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DIREITO PENAL - ALEXIS COUTO DE BRITO

DIREITO PENAL BRASILEITO:

· PARTE GERAL (Teoria do Delito)

1. Função/Finalidade do Direito Penal: Proteger subsidiariamente os bens jurídicos


fundamentais, daques comportamentos mais relevantes praticados por terceiros.

· PARTE ESPECIAL (Teoria da Pena)

2. Função/Finalidade da pena: Preventiva, prevenção geral, especial, positiva, negativa.

Divergência Doutrinária: há quem defenda que a teoria do crime e a teoria da pena têm finalidades
distintas, e os que defendam que as finalidades são as mesmas.

OBJEÇÃO: É difícil defender o caráter preventivo da pena, pois não há como se demonstrar
empiricamente isto, que prendendo alguém, vocês está protegendo algum bem jurídico.

3. Função ressocializadora: Se você prendeu alguém, em tese, essa pessoa não deveria voltar a
cometer crimes. No entanto, o que se verifica é que muitos voltam a reincidir.

4. Função Simbólica/Exemplar: Se você prendeu alguém, essa pessoa deveria servir de exemplo
para que outras não cometam crimes. No entanto, o que se verifica é que muitos ainda
cometem crimes mesmo com muitos sendo presos.

Modernamente, tanto a teoria do delito quanto a teoria da pena assume funções bem diferentes, tendo
como a função o controle do poder punitivo do Estado.

Mas por que? R: Porque nós, diante de um fato criminoso, não conseguimos ficar indiferentes, e
exigimos que uma providência seja tomada, que haja algum tipo de resposta.

Se deixarmos essa resposta a enbcargo de cada um, vai dar ruim, pois nós agimos com emoção, fazendo
com que a nossa resposta seja desproporcional.

Para que isso não aconteça, a melhor solução é adbicarmos da justiça com as próprias mãos para delegá-
la ao Estado que, através de um terceiro técnico imparcial, irá buscar a proporcionalidade da pena com
base da racionalização.

Porém, o Poder de persecução e punição nas mãos do Estado é perigoso, pois o Estado é composto por
pesoas e as pessoas são corrompíveis, podendo abusar do poder contra os direitos do indivíduo.

A resposta do direito penal é muito grave e muito mais rigorosa, e deve ter muito mais garantias, pois é o
único ramo do direito em que, quando o estado erra, ele não devolve. Pois está tratando da sua
liberdade, da sua disposição de ir e vir.
Dessa forma, faz-se necessário que o Direito Penal seja muito garantista, para que a probabilidade do
erro diminua ao máximo. A melhor forma de errar menos é sempre aplicar menos. Dogmática sólida e
processo penal muioto garantista.

OBS: POLÍTICA CRIMINAL x DIREITO PENAL

- Nenhuma pena é pouca, o tempo na cadeia passa diferente do tempo do nosso dia a dia em liberdade.

- A nossa prisão não é exemplar, e vive um "estado inconstitucional de coisas".

- O Direito Penal sem a política criminal é vazio, pois é preciso trazer a política criminal para dentro do
direito penal, porque na hora quie você for aplicar, você vai aplicar em uma pessoa de verdade,
precisamos de uma política criminal realista.

- Eu estou mandando alguém para cadeia. Isso não é bom. Dá pra fazer outra coisa? Não dá. Logo, ela vai
ter que ir pra cadeia.

- Então vamos controlar o poder punitivo do Estado, e vamos, assim que ela chegar na cadeia, pensar na
única coisa que a gente tem que pensar: a hora que ela vai voltar para a sociedade.

TEORIA DO DELITO: (Merecimento)

- Constói-se uma fórmula para ter msais segurança na hora de afirmar que uma pessoa cometeu ou não
cometeu um crime.

- Quando falamos de Teoria do Delito, falamos de injusto penal, sobre merecimento de pena, se você
cometeu ou não cometeu uma injustiça. (Também chamado de injusto culpável)

TEORIA DA PENA: (Necessidade)

- Modernamente não aceitamos mais a pena pela pena, a teoria da pena como pura retribuição.

- Entende-se a pena como algo pela sociedade e para a sociedade. São as teorias relativas da pena que
prevalecem --> A pena está RELACIONADA à sociedade

- Teorias absolutas de que a pena basta por si só, são muito difíceis de serem sustentadas