Вы находитесь на странице: 1из 32

Programação II

ACETATOS DAS AULAS TEÓRICAS - 2010


Aula – 1: Apresentação
2

 Objectivos da Disciplina
 Conteúdo Programático
 Regime de Avaliação
 Bibliografia

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Objectivos da Disciplina
3

 No final do semestre, os alunos deverão ser capazes


de:
 Desenvolver o raciocínio lógico, em termos de estruturas e
técnicas de programação.
 Utilizar ferramentas e técnicas de programação, numa
linguagem concreta (linguagem 'C').
 Desenvolver programas de pequena e média complexidade em
linguagem 'C', em ambientes DOS/Windows e Unix/Linux.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Conteúdo programático
5
 Introdução a Programação em C Variáveis globais

 Níveis de linguagem de programação  Modificadores static e extern
 Características da linguagem C  Operadorações Aritmeticas
 Estrutura de um programa em C  Adição, Subtracção, Multiplicação,

 Tipos de dados Simples do C Divisão e Resto


 Inteiros  Operadorações de Atribuição

 Int, Short, Long  Operadores Relacionais

 Ponto Flutuante  Operadores Lógicos

 Float e Double  Operadores Lógicos Bit-a-Bit

 Caractere – char  Tabela de Precedência dos

 Identificadores
Operadores
 Regras dos indentificadores em C
 Declaração de variáveis
 Variáveis locais

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Conteúdo programático
6
 Funções de Entrada e Saídas Padrão do Instruções de Controlo e

C Repetição – do-while
 Função de Saída Formatada – printf  Instruções de Controlo e
 Função de Entrada Formatada – Repetição – for
scanf  Instruções de Controlo e
 Outras funções de Entrada/saída Repetição – Aninhados
 Instruções de Controlo e Decisão  Funções em C
 Instruções de Selecção – IF  Definição de Função

 Instruções IF – ELSE  Declaração de Função

 Instruções IF Aninhados  Tipo de Retorno

 Instruções IF Encadeados  Parâmetros Formais de uma Função

 Instruções de Selecção – switch-case  Chamada de uma Função

 Instuções switch-case Aninhados  Passagem de argumentos por valor

 Instruções de Controlo e Repetição –  Passagem de argumentos por

while referência

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Conteúdo programático
7

 Vectores Acesso aos Elementos de


 Declaração de um vector uma Matriz


 Tamanho de um vector  Strings – Cadeias de
 Variação do índice de um
Caracteres
vector  Conceitos de Cadeias de

 Acesso aos Elementos do


Caracteres
Vector  Relação entre Strings e

 Vectores como argumentos


Vectores
de uma função  Funções de Manipulação de

 Matrizes
Strings
 Declaração de uma Matriz

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Conteúdo programático
8

 Tipos de Dados Definidos  O tipo Enumerado


pelo Utilizador  O tipo União
 Ponteiros  Estruturas
 Declaração de Ponteiros  Declaração de uma
 Operações básicas sobre Estrutura
Ponteiros  Campos de uma
 Ponteiros Vs Vectores Estrutura
 Ponteiros como  Acesso aos Campos da
Argumentos de Funções Estrutura
 Funções que Retornam  Estruturas como
Ponteiros Argumentos de Funções
 Ponteiros para Funções
IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala
Conteúdo programático
9

 Ficheiros Manipulação de
 Definições sobre Ficheiros Ficheiros de texto
 Tipos de Ficheiros  Ficheiros Binários

 Ficheiros de Texto  Operações básicas

 Operações básicas
Sobre Ficheiros de
Sobre Ficheiros de Texto
Texto • Abertura
• Abertura • Leitura
• Leitura • Fecho
• Fecho  Funções para Manipulação de
 Funções para
Ficheiros de Binários

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Metodologia
10

 Aulas teóricas
 As aulas teóricas serão usadas para exposição formal da
matéria,
 Recurso à projecção de transparências (slide show)

 Aulas prácticas
 As aulas práticas serão realizadas em salas de laboratório

 Serão propostos exercícios para resolução, onde sejam


aplicados e consolidados os conhecimentos teóricos
aprendidos, no desenvolvimento de algoritmos e a sua
codificação em linguagem ‘C’

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Bibliografia
11

 The C programming Language, Kernighan, B;


Ritchie, D. (1988), Prentice Hall.
 C A Linguagem de Programação, B. Kernighan;
D. Ritchie, Prentice Hall.
 Linguagem C, Damas, L. (1999), FCA Editora de
Informática, 2ª ed.
 Para além dos livros indicados, consultar as matérias
das aulas e outros conteúdos relacionados no site da
Cadeira http://www.unimetro.ed.ao/~prog2

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Avaliação
12

 A avaliação da disciplina de Programação II será


efectuada de acordo com os parâmetros seguintes:
 Avaliação Contínua (assiduidade+participação
activa em aulas), com peso de 5% (1 valor em 20).
 Prova Parcelar, com peso 15% (3 valores em 20), sem
consulta
 Trabalho prático (projecto2), com peso de 40% (8
valores em 20)
 Exame Final, com peso de 40% (8 valores em 20),
sem consulta.
IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala
Contactos
13

 Para todos os efeitos relacionados com a disciplina, o


professor estará disponível nos seguintes contactos:
 E-mail: mbuku.ditutala@unimetro.ed.ao
 MSN: ditutala@hotmail.com
 Web:

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/


M.T.Ditutala
Estrutura de um programa em C
14

 O programa mais simples em C


main( ){ }
 Características de um programa em C
 Todo o programa deve conter a função main()
 Uma instrução (Comando) é uma expressão terminada com ponto e
vírgula ‘;’
 As chavetas {} servem para agrupar um conjunto de instruções
 Comentários
 É possível colocar comentários em qualquer posição de um programa em C.
 Comentário de bloco é de todo texto delimitado por /* e */
 Para comentar uma linha usa-se //
 Todo o programa em C tem como extensão .c
 A linguagem C é sensível ao caso (case sensitive). Isto é, diferencia
letras maiúsculas de minúsculas
 Exemplo:
 As variáveis Nome, noMe, NOMe, nome, etc., são todas diferentes

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Estrutura de um programa em C
15

 Em geral a estrutura de um programa em C contém


os seguintes elementos:
 Comandos do pré-processador
 Definições de tipos de dados
 Declaração de protótipos de funções
 Declaração de variáveis globais
 Declaração de Funções
 Comandos do pré-processador (começam com #)
 #define,

 #include, etc

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Estrutura de um programa em C
16

#include <biblioteca.h>
#define Constantes

Declaração de tipos de dados;

Declaração de Variáveis globais;

tipo1 Funcao1(list_arg1){
instruções;
}
tipo2 Funcao2(list_arg2){
instruções;
}
int main(list_arg_main) {
instruções;
}

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Tipos de Dados Simples
17

 Os tipos de dados básicos do C são:

 O tamanho do tipo int, short e long int variam de acordo com o sistema operativo.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Tipo de dados Caractere – char
18

 Representa um caracter ASCII (0 a 255) que ocupa


um (1) byte
 ‘a’, ‘A’, ‘*’, ‘1’,’20’…
 ‘\0’ – caracter nulo (fim de uma cadeia de caracteres)
 ‘\n’ – mudança de linha
 ‘\t’ – avança 8 espaços
 ‘\b’ – o cursor recua um caracter
 ‘\r’ – posiciona o cursor na 1º coluna
 ‘\f’ – limpa a página

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


19

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Tipo de dados Inteiros
20

 O tipo int é usado para representar valores


numéricos inteiros positivos e negativos no intervalo
[-32768 ; 32767]
 O tipo short representa valores numéricos inteiros
positivos e negativos entre [-32768 ; 32767]
 O tipo long representa valores numéricos inteiros
positivos e negativos entre [-2147483648 ; 2147483
647]

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Tipo de dados Reais
21

 float
 representa números reais com virgula flutuante,
representados por 4 bytes entre [3,4E-38 ; 3,4E+38]
 double
 são valores numéricos reais como float, porém
armazenados em 8 bytes entre [1,7E-308 ; 1,7E+308]

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Números Inteiros com e sem Sinal
22

 Para diferenciar a gama de valores que uma variável


inteira pode assumir (inteiros positivos ou
negativos), usa-se, na declaração de variáveis o
modificador unsigned (sem sinal).
 Esse modificador aplica-se juntamente com
o tipo int, short e long.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Identificador
23

 Em C identificadores são todas as palavras usadas


para:
 Definir os nomes das instruções
 Definir os nomes das funções
 Definir os nomes de variáveis
 Definir os nomes de constantes
 Lista de palavras reservadas para uso interno do C

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Declaração de Variáveis
24

 O nome da variável deve:


 Começar por uma letra ou por caractere sublinhado “_”
(underscore)
 Não pode ser igual as palavras reservadas do C

 Não pode ser igual ao nome de uma função previamente


declarada
 Pode conter números

 Lembrar que o C é case sensitive


 Recomenda-se o uso de letras minúsculas para o
nome de variáveis

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Declaração de Variáveis
25

 Para declarar uma variável usa-se a sintaxe


 tipo_dados nome_variavel;

 Para um conjunto de variáveis do mesmo tipo


podemos usar a sintaxe:
 Tipo_dados var1, var2, var3, .. , var_n;
 Exemplo:
 char nome;

 int soma; int media, nota1, nota2;

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


VARÁVEIS GLOBAIS E LOCAIS
26

 Há três lugares em que se pode declarar variáveis


 O primeiro é fora de todas as funções do programa.
 Estas variáveis são chamadas variáveis globais e podem ser usadas a
partir de qualquer lugar no programa.
 Pode-se dizer que, como elas estão fora de todas as funções, todas as
funções as vêem e as podem utilizar
 O segundo lugar é no início de um bloco de código.
 Estas variáveis são chamadas locais e só têm validade dentro do bloco
no qual são declaradas
 Isto é, só a função à qual ela pertence sabe da existência desta variável,
dentro do bloco no qual foram declaradas
 O terceiro lugar é na lista de parâmetros de uma função.
 Mais uma vez, apesar de estas variáveis receberem valores externos,
estas variáveis são conhecidas apenas pela função onde são
declaradas – portanto são também locais.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


VARÁVEIS GLOBAIS E LOCAIS
27

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Escopo de uma Variável
28

 As regras que regem onde uma variável é válida


chamam-se regras de escopo da variável
 Duas variáveis globais não podem ter o mesmo
nome.
 O mesmo vale para duas variáveis locais de uma
mesma função.
 Já duas variáveis locais, de funções diferentes,
podem ter o mesmo nome sem perigo algum de
conflito

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


CONSTANTES
29

 Constantes são valores que são mantidos fixos pelo


compilador.
 Exemplos de constantes são:
 Os números
 Caracteres
 Constantes definidas pelo utilizador (#define)

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Constantes dos tipos básicos
30

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Constantes strings
31

 As constantes de Strings devem ser representados


entre “”
 A "João" é na realidade uma constante string.
 Existe diferença entre “t” e ‘t’
 Pois 't' é um char enquanto que "t" é uma constante string com
dois char onde o primeiro é 't' e o segundo é '\0'.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Constantes de barra invertida
32

 O C utiliza, para facilitar a tarefa de programar,


vários códigos chamados códigos de barra invertida.
 Estes são caracteres que podem ser usados como
qualquer outro.

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala


Constantes de barra invertida
33

IMETRO/FATEC/LCC-BIF Prog II/ M.T.Ditutala

Оценить