lei n° 4.728 de 11.07 1965, e Decreto-Lei n° 911,
de 01.10.1969, interpor

BUSCA E APREENSÃO DE COISA

em face de NOME DA REQUERIDA (ou Ré, Demandada, Suplicada, Requerida),


inscrita no CNPJ sob o nº (xxx), também sediada nesta cidade à Rua (xxx), nº (xxx),
Bairro (xxx), Cep. (xxx), pelos motivos que passa a expor:

1. O Requerente contratou com a mencionada firma abertura de crédito com alienação


fiduciária, conforme instrumento particular ora exibido (doc. n° 02/04) registrado sob
número (xxx), do dia (xx/xx/xxxx), no Cartório de Registro de Títulos e Documentos.

2. Desse modo, realizou-se o financiamento através de letras de câmbio, cujo valor,


condições e vencimento constam das cláusulas contratuais.

3. Como garantia das obrigações assumidas, a devedora, em alienação fiduciária, deu os


seguintes bens, abaixo descritos, que se encontram na sede da devedora:

(Descrever todos os bens)

3. Vencida a dívida no dia (xx/xx/xxxx), a Requerida não se manifestou. Destarte,


dispõe o Decreto-Lei 911/69 em seus artigos 3º e 4º que:

"Art. 3º. O proprietário fiduciário ou credor poderá requerer contra o devedor ou


terceiro a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente, a qual será concedida
liminarmente, desde que comprovada a mora ou o inadimplemento do devedor.
§1º - Despachada a inicial e executada a liminar, o réu será citado para, em três dias,
apresentar contestação ou, se já tiver pago 40% (quarenta por cento) do preço
financiado, requerer a purgação da mora.
§2º - Na contestação só se poderá alegar o pagamento do débito vencido ou o
cumprimento das obrigações contratuais.
§3º - Requerida a purgação da mora tempestivamente, o juiz marcará data para o
pagamento, que deverá ser feito em prazo não superior a dez dias, remetendo,
outrossim, os autos ao contador para cálculo do débito existente, na forma do art. 2º e
seu §1º.
§4º - Contestado ou não o pedido e não purgada a mora, o juiz dará sentença de plano
em cinco dias, após o decurso do prazo de defesa, independentemente da avaliação do
bem.
§5º - A sentença, de que cabe apelação, apenas, no efeito devolutivo, não impedirá a
venda extrajudicial do bem alienado fiduciariamente e consolidará a propriedade e a
posse plena e exclusiva nas mãos do proprietário fiduciário. Preferida pelo credor a
venda judicial, aplicar-se-á o disposto nos arts. 1113 a 1119 do Código de Processo
Civil.
§6º - A busca e apreensão prevista no presente artigo constitui processo autônomo e
independente de qualquer procedimento posterior."

"Art. 4º. Se o bem alienado fiduciariamente não for encontrado ou não se achar na posse
do devedor, o credor poderá requerer a conversão do pedido de busca e apreensão, nos
mesmos autos, em ação de depósito, na forma prevista no Capítulo II, do Título I, do
Livro IV, do Código de Processo Civil."

Pelo exposto, REQUER:

a) Seja expedido mandado liminar de busca e apreensão dos mencionados bens a fim de
que, retirados da posse de quem os detenha, a devedora ou, eventualmente terceiros,
sejam entregues ao Requerente, credor.

b) Executadas a apreensão e a entrega, seja citada a devedora, na pessoa de seu


representante legal, Sr (xxx), para querendo, apresentar contestação;

c) A procedência da ação e a condenação da Requerida nas custas e honorários de


advogado.

d) Provar o alegado por prova documental e oral, inclusive depoimento pessoal do


representante legal da Requerida.

Dá-se a causa o valor de R$ (xxx) (valor expresso).

Termos que

Pede deferimento.

(Local, data e ano).

(Nome e assinatura do advogado)


Contrato de honorários advocatícios

Por este instrumento particular de contrato de honorários advocatícios e na melhor


forma de direito, de um lado, como CONTRATANTE, ........... residente e domiciliado
nesta cidade, na rua .................................................. , portador da Identidade
nº ................. e do CPF nº ......................... e, de outro lado, como CONTRATADO, o
Dr. ................................., brasileiro, casado, advogado, inscrito na OAB-.... sob o
nº ..............., portador do CPF nº ....................., residente e domiciliado na cidade
de ........................, com escritório na rua ..............................., têm entre si, justo e
contratado, o que mutuamente aceitam e outorgam, mediante as cláusulas e condições
seguintes.

1 - O CONTRATADO obriga-se, face ao mandato que lhe é outorgado, que faz parte
integrante deste contrato, a prestar os seguintes serviços: ..........................................

2 - Pelos serviços prestados e especificados na cláusula anterior, o CONTRATADO,


receberá a título de honorários, líquidos e certos, o valor correspondente a
R$ ................., em moeda nacional, que serão pagos da seguinte forma: ..........................

3 - Os pagamentos serão feitos mediante cobrança bancária, sendo que neste ato, o
CONTRATANTE autoriza, desde já, sejam emitidos boletos bancários, em número
igual às parcelas especificadas na cláusula anterior, correspondente à forma parcelada
de pagamento avençada neste instrumento, por ser este contrato, título executivo nos
termos do art. 585, Inciso II do CPC. Fica estabelecido que em caso de mora, serão
cobrados juros de mora, na razão de 1 % (um por cento) ao mês. Caso a mora seja
superior a 30 (trinta) dias, ficará este contrato rescindido de pleno direito, independente
de qualquer medida judicial ou extrajudicial, considerando-se vencidas as demais
obrigações vincendas, que serão exigidas de imediato.

4 - Fica estabelecido que, iniciados os serviços especificados na cláusula um, são


devidos os honorários contratados por completo neste instrumento, ainda que em caso
de desistência por parte do CONTRATANTE, ou se for cassado o mandato do
CONTRATADO sem sua culpa, ou ainda, por acordo do CONTRATANTE com a parte
contrária, sem a devida aquiescência do CONTRATADO, podendo este exigir os
honorários de imediato.

Parágrafo Primeiro: Fica estabelecido que em caso de desistência por parte do


CONTRATANTE, antes de iniciados os serviços especificados na cláusula um, serão
devidos ao CONTRATADO, a título de honorários, por assessoria e consultoria
jurídica, 10% (dez por cento) do estabelecido na cláusula dois.

Parágrafo Segundo: Fica estabelecido que em caso de serviços de cobrança ou de


execução, ou ainda de qualquer outra natureza, em que o CONTRATADO receba verba
ou importância em nome do CONTRATANTE, este desde já, autoriza àquele, descontar
os honorários advocatícios, da verba ou importãncia recebida, ficando obrigado o
CONTRATADO a reembolsar o CONTRATANTE no valor correspondente ao saldo
remanescente, em substituição à cobrança bancária especificada no caput desta cláusula.

5 - Fica estabelecido que os honorários contratados, cobrem, apenas os serviços


prestados na 1a. Instância, na Comarca de ......................, correndo todas as despesas
processuais, custas e outras, por conta do CONTRATANTE, sendo que, havendo
necessidade de qualquer recurso, quer seja por razões ou contra razões, serão devidos ao
CONTRATADO, os honorários, extras, correspondentes a R$ ............. (por extenso), na
época da interposição do competente recurso, sendo seu pagamento anterior ao
protocolo do respectivo recurso, ficando estabelecido que não pagos os honorários
devido ao recurso, o CONTRATADO fica desobrigado de promovê-lo, ficando isento
de toda e qualquer responsabilidade profissional ou pessoal.

6 - Fica acordado que em caso de necessidade de viagens para fora da Comarca


de ..........................., em raio superior a 100 (cem) quilômetros, o CONTRATANTE
pagará, adiantadamente, a diária de R$ ............ (por extenso), em número
correspondente aos dias necessários, para fazer frente às despesas de transporte, estadia
e alimentação, por serviços fora de sede, ficando estabelecido que havendo despesas
com passagens aéreas, estas deverão ser pagas pelo CONTRATANTE, independente
das diárias pagas. Caso a diária e passagens aéreas, se houverem, não forem pagas
adiantadamente, o CONTRATADO fica desobrigado do cumprimento do ato em
questão, podendo a seu critério rescindir o presente contrato e ficando isento de
qualquer responsabilidade profissional ou pessoal.

7 - Sendo a atividade do CONTRATADO, atividade de meio e não de resultado, fica


estabelecido que os honorários avençados nas cláusulas dois e cinco, serão sempre
devidos, independente do resultado da ação e que, no caso de sair vencedor o
CONTRATANTE, em ação civil, os honorários devidos à sucumbência, pertencerão
única e exclusivamente ao CONTRATADO, nos termos do art. 23 do EOAB, Lei
8.906/94, que poderá, de imediato, recebê-los em Juízo, ou fora dele, ao final da ação,
ou promover a competente execução em seu próprio nome, ou em nome do
CONTRATANTE, nada tendo este a reclamar ou receber.

Parágrafo Único: Fica estabelecido que sendo os serviços, especificados na cláusula 1


(hum), relativos à cobrança de valores, que enseje processo de execução, o
CONTRATANTE se obriga a pagar, por completo, os honorários estabelecidos nesse
instrumento, independente do resultado da causa, ficando acordado que, não se obtendo
sucesso na cobrança por meios amigáveis e inexistindo processo de execução, o
CONTRATANTE se obriga a pagar, apenas, 10% (dez por cento) dos honorários
contratados, a título de assessoria jurídica.

8 - A parte que descumprir qualquer das cláusulas deste contrato, dará à outra, o direito
de rescindir o presente instrumento, sem qualquer interpelação, judicial ou extrajudicial,
ficando desobrigada a parte inocente a dar continuidade a este contrato, ficando
acordado entre as partes que, em caso de necessidade de ajuizamento de ações relativas
a esse instrumento, a citação se dará por via postal, com aviso de recebimento (AR),
cabendo ao vencedor, honorários, na razão de 20% (vinte por cento), sobre o valor da
causa, a título de verba sucumbencial.

9 - Fica eleito o Foro da Comarca de ....................., para dirimir as dúvidas oriundas


deste contrato, renunciando as partes, a qualquer outro, por mais privilegiado que seja.

E, por estarem, assim, justos e contratados, firmam o presente instrumento, em duas


vias, de igual teor e forma, para um só efeito, na presença das testemunhas abaixo
assinadas, que a tudo assistem.
Local e data

CONTRATADO

CONTRATANTE

TESTEMUNHAS:

Nome:
Endereço:

Nome:
Endereço:
Conversão de separação judicial em divórcio

Colaboração de Ana Patrícia Perdomo, pedagoga e acadêmica de direito

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA ---- VARA DE


FAMÍLIA E SUCESSÕES DO FORO CENTRAL DE PORTO ALEGRE.

XXXXXXXXXXX, CPF 00000000000, brasileiro, vendedor, residente e domiciliado


nesta capital na Av.XXXXXXXXXXXX , n°36 apto.203 Bairro Jardim Planalto, CEP
00000-00, vem, respeitosamente à presença de Vossa Excelência, por sua procuradora
firmatária, requerer com fundamento no artigo 226, §6º da CONSTITUIÇÃO
FEDERAL DE 1988, c/c o caput do artigo 25 da Lei nº 6515 de 26 de dezembro de
1977

AÇÃO DE CONVERSÃO DA SEPARAÇÃO JUDICIAL EM DIVÓRCIO,

em face de sua ex- esposa, XXXXXXXXXXXXXXXX, brasileira, CPF N°


00000000000, residente e domiciliada nesta capital na Rua XXXXXXX, n° 546
apto.201 Bairro Jardim São Pedro, CEP 00000-00 Porto Alegre – RS. Pelos motivos de
fato e de direito que a seguir passa a expor:

DOS FATOS:

I. O peticionário se separou judicialmente da senhora xxxxxxxxxxxxxxx, Conforme


sentença proferida na data de 11/04/2006, a qual foi decretada, por este juízo, tendo esta
transitado em julgado na data de 26.04.2006 (doc. Anexo), tendo decorrido,
conseqüentemente, o prazo legal de mais de um ano (Lei n° 6.515/77).

II. Como se pode constatar pelo exame da presente Certidão de Casamento autenticada e
averbada pela separação judicial consensual,(processo n° XXXXXXXXX), já
transcorreram mais de dois anos da data da separação, e que não há nenhuma pendência
para ser discutida no pedido de divórcio.

III. Que os requerentes tem cumprido rigorosamente todas as obrigações assumidas no


aludido procedimento judicial. Inexistindo bens a partilhar.

IV. Que o requerente possui planos de constituir nova família e deseja regularizar sua
situação.

DOS FILHOS:

O requerente possui dois filhos em comum com a requerida, aos quais são regularmente
percebidos os valores referentes à pensão alimentícia por parte do requerente varão.

DO PATRIMÔNIO:
O requerente declara que a partilha já se encontra completamente resolvida como consta
na sentença da separação judicial anteriormente mencionada.

DO NOME DA EX- EXPOSA:

Que a requerida desde a separação judicial voltou a usar o nome de solteira –


xxxxxxxxxxxxx

DO PEDIDO:

Em face do exposto, requer a Vossa Excelência o procedimento presente, no qual se


intenta obter a conversão da separação judicial em divórcio, nos precisos termos da
legislação específica.

Outrossim, requer:

a- Requer seja homologado a conversão da presente separação judicial em divórcio,


extinguindo de uma vez os vínculos matrimoniais;

b- Seja do pedido dada vista ao digníssimo Doutor Promotor de Justiça, que oficia
nessa Comarca representante do Ministério Público;

c - APENSAMENTO DE AUTOS
Ordene Vossa Excelência, sejam apensados ao presente feito, os autos da separação
consensual, nos termos do parágrafo único do artigo 36 da Lei nº 6.515/77.

d- CITAÇÃO DO EX-MARIDO
Determine Vossa Excelência, seja processada a citação in faciem, do requerido, no
endereço supra consignado, conclamando-o a anuir e ou contestar a presente ação, sob
pena de revelia, confissão e julgamento antecipado.

Termos em que Pede e Espera Deferimento.

Porto Alegre, fevereiro de 2009.

NOME DO REQUERENTE
CPF:

ANA PATRICIA PERDOMO


OAB/RS 36E571
Cumprimento de sentença (art. 475-J CPC)

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA COMARCA DE


UBERABA/MG

Autos nº 00000000.000000

EXEQUENTE, já qualificado nos autos da ação em epígrafe, movida contra


EXECUTADO, também já qualificado, vem informar a V. Exa. que a decisão proferida
nos presentes autos transitou em julgado sem regular quitação do débito, requerendo o
que se segue:

• A juntada de planilha atualizada do débito;


• A intimação do EXECUTADO para cumprir espontaneamente sua obrigação no
prazo de quinze dias, sob pena de multa de 10%, nos termos do art. 475-J do CPC;
• Caso não seja cumprida a obrigação no prazo legal, requer seja dado prosseguimento
ao presente feito, requerendo desde já seja efetivada a penhora on line junto ao Bacen,
ou, caso assim não entenda V. Exa, seja expedido mandado de penhora e avaliação.

Nestes termos;

Pede espera deferimento.

Uberaba, 000000000

(ADVOGADO)

Nota 1: O advogado deverá analisar a conveniência da formulação imediata do pedido


de penhora on line para não estragar o chamado "efeito surpresa" da referida medida.
Nota 2: O STJ, por meio de algumas decisões, vem defendendo a tese de que o prazo
para cumprimento de sentença se inicia com o trânsito em julgado da decisão,
independente de pedido, incidindo-se automaticamente a multa prevista no art. 475-J.
Declaratória de nulidade de negócio jurídico

EXCELENTÍSSIMO SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ____ª VARA CÍVEL DA


COMARCA DE UBERABA/MG

AUTOR (Nome e qualificação), por seu procurador infra-assinado (Doc. anexo), com
base no art. 1.647, I, do CCB/2002, m. respeitosamente, vem à presença de V. Exa.,
propor

AÇÃO DECLARATÓRIA

contra REQUERIDO (nome e qualificação), pelos fatos e fundamentos a seguir


expostos:

1. Em (data do fato), o marido da REQUERENTE outorgou escritura de compra e


venda (doc 1) lavrada no Cartório ABC, onde constaque o Outorgante é solteiro.

3. Em (data do fato), o REQUERIDO procedeu o registro da viciada escritura no


Cartório do (xxxº) Ofício de Registro de Imóveis desta Comarca. Sendo assim, resta à
REQUERENTE somente as vias judiciais para demonstrar a ilegalidade e o vício de
consentimento que acarreta a nulidade dos atos praticados, nos termos do artigo 1.647,
I, do Novo Código Civil, in verbis:

Art. 1647. Ressalvado o disposto no art. 1.648, nenhum dos cônjuges pode, sem
autorização do outro, exceto no regime da separação absoluta:
I - alienar ou gravar de ônus real os bens imóveis;"

Pelo exposto, REQUER:

I - A citação do REQUERIDO para, querendo, responder aos termos da presente, sob


pena de revelia.

II - Se necessário, seja ouvido o I. Representante do Ministério Público.

III - Seja declarada a nulidade de todos os atos que importaram na compra e venda do
imóvel objeto da escritura e posterior registro público.

IV - A condenação do REQUERIDO no pagamento das custas e honorários


advocatícios.
V - A expedição do competente mandado aos Cartórios supra citados para que
promovam o cancelamento da respectiva escritura e registro do imóvel.

Provar o alegado por todos os meios de prova admitidos em direito, notamente por
novos documentos, testemunhal, pericial e depoimento pessoal do REQUERIDO.

Dá-se à causa o valor de R$ (xxx) (valor expresso).

Termos que

Pede deferimento.

(Local, data e ano).

(Nome e assinatura do advogado).


Modelo de Procuração
PROCURAÇÃO

Eu, Fulana de Tal, brasileira, casada, secretária bilingue,


com CPF:000.000.000-00, e R.G. nº M 0.000.000, expedida
pela SSP/MG, residente e domiciliada à rua Beltrana, 000 –
Bairro Tal e Coisa - Belo Horizonte/MG, por este
instrumento particular de procuração, nomeio e constituo
minha bastante procuradora a Advogada Sicrana de Tal,
brasileira, viúva, inscrita na OAB/MG sob o número 00.000,
com escritório á Rua Tal, 000, conjunto 0, Bairro ..., nesta
Capital, CEP – ... outorgando-lhe os poderes contidos na
cláusula “ad judicia” e extra judiciais, para que proceda
todos os atos necessários à defesa dos meus direitos e
interesses, em qualquer foro ou instância, onde se fizer
necessário, podendo ainda transigir, firmar compromissos
ou acordos, receber e dar quitação, substabelecer, com ou
sem reservas de poderes do presente mandato,
notadamente, propor e acompanhar ação de Separação
Judicial Litigiosa.

Belo Horizonte,.

_______________________________________
Fulana de Tal
Usucapião

Exmo. Sr. Dr. Juiz de Direito da Vara Cível da Comarca de ...........

.......(nome)...., .... (qualificação e residência).., por seu advogado infra-assinado vem,


respeitosamente, perante Vossa Excelência para, com fundamentos nos arts. 941 a 945,
do Código de Processo Civil, e art. 550 do Código Civil, requerer a presente ação de
usucapião, do imóvel urbano, pelos seguintes fatos e fundamentos:
1. O imóvel usucapiendo localiza-se na...., sendo composto de prédio e respectivo
terreno que mede ....e que no Registro de imóveis figura em nome de ..........., residente
na Rua............
2. Aludido imóvel confronta do lado direito com...., residente na...., do lado esquerdo,
com .....residente na .... e, nos fundos, com..... residente na ...., achando-se transcrito no
Registro de imóveis, sob n° ...., Livro ...., fls. ...., em nome de ...., residente em local
ignorado (ou se for o caso, não se achando transcrito no Registro de Imóveis, conforme
prova a certidão negativa anexa).
3. O Requerente há mais de 20 anos vem possuindo, mansa e pacificamente, sem
interrupção, nem oposição, o imóvel acima caracterizado e, não tendo título de domínio,
quer obtê-lo, por via desta ação, nos termos do art. 550, do Código Civil.
Em face do exposto e juntando a planta do imóvel, requer:
a) a citação de ........, em nome do qual encontra-se registrado o imóvel usucapiendo,
bem como dos confinantes e, por edital, dos eventuais interessados, observado quanto
ao prazo o disposto no inciso IV do art.232;
b) a intimação, por via postal, dos representantes da Fazenda Pública da União, do
Estado e do Município, para que manifestem interesse na causa;
c) a intimação do representante do Ministério Público, para intervir em todos os atos do
processo;
d) a procedência da demanda, para o fim de ser declarado, por sentença, o domínio do
Requerente sobre a área usucapienda, com a condenação da parte que vier a contestar a
ação no pagamento das custas judiciais e honorários advocatícios
Para os efeitos legais e fiscais, dá-se à presente o valor de R$ ....
Termos em que
E. Deferimento.
............., .....de ............... de 19........

Assinatura do(a) advogado(a).


Separação litigiosa c/c alimentos provisionais (Com procuração)

Modelo gentilmente enviado por Ana Paula D’Assumpção - Advogada em


Rondonópolis/MT

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA VARA DE


FAMÍLIA E SUCESSÕES DA COMARCA DE RONDONÓPOLIS – MATO
GROSSO

(10 espaços)

AAAAAAAA, brasileira, casada, Professora, inscrita no CPF sob


n° 000.000.000-00 e no RG sob n° 00.0000-00 SSP/SC, residente e domiciliada em
Rondonópolis - MT, à rua xxxxxxx , n° XXX, bairro xxxxxx, por sua procuradora infra-
assinada, instrumento de mandato anexo, vem à presença de Vossa Excelência, com
fulcro no art. 5°, caput, da Lei Nacional n° 6.515, de 26 de Dezembro de 1977, propor

AÇÃO DE SEPARAÇÃO LITIGIOSA c/c PEDIDO DE FIXAÇÃO DE


ALIMENTOS PROVISIONAIS

contra RRRRRR, brasileiro, casado, Funcionário Público Estadual, inscrito no CPF sob
n° 000.000.000-00 e no RG sob n° 000.000 - SSP/SC, residente e domiciliado em
Rondonópolis - MT., à rua XXXXXX, n° XXX, bairro XXXXXX, pelos seguintes fatos
e fundamentos de direito:

I - DOS FATOS:

01. A Separanda está casada, sob o regime da Comunhão Universal de Bens, com o
Separando, desde 15/05/1979, de acordo com a Lei Nacional n° 1.110, de 23 de maio
de 1950, conforme fotocópia da certidão de casamento anexa à presente peça vestibular;

02. Como não puderam ter filhos naturais, resolveram, em comum acordo, adotar
XXXXXXXX, atualmente maior de idade, conforme fotocópias das certidões de
nascimento anexas à presente exordial;

03. Ocorre, que há mais ou menos 01 (um) ano, desmotivadamente, o separando vem
descumprindo com suas obrigações de cônjuge-varão, no tocante ao sustento da família,
companheirismo, afetividade com a esposa e filhos, proteção, manutenção das demais
despesas do lar e chegando em casa embriagado e deixando de ter relações conjugais
com a esposa, estando também envolvido com prostitutas e jogos de azar;

04. Durante todo o período acima descrito, o separando não dirigiu nenhuma palavra
sutil à esposa, apesar de viverem sob o mesmo teto, dormindo em quartos separados,
tornando a convivência humilhante e insuportável, uma vez que tal relação só vem a
prejudicar a saúde psicológica da família;

05. Outrossim, o separando por diversas vezes e durante vários dias abandonou o lar
conjugal, conforme demonstra o Boletim de Ocorrência Policial n° 00000/97, lavrado
na presença da Dra. YYYYYYYY, Delegada da 6a. Delegacia de Polícia da Comarca de
Rondonópolis - Setor de Proteção à Mulher, anexo à presente exordial;

06. Ademais, com relação ao Imposto Predial e Territorial Urbano - IPTU, da residência
do casal, o separando encontra-se em dívida ativa, totalizando em mais de R$ 9.300,00
(nove mil e trezentos reais), como comprova o "Demonstrativo de Débitos" expedido
em 10/12/04 pelo Departamento de Tributos da Secretaria de Finanças da Prefeitura
Municipal de Florianópolis, anexo à presente petição inicial;

07. A separanda na qualidade de Professora percebe atualmente líquidos R$


425,89/mês (quatrocentos e vinte e cinco reais e oitenta e nove centavos por mês),
lecionando 40 (quarenta) horas por semana, conforme contracheque anexo à presente,
muito aquém das necessidades de sustento próprio, do IPTU e demais despesas de
manutenção da família, estando atualmente obrigada a buscar o auxílio financeiro de
parentes, bem como, empréstimos bancários e uma série de medidas humilhantes para
garantir seu sustento e de sua filha que também não ganha muito onde está empregada
no momento, onde as duas estão passando reais necessidades de mantença;

08. Muito pelo contrário, o separando atualmente percebe em torno de R$ 3.800,00


(três mil e oitocentos reais) líquidos/mês, quase nove vezes o valor percebido pela
separanda, uma vez que o mesmo é funcionário da empresa XXXXX, possuindo
plenas condições de prover o sustento de toda a família e a manutenção do lar conjugal;

09. Diante de todo o quadro de privações materiais e afetivas supra demonstrado, do


desrespeito do separando com sua cônjuge e filha, do desamor inquestionável, não
resta a menor dúvida de que o mesmo violou e continua violando gravemente os
deveres do matrimônio, resultando numa insuportável convivência em comum e numa
impossibilidade de coabitação, não restando outra medida, senão à busca ao Poder
Judiciário da competente decretação da separação judicial e suas conseqüentes
providências, especialmente a fixação de alimentos provisionais em favor da separanda
e de sua filha que cursa faculdade em período semi-integral e o que ganha não cobre os
custos de faculdade e suas despesas pessoais.

II - DO USO DO NOME:

01. A separanda pretende exercer a faculdade prevista no art. 17, § 2° , da Lei Nacional
n° 6.515/77, continuando a utilizar o nome de casada, ou seja, XXXXXXXXXXXX;

III - DOS BENS DO CASAL E DA NECESSÁRIA PARTILHA:

01. O casal possui em comum, os seguintes bens imóveis e móveis:

a) 01 (uma) casa localizado na rua XXXXXXXX, n° 0000, bairro XXXXX, contendo a


área privativa de 140,27 m2 (cento e quarenta metros quadrados vírgula vinte e sete
decímetros quadrados), bem como, a área comum de 30,45 m2 (trinta metros quadrados
vírgula quarenta e cinco decímetros quadrados), perfazendo uma área global real de
170,72 m2 (cento e setenta metros quadrados vírgula setenta e dois decímetros
quadrados), hipotecado à Caixa Econômica Federal - CEF, conforme fotocópias do
instrumento contratual de financiamento habitacional anexas à presente petição inicial;

b) Guarnecem a referida casa os seguintes bens móveis:

N° QTDDESCRIÇÃO
01 01 Refrigerador Triplex
02 01 Freezer 230 litros Consul
03 01 Fogão à gás 04 bocas
04 01 Mesa de ferro c/ vidro e 06 cadeiras
05 01 Máquina de lava-louças Enxuta
06 01 Máquina de lavar-roupas Mondial
07 01 Máquina de secar-roupas Brastemp
08 01 Sofá bicama
09 01 Sofá c/ gavetas
10 05 Poltronas modulares
11 01 Mesa de Centro
12 01 Canto c/ vidro
13 01 Conjunto c/ 03 mesinhas ovais
14 01 Cadeira do Papai
15 01 Bicicleta ergométrica
16 01 Tapete 3,00 x 3,00 m
17 02 Aparelhos de Videocassetes
18 04 TV’s coloridas c/ controle remoto
19 02 Aparelhos Micro-system c/ CD player
20 01 Jogo de quarto de casal
21 03 Camas de solteiro de ferro
22 02 Guarda-roupas embutido
23 01 Sofá-cama
24 01 Escrivaninha
25 03 Mesinhas de Estudo
26 01 Instrumento musical de Contrabaixo
27 01 Microcomputador c/ impressora colorida
28 01 Mesa p/ computador
29 07 Tapetes de vários tamanhos
30 01 Aparelho de Som Phillips
31 01 Aparelho de CD Gradiente
32 01 Aparelho de CD p/ automóvel
33 100 Discos de CD
34 01 Processador
35 02 Liqüidificadores
36 01 Espremedor de Frutas
37 01 Batedeira
38 01 Jogo de Jantar
39 01 Purificador de água Europa
40 01 Porta Bombona + Bombona p/ água mineral
41 01 Forno Microondas
42 01 Armário de Cozinha
43 01 Tábua de passar c/ ferro elétrico
44 01 Maleiro
45 02 Baús plásticos p/ roupas
46 01 Estante pequena p/ livros
47 01 Aspirador de pó
48 01 Máquina Filmadora JVC
49 02 Jogos de panelas
50 06 Cortinas verticais
51 03 Ventiladores
52 01 Circulador de ar
53 01 Aparelho condicionador de ar
54 01 Amplificador de som
55 01 Mesa redonda de jardim
56 03 Cadeiras plásticas
57 01 Máquina Fotográfica
58 02 Colchões avulsos
59 01 Aparelho de Vídeo Game Nintendo

c) 01 (um) automóvel, marca Volkswagen, modelo GOL, ano 1996;

d) 02 (duas) linhas telefônicas, sendo uma convencional identificada pelo n° (00) 3000-
0000 e uma celular identificada pelo n° (00) 9000 0000;

02. A separanda pretende partilhar todos os bens na proporção de 50% (cinqüenta por
cento) para cada cônjuge, com exceção dos bens móveis necessários à manutenção e
conforto da filha e dela própria.

03. Pretende a separanda, enquanto não for realizada a alienação da casa, que as
despesas relativas a IPTU e demais despesas, sejam rateadas em igual proporção pelo
casal separando.

V - DOS ALIMENTOS:

01. A separanda necessita para o sustento próprio e de sua filha, para o pagamento das
despesas de telefone, de IPTU e demais despesas de manutenção da família, uma pensão
alimentícia equivalente a 50% (cinqüenta por cento) dos vencimentos do separando, na
proporção de 20% (vinte por cento) para a separanda e 30% (trinta por cento) para a
filha;

02. Uma vez que o separando atualmente percebe em torno de R$ 3.800,00 (três mil e
oitocentos reais) líquidos/mês, como funcionário técnico-administrativo, possuindo
plenas condições de prover o sustento de toda a sua família, sobrar-lhe-ão ainda,
aproximadamente R$ 1.900,00 (um mil e novecentos reais) para o sustento dele
sozinho;

03. Excelência, a SEPARANDA necessita urgentemente dos alimentos provisionais,


não só em virtude dos motivos explicitados nos itens 03-13, mas inclusive, para o
pagamento de parte dos honorários advocatícios de seu patrono, assim sendo é legítima,
necessária e urgente a tutela judicial requerida.
VI - DO DIREITO:

01. O pedido de separação judicial encontra amparo legal no art. 5° , caput, da Lei n°
6.515/77, que estabelece a norma de que a separação judicial pode ser pedida por um
só dos cônjuges quando imputar ao outro conduta desonrosa ou qualquer ato que
importe em grave violação dos deveres do casamento e tornem insuportável a vida
em comum;

02. Na presente peça vestibular, ficou cabalmente demonstrada a infração pelo


SEPARANDO dos deveres matrimoniais positivados no art. 231, especialmente em
seus incisos II, III e IV, do Código Civil Brasileiro;

03. Com relação à cumulação de pedido liminar de fixação de alimentos provisionais,


este encontra fundamento legal no art. 13, da Lei Nacional n° 5.478, de 25 de Julho de
1968 (Lei de Alimentos);

04. Igualmente, esse é o entendimento doutrinário mais sereno, quando interpreta o


caput do art. 13, especialmente quando se refere aos vocábulos: "no que couber", i.e.,
no que se refere à obrigação alimentar. Segue-se que os alimentos provisórios podem
ser fixados pelo juiz, ao despachar as iniciais de ações ordinárias de separação
judicial e de nulidade ou anulação de casamento (Revista Forense 297/244)."In Código
de Processo Civil e Legislação Processual em Vigor. Theotônio Negrão. 27 ed. São
Paulo: Saraiva, 1996, pág. 729, nota n° 1 ao art. 13;

05. Com referência à cumulação do pedido de separação de corpos, este encontra


amparo legal nos arts. 292 e 888, inciso VI, ambos, do Código de Processo Civil e no
art. 7° , da Lei do Divórcio;

06. A possibilidade de cumulação dos pedidos retro citados é possível, mormente a


seguinte ementa jurisprudencial resumindo decisão do Egrégio Tribunal de Justiça de
Santa Catarina.

SEPARAÇÃO JUDICIAL CUMULADA COM ALIMENTOS E MEDIDA DE


SEPARAÇÃO DE CORPOS - MULHER E FILHOS MENORES - PENSÃO
PROVISÓRIA - ALEGADA RECONCILIAÇÃO DO CASAL NÃO COMPROVADA -
EXCESSO NA FIXAÇÃO DA PRESTAÇÃO ALIMENTÍCIA, EM RAZÃO AOS
GANHOS DO ALIMENTANTE - FUNCIONÁRIO PÚBLICO - E DA ALIMENTADA,
QUE AUFERIRIA RAZOÁVEIS VENCIMENTOS COMO PROFESSOR - AUSÊNCIA
DE PROVA - INDÍCIOS DE QUE O MARIDO E PAI POSSUI MAIS DE UMA FONTE
DE RENDIMENTOS HÁBIL A SUPORTAR O ENCARGO - AGRAVO DESPROVIDO.
Decisão : "POR VOTAÇÃO UNÂNIME, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO.
CUSTAS LEGAIS."
(AGRAVO DE INSTRUMENTO n° 7149, LAGES, rel. ALCIDES AGUIAR, in DJ, n°
8.636, de 03-12-92, pág. 06).

07. Igualmente a Terceira Câmara Cível do Egrégio Tribunal Paranaense, em sábia


decisão unânime, no Agravo de Instrumento n° 45.363, da Comarca de São José dos
Pinhais, Vara de Menores, Família e Anexos, Relator: Des. Silva Wolff, in verbis:
DECISÃO: ACORDAM, OS DESEMBARGADORES INTEGRANTES DA TERCEIRA
CÂMARA CÍVEL, DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ, POR
UNANIMIDADE DE VOTOS, NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO. EMENTA:
SEPARAÇÃO JUDICIAL. PEDIDO CUMULADO COM CAUTELARES
INCIDENTAIS DE SEPARAÇÃO DE CORPOS E ALIMENTOS PROVISIONAIS.
CONTESTAÇÃO E PROCEDIMENTO ORDINÁRIO. JULGAMENTO DA LIDE, POR
SENTENÇA FINAL. EMBORA A LEGISLAÇÃO ESPECIFICA PREVEJA UM
PROCEDIMENTO PARA CADA TIPO DE PEDIDO OU SEJA, PARA PEDIDO DE
SEPARAÇÃO JUDICIAL (A COMUM, PREVISTA PELO ART. 5° , CAPUT, DA LEI n°
6.515/77), O RITO ORDINÁRIO; PARA A SEPARAÇÃO DE CORPOS E ALIMENTOS
PROVISIONAIS, O PROCEDIMENTO CAUTELAR (ARTS. 796, 852, I E 888, VI DO
CPC), ADMITE-SE QUE TAIS PEDIDOS POSSAM SER CUMULADOS,
PORQUANTO O PEDIDO DE ALIMENTOS ACHA-SE IMPLÍCITO NA AÇÃO DE
SEPARAÇÃO DE CORPOS, AMBOS, NESTA HIPÓTESE, COM CARÁTER DE
MEDIDA CAUTELAR INCIDENTAL. ESSES PEDIDOS NÃO SÃO
INCOMPATÍVEIS ENTRE SI; AO CONTRARIO, SÃO CONEXOS E
CONSEQÜENTES AO PEDIDO PRINCIPAL (ART. 292, E PARÁGRAFO 1 DO
CPC), TANTO QUE NENHUM TUMULTO PROCESSUAL ACARRETARIA O
PROCEDIMENTO PASSANDO, APÓS, A CONTESTAÇÃO A SER OBSERVADO O
RITO ORDINÁRIO (ART. 34, DA LEI N.6515/77), PROPICIANDO O JULGAMENTO
DA LIDE, POR SENTENÇA FINAL. RECURSO IMPROVIDO. SEGREDO DE
JUSTIÇA - N.I
D ecisão: Unânime

08. Assim sendo Excelência, a pretensão da SEPARANDA encontra amparo legal,


jurisprudencial e doutrinário, sendo legítima, necessária e urgente, sob pena de prejuízo
irreparável sob todos os aspectos à sua família, merecendo pois a proteção da tutela
jurisdicional do Estado, uma vez que encontram-se presentes os pressupostos
processuais do periculum in mora e fumus boni iuris, autorizadores do deferimento de
pedidos liminares.

VII - DO PEDIDO:

Diante do exposto, requer a Vossa Excelência:

a) LIMINARMENTE, a procedência do pedido de fixação de alimentos provisionais, e


conseqüentemente, seja oficiada a entidade empregadora do separando, ou seja, ao
XXXXXX, situada nesta cidade, à Avenida XXXXXX, fone: 3000-0000, para que o
seu Departamento Pessoal passe a descontar em folha de pagamento a importância
equivalente a 50% (cinqüenta por cento) sobre seus rendimentos mensais, a título de
pensão alimentícia em favor da separanda e de sua filha, depositando a importância na
Conta n° 8329-2 , Agência 7827-1 , do Banco do Brasil, em nome da titular
AAAAAAA ;

b) LIMINARMENTE, a imediata decretação da separação de corpos, nos termos do


art. 7° , caput e § 1° , da Lei n° 6.515/77, e 223, do Código Civil Brasileiro, como forma
de garantir a tranqüilidade e segurança da família;

c) no MÉRITO, a procedência do pedido principal, para que seja decretada a separação


judicial, a partilha dos bens do casal e a fixação dos alimentos definitivos, condenando-
se o separando no pagamento das custas judiciais, honorários advocatícios e demais
cominações legais, na forma do art. 20, do Código de Processo Civil;

d) a citação do separando, para, querendo, vir contestar a presente ação, sob pena de
revelia e confissão;

e) a intimação do ilustre representante do Ministério Público, para que se manifeste e


acompanhe o feito até o seu final, sob pena de nulidade, ex-vi dos arts. 82, incisos I e II,
84 e 246, todos do Código de Processo Civil;

f) a produção de todas as provas admissíveis em direito, especialmente prova


documental inclusa e apresentação de demais documentos que forem ordenados, prova
pericial, o depoimento pessoal do separando e testemunhal adiante arrolada, reservando-
se o direito de usar os demais recursos probatórios que se fizerem necessários ao
deslinde da ação;

g) ao final, seja expedido o competente formal de partilha dos bens, bem como, a
expedição do mandado de averbação junto ao Oficial de Registro Civil da Comarca de
Florianópolis SC, bem como, ao Oficial de Registro de Imóveis da Comarca de
Rondonópolis MT ., em cumprimento ao disposto no art. 1.124, do Código de Processo
Civil.

Dá à presente causa, o valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).

Nestes termos,

Pede deferimento.

Rondonópolis, 08 de setembro de 2005.

Ana Paula D’Assumpção


Advogada OAB/MT 5429

VIII - ROL DE TESTEMUNHAS:

01. TTTTTT TTTT, brasileira, separada judicialmente, Professora, residente e


domiciliada nesta, à Rua das AAAA, número 00, Cidade XXXX;

02. TTTTTT TTTT, brasileira, separada judicialmente, Professora, residente e


domiciliada nesta, à Rua das AAAA, número 00, Cidade XXXX.

IX - ANEXOS:

a) Procuração Ad Judicia;
b) fotocópia da certidão de casamento;

c) fotocópia da certidão de nascimento da filha;

d) Boletim de Ocorrência Policial;

f) Demonstrativo da Dívida Ativa de IPTU expedido pela Prefeitura Municipal de


Florianópolis;

g) Demonstrativo de débito junto a BRASIL TELECOM;

i) Contracheque da separanda.

PROCURAÇÃO “AD JUDICIA”

Outorgante:

Darlene Figueira Roldão, brasileira, casada, Professora da Rede Pública Estadual de


Ensino, inscrita no CPF sob n° 154.452.526-91 e no RG sob n° 1358642-0 SSP/SC,
residente e domiciliada em Rondonópolis - MT, à rua das Palmeiras, n° 124, bairro
Agronômica.

Outorgada:

Ana Paula D’Assumpção, brasileira solteira, advogada, inscrita na OAB/MT 5429,


com escritório profissional na Av. Padre Anchieta, 777, sala 102, telefone (66) 422
5415, em Rondonópolis/MT, onde recebe as intimações e avisos de estilo.

Poderes:

Os contidos na cláusula “ad judicia”, para foro em geral, a fim de promover a defesa
dos interesses e direitos do Outorgante, em qualquer instancia ou Tribunal, requerendo e
assinando o que for preciso, propondo e ou contestando, recorrendo de despachos e
sentenças, variando de ação, enfim, tudo podendo fazer para o fiel cumprimento deste
mandato, inclusive substabelecer, com ou sem reservas, em especial para propor Ação
de Separação Litigiosa c/c pedido de fixação de alimentos provisionais e separação de
corpos.

Rondonópolis, 00 de Setembro de 2005

______________________________
Darlene Figueira Roldão
Outorgante
Separação judicial consensual

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA DA


CAPITAL

(Qualificar marido e esposa), vêm, respeitosamente, por seus advogados infra-assinados


(instrumento de mandato anexo), com fulcro nos artigos 4º e 34º da Lei 6.515/17, c/c os
artigos 1120 e seguintes do Código de Processo Civil, requerer sua

SEPARAÇÃO JUDICIAL CONSENSUAL

com base nos fatos e fundamentos a seguir expostos:

DA GRATUIDADE DE JUSTIÇA:

Inicialmente, requerem a V. Exª. sejam deferidos os benefícios da Gratuidade de Justiça,


com fulcro na lei 1060/50, com as alterações introduzidas pela Lei 7.510/86, por não
terem condições de arcar com as custas processuais e honorários advocatícios sem
prejuízo do próprio sustento e de suas famílias, conforme atestado de pobreza que
instrui a exordial.

DOS FATOS:

Os Requerentes contraíram matrimônio em 10 de julho de 2000, sob o regime da


comunhão parcial de bens, consoante a certidão de casamento, cuja cópia autenticada
instrui a exordial.

Do referido enlace matrimonial advieram três filhos, ________________, que contam


respectivamente seis, cinco e quatro anos de idade, nos termos das certidões de
nascimento em anexo.

Ao longo do matrimônio, os Requerentes adquiriram um imóvel, situado na Rua


_____________________, o qual se encontra devidamente registrado, conforme
certidão de ônus reais que instrui a prefacial, e um automóvel da marca _____________
ano __________.

A separação de fato ocorreu há aproximadamente 07 (sete) meses, sendo inviável a


reconciliação, pelo que os Requerentes invocam a prestação jurisdicional, com o escopo
de ver decretada a separação consensual, consoante as cláusulas abaixo elencadas:

a)Os Requerentes se exoneram, mutuamente, do direito de demandar alimentos em


Juízo, eis que possuem meios próprios de subsistência.

b)A guarda dos menores permanecerá com a cônjuge mulher, sendo facultada ao
cônjuge varão a visitação quinzenal, em finais de semana alternados, devendo buscar os
menores aos sábados, 9:00h, devolvendo aos domingos, 18:00h.

c)O cônjuge varão pensionará os filhos menores à razão de 35% de seus ganhos líquidos
mensais, oficiando-se seu empregador, ___________________ (qualificar), para que
promova o desconto em folha de pagamento;

d)O imóvel (certidão do RGI em anexo) está hipotecado à Caixa Econômica Federal
como garantia do financiamento em 20 anos do valor de __________________, do qual
já foram pagos ______________. À cônjuge virago caberá a propriedade plena do
imóvel, assumindo o restante do financiamento.

e) O automóvel ficará para o cônjuge varão.


f) A cônjuge mulher voltará a usar o nome de solteira, _____________.

DO PEDIDO:

Por todo o exposto, ouvido o Ministério Público, e cumpridas as formalidades legais,


requerem a V. Exª. a homologação das cláusulas do acordo supra, bem como a ulterior
decretação da separação consensual dos Requerentes, e conseqüente expedição de carta
de sentença para averbação perante o Registro Civil.

Dá-se à causa o valor de R$ 1.000,00 (hum mil reais).

N. Termos,
P. Deferimento.

Estado, Data

Cônjuge mulher Cônjuge varão

Advogado
OAB Nº / Estado

Revisional de pensão alimentícia

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA


DE UBERABA/MG

Distribuição por dependência ao processo nº 000000.0000


REQUERENTE(S), menores, representados por sua genitora (MÃE), (qualificar), por
seu procurador infra-assinado, vem, m. respeitosamente, propor a presente:

AÇÃO REVISIONAL DE PENSÃO ALIMENTÍCIA

contra REQUERIDO, (qualificar), pelos fatos e fundamentos a seguir expostos.

DOS FATOS

Conforme se verifica nos autos em apenso, firmou-se um acordo entre as partes, onde
ficou estabelecida pensão no valor equivalente a 0,00% dos rendimentos líquidos do
REQUERIDO.

Entretanto, o valor acordado vem se mostrando insuficiente, visto que as despesas


ordinária dos REQUERENTES vem alcançando a quantia de R$000,00 (conforme
documentos anexos), além de outras extraordinárias, como....., que perfaz o importe de
R$000,00.

Ressalte-se, ademais, que o REQUERIDO vem recebendo diversos outros benefícios,


como aluguel, ........, não englobados no valor da pensão, o que evidencia uma sensível
melhora na condição econômica do mesmo.

DO DIREITO

Dispõe o art. 15, da Lei nº 5.478/68, que: "a decisão judicial sobre alimentos não
transita em julgado, podendo a qualquer tempo ser revista em face da modificação da
situação financeira dos interessados".

Nessa ordem, como a pensão paga não é suficiente para sustentar os filhos e
evidenciada está a melhora na condição financeira do REQUERIDO, perfeitamente
possível o ajuizamento da presente ação, devendo o novo valor observar o disposto no
art. 1694, § 1º, do Código Civil, que determina que os alimentos devem ser fixados na
proporção das necessidades do reclamante e dos recursos da pessoa obrigada.

Diante do exposto, é a presente para requerer:

1 A citação do REQUERIDO para responder aos termos da presente ação, sob pena de
revelia;
2 A oitiva do representante do MP;
3 A procedência da ação para fixação de alimentos no equivalente a 00% da
remuneração líquida mensal recebida pelo REQUERIDO;
4 Os benefícios da gratuidade legal.
Provará o alegado por todos os meios de prova em direito admitidos, especialmente pela
prova documental e testemunhal.

Dá à causa o valor de R$00,00.

Termos que,

Pede Deferimento.

Uberaba, 0000.

(ADVOGADO)

Retificação de Registro Civil

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA __ ª VARA DE REGISTROS PÚBLICOS


DA COMARCA DE XXXXX/XX
AUTOR (nome e qualificação), por seu procurador infra-assinado, mandato anexo
(doc.1), com escritório profissional situado no (endereço do escritório), onde receberá
intimações, vem requerer à Vossa Excelência a presente

RETIFICAÇÃO DE REGISTRO CIVIL

do registro constante da folha 00000 do livro nº 000000, sob o assento nº000000 do


Cartório de Registro Civil de pessoas Naturais de YYYYYYY (CIDADE), pelos fatos e
fundamentos que passa a expor:

DA ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA

Inicialmente, afirma que não possui condições de arcar com custas processuais e
honorários advocatícios sem prejuízo do sustento próprio bem como o de sua família,
razão pela qual faz jus ao benefício da gratuidade da justiça, nos termos da Lei
1.060/50.

DOS FATOS

1. No ato de registro civil do REQUERENTE, o Sr. Oficial do Cartório de Registro


Civil indicado equivocou-se ao escrever-lhe o nome do mesmo.

2. Assim, no registro civil do REQUERENTE, foi grafado XXXXXXXX quando o


correto seria grafar-se YYYYYYY. Esta afirmação é confirmada por cópia da certidão
de nascimento do REQUERENTE, em anexo.

3. Desta feita, necessário constar-se, que a pretensão de retificar o registro civil encontra
respaldo na doutrina pátria, que se pronuncia pelo não indeferimento do pedido, se este
se trata de mera retificação de engano havido por ocasião da abertura de assento.

DO DIREITO

1. A Lei nº 6.015 de 31/12/1973, em seus artigos 109 e seguintes, abre a possibilidade


de retificação dos registros que porventura venham maculados por erros.

2. Desta feita, é patente o direito que assiste à REQUERENTE de ter o seu registro
retificado, sendo imperioso concluir-se pela procedência de seu pedido.

DOS PEDIDOS

Pelo exposto, REQUER:

I - A concessão do benefício da assistência judiciária gratuita, nos termos da Lei nº


1.060/50;
II - A oitiva do Ministério Público; III - Por fim, seja julgado procedente o pedido,
expedindo-se o competente mandado, determinando-se ao Oficial de Registro Civil
competente que retifique a incorreção apontada, passando a constar no respectivo
registro o nome correto do genitor da REQUERENTE, qual seja, YYYYYY.

Pretende provar o alegado mediante prova documental e demais meios de prova em


Direito admitidas, nos termos do art. 332 do Código de Processo Civil.

Dá a esta causa o valor de R$ , meramente para fins de alçada.

Nestes termos,

Pede deferimento

Data

Nome e Assinatura

Reconhecimento de paternidade (CC/2002)

EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ___ª VARA DE FAMÍLIA DA COMARCA


DE (xxx)
(10 linhas)

REQUERENTE, (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de


Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado na Rua
(xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), CEP. (xxx), no Estado de (xxx), por seu
procurador infra-assinado, mandato anexo (doc.1), com escritório profissional situado
na Rua (xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), CEP. (xxx), no Estado de (xxx),
onde recebe intimações, vem à presença de V. Excia., propor a presente

AÇÃO DE RECONHECIMENTO DE PATERNIDADE

em face de REQUERIDO, menor impúbere, representado por sua genitora (XXX),


(Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portadora da Carteira de Identidade nº
(xxx), inscrita no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliada na Rua (xxx), nº (xxx),
Bairro (xxx), Cidade (xxx), Cep. (xxx), no Estado de (xxx), pelos fatos e fundamentos
que passa a expor:

DOS FATOS

1. Ao que se vislumbra, o REQUERENTE e a representante legal do REQUERIDO


mantiveram um relacionamento amoroso durante aproximadamente (xxx) anos, desde o
início do ano de (xxx) até o ano de (xxx). Deste relacionamento nasceu, na data de
(xxx), o menor (xxx), REQUERIDO na presente ação, como se pode verificar mediante
certidão de nascimento em anexo.

2. Após o nascimento do menor, sua representante legal o levou a registro sem dar
ciência do feito ao REQUERENTE, que somente veio a saber do nascimento do
REQUERIDO por meio de terceiros.

3. Desta feita, pretende o REQUERENTE regularizar sua situação, reconhecendo seu


filho, uma vez que a genitora do menor não lhe permite contato com o REQUERIDO.

4. Cumpre ressaltar, ainda, que o REQUERIDO tem direito ao patronímico de seu pai,
bem como desfrutar da sua convivência.

5. Não tendo sido possível a solução amigável da lide, não restou outra alternativa ao
REQUERENTE senão recorrer às vias judiciais, no intuito de regularizar sua situação.

DO DIREITO

Do reconhecimento da paternidade

1. Prefacialmente, cumpre anotar as disposições constantes no Código Civil,


concernentes ao direito de reconhecimento do filho, conforme se pode verificar
mediante os artigos adiante transcritos:

"Art. 1607. O filho havido fora do casamento pode ser reconhecido pelos pais, conjunta
ou separadamente."
2. Ademais, veja-se o estabelecido no art. 1.609 do mesmo diploma legal, no que
pertine à total procedência da presente ação:

"Art. 1609. O reconhecimento dos filhos havidos fora do casamento é irrevogável e será
feito:
I - no registro do nascimento;
II - por escritura pública ou escrito particular, a ser arquivado em cartório;
III - por testamento, ainda que incidentalmente manifestado;
IV - por manifestação direta e expressa perante o juiz, ainda que o reconhecimento não
haja sido o objeto único e principal do ato que o contém."

3. Neste sentido, lobriga-se igual disposição no Estatuto da Criança e do Adolescente:

"Art. 26. Os filhos havidos fora do casamento poderão ser reconhecidos pelos pais,
conjunta ou separadamente, no próprio termo de nascimento, por testamento, mediante
escritura ou outro documento público, qualquer que seja a origem da filiação."

4. Há de concluir, mediante os dispositivos legais transcritos, ser inegável o direito dos


pais reconhecerem a paternidade de seus filhos, como se pretende no presente caso.

Das provas

1. Neste ponto, deve-se atentar para o disposto no art. 1.605 do Código Civil, no que
concerne às provas da filiação:

"Art. 1605. Na falta, ou defeito, do termo de nascimento, poderá provar-se a filiação por
qualquer modo admissível em direito:
I - quando houver começo de prova por escrito, proveniente dos pais, conjunta ou
separadamente;
II - quando existirem veementes presunções resultantes de fatos já certos."

2. Percebe-se facilmente, que o caso em apreço subsume-se perfeitamente às


disposições transcritas, eis que o REQUERENTE e a genitora do REQUERIDO
mantiveram relacionamento por (xxx) anos, lapso temporal durante o qual nasceu o
menor. Ademais, existem provas documentais, como cartas e fotos que acompanham a
presente inicial, além de provas testemunhais, que rematam cabalmente com qualquer
dúvida que porventura pudesse existir correlativamente à filiação do REQUERIDO.

3. Desta feita, não restam dúvidas de que ao REQUERENTE assiste o direito de


reconhecer o REQUERIDO como seu filho.

Dos direitos do genitor

1. Conforme explanado anteriormente, a representante legal do REQUERIDO tem


impedido o seu contato e convivência com o REQUERENTE.

2. Ora, na qualidade de genitor do menor, é inegável a existência de direitos que não lhe
podem ser negados. Desta feita, vale salientar os consectários necessários do
reconhecimento da paternidade, ora pleiteada.
3. Neste sentido, veja-se disposição contida no 1.589 do Código Civil:

"Art. 1589. O pai ou a mãe, em cuja guarda não estejam os filhos, poderá visitá-los e tê-
los em sua companhia, segundo o que acordar com o outro cônjuge, ou for fixado pelo
juiz, bem como fiscalizar sua manutenção e educação."

4. Desta feita, não pode o REQUERENTE ser privado do convívio e companhia de seu
filho, e por isso, pede seja-lhe assegurado o exercício do direito de visitas, da seguinte
forma: Aos domingos, das (xxx) horas até às (xxx) horas. Além disso, o menor deverá
ficar metade do período de férias com a genitora, e a outra metade com o
REQUERENTE.

Dos alimentos

1. Assim, em sendo reconhecida a paternidade, surgirá para o REQUERENTE


obrigações para com o REQUERIDO, decorrentes do próprio poder familiar, conforme
estabelecido no Código Civil:

"Art. 1634. Compete aos pais, quanto à pessoa dos filhos menores:
I - dirigir-lhes a criação e educação;
II - tê-los em sua companhia e guarda;
III - conceder-lhes ou negar-lhes consentimento para casarem;
IV - nomear-lhes tutor por testamento ou documento autêntico, se o outro dos pais não
lhe sobreviver, ou o sobrevivo não puder exercer o poder familiar;
V - representá-los, até aos dezesseis anos, nos atos da vida civil, e assisti-los, após essa
idade, nos atos em que forem partes, suprindo-lhes o consentimento;
VI - reclamá-los de quem ilegalmente os detenha;
VII - exigir que lhes prestem obediência, respeito e os serviços próprios de sua idade e
condição."

2. Surgirá assim, para o REQUERENTE a obrigação de auxiliar no sustento e


manutenção de seu filho, mediante a prestação de alimentos. Deste modo, para cumprir
com seus deveres, e outrossim, zelar pela criação do REQUERIDO, oferece o
REQUERENTE alimentos na monta de (xxx)% dos seus rendimentos líquidos, num
valor de R$ (xxx) (valor expresso) mensais.

3. Não é demasiado anotar-se, que a possibilidade de cumulação do pedido de


reconhecimento de paternidade, com o de regulamentação de visistas e o de
oferecimento de alimentos, encontra respaldo no art. 292 do Código de Processo Civil.

DOS PEDIDOS

Pelo exposto, REQUER:

I – A citação do REQUERIDO para, querendo, contestar a presente ação, sob pena de


serem reputados como verdadeiros os fatos aqui alegados, nos termos do art. 319 do
Código de Processo Civil;
II – A procedência in totum do presente pedido, com o reconhecimento da paternidade
do menor (XXX), mediante sentença, expedindo-se o competente mandado ao Cartório
de Registro Civil, para a devida averbação;

III – Em sendo reconhecida a paternidade, seja deferido o direito de visitas, nos termos
anteriormente propostos, ou seja, aos domingos, das (xxx) horas às (xxx) horas, sendo-
lhe assegurado, durante a segunda metade do período de férias, o direito de ter o menor
em sua companhia e proteção;

IV – A condenação do REQUERIDO nas custas processuais e honorários advocatícios;

Pretende provar o alegado mediante prova documental, testemunhal, cujo rol segue em
anexo, pericial (consistente em exame hematológico e DNA), depoimento pessoal da
genitora do REQUERIDO, sob pena de confissão, e demais meios de prova em Direito
admitidos, nos termos do art. 332 do Código de Processo Civil.

Dá-se à causa o valor de R$ (xxx) (valor expresso).

Termos que

Pede deferimento.

(Local data e ano).

(Nome e assinatura do advogado).

ROL DE TESTEMUNHAS

1) (XXX), (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de


Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado na Rua
(xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), CEP. (xxx), no Estado de (xxx).

2) (XXX), (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de


Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado na Rua
(xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), CEP. (xxx), no Estado de (xxx).

3) (XXX), (Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de


Identidade nº (xxx), inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado na Rua
(xxx), nº (xxx), Bairro (xxx), Cidade (xxx), CEP. (xxx), no Estado de (xxx)

Prorrogação de prazo para juntada de procuração


EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA CÍVEL DA COMARCA DE
UBERABA/MG.

Autos nº: 00.00000000.000

AUTOR, já qualificado nos autos da ação XXXX movida contra de REQUERIDO,


vem, nos termos do artigo 37, do Código de Processo Civil, requerer a prorrogação de
prazo por quinze dias para a juntada do instrumento de mandato, em virtude de se
encontrar fora do país a trabalho.

Termos que,

Pede Deferimento.

Cidade, 00 de 000 de 0000

(ADVOGADO)

Procuração ad judicia
PROCURAÇÃO " AD JUDICIA"

Através do presente instrumento particular de mandato, (NOME DO OUTORGANTE),


(Nacionalidade), (Profissão), (Estado Civil), portador da Carteira de Identidade nº (xxx),
inscrito no CPF sob o nº (xxx), residente e domiciliado à Rua (xxx), nº (xxx), Bairro
(xxx), Cidade (xxx), Cep. (xxx), no Estado de (xxx), nomeia e constitui como seu(s)
procurador(es) o(s) advogado(s), (NOME(S) DO(S) OUTORGADO(S)), inscrito(s) na
Ordem dos Advogados do Brasil sob o(s) n.o(s) (xxx), Seção do Estado (xxx), Subseção
(xxx), com escritório profissional situado na Rua (xxx), Bairro (xxx), cidade (xxx), Cep.
(xxx), outorgando-lhe(s) amplos poderes, inerentes ao bom e fiel cumprimento deste
mandato, bem como para o foro em geral, conforme estabelecido no artigo 38 do
Código de Processo Civil, e os especiais para transigir, fazer acordo, firmar
compromisso, substabelecer, renunciar, desistir, reconhecer a procedência do pedido,
receber intimações, receber e dar quitação, praticar todos atos perante repartições
públicas Federais, Estaduais e Municipais, e órgãos da administração pública direta e
indireta, praticar quaisquer atos perante particulares ou empresas privadas, recorrer a
quaisquer instâncias e tribunais, podendo atuar em conjunto ou separadamente, dando
tudo por bom e valioso, com fim específico para (descrever finalidade, tais como propor
Ação de (xxx) em face de (xxx)).

(Local, data e ano).

(Assinatura do Outorgante).

Prisão temporária (Revogação)


EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA __________ VARA
CRIMINAL DESTA COMARCA

(mínimo 12 espaços)

Sob o fundamento de ser imprescindível para as investigações do Inquérito Policial o


Exmo. Sr. Dr. Delegado de Polícia, titular do ____________ Distrito Policial desta
cidade e comarca, requereu a Vossa Excelência, com fundamento no inciso I do art. 1 º
da Lei 7.960, a decretação da PRISÃO TEMPORÁRIA de _____________, brasileiro,
casado, caminhoneiro, portador de cédula de identidade RG n º ______, residente e
domiciliado na rua ____, n º ____, também nesta cidade.
Aquele pedido de prisão cautelar foi deferido (fls.) ontem por Vossa Excelência
Entretanto não é, "concessa venia", de ser mantido tal pedido de prisão provisória,
porque:

1. O suplicante em momento algum criou dificuldades ou entraves ao normal


andamento do Inquérito, tanto assim é que, intimando a comparecer aquela Delegacia de
Polícia lá esteve prontamente em dia e horas assim assinalados pela Autoria policial,
ocasião em que foi identificado e qualificado regularmente, tendo prestado declarações;

2. Trata-se de pessoa que tem domicílio certo ( doc. n º 2), tem família regularmente
constituída (docs. n.º 3, 4), não registra antecedentes criminais (doc. n º 5), tem emprego
fixo (doc. n º 6).

3. Novamente intimado, deixou de comparecer no dia ______ àquela Delegacia de


Polícia porque, representante comercial, teve que viajar por motivos profissionais à
cidade de _________ Demais disso, somente tomou conhecimento de tal intimação
quando de seu regresso de viagem, o que ocorreu à noite.

4. O inquérito Policial, no qual se lhe pediu a prisão provisória, foi instaurado para
apurar fatos relacionados com lesões leves quando teve que impedir que uma pessoa
completamente embriagada agredisse um amigo em um bar. Assim, como se observa,
não existe nenhum fato grave, nada que possa justificar subsista a odiosa custódia que,
mantida, implicará em graves prejuízos para o Suplicante, pelo que, muito
respeitosamente, requer, via de seu advogado (doc. n º 1), se digne Vossa Excelência de
revogar o decreto de prisão cautelar expedindo-se desde logo contra - mandado de
prisão.

N. Termos, P. Deferimento

__________________ de ________________ de 19 ______

Advogado OAB n º___.


Inventário

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ DE DIREITO DA....

VARA CÍVEL DA COMARCA DE .................................

(Dez espaços duplos para despacho do juiz)

....(Qualificação)...., vem perante Vossa Excelência, por intermédio de seu advogado,


que subscreve a presente (instrumento de mandato em anexo, doc. 1), declarar que,
tendo falecido sua mulher..., ab intestato (doc. 2), com quem era casado (doc. 3), a qual
deixou um bem imóvel e filhos menores (docs. 4 e 5), deseja dar referido bem a
inventário, requerendo, desde logo, que seja deferido o competente compromisso de
inventariante, na forma do art. 990, I, do CPC, seguindo-se nos demais trâmites.

Dando à presente o valor de....

Pede e Espera Deferimento.

Local, data e assinatura com o nº na OAB.