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2. Sistema de Composição Variável Equilíbrio químico

G = H – TS

Quando um sistema sofre uma mudança de estado, G se altera, pois H, T e S também se

alteram. No caso de uma transformação infinitesimal temos:

dG = dH -TdS – SdT

Como H = U + pV, sabendo-se que dH = dU + pdV + Vdp No caso de um sistema fechado e que só faz trabalho de expansão, dU pode ser expresso pela equação fundamental dU = TdS – pdV. Substituindo

dG = (TdS – pdV) + pdV +Vdp -TdS -SdT

Ou seja, para um sistema fechado, de composição constante, que só efetua trabalho de

expansão:

dG = -SdT + Vdp

(

G G T p

=

,

)

dG

=

(substância pura ou mistura de composição fixa)

G

T

dT +

p

G

p

dp

T

G = G (T , p , n1, n 2,

dG =

G

T

dT +

p ni

,

)

(número de mols das substancias presentes variando)

G

p

dp +

T ni

,

G

n

1

T p nj

,

,

dn

1

+

G

n

2

T p nj

,

,

dn

2 +

ni

= todos os números de mols são constantes

nj

= todos os números de mols são constantes, exceto aquele em relação ao qual se faz a

derivada.

Sabendo-se que:

G

T

=

p , ni

S

G

p

temos:

dG = SdT + Vdp + dn + dn +

1

1

2

2

T , ni

=

V

ou

dG

=

+

SdT Vdp

+

dn

i

i

 

i

onde

 

i

=

G

ni

T p nj

,

,

i é o potencial químico da substância i.

A matéria escoa espontaneamente de uma região de potencial químico mais alto para

uma região de potencial químico mais baixo.

O mesmo acontece em relação ao potencial elétrico e ao potencial gravitacional.

P= constante e T = constante, temos:

dG

=

i

dn

i

i

ou

G = n i i i
G
= n
i
i
i

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Potencial químico de uma mistura de Gás Ideal Sabendo-se que

pode-se dizer que numa mistura i = º i + RT ln p i (onde p i é a pressão parcial do componente i) p i = x i p

= º + RT ln p (Gás Ideal puro)

Equação I

i = º i + RT ln p + RT ln x i combinando I e III, temos:

i = º i (puro) + RT ln x i

Para um Gás Ideal

Equação III

Equação II

i = º i + RT ln p i

Supondo a reação:

utilizando a equação acima nesta reação:

A +

=

G

G

=

o

=

B

C

+

o

G

C

o

C + D

+

o

+

RT

D

ln

RT ln

p

o

C

+

D

o

D

o

B

+

+

RT

RT

(

ln

p

D

ln

p

C

+

C

A

p p

p p

A

B

o

A

ln

p

D

RT

ln

p

A

ln

p

A

onde G

e

o

p

p

C

D

G

p

A

p

B

é a energia de Gibbs padrão

= Q p

=

G

o

+

RT

ln

Q

no equilíbrio G = 0, Q p = K p = constante de equilíbrio

o

ln

B

p

B

)

RT

ln

p

B

G o = - RT ln K p

Exemplo:

Para a reação:

+

a constante de equilíbrio é 6,59.10 -3 , a 450 o C. Calcule a energia de Gibbs padrão da reação.

1

2

N

2(

g

)

3

2

H

2(

g

)

= NH

3( g )

G o = -RT ln K p = -8,314 . 723 . ln(6,59.10 -3 ) G o = + 30200 J/mol

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Energia de Gibbs padrão de formação Como no caso das entalpias padrões das substâncias, atribuimos o valor zero à energia de Gibbs dos elementos em seu estado de agregação mais estável, a 25 o C e 1 atm.

C (grafita) + ½ O 2(g)

C (g)

G o f = o (CO,g) – [ o (C,grafita) + ½ o (O 2 ,g)]

G o f = o (CO,g) – [0 + ½ 0] G o f = o (CO,g)

Dependência da constante de equilíbrio com a Temperatura

G o = - RT ln K p

a partir da equação anterior podemos deduzir uma equação que nos mostra a dependência da constante de equilíbrio com a temperatura;

H

o 1

1

ln

Kp

= ln

Kp

 

o

R

T

To

Equilíbrio entre Gases Ideais e fases condensadas puras Até agora foi visto o equilíbrio em gases (equilíbrio homogêneo)

Equilíbrios heterogêneos

Exemplos:

a) decomposição da pedra calcárea

CaCO 3(s) = CaO (s) + CO 2(g) No equilíbrio:

[ (CaO,s) + (CO 2 ,g) - (CaCO 3 ,s)] eq = 0

para o CO2

(CaCO 3 ,s) = º( CaCO 3 ,s) (CaO,s) = º( CaO,s)

(CO2,g) = º(CO2,g) + RT ln(p CO2 )

no equilíbrio

0

= º( CaO,s) + º(CO2,g) - º( CaCO 3 ,s) + RT ln(p CO2 )

0

= G o + RT ln(p CO2 ) K p = (pCO 2 ) eq

e

como

G o = - RT ln K p

G o = º( CaO,s) + º(CO2,g) - º( CaCO 3 ,s) G o = -604,0 –394,4 –(-1128,8) = 130,4 kJ/mol

0 = G o + RT ln(p CO2 )

ln(p CO2 ) = - G o /RT ln(p CO2 ) = -130400/(8,314.298,15) = -52,60 p CO2 = 1,43.10 -23 atm

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b) Decomposição do óxido de mercúrio

HgO (s) = Hg (l) + ½ O 2(g)

Kp = (pO 2 ) 1/2 eq através da tabela de propriedades químicas termodinâmicas, calcula-se:

G o = 0 + 0 –(-58,56) = 58,56 kJ/mol ln(pO 2 ) 1/2 eq = -58560/(8,314.298,15) = -23,62 pO 2 = 7,42.10 -6 atm

c) Equilíbrio Líquido-Vapor A(l) = A(g) Se p = pressão de vapor no equilíbrio

K p = p

e

G o = o (g) - o (l)

Reações acopladas

TiO 2(s) + 2Cl 2(g)

TiCl 4(l) + O 2(g)

G o 298 = +152,3 kJ/mol (reação não espontânea)

Como podemos produzir TiCl 4 a partir de TiO 2 ?

Uma possibilidade:

TiO 2(s) + 2Cl 2(g)

TiCl 4(l) + O 2(g)

CO 2(g)

G o 298 = +152,3 kJ/mol G o 298 = -394,4 kJ/mol

C (s)

+

O 2(g)

C (s) + TiO 2(s) + 2Cl 2(g)

TiCl 4(l) + CO 2(g) G o 298 = -242,1 kJ/mol (reação global é espontânea)

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Aplicações a sistemas especiais Nesta seção investigamos alguns resultados que se podem deduzir da existência das constantes de equilíbrio e da equação r Gº = -RT ln K. Não nos esqueceremos de que

K > 1 se r Gº < 0 quando então os produtos predominam sobre os reagentes no

equilíbrio.

A extração dos metais dos respectivos óxidos Os metais podem ser obtidos a partir dos respectivos óxidos pela redução com carbono ou com monóxido de carbono se um dos seguintes equilíbrios

MO (s) + C (s) M (s) + CO (g) MO (s) + ½ C (s) M (s) + ½ CO 2(g) MO (s) + CO (g) M (s) + CO 2(g)

estiver deslocado para a direita (isto é, tiver K > 1). Veremos que estes equilíbrios podem ser discutidos em termos das funções termodinâmicas das reações:

(i) M (s) + ½ O 2(g) MO (s) (ii) ½ C (s) + ½ O 2(g) ½ CO 2(g)

(iii)

(iv)

C (s) + ½ O 2(g) CO(g)

CO (g) + ½ O 2(g) CO 2(g)

A dependência entre as energias de Gibbs padrões das reações (i) a (iv) e a temperatura

esta expressa para

dT de mols de gás, a entropia padrão da reação é grande e positiva; então r Gº diminui fortemente com a elevação da temperatura. Na reação (ii), o número de mols de gás é constante, e então a variação de entropia é pequena e r Gº varia pouco com a temperatura. Estas observações estão resumidas graficamente na figura abaixo, que é o diagrama de Ellingham. Observe que na escala vertical r Gº diminui para cima!

Na temperatura ambiente, r Gº é dominada pela contribuição da entalpia da reação (pois T r Sº é relativamente pequena) e a ordem das r Gº crescentes é a mesma que a ordem das r Hº crescentes (na figura, Al 2 O 3 é a reação mais exotérmica e Ag 2 O a menos exotérmica). A entropia padrão de reação é semelhante para todos os metais, pois em cada caso há eliminação de oxigênio gasoso e formação de óxido sólido, compacto. Então, a dependência entre a energia de Gibbs padrão de oxidação e a temperatura é semelhante para todos os metais, como fica evidenciado pelas inclinações semelhantes das retas das reações, no diagrama da figura. Os pontos angulosos em algumas retas, nas temperaturas elevadas, correspondem à evaporação dos metais; pontos angulosos menos pronunciados ocorrem nas temperaturas de fusão dos metais e dos óxidos.

A redução de um óxido depende da competição entre o metal e o carbono pelo oxigênio

ligado ao metal. As energias de Gibbs padrões das reduções podem se exprimir em

termos das energias de Gibbs das reações mencionadas anteriormente:

d r G o = r S o . Como na reação (iii) há aumento líquido do número

MO (s) + C (s)

MO (s) + ½ C (s) MO (s) + CO (g)

M (s) + CO (g)

M (s) + ½ CO 2(g)

M (s) + CO 2(g)

r Gº = r Gº(iii) - r Gº(i) r Gº = r Gº(ii) - r Gº(i) r Gº = r Gº(iv) - r Gº(i)

O equilíbrio da reação estará deslocado para a direita de r Gº < 0. Este será o caso

sempre que a reta da reação (i) estiver abaixo (isto é, for mais positiva) do que a reta de uma das reações (iii), (ii) ou (iv). Pode-se prever a espontaneidade de uma redução, em qualquer temperatura, pela simples inspeção do diagrama. Um óxido metálico será reduzido por qualquer reação do

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carbono que estiver acima, pois então o r Gº será negativa. Por exemplo, o CuO pode ser reduzido a Cu em qualquer temperatura superior à ambiente. O Ag 2 O, mesmo na ausência de carbono, se decompõe se for aquecido a mais do que 200ºC, pois a energia de Gibbs padrão da reação (i) fica positiva (e então a reação inversa é espontânea). Por outro lado, o Al 2 O 3 não é reduzido pelo carbono em temperaturas mais baixas do que cerca de 2300ºC.

carbono em temperaturas mais baixas do que cerca de 2300ºC. Figura: Diagrama de Ellingham para a

Figura: Diagrama de Ellingham para a discussão de minérios metálicos. Observe que r Gº é mais negativa na parte superior do eixo vertical.

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Lista de exercícios

19

1.

Qual a distinção entre K p e Q p numa reação em fase gasosa?

 

2.

A

energia de Gibbs padrão convencional do amoníaco, a 25 o C, é de

–16,5

kJ/mol. Calcule o valor da energia de Gibbs molar a ½, 2, 10 e 100 atm.

[ -18,2 kJ/mol; -14,8 kJ/mol; -10,8 kJ/mol; -5,1 kJ/mol;]

3.

A

500 K temos os seguintes dados:

 
 

Substância

H o 500 (kJ mol -1 )

S o . 500 (J K -1 mol -1 )

 

HI (g) H 2 (g) I 2 (g)

 

32,41

221,63

5,88

145,64

69,75

279,94

Um mol de H 2 e um mol de I 2 são colocados em um recipiente a 500 K. A essa temperatura, apenas os gases estão presentes e o equilíbrio.

H 2

(g) +

I 2 (g)

=

2HI (g)

é estabelecido. Calcule Kp, a 500 K, e a fração molar de HI presente a 500 K e 1 atm.

Qual deverá ser a fração molar do HI a 500 K e 10 atm?

[ H=-10,81 kJ; S=+17,68 J/K; G=-19,65 kJ; k p =112,9; X HI =0,842]

4.

Considere o seguinte equilíbrio a 25 º C:

 
 

PCl 5 (g) = PCl 3 (g) + Cl 2 (g)

a)

Dos dados termodinâmicos, calcule G o E H o a 25 º C. [37,2 kJ mol -1 ; 87,9 kJ/mol]

 

b)

Calcule o valor de Kp a 600 K.

[17,2]

c)

Calcule o grau de dissociação, , a 1 atm e 5 atm de pressão total na temperatura de

600 K.

[ 1atm =0,975; 5atm =0,890]

 

5.

A

25 º C temos os seguintes dados:

Substância

 

G o f / (kJ/mol)

H o f (kJ/mol)

 

C 2 H 4 (g) C 2 H 2 (g)

 

68,1

52,3

209,2

226,7

a)

b)

c)

6.

a)

b)

7.

Calcule Kp, a 25 º C, para a reação: C 2 H 4 (g)

Qual deverá ser o valor de Kp, no caso de 25% de C 2 H 4 estarem dissociados em C 2 H 2

e H 2 , a uma pressão total de 1 atm?

A que temperatura Kp terá o valor determinado em (b)?

C 2 H 2 (g) +

H 2 (g)

[1,85x10 -25 ]

[1299 K]

[0,0667]

A 25 º C, teremos G o = 161,67 kJ/mol e H o = 192,81 kJ/mol para a reação

Br 2 (g) = 2 Br (g) .

calcule a fração molar dos átomos de bromo presentes no equilíbrio a 25 º C e pressão

de 1 atm.

A que temperatura o sistema conterá 10 mol porcento de átomos de bromo em

equilíbrio com o bromo vapor, à pressão de 1 atm?

[6,8x10 -15 ]

[1357 K]

Para a reação

H 2

(g) +

I 2 (g) =

2 HI (g)

Kp = 50,0, a 448 º C e Kp = 66,9 a 350 º C. Calcule H o para a reação. [-11,1 kJ/mol]

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8. A 800 K, 2 mol de NO são misturados com 2 mol de O 2 . A reação

2 NO (g)

+ O 2 (g)

=

2NO 2 (g)

entra em equilíbrio a uma pressão total de 1 atm. A análise do sistema mostra que 1,7

mols de oxigênio estão presentes no equilíbrio.

a)

calcule a constante de equilíbrio para a reação.

[0,4]

b)

Calcule

G o para a reação a 800 K.

[6,1 kJ/mol]

9.

Considere o equilíbrio:

C 2 H 6 (g)

= C 2 H 4 (g)

+

H 2 (g)

A 1000K e a 1 atm de pressão o C 2 H 6 é introduzido em um recipiente. No equilíbrio, a

mistura consiste de 26 mol porcento de H 2 , 26 mol porcento de C 2 H 4 e 48 mol porcento de

C 2 H 6 .

a)

Calcule o valor de Kp a 1000 K.

[0,14]

b)

Se H o = 137,0 kJ/mol, qual o valor de Kp a 298,15 K?

[2,0x10 -18 ]

c)

Calcule G o , a 298,15 K, para a reação.

[101 kJ/mol]

10.

O trióxido de nitrogênio dissocia-se de acordo com a equação

N 2 O 3 (g)

=

NO 2 (g) + NO (g)

A 25 º C e uma pressão total de 1 atm, o grau de dissociação é de 0,30. Calcule G o para a

reação.

[5,7 kJ/mol]

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Gabarito

02. = o + R.T.ln(p)

= - 16500 + 8,314 . 298 . ln(p)

p/atm

/kJ/mol

½

-

18,2

2

-

14,8

10

-

10,8

100

-

5,1

3. 500K

H 2(g)

+

I 2(g)

2 HI (g)

G o = - R.T.ln(kp)

G o = H o - T S o

H o = 2 . H o f(HI) – (

H o f(H2) + HG o f(I2) )

= 2 . 32,41 – (5,88 + 69,75)

H o = - 10,81 kJ/mol

S o = 2 (221,63) – (145,64 + 279,94)

S o = 17,68 J/k.mol

G o = H o - T S = - 10810 – (500 . 17,68)

G o = - 19650 J/mol

G o = - R.T.ln(kp)

ln(kp) =

G o

RT

Kp = exp

Kp = exp Kp = 112,9

G 0 RT

( 19650)

8,314.500

H 2 + I 2

2 HI

Kp =

P

2

HI

( X

HI

.

P

)

2 X

2

HI

.

P

2

=

=

P

H

2

.

P

I

2

X

H

2

.

P X

.

I

2

.

P

X

H

2

.

X

I

2

.

P

2

Kp =

X

2

HI

X

H

2

.

X

I

2

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22

H 2 + I 2  2HI Início 1 mol 1 mol Equilíbrio 1 –
H 2
+
I 2
2HI
Início
1
mol
1
mol
Equilíbrio
1
– y
1
y
2y
1
y
1
y
=
X H2 =
(1
y
)
+
(1
y
)
+
(2
y
)
2
1
y
X I2 =
2
2
X HI =
y = y
2
2
2
2
2
X
y
4 y
2 y
HI
=
=
=
Kp =
2
X
.
X
(1
y
)
(1
y
)
(1
y
)
1
y
H
I
.
2
2
2
2
2 y
Kp
=
1
y
(1-y).
Kp = 2 y
Kp y Kp = 2 y
como Kp = 112,9
112,9
y
112,9 = 2 y

10,625 - 10,625y – 2y = 0 - 12,625y = -10,625

y =

X HI = y = 0,842

10,625 =

12,625

0,842

(1 atm ou 10 atm)

Kp é portanto X HI independem da pressão, neste caso.

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04. PCI 5(g)

PCI 3(g) + CI 2(g)

a) G o = - 267,8 + 0 – (-305,0)

G o = + 37,2 kJ/mol

H o = - 287,0 + o – (- 374,9)

H o = + 87,9 kJ/mol

b) G o = - R.T.ln(kp)

ln(kp (298) ) =

ln(kp (298) ) =

G o

(298)

RT

37200

=

8,314.298

15,01

kp (298) = 3,01.10 -7

ln(kp (600) ) = ln(kp (298) ) -

H o

1

1

R

87900

600

1

298

1

ln(kp (600) ) = - 15,01 -

8,314

600

298

ln(kp (600) ) = 2,847

Kp (600) = 17,2

 

PCI 5

PCI 3 +

CI 2

Início

1

-

-

Equilibrio

1-y

y

y

X PCI5 =

1

y

(1

y )

+

y

+

y

=

1

y

1

+

y

X PCI3 =

y

1+ y

//

X CI2 =

y

1+ y

Kp =

Substituindo

Kp

=

P

PCl

3

.

P

Cl

2

=

X

PCl

3

.

P X

.

Cl

P

P

X

. P

PCl

5

PCl

5

y

P

y

P

1 + y

.

.

1 + y

.

 

1

y

 

P

1

+ y

.

=

y

1 + y

2

.

1 +

y

y

1

.

P

23

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2

y P

.

 

=

y

2

.

P

(1

+

y

)(1

 

y

)

1

2

y

 

kp

 
 

=

Kp =

Para P = 1 atm, temos:

Kp (1-y 2 ) = y 2 Kp – Kpy 2 – y 2 = 0 (-kp – 1)y 2 = - kp

17,2

y 2 =

(

kp

 

1)

17,2

y =

y =  
 

y=0,880

   

C 2 H 4(g)

C 2 H 2(g)

+

1

=

0,945

0,945 = 0,972 = grau de dissociação

para 5 atm

05a.

H 2(g)

G o = 209,2 + 0 – 68,1 = 141,1 kJ/mol

G O = - R.T.ln(kp)

ln(kp) =

G o

141100

=

RT

8,314.298

=

56,95

Kp = 1,85.10 -25

b)

C 2 H 4ig)

C 2 H 2ig)

+

H 2ig)

Início

1

-

-

Equilíbrio

0,75

0,25

0,25

X C2H4 =

X C2H2 =

 

0,75

=

0,75

=

0,75

+

0,25

+

0,25

1,25

0,25 =

0,20

 

1,25

X H2 =

0,25 =

1,25

0,20

0,60

K p =

P

C H

2

2

. P

H

2

P

C H

2

4

=

X

C H

2

2

.

P X

.

H

2

.

P

X

C H

2

4

. P

24

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25

Para P = 1 atm

Kp =

0,20.0,20 =

0,60

0,0667

0,0667
c) H o = 226,7 + 0 – 52,3 H o = 174,4 kJ/mol H
c)
H o = 226,7 + 0 – 52,3
H o = 174,4 kJ/mol
H
1
1
ln(kp) = ln(kp o )
R
T
T
o
174400
1
1
ln (0,0667) = ln (1,85.10 -25 ) -
8,314
T
298
T = 1299K
G o
06.
G O = - R.T.lnkp
kp = exp
RT
161670
kp = exp
8,314.298
kp = 4,6 . 10 -29
2Br (g)
Br 2(g)
Início
1
-
Equilíbrio
1-y
2y
2 y
2 y
1
y
=
 X
=
X Br =
Br 2
1
y
+
2
y
1
+
y
1
+
y
2
2
P
(
X
P
)
Br .
Br
Kp =
=
=
P
X
. P
Br
Br
2
2
Para P = 1 atm
2
2 y
2
2
X
1 +
y
(2
y
)
(1
+
y
)
Kp =
Br
=
=
.
2
X
1 (1
y
+
y
)
(1
y
)
Br
2
1 +
y

Prof. Lorenzo

Kp =

(2

y

)

2

(2

y

)

2

=

(1

+

y

)(1

y

)

1

2

y

Kp (1-y 2 ) = (2y) 2

Kp - kpy 2 – 4y 2 = 0 (-kp – 4)y 2 = - kp

y 2 =

kp

4,6.10

29

=

kp

4

4,6.10

29 4

y

2 = 1,15 . 10 -29

y

= 3,39 . 10 -15

A fração molar dos átomos de Bromo será:

b)

07.

=

2 y

 

=

2(3,39.10

 

15

)

=

6,8.10

1 +

y

 

1

+

3,39.10

15

Br 2

 

2Br

 

90

 

10

 

10

=

0,1

// X

 

=

90

=

 

10

+

90

2

(0,1) .1

 

2

Br

2

100

 

=

 
 

0,9

 

1,1.10

 

H

1

1

 

R

T

 

T

o

X Br

Equilíbrio

X Br =

Kp =

lnkp = lnkp o

15

0,9

192810 1 1 ln (1,1 . 10 -2 ) = ln (4,6 . 10 -29
192810
1
1
ln (1,1 . 10 -2 ) = ln (4,6 . 10 -29 ) -
8,314
T
298
T = 1357K
H 2 + I 2
2HI
H
1
1
lnkp = lnkpo
R
T
T
o
H
1
1
ln(50) = ln(66,9)
8,314
721
623
H = - 11096 J/mol
H = - 11,096 kJ/mol

26

Prof. Lorenzo 27 08. 2NO + O 2  2NO 2 Início 2 2 -
Prof. Lorenzo
27
08.
2NO +
O 2
2NO 2
Início
2
2
-
Reage/forma
0,6
0,3
0,6
Equilíbrio
1,4
1,7
0,6
1,4
1,4
=
=
0,378
X NO =
1,4
+
1,7
+
0,6
3,7
1,7
=
0,459
X O2 =
3,7
0,6 =
0,162
X NO2 =
3,7
2
2
P
(
X
.
P
)
2
(0,162.1)
NO
NO
2
=
2
Kp =
=
2
2
2
P
.
P
(
X
.
P
)
.
X
.
P
(0,378.1) .0,459.1
NO
O
NO
O
2
2
Kp = 0,40
b)
G o = R.T.lnkp
G o = - 8,314 . 800 . ln 0,4
G o = + 6094,4 J/mol
9.
C 2 H 6
C 2 H 4
+
H 2
Equilíbrio
0,48
0,26
0,26
0,48 =
X C2 H 6 =
0,48
1
0,26 =
X C2 H 4 =
0,26
1
0,26 =
X H2 =
0,26
1
P
.
P
(
X
.
P X
)(
.
P
)
C H
H
C H
H
2
4
2
2
4
2
Kp =
=
P
(
X
.
P
)
C H
C H
2
6
2
6
Como P = 1 atm
0,26 . 0,26 =
Kp =
0,141
0,48

Prof. Lorenzo

H 1

 

1

R

T

T

o

137000

1

1

8,314

 

298,15

1000

b) lnkp = lnkp o -

lnkp = ln(0,141) -

lnkp = - 40,75 kp = 1,0 . 10 -18

28

c) G o = - R.T.lnkp G o = - 8,314 . 298,15 ln (2,0 . 10 -18 ) G o = 101020,3 J/mol

Prof. Lorenzo

10.

 

N 2 O 3(g)

NO 2(g)

+

NO (g)

Início

1

-

-

Equilíbrio

0,7

0,3

0,3

X N2O3 =

 

0,7

=

0,7

=

0,7

+

0,3

+

0,3

 

1,3

X NO2 =

0,3 =

0,231

 

1,3

 

X NO =

0,3 =

0,231

 

1,3

P

NO

. P

NO

X

NO

 

.

P X

.

NO

.

P

Kp =

2

=

 

2

 

P

N O

2

3

X

N O

2

3

. P

Kp =

0,231.1.0,231.1 =

 

0,0992

 
 

0,538.1

0,538

G o = - R.T.lnkp = - 8,314 . 298 . ln 0,0992 G o = + 5724,7 J/mol

29