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KIT DE CONTEÚDO

DICAS DE COMO PREVENIR


FALHAS ELÉTRICAS

Produção Patrocínio
ÍNDICE
03 6 falhas comuns em instalações elétricas
prediais

09 Instalações elétricas exigem proteção contra


interferências externas

14 Excesso de umidade pode colocar em risco a


segurança das instalações elétricas

(Foto: Shutterstock / Dmitry Kalinovsky)


6 falhas comuns em
instalações elétricas
prediais
Erros de projeto e de execução colocam em risco
a funcionalidade e a segurança das instalações
elétricas. Saiba como evitá-los

Texto: Juliana Nakamura


Publicado em 07/04/2020

Em edificações residenciais e comerciais, as instalações elétri-


cas são compostas por uma série de elementos, como quadros
e circuitos de distribuição, além de dispositivos de comando
(interruptores), força (tomadas) e proteção (disjuntores). Cada
um destes componentes deve ser cuidadosamente dimensio-
nado. Do contrário, uma série de problemas podem ocorrer,
ameaçando o funcionamento da instalação e a segurança dos
usuários.
Conexões mal feitas podem causar o derretimento da isolação dos cabos, incêndios ou corrosão
(foto: Shutterstock / Flegere)

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Na maior parte das vezes, as falhas ocorrem durante
a elaboração de projetos. “São anomalias resultantes
de falta de qualificação e experiência do projetista, de
erro de cálculo ou de negligência na hora de espe-
cificar os materiais elétricos”, comenta o engenheiro
eletricista Paulo Barreto, coordenador da divisão de
instalações elétricas do Instituto de Engenharia. Ele
conta que também há falhas de execução, geralmen-
te “fruto de mão de obra não capacitada e da busca
insana por redução de custos”.

Confira a seguir seis falhas muito comuns – e graves


– em instalações elétricas prediais.

(Foto: Shutterstock / Francescomoufotografo)

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1) Problemas no aterramento
Muitas vezes negligenciado por usuários e construtores, o siste-
ma de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) deve ser
dimensionado de acordo com a ABNT NBR 5419 – Proteção con-
tra descargas atmosféricas. A norma prevê a utilização de três
métodos para isso: franklin (exclusivo para construções de pe-
queno porte), gaiola de faraday e esfera rolante (ou eletrogeo-
métrico). A falta de aterramento pode implicar em queima de
equipamentos, danos à edificação e choques elétricos.

“Mas o SPDA, isoladamente, é insuficiente para proteger os equi-


pamentos eletroeletrônicos de um imóvel. Também é necessário
considerar elementos de proteção interna como DPS (dispositivo
de proteção contra surtos) adequados aos parâmetros específi-
cos de cada equipamento”, diz o engenheiro eletricista Sérgio Le-
vin, vice-coordenador da Câmara de Inspeção Predial do Instituto
Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape/SP).

(Foto: Shutterstock / RachenStocker)

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2) Uso de materiais 3) Conexões mal feitas 4) Erro na distribuição
elétricos não das tomadas
Relacionado ao uso de mão de obra não
conformes especializada, a realização de ligações A previsão de tomadas em quantidade
mal feitas é um perigo para a instalação e insuficiente é bastante comum em pro-
Isso ocorre, principalmente, quando le-
pode gerar perda de energia. “Emendas, jetos de instalações elétricas prediais,
va-se em consideração apenas o preço,
derivações entre condutores, além de ainda mais recentemente, com o sur-
sem se atentar aos requisitos de qualida-
conexões entre metais de diferentes ca- gimento de novos aparelhos eletro-
de na hora de adquirir os componentes
racterísticas devem ser feitas por meio de domésticos. A falta de tomada, ou a ins-
da instalação. Uma falha grave que se en-
técnicas específicas, com uso de conec- talação de tomadas em locais indevidos,
quadra nessa categoria é o uso de man-
tores específicos. Caso contrário, pode leva o usuário à improvisação, colocan-
gueiras ou tubos de água no lugar de ele-
resultar em derretimento da isolação do em risco a segurança das instalações.
trodutos. Essa substituição pode resultar
dos cabos, incêndios ou corrosão”, alerta Por isso mesmo, esse é um assunto
na obstrução da passagem de cabos e na
Paulo Barreto. que merece um estudo especial por
quebra do condutor, sobretudo em insta-
lações embutidas na laje ou enterradas. parte do projetista e que vai além de
distribuir uma quantidade x de tomadas
por m².

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5) Negligência com o 6) Aumento
grau de proteção IP de carga sem
redimensionamento
Segundo Barreto, outro erro comum é a
especificação de componentes elétricos Muito comum em instalações antigas,
com grau de proteção IP incompatível o aumento de carga sem a devida veri-
com o local de instalação. “Há quem pen- ficação técnica pode resultar em mau
se que a tomada que se instala dentro de funcionamento dos equipamentos por
casa é a mesma que se instala na parte excesso de queda de tensão e danos à
externa da edificação. Esse é um erro isolação dos cabos. Essa é, também, uma
grosseiro que pode levar à degradação das principais causas dos incêndios de
da tomada e dos cabos a ela conectados, origem elétrica.
bem como causar derretimento da isola-
ção dos cabos e curto-circuito”, destaca o Não custa lembrar que o aumento da car-
engenheiro. ga de uma instalação deve ser acompa-
nhado sempre de uma revisão cuidadosa
que identifique eventual incompatibilida-
de entre os componentes da instalação e
as novas demandas de consumo.

(Foto: Shutterstock / GaViAl)

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COLABORAÇÃO TÉCNICA

Paulo Barreto Sérgio Levin



Engenheiro eletricista pós-graduado em Engenheiro eletricista com MBA em gestão projetos
eletrotécnica. Professor em cursos de pós- e inovação tecnológica. Projetista de instalações
graduação, é coordenador da divisão de instalações elétricas e SPDA, é vice-coordenador da Câmara
elétricas do Instituto de Engenharia e vice- de Inspeção Predial do Instituto Brasileiro de
presidente da Abrasip (Associação Brasileira de Avaliações e Perícias de Engenharia (Ibape/SP) e
Engenharia de Sistemas Prediais). Também é diretor perito judicial.
da Barreto Engenharia.

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Instalações elétricas
exigem proteção contra
interferências externas
Elementos como o dispositivo diferencial residual
e o dispositivo de proteção contra surtos evitam
a ocorrência de choques elétricos e a queima de
aparelhos conectados à tomada

Redação Portal AECweb / e-Construmarket


Publicado em 15/08/2018

Instalações elétricas estão sujeitas a falhas no fornecimento de


energia capazes de danificar os aparelhos conectados às tomadas.
Para evitar problemas, o projeto deve prever a especificação de
componentes de segurança adequados para diversas situações.
“Entre os principais itens estão disjuntores, fusíveis, dispositivo
diferencial residual (DR) e dispositivo de proteção contra surtos
(DPS)”, enumera o engenheiro Victor Emilio Fischmann, sócio-
diretor da FE Projetos Elétricos.
Os disjuntores estão entre os principais itens de segurança das instalações elétricas
(Foto Shutterstock / Dmitry Kalinovsky)

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Apesar de ser de extrema importância Em relação ao DPS, 12% dos imóveis
e obrigatório, o DR está presente em analisados contavam com o dispositivo,
somente 21% das 1,1 mil edificações sendo que somente 61% das instalações
analisadas pelo “Raio X das Instalações foram baseadas em projeto elétrico.
Elétricas Residenciais Brasileiras” — Cerca de 20% dos entrevistados afirma-
estudo elaborado pelo Instituto Brasileiro ram que tiveram equipamentos queima-
do Cobre (Procobre) e pela Associação dos por conta da queda de raios, inciden-
Brasileira de Conscientização para os te que poderia ter sido evitado com a
Perigos da Eletricidade (Abracopel). presença do DPS.
Segundo o levantamento, 56,3% das
residências com menos de cinco anos Situações envolvendo raios são as que
— e 27% das que têm entre seis e dez mais geram queixas. “As reclamações (Foto: Shutterstock / Dmitry Kalinovsky)
anos — possuem o dispositivo. Já nas mais frequentes estão relacionadas a


autoconstruções (obras realizadas pelo defeitos em equipamentos causados
proprietário do terreno sem a presença por descargas atmosféricas conduzidas As reclamações mais
de construtoras) o número cai para até a instalação elétrica”, informa o en- frequentes estão
17,5%. genheiro Edson Martinho, diretor execu- relacionadas a defeitos
tivo e fundador da Abracopel. Variações em equipamentos
de tensão ou interrupção no forneci- causados por descargas
mento de energia são outras falhas que atmosféricas conduzidas
podem causar danos. até a instalação elétrica

- Edson Martinho

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obrigatória segundo a ABNT NBR 5.410 “É o caso da falta de manutenção ou in-
PROTEGENDO AS — Instalações Elétricas de Baixa Tensão. tervenção realizada por profissional não
INSTALAÇÕES Quando acontece um surto de tensão, o qualificado. Ou, ainda, o desconhecimen-
DPS desvia toda a energia decorrente do to dos usuários em relação à disponibili-
fenômeno para o sistema de aterramen- dade de carga das unidades residenciais”,
Além da não conformidade com as nor- to, evitando que a sobrecarga chegue aos exemplifica Fischmann. A implementação
mas técnicas, negligenciar a adoção de aparelhos eletroeletrônicos. dos dispositivos de proteção deve ser re-
elementos de proteção pode resultar em alizada com base em projeto, que deve
perdas que extrapolam o campo financei- As variações de tensão na rede causam considerar as particularidades de cada
ro. “A ausência oferece riscos aos equipa- fornecimento intermitente de energia empreendimento.
mentos, à própria instalação e também à aos aparelhos ligados ao sistema elétrico,
vida das pessoas”, adverte Fischmann. A com risco de danificá-los, mas isso pode


proteção da integridade dos moradores é ser solucionado com a instalação de um
garantida pela presença do DR, que tem estabilizador ou mesmo de um nobreak. A ausência [de itens de
como objetivo evitar a ocorrência de cho- “No caso de variação de tensão ou inter- proteção] oferece riscos
ques. Em caso de acidentes, o dispositivo rupção, há risco de o equipamento deixar aos equipamentos,
é capaz de interromper o fornecimento de funcionar por certo tempo ou de quei- à própria instalação
de energia no circuito elétrico. mar”, afirma Martinho. [elétrica] e também à
vida das pessoas
“Já o DPS é o dispositivo que protege os Assim como as falhas oriundas do siste-
- Victor Emilio Fischmann
equipamentos caso ocorra um surto de ma de distribuição, outras ações externas
tensão”, diz Martinho, lembrando que também podem afetar o desempenho e a
a presença do elemento no sistema é funcionalidade das instalações elétricas.

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ERROS COMUNS
Para Fischmann, os erros mais comuns encontrados nos proje-
tos elétricos são a ausência de algum dispositivo de proteção, a
inclusão desses elementos de maneira equivocada e o dimen-
sionamento incorreto de parte da instalação. Martinho aponta
que quando o trabalho é realizado com base na norma técnica,
problemas são evitados. “Porém, não é comum realizar projetos
elétricos com profissionais habilitados (engenheiro eletricista).
Portanto, geralmente não se segue a norma”, observa Martinho. (Foto: Shutterstock / Dmitry Kalinovsky)

O “Raio X das Instalações Elétricas Residenciais Brasileiras”


constatou que 29% das edificações pesquisadas tinham um
Normas técnicas
projeto elétrico, contudo, somente 25% deles foi elaborado por
eletricistas. Apesar de os edifícios que compõem o estudo
Revisada em 2004, a ABNT NBR 5.410 é considerada
terem idade média de 20 anos, o mesmo problema é encontrado
a “norma-mãe” das instalações elétricas. “Esse é o
em construções novas. Pesquisa realizada em 2010 pelo
documento que deve sempre ser consultado para a
Procobre apontou que 53% das residências com idade média de
elaboração do projeto de uma instalação elétrica em
dois anos não possuíam projeto elétrico. Por outro lado, esse
residências”, declara Edson Martinho.
levantamento indicou o eletricista como principal executor das
obras e reformas elétricas.

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COLABORAÇÃO TÉCNICA

Edson Martinho Victor Emilio Fischmann

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Mogi das Engenheiro eletricista formado pela Universidade de São Paulo
Cruzes, possui duas pós-graduações nas áreas de docência e (USP) com mais de 30 anos de experiência na área de projetos de
marketing. Atua no setor elétrico e energético há mais de 20 anos, sistemas elétricos. É sócio-diretor da FE Projetos e sócio-fundador
e há mais de 15 anos realiza palestras por todo o país (e também da Associação Brasileira de Engenharia de Sistemas Prediais
no exterior) sobre diversos temas relacionados a instalações (Abrasip). Também é membro da CE 03 064.01 — Instalações
elétricas de baixa tensão. Especializou-se em qualidade da Elétricas de Baixa Tensão — NBR 5.410 — e da diretoria de
energia elétrica e escreveu um livro sobre o assunto: Distúrbios normalização do Sindicato da Habitação (Secovi).
da energia elétrica (Editora Erica). É diretor executivo e fundador
da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos
da Eletricidade (Abracopel), vice-presidente da Associação de
Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Salto-SP (Aeaas) e sócio-
diretor da Lambda Consultoria, que presta assessoria a empresas
com problemas relacionados à energia elétrica. Atualmente, é
coordenador da Norma de Instalações Elétricas ABNT NBR 16.384.

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Excesso de umidade
pode colocar em risco a
segurança das instalações
elétricas
Curtos-circuitos e oxidação de painéis são
alguns problemas que podem ocorrer quando
as instalações elétricas ficam expostas à ação
da água. Entenda

Texto: Juliana Nakamura


Publicado em 11/11/2019

Lâmpadas que queimam constantemente, goteiras no bocal das


luminárias, curtos-circuitos e mau contato na rede elétrica. Esses
são alguns indicadores de problemas nas instalações elétricas e
que podem ser resultado de falta de controle sobre a incidência
da umidade.
A falta de controle sobre a incidência da umidade pode ocasionar problemas nas instalações elétricas
(foto: Shutterstock / jocic)

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Muitas destas ocorrências têm como ori-
gem a ausência ou falhas de imperme-
abilização em lajes e paredes. “Nesses
casos, a água percola pelos conduítes e
cai no andar inferior através das tomadas
e das caixas de passagem”, explica o en-


genheiro José Miguel Farinha Morgado,
diretor executivo do Instituto Brasileiro
Além de causar
de Impermeabilização (IBI).
vazamentos e gerar
mofo e bolor, essas
“Além de causar vazamentos e gerar
infiltrações podem
mofo e bolor, essas infiltrações podem
trazer sérios danos
trazer sérios danos à rede elétrica da
à rede elétrica da
edificação”, destaca o especialista. “Em
edificação
casos extremos, como a água é um con-
dutor de eletricidade, o usuário pode so- - José Miguel Farinha Morgado
frer choque elétrico quando em contato
com a região molhada ou úmida”, acres-
centa o engenheiro Darcio Melian, da L2C
Engenharia.

(Foto: Shutterstock / Bruno Rodrigues B Silva)

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INTERFACE IMPERMEABILIZAÇÃO
E ELÉTRICA

A principal norma técnica que trata da impermeabilização de


estruturas (ABNT NBR 9575:2010 Impermeabilização – Seleção
e Projeto) estabelece algumas práticas para evitar que a água e a
umidade gerem danos às instalações.

Uma delas é a de que todas as tubulações elétricas que


passam paralelamente sobre a laje sejam executadas sobre a
impermeabilização e nunca sob ela. “A mesma norma estabelece
que as tubulações transpassantes nas lajes impermeabilizadas
(Foto: Shutterstock / Miss.Suchada Teeramat)
sejam rigidamente fixadas à estrutura com material compatível


com os arremates”, comenta Morgado.
Em casos extremos, como a água é
Outra prática estipulada em norma diz respeito às caixas de um condutor de eletricidade, o usuário
inspeção, passagem e tomadas, que precisam estar posicionadas pode sofrer choque elétrico quando em
em cota acima do nível do rodapé do sistema impermeabilizante contato com a região molhada ou úmida
para evitar a penetração de água.
- Darcio Melian

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Morgado destaca, ainda, a importância “É importante, também, dispor de proje-
de garantir que a instalação de antenas, tos de impermeabilização consistentes,
para-raios, equipamentos de condicio- que apresentem, de forma detalhada, os
namento de ar e outros não coloque em procedimentos para a impermeabilização
risco a estanqueidade das lajes de cober- dos pontos onde existem a passagem dos
tura. “Em lajes de cobertura, devem ser eletrodutos e caixas de passagens”, res-
previstos pontos para fixação de antenas, salta Jefferson Sobral, coordenador de
para-raios, equipamentos de condiciona- instalações da Trisul.
mento de ar e outros”, afirma o diretor
do IBI. “Além do atendimento às diretrizes do
projeto, a qualidade e a durabilidade das
Com relação ao processo de imperme- instalações elétricas depende, ainda, da
abilização, cada edificação possui suas utilização de materiais testados e certi-
particularidades. Por isso mesmo, é ne- ficados pelos órgãos regulamentadores,
cessária a definição de um processo de como a ABNT e o Inmetro”, adiciona Me-
proteção contra a água personalizado. lian.

Mas, em todos os casos, a garantia de


qualidade e longa vida útil ao sistema
depende da contratação de empresas es-
pecializadas para a realização do serviço.

(Foto: Shutterstock / Siyanight)

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PROJETO DE ELÉTRICA

Além de impermeabilizar corretamente, há uma série de outros


cuidados que podem ser adotados para minimizar os danos à
rede elétrica derivados da umidade.

Em edificações novas, por exemplo, não se recomenda a instala-


ção de quadros elétricos em áreas úmidas (banheiros e saunas).
“Em edificações existentes que apresentaram alguma ocorrência
de infiltração, a orientação é sempre fazer uma verificação cuida-
dosa das instalações elétricas depois de concluída a recuperação
da impermeabilização”, finaliza Darcio Melian.

(Foto: Shutterstock / garmoncheg)

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COLABORAÇÃO TÉCNICA

José Miguel Farinha Morgado Darcio Melian Jefferson Sobral


Engenheiro civil com MBA em varejo de material Engenheiro eletricista, é diretor operacional Coordenador de instalações da construtora Trisul.
de construção e em negócios e inovação pela Barry na L2C Engenharia, empresa especializada no
University e University of Nevada. É diretor executivo desenvolvimento de projetos e no gerenciamento
do Instituto Brasileiro de Impermeabilização (IBI), de obras.
consultor e coordenador do 16º Simpósio Brasileiro
de Impermeabilização.

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Mantenha-se atualizado com
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para arquitetos, engenheiros e
construtores. Com vídeos, pa-
lestras, matérias e entrevistas a
Revista Digital aborda temáti-
cas relacionadas à Tecnologia
de Materiais, Gestão de Projetos,
Compras e Suprimentos, Obras
e Investimentos, Arquitetura e
muito mais.