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CAPÍTULO

A D IT IV O S

IAL - 161
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

162 - IAL
V
Capítulo V - Aditivos

A D IT IV O S

C
om o d e se vnolvim ent o te cnológ ico, é g ra n de e varia do o núm ero de
su b s tâ n c iaquímicas
s empregadas no decorrer de todo o proces so de
produção de alimentos. Dentre estas substâncias, destacam-se os
aditivos, que podem apresentar grandes va n ta g esn p a ra m e lhora r os
alim ento s do ponto de v is at te cnológ ico
, d e s de q ue
seu uso seja seguro. Para isto, é neces sário verificar se obedecem às normas de
identidade e pureza e s ta b e le cid
s pa e al FAO/OMS ou p elo Fo od C h e m icsa lC o d e,x
exigidos pela legislação b ra sile ira
, sen do portanto e s et contro le fe ito a n tes da
adição ao alim ent o.

Toda a legislação a respeito de aditivos é positiva e dinâmica, isto é, são


agrupadas em lis tas as su b s tâ n csiacujo u so é perm itido
, os alim ento
s em que
podem s er u s a dsa e os lim itesmáximos no produto final, sendo estas listas
revisadas e acrescidas com novas substâncias sempre que neces sário.

A partir de 1997, houve muitas alterações na legislação de aditivos


alimentares, a fim
de compatibilizar a legislação nacional com o estabelecido nas resoluções
harmonizadas no Merco su,l a c o m eça r com a Porta ria no 540 da SVS/MS de
27/10/1997 , q ue aprova o re g u- lamento té cnico de aditivos alimentares e os
define como “qualquer ingrediente adicionado intencionalm ent e a os alim e ntos ,
sem propósito de nutrir, com o objetivo de m odifica r a s c a ra c te rístic
s fís
a ic a,s
quím icas , b iológ ica
s ou se n so ria
s durant
i e a fa b rica ç ão
, pro c e ss a m -e n
to, pre p a ra çã, o tratam ento , em balage,m acondicionam ento , a rm azen ag em ,
tra n sprteo ou manipulação de um alimento. Ao agregar-se, poderá resultar que
o próprio aditivo ou seus derivados se convertam em um componente de tal
alimento. Esta definição não inclui os contam inante s ou s u b stâ n csianutritivas
q ue se jam in corp o ra ds aao alim ent o p a ra m anter
ou melhorar suas propriedades nutricionais.” Esta Portaria também altera a
clas sificação dos aditivos alimentares, aumentando de 11 para 23 clas ses
funcionais.

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Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
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A se g ur,i s ão com en ta da
s alg u m sa c la s ssede aditivo s, c u jas d efin içõseforam
e x tra íd a s
da Porta ria n° 540/97.

Acidulantes/
Reguladores de acidez

Substâncias que aumentam a acidez ou conferem um sabor ácido aos


alimentos, dentre e s tas são de m aior em pre go os á cid os o rg â n ico, sta si com o: o
ácido cítrico, tartárico, láctico
, fum árico e m álico; além do ácido fo sfó rico , que é
inorgânico. E s tes á cid os tam bém podem ser utilizados como reguladores de
acidez, substâncias que alteram ou controlam a a c idez ou a alcalinid ad e d os
alim entos.

Antioxidantes

Su b stâ n csia q ue re tardam o a p are cim ent


o de a lte ra ç õs eoxid ativas n os
alim entos.Geralmente são utilizados os galatos (propila, octila ou duodecila),
ácido ascórbico e seus isômeros, butil-hidroxianisol (BHA) e butil-hidroxitolueno
(BHT), isoladamente ou em mistura, pois apresentam melhores resultados
quando juntos (efeito sinérgico).

Arom atizantes

Su b stâ n csiao u m istura de s u b stâ n cia s com pro p rie d a ds earom ática s e/ou
sá p id a s,capazes de conferir ou reforçar o aroma e/ou sabor dos alimentos.
Segundo a Resolução RDC n° 2 da ANVISA, de 15 de ja neiro de 2007, os
arom a tizante s a pre se n ta
m d u as c la -s sificações: aromas naturais e sintéticos. As
misturas de aromas, os aromas de reação ou de transformação e os de fumaça
poderão ser considerados naturais ou sintéticos, de acordo com a natureza de
s u as m a té ria s -p rim
s ou
a pro c e s ssode e la b o ra çã
o. Eles podem s er com er - cializados
na forma sólida (pós, granulados ou tabletes), líquida (soluções ou emulsões)
ou p a sto sa . No c a so d os arom as em pó, além d os e n s a io s d e s crito
s n e ste capítulo ,
d ete rm inam -
se os re síd uso m ineral fixo e o insolúvel em HCl (1 + 9,)p a ra se ve rifica r a pre se naç
do dió- xido de silício (anti-umectante).

Conservadore s

Antigamente, os alimentos eram conservados com ácidos, sal, açúcar e


fumaça de madeira. Nos dias de hoje, é grande o número de conservadores
químicos empregados em alimentos. Tais aditivos impedem ou retardam as
alterações dos alimentos provocadas por m icroo rg an isms oou en zim as
. Entre os
de m aior em pre go e s tã :o dióxido de e nxo fre, ácido benzóico, ácido sórbico,
ácido propiônico, na forma livre, ou de sais de sódio ou potás sio e nitritos e
nitra to
s de sódio e de p o tá ssi
o.

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Capítulo V - Aditivos

Corantes

Su b stâ n csia que co n ferem, inte nsifica m ou resta u ra m a c or de um


alim ent o. Os co- rantes artificiais são substâncias orgânicas de síntese cuja
estrutura molecular difere dos c o ra n te s encon tra dos na natureza. São produtos
cu aj ca p a cid aedde co n fe rrig ra n de intensi - dade de cor e estabilidade supera a dos
corantes naturais. Em 1999, foram introduzidos na le g isla çoã b ra sileair os
se g u in stec o ra n te
s artific ia is
: azul paten te, verde sólido e azo rrubina, que pas sam a
fazer parte deste capítulo. Apesar das dificuldades encontradas na aplicação d os
c o ra n te
s na tu rai s n os alim e ntos , devido ao seu b a xi o p oder tintorial
, alto cu sto e
instabi - lidade, atualmente seu emprego vem crescendo de forma significativa no
ramo alimentício, p e al preocu pa çã o d os consum ido res com o u so de s u b stâ n csia
artific iasi em alim entos.

Edulcorantes

Substâncias diferentes dos açúcares que conferem sabor doce aos


alimentos. Seu em pre go ju s tific ae-sn os produtos d estin a dsoa consum ido res q ue
n e c e s sita
m de re striç ã ca
o ló ric
a em s u as d ie ta,sbem como p a ra a q u e le s portad ores
de d ia b e te. sAtualm ente , a técni-
ca m ais utilizad a p a ra se p a ra ç ã, identificaçã
o o e quantificaçã o d os e d u lco ra nsteé a
crom ato-grafia líquida de alta eficiência. Os edulcorantes mais empregados hoje
em dia são: sacarina, ciclam ato , a s p artam e, a c e s u lfa mKee- e ste v io s o.
íd i

Gom as: s ão p o lissa c a ríd s iode alto p e so m ole cula r e, d e s de que atendam
a os pa- drões de identidade e pureza exigidos para uso em alimentos, são
consideradas GRAS pelo FDA. Devido à sua afinidade pela água,
desempenham papel importante na maioria dos alim entos , se n do de am plo u so
na indústria , como e s p e s s a n,teg es le ific a n te
, ess ta b iliza n te s
e em u lsifica n tes.

E sp essa n tes

Su b stâ n csiaq ue aum enta m a v isc o sid ae dd os alim entos


. Eles s ão u s a d so p a ra
contro- lar a co n sistê nacide alim ento
s líquidos e sem ilíquidos.

Geleificantes

Su b stâ n csiaque con ferem te x tuar p e al form açã


o de um g e l.
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Estabilizantes

Substâncias que tornam pos sível a manutenção de uma dispersão uniforme


de duas ou m ais su b s tâ n csiaim iscíve is em um alim ent
o.

Em ulsificantes

Su b stâ n csiaque propiciam a form açã


o ou m anutenção de uma m istura
uniforme d e duas ou mais fases imiscíveis no alimento. Estes podem ser naturais
ou sintéticos.

Ne s et capítulo , s ão d e sta ca ds oalg u ns acid ulantes , regu ladres


o de a c idez,
antioxidan- te s, arom atiza ntes , c o n se
rva dore s, c o ra n te
s n atu rasi e artificia is
,
e d u lco ra n tes
, e s p e s s a n tegeleificantes,
s, estabilizantes, emulsionantes; além dos
bromatos, cujo uso não é permitido
na legislação brasileira, da determinação de teobromina e cafeína em produtos
a base de c a cau e d os contam inante s a rsê n io
, fluore to e b enzo(a)pireno, um
hidrocarb o net o policí- clico aromático (HPA), formado principalmente em
proces sos de combustão incompleta
de matérias orgânicas, que se encontra na natureza como contaminante de solo,
ar, água e alimentos.

Como atualm ent e s ão perm itidos , no Bra s il, m ais de 300 aditivo s, é
d e s c rita
, a s e- guir, a a n á lis
e a p e n sa d os aditivo s, puros ou pre s e n te
s em uma
form ulação , m ais utilizadosnos alimentos. Os métodos podem sofrer algumas
alterações em função da formulação do produto.

A determinação dos aditivos nos alimentos é tratada nos respectivos


livro. capítulos deste

058/IV Acidulantes – Identificaçã


o de ácido cítrico, láctico e tartárico por
cromato-
grafia em papel.

Os ácidos orgânicos podem ser identificados por cromatografia em papel.


Na análise dos ácidos orgânicos, este método permite identificar,
simultaneamente, a presença dos ác id os cítrico, tartárico e lá ctico em a m o s tra
s de
aditivos alim enta
re s .

Material

Ba la n ça analítica
, p ap el Whatman nº 1 (20 x 20) cm, balão volum étric
o de 100
mL, bé- qu er de 100 mL, cuba crom a tog rá aficcom tam pa, fra sco Erlenm yeer de
300 mL, prove ta s
de 50 e 100 mL e s e rin gsade 5 μL.

166 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes

Hidróxido de amônio
Á lcool
Azul de timol
Ácido cloríd rico

Soluções-padrão – Pese 1 g de ácido cítrico, transfira para um balão volumétrico


de 100
mL e complete o volume com água. Repita o mesmo procedimento para os
ácidos tartárico
e lá ctico.

Solve n te p a ra a fa se móvel com reve la d or – Misture 35 mL de álco ol, 13 mL de


água e
2 mL de hidróxido de amônio e adicione 50 mg de azul de timol. Se neces sário,
prepare um volume m aior m antend o as m e smsa proporçõ e .s Guarde em fra sco de
vidro com tam pa.

Procedim ent o – Em um bé qu er de 100 mL, d issova l a a m ostr


a com pouca
água. Aplique,em pontos eqüidistantes e a 2 cm da borda inferior no papel de
cromatografia, 5 μL da s o lu ç ã o -tee set 5 μL de ca da uma d as so lu ç õ e s-p ao. d rã
De s e nvolva o crom atogram, aem cuba saturada com a fase móvel contendo
revelador, até a frente do solvente atingir dois centímetros antes da borda
superior do papel. As manchas amarelas sob o fundo azul do papel indicam a
presença dos ácidos. Colocando o papel em atmosfera de vapores de ácido
clorídrico, o fundo azul do p apel to rn a e-s verm elh o. Marque, im ediatam ente , o
contorno
d as m ancha s com lá p is. A identificaçã
o d eve s er fe ita por com paraçã
o d os Rf das
manchas ob tid as com os d as s o lu çõ e s -p a o.
d rã

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé to d oqsu ím ico
s e fís icsop ara a n á lis
e de a lim e n to
, 3.
s e d. São Pau lo: IMESP, 1985. p.
7 8 -7 9 .

059/IV Acidulante
s – Identificaçã
o de ácido cítrico

E s te e n s aoi perm it
e a identificaçã
o do ácido cítrico puro e b a s e iae-snuma
re a ç ã ocolorida com piridina e anidrido a cé tic
o.
Material

Bé q u eres de 5 e 25 mL, p ip e ta
s g ra d u a dsade 1, 5 e 20 mL e b a stão de vidro.

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Rea g e n tes

Piridina
Anidrido ac ético

Procedim ent o – Dis solva alguns mg de ácido cítrico em 1 mL de água,


transfira para um b éq u er contend o 15 mL de piridina e a g ite. Acre s c e net 5 mL
de anidrido a cé tic
o e a g itenovam ente
. A solu ção d eve fic ar averm elh ad a.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX.Food Chem ical s Codex. 4. ed .


Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 753.

060/IV Acidulante
s – Quantificaçã
o de ácido cítrico

Material

Balança analítica, frascos Erlenmeyer de 125 mL, proveta graduada de 50 mL e


bureta de
50 mL.

Rea g e n tes

Solução a q u oas de hidróxido de sódio 1 M

Solução de fenolftaleín
a 1% m /v – Pe se 1 g de fen olftaleína
, tra n s fir
a p a ra um
b alãovolum étric
o de 100 mL e com plet e o volume com álcool.

Procedim ento – Pese, com precisão, cerca de 3 g da amostra e dis solva em 40 mL


de água. Adicione alg um sa g o tas de solução de fenolftaleín
a e titule com NaOH 1
M.

Cálculo

Cada mL de NaOH 1M é equiva le net a 64,04 mg de C6H8O7.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX. Food Chem ical s Codex. 4.


ed. Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 102 e 753.
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Capítulo V - Aditivos

061/IV Antioxidante
s – Titulação de ácido ascórbic
o e isôm eros com solução de
iodo

O ácido ascórbico pode ser adicionado aos alimentos com a função de


antioxidante
ou m elho rado r de farinha . Tam bém é em pre g a do n os s asi de cu ra p a ra red u zir a
p o ssib- ilid ade de form açã o de N -nitro sam in as , p e al a ção bloq uead aorna re a ç ão
de nitro sa ç oã d e nitrito. E s te m étodo é aplicad o p a ra m istu ra
s de aditivo s, d e s de
q ue não contenha m nitrito
ou o u tras su b s tâ n csiare d u to ras
, p ois re a g em com o iodo.

Ácido a scó rb oic Ácido dehidro a scó rb ico

Material

Ba la n ça analítica
, b éq uer de 100 mL, balão volum étric
o de 100 mL, prove ta de 25
mL, bure ta de 25 mL e fra sco Erlenm yeer de 250 mL.

Rea g e n tes

Solução de ácido sulfúric


o
M Solução de iodo 0,05 M
Solução de amido a 1%
m/v

Procedim ent o – Pese uma quantidade de amostra que contenha


aproximadamente 0,2 g
de ácido a scó rb oic e d iss ova
l em uma solução de 100 mL de água, re ce n te m een t
fervida e resfriada, e adicione 25 mL de ácido sulfúrico M. Titule a solução
imediatamente com iodo
0,05 M, adicionando amido a 1% próximo ao ponto final da titulação.
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Cálculo

V = volume de I2 0,1 M g a sto na titulação


f = fa tor da solução de I2 0,1 M
P = m a ssa da a m o str
a em g
Nota: cada mL de iodo 0,1 M é equivalente a 8,806 mg de ácido ascórbico ou
ácido eritórbico
(C6H8O6), 9,905 mg de a sc o rb ao tde sódio (C6H7NaO6) e 10,81 mg de eritorbato
de sódio m onohidratad
o (C6H7NaO6.H2O).
Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX. Food Chem ical s Codex. 4. ed.


Washington
, D.C.: National Aca demy Pre s ,s 1996. p. 33,34,134,35
4 e 362.

062/IV Antioxidante
s – De terminação de ácido ascórbic
o e isôm eros pelo
método de
Tillman’s
Este método, aplicado para misturas de aditivos que apresentem baixa
concentração
de ácido a scó rb oic e não contenham nitrito em sua form ulação , fu n d a m e n ta
e -s
na
red ução
de 2 ,6 -d iclo
rofe nol indofeno
l por uma solução de ácido a scó rb o.
ic
170 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Procedim ent
o – Siga a dete rm inaçã
o conform
e m étodo 365/IV.

063/IV Antioxidantes – Titulação de ácido ascórbico e isômeros com solução


de iodo na pre se n aç de polisorbat
o 80

O polisorbato 80, componente comum nos produtos para panificação,


interfere na dete rm inaçã o do te or de ácido a scó rb oic p elo m étodo de iodim etria .
A ssim, quando am b os e s tiverem pre s e n te, sé n e ce ss áori fazer a e x tra çoã do
p olisorbat
o a n tes da determ inaçã o do ácido a scó rb o. ic Po d e -s
e tam bém d o s áo-l
dire ta m enetpor téc n ica p olaro g rá fica
, sem n e c e- ssid a de de e x tra ço.ã

Material

Balança analítica, balança semi-analítica, béquer de 100 mL, provetas de 25 e


50 mL, funil de separação tipo pêra de 250 mL, funil e papel de filtro, bureta
de 10 mL e frasco Erle nm yeer de 250 mL.

Rea g e n tes

Solução a q u oas de iodo 0,05


M Cloreto de sódio
Butanol

Solução a q u oas de HCl 3 M sa tu raad com NaCl – Adicione NaCl sólido à solução
HCl 3 M
a té h aver pre cip itaçã, oou, a ltern avam
ti ente
, dilua 1:1 uma solu ção de HCl 6 M
com solu- ção a q u oas sa tu raad de NaCl.

Procedim ent o – Pe s e, com pre c is ã,o uma quantidad e de a m o str a q ue contenh a


a proxim a- damente 50 mg de ácido ascórbico. Adicione 2 g de cloreto de sódio
e dis solva a mistura em 50 mL de água com agitação. Filtre, se neces sário.
Transfira o filtrado para um funil de separação. Adicione ao funil 25 mL de HCl
3 M, saturado com NaCl, e 25 mL de butanol. A g ite a m istura por 2 m inutos,
d e xi e s e p a ra
r as fa s e,se re co lha a cam ada aq u oas inferior, filtra n d ao -p a ra o fra s oc
Erle nm yeer. Titule com iodo usando am ido a 1% como indicado r. Cada mL de
iodo 0,05 M equivale a 8,806 mg de ácido ascórbico ou de ácido eritórbico,
9,905 mg de a sc o rb ao tde sódio e 10,81 mg de eritorb aot de sódio
m onohidratad o.
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Cálculos

V = mL de iodo 0,2 M g a sot na titulação


f = fa tor da solução de iodo
0,2 M P = m a ssa da a m o str
a
em g

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

DES SOUKY, Y. M.; HUS SEIN, F. T.; ISMAEL S. A. Determination of ascorbic


acid in the pre s e nec of p o ly so rbea t80 Pharm azie, v.28 (1 1-12, )p. 7 91 -7 9.21973.

064/IV Antioxidante
s – Identificaçã
o de ácido ascórbic
o por redução da solução de
Fehling

Este método é aplicado para a identificação de ácido ascórbico, ácido


eritórbico, ascorbato de sódio e eritorbato de sódio em amostras puras ou em
misturas de aditivos que não a pre se n te
m o u tras su b s tâ n csiare d u to ra s.

Material

Balança analítica, banho-maria, tubo de ensaio, béquer de 10 mL e balão volumétrico


de
50 mL.

Rea ge n te

So lu çõ se tituladsa A e B de Fehling (Apêndice I)

Procedim ent o – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a concentração final
de ácido a scó rb oic e s teaj em torno de 2%. Tra n sfir
a p a ra um b alão volum étric
o de 100
mL e complete o volume com água. Filtre se neces sário. Adicione a solução de Fehling.
172 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Na pre s e naç de ácido a scó rb ico


, o tarta raot cúprico alcalino é reduzido lentam e nt
ea
25°C,
porém m ais rap idam e entsob aquecim ent o.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX Food Chem ical s Codex. 4. ed.


Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s .s 1996. p. 34.

FARMACOPÉIA BRASILEIRA
, 3. ed. São Paulo: Organização Andrei Editora S.A.,
1977.
p. 83.

065/IV Antioxidante
s – Identificaçã
o de ácido ascórbic
o por redução da solução
de
Tillmans

Material

Ba la n ça analítica
, b alão volum étric
o de 100 mL, tubo de e n sa io
, bé qu er de 10 mL
e p ip e ta s
de 1 e 2 mL.

Rea ge n te

Solução de Tillm ans d e s c rit


a no m étodo 365/IV.

Procedim ent o – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a


concentração final de ácido ascórbico esteja em torno de 1%. Transfira para um
balão volumétrico de 100 mL e com p leet o volume com água. Filtre se
n e c e s s áo.ri Pip e et 2 mL d e sat solução no tubo d e e n saoi e adicion
e 1 mL da
solução de Tillm ans, que d eve rá d e s c o r aer-s
im ediatam ente.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé to dsoQu ím icso e Fís ic so p ara An á lisse de Alim e n to. s3. ed. São Paulo: IMESP,
1985. p.
39 4-3 95 .

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. Official Methods of


Analysi
s of the Associatio
n of Official Analytica . 15th, Arlington:
l Chem ists
A.O.A.C.,
1990, c h a p te
r 45, p. 10 58 -1 05 9.

IAL - 173
Mé to do sFísic oQuím
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1 ª EdiçãoDigital

066/IV Antioxidantes – Identificação de ácido ascórbico pela reação com


bicarbonato
de sódio e sulfato fe rroso

Material

Ba la n ça analítica , b a lõ es volum é trico


s de 100 e 1000 mL, prove ta de 100 mL, tubo
d e e n sa,iobé q u eres de 10 mL e p ip e ta s g ra d u a dsade 5 mL.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Bicarb onat
o de
sódioSulfato fe r o so
Solução a q u oas de ácido sulfúric
o a 10% v /v

Procedim ent o – Pese uma quantidade de amostra de maneira que a


concentração final de ácido ascórbico esteja em torno de 1%. Transfira para um
balão volumétrico de 100 mL e com p leet o volume com água. Filtre se
n e c e s s áo.riPip e et 4 mL d e sat solu ção em um tubo
de e n s ao.i Adicione 0,1 g de bicarbonat o de sódio e c erca de 0,02 g de su lfaot
fe r o so. A g ite
e d e xi e re p o u sr.a A solução d eve rá produzir c o lo ra çã
o v io le ta -e s ac uqrue d e sa pre
a ce
a p ós a ad ição de 5 mL de ácido sulfúric o a 10%.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

FARMACOPÉIA DOS ESTADOS UNIDOS DO BRASIL. 2. ed. São Paulo:


Indústria
Grá fica Siq ue ira S.A., 1959. p. 4 5 -4 6 .

FARMACOPÉIA BRASILEIRA
. 3. ed. São Paulo: Org an iza çoãAndrei Editora S.A.,
1977.
p. 8 2 -8 3 .

067/IV Antioxidante
s – De terminação de butil-hidroxianisol (BHA)

A s o lu b ilid aedem á lc o ol a 72% de q u a es to d os os a n tiox id a n te s m a si


co m u- m e n et u tiliz a d o, sfavore ce a a n á lis
e d os m e s m o. sAp ós a e x t r a çoã d os
a n tiox id a n- tes, podem ser feitas provas qualitativas envolvendo reações para a
identificação ou cromatografia em camada delgada. O butil-hidroxianisol pode
ser identificado em a m o s trsade g ord u ras ou a d itivos fo rm u la dsoc o n te n od e s et
a n tiox id a net a p ós a e x- tr a ç ão com á lc o ol a 72% e p o s te rio
r c o n firm a çoãp or
m e oi de re a ç ão c o lo rim é triccom a 2 ,6 -d ic rolo quinona c loroim ida (re a g e net de
Gib b s) e b ó ra x. A re a ç ão do BHA,

174 - IAL
Capítulo V - Aditivos

a p ós e x t r a çoãcom á lc o ol a 72%, c om 2 ,6 -d ic ro lo q u in o n a clo


roim ida em pre s e naç
de
b ó ra x, fo rma um c o m p o sot a z ul c u aj c o n c e n tra oç ãé m e d ida
porespectrofotometria
620 nm, usando curva -p a d rã o.

Material

Balança analítica, balança semi-analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de


(25 e
100) mL, bastão de vidro, funil de separação tipo pêra de 250 mL, provetas
graduadas de
25, 50, 100 e 500 mL, balões volumétricos de 100, 200 e 500 mL, pipeta
graduada de 2
mL e p ip e ta
s volu m étrica
s de (1 a 12) mL.

Rea g e n tes

Éter de p etróleo (6 0-
10 0)°C Álcoo l absoluto
B ó ra x
2,6-Dicloroquinonacloroimida
Pa d rão an alític
o de 3-B HA ou uma m istur
a co n h e cid
a d os d o si isô m reos 3-B HA e 2-
BHA

Solução de álcool a 72% v/v – Adicione 360 mL de álcool em um balão


volumétrico de
500 mL e co m p leet o volume com á g u a .

Solução de b ó rax a 2% m /v – Pe se 2 g de b órax – Na2B4O7.10H2O, transfira para


um balão volum étric o de 100 mL e com p let e o volume com água.

Solução de 2 ,6 -d ic roquinonaclo
lo roim ida (re a g e net de Gibbs) – Pe se 0,01 g de 2 ,6 -
dicloro-quinonaclo
roim ida (C6H2ONCl3), transfira para um balão volumétrico de
100 mL
e com plet
e o volume com álcool absolut
o. Pre p are a solução no dia do u so.
Procedim ent o – Dis solva 10 g da amostra em 50 mL de éter de petróleo e
transfira quantitativamente para um funil de separação. Adicione 25 mL de
álcool a 72% e agite. Separe a camada alcoólica e extraia mais duas vezes com
60 mL de álcool. Reúna os e x tra to
s a lc o ó lico
s e com p leet o volume a té 200 mL
com álcool a 72%. Adicione a uma

IAL - 175
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

alíquota de 12 mL desta solução, 2 mL de uma solução de 2,6-


dicloroquinonacloroimida
a 0,01% e 2 mL de uma solução de bórax a 2% e agite. Meça a coloração
desenvolvida em espectrofotômetro a 620 nm e determine a quantidade de
BHA correspondente usando a curva -p a d rã
o prev ia m ene te sta b e le c id a .

Curva-padrão – Pese, com precisão, 0,1 g de BHA e dis solva em álcool a 72%.
Transfira quantitativamente para um balão volumétrico de 100 mL,
completando o volume. Retire 1 mL desta solução, transfira para outro balão
volumétrico de 100 mL e complete o volume com o m esmo s o vl en te. Tome
alíq uo tas de 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7 mL d e sat última solu ção em b équ ere s
de 25 mL e adicione, respectivamente, 11, 10, 9, 8, 7, 6 e 5 mL de álcool a 72%,
totalizando
12 mL em todos eles. Adicione 2 mL de solução de 2,6-
dicloroquinonacloroimida a 0,01% em álcool absoluto e 2 mL de solução de
bórax a 2%. Homogeneíze. Meça a coloração
desenvolvidaemespectrofotômetroa620nmusandocomobrancoumamisturacons
tituídade
12 mL de álcool a 72% e os dois re a g e n steacima m encionados . Construa a curva -
p a d rã
o.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé t o dso Qu ím icso e Fís ic so p ara An á lisse de Alim e n to. s3. e d. São Paulo: IMESP, 1985.
p. 85.

JOSEPHY, P.D.; VAN DAMME, A. Reaction of Gibbs reagent with para-


substituted phenols
. Anal. Chem. v. 56, p. 81 3-814.,1984 .

MAHON, J.H.; CHAPMAN, R.Q. Butylated Hydroxianisole in lard and


shortening.
Anal. Chem. v. 23, n.8, p. 11 20 -1 12, 31951.

068/IV Antioxidante
s – Identificaçã
o de butil-hidroxianisol (BHA)

Ba s e ae-sna re a ç ão do BHA com 2 ,6 -d ic roquinonaclo


lo roim ida em pre se naç de
bó- ra x, a p ós e x tra çoã com álcool a 72%, p a ra form ar um com post o azul.

Material

Balança semi-analítica, béqueres de 25 e 100 mL, balão volumétrico de 100 mL,


provetas graduadas de 50 e 100 mL, funil de separação tipo pêra de 250 mL e
pipetas graduadas de
1 e 5 mL.
Rea g e n tes

Éter de p etróleo (6 0-
10 0)°CÁlcool
B ó ra x

176 - IAL
Capítulo V - Aditivos

2,6-Dicloroquinonaclo
roim ida
Á lcool a 72% v /v
Solução de bórax a 2% m/v

Procedim ent o – Dis solva 20 g da amostra em 50 mL de éter de petróleo. Extraia


em funil
de separação com três porções de 30 mL de álcool a 72%. Reúna os extratos
alcoólicos em balão volumétrico de 100 mL e complete com álcool a 72%.
Adicione 1 mL de solução de
b ó rax a 2% e algu ns c ristas ide 2 ,6 -d ic roquinonaclo
lo roimida a 5 mL de extrato
alcoólico obtido no item an terio r. Uma co lora çoã azul indicar
á a pre se naç de BHA.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

JOSEPHY, P.D.; VAN DAMME, A. Reaction of Gibbs reagent with para-


substituted phenols
. Anal. Chem. v. 56, p. 8 13 -8 1,41984.

069/IV Antioxidante
s – De terminação de butil hidroxitolueno (BHT)

O princípio deste método baseia-se na reação do BHT, após extração da


amostra, com o-d ian isidina e nitrito de sódio e na m edida e sp e crofotom
t étric
a do
com post o ve rm e- lho-alaranjado formado. O BHT é melhor extraído por
destilação com arraste de vapor e o d estilaod é utilizado na re a ç ão colorim étrica.

Material

Ba la n aç a n a lític, a b a la naç se m i-a n a lític , ae s p e crofotôm


t et
ro UV/VIS, m anta
a q u e c e dao re lé tric are, g u la drode te m p e ra tu, ra
su p orte, g a rra
, m ufa, tubo de lá tex
p a ra co n d e n sar,d ob a s tã o de v idro, funil de separação tipo pêra de 250 mL,
provetas graduadas de 50 e 1 00 mL, condensador tipo re to, com junta e sm e rilh a d
24/40, b a lõ se vo lu m é trico s de 100 e 250 m L, b é q u rees de 50, 10 0
e 250 m L, p ip e ta s g ra d u a ds ade 2 e 5 mL e p ip eat vo lu m é tric a de 25 m L.

Rea g e n tes

Clorofórm io
Nitrito de sódio
o-Dianisidina
(C14H16N2O2) Meta n ol
Carvão
Ácido cloríd ric
o1M
Clore to de m agnési
o
(MgCl2.6H2O) Pad rão analític
o de
BHT

IAL - 177
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Solução-padrão de BHT a 0,05% m/v – Pese 0,05 g de BHT, transfira para um


balão
volum étric
o de 100 mL e com plet
e o volume com m etanol.

Solução de nitrito de sódio a 0,3% m /v – Pe se 0,3 g de nitrito de sódio, tra n s fir


a
p a ra um balão volum étric o de 100 mL e com plet e o volume com ág ua. E s ta
solução é e s táve l, pelom e nos
, por d u as se m a nsaa 4ºC

Solução de o-dianisidain– Pe se 250 mg de o -d ianisidina (C1 4H1 6N2O2) e d is s oval


com
50 mL de m e ta n o. lAd ic io ne 1 00 mg de c arvão. A g ite p or c in co minutos e
filtre.
Adicione a 40 mL do filtrado, 60 mL de ácido clorídrico 1 M. Prepare
diariamente, e g u arde ao ab rigo da luz.

Solução de cloreto de magnésio – Pese 100 g de cloreto de magnésio e dis solva


em 50 mL
de água.

Procedim ent o – Monte o aparelho para destilação por arraste de vapor. Pese
exatamente
5 g da am ostr a e tran sfir
a p ara o fra sco Erlenm yeer junto com 15 mL da solução de
cloreto
de magnésio. Adapte as juntas conectoras e destile com arraste de vapor à razão
de 4 mL por minuto. Re co lha de 100 a 125 mL do d estilaod em um balão
volum étric o de 250 mL, completando o volume com metanol. A uma alíquota
de 25 mL, adicione 2 mL da solução
de nitrito de sódio e 5 mL da solução de o-dianisidina Após 10 minutos, extraia a
fração colorida com 10 mL de clorofórmio. Meça espectrofotometricamente a 520
nm e determine
a con cen tra oçãde BHT, utilizand o uma curva de ca lib ra çoãpre v ia m e ne t
co n struída.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé t o d o s
Qu ím icsoe Fís icso p ara An á lissede Alim e n to. 3.
s e d. São Pau lo: IMESP 19 85. p. 8 5 -8 6 .

070/IV Antioxidante
s – Identificaçã
o de butil hidroxitolueno

(BHT) Material
Balança semi-analítica, manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte,
garra e mufa, tubo de látex para condensador, balão de fundo redondo com
junta esmerilhada 45/50 e capacidade para 5 L, tubo de vidro de 1,4 m de
comprimento e 1,2 cm de diâmetro, juntas conectoras para frasco Erlenmeyer
com presilha, frasco Erlenmeyer com junta esmerilhada
29/32 e capacidade 500 mL, condensador tipo reto, com junta esmerilhada 24/40,
balão volum étric o de 100 mL, prove tas g ra d u a ds ade (50 e 100) m L, b éq u rees de
(50, 100 e 250) mL
e p ip e ta
s g ra d u a ds ade (2 e 5) mL.
178 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes

Clorofórm io
Nitrito de sódio
o-Dianisidina
(C14H16N2O2) Meta n ol
Carvão
Ácido cloríd rico
Clore to de m agnési o
(MgCl2.6H2O) Padrão analítico
de BHT
Solução de nitrito de sódio a 0,3% m /v, conforme
069/IVSolução de o-dian isidina, conforme 069/IV
Solução de c lore to de m agnésio
, conforme 069/IV

Procedim ent o – Monte o a p arelho para destilação por arraste de vapor. Pese 5 g
da amostra, transfira para o frasco Erlenmeyer junto com 15 mL da solução de
cloreto de magnésio. Adapte as juntas conectoras e destile com arraste de vapor
à razão de 4 mL por minuto. Re co lha de 100 a 125 mL do d estilaod em um
b éq u er de 250 mL. Concent re, em b a n h omaria,
- o destilado até 50 mL. A uma
alíquota de 25 mL, adicione 5 mL de solução de
o-d ian isidaine 2 mL de solu ção de nitrito de sódio. Na pre se naç de BHT, d eve rá
form aruma co lo ra çã
o ve rm e lh o -a la ra najaem
d a té 10 m inutos.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé to d oqsu ím ico
s e fís icsop ara a n á lis
e de a lim e n to
, 3.
s e d. São Pau lo: IMESP, 1985. p.
8 5 -8 6 .

071/IV Antioxidante
s – Identificaçã
o de galatos

E s te e n s aoi perm it
e a identificaçã
o d os g a la to
s em m istu ra
s de aditivos e b a s e ia -
se na extração dos galatos (propila, octila ou duodecila) com álcool a 72% e
reação com hidróxido
de amônio .

Material

Balança semi-analítica, béqueres de 10 e 1 00 mL, proveta graduada de 50 mL,


funil
de s e p a r a ço ãde 1 25 m L, b a lõ se vo lu m é tricsode 1 00 e 5 00 mL e p ip e ta
s
g ra d u a d a se d1 e 5 m L.

Rea g e n tes
Éter de petróleo

IAL - 179
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Álcool
Hidróxido de amônio

Solução de álcool a 72% v /v – Misture 360 mL de álcool e 140 mL de ág ua.

Procedim ent o – Dis solva 20 g de amostra em 50 mL de éter de petróleo.


Extraia em funil de s e p a ra çoãcom álcool a 72% (30 mL por três veze s .) Reúna
os e x tra to
s em balãovolumétrico de 100 mL e complete o volume com álcool a
72%. Adicione 0,5 mL de hidróxido de am ônio a 5 mL do extrato alcoólico.
Uma coloração rósea indicará a presença
de g a la to s .

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to, 3.
s e d. São Paulo: IMESP, 1985.
p. 82.

072/IV Arom atizante


s – Identificaçã
o e quantificação

A identificaçã o e a quantificaçã o d os com p one nte


s do aroma (a ld eíd os
,
é s tere s, ce to- nas, etc.) são efetuadas por cromatografia em fase gasosa, usando
detector de ionização de chama (FID).

Material

Balança analítica, cromatógrafo a gás, coluna Carbowax 20 M ou equivalente,


detector de ionização de chama (FID), balões volumétricos de 10 mL, pipetas
graduadas de 2 mL e m icro s s e rinagde 10 μL.

Rea g e n tes

Álcool
Pa drõ es a n a líticsode a ld e íd o, sé s tere s, ce to n a, se tc .

Solução-padrão – Com auxílio de uma pipeta, pese cerca de 100 mg dos padrões
diretamente em b a lõ se volum étrico
s de 10 mL e com plet
e o volume com álcool.

Condições cromatográficas – Temperatura do injetor: 230°C, temperatura do


detector:
250°C, prog ra m açã
o de aquecim ent
o da coluna: de (70 - 210)°C, 8°C/min, ra zão
de s p litte r
1:100.

Procedim ent
o – Para aromas líquidos, pese diretamente em balão volumétrico de
10 mL, com auxílio de uma pipeta, uma quantidade da amostra de modo que a
concentração do
180 - IAL
Capítulo V - Aditivos

analito estudado seja próxima a do padrão e em torno de 1%. Complete o


volume com
álcool. Pa ra arom as em pó, p e se uma quantidad e da a m o str
a cuja co ncen traçã o do
analitoestudado seja próxima a do padrão. Transfira, com álcool, para um balão
volumétrico de
10 mL e complete o volume. Filtre, se neces sário. Injete 1 μL da amostra e dos
padrões no crom atógraf o e ca lc uel a porce n tagme d os a n a lito
s e stu d a dso por
m eio d as áre as ob tid as n o scrom atogram as.

Cálculo

Cp = concentra oçã do
padrãoCa = con cen tra oçã
da a m o straAp = área do
padrão
Aa = área da a m o stra

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

ARCTANDER, S. Perfum and flavor chem ical s (aroma chem icals


) v. 1-2. New
Jersey, U.S.A.: publicad
o p elo autor, 1969.

Flavor and Fra g ra necMa te ria .lsW heaton


, USA: Allured Publishing Corporation
,
1993.

073/IV Arom atizante


s – Teor alcoólico a 20°C

A quantificaçã
o do te or alcoólico
, quando pre se n te
, em arom as líquidos é
de term- nado
i conforme o m étodo 0217/IV.

074/IV Arom atizante


s – Identificaçã
o de óleos e sse n cia is

Os ó le os e s s e n c ia, is
quando pre s e n te
s n os arom as, podem s er id entificado
s
por cro- m atografi a em cam ada d elg a ad ou quantificads ocom o u so do balão
volum étrico tipo C ás- sia. Quando puros, devem ser feitas as seguintes
determinações físico-químicas: índice de refração a 20°C, densidade relativa a
(20/20)°C e rotação óptica a 20°C. Os valores obtidos são comparados com os
da literatura. Os aromas líquidos podem ser analisados diretamente
ou após a separação dos óleos es senciais com solução saturada de cloreto de
sódio, enquanto q ue os em pó d evem s er prev ia m ene te x tra íd o. sPa ra a m o stra s
em pó, e x traai com uma p e- quena quantidad e de álcool ou é ter.
IAL - 181
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Material

Placas de sílica gel 60 G (20 x 20)cm, estufa, câmara ultravioleta, cuba


cromatográfica com tam pa, fra sco Erlen m yeer de 250 mL e prove tas de 10 e 100
mL.

Rea g e n tes

C iclohexano
Acetato de
etila Ácido
a cé ticoÁcido
sulfúrico
Pa drõ es a n a líticsode ó le os e s s e n c ia is

Fa se móvel – C iclo h e x a n o -a ce
o ta
det e tila -á cid
o a cé tic
o

(90:10:1).
Reve la d or – Solução aq u oas de ácido sulfúric
oa

10% (v/v).

Procedim ento – Sa ture a c u ba de v idro com a m istu ar de s o vl e n t es da


fa s e
móve l. C oloque, com a u x ílio de um c a p ilar, a a m o s tr a e os p a drõ es em
p o n to s
d ifere n t es da p la ca de s ílica g e ,l pre p a r a ad p a ra cro m a to g raafi a s c e n d e n .t e
De ixe
s e c ar. C oloque na c u ba cro m a to g rá fic a com o s o vl e n te e d e xi e c o rrer a té
uns
2 cm da e x tre m id a de s u p e rio r da p la c a. Re t ire e d e xi e s e c ar ao ar. Va p o rize
com o revelador. Seque em estufa a 105°C por alguns minutos tomando
o
cu id a do de não d e ix ar c a rb o n izraa p la c a. Com pare o cro m a to g ra m a da
a m o s tr a
com o d os p a drõ e s. A n tes de reve lar a p la c a, o b s erve o cro m a to g ra m a s ob
lu z
u ltra v io le ta .

075/IV Arom atizante


s – Quantificaçã
o dos óleos e sse n cia is

Material

Pipeta volumétrica de 10 mLe balão volumétrico tipo Cás sia (110 mL de


capacidade e g a rg aol graduad
o de 10 mL, subdividid
o em 0,1 mL).

Rea g e n tes
Clore to de sódio

Solução saturada de cloreto de sódio – Adicione cloreto de sódio em 1000 mL de


água até sa tu ra
r a solu ção.

Procedim ent o – Pip e te 10 mL da a m o s tra


, tr a n s fir
a p a ra um b a lão
vo lum étricotipo C á s sai e co m p leet o volume com s o lu ç ão s a tu raad de
c lore to de só d oi .

182 - IAL
Capítulo V - Aditivos

O volume do óleo es sencial separado (obtido na esc ala graduada do gargalo


do
b a lã o) c o r e s p o n ed ao te or em p orc e n ta gm
e do ó leo na a m o stra.

076/IV Arom atizante


s – Rotação óptica a

20°C Material

Polarím et
ro

Procedim ent o – Tra n sfir a a a m ostr a p a ra um tubo de 1 dm de um


polarím et ro. Ajuste a temperatura da amostra a 20°C. Faça a determinação da
rotação óptica com luz m onocrom ática (lâm pad a de sódio). Efe tue no mínimo
5 le itu ra
s e c a lc uel a m édiaaritm é tica.

Cálculo

L = leituar no polarím etro


C = com prim ent o do tubo em dm
D = d e n sid aedda a m o stra

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé t o dsoq u ím icsoe fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to, 3.
s ed. São Paulo: IMESP. 1985.
p. 419.

FENAROLI, G. Sostanze Aromatiche Naturali. Milano, Italy: Editore Ulrico


Hopepli, v.
1:, 1963. 1004 p.

077/IV Arom atizante


s – Índice de refração a

20°C Material

Refra tôm erot

Procedimento – Faça circular uma corrente de água através do refratômetro de


modo a m anter a tem pera tu
a rco n sta n .teE sta tem p eratur
a não d eve rá d ife rir da
re ferê n cia de + 2°C.

IAL - 183
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

A n tes de co lo ca
r o óleo e s s e n cl iano in strum ento, o m esmo d eve e s tar à tem pera tuar
na qual
a m edida s e ár e fe tu a d. aColoque 2 g o tas da a m o str a entre os p rism a. sFe c he os
p rism a s,ocalize
f e corrija o índice de refração obtido pela leitura da escala,
conforme o cálculo a se g ur.i

Cálculo

= índice de re fra çoã à tem p era tu


a rde trabalho
t’ = tem pe ra tu
a rde
trabalhot = 20°C

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP. 3. ed., 1985.
p. 420.

FENAROLI, G. Sostanze Arom atiche Naturali. Milano, Italy: Editore Ulrico


Hopepli,
v. 1, 1963. 1004 p.

078/IV Arom atizante


s – Densidad
e relativa a

(20/20)°CMaterial

Term ôm et
ro, picnôm et
ro (ou d ensím et
ro digital) e d e s se c ar.d o

Procedim ento – Tare um picnômetro, previamente seco em estufa a 100°C.


Encha-o com água, a 20°C e pese. Seque o picnômetro em estufa e coloque
nele a amostra, a 20°C e p e s e .

Cálculo

A = m a ssa do conjunto picnôm et


ro e a m o str
a m e nos a ta ra do picnôm et
ro
B = m a ssa do conjunto picnôm et
ro e á g ua m e nos a ta ra do picnôm et
ro
184 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP. 3. ed., 1985.
p. 421.

FENAROLI, G. Sostanze Arom atiche Naturali. Milano, Italy: Editore Ulrico


Hopepli,
v. 1, 1963. 1004 p.

079/IV Arom atizante


s – Vanilina e correlatos

Pe s q u is
a em arom as contendo: vanilina, etil vanilina, m altol, etil m altol,
heliotropi- na, cum arina, dihidrocum arina
, e tc .

Material

Pa p el Whatman nº 1, (20x20) cm, câm aar ultrav ioleta , cuba crom ato g ráfic
a com
tam pa,funil de se p a ra çoãde 250 mL, b éq u eres de 50 mL, b a lõ se volum étrico
s
de 100 mL e m icro s se rin g a .

Rea g e n tes

Isobutanol
Hidróxido de amônio
Pa drõ es a n a líticsode vanilina, etil vanilina, m altol, etil m altol, heliotropina,
cum arina , dihi-
drocum arina

So lu çã o -p a dorã– Pre p are so lu ç õsea 1% de vanilina, e til vanilina, m altol, e til m altol,
helio- tropina, cum arina , dihidrocum arina , em álcool.

Fa se móvel – Isobutano l (100 mL) e hidróxido de am ônio a 2% (60 mL). A g ite em


funil d e separação. Decante. A camada alcoólica (superior) é utilizada para correr o
cromatograma.
A cam ada a q u oas (infe rior
) é utilizad
a p a ra s a tu ra
r a câm ara.

Procedim ent o – Coloque a cam ada alcoólic a da fa se móvel na cuba


crom atog ráfica . Distri- bua a camada aquosa da fase móvel em dois béqueres
pequenos e coloque-os dentro da cuba, um em cada extremidade. Para
amostras em pó, extraia com uma pequena quantidade de álcool ou é ter e filtre.
As am ostra s líquidas não ne ce ssita
m de pre pa raçã
o. Aplique, com auxílio
de um cap ilar, a am ostr a e os padrõ es em pontos d ifere n tes do papel Whatman nº
1, pre p a ra
-
do para cromatografia ascendente. Deixe secar. Coloque-o na cuba
cromatográfica contendo a fase móvel e deixe correr até 2 cm da extremidade
superior do papel. Retire e deixe secar ao ar. Ob serve sob luz ultraviolet
a e
m arque as m ancha
s obtidas. Compare com as dos padrões.

IAL - 185
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to d oqsu ím ico
s e fís icsop ara a n á lis
e de a lim e n to
. São
s Pau lo: IMESP. 3. e d ,. 1985. p.
4 2 7 -4 2 8 .

080/IV Conservadores – Determinação espectrofotométrica simultânea de


nitrito e nitrato

E s se m étodo a p lic ae-sàs fo rm ulaçõe


s sim p le
s de aditivos contend o nitritos,
nitratos
e cloreto de sódio. A razão das abs o r b â n c iadse um a s o lu ç ã oa q u o s ad e nitritoa
3 5 5 nm
e a 3 0 2 nm é 2 ,5. O n itra tonão a b s orve a 3 5 5 nm m a ste m um a b a n d a
c a ra c t e r ís tic a
a 3 0 2 nm. A a b s o rb â n c iado n itra to p o d e s e r c a lc u la d ad iv id in d o -s ea
a b s o rb â n c iad o nitritoa 3 5 5 nm p o r 2 ,5 e s u b tra in d o -so eq u o c ie n tedo to ta l
d a a b s o rb â n c ia a 3 0 2 nm. Em cubeta de 1 cm, o limite de detecção para
nitrito é 0,02 mg/mL e 0,09 mg/mL para nitrato. O pH da solução não deve
estar abaixo de 5 (o nitrito forma ácido nitroso, com uma a b so rb â nacim áxima
a 357 nm).

Material

Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 25 mL e balões


volumétricos de
100 mL.

Rea ge n te

Pa drõ es a n a líticsode nitrato de sódio e nitrito de sódio

Procedim ent o – Pe se 20 g da a m o stra


, com pre cis oã a té m g. Tra n sfir
a p a ra um
b alãovolumétrico de 100 mL e complete o volume com água. Ajuste o zero do
espectrofotômetro, em unidades de absorbância a 302 ou 355 nm, utilizando
água como branco e cubetas de
1 cm. Meça a absorbância da amostra a 302 e 355 nm e calcule como descrito
a seguir. Determine o teor de nitrito na amostra utilizando o valor da
absorbância a 355 nm e a curva-padrão do nitrito. Para o nitrato, divida o valor
desta absorbância por 2,5 e subtraia
do valor da absorbância a 302 nm. Calcule a concentração de nitrato na amostra
utilizando
o va lor de a b so rb â nac re
i su lta netd e sat su b tra çã
o e a curva -p a d rã
o do nitrato.

Curva-padrão do nitrito – Prepare, em uma série de balões volumétricos de


100 mL, diferentes concentrações de nitrito (0,025 - 0,2)g/100 mL e meça a
absorbância destas so lu ç õsea 355 nm.

186 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Curva -p a d rã o do nitrato – Pre p are, em uma s é rie de b a lõ es volum é trico


s de 100
mL,
d ifere n tes co n ce n tra çõ
s de
e nitrato (0,1 - 1)g/100 mL e m eça a a b so rb â nac di e s ta
s
s o lu ç õ e s
a 302 nm.

Cálculos

1. Em nitrito:

C = concentra oçãde nitrito de sódio encon traadna curva -p a d rã


o a 355 nm
P = m a ssa da a m o stra

2. Em nitrato:

C = concentra oçãde nitrato de sódio obtido na leituar de Ac na curva -p a d rã o


P = m a ssa da a m o stra
Ac = a b so rb â nacico rrig id a

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

LARA, W.H.; TAKAHASHI, M. Determ ina çã o esp e cto fo to m étric


a de nitritos e
nitra to sem s asi de cu ra. Rev. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo, v. 52, p. 3 5 -3 ,9 1974.

WETTERS, J.M.; UGLUM, K.L. Dire ct s p e crophotom


t etri
c sim ultane ous
determ ination
of nitritre and nitrate in the ultrav iolet
. Anal. Chem., v. 42. p. 3 5 5 -3 40
, 1970.

081/IV Conservadores – Determinação de nitrato após redução em coluna de


cádmio
e de nitrito

E s te m étodo a p lic ae-s à a m o stra


s de aditivos que p o ssume na sua
form ulaçã o com- postos que interferem na análise direta dos nitritos e nitratos
por espectrofotometria no u ltrav ioleta conforme 080/IV. A análise dos nitritos e
nitratos é feita por espectrofotometria
no v isve
í l, a p ós red ução d os n itra to
s em coluna de cádm io, conform
e os m éto do
s
283/IV
e 284/IV.
IAL - 187
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

082/IV Conservadores – De terminação de propionatos

Os s asi de cá lcio e sódio do ácido propiônico têm a ção antim icrobiana,


se n do e fe ti- vos no contro le de bolores em fa rin hsa e c ertos produtos de
co nfe ita ria. Os m étodo s p a ra a sua determinação envolvem primeiro a extração,
que geralmente é feita por destilação por arraste a vapor, seguida da separação e
identificação do ácido propiônico junto aos demais á cid os q ue podem s er co -
e x tra íd o. Ne
s s at e ta p a, p o d e e-sutilizar as té cn icsa de crom atogra
-
fia em fa se g a s o s, aem cam ada d e lg a ad ou em pap el.

Material

Banho-maria, aparelho completo para destilação por arraste a vapor, pipetas de


1, 2 e 5 mL, fra s oc Erle nm yeer de 200 mL, pap el Whatman nº 1 (20 x 20) cm,
m icro sse rin g, ava p o riza
- dor, pHmetro, béqueres de 100, 200, 400 e 600 mL,
provetas de 10, 50, 100 e 500 mL e cuba crom ato gráfic a com tam pa.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Ácido
fo sfo tú n gstico
Sulfato de
magnésio
Hidróxido de
sódio
Pa p el indicador verm elho cong o
Hidróxido de
amônio terc-
Butanol
n-Butanol
Indicado res verm e lh
o de m etila e azul de bromotimol
Form ol
Álcool
Ácido propiônico

Solução aquosa de ácido fosfotúngstico a 20% – Em um frasco


Erlenmeyer de
200 mL, p e se 20 g de ácido fosfotú
n g stico e dilua com 80 mL de água. Misture
bem. Gu ar-
de em fra sco de vidro com tam pa.

So lu çã o -p a dorã– Ne u traze,
li com hidróxido de sódio 1 M, 1 mL de ácido
propiônico e di- lua até 100 mL. Use 4 mL desta solução para uma destilação igual
à da amostra, recolhendo
200 mL do d estila do
, neutralizand
o e se c a nod n as m e smsa co n diçõe
s

d e s critaFa
s . se móvel – terc-b u ta n o l-n -b u ta n oróxido
l-h id de am ônio (1:1:1).

Reve la d ro – Mis t ure 2 00 mg de ve r m e lh


o de m e tila, 2 00 mg de a z ul de
bro m o ti-

188 - IAL
Capítulo V - Aditivos

mol, 1 00 mL de formol e 4 00 mL de álco ol e ajuste o pH a 5,2 com hidróxido


de
sódio 0,1 M.

Procedim ent o – Tra n s fir a 20 g da a m o str a p a ra um fra sco de d e stila çã, ocom
au- xílio de 50 mL de água. Adicione 10 mL de ácido sulfúrico 0,5 M, agite e
adicione
10 mL de ácido fo sfo tú n g stic o a 20% e a g ite nova m e n te , p or ro ta ção , o fra soc e
a d icio n e
40 g de su lfaot de m a g n ési o. A g ite. A m istuar d eve s er á cida quando se
u sa p a- p el ve rm e lh o -co n; gcoa so não s e ja, a d icioen ácido su lfú ric o (1 + 1. )
Aq u e ça o fr a -s
co contend o a a m o s atr a n tes de c o n e c ta r no a p are lho de d e stila çoã por
a rra- s
te a vap or. De s tile 200 mL em 3 5 -40 m inutos , re co lha o d e stilaod em
b é q u re d e
400 m L, contend o 2 mL de so lu çã o de hidróxido de sódoi 1 M. Eva p ore em
b a n h o -m a ria té s e c a g e.mDis s oval o re s íd uo em 2 mL de á g u a. De ixe sa tu ra nod
na cu ba de v idro o s o vl e n te : terc -b u ta n o l-n -b u ta n róxido o l-h id de am ônio na
prop orção (1:1:1) . Coloque 2 μL da so lu çã o
da a m o s atr e do p ad rão em po ntos d ifere n tes do p a p el W hatm an nº 1, pre p a raod
p a ra cro- m a to g raafi a sc e n d e n. teDe ixe s e c ra. C o lo q u eo - na cuba crom a to g ráafic
conte nd o o s o vl e n te e d e xi e c o r er a té a proxim adam en e t2 cm da e x rtem idaed
s u p e rio
r do p a p el (5 h o ra s) . Re tire e d e xi e s e c ra ao ar. Va p o rize com o reve la d or.
Coloque o p a p el em a tm o s fe a r de am oníac o p or a lg u ns in s ta n te. sAs m an chsa
ve rm e lhsac o r esp o n dm e a os á cid os vo lá te is
. Como não são e s- táve is, m arq ue lo go
q ue a p are çam com lá p is. Com pare as m a n chsac o r e s p o n d e nste à a m o stra
e ao p ad rão. O m esmo Rf m o straár a pre s e naç do propionat o na a m o stra e, se a
in ten sid ad e
da m ancha for m asi fra ca q ue a do p ad rã ,oe s taár a b axo
i de 0,2% m/m.

Referência bibliográfica

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. Official Methods of


Analysis of the Associatio n of Official Analytica s 16th, Arlington:
l Chem ist
A.O.A.C.,
1996. c h a p te
r 47, p. 19 (m ethod 970.36).

083/IV Conservadores – Identificaçã


o de ácido sórbico e sorbatos

O ácido sórbico e seus sais de sódio, potás sio e cálcio têm ação mais
efetiva sobre ferm en to
s e fung os do que em b a c té ria
s e a g em m elhor em m eio
ácido. Podem s er iden- tificados em formulações de aditivos ou em alimentos
após adequada extração. Eles são convertidos em ácido sórbico após acidulação
e são extraídos das amostras por destilação com a rra set de vap or d’água e
po sterio rm ent
e ide ntifica dos por crom a tog raafi em p ap el ou com ácido
tiobarbitúric
o.

IAL - 189
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Material

Balança analítica, balança semi-analítica, banho-maria, espectrofotômetro


UV/VIS, estufa, manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte, garra,
mufa, tubo de látex para
condensador,béqueresde100e400mL,balãodefundoredondocomjuntaesmerilha
da45/50
ecomcapacidadepara5L,tubodevidrode1,40mdecomprimentoe1,2cmdediâmet
ro,juntas conectoras para frasco Erlenmeyer com presilha, frasco Erlenmeyer com
junta esmerilhada
29/32 com capacidade para 500 mL, condensador tipo reto com junta
esmerilhada 24/40, funil de separação tipo pêra de 250 mL, pipeta graduada de 2
mL, provetas graduadas de 25 e
200 mL, b a lõ es volum étrico
s de 1000, 500 e 100 mL e tubo ca p ilar de vidro.

Rea g e n tes

Cloreto de sódio
Ácido fosfórico
Sulfato de
m agnésio
Hidróxido de
sódio Éte r
Ácido
sulfúrico
Ácido só rb ic o
Propanol
Acetato de
etila
Hidróxido de amônio

Solução de ácido sórb ico 0,001% m /v – Pe se 0,001 g de ácido sórb ico (C6H8O2) e
dis solva em á gua su fic ie netp a ra 100 mL em balão volum étric
o.
So lu ção de hidróxido de só doi 1 M – Dis s ova l 4 g de hidróx ido de só doi com á g ua em
um b é q u e r
de 100 m L, e s frie
, tra n s fir
a p a ar um b a lão vo lu m étric
o de 1 00 mL e c o m p lee to
volu m e.

Solução de ácido sulfúrico 0,005 M – Dis solva 0,3 mL de ácido sulfúrico em


água, esfrie, tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 1000 mL e com plet
e o volum e.
Solução saturada de cloreto de sódio – Adicione cloreto de sódio em 1000 mL de
água até sa tu ra
r a solu ção.

Procedim ent
o – Monte o aparelho para destilação por arraste de vapor. Pese 5 g
da amostra
ou meça 5 mL, se a amostra for líquida. Transfira para o frasco Erlenmeyer de 500
mL com
200 mL de solução saturada de cloreto de sódio. Acidule com 2 mL de ácido
fosfórico. Adicione 7,5 g de sulfato de magnésio. Destile cerca de 350 mL, com
arraste de vapor d’água para um béquer de 400 mL contendo 10 mL de
hidróxido de sódio 1 M, inclinando
o béquer de modo a manter a extremidade do condensador imersa na solução
alcalina. Evapore o destilado em banho-maria até reduzir o volume a 100 mL.
Esfrie. Transfira para um funil de separação, acidule e extraia com 4 porções de
éter. Reúna os extratos e evapore
190 - IAL
Capítulo V - Aditivos

o éter sem levar à secura. Dis solva o resíduo em 0,5 mL de água. Acidule a
solução aquosa
com ácido sulfúric o 0,005 M e aplique com ca p ilar em p apel crom atográfic o
Whatman
nº 4 ou equivalente, paralelamente com o padrão de ácido sórbico a 0,001%.
Coloque em cuba crom ato g ráfic a pre v ia m e ne tsa tu raad com o s o vl e n te pro p a n o l-
a ce taot de e tila hidróxido
- de amônio-água (3:1:1:1) e deixe correr até ± 2 cm da
extremidade superior do p apel. Re tire e s e q ue a 60°C. Ob s erve o crom atogram a
em câm aar com luz ultrav iolet a (±
255 nm). Compare as m ancha s da a m o stra e do padrão.

A identificação do ácido sórbico, após a extração por arraste de vapor, também


pode
s er rea liza da como d e sc rit
o no m étodo colorim étric
o 085/IV, utilizando o
ácido tiobarbitúric o.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP. 3. ed., 1985.
p. 103.

084/IV Conservadores – De terminação de ácido sórbico e sorbato


s por
esp e ct
rofoto- m etria no UV

O ácido sórbico e seus sais podem ser quantificados em alimentos ou


formulações
de aditivos após sua extração. Este método baseia-se na extração do ácido
sórbico ou de seus s a is, convertidos em ácido só rb ico a p ós acid ificaçã, opor
d e stila çã
o com a rra set de va por e p o ste rio
r leituar e s p e crofotom
t é tric
a a 254 nm.

Material

Ba la n ça analítica
, balanç a se m i-a n a lític
, baanh o -m a ria, e sp e crofotôm
t et
ro UV/VIS,
e s tu fa ,manta aquecedora, regulador de temperatura, suporte, garra, mufa,
tubo de látex para con den sa do r, pHmetro, pipetado r autom átic o de 100 a 1000
μL e de 1 a 5 mL com a s respectivas ponteiras, papel de filtro qualitativo,
béqueres de 25, 100 e 400 mL, balão de fundo redondo com junta esmerilhada
45/50 e co m c a p a c id a dpea ra5 L, tubo d e v idro d e
1 ,4 m d e co m p rim e nto e 1 ,2 cm d e d iâ m ero t , ju n ta sc o n e c to r apsa rafr a s c o
Erle n m yee r com pre s ilh afr
, a s c oErle n m yee r co m ju nta e s m e rilh a d2a9 /3 2e com
capacidade para
500 mL, condensador tipo reto com junta esmerilhada 24/40, pipeta graduada de
2 mL e b a lõ es volum é trico
s de 500 e 1000 mL.

Rea g e n tes

Cloreto de
sódio
Ácido fosfórico
IAL - 191
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
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Sulfato de m agnési o (MgSO4.7H2O)


Hidróxido de sódio
Ácido sulfúrico
Ácido só rb ico (C6H8O2)

Solução de ácido sulfúrico 0,005 M – Dis solva 0,3 mL de ácido sulfúrico em


água, esfrie, tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 1000 mL e com plet
e o volum e.

Procedim ent o – Pro ce da como no m étodo 083/IV, a té: “inclinand o o b é q ure de


m odo
a m a n ter a e x rte m id aed do c o n d e n s ar dim
o e rs
a na s o lu çoã alcalina
”. Diss oval o
resíd uo da destilação, obtido no item anterior, com água até 500 mL, acidulando
com ácido sulfúrico
0,005 M, a fim de o b ter pH 5,9. A ju ste o zero do e s p e crofotôm t et
ro a 254 nm,
utilizandocomo branco água acidulada com ácido sulfúrico 0,005 M até pH igual
a 5,9, em cubeta de
1 cm de cam inho óptico. Me ça a a b so rb â nacida am ostra a 254 nm.

Cálculo

C alcule a co nce ntraçã


o usando o va lor = 2200, ou uma curva-padrão
construída com so lu ç õ e s-p a od rã
de ácido só rb ico (ou so rb aot de p o tá ssio ).
Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dso q u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP, 3. ed., 1985.
p.
103.

085/IV Conservadores – Determinação de ácido sórbico por


espectrofotometria no visível

E s te m étodo b a s e iae-sna e x tra çoã do ácido só rb ico ou de s e us s a is,


convertid os em ácido sórbico , com clorofórmoi na re a ç ão colorim étric
a com ácido
tiobarbitúrico e p o s te-rior leituar e sp e crofotom
t é tric
a a 530 nm.

Material

Ba la n ç a a n a lític ab, a n h o -m a ria


e s, p e crot fo tô m erot UV/VIS,s u p orte , g a rr a m
, u fa ,
p a- ra film ep, a p e ld e filtro q u a litavoti , funil d e s e p a ra ç ã tipo
o , p ê ra ,d e 2 5 0 m L,
b a lõ e svolu- m é tric o sd e 2 5 , 5 0 , 1 0 0 , 2 0 0 , 2 5 0 , 5 0 0 e 1 0 0 0 m L, p ip e ta s
vo lu m é tric adse 1 , 2 , 5 , 1 0 ,
2 5 m L, funil p a r afiltra ç ã otub , o d e e n s a iop, ip e ta d oar u to m á ticdo e 1 0 0 a 2 0 0 μL
e de1
a 5 m L co m a s re s p e cva
t i s p o n te ira sb,é q u ree s d e 2 5 , 1 0 0 e 4 0 0 m L e prove t a s
g ra d u a d a s
d e 2 5 , 5 0 e 2 0 0 m L.

192 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes

Clorofórm io
Sulfato de sódio anidro
Ácido sórb ic o
Ácido cloríd rico
Dicrom ato de
p o tá ssio
Bicarb onat
o
de sódioÁcido
sulfúrico

Solução-padrão – Pese, com precisão, cerca de 100 mg de ácido sórbico,


transfira para um balão volum étric o de 1000 mL com pletand o o volume com
água . Esta solução tem concen- tra ção de 100 μg/mL. Re tire 1 mL d e sta solução
e leve p a ra um balão volum étric
o de 50 mL, com pletando o volum e. E sta solução
tem concentraçã o de 2 μg/mL. Retire 5 mL da solução
a 100 μg/mL e leve p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL, com pletando o
volume. Esta solução tem concen tra oçãde 5 μg/m L.

Solução de ácido clorídric


o (1:1) – Dis s ova
l 25 mL de ácido cloríd ric
o em 25 mL
d e ág ua.

Solução de bicarbonato de sódio 0,5 M – Dis solva 4,2 g de bicarbonato de sódio


em água, tra n sfir
a p a ra um balão volum étric
o de 100 mL e com plete o volume
com ág ua.

Solução de dicrom ato de p o tá ssi


o – Pe se 0,49 g de dicrom ato de p o tá ssi
o e d issova
l
em balão volumétrico de 1000 mL, com aproximadamente 500 mL de água.
Adicione 8 mL
de ácido sulfúric
o e com plet
e o volume com ág ua.

Solução de ácido tiobarbitúrico a 0,5% m/v – Dis solva 0,5 g de ácido


tiobarbitúrico em água, aquecendo em banho-maria para dis solver, esfrie, transfira
para um balão volumétrico
de 100 mL e com p lete o volum e. Pre p are na hora de u sar.

Procedim ent o – Pese , com precisão, 5 g da amostra (triture no liqüidificador,


se neces sário), transfira para um balão volumétrico de 250 mL e complete o
volume com água. Filtre se neces sário, e pipete 10 mL do filtrado para um funil
de separação de 250 mL e extraia, por agitação durante 1 minuto, com duas
porções de 40 mL de clorofórmio (pode-se aumentar para 4 extrações de 25
mL, se neces sário). Recolha a fase clorofórmica em balão volumétrico
de 100 mL ou outro de volume adequado, pas sando por um funil com sulfato de
sódio anidro.
Completeovolumecomclorofórmio.Pipete25mLdestasoluçãoparaumfunildesepara
çãode
250 mL e e x traai com 15 mL de solução de bicarbonat o de sódio 0,5 M, agitand o
durante
1 minuto, despreze a fase clorofórmica e transfira quantitativamente a fase aquosa
para um balão volum étric o de 25 mL (p o d ee-saum enta
r p a ra 4 e x tra ç õs ede 20
mL, se n e c e s s á rio ;
IAL - 193
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

nes se caso, receba o extratos em um balão volumétrico de 100 mL). Adicione


ácido clorídrico
1:1 cuidadosam eenta té q ue a solução fiq ue ácida e com p leet o volume com
água. Pip e et 2 mL p a ra um tubo de e n s aoi contend o 2 mL de solu ção su lfú ric
a
de dicrom ato de p o tá ssio. Cubra os tubos com parafilme e coloque-os em um
banho de água fervente, por 5 minutos. Retire-os e, imediatamente, adicione 2
mL de solução de ácido tiobarbitúrico, cobrindo-os novam ent e com pa ra film. e
Coloque os tubos de e n s aoi novam ent e em um banho de á g uafervente, durante
10 minutos. Retire os tubos e deixe esfriar. Faça um branco usando 2 mL
de á g ua em lu gar da a m o stra
. Le ai a a b sorb â nacia 530 nm e com pare com uma
curva -padrão obtida n as m e smsa co n diçõe s da a n á lise .

Curva -p a d rã
o – Re tire com pipetado r autom ático, porç õ es de 0,5; 1; 1,5 e 2 mL
da s o lu çã opadrã
- o a 2 μg/mL p a ra 4 tubos de e n s aoi e ad icion
e 1,5; 1; 0,5 e 0
mL de água, re s p e cti- vamente. Estas soluções contêm 1, 2, 3 e 4 μg de ácido
sórbico, pela ordem. Retire, com pipetador automático, porções de 1; 1,2; 1,4;
1,6; 1,8 e 2 mL da solução a 5 μg/mL para
6 tubos de ensaio e adicione 1; 0,8; 0,6; 0,4; 0,2 e 0 mL de água
respectivamente. Estas s o lu ç õse contêm 5, 6, 7, 8, 9 e 10 μg de ácido só rb ico ,
p e al ordem. Pro ce da a de term inação como d e sc rit
o acim a. Construa o g rá fico
a b so rb ânacix μg ácido sórbico/6 mL solução.

No ta: a p ós a e x tra çoã do analito, p o d e e-s tam bém fazer a quantificaçã o por
m eio d e leitura dire ta a 254 nm da solução a q u oas final, utilizand o como
branco uma solução d e bicarbonato de sódio. Outro modo de determinar o
ácido sórbico seria a extração deste por a rra set de va por (como d e sc rit o no
m étodo 083/IV), recolhe nd o o d estilaod e levando e s te
a um volume definido , se n e c e s s áorie pro ce da a determ inaçã
o como d e sc rit
o
acim a.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP, 3. ed., 1985.
p. 103.

086/IV Corantes artificiais – Identificaçã


o por crom atografi
a em papel

Material

Balança analítica, papel Whatman nº 1, cuba cromatográfica, balão volumétrico


de 100
mL e ca p ilares de vidro.
Rea g e n tes

Citrato de sódio
Hidróxido de am ônio

194 - IAL
Capítulo V - Aditivos

n -Butanol
Á lcool

So lu çõ e s-p a dorã
– Pre p are as s o lu ç õsea q u o sa
s de padrõ es d os c o ra n te
s a 1% m /v.

Fase móvel (Solvente A) – Pese 2 g de citrato de sódio, transfira para um balão


volumétrico
de 100 mL, adicione 20 mL de hidróxido de amônio e complete o volume

com água. Fa se móvel (Solve n te B) – n -b u ta n o l-á lc o o l-á g uróxido


a -h id de amônio

(50:25:25:10).

Procedim ent o – Prepare soluções aquosas das amostras a 1%. Sobre uma folha
de papel Whatman nº 1, a 2 cm da extremidade, em pontos distantes 2 cm
uns dos outros, aplique com um tubo capilar as soluções das amostras e dos
respectivos padrões dos corantes.
De s e nvolva o crom atogram a com o s o vl e n te A ou B. O va lor de Rf e a co lo ra çã
o da
m anchad evem s er idê ntico s a os do padrão. A v isu a liza oçãda m ancha tam bém
pode s er fe ita à luz ultravioleta, onde tem-se melhor nitidez dos contornos e, em
certos casos, de algumas
m ancha s que não foram v is tas no e x a me dire to.

No ta: os cromatogramas feitos com os solventes A e B não levam sempre ao


mesmo resultado. A lg uns c o ra n te s mudam inteiram ent e os va lores de Rf de um p a ra
outro solvente e outros
se mostram mais puros em solvente A que em solvente B. O cromatograma com
solvente
A é o m ais u sado por s er m ais rápido, a p e sar d os contorno s d as m ancha s não s erem
muito
pre c is o. sOutros s o vl e n tes tam bém podem s er u sa d so como m ostra a Tabela 1.

Tabela 1 – Rf e absorbância máxima de alguns corantes artificiais


permitidos em alimentos

Rf no so lve n te
Corante C la s s e Ab s. Máx.(nm)
A B C D E F
B ord e a u xS ou Az o 520
A m a ra n to 0,62 0,27 0,29 0,14 0,19 0,11 (em m e ioác id o )

Eritro s in a X anten o 525


0,21 0,52 0,61 1,00 0,58 0,47
(em m e ioác id o )
A m are lo 480
Az o 0,73 0,72 0,46 0,28 0,45 0,40
cre p ú s c u lo (e m m eioá c id o )
430
Tartra z in a Pir azo lon a 0,91 0,41 0,28 0,12 0,17 0,09
(e m m eioá c id o )
285 e 615
Indigotin a Indigóid e 0,52 0,27 0,25 0,14 0,20 0,30
(em m e ioác id o )

A = Hidróxido de amôn io -á gau (1: 99)


B = Clore to de sódio a 2% em álcool a
IAL - 195
50%
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

C = Iso b u ta n o l-á lco o l-á


a (1:2:1)
gu
D = n -Bu ta n o l-á g u a -áocid
a cé tic
o g la cial (20:12:5)
E = Iso b u ta n o l-á lco o l-á
a (3:2:2
g u ) e 1 mL de hidróxido de am ônio p a ra 99 mL da
m isturaanterio r
F = Solução de 80 g de fenol em 20 mL de água

Re ferê n cai bibliográ fic a

GAUTIER, J.A .; MALANGEAU, P. Mis es au Point de Chimie Analytiqu e Organique


– Pharm aceutiqu e et Brom atologique
. 13. ed ,. Pa ris: Ma s s on & Cie., 1964. p. 70,
71, 91.

087/IV Corantes artificiais – Identificaçã


o por esp ecrofotometria
t

Material

Ba la n ça analítica
, pHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, balão volumétrico de 100
mL , pip eta de 1 mL e balão de 2 L.

Rea g e n tes

Ácido a cé tico

Acetato de amônio 0,02 M (pH 5,6) – Pese 3,08 g de acetato de amônio e


transfira para balão volum étrico de 2 L, dilua com ág ua, a c erte o pH da solu ção
p a ra 5,6 com ácidoa cé tic
o e com p leet o volume com água.

Procedim ent o – Pe se 0,1 g da amostra e dilua a 100 mL com uma solução de


acetato de amônio 0,02 M (pH 5,6). Pip e et 1 mL d e sat solução e dilua a 100
mL com a solução d e acetato de amônio 0,02 M. Controle o pH da solução
para 5,6. Trace o espectro do corante
no intervalo de 200 a 600 nm. Os m áxim so e m ínim os de a b sorção s ão bem
de finidos , po- dendo variar de 2 a 3 nm. Compare com os espectros obtidos nas
mesmas condições para
os c o ra n te s -p ao.
d rã

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specification s for general notices, general analytical techniques
, identificatio
n
te sts,te st solutions and other re fere n ce m aterials
. Rom e, 1991. p. 114 (
FNP5/rev.2).

088/IV Corantes artificiais – Quantificaçã


o por esp e ct
rofotom etria

Material
Balança analítica, pHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, balões volumétricos de
100, 200

196 - IAL
Capítulo V - Aditivos

e 1000 mL, p ip e ta
s volu m étrica
s de 1 e 10 mL e fra s oc Erlen m yeer de 250 mL.

Rea g e n tes

Ácido a cé tico
Acetato de amônio 0,02 M

Acetato de amônio 0,02M (pH 5,6) – Pese 3,08 g de acetato de amônio e


transfira para balão volum étrico de 2 L, dilua com ág ua, a c erte o pH da solu ção
p a ra 5,6 com ácidoa cé tic
o e com p leet o volume com água.

Procedim ent o – Para os corantes amarelo-crepúsculo, tartrazina, indigotina,


bordeaux S, e ritro sin a, poncea u 4R, verm elh
o 40 e azo rrubina, pre p are so lu ç õsea
0,001% em a ce ta to
de am ônio 0,02 M (pH 5,6). Pa ra os c o ra n te s a zu l-b rilh an
e te a zu l-p a te n, te
pre p are um a solu ção a 0,0005% em a c e taot de amônio 0,02 M (pH 5,6). Pa ra o
co ra net verd e -s ó lidFCF,
o pese com precisão, de 50 a 75 mg do corante, transfira
para um balão volumétrico de 1
L, dis solva e complete o volume com água. Ajuste o zero do espectrofotômetro,
em unidades
de absorbância no comprimento de máxima absorção do corante a ser medido,
utilizando a solução de acetato de amônio como branco e cubetas de 1 cm.
Meça no comprimento de onda de a b s orção m áxima no v isve í l, indicado na
Tabela 2, a absorbância das soluções de corantes. Para o corante verde sólido
FCF, pipete 10 mL da solução anterior para um frasco Erlen m yeer de 250 mL,
contend o 90 mL de a c e taot de amônio 0,04 M, m isture bem e fa ça a
leituar a 625 nm. Calcule a co n cen traçã o de ca da co ra net utilizand o o va lor da
a b sortividade
( ).

Cálculos

A = a b so rb â nacida solu ção da a m ostra


C = concentra oçãda solu ção da a m o str a (g/100

mL) Pa ra o verd e -s ó lid


o FCF:

A = absorbância da solução da amostra


a = a b sortividade
P = p e so da am o str
a em g

IAL - 197
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Tabela 2 - C a ra c te rís tic


s eas p e crofotom
t étrica
s de alg u ns c o ra n te s

no Ab so rção
Colour
C orantes INS * máximo m áxim a
Ind e x
do v isíve l no v isíve l
A m are lo -c
re p ú s c u lo 11 0 15 98 5 5 64 ,1 (nm)48 1
Tartra zin a 10 2 19 14 0 5 36 ,6 42 6
Az u l-b rilh a n te 13 3 42 90 0 1 6 4 0 ,0 63 0
Ind ig otin a 13 2 73 01 5 4 49 ,3 61 0
Az u l-p a te n V
te 13 1 42 05 1 2089 64 0
Verd e -s ó lidFCF
o 14 3 42 05 3 ** 62 5
B ord e a u xS ou a m a ra n to 12 3 16 18 5 4 36 ,0 51 9
Eritro s in a 12 7 45 43 0 1 1 3 0 ,0 52 4
Po n c e a u4R ou N c o c in a 12 4 16 25 5 4 42 ,5 50 7
Ve rm e lh o40 12 9 16 03 5 5 36 ,0 50 5
Azo rrubinaou c a rm o is in a 12 2 14 72 0 5 18 ,6 51 5

*Sistema Inte rnaciona l de Num e ração


**Pa ra o verd e -só lid
o FCF, a a b sortividade é de 0,156 m g/L/cm .

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX Food Chem ical s Codex. 4. ed.,


Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 142, 773.

GAUTIER, J.A .; MALANGEAU, P. Mises au Point de Chimie Analytique


Organique – Pharm aceutiqu
e et Bromatologique . 13. ed., Paris: Mas son & Cie.,
1964. p. 70, 71, 91.

089/IV Corantes artificiais – Quantificaçã


o por titulação com cloreto de titânio

A porcentagem de corante puro pode muitas vezes ser determinada pela


titulação com clore to de titânio, u s a n d oe-suma solu ção -tamop ãadeq uada . Na
m aiori a d os c a s o,s a própria a m ostr a s erve como indicado r, v is ot q ue no ponto
final o co re a d e sc o lo raoçãd a solu ção. Se a a m o str
a co ntiver uma m istura de dois
ou três co ra n te, sé n e c e s sáa riuma s e p -a ra ção por crom ato g rafi a a n tes de se
e fe tura a titulação.

Material

Ba la n ça analítica
, a p arelho de Kipp p a ra g e rar de CO2 e H2 , agitador, balão de
2000 mL, fra sco Erlenm yeer de 500 mL, prove tas de 25 e 50 mL e bure ta de 50
mL.

198 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Reagentes

Solução de tricloreto de titânio 0,1 M – Misture 200 mL de solução de


tricloreto de titânio com ercial a 15% com 150 mL de ácido cloríd ric o. Ferva a
m istura durant e 2 m inutos e re s frie em á g ua fria. Adicione ág ua a té com pletar
2000 mL. Misture bem e borbulh e CO2
ou N2 na solução por uma hora. Antes de padronizar, mantenha a solução sob
atmosfera de
hidrogênio por pelo m enos 16 h o ras usando um a p arelho g e ra droKipp.

Padronização da solução de tricloreto de titânio – Transfira 3 g de sulfato duplo


de ferro e amônio para um frasco Erlenmeyer de 500 mL. Introduza uma
corrente de gás carbônico. Adicione 50 mL de água recentemente fervida e 25
mL de ácido sulfúrico 5 M. Adicione, rapidamente, com auxílio de uma bureta,
30 mL de solução de dicromato de potás sio 0,0167
M (não interrom pa a c o r e n te de CO2). Tra n sfir a a solu ção de triclore to de
titânio p a ra um a bure ta e coloque rap idam ente no fra s oc Erlenm yeer a té pouco
acima do ponto de v ira g em Adicion
. e rapid am ente 5 mL de tiocianat o de
amônio a 20% e com plet e a titulaçã
o a té que
desapareça a coloração vermelha e a solução permaneça verde. Efetue uma
determinação em branco com 3 g de su lfaot duplo de fe r o e am ônio, utilizand o as
m e smsa q uantid ad es
de água, ácido e solução de tiocianato de amônio e pas se uma corrente contínua
de gás carbônic o na solução.

Cálculo

A = mL da solução de dicrom ato de p o tá ssi o 0,0167 M adicionado


f = fa tor da solução de dicrom ato de p o tá ssi
o 0,0167 M adicionado
V = mL (corrigid)oda solução de triclore to de titânio g a sot na titulação

Procedim ent o – O a p are lh o p a ra d e te rm in a çã do o te o r d e c o ra n tep o r


titu la ç ã oco m TiCl3 (Figura 1) c o n s is t ed e um fr a s c od e e s to c a g e m(A ) d o
titu la n teTiCl3 m antido s o b a tm o s fe rad e hidro g ê n io ,prod uzid o p o r um a
a p are lh o g e r a d odr e Kipp, um fr a s c oErle n m yee r (B ), e q uip a d oco m um a fo n te
d e CO2 ou N2 , p a ram a n te ra a tm o s fe ra in erte , o n de a re a ç ã os e re a liz a ráum
;
a g ita d o re um a bure ta (C). Pe s e a q u a n tid a d ed a a m o s trad e a c ordo co m a
Ta b e la3. Tr a n s ra fi para um frasco Erlenmeyer de 500 mL, com auxílio de 150
mL de água. Adicione 1 0 g d e c itra tod e s ó d ioou 1 5 g d e b itarta ra to
d e só d io(Ta be la3). Titu lecom a solução-padrão de cloreto de titânio sem
interromper a co r e n te de CO2 e o aquecim ent
o.

IAL - 199
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Figura 1 – Ap arelho p a ra de term inaçã


o do te or de co ra net por titulaçã
o com
TiCl3

Cálculo

A = mL (corrigid)ode so lu çã o -p a do rã de c lore to de titânio g a sto na titulação


D = peso (em g) do corante equivalente a 1 mL da solução-padrão de cloreto
de titânio
0,1 M ( Tabela 3)
f = fa tor da so lu çã o -p a do rã
de c lore to de titânio 0,1 M
P = peso da amostra
200 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Tabela 3 - Titulação com clore to de titânio


nº de g do
Ma s s aem g da
Adicionar co ra nte
Corante am ostra a s e r
15 - 10 g * equiva le n te a 1
u sa d a na
mL da so lu çã o -
titulação
A m are lo -c
re p ú s c u lo 0 ,5 – 0 ,6 C itrato pa d rã0o,01d 13
e 1TiCl3
Tartra zin a 0 ,6 – 0 ,7 Bitarta ra to 0 ,01 35 6
B ord e a u xS ou a m a ra n to 0 ,7 – 0 ,8 C itrato 0 ,01 51 1
Po n c e a u4R 0 ,7 – 0 ,8 C itrato 0 ,01 57 8
Ve rm e lh o 0 ,5 – 0 ,6 Bitarta ra to 0 ,01 24 1
40 0 ,5 – 0 ,6 Bitarta ra to 0 ,01 25 6
Azo rrubina 1 ,8 – 1 ,9 Bitarta ra to 0 ,03 96 5
Az u l-b rilh a n te 1 ,0 – 1 ,1 Bitarta ra to 0 ,02 33 2
Ind ig otin a 1 ,3 – 1 ,4 Bitarta ra to 0 ,02 89 8
Az u l-p a te n V
te 1 ,9 – 2 ,0 Bitarta ra to 0 ,04 04 5

*15 g, se for bitarta raot ou 10 g, se for citrato.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX Food Chem ical s Codex. 4th ed.,
Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 142, 77 3-7 74 .

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specification s for general notices, general analytica l techniques
, identificatio
n
te sts,te st solutions and other re feren ce m aterials
. Rome, 1991. p. 116-118.

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS. Official m ethods of


analysi
s of the Associati o of Official Analytica
l Chem ists
. 16th, Arlington:
A.O.A.C.,
1996, c h a p te
r 46. p. 10, 11 (m ethod 950.61).

JOINTFAO/WHOEXPERTCOMMITTEEONFOODADDITTIVES.Compendium
of food addittive sp e cifica tio. nRom
s e, 1992, p. 37, 71, 176, 219, 639, 783, 1051,
1141,
1463, 1483.

090/IV Corantes artificiais – De terminação de eritrosina por gravim etria

O procedimento gravimétrico simples permite somente a determinação da


eritrosina na m a téria -p rim
a do co ra net puro.
IAL - 201
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Material

Balança analítica, estufa, béquer de 400 mL, pipeta de 5 mL, placa filtrante.
provetas de 10
e 50 mL, d e ss e c ard com
o sílica g el ou clore to de cá lcio anidro e b a stão de vidro.
Rea g e n tes

Ácido nítrico (1 + 1 9 )
Ácido nítrico
(1+ 17 9)

Procedim ent o – Estabilize a temperatura da estufa para 135°C. Pese 0,25 g da


amostra e transfira com auxílio de 100 mL de água para um béquer de 400
mL. Adicione 5 mL de ácido nítrico (1 + 19), agite com um bastão de vidro,
filtre em placa filtrante previamente aquecida em estufa a 135°C, resfriada em
des secador e pesada. Lave o béquer e a placa com
50 mL de ácido nítrico (1 + 179) e depois com 10 mL de água, evitando que o
precipitado seque. Seque, aqueça em estufa a 135°C, resfrie em des secador e pese.
Repita as operações
de aquecim ent o e resfria m eon ta té p e so co n sta n te.

Cálculo

N = g da su b stâ naciprecipitad a
P = g da a m o stra

Re ferê n cai Bib lio grá fic a

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES.


Compendium of Food Additive Specifications
. Rome , 1992. p. 573.

091/IV Corantes artificiais – De terminação de substância


s insolúve is em água

Material

Estufa, balança analítica, béquer de 250 mL, proveta de 200 mL, placa filtrante e
des secador com sílica g el ou clore to de cá lcio anidro.

Procedim ent
o – E sta b ili
ze a tem p eratu
a rda e s tuaf p a ra 135°C. Pe se 5 g da a m o stra
,
tra n s-fi
ra p a ra um b éq u re de 250 mL, com auxílio de 200 mL de á g ua q u enet (8 0-9 0)°C .
A g ite p a rad iss over
l o co ra net e d e xi e e s fria
r a so lu çã
o à tem p era tu
a ram biente
. Filtre a
so lu ção a travé s
202 - IAL
Capítulo V - Aditivos

de uma p la ca filtra net (poro sid a ed 4), pre v ia m e ne ta q u ecid


a a 135°C, por 1 hora,
re s fria d a
em d e s se c ard eo p e s a d.aLave com á g ua fria a té as á g u as de lava g em se to rn arem
incolore s .Se q ue o filtro com o resíd u ,oa q u eaç em e s tuaf a 135°C, re s frei em
d e s se c ard eo p e s e .

Cálculo

N = nº de g de s u b stâ n cia
s insolúve is em á g ua
P = nº de g da a m o stra

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specifications for general notices, general analytical techniques,
identifications tests, te st solutions and other re fere n ce m aterials
. Rom e, 1991.
p. 132.

092/IV Corantes artificiais – De terminação de substância


s voláteis a

135°CMaterial

Estu fa, b alanaç analítica , p e s a -filt


ro com tam pa e d e s se c ard com
o sílica g el ou
c lore to d e cá lcio anidro
Procedim ent o – Estabilize a temperatura da estufa para 135°C. Pese 5 g da
amostra em um pesa-filtro com tampa esmerilhada, previamente aquecido em
estufa a 135°C, por 1 hora, re s friaod em d e s se c ard aoté a tem p eratu a ram bientee
p e s a od. Aq u e ça a 135°C, por
12 horas. Resfrie em des secador até à temperatura ambiente e pese. Repita as
operações de aquecim ent o e resfriam en o ta té p e so c on sta n te .

Cálculo

N = p erda de p e so em g
P = nº g da am o stra

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specifications for general notices, general analytical techniques, identifications
tests,
IAL - 203
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

te st solutions and other re feren ce m aterials


. Rom e, 1991. p. 1 31 -13 2.

093/IV Corantes artificiais – De terminação de sulfatos

Material

Mufla ,b a la n ç aa n a lític ap, a p e ld e filtro, fr asco Erlenmeyer de 2 50 mL, proveta


de
1 00 m L, b a lão vo lu m é tric o de 2 00 m L, p ip eat de 1 00 m L, b é q u re de 6 00
m L, proveta de 3 00 mL, pipeta graduada de 20 mL, pipeta graduada de 2 mL e
cadinho
d e p orc e lana.

Rea g e n tes

Clore to de sódio ise not de s u lfa to s


Solução sa tu raad de clore to de
sódioÁcido cloríd rico
Solução de c lore to de bário 0,125 M

Procedim ent o – E s ta b ilize a te m p e ra tu ra d a m uflap a ra50 0°C .Pe s e5 g d a


a m o s tra
e tr a n s fira
p a raum fr a s c oErle n m yee r d e 2 5 0 m L, co m a u x íliod e 1 0 0 mL d e
á g u a .Aq u e ç ae m b a n h o -m a ria a d, ic io n e3 5 g d e c lore to d e sódio, isento de
sulfatos, tampe
o frasco Erlenmeyer e agite em intervalos freqüentes, durante 1 hora. Esfrie,
transfira com auxílio de solução saturada de cloreto de sódio para um balão
volumétrico de
2 00 mL e c o m p leet o vo lu m e. A g ite, d e xi e em re p o u os p or a lg u m sa h o r a .s
Filtre a solução a travé s d e p a p e ld e filtro s e c oe tra n s fira1 00 mL do filtra d o ,
com a u xíliod e um a p ip e ta ,p a ra um b é q u e rd e 6 00 mL, dilua a té 3 00 mL
com á g u a e a c id u lecom ácid o c lo ríd ric o ad , icion and o1 mL e m exc e s o. s
Aq u e ç aa s o lu çã oa té e b u liç ã oe a d i- c io n eum exc e s s od e s o lu çã od e c lore to d e
b ário 0 ,12 5 M, g o ta a g o ta , com a g ita çã o. De ixe re p o u s a ra m istu ras o bre
um a p la c a q u e n ted u ra n te4 h o ra sou d e xi e po r um a n oite à te m p e ra tu ra
a m b ie n te .Se p are p or filtra ç ã oo s u lfa tod e bá rio , lave com á g u a q u e n tee
c a lc in eo p a p e ld e filtro com o re síd u oe m um cadinh opre v ia m e n te a q u e-cid o
e m m ufla a 500°C,re s fr ia d oe m um d e s s e c a d ao té r a te m p e ra tu raa m b ie n tee
p e s a od. L eve o cad inhocom a s u b s tâ n ciaà m ufla a 500°C, po r um a h o ra.
Re s fr iee m d e s s e c a d eo rp e s e .
Cálculo

204 - IAL
Capítulo V - Aditivos

N = nº de g de su lfaot de bário
S = nº de g da a m o str
a usa do na precipitaçã o

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dso q u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP, 3. ed., 1985.
p.
410.

094/IV Corantes artificiais – De terminação de cloreto s

Material

Potenciôm ro,et e le rtodo A g+/AgCl, balança analítica, béquer de 4 00 mL, proveta


de
2 00 m L, p ip e at g ra d u aad de 1 mL e b ure ta de 25 m L.

Rea g e n tes

Nitrato de prata 0,1


M Ácido nítrico

Proce dim e nto – Pese 0,5 g da amostra. Transfira p a ar um b é q urede 4 00 m L, c om


a u x íli
o de
2 00 mL de água. Adicione 1 mL de ácido nítrico. Titu el com so lu çã o de n itrato de
p raat 0,1 M.

Cálculo

V = nº de mL de solução de nitrato de p ra at 0,1 M g a sto na titulação


f = fa tor da solução de nitrato de p ra at
0,1 M P = nº de g da a m o stra

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specifications for general notices, general analytical techniques,
identifications tests, te st solutions and other re fere n ce m aterials
. Rom e, 1991.
p. 129.

IAL - 205
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

095/IV Corantes artificiais – De terminação de corante


s subsidiários

C o ra n te
s su b sid iá rio
s são de finido s como a q u e le s c o ra n te
s que s ão os
subprodutos
do proces so de fabricação do corante principal. Qualquer outro corante, que não
o principal
e s e us su b sid iá rio
, ss ão co n sid e ra sd oa d u lte ra nstecu ja pre s e naç é usualm ent
e
d e te ctaad em cromatogramas usados para determinar corantes subsidiários. Os
corantes subsidiários são se p a ra ds o do co ra net principa l por crom a tog raafi
a sc e n d een tem pap el.

Material

Balança analítica, papel Whatman nº 1, sílica gel, balão volumétrico de 100 mL,
cuba crom ato g ráfic
a e m icro ss e rin gs ade 5 ou 10 μL.

Rea g e n tes

Hidróxido de amônio
Citrato
trissó d ico
n-
Butanol
Álcool
2 -Butanona
Aceto n a
Ácido ac ético glacial
Acetonitrila
Á lcool isoam ílico
Metil etil ce to n a

Fa s es móve is :
1. á g u a -a m ô n ia -citra
o trissó
t d oic (95:5:2)
2. n -b u ta n o l-á g u a -á lc oróxido
o l-h id de am ônio (600:264:135:6)
3. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á(7:3:3)
gu
4. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á gróxido
u a -h idde amônio (700:300:300:2)
5. 2 -b u ta n o n a -a ce to n a -á gróxido
u a -h idde amônio (700:160:300:2)
6. n -b u ta n o l-á ocida cé tic
o g la c ia l-á ag u(4:1:5) . A g ite por 2 m inutos, d e xi e s e p a ra
r
a scamadas e use a camada superior como fase móvel
7. a c e to n itrila -á lc
l iso
o o a m ílico -ml eetitil c e to n a -á g u aróxido
-h id de am ônio
(50 :5 0:15 :10 :5 )

Procedim ent
o – Prepare soluções aquosas das amostras a 1% m/v. Dilua em
água de acordo com o limite legal permitido para cada corante. Sobre uma
folha de papel Whatman nº 1 ou sobre a placa de sílica gel no caso do corante
verde sólido, aplique, com uma micros seringa,
2 μL das soluções de corantes a 1% e as respectivas soluções diluídas, conforme o
limite
206 - IAL
Capítulo V - Aditivos

legal estabelecido para corantes subsidiários. Desenvolva o cromatograma com o


solvente
a propriado p a ra ca da co ra n te
, conform
e Tabela 4.

Tabela 4 – Altura ou tempo neces sário para o desenvolvimento de corantes em


respectivas fa s se móve is

Fa s e
Corante Altura ou tem po
móve l
Ve rm e lh o40 4 17
B ord e a u xS (Am aranto) 3 cm
17
Az u l-b rilh a n te 4 cm
20 h
Eritro s in a 5 17
Verd e -s ó lid o 7 cm
CCD - s ílic ag e la té o to po d a p la c a
Az u l-in d ig o tin a 3 17
A m are lo - trtra
a z in a 4 cm
12
A m are lo -re
c p ú s c u lo 4 cm
17
Azo rrubina(c a rm o isin a ) 4 cm
17
Az u l- p a te n te 2 cm
17
Po n c e a u4R 3 cm
17
cm
A m ancha do co ra net su b sidiáorida solu ção a 1% d eve s er m enor do q ue a
m ancha prin-
cip al da solu ção diluída.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specification s for general notices, general analytica l techniques
, identificatio
n
te sts,te st solutions and other re feren ce m aterials
. Rome, 1991. p.122.

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES. Guide to


specification s for general notices, general analytica l techniques
, identificatio
n
te sts,te st solutions and other re fere n ce m aterial
s . Rome , 1992. p. 37, 71,
176, 219, 641,
785, 1051, 1141, 1463, 1482.

096/IV Corantes artificiais – De terminação quantitativa de m isturas de am are lo -


cre- púsculo e bordeaux S

Este método espectrofotométrico é aplicado para determinação das


misturas dos c o ra n te
s artificia is
: am are lo -c
repú scuol e bord e a ux S e b a s e iae-sna
aditividad
e d as a b so- rb â n cia
s d os c o ra n te s.
IAL - 207
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Material

Ba la n ça analítica
, pHm etro, e s p e crofotôm
t et
ro UV/VIS, balão volum étric
o de 100
mL, balão volum étric o de 2000 mL e p ip e ta s volum étricas.

Rea g e n tes

Ácido a cé tico

Acetato de amônio 0,02 M – Pese 3,08 g de acetato de amônio e transfira para


balão volumétrico de 2000 mL, dilua com água, acerte o pH da solução para
5,6 com ácido a cé tic
o e com p leet o volume com água.

Procedim ent o – Pese uma quantidade adequada da amostra e faça as diluições


neces sárias em a ce taot de amônio 0,02 M, de forma a ob ter leituar n os
com prim ento s de onda d e se ja
- dos. A solução final deverá estar em balão
volumétrico de 100 mL. Para amostras contendo am are lo crep úscul o e bord e a ux
S, fa ça a leituar em 481 nm e 519 nm (As le itu ra
s n e s tecomprimentos
s de onda
correspondem à absorção do amarelo crepúsculo mais a absorção
do bord e a ux S).

Tabela 5 – Va lores de dos corantes amarelo-crepúsculo e bordeaux S, nos comprimentos


de onda 481 e 519 nm
Corante λ (nm)
A m are lo -re
c p ú s c u lo 481 5 33,3
A m are lo -re
c p ú s c u lo 519 3 25,0
B ord e a u xS 481 2 91,3
B ord e a u xS 519 4 38,2

Cálculo

Utilize o va lor de obtidos para estes corantes nos comprimentos de onda de 481 nm
e 519 nm na eq u ação de Lam bert-Be er (Tabela 5).

208 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n cai
b ib lio rgá fic a

YABIKU, H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A. M. S. Determ in açã o quantitati


va
de m istu ra s de co ra n te
s artificia is
. Boletim do Instituto Adolfo Lutz, ano 6, n. 1,
p. 1 4 -1 ,9 1996.

097/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de


indigotina e bordeaux S

Procedim ent o – Pa ra a m o stra


s contend o indigotin a e bord e a ux S, fa ça as le itu ra
s
d as ab- sorbâncias em 519 nm e 610 nm. (A leitura a 519 nm, corresponderá à
absorção do corante indigotin a m ais a do bord e a ux S e a 610 nm so m e net a do
co ra net indigotina).

Tabela 6 – Va lores de d os c o ra n te
s bord e a ux S e indigotina
, n os com prim ento
s
d e onda 519 e 610 nm

Corante λ (nm)
B ord e a u x 519 438,2
S 610 ------
B ord e a u x 519 060,0
S 610 447,4
Indigotin a
Cálculo

Utilize os va lores de obtidos p a ra e s tes c o ra n te


s n os com prim ento
s de onda de 519 nm
e 610 nm na eq u açã o de Lam bert Be er.
IAL - 209
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A .M. S. Determ in açã o quantitativa


d e m istu ras de c o ra n te
s artific ia is
. Boletim do Instituto Adolfo Lutz, ano 6, n.
1,
p. 1 4 -1 ,9 1996.

098/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de


tartrazina, bordeaux S e indigotina

Procedim ent o – Pa ra a m o s tras co ntenod tartra zin,ab ord e a ux S e indigotina


, fa ça a
le ituar em
42 6, 519 e 610 nm. Em 426 nm, o c ore a a b sorção da tartra zina m asi bord e a ux S,
em 519 nm
a a b sorção do b ord e a ux m asi indigotin
a e em 610 nm s o m e net a a b s orção da
indigotina.

Tabela 7 – Va lores de dos corantes tartrazina, bordeaux S e indigotina,


nos com prim ento
s de onda 426, 510 e 519 nm
Corante λ (nm)
Tartra z in a 4 26 5 3 4 ,1
Tartra z in a 5 19 ----
Tartra zin a 6 10 ----
B ord e a u x 4 26 1 0 0 ,0
S 5 19 4 3 8 ,2
B ord e a u x 6 10 ----
S 4 26 ----
B ord e a u x 5 19 0 6 0 ,0
S 6 10 4 4 7 ,4
In digotina
In digotina
In digotina

Cálculo

Utilize os va lores de obtidos p a ra e s tes c o ra n te


s n os com prim ento
s de onda de
426,
519 e 610 nm na eq ua ção de Lam bert Be er (Tabela 7).
210 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A. M. S. Determ in açã o quantitati


va
de m istu ra s de co ra n te
s artificia is
. Boletim do Instituto Adolfo Lutz, ano 6, n.
1,
p. 1 4 -1 ,9 1996.

099/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de


tartrazina, indigotina e azul brilhante

Procedim ent o – Pa ra m istu ra s contend o tartra zin ,a indigotin a e a zu l-b rilh a n, te


fa ça
a sle itu ra
s da a b so rb â naciem 426, 610 e 630 nm. No com prim ent o de onda 426
nm, o co re
a a b sorção d os c o ra n tes tartra zina e a zu l-b rilh a n, te
em 610 nm a a b s orção da
indigotin a e a zu l-b rilh aen et em 630, a da indigotin a e do azu l-b rilh a n te .

Tabela 8 – Va lores de d os c o ra n te
s tartrazin ,a indigotin
a e azul brilhante
, nos
com prim ento
s de onda 426, 610 e 630 nm.
C orante λ (nm)
Tartra zin a 4 26 5 34 ,1
Tartra z in a 6 10 ----
Tartra z in a 6 30 ----
Ind ig otina 4 26 ------
Ind ig otina 6 10 4 47 ,4
Ind ig otina 6 30 3 57 ,3
Az u l-b rilh a n te 4 26 0 62 ,9
Az u l-b rilh a n te 6 10 10 1 6 ,8
Az u l-b rilh a n te 6 30 16 5 2 ,0

Cálculo

Utilize o va lor de obtido para estes corantes nos comprimentos de onda de


426, 610
e 630 nm na eq u ação de Lam bert-Be er.
IAL - 211
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H. Y.; MARTINS, M. S .; BRUM, A .M. S. Determ in açã o quantitativa


d e m istu ras de c o ra n te
s artific ia is
. Boletim do Instituto Adolfo Lutz, ano 6, n.
1,
p. 1 4 -1 ,9 1996.

100/IV Corantes artificiais – Determinação quantitativa de misturas de


tartrazina e amarelo crepúsculo

Procedim ent o – Para amostras contendo tatrazina e amarelo-crepúsculo, faça a


leitura em
426 e 481 nm, pois n e s tes com prim ento
s de onda o co re a a b s orção d os do si
c o ra n te s .

Tabela 9 – Va lores de dos corantes tartrazina e amarelo-crepúsculo, nos


comprimentos
de onda 426 e 481 nm.
Corante λ (nm)
Tartra z in a 426 53 5
Tartra z in a 481 17 0
A m are lo -re
c p ú s c u lo 426 22 1
A m are lo -re
c p ú s c u lo 481 59 2

Cálculo

Utilize os va lores de obtidos para estes corantes nos comprimentos de onda de


426 e
481 nm na eq u açã o de Lam bert-Be er.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

TAKAHASHI, M. Y.; YABIKU, H.Y.; MARSIGLIA, D.A.P. Determinação


quantitativa
de c o ra n te
s artificiasi em alim entos
. São Paulo, Rev. Inst. Adolfo Lutz, v.
48,
p. 7-15, 1988.

212 - IAL
Capítulo V - Aditivos

101/IV Teobromina e cafeína – De terminação por crom atografi


a líquida de alta
eficiência

Este método é aplicado para a determinação de teobromina e cafeína em


cacau, produtos de chocolate e aromas à base de cacau. A té cnica utilizada é a
cromatografia líquida de alta eficiência, que separa e quantifica a teobromina e
a cafeína. Estes dois a lc a ló idse s ão s e p a ra ds oem uma colu na de fa se reve r sa
(C18), eluídos com a fase móvel metanol-ácido ac ético-água e detectados por
absorção na região do ultravioleta a 280 nm.

Material
Balança analítica, centrífuga, tubos de c entrífuga de 50 mL, banho-maria,
cromatógrafo líquido de alta eficiência com detector DAD ou ultravioleta,
coluna analítica de o cta d ecilsila,n8o mm x 10 cm, 5 μm (Lichro sp h re 100 R P -
18 ou equiva le n te) , in te gradr,o papel de filtro, nitrogênio para evaporação do
solvente, balões volumétricos de 100, 200 e
1000 mL, funil de vidro, prove tas de 50 mL, b éq u eres de 50 e 250 mL, b a s tõse de
vidro, frascos Erlenmeyer de 250 mL, pipetas volumétricas de 5 mL, pedras de
ebulição e sistema
de filtraçoã de fa se móvel (Millipore ou equiva le n te).

Rea g e n tes
Ácido a cé tico g rau
CLAE Meta n ol g rau
CLAE
Á gua u ltra -p u ra
Pa drõ es a n a líticsode te obrom ina e ca fe ín a
Éter de p etróleo (40 -
6 0)°CAce taot de zinco
Ácido a cé tico 0,1 M
Fe rrocian eto de
p o tá ssio

Solução de C arrez I – Diss ova


l 219 g de a ce taot de zinco em a proxim adam ent
e
500 mL
de água ultra-pura e 30 mL de ácido ac ético 0,1 M. Transfira para um balão
volumétrico de
1000 mL e com plet e o volume com ág ua.

Solução de Carrez II – Dis solva 106 g de ferrocianeto de potás sio em


aproximadamente
500 mL de água ultra-pura, transfira quantitativamente para um balão
volumétrico de
1000 mL e com plet
e o volume com ág ua.

Fa se móvel – Misture 200 mL de m etanol , 790 mL de ág ua e 10 mL de ácido


a cé tic
o. Ho- m og eneí
ze, filtre a través de m e m b rana
s de 0,45 μm e d e g a se ifiq u e .

IAL - 213
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Solução-padrão de teobromina (250 μg/mL) – Pese, com precisão, 50 mg de


teobromina,
dis solva em água e aqueça, se neces sário. Transfira a solução para um balão
volumétrico de
200 mL e complete o volume com água.

So lu çã o -p a dorãde trab alh


o de teo brom ina – Tra n sfir
a 5 mL da so lu çã o -p a do rã
de
teo bro- mina em um balão volumétrico de 100 mL e complete o volume com
água. Filtre com filtros de 0,45 μm.

Solução-padrão de cafeína (500 μg/mL) – Pese com precisão, aproximadamente


100 mg de cafe ín,ad issova
l em água. Tra n sfir
a quantitati
vam ent
e p ara um balão
volum étric
o de 200 mL
e complete o volume com água.

So lu ç ã o -p a dorã
de tra b a lh
o de c a fe ín
a – Tra n s fir
a 5 mL da so lu ç ã o -p a od rã
de ca fe ín
a
p a ra um b a lão volum étric o de 100 mL e co m p leeto volume com á g u a. Filtre com
filtros de 0,45 μm.

Procedim ent o – Pese, com precisão, em um tubo de centrífu g ad e 5 0 m L, c erc a


d e 0 ,5 g
d e a m o s trad e c a c a uou 1 g , s e fo r arom a à b a s ed e c a c a u ou
, 3 g , s e forem
produtos de chocolate (biscoitos, bolos, sorvetes, bebidas lácteas, alimentos
achocolatados, etc). Extraia
a g ordura adicionand o 30 mL de é ter de p e tróleo. A g ite por 2 m inutos.
Centrifugu ea
2000 rpm por 10 minutos e decante o solvente. Repita esta extração com mais
30 mL de éter de petróleo. Evapore o solvente residual (pode-se usar uma
corrente de nitrogênio ou um banho de á gua q ue nte dentro de uma
ca p e laTra
). n sfira quantitati vam ente , o resíd u ocom auxílio de água quente para
um frasco Erlenmeyer de 250 mL contendo várias pedras
de ebulição. Adicione água até um volume aproximado de 50 mL. Aqueça 20
minutos
a 100°C. Transfira quantitativamente para um balão volumétrico de 100 mL.
Esfrie e adicione 5 mL de cada uma das soluções de Carrez I e Carrez II,
complete o volume com água e homogeneíze. Filtre descartando os primeiros
20 mL. Use o filtrado para a análise cromatográfica, filtrando-o previamente
com filtros de 0,45 μm. Ajuste o comprimento
de onda do detector para 280 nm , o fluxo da fase móvel para 1 mL/min e a
temperatura
do forno a 35°C. Injete 20 μL das soluções-padrão de trabalho de teobromina e
cafeína
no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a
operação em triplicada de cada padrão para verificar a repetitividade. A diferença
não deve ser maior que
2%. In jete 20 μL da a m o str
a em triplicata.

Cálculo

Calcule o teor de teobromina e cafeína na amostra analisada por meio das áreas
dos picos obtidos n os crom atogram as.

214 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Cp = concen tra oçãdo padrão de te obrom ina


Ca = concentra oçã da
a m o straAa = área do pico
da a m o straAp = área do
pico do padrã o

Cp = concen tra oçãdo padrão de ca fe ín a


Ca = concentra oçã da
a m o straAa = área do pico
da a m o straAp = área do
pico do padrã o

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H. Y.; KIMURA, I. A. Determinação de teobromina e cafeína em cacau


e produtos de ch oc o laetpor crom ato grafi
a líquida de a lta e ficiê n cia
. Rev. Inst.
Adolfo Lutz,
56(1), p. 5 9 -6 ,4 1996.

102/IV Corantes naturais – Identificação de antocianinas de cascas de uva

Dentre os corantes naturais, as antocianinas (ou enocianinas) são obtidas


a partir dos e x tra to
s de c a s csa de uva. São so lúve is em água e p ertencem à c la ses
de com posto s contendouma e s rtutura b á s ica de 15 átom os de carbono ,
co nh e cidsoco le ti
vam ent e como flavonói- des. Apresentam-se na forma de líquido,
pó ou pasta de cor vermelho-púrpura com odor c a ra c te rístic o.

Material

Ba la n ça analítica
, b éq u eres de 25 mL, prove ta g rad uaad de 50 mL, b alão
volum étric o de
100 mL.

Rea g e n tes

Hidróxido de sódio
Solução de hidróxido de sódio – Pese 4,3 g de NaOH, transfira para um balão
volumétrico
de 100 mL e com p leet o volume com água.
IAL - 215
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Procedim ent o – Pe se 0,1 g de a m o s tra


, a d ic ioen 50 mL de á g ua e a g ite. Filtre, se
n e c e s s oá rie
a d ic ioen so lu çoã de hidróxido de só do. i A c or ve rm e lh a -p ú rp
a to
u rrn ae-sa zul ou verd e -
e s c u ra .

No ta: outra maneira para identificar antocianinas em cascas de uva é o


aparecimento de um máximo de absorção a 525 nm, na varredura
espectrofotométrica na região do visível de uma solução pre p a raad de a c ordo
com o procedim ent o 0103/IV.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
, 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.612: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

103/IV Corantes naturais – De terminação da intensidad


e de cor em
enocianina
s por esp e ct
rofotom etria

Material

Balança analítica, pHmetro, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 100 mL,


provetas g ra d u a dsade 50 e 100 mL, b a lõ es volum é trico
s de 100 e 1000 mL.

Rea g e n tes

Ácido cítrico
Fosfato de sódio dibásico

Solução-tampão de ácido cítrico/fosfato de sódio dibásico, pH 3 – Misture


79,45 mL de ácido cítrico 0,1 M e 20,55 mL de fosfato de sódio dibásico 0,2 M
e ajuste o pH a 3 com uma ou outra solu ção. A solu ção 0,1 M de ácido cítrico
dihidratado contém 21,01 g/L d e C6H8O7.2H2O. A solu ção 0,2 M de fo s faot de
sódio d ibá sic
o contém 28,40 g/L de Na2H- PO4 ou 35,6 g/L de Na2HPO4.2H2O.

Procedim ento – Pe s e, com pre c isã,o c erca de 0,1 g de a m o str


a e ad icione a
solução-tam pãpHo 3 a té com p le ta
r 100 mL. A ju ste o zero do e sp e crofotôm
t et
ro,
em unid adse de a b so- rbância a 525 nm, utilizando a solução-tampão como
branco e cubetas de 1 cm. Meça a absorbância (A) da amostra a 525 nm. Caso
a absorbância não esteja entre 0,2 e 0,7, reajuste
a m a sas inicial.
216 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Cálculo

A = a b so rb â nacia 525 nm
P= m a ssa da a m o stra em g

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.613: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

104/IV Corantes naturais – Identificaçã


o de carmim de cochonilha

O co ra net carmm i de cochonilh a é a la ca de alumínio ou cálcio-alum oíni


obtido
a p artir do e x traot a q uo os d os co rp so d e s s e c asd od as fê m esa de in s e to s
Da c ty lo psiuc o c c u cs o sat (C o c csu c a cit L). Seu principal constituinte é o ácido
carmínico (ácido 7-beta-d-gluco piranosil-3,5,6,8-tetra-hidroxi-1-metil-9,10-dioxo-
antraceno-2-carboxílico), o qual pode
ser comercializado na forma de solução (corante natural ácido carmínico) ou na
forma de la ca de alumínio ou cálcio-alum oíni(co ranet natural carmm i de
cochonilha) . O co ra n-
te carmim de cochonilha apresenta-se na forma de pó friável, de coloração
vermelha ou ve rm e lh a -e sacuou r solução de co lora çoã ve rm e lh a -v io lá.c eO a
carmm i d eve a pre se n ta r no mínimo 42% de ácido carm ínico , calcu laod em b a se
seca.

Material

Chapa e lé tric,abé qu eres de 25 mL, b a lõ es volum é trico


s de 100 e 1000 mL, pipeat
g ra du -a
da de 1 mL, funil de se p a ra ç ã, pip
o eta g rad uaad de 5 mL e prove ta grad u aad de
500 mL.

Rea g e n tes

Hidróxido de sódio ou hidróxido de p o tá ssio


Cris tasi de ditionito de sódio - Na2S2O4
Ácido sulfúrico
Ácido
clorídrico
Álcool amílico
Éter de
petróleo
IAL - 217
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Acetato de uranila
Solução a q u oas de hidróxido de sódio ou hidróxido de p o tá ssi
o a 10%
Solução aquosa de ácido clorídrico a 10% v/v – Dilua 266 mL de HCl com água
em um b alão volum étric o de 1000 mL e com plet e o volum e.

Solução aquosa de acetato de uranila a 5% m/v – Pese 5 g de acetato de uranila,


transfira p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL e com p leet o volume com água.
Procedim entos

1 . A lc a linzei leve m e n teum a d is p e rs ãaoq u o s ad a a m o s trap e la a d iç ã od e um a


g o ta
d e s o lu ç ã od e hidróx id o d e só d ioou h idróx id o d e p o tá s s ioa 10% . Fo r m a - s e
um a c o lo ra ç ãvoio le ta .

2. A adição de pequena quantidade de cristais de ditionito de sódio às soluções


da amostra, em m eio ácido, neutro ou alcalino
, não d e s c oar a solução.

3. Leve à secura, em banho-maria, uma pequena quantidade da amostra em


cápsula de porcelana. Esfrie totalmente e trate o resíduo seco com uma ou duas
gotas de ácido sulfúrico concentrado. Não se observa alteração da cor.

4.Transfira uma dispersão aquosa da amostra para um funil de separação, cuja


capacidade s e aj três vezes o volume da d isp e rso.ã Adicione 1/3 do volume
(co resp o n d ene tao da d isp e- rsão) de solução de ácido clorídrico a 10% v/v e
agite. Adicione álcool amílico de maneira a d obrar o volume do conteúd o do
funil de se p a ra çoãe a g ite. De ixe se p a ra r e d e s preze a fa s eaquosa (inferior). Lave a
fase amílica 2 a 4 vezes com água para eliminar resíduos de ácido clorídrico.
Dilua a fase amílica com igual volume de éter de petróleo e agite. Adicione
uma pequena quantidade de água (cerca de 1/6 do volume total). Adicione
gota a gota solução
de a c e taot de uranila a 5%, agitand o a p ós ca da ad ição. Fo rm a e-suma co lo ra çoã
verd e -e sm e raaldc a ra c te rís tic
, naa fa se in ferior.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.616: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.
218 - IAL
Capítulo V - Aditivos

105/IV Corantes naturais – De terminação de ácido carmínico em carmim de


cocho-
nilha

Material

Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béqueres de 100 mL, proveta


graduada de
100 mL, b a lõ es volum étrico
s de 200 e 500 mL e pipeat volum étric
a de 10 mL.

Rea g e n tes

Ácido cloríd ric


o2M

Procedim ent o – Dis soval 100 mg do co ra net carmm


i em 30 mL de ácido
clorídrico 2
M em ebulição. Resfrie e transfira quantitativamente para um balão
volumétrico de 1000 mL, complete o volume com água e homogeneíze. Ajuste
o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância a 494 nm, utilizando
uma solução de ácido clorídrico 2 M como branco e cu b e ta s de 1 cm. Me ça a
a b so rb ânacida a m o str
a a 494 nm.

Cálculo

A = a b so rb â nacida a m o str
a a 494 nm
0,139 = a b so rb â nacido ác. carm ínic
o numa solu ção contend
o 100 m g/1000 mL.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

SUBCOMMITTEE ON CODEX SPECIFICATIONS ET AL. Second Supplement to


the Food Chem ical s Codex, 2nd ed., Washington D. C.: National Academy of
Sciences,
1975. p.1 8 -2 0 .

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.617: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

106/IV Corantes naturais – Identificaçã


o de cúrcuma
A cúrcuma ou a ça frão d as Índ ias, é o rizoma da Cúrcuma lo n ga L. d e s s e c ao d
e pul- verizado. Apresenta coloração amarelo-castanho ou amarelo-castanho-escura e
tem como
IAL - 219
Mé to do sFísic oQuím
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1 ª EdiçãoDigital

princípio a tivo principa


l a curcum ina (um co ra net am are lo -a la ra n ja) dcuj
o o te or
g era lm en-
te va ria de 1 a 5% n os produtos vendid so com ercialm ente .
Material

Placa de toque, pipeta graduada de 5 mL, béquer de 25 mL., banho-maria,


papel de filtro, funil de vidro, tubo de ensaio, béquer de 125 mL, proveta
graduada de 50 mL e bastão de vidro.
Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Á lcool
Ácido bórico
Ácid os
ox á licoÁcido
a cé tico

Procedim entos

1. Acidifiqu e levem ent e a a m o stra em pó, com ácido sulfú rico : a p are ce uma
c o lo ra çãve
o rm e lh a -in te n sa .
2. A adição de álcool na a m o str a em pó, e x trai o co ra net am are lo.
3. Ex traai alg um sa g ra m sa da a m o str a com 20 mL de ácido a cé tic o em um
b éq u er de 125 mL. Agite com um bastão de vidro. Filtre para um tubo de
ensaio e coloque em banho ferve n te, por alg uns m inutos. Uma c o lo ra çã o
verm e lh a indica a pre s e naç de cúrcum a.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

TAKAHASHI, M. Y.; INOMATA, E.I.; YABIKU, H. Y.; GIANNATTASIO, C.M.P.


Be t a -croteno
a , urucum e cúrcuma em m a s ssa alim en tícia
s vitam inada
s com ovo s.
Rev. do Inst. Adolfo Lutz, 50(1/2)
, p. 2 5 7 -2 60
, 1990.

107/IV Corantes naturais – De terminação do teor de curcumina na cúrcuma

Material

Balança analítica, chapa elétrica, espectrofotômetro UV/VIS, balão de extração


com fundo chato de 100 mL e junta esm erilh a ,d coa n d ensadr ode b o las de 30 a
40 cm com junta e s- m erilhada
, b éq u er de 25 mL, b a lõ es volum é trico
s de 100 e
250 mL, pip eta volum étric
a de
220 - IAL
Capítulo V - Aditivos

20 mL e prove ta g ra d u ad
a de 50 mL.

Rea ge n te

Á lcool

Procedim ento s – Pese, com precisão, cerca de 0,1 g de cúrcuma em pó e pas se


com auxílio
de álcool p ara um fra sco de e x tra çã o. Adicione c erca de 30 mL de álcool e re fluxe
por du as ho-
ras e m eia. E sfrie o fra sco e filtre quantitati
vam ent e p ara um balão volum étrico de
100 mL. Com plet e o volume com álcool. Pip e et 20 mL d e set e x traot p a ra um
b alão volum étric o de
250 mL e com p let e o volume com álcool. A ju ste o zero do e s p e crofotôm
t et
ro, em
unidades
de a b sorb â nacia 425 nm, utilizand o álcool como branco e c u b e ta
s de 1 cm. Me ça
a a b so- rbância da a m o str a a 425 nm.

Cálculo

C alcule o te or de curcum ina usando o va lor de a b sortivid ad


e = 1607.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.624: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

108/IV Corantes naturais – Identificaçã


o de curcumina

A curcum ina em pó é obtida por e x tra çoã d os rizom as da Cúrcu ma lo n ga L.


com solventes e posterior purificação do extrato por cristalização. Pos sui coloração
de alaranjada
à amarela e deve conter no mínimo 90% de pureza. É insolúvel em água e em
éter e solúvel em álcool e ácido a cé tic
o g la cia l.

Material

Pip e tas g ra d u a dsade 10 mL, béq u er de 25 mL e b a stão de vidro.


Rea g e n tes

Á lcool
IAL - 221
Mé to do sFísic oQuím
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Ácido sulfúrico

Procedim ento

Dis solva a amostra em álcool e observe a cor amarela e a fluoresc ência esverdeada.
Adicione ácido sulfúric
o e ve rifiq ue a form açã
o de in te nas co lo ra çã
o carm esim .

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

109/IV Corantes naturais – Identificação de curcumina por cromatografia em


camada delgada

Material

Ba la naç a n a lític, ap la csa de c e lu loesm icro c rista lin


a de 0 ,1 m m, câ m aar u ltra v io le, ta
c u ba
d e v idro p a ar cro m a to g ra,fia
prove tas g ra d u a sd ade 1 00 m L, p ip eat g ra d u aadde 1 mL e
b é q ure d e
5 m L.

Rea g e n tes

Álcool a 95%
3 -Me til-1 -b u ta n o l
Hidróxido de amônio

Fa se móve l: 3 -m e til-1 -b u ta n ol:á lc oo l:á gróxido


u a :h idde amônio (4:4:2:1).

Procedim ent o – Sature a cuba de vidro com a fa se móve l. Pe se 0,01 g da


a m o stra e adi- cio ne 1 mL de álcool a 95%. Aplique 5 μL da solução da am o str a
na p la ca de c e lu lo sem icro crista lina de 0,1 mm. Coloque a p la ca na cuba de
vidro e d e xi e c o r er c erca de 15 cm . Exam ine à luz do dia e sob luz u ltra v io le:ta
três m ancha s am are las a p are cem entre Rf 0,2 e
0,4, à luz do dia e m ancha s com Rf c erca de 0,6 e 0,8 a p are c em sob luz u ltra v io leta
;
to d as a s
m ancha s apre se n ta m d istin ta
s fluore s c ê n csiaam are las sob luz u ltrav ioleta.
222 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

110/IV Corantes naturais – De terminação do teor de curcumina

Material

Ba la n ça analítica
, e sp e crofotôm
t et
ro UV/VIS, b a lõ se volum étrico
s de 100 e 200 mL,
pipe-
ta volum étrica de 1 mL, b éq uer de 10 mL.

Rea ge n te

Á lcool

Procedim ent o – Pe s e, com pre c isã,oc erca de 0,08 g da a m o stra


, tra n sfir
a p a ra um
b a- lão volum étric
o de 200 mL, com auxílio de álcool, a g ite p a ra d is sover l e
com ple -
te o volume com o m esmo s o vl e n te. Pip e et 1 mL p a ra um b alão volum étric o
de
100 mL e com p let e o volume com álcool. A ju ste o zero do e s p e crofotôm
t et
ro,
em unidades de absorbância a 425 nm, utilizando álcool como branco e
cubetas de
1 cm. Me ça a a b so rb â nacida a m ostra a 425 nm.

Cálculo

C a lc uel o te or de m a téaric o ra ne tto tal na a m o s tra


, u s a n od o va lor de a b s rotiv id aed =
1607.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.624: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.
111/IV Corantes naturais – Identificaçã
o de urucum lipossolúvel

Ex tra to
s de urucum s ão os produtos o le o sso (urucum lip ossolú
ve l) ou
a lca linso (uru- cum hidros solúvel) obtidos por remoção da camada externa das
sementes da árvore de urucum (Bixa ore lla na L). Também pode-se encontrar o
pigmento bruto na forma de pó, de
IAL - 223
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

c o lo ra çã
o ve rm e lh a -e s c,uobtid
ra o p e al e x tra çoã m ecânic
a d as se m e n te. O
s e x traot de
uru-
cum lipos solúvel, de cor vermelha a castanho-avermelhada, contém diversos
componentes colo rido, sse n do o principa l a bixina.

Material

Coluna de vidro de 1 cm de diâmetro e 8 a 10 cm de altura, béqueres de 150


mL, provetas
de 10 mL, p ip e ta
s de 5 m Le e sp e crofotôm
t et
ro UV/VIS.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
C iclohexano
Clorofórm io, d esid ra taodcom carbonat o de p o tá ssi
o anidro
Alumina p a ra coluna crom ato g ráfica
Tricloreto de
antimônio Sulfato de
sódio anidro Lã de
vidro
Re a tivo de C a rr-Price – Pe se 25 g de triclore to de antim ônio , tra n s fir
a p a ra um
b alão vo- lum étric o de 100 mL e com p let e o volume com c lorofórmo. i De ixe em
re p o uos por um dia, em fra sco bem fech a od e em g e la d e ira. O fra sco não d eve
s er a b erto enquant o a soluçãoe stiver g e la d a .

Procedim ent o – Dis solva uma quantidade da amostra em ciclohexano de


modo a se obter uma co lo ra çã o sem elh a en tà de uma solução de dicrom ato de
p o tá ssi
o a 0,1%. Pre p are um a coluna de 1 cm de diâm et ro e 8 a 10 cm de
altura com e m ulsã o de alum ina em c iclo h e x- a
no e tampão de lã de vidro na extremidade afilada da coluna de vidro. Escoe
lentamente o so vl e n te. Pa s es p e al coluna a solução da a m o str a obtida
anteriorm ente . Lave 3 vezes com 10 mL de ciclohexano sem deixar secar a
coluna. A bixina é fortemente adsorvida pela alumina
na p arte su p e rior da coluna e forma uma zona ve rm e lh o -a la ra najabrilhant
d e (o que
a dife- re n cia da croce tina)
. Uma zona de cor am are la -p á lid
a m igra a través da coluna
e é elim inada
na lavagem com ciclohexano. Elua a coluna três vezes com 5 mL de clorofórmio.
A zona da bixina adsorvida não é eluída em ciclohexano, éter de petróleo,
clorofórmio, acetona, álcool
e metanol (com os dois últimos solventes, a cor pas sa à laranja). Quando a
última porção for eluída, adicione 1 mL do reativo de Carr-Price. A bixina
adsorvida torna-se imediatamente a z u l-everd
s ea d ,a d ifere n te da crocetina que
fic a ria ve rm elh a.

No ta s
O e x traot de urucum lipossolú vel é insolúvel em água e pouco so lúvel em álcool.
Os e x tra to
s de urucum re a g em em ácido sulfúrico dando co loraçã
o azulada devida
à bixina.
224 - IAL
Capítulo V - Aditivos

O e x traot de urucum lipossolú


vel diluido com clorofórmoi a pre se nat a b so rb ânaci
m áxim a
a 439, 470 e 501 nm.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.631: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

112/IV Corantes naturais – De terminação do teor de bixina

Material

Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 25 mL, balões


volumétricos de
100 mL, pip eta volum étric
a de 10 mL.

Rea ge n te

Clorofórm io

Procedim ent o – Pe s e, com pre c isã,o a quantidad


e de mg da a m o str a que pode
s er encon- trada p e al fórm ula: m = 0,153, dividida p e al porcen ta gm e de bixina
e s p e ra d, atra n sfir
a p a ra um balão volumétrico de 100 mL com clorofórmio e
complete o volume. Transfira 10 mL d e sat solução p a ra outro b alão volum étric o
de 100 mL e com p leet o volume com c lorofór- mio. Ajuste o zero do
espectrofotômetro, em unidades de absorbância, a 470 nm, utilizando
c lorofórmoi como branco e c u b e ta s de 1 cm. Me ça a ab so rb â nac ida a m o str
a a
470 nm.

Cálculo

Calcule o teor de carotenóides totais expres so em bixina usando o valor de


absortividade
= 2826.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s
TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins
alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

IAL - 225
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.632: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

113/IV Corantes naturais – Identificaçã


o do urucum hidrossolúvel

O extrato de urucum hidros solúvel, de coloração castanho-avermelhada a


castanho, contém como com ponent e colorido principa
l a norbixina
, produto de
hidró lise da bixina,
na forma de s al de sódio ou p o tá ssi
o.

Material

Coluna de vidro de 1 cm de diâmetro e 8 a 10 cm de altura, béqueres de 150


mL, provetas
de 10 e 100 mL, pipetas de 5 mL, funil de separação de 250 mL, balão
volumétrico de
1000 mL e e s p e crot fotôm et
ro UV/VIS.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
C iclohexano
Clorofórm io, d esid ra taodcom carbonato de p o tá ssi
o anidro
Alumina p a ra coluna crom ato g ráfica
Triclore to de
antimônioSulfato de
sódio anidro Lã de
vidro
Ácido sulfúric o1M
Re a tivo de C a rr-
Pric e

Procedim ent o – Tra n s fira2 mL ou 2 g d a a m o s trap a raum funil d e s e p a ra ç ãdoe


250
m L. Ad ic io n eá c id os u lfú rico1 M s u fic ie n te p a ras e o b te rum a re a ç ã oforte m e n te
á c id a
(a n o rbix in aé s e p a ra dcom
a opre c ip ita d ove rm e lh o ). Ad ic io n e5 0 mL d e
c ic lo h e x a n o
e a g iteforte m e n teAp. ó s a s e p a ra ç ãdoa sf a s e sd, e s crte
a a a q u o s ae lave a f a s e
c ic lo h-ex â n ic acom á g u aa té elim in a çã od o á c ido. C e n trifu g u ae e m u ls ã oq u e s e
fo rm a ,p o r
1 0 min, a 2 5 00rpm . De c a n tea s o lu ç ã olím pidad e n o rb ix in ae s e q u es o bre
s u lfa to
d e só d ioa n idro. Pre p are um a c o lu n ad e 1 cm d e d iâ m et ro e 8 a 1 0 cm d e a ltu ra
com e m u ls ã od e alum inae m c ic lo h e x a neota m p ãod e lã d e v idro n a e x rte m id a d e
a fila d a
d a co lu n ad e v idro. E s c o ele n ta m e n te
o s o vl e n te .Ad ic io n e3 a 5 mL d a s o lu ç ã o
o btidaa n te rio rm e n te no top o d a c o lu n ad e alum inae pro c e d aco m o d e s c r ito
e m 0111/IV. A n o rb ix in afo rm aum a zo n a ve rm e lh o -a la ra n jan da as u p erfíc ied a
co lu n ae dá a m e s m are a ç ã ocom re a tivo d e C a rrPric - ed a b ix in a .

226 - IAL
Capítulo V - Aditivos

No ta s
O e x traot de urucum hidro ss o lú
vel é pouco so lúvel em álcool.
Os extratos de urucum reagem com ácido sulfúrico dando coloração azul-
esverdeada devido
à norbixina.
O e x traot de urucum hidro ss o lú
vel diluído com água a pre s e nat ab so rb â nac i
m áxima a 453
e 483 nm.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.634: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

114/IV Corantes naturais – De terminação do teor de norbixina

Material

Ba la n ça analítica
, e s p e crofotôm
t et
ro UV/VIS, b éq u eres de 25 mL, b a lõ es
volum étrico s de
100, 500 e 1000 mL e pipeat volum étric a de 1 mL.

Rea g e n tes

Hidróxido de potás sio

Solução aquosa de hidróxido de potás sio a 0,5% – Pese 5 g de hidróxido de


potás sio e tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 1000 mL.

Procedim ent o – Pe s e, com pre c isã,oc erca de 0,1 g do co ra net em pó, tra n sfir
a p a ra
um b a- lão volumétrico de 500 mL com Hidróxido de potás sio 0,5% e complete
o volume. Pipete
1 mL d e sat solução p a ra um b alão volum étric o de 100 mL e com p leet o volume
comHidró- xido de potás sio 0,5%. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em
unidades de absorbância a
453 nm, utilizando a solução de Hidróxido de potás sio 0,5% como branco e
cubetas de
1 cm. L e ai em e s p e crot fotôm et
ro a 453 nm.
Cálculo

Calcule o teor de carotenóides totais expres so em norbixina usando o valor de


absortividade
= 3473.
IAL - 227
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

No ta: p a ra e x pre s s ra o resu ltad


o em bixina, d eve -se m ultiplica
r o te or de norbixin
a
e ncontrad o
p elo fa tor 1,037.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

YABIKU, H. Y.; TAKAHASHI, M. Y. Determ ina çã o de bixina em se m e n stede


urucum :
estu do cola borati
vo. Rev. do Inst. Adolfo Lutz, 52(1/2), p. 3 1 -3 ,6 1992.

115/IV Corantes naturais – Identificação de corante caramelo

E ste m étodo se a p lica à m istu ra


s de aditivos e à b e b id a s.

Material

Ba la n ça analítica , b éq uer de 100 mL, funil, p ap el de filtro, prove ta grad u aad de


10 mL, prove ta g rad uaad de 50 mL com tam pa de vidro esm e rilh ad , atubo de
e n s aoi e p ip e ta s g ra d u sa ddea 2 e 5 mL.

Rea g e n tes

Óxido de m agnésio
Ac e taot neutro de chum bo
Mistu ar de álcool b u tílico -értede p etróleo (1:5)
Re s orcina a 5% em ácido clorídrico , pre p a raad no dia do u so

Procedim ent o – Ad ic io n e1 g d e a c e ta ton e u rto d e chum boe 0 ,5 g d e óx id o


d e m a g- n é s ioa 5 0 mL d a a m o s traeva , p o ra n d oa n te so á lc o o lquandofo r o
c a so. A g itebe m .Filtre , re c o lh ad e 3 0 a 3 5 mL do filtra d oe m um a prove ta com
tam p ad e v idro e s m -erilh a d a Ad . ic io n e1 0 mL d a m is tu raá lc o o l-ér.teA g iteco m
cu id a d o(a brin d ovez p o r o u trao fra s c od) u ra n te5 m inu tos.De ixe e m re p o uo. s
Re tire , com um a p ip e ta ,5 mL
d a c a m a d ae t ére a p a raum tubo d e e n s ao.i Ad ic io n e2 mL d e s o lu ç ã od e
re s orc in a ,d e
ta l m odoq u e e s c o r rpa e la sp are d e sdo tubo a t é o fundo. Na pre s e n ç ad e
c a ra m e lon,a zo n a d e c o n ta tod a sd u a sc a m a d afo
s r m a -sum
e a n e lve rm e lh o.
Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm a s Analíticasdo InstitutoAdolfo Lutz. v.1 :


228 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Mé t o dsoq u ím icsoe f í s i csop ara a n á lis


e de a lim e n t .o São
s Paulo: IMESP, 3. ed.,
1 9 8 5.
p. 1 1 4 .

116/IV Corante caram el


o pro c e ss
o amônio – De terminação da intensidad
e de
cor

O co ra net c a ram el o obtido p elo pro c e sos amônio é com post o por
s u b stâ n csiare- sultantes do tratamento térmico de carboidratos, em presença de
hidróxido de amônio, por tecn o loga iadeq uada . Apre s e n tae-sna forma de líquido
d en so de c or m arro m -e s cu a r a preta, tendo odor característico de açúcar
queimado e sabor amargo. São solúveis em água, soluções diluídas de álcool,
ácidos minerais, soluções de hidróxido de sódio e insolúveis em álcool absoluto,
acetona, éter de petróleo e clorofórmio. A intensidade de cor é definida como a
a b so rb ânacide uma solu ção a 0,1% m /v, a 610 nm em c u b et a de 1 cm,
c a lcu la d asobre o conteúdo de sólidos. Para o corante caramelo proces so
amônio, esta intensidade de c or d eve e s tar e ntre 0,08 e 0,36.

Material

Ba la n ça analítica
, e s p e crofotôm
t et
ro UV/VIS, centrífu g, ab éq u er de 50 mL e b a lõ se
volu- m é trico
s de 100 mL.

Procedim ent o – Pese 100 mg a amostra em béquer de 50 mL, dis solva em


água e transfira para um balão volumétrico de 100 mL. Complete o volume e
homogeneíze. Se a solução ficar turva, centrifugue. A solução não pode ser
filtrada. Ajuste o zero do espectrofotômetro, em unidades de absorbância, a 610
nm, utilizando água como branco e cubetas de 1 cm. Me ça a a b so rb ânacida
solução a 610 nm.

Cálculo

A610 = a b so rb â nac de
i solução da a m o str
a a 610 nm.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.660-13.661 : Cole-
tâ n ea de norm as de c o ra n te
s n a turai
s p a ra fins alim entícios
. São Paulo, 1996.

IAL - 229
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

117/IV Corante caram el


o pro c e ss
o amônio – De terminação de sólidos

Material

Estuaf a vácuo, m ufla, p e n e ira


s de m alha n° 40 e 60 m e s,hbé qu er de 250 mL,
c á p sual d e porce la n a .

Rea g e n tes

Ácido clorídrico

Are ia pura de quartzo – Utilize are ia pura de quartzo q ue p a ses a través de uma
p en eir
a d e m alha nº 40 m e hs e fique retida na peneira de nº 60. Esta areia é
preparada pela digestão com ácido clorídrico (por exemplo, a 10%) e em
seguida lavada até ficar livre de ácido, seca
e ca lcin ad
a em m ufla a 600°C por 4 h o ra s.

Procedim ent o – Misture 30 g de areia preparada com (1,5 - 2,0)g do corante


caramelo e seque até peso constante a 60°C sob 50 mm/Hg de pres são. Registre
a mas sa final da areia m ais co ra net ca ra m eo.l

Cálculo

Pf = m a ssa final da are ia + c ara m elo


Pa = m a ssa da are ia
Pc = m a ssa do ca ra m e lo

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.660: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.
230 - IAL
Capítulo V - Aditivos

118/IV Corante caram el


o proce sso amônio – De terminação do 4-m etilim ida
zol
(MEI)

Material

Estu fa, cuba crom a tog rá afic com tam pa, p la cas de vidro p a ra
crom a tog ra fia
(20 x 20)cm, balões volumétricos de 10, 100 e 1000 mL, provetas graduadas de
100 mL, nebulizado r, funil de se p a ra çoãde 125 mL, p ip e ta
s volum étrica
s de 5, 25
e 50 mL, b é qu ere s
de 10 e 25 mL, lã de vidro e ro tava por.

Rea g e n tes

Sílica g el GF 254
C elite 545
Hidróxido de sódio
Clorofórm io
Á lcool
Meta n ol
Ácido sulfúrico
Bicarb onat o de
sódioÉte r
Nitrito de sódio
Ácido sulfanílico
Ácido clorídrico
Carbonato de
sódio
Pa d rão analític o de 4-m etilim idzol a
Ácido sulfúric o 0,025 M
So lu çõ e s-p a dorã
– Pre p are so lu ç õsea q u o ssade 4 -m etilim ida
zol contend
o 100, 200,
300,
400, 500, 600, 700 e 800 m g/Kg.

Hidróxido de sódio 2 M – Pese 90 g de hidróxido de sódio e transfira para um


frasco com rolha de borracha com auxílio de 1000 mL de água isenta de gás
carbônico. Adicione, gota
a gota, solu ção sa tu raad de hidróxido de bário a té não se form ar m ais pre cip itad
o
e a g ite .Conserve o frasco fechado em repouso durante 12 horas. Decante e
transfira o líquido claro p a ra o fra sco de polietilen
o. C onserve protegido contra o
g ás carbônic o do ar.
Solução de bicarbonat o de sódio a 8% m /v – Pe se 8 g de bicarbonat
o de sódio,
tra n s fira
p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL e com p leet o volume com água.

Solução de nitrito de sódio a 0,5% m/v – Pese 0,5 g de nitrito de sódio, transfira
para um balão volum étrico de 100 mL e com plete o volume com ág ua.
IAL - 231
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Ácido sulfanílico a 0,5% em ácido clorídrico a 2% m/v – Pese 0,5 g de ácido


sulfanílico, tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL e com p leet o volume
com solu ção a q u osa
de ácido clorídric o a 2% v /v.

Solução de carbonato de sódio a 20% m/v – Pese 20 g de carbonato de sódio,


transfira para um balão volum étric
o de 100 mL e com plet
e o volume com ág ua.

Pre p a ra çã
o d as p la c sa – Pre p are p la cas de vidro com uma m istura de sílica g el GF
254 e duas partes de solução aquosa de bicarbonato de sódio a 8%. Seque as
placas ao ar livre e coloque-as em estufa a 120°C, durante 2 horas. Deixe
saturando na cuba de vidro com o so vl e n te: é te r-crofórm lo io-m etano
l (80:20:20).

Reve la d or – Misture, im ediatam ent


e a n tes de u sar, uma p arte da solu ção de nitrito
de sódio
a 0,5% e uma p arte de solu ção de ácido sulfanílic o a 0,5% em ácido cloríd ricoa
2%.

Ex tra çã
o em coluna de C elite 545 – Coloque um tampão de lã de vidro no
fundo de uma coluna crom a tog rá aficde (25 x 250)m m, com to rn eir a de te flo .n
Sobre a m esm ,a coloqueuma m istura de 3 g de Celite e 2 mL de hidróxido de
sódio 2 M. A coluna d eve fic ar firm e
e uniformemente compactada. Pese 10 g de corante caramelo num béquer e
adicione 6 mL
de solução aquosa de carbonato de sódio a 20%, misturando bem. Adicione 10 g
de Celite, hom ogeneizand o bem. Coloque todo o conteúd o so bre o em pacotam ent o
da coluna. Lim-
pe o béquer com um grama de Celite e transfira para a coluna. Coloque um
tampão de lã
de vidro no topo da mesma. A coluna deve estar firmemente compactada, sem
rachaduras. Elua a coluna com uma m istura de c lorofórm io-álcoo l (80:20) v /v,
com uma va zão de a pro- xim a dam ent e 5 mL/min a té o b ter 125 mL do eluído.
Se n e ce ss á ,riou se vácuo n e sat o p e ra-ção. Transfira o eluído para um funil de
separação de 125 mL e extraia com 25 mL de ácido sulfurico 0,025 M e depois
com mais 5 mL. Transfira os extratos obtidos para o frasco de um rotavapor e
concentre até 5 mL aproximadamente. Controle a temperatura do banho p a ra
q ue não exc e da 55°C. A p arte final da co ncentraçã o d eve s er cuid ad osam ent e
controla-
da a fim de q ue não ha aj carbo niza o. çã Tra n sfir
a o concentrado p a ra um balão
volum étrico
de 10 mL, lavando o frasco com várias porções de 1 mL de água e complete o
volume. Na hora de ap licar so bre a p la ca, tra et a solução obtida com p eq u e nsa
porç õ es de carbonat o d e sódio sólido a té q ue não dê m ais e ferve s c ê n ac i e a
solução e s teaj alca lina (pH 9).

Procedim en to – Aplique, so bre a placa, 2 μL d as so lu çõe s-p a odrã


de 4-m etilim ida
zol
con- tendo 100, 200, 300, 400, 500, 600, 700 e 800 mg/kg. Desenvolva o
cromatograma com
a m istura é te r-clorofórm io-m etanol (80:20:20) a té que o s o vl e n te tenha atingido
a proxim a- damente 15 cm. Retire a placa, seque à temperatura ambiente e
borrife com o revelador. Compare a intensidad e da c or da m ancha am are la -
a la ra n jaad obtida com as m ancha s d os padrões de concentração conhecida. As
manchas permanecem estáveis por 30 min, clareando em se g u id a .
232 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Cálculo

Quando o limite de 4-metilimidazol é expres so baseando-se na equivalência de


cor,
a concentra oçãé prim eiram ent
e ca lcu laad s o bre o conteúd
o de só lid os Cs, usando-se
a fórm ula:

C1 = quantidad
e de im pureza (MEI) enco n trad
a no produto
Cs = conteúd
o de só lid o s

A se g ur,i c a lc uel o te or de 4 -m etilim ida


zol b a s e aod na eq uiva lên ci
a de c o r:

IC = intensid ad
e de c o r
Cs = conteúd
o de só lid o s

O teor de 4-metilimidazol é expres so em termos de um corante caramelo


(proces sos à base
de amônio) cu ja a b sorb â nacié igual a 0,1.

Re ferê n c ia
s s b ib liorág fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITTIVES Compen-


dium of Food Additive Specifications
. Rom e, 1992. p. 346, 349.

119/IV Corantecaram e lopro c e s s osulfito/am ônio– De term inaçãoda


intensidaded e co r

O corante caramelo proces so sulfito/amônio é composto de substâncias


obtidas a p artir do tratam ent o térm ico de c a rb o id ra to , sem pre s e naç de
ca ta lisa dr oquím ico co nsti - tuído da m istura de hidróxido de am ônio e dióxido de
e nxo fre, por tecnolo ga iadeq uada. Apresenta-se na forma de pó ou líquido denso
de cor marrom-escura a preta, tendo odor c a ra c te rístic o de a çú car queim ad o e
sa b or am argo.Pa ra o co ra net ca ra m eo l pro c e sos s u lfitoamônio
- , e s at intensid ad
e de
c or d eve e s tar en tre 0,1 e 0,6.
Procedim ent
o – Siga o m esmo procedim ent
o d e sc rit
o em 116/IV.

IAL - 233
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 1 3 .6 6 0 -


13.661: C o le tâ nae de n o rm as de c o r a n te
s n a tu rasi p a ra fins a lim e n tíc io. sSão
Pa u- lo, 19 96 .

120/IV Corante caram el


o pro c e ss
o sulfito/amôni
o – De terminação de sólidos

Procedim ent
o – Siga o m esmo procedim ent
o d e sc rit
o em 117/IV.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.660: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

121/IV Corante caram elo pro c e ss


o sulfito/amôni
o – De terminação do 4-
m etilim ida
- zol (MEI)

Procedim ent
o – Siga o m esmo procedim ent
o d e sc rit
o em 0118/IV.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

JOINT FAO/WHO EXPERT COMMITTEE ON FOOD ADDITIVES. Compen-


dium of Food Additive Specifications
. Rom e, 1992. p. 346, 349.

122/IV Corantes naturais – Identificação de beta-caroteno

Be ta -croten
a o idêntico ao natural é um c arotenóid
e obtido por sín tees
quím ica. 0,6
μg de b e ta -croten
a o c o r espondm
e a uma unidade internaciona l de vitam ina A.
Apre s e n ta -
se na forma de pós (c ris tas iverm elhsoou pó cristalin)oou su sp e n sã o. Pode s er
adicionado
de antioxidantes permitidos. Os cristais são insolúveis em água, praticamente
insolúveis em álcool e m etanol , m as pouco so lúve is em óleo ve g e ta l.
234 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Material

Es p e crofotôm
t et
ro UV/VIS, a p arelho m edidor de ponto de fu sã o, b éq ueres de 25
mL

Rea g e n tes

Éter de petróleo
Á lcool

Procedim entos

1. O espectro de absorção da solução da amostra, em éter de petróleo, apresenta


picos de absorção máximo em 475, 448 e 450 nm. Em álcool, apresenta
absorções em 475, 449 e
427 nm.

2. O intervalo de fu são da am o str oC, com decom posiçã


a va ria entre (1 78 -18 4) o.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.669: Coletânea


de norm as de co ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.
123/IV Carotenóides lipos solúveis (preparações a 30%) – Determinação do
teor de b e ta -ca
roteno

Material

Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 25 mL, balões


volumétricos de
100 mL e pipeat volum étric a de 20 mL.

Rea ge n te

Éter de petróleo

Procedim ent o – Pe s e, com pre c isã,o c erca de 50 mg da a m o stra


, d issova
l em
é ter d e p e tróle o, tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL e com p lete o
volume com o mesmo solvente. Transfira uma alíquota de 20 mL para outro
balão volumétrico de 100 mL
e com plet e o volum e. A ju ste o zero do e sp e crofotôm
t et
ro, em unidade
s de
a b so rb ân cia
,a

IAL - 235
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

448 nm, utilizand o é ter de p etróleo como branco e c u b e ta


s de 1 cm. Me ça a
a b so rb ân cia
da a m o str
a a 448 nm.

No ta: Os e n s a io
s d evem s er fe itos com a m aior ra p idez p o ssí
ve l, evitand o e x p o siçã
o
dem a-s ia da ao ar e à luz. Utilize v id ra ri
a de b a ixa perm e ab ilidade a os ra ios a ctín ic o s.

Cálculo

C alcule a porcen ta gm
e de b e ta -croten
a o usando = 2592.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.670: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

124/IV Carotenóides hidromiscíveis (preparações com 10%) – Determinação


do teor de b e ta -ca
roteno

Material

Balança analítica, espectrofotômetro UV/VIS, béquer de 50 mL, funil de separação


de
250 mL, pipeta volumétrica de 20 mL, balões volumétricos de 100 e 5 00 mL,
provetas
de 100 e 200 mL e fra s oc Erle n m yeer de 250 mL.

Rea g e n tes

Éter de p etróleo
Aceto n a
Sulfato de sódio anidro

Procedim ent o – Pese, com precisão, cerca de 70 mg de amostra, transfira para


um balão volum étric o de 500 mL com auxílio de água, d isp e rs e totalm ent
e e
com plet e o volum e. Tra n sfira uma alíquot a de 20 mL p a ra um funil de
se p a ra ç ã, adicion
o e 80 mL de a ce toan e a g ite por 5 min. Adicione 60 mL de é ter
de p etróleo, seg u id o de água p a ra a u x ilia
r a tra n -sferência do pigmento para a
fase de éter. Após a separação das fases, descarte a fase inferior. Lave 3 vezes com
a proxim adam ente 150 mL de ág ua. Re co lha em fra sco Erlenm yeer con- tendo
sulfato de sódio anidro para retirar gotas de água. Transfira para um balão
volumétrico
236 - IAL
Capítulo V - Aditivos

de 100 mL e com p leet o volume com é ter de p etróleo. A ju ste o zero do


e s p e crofotôm
t et
ro
em unidades de absorbância a 448 nm, utilizando éter de petróleo como branco.
Meça a absorbância da amostra em cubeta de 1 cm, a 448 nm.
No ta: os ensaios devem ser realizados com a maior rapidez pos sível, evitando
exposição d em a siaadao ar e à luz. Utilize v id ra ri
a de b a ixa perm eab ilidad
e a os ra ios
a ctin ic os.

Cálculo

C alcule a porcen ta gm
e de b e ta -croten
a o usando = 2592.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

TAKAHASHI, M. Y. (coord.). Monografias de corantes naturais para fins


alimentícios:
padrõ es de identidad
e e qualidade
. 2. ed., São Paulo, 1987. 114 p.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 13.671: Coletânea de


norm as de c o ra n te
s n atu rasi p a ra fins alim e ntícios
. São Paulo, 1996.

125/IV Edulcorantes – Determinação de acesulfame-K por cromatografia


líquida de alta eficiência

E s te m étodo é aplicad
o p a ra a dete rm inaçã
o de a c e su lfa mKeem
- a d o ça n te s.
Material

Ba la n ça analítica, crom atógraf


o líquido de a lta e ficiê n acicom d e te ctor de
ultra violeta, colu-
na analítica Lichrospher 100 RP-18 (5μm) ou equivalente, integrador, balões
volumétricos
de 100, 200 e 1000 mL, pip eta de 5 mL, m em brana s filtra n te
s d e scrtáve
a is de 0,45
μm, bom ba de vácuo, siste m a de filtra çã
o da fa se móvel e se rin ag de vidro de 5
mL.

Rea g e n tes

Meta n ol g rau CLAE


Hidrog en osu lfat
o de te trab uti
l amônio -
C16H37NO4S Á gua u ltra -p u ra

Solução–padrã
o e s to qeu de a c e s u lfa mKe–- Pe s e, com pre c isã,o100 mg de
a c e su lfa mKee- transfira para balão volumétrico de 200 mL. Dis solva o acesulfame-K
em água e complete
o volum e.
Solução-padrão de trabalho do acesulfame-K – Pipete 5 mL da solução-estoque
para balão

IAL - 237
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

volum étric o de 100 mL e com plet e o volume com ág ua. Filtre a través de
m em brana s fil-
trantes de 0,45 μm, antes de injetar no cromatógrafo.
Fa se móve l: m eta n o l-so luoçã
a q u oas de hidrogênio su lfaot de tetrabutilam ôni
o
0,01M
(35:65) – Pese 3,3954 g de hidrogênio sulfato de tetrabutil amônio e transfira
para um balão volumétrico de 1000 mL. Misture 650 mL da solução com 350
mL de metanol, hom ogeneí ze, filtre a través de m e m b rana s de 0,45 μm e
d e g a s e ifiq u e .

Procedim ent o – Pese uma q u a n t id aed de a m o s tar q ue c o n te nah


a prox im a d a m e n te
2,5 mg de acesulfame-K. Dis solva em água e transfira para b a lã ovo lu m é trico
de
1 0 0 m L, co m p le ta n doo volu m eco m á g u a .Filtre a travé s d e m e m b ra n afiltras n te s
de
0 ,4 5 μm, a n te sd e in je ta rno cro m a tó g rao.f A ju s teo com prim en to d e o n d ad o
d e te c to r p a2ra2 7 nm e o fluxo d a f a s emóve l p a ra0 ,6 mL/min.In je te5 μL d a
s o lu ç ã oadrão
-p
de trabalho no cromatógrafo, ajustado às condições experimentais estabelecidas.
Efetue a op era çã o em triplicata p a ra ve rificra a rep etitiv id a .de
A d ifere n ça não d eve
s er su p e rio
ra
2%. In jete 5 μL da a m o str a em triplicata.

Cálculo

Calcule o teor de acesulfame-K na amostra analisada por meio das áreas dos picos
obtidos n os crom atog ram as.

Cp = concen tra oçã do padrão em


m g/mL C a = concen tra oçã da
a m o str
a em m g/mLA a= área do pico
da a m o stra
Ap = área do pico do padrão

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

H.GROPIETSCH and H.HACHENBERG, Z. Lebensm. Unters. Forsch. 171:41-


43,
1980.

126/IV Edulcorante s – De terminação de aspartame por crom atografi


a líquida
de alta eficiência

Este método é aplicado para a determinação de aspartame, em adoçantes e


refrigerantes.

238 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Material

Ba la n ça analítica
, crom atógraf o líquido de a lta e ficiê n acicom d e te cto
r ultra violeta ,
colunaan alític a Lichro sp h re 100 R P-18 (5 μm) ou eq uiva le n te , in tegradr,o b a lõ es
volum étricos
de 100 e 200 mL, pipeta volum étric a de 10 mL, b éq u er de 10 mL, prove tas de
50 e 100 mL, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba de vácuo,
pHmetro, sistema de filtra çã o da fa se movel e se rin ag de vidro de 5 mL.

Rea g e n tes

Acetonitril a g rau
CLAE Á gua u ltra -p u ra
Fo s faot de p o tá ssi
o m onobásico
Ácido fo sfó rico
Meta n ol

So lu ç ã o -e stoeq ude a s p artame – Pe s e, com pre c isã,o a proxim adam ent


e 140 mg
de a s p a- rtame, transfira para um balão volumétrico de 100 mL e dis solva em
metanol ou água com auxílio do u ltra -so ,me com p leet o volume com m etano l
ou ág ua. O padrão d eve s er pre- parado m ensalm ente .
So lu çã o -p a dorãde trabalh o de a s p artame – Pip e et 10 mL da so lu ç ã o -e stoe qeu
dilua com á gua p a ra um b alão volum étric o de 100 mL. Pre p are no dia de u so.
Filtre a través de m em- b ra n sa filtra n te s de 0,45 μm, a n tes injetar no
crom atógraf o.

Fase móvel: tampão fosfato pH 3,5-acetonitrila (9:1) – Pese 3,3913 g de fosfato


de potás sio monobásico e transfira para balão volumétrico de 2000 mL, dilua
em água e acerte o pH para 3,5 com ácido fosfórico, homogeneíze e complete
o volume. Misture 1800 mL desta solução-tampão com 200 mL de acetonitrila.
Homogeneíze, filtre através de membranas de
0,45 μm e d e g a se ifiq u e .

Procedim ent o – Ajuste o comprimento de onda do detector para 214 nm e o


fluxo da fase móvel para 1,5 mL/min.

Re fr igra
e n tes – De g a se ifiqe u em u ltra -sm
o e p a ses em m em brana
s filtra n te
s de 0,45
μm. Dilua, em ág ua se n e c e s s áo.ri

Ad o ça net líquido e em pó – Pe se uma quantidad e de am ostr


a q ue contenh
a
a proxim adam en -
te 14 mg de a sp artam e, tra n s fir
a p a ra um b alão volum étric
o de 100 mL e com p leet
o volu- me com água. Filtre em membranas filtrantes de 0,45 μm. Injete 5 μL da
solução–padrão
de trabalho no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas.
Efetue a
IAL - 239
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

operação em triplicata para verificar a repetitividade. A diferença não deve ser


maior que
2%. In jete 5 μL da a m o str
a em triplicata.

Cálculo

Calcule o teor de edulcorante na amostra analisada por meio das áreas dos picos
obtidas nos crom atog ram as.

Cp = co nce n traçã
o do padrão em
m g/mL Ca = con cen tra oçã da
a m o str
a em m g/mL Aa = área do
pico da am o stra
Ap = área do pico do padrão

No ta: este método também pode ser aplicado p a raa d e te rm in a ç ãdoe á c id o s


b e nzóico
e s ó rb ic oe m b e b id a sa, lte ra n d o co m p rim e nto
d e on dap a ra2 3 4 nm e o fluxo
p a ra
2 ,0 mL/minNe s t ec a s o p, e s e1 0 0 m g d o s á c id o sb e nzó ico e sórbico para o
preparo da so lu çã o -p a dorã e sto qeu e pipete 5 mL d e sat solu ção p a ra um balão
volum étric o de 100 mL
e dilua a té o volume com água (so lu çã o -p a do rã de trabalho).

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

ABREU, R.W.,; OLIVEIRA, I.R.; ZENEBON, O. Quantificaçã o de a s p artame por


cro- m atog raafi líquida de a lta re so lu çã
o (CLAR) em p ós p a ra o pre p aro de
s o bre m e sa. sRev. Inst. Adolfo Lutz, 53(1/2)
, p. 7 7 -8 ,0 1993.

TYLER, T. A. Liquid Chromatographic Determination of Sodium Sac charin,


Caffeine, A sp artame and Sodium Be nzo a te in Cola Beve ra g e. sJ. As so c. Off. Anal.
Chem. 67(4), p.
7 4 5 -4,71984.

127/IV Edulcorante
s – De terminação de ciclam atos

Fa ça a dete rm inaçã
o conform
e o m étodo 258/IV.

128/IV Edulcorantes – Determinação de esteviosídeo por cromatografia


líquida de alta eficiência

E s te m étodo é aplicad
o p a ra a dete rm inaçã
o de e ste v io síd
o eem a d o ça n te s.

240 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Material

Ba la n ça analítica , crom atógraf o líquido de a lta e ficiê n acicom d e te cto


r de
ultra violeta , colu-
na analítica Lichrospher 100 RP – 18 (5 μm) ou equivalente, integrador, ultra-
som, balões volum é trico s de 100 e 1000 mL, pipeta de 10 mL, m em b rana s
filtra n te
s d e scrtáve
a is d e
0,45 μm, bom ba de vácuo, s e rin ag de vidro de 5 mL e s iste m a de filtra çã
o de fa se
móve l.

Rea g e n tes

Meta n ol g rau
CLAE Hidróxido
de sódio Á gua
u ltra -p u ra

So lu çã o -p a dorã e sto qeu de e s te v io síd


o i – Pe s e, com pre c isã,o 200 mg de
e s te v io s íd
o e transfira para balão volumétrico de 100 mL. Dis solva em água no
ultra-som e complete o volum e. Pre p are o padrão todo m ês.

Solução-padrão de trabalho de esteviosídeo – Pipete 10 mL da solução-estoque


para balão volum étric
o de 100 mL e com p leet o volume com água. Pre p are no dia
do u so.

Fa se móve l: m e tan o l-so luoçã


a q u oas de hidróxido de sódio 5 mM (65:35) – Pe se
0,1125 g
de hidróxido de sódio e transfira para balão volumétrico de 500 mL e complete
o volume com ág ua. Misture 350 mL d e sat solução com 650 mL de m etanol ,
hom ogeneíze, filtre a través de m e m b rana s de 0,45 μm e d e g a se ifiq u e .

Procedim ent o – Pe se uma quantidad e de a m o stra que contenha ,


a proxim adam ente , 20
mg de esteviosídeo. Dis solva em água, tra n sfir a pa ra balão volum étric o de 100 mL
e com ple -
te o volume. Ajuste o comprimento de onda do detector para 2 10 nm e o fluxo
para
1,0 mL/min.Filtre em m em brana s filtra n te
s d e s crtáve
a is de 0,45 μm. Injete 10
μL da solução-padrão de trabalho no crom atógraf o ajustad o às con d içõse
e x p e rim e nstaei s ta b- ele c id a. s Efe tue a o p e ra çoã em trip licat a p a ra ve rificra a
re pe titiv ida .de
A d ifere n ça não d eve
s er m aior que 2%. In je te 10 μL da a m o str a em trip licata.
Cálculo

Calcule o teor de esteviosídeo na amostra analisada por intermédio das áreas dos
picos obtidos n os crom atog ram as.

IAL - 241
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Cp = co n ce n traçã
o do padrão em mg/mL
Ca = concentra oçãda a m ostra em m g/mL
Aa = área do pico da am o stra
Ap = área do pico do padrão

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

ALVAREZ, M.; KUSUMOTO, I.T. A n á lise quantitati va d os g lic o síd es o


e d u lco ra nsted a Ste vai reb audian
a e dos seus produtos de hidrólise através da
cromatografia líquida de alta p erform anc e (HPLC). Arq. Biol. Tecnol. 30 (2), p.
337-348, 1987.

129/IV Edulcorante s – De terminação de polióis (manitol e sorbitol) por


crom atogra
- fia líquida de alta eficiência

E s te m étodo é ap licad o p a ra a de term inaçã o de m anitol e sorbito


l em
a d o ça n te. Es s-
tes edulcorantes são separados em uma coluna de divinil estireno amina, eluídos
com água
e d e te c ta ds opor d ifere n ça d os ín d ices de re fra çoã.
Material

Ba la n ça analítica , crom atógraf


o líquido de a lta e ficiê n aci com d e te cto
r de índice
de re- fra çã ,o coluna an alítica Bio -R ad Am inex HPX-87C – 4,0 x 250 mm ou
eq uiva le n te
, in- tegrador, béquer de 10 mL, balão volumétrico de 50 mL, bastão
de vidro, funil de vidro, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba
de vácuo, sistema de filtração da fase móvel e s e rin ag de vidro de 5 mL.

Rea g e n tes

á g ua u ltra -p u ra

So lu çã o -p a dorã de trabalh o de m anitol ou so rb ito l – Inicialm ente, coloq ue


a proxim ada - mente 300 mg de sorbitol em des secador com sílica por 24 horas.
Utilize um pesa-filtro contend o c lore to de cá lcoi anidro no interior da balança
analític a p o r 1 5 m inutosa n te sd e p e s a ro s o rb ito l.Pa r a o m anitol,s e q u e - ao
1 05°C p o r 4 h o ra s .Pe s e ,co m pre c is ã o e, m um b é q u e rd e 1 0 m L, 0 ,2 4 g d e
s o rb itooul m anitol.Tra n s firap a rab a lã ovo lu m é tric o
d e 5 0 m L, d is s oval em á g u ae co m p le teo volu m e .Filtre a travé s d e m e m b ra n a s
filtra n-t e sd e 0 ,4 5 μm, a n t e sd e in je ta rno cro m a tó g rao.f

Fa se móvel – Ág ua u ltra -p u ra
Procedim ento – Ajuste a temperatura da coluna para 65°C e o fluxo da fase
móvel para 0,4
242 - IAL
Capítulo V - Aditivos

mL/min, estabilize o detector de índice de refração. Pese uma quantidade de


amostra que
contenh a a proxim adam ent e 0,24 g de so rb ito
l ou de m anitol. Diss ova
l em ág ua
e tra n sfirapara balão volumétrico de 50 mL, completando o volume. Filtre
através de membranas filtrantes de 0,45 μm, antes de injetar no cromatógrafo.
Injete 5 μL da solução-padrão de trab alh o no crom atógraf o ajustad o às con d içõse
e x p e rim e nstaei s ta b e le c id. aEfe
s tue a op e- ra ção em triplicata p a ra ve rifica
r a
re pe titiv ida .deA d ifere n ça não d eve s er m aior que 2%. In je te 5 μL da a m o str a
em triplicata.

Cálculo

C alcule o te or de poliol na a m o str


a a n a lisaad por m eio d as áre as d os p icos obtidos
n o scrom atog ram as.

Cp = co nce n traçã
o do padrão em
m g/mL Ca = con cen tra oçã da
a m o str
a em m g/mL Aa = área do
pico da am o stra
Ap = área do pico do padrão

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX. Food Chem ical s Codex. 4. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1996. p. 7 73 -7 7 4 .

130/IV Edulcorantes – Determinação de sacarina por cromatografia líquida


de alta eficiência

E s te m étodo é aplicad
o p a ra a dete rm inaçã
o de s a c a rin
a em a d o ça n te s.

Material

Balança analítica, cromatógrafo líquido de alta eficiência com detector


ultravioleta, coluna analítica Lichrospher 100 RP-18 (5 μm) ou equivalente,
integrador, pipeta volumétrica
de 10 mL, béquer de 10 mL, balões volumétricos de 200, 250 e 2000mL ,
provetas de
50 e 100 mL, membranas filtrantes descartáveis de 0,45 μm, bomba de vácuo,
sistema de filtra çã
o da fa se móvel e se rin ag de vidro de 5 mL.

IAL - 243
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Reagentes

Acetonitril a g rau
CLAE Á gua u ltra -p u ra
Fo s faot de p o tá ssi
o m onobásico
Ácido fosfórico

So lu çã o -p a dorãe sto qeu de sa c a rin


a – Pe s e, com pre c isã,o100 mg de sa c a rin
a
tra n s fir
a p a rabalão volum étric o de 250 mL e com plet e o volume com ág ua.

Solução-padrão de trabalho de sacarina – Pipete 4 mL da solução-estoque e dilua


com água para balão volumétrico de 200 mL. Filtre através de membranas
filtrantes de 0,45 μm, antes
de in jetar no crom atógraf
o.

Fase móvel: tampão fosfato pH 3,5-acetonitrila (9:1) – Pese 3,3913 g de fosfato


de potás sio monobásico e transfira para balão volumétrico de 2000 mL, dilua
em água e acerte o pH para 3,5 com ácido fosfórico, homogeneíze e complete
o volume. Misture 1800 mL da solução-tampão com 200 mL de acetonitrila,
homogeneíze, filtre através de membranas de
0,45 μm e d e g a se ifiq u e .

Procedim ent o – Ajuste o comprimento de onda do detector para 214 nm e o


fluxo da fase móvel p a ra 0,4 mL/min. Pe se uma quantidad e de amostra que
contenha aproximadamen-
te 1,6 mg de sacarina. Dis solva em água e transfira para balão volumétrico de 2 00
mL. Filtre em membranas filtrantes de 0,45 μm. Injete 5 μL da solução-padrão de
trabalho
no cromatógrafo ajustado às condições experimentais estabelecidas. Efetue a
operação em trip licata p a ra ve rificra a rep etitivid ad
.Ae d ifere n ça não d eve s er m aior
q ue 2%. In jete 5 μL
da a m o str
a em trip licata.

Cálculo

Cp = co nce n traçã
o do padrão em
m g/mL Ca = con cen tra oçã da
a m o str
a em m g/mL Aa = área do
pico da am o stra
Ap = área do pico do padrão
244 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

ABREU, R.W., OLIVEIRA, I.R.; ZENEBON, O. Quantificaçã o de a s p artame por


crom a- to g raafi líquida de a lta re so lu çã
o (CLAR) em p ós p a ra o pre p aro de
s o bre m e sa. sRev. Inst. Adolfo Lutz, 53 (1/2), p. 7 7 -8 ,0 1993.

131/IV Edulcorante
s – De terminação de su cra loes por crom atografi
a líquida de
alta eficiência

E s te m étodo é aplicad
o p a ra a dete rm inaçã
o da s u c ra loe spura e em
a d o ça n te s.

Material

Ba la n ça analítica, crom atógrafo líquido de a lta e ficiê n aci com d e te cto


r de índice
de re- fra çã ,o coluna an alític
a (Lichro sp h re 100 R P -18 ou equiva le n te)
, in tegradr,o
m em branasfiltrantes descartáveis de 0,45 μm de diâmetro de poro ou
equivalente, filtros descartáveis
de 0,45 μm de diâm et ro de poro ou eq uiva le n te, bom ba de vácuo p a ra filtra çã o
da fa se mó- vel, balões volumétricos de 25 e 1000 mL, proveta de 200 mL,
seringas de vidro de 5 mL, siste m a de filtra ção de fa se móvel (Millipore ou
eq uiva len te ).

Rea g e n tes

Acetonitrila g rau
CLAE Á gua ultra pura
Pa d rão analític
o de su c ra lo se

Fase móvel – Adicione 150 mL de acetonitrila a 850 mL de água. Homogeneíze,


filtre a través de m em brana
s de 0,45 μm e d e g a s e ifiq u e .

Solução-padrão – Pese, com precisão, 100 mg de sucralose em um balão


volumétrico de
100 mL. Dis sova
l e com p leet o volume com a fa se móve l. Filtre com filtros de
0,45 μm.

Procedim ento – Pese uma quantidade da amostra que contenha


aproximadamente
1 00 mg de sucralose. Transfira para balão volumétrico de 1 00 mL, dis solva e
complete
o volume com a fase móvel. Filtr e com filtros de 0,45 μm. Ajuste o fluxo da
fase móvel p a ra q ue o tem po de re te n çoã da su c ra loe s e s teaj em torno de 9
m inutos (g era lm en
e t1,5 mL/min). Trabalhe em temperatura ambiente. Injete
20 μL do padrão no cromatógrafo ajustado às condições experimentais
estabelecidas. Efetue a operação em triplicada para verificar a repetitividade. A
diferença não deve ser maior que 2%. Injete 20 μL da amostra em trip licata.
IAL - 245
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Cálculo

Calcule o teor de edulcorante na amostra analisada por meio das áreas dos picos
obtidos n os crom atog ram as.

Cp = co nce n traçã
o do padrão em
m g/mL Ca = con cen tra oçã da
a m o str
a em m g/mL Aa = área do
pico da am o stra
Ap = área do pico do padrão

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX Food Chem ical s Codex. 4. e d ;


Washingto
n D. C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 3 9 8 -3 99 .

132/IV E sp essa nste– Extração de gom as em alimentos

As gomas podem ser identificadas em formulações de aditivos ou em


alimentos nos q uais é perm itid
o s eu u so, com re a ç õse c a ra c te rístic
s ead ifere n tes
re a g e n te s .

Material

Balança semi-analítica, centrífuga, banho-maria, provetas graduadas de 50, 100


e 200 mL, pipeta graduada de 1 mL, béqueres de 100, 250 e 500 mL, balão
volumétrico de 100 mL, tubo de cen trífuag e vidro de reló go.
i

Rea g e n tes

Dioxan
o Álcool
Éte r
Ácido tricloro a cé tico
Clore to de sódio

Solução de ácido tricloro a cé tic


o a 50% m /v – Dis sova
l 50 g de ácido tricloro a cé tic
o
em á gua su fic ie netp a ra 100 mL.

Solução a q u oas sa tu raad de clore to de sódio – Utilize o s o bren ad a nte.


246 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Procedim ent o – Pe se 50 g da a m o s tr. Ad a ic ioen 1 50 mL de d iox a n ,o c o lo qeu em tu bo


de c e n tri -
fuga e extraia usando centrifugação a 1 8 00 rpm para separar o solvente. Extraia
novamente o resíduo c om 30 mL de é t er, a g ita nod v ig oro s a m e n. teDe c a net o é ter.
Se q ue o re s íd ou em b a n h o -m a. ria Ad i- c io ne 50 mL de á g ua a 8 0 °C. A g ite v ig oro s a m een t
a fim de d is p e rrs ao re s íd o. u Ad ic ioen 20 mL d e ácido tricloroacético a 5 0%. Agite.
Centrifugue a 1 2 00 rpm, durante 10 minutos. Decante a solução a tr vaés de p a p le de
filtro p a ar o u rto tu bo de c e n trifu g ao.ç ãAd ic ioen 1 00 mL de á lc o lo e 1 mL d a s o lu çoã
s a t u r aa dde c lore to de s ó do.i De xi e em re p o uos d u ra net a n o ite. Have n do fo rm a çoãde
pre c-i p ita d,o há pre s e naç de g o m .a De c a n .t e Pu rifiqeu o pre c ip itaod d is s ovel n do
nova m e net em 30 mL d e á g ua a 8 0 °C e re pre c ipeit c om á lc o lo e s o lu çoã s a tu r aadde
c lore to de s ó do.i De c a n ,ted e s rpeze o á lc o o l
e re d is sva o l o pre c ip itaodem á g ua a 8 0 °C, re s f r ,iee u se e sat s o lu çoã p a ar as re a ç õsede
id e n tific ao.ç ã

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ. Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v. 1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to, 3.
s e d. São Paulo: IMESP, 1985.
p. 121.

133/IV E sp essa nste– Extração de gom as em form ulaçõe


s de aditivo s

Material

Ba la n ça se m i-a n a lític
, baan ho -m a ria
, prove tas g ra d u a dsade 50, 100 e 200 mL,
pip etag ra d u ada de 1 mL, bé qu er de 500 mL e vidro de reló gio.

Rea g e n tes

Álcool
Clore to de sódio
Solução a q u oas sa tu raad de clore to de sódio – Utilize o s o bren ad a nte.

Procedim ento– Pese 10 g da amostra, aumentando ou diminuindo es sa


quantidade se
o teor de goma for menor ou maior que 1% e dis solva em 100 mL de água a
80°C em um b éq u er de 500 mL. Adicione , com a g ita çã,o1 mL de solução
sa tu raad de clore to de sódio
e 300 mL de álcool. Se houver precipitação, indica a presença de gomas. Deixe
em repouso durante a noite, cobrindo o béquer com vidro de relógio. Decante.
Purifique o precipitado re d iss ovend
l o em 100 mL de á g ua a 80°C, e
re precipitand o com álcool e solu ção sa tu ra d a
de cloreto de sódio como anteriormente. Decante, despreze a fase alcoólica,
redis solva o precipitad
o em ág ua a 80°C, re s frie , e u se e s at solução p a ra as re a ç õse
de identificaçã o.

IAL - 247
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

134/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma guar

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n sa io
, p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.
Rea g e n tes

Solução de b ó rax a 4% m /v
Solução de ácido tânico a 10% m/m

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend


o a proxim adam ent
e 10 mL do e x traot obtido em
0132/IV
ou 0133/IV ou a 5 mL de uma solu ção a 0,5 % m /v da gom a, adicion e 2 mL de
solução d e bórax. A formação de um gel confirma a presença de goma guar.
2. Adicione 2 mL de solução de ácido tânico a 10% m/v e visualize a formação
de um precipitado.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, São Paulo, ano
13, n. 1,
p. 2 1 -2 ,4 2003.

135/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma carragen
a (m usgo

irlandês)Material

Balança semi-analítica, estante para tubos de ensaio, tubos de ensaio, pipetas


graduadas de
1 e 5 mL, balão volum étric o de 100 mL e prove ta de 100 mL.

Rea g e n tes

Clore to de bário
Azul de m etileno
Solução a q u oas sa tu raad de clore to de bário – Utilize o
s o bren ada n te.
Solução a q u oas de azul de m etilen o a 0,5% m /v.
248 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend o a proxim adam ent


e 10 mL do e x traot obtido em
0132/IV
ou 0133/IV ou a 5 mL de uma solução a 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução sa tu raad de clore to de bário. Há a form açã
o de um precipitad o branco
g ela tin oo.s

2. Adicione algumas gotas de azul de metileno a 0,5%.m/v. A precipitação de


fibras coloridas
de púrpura indica a pre se naç de goma c a rra g e n a .

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS. Food Chem ical s Codex. 3. ed;


Washingto n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 74.
GLICKSMAN, M. Gum Technolog y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s .
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

136/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma arábica

(acácia)Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Su b -a c e ta
o tde chum bo
Indicado r verm elho cong o

Solução aquosa de sub-acetato de chumbo – Triture 14 g de monóx id o d e


chum bocom
1 0 mL d e á g u a ,tra n s fir pa a raum fr a s c olavan docom m a is1 0 mL d e á g u a .
Dis s ova
l
2 2 g d e a c e ta tod e chum boe m 7 0 mL d e á g u ae a d icio n ee s t as o lu ç ã on a
m istu ra
d e monóxido de chumbo. Agite vigorosamente por cinco minutos. Guarde esta
mistura durante sete dias, agitando freqüentemente. Filtre para um balão
volumétrico de 100 mL, lave o filtrado com água, esfrie e complete o volume
com água recentemente fervida. Dilua
3,25 mL d e sat solução em 100 mL de ág ua re ce n te m eenfervida.
t

Solução a q u oas de indicado


r verm elh
o congo a 0,5% m /v.
IAL - 249
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contendo aproxim adam ent e 10 mL do e x traot obtido em


132/IV
ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução a 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de su b -a c e ta
o de
t chum bo. Fo rm a e-sum precip itad
o branco floculento.

2. Adicione alg u m sa g o tas de solu ção de verm elh


o congo. Fo rm a e-sum pre cip itad
o
fino a z u l-e scro.
u

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 7, 561.

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M .S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. Análi-
se de g o m sa em a d itivos a lim e n ta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, a no 13, n. 1, p. 2 1 -2 ,4
2 00 3.

137/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de alginato de sódio

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Clore to de cá lcio
Solução de acido sulfúric o4M
Solução de c lore to de cá lcio (CaCl2.2H2O) a 7,5% m /v

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend o a proxim adam ent e 10 mL do e x traot obtido em


132/IV
ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL da
solução de c lore to de cá lcio. Fo rm a e-sum g el levem ent
e branco.
2. Adicione 2 mL de solu ção de ácido sulfúric
o. Fo rm a e-sum g e l.
250 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 274.

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R. Aná-
lise de g o m sa em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13 ,n. 1, p. 2 1 -
24,
2003.

138/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma Konjak

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Solução de b ó rax a 4% m /v
Solução de hidróxido de p o tá ssi
o a 10% m /v

Procedim entos

1. Em um tubo de e n s aoi contend


o a proxim adam ent
e 10 mL do e x traot obtido
em 132/
IV ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de bórax a 4% m/v. Forma-se um precipitado.

2. Adicione 2 mL de solu ção de hidróxido de p o tá ssi


o. Fo rm a e-sum g el rígido.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

IAL - 251
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

139/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de a g a r-a g a r

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n sa io
, p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Solução de sub-acetato de chumbo, triture 14 g de monóxido de chumbo com


10 mL de água, transfira para um frasco, lavando com mais 10 mL de água.
Dis solva 22 g de acetato
de chum bo em 70 mL de água e adicion e e s at solu ção na m istura de óxido de
chum bo. Agi-
te vigorosamente por 5 minutos. Guarde esta m istu rad u ra n te7 d ia s ,a g ita n d o
fre q ü e n-te m e n teFiltre
. , p a raum b a lã ovo lu m é tric od e 1 0 0 m L, lave o filtra d o
com á g u a ,e s fr ie
e c o m p le teo volu m eco m á g u are c e n te m e nferv te id a .Dilu a 3 ,2 5 mL d e s ta
s o lu ç ã oe m
1 0 0 mL d e á g u are c e n te m e nferv
te id a .

Solução de indicador verm elho congo a 0,5%


m /v. Solução de azul de m etilen
o a 1 % m /v

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend


o a proxim adam ent
e 10 mL do e x traot obtido em
132/IV
ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de solução de sub-acetato de chumbo. Forma-se um precipitado floculento
com gel.

2. Adicione alg u m sa g o tas de solução de indicado


r verm elh o -coo.
n g Fo rm a e-s
um precipitad
o fino a z u l-e scro.
u

3. Adicione alg u m sa g o tas de solu ção de azul de m etilen


o a 1% m /v. Fo rm a e-sum
precipitado
de c or púrpura.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 74, 561.
GLICKSMAN, M. Gum Technolog
y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
252 - IAL
Capítulo V - Aditivos

A n álise de g o m as em aditivos alim enta


re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

140/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma jataí

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n sa io
, p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.
Rea g e n tes

Solução de b ó rax a 4% m /v

Solução de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até
a ebulição, e s fri
e e utilize a solução s o bren ada n te.

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend o aproxim adam ent e 10 mL do e x traot obtido em


0132/IV
ou 0133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de solução de b ó ra x. Fo rm a e-sum g e l.

2. Adicione 2 mL de solu ção de a ce taot de chum bo. Fo rm a e-sum precipitad


o
floculentobranco.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

141/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de carboxim etilcelulose

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.
IAL - 253
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Rea g e n tes

Solução a q u oas de su lfaot cúprico a 12,5% m /v

Solução aquosa de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água,
aqueça até a ebulição
, e s frie e utilize a solução so brenad an te.

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contendo a proxim adam ent


e 10 mL do e x traot obtido em
132/IV
ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de sulfato cúprico. Forma-se um precipitado branco-azulado.

2. Adicione 2 mL de solu ção de a ce taot de chum bo. Fo rm a e-sum g el floculent


o.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 280.

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A.; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

142/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de pectina

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Solução de c lore to de cá lcio a 7,5% m /v

Solução de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água, aqueça até
a ebulição, e s fri
e e utilize a solução s o bren ada n te.
254 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Solução sa tu raad de clore to de bário – Utilize o so bren ad an te.

Solução de su lfaot cúprico a 12,5% m /v

Procedim entos

1. Em um tubo de e n s aoi contend o a proxim adam ent


e 10 mL do e x traot obtido
em 132/
IV ou 133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de a c e taot de chum bo. Fo rm a e-sum g e l.

2. Adicione 2 mL de solu ção de c lore to de cá lcio. Fo rm a e-sum g e l.

3. Adicione 2 mL de solu ção sa tu raad de clore to de bário. Fo rm a m e-sp artícu las


flo cu le n taem
s s u s p e n so.ã

4. Adicione 2 mL de solução de sulfato cúprico a 12,5% m/v. Formam-se


partículas brancas em su sp e n sã
o.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 280.

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, A. I.; ALABURDA, J.; MARTINS, M.S.; DIAS, N.A; MICHELATO, S.R.
A n álise de g o m as em aditivos alim enta
re s. Bol. Inst. Adolfo Lutz, ano 13, n. 1, p.
21-24,
2003.

143/IV E sp essa nste– Identificaçã


o de goma xantana

Material

E sta net p a ra tub os de e n sa io


, tub os de e n saoi e p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL.

Rea g e n tes

Solução de sub-acetato de chumbo – Triture 14 g de monóxido de chumbo com


10 mL
de água, transfira para um frasco, lavando com mais 10 mL de água. Dis solva 22
g de
IAL - 255
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

acetato de chumbo em 70 mL de água e adicione esta solução na mistura de


óxido de
chumbo. Agite vigorosamente por 5 minutos. Guarde esta mistura durante 7
dias, agitando freqüentemente. Filtre, para um balão volumétrico de 100 mL,
lave o filtrado com água, esfrie e complete o volume com água recentemente
fervida. Dilua 3,25 mL desta solução em 100 mL de á g ua re ce n te m eenfervid
t a.

Solução aquosa de acetato de chumbo a 20% m/v – Dis solva o sal em água,
aqueça até a ebulição
, e s frie e utilize a solução so brenad an te.

Procedim entos

1. Em tubos de e n s aoi contend o aproxim adam ent e 10 mL do e x traot obtido em


0132/IV
ou 0133/IV ou a 5 mL de uma solução 0,5% m/v da goma, adicione 2 mL de
solução de a c e taot de chum bo. Fo rm a e-sum g el floculent
o.

2. Adicione 2 mL de solu ção de s u b -a c e ta


o de
t chum bo. Fo rm a e-sum g e l.

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 3. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 7, 561.

GLICKSMAN, M. Gum Technolog


y in the Food Industry. New York: Aca demci
Pre s s ,
1969. 590 p.

KIMURA, I.A.; ALABURDA, J.; MARTINS, M .S.; DIAS, N.A; MICHELATO, S.R. A n á lise
de g o m sa em a d itivos a lim e n re
ta s. Bol. In st. Adolfo Lutz, a no 1 3, n. 1, p. 2 1 -2,4
2 00 3.

144/IV Estabilizante
s – De terminação de fosfatos
, em P2O5, por gravim etria

Em amostras de aditivos contendo tripolifosfatos, hexametafosfatos,


pirofosfatos, e tc,. p o d e e-s fazer a de term inação do te or de fó sforo (em P2O5) por
m eio de técn ica g ra v- im étrica ou colorim étric a (e s p e crofotom
t etri
a na re g ião do
v isve
í l). Quando o te or de P2O5
for su p e rio
r a 50%, re c o m e n d ea -sutilizar o m étodo g ra vim étric
o.

Material

Ba la naç an alítica
, b alanaç se m i-a n a lítica
, ch a pa e lé tric, abom ba p a ar filtra çã
o a vácu o,
e stu fa
, b éq ure es
de 250, 400 e 600 m L, funil de v idro, prove tas g ra d u a sd ade 50, 100 e 250 m L, vidro de
re lóg io
, b a lõ evo
s lu m é t r ic
s ode 5 00 e 1 0 00 m L, f r a soc Er le n myer
e de 5 00 m L, p ip e tsa
vo lu m é t r ic
s de
a 5,
256 - IAL
Capítulo V - Aditivos

20 e 25 m L, c a d in oh f ilt r a net de v idro c om c a p a c id ea dde 30 mL e p oro s id aed fina


(n °4 )
e k it a s s oa tde 5 00 m L .

Rea g e n tes

Ácido nítrico
Molibdato de
sódio Ácido cítrico
Quinolina
sin téticaAce to n a

Solução de Quim ocia c – Dis s ova


l 70 g de m olibdat
o de sódio (Na2MoO4.2H2O)
em 150 mL de água (solução A). Dis solva 60 g de ácido cítrico numa mistura
de 85 mL de ácido nítrico e 150 mL de água e deixe esfriar (solução B).
Gradualmente, adicione a solução A na solução B, com agitação, para produzir
a solução C. Dis solva 5 mL de quinolina sintética numa mistura de 35 mL de
ácido nítrico e 100 mL de água (solução D). Gradualmente, adicione a solução
D na solução C, misture bem e deixe em repouso uma noite. Filtre a mistura
recolhendo em um balão volumétrico de 1000 mL, adicione 280 mL de
acetona no filtrado , com plet
e o volume e hom ogeneí ze. Guarde em fra sco de
polietilen
o.

Procedim ent o – Pese, com precisão, 800 mg da amostra num béquer


de 4 00 mL. Adicione 100 mL de água e 25 mL de ácido nítrico e tampe com
um vidro de re ló go. i Ferva por 10 m inutos numa c h a pa e lé tric.a L ave o
vidro de re ló goi re- co lh en od a á g ua de lava g em no b é q u er e e s fri
e a so lu ç oã
a té a te m p e ra tu
a ram bien-
te. Tra n s fir
a qu an titavati m e net p a ra um b a lão volu m é trico de 500 mL,
co m ple-
te o volume com água e homogeneíze. Transfira uma alíquota de 20 mL num
frasco Erlenmeyer de 500 mL, adicione 1 00 mL de água e aqueça até a
ebulição. Adicione, com agitação, 50 mL de solução de Quimociac, cubra com
vidro de relógio e ferva por
1 minuto dentro de uma capela. Esfrie até a temperatura ambiente, agitando
de vez em quando, durante o resfriamento. Filtre em um cadinho de vidro de
placa porosa nº 4, previamente tarado a 225°C, e lave o precipitado com 5
porções de 25 mL de água. Seque
na e s tuaf a 225°C por 30 m inutos , e s fri
e e pese.

Cálculo
Cada mg de precipitad
o obtido é eq uiva le net a 32,074 μg de P2O5.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS. Food Chem ical


s Codex. 3. ed.,
IAL - 257
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1981. p. 370.

145/IV Estabilizante
s – De terminação de fosfatos
, em P2O5, por
esp e ct
rofotom etria

Material

Espectrofotômetro UV/VIS, balança analítica, banho de areia, béqueres de 50 e


400 mL, tubos de ensaio, balões volumétricos de 10, 100, 250, 500 e 1000 mL,
pipeta graduada de
5 mL e p ip e ta
s volu m étrica
s de 5 e 50 mL.

Re a g en tes

Fo sfaot ácido de
p o tá ssio
Molibdato de
amônio Vanadato de
amônio Ácido nítrico
Ácido sulfúrico

So lu çã o -p a dorãde fo sfaot – Diss ova


l 0,9587 g de fo sfaot ácido de p o tá ssio
(KH2PO4), previamente seco em estufa a 105°C por 1 hora, em água e
transfira para um balão volum étric o de 500 mL e com p leet o volum e. Tra n sfir
a
50 mL p a ra um balão volum étrico
de 250 mL e com p leet o volume com á g ua (1 mL d e sat solução contém 0,2 mg
de P2O5).

Re a g e net e vanado-m olibdat o de am ônio – Diss ova,


l se p a ra d a m en , te20 g de
m olibdat o d e am ônio, (NH4)6Mo7O24.4H2O, em á g ua q ue nte e 1 g de vanadat o
de amônio (NH4VO3) também em á g u aq u e n te filtra , n d os e n e c e s s áo.r iMis ture
a s s o lu ç õ e sa,c id ifiq u com
e
1 4 0 mL d e ácido nítrico e dilua para 1 litro.

Procedim ent o – Em um tubo de e n sa io , p e se uma quantidad e de a m o str


a cu ja
co nce -ntra ção final de P2O5 esteja dentro dos valores da curva-padrão. Adicione 4
gotas de ácido sulfúric o e 2 mL de ácido nítrico. Fa ça um branco d os re a g e n te . s
Aq u e ça em banho de are ia
até completa carbonização da amostra. Faça as diluições neces sárias e transfira
uma alíquota para um balão volumétrico de 10 mL. Adicione 2,5 mL de
vanado-molibdado de amônio em cada balão, complete o volume com água e
espere 10 minuto s . A ju s te o zero do e s p e- ctro fo tôm ero, t e m u n id a d e sd e
a b s o rb â n caia4 2 0 nm, utilizan doum b ra n c oco n te n d o
2 ,5 mL d e va n a d o -m o lib d adtoe am ônioe m 1 0 mL d e á g u a e c u b e ta sd e 1
cm . Deter- mine a absorbância a 420 nm usando o branco dos reagentes e
determine a quantidade de P2O5 c o r espon de nte , utilizando a curva -p a d rã o
prev ia m ene te sta b e le c id a .

258 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Preparação da curva-padrão – Coloque em uma série de balões volumétricos de


10 mL,
volum es da so lu çã o -p a dorã
eq uiva le net a os va lores entre 0,02 e 0,4 mg de P2O5
em 10 mL. Adicione 2,5 mL de vanado-m olibdat o de amônio em ca da balão,
com plete o volum ecom água e espere 10 minutos. Determine a absorbância a
420 nm usando o branco dos reagentes à temperatura ambiente. Construa o
gráfico concentração de fosfato em mg/10 mL x ab sorb â n cia.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

INSTITUTO ADOLFO LUTZ Norm as Analítica s do Instituto Adolfo Lutz. v.1:


Mé to dsoq u ím ico
s e fís icso p ara a n á lis
e de a lim e n to. São
s Paulo: IMESP, 3. ed., 1985.
p 33.

146/IV Estabilizante
s – De terminação de fluoretos em fosfato
s por
potenciom etria

O m étodo d e s t in ae-sà d e te rm in a oçãde flu ore t os em fo s fa to s u tiliza dso


como adi- tivos p a ra alim e n to, spor p o tencio m eatridire ta, utilizand o e le rodo
t
s e le vo
ti de íon fluo- reto. O método baseia-se na destilação prévia do íon
fluoreto na amostra, para eliminar
a matriz interferente, e posterior determinação deste íon por potenciometria
direta, com e le rtodo s e le vo ti de flu ore to. A lg u ns cá tio ns como A l3 +, Fe3 +, Si4+ e
outros poliva le n te sin terferem na d e te rm in a oç ã de flu ore to s, uma vez q ue
form am co m p le xo s. O g rau d e co m p le x a oç ãd e p e ned da c o n s ta ne tde fo rm a ção
do co m p le xo, da c o n c e n tra oç ãdo a g e n-
te complexante, da concentração total do íon fluoreto, do pH e da força iônica
total da solução. Os ânions, de maneira geral, não interferem na resposta do
eletrodo seletivo
de flu ore to, com exc e ç ão do íon hidrox ila. A lg u ns ân ion ,s como 2- ou PO43 -, não
CO3
in terferem
-
dire ta m e netna le ituar do e le rtodo, porém aum enta m a co n c e n tra oç ã
de OH
do meio, tornando as sim neces sária a destilação da amostra. O pH da solução de
leitura também é um parâmetro importante e deve estar entre 5,0 e 5,5, pois
abaixo des se valor
o c o re a fo rm a çã o de HF não d is so c iaode do íon - e, a cima d e ses pH, o c o re a
HF2 in-
-
terferê n cai d e vido ao íon OH . Por es se motivo, é neces sário adicionar tanto aos
padrões
quanto às a m o s tra, s no m om ent o da d e te rm in açã o p o te n cio m é tric a de
flu ore to s, um a alíquota adequada de uma solução de TISAB, a fim de manter a
força iônica elevada, o íon fluoreto livre em solução e o pH da solu ção ajustad o.
Material

Analisador de íons (potenciômetro para uso com eletrodo seletivo), eletrodo


seletivo de fluore to com binado , a gita dro m agnético , b alanaç analítica , m anta
e lé tric
a a q u eced o,rate r- mômetro, suportes, garras, condensador de Liebig, balão
de fundo redondo de 125 mL com sa ída la te ra l (p a ar d estila çã,o along
) a p a ra
d e stila çã, ofunil de se p a ra çoãtipo p ê ra d e
125 mL com h a set alongada , b a lõ es volum é trico
s de 1000, 200, 100 e 50 mL,
p ip e ta
s vo-
IAL - 259
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

lum étricas
, bé qu eres de polietilen
o.

Lim peza da v id ra ri
a – Pa ra e v itar contam inaçã o da a m o str a e dim inuir o va lor do
branco , o balão de d e stila çã
o d eve p a s sra p elo se g u inet procedim ento de lim pez a:
lave com solução d e hidróxido de sódio a 10%, a quente e enxágüe com água
destilada e deionizada. Coloque no balão 15 a 20 mL de ácido sulfúrico (1:2) e
aqueça até o desprendimento de fumaça (usar a capela). Esfrie, descarte o
ácido, trate o balão novamente com solução de hidróxido de sódio
a 10% e e n x á geü bem com ág ua.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Solução de hidróxido de sódio a 10% m /v
Ácido 1,2 -diam inociclohexano-N ,N ,N ’N ’-tetracétic
o - C14H22N2O8.H2O (Titriplex IV)

Solução-padrão estoque de fluoreto 100 mg/L – Pese 221 mg de fluoreto de


sódio anidro, tra n sfir
a p a ra um b alão volum étrico de 1000 mL e com plet
e o
volume com água. Esto q u e s at solução em fra sco de polietilen
o.

So lu çã o -p a dorãe s to qeu interm ediáaride fluore to 10 m g/L – Pre p are, a p artir da


so lu çã opadrã
- o e sto q u,ediluindo com á g ua d e stilaad e d esm in eralizad. Estoq
a eu
em fra sco de po- lie tileno.

Solução de TISAB – Pese 58 g de cloreto de sódio, transfira para um balão


volumétrico de
1000 mL, adicione 57 mL de ácido ac ético glacial, 4 g de titriplex IV, ajuste o pH
desta solu ção a 5 ,0 -55, com solu ção de hidróxido de sódio 5 M e com p leet o
volume com água.

No ta: a á gua utilizad


a p a ra o pre p aro de to d as as so lu ç õsed eve s er d e stilaad e
deionizada.

Procedim ent o – Tr a n s fir 8a g d a a m o s trapre v ia m e n te h o m o g e n e iz a d1a0,m L d e


á c id os u lfú ric oc o n c e n tra d3o0, m L d e á g u ae a lg u m a ps éro la sd e v idro p a raum
b a lã od e d e s- tila ç ã oc o n e c ta dao um c o n d e n s a d od re L ie b ig .Na b o c ad o b a lã o
a d a p teu m a ro lh a p e la q u a l s e in tro d u z um fun il d e s e p a r a ç ã(c o om h a ste
a lo n g a d ap a ra q u e o g o te ja m e n to s e ja le n to e próx im o à s o lu ç ã o )e um
te rm ô m erot, o q u a l d eve e s t a rm e rg u lh a d no a s o lu ço. ã C o lo q u eo b a lã o n a
m a n tad e a q u e c im e n to p a ra faze r a d e s t ila ç ãeo re c o lh ao d e s tila d eo m fr a s c o
p lá s tic
o. Du ra n tea d e s tila ç ã oq,u a n d oa te m p e ra tu ra a tin g ir1 4 0 °C ,a d ic io n e
á g u ale n ta m e n te a t r avé s d o fu nil d e s e p a r a ç ãpoa ram a n te ra te m p e ra tu ra e n tre
1 30e
1 4 0 °C . De s t ile d u ra n te3 h o ra s c o n ta d a sa p artir d o m o m e n toe m q u e a
te m p e ra tu aratin g iu1 4 0 °C ,ou a t é q u e o vo lu m ed o d e s tila d eo s t e japróx im o d e
2 0 0 m L. Tr a n s fir ao d e s tila d qo u a n titava
ti m e n tep a rab a lã ovo lu m é tric od e 2 0 0
m L, c o m p le teo vo lu m ec o m
260 - IAL
Capítulo V - Aditivos

á g u ae e m s e g u id traa n s firpa a raum fr a s c od e p o lie tileo.n A ju s t eo a p are lh o


a n a lis a d odre
ío n se , c a lc u leo s lo p d
e o e lero t d o ,c o n fo rm oe re c o m e n d a dnoo m a n u a dl o
fa b r ic a n teEm
. b a lã ovo lu m é trico d e 5 0 m L, p ip e teu m a a líq u o taa d e q u a ddaa
a m o s tr (d
a e ta l fo rm aq u e
a le itu rae s t e jaco m pre e n d id an a c urva -p a d rã oe) 1 5 m L d e TIS A B .C o m p le teo
vo lu m e c o má g u ad e s m in e r a liz a Tr d aa.n s fir pa a rab é q u ree s d e p o lie tileo.n Fa ç a a
le itu r ad a c o n- c e n tr a ç ã om, a n te n d oa s m e s m acso n d iç õ eesx p e rim e n t ad is a c urva -
p a d rão.

Te s t edo e le rod
t o (c á lcu lod o s lo p e–) C a lc u leo s lo p ed a m a n e irare c o m e n d a d a
-
no m anuald o e le rodo. t O s lo p e(ta n g e n ted e c urva lo g [ F ] x E), c o r e s p o n d eà
va ria ç ã o
d o p o te n c ia(E)
l quandoa c o n c e n tra ç ãdo o flu ore to va r ia1 0 veze s .
Curva -p a d rã –o Pip e te ,em b a lõ e svo lu m é tricodse 5 0 m L, a líq u o ta as d e q u a d a s
d a s o lu ç ã o -p a d rã
e soto q u ed e flu ore to. A s c o n c e n tra ç õpod
e s emva ria rd e a c ord o
com
a sensibilidade e a faixa linear de trabalho do equipamento. A cada balão
adicione
15 mL de T ISAB e c o m p leet o vo lu me c om á g ua d e io n iz a d. aTr a n s fair as
s o lu ç õ e padrão
s- para béqueres de polietileno e faça a leitura da concentração,
sob agitação não tu rb u le n ta .

No ta s
As so lu ç õ e s-p aod rã
d evem s er pre p a ra dsano m om ent
o da leitu ra .
Lave o e le rtodo com água entre ca da leitura e e n x á g üoe -com a próxima solu ção a
s er lida.

Cálculo

c = con cen tra oçãde fluore tos na solu ção de leitu ra, em
m g/LV = volume do d estilado , em mL
V1 = volume do b alão de leitu ra, em mL
V2 = alíquota da a m o str
a utilizad a p a ra leitura, em mL
m = m a ssa da a m o stra
, em g

Lim ite de quantificação do equipam ent


o = 0,1 m g/L
Limite de quantificação do método = 5 mg/kg (levando em consideração a
diluição da am o stra )
Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

ASSOCIATION OF OFFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS Official Methods of


Analysi
s of the Associatio n of Official Analytica . 16th, Arlington:
l Chem ists
A.O.A.C.,
1996, ch a p te
r 9. p. 1 1 -1 5 .
IAL - 261
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

COMMITEE ON CODEX SPECIFICATIONS Food Chem ical s Codex. 4. ed.,


Washingto
n D.C.: National Aca demci Pre s ,s 1996. p. 7 58 -7 6 0 .

147/IV Estabilizante
s – De terminação de mono e diglicerídio
s e glicerol livre

Os m ono e d ig lic e ríd iossã o fo rm a d o ps o r um a m is tu rad e m ono,di e


tr ié s te
re s
d e g lic ero l co m á c id o sg r axo s c o m e sve tí is . E s te m étodod e te rm in as o m e n teo
te o r d e m o n o é ste r, po d en d o s e r utiliza d o em pro d u to s p uro s ou e m
fo rm u la ç õ e Qu s. and oe s tve i r e m m istu raco m g o m a se s t a sd eve m s e rs e p a r a d a s
p o r filtra ç ã oa n t e sd a e ta p ad a e x tra ço.ã

O princípio do m étodo analític o p a ra determ inaçã o de mono e dig lice rídio


se
g lic e-rol livre e s tá b a se aod n as s e g u in stere a ç õse q uím icas:

O O
\\ \\
H2C -O -C -C H
17 35
H2C -O -C -C H
17 35
H
| | \
H-C-OH + H5IO6 → H-C=O + C=O + HIO 3 + 3H2O
| /
H2C-OH H

monoestearato de glicerila
(e xtraot org ânico)

H2 C-OH H H
| / \
H-C-OH + 2 H5IO6 → C=O + C=O + 2 HIO 3 + 6 H2O
| \ |
H2C-OH H C=O
H
g lic erol (e x traot aq u oso )
Na titulaçã o a co n te ce
m as s e g u in stere a ç õ e s :

H5IO6 + HIO 3 + 12KI + 12CH3COOH → 7I2 + 9H2O + 12CH3COOK

(am o stra)
H5IO6 + 7KI + 7 CH3COOH → 4I2 + 6 H2O + 7 CH3COOK (branco)

2Na2S2O3 + I2 → Na2S4O6 + 2NaI (titulação)


262 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Material

Ba la n ça analítica
, b alanaç se m i-a n a lític
, ban
a h o-m aria
, p apel de filtro (se n e c e ssá rio
, )
b éq u e r
de 50 mL, bastão de vidro, proveta de 50 mL, funil de separação tipo pêra de 250
mL, pipetas graduadas de 5, 10 e 20 mL, pipetas volumétricas de 25 ou 50 mL,
frasco Erlenmeyer de
250 mL com tam pa, bure ta de 25 ou 50 mL e funil de vidro, se n e c e s s áo.ri

Reagentes

Tio ssu lfaotde


sódioAcetato de
etila Sulfato de
sódio Ácido
ac ético glacial
Ácido periódic o H5IO6
Iodeto de potás sio
Amido
Solução de Na2S2O3 0,4
M Solução de amido
0,5% m/v

Solução de su lfaot de sódio a 10% m /v – Diss ova


l 100 g de Na2SO4 em á gua
su ficie n te paa1000
r mL.

Solução de ácido a cé tic


o e periódic
o – Dis s ova
l 11 g de ácido periódic
o em 200
mL de á gu a
e com plet
e o volume p a ra 1000 mL com ácido a cé tico.

Solução de iodeto de potás sio a 25% m/v – Dis solva 25 g de KI em água


suficiente para
100 mL.

Procedim ent o -- Pe s e, com pre c isã,oem um b éq u er de 50 mL, c erta quantidad


e de
am o -s
tra calculada de acordo com a seguinte fórmula: mas sa de amostra = 30/% de
monoéster e sp e raodna a m o stra .

Dis s oval a a m o s tracom p e q u e n o svo lu m e sd e a c e ta tod e e tila , tritu ra n d o -a


a p ó s c a d a a d içã oco m b a s tã od e v idro. Tra n s firac a d a um d o s vo lu m e sd o
s o bre n a d a n tep a ra um funil d e s e p a ra ç ã ofiltra
, n d o s e n e c e s s á rioa,té a
d is s o lu ç ãto
o ta ld o s m o n o g lic e ríd io s
e m 5 0 mL d o s o vl e n te .Ex tr a iaco m trê s p orç õ e sd e 1 5 mL d e Na2SO4 a 10%
a g ita n d ov ig oro s a m e n te
a p ó sc a d aa d içã oe c o le teo e x tra toa q u o sod, a ca m a d a
in fe rio rd o funil
d e s e p a ra ç ã em
o , um fr a s c oErle n m yee r d e 2 5 0 mL com ta m pa .Re c e b ao e x tra to
e m a c e ta tod e e tilad a c a m a d as u p e rior, e m o utro fr a s c oErle n m yeer. L ave o funil
d e s e p a ra ç ã o

IAL - 263
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

com d u a sp orç õ e sd e 5 mL d e á c id oa c é tic ore , c e b e n d o -no


a s fr a s c oErle n m yee r
com
o e x tra toe m a c e ta tod e e tila .Pre p are um a prova em branco com 50 mL de
acetato de etila e 10 mL de ácido ac ético em um terceiro frasco Erle n m yeer.
Ad ic io n e 5 0 mL d e s o lu ç ã o d e á c id o a c é tic o -p e rió d icnoo s trê s fr a s c o s
Erle n m yeer, ta m p e -o as ,g it e - obse m
e c o lo q u e -oesm b a n h o -m a ria p o r 4 5 m inu tosno e s c uro , e m te m p e ra tu ra n ão
s u p e rio r
a 50 °C.Ap ó s e s t ete m po ,re tire o s re s p e cvoti s fr a s c odo
s b a n h o -m a ria a d, ic io n e1 0
mL
d e s o lu ç ã od e KI a 25% e m c a d aum e titu le -ocom s s o lu ç ã od e Na2S2O3 0 ,4 M,
u s a n d oam idocom oin d ica do r.

No ta: no caso de se usar 25 mL de solução de ácido ac ético-periódico e titular


com bureta
de 25 mL, utilize m eta de da m a sas ca lcu laad acim a.

Cálculo

No ta: utilize os fatores 2,68 e 2,99, para expres sar o resultado, respectivamente,
em
α-m onoacetat o de g lic e ril
a e α-m o n o este a orade
t sorb itana

No ta: utilize os fatores 1,52 e 1,21, para expres sar o resultado, respectivamente,
em propilenoglico l livre e so rb ito
l livre

B= mL de Na2S2O3 0,4 M, g a s to s na prova em branco.


A= mL de Na2S2O3 0,4 M, g a s to s na titulaçã
o da a m o stra
f = fa tor da solução de Na2S2O3 0,4 M
P= mas sa da amostra

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a


CRAM, D.J.; HAMMOND, G.S. Organic Chemistry, Mc Gra w H- ill Book
Company
Inc. 1964. p. 5 4 6 -54 7.

148/IV Realçador de sabor – Identificação de glutamato de sódio


Material

Pipeta de 1 mL, proveta de 50 mL, béquer de 100 mL, banho-maria, balança


analítica e balão volum étric
o de 100 mL.
264 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Rea g e n tes

Ninidrina (tricetohidrindeno hidratado) – Dis solva 200 mg de tricetohidrindeno


hidratado
(C9H4O3 H2O) em á g ua a té 100 mL. Pre p are a solu ção no dia

do u so. Ac e taot de sódio

Procedim ento – A 1 mL da solu ção aq u oas da a m ostr


a diluída em 1:30 (em
glutam at
o d e sódio), adicione 1 mL de ninidrina e 100 mg de acetato de sódio
e aqueça em banho-maria por 10 min. Uma in tenas c or v io leat a zu lad a é
form ada.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX. Food Chem ical s Codex. 4.


ed., Washingto
n D.C.: National Acad emci Pre s ,s 1996. p. 260.

149/IV Identificaçã
o de brom atos pelo método direto

O bromato é identificado direta ou indiretamente em preparados para


produtos de p anificação
, m elhorado res de farinha ou o u tras fo rm u laçõe
s de aditivos
p a ra panificaçã
o.

Material

Ba la n ça se m i-a n a lític
, agitad
a ro m agnético
, b a rra m ag né tica
, ro tavapor, p la c sa p a ra
crom a- tografia em camada delgada de sílica gel 60G, papel de filtro qualitativo,
béqueres de 100,
250 e 1000 mL, bastão de vidro, funil de vidro, provetas de 25, 50 e 200 mL,
tubo capilar
de vidro p a ra crom atog rafia , cuba de vidro p a ra crom a tog raafie pulve riza dr.o

Rea g e n tes

Butanol
Propano
l Álcool
Orto-tolidina
Sulfato de zinco
Ácido cloríd rico
Hidróxido de
sódio
Brom ato de p o tá ssio
Solução de brom ato de p o tá ssi
o a 1% m /v.
IAL - 265
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Solução de orto-tolid in
a a 0,02% em álcool
Solução de ácido clorídrico em álcool na proporção 25:65
Solução de su lfaot de zinco 20
g/L.Solução de hidróxido de sódio
0,4 M
A ntiespum ante
: por exem plo, dim etil silic on e

Procedim ent o - Para amostras sólidas ou em pastas, siga o procedimento: transfira


200 mL
da solução de su lfaot de zinco 20 g/L p a ra um béq u er de 1000 mL. A g ite em
a g ita dor m a g- n é tico c om ve lo c id ae dc o n s ta n. teAd ic ioen a prox im a d a m e n50 t g da
a m o s tra
, m a n te noda a g ita ço.ã Ad ic ioen 50 mL da s o lu çoã de h idróx ido de s ó doi 0 ,4 M.
C o n tineu a g ita nodp or m asi 15 m in u to sFiltre . em p a p le de filtro q u a litavo. ti C o n c e nret
o filtraod em ro tava p or c om te m p e raatunrão s u p e r io r
a 7 0 °C. Ad ic io n, ese n e c e s s á, ruioma g o at de a n tie s p u m ea ao n t filtrao.
d Re d uaz a té um
vo lu me in fe-rior a 50 m L. Ap liq ue o c o n c e n tra, dpoa ra le la mee ao n t p a d rã, oem p la ac de
c a m aad d e lg aadde s ílic a
gel 60 G, numa cuba previamente saturada com a fase móvel butanol-propanol-água na
proporção
de 1 :3 :1. Reve el o cro m a to g raa ms e q ü e n c ia lme ecnom t a s o lu çoã de o -to lidaina 0 ,0 2% e
á c ido c lo rí-d rico em á lc o lona pro p orç ão de 2 5 :6 .5Na pre s e naçde bro m aot a p are c eár u ma
m a n cah a m are al e m
Rf 0 ,6 4, a prox im a d a m e.nPa tera a m o s tr
s alíq u id a, sa p liqeu d ire ta m een na
t p la ac de c a m aad
d e lg a d a
e pro c e ad c o mo d e s c roita c im a .

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H.Y.; KIMURA, I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA, D.A.P.; ZENEBON,


O. Brom ato de p o tá ssi
o em farinha de trigo e m elhorado res de panificaçã
o.
Bol. Inst.Adolfo Lutz, São Paulo, ano 6, n. 1, p. 4-6, 1996.

1 5 0 /IV Id e n tific a oç ãde bro m a to


s p e ol m é to d
o indire to c om o re a tvo
i fu c s in a -
b is s u lfito

Após a incineração da amostra, é realizada a identificação do brometo


formado pela decom p osiçã
o té rm ica do brom ato.

Material

Balança semi-analítica, mufla, cápsula de porcelana, béquer de 50 mL, bastão de


vidro, p ip e ta
s g ra d u a dsade 1 e 5 mL e a g ita do
r m agnétic
o com b a rra m agnética
Rea g e n tes

Á gua
ox ig e n a d a
Ácido sulfúrico
Fu csin a
266 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Ácido sulfúric o 10% m /v


Á gua ox ig e n aad 30% m /v
Solução de brom eto de p o tá ssi
o a 1% m /v

Solução descorada de fucsina a 0,1% m/v – Dis solva 0,1 g de fucsina em


pequenas porções
de ág ua, tritu ra n dao-com b a stão de vidro, a té atingir 100 mL. Adicione , com
a g ita çã o , b issuo lfit
de sódio em pó a té d e s c o ra
r totalm ent
e a solu ção. C aso a
solução não d e sc roe totalmente, filtre em papel de filtro contendo carvão
ativado.

Procedim ent o – Incinere, a proxim adam ente , 50 g de a m ostr a em uma cá p sual


de porc e- lana em m ufla a 550°C. Diss ova l as c in zas obtid as em volume de ácido
sulfúric o a 10% m /v su ficie netp a ra sua dissolu ção , agitando com b a stão de vidro.
Filtre, se n e c e s s áo.ri Em seguida, adicione 2 mL de água oxigenada a 30% e 3
mL do reativo fucsina-bis sulfito. Agite
e aguarde aproximadamente 5 minutos. O aparecimento de coloração lilás
persistente, que pode aparecer em até 24 horas, indica a presença de brometos
formados pela decomposição té rm ica do brom ato. Fa ça p a ra le la m een tuma
prova em branco com á g ua e uma prova com
o padrão de brom eto de p o tá ssi o a 1%.

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H.Y.; KIMURA, I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA, D.A.P.; ZENEBON, O.


Brom ato de p o tá ssi
o em farinha de trigo e m elhorado res de panificaçã
o. Bol.
Inst. Adolfo Lutz, São Paulo, ano 6, n. 1, p. 4 -6, 1996.

151/IV Identificação de bromatos por método indireto com fluoresceína

Material

Balança semi-analítica, mufla, estufa, cápsula de porcelana, placas para


cromatografia em camada delgada de sílica gel 60 G, papel de filtro qualitativo,
béqueres de 100 e 250 mL, bastão de vidro, funil de vidro, provetas de 25, 50 e
200 mL, tubo capilar de vidro para crom atografia , cuba de vidro p a ra
crom a tog raafie pulve riza dr.o

Rea g e n tes
Fa se móve l: b u ta n o l-a ce to n aróxido
-h id de amônio (1:3:1)
Solução de ácido a cé tic o g la c ia- lág ua ox ig e n aad a 30% (10:1), recém pre p a ra d a
So lu çã o -p a dorãde brom eto de p o tá ssi
o a 1% m /v
Solução alcoólic a de fluore s c e ín
a a 0,01% m /v – Dis s ova
l 0,01g de fluore sc e ín
a em
álcool
a 50% a té com pleta r 100 mL.
IAL - 267
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Procedim enot – Incinere, aproximadamente, 50 g da amostra em uma cápsula


de
porcelana. Dis solva as cinzas em 10 mL de água. Filtr e ou transfira o
sobrenadante para outra cápsula de porcelana, reservando alguns mL para a
cromatografia em camada delgada. Adicione uma gota de solução de
fluoresceína a 0,0 1%, seguida
de u ma g o ta da m is tuar de á c ido a c é tic o g la c ia
l em á g ua ox ig e n aad e
eva p ore e m banho-maria até à secura. Faça, paralelamente, uma prova em
branco utilizando á g u a. O a p are c im e not de uma c o lo r a çoã ró s ea p e r s is t een t
p o de in d ic ar a pre s e n ç a
de brometos. Para confirmação, aplique a porção restante do sobrenadante em
placa
de c a m a da d e lg a ad de s ílica g el 60 G c om a f a se móvel b u ta n o l-a c e to n a -
h idróx id o
de am ônio (1 :3 :1,) c o r e n do p a ra le la m eenot p a d rão de bro m e ot de p o t á s so i a
1% . Revele com a mistura de partes iguais das soluções de fluoresceína a
0,0 1% e ácido ac ético em água oxigenada. Coloque em estufa a 1 0 5°C, até
o aparecimento de m a n c h a. sNa pre s e naç de bro m e ot a p are c eár u ma m a n c ha
ró s ea em Rf aproximado
de 0 ,6 5, a q u al p o de a p are c er em a té 24 h o r a s .

Re ferê n cai b ib lio rgá fic a

YABIKU, H.Y.; KIMURA, I.A.; DIAS, N. A.; MARSIGLIA, D.A.P.; ZENEBON, O.


Brom ato de p o tá ssi
o em farinha de trigo e m elhorado res de panificaçã
o. Bol.
Inst. Adolfo Lutz, São Paulo, ano 6, n. 1, p. 4 -6, 1996.

152/IV Determinação de arsênio em aditivos

O método baseia-se, fundamentalmente, na liberação de arsina (um gás


de odor d e sa g ra vel
d á e x rtem am ent e ven en o so ) a qual é a b sorvida em uma
solução de dietilditio - carb am at o de p ra ta, form and o um com p le xo de c or
verm e lha , cuja intensid ad e pode s e r estim aad a olho nu ou
e s p e crofotom
t etricam e.nte
As re a ç õse e nvo lv id sa sã o :

A s+5 + Sn+2 → A s+3 + Sn+4 (redução do A s+5 → A s+ 3)


Zn0 + 2H+ → Zn+2 + H → (produção de com ad ição de zinco m etálico)
H 2 2
2 A s+3 + 3 2 →2 AsH3 (form açã o de a rsin a )
H
AsH3 + 6 (C2H5)2NCSSAg → 6 Ag + 3 (C2H5)2NCSSH + [(C2H5)2NCSS]3As
(com p lexo verm e lho)
Os metais ou sais de m e ta is ,a s e g u ir m e n c io n a d o s, in terfere m n a
lib e ra ç ã od a a r s in a :crom o, c o b a lto ,c o bre , m erc ú rio , m olibdênio,n íqu e l,
p a lá d ioe p ra ta .O a n- tim ônio,q u e fo rm aa e s tib in a(SbH , 3
) é o e le m e n toq u e
p o d e pro d u zirin terferê n c iap o s itiva , p orq u e dá c o r co m o d ie tild itio c a rb a m a to
d e p ra ta .A e s tib in afo rm aum com- p lexo q u e te m m áxim od e a b s orç ã o a 5 1 0
nm ; e n tre 5 3 5 e 5 4 0 nm, a a b s o rb â n c diae s t e
268 - IAL
Capítulo V - Aditivos

co m p le xo é dim inuídad e ta l m a n e iraq u e o s re s u lta d odse d o s a g e mdo a rs ê n io


n ão
s ã o a lte ra d odse um a m a n e iras ig n ific ava
ti . Po r o utro la d o ,o antim ônioé
ig u a lm e n tetóx ic oe in d e s e ve
já l.

Material

Algodão hidrófilo, balança semi-analítica, aparelho para determinação de


arsênio, frasco Erle nm yeer de 500 mL com junta esm e rilh a d24/40, b éq u eres de
10, 50, 150 e 600 mL, prove tas g ra d u a dsade 100 mL, prove tas g ra d u a dsade
100 mL com tam pa, p ip e ta s grad u- adas de 1, 2, 5 e 10 mL, pipetas
volumétricas de 3, 5 e 10 mL, balões volumétricos de 100
e 1000 mL e fra sco Kjeldah l de 800 mL.

Rea g e n tes

Ácido sulfúrico
Á gua ox ig e n aad a
30% Ácido cloríd rico
Cloreto estanoso
Iodeto de
potás sio Ac e taot
de chum bo
Piridina
Dietilditiocarbamato de prata
Trióxido de arsênio
Hidróxido de sódio
Zinco granulado isento de arsênio
IAL - 269
Mé to do sFísic oQuím
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Figura 2 - Ap arelho p a ra de term inaçã


o de a rsê n io

So lu çã o -p a dorãe sto qeu de a rsê noi – Pe s e, com pre c isã,o0,132 g de trióxido de


a rsê n iofinamente pulverizado e seco. Dis solva em 5 mL de solução (1:5) de
NaOH. Neutralize
a solução com ácido sulfúrico a 10% e adicione um exces so de 10 mL. Transfira
para um balão volum étric o de 1 L e com plet e o volume com água re ce n te m een t
fervid a.

So lu çã o -p a dorãde trab alh o de a rsê noi – No dia do u so, pip ete 10 mL da


so lu çã o -p a d rãe osto qeu de a rsê noi p a ra um balão volum étric
o de 1000 mL,
adicione 10 mL de ácido sulfú- rico a 10% e com plet e o volume com água
re ce ntem en e tfervida. Esta solução contém 1 μg d e arsênio por mL. Conserve-a
por até três dias.

Solução de dietilditiocarbam
o at
de p ra at 0,5% em piridina – Pe se 0,5 g de
AgSCSN(CH)
2 5 2

270 - IAL
Capítulo V - Aditivos

em um balão âmbar de 100 mL. Adicione piridina para dis solver e complete o
volume.
C onserve e s at solu ção a té um m ês, em fra sco âm bar.

Solução de ácido sulfúrico a 10% m /v – Dilua, com as pre c a u çõsehabituais


, 57
mL d e ácido sulfúric
o a 1000 mL com ág ua.

Solução de clore to e sta n oos em ácido cloríd ric


o - Dis s ova
l 40 g de SnCl2.2H2O
em 100 mL de ácido clorídric o conce ntrad
o. C onserve e s at solução a té três m e se, s
em fra sco d e vidro.

Solução de iodeto de potássi


o a 15% m /v - Dissova
l 15 g de iodeto de potássi
o em
100 mL de água.

Algodão contend o a ce taot de chum bo – Em beba o algodão hidrófilo em uma


solução sa tu- rada de acetato de chumbo. Extraia o exces so de solução e seque
sobre vidro à temperatura am biente.

Procedim ent o – In s tael o a p arelho conform e a Figura 2. Introduza no tubo de


absorção, com auxílio de pinça, três tampões de algodão nesta ordem: um
hidrófilo, um embebido em solução saturada de acetato de chumbo e outro
hidrófilo. Dependendo da natureza
da a m ostra , siga um d os se g u in ste proced im e nto : sno c a so de su b s tâ n csia
o rg â n ica
s que,em meio clorídrico turvam, existe a neces sidade da mineralização
por via úmida; em caso contrári o (por e x. ácido cítrico, ácido láctico, ácido
a cé tico
, citrato de cá lcio, e tc), a m ine- ralização não é neces sária. Em presença de
sais de ferro (por ex. pirofosfato de ferro, citrato fé rrico am oniacal , s a c a raot de
fe r o, e tc) adicion e 1 g de ácido a scó rb oic à solução de d o sa- gem. O ácido
a scó rb oic re d uz e com plex a o fe r o q ue interfere na lib eraçoã da a rsin .a Pa ra
matérias-primas solúveis em meio clorídrico, calcule a mas sa neces sária para
comparação com um padrão conhecido de arsênio e dis solva de maneira a se
obter sempre um volume final de (35 + 2) mL.

Min era liza çã o por v ia úm ida – Numa prove ta com tam pa, ad icion e 30 mL de
á g ua ox ig e-nada e 7 mL de ácido sulfúric o. Hom oge ne zeí e d e xi e em rep o uos uma
noite. Pe se a m a ss a
de a m o stra n e c e s sáa ri(No ta 3) e transfira para o frasco Kjeldahl com auxílio da
mistura: água oxigenada/ácido sulfúrico. Aqueça até que toda a água oxigenada
seja consumida (agite, de vez em quando). Esfrie. Caso a solução ainda esteja
escura, adicione mais água oxigenada
e a q u eaç novam ente . Quando houver forte d e s prendim ent o de fum aça s b ra n csa
(SO3) e a solu ção não m ais e sc ure c er, a m ine ralizaçã o e s tá term inada . Lave 3 vezes o
fra sco Kjeldahl
com ág ua, a qu ece ndo a té red u zir o volume a m ais ou m e nos 5 mL a p ós ca da
adição (c a so a solução escureça novamente, adicione mais água oxigenada,
aqueça e lave novamente com água (três vezes). Esfrie o frasco e transfira a
solução para um frasco Erlenmeyer de 500 mL
IAL - 271
Mé to do sFísic oQuím
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1 ª EdiçãoDigital

de b o ca esm e rilh a .d Lave


a as p are d es do fra sco Kjedahl e tra n s fir
a p a ra o fra sco
Erle nm yee r
com auxílio de ág ua su ficie netp a ra com pleta r o volume p a ra 35 mL. Adicione ,
n e sta or- dem, n os fra s cso Erlen m yee r: 10 mL de ácido clorídrico , 2 mL da solução
de KI e 0,5 mL
da solução de cloreto estanoso. Conecte os tubos de absorção, agite e deixe
repousar por 30 minutos à temperatura ambiente. Pipete 3 mL da solução de
dietilditiocarbamato de prata em piridina nos tubos de absorção (parte
superior). Após os 30 minutos, introduza 4 g de zinco granulado nos frascos
Erlenmeyer, conecte rapidamente os tubos de absorção nestes fra s c o, sa g ite e
d e xi e a re a ç ão o co rer dura nt e 45 m inutos à tem p eratu a r am biente , com pre-
endida entre 25°C e 35°C, com agitações casuais de 10 minutos. A liberação de
hidrogênio deve ser regular e suficiente sem ser exces siva (a adição de uma
pequena quantidade de isopropanol no frasco Enlermeyer pode melhorar e
uniformizar a liberação do gás). Após os
45 minutos, compare a intensidade de coloração nos tubos de absorção da
amostra, branco
e padrão. A re a ç ão s e g ue a Lei de Be er de 0 a 10 μg de a rsê no.i É p o ssí vel
e s ta b e lerc eum a curva-padrão para um comprimento de onda máximo
determinado entre 535 e 540 nm, com um espectrofotômetro ou colorímetro,
usando a solução de dietiliditiocarbamato de p ra at em piridina como branco.
Como a intensid ad e de co lo raçoã é muito in stáve l, é im- portante q ue se fa ça a
m edida em tem p eratu a rco n stan ,tenão in fe rior a (25 + 2)°C e logo a p ós os 45
m inutos, tanto p a ra as a m o stra s como p a ra os padrõ e s .

Re p e titiv id a: dpara
e comparação visual com os padrões desenvolvidos
conjuntamente com
os te s te, so lim ite v isu al de d e te c çã
o é de 0,2 m g/kg. Em tra b a lhsocom
e s p e crofotôm
t et
ro,
a d ifere n ça e n tre os re s u lta dsode d u as d e te rm in a çõ
s exe
e c u ta dsasim ultaneam ente
,
p elom esmo a n a lista , não d eve s er m aior que 0,2 μg .

No ta 1 : é neces sário fazer, conjuntamente com as determinações, uma prova em


branco
(com os re a g e n te) se um padrão de co n ce ntraçã
o conh ecida
: pre p are,
sim ultaneam ente, padrões de 1, 2, 3, etc, μg de arsênio por pipetagem de 1, 2, 3,
etc., mL da solução padrão
de 1 μg/mL e dilua a a proxim adam ent e 35 mL de água.

No ta 2: em pre s e naç de íon fé rric o, so KI é oxid ado com lib era çã


o de iodo. Adicione
um exc e sos de c lore to e sta n oosp a ra uma red ução com pleta. A lib era çã
o de
hidrogênio da re a ç ã o
é n e ste c a so c a ta lis aade a c e le ra d a .
No ta 3: exem plo de cálculo da m a sas de a m o str a a s er p e sa d:as a b ee- spor norma
q ue o co ra net artificial pode co n ter no m áximo 1 μg de As por g de co ra n te . Na
d o sa gm
e com pa-rativa usa-se um padrão de 3 μg de Arsênio. Desta maneira, a
fórmula que fornece a mas sa
de a m ostra a s er p e sa ad s e rá :

272 - IAL
Capítulo V - Aditivos

ma = m a ssa da a m o stra a s er p e sa d a
pa = padrão p a ra com paração
n = lim ite de a rsê noi e sta b e le coidna e sp e c ific aoç de
ã ca da m até ria -p rim a

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

YABIKU, H. Y.; DIAS, N. A.; MARTINS, M.S. Estudo comparativo de métodos


u su asi p a ra de term inaçã
o de a rsê no.i São Paulo, Rev. Inst. Adolfo Lutz, 49(1), p.
51-55,
1989.

BABKO, A. K.; PILIPENKO, A. T. Photometric analysis. Methods of


determining non-m etals
. Mo scow: Mir Pu b lish e .rs1976. 374 p.

COMMITTEE ON FOOD CHEMICALS CODEX Food Chem ical s Codex. 4.


ed., Washingto
n D. C.: National Aca demci Pre s ,s 1996. p. 7 5 5 -75 7.

153/IV De terminação de benzo(a)pireno em arom as de fumaça e alim entos


defumados

Os hidro ca rb o n estopolicíclico s arom ático s (HPA s) re pre se n ta m um


im porta nte gru-
po de compostos químicos, muitos dos quais têm elevado potencial
carcinógenico, dentre e s tas su b stâ n cia , ds e s ta c ae -so b enzo(a )pire no , por ter sido o
prim eiro hidrocarb o n et o a s e ridentificad o e reco nh ecid o como c arcinógeno , e s er
c o n sid e raodum indicado r da pre s e n ç a
de outros do grupo. São form adso principalm ent e devido à com bustã o
incom pleta , à a lta stem p era tu ra , de
s m a té ria s o rg â n ica s e e s tão distrib uído s no
m eio am bient e em b a ix sa con- c e n tra ç õ;e spodem s er encon tra do s em pla ntas
te r e s rtes e a q u á tica, ss o lo ,s sed im e n to, ás g u a s
e na atmosfera. A contaminação nos alimentos é normalmente resultado da
defumação, contam inaçã o d os s o lo ,s poluição do ar e da ág ua, pro c e s ssode
cozim ent o ou pre p a ra çã o
de alim ento s e d os aditivos alim enta re s. E s te m étodo se a p lica à dete rm inaçã o de
b enzo(a) pireno em aromas de fumaça e alguns alimentos defumados, tais
como: bacon, presunto, lingüiça , lom bo, p eru, c h e s te r, c o s teal de boi, e tc. Ba s e ia -
se na e x tra çoã do be nzo(a)pireno,posterior separação e quantificação por CLAE
em fase reversa, usando uma coluna analítica
de o cta d ecilsila o n(C18) e detector de fluoresc ência.

Material
Crom atógraf o líquido de a lta e ficiê n cia
, coluna analític
a de 4,0 mm x 12,5 cm,
Lichro sp h ree
100 R P-18 (5 μm) ou eq uiva le n te , d e te cto
r de fluore sc ê n c,iapro c e s s a dr oe
re g istra d o r/
in te gradro de d ad o ,s balanaç analítica , pro c e s s a dr ode c a rn se ou
eq uiva le n te, m anta d e aquecim ent o de 500 mL, ro tavapor, m e m b rana s filtra n te
s
d e s crtáve
a is de 0,45 μm d e diâmetro de poro, filtros descartáveis de 0,45 μm
de diâmetro de poro, torpedo de nitrogênio,
IAL - 273
Mé to do sFísic oQuím
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pipetado r autom átic


o de 100 a 1000 μL com re s p e cva ti ponteira
, pipetado
r
autom átic o de
1000 e 5000 μL com respectiva ponteira, condensador de bola com junta
esmerilhada
24/40, com prim ent o de 400 mm, funis de se p a ra çoãde 125, 250 e 500 mL com
to rn e ira s
de te flo ,nbalão de fundo chato de 250 mL com junta esmerilhada 24/40, coluna
de vidro
de 22 cm de com prim ento , com re s ervatório p a ra 60 mL e torneir a de te flo ,n
funil de vidro, fra s cso de vidro tipo p ê ra de 400 mL com junta esm e rilh a d
24/40, funil de Büchner, fra s c ocon centra dr ograduad o de 10 mL com tam pa,
s e rin gsade 5 mL, b a lõ es volum é trico
s de 10,
50 e 100 mL e p ip e ta s volum étrica s.

Re a g en tes

Ág ua u ltra -p u ra
Álcool
Me tan ol g rau CLAE
Ace tonitrila g rau
CLAE
1 ,1 ,2 -triclo
ro -1 ,2 ,2 -triflu
reta
o no (TCTFE) g rau CLAE
Dim etilsulf óxido (DMSO) g rau e sp e crofotom
t étrico
Ciclohexan o g rau CLAE
Óxido de alum ínio 90, tam anho de p artícula 7 0 -2 30 m e s h
Sílica g el 60 , tam anho de p artícula 7 0 -2 30 m e s h
Hidróxido de p o tá ssio

So lu ç ã o -e s toeq–u Diss ova


l 1 mg de b enzo(a)pireno (BaP) em 10 mL de
ciclohexano e d e xi e em u ltra -som por 15 m inutos.

Solução-intermediária – Pipete 0,5 mL da solução-estoque, leve para um balão de


50 mL e com p let e o volume com a ce to n itrila -m e ta l (1:1).
no
Solução de trab alh o – Pip e et 4 mL da solu ção interm ediári a e leve p a ra um balão
de 100 mL, com pletand o o volume com a c eto n itrila -m eta l (1:1)
n o . C oncentraçã
o
final de b e nzo(a) pire no: 0,04 μg/mL.
Alumina desativada – Determine a perda aparente de peso da alumina, por
aquecimento ao rubro com bico de Bünsen de 10 g de alum ina em c áp sual de
porc e la na ou platina ta ra d a .Cubra a cá p sual im ediatam ent e e coloque em
d e ss e c ard op a ra e s fria
r, d ep oi
s p e se (as p e s -a g e ns d evem s er fe itas rapidam ente ,
pois a alum ina a d s orve im ediatam ent e a á g ua a tm osfé - rica). Calcule o conteúdo
de água. Descarte a alumina que tenha sido aquecida. Adicione su fic ie net
quantidad e de água p a ra m olhar a alum ina, d e s de que p a ra o total de água
adicio- nado, se considere 10% do peso final da alumina desativada. Agite
vigorosamente a alumina por 15 m inutos e g u arde em vidro âm bar por no
mínimo 4 h o ras a n tes do u so.

274 - IAL
Capítulo V - Aditivos

Cálculo

Y = quantidade de água presente na alumina


X = quantidad e de á g ua a s er adicionad
a na alum ina
M = m a ssa de alum ina inicial

Sílica g el d e sa va
ti da – Aq u e ça porç õ es de sílica g el em fra s oc Erlenm yeer ta ra do a
160°C por
16 h o ras e a q u eaç tam bém a tam pa já ta ra da em um b éq u er. Remova o fra sco
Erle nm yee r
da estufa, tampe imediatamente e esfrie em des secador. Pese o frasco para
determinar o peso
da sílica gel seca. Adicione quantidade suficiente de água à sílica gel, desde que
a soma das adições não ultrapas se 15% do peso final da sílica gel desativada.
Imediatamente tampe o fra s oc e a g ite v ig oro sa m enetpor 15 m inutos. A gu arde 4
h o ras ou m ais a n tes do u so.

Cálculo

X = quantidad e de á g ua a s er adicionad
a na
sílic a M
; = m a ssa de sílica inicial.

Preparação da coluna cromatográfica – Adicione na coluna de vidro, contendo lã


de vidro na extremidade inferior, 5 g de sílica gel desativada (contendo 1 5% de
água),
5 g de alumina desativada (contendo 1 0% de água) e 10 g de sulfato de
sódio, nesta ord e m, b a te n od leve m e net d u ra net c a da a d iç ão. L ave a c o lu na
c om 50 mL de TC- TFE. Par e o fluxo quando o nível do líquido alcançar o
topo da camada de sulfato
de s ó d io

Recuperação da coluna cromatográfica – Teste antes do uso. Prepar e 2 colunas


como d e s c roit a c ima (uma c o lu na p a ra o b ra n co e u ma p a ra a re c u p e r a ç ã. o )
Ad ic io ne 4 0 mL de TCTFE à uma coluna e à outra adicione 40 mL de TCTFE
contaminado c om 2 mL de uma s o lu ç oã de b e nzo (a)pireno (BaP) 0,25
μg/mL. Deixe o solvente percolar as colunas e colete separadamente os eluatos
em frascos tipo pêra de 4 00 mL. Repita a eluição da coluna com duas porções
de 25 mL de TCTFE. Deixe cada eluente escoar até o topo da camada de
sulfato de sódio antes das próximas adições. Concentr e as soluções eluídas de
TCTFE a 5 mL em um rotavapor com banho-maria
a 3 0 °C. Tr a n s fir
a os c o n c e n tr a sd op a ra um fr a s oc c o n c e n tra d
r og ra d u aod de 10
m L, com pipetador automático ou pipeta tipo Pasteur. Lave cada frasco tipo
pêra com 3 p orç õ es de 1 mL de TCTFE e tr a n s fir a p a ra o fr a s oc c o n c e n tra rd o
re s p e cvo.
t i Colo-
IAL - 275
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

que os frascos em um banho-maria a 3 0°C e concentr e as soluções à secura sob


leve
fluxo de nitrogênio. Adicione 2 mL de acetonitrila-metanol (1:1) e leve ao
ultra-som p or 3 m in u tos . Filtre a s o lu ç oã em m e m b ra nsa de 0 ,45 μm.
Su b m eat à cromatografia líquida de alta e ficiê ncia . Os crom atog rams ad os
s o vl e n tes d evem e s tar livres de p icos interfe- re n tes e a recu p eraçã
o p ara o
benzo(a)pireno (BaP) deve ser maior que 90%.

Fa se móve l
Solve n te A: a ceton itrila -m eta l no
(1:1)Solve n te B: á g ua
Filtre os s o vl e n tes A e B a través de m e m b rana
s de 0,45 μm e d e g a se ifiq u e .

Solve n te s
para extração – Água saturada com TCTFE e água saturada com ciclohexano.
Em um funil de separação, sature a água com o solvente específico em exces so,
agite e descarte a fase orgânica.

Procedim ent o – Ajuste o detector de fluoresc ência para os seguintes


comprimentos de
onda: λe x= 295 nm eem = 405 nm. Ajuste a proporção da fase móvel para 80% do
λ solvente
A e 20% do solvente B, o fluxo para 1 mL/min e a temperatura para 35°C.
Programe o g rad ie netda fa se móvel como d e scrit
o a b axo
i :

Tabela 10 – Program açã


o do g ra d ie netda fa se móve l

Tem po % Solve n teA % Solve n teB


(min) (aceton itrila-m etan1:1)
ol (água
0 80 )
20
20 100 0
40 100 0
45 80 20
65 80 20

Triture a am ostr a e d issova


l 25 g em 500 mL e m um balão de fundo redondo p a ra
ebulição,
com a lg um sa péro las de vidro. Adicione 100 mL de álcool e 4 g de hidróxido de
p otássio. Coloque o fra sco na m anta de aquecim ento , a d apet o con densad r ode
b olas e d e xi e digerindo po r 2 h o ra.s De ixe e s fria
r à tem peratur
a am biente . Coloque
lã de vidro em um funil e um e- d e ça com álcool, p a ses a soluçã o fria a través da lã
de vidro e recolha o filtrado em um funil d e s e p a ra çoãde 500 mL. Fa ça lava g e sn
se q ü e n cia
s com
i 90 mL de á gua saturad
a com TCTFE,
40 mL de TCTFE e 50 mL de álcool, re co lha as so lu çõseno funil de se p a ra çã
o de
500 mL. Fe c he o funil e então inverta e a bra a to rneir
a enquant
o a gita su avem enet o
conteúd o por a l-

276 - IAL
Capítulo V - Aditivos

g uns se g un dsop ara e s c a p. eFe c he a to rn eira e e x traai agitand o o funil por 2 m inutos .
De ixe a s
c amadas separarem e então escoe a c amada de TCTFE através da coluna
cromatográfica (como pre p arad a anteriorm ente) . Rep ita as e x tra çõs ecom 2 porçõ es
de 40 mL de TCTFE. De ixe cad a e x traot p ercolar a coluna e co leet
a proxim adam ent e 300 mL em um fra sco tipo p êra. Quando
o terc e rio e x traot atingir o topo da cam ad a de sulfato de sódio, adicion e 50 mL de
TCTFE para lavagem da coluna e colete este eluído no frasco. Adicione 10 mL de
DMSO à solução no fra sco e evapore o TCTFE em um rotavapor com banho a
30°C, deixand o o DMSO. Tra n s- fira quantitati vam ente o concentraod de
DMSO p a ra um funil de se p a ra çã o de 125 mL, usando 5 mL de DMSO em
p eq u ensaporç õ e .s Lave o fra sco com 50 mL e adicione a slava g e ns ao funil. A g ite
o funil p ara e xtra çã o por 2 m inutos . De p osi que as fa s se se se p a ra rem , d e s carte a
cam ad a in ferior p ara um funil de se p a ra çã o de 250 mL contend o 25 mL de ciclo-
h ex ano e 90 mL de á gua sa tu raad com ciclo hexao.n Repita a e x tra çã o de
cicloh exaonno funil
de 125 mL com d u as alíq uo ta s de 15 mL de DMSO. Adicione os e x tra to s de DMSO
ao funil
de 250 mL, a g ite vig orosam ene tpor 2 m inutos pa ra e xtra çã o. De p osi da se p a ra çã o
d as fa s e stra
, n sfir
a a cam ad a in ferior p a ra outro funil de 250 mL contend o 25 mL
de cicloh exan o e a g itepor 2 m inutos pa ra e xtra çã o. De p osi da s e p a ra çã o d as fa s e, s
d e s ca
rte a cam ad a in ferior, aq u osa.Com bine os d ois e x tra to s de cicloh exan o no
prim eiro funil de 250 mL. Lave o seg unod funil
de 250 mL com d u as alíq uo ta s de 10 mL de ciclo hexaone adicion e as lava g e ns ao
prim eiro funil de 250 mL. Lave a soluçã,od u as veze s, com su ave ag ita çã o por 15
se gu ndsocom 100 mL
de á gua saturad a com cicloh exan o. De s c rate a cam ad a aq u osa d ep ois de cada
lavag em. Colo- que 10 g de alum ina d e sa vada ti (10% de água) se g u id a por 50 g de
Na2SO4 em um funil d e
Büchner de 60 mL. Lave com 50 mL de cicloh ex an o e d e s ca
rte. Pa s es os e x tra to
s
com binados
de ciclo hexaondo funil de se p a ra ç ã, ao través do funil de Büchner p ara um fra sco
tipo pê ra d e
400 mL. Lave o funil de se p a ra çã o com du as a líqu ota s de 25 mL de cicloh exan, eo
p a ses ca dauma a través do funil de Büchner p ara o fra sco. Use um rotavapor com
b an ho-m ari a a 40°C,
a té reduzir o volume p ara c erca de (2 -5) mL. Tra n s fir a o conteúd o quantitati vam ent e
p ara o fra sco concen trad r usand
o o um pipetado r autom átic o ou pipeta tipo Pa ste ru,
utilizand o 5 mL
ou m enos de cicloh exan o p ara lavag em. Leve o conteúd o do tubo à s e c uar em
b an ho-m ari aa
30°C sob uma su ave co r e n te de nitrogênio. Leve p ara 2 mL com aceto n itrila-m eta l no
(1:1) e de xi e no u ltra -som por 3 m inutos . Filtre o e x traot p ara um fla co neetde 2 mL.
Injete 20 μL
do e x traot de a m o s tr
a ou da s o lu ç ã o -p a do rã
na co luna Lichro s p h ree 100 R P -18 (5
μm) ou equiva le net e inicie a program açã o de g rad ienet de fa se móve l. Entre as
inje çõ e, s lave o lo op d e am ostra . Compare os tem pos de reten çã o do pico
o b servado com o padrão de benzo(a)pireno crom atografad o sob as m e smsa
cond ições . In je et o padrão a ca da 3 a m o stra. s C alcule a quanti- da de de
benzo(a)pireno no e x traot de am o str a p elo procedim ent o de padrão e x te rn o.

Cálculo

IAL - 277
Mé to do sFísic oQuím
- icosp a raA ná lised e Alim entos- 4 ª Edição
1 ª EdiçãoDigital

Aa = área do pico da a m o str


a de b enzo(a)pireno no e x traot da a m o stra
Ap = área do pico de padrão e xte rn o de b enzo(a)pireno
Mp = m a ssa de padrão e x te rn
o de b enzo(a)pireno na inje ção

Finalize o cálculo
, levando em co n sid e raoçãas diluiçõe
s e fe tu a dsae o p e so inicial
d e a m o stra .

Re ferê n c ia
s b ib lio rgá fic a s

YABIKU, H.Y.; MARTINS, M.S.; TAKAHASHI, M.Y. Leve ls of be nzo (a )p rye ne and
oth er polycyclic arom atic hydro ca rb osnin liquid sm o ke flavour and so me sm oked
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of p o lyn u clea
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Chem., v.
67(6), p. 10 76 -1 08, 21982.

Colaboradore s :

Irace ma de A. Tam ura; Ma risteal Satou Martins e Ne lson Aranha Dia s.

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