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Modelo de Prova

GRUDEM, Wayne. Teologia Sistemática. São Paulo, VIDA NOVA, 1999.


Parte 1 – A doutrina da Palavra de Deus – p. 23-96

• A Palavra de Deus
• O cânon das Escrituras
• As quatro características das Escrituras (1) Autoridade
• A inerrância das Escrituras
• As quatro características das Escrituras (2) Clareza
• As quatro características das Escrituras (3) Necessidade
• As quatro características das Escrituras (4) Suficiência

Instituição:
Disciplina:
Semestre:
Ano:
Professor:
Aluno:

Introdução

Caro aluno, esta prova foi elaborada para aferir o grau de conhecimento na disciplina. Procure
responder às perguntas de modo claro. Leia atentamente cada pergunta antes de proceder à
resposta. Utilize caneta azul ou preta.

( ) Será permitida a consulta.


( ) Não será permitida a consulta.

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Questões Discursivas

Pergunta 1 – Como podemos interpretar a expressão Palavra de Deus na Bíblia?


R. Segundo Grudem, existem seis maneiras pelas quais a Bíblia se refere a “Palavra de
Deus”:
1. Às vezes a Bíblia refere-se ao Filho de Deus como “a Palavra de Deus”.
2. Às vezes as palavras de Deus tomam a forma de decretos poderosos que
causam eventos ou até mesmo trazem coisas à existência.
3. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a
elas.
4. Com freqüência nas Escrituras Deus levanta profetas para falar por meio
deles.
5. Encontramos nas Escrituras várias situações em que as palavras de Deus são
colocadas em forma escrita.
6. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a
elas. Esses casos são exemplos de Palavra de Deus de aplicação pessoal e encontram-
se através das Escrituras.

Pergunta 2 – Qual a definição de Grudem para cânon?


R. Segundo Grudem, o cânon das Escrituras é a lista de todos os livros que pertencem à
Bíblia.

Pergunta 3 – Qual a é, segundo Grudem, a coleção mais antiga das palavras de Deus?
R. A coleção mais antiga das palavras de Deus eram os Dez Mandamentos.

Pergunta 4 – Quando, aproximadamente, Grudem data o encerramento do cânon do Antigo


Testamento?
R. Para Grudem, depois de, aproximadamente, 435 a.C., não houve mais acréscimos ao
cânon do Antigo Testamento.

Pergunta 5 – Quais as evidências internas no Novo Testamento aludidas por Grudem que
corroboram o cânon do Antigo Testamento como Palavra de Deus?

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R. A ausência completa de referência a outra literatura como palavra autorizada por Deus e
as referências muito freqüentes a centenas de passagens no Antigo Testamento como dotadas
de autoridade divina confirmam com grande força o fato de que os autores do Novo
Testamento concordavam em que o cânon estabelecido do Antigo Testamento, nada mais
nada menos, devia ser aceito como a verdadeira palavra de Deus.

Pergunta 6 – Qual a opinião de Grudem para os chamados livros apócrifos?


R. Para Grudem, os chamados livros apócrifos nunca foram aceitos como Escrituras pelos
judeus, mas ao longo da história inicial da igreja as opiniões se dividiram sobre se eles
deviam ou não fazer parte das Escrituras. Na realidade, a evidência cristã mais antiga
coloca-se de modo decisivo contra a visão dos apócrifos como Escrituras, mas o uso desses
livros foi se difundindo gradualmente em algumas partes da igreja até o tempo da Reforma.

Pergunta 7 – Qual é, segundo Grudem, a lista mais antiga dos livros do Antigo Testamento?
R. Segundo Grudem, a mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe
hoje é a de Melito, bispo de Sardes, que escreveu em cerca de 170 d.C.

Pergunta 8 – Quando foram aceitos pela Igreja Católica os chamados apócrifos?


R. Segundo Grudem, em 1546, no Concílio de Trento, que a Igreja Católica Romana
declarou oficialmente que os apócrifos fazem parte do cânon (com exceção de 1 e 2 Esdras e
da oração de Manassés).

Pergunta 9 – Segundo Grudem, quais as razões pelas quais não devemos aceitar os apócrifos.
R. Grudem apresenta quatro razões para a rejeição dos apócrifos:
(1) Eles não atribuem a si o mesmo tipo de autoridade que têm os escritos do Antigo
Testamento
(2) Não foram considerados palavras de Deus pelo povo judeu do qual se originaram;
(3) Não foram considerados Escrituras por Jesus nem pelos escritores do Novo Testamento;
(4) Contêm ensinos incoerentes com o restante da Bíblia.

Pergunta 10 – Quando se inicia, segundo Grudem, o processo do cânon do Novo Testamento?


R. Para Grudem, o desenvolvimento do cânon do Novo Testamento começa com os escritos
dos apóstolos.

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Pergunta 11 – Quem foi autorizado por Deus, segundo Grudem, para escrever os textos
sagrados do novo Testamento?
R. Para Grudem, foram os apóstolos e pessoas ligadas a eles que foram incumbidos por Deus
para esta tarefa. Estas pessoas, então,têm autoridade para escrever palavras do próprio Deus,
iguais em veracidade e autoridade às palavras das Escrituras do Antigo Testamento. Elas
escrevem para registrar, interpretar e aplicar à vida dos crentes as grandes verdades acerca da
vida, morte e ressurreição de Cristo.

Pergunta 12 – Qual a palavra ou termo utilizado nas Escrituras para designar as Palavras de
Deus?
R. Segundo Grudem, a palavra traduzida por “Escrituras” é graphÂ, termo que ocorre
cinqüenta e uma vezes no Novo Testamento e que se refere às Escrituras do Antigo
Testamento em todas essas passagens. Assim, a palavra Escritura era um termo técnico para
os autores do Novo Testamento e usada somente para designar aqueles escritos encarados
como palavras de Deus e, por conseguinte, como parte do cânon das Escrituras.

Pergunta 13 – Quais as razões, apresentadas por Grudem, para a aceitação da carta aos
hebreus no cânon?
R. Segundo Grudem, a aceitação de Hebreus como canônico não se deveu inteiramente à
crença na autoria paulina. Antes, as qualidades intrínsecas do livro devem ter por si
convencido finalmente os leitores antigos, assim como continuam convencendo os crentes
hoje, de que não importa quem tenha sido o autor humano, seu autor último só pode ter sido o
próprio Deus. A glória majestosa de Cristo resplandece das páginas da carta aos Hebreus de
modo tão brilhante que nenhum crente que a leia com seriedade deve jamais questionar seu
lugar no cânon.

Pergunta 14 – Qual é, para Grudem, o centro da canonicidade?


R. Para Grudem, o centro da canonicidade repousa no fato da possibilidade de um livro
pertencer ao cânon. Para ele, é absolutamente necessário que este livro tenha autoridade
divina. Se as palavras do livro são palavras de Deus (embora de autores humanos), e se a

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igreja primitiva, sob a direção dos apóstolos, preservou o livro como parte das Escrituras,
então o livro pertence ao cânon.

Pergunta 15 – Quais as evidências históricas mais antigas, citadas por Grudem, do cânon do
Novo Testamento?
R. Segundo Grudem, as mais antigas listas do cânon datam de 367 d.C. e 397 d.C.
Em 367 d.C. a Trigésima Nona Carta Pascal de Atanásio que continha uma lista exata dos
vinte e sete livros do Novo Testamento que temos hoje. Era a lista de livros aceitos pelas
igrejas na parte oriental do mundo mediterrâneo. Trinta anos mais tarde, em 397 d.C., o
Concílio de Cartago, representando as igrejas na parte ocidental do mundo mediterrâneo,
concordou com as igrejas orientais quanto à mesma lista.

Questões Objetivas

Marque um “X” a resposta certa:


Pergunta 1 – Como podemos interpretar a expressão “Palavra de Deus” na Bíblia?
R.
(x) Segundo Grudem, existem seis maneiras pelas quais a Bíblia se refere a “Palavra de
Deus”:
1. Às vezes a Bíblia refere-se ao Filho de Deus como “a Palavra de Deus”.
2. Às vezes as palavras de Deus tomam a forma de decretos poderosos que
causam eventos ou até mesmo trazem coisas à existência.
3. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a
elas.
4. Com freqüência nas Escrituras Deus levanta profetas para falar por meio
deles.
5. Encontramos nas Escrituras várias situações em que as palavras de Deus são
colocadas em forma escrita.
6. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a
elas. Esses casos são exemplos de Palavra de Deus de aplicação pessoal e encontram-
se através das Escrituras.

( ) Segundo Grudem, existe três maneiras pelas quais a Bíblia se refere a “Palavra de
Deus”:

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1. Às vezes a Bíblia refere-se ao Filho de Deus como “a Palavra de Deus”.
2. Às vezes as palavras de Deus tomam a forma de princípios que determinam por
onde a igreja deve caminhar.
3. Deus às vezes se comunica com adivinhos sobre a terra falando diretamente a
eles.

Pergunta 2 – Qual a definição de Grudem para Cânon das Escrituras ?


R.
( ) A lista de alguns os livros que pertencem à Bíblia.
( ) A lista de todos os livros religiosos até hoje.
( ) A lista de todos os livros que pertencem à Bíblia Católica.
(x) A lista de todos os livros que pertencem à Bíblia.

Pergunta 3 – Qual é, segundo Grudem, a coleção mais antiga das palavras de Deus?
R.
( ) A coleção mais antiga das palavras de Deus eram os livros de Moisés.
( ) A coleção mais antiga das palavras de Deus eram as histórias do gênesis.
(x) A coleção mais antiga das palavras de Deus eram os Dez Mandamentos.
( ) A coleção mais antiga das palavras de Deus eram os livros do judaísmo.

Pergunta 4 – Quando, aproximadamente, Grudem data o encerramento do cânon do Antigo


Testamento?
R.
( ) Para Grudem, depois de aproximadamente 1000 a.C. não houve mais acréscimos ao
cânon do Antigo Testamento.
( ) Para Grudem, depois de aproximadamente 500 a.C. não houve mais acréscimos ao cânon
do Antigo Testamento.
( ) Para Grudem, depois de aproximadamente 205 a.C. não houve mais acréscimos ao cânon
do Antigo Testamento.
(x) Para Grudem, depois de aproximadamente 435 a.C. não houve mais acréscimos ao
cânon do Antigo Testamento.

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Pergunta 5 – Quais as evidências internas no Novo Testamento, aludidas por Grudem que
corroboram o cânon do Antigo Testamento como Palavra de Deus?
R.
(x) A ausência completa de referência à outra literatura como palavra autorizada por Deus e
as referências muito freqüentes a centenas de passagens no Antigo Testamento como dotadas
de autoridade divina confirmam com grande força o fato de que os autores do Novo
Testamento concordavam em que o cânon estabelecido do Antigo Testamento, nada mais
nada menos, devia ser aceito como a verdadeira palavra de Deus.
( ) A ausência completa de discordância entre os teólogos e as referências do judaísmo
primitivo a centenas de passagens no Antigo Testamento como dotadas de autoridade divina
confirmam com grande força o fato de que os autores do Novo Testamento concordavam em
que o cânon estabelecido do Antigo Testamento, nada mais nada menos, devia ser aceito
como a verdadeira palavra de Deus.

Pergunta 6 – Qual a opinião de Grudem para os chamados livros apócrifos?


R.
( ) Os chamados livros apócrifos nunca foram aceitos como Escrituras pelos judeus,por
causa do cativeiro babilônico e as discordâncias dos diversos partidos religiosos em Israel
no tempo de Cristo.
(x) Os chamados livros apócrifos nunca foram aceitos como Escrituras pelos judeus, mas ao
longo da história inicial da igreja as opiniões se dividiram sobre se eles deviam ou não fazer
parte das Escrituras. Na realidade, a evidência cristã mais antiga coloca-se de modo
decisivo contra a visão dos apócrifos como Escrituras, mas o uso desses livros foi se
difundindo gradualmente em algumas partes da igreja até o tempo da Reforma.

Pergunta 7 – Qual é, segundo Grudem, a lista mais antiga dos livros do Antigo Testamento?
R.
( ) A mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe hoje é a de Calvino.
(x) A mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe hoje é a de Melito,
bispo de Sardes, que escreveu em cerca de 170 d.C.
( ) A mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe hoje é a de
Paulo,apóstolo, que escreveu em cerca de 70 d.C.
( ) A mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe hoje é a de Lutero,
que escreveu em cerca de 1516 d.C.

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Pergunta 8 – Quando foram aceitos pela Igreja Católica os chamados apócrifos?


R.
( ) Segundo Grudem, em 546, no Concílio de Calcedônia, que a Igreja Católica Romana
declarou oficialmente que os apócrifos fazem parte do cânon).
( ) Segundo Grudem, em 1000 D.C., que a Igreja Católica Romana declarou oficialmente que
os apócrifos fazem parte do cânon (com exceção de 1 e 2 Esdras e da oração de Manassés).
( ) Segundo Grudem, em 1960, no Concílio Vaticano I, que a Igreja Católica Romana
declarou oficialmente que os apócrifos fazem parte do cânon (com exceção de 1 e 2 Esdras e
da oração de Manassés).
(x) Segundo Grudem, em 1546, no Concílio de Trento, que a Igreja Católica Romana
declarou oficialmente que os apócrifos fazem parte do cânon (com exceção de 1 e 2 Esdras e
da oração de Manassés).

Pergunta 9 – Segundo Grudem, quais as razões pelas quais não devemos aceitar os apócrifos.
R.
( ) Grudem apresenta duas razões para a rejeição dos apócrifos: (1) Eles atribuem a si o
mesmo tipo de autoridade que têm os escritos do Antigo Testamento.
(2) Foram considerados apenas parcialmente palavras de Deus pelo povo judeu do qual se
originaram;
(x) Grudem apresenta quatro razões para a rejeição dos apócrifos: (1) Eles não atribuem a
si o mesmo tipo de autoridade que têm os escritos do Antigo Testamento.
(2) Não foram considerados palavras de Deus pelo povo judeu do qual se originaram;
(3) Não foram considerados Escrituras por Jesus nem pelos escritores do Novo Testamento;
(4) Contêm ensinos incoerentes com o restante da Bíblia.

Pergunta 10 – Quando se inicia, segundo Grudem, o processo de desenvolvimento do cânon


do Novo Testamento?
R.
(x) Inicia-se com os escritos dos apóstolos.
( ) Inicia-se com os escritos de Paulo.
( ) Inicia-se com os escritos de Pedro.
( ) Inicia-se com os escritos de João.

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Pergunta 11 – Quem foi autorizado por Deus, segundo Grudem, para escrever os textos
sagrados do novo Testamento?
R.
( ) Foram os profetas itinerantes e pessoas ligadas a eles que foram incumbidos por Deus
para esta tarefa. Estas pessoas, então,têm autoridade para escrever palavras do próprio
Deus, iguais em veracidade e autoridade às palavras das Escrituras do Antigo Testamento.
Elas escrevem para registrar, interpretar e aplicar à vida dos crentes as grandes verdades
acerca da vida, morte e ressurreição de Cristo.

( ) Foram os primeiros evangelistas e pessoas ligadas a eles que foram incumbidos por Deus
para esta tarefa. Estas pessoas, então,têm autoridade para escrever palavras do próprio
Deus, iguais em veracidade e autoridade às palavras das Escrituras do Antigo Testamento.
Elas escrevem para registrar, interpretar e aplicar à vida dos crentes as grandes verdades
acerca da vida, morte e ressurreição de Cristo.
(x) Foram os apóstolos e pessoas ligadas a eles que foram incumbidos por Deus para esta
tarefa. Estas pessoas, então,têm autoridade para escrever palavras do próprio Deus, iguais
em veracidade e autoridade às palavras das Escrituras do Antigo Testamento. Elas escrevem
para registrar, interpretar e aplicar à vida dos crentes as grandes verdades acerca da vida,
morte e ressurreição de Cristo.

Pergunta 12 – Na Bíblia, o termo “Escrituras” significa Palavras de Deus. Qual sua o


significado deste termo no grego?
R.
( ) Eros
( ) Theos
(x) graphÂ.
( ) Martyria

Pergunta 13 – Quais as razões, apresentadas por Grudem, para a aceitação da carta aos
hebreus no cânon?
R.
( ) A aceitação de Hebreus como canônico se deveu inteiramente à crença na autoria
paulina. Somente ele poderia ter escrito tal carta. A glória majestosa de Cristo resplandece

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das páginas da carta aos Hebreus de modo tão brilhante que nenhum crente que a leia com
seriedade deve jamais questionar sua autoria paulina.
(x) A aceitação de Hebreus como canônico não se deveu inteiramente à crença na autoria
paulina. Antes, as qualidades intrínsecas do livro devem ter por si convencido finalmente os
leitores antigos, assim como continuam convencendo os crentes hoje, de que não importa
quem tenha sido o autor humano, seu autor último só pode ter sido o próprio Deus. A glória
majestosa de Cristo resplandece das páginas da carta aos Hebreus de modo tão brilhante
que nenhum crente que a leia com seriedade deve jamais questionar seu lugar no cânon.
( ) A aceitação de Hebreus como canônico não se deveu inteiramente à crença na autoria
paulina. Antes, os estudiosos apresentaram provas que convenceram cientificamente sua
canonicidade e a igreja cristã ficou satisfeita.

Pergunta 14 – Qual é, para Grudem, o centro da canonicidade?


R.
(x) O centro da canonicidade repousa no fato da possibilidade de um livro pertencer ao
cânon. Para ele, é absolutamente necessário que este livro tenha autoridade divina. Se as
palavras do livro são palavras de Deus (embora de autores humanos), e se a igreja primitiva,
sob a direção dos apóstolos, preservou o livro como parte das Escrituras, então o livro
pertence ao cânon.
( ) O centro da canonicidade repousa no fato da possibilidade de concordância histórica
entre protestantismo e catolicismo. Se os dois ramos do cristianismo concordam, então o
livro pertence ao cânon.
( ) O centro da canonicidade repousa no fato da possibilidade de um livro ter passado por
um concílio ecumênico na igreja primitiva. Se tal aconteceu, então o livro pertence ao cânon.

Pergunta 15 – Quais as datas das evidências históricas mais antigas, citadas por Grudem, do
cânon do Novo Testamento?
R.
( ) As mais antigas listas do cânon datam de 100 d.C. e 200 d.C. ( A Trigésima Nona Carta
Pascal de Atanásio e o Concílio de Cartago).
( ) As mais antigas listas do cânon datam de 200 d.C. e 300 d.C. ( A Trigésima Nona Carta
Pascal de Atanásio e o Concílio de Cartago).
( ) As mais antigas listas do cânon datam de 400 d.C. e 500 d.C. ( A Trigésima Nona Carta
Pascal de Atanásio e o Concílio de Cartago).

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(x) As mais antigas listas do cânon datam de 367 d.C. e 397 d.C. ( A Trigésima Nona Carta
Pascal de Atanásio e o Concílio de Cartago).

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Relacione a primeira coluna com a segunda coluna:
Primeira Coluna
(1) Como podemos interpretar a expressão Palavra de Deus na Bíblia?
(2) Qual a definição de Grudem para Cânon?
(3) Qual a é, segundo Grudem, a coleção mais antiga das palavras de Deus?
(4) Quando, aproximadamente, Grudem data o encerramento do cânon do Antigo
Testamento?
(5) Quais as evidências internas no Novo Testamento, aludidas por Grudem que corroboram o
cânon do Antigo Testamento como Palavra de Deus?
A ausência completa de referência à outra literatura como palavra autorizada por Deus e as
referências muito
(6) Qual a opinião de Grudem para os chamados livros apócrifos?
(7) Qual é, segundo Grudem, a lista mais antiga dos livros do Antigo Testamento?
(8) Quando foram aceitos pela Igreja Católica os chamados apócrifos?
(9) Segundo Grudem, quais as razões pelas quais não devemos aceitar os apócrifos.
(
10) Quando se inicia, segundo Grudem, o processo do cânon do Novo Testamento?
(11) Quem foi autorizado por Deus, segundo Grudem, para escrever os textos sagrados do
novo Testamento?
(12) Qual a palavra ou termo utilizado nas Escrituras para designar as Palavras de Deus?
(13) Quais as razões, apresentadas por Grudem, para a aceitação da carta aos hebreus no
cânon?
(14) Qual é, para Grudem, o centro da canonicidade?
(15) Quais as evidências históricas mais antigas, citadas por Grudem, do cânon do Novo
Testamento?

Segunda Coluna
(1) Segundo Grudem, existem seis maneiras pelas quais a Bíblia se refere a “Palavra de
Deus”:
1. Às vezes a Bíblia refere-se ao Filho de Deus como “a Palavra de Deus”.
2. Às vezes as palavras de Deus tomam a forma de decretos poderosos que causam
eventos ou até mesmo trazem coisas à existência.
3. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a elas.
4. Com freqüência nas Escrituras Deus levanta profetas para falar por meio deles.

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5. Encontramos nas Escrituras várias situações em que as palavras de Deus são
colocadas em forma escrita.
6. Deus às vezes se comunica com pessoas sobre a terra falando diretamente a elas.
Esses casos são exemplos de Palavra de Deus de aplicação pessoal e encontram-se
através das Escrituras.
(2) Segundo Grudem, o cânon das Escrituras é a lista de todos os livros que pertencem à
Bíblia.
(3) A coleção mais antiga das palavras de Deus eram os Dez Mandamentos.
(4) Para Grudem, depois de aproximadamente 435 a.C. não houve mais acréscimos ao
cânon do Antigo Testamento.
(5) A ausência completa de referência à outra literatura como palavra autorizada por Deus e
as referências muito freqüentes a centenas de passagens no Antigo Testamento como dotadas
de autoridade divina confirmam com grande força o fato de que os autores do Novo
Testamento concordavam em que o cânon estabelecido do Antigo Testamento, nada mais
nada menos, devia ser aceito como a verdadeira palavra de Deus.
(6) Para Grudem, os chamados livros apócrifos nunca foram aceitos como Escrituras pelos
judeus, mas ao longo da história inicial da igreja as opiniões se dividiram sobre se eles
deviam ou não fazer parte das Escrituras. Na realidade, a evidência cristã mais antiga
coloca-se de modo decisivo contra a visão dos apócrifos como Escrituras, mas o uso desses
livros foi se difundindo gradualmente em algumas partes da igreja até o tempo da Reforma.
(7) Segundo Grudem, a mais antiga lista cristã dos livros do Antigo Testamento que existe
hoje é a de Melito, bispo de Sardes, que escreveu em cerca de 170 d.C.
(8) Segundo Grudem, em 1546, no Concílio de Trento, que a Igreja Católica Romana
declarou oficialmente que os apócrifos fazem parte do cânon (com exceção de 1 e 2 Esdras e
da oração de Manassés).
(9) Grudem apresenta quatro razões para a rejeição dos apócrifos:
1. Eles não atribuem a si o mesmo tipo de autoridade que têm os escritos do Antigo
Testamento;

2. Não foram considerados palavras de Deus pelo povo judeu do qual se


originaram;
3. Não foram considerados Escrituras por Jesus nem pelos escritores do Novo
Testamento;

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4.
5. Contêm ensinos incoerentes com o restante da Bíblia.
(10) Para Grudem, o desenvolvimento do cânon do Novo Testamento começa com os escritos
dos apóstolos.
(11) Para Grudem, foram os apóstolos e pessoas ligadas a eles que foram incumbidos por
Deus para esta tarefa. Estas pessoas, então,têm autoridade para escrever palavras do
próprio Deus, iguais em veracidade e autoridade às palavras das Escrituras do Antigo
Testamento. Elas escrevem para registrar, interpretar e aplicar à vida dos crentes as grandes
verdades acerca da vida, morte e ressurreição de Cristo.
(12) Segundo Grudem, a palavra traduzida por “Escrituras” é graphÂ, termo que ocorre
cinqüenta e uma vezes no Novo Testamento e que se refere às Escrituras do Antigo
Testamento em todas essas passagens. Assim, a palavra Escritura era um termo técnico para
os autores do Novo Testamento e usada somente para designar aqueles escritos encarados
como palavras de Deus e, por conseguinte, como parte do cânon das Escrituras.
(13) Segundo Grudem, a aceitação de Hebreus como canônico não se deveu inteiramente à
crença na autoria paulina. Antes, as qualidades intrínsecas do livro devem ter por si
convencido finalmente os leitores antigos, assim como continuam convencendo os crentes
hoje, de que não importa quem tenha sido o autor humano, seu autor último só pode ter sido
o próprio Deus. A glória majestosa de Cristo resplandece das páginas da carta aos Hebreus
de modo tão brilhante que nenhum crente que a leia com seriedade deve jamais questionar
seu lugar no cânon.
(14) Para Grudem, o centro da canonicidade repousa no fato da possibilidade de um livro
pertencer ao cânon. Para ele, é absolutamente necessário que este livro tenha autoridade
divina. Se as palavras do livro são palavras de Deus (embora de autores humanos), e se a
igreja primitiva, sob a direção dos apóstolos, preservou o livro como parte das Escrituras,
então o livro pertence ao cânon.
(15) Segundo Grudem, as mais antigas listas do cânon datam de 367 d.C. e 397 d.C.
Em 367 d.C. a Trigésima Nona Carta Pascal de Atanásio que continha uma lista exata dos
vinte e sete livros do Novo Testamento que temos hoje. Era a lista de livros aceitos pelas
igrejas na parte oriental do mundo mediterrâneo. Trinta anos mais tarde, em 397 d.C., o
Concílio de Cartago, representando as igrejas na parte ocidental do mundo mediterrâneo,
concordou com as igrejas orientais quanto à mesma lista.

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